No Pânico ou no Êxtase: Tem Gente que Canta e Tem Gente que Dança! 🚀🕺💃 | Brajeiradas S/A Ep. 253
Bem-vindos ao cockpit do Brajeiradas S/A, sua dose semanal de "defenestramento" do mau humor! No Episódio 253, o Ano VI decola em direção a um território onde o asfalto é palco e o pânico e o êxtase disputam o controle da cabine.Este episódio especial aborda um dilema urbano e existencial: o verbo "dançar" – o movimento coordenado do pertencimento ou a pane seca da falta de preparo?Apoie o Brajeiradas S/A e evite "dançar" no sentido ruim:🚀 Jato Net: Conexão estável para você cantar o seu sucesso.🌱 Recanto Feliz: Combustível orgânico para a coreografia da vida.📊 DRE Serviços Contábeis: Mantenha a empresa em voo de cruzeiro e não "dance" com o fisco.👗 Brechó da Marli: Figurino oficial para dançar no asfalto com estilo e sustentabilidade. Erva Mate Barão de Cotegipe: O lubrificante social do cockpit, ideal para cantar ou conversar.📢 Agência Terra Vermelha: Coreógrafa de imagem que garante nossa audiência em altitude máxima.Ajuste a frequência dos fones de ouvido e junte-se a nós nesta altitude de cruzeiro!🌐 Hangar Oficial: brajeiradas.com🎧 Disponível no Spotify e nas melhores plataformas.📺 TVComDF, Rádio Vale do Uruguai FM 98,7.#BrajeiradasSA #AnoVI #Humor #Consciencia #PodcastBrasil #CulturaPopular #SaudePopular #Agroecologia #PoesiaUrbana #DancaDoPertencimento #NoPanicoOuNoExtase #SeEspirrarSaude
- Ocupação da cidade e ruaO verbo dançar como movimento coordenado · A dança da pane seca · O asfalto como palco · A turbulência do pertencimento · O break do boleto
- Preconceito e Julgamento SocialA facilidade de rotular em vez de conhecer · O perigo da simplificação humana · A mudança e evolução das pessoas · O diálogo como ponte · A visão dicotômica versus pluralidade
- Brajeiradas Campesinas - Saúde PopularPráticas Integrativas e Complementares (PICs) · Fitoterapia e ervas medicinais · Parceria com Fiocruz e MPA · Deputado Elton Welter · Abastecimento do SUS com agricultura familiar
- Comparação com idioma inglêsSignificado da expressão 'para inglês ver' · Contexto histórico do tráfico de escravos · Aplicações na televisão e no mundo real
- Conflitos globaisGuerra no Estreito de Ormuz · Envolvimento de EUA, Iraque e Irã · Perigo de generalizar populações inteiras
- Projetos culturais comunitáriosProjeto Magia das Ruas em Guarapuava · Dança de rua e hip hop · Reconhecimento como ponto de cultura · Entrevista com Professor Rodriguinho
- Trabalho de ONGs e movimentos de defesa de direitosDebate sobre feminismo e violência contra mulheres · Participação de Indyamala e Beatriz · Série de webinars sobre direitos
- Poema Angell CarapunarlaMito das sereias e seu encanto · Naufrágios causados pelo canto das sereias · Poesia como dança e ritmo
- LiteraturaNova playlist exclusiva no canal · Conteúdo para pensar, debater e se divertir
Esta programação não é recomendada para menores de 14 anos. Opa, opa! Ué, cadê todo mundo? Cadê todo mundo? Ué, ué, ué! Cadê o Bola, Anã, Marcão? Nada?
O Marcão está lá, o nosso quebequeano está de mudança, está se mudando. E o Faviano... Só que ele está se mudando de Quebec para Quebec. Vamos começar? E o Dom Bola, e o Dom Bola. O Dom Five? O Dom Five disse que um caminhão bateu no poste lá, está sem energia. Cara, fazia tempo que não era fazer dupla, né? Bora lá, bora lá, bora lá. E a Profinan, aquele abraço. Vai aí, vai aí.
Brageradas S.A.A. Ano 6. Definestrando o mau humor do dia a dia. Ô, louco meu! Olha só o que vem aí! Sensacional! Aqui no palco do Brageradas, estão botando fogo no problema? É brincadeira, bicho!
Senhoras e senhores, aqui é o comando de bordo e queria dizer que hoje estamos numa dupla de dois para tocar o programa. E a galera, cada um, cada um com seus motivos, com seus problemas, com suas dificuldades, com suas razões.
Cada um com seus cada um. É, com seus cada um. Cada um com seus cada um. A galera hoje não pode estar presente. Estamos nós, nosotros. É, é, nosotros. Nosotros. Mas de qualquer forma, sejam bem-vindos e bem-vindas ao voo 253 do Brageradas S.A. Iniciamos nossa descida para um território onde o asfalto é a pista e o palco.
O radar meteorológico avisa. A pressão está oscilando entre o pânico e o êxtase. E o comando alerta. Na frequência, tem gente que canta e tem gente que dança. É, talvez seja assim como você está fazendo. Talvez, só talvez.
Mas atenção à interpretação dos instrumentos. Atenção à interpretação dos instrumentos. Nesta rota, dançar é um verbo de biturbina. Ai, meu Deus do céu. Biturbina, duas turbinas. É duas, duas. Um, dois. Isso aí. A dança é tipo bípede. Bípede, que é um, dois. Duas mãos, né? Bípede, né? Bípede, né? Bípede, né? Bípede, né? Bípede, né? Bípede, é bípede.
A dança... Um, a dança do pertencimento. É o movimento coordenado, a ocupação do espaço, o asfalto como palco, conforme as coordenadas do nosso GPS pimentório. É onde o corpo encontra o ritmo e o poder de ser quem se é. É isso que você estava fazendo ali, esse tipo de dança. Mas tem uma outra, a dança da pane seca. Nossa!
E é quando o piloto perde o controle e acaba dançando. A famosa manobra de se dar mal por falta de checklist ou excesso de confiança. Prepare-se para a decolagem urbana. Ajuste os cintos, pois o asfalto lá embaixo está vibrando. Ou você encontra o seu ritmo ou a torre de comando avisa. Você vai dançar. Checklist finalizado. Vamos decolar. Bora aí! Pra giradas.
Atenção, tripulação! Para ninguém dançar no sentido ruim da coisa e todos dançarem no ritmo da excelência, precisamos de uma base técnica impecável. Nosso plano de voo só é soberano porque nossos parceiros, perante que os motores não engasguem no voo duzentésimo...
duzentésimo, cinquentagésimo, terceirésimo, nossos sinalizadores de pistas são quem, Walter? Esse duzentésimo, cinquentagésimo, terceirésimo é pra Profinão. Um forte abraço. Assim que a Profinão se recuperar, ela te pega por conta disso.
São quem os nossos apoiadores aí, Walter? Como é que é isso? Jato Net, a conexão que não deixa a sua transmissão dançar. Estabilidade total para você cantar o seu sucesso em alta velocidade.
Ronaldo, não é recanto feliz, o combustível orgânico. Quem se alimenta daqui tem energia de sobra para a coreografia da vida, sem risco de pane física.
DRE Serviços Contáveis, para você não dançar com o Fisco. Eles mantêm sua contabilidade no ritmo certo e sua empresa em voo de cruzeiro. Dançar com o Fisco é cruel. Não dava dançar. Se já pensou que não dançou o Fisco. Não dançou o Fisco, aí tu me quebra.
Trechoda Madri, o figurino oficial do nosso espetáculo para dançar no asfalto com o estilo sustentabilidade e elegância de quem comanda o cockpit. E eu visto hoje modas Trechoda Madri. Aí, meu, bora lá!
E erva mate Barão de Cotegipe, o lubrificante social das nossas cordas vocais. Se é para cantar ou conversar, que seja com o melhor mate do radar. Barão de Cotegipe!
E a agência terra vermelha, o Red World. Não, é Red World. O que achou? A agência Red World, nossa coreógrafa de imagem. Eles garantem que a nossa mensagem não dance fora do ritmo e alcance a altitude máxima da audiência.
Gratidão aos nossos parceiros. Com você a gente só dança se for para comemorar. Frequência limpa? Seguimos viagem.
Sistemas de defesa contra o tédio estão totalmente ligados. Nós estamos prontos para invadir o céu desta sua quinta-feira. Lá fora, a visibilidade é baixa. O mundo gira entre o pânico das incertezas e o êxtase do movimento. Mas aqui, a nossa frequência é...
Se o ruído lá embaixo é grande, a nossa bússola é a cadência para separar quem planta a própria história De quem está prestes a dançar nas armadilhas do caminho Recebido, Torre! O chão agora é memória E nossa coreografia verbal é o mapa No pânico ou no êxtase, o ritmo é a chave Momento pânico ou êxtase está no ar!
Estrageira Ada Profinando a escuta, ajuste o... Opa, opa, a Profinando... A Profinando tá, então vamos pro seguinte Fazendo Bolinha, assuma o seu posto no palco do... Opa, opa, o Fazendo também não veio Então vamos pro próximo Marcos, o nosso radar internacional Opa!
Olha o Marcos no ar aí. Só que não! Só que não! Walter, meu querido, bem-vindo a bordo. Mantenha a nossa rima aí, lá nas alturas. É, um abraço aí para o Marcão, cara. Marcão Cardoso, fica lá.
de mudança lá em Quebec, né? Isso. Na verdade, cara, é uma mudança que não é mudança. Ele vai se mudar de Quebec pra Quebec, entendeu? E aí ele mandou uma foto pra justificar a ausência aqui, mandou ali pro RH, né? Mandou pra mesmo. Mandou o mesmo lá pro RH com uma foto da justificativa. O computador que gera a projeção pra ele tava atolado nas tranqueiras da mudança.
Que bárbaro. E o Marco aí, ó. É pra acabar. Mas, cara, eu queria fazer acompanhando o Brageradas e arrumando a casa. O Marco tá lá preparando, organizando as coisas da mudança. E aí, Marco? Quinta que vem tem reprise, gente, ó. Queria dizer pra vocês, quinta que vem nós vamos estar aqui, eu e o Fabrício, a equipe aqui do Brageradas, parte da equipe do Brageradas vai estar participando.
em Brasília de um encontro em Brasília em Brasília em Brasília 19 horas como é que pode marcar a a equipe do Brasília das estará
acompanhando o encontro do Movimento dos Pequenos Agricultores, um encontro nacional com representantes de 20 estados brasileiros, mais uma delegação internacional. E lá nesse encontro vai ter o espaço da saúde, saúde popular, com diferentes técnicas de cuidados, as famosas PICs.
práticas integrativas e complementares. E a nossa equipe vai estar lá gravando para o quadro Brageradas Campesinas Especial Saúde Popular. Que está saindo a nova temporada. Nós estamos trabalhando na nova temporada do Brageradas Campesinas.
E a equipe está se deslocando para Brasília para pegar esse momento bastidor do Encontro Nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores para fazer as filmagens dessas práticas sendo utilizadas na prática. As práticas utilizadas na prática, entendeu? Isso é rebundância.
Isso, redundância. Então, o movimento dos pequenos agricultores é campeão nesse negócio da redundância. Porque eles vão usar as práticas integrativas e complementares na prática durante o encontro. E nós vamos estar lá gravando e tal, para depois produzir episódios e disponibilizar para você. É ter uma prática que é na teoria, entendeu? E ter uma prática que é na prática.
prática. Tem uma teoria que é prática e tem uma teoria que não é teoria, entendeu? Não? Eu também não. Esse é um dos pontos, um dos milhares pontos que eu tenho aqui. Tem um momento, tem uma pontuação do caramba isso aí. Tem um tema que eu queria falar, que é sobre a entrevista que a gente realizou na última terça-feira com o professor... Professor? Professor?
O Ricardinho? Ricardinho? Não, não é Ricardinho, não. Pedrinho? Não, é Ricardinho. Ronaldinho? Ronaldinho.
Não, não, não. Rogerinho. Rogerinho? Segunda-feira. Peraí que eu vou dar o Google. Peraí que eu vou dar o Google. Segunda-feira a gente realizou uma entrevista fantástica, gente. Só não lembramos do... Pô, mas daí você não se quer, né, cara? Ah, daí, aí. O pessoal de Guarapava, de um ponto de cultura e magia das ruas. Magia das ruas, o ponto de cultura magia das ruas.
Professor Rogerinho, não é? Não, não, não. Eu só me lembro que era aí o nome. Ricardo, Rogerinho. Cara, o pessoal faz um trabalho fantástico. Não é Rodriguinho. É Rodriguinho.
O pessoal faz um trabalho fantástico com dança de rua, break, lembra aí as danças? Eu não lembro esses nomes direito. Eu também não, velho. Hip hop, várias modalidades. Eles dão aula para mais de mil, ou já deram aula para mais de mil jovens da periferia de Guarapuava.
E foram reconhecidos como ponto de cultura. E o professor Rodriguinho, inclusive, vai ir representar a região no Teia Cultura Viva, nos próximos dias, lá no Espírito Santo, em Aracruz. Cara, é impressionante isso. Um pessoal que acaba não tendo visibilidade, não tendo espaço para contar suas histórias.
com pouco financiamento, fiquei pensando hoje se ele tivesse de 300 a 500 mil por mês, que nem uns tem por aí, né? Para aplicar isso aqui, que revolução que eles fariam na periferia de Guarapuava. Mas infelizmente não é assim. Mas eu queria resgatar então essa entrevista e ressaltar o trabalho que o Magia das Ruas faz lá em Guarapuava. E dizer para vocês que na próxima semana vai ter um texto lá no Pimentório e aí
com reflexões a respeito disso. Aliás, teve nessa quarta-feira... Teve, teve. Teve nesta quarta. Quarta ontem. Ontem era quarta? Outra manhã é sexta. Também queria falar do... Como é que é? Mais um assunto dos militantes que eu tenho.
Eu queria falar sobre a webinar que a gente realizou ontem, a primeira da série Vozes e Direitos, com a Indyamala e a Beatriz que participaram ontem, contribuindo com a gente num debate importantíssimo sobre feminismo, sobre o rompimento do ciclo de violência contra as mulheres, a primeira da série.
Cara, foi impressionante. Tivemos uma aula com muita informação, com muitos elementos que precisam ser debatidos, precisam ser refletidos. Convido você a acessar lá o Brajeirama, lá no brageras.com, no Brajeirama. Ali tem o acesso.
a essa webinar de ontem, ou no nosso canal no YouTube, e também no Brasileirão, você pode se inscrever para receber certificado por participação na webinar. Então, convido você para ir lá.
Deixa eu ver o que mais que eu tinha aqui. Mais uma vez. Tá bom, tá bom. Eu vou passar pra você. Vai daí, vai daí. Vai daí. Um grande abraço pra torcida do Corinthians, do Flamengo, do Grêmio. O Grêmio e o resto do povo do Rio Grande do Sul. Todo mundo, meus amigos gregos lá. Os gramistas e o resto.
do Rio Grande? Eu só estou a dizer para vocês que ontem foi o dia do resto do Rio Grande levantar mais um ataque da Recopa, parabéns lá para a galera e um abraço especial para o nosso atacante, Gó Ré, que fez o gol da virada e o gol lá o cara quer me cornexar, mas nem acompanha o futebol aí é muito, ele nem sabe o que ele está falando
Aí fica o clique. Mas vamos lá, vamos lá, vamos seguindo. Então eu queria trazer para vocês... É que o resto do Rio Grande às vezes se dá bem. Às vezes. Às vezes. Mas vai daí, vai daí. Às vezes quase sempre. Às vezes quase sempre. Mas eu quero trazer para vocês uma reflexão profunda. Nossa. Eu cavo, tu cavo. Exato, é mais ou menos que nem essa. Não, mas aqui é, aqui é. Você sabe que aqui é um programa sério.
Sim. Vamos falar sério? Aqui a gente fala sério. Vamos falar sério? Vamos falar sério? Vamos. Sério. Já falamos, agora vamos ter que ver o programa. Tem gente que adora colocar etiqueta em tudo.
Esse é da direita, aquele é de esquerda, esse é inteligente, aquele é preguiçoso, esse grupo é assim, aquele povo é assado. A gente vive numa época em que parece mais fácil rotular do que conhecer, mais fácil resumir uma pessoa em uma palavra do que ouvir a sua história inteira.
Só que o problema das rotulagens é que elas simplificam demais aquilo que é complexo, o ser humano. Ninguém cabe inteiro dentro de um rótulo, porque as pessoas mudam, aprendem, erram, evoluem, contradizem a si mesmas. E ainda bem, imagine o tédio de um mundo onde todo mundo fosse exatamente aquilo que disseram que era.
O rótulo cria distância. O diálogo cria pontes. Quando eu rotulo alguém, eu paro de enxergar a pessoa e começo a enxergar apenas a ideia que eu inventei sobre ela.
Talvez esteja falando menos julgamento rápido e mais curiosidade sincera. Menos eu já sei que você é. E mais me conta quem você é. Porque, no fim das contas, antes de qualquer etiqueta, opinião ou grupo, todo mundo continua sendo gente. Muito obrigado.
Ah, moleque! Cara, cara, esse teu raciocínio me fez lembrar daquele ditado que diz assim, que quando o Pedro fala de Paulo, ele me diz mais sobre Pedro do que de Paulo. Já ouviu falar isso aí? Tá, quem que é Pedro?
Só para dar esclarece aí Quem é Pedro? Quem é Paulo de bandeira, galera? Não tem nada mesmo É por causa disso que o Pedro fala do Paulo Ele fica rotulando o Paulo, né? Daí eu entendo mais do Pedro Do que do próprio Paulo Eu acho que eu estou entendendo Eu acho Eu tenho certeza
Mas cara, eu falei isso nas batulagens porque outro dia, vou comentar, até comentei com o Walter aqui no estúdio e tal, mas olha só, eu me peguei pensando, outro dia tava eu lá olhando o noticiário, aquele noticiário do Climbi, aquele lá, e aí eu olhando o noticiário e ele tava lá, porque o... aquele velho da desgraça lá tava me invadindo lá.
o estreito do Orbus lá, entende? O estreito do Orbus, entendeu? E aí os caras do Orbus lá estavam dizendo que não era pra invadir, aquelas treta todas que tem lá, entendeu? Trigou, né? Beleza.
E aí, cara, aquilo tava me dando uma certa raiva, cara. E aí eu tava ficando, putz, mas esses iraquianos aí são os pau nas trevas, e os iranianos, pá, vivem brigando e só passam dando lepau. E agora esses americanos se envolvendo lá, e os americanos não prestam. Cara...
Daí eu dei uma paradinha e um pouco de raciocínio que me restava naquele momento, porque eu não sei se vocês entendem, mas a gente entra no loop dos noticiários, noticiários globais, e aí a gente entra naquele loop e aquele loop, e a gente vai vivendo aquilo ali. Quando deu aquele momento de lucidez minha, eu comecei a parar, comecei a pensar, não, peraí, nem todo americano é pau na estrela.
Nem todo iraquiano é paulaciliano. Nem todo iraniano é paulaciliano. Nem todo brasileiro é paulaciliano. Nem todo colorado. Entendeu? Tem gente boa, tem gente boa, entendeu? Tem gente boa. E a gente tem mania de botar a rota.
Por isso esse meu desabafo aqui que eu preparei para alta nível, justamente por causa disso. Porque a gente está rotulando uma população inteira por causa de alguns. E isso está errado. É mais ou menos como eu ouvi muitas vezes na minha vida, de que lá na China os caras passam fome. E aí agora naquele mesmo noticiário está passando lá.
Eu me peguei pensando também que lá na China está tudo maravilha e lá nos Estados Unidos está tudo uma bosta. E na verdade a gente sabe que não é bem assim, não tem extremos. A gente tem altos e baixos, pessoas boas e pessoas ruins. Nós temos todo tipo de gente colocada no mundo. Já dizia um professor meu lá das antigas que dizia assim, cara, tu não pode ter visão dicotômica, entendeu?
É, porque o mundo é plural, é controverso. É que tu é muito árduo. Quando tu tem visão dicotômica, ou é certo ou errado. Cara, no errado tem partes do errado que dá certo, e no certo tem elementos que estão errados, entendeu? É mais complexa a vida, assim. Eu não quero dizer não, mas tu tá me confundindo mais. É que existe um negócio chamado dialética, entendeu?
Não pode ter visão dicotômica, tem que ser dialética, tá? Mas isso são uns palavras, viu? Dá um Google aí, dá um Gemini, vai buscar aí. Já tô aqui, já tô aqui. Porque na verdade, eu tenho certeza que tem isso aí. É isso que eu ia dizer, se tu dá um Google aí e descobriu o que é isso, depois me explica. Porque nem ele sabe o que ele falou, cara. Que, mano. Só vou pedir por ti, repete.
Vamos dar mais um passinho na pauta aí. Dá mais um passinho na pauta aí, que esse papo tá começando a ficar contra a produção. Então é o seguinte, gente, o chão sumiu. São duzentésimo, cinquantagésimo, treze... trezesimo episódios. Isso mesmo, 253 episódios cruzando o medo. Caraca, velho. Bem-vindos.
E agora, asfalto e melodia. Agora o voo não é mais cego. Ele tem gol e direção. Motores em 100%. Quem não cantar, vai dançar. E a gente segue viagem. Aaaaaaau! Atenção, tripulação!
Entramos agora na zona de decodificação de sinal, ligando o tradutor de bordo para entender quem está com o passo ensaiado e quem está apenas trocando as pernas na comunicação.
Neste trecho do voo, o radar foca nas gírias e nos ditos que fazem a gente gingar. Afinal, no asfalto ou no cockpit, quem não entende o código acaba dançando na curva. Vamos traduzir o que o povo canta e o que a rua fala, para que a nossa mensagem não sofra interferência nem perca o ritmo.
Sinal verde, Torre. O mestre de cerimônias está autorizado. Pode transmitir o Brajeirando as expressões. Brajeiradas.
Sabe aquela expressão que você usa sempre, mas se alguém perguntar o significado real, você fica sem resposta? Vamos desvendar os mistérios do nosso vocabulário popular de um jeito leve e direto. Se liga que está começando o Brajeirando as Expressões.
Você sabe quando algo é feito só de fachada, só para fingir que está funcionando perfeitamente? No Brasil, a gente diz que isso é para inglês ver. No século XIX, a Inglaterra pressionava o Brasil para acabar com o tráfico de escravos. O governo brasileiro fingia que criava leis e fiscalizava. Mas no fundo, nada mudava. Era tudo isso na nação.
para os ingleses verem, pararem de ficar cobrando. Ou seja, fazia uma fachada, mas atrás dela era totalmente diferente. E aí, você acha que tem muita coisa por aí que é só para inglês ver? Comenta conosco o que você acha.
Uau, hein? Cadê esse palminha? É, palma, ó.
Cara, esse negócio pra inglês ver, eu fiquei pensando assim no mundo da televisão, cara. No mundo da televisão é um negócio literalmente pra inglês ver. Vocês precisavam ter a visão que eu tenho aqui no estúdio. O que aparece pra vocês? Esses rostinhos bonitos aqui. Essa testa oleosa que você tá vendo. Isso que você pensa que é uma mente brilhante, não. É só uma testa oleosa.
Mas vocês tinham que ver a visão que eu tenho daqui, cara. O que tá aqui é pra inglês ver. Aqui tá o mundo real. E o mundo é doido. Que doideira, cara. O mundo é doido. Muito doido. Doido, doido, doido.
Dois, dois. Que dada. Mas, cara, eu tô gostando desse quadro. Esse quadro do Brangerano, que está me surpreendendo. Parabéns ao Balinha. Ah, o Balinha vai estar se puxando. Ao Dom Five. É, Dom Five. Dom Five. Ah, nada. Dom Five tá se puxando. Dom Five. Dom Five. Dom Fiveiano. É, Fabiano, Five. Five, Dom Five. Mas, olha, como é que pode, cara?
Mas sabe por que ele não veio? É porque Macaco que tomou banho de chuva Não come banana molhada, cara Ele tá ligado Macaco que... Pô, como muito Pô, vai Pô, vai Pô, vai
Então anuncia, cara! Vai daí, vai daí! Vai daí, vai daí! Vou daqui! 1, 2, 3, 4! Atenção, senhores passageiros! Aviso do cockpit! Aviso do cockpit!
Entramos em espaço aéreo de alta sensibilidade. É a dança das palavras que formam as rimas, onde o verso é o nosso plano de voo e a poesia é a coreografia da alma.
Aqui a rima não é apenas som, é um movimento que desarma as armadilhas do pânico e nos eleva ao êxtase. Ajuste os cintos da emoção, porque a palavra agora vai bailar no ar. Se liga no Brajeiradas Poéticas, um passo e um verso de cada vez para manter a fita da
Brajeiradas! O que será que o Florencio trouxe? Brajeiradas poéticas, o quadro onde a rima vira dança, a métrica é a nossa batida. E a mensagem é um tempero que vai aquecer sua alma. O Canto das Sereias. Lia Gratiodutra.
Conta-se que as sereias viviam numa ilha mágica do Mediterrâneo, cercadas por recifes e rochedos no mar terreno. Desde os tempos antigos, período anterior à Odisseia de Homero, estas mulheres-peixe, conhecidas como sereia, habitam o imaginário da humanidade.
Dizem que elas ocasionaram o naufrágio de incontáveis embarcações, cujos tesouros se perderam nas profundidades do mar. Ceifaram vidas de incautos marinheiros, que, enfeitiçados com o belíssimo canto e o irresistível encanto das sereias, atiraram-se em águas perigosas para nunca mais voltar.
Tenho dito muito obrigado. Brajeiradas poéticas, o quadro onde a rima vira dança, a métrica é a nossa batida e a mensagem é um tempero que vai aquecer sua alma. Tô triste. Nossa senhora, cara. Que emoção. Não, peraí. Primeiro vamos dar uma salva de palmas.
O Florencio, velho, não é fácil, né? Cara, o Florencio... Ah, cara, se o Florencio não fosse o Florencio, não ia ser o Florencio, entendeu? Sim. Agora foi profundo, né? Não, agora tu... Mais que aquela eu cavo, tu cavas, essa aí foi mais profunda. Se o Florencio não fosse o Florencio, daí ele não seria o Florencio, seria outra pessoa. Cara, eu queria mandar um abraço pra Vera Lucic, que tá aí chegando junto com a gente, mandando aquele abraço.
Aquele calorzão aí, Vera. E vamos pro intervalo comercial, nós temos que faturar, senão a galera aí não vai mandar mais erva, não vai pagar energia, internet, a contabilidade, a roupa aqui do... Enquanto isso, eu só tenho uma coisa pra dizer pra você. Falar em roupa, alô, Marli Biolk! Aquele abraço! Alô, Marli Biolk, aquele abraço! Tô precisando de um spam aí, meu!
Manda os panos aí, manda os panos no grau pra nós aí. A Vera disse, Walter, tu me faz lembrar alguém. Só fiquei pensando, quem será? Nossa senhora! Sai pro intervalo, que isso aqui tá ficando contraproducente. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Viu, eu só preciso achar. Achar o botão? Vamos botar o cardinho aqui dentro. Pra geradas. Ah, pra ganhar tempo, é? Não esquece de acessar prageradas.com, tá, galera?
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Pessoal, tá chegando uma novidade quentinha no canal. Em março estreia uma playlist exclusiva no canal do Brajeiradas, o Brajeiradas Literárias. Fique ligado, pois aqui a gente vai além das leituras tradicionais. Um conteúdo novo pra você pensar, debater e se divertir.
Em março, se liga na playlist Brajeiradas Literárias, disponível no canal do Brajeiradas e no brajeiradas.com. No sítio Recanto Feliz, o cuidado e o amor pela terra fazem toda a diferença.
Na nossa agroindústria, transformamos ingredientes de qualidade em delícias como panificados, macarrão artesanal, mix de verduras, couve picada e muito mais. Alimentos recanto feliz. A sua família merece o xicarim.
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Ó, a pimenta, ó, a pimenta. Ô, ô, começou, começou, começou. Ô, começou, bora, bora, bora. Ó, e agora é redondinho em homenagem ao Bolinha. O Bixão da Marinha é modos virtuales. Peças exclusivas. Araras ecléticas. Grupos personalizados. Tem bom e amizade. Amor. 10 anos de Bixão da Marinha.
E se a cura for o próprio solo que pisamos? Chega em abril a Terra Cura, o novo documentário do ponto de cultura Brajeiradas. Mais do que um registro, uma experiência que provoca uma reflexão urgente. Qual é, de fato, o nosso papel na natureza?
Prepare-se para ver, para sentir e para se reconhecer. A Terra cura.
Alô, alô, oi, oi, oi. Alô, alô, Terezinha. E agora, e agora é. O Ponto de Cultura Brajeiradas apresenta a série de webinars Vozes e Direitos, um espaço necessário para o diálogo, a resistência e a transformação social. Conheça as lideranças que conduzirão essa jornada no enfrentamento à violência contra a mulher.
Beatriz Medeiros, professora há 27 anos e desenvolvedora da oficina Rompimento do Ciclo de Violência. Indiamara Souza, mestre em História e Educadora com 35 anos de atuação à frente do projeto Por um Mundo Sem Violência. Andréa Marques Ribeiro, advogada e atual presidenta do Conselho Municipal de Direitos da Mulher de Ponta Grossa.
elas são especialistas que atuam diretamente no combate às desigualdades estruturais de gênero com projetos voltados para o rompimento do ciclo de violência e buscam construir juntas um mundo onde todas as mulheres se sintam seguras e livres anote na sua agenda e participe dessa construção
Dia 6 de maio, Desconstruindo o Patriarcado, Raízes da Violência de Gênero. 3 de junho, Violência de Gênero, Entenda a Lei e Seus Avanços.
1º de julho, redes de proteção do município ao pacto nacional. Acompanhe a série de webinars Vozes e Direitos no espaço Brajeirama, no brajeiradas.com. Uma realização, ponto de cultura Brajeiradas, em parceria com o coletivo de gênero do MPA e APP Sindicato. Apoio, deputado federal Elton Welter e Fio Cruz. Acesse brajeiradas.com.
Atenção novos tripulantes! Se você acompanhou agora, bem-vindo ao Quad Fit do Caos. Organizado no horizonte, o pânico, o êxtase e o alerta para quem está afinado.
No canto ou apenas trocando os pés na dança da consciência? Estamos em Rede Galáxia via Spotify, TV com DF, Rádio e TV, Sublober. Só que não.
com o sinal potente da Vale do Uruguai FM 98.7 MHz e claro, no nosso hangar, o brageiradas.com ajuste a frequência dos fones rumo à manifestação da vida de hoje, Walter! Brageiradas!
Bora lá, meu povo! Vamos lá! E o tema de hoje é o asfalto como palco! Uau! Atenção, senhores passageiros! Uma espiada no radar do prageradas.com e detectou uma coreografia suspeita no asfalto! Que barco! E essas câmeras de valia, eu ia pra homenagear o Valia! É, homenagem ao Valia!
O diagnóstico é claro. Estamos todos tentando dar um show na pista da vida, mas o controle de tráfego avisa que o risco de dançar, no sentido feio da palavra, é altíssimo.
O texto revela que a rua não é só lugar de passagem, é palco. E o comando alerta para os pontos críticos desse voo rasante. A turbulência do pertencimento. Você quer fazer parte do grupo, mas sua coordenação motora é um monomotor a hélice tentando acoplar um caça supersônico? Acompanhar um caça supersônico? Não dá muito certo, né? É. Será? Complica.
O break do boleto. O break. Break ou break? Break. Break do boleto. O break? Break? Break da dança? É, do boleto. Ah! O break do boleto. Ah, caramba! Ah, caramba! Ah, massa, o break. O break do boleto, a dança urbana, é linda. Mas o único break que a gente conhece é o da coluna depois das oito horas de tempo.
É o êxtase de ocupar o espaço no pânico de perceber que o joelho já não tem o trem de pouso para isso. Não rende mais, meu querido, não rende mais. Que barbaridade. A cofó produção tem caprichado esses textos, né? A dança da sobrevivência no asfalto ou você encontra o seu ritmo e brilha ou você dança.
Entendeu? E não é o passinho do Michael Jackson. É a pane seca de quem foi atropelado pela rotina. A conclusão do comando é direta. A rua é o palco, mas cuidado para não virar o meme do aeroporto. Dançar é poder, mas se dar mal é falta de plano de voo. Se for para dançar, que seja no ritmo do pertencimento e não na valsa do prejuízo.
Manifestação da vida. Se o asfalto é o palco, certifique-se de que seu GPS está sintonizado na alegria. Senão, você vai dançar e ninguém vai pedir bis. O lampejo é brageiradas.com Brageiradas.
Cara, sinceramente, o texto que vem para a pauta do S.A. É muito melhor que o documentário. Muito mais e melhor. É mais e melhor do bom. É mais e melhor do bom do que o documentário. Não, mas o texto lá tem uma reflexão bacana, inclusive escrito por um cara que é um dos caras que eu mais admiro. Esse texto aqui é inspirado no texto que está lá no Pimentório, galera. E tem a ver com a entrevista de terça-feira com o professor Ronaldinho.
Claudinho, o Serginho Professor Serginho Vai Serginho Vai Serginho Se você agora que está na audiência Ouviu esse, vai Serginho E deu risada Cara do céu Cara do céu
parça aqui no Bras Gerardo. Amarelou a certidade do nascimento, cara. Não, é do tempo do MC Lascano, cara, não faz tanto tempo assim. MC Lascano. Não, não, é, tem o MC Lascano, mas tem o Vai Sergi, é mais longe, é mais longe, cara, é muito mais longe. Mas é que nós somos jovens há mais tempo que você. Mas voltando a parada aqui, o texto que fala das danças urbanas, da periferia e tal, tem a ver com a entrevista de terça-feira também.
Foi a pauta da nossa semana, né? Essa coisa do ritmo da dança urbana, da periferia e tal. Da cultura, né, cara? A cultura, essa parte da cultura urbana que o nosso ponto de cultura Brajeiradas, o nosso ecossistema do ponto de cultura Brajeiradas. Olha a entonação, fala de novo. Olha a entonação. O ecossistema de produção de conteúdos do ponto de cultura Brajeiradas.
Ele podia ser só um ecossistema. Não, ele é um eco! É um eco, eco, eco. É um eco!
Mas então a gente fez lá a entrevista com o professor Rodriguinho, Sardinho, Paulinho. Lá do cara, lá que manda essas paradas do projeto de cultura Magia das Ruas, lá da cidade de Guarapava, no interior, lá do Paraná City, ah não, Paraná City, é State, do State Paraná, lá.
do Magia das Ruas. E, cara, a entrevista dele ele fala que baita projeto. A experiência desses caras, que não tem visibilidade, pouco reconhecimento, mas, felizmente, foram reconhecidos como ponto de cultura e o pessoal tá ali, ó, tocando a vida. Bom, o texto retrata um pouco dessa questão da dança, da cultura urbana e tal, e aqui o Lampejo veio pra cá fazendo essas provocações. Então...
Se você ficou curioso, vai lá no brageradas.com, espaço Pimentório e dá um like. Brageradas. Prepare o teu noronho. Não, não, não. Estava dando o carinho primeiro. Prepare o teu noronho. Está chegando o momento mais caótico e gloriosamente inútil do nosso programa.
É o enigma da esfinge desvendendo mistérios que ficaram no final da fila evolutiva. Esse quadro é para você que acha que a sua vida não faz sentido. Espera até ver as perguntas que a gente separou e tenha a certeza disso. E agora o quadro mais esperado da noite.
Enigma da Esfígie! Você sabe por que na vida você tem que ser bom só uma vez? Porque se for duas vezes é bom bom. Aí vem um tecone.
Cara do céu, que doideira, os caras se superam nesse quadro que é o Don Five, o quadro mais caótico e gloriosamente inútil desse programa. O Don Five tá se puxando, cara. Olha só, ele tá com o quadro. Por isso que ele não veio pro programa, cara. É tudo sabe, né? Macaco.
O macaco tomou banho de chuva e não come banana molhada. É por isso que ele não veio, cara. É por isso que ele não veio. E eu vou aproveitar já e deixar liberado aí pra você, meu amigo Walter e Israel, pra você anunciar o quadro. Esse quadro aí já não dá mais zoeira, né, cara? Esse quadro aí é o quadro que é agora o bicho pegou. Anuncia pra nós aí, meu filho. Olha lá, atenção, tripulação.
Quando o voo entra em zona de instabilidade, entre o pânico de dançar na curva da vida e o êxtase de encontrar o seu próprio ritmo, onde a gente busca o trem de pouso,
naquilo que é profundo, simples e resistente, na sabedoria da terra que nunca perde a cadência. Este é o brajeirá das campesinas especial saúde popular. Aqui o ritmo é outro, é o cultivo da vida que não aceita as rimas pobres da indústria nem as coreografias artificiais dos ultraprocessados. Nossa ancoragem hoje é nas raízes que ensinam o corpo a bailar com saúde. Música
Sementes de memória, o nosso combustível ancestral que mantém o compasso da história vivo. Agroecologia, a verdadeira revolução do plano de voo, onde a natureza dita a música e a gente aprende a dançar com ela. Comida de verdade, o único suprimento que garante que ninguém dance por falta de energia ou pane no sistema imunológico.
Vem com a gente fortalecer o chão que sustenta a nossa decolagem. Para enfrentar qualquer pânico, precisamos estar com o corpo afinado, a saúde de ferro e o pé no barro. Sintonize na cura que vem da base. Se a vida é uma dança, a terra é o palco mais seguro. Fique agora com o Brajeiradas Campesinas, em especial saúde popular. Brajeiradas.
Brajeiradas Campesinas, a voz dos povos do campo, das águas e das florestas. Esta produção foi contemplada por recursos de emenda parlamentar do deputado federal Elton Welter.
Olá, companheiros e companheiras! Eu sou Walter Israel, camponês e comunicador popular. E hoje, no Brageirá das Campesinas, vamos falar sobre saúde do povo, as ervas medicinais e como a APNPIX abre portas para que a gente produza e venda fitoterápicos no SUS.
O deputado federal Elton Welter fala sobre a parceria com o MPA e a Fiocruz e também sobre a possibilidade dos camponeses abastecerem o SUS com plantas medicinais.
Olá companheirada, é o deputado federal Velto. É muito bom fazer essa parceria com a NPA e a Fiocruz para tratar de melhorar a renda das famílias da agricultura familiar nesse projeto dos fitoterápicos, das plantas medicinais que permitem o uso adequado dessas plantas, das recomendações da Anvisa e no tempo, eu não tenho dúvida.
que nós vamos abastecer um grande mercado nacional em todas as UBSs, comprando as plantas medicinais dos nossos agricultores familiares e processando de forma certa e correta, de acordo com a vigilância sanitária, para fornecer para todo o Brasil nas unidades básicas de saúde e serem prescritas pelos profissionais de saúde. Valeu, gente. Obrigado e tamo junto.
já usa mais de 30 plantas medicinais em tratamentos e que os camponeses podem ser parte importante dessa rede?
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, PNPIX, criou condições para o reconhecimento pelo SUS de práticas como a fitoterapia, homeopatia, medicina tradicional indígena. Isso valoriza saberes que o povo já usa há séculos.
foi mais um Brajeiradas Campesinas Especial Saúde Popular que vai ao ar no Brajeiradas SA e também no TV MPA. Se você gostou desse conteúdo, curte, comente, compartilhe. Um abraço e até a próxima! MPA. Soberania Alimentar. Agroecologia e Saúde. Acesse brajeiradas.com
Esse episódio Esse episódio foi lá dos primeiros Que a gente gravou E você pode perceber aí Que a galera tava meio perdida com as câmeras É nessa? Não, não vai ficar Mas que barba, não vai ficar Mas que barba, não vai ficar E você?
A galera tá olhando... Muito show esse quadro e essa política, né, cara? O deputado federal Elton Welter, ele coordena a frente parlamentar dos fitoterápicos lá na Câmara.
tem feito uma defesa bacana desse projeto, para os municípios aderirem a essa prática integrativa e complementar do SUS, passar a adquirir fitoterápicos produzidos pela agricultura familiar, um projeto muito bacana e que o deputado tem defendido aí, que vale a pena, e ele é patrocinador do projeto Agroecologia Saúde.
que é o que fomenta esse quadro, o quadro Brageradas Campesinas Especial Saúde Popular. Nessa parceria aí, deputado federal Elton Welter, Fiocruz MPA, e que o Brageradas presta o serviço de comunicação. É isso aí, galera.
Senhores passageiros, aqui é o comandante. Iniciamos agora o nosso procedimento de descida. Recolher flaps, desligar motores, aproveitem o palco da rua, mantenham a frequência afinada e fiquem atentos ao sinal da torre de controle do Bom Humor. Até o próximo voo tripulação, portas em manual e não esqueçam de...
Vai lá! Que vai! Trajeadas! Até a próxima! Bolinha! Não! Marcos! Valeu! Quinta que vem, hein! Quinta que vem, não! Na outra! Na próxima! Na próxima! Até mais, gente! Valeu! Valeu! Tchau! Tchau! Valeu! Até mais! Valeu! Valeu! Acabou, pessoal! Essa frase é minha! Sai pra lá, meu sapato!
Embrageradas S.A.A. Ano 6. Definestrando o mau humor do dia a dia.
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