Episódios de Charla Podcast

#705 - Josué [Ídolo do São Paulo]

31 de março de 20262h23min
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A Charla de hoje é com o ídolo do São Paulo, Josué.

Assuntos15
  • Roubo de JoiasSão Paulo · Atlético Mineiro · Seleção Brasileira
  • Histórias Pessoais e de Viajantes6 anos no Borussia Dortmund · Treinos e metodologia alemã · Copa da Alemanha conquistada · Manutenção física e preparação · Adaptação ao futebol europeu · Relacionamento com companheiros
  • Final do Mundial de 1992Jogo contra o Manchester United · Atuação de Rogério Ceni · Preparação psicológica · Importância para história do São Paulo · Clima no Japão · Celebração e retorno ao Brasil
  • Rivalidades e ConflitosRivalidade São Paulo x Palmeiras · Rivalidade Atlético x Cruzeiro
  • FutebolConquista da Libertadores · Final contra time do Paraguai · Pênaltis decisivos · Preparação mental de Cuca · Vídeos da família · Momento histórico do clube
  • Copa AméricaGol na final contra o Chile · Estrutura tática com 3 volantes · Duelo contra Messi · Vitória de 3 a 0 · Performance ofensiva brasileira · Artilharia de Neymar
  • Desempenho de JogadoresMessi como adversário mais difícil · Diego Rivas na Alemanha · Ribéry - rivalidade e declarações · Felipe Maestro · Comparação de técnicas e estilos · Experiências de duelo direto
  • Ronaldinho GaúchoHabilidades excepcionais · Histórias de concentração · Companheirismo em campo · Lado misterioso da personalidade · Influência no grupo · Talento natural
  • Carreira no Goiás8 anos no clube · Estrutura de base e profissional · Desenvolvimento como volante · Jogadores marcantes da época · Titularidade e importância na equipe
  • Pericia TecnicaRigor físico · Treinos puxados na Alemanha · Superstição e rotinas · Lado motivacional · Controle de telefones · Disciplina no Goiás
  • Marca pessoal contra Cido do RemoJogo festivo dos 20 anos do Tricampeonato · Disputa acirrada · Polêmica com falta/agressão · Defesa da postura competitiva · Respeito mútuo entre jogadores · Importância do comprometimento
  • Trajetória inicial em CaruaruOrigem em cidade pequena · Família nordestina · Bolsa de estudos · Colégios particulares · Primeiros passos no futebol · Orgulho de ser nordestino
  • Copa LibertadoresTransição do ataque para defesa · Características técnicas · Marcação e recuperação de bola · Jogo tático · Desenvolvimento no Porto de Caruaru · Consolidação na profissão
  • Eleições Rio de JaneiroGestão eficiente do clube · Poder financeiro limitado · Comparação com Flamengo e Palmeiras · Revelação de jogadores · Paralização administrativa · Discussão sobre rumo atual
  • Porto de Caruaru e ascensãoSérie C do Brasileiro · Final contra Vila Nova · Oportunidade com diretor Raimundo · Formação profissional · Parceria com Araújo · Mudança para Goiás
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Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990,00 pra CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Fala, galera! O Acharla Podcast no ar. Seguimos em São Paulo.

E hoje uma resenha esperada. Exatamente. O cara já foi citado muito aqui. O cara já foi citado em vários momentos, campeoníssimo. É isso, muito campeão. Esse aí jogou muita bola. Olha, vou te falar... Seleção Brasileira, Copa do Mundo. Hoje, assim, titular absoluto, hein. Tá precisando aí. O Antilogio tava arrequentando o Fabinho pra ter uma opção de volante. Volante. E volante que sai pro jogo, madeira e lançamento e sai. Tá em falta.

Sensacional. A voadora aí no peito do like. Salve principalmente para a torceira do São Paulo. Que era um ídolo histórico e tudo mais. Um soberano, né? É isso. Mas salve para a torceira do Galo também. Também. Ganhou também. Primeira e única Libertadores. Estava lá o homem. Estava lá o homem. Seguinte, ó. Cheira título, rapaz. Voadora aí no peito do like. Salve para o torceiro do Goiás, pô. Exatamente. Né? É verdade. Que é um dos melhores times do Goiás que eu vi.

Que é virada histórica, né, Lágeis? Primeiro turno de último lugar e praticamente rebaixado com o segundo turno. E dali saíram vários jogadores que depois se consagraram aí. É isso. Agora sim, voadora no peito do like, Charludo, que é Charludo de verdade, eu compro o Charla em todas as plataformas. No Spotify somos o podcast esportivo mais acompanhado do Brasil. Isso aí.

Não falo mais ouvido porque tem vídeo também. Tem vídeo também, né? Agradecer a você que dá essa moral a gente no Spotify. Mas se você tá no Spotify e não tá com a gente no YouTube, onde a gente já passou de um milhão aí, tomou a campanha dos dois milhões, vem pro YouTube também. E se você tá no YouTube com a gente desde o início e não tá lá no Spotify dando essa moral, vem pro Spotify também. É isso, mano. A parada é a seguinte, siga o Charla Podcast em todas as redes sociais.

Arroba Charla Podcast em todas elas. É isso, Betão? Exatamente. Show de bola. Se quiser me segue aí, eu sou o Bruno Cantarelli, arroba Cantarelli Bruno.

Me segue também, é arroba o Betão Júnior. Obrigação, segue o Betão. Nessa moral, pô, chegar nos 200 mil aí, pra você fazer uma publizinha aí.

Ô, Beto Júlio, é um berlice, né, Beto? É, não posso reclamar, já estamos com a nossa Sportbet. É isso. Olha aí, Sportbet já tinha chegado junto. Ó, com a gente, mano, ídolo da história do São Paulo, multicampeão, seleção brasileira, Copa do Mundo, carreira maneira demais na Alemanha, que vimos lá recentemente, né? Exatamente, pô. É isso? Falaram o Diego Ribas, tava lá, né? Seguinte, ó, Goiás, um dos melhores times de Goiás que eu vi.

Eu estive lá demais. O homem estava lá, carreira espetacular. E mais, quando eu pergunto, o cara que mais aguentava...

No Danone, quem era? Josué. Josué com a gente no Charla Podcast. A lenda da resenha. Porque uma coisa é tomar uma, outra coisa é aguentar. Não, assim, Josué vai falar aqui, mas assim, tem um negócio também que aí esses caras não tem como não aguentar. Porque a resenha é com o Leonardo. Resenha com o Leonardo do sítio. São dias de resenha. Josué, seja bem-vindo ao Charla, mano. Tamo junto, mó honra te receber aqui, cara.

Prazer, prazerasso, né, poder participar aí Quando se fala em podcast aí Vocês estão em primeiro lugar, absoluto aí O podcast do Chá Obrigado aí pelo convite, né Você, Bruno, você e o Beto É uma alegria muito grande poder compartilhar aqui Algumas risadas com vocês Eu acompanho vocês já há algum tempo

E mandar um abraço aí a todos os esmeraldinos, tricolores, atleticanos, e a pessoal da Alemanha do Wolfsburg também, que a minha trajetória no futebol, então eu sou grato demais a Deus e ao dom que ele me deu e me protegeu aí durante todos esses anos. Mostra a camisa aí, Betão.

Caraca, maneiro, hein? Explica a história dessa camisa aí, Josué. Isso aí é... São Paulo lançou em parceria a Hipérbole, né? Agradecer aí ao Márcio, ao Éder, né? Que eles estão à frente aí desse processo. Homenageando aí os ídolos do São Paulo, né? Não só eu, mas o Amoroso, o Chulapa, o Sissinho, o Fabuloso, entre outros jogadores aí.

Foi lançada a preta aí, tô esperando, viu? Vai lançar aí também a branca. De presente, uma lembrança pra vocês aí. Vocês merecem. Porra, sensacional. Histórica a camisa. Fera, fera. Seguinte, cara, de onde tu é, Josué? Nasci numa cidade pequena, né? Chamada Vitória de Santo Antão.

Mas não conheço, tá? Qual estado? Pernambuco. Pernambuco. Mas fui criado em Caruaru, então... Caruaru. Meu pai conhecia o médico, né? Então eu fui o último filho dos quatro, né? Que meu pai e minha mãe tiveram. E pra minha mãe poder fazer a...

a ligadura, né, que fala pra poder não ter mais filhos. Então eu nasci em Vitória do Santo Antão, mas passei minha infância ali em Caruaru, capital do forró. Não sei se vocês conhecem, mas tem uma festa junina lá sensacional. Nunca fui na festa e muita vontade de ir. É, é um negócio que é... Caruaru chega a ser sertão de Pernambuco. Sertão, né? Sertão, mas é uma cidade ali a 130 quilômetros da capital.

depois de Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes ali, Caruaru é a maior cidade, então virou um polo na área de confecção. E é uma potência quando se fala no Pernambuco, né? E eu sou grato, sou grato de estar lá. Hoje vou pra visitar a minha família, né? E aproveitar lá as festas juninas. Mas guardo no coração aquela cidade com muito carinho e respeito. O que tem jogando. Sai de lá muito jovem, né, garoto. Mas tá no sangue isso aí, né? Tá no sangue, tá no sangue.

O Marinho não desiste, ele ensina. E tem que o Nordeste produz jogador também pra gente, né, cara? É um negócio espetacular. E aqui em São Paulo, você vê o tanto de nordestinos que tem aí. Você roda aí nos restaurantes, as feiras, né? Comércio de uma forma geral. Tem muito povo nordestino aí. E tu leva o Nordeste assim pra onde tu for? Leva sempre, sempre, sempre.

eu lembro dos primeiros carros que eu comprei eu ainda coloquei um adesivo lá, 100% nordestino aí com o tempo era do Marcelinho era 100% paraíba depois eu falei, peraí, isso aí tá

Pernambucano demais, né? Vamos parar com isso aí. Vamos carregar no sangue o orgulho que a gente tem de ser nordestino. Pô, é isso, cara. Viu o Nordeste do Brasil aí? Fera demais. Não fomos em Caruaru ainda, temos que ir. Temos que ir. E temos que fazer uma temporada em Recife também. A gente tem que ir pra Recife, exatamente. A gente passou aí, foi pra Salvador. Fomos lá no Vitória, né? Ficamos lá um tempão lá com os caras, conhecemos.

Tem que ir em Recife, visitar o esporte. Pô, Recife eu não conheço, mano. Sou fã de muita coisa em Recife. É muito bom. Pô, Portugalinha.

Vila Pernambuco. Praia dos Carneiros lá, que é muito legal. Eu tenho uma casa lá e eu passo... Rui não é, né? Dezembro, janeiro. Eu passo lá, e a família é grande, viu? Eu passo lá, tem uma casa cheia. Mas isso que é gostoso, né? Mas aí recarrega as energias, né? Acho que dá aquela recarregada nas baterias pra gente encarar o ano aí, que não tá fácil, né? A gente sabe aí, nos dias de hoje. Tá cada vez mais difícil. E aí eu com três filhos, né? Então pra viajar tem que ser na...

Então tá tudo formado ou tá molequeado ainda? Eu tenho o K1 com 21, a Clara com 18 e tenho um pequeno que é o Luan com 10. Então tá no processo aí, né? Sim. Bom, bom. Agora, tu falou, pô, mas sai moleque de lá. Sai moleque, óbvio, por causa do futebol, né? Pra tentar. Claro, claro. Com quantos anos sai de Caruaru ali? Olha, eu acho que o Bruno, o futebol já começou a me proporcionar uma coisa bacana com nove anos de idade. Caramba. Nove? Nove anos de idade.

Aqueles meninos, né? Ficavam descalços na rua, sem camisa, correndo atrás de uma bola e com o sonho de ser um atleta profissional. E estudavam em colégio estadual, mas dentro da cidade existia uma concorrência, uma briga, né? Das escolas particulares e estaduais, nos jogos escolares, pra ver qual era a escola que pontuava mais.

E as escolas particulares davam bolsas de estudos, né? Pra os melhores atletas, não os melhores alunos. Sim. Pra poder jogar o seu esporte e ajudar essa escola a somar pontos, né? E aí eu acabei ganhando uma bolsa de estudos junto com o meu irmão.

para jogar futsal, com 9 para 10 anos de idade. E aí eu terminei o segundo grau no Colégio Objetivo. Sou muito grato, porque pelas condições da minha família, jamais meu pai teria condições de pagar uma escola particular. E aí eu sou muito grato por tudo isso. E aí foi isso que o futebol já começou a me proporcionar.

Logo depois, com 15 anos, mais ou menos, eu tinha um amigo em comum que me chamou para fazer uma avaliação no Clube Atlético do Porto. Vocês não falaram aí, mas eu tenho que falar, porque o pessoal olha o de Caruaru. Porto de Caruaru. Me cobra, me cobra. A gente conhece como Porto de Caruaru. Isso. Então é um time que disputa o campeonato pernambucano da Série A. E aí eu fui fazer uma avaliação na equipe de juniores. Acabei passando e ali, vamos dizer assim, foi minha trajetória no futebol de campo. Começou a...

Foi o início, né? Mas foi muito rápido. Eu joguei em 2095 e 96. 96 eu fui jogar o Brasileiro da Série C. Pelo Porto. Pelo Porto. Fizemos uma temporada, né? Uma campanha muito bacana na Série C. E fomos jogar a semifinal lá no Serra Dourada contra o Vila Nova de Goiás. Ah, mano. Aí é que começou a minha história, vamos dizer assim, né? Começou a amadurecer a minha história.

Vestindo a pelusa do Goiás. Eu tinha na época 16. Caramba. E já jogou no time de cima na terceira. E aí semifinal da Série C, mas aí alguém do Goiás te viu. Isso. Aí eu... Porque eu lembro de você no Goiás. Isso, isso.

E tu já jogava nessa função, volantão, cincão. Sempre foi? Não, eu comecei atacando, né, de novo. Mas isso aí no campo de vasa e tudo mais. Aí os treinadores falaram, não, vamos recuando. Vamos voltando aqui. Aí até que eu me encontrei melhor ali na posição de volante. E nesse jogo, a gente jogou o primeiro jogo lá em Caruaru.

onde empatamos de 1 a 1 contra o Vila Nova e o segundo jogo perdemos de 5 a 3, eu acho, na Serra Dourada. Acabamos saindo dessa competição, o Vila Nova conseguiu acesso para a Série B, mas, vamos dizer assim, perdi a batalha, mas não perdi a guerra, não é isso? E aí acabou que, na época, o Goiás tinha um diretor chamado Raimundo Queiroz.

Então se especulava-se muito, né? O meu nome, do Araújo e do Marquinhos. Ah, o Araújo jogava contigo no Porto, cara. Comigo no Porto. Caraca, mano. Interessante, interessante. Pô, jogava pra cacete, cara. A minha trajetória e a do Araújo, ela é bem parecida, porque ele ganhou a bolsa de estudos também, pra estudar no objetivo de jogar o futsal.

E aí depois jogamos juntos no Porto, né? De Caruaru também. E viemos pro Goiás juntos. Olha só, cara. Ele é um baita talento. Não, talento. O Goiás segurava ele, né? Era. Era que ele tinha saído. É, sim. E é porque ele foi pro Japão. Ele passou muito tempo fora, mas era um cara que... Assim, ele teve a oportunidade de vestir a camisa da seleção. Mas eu acho que ele teria até uma carreira mais sólida dentro da própria seleção.

Era o Pó, o Araújo era craque da bola. Muita bola. É isso aí. Aí vocês vão pro Goiás, mano, aí começa a história. Goiás de 97, né? 97, cara. Porque de 97 é quando no Goiás? Eu fiquei até 2004, oito anos. Oito anos de Goiás, cara. Oito anos de Goiás. E sempre se falava assim, porra...

O Goiás é um time que já tem CT, né? Sim, já é o Goiás do seu... Isso, do Alipinheiro. É, porque o time do Rio, pô, ali. Pegou o auge dele lá, né? Com estrutura muito bacana. O Rio era uma zona, né? Não, hoje... Fui conhecer a palavra centro de treinamento muito tarde, Luiz. Já nos anos 2000. Tem algumas equipes aí que sempre foram... Estruturadas. Estruturadas e reconhecidas aí por ter uma estrutura bacana, desde a base até o profissional. E o Goiás é um clube desses.

que eu sou muito grato e tenho um respeito muito grande pelo clube, né? Saí de lá, mas deixando as portas abertas. Mas, enfim, é uma trajetória que começou em 97. Eu me emancipei dos meus pais, né? Pra poder... Que eu chego lá com 17 anos. É, ainda de menor. Então, pra poder, né? Ter acesso a uma conta bancária, né? Alugar um imóvel, né? Vamos dizer assim, né? Responder pelos próprios atos.

E assim foi, né? Era o Júlio, dois anos mais velho que eu. Já era de maior, mas quando a gente chegou, eu lembro que a gente ainda é muito jovem, a gente acabou alugando um apartamento e fomos morar juntos, né? Pra um ajudar o outro ali. Porra, meu só, mano. E aí, Araújo também não ficou... Acho que ele não ficou um ano lá e já falou, vou casar. Eu falei, então, vamos lá.

E logo chegando em Goiânia, Goiânia não é ruim, Beto Júnior. Azul-Varão já era varão, né? Ele tinha as recaídas. Ele tinha as recaídas, era hoje, sabe? Fenômeno. Tem o que falar assim, depende. Depende. Eu costumo falar assim, ele ficava um ano na igreja e seis meses ele ficava desviado. Vinha pro mundo, vinha pro mundo. Aí era assim. Isso que ele falou é verdade, a fama de Goiânia. Goiânia.

Não, Goiânia é uma cidade muito bacana. Eu não posso falar que eu casei muito jovem também, né? Ficou oito anos lá, né? É, oito anos. Agora, falando desse Goiás assim, mano, porque... Ele pegou várias formações boas do Goiás. Boas no Goiás, né? Times bons. Saiu perto do SNA direto. O Goiás, às vezes, alfinetava ali. Aparecia ele na Libertadores. Aparecia ele, porra, né?

liderando o campeonato do nada, assim, líder no campeonato, Goiás, no início, assim, era assim, né? Vou falar pra você, Beto, pra você, Bruno, hoje o pessoal fala assim, poxa, monta aí a sua seleção do Goiás de todos os tempos, eu tenho maior dificuldade, porque assim, ó,

Eu nem vou falar dos volantes ou dos defensores, mas aí... Não, se o Arley não tiver, dá a briga. Aí tem o Arley que tá, poxa. Mas assim, você olha ali no ataque, aí você tinha o Dio, tinha o Fernandão, aí teve o Dimba, teve o Alex Dias.

Lúcio Bala. Lúcio Bala, Lúcio Bala, o Chulapa, o Grafite. Isso aí... Tu pegou o Evandro Chaveiri? Ele saiu em 96, eu cheguei em 97. Flamengo, né? Ele e o Lúcio Bala. Sai os dois e eu chego. Volta um pouquinho, tudo maravilhoso. Na realidade, vocês sabem, o Lúcio e o Evandro, eles foram moeda de troca pra ida do Chulapa pro Goiás. Ah, é, né? O Chulapa era a base do Flamengo. Isso, aí era o Bachola, né?

Aí o Bachola falou, ó, vai embora. Vai embora, Chula. Não vai jogar. Aí o Chula vai, e aí o Chula arrebenta no Goiás, né? É, agora, falando dessa época do Goiás, assim, primeiro você já botou um desafio, faz uma história, uma seleção.

Poxa, é difícil montar, viu? Já comecei Arley. Não, acho que é assim, Arley, eu colocaria Arley de goleiro. O Arley foi o único goleiro na passagem do Josué pelo Goiás. Esse tempo todo aí. Eu peguei um que jogou no Fluminense, o Kleber Guerra. Kleber. Kleber Guerra. O Kleber aqui no Rio tinha a forma que... Mas como o Goiás, como o Arley ficou... Ele vem do rival, que é o Vila Nova. Ah, é? Ele tem a base no Cruzeiro, depois vem pro Vila.

Faz acho que um ano no Vila e depois vem pro Goiás e encerra a carreira no Goiás. Mas assim, a Arley, vou escalar o Paulo Baia, que era um coringa, mas o Paulo Baia na direita. Tá maluco, velho.

Zagueiros tiveram muitos que passaram assim, sabe? Mas eu colocaria o Silvio Criciúma, que era o nosso capita da época. Silvio Criciúma. Madeira. Era. E ainda eu colocava o meu Passa Fabão, né? O meu Passa Fabão. Passa Fabão. E eu vou te falar, eu tô tirando o André Cruz, que era um craque. O André Cruz Zagueira acho. Mas eu ainda vou colocar o Fabão, porque ficou mais tempo.

E aí, na direita, eu... Na esquerda, eu poderia colocar o Jadilson. Jadilson. Sabe? Mas eu vou colocar o Marquinhos Caruaru, porque veio, né? Marquinhos Caruaru. Veio comigo lá, né? Volante, eu vou colocar. E eu tenho que colocar, né? Tem que dar um maior pra mim, né? E eu coloco o... E o Demar. É, fala isso. E o Demar. E o Demar, que foi pro Flamengo na época só dos craques, né?

Aí de meia. É o Ujo. Não, de meia eu vou botar o Ujo de ponta. Porque naquela época não se falava em atacar de beirada e ele já era beirada. Já era o cara que ia pra dentro. Mas o 10, meu Deus, quem eu coloco de 10, hein? Luvanor. Luvanor. Luvanor. Isso que é o maior demanda da história do Goiás, Luvanor. O centro de treinamento do Goiás, que é uma coisa fantástica, gigante.

Foi com a venda do Luvanor. Pra Itália, o Goiás recebe em euro, né? Vai e compra o seu treinamento. Aí faz, toda a estrutura, né? O Luvanor tem que estar. Mas o Luvanor... Eu vou colocar Araújo na ponta.

Muita gente vai brigar, né? Mas eu vou colocar na outra ponta o Dio, porque o Dio... Dio! Eu podia colocar o Dio... Podia colocar Alex Dias, podia colocar... Entre outros. Se pudesse colocar... Podia colocar o Churapa. O Alex jogava muito, hein? O Alex estava muito. O Dio, o Alex, ele sabe o fenômeno, né? E aí de nove. Vamos homenagear o nosso eterno Fernandão, né?

Fernandão. Vamos homenagear... O Zidaneiro jogou no Goiás também, não jogou? Jogou no Goiás, né? Vai pro São Paulo, do Goiás. Do Goiás, ele vai pro São Paulo. Caramba, quanta gente, mano. Salve pra torceira do Goiás aí, mano. Teve o Tabata ainda, o Meia. Tabata. Até hoje o Tabata tá jogando no mundo árabe lá. Até hoje tá lá, mano. Até hoje, 43 anos.

Que que é isso? Caraca. Quanto tão pagando, né? Deixa ele jogar. Técnico é o Elio dos Anjos, não tem jeito. Ah, Elio dos Anjos. Esse? Não, esse daí. Pô, é ou não é? Esse daí eu sou muito grato porque no início da minha carreira a gente...

A gente faz um monte de bobagem, né? A gente erra. É. E ele sempre foi muito ponta firme comigo, sabe assim? Sabe quando... Porque o amigo é aquele que fala o que você não quer ouvir, né? Sim. Lógico. Porque é aquele que fala ah, você tá certo, tá certo. Tá pia nas costas. Aí não, e ele, tanto do meu lado profissional como pessoal, foi um cara que sempre me aconselhou muito e fez eu evoluir dentro de campo, né? Na minha posição.

Então eu sou muito grato. É o papel do técnico, né? Pô, sensacional, cara. O Elio foi goleiro, né? Goleiro do Flamengo.

É dos Anjos, é mesmo? É. Pô, ele é uma figuraça, né? Figuraça. É, dura. Mas bom o tag, acho que deve ser o maior tag da história do Goiás, ou um dois, né? É, com certeza. Com certeza. O Elginho também teve várias passagens também no Goiás. O El mais, né? O El teve mais, teve mais. Mas não que lá atrás teve o Túlio Maravilha, depois teve o Valtinho. O Pé jogou no Goiás. É. O Túlio...

O Túlio sempre foi ídolo, né? Quando se fala entre os esmeraldinos. Mas aí, no final da carreira, ele jogou no Vila. É verdade. Aí ele deu uma declaração. Não sei se é verdade, mas... Se fala que ele falou que era igual a Melancia, né? Que era verde, por fora. Aí eu falei, poxa, aí o pessoal criou meio uma resistência. Sendo do Túlio, eu não duvido nada. Pois é, pois é.

Agora, cara, explica pra galera do Brasil que é uma das maiores rivalidades. Muita gente não sabe quem não foi a Goiânia e tal. O pau tora, né? Goiás, Vila e o Atlético também, mas acho... Mas os três ali, o bicho pega. Eu participei de uma geração que os jogos no Serra Dourada ainda eram as torcidas divididas. 50 a 50.

Então, e eu me recordo, o Serra Dourada a gente colocava lá 60 mil pessoas, né? E aí essa época acabou, né? Não sei se pelos canais de TV fechada, né? Que os jogos foram transmitidos, mas realmente isso não existe mais. E aí, devido a essa rivalidade toda...

Exige também, vamos dizer, os torcedores que vão para aproveitar, para levar seus filhos, sua família, para ver o espetáculo. E realmente tem outros aí, né?

E eu não vou falar, eu acho que a grande parte, ou 50%, alguma coisa, eles vão pra, né? Porrada. Vão pra torcer, mas vão pra brigar e vão pra litoral. Aproveitar, né? E aí acaba lesionando, acaba sobrando aí, né? Pra pessoas inocentes e tudo mais. Então, a gente presenciou isso agora no próprio Cruzeiro e Atlético. Isso. Né? Que tivemos aí, acho que 23 jogadores expulsos, mas, né?

que com certeza vai gerar algum tipo de punição. E a rivalidade de Goiás e Vila lá não é diferente, né? Então os mandos lá são... Agora é a torcida única. Você não aceitou essa pancadaria que foi dentro do campo, né? Mas assim, falando... Porque a gente aí, hoje em dia, né?

Todo mundo comenta tudo, né? Então, quando acontece um fato desse, que aí foi filmado ainda, uma série de pessoas de dentro e de fora da bola dão vários tipos de opinião. A primeira é aquela coisa assim, pô, que é absurdo, que é admissível, mas quando vai perguntar pra quem jogou futebol, é algo assim que eu imagino, que pra vocês que estão no campo ali, é algo que foge da racionalidade.

tá numa adrenalina do jogo e alguma ação desencadeia numa coisa que não tem muito controle, né? É bem difícil evitar, né? Ainda mais que ali tinha uma coisa de, sei lá, uma sequência de derrotas de um lado pro outro, perdendo, sei lá, todo o ano. Ele podia ser sete vezes campeão, né? Aí tu consegue vencer. Aí tem aquele lance final ali e dali é quase que incontrolável. Você bota tudo pra fora, né?

Beto, envolve muito sentimento, né? Eu falo assim, do... do antes de partida, que é aquele nervosismo, ansiedade, adrenalina, aquela tensão, não é isso? E depois, quando, vamos dizer assim, quando o jogo inicia, aí acaba essa ansiedade, aquele nervosismo, aí entra, aí o sangue esquenta, né? Agora, você ouve muita coisa no campo, né? Aí vem, aí tem que ter um autocontrole, mas assim, aí é muita emoção. E aí você não quer perder, você quer competir. E é um esporte de contato.

E aí hoje você não pode mais tocar em ninguém, que aí tudo é vá, e é isso, é aquilo. Mas eu sinto muita saudade do futebol, das antigas raízes. Tem um Flamengo e Vasco de 99 lá.

Que puxa ele aí no YouTube ou no Instagram. Esse aí é o brabo, mano. Que vocês vão ver o que é futebol raiz de Edmundo. Júnior Baiano. Então, assim, eu sinto saudade. E eu sempre gostei desse contato do futebol. E meia bola, meia canela. E faz parte. Fala um cara que... Sempre com lealdade, claro.

Você não vai entrar mole, mano. Ele não vai chegar e dar um carrinho por trás. Não cabe, não. Mais madeira, tem que ter isso. Madeira. Que era o cara que tu, caralho, mano, vai enfrentar. Ou alguns, assim, vai enfrentar esse maluco. Hoje vai sair faesca, irmão. Teve um jogador que eu, assim, enfrentei demais. Que a gente começou a jogar aqui, né? Contra aqui no Brasil. E depois, lá na Alemanha, que foi o Diego Rivas.

E ele... Porque, assim, tem alguns meias, né? Que eles são mais dinâmicos. Toca e movimenta. Esse aí você acompanha, né? Mas aí tem determinados jogadores que eles pegam e vêm pro mano. Então, o Diego era um jogador desses. Ele pelo Werder Bremen, você não foi? Isso. Foram alguns anos aí, muitos jogos, né? Porrada comia. Aí, Brasil, Argentina, Messi. Riquelme.

Aí, quando eu fui pra Alemanha... Esse é o Brasil e a Argentina tem uma arrancada do Kaká, essa aí? Que o Bairro sai correndo atrás. Isso aí foi eliminatório. Tu joga esse, né? Eu tô, mas foi eliminatório. Mas, assim, o jogo que eu me recordo bem, assim, que com muita alegria, foi a final da Copa América de 2007, né? Sim, vamos chegar lá. Poxa aí. Mas dois anos assim, jogador de porrada.

Porque você no Diego, tu ia buscar o Diego. Mas jogador aqui no meio campo, assim, caralho, tu dá uma porrada no cara, o cara te dá uma porrada. Não, devolvi. Teve um cara que eu joguei na Alemanha contra ele. A gente nunca se bateu, não. Sabia, ia não só dentro de campo, mas ele dava as declarações fora do campo e eu rebatia. Ah, é? Que era o Ribeirri.

sabe, e aí eu bati, e ele falou ele foi desleal, e eu tô esperando ele vir me pedir desculpa, e eu falava, olha fala pra ele fala pra ele, que eu não mandei, fala pra ele que se ele não quiser tomar pancada se ele não quiser, fala pra ele jogar tênis eu lembro que eu falava, fala pra ele jogar tênis porque se ele entrar no campo comigo, ele vai

Tá sujeito a bater. Queria massagem. E era bonito, né? Porra, foda-se. Isso aí não, não tem jeito. Isso aí não tem jeito. É feio pra caralho, irmão. Porque assim, aí muita gente fala assim, e tinha o Robin. E o Robin, sendo que o Robin...

Robin pipocava. Pipocava pra tu? Não, Robin, você, a primeira chegada que você dava nele assim, ele já ia pra outra beirada. Ele trocava de lado. O Ribeirinho não, o Ribeirinho ele era sangue do Zói também. Ah, ele devolvia, ele ficava. Aí ia, mas... É mesmo, é. Mas assim, é... De uma forma geral... Os caras que o Josuel marcava, mano. Esse bairro aí, né? É duelo, né? É duelo. É duelo. É onze de um lado, onze do outro ali, você vai duelar 90 minutos. É.

Nunca te chamou pro RBRC aí, tu é feio pra caralho, irmão. Naquela época, acho que podia falar oi, se falar isso, capaz que vem processo.

Ele vai falar pra cá, pra cá, pra cá, pra cá. Me chamou de feio. Me chamou de feio aqui. Caraca, muito porro. Ribeirinho, mano. Ribeirinho é pro pau, viu, Betão? Chato o Ribeirinho. Chato, mas eu lembro. Jogava muita bola também. Ribeirinho e Robbery foi... Eu acho que ele cobra e pressiona hoje uma temporada que ele fez na Alemanha que ele acha que ele merecia ser o melhor do mundo. O melhor do mundo, é.

que acho que o Messi ganhou não lembro mais ele fala isso, né? ele fala isso, mas jogou muito, jogou muito tem os méritos, né? o seu time do Grafite do Seco, né? Grafite, Grafite é meu irmãozão ele tem que agradecer a mim, viu?

Porque eu que... Não é que eu levei ele pro Wolfsburg, né? Mas foi através da minha indicação que... Que ele foi, né? Que ele foi. Caraca, mano. Grafa, grafa. Meu irmão... Grafite eu joguei com ele no Goiás, no São Paulo. E a gente foi pra Copa junto. Legal, né? E nesse meu termo, eu vou pra Alemanha primeiro. E ele sai do São Paulo, né? Antes que eu. E aí ele vai pra Le Mans.

Ele vai pro Le Mans, ele vai pra França. E aí eu tô em Wolfsburg. E aí, o clube procurando o atacante.

E vem me falar do Fred. Josué, o Fred não tá jogando no Lyon. E a gente... Poxa, mas ele é caro. É uma contratação cara. Porque na igreja ainda tem contrato. E aí eu falo... Aí ele fala, poxa, você não tem um atacante assim que possa vir pra ajudar a gente? Aí eu falo, tem um atacante que... Às vezes ele vai até se encaixar nos padrões de futebol alemão, que é muita força. Falta...

O juiz não dá falta, então eu fui pro lugar certo. Competitivo. É, competitivo. A Copa 2006 tinha sido lá, então o país estava redondinho. E aí eu falo do grafite. E aí o auxiliar com o diretor some durante umas duas semanas, assim. E depois o treinador vem e fala assim, ó, a gente tá acertando com o grafite.

E aí, pra mim, foi uma alegria muito grande, porque assim, né, foi um voto de confiança que eles deram assim, vamos dizer assim, no meu palpite. Deu super certo. E o grafite vem, vira ídolo, artilheiro, artilheiro e... Faz o gol mais bonito da história da parada. Isso. E aí a gente lá treinando e os caras falavam, Josué, você é alemão. Você é brasileiro, mas a gente já tinha um cara como alemão. Pela sua postura.

Agora o grafite não é brasileiro, eles falavam. O grafite, tecnicamente, o grafite tinha as suas limitações, mas era um...

Um tanque, né? E era isso que a gente precisava. E eles falavam que o grafito era africano. Eu falava que o grafito era africano. Eu falava, não, o negão é brasileiro. É a nossa qualidade. O Brasil é multiverso, né? Miscigenação aqui. Então tem o cara que biotipo todo de um africano, mas é brasileiro. Depois, assim, quando ele faz esse gol, ele espera no brasileiro... O gingado, né?

E quando você comenta assim do gol Esse gol é absurdo Poxa, quando eu... Contra o Bayern de Munique Isso, e o Bayern, se eu te falar O time do Bayern aqui, você fala, não, como é que vocês conseguiram Ganhar o Campeonato Alemão? É Mas aí o grafito fala, Josué, foi Sair natural, lógico, a gente já tava Acho que tava 3 a...

sei lá, 3x0, 4x0 que o jogo foi 5, e aí foi levando assim deram 5 no Bayern, né e faz o gol de calcanhar e a bola, ele mesmo falou a bola parece demorar

Um minuto pra entrar no gol, a bola vai devagarinho assim, ó. O goleiro olhando. É um quadro, né? Tanto que a gente foi fazer um evento. É o único título da história do Vols. O único. É o único título. O único da Bundesliga, né? E tem a Copa, a Copa da Alemanha, tem uma também. É, mas pô, o Cigar é Bundesliga, assim. A gente vê hoje como é... Do Bayern de Munique. Ele perde uma e dez. Um ano atrás, ou dois anos atrás, ganhou o Bayern Leverkusen, que nunca tinha ganho. Nunca tinha ganho. Não é Leverkusen, né?

E eu brincava com o Grafite de Grafite. A gente vai ganhar o campeonato alemão, cara. Caralho, mano. Porque esse jogo aí foi um divisor de águas, assim. Porque acho que faltavam mais duas rodadas. E aí a gente ficou dois... A gente ganhou o Dubá e eles estavam na frente. E aí a gente vence e fica dois pontos à frente dele. Daquele jeito, hein? E assim, a gente ficou 16 jogos invicto. 16 vitórias. E pra você ver a dificuldade que é pra ganhar o campeonato alemão. 16 jogos. Aí a gente vai pro último jogo.

precisando ganhar. Porque se a gente empata, o Bayern de Munique empata o número de pontos e ganha no saldo. Você tinha vencido 16 jogos e chegou tendo que ganhar. Aí o jogo. Contra o Werder Bremen, o Ronaldo, o Diego, o Pizarro, aí vem, e aí eu ligo pro Diego, né? Falo, Diego...

Vem devagar, ele fala, não tem jeito. A gente vai ter que ir. Assim, eles não almejavam nada, mas eles falavam, ó, a gente vai jogar. Mas assim, o momento nosso era muito bom. Aí a gente vai e ganha, acho que é de quatro. Vai e ganha de quatro deles. Cara, pra ter uma ideia como é ganhar um campeonato alemão, esse ano a gente teve lá agora, né? A gente viu o Bayern e Dortmund, lá em Dortmund. O Borussia Dortmund teve duas derrotas.

As duas pro Bayern. E o Bayern ganhou o campeonato. Só isso. Uma lá em casa, uma fora. A gente viu o estúdio com o Wolfsburg. O Wolfsburg tá com o time fraquinho. É, o Wolfsburg tá mal. Tá pra cair. Tá pra cair, é. Acho que ele tá em penúltimo. É, é, é. Tá com o Erikson coroa e tal. É, é. Agora, o Jules, lembra a galera que tava contigo nesse time do Wolfsburg aí? Tu, grafite, vai.

Deixa eu ver se eu lembro, tá? O goleiro era... O goleiro da seleção da Suíça, o Diego Benaglio. Benaglio. Benaglio. Lateral direito jogava o Sacharita, é um alemão. Lateral esquerdo jogava o Marcelo Schäffer, que até dois anos atrás ele virou diretor do Wolfsburg e ficou lá esse tempo todo. Mas é um jogador que fez algumas partidas pela seleção alemã também. Os dois zagueiros jogavam Zacardo.

Barzagli, desculpa. Andreas Barzagli, que depois saiu do Wolfsburg e foi pra Juve. Aí jogava o Barzagli e o Jan Simonek, que era um... um... croata, sérvio, alguma coisa assim. Aí de volante jogava eu e o Gentner, que é um da...

Alemão também. E de 10 jogava o Misimovic. Aí é um bósnio. Que era ele, veio ele junto com o Tcheko. É. É. Aí tinha ele de 10. Aí tinha ele de 10. Grafite. O Tcheko e o Mário Matsukic. Acho que era isso.

Não era o mesmo kit ainda. Não, o time cascudo, o time era bom. Pra ver se o Volvo voltar a ter um time desse aí. É, vai demorar. Na época, eles tinham um projeto assim.

Eu fiquei seis anos lá. E aí a detentora de 99% das ações era a Volkswagen. E aí depois a Volkswagen teve alguns problemas, né? O técnico de vocês campeão é o Magat? Félix Magat. Isso aí é maluco, né? Eita, esse daí... Assim, eu nunca tive problema com praticamente nenhum técnico, né? Porque eu sempre fui um cara muito trabalhador. Sempre pensei no conjunto. E não foi à toa que no segundo ano lá ele...

ele me deu essa tarefa aí de ser capitão da equipe. Mas tu subia as montanhas lá sem vomitar? Eu sem vomitar. O grafite desmaiou. O grafite, você sabe dessa, né? Ele contou. Conta a história aí. Porque ele não diz que quebra. Vamos sair. Bota o tênis, vamos sair. Ele não fala aqui. Tinha uma programação assim. Felix Maga, técnico alemão. Jogou muita bola. Foi craque. É mesmo, é? Foi craque. Ele jogou aquela final de mundial contra o Grêmio.

É, ele jogou. É jogador que foi importante. Foi uma burgo, né? É, jogador na seleção alemã.

mas é um cara assim carrasco, técnico, físico pra ele mentalidade vencedora mas é aquela coisa se você perde uma partida e não jogou bem ele tem na cabeça dele assim que eles merecem um castigo, uma punição, alguma coisa nesse sentido e assim era feito a pré-temporada que a gente fazia na Alemanha acho que os seis anos que eu passei na Alemanha e eu acho que e eu acho que e eu acho que

Nas férias aqui eu treinava. Eu treinava nas férias aqui porque eu sabia como ia ser pré-temporada lá, né? Eu treinava pra não sofrer, eu preciso... Eu treino aqui, pra não chegar lá e sofrer. Porque a gente treinava muito. Ele era o técnico que mais cobrava essa parte física, assim?

Cara, a gente ouvi isso no mundo, assim, o cara... Não, e assim... Obstinar, todo mundo... Pra jogar o time, tem que correr teste com ele, mínimo. Não, e aí o pessoal, os brasileiros, né? Os brasileiros falavam assim, ô, como é que vocês conseguem? Como é que você consegue, José? Porque assim, dos seis anos que eu fiquei lá, eu trabalhei com ele quatro. Quatro e... Quatro e meio. Sabe? E tinha uns parados de subir montanha, correndo?

Tudo que você imaginar. Caralho. Até numa pré-temporada, a gente foi pra uma temporada de nudismo.

E com pneu. Pneu de caminhão amarrado assim na cintura e subindo as dunas. Pelado? Não, aí a gente derruba, né? Mas... Porra, não, não, aí não. Pode ser, né? A gente olhava assim e falava, cara, onde é que a gente tá? Caralho, mano. Correr com pneu de caminhão? Era.

Mano, o cara... Não, chegava... Olha aquele bagulho que a Globo faz hoje. Soldado universal. A Globo faz aqueles caras fortões, mano. É o homem mais forte do mundo. É, aquele... Cara, a gente chegava lá... Quando... Porque a gente treinava três vezes no dia. Treinava três períodos? É, três períodos. Quando ele falava assim, amanhã... Pelo horário do treino... Assim, amanhã a gente vai sair...

15km, 5 da manhã em jejum, aí você já aí você já sabia que era 3 períodos, né aí a gente fazia o outro aí o outro às 10 aí ele falava, agora vamos dar 15 de mil

E a tarde, bola. Finalização, posse de bola e tudo mais. Futebol mesmo. É. Falava, poxa, a gente joga futebol. É. Mas tava preparando a equipe pra invadir algum lugar. Invadir um país. Pra jogar futebol. E essa da montanha é interessante. Eu dou risada hoje com o grafite. Foi durante uma pré-temporada. Uma pré-temporada. A gente vinha treinando três períodos, três períodos. Subiu os Alpes. Aí a gente treinou. Correndo. A gente fez um treino muito forte.

Na parte da manhã Aí ele falou, olha, à tarde A gente vai dar um passeio Ele falou com essas palavras E vocês treinaram bem? Podia ser um castigo? Não, treinaram bem Sendo que assim, eu acho que ele falou Vamos fazer um passeio, mas numa montanha Ele achou que a montanha era, sei lá, uma caminhada mais curta E aí

E aí a gente foi. Saímos aí, eu lembro que o pessoal colocou uma calça, colocou o fone de ouvido, foi suando uma música, e a gente começou a subir a montanha. Aí deu 10 minutos, 20. Isso era onde, professor? Eu acho que foi na... Eu não vou me lembrar se foi na Dinamarca ou na Suíça. Aham. Então, a montanha, eu tô imaginando esses cenários. É. Aqueles Alpes suíços. É bonito, mas é cansa, né? E aí... Betão, você é tu, Betão.

Preparador físico falou, ó, vocês me acompanham, tá? Senão vocês vão se perder. Se perder na montanha... Ela tem isso. Caralho, né? Ela tem isso. Se você morcegar... Você vai com aquela menina aí do início do ano, ela te deixa abandonando. E aí, tá cansado? Tchau, tchau. Tchau, tchau. Cara, ela tinha essa pressão, né? E aí? Vem e mantém o ritmo pra não ficar perdido. Não, e aí deu meia hora, quarenta minutos, uma hora, uma hora e dez, só subindo.

Subni, assim, penhasco, né? E aí começou a... Você vai lá em cima e começa a cair aquela garoa e o frio. E sede, fome. Aí dá uma hora e meia de caminhada. Não é limite. Porra, tava chegando o acabamento base no Aconcago. Aí a gente já assim, um olhava pro outro e o povo foi tirando fone, já foi guardando. Que isso, gente? E aí a gente passa, aí tem tipo um ponto de apoio na montanha.

Mas aí, só vem a informação, né? Falou assim, ó, vocês estão na metade. Ou sobe, que lá tem um... Vocês vão conseguir água, tomar um suco, alguma coisa. E aí vocês conseguem ter o acesso pra descer. Ou se não, vocês descem aqui, né? Ou se não, vocês voltam. Aí, o que é que ele fez? Continua. Vamos subir mais uma hora e meia.

E aí, nesse segundo trecho, eu vi que o grafite foi ficando pra trás. E eu falei, grafite, aí a gente vai ficar aqui, se a gente perder ele de vista, aí a gente vai precisar de resgate. E o Maga de Boa? Aí, eu vi que quando o grafite ficou pra trás, ele ficou pra trás.

Aí ele foi ficando. Mas ele também não sabia a trajetória, o caminho, não tinha um GPS. E aí eu fui, aí quando falta, sei lá, a gente não tinha noção se tava próximo do topo. E aí eu deixo o grafite, o treinador um pouco pra trás e vou em pouca frente pra não perder o pessoal de vista.

Aí o Grafa desmaia, né? Desmaiou, mano. Aí o Grafa vai, vai e desmaia. E aí o treinador grita. E aí quando eu vejo...

Quando eu volto assim, aí tá o grafite lá deitado e o treinador segurando as pernas dele assim. Balançando, chacoalhando as pernas do grafite, eles esmaiado. Chamando a padiola. Ele falou, vai lá, alcança o pessoal, fala pra vir o resgate pro grafite. Caraca, cacete. E aí foi, mas assim, aí quando a gente chega lá, a gente vê que tá todo mundo...

acabado mesmo, né? Com sede, com fome, com... Nesse lugar que vocês chegaram lá, o cara falou assim, olha, ou vocês vão ter que descer daqui, ou continuam que lá em cima tem um apoio. Mas depois a volta é como é? Não, aí a volta, aí tinha um teleférico. Aí tinha um teleférico. A galera voltava aqui. Não, aí foi todo mundo, chegou lá, assim, eu olhava, o pessoal tava, sabe, quando você tá com muita sede, o pessoal bebeira na jarra, o pessoal tava louco já.

Parece que a gente tava no programa no limite mesmo, assim. Mas quando eu tô com grafite, eu lembro dessa. Eu falei grafite. Isso um dia de treino no Wolfsburg. Não, lá era... É temporada, né? Não, lá era pesado, assim. Lembra que foi pra temporada do ano do título?

Tomara. Boa pergunta. Tomara que sim. Mas assim, um dos fatores que fizeram a gente ser campeão do campeonato alemão foi o condicionamento. Porque assim, a gente conseguia ter um desempenho melhor no segundo tempo do que no primeiro. Porque os times tinham a tendência a ter um desgaste físico e a gente superava. É, do jeito que ele trabalhava essa parte de vocês, estavam sempre...

E ó que a gente não fazia musculação, a gente não tinha assim, era muito... Capacidade de cardio mesmo, né? Mas a gente fazia tudo, ele tinha essa metodologia de trabalho de fazer tudo com o próprio peso. Então era sprint na ladeira com duas bolas medicinal. Era, com duas bolas medicinal. Era barra. A gente fazia tudo com o próprio peso do corpo. Ele duraria quantas horas no Brasil? Só se na época do Romário, no Flamengo, lá...

Rota 5 horas da manhã. Um dia, eu anunciava ele. A coletiva aqui, o Alex Marga, nosso novo míster aqui. Subiu a vista chinesa. Tem o primeiro treino hoje, começa hoje. Valeu, pessoal. Antes do cara chegar na redação, é demitido, técnico. Não sei quando vocês tiveram a oportunidade, depois vocês assistam lá o...

O filme do Maradona. Aí, quando ele chega no Barcelona, o treinador é um alemão. E aí tem essa metodologia de treinar no dia do jogo. A gente treinava lá no dia do jogo, né? A gente acordava. Quando o jogo era às três da tarde, a gente fazia uma caminhada de 40 minutos.

na caminhada e tal. Mas quando o jogo era mais, assim, às 18h ou à noite, a gente treinava de manhã. E aí, nessa época, o Maradona falou, não, não vou treinar, não. Aí o Maradona arrumou até uma treta lá. O Maradona do Barcelona. Agora antes a gente ir pro São Paulo, Josué, já vou passar contigo pela seleção brasileira. Bora.

Você já me lembrou um jogo que você falou, não, tem que falar da final da Copa América de 2007. É, seleção do Dunga, né? O ciclo do Dunga. E era uma seleção assim, o Brasil chega final, e na comparação das escalações na época, a mídia dava que a Argentina era muito assim.

Na realidade, no papel era mil vezes melhor, vamos dizer assim, no papel. Vai lembrando os jogadores da Argentina que estavam em campo, assim. É... Vou pegar a escalação aqui. É, Vizalimado. Aí era Rens, lateral esquerdo. Sim. Ayala, Milito? Não lembro se era Milito, não. Milito. Aí, lateral direito, Zanetti. Zanetti. Mascherano, Veron.

Messi. Riquelme. Messi. Teves. Messi, Teves.

Tinha um... Podia ter o... Tinha a Imar, tinha Lúcio e o Gonzalez, não sei se é um time titular. Ó, posso escalar aqui, ó. Pode. Mas quase que eu acerto aí, né? Argentina, Abandanzieri no gol. Pato Abandanzieri. Zanetti na lateral direita, os maiores ilusos da história da região. Ayala. Ayala e Gabriel Milito. Gabriel Milito, eu falei Milito. Porra que zaga pica. Ou era o Milito ou era o Burdiço. Milito. E o Reis na lateral esquerda.

Meio campo. Cambiaço. Cambiaço, Verão. Masquerano. Riquelme e Verão. Verão e Riquelme. Se tem uma sequência... Esse quadrado aí, hein? Messi e Tevez.

Era uma normal apontada como favorito. Não, é porque assim... Mas era Brasil, né? Eu costumo falar assim, ó... É, o Brasil, Brasil. E o Dugan não perdeu. Vocês não perderam pra Argentina no ciclo, né? Não, não, não perdemos. Doni no gol. Ele postou muito no Doni. Começa o Michael na lateral direita, depois o Daniel Alves entra e faz até um dos gols. Juan.

Alex, Juan, Alex, Careca, Santos. Santos, Chelsea. Chelsea, isso. Gilberto Silva. Gilberto, Gilberto, Gilberto. Gilberto Paturra. Josué Mineiro. Uma linha boa, senhor. Josué Mineiro, São Paulo, laço. Josué Mineiro. Elano, Júlio Batista, Robinho e Vagrela. Robinho e Vagrela. Júlio Batista jogou o pau, caralho. Não, se jogou. É, o laço. Foi, vamos lá, voltando um pouquinho no tempo. Tinha, vamos dizer assim, encerrado aquele ciclo daquela geração.

rival do Ronaldo Cafu, e aí o Dunga vem pra reformular, né? Ronaldinho, Adriano e o Kaka com o Pubs, né? Mas aí nessa Copa América, né, em especial eu acho que eles vinham de uma temporada já pesada e aí eles, acho que alguns jogadores, acho que né

Preferiram não ir pra descansar, alguma coisa nesse sentido aí. Vamos dizer assim, o Adriano, o Ronaldo, o próprio Lúcio, o Kaká. Qual é o ano dessa Copa América? 2007. 2007. Não sei, mas vamos dizer assim, os grandes nomes, eles não foram. Já tinha acontecido na Copa América anterior.

Que é o gol do Adriano. No siglo de 2006. E aí o Robinho vai como o nosso grande nome. Era o Robinho. Que vem da geração 2006, né? Claro. E aí o Robinho vem com muita moral. É tanto que ele é o melhor jogador da Copa Mena. Diego tá nesse grupo aí, no banco? Diego? Diego tá no grupo. Tá no grupo. Diego tá no grupo. É no banco, por exemplo. Afonso Alves. Afonso Alves. Que apareceu no... Afonso Alves. Afonso Alves, cara. Era e vem. Ele apareceu e foi pro time.

Ele perguntaram pro Afonso Alves. Como é que surgiu o Afonso Alves na seleção? Ele meteu 14 gols na Holanda. É, ele foi artilheiro da Holanda. Aí com um time inglês contratou ele, né? Aí ele foi pra um time na Inglaterra. Aí o Dugan convocou, aí perguntaram um negócio pra ele. Ele falou assim, ele deu uma criticada nos jogadores que não treinavam no passado do Romário. Não, era o mesmo que ele falou. Você viu que o Afonso Alves falou de você? Afonso o quê? Joga o quê? Era um jogador de futebol.

Não conheço como nada, não. Mas ele fez muitos gols mesmo. E foi um pouco antes da convocação. Foi meio que a surpresa, assim, chamado. É porque, assim, o...

Eu não sei como que tava o momento do Adriano. Não sei se ele tinha feito cirurgia ou alguma coisa. E aí, existia, abriu-se uma vaga e ficou naquela... Quem vai? Quem vai. É tanto que o grafite, ele é convocado pra uma convocação antes da Copa. Antes da Copa. Antes da Copa, ele vai. Porque se criava uma expectativa muito grande do...

Em 2007. Do Adriano, do Adriano. Acho que é quando o Adriano começa a ter a morte do pai. Ele começa... Em 2008, ele vai pro São Paulo, emprestado. Isso. Então, assim, acho que em 2007, ele tava meio que sem jogar na Inter. Não tinha resolvido a história dele. Ah, então me empresta pro Brasil. Então ele tava sem jogar, eu acho. Já é, é. Porque ele jogando... E aí, a Copa é porque o Adriano faz 2009 muito bem, né, com o Flamengo. Tem a grande história do Jorginho e do Flamengo.

Isso durante o brasileiro. O Dunga convoca o Adriano durante 2009. Ele também tinha um gol na miniatura. Só que mais perto do final do ano tem essa ida do Jorginho lá e o Adriano não estava. Só que quando vira o ano pra 2010, o Adriano joga a Libertadores. Vai até as quartas de final com o Flamengo. Só que quando acaba a Libertadores, o Adriano meio que dá uma largada. E aí o Dunga prefere não chamar. Ele passou assim. Em muitas convocações...

da geração do Dunga, o Adriano era nome certo. Tem um amistoso contra Portugal, que a gente ganha acho que de seis. Em Brasília? Em Brasília, o Adriano entra e faz gol. Sim. E isso aí é um pouco antes da Copa. Tu achou que o Adriano ia pra Copa? Eu tinha certeza que ele ia. Mas aí é aquela coisa, às vezes o que acontece três meses antes da Copa, aí pesa.

E aí a decisão é do comandante, né? E é do treinador. E a gente não pode ir. É, tinham duas... Na época tinham dois questionamentos. Não, eu lembro do Gans e do Neymar. Exatamente. Existia, porque aí eles surgiram, assim, nos últimos seis meses antes da Copa, como... É, surgiram ali... Os dois fenômenos. 2009 aparecendo. Tinha que ter ido, na sua opinião. Cara, é muito difícil a gente julgar. Mas, assim, muitos, né, dos...

dos grandes craques que nós tivemos, eles foram pra Copa bem precocemente, né? Vamos falar o Ronaldo Fenômeno, o Kaká. Eles foram o primeiro... Você já leva pra ambientalizar. É tanto que o Fenômeno não vai, ele nem joga, né? É isso aí. Mas aí eu acredito que o Dunga já tenha tido assim, ele tinha lá os seus...

Os seus preferências E seus homens de confiança Alguma coisa nesse sentido Que já tinham ali um Vamos dizer assim Tavam cascudo durante os quatro anos E o Dunga fez uma Foram quatro anos assim de muita solidez Foi Foram anos sólidos Acho que o Dunga perdeu três jogos E perdeu três jogos Eu acho que uma na

eliminatória, acho que manda... E o jogo tá rolando. É. Mas assim, o que... Aqui, é que depois, né, a gente... É o famoso dinheiro de obra pronta. Ele não tinha como saber. É que ele, na Copa, acabou que na Copa ele perdeu os jogadores que seria importante ele ter, por exemplo, o Fernando Ganso. Ele perde o Elano que virou na Copa o jogador...

O Elano atingiu um nível durante a primeira fase. Porque ele era o cara... Porque o Cacá não podia fazer tudo. Então o Cacá tinha que ficar mais perto do gol, por causa do público. O Elano tava construindo o jogo. E aí quando você perde o Elano, ele levou o Cleberson, que tava no banco do Flamengo. Não tava com esse ritmo todo.

Quando ele acabou ficando sem uma opção de um cara criativo. Se ele tem o ganso ali novinho no banco, né? Pra ele não tinha como saber disso, né? Até mesmo pela situação do Kaká, né? Porque o Kaká era o grande nome, né? Era o craque. Assim, já que não tinha o gaúcho, né? E o Kaká era o grande nome. Sendo que o Kaká chega com... Baleado. É, chega baleado. E aí você... Acho que você jogar um jogo, meio que no sacrifício, baleado, e...

É válido, né? Mas aí você chega pra Copa do Mundo, vamos dizer, porque Copa do Mundo é a competição, vamos dizer. Quando se vale em futebol é o mais importante, né? E aí ele não tava legal. E aí ele sofreu um pouco com pubis. Ele quase mete um golaço nos Tecleburg, né? E com tudo isso, a gente merecia ter ido mais longe.

Eu acho. Porque aquela eliminação pra Holanda ainda tá aqui, sabe? Ainda tá, Jesus. Porque o jogo tava controlado. Primeiro tempo do Brasil é absurdo. A gente fazendo uma Copa ganhando, mas assim, sem... É. Sempre falo isso. Primeiro tempo é uma maço do Brasil. Uma maço. Podia ter feito dois. E aí a gente vem e aí é aquela coisa, né? Não é mata-mata. É só mata.

Então aí numa bola alçada, né? Existe aquela dúvida. Tu tava no campo essa hora? Não, tava no banco. Aí tem aquela dúvida entre Felipe Melo e o Júlio. Aí sai o gol. Aí parece que o time sente um pouco. Eu olhando de fora. E aí o jogo continua. Aí numa bola alçada, gol. Aí deu pane. Aí parece que deu um branco no time assim. E que a gente, dentro de campo, já não conseguia se encontrar. Ah, nem, nem, nem.

a gente não via assim, uma saída aí vem a expulsão do Felipe Melo e aí foi proga abaixo com a expulsão o emocional como é que é um vexário de eliminação de Copa? eu acho que é comparado a palavra é até forte, velório mas quando você tem um favoritismo igual e aí e aí

tem a nossa seleção, quando vai pra uma Copa do Mundo, aí você fica com aquele sentimento de, poxa, era pra gente ter ido mais. O teu negócio deve ser um negócio horrível. Porque aí, eu acho assim, eu acho que a gente até encontraria com a Espanha numa final. É. Aí eu acho que a gente poderia, aí o jogo ia ser jogão. Toda vez que a gente encontrou a Espanha, a gente encaixou o nosso jogo.

Mas aí fica aquele Aquele sentimento assim É injusto, não era pra gente ter saído Eu acho muito A Holanda vai pra final, né? Elimina o Uruguai, que o Brasil já tinha Já era o contra na Copa América Assim, só você A gente encontrou a Espanha depois da Copa de Federações Antes, né? Depois da Copa do Brasil E era aquela Espanha do tic-tac E o Brasil meteu três, e nem era o Brasil azeitado Mas depois, pra 14 Era o Brasil do Filipão ali se encontrando É

Luiz Fabiano, no momento... Tava voando. O último grande nove da seleção, assim, foi o famoso. Foi. É tanto que hoje, né...

Eu até coloco algumas coisas, algumas inquéritos no Instagram. O Tite não explodiu o nome da passagem dele, né? Ele pegava o Jesus e botava pro lado. Eu acho que é culpa, sabe, o Beto? Eu acho que é culpa daquela geração. Porque a gente ficou... Mal acostumado. Porque assim, o Cafu ficou acho que 14 ou 16 anos na seleção. Romário Nesfala, né? O fenômeno. Todo mundo foi pra quatro copas.

E aí, assim... Ou se não foi, que é o caso do Romário, foi pra duas, mas poderia ter ido pra quatro. Até 2002 ele tava de contato. 98, 2002. Os nomes... Ah, 22 convocados. Eu acho que se você fosse na rua, nas ruas, acho que todo mundo ia acertar pelo menos 15. 15, 16, 17. Que eram sempre os mesmos, né? Os jogadores de peso.

E aí algumas pessoas me perguntam dessa última convocação do Ancelotti, né? E aí eu acho, tudo bem que ele não tem um... Eu estava falando do Cacá, estava passando Neymar na minha cabeça. E não tem essa... É uma questão física. Mas assim, essa convocação mesmo. Então, Cacá é mais...

O Cacá é um outro estilo de vida, né? É, então. Você olhar pro Cacá, você vai falar assim, é que Pubs é uma pica mesmo, mas acho que sim, se depender do Cacá, ele vai estar apto, vai se matar pra Copa. O Josué tá contando de um cara que é uma referência técnica, que chegou avaliado, se fosse pra jogar um jogo. Mas ele foi titular. Beleza, mas pra carregar a seleção. É que o Elano tava compensando. O Elano tava compensando. Quando ficar sem o Elano... Então, a experiência do Josué de Copa é que eu...

espelho pra agora, assim. Sim. Por isso não pode espelho de satalhã, tem que levar. Toda seleção, você precisa ter uma base defensiva, meio campo e no ataque, né? Não adianta você ter... Poxa, eu tenho um meio campo sólido, mas no ataque. E aí eu vejo nessa última convocação ainda um espaço muito grande, um vão. Sabe? Porque assim, a última convocação pra uma Copa...

A seleção está 95% definido. Mas ele foi o terceiro técnico. É, porque é um prazo curto que ele teve ainda.

Não tá ainda... É porque vem alguns nomes que você... Né? E eu tô assim, eu tô no meio do futebol assim, né? Não, do nada, algumas primeiras convocações agora, né? Mas, o que cabe a nós é torcermos, né? Torcer pra que dê certo, pra que possa vir o título, e é isso. Eu acho que esses dois amistosos, assim, tem muito tempo que a seleção não faz dois amistosos com seleções tão fortes. Eu acho que vai ser uma referência que a gente vai ter aí pra Copa do Mundo.

Agora, José, deixa eu voltar lá no jogo de 2007, que a gente acabou não contando a história do jogo. Repetir as escalações aqui. Argentina, Abondanzieri, Zanetti, Ayala, Gabriel Milito e Reise, Cambiaço, Masquerano, Riquelme, Verón, Messi e Tevez. Beleza, Beto Júnior? Que time, hein? Que massa. Mas não ganhou nada, né? Não. Não ganhou nada.

Essa Argentina que ganhou agora de talento é pior. Só ficou o Messi nessa galera aí, né? E assim, o Messi... E o Brasil com Doni Maicon, Alex, Juan, Gilberto, Mineiro, Josué, Elano, Júlio Batista, Robinho, Wagner, López, resultado 3x0, Brasil. Os jogadores mais jovens, né? Que alguns ali, o Júlio Batista, tava explodindo aquela coisa de... Que ele explode no Sevilha aí. Real, mas... Então ele tava naquele momento, né? Os argentinos tinham caras mais consagrados ali já, né?

Mas agora, quando emparelhou ali Brasil e Argentina, vocês olhavam assim, mano, fodeu hoje. Ou é tipo, não, vai dar, porra. Não, a gente... Eu lembro que a gente ficou 31 ou 33 dias na Venezuela, né? Pra essa Copa América. E a gente acompanha, né? A gente assiste os jogos. E a Argentina tava muito forte, né? Ela tava vencendo os jogos. É tanto que acho que a gente...

Eu não sei se a gente perde um jogo pro México. Na fase de grupo. Na fase de grupo.

É, eu acho que a gente perde um jogo. Não, perde. Perde porque, assim, eu comecei a Copa América na reserva. Aí a gente quer o Anderson que tava jogando. Lembra? Anderson. Anderson Manchester, né? É. E aí, nessa derrota, aí o Dunga tira o Anderson e eu entro. E aí a gente... Bota o cara mais pegado, né? É, aí a gente começa a vencer, vencer, vencer, vencer.

Mas a Argentina, assim, ganhando e ganhando com sobra. Ah, aquele México tinha aquele borguete, que é travante, né? E aí, quando a gente chega na final, a gente fala, pô, o time da Argentina é... Entre a gente, a gente fala, o time dos caras é forte pra caramba. Agora... Eles vão ter que... Eles vão ter que correr mais do que a gente. Eles vão ter que ser melhores. 2x0 pro México. México, é isso mesmo.

Mas você chegava em vocês que a nossa mídia tava... Chegava. A gente nem favoritasse, hein? Chegava naquele... Isso, o Brasil não levar um pau. Quer a primeira fase da Argentina? Argentina 5, Colômbia 0. Aí, ó. Argentina 4, Estados Unidos 1. Argentina... Deixa eu ver. É isso? É. Não, não, perdão. Argentina 4, Estados Unidos 1. Argentina 4, Colômbia 2. Aí tem um a zero no Paraguai ali. É time faceiro pra frente. É, aí na fase final...

Argentina 4, Peru 0, Argentina 3, México 0, só. E aí chegar na final contra o Brasil. E o Brasil rapidamente... Brasil do outro lado, ele goleia o Chile, mas ele perde pro México na primeira fase. Chile é nosso... Vence o Equador por 1 a 0 e classifica.

E aí na semifinal é pênalti contra o Uruguai. Mas o de Uruguai era forte. É. Era forte. Esse jogo do... É, depois é semifinalista na Copa de Deus. No Chile o jogo tava tão bom que até eu fiz gol. Não, o Chile... Até eu fiz gol contra o Chile. Eu não vejo Chile. Até eu fiz gol contra o Chile. Tá com problema. Estamos Chile. Tu fez gol, é o seu único gol pela seleção. O seu gol pela seleção contra o Chile. É isso aí. Eu não vejo gol, não vejo porque... Ah, fez. É o quartileiro da Copa América, né?

E bota no jogo da final, porque o Brasil faz o resultado rápido, né? É, primeiro tempo ali, o Júlio Batista dominou a bola fora da área, ele chapa. Então, mas aí você e Mineiro têm a seguinte responsabilidade, marcaram o meio-campo, tem Messi, Riquelme e Verón, assim. E aí? Assim, ó, tinha tudo, acho que ajudou muito, né?

por a gente ter jogado junto no São Paulo e o Mineiro. Então, assim, a gente tinha uma sintonia muito legal. E aí, o Gilberto tá suspenso nesse jogo. Ele tomou o terceiro amarelo, o Gilberto Silva. Porque aí tava jogando eu, ele e o... Tava jogando eu, o Mineiro e o Gilberto. Tava jogando três volantes. E aí... Como é que é futebol, né? Às vezes, se a gente estivesse com três volantes...

esse era o formato, né? Porque o meu campo da Argentina é forte e aí a gente perde o Gilberto e vai só eu, Mineiro. E aí entra Júlio. Aí, claro, aí a gente fala, ó, Mineiro, a gente não pode tá saindo sempre, não.

Porque os caras decidem, né? Eles não erram. Então a gente ficou com responsabilidade muito maior na marcação. Mas assim, eu acho que até eles pensaram que é o natural. Eles iam jogar e eles iam sair. E aí a gente acabou saindo na frente. No que a gente saiu na frente do placar. E aí eles...

Acho que eles falaram, não, agora vamos pra cima, é o que a gente tem que empatar. E aí eles abrem um espaço pro contra-ataque, é onde o... Porque aí o... Tinha um love no time, né? Aí o Daniel entra.

O Daniel Alves. Ele começa na reserva e entra no lugar duelando, eu acho. Ele entra na segunda linha, não entrava de lateral. Ele entra fazendo ponta. Ele também entra na Copa das Confederações. É o primeiro gol do Júlio Batista. O Brasil foi... O Daniel cruza, sim, e aí o Ayala vai dar um carrinho e acaba fazendo contra. Aí a gente cresce, porque, poxa, abrimos 2x0, e eles entram com desespero, querendo atacar de qualquer forma.

Aí o primeiro tempo acaba 2x0. Aí a gente volta e o Mineiro posicionado, postadinho ali pra fazer o balanço. Deve ser muito fora o torno. São Riquelme, o Messi falando os caras não tão passando por nós. Não, e assim, e o banco? Depois você lê quem tava no banco da Argentina. Aí era Ayala, era Lúcio Gonzalez, era... Crespo. É, eu tinha o Palácio. Cabelinho, Diego Milito.

Era isso aí. Aymar, isso aí. Aymar, devia ter também Lúcio. Não, Lúcio não tava, não. Era o Aymar, Palácio, Crespo e o Diego Milito pro ataque. E aí eles tentam. Ah, não, Lúcio tava, Lúcio Gonzaga. E aí eles tentam, tentam e aí no final, acho que é o Daniel Alves, né? Aí o Daniel Alves vai e fecha. É falta o que? 3x0, não. Não, é porrada de fora. Contra-ataque, aí já... Mas tu e Mineiro botaram Riquelme, Messi e Verão no bolso.

Eu acho que... É, pra... Pra os críticos da época...

Foi um coice. Porque muita gente falava assim, isso é seleção, né? Muita gente mesmo falava, poxa, a seleção da Argentina, a seleção do Brasil, a Argentina vai ganhar isso e aquilo. Era uma seleção desacreditada pra o título. E aí a gente acaba surpreendendo todo mundo e... Por isso que eu falo, né? Às vezes você faz toda uma projeção que no papel é maravilhoso. Mas na prática, às vezes, não funciona.

Firme de um dos dois. Que eu ia... Eu acho que o Messi, ele era novo, né? Ele era bem jovem na época, né? Novinho. Mas aí, eu tenho umas fotos ainda, que eu até postei no Instagram esses dias. Tem que dar uma bliscada, né? Ah, tem. Ah, tem que dar, tem que dar. Jornal da Arena já, irmão. É, e outra coisa, assim, Brasil e Argentina, né? Teve um foot set aí essa semana aí, que o bicho já pegou. Então, assim, Brasil e a gente na rivalidade.

E por incrível que pareça, a gente vê muitos argentinos, por mérito, vindo jogar aqui no Brasil e criando até um vínculo muito grande e sendo até ídolos em alguns clubes. Por mérito isso aí. Mas o brasileiro jamais, nunca, nunca terá essa abertura na Argentina.

Nem treinador, porque aqui a gente tem muitos treinadores Muito menos jogadores Não tem, isso a gente tem que falar Não, eu acho assim Tem o Silas Ricardo Rocha Ricardo Rocha no News Silas no San Lorenzo Mas se você pega aí, pega nos últimos 10 anos Quase brasileiros 10 anos? Eu acho que é o Hoje Hoje Hoje

Yarley, que jogou no... Yarley. Yarley, teve uma passagem no Boca. Antes do Yarley, teve o Baiano lateral. Luiz Baiano. Luiz Alberto no Boca também. Mas falou aqui como é que ele sofreu lá. Ficou muito. É. E... Quase jogou lá. E aí a gente nem vai falar, porque aqui não, né? Aqui tem um... Aqui a gente recebe, o cara vira ídolo. Agora, por exemplo, no futebol é em cima do Tia Costa. A gente fala, não, tem que aceitar os caras, mas lá não aceita a gente.

E é característica, né? O Brasil é um país. Dino, né, gente? Assim, se a gente for olhar o nosso futebol...

Alguma coisa tá errada. Porque hoje, se você for olhar o mercado da bola, deve ter 150 ou mais estrangeiros aqui. Aumentou pra nove a CBF, vale. Aí tu viu o Mirassol, que foi quarto colocado brasileiro, sem um estrangeiro, né, Nino? É.

Curve de empresário fez um trabalho bacana. É, mas não tinha um estranho. Não tinha um. Que dá pra fazer um trabalho... Enfim. Mas isso aí hoje em dia é irreversível. É. Mas que lá também deveria ser? É, mas não vai ser porque lá não tem dinheiro. Mas não tem um. Os brasileiros vão pra Europa. Bom, Betão, mas não tem um é fora. Mas aí o cara prefere jogar a Série B do que ir pro Campeonato Chileno, Campeonato Peruano. Mas tem um argentino.

Mas você não achou que tem uns pontuais assim? Hã? Não tem um brasileiro jogando Campeonato Argentino.

Eu não sei se isso é... Não tem. É, a gente não sabe se... É, não sei se não tem. Isso é difícil. Chacarita Júnior tem um cara lá que... Não tem ninguém famoso. De fato, não tem ninguém famoso. O Boca chegou a... Chegaram a falar do Renato, né? No Boca Júnior. É, sondaram. Técnico a gente começou também, mas também não é só lá, né? É a questão da língua também, né? A gente tá quebrando um pouco isso. Tiago Nunes trabalhou no Peru... Que agora tá na LDU, pô. Chegou a ser o final da Libertadores.

Exatamente. O Paulo Otuoro é um treinador que... Peru há muito tempo. O mano hoje tem a posição do Peru. Mas eu acho que tem muito a ver também com a grana, sabe? Também. O jogador brasileiro, ele... Todo jogador tá pensando na vida dele, né? Então, os sul-americanos aqui é o Eldorado. É. E além de a gente receber bem também. Mas na época de hoje, né? Sim, sim. Na época de hoje... Sim, hoje o cara... Lá fora do Brasil, eles ganham em dólar, geralmente. Assim o cara vai ganhar...

80 mil, nem isso, 20 mil dólares pra converter. O Brasil já chega ganhando, pô. 100, 200. Agora, primeiro, Josué, assim, eu nunca, eu sempre falo isso aqui, assim, porra, joguei pelado e tal. Eu imagino a sensação de ver um Messi com a bola dominada pra cima de você, assim, o que tu faz, né? É o cara mais difícil que você marcou? Ou lista os mais difíceis que você marcou? Não, foi ele. Ele foi o mais difícil.

Aí eu me lembro, assim, depois da Copa, a gente jogou essa Copa América, fiz alguns jogos contra ele. E acho que foi depois da Copa, um ano antes da Copa. E aí ele fez um jogo, amigos do Messi contra o resto do mundo, lá no Panamá.

E aí eu estava de férias, eu estava de férias, e as férias na Europa, né, no meio do ano, e normalmente nessa época sempre tem Copa América, Copa das Confederações, Copa do Mundo, ou amistosos, né. E aí eu tive, eu lembro que nesse intervalo aí eu tive 15 dias de férias. E eu falava, poxa, 15 dias de férias, vou aproveitar. E aí alguém envolvido nesse jogo entrou em contato.

Ele falou, José, vai ter um jogo Amigos do Mestre contra o resto do mundo aqui no Panamá. Eu falei, ah, vou nada e tal.

Aí o cara falou, não, mas vai ser legal. Galera que ia estar. Galera que ia estar. Aí eu falei, ah, ia rolar um cascalho. E o Panamá ali, né? E o Panamá pertinho. Aí, poxa, eu liguei pro Lúcio. O Lúcio ia, Cafu também ia. Aí eu peguei e falei, ah, eu acho que eu vou. Aí, bom, não, pode levar a esposa e tal. Fica lá.

Mostrou o cronograma, como que ia ser, aí eu acabei indo. E aí eu achava que eu ia jogar no time do resto do mundo, né? Aí cheguei lá, poxa, aí tava muito de argentino lá.

Desde o Ortega. Aham, o Rita Ortega. Poxa, o Crespo, o Milito, o Mascherano e tudo mais. E aí eu fiquei no hotel e tal. E aí na hora do jogo a gente foi, né? Os convidados foram em um ônibus, os atletas em outro. E eu acabei. E aí pra minha surpresa, cheguei no estádio lá e falou, não, o resto do mundo é aqui. Falou, não, José, você é aqui. Eu falei, uai, aí eu joguei no time do Messi. Caralho!

No time do Messi. Amigos do Messi. E por que tu acha? Porque ele identificava que tu era foda. Pra marcar. Por dois motivos. Eu não brinco. Eu ia jogar da mesma forma. E também. Ou era uma parte mais de logística. Porque o resto do mundo tinha mais. Jogadores da Europa. Acho que ele pegou o sul-americano. Pra fazer os amigos do Messi.

Ah, pois. Porque do outro time era o Materazzi, era o volante cabeludo holandês, o Davids. Davids. O Davids. Então, assim... O time de comercial, né? Aí era europeu e os sul-americanos. Aí foi bacana. Aí eu falei, poxa, vou ganhar, porque eu tô do lado do homem, a festa é dele. Pô, tô na diga comigo. E aí foi um evento muito legal, muito bacana. Mas foi o mais difícil do Marco. Foi.

Qual era a estratégia que tu usava? Cara, assim, é... Ele era um cara, assim, muito difícil, porque, assim, todo mundo acompanha o Messi, ele não tem um drible padrão. Quando eu falo drible padrão, vou te dar um exemplo. O Felipe Maestro.

Felipe Maestro, ele tinha aquela balançada sempre pro lado esquerdo. Apesar que é difícil pra caramba. Pô, bem no pegar. Você sabe o que vai fazer, mas não pega. Mas você sabia que aquele era o padrão. Era muito difícil. Ele dá uma pedalada e puxar pra direita e tudo mais. E o Messi, não, é um... Ele tira toda hora um coelho da cartola. Depende do bote, depende da tua marcação. Mas assim, qualquer jogador mais baixo...

independente de ser forte ou não, você sempre tá junto. É diferente do jogador alto-forte. Porque o alto-forte, se você gruda atrás dele... É o que ele quer. É onde ele gira. Ele precisa de uma base. Isso. E pela minha dinâmica também de ser baixo, eu sempre... Muito de roubar a bola sempre no biquinho. Quando ele vai dominar a bola, eu estico a perna e tirava.

Esse era o time, né? Mas me deu trabalho demais. É, né? Entre outros, né? Antigamente eu ia jogar contra o time, quem era o 10? Fulano. Quem é o 10? Fulano. Quem era o... Anulou o 10, Joco. Qual anulou? Era só os craques. Lista mais dois aí, vai. Top 3. Messi. Olha. Riquelme era um falso lento também, viu? Riquelme era foda. Sabe? Ele pensava na bola, você achava que... Cheguei. Que não ia, mas...

Mas assim, eu não posso deixar de citar o Ribery. Porque ele deu muito trabalho também. Citei um agora, o Felipe Maestro. Sendo que o Felipe Maestro era mais... Ele não era tão... Ele era muito técnico. Mas assim, outro também. E o Gaúcho? O Gaúcho eu não joguei contra. Não jogou contra o Gaúcho? Pra não dizer que eu não joguei contra, eu joguei pela Champions, Wolfsburg e Milan.

Mas ele, na época ele tava no banco, ele não jogou. Ele não jogou. Mas um meia também que me deu muito trabalho, que ela era biotipa assim, parecido com o meu, e ele também vinha muito pra cima, assim, sabe? Era o Juninho Paulista.

O Juninho Paulista também, ele dava os tapas, ele vinha pro drible. Juninho Paulista é um aluno que hoje em dia... Edmundo, na época, no São Paulo, ele veio pro Palmeiras também. Já de uma série, mas era muito... E braço, né? Braço. Teve muitos, assim. A gente sempre vai recordando assim, vai lembrando assim. Giovani no Santos, que já era diferente, né? Já era alto, forte, né? O Giovani foi pro Barcelona. Pra transferir pro São Paulo...

Porque você falou de grandes craques, caras difíceis de marcar. O Josué é um cara, porra, de personalidade. E ele falou que jogo fechou pra mim, cara, pra valer, né? Um pouco. Treta com o Sidor, Josué.

Foi isso. Agora, pô. São Paulo e Mila no Morumbi. Eu postei esse tempo atrás, acho que tem uns dois meses eu postei essa treta que teve. Eu acho que foi um dos vídeos que mais viralizaram aí no meu Instagram. O que aconteceu? Conta pra nós. Eu acho assim...

Pelo que vocês me conhecem aí, e qualquer atleta de futebol é um esporte competitivo, ninguém quer perder. Mesmo um jogo de festa. Um jogo de festa. E assim, por mais que o pessoal fale assim, é um jogo festivo, mas a partir do momento que você veste a camisa de São Paulo, vai defender as cores do clube, no Morumbi, um evento representando os 20 anos do...

Do tri-mundial, não foi isso? Do bi-mundial. Do bi-mundial, 93, né? Então, 20 anos de comemoração. Morumbi lotado. Morumbi lotado. O Milan já vem sem querer vir. Porque vem fazer a festa do adversário. No dia do aniversário do clube. O dia era o aniversário do Milan. O jogo transmitido para a Itália inteira.

Tu com a saudade do cacete de jogar no Morumbi. Vocês entraram no campo ali assim, e a galera do São Paulo tá mais inteira aí. Os caras do Mila ali, muito cabelo branco, hein? O treinador Muricy. Muricy chega no vestiário e fala, e ele fala com essas palavras, né? Lá fora tem um monte de torcedor, o estado tá lotado, a gente vai botar a camisa de São Paulo, a gente não vai passar vergonha não. A gente tá aqui, é jogo festivo, mas eu quero ganhar. Então assim, ele falou minha língua.

E aí as coisas vão acontecendo, no primeiro tempo o jogo apertado, e aí no segundo tempo a gente consegue abrir uma pequena vantagem. O Sidor foi um craque, eu sou fã, jogador, teve uma passagem aqui pelo Botafogo, um cara que se cuida demais.

no primeiro tempo ele tentou me dar já um rolinho, tentou dar uma caneta, eu falei, aqui não, falei, aqui não vai fazer graça não, aqui a gente não vem. A janelinha tá fechando aqui. E aí as coisas, não, aí o jogo, no desenrolar do jogo a gente vencendo, tava no finalzinho, eu acho que eu até poderia ter evitado, né?

ele tava um lance na lateral mas jamais fui desleal eu dou um carrinho, acerta a bola e aí ele cai, eu e ele e aí ele levanta e aí ele levanta

Tá perdendo o jogo. Tá perdendo o jogo. Aí ele levanta bravo. Mas aí chega o Cafu, chega o Kaká, porque aí o Kaká, o Cafu e o Amoroso, eles jogam meio tempo pra cada time. E eles chegam e tal, chega tomando deixa disso assim. Mas aí depois a gente vai pro hotel, aí tem um jantar, a gente toma um vinho junto lá. O que ele falou pra tu ali na hora? Porra, José.

Falou, não, não tem necessidade disso. Eu falei assim, não, agora se tivesse... Independente, eu falei, se fosse no começo do jogo, no meio ou no fim... Eu falei, poxa, não fui na maldade. Eu acertei a bola aqui e tá valendo. Aí ele fala, tá bom, tá tudo resolvido. E aí o jogo acaba e a gente vence, é isso que a gente leva de bola.

É isso. Que o Dodô joga... O Dodô aproveitou pra fazer uns golzinhos e falar a molecada que acha que eu... Ah, o Comentê jogou bola. O Dodô foi a Vera também, mano. Aí no segundo tempo é porque assim, lógico... Um ano, mano. Sequinho, vai Bruno. No shape, porra. O Bruno não tem jeito de a gente... Assim, porque se pega...

o Milan de 92 também 93 e o São Paulo, os jogadores já estão numa idade mais amassada e aí, tanto o Milan como o São Paulo, fez uma mescla de alguns jogadores, né aí acaba eu, o Cicinho, o Richarlis, o Hernandes o Dodô, vai de tempos diferentes pra dar aquele equilíbrio

Mas aí os jogadores que entram na segunda etapa do nosso time, aí era o Hernani, aí entra o Dodô, igual você falou, que tá inteiro. O Richard, aí a gente... Aí a gente joga pra caralho. Aí a gente desenvolve, assim, aí a gente sobra. A gente vem com sobra no segundo tempo, assim. E a festa tá completa. A gente ganhou. Isso que importa, né? Na vera, a treta ficou pra história. 20 anos, a treta ficou, ganhou na pancada e no jogo.

O jogo era pra falar 20 anos do BIMundial, né? E a gente tá na mão aqui com esse material aqui, cara. É sensacional. Deixa eu falar direitinho. O Daniel, né? O Daniel Perroni aqui, ó. Isso. Que é muita foto. 2005, né? 2005, Dias de Glória, livro licenciado pelo São Paulo e lançado em comemoração aos 20 anos.

das conquistas de Paulista, Libertadores e Mundial. Olha essa trip, você é esse. Obrigado, Perroni. Eu ganhei também o livro, é sensacional. É sensacional. O Perroni é um cara que está envolvido no esporte de uma forma geral e é um tricolor nato. Você que é tricolor aí, cara, é muita foto.

Muita história, muita foto de... O torcedor que é apaixonado, né? Adora se conduzir com foto de título, né? É. Baixer dois. Eu acho que é dessa forma aí que a gente marca história no clube, né? Conquistando, é, vencendo. E é um outro jogo... Deixa eu falar da construção da Libertadores, mas eu vou direto pro jogo do Mundial, José.

Cara, primeiro, é a maior atuação que você já viu de um goleiro? Olha, eu até acredito que o Rogério tenha tido outras grandes atuações também. Mas eu acho, pelo contexto geral, por ser uma final de Mundial... É...

Porque muito se fala daquela defesa de falta do Rogério. Essa aí. Essa foi sacanagem. Eu não sou goleiro, tá, gente? Essa foi sacanagem. Mas foi uma cobrança de uma certa distância. Ele tem uma... Aquele vai. Uma envergadura. É que a mão, ela preenche o ângulo, né? Mas durante... Mas no primeiro tempo, eu acho que tem um cruzamento que ela passa por todo mundo assim.

e ela quica, acho que ela quica, assim, dentro da pequena área, assim, o Rogério tira ela, que eu tenho aquela defesa até como mais difícil do que aquela da falta.

sabe, mas foi um jogo sensacional que está na memória de cada um que, cada um tricolou e cada um que participou, né, mas não só, tem que tirar o chapéu pro Rogério, não só pelaquela partida, pela atuação, pela defesa mas pela dedicação que ele teve durante a profissão, durante

mais de 20 anos de carreira, e por esse jeito, por essa liderança, por essa vontade de vencer que ele teve durante a carreira toda, sabe? E ele tem muito dom da palavra, né? E aí, da forma que ele motivou a equipe, né? Minutos antes de entrar ali.

O que ele falou? Porque assim, começa, a gente chegou lá acho que 12 dias antes. E aí começa aquela preparação toda, que aí passa um dia, passa aí, daqui a pouco você fala, nossa, falta só 7 dias. Falta só 5 dias.

Aí um dia antes, aí você nem dorme mais. E aí eu tava no quarto com o Cicinho, aí o Cicinho e o Josué, pô, meu cabelo tá grande. Eu falei, peguei a máquina, passei a máquina no cabelo dele. Aí um dia antes, o Cicinho acorda na madrugada, falou, nossa, cara, eu não tô conseguindo dormir. Aí eu lembro que tinha barra de chocolate, o Cicinho começou a comer barra de chocolate assim, sem parar. Ansioso, bagarando. Ansioso, né? Porque aí você fala, ó, tá chegando o momento, tá chegando a hora. E aí, eu acho que ele fez um resumo, o Rogério fez um resumo de...

daqueles 12 dias, 12, 13, 14 dias que a gente passou no Japão, alertando assim, não faz falta próximo da área, que eles têm bons batedores, cuidado, evita as faltas nas laterais, eles têm um time alto, eles têm um time mais alto que a gente, eles têm uma dinâmica.

Mas uma dinâmica meio robotizada, de passe, toque de bola. Eles não têm aquele jogador agudo que vai pro mano a mano. Então, assim, vamos posicionar bem. A chance que a gente tiver, vamos fazer o gol. Vamos defender bem. E aí a gente pegou, né?

tudo aquilo, e fora as coisas, poxa, vamos pensar em cada familiar, cada torcedor que tá lá no Brasil torcendo por nós. Muita gente tá torcendo contra, pode ter certeza, mas, porra, vamos acreditar. E aí, essas palavras fizeram com que a gente, né, puxar, tivesse uma força maior, uma concentração. Você vê a leitura de técnico na época, né, do Rogério. Isso, e aí a gente vai e entra, a gente faz o primeiro tempo.

Muito bom, de igual para igual a gente cria a chance, faz o gol, tem chance de ampliar com o amoroso. Sua visão do gol, qual é?

Não, eu tô no meio do campo. Aquele passo do Fabão, ele já tinha feito... Durante esse jogo, acho que umas três vezes, três ou quatro. Aí o Chula dá aquele três dedos, igual ele fala. Ele fala do Ronaldinho do Paraguai. Contra o Mineiro. E aí tem o Mineiro. Cara, que é o lance do caralho do Chula, porra. Porque três dedos é bizarro, cara. É porque, assim...

Hoje se fala muito do Real Madrid, do Manchester City, dessas equipes que estão hoje. Mas naquela época o Liverpool era o Real Madrid no tempo de hoje. Eu lembro que muito se falava, eles estavam sem tomar gol há mil e não sei quantos minutos lá. Sem tomar um gol. Então, pra vencer um time desse, não ia ser fácil.

Mas a gente acredita, a gente faz um primeiro tempo muito bom. E tu tá no meio campo assim, tu vê... Não, aí eu vejo, eu tô bem atrás do Aloysio assim, e ele dá o três dedos do Paraguai assim pro Mineiro, o Mineiro entra, e aí é...

por conhecer os jogadores, a gente já sabia o movimento que o Mineiro ia fazer. O treino de finalização do Mineiro, ele dava aquela batidinha cruzada de chapa. Eu acho que... Eu acho que se é um Rogério Senni, sabia que ele ia chapa ali. Ele acaba finalizando, finalizando bem e a gente sai na frente do placar. Mas o segundo tempo foi um Deus nos acuda, não vou falar pra vocês não. Meu Deus! O Goi no primeiro tempo ainda? O Goi no primeiro tempo.

E aí o segundo tempo a gente... Não, aí a gente defende, defende, e a gente não consegue sair assim, né? E eu lembro que o Alto Ori me chama em determinado momento e fala, José, tem que tirar o time de trás. Tira esse time de trás. E eu falava pro senhor, só me fala como. Só me fala como, porque não tem jeito. Eles estão em cima. A gente troca dois, três passos, eles já estão com a bola de novo.

Mas aí foi um massacre, vamos dizer assim. Foi um... Resistir. Mas a gente posiciona bem, a gente defende como nunca. Correu pra caralho, Júlio. Demais. E aí, mas assim, se você analisar o jogo inteiro, eles têm muitas bolas alçadas na área e chutes, né? Chutes e faltas, assim, de longe. Mas nenhuma oportunidade. Eles fazem uma triangulação e entram na cara do Rogério Senna, assim, com o Chazê de fazer. Cruzamento, eles têm três gols anulados.

corretamente, sem o VAR, mas estão impedidos. Mas assim, eu imagino, aí você vê, tem que enaltecer a qualidade e o trabalho que é feito com os árbitros.

Europeus. É. Porque não foi fácil. Tem o cara no lá, o gol do europeu. O europeu e... Ó, escalações, vamos lá. Reina no gol, Pepe Reina, lembra? Espanhol. O espanhol. O Finan, né, que era irlandês. Rippia Kärger e o Arnock. Era a defesa do... Arnock chutava igual um cavalo, esse lado tá à esquerda. Meio campo. Se socou. Se socou. Se socou. Chábelonso.

Gerard. E aí o Kewel. Luiz Garcia e Fernando Morientes. Esse era o time. Porra, entrou o Peter Crouch no final do jogo. Rafa Benítez era o tag. E aí eu vi o Fabão e o Lugano virar anão perto do Peter Crouch.

Eu falava grande texto. Muito alto. Muito alto, muito alto. Mas aí não tem jeito, né? Aí ele já entra no final ali, a gente muito sólido ali atrás. E quando acaba o... Quando acaba o jogo, irmão? Bruno, quando acaba... Acho que eu comentei até mais cedo com o Perroni, porque assim...

Hoje, eu acho que a facilidade que tem do brasileiro ir assistir um jogo do Mundial lá fora, né? É muito... Tá muito mais fácil do que antigamente. Não sei se pelos custos, né? E tudo mais. Mas foi uma final que o estádio não tava lotado pelos São Paulinos, né? E até então a ficha não tinha caído. A festa que... A gente não tinha acesso. Eu lembro que quando a gente chegou 12 dias antes do Mundial, a gente...

Moroso. Aí a gente tem um fisiologista que ele fala assim, a gente veio mais cedo, o nosso organismo começa a entender e a dormir, vamos dizer assim. É uma hora, você entra no fuso horário uma hora por dia. Até igualar. Até igualar. Então ele falou, não sei se chegaram agora, a gente não pode dormir, vamos no shopping. Aí a gente foi em shopping e na época tinham lançado as câmeras digitais.

Então não tinha os iPhones, essas coisas com direito a tanta informação. E aí a gente foi, vai comprando e tudo mais. E aí... Perdi até o foco. Não, mas... Você chega aqui e aí o bicho tá pegando no Brasil. Não, ah.

Aí a gente comemora entre nós ali dentro de campo E no Japão ainda tava muito frio nessa época A gente comemora entre nós mesmos ali Vai pro hotel Onde tem uma festa particular assim Entre os conselheiros, alguns torcedores Os dirigentes Que acompanharam vocês Que acompanhou a gente E...

E o voo era logo no outro dia cedinho. Acho que o jogo acabou já tarde lá. E no outro dia, seis da manhã. Então, aí a gente viaja de terno. A gente vira a noite, na realidade, tomando da nona do chula. Tomando da nona do chula. Que justo, né, pô? É o Mundial, pô. E aí a gente vai até Frankfurt.

Chega em Frankfurt, a gente faz uma conexão longa de acho que oito, nove horas. O aeroporto é longo. Bom o aeroporto. Bom, mas é longo. Mas aí a gente é reservado lá um hotel dentro do aeroporto pra gente tomar um banho. E aí a gente entra num acordo de viajar com o moletom, né? Com o uniforme do São Paulo e tirar o terno.

E aí a gente já entra As camisas brancas do São Paulo Assim, todo mundo, né Deu lá e a gente viaja com as listradas Com agasalho

E pega mais 12 horas de voo. E aí quando a gente chega realmente em Guarulhos, é que realmente a ficha cai. Eu falo pra você, a gente comemorou da nossa forma, ligando pros nossos familiares, mas... É, não tinha, assim, a internet do jeito que é. E aí quando a gente chega em Guarulhos, que a gente vê aquela multidão, não só no aeroporto, mas na marginal inteira, e em São Paulo, parada.

E aí a gente começa, a gente sai de Carreata, Carro de Bombeiro, até Morumbi, até 6 horas da tarde. E aí a gente viu a grande, assim, realmente, São Paulo é grande, mas a gente fala, cara, realmente é o título mais importante. O teu grande momento na carreira, na bola, é esse? É, eu tiro, muita gente me questiona, me pergunta assim, qual o título mais importante, né? Do São Paulo, por tudo que eu vivi e que eu vivo até hoje.

São Paulo me proporciona muita coisa boa Tá na história, né? Mas assim, se eu pudesse falar A conquista com São Paulo A conquista do futebol, do campeonato alemão Eu sendo capitão Um estrangeiro A aceitação que os jogadores tiveram Porque lá existe uma hierarquia Quem é o capitão, quem que é o próximo E a Copa América, né? Então assim, foram três títulos Sensacionais E o ex com São Paulo aí, poxa, aí é Hoje Hoje Hoje Hoje Hoje Hoje Hoje

A gente colhe frutos até hoje. Pra história do clube, assim. Lógico. É bizarro. Porque não foi só... Além de ser o Mundial, é um ano que vai ganhar o estadual, a Libertadores e o Mundial. Uma boa triplice coroa com o Mundial. E assim, é o Mundial contra o Liverpool. Porra, é... Tem isso também, né? Tem uns jogos assim... Lógico, todo o Mundial, o transitor brasileiro vai com muita vontade. Mas tem aqueles jogos que casam com times que você fica mais...

Agora, o Flamengo pegou o PSG, pô. É o melhor time do mundo. Você fala, pô, mesmo que seja mais difícil ganhar, estar enfrentando um time que todo mundo, que nessa temporada parou o mundo, aquele Liverpool lá, era o nível que ganhou de virada do Milan, né? É. E eu vou falar pra vocês. O São Paulo tava programando aí uma homenagem, né? Pra os tricampeões mundiais aí, o ano passado.

que fizeram 20 anos da conquista do tricampeonato. E aí foi feito o convite para o Liverpool, mas o Liverpool não aceitou. Ia ser um evento muito legal. Pô, esse era o cacete. Como foi o do Milan? Como foi o do Milan, o São Paulo queria fazer com o do Liverpool, mas aí o Liverpool não...

Não aceitou o convite, eles sentem, né? Ou vão vir aqui. É. Mas... A bovinha? É. Agora, o São Paulo é o único tricampeão brasileiro nos pontos corridos. Até hoje, né? Tu acha que não vai ter outro tricampeão? Palmeiras chegou perto.

Eu acho que todo recorde ele foi feito pra ser batido, né? É, mas agora vai ter que ter de novo. O Flamengo, por exemplo, vai ter que ganhar dois na sequência. Não vai ser fácil. O Flamengo ganhou dois 19 e 20, mas no terceiro ano não brigou. 19 e 20, mas não brigou pelo terceiro título. Em 21 já não brigou.

Cara, interessante, você me lembrou. É o Ego Tri campeão brasileiro. No Pontos Corridos, né? E aí tem que enaltecer aí o nosso tricolor paulista e o comando do Muricy, né? Porque o mesmo técnico, né? É. Caralho, ainda mais bizarro. Teve um dos títulos, não lembro se foi o Tri.

Em 2008, você foi o Bih. Que o Grêmio dispara. E o São Paulo começa mal. E depois vai buscar 11 pontos que tinha. E vai buscar. Tu tá nos três hoje, José? Tô nos dois, né? Seis e sete. Seis e sete. Aí eu saio e ganho o Alemão. Mas... Tava com um. Mas assim, o São Paulo tinha uma equipe sólida, né? Nessa época. Não sofria gol. E assim, se você pegar...

o lateral direito era o Cicinho. O Cicinho saiu, veio o Iucinho. Então, assim, foram... Vieram as peças de reposições, mas que substituíram a altura, né? Aí tinha o Fabão lugando... Já tivemos times antes que tiveram elenco. Mas a primeira vez que você começou a falar elenco pra ganhar campeonato de pontos corridos é o São Paulo, mano.

Esse São Paulo aí de... Que aí você começa, você tinha ali, você falou, de substitutos, assim, e até de ano pra ano também, era um, cara, muito sólido, assim. Ué, Bruno, eu posso levantar um tema aqui também. E... O que é gestão, né? Esses anos aí que você falou. Porque você fazer um time com poder financeiro igual tem o Flamengo e o Palmeiras hoje, aí você pode formar um elenco, aí você pode trazer...

quantos jogadores você quiser, e montar três times pra disputar um campeonato, né? Mas o São Paulo, ele fazia isso sem esse poder financeiro todo, né? Entendeu, né? São Paulo, lógico, grande, tinha dinheiro, mas assim, não igual se fala hoje em Flamengo, Palmeiras, né? Não eram essas cifras, né? Era o São Paulo muito bem administrado na época, né? O caso que hoje já... Isso que eu ia perguntar.

São Paulo soberano, a frente do tempo, CT mais moderno do Brasil, elenco, os melhores bichos, estrutura, refiz, né? Refiz. Refiz, refeitório. Cotia e base, que não parava de revelar. São Paulo ficou no tempo, parou no tempo, cara, tu acha? Eu nem vou falar assim parou. Não tinha a frente do tempo. Parou no tempo, mas assim, eu acho que gestão.

dando o exemplo aí do do Juvenal ele poderia ter os defeitos como todos nós temos mas ele sabia fazer uma gestão bem organizada

E aí não é à toa que o São Paulo ganhou o que ganhou. Exatamente. Ele é à frente do São Paulo, né? E anos seguidos, né? Isso. 25 foi isso, aí vem 26, 27, 28. 5, né? 5, 6, 7, 8. Claro que a gente tá longe dessa parte interna do São Paulo, mas clube de futebol nada mais é do que uma empresa. Então tem que ter as pessoas capacitadas em determinada área. Chegou o noticiário policial, presidente pichado. E aí

Mas isso passava longe desse São Paulo. A gente só pode é torcer para que o São Paulo melhore. Esse ano aí, vamos dizer assim, começou... Líder. Começou líder. Foi. Aí perde o jogo. Perde a SEM do Paulista. E aí começa o Brasileiro assim.

Vamos torcer. Tu gosta do trabalho do Roger, ser um técnico que tu gosta? Eu nunca trabalhei com o Roger, né? Eu acompanhei alguns trabalhos dele. É um treinador que mantém uma postura. Porém, o que me deixa em dúvida é campanhas em campeonatos brasileiros. Porque aí eu vejo o Roger vencendo o estadual em Minas, né?

em Porto Alegre mas aí quando eu observo aí as campanhas em brasileiros é treinador que faz menos de 50 pontos, né? Se eu estiver enganado você me corrija teve uma subidinha com o Inter mas já no final do ano já estava mas não brigou para eu não cair que era a missão, né? é mas assim, se você me perguntar o que aconteceu ali na e aí e aí

na demissão aí do... do Crespo. Do Crespo. Aí alguma coisa aconteceu, né? A gente não... Assim, alguma coisa aconteceu e séria internamente. Porque os números... Isso. Não justifica a demissão do treinador, né? Da forma que foi. Então alguma coisa ali internamente aconteceu que aí só cabe a quem tá lá dentro ali que sabe, né?

O pessoal dele com o Rui Costa. Porque o Rui Costa bate no peito. Falando que a demissão partiu de mim. Cara, eu comento... Também lá no Taranária. No dia, na semana que ele foi demitido, o repórter, acho que é o Jô Frida. Esqueci o nome dele. Bruno Jô Frida.

Fazer o São Paulo dia a dia. E aí ele entrou lá na resenha para dar o dia a dia do São Paulo. A gente estava discutindo exatamente disso. O Cresco saiu, mas o time é líder. Será que era para fazer? E aí a gente estava falando sobre se faltava convicção ao São Paulo. Aí ele entrou dizendo assim, não, a demissão não tem a ver com convicção. Não foi convicção, foi porque pelas coisas que ele falava, o discurso dele, por exemplo, em coletiva, discurso dele de pé no chão, dizendo que não, o primeiro...

Vamos chegar nos 45, depois a gente vê onde a gente tá e vai brigar. Isso incomodava o São Paulo. E disseram que a gota d'água foi que, após a eliminação do Paulista, aí teve uma segunda-feira, se representaram, disse o repórter, né, que o Rui Costa, o pessoal, foi pro CT e ele foi pra Buenos Aires.

Aí você falou assim, isso foi contra a daca. Porque era pra estar aqui refletindo e tal, falando sobre o projeto, que caminho tomar. Eu falei, mas assim, ele foi pra banho nos ares sem falar com ninguém? Ele não, o Guiatrizou, né? Teve eliminação, será sábado, domingo. E aí, segunda-feira, tá marcando a representação. Ah, outro, não é?

Tá em Buenos Aires, ele não avisou, ó, pessoal, peguei uns dias aqui, tô indo pra Buenos Aires. Foi uma surpresa, segundo o repórter, essa postura foi a gota d'água pra diretoria, o Rui Costa, né? Porque o presidente já tinha sido empichado. Sair, né, e trocar ele.

Vamos torcer pelo São Paulo se recuperar. Pode torcer, né? Pode torcer. Rafa de entrar lá agora numa postura de... De diretor, coisa assim. E eu acho que isso aí... E deu um resultado. A princípio deu um resultado aí. Eu acho que é o início de um trabalho.

tanto do Roger, se criava uma expectativa muito negativa. O Roger já foi, ganhou o primeiro jogo, ganhou o segundo, ganhou o líder do Brasileiro, aí perde um, aí o pessoal já... Então vamos dar aí, né? Vamos dar um volto de confiança. É, aí... Mas vai melhorar. Vai melhorar, vai melhorar. Simplificar, né? Simplifica. Às vezes é falar muito difícil, né?

Você se inventa muito. Resposta curta, rápida e objetiva. É isso aí. Dobramos no corredor esquerdo, na linha abaixo. Deu um curupinho para o cima. Aqui não, alto comanche. Aqui no último texto. Aquilo ali, ele estuda e tal. Acho que é... Tito de fazer muito isso. Eu não acho demérito nenhum sem mostrar conhecimento. Só que assim, alguém escreveu isso. Nem eu que estou falando nisso. Alguém escreveu no comentário do vídeo.

Só que coletiva, né? Teoricamente, ela é criada pra ser um... A comunicação com o torcedor. Então assim, o torcedor é o povão, né? O torcedor tem que ter uma linguagem mais ali direta pra ele, né? Sim. Exatamente. Muricy, eu lembro de uma entrevista do Muricy, os caras vieram perguntar pra ele assim, ah, o Grêmio vai jogar lá e tal, não sei o que, o que você acha, o time, não sei o que. Ele falou assim, não, o preocupado é com o meu time.

Eu sei que meu time é forte, meu time vai lá pra competir e eu preocupo é com o meu time. Vou preparar aí. Acabou, meu time é bom. Só elogiar o outro time, elogiar o outro time. Eu sei que o outro time é bom, mas o meu também é bom. Tudo bem que o Muricy encoletia algumas irritações. Mas eu acho que ele fazia isso. Ele era muito assim...

A gente tem que ter um certo cuidado, né? Porque da mesma forma que tem muito jornalista bom, competente... Tem jornalista ruim também. Não, que tem umas pegadinhas, que provoca e tal. Tem, e tem jornalista ruim também. O município tinha esse jeitão lá, da mesma forma que o campo. Quando era pra trabalhar, ele trabalhava duro, ele ia, cobrava, mas era um paizão. É. Era paizão.

tem que cobrar na hora de dar risada ele mandava na cara de você da porra aí com essa perna fodida aí é, era desse jeito eu lembro as primeiras convocações que eu tive peguei uma sequência de convocações e aí foi na chegada do Iucinho e aí o Iucinho foi convocado junto comigo

pra um jogo, acho que na Suécia, alguma coisa assim. Aí o senhor tava felizão, né? Falou, pô, José. Falei, poxa, agora vai ter uma reunião ali, os caras devem parabenizar a gente aí pela convocação e tal. Isso aí foi, era um dia antes do jogo e a gente ia pra seleção no dia seguinte. Aí eu lembro que o Maurício chegou, falou, ó José, poxa, parabéns aí por mais uma convocação, você tá fazendo o que merecer.

Aí o senhor abriu o sorrisão assim, sabe? Aí ele falou, você baixa a bola aí, viu? Porque você vai devagar, que é a primeira convocação sua. Vai devagar, não empolga nada. Nada de empolgar, né? Seguro, segura. Aí a gente deu risada, mas... Falando e dá risada, Josué, eu não posso deixar você passar por aqui sem perguntar uma coisa, porque o Betão de Nôme ouviu isso uma vez. Ouviu isso de Chulapa, Carlos Alberto, entre outros.

Quando eu pergunto assim, mano, quem mais... A palavra é guenta no Danone. Toma! Toma sem perder ali. Não, treina no dia seguinte. Ele tá voando. Quem mais guenta no Danone. Aí todo mundo fala, não, Aloysio. Não, fulano ou ciclano? Fulano. Mas vocês não falaram o nome aí. Esse ganha de qualquer um. Josué.

É verdade ou mentira? Tu é o 01 quando o assunto é da noite. Ou já foi, né, pelo menos. Ou já foi. Ô, Beto e Bruno, eu já fui bom nisso.

Hoje eu tomo meus Danone, sabe? Mas, é... Já tomei muito com o Chula, com o Cicinho, com essa rapaziada toda aí, com o Vampeta. Porra, é um trio... É. Cis. É porque assim... Cicinho no áudio. É porque assim, o Cicinho, o Chulap, eles são muito do Danone, da cerveja. Não, é cerveja, cerveja. Já gostava de um quente. E aí eu tomo uma cervejinha e eu vou num quente ali, de vez em quando, né? Vou no quente e tal. Porque é o Isquinho. Eu vou no Isquinho, eu gosto de um campada, com o Cicinho.

vermelhão, vermelhão. Aí, se é final de semana, uma folguinha, vai uma cachaçinha, um negócio... Cachaçinha. É, um cachaçinha, cachaçinha boa. E... Isso é bom pra tudo, Bilás. E assim, mas... Mas quando eles falam que no outro dia... Eu sempre tive uma condição muito boa de... De recuperação, sabe? Eu... Então, assim... Tomar uma no outro dia, tô bem.

O filho da iluminada. É, ele tá lá o Murici Puto com quem tá... Ele tá ele correndo. Mas hoje eu... Até hoje... Resistiu o Félix Magat, né, mano? Até hoje eu tenho uma rotina, né, muito mais organizada dentro da minha casa. Mesmo que eu tenho três filhos, minha esposa formou em economia, educação física e nutrição.

Então, assim, acaba que a gente faz muita atividade, né? E aí, por mais que a gente tome um danone final de semana... Tá programado o detox dia seguinte. Aí eu vou e corro 10 quilômetros, entendeu? Vou e corro no outro dia cedinho. Aí eu vou e corro. É impossível, Josué. Aí eu vou e corro. Dou aquela corridinha. Aí dou aquela desidratada. E aí... Deixa sair. Irmão, hoje assim, às vezes, né? Às vezes acontece.

Tô de ressaca, irmão. Vou malhar. Parece que eu tô, meu irmão, parece que tô morrendo, cara. Como é que é o que é? Irmão, cara, tu não tem ressaca, tu é o anti-ressaca. Não, não pode se entregar, né? É. Não pode se entregar. Tem que seguir. Você já viu? Não é o que? Água? O que que é? Não, aí acordou a água. Pega uma garrafona, leva pra academia, corrida e água. Aí durante, no dia anterior. Durante também.

Só quando eu tomo um vinho. Aí é água. Mas a cerveja aí é muito raro a gente tomar... Porque a cerveja, né? Geladinha, você vai... É muito raro tomar água. Caraca, José, tu é um milagre, mano. Não, mas o Chulo agora... Acho que o Chulo tá aguentando mais. Porque ele tá bebendo...

Ele seguiu, né? Todo dia ele seguiu aí, então acho que o corpo dele tá mais resistente. Então, vou fazer um top five contigo, eu quero ver se você vai ser sincero. Top five dos bares brasileiros. Vamos começar por esse trio aí, vai, Betão. Não, primeiro, pra começar, Adriano Schur.

Na Top 5 ou é o... Adriano, não. Adriano, ele vai no whisky, né? Adriano é no quente. Ah, é? Adriano no quente. Adriano, ele gosta do whisky. É, ele vai ficar assim. É, Adriano já... É, Adriano já... Mas assim, aí o... Aí a duração do Adriano é menor, né? Porque aí vai... Vai no quente, vai no quente. Acelera a rádio do jogo. Vai no chula, vai no chula. Vai no chula. Chula tem cara que... Ele fica ali naquele...

É, velocidade de cruzeiro, né? Ele chega num status, ele não sai, né? Ele fica aí, ó, uma... E o Chula, ele vai virar aquelas canecas, né? Eu não sei como... A gente já teve essa experiência com ele. A gente saiu mamado, ele... Usou o fogo gigante. Aí, Chula, o R10, o Ronaldinho. É, o Ronaldinho, ele vai nos dois também, ou nos três, ele vai... Gosta de um Stony Hager, né? Ele vai longe, o gaúcho, viu?

Ele vai longe, mas... Se me disseram, o Gaúcho nas festas dele não cai. Ele bebe, bebe e fica de pele. O Gaúcho, ele vai bem. Mas vamos... É o rei do Danone, né? É, né? Vamos ficar com o rei. O rei do Danone não é à toa, não. Chula ou Jô? Não, o Jô já caía pro Gaúcho. Era. O Gaúcho já derrubava o Jô. Tão tamo no Chula. Tão tamo no Chula. Chula ou Carlos Alberto?

O Carlos Alberto, ele vai no quente, assim, de vez em quando, sabe? Eu vou no Chula porque o Carlos Alberto fica bravo. Ele fica valente, gente. Ele fica bravo. Ele fica bravo. Eu digo, ó, calma aí. Ele fica bravo. Toma se tomar. É. Eu quero fazer chãozinho. Ele fica bravo. Eu tenho medo dessa... Aí a gente acaba sem braço aí. É. Chula ou vamp?

Caralho, é isso aí, né? Eu disse que o Vamp já foi mais forte, né? É, mas... O Vamp tá novinho. É, vou no Vamp, porque o Vamp, eu vou te falar. Vai na Constância. Não, ele vai, vai. O Vamp, eu tomei com ele algumas vezes aí. Ele vai e ele toma tudo, né?

Tu falou, né? Ele vai ali num parque Ele vai num, vai em outro Mas o Chula, quanto você no rei do Danone Na cerveja é o Na cerveja é o Chula Porque o talento também, né? Porque o quente, beleza, tem mais álcool Mas ele não tinha papuça O quente, ele destiladinho

Já a cerveja? Gás. No Saibro ali, na cerveja, o Chula, mas em todos os terrenos. Na mescla é o Vamp, mas no Danone, na cerveja, aí é o Chula. Eu vou te perguntar de um cara fora da bola, que tem cara de... Quem ganhou os jogadores? Foi o Chula? Não, calma aí, ainda falta um. Tem. Vamp ou Josué?

rapaz eu acho que é o Vampeta, né tem que tirar essa responsa minha, Vampeta, deixa o Vampeta eu tô mais eu tô mais fitness agora Vampeta ou Leonardo? Boa, cabaré ah não, aí é o Léo

Eu já bebi, assim, umas vezes com o Léo. Ele também é um camparizão, né? Ele vai e o Léo, ele é muito da cachaça, né? É, né? Tem até a cabarela dele. O Léo é interessante, cara. Porque assim, ele... Ele fica tortão ou ele vai embora? Não, vai embora.

Não, ele fica torto, mas... E assim, normalmente quando você toma alguma coisa, você quer um tiragosto ou alguma coisa. Ele bebe a cerveja e o tiragosto é a cachaça. Então é aquilo. É aquilo.

A cerveja de gás esfriado, a gás se esquenta. É o Léo. É o Léo. O Léo bebe bem. E o Camparão é na garrafa. É na garrafa, né? Na garrafa, na garrafa. Camparão. E nessas resenhas assim, ele toma e puxa a moda aqui e vai... Vai embora. Isso é bom isso aí. Tem esse sonho, né? Tem esse sonho. Vai embora. Falou com o Pantaneiro, hein? Pantaneiro, realiza aí. Mas tinha que levar essa galera. Josué, leva a galera. Faz o mesão. Teve um dia que eu tava aqui em São Paulo e eu fui lá pra casa do Léo.

E o Léo é São Paulino, né? É. Aí a gente... Aí ele aqui, ó. Chegou lá, o churrasco tava saindo. Ele falou, ó, tem pimenta e tomate. Pra tomar uma cachaçinha. Você quer o quê? Eu falei, eu vou no tomate, né? Ele começou aí na plantação de tomate. Isso, isso. Aí depois veio... Cachaça com tomate? Era pimenta ou tomate, né? Eu falei, eu vou com pimenta, né? Eu vou com tomate, né? Eu vou com tomate, né? Porque a cachaça já é quente, né? Com pimenta. Porra!

E aí, a gente, na casa dele tomando, mas nesse dia assim, a gente bebeu bem. Mas desse jeito aí, ó, cerveja e pinga, cerveja e pinga. Aí, por último, aí ele tentou tocar. Você tava falando aí, ele...

Aí ele errou umas duas vezes, ele falou, ó, eu vou passar vergonha aqui não. Aí ele soltou o violão. Aí passa, mas tem alguém que vai tirar a mão. É, aí ele foi, tentou, aí eu falei, é, então... Bateu, bateu, bateu. Falei, agora bateu. Pô, tem... Alguém eu não falei aqui nessa competição de... Pô, é competição grande, hein, Betão? É, eu podia até botar... Eu lembro até de outra aqui da música também, que é sinistra mesmo. Quem? O...

Bruno do Bruno e Marroni. Porra. É que mais lives... Pô, ele é lindo. Não, o Léo tá à frente, porque o Bruno, as lives de duas horas, ele já fica atrapalhado. Já fica atrapalhado em duas horas. Já entra na live. Pô, esses dias aí eu vi na live do Safadão o Natanzinho Lima. Pô, o Natanzinho Lima tomando um bucana durante a live toda. Com meia hora de live, já tiraram ele carregado.

Algum jogador, eu não falei, entrou nesse time aí ou não? Ah, tinha um da nossa época lá que bebia bem, bebia bem. Continuou bebendo. Mas acho que ele, vamos dizer assim, a resistência diminuiu um pouco, era o Luizão, o sapo.

Luizão Luizão também, ele fica no estado Luizão, Luizão Luizão bebia bem Bebia bem Hoje ele tá mais devagar Hoje ele tá mais light Tem uma dupla ali com o Deco É uma duplinha também

Adoperou agora o quadril, botou uma prótese lá. Eu vi o vídeo. Recentemente tive essa experiência com o Sapo. O Luizão vira e mexe. Aniversário dele, pô. Goiânia lá, por ter muitos shows, né? Por ter, vamos dizer assim, o polo da música sertaneja. Aí o Lugano vai muito à Goiânia. O Luizão vai muito em Goiânia. A gente recebe, eu recebo muitos amigos lá. E aí a gente encontra, bota o Papindi e toma aquele gelada, né? Pô, tem que receber a gente lá, José. As portas estão abertas aí. É só falar, dá, só marcar o dia. Vem que lá, pô.

Esse episódio, o Leonardo Josué. Imagina. Aí o Chula. O Chula vai e a gente faz um confronto direto. Irmão, aí. Aí a gente faz um confronto direto. O UFC no Charla é diferente. Não, por favor. Esse dia aí, Miguelzinho, me esquece. Esse dia aí a gente vai sentar pra tomar uma e... Três dias off. Beleza? É isso. Aí você fica lá assim. O cara tirando uma rodada na viola. Não, tem que ser três dias. É um episódio só. Viaja um episódio só. É esse.

Vamos marcar, vamos marcar. Aí, esse aí, ó. Tá lançado. Você é histórico, hein? Isso é muito foda. Dito isso, temos que falar do Galo, pô. Não fala. Galo. Porra, campeão da Libertadores, irmão.

Puta elenco também. Toda hora que a gente vai falar com alguém aqui, a gente... Ih, tinha o fulano. Ih, mano. Richard. Ih, Alec Gu. O voto da Alemanha pro Galo? Eu voto da Alemanha. O Cuca já queria que eu retornasse na época que ele tava no Fluminense. E aí as coisas estavam muito... Tava muito bacana lá, as coisas prosperando. E aí eu já volto com 34 anos.

faço mais três anos de contrato no Atlético e aí eu pego algumas informações voto em 13 mesmo? voto em 13 mesmo e aí eu chego no Atlético um timaço aí tá um timaço, aí tá o Vitor

O Richarlison, o Leonardo Silva, o Hever, o Marcos Rocha. Aí nem se fala, aí tá o Pierre, eu, Leandro Donizete, Ronaldinho. Tá o Guilherme, tá o Moraes. Lembra do Moraes? Que jogou no Vasco. Moraes estava no Gabo. Moraes. Aí tá o Araújo. Dátulo. Dátulo chega depois. Aí o Araújo. Eu reencontro o Araújo. Aí vem, aí tá o Luan, tem o Bernardo, tem o Jô, tem o Ronaldinho. Tem o Alexandro. O elenco é fortíssimo. Aí a gente ganha o Mineiro.

Libertadores, aí no ano seguinte a gente ganha a Recopa, Copa do Brasil, e o Mineiro de novo. Da Liberta, qual é a sua maior memória da Liberta? Eu acho assim, o jogo da final em especial, que foi assim, foi um dos...

top 5 jogos que eu fiz, eu acho, como... Uma virada. Sabe, foi um... Jogou bem isso. É, foi um jogo muito legal. Jogou pra cacete. Joguei pra caramba esse jogo. Mineirão lotado. Mineirão lotado. A princípio, uma dúvida e uma... E uma incerteza muito grande, porque se rotulou o Independência como...

Eu acredito. Caiu no outro, tá morto. E aí essa final, pela capacidade do público, ela não poderia ser no outro. Aí a gente foi pro Mineirão. E aí eu falo, não, gente. Não vamos ficar com essa mentalidade, não. Se no outro... Caiu no Mineirão também. Porque no Independência cabia, acho que nem 30 mil pessoas. Não, acho que era 20 mil. 20 mil pessoas. Eu falei, no Mineirão vai ter de 70. É.

tudo torcendo por a gente. Não pode ser pior, né? Tem que ser melhor. Tem que ser melhor. Aí o Cuca, a gente conversa ali internamente, o Cuca faz o treinamento semanal no Mineirão. Então a gente tinha ensaiado desde falta, até escanteio. A gente tinha ensaiado. E aí a gente faz um primeiro tempo muito bom, mas sem fazer gols.

E aí o Cuca tira, eu acho que o... Tira o Pierre e coloca o Rosinei, que é um jogador mais ofensivo. E aí o Rosinei cruza, o zagueiro falha, o Jô faz o primeiro gol. E aí o Mineirão... É abaixo. Aí vem abaixo. E aí a gente vai martelando, martelando, martelando, até fazer o segundo jogo no... Léo Silva. No Léo Silva, no finalzinho. E eu lembro que pra mim foi, assim... Por isso que o pessoal tem um...

um costume de falar assim, que tudo pro Atlético é sofrido. E aquela Libertadores, eu acho que ela foi muito sofrida a partir do... Sempre tendo que virar os jogos, né? Virar e virar. O jogo contra o Tijuana, que a princípio era fácil. Sim. E eu sou católico, né? E no jogo do Tijuana, no jogo de volta, a gente chegando no estádio, e aí a torcida do Atlético pega...

pega aquela máscara do Pânico. Cara, eu nunca vi tanta máscara do Pânico. E eu falava... E aquelas... E as fumaças vermelhas. É, meio infernal, né? E eu falava... Eu falava, não, gente, isso aí não é de... Essa máscara não é de Deus, não.

Tem que arrumar. Tem que mudar isso aqui. Vai. Independente disso aí. Tem o pênalti no final ali. Então qual é a sua história do pênalti? Não, faz o pênalti. Eu olho assim. Tô em campo. Tô em campo. Aí não tem como você falar que não foi pênalti. Eu olho e falo o que realmente foi. Aí eu falava. Cara, se eles fizerem... Acabou. Acabou. Eu falei tudo. Eu falei. Teoricamente é o jogo mais fácil. Sim.

E aí eu falava, cara, uma vitória aqui, nossa, acabou. E aí eu fico, dá aquela pane, e aí eu vou, e eu fico. Sempre quando eu me posiciono ali, né? Entre a meia lua da área ali, pra... Se o goleiro defender, eu correr ali. E aí o cara bate, bate na perna do Vitor, tira com o pé. Uau! Aí o outro vem ao chão, e aí a gente... Eu vou, lembro que eu abraço o Vitor, eu corro direto no Vitor, assim, abraço.

E aí é quase o último lance da partida. O nascimento de um santo. E aí eu falei... E aí eu comento, né? Que eu concentrava com o Guilherme. E aí eu falava, ó, Guilherme, tá com cara. Tá com cara de que vai ser nós. Agora é. Porque isso não é normal acontecer esse tipo de coisa, sabe? Esse tipo de missão se vai cumprindo, sabe? As coisas vão acontecendo e tem o jogo da Semi. Contra o Nilce.

Contra o News. Contra o News. Contra o News. Aí a gente vai, pede 2x0 lá. E aí volta, fala assim, não, vamos que vai dar. Aí a gente vai, reverte e ganha nos pênaltis. Esse News tinha aquele Max, não tinha? É. Max, Rodrigues, era o News do Tata Martino. E aí... Era o Raiz. A luz acaba no Independência, né?

A luz acaba, cara. E hoje aí muita gente pergunta se foi uma coisa armada. Foi armado aquele dali. Eu falei assim, não, cara. Foi uma risadinha. Caiu a luz do bairro. E aí foi a gente... Aí o Guilherme empata o jogo, vai pra pênalti e a gente ganha. E... Mas aí veio o baque maior, acho que foi na própria final. Olímpia, né? Porque a gente faz um jogo bom e pancadaria. Assim, clima tenso no Paraguai. O Paraguai é os cacete.

E aí a gente faz um jogo bom, um posto de bola, um jogo bem nivelado, ou até um jogo melhor que a gente fez. E aí, um a zero pra eles, jogo controladinho. E aí tem uma falta no finalzinho, o último lance do jogo.

O cara me bate assim por cima da barreira e faz o gol, né? Dois. Aí o clima do vestiário ficou bem... Fudeu. É, porque aí eu lembro que o Ronaldinho chegou, baixou a cabeça. E aí vai chegando um, vai chegando o outro. E a gente fala, puxa, de novo. Dois. E agora, será? Vai dar? Mas aí, no outro dia a gente apresenta. E o Cuca fala, vai dar. Vai dar. E aí o Cuca é muito do lado emotivo, do lado...

motivacional. Aí o Cuca, ele pede... Ele tem essas coisas, sabe assim, de pedir pra família gravar um vídeo, escrever carta, mandar foto, ele prepara o vestiário. Aí você chega, na pré-eleção tem vídeo da sua família, dos seus filhos, e aí ele mostra, aí chega lá, tá a foto da sua família, do seu filho, e a gente arrepia, porque fala, né, ó, estamos com vocês e tal. E aí foi muito bacana. Acho que a gente entrou assim, com o espírito...

O Ronaldinho ia cavar o último pênalti? Ele fala que ia. Ele falou que ia. Mas não... Assim, graças a Deus, não... Não chegou essa hora, né? Essa necessidade, né? Caraca, mano. Acaba no quarto, né? Essa necessidade. Mas pra bater pênalti, eu vou te falar.

Não é pra qualquer um, não. Eu era o sexto batedor. Ah, tu era o sexto depois dele. É, na realidade eu tenho até uma história engraçada, né? Ah, não. Porque assim, ó, a gente treinou os pênaltis, aí o Marcos Rocha era o sexto ou eu era o sétimo? Essa aí era... E aí, quando... Não lembro, acho que era o zagueiro deles, foi pra bater o último pênalti?

E aí o Marcos Rocha tá abraçado comigo aqui e o Marcos Rocha fala assim, ó. Se ele fizer, o Ronaldinho vai... Você faz o sexto. Você bata o sexto, por favor. Ele fala assim, ó. Você bata o sexto. Aí eu faço o sétimo. Troca ali. Troca. Aí eu falo, beleza. Eu falo, tá bom. Então eu vou. Eu faço o sexto. O Ronaldinho era o quinto. Era o quinto.

Aí eu acho que o Marcos estava tão assim, apreensível, ele mais jovem, né? E aí ele fala, não, José, bata o sexto. Você bata o sexto e eu faço o sétimo. E aí eu falei, aí deu nós, então. Vambora.

E aí ele vai, bate, perde, aí é... Aí só alegria, né? E o jogo acaba muito tarde, né? Porque o jogo acaba muito tarde. E aí eu ainda caí no doping. Aí fui pro doping, tinha ido minha família inteira, né? Foi pessoal de Caruaru, foi pessoal de Goiânia. Aí os meus amigos lá... Puta, ficou lá até... Não, eu lembro que eles tinham alugar... Eles alcaram uma van e... Tudo esperando pra gente ir pra festa lá. Mas foi válido. Ficamos lá até...

Ficamos lá até as oito da manhã. Queria uma história de uma bruxaria. A gente tem algumas aqui, né? Os com São Paulo. É. Não, ou de, por exemplo, você é um dos caras que vai buscar ele na casa dele quando ele vai embora do Galo ou tu não tá nesse bonde? Não. E aí eu volto. Não, quando eu chego no Galo, aí eu lembro que ele falou...

Foi meu aniversário, semana passada. Aí eu vi que o pessoal tava só comentando, né, de como que foi. Aí eu falei, essa aí, eu falei, essa aí não ia. Falei, essa aí não ia. Falei, não ia dar pra mim. Mas aí o Ronaldinho, quando chega no... Mas não tem a treta que ele chega embora do Atlético? É, o Ronaldinho...

Ele tinha já, né? Ele tinha já, assim, essas tretas. O Ronaldinho já é um cara... Mas, assim, aí o que é que acontecia? Conta uma aqui pra vocês. O Ronaldinho, o Cuca marcava os treinos à tarde, sendo que aí o Ronaldinho tomava os goles dele até de manhã e ele já chegava meio atrapalhado. Foi uma massagem. Aí o Cuca começou a marcar os treinos pela manhã.

E aí, o Ronaldinho, ele não ia... Ele tinha um motorista, o motorista deixava ele na beira do campo assim, e ele já descia de chuteira, com o uniforme já. Ele pegava o uniforme na rouparia, levava pra casa e já vinha pronto. E aí, quando o Cuca botou... Estava em casa já. Quando o Cuca botou o treino na parte da manhã, aí ele chegava de chinelo, a vaiana, ia pro departamento médico e ia tirar aquele cochilo.

Ia tirar aquele cochilo. Cadê o homem da Tornal? Aí... Fazer a massagem. Aí, logo depois desse acontecimento aí, a gente cai nas quartas da Libertadores e nas SEMES. Aí o Cuca fala assim, vamos concentrar três dias antes. Aí já viu, né? O homem fica louco. O homem fica louco. Aí o Cuca vai e fala assim, ó. A gente jogava domingo, quatro horas, acabava seis.

O outro jogo era quarta. Ele falava, ó, então vocês vão em casa, janta, fica um pouco com os filhos e vocês apresentam 11 horas. 11 horas eu apresento aqui no domingo pra jogar na quarta. Aí o homem... Eu sou o cabo de guerra, né? Não, aí eu já vi o homem, né? Aí o homem chegava lá 11 horas com uma mochila assim nas costas e só as garrafas batendo, ó. Tem, tem, tem, tem, tem.

Falava muito... Aí ele falava, José, tô lá no meu quarto. Aí eu abri a porta do quarto dele assim. E aí o Rony já... Sempre gostou de fumar, né? É. Aí ele fumando e no quarto dele, tomando um negócio e... Baralho. Cacheta, baralho. Aí eu falava, não, Rony, vou ficar aqui não. Não pode bater o jeito todo. Falei, ó, cigarrão. Falei, não, não, não. Falei, não, não. O Março tá saindo pela janela.

Aí, bora. E nisso, aí acabava a cerveja, o motorista dele vinha, ele descia com a mochila e subia. Tem, tem, tem. Tem aí sim.

Eu acho que ele não aproveitou da forma que ele teria aproveitado na casa dele. Mas ele tomou os goró dele lá, ele tomou. Em campo, temos que estar destruindo. Eu sempre falei assim, né? Pro Ronaldo, quando jogava eu e o Pierre, ou eu e o Leandro Donizete. O Ronaldo muito inteligente, cracaço.

E a gente sabia que jamais ele ia voltar marcando ali essas coisas, né? Então a gente só falava ó, Rony, fica, a gente sabe onde é que você vai tá aí, né? Pega a bola, a bola vai tá com você, só fica na frente do volante e pro volante não carregar a bola. Não vem com a bola aí na...

Pra cima da gente aqui Mas você funciona ali Nem precisa voltar e passar do meio Mas aí quando a gente recuperava a bola Que aí a gente entregava a bola pra ele Aí do meio pra frente Aí ele Aí cracaço né Tem uma vez lá, os caras contaram se eu voltar a dele Que ele chega de noite Na concentração com a bolsa E chama a galera Abre um bolsão assim Desse de material esportivo Hoje Hoje Hoje

Ai, bebida, hambúrguer. Caixa de hambúrguer. Não, ele é em McDonald's. E o Cuca vai lá. Quando o Cuca ouve um barulho, ficava perto, bate. Aí quando abre a porta, tá aquele caos lá. Aí fala pros caras.

Pô, você tá maluco, você vai perder amanhã. Você vai perder amanhã o jogo, você vai perder o título. Aí o Ronaldo bate lá, ele vai embora. Ele vai lá assim, Cuca, fica tranquilo, Cuca. Dorme aí, cara. Ou falou no quarto, Cuca, vai dormir, você precisa... Você precisa estar... Inteiro pra amanhã. Inteiro pra amanhã. E vocês? O Ronaldo e pro Cuca. Vocês vão correr, não. O Cuca, mas a gente sabe o que faz. Você tem que dar a cabeça à frente pra ele comandar a gente. Ele é...

Esse lado mental, acho que do Ronaldo, sempre foi diferenciado. É, né? Independente do que ele tá fazendo, ele sabe que ele vai entrar em uma imagem. Mas ele resolvia. E o Cuca tem esse lado. É. Mais metódico. É, ele é muito supersticioso. Amém. Isso. Sabe? Ele, assim, eu trabalhei com ele no Goiás, no Atlético. Ele, assim, ele não aceita que o ônibus derré.

Isso é verdade. Isso é verdade. Na época do Goiás, eu tô falando isso, 2003, tem um episódio até engraçado. E aí, naquela época, ele... Todo mundo, muito... E, ó, 2003, tô falando. Tô nem falando, né, Dum? Sim. E aí, todo mundo telefone. Na época, eu acho que era MSN. Ou já tinha WhatsApp. Não tinha, né? Em 2003, não tinha isso, não. Mas todo mundo... Pessoa ficava muito telefone. E aí, ele passava nos quartos, recolhendo telefone.

Tipo, 11 horas da noite, 10 e meia da noite, ele passava nos quartos com uma caixa, ele e o Cuquinha pegando os telefones. E aí teve alguns jogadores que compararam o telefone e tal, e pegaram recolhendo. E nessa época eu era o capitão do Goiás. Aí eu falei, rapaz, eu falei, poxa, Cuca. E ele era irredutível, né? Ele falava assim, não, não aceito, vocês têm que descansar, porque senão vocês vão dormir aí, vai ficar até uma, duas horas da manhã. E aí a gente combinou de...

Colocar o celular pra despertar. De meia e meia hora. Eles queriam levar. Falei assim, ele vai levar, mas ele não vai dormir, não.

imagina, 20 celulares 20 celulares, ele botou lá pra despertar aí despertou 1, 1 e meia 2, 2 e meia, 3, 3 e meia de 15, 15 minutos no outro dia 20 celulares no outro dia tava ele com o olho vermelho, tinha dormido nada vocês me fuderam vocês deixaram eu dormir, colocaram tudo aí ele desistiu, ele desistiu ele pegou o meu telefone nosso

Mas foi engraçado, foi engraçado. Cacete, cara. E só pra terminar, o André Balara que contou essa da história do Ronaldinho com o Levi já, né? Ah, o Levi. Do pé direito e esquerdo. Agora só com o pé ruim, hein? É, o Levi, ele já chega no Atlético, né? Aí primeiro ele tem um atrito com o Tardelli.

Ele tem um desgaste com o Tardelli. E aí ele tinha... Porque ele vem com a metodologia... Acho que faltou ele... O tempo foi passando, né? E aí... Ficou muito tempo na Ásia também, no Japão. É, aí assim, ele não renovou. Ficou meio defasado. Ele voltou com a metodologia dele da...

de 20 anos atrás, né? Então, vamos lá, posto de bola, soca a perna esquerda. Soca a perna ruim. Com a perna esquerda. Eu falava, não, mas no jogo a gente vai jogar só com a perna esquerda? Ou só com a perna direita? Então, melhor. Eu acho que fica muito mais dinâmico e mais competitivo, mais, né? Uma disputa mais acirrada. Simula o jogo, né? Faz o jogo. Ou só fala assim, ó, um toque. Um toque, é. Ou dois toques.

E aí o Ronaldinho chegou, bateu com a direita, e ele... Só com a perna ruim. Eu falei, não tem perna ruim, não. As duas são boas. Aqui é o Brulhé V, né? Aí quebrou. Mas assim... Tinha também a história do... O Brúxio, ele falou, não tem perna ruim, não. Na época lá, os caras só podiam... Tinha uma lei lá do Rosão, acho que, da minha soquete.

Não podia treinar de meia soquete, botar meia com tudo. É o barato que conta também. Que aí o Ronaldo chega, né? Aí eles já ficam pensando assim, cara, o Ronaldo vai usar essa porra. E aí vem o Ronaldo lá de soquete. Aí os caras, não deixa de falar nada. Deixa o fisiologista aí, o fisiologista, fala alguma coisa aí. Aí o Ronaldo chega batendo bola com os caras na resenha e aí vem o cara.

Ronaldo, então, a gente tem como norma aqui no treino, né? Não usar a soquete, botar o meia, a meia e tal. Toma aqui, ó. Porque parece que o cara bateu lá, leva pra ele lá. Aí o cara vem com a... Aí o Rondel falando, o Ronaldo olhou pro cara assim, pro supervisor. Aí ele, toma a meia pra você trocar aí, Ronaldo.

Eu não, não, não precisa não. O Ronaldo nem encostou, aí vem o Rosano. Ronaldo, é uma norma aqui, né? A gente, ele, Rosano, desculpa, mas ganhei duas bolas de ouro, Champions League, treinando de soquete. Sem você que vai me dizer que agora eu preciso treinar de meião. Aí ele, hoje pode, hoje pode. O Beto. Os caras, hoje pode, né? Eu peguei...

Muitos treinadores, né? Eu peguei alguns treinadores que quando era treino com bola, ele fazia você... Obrigava você a colocar a caneleira. Porque depois ele fala, poxa, tomou uma pancada na canela ali, e tá com dor. Então assim, eu peguei treinadores que trabalhavam dessa forma. Eu acho que essa...

A filosofia vem da Europa de treinar de... De carelinha. Não, até de meia soquete. E aí o Ronaldo trouxe pra isso, trouxe pra aqui. Mas eu acho assim, se for da mesma cor, acho que... Ronaldo foi o único cara que eu vi treinar de chuteira desamarrada. Desamarrada assim, largada, sabe? Quando você vai folgar assim a chuteira, ele nem amarrava. Ele ficava assim, ó.

Então como que eu vou falar que ele tá de meia se ele tá de chuteira desamarrada? Jogando, treinando. Eu vou achar de treinando chinelo, né? Eu falei, conta qualquer coisa aí no pé do homem que ele resolve. Esse foi o único que eu vi treinado de chuteira desamarrada. Aí eu olhava assim...

Como pode. Desse jeito. Bizarro, um cara sensacional. Esse nasceu com o dom de jogar futebol. Esse é o... Eu acho que ele é o futebol, assim. Futebol. Eu acho que depois... É uma pessoa, assim. Depois que ele apresentou no Barcelona, depois daquela apresentação, eu acho que todos os outros que iam apresentar falavam eu vou fazer o quê? Ele ferrou. Aí você vê que toda a maioria lá passou vergonha. Então, assim... O Brat White, quando foi pro Barcelona. Acabou.

Bem belê. Todos, assim, ele... O Ronaldo, o Jair e o Beutura aqui, beija, bata na nuca, bata no milho. E tudo muito ao natural, né? Tudo que ele fez. Ele nunca foi, assim, de treinar demais. O que ele fez praticar? Os caras contam, tem um comercial. Do Cristiano Ronaldo mesmo. Ele precisa treinar e condicionar. Eu ir se alimentar pra fazer o que ele faz.

Já o Messi, o Ronaldo, isso aí eles fazem é um natural. Acho que o Ronaldinho mais que o Messi. Mais que o Messi. Eu acho que se o futebol fosse uma pessoa assim... O avô era o Pelé e o neto era o Ronaldinho. É isso. Mas os caras falam que essa parada é tão absurda a habilidade dele que naquela época de Barcelona mesmo, acho que a marca dele, a patrocinadora, marcou fazer um comercial mega.

Os caras levaram ele pra um lugar, é. Levaram ele pra um lugar. A locação o dia todo. Aí o Ronaldo chegou. Vamos fazer. O que que é pra fazer? Eles explicaram pra ele. Ronaldo, ó. Vai vir uma bola dali. Você vai dominar. Uma bola de basquete. Você vai dominar. Vai fazer uns negócios. Fazer a tua graça e vai ter... E vai... E cestar ela. Aí, assim, temos o dia aqui. Vamos fazer. Ficar tranquilo. E o Ronaldo... Olha, o que tá valendo?

Jogou. Pum, pum, pum. Bora, vambora. Cestar. É, acabou. É, galera. É isso aí, né?

Eu lembro, eu lembro que assim, eu peguei, eu tive a oportunidade de jogar com o Ronaldo no Atlético, eu já com meus 34 e o Ronaldo com 33, acho que ele é um ano mais novo que eu. E eu peguei o, eu lembro um jogo que eu fiz com o Ronaldo na seleção, que foi o último jogo antes da reforma de Wembley.

Na Inglaterra. E aí era Brasil e Inglaterra. E esse cara jogou demais. O que ele jogou nesse jogo lá?

É um lance que ele vai e vem o Steve Gerrard e ele dá uma caneta assim. Então assim, é... Foi um a um o jogo, mas assim, ele... E a seleção da Inglaterra era a seleção na época. Apesar de não ter prosperado. Mas Lampard, Gerrard... O Cor, o Terry... Seu Skull estava indo. O Skull estava, o Giggs, o Rooney...

E aí eu vi ele fazer chover nesse dia aí.

E aí eu pego ele depois no Atlético em outro momento, agora sendo um decisivo, né? Com a equipe da Libertadores. Sem ele não tinha aquele título, eu acho que ele foi importantíssimo. Ele tira só o peso, assim. E a bola vai. O grupo do Atlético era muito forte. Mas aí a gente tem ele como referência. Ele era decisivo ali, né? A água do Rogério. A água do Rogério, o lateral. Mas assim, muito se fala daquele lance, né?

Mas nada foi, vamos dizer, nada combinado. Se tem jogo diferente, tem enfrentando em São Paulo, ali no jogo decisivo, mata-mata. Aí muita gente... Foi a primeira vez que você enfrenta depois de jogar o treinamento? Foi, foi. E aí depois eu jogo, aí depois eu venho, eu jogo no Morumbi e faço um gol ainda. Mas aí eu nem comemoro, né? Eu faço um gol no Rogério, mas é estranho.

Fazer um gol no São Paulo é estranho. Mas aí muita gente me pergunta, ou me questionou na época, né? Poxa, você não voltou para o São Paulo. E aí eu também não posso também, eu estar em um clube, e eu ligar no São Paulo e me oferecer, né? É isso. E aí são outras situações. E aí eu acabo retornando e passo também os três últimos anos da minha carreira num momento muito bacana, né?

adquirir amizades e companheiros assim, porque quando eu chego no São Paulo, no Atlético eu encontro o Tardelli, que eu já tinha jogado no São Paulo, eu encontro o Richarlison o Cuca, que eu já tinha trabalhado aí o Araújo então uma galera a passagem foi muito bacana

Palmas pro Josué que esteve no Charla Podcast. Cara, que resenha braba, mano. Resenha boa, a camisa de Josué tá aí. Ídolo histórico do São Paulo. A história ninguém apaga nunca. Tricampeão, no caso, o Josué Bimas. Fez parte aí do tricampeonato brasileiro. Mas que galera adquire a camisa especial aí. E a camisa especial, óbvio, mundial. Só entrar no site aí da Hipérbole. Tá lá no meu Instagram. Usou o cupom de Josué.

Tem um desconto lá. E eu vou te falar. Segue lá o Josué também. Josué Oficial 07. A hipérbole aí não só a camisa de Josué, mas de grandes outros ídolos aí. E ela tá disponível aí pra vocês, galera. Isso é muito maneiro o que São Paulo tem feito com os ídolos assim. E o livro, hein? A gente encontra o livro. Pois é, o livro agora, Perron.

Ah, é licenciado... Logo oficial do São Paulo. Licenciado pelo São Paulo, né? Todos os... Opa, lojas físicas digitais. É, e tudo aqui licenciado, tá, gente? Tudo licenciado pelo São Paulo. Tudo licenciado aí. Aqui, pra você que é colecionador, São Paulo e um doente, trajetória de 2005 aí, ó. Dia de glória. É isso, sensacional, cara. Calma, daqui a uns dois meses eu vou estar lançando a branca, viu? É. Ah, boa. Lá no... É isso. No Shopping Plaza também, no... É isso.

Olha essa foto aqui demais aqui com o Raí. Cara, que fera. Tá um braço aqui na foto. Cara, o Raí foi como... Raí bicampeão e o... Acho que ele foi como chefe de delegação. Deficito. E aí participou do rachão. Isso aí foi um dia antes do jogo contra o Liverpool. Sensacional. Foi muito legal. É de Carlos. É de Carlos. É da Bahia. Essa é figura. Show de bola, cara.

Que o São Paulo volte a ter momentos como esse, né? Porque é o que a gente torce aí. Um time que... Aí. Sempre falo, a gente cresceu com... Pô, um time de referência, né, mano? Gigantesco. Tri-mundial, enfim. É isso. Galera do Tricolor, tamo junto, beleza? Aquele abraço. A gente fala dos nossos patrocinadores, né, Paulinho? Melita, o Café Me Gota. Também Melita que o...

episódio inteiro, cara. Sim. Melita é o café oficial do Real Madrid e do Charla Podcast, Beto Júnior. Café galáctico. Nada mais, ó. O que é isso? O que é isso? O Josué morou na Alemanha. Na Alemanha é café Melita. Você trouxe uma máquina. Melita também. E eu chegava lá e os gringos falavam, traz um café lá do Brasil. Eles me pediam pra trazer café do Brasil de presente pra eles.

Café Melita. Seguinte, ó. Regiões brasileiras. Expresso, tudo mais. Solúvel. Todos os tipos de café. Café gourmet. Caputino. Cápsula. Cápsula. Linha Melita pra você no QR Code aí. Cupom CHARLA15. 15% de desconto em todos os produtos da Melita. Transforma o seu café, a família, num café galáctico. Galáctico, isso aí. Café do Charles do Real Madrid. É isso. Café é Melita. Beleza? Tamo junto.

Açaí Atacadista é o atacadista oficial do futebol brasileiro, patrocinador do Brasileirão Série A, Série B. E também da Copa do Brasil. Tem todo o Brasil açaí, melhores preços. Você vai lá no açaí. Inclusive você tem aí um comércio, né, Beto Júnior? Pra repor o seu estoque. Pra repor o estoque. Aproveita aí na tela.

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Preços aí que são baixíssimos. Pensou futebol, pensou açaí, beleza? Tamo junto. Falando da Brahma, porque o Charla é Brahma, o Charla é sábio. Falamos muito sobre a gelada e a gelada é Brahma.

Oficial do futebol brasileiro, né? É, isso é muito bom. É a Brama Chup, né? Isso aí é muito boa. Show de bola, ó. Parada é a seguinte. Aqui, ó, você tem o Zé Delivery no QR Code. Comprando a Brama no Zé Delivery, 10% do valor gasto na Brama. Vai pro seu time de coração. Projeto chamado Sabe Sociedade Anônima da Brama, beleza? Se você consumir a Brama, zero álcool.

20% vai pro seu clube aí, então participe aí na... Olha se seu clube faz parte da SAB e você começa a investir. Isso aí. SAB, Sociedade Anônima da Brahma, o Charle é Brahma, o Charle é SAB, só lembrando que o São Paulo está na SAB, então você ajuda o São Paulo aí, beleza?

Show de bola. E claro, Sporting Bet, patrocinadora do Charla. Não é isso, Bento Júnior? Parceraça nossa. Parceraça do Charla Sporting Bet. Sporting Bet é Charla. Faça sua fézinha agora. QR Code tá aí na tela. As melhores odds do mercado. Fique de olho nas odds do Brasileirão, que estão especiais. Exatamente. E se liga na Big Odde. Você fica ligado na Sporting Bet que tem sempre um jogo que eles veem com uma odd especial, uma odd alta e aí você...

Pode fazer a sua fezinha, mas é como o Cantarani sempre fala. Não é profissão, você não vai ficar milionário, você não tá... É, não vai se comprometer financeiramente. Não é renda extra. É uma brincadeira, você já vai acompanhar os jogos mesmo. Vai dar um molho. Aproveita, bota... Cara, bota aquele dinheirinho ali na bolsa e usa aquele dinheiro ali que tá rendendo. Sabe, fica ali. E essa brincadeira é pra maiores de 18 anos, hein, galera?

Tamo junto, galera. O Charla é Sporting Bet, beleza? Bora! Josué, até a próxima!

Que seja em Goiânia, Lué. Que isso ia falar agora, né? Ô, Beto, Bruno, obrigado aí, cara, mais uma vez pelo convite. Uma honra participar com vocês aqui. Quando falo em podcast, vocês estão estourados. Amém. O convite tá de pé, esperando vocês lá em Goiânia, porque a gente já faz uma gravação lá e já faz aquela competição, tomando aquele Danone, aquela gelada. Ao vivo. Ao vivo. A gente sabe como vai começar, mas não sabe como vai terminar. Então, vambora.

Começa ao vivo 30 minutos, depois desliga a vida. A gente continua. Projeto Charla Viola. Pô, esse aí é pra aí. Esse aí é brabo. Valeu, galera. Aquele abraço. Tchau.

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