#701 - Mauro Cezar [Jornalista]
A Charla de hoje é com o jornalista e comentarista, Mauro Cezar Pereira.
- Felipe Luis FlamengoFalta de respeito na comunicação · Pressão das redes sociais · Incompetência na gestão · Contrato e renovação · Tratamento inadequado com profissional
- Crise do Jornalismo e MídiaRepercussão de opiniões · Mudanças na mídia esportiva
- Copa do MundoExpectativas para o Brasil · Análise de seleções
- Tecnologia e InovacaoDiferença entre comentário e notícia · Responsabilidade do jornalista em expressar opinião · Críticas por clubismo e paixão pessoal · Alcance e influência da mídia digital · Cortes de contexto em redes sociais
- Ocupação e estratégia de preços do MaracanãCadeiras vazias em jogos · Importância da torcida presente · Mecanismos de preço dinâmico · Inclusão de torcedores de menor renda · Promoções para jogos de baixa procura · Comparação com River Plate · Convidados e cadastro de torcedores
- Sistema FinanceiroDívida trabalhista · Refinanciamento de débitos · Programa ProFute · Transparência com a torcida · Impacto na contratação de jogadores · Redução progressiva de dívidas
- Personagem Mauro CésarRotina de trabalho · Multimídia
- Incêndio do Ninho do Urubu (Flamengo 2019)Negligência e irresponsabilidade · Demanda por justiça criminal · Responsabilidade da administração · Impunidade de dirigentes · Comparação com outras tragédias (Brumadinho, Mariana) · Crítica ao clubismo que impede discussão
- Cultura do RockBandas e influências · Gosto musical
- Carreira e evolução como jornalistaTrajetória em diferentes veículos · Transição de mídia fechada para internet · Independência profissional · Ganho de audiência · Impacto das redes sociais · Oportunidades em plataformas digitais · Liberdade de expressão
- Comparação entre times paulistasOrganização administrativa · Capacidade de regeneração · Estrutura de base · Pressão na torcida · Identidade do clube · Gestão de dirigentes
- Contratação de Luiz Felipe na sequênciaMudança técnica imediata · Mentalidade europeia vs brasileira · Experiência de treinador português · Currículo e competência técnica · Adaptação ao futebol brasileiro
- Identidade e AutoestimaImpacto global do time · Atratividade internacional · Influência na imagem da cidade · Geração de novos torcedores · Ambiente do estádio como diferencial · Compensação de investimento por ambiente
- Concessão de EstádiosContrato de 20 anos · Possibilidade de renovação · Limitações para investimentos · Provisoriedade afeta planejamento · Comparação com arenas modernas · Desafios estruturais do estádio
- Histórias Pessoais e de ViajantesDiferentes tipos de assentos · Arquibancadas e sua capacidade · Ambiente geral versus cadeiras · Segurança versus experiência · Proximidade com jogadores · Evolução do estádio · Nostalgia de antigas estruturas
Fala, galera! O Acharla Podcast no ar! Boa tarde! Beto Júnior. Estamos no ar, né? Estamos aonde? Em São Paulo. Primeiro episódio em Sampa na semana, né? Isso aí, é verdade. É isso, inaugurando a nossa estadia em São Paulo. Mas acha que a gente tá de bobeira aqui? Até esses dias não todo mundo trabalhando pra caramba. Ah, é, é. Gravando. É verdade. Produzindo. É. Mas vamos começar em São Paulo com três cariocas em São Paulo. Carioca não, fluminense, eu acho.
É, fluminense. É, Niterói, IP. Isso aí, exatamente. Mas esse nosso convidado aqui já...
Já é filho da terra da garoa, já. É isso aí. Há muito tempo aqui. Voadora no peito do like, mano. Você sabe onde o Mauro tá, porra. Tem audiência, isso é... Um fato. Tô enganado, Betão. Pô, nada enganado, né? Até porque as empresas correm atrás dele, né? Posto de bola tá na... Sim, tem que ouvir, toda segunda. Sim.
senão não começa a minha semana. Hoje em dia, a gente tá na semana, nosso Lédio Carmona fez uma reflexão sobre jornalismo. Também é legal falar sobre isso. É um papo de jornalismo aqui sempre, né? É isso. Voadora no peito do like. Quanto mais like a gente tiver pra mais gente, aparece a nossa resenha. Cara, é sempre uma honra pra gente estar aqui em São Paulo, conversar com a galera da imprensa de São Paulo, como os jogadores fizeram sucesso aqui.
Muita gente, né? Exatamente, cara. É muito legal. Então, ó, estamos em casa, beleza?
É, seguinte, pra galera que tá acompanhando a gente no Spotify, tem que acompanhar a gente no YouTube. E a galera que quer acompanhar a gente no YouTube tem que acompanhar a gente no Spotify. Ó, já vai ficar fora, né? Charlo, porque é Charlo em todas as plataformas. Se você já é aquele raiz, tá com a gente desde o início, que começou no YouTube, mas não migrou lá pro Spotify, vai pra lá, pô, tamo numa campanha bacana. Podcast esportivo mais ouvido aí do Spotify, então, ouvido, assistido, né?
Isso. Então vai pra lá também. E se você tá com a gente no Spotify e não tá lá no YouTube, pô, tem que vir pra campanha dos dois milhões, né?
Com certeza. Tem que ajudar a gente a sair. Vem pro YouTube também. Se inscreva no canal e siga o Charla Podcast porque daqui a pouco os rios do homem estão varando a internet. Redes sociais, shorts. Arroba Charla Podcast em todas as redes. Beleza? Isso aí. Se quiser me segue aí. Eu sou Bruno Cantarelli, arroba Cantarelli Bruno. Me segue também. A obrigação é siga o Betão. Não é essa moral aí pra chegar nos duzentinhos aí no Instagram?
Arroba o Beto Gil do Underline. É isso. Betão, você fala que eu sou maluco às vezes com várias coisas pra fazer. Às vezes? É assim. É?
Eu já tava com uma curiosidade aqui, já perguntei em off. Exatamente. Mano, o Mauro está em todos os lugares. Essa é a liberdade, né? E todos os lugares com muita audiência.
Incrível, né? Por isso que quando lá atrás desse boom da internet, quando alguns profissionais que estavam em grandes emissoras tiveram a possibilidade de ou renovar ou sair, muitos saíram. Porque tem essa liberdade, tem muitos lugares que não deixam o cara fazer nada. Então o cara sai por causa disso, o cara tem poder de escolha. O cara vai e o cara sabe que o cara é bom.
Muita gente vai querer a opinião dele lá na sua plataforma, né? É isso. A opinião que reverbera, cara, um cara que eu tenho uma admiração muito grande há muito tempo e que a gente tem muito orgulho dele gostar da gente. Exatamente. Porque a gente gosta dele. Com certeza. Mauro César Pereira no Chala Podcast. Palmas pra ele. O retorno.
versão 2.0, Mauro, beleza? Tudo certo? Tudo certo. Muito obrigado pelo convite. Muito bom poder trocar ideia com vocês mais uma vez. Eu já te perguntei, óbvio, vou te perguntar em on. Como é que tá a sua rotina, cara? É, rotina é assim... Descansa? É, Jovem Pan, terça, quarta, quinta e domingo, UOL segunda, quarta e sexta de manhã, TV Cultura domingo à noite.
YouTube todo dia tem alguma coisa, vídeo, live, o que for. Rede social tem que ficar atualizando também, põe um videozinho aqui, uma postagem ali. E vamos levando. Ou é multimídia. É, mas eu vi... E tem essa live também, que eu faço toda segunda e sexta, 11 da manhã. E agora eu estou fazendo também uma live com o Rafael Cota, lá no BarbaCast, às terças-feiras. Geralmente, seis e meia, sete horas. Eu, ele, o Fabrício Kika e o Rodrigo Matos.
Às vezes os dois, às vezes os três, às vezes os quatro. Ontem fomos nas quatro. Varia um pouquinho a escalação, mas cada semana a gente está lá também. Mas tem uma coisa que o Candelari falou na apresentação que eu queria te perguntar. Como reverberar nos dias de hoje, Mauro, conseguir isso? Você é um cara que mantém isso, você consegue o que você fala, as pessoas discutem, tem...
reverbera, né? Tem repercussão. E a gente vive hoje num momento difícil. É algo... Lógico, por isso também que você tá em tanta gente querendo o seu trabalho também. É algo natural a tua postura jornalista, teu olhar crítico e você vai... Ou é algo que você tem uma estratégia pra isso? Já emendando, assim, é o momento que você mais reverbera na carreira, mesmo tendo passado por TV e tudo mais. Se as suas opiniões são mais aguardadas, mais repercutidas, assim.
Sem dúvida, inclusive com relação a pessoas na rua que abordam, tira foto, troca ideia, conversa, muito mais, muito mais. Porque, por exemplo, eu trabalhei muito tempo jornal, revista, no início foi rádio, mas lá no passado remoto, e TV fechada é um nicho. Tudo bem que tem gatunete, o pessoal que não é assinante, mas é muito menos gente. No YouTube, você está na palma da mão, o cara está assistindo no celular.
o alcance é muito maior, e rede social também, né? E muitas vezes o cara nem te segue assim tanto, mas ele vê cortes, alguns corretos, outros fora do contexto, que se faz muito, sacanagem, o cara corta, tira do contexto, mas o cara vê lá e tal, então passa a te identificar, passa a te conhecer. Então, sem dúvida alguma, o alcance hoje é muito maior. E sobre esse repercutivo, eu acho o seguinte, quem trabalha com opinião do jornalismo, não importa se é esporte, economia, política, cinema, música, né?
tem que ter opinião, porra. E eu acho que tem muita gente que não tem opinião. Ser comentarista é sem opinião. Fica sempre no muro, não se posiciona e tudo. Eu sempre fui do mesmo jeito quando eu era repórter. Continuo sendo, de certa forma, né? A gente sempre busca informações, mas escrever aquilo que eu acho que é o certo, buscar a informação certa e falar o que eu penso.
isso gera o que? Tem um pessoal que gosta e tem um pessoal que não gosta. Esse pessoal que não gosta sempre faz um desafio, me ignora se for capaz. Eles não conseguem. Porque o cara sabe que eu vou falar algumas coisas que ele não quer ouvir, mas que ele precisa ouvir. Aí o cara continua te seguindo. É tipo uma terapia. Mas isso não quer dizer que seja melhor do que ninguém, não. Eu só acho que muitas vezes as pessoas não falam.
E por que não falam? Uma, pra evitar esse tipo de situação. O cara quer evitar o hater, né?
ou o cara, sei lá, não tem muita coragem, não se sente muito seguro. Só que eu acho que a gente tem um compromisso de dizer o que pensa para que as pessoas formem opinião. Porque o jornalista que trabalha com determinado assunto, ele passa o dia inteiro pensando naquilo. Ele passa o dia inteiro para voltar para o futebol, ou outro para político, ou outro para economia, ou outro para cinema, ou outro para música, ou outro para, sei lá, astronomia, o que for. A pessoa, quando procura ouvir uma análise,
ela quer ouvir aquele comentário para formar a própria opinião. Por exemplo, se você estuda ali um assunto e você tira uma conclusão, o cara está no trabalho dele, ele não está pensando em futebol naquela hora. Aí ele pega um texto, ouve um comentário e fala, pô, não tinha pensado nisso. Discordo, concordo, concordo em partes. É uma construção. É uma construção. Basicamente é isso. Eu acho que muitas vezes, tem muita gente falando, mas acho que...
Nem todo mundo dá opinião. Eu falo o que eu penso. Algumas vezes eu vejo coisas assim, ah, quando você era da ESPN era diferente. Não é diferença nenhuma, igualzinho, a mesma coisa. A diferença é que agora a gente tem um alcance maior. E uma diferença que tem já de uns 10 anos para cá é que as pessoas sabem o meu time. Aí tem aquela coisa automática, né? O cara quer saber, é o fetiche, eu quero saber o time do jornalista.
Quando eu descubro se não é o meu, eu passo a odiar o cara. Aí já é uma coisa meio doentia de quem age dessa maneira, né? De achar que pelo fato de você ter um time... Todo mundo tem um time, óbvio, né? Como diria João Saldanha, ninguém é filho de chocadeira, então todo mundo tem um time.
E o cara associa aquilo É até meio ingênuo Porque o cara acha que A paixão pelo clube vai ficar acima do trabalho Porra, eu não me mantenho Por paixão do clube Eu me mantenho, minha vida, pago minhas contas Com o meu trabalho Então, falar aquilo que a gente acha certo Tem que ser, não ficar saindo em defesa De um determinado clube de futebol O olhar do clubista vai sempre Colocar a gente como clubista Você pode falar quem for
Você pode chegar e falar o que foi. Eu sinto isso na pele também. Às vezes eu falo o meu time. Não é que nem você, o teu alcance é muito maior do que o meu. Mas às vezes eu tô ali elogiando o Vasco. O Vasco fez. Aí vem o cara e eu tiro essa tese. Diante do olhar do clubista, todo mundo vai ser clubista. O cara vai achar alguma coisa assim. Simulamos, ele tá falando isso aí. Ele tá de sacanagem. Ele nunca vai entender o que você tá falando. Ele é o maior clubista de todos. Eu trouxe uma situação curiosa.
Um rapaz até que parece um cara, um influenciador do Palmeiras. Parece que tem um rapaz inteligente, articulado. Já tinha visto um ou dois vídeos dele. Quando houve o episódio agora que o auxiliar técnico do Palmeiras chamou o campo lá do Batatal, coisa parecida, né? Eu achei aquilo muito desrespeitoso, né? E eu fui bem eloquente. Falei, pô... Foi bem fático, cara. Eu falei, pô... O Batatal é um cacete, pô. Cara, que isso? O Vasco trocou o gramado em novembro.
Pô, gastou mais de meio... Investiu, né? Mais de meio milhão de reais. Com toda a dificuldade do clube, pô.
E o Vasco virou um jogo em cima do Palmeiras trocando passe dentro da área. Estava driblando o Batatal? Não. Botou a bola no chão, entrou ali, costurando a defesa do Palmeiras e virou um jogo. Jogo difícil. Uma grande vitória. Você tira o mérito dos caras. Ele ganhava do Palmeiras há 12 anos. Há 12 anos, pô. Enfim, aí eu vi, ah, viu, o Palmeiras é tão grande que faz o rubro negro defender o Vasco. Como é que o cara pode pensar uma besteira dessa? Pelo contrário.
sabe, o pensamento é muito obtuso, o cara acha que tudo passa por esse viés, quando é o contrário, por exemplo, de vez em quando chega pra mim assim, ah, e aí, fala dos garotos do Ninho, porra, mais? Porra, você é um cara que... Eu falo todo mês, no mínimo uma vez, todo dia 8 eu lembro.
Sempre questiona a justiça brasileira, que ninguém foi punido por aquele absurdo, aquele crime. Ficou por isso mesmo. O cara não acompanha, né? Se ele acompanhasse minimamente, saberia que... Eu sou o jornalista que mais toca nesse assunto. Nenhum outro jornalista no Brasil fala com a frequência que eu falo desse absurdo.
que foi o incêndio do CT do Flamengo em 8 de fevereiro de 2019. Eu sei que eu te acompanho, você sempre fala disso. Você me lembra, cita as pessoas. Recentemente teve um ex-dirigente da raça rubro-negra que apareceu na rede social defendendo que parassem de cantar a música, que a torcida canta. A torcida lembra, todo jogo 10 minutos canta a música em homenagem aos meninos mortos no incêndio.
Ah, não, tem que deixar de lado, não. Tem que ser lembrado sempre. A torcida do Liverpool nunca vai parar de lembrar os mortos de Rios Boro. Era o 96, mudou para o 97, né? Que morreu uns dois anos um rapaz que ficou tetraplégico e morreu. Ele também é considerado vítima daquela tragédia, porque a vida dele acabou, né? A parte daquilo ali. Então, eles sempre levam. E a diferença é que lá eles pedem justiça para os 97.
aqui é paguem as famílias, já pagaram a indenização. E aliás, o Flamengo foi muito mal nesse episódio todo, não tratou adequadamente as famílias. Quem tiver dúvida, assiste lá o documentário, tem o Netflix feito em parceria com o UOL, é de embrulhar o estômago, mas quem quiser se aprofundar, eu sempre falo, vai lá e assiste que está tudo lá.
Então, obviamente, o trabalho da gente é muito mais importante do que a paixão clubística, né? Se eu quisesse agir dessa maneira, eu não viria para o jornalismo esportivo, ficava em outras áreas, trabalhei em várias áreas da profissão. Principalmente esse, eu acho que é um assunto que...
Que eu acho errado das duas, acho tudo aí errado, assim. Porque é uma parada que tanto usam pra... De forma clubista, pra atacar o time, como se o time tem que se ferrar por causa daquilo, sei lá, esportivamente, né, falando. Vestido de pedindo justiça, né? É. Quanto ao contrário também da galera, não, ah, não, não pode tocar nesse assunto. Tem que tocar.
Eu sou Flamengo, não pode jogar esse assunto. Eu não sou Flamengo, eu tenho que falar disso para contra-argumentar alguma coisa esportiva. É muito sério para ser tratado como uma nova. Entende, não. O olhar das pessoas passa pelo clubismo e é uma situação para você analisar de forma criminal. Você entender a dor de pais perdendo filhos. Exatamente, porque pessoas foram, não diria nem responsáveis, foram irresponsáveis que permitiram que aquilo ficasse daquele jeito. Tem uma série de erros ali.
E o clube não vai ser preso, né? Um sujeito que comete um delito, uma negligência, ele pode ser punido pela lei do país e pode ser preso. Ele pode pagar por aquilo. Esse é o ponto. E não aconteceu nada. E tem esses dois lados mesmo. Tem o cara que tenta atingir o clube que ele detesta, usando... Ele não tem nenhum respeito pela memória dos garotos. Ele só quer usar o fato para atacar o clube. E tem o outro que acha que, ah, não, você não pode falar porque é o meu time. Não, a questão não é essa.
Agora, isso é a minoria, né? Isso é a minoria. Mas sempre aparece. Eu já bloqueei, eu sou o rei do bloco, né? Já bloqueei muitos rubro-negros, inclusive, por isso. Porque quando eu posto lá, ah, tu quer engajamento, tu quer aparecer, vai, meu irmão.
procurar o que fazer, né, cara? Pô, tocando um assunto sério aqui, pô. E a gente tem que ser lembrando, isso tem que ser lembrado sempre, porque as coisas caem em esquecimento no Brasil, né? Quem fala da boate Kiss? Fica pra citar uma. Quem fala de Brumadinho, quem fala de Mariana, os assuntos ficam pra trás. É, o futebol, a gente já tinha frequência. Exato, acabou. E houve várias questões posteriores também, né? Então, ah, porque você não fala de tal assunto? Eu trabalho com futebol. Então, vou falar desse assunto sempre.
E acho que outros colegas que atuam em outras áreas deveriam lembrar sempre também o que aconteceu nessas outras tragédias, nesses casos aí que pessoas perderam a vida por irresponsabilidade ou ganância de alguém. Isso, negligência. Indigência, etc. Pra gente entrar nos temas atuais do futebol, antes assim, porque é algo que eu gosto muito que aconteceu com a gente, né, cara? Então eu te perguntei isso no início.
Tá no momento onde suas opiniões mais reverberam. Porque é muito maluco você pensar assim, cara, eu tô num canhão que é uma TV, né? Assim, por mais que seja uma TV fechada, no seu caso, na época, ESPN. Grupo de comunicação e entretenimento. É. E... Ah, não, vou ficar ainda... A gente cresceu trabalhando em rádios do Rio, mas ali eu já fui pra band e tudo mais.
É muito doido você pensar que, tipo, que você, na internet ou com algo independente, vamos dizer assim, você consegue reverberar mais um canhão de comunicação desse. Se eu for te perguntar uma análise sua, assim, eu tenho a minha. O que aconteceu? Porque hoje, assim, você às vezes, ser um jornalista independente...
Eu acho que o alcance é mais amplo, na Jovem Pan a gente é muito forte no YouTube, então atinge um público muito numeroso. Foi a primeira rádio que investiu nisso, o primeiro veículo de comunicação. Tem muita audiência lá, tem corte meu lá que bate um milhão, 500 mil, 800 mil, corte.
Então tem a audiência dos cortes, tem a audiência do programa ao vivo, domingo estamos na TV também, todo dia no rádio, o pessoal escuta também no rádio, muita gente que está no carro e tal, e está ouvindo pelo rádio. E o cara está te ouvindo, mas em algum momento ele vai ver a sua cara, né? Vai ver no YouTube a sua cara ou em algum lugar e vai identificar. E não riu os quilos. É. E, então, assim, acho que é mais distribuído, né?
Aí tem um alcance maior. E está na mão, né, cara? O cara, por exemplo... Você ficou rrecioso em algum momento? Cara, vou sair da ESPN aqui e...
Ou seria o Mauro César? Sim, eu já tinha muita convicção do que eu ia fazer.
não fiquei muito inseguro, não. Não fiquei inseguro. Porque eu tinha muita convicção do que eu ia fazer. O passo foi muito pensado. E aí as coisas aconteceram, acho que naturalmente. Já tinha o Twitter forte. Eu tinha o canal. Meu canal já tinha mais de 500 mil inscritos. Ah, segurança. Eu já fazia no UOL o meu blog e o Poste de Bola. Era uma vez por semana só, mas já fazia lá o programa toda semana.
E aí depois eu fui para a Rádio Bandeirantes, depois da Rádio Bandeirantes saí, depois veio a Jovem Pan, a TV Cultura, e outros, no caso, ia ser um live depois. Então foram surgindo outras situações. Mas o alcance é muito maior, acho que isso que explica. A gente fala para muito mais gente, e um público diferente também, acho que até mais popular, digamos assim. Isso é muito legal, isso acho uma parte mais legal. Mais pessoas...
Mas nós povão, assim, que hoje eu tenho contato. Eu acho isso muito, muito bom. E assim, tem situações muito curiosas. Uma vez eu estava andando na calçada, tinha... Eu gravei um vídeo e botei um vídeo no ar, perto de casa. Aí eu saí, fui comprar alguma coisa na padaria, um lugar. Quando eu estou andando na calçada, aí um cara... Estava eu e meu filho. O cara ouviu a minha voz.
Pô, tô ouvindo você aqui. O cara tirou o fone. O cara tava ouvindo o vídeo que eu já acabava de subir. Impressionante. E tem uma coisa engraçada que tem muita gente que sai assim. Eu faço live depois de jogos do Flamengo, no canal, né? E tem gente que volta a ouvir na live.
Aí uma vez um amigo meu mandou uma foto no metrô, o cara com o telefone aqui, eu vi que nem radinho de pilha no passado, né? Só tinha imagem e estava eu lá, né? Isso é muito legal, cara. Saber como acontece, o Tironi e o Arnaldo também, muitos São Paulinos, saem do Morumbi no jogo de São Paulo e vão escutando. É conectando eles. Vão no carro, no caminho, no celular, ouvindo a live deles, né? Até porque... Hoje o pós-jogo do Flamengo, por exemplo, não é o caso...
da questão clubista, mas assim, todo mundo vai assistir o que você vai falar na análise, principalmente do Flamengo, mas todos os pós-jogos. Mas o pós-jogo ali que você faz no seu canal, acabou o jogo do Flamengo, a galera vai querer saber a sua opinião. Flamengo tem um negócio, né? Flamengo é assim...
Flamengo meteu 5x0 do Grêmio sem final da Libertadores. A gente sabe que vai ser estourar uma boca do balão. Agora, mais do que isso, Flamengo perde 1x0 por Córdoba. Aí, amigo.
Quem é antes também vai invadir. Flamimimi vem com tudo. É, quer Flamimimi. Nossa. Tem a nossa militância do Flá TT. É. E aí, assim, assim... Que tá fora. É pedir cabeça, tem uma dor. É desesperador. E os outros querem ver também. Então fica um negócio gigantesco. E acho que todo mundo aqui... Mesmo quem não é nichado de Flamengo, mas, por exemplo, a gente não é nichado de Flamengo. Mas resolve. Vamos fazer hoje um programa especial, uma semifinal. Vamos fazer o pós. Cara, se perdeu, perdeu o semifinal. Pós.
O pós vai dar... Se o programa dar 3 mil ouviu, vai dar 6, 10... Vai explodir. É, são os extremos, né? E uma coisa eu sempre falo, pessoal, porque você faz live do Flamengo? Porque os inscritos do meu canal, por exemplo, são 90% ou mais do Flamengo. Então, eu quero audiência também. A TV Globo não quer audiência. Eu, no meu canal, não vou querer audiência. Eu adoraria que eu fizesse live de qualquer time e tivesse o mesmo resultado, mas não é assim. E quando eu faço live após um jogo de outra equipe, por exemplo...
Vasco e Corinthians, final da Copa do Brasil fiz live os caras vão lá e começam a perguntar do Flamengo
Então o que eu posso fazer? Então assim, não é uma escolha. Porque o YouTube tem essa característica. O tio Arnaldo é a mesma coisa. Eles começaram a fazer live e tal. Eles são são paulinos, live de São Paulo. Agora, tanto eles quanto eu. Eles trabalham na Bande Esporte, no UOL comigo também, juntos. Nós, teve a cultura, eu e o Arnaldo fazemos. A gente faz todos os times. Então isso mudou. Só que ali no canal tem esse nicho que não é uma coisa que a gente escolhe. Ele te escolhe.
o YouTube aponta, você vai fazer isso aqui aí você nada contra a corrente ou você vai nadar eu vou nadar na direção que estão me levando paciência você falou do pós-jogo a gente também acaba surfando numa carência que hoje existe você então, dessa época, a gente pegou lá atrás o rádio sustentava o pós-jogo muito bacana hoje, se alguma rádio mete 30 minutos no máximo é no Rio
É, muito fraco, sem análise, é mais um microfone na coletiva e devolver pra cá a comercial e ir embora. Não tem aquele... Pô, antigamente se esperava os debatedores... O rádio começava meio-dia, no domingo terminava nove da noite. E com relevância, né? Com o jogo às cinco da tarde, o jogo acaba de ser, fica mais duas horas. Eu lembro que o Canta do sacode do Gilson, entrava na concentração, o jogador falava. É com relevância, assim, né?
Não era uma coisa por ter, né? Aqui em São Paulo, nos tempos do Milton Neves na Jovem Pan, quando eu vim morar aqui, né? 93 pra 94, ele começava 9 da manhã. Ele começava 9 da manhã e ia embora. Depois começava a jornada, o jogo, depois do jogo e vambora.
isso de fato mudou muito então ficou esse vácuo, que eu acho que o YouTube com as lives ele acaba preenchendo e tem vários, por exemplo, o Zé Ilan faz a live depois do jogo do Fluminense o Flávio Dias, o pessoal lá da Atenção Vascaínas tem o pessoal que faz do Botafogo o Flávio, sim o nosso sócio Matheus é alucinado nisso, ele vai assim, determinados fatos de cada clube, ele vai na live ver o que está acontecendo eu também faço isso
Porque você, além de ver os colegas de puta, dependendo do jogo, você acaba absorvendo o extrato do time, que é torcedor. Dá pra entender um pouco como aquele resultado tá repercutindo, o que aquelas pessoas estão pensando. Eu acho útil, eu acho bem útil. Sim, sim. E tem coisa que são engraçadas. Eu me amarro quando o Ilan tá puto da vida.
mandar 16 embora. 16. Eu falo pra ele, pô, sensacional. Aí ele pega aquele megafone dele, viu? Ele começa a gritar, xinga. Poxa, aquilo é um barato. Ele fica tão louco. E quando o Diniz tava no Fluminense e eles estavam loucos contra o Diniz, ele ficava... Ô, Berto, avisa pro cantarinho que é impossível que ele goste do Dinizinho. Ele só gosta porque não é no time dele. Aí é fácil. Pô, para com isso.
Talvez ele tivesse razão. É insuportável o amor do Edarelli pro Diniz. Seguinte, galera. Voadora no peito no like. Quanto mais likes a gente tiver, pra mais gente aparece essa resenha espetacular. Eu gosto do Mauro aqui pra gente conversar também sobre jornalismo, sobre comunicação, que eu acho que é uma figura que mostra esses novos tempos que a gente tá vivendo. E o Mauro já fala sobre isso. Ele nunca abandona esse lado, né? Os debates que tem na vida.
do futebol mesmo, sempre tá lá o Mauro falando assim que o que a gente tá fazendo aqui é jornalismo, é apurar. Porque também a gente passa por esse mal também, né? Deu muito acesso pra muita gente, mas veio muita gente que não é jornalista. Então a gente acaba, como não foi jornalismo, não tá ligado em preceitos que a gente tem que ter. Apuração. Por exemplo, você é um crítico e eu tô contigo nessa das coletivas atuais.
Eu posso falar mal das coletivas? Não sei, porque é assim. Eu acho que a gente aqui do Charla joga no erro das coletivas. A gente consegue extrair conteúdo que lá não dá pra extrair, no jeito que tá hoje, assim. Você concorda que é um formato assim, cara? Não sai nada dali, né? E tal negócio de ataque e contra-ataque, é um negócio assim, você não consegue extrair conteúdo mais. É, assim, eu acho que a questão das coletivas passa também pela formação, né? Porque, por exemplo, tem muitos jovens que... E...
O cara faz jornalismo, aí ele monta um canal, consegue alguma relevância ou vai trabalhar num canal. Ele nunca trabalhou numa redação, ou teve pouca experiência, nunca teve referências de caras mais velhos ali para, olha, é aqui, é por ali. Então, tudo é feito muito intuitivamente. Alguns nem são jornalistas, vão para lá, não tem nenhuma formação que encaminhe para você entender o que é relevante, o que é notícia. Aí você vê coisas do tipo, bem-vindo ao clube.
quando é coletivo de apresentação de um técnico. O cara diz, o novo técnico do São Paulo, bem-vindo ao São Paulo. Como bem-vindo? Você não faz parte do São Paulo, você é um repórter que está cobrindo o São Paulo. Então, quem fala bem-vindo é o presidente do clube, as pessoas do clube, até errado. O outro é parabéns pela vitória. O cara não está ali para ficar dando parabéns, tapinha nas costas, está ali para fazer uma pergunta, porra.
Parabéns pela vitória. E aí teve uma muito boa. E é muito, né? Parabéns pela vitória. Teve uma que, essa para mim, é a melhor de todas até hoje, que é engraçada pelo menos, que foi quando o Corinthians ganhou o Campeonato Paulista ano passado.
e o técnico era o Ramon Dias, junto com o Emiliano, filho dele. Uma dupla, né? Os dois técnicos, pai e filho, né? E aí o rapaz vira e antes de fazer a pergunta, ele fala que o título paulista conquistado sobre o Palmeiras naquela ocasião, naquele dia, deixou o coração dele aquecido. E ele agradeceu.
Eu falei, cara, isso é do cacete, cara. Meu coração ficou aquecido. Muito obrigado, Ramon, Abiliano. Era o coletivo do Corinthians? Era o coletivo do Corinthians. Isso é surreal. Cara, mas é para dizer... Você pode até falar isso para o Ramon em off, né? Chega lá, Ramon. Porra, obrigado aí, cara. Eu sou muito fanático pelo clube. Você é um coletivo de empresa. É, tem uma certa formalidade, né, cara? E eu acho que as perguntas tinham que ter um limite, assim. Por mim, seria 20 segundos. Mas, sendo legal, 30 segundos. E é uma pergunta só.
Eu já vi perguntas de dois minutos. O Felipe Luiz, quando eu estava no Flamengo, eu não sei se ele fazia de ironia, ou se eu realmente não entendia, ou se eram as duas coisas. O cara fazia três perguntas durante um minuto e pouco. Ele falou, como foi a segunda? Eu fico pensando, será que ele realmente está tirando um sarro, ou se ele não lembra? Porque realmente não dá para lembrar. Então, assim, falta objetividade. Eu até já falei com alguns colegas sobre isso.
Cara, se você faz uma pergunta longa, o cara vai te enrolar se ele não quiser responder. Se ele for mais direto, ele vai ter que responder. E é uma...
Porque se você faz duas, você tá tirando a chance de um outro fazer uma pergunta, que nem todo mundo consegue fazer pergunta na coletiva, né? Aprendeu com o México José Carlos Araújo Um abraço pro garotinho aí, que me ensinou muitas coisas, uma delas é a seguinte Uma vez eu fiz uma pergunta extensa, moleque, assim na coletiva, era repórter e tal Aí ele Ô Cantarão, chega aqui
Menores perguntas, maiores respostas. Isso. Mas é isso que o Mauro disse. Quem não passa por redação, não tem mais oportunidade. O cara vai direto para fazer a coletiva. Hoje tem a pergunta analítica. O cara analisa e pergunta o que você acha. Mas tem outra coisa. Tem um... A gente falou da vaidade aqui antes de começar. É a vaidade. O cara quer se apresentar. E aí ele aproveita e faz daquilo uma tribuna. O que está errado. Ou...
repórter, o entrevistador, ele não é o personagem ali. O personagem é o entrevistado. Você só tem que fazer uma pergunta que quem está te ouvindo gostaria de fazer. Tem essa capacidade. É pensar, cara, o que o torcedor gostou de perguntar hoje para esse treinador, para esse jogador? É a pergunta que eu vou fazer. É só se colocar no lugar do cara. Se tiver dúvida, manda um WhatsApp para os dois, três amigos aí e fala, o que você perguntaria?
De repente o cara vai te dar, olha, pergunta isso. Tô puta aqui, o time jogou mal e tal. Por que ele colocou fulano naquela posição?
Opa, boa. É até melhor. Aí você faz a pergunta direta, você vai ter uma resposta muito melhor. Mas, assim, tem muito também da vaidade. O cara quer... Aí coloca na rede social, fazendo a pergunta, né? Essa coisa. Faz um vídeo. Quer dizer, você não é o personagem. O personagem é o entrevistado. Não tem muito esse conflito. Porque aí, hoje, é o que é uma...
É o culto à celebridade, é o culto ao influenciador. Aí o cara entra nesse mundo e eu não tô aqui criticando ninguém não, gente. É só o método hoje. O resultado não é bom. É, é. Essa é a questão. Ele começa a procurar coisas pra fomentar o Instagram dele. Mesmo que ele seja jornalista. Ele vai lá pro coletivo. Ah, eu tô indo todo domingo, vou pro coletivo. Aí ele vai lá e ele começa, mas eu tenho que fazer um materialzinho aqui, pô.
Então ele vai se filmar, ele vai fazer e acaba sendo sobre ele, não sobre o personagem.
Agora, Mauro, até pra emendar nisso, a gente já entrar nos assuntos atuais, eu tenho escutado muita pergunta assim, outro dia, sei qual é o programa que tava apresentando, pô, pergunta isso aqui que vai tá no... Que é assim, o BAP acertou na troca do treinador do Flamengo, né, por conta do...
do trabalho do Leonardo Jardim acontecendo, alguns movimentos também. Acho que ainda não... Tem muito de Felipe ali no Flamengo ainda, né? Obviamente. Até como eu falei, né? O Leonardo não pegou até arrasado, né? Um trabalho sólido. Muito longe disso. Só que foi algo inédito. Depois de um 8x0, eu não me lembro da dimensão de um treinador na história do futebol brasileiro, assim.
Como é que você avalia o momento do Flamengo em relação a essa troca? Que eu acho que passa muito por torcida, por opinião também, de perguntas de influenciadores na coletiva. Como é que você vê esse movimento que aconteceu no Flamengo? Bem, eu achei a demissão absurda, especialmente a maneira que foi feita, e desrespeitosa, porque, cara, no mínimo, conversa com o cara no clube, com calma. Foi uma coisa que me levou, o quê? 30 segundos, um minuto? Depois de uma coletiva. Ele já estava pensando no jogo seguinte.
Ele fala na coletiva, responde perguntas já se referindo à final contra o Fluminense, jogo único. E de repente, olha, você está fora, obrigado aí, tchau. Pô, não se trata o profissional assim. Ainda mais um cara que jogou pelo clube, que torce pelo clube e que foi campeão de tudo.
Eu acho incrível como é que as pessoas podem questionar a qualidade, a capacidade do Felipe, sendo campeão de tudo. Porque ele só não ganhou o Mundial de Clubes. Até a Copa do Brasil ele ganhou em 2024. Faltou ganhar a Recopa. E a Supercopa ele ganhou no Botafogo. Então ele ganhou a Recopa agora. O Mundial ganhou os pênaltis. O Mundial ganhou os pênaltis. O Paris Saint-Germain. Então 3x0 no Chelsea agora no Matamara. É claro que algumas decisões dele merecem críticas. Eu já fiz várias. É do jogo.
E é um técnico jovem Que evidentemente vai evoluir muito mais Então achei muito desrespeitoso Agora a questão de dar certo ou não Se for certo ou errado É aquela coisa, se o Leonardo já de vencer Dirão, viu? Ele acertou Mas quem me garante que não venceria com o Felipe?
Eu acho que venci o Lino. Eu achava que a gente tinha que deixar o Lino. Exato. E o inverso também acontece. Ah, não ganhou nada com o Leonardo Jardim. Quem garante que ganharia com o Felipe? A gente não vai nunca saber a resposta disso. A única coisa que eu sei é, foi muita falta de respeito à forma como foi feita. Não é inédito no Flamengo, que já demitiram o Senna três horas da manhã. Isso. O Marcos Braz tem dito que é o maior arrependimento da parceria.
O baginho que ele fez disparada foi isso aí. Porque o Flamengo estava todo desfalcado, jogadores machucados, jogadores nas seleções Copa América. O Rogério pedia jogadores. O Flamengo não podia contratar porque estava na pandemia, não tinha dinheiro, alegava isso. Até tem uma maldade que se faz com ele, quando se rodou aquele áudio vazado lá. Não, aquele que é jogador do Fortaleza, como se fosse jogador de quinta categoria. Não era isso. Ele foi pedindo jogadores.
Não, não podemos. Não podemos. Aí foi até chegar alguns caras do Fortaleza, que eram mais baratos, digamos assim. Eu preciso de um volante. Então o Betão joga de volante. Então me traz o Betão, que joga lá no Fortaleza. Jogou comigo. Eu conheço o cara. Ele vai fazer o que eu preciso. Eu preciso de um lateral. Não tem lateral. E na época, na base, não tinha mais ninguém para usar. Ninguém pronto, né?
pra assumir. Ele já tinha improvisado a Arão, Diego no meio. Já tinha feito várias coisas. Aí teve um jogo com o Atlético Mineiro. Tava 2x0. Flamengo que faz um gol fica 2x1. Arrascaeta tinha voltado da Copa América que o lugar foi eliminado e entrou durante o jogo e perdeu um gol feito no final. Quase foi 2x2. Aí 3 da manhã mandaram o cara embora. Justamente quando tava voltando os caras. Aí o Renato estreia já. A tropa inteira voltando.
Aí começa a golear. Então, a comparação é muito injusta. E eles fizeram aquilo claramente por pressão de rede social, porque não tinha pressão no estádio, não havia torcida. Foi pressão de rede social. Uma gestão não pode ser tomada em função de pressão de rede social. Você acha que nessa vez fez efeito isso também? Essa vez eu achei que não. Acho que o que acontece ali, na minha visão, é o seguinte. O BAP ganha eleição...
Aí contrata o Boto. Aí teve aquele... Pra mim aquilo foi um teatro. Ah, não, o Boto vai escolher o quê? Analisar. Como é que o Boto, chegando de Portugal, sei lá de onde ele estava, ia mandar embora o Felipe Luiz, campeão da Copa do Brasil, que pegou o time do Tite, que não vinha bem, deu uma arrumada, o time melhora no final do Brasileiro, passa a jogar melhor e ganha a Copa do Brasil. Supera o Corinthians, supera o Atlético, ganhando os dois jogos do Atlético, por sinal.
Enquanto o Corinthians ganha um e o outro segura 0 a 0, com um meio a menos desde os 27 minutos de jogo.
Uma atuação dele de mexer importante. Ele mostrou linha de 5 ali, o Coriz quase não criou nada. Segurou o resultado. Então, assim, esse cara mostrou a qualidade. Lógico que eles tiveram que manter, mas não era o técnico deles, né? Nem do Boto, nem do Bato. É uma coisa mais autoral. Aí houve a situação de muito desgaste na renovação de contrato. A entrada do Jorge Mendes na discussão. Exatamente. Antes disso, a versão do Flamengo é, no dia seguinte, a derrota por Central Córdoba, 2x1 no Maracanã.
O Flamengo faz a primeira proposta de renovação para o Felipe. E o Felipe teria dito não. Essa é a versão do Flamengo. Nunca perguntei isso para o Felipe. E aí a coisa foi sendo arrastada, arrastada. Em outras ocasiões o Flamengo teria tentado e nada. Aí no meio do processo entrou o Jorge Mendes. Aí já não gostaram. Porque, peraí, agora vai entrar um empresário. Por que você contrata o Jorge Mendes? Não é para treinar um time aqui no Brasil.
Em tese, você quer abrir mercado lá fora. Os caras já não gostaram muito daquilo. E foi muito acidentada aquela renovação. Já quis mudar tudo. Teve uma hora no final que estava na cara que não ia ter mais.
Você falava com as pessoas do clube e tudo, e você, cara, não vai rolar mais não, cara. O BAP já está de saco cheio e tal, que as pessoas falavam para a gente. Aí teve uma madrugada lá que os dois se reuniram lá, o Boto e o Felipe, os dois estavam na Europa. Se falaram, madrugada para a gente, já era manhã lá.
quando o pessoal acordou já tava renovado o contrato na noite anterior até eu tava numa live até receber informação já bem tarde a pessoa falou acho que agora vai sair de um ter uma conversa amanhã então alguns colegas também deram essa informação começaram a vazar isso aí e de fato houve um acordo mas ficou a rusga né aí
Começou a ter mau resultado, mau resultado, eles resolveram trocar. Para mim foi isso. O BAP é o cara que eu duvido que ele faça qualquer coisa pensando em rede social. Eu acho que ele vai fazer o que está na cabeça dele. Do que eu conheço do BAP, de outros carnavais, quando ele era dirigente, ele não é o tipo do cara de ficar dando atenção para a rede social, não. Então eu entendo que não era o técnico deles.
Houve, de fato, um desgaste. O time não estava jogando bem. Eles achavam que o Felipe tinha perdido um pouco a mão. Que é um pouco do que o que foi com o Dorival, né? O Dorival não fica porque o time já estava caindo na reta final. E o Dorival fazia um pedido muito alto na época. Isso que eu batei na mão do Landinho, que era o presidente. O que eu soube é que o Landinho falou. Não, o que? Ele quer ganhar isso? Não.
Sem chance. A sacanagem com o Dorival é não comunicar pra ele, ó, nós não vamos negociar mais com você, você fez a pedida alta, a gente não tá disposto a pagar isso aqui, obrigado, tchau. Ele soube pela imprensa. É, deixa eu ver. Eu tava lá no Qatar, mandei uma mensagem pro Dorival uma vez e falei, Dorival, como é que tá isso aí e tal? Eu sempre falo que ele é um cara legal, eu acho também. Exato, aí ele falou, olha, não tô sabendo de nada, tô sabendo por vocês e tudo.
Aí eu fui dormir seis horas na frente, quando eu acordei de manhã já tinha um vídeo dele lá dizendo que estava fora. Quer dizer, ele tomou a decisão de comunicar publicamente pela rede social que não ia mais negociar, porque ele já estava fora mesmo. Ali foi também uma falta de respeito danada. Não renovar é do jogo, mas você comunica para o cara. Não pela imprensa. Olha, a gente vai contratar o técnico porque você fez uma pedida que está fora do que a gente quer te pagar.
Mas muito obrigado e tal, tchau. Enfim, então o Flamengo useu ele e vezeu em fazer esse tipo de coisa, né? É impossível o Flamengo ter um técnico...
Eu recordei o Chão Felipe. Sim. De tempo à frente do clube. É difícil, né? Nesse momento vitorioso. Por que é difícil e é mais difícil no Flamengo, assim? É, eu acho que... A gente olha o Abel no Palmeiras, vai, sete anos e tal. A pressão no Flamengo é sem igual, né? É muita pressão, fala-se muito, a torcida é muito grande, então... E hoje não pode perder mais, né? Você não pode ser derrotado uma vez. E tem que ganhar massacrando, né?
virou isso é uma loucura isso, por isso que eu acho assim e massacrando no início do jogo não pode nem ser no segundo tempo 20 minutos tem que dar eu acho que essa gestão acho que ela é menos me parece menos influenciável em relação a rede social, a opinião de torcedor
mas assim, essa decisão pra mim foi deles mesmo eles que tomaram e assumiram a bronca e tal, mas foi muito desrespeitoso acho que no mínimo tinha que ter tido uma conversa com o cara numa outra situação, né e assim, deixaram ele trabalhar mais um jogo pra mandar embora então que saísse depois da derrota pro Lanús foi numa quinta-feira à noite, na sexta-feira chamava o Felipe, Felipe, não tá dando mais você não tá conseguindo fazer o time funcionar, a gente acha que não vai funcionar, internamente, sei lá tem isso, isso, isso acontecendo, a gente acha melhor romper aqui, muito obrigado e tal e...
e conversa, dá a chance do cara argumentar, sei lá. Agora, no vestiário ali, na saída da coletiva, aliás... É, deixou ele sair e comunicou duas da manhã. Eu achei aquilo, nossa, péssimo, péssima a forma como foi feita, né? E o resultado agora, eles contrataram um cara bom, né? Isso aí é inegável. O Leonardo Jardim é um bom técnico, é um bom técnico. Eu acho que até que... Isso eu falei no ano passado, até quando ele veio pro Cruzeiro.
Eu falei, cara, esse cara chega ao Brasil com um currículo que nem o Jesus tinha. Ele fez uma semifinal de Champions, né?
Foi campeão francês. Um trabalho de pontos corridos. Bernardo Silva, Mbappé. Esses caras jogaram com ele. Então ele tem uma cancha importante. Mas é como o Betão falou. Ele passa longe e pega a terra arrasada. Ele não pegou a terra arrasada. Como o Roger também não. Porque estava um momento legal o São Paulo. O time tinha qualidade ali. Tinha um conteúdo. Quem pegou a terra arrasada foi o Renato. O Renato diz que ele herdou. Foi um momento muito ruim do Vasco.
Até em questão ali de parte de relacionamento. O time tava meio com as declarações da aula estreia do Renato ali, o DVD falando e tal. No final do trabalho do Diniz, ficou também ali um... com alguns, né? Porque com o Rayan é muito boa a relação. O Rayan desabrochou até, marcou o Diniz aí recentemente, tudo mais. Mas assim... Desculpa, Mauro. Vou ler essa mensagem da Anne, que eu achei engraçado.
Mauro é responsável por me fazer sofrer com um mix de emoções ao mesmo tempo. É ranço em alguns momentos, mas admiração sempre. Ele parece comigo quando estou de TPM. A Anne mandou... Só que foi um elogio que ela fez, imagino, né? Porque você não é obrigado a concordar com o Mauro sempre, né, Mauro? Presidente, né? Você não quer que todo mundo concorde com você. De jeito nenhum, de forma alguma. É isso. A questão de discordar é só discordar respeitando, né? Porque as pessoas não respeitam, elas se ofendem porque discordam, né?
Eu vou te passar até do limite, né? Acho que pode te ameaçar fisicamente, porque discorda de um assunto como o futebol, que é o nosso assunto, mas não é a coisa mais importante do mundo. Eu estava até fazendo essa análise, estava conversando com os meninos aqui, eu falei, o Mauro tem uma situação. Primeiro, ele é opinião, isso aí já bate do outro lado com gente que vai se ter o rei, só porque você tem opinião e fala as coisas que pensa, e não fica em cima do muro.
E aí, você citou aqui, por você... As pessoas sabem qual é o seu time, os três ou os torcedores do Rio, naturalmente, a ti não gosta de você. Ah, o maior é o Flamengo, o maior é o cara que é tricolor. Não todos, né? Mas são mais clubistas mesmo, né? E aí, em São Paulo, por você ser um cara que tá aqui há muito tempo, e não se... Você não se... Você não deixa passar batido se você tem opinião, e você tá numa roda com os programas aí. Às vezes...
Todos daqui, galera, comentários daqui. E às vezes você tá passando um assunto batido e você não se furta de falar, opa, calma aí. Mas aqui o seu Corinthians, como rolou com o Corinthians naquele período lá. O Corinthians não tá pagando ninguém, gente. Tem que falar sobre isso também. E isso... De estar numa bolha de outro lugar, que é São Paulo, e falar... Falar sobre os problemas que estão acontecendo em alguns momentos que estão ali. E isso aí é complicado, porque...
Também, não é totalidade, mas tem uma galera que, como você falou, que não quer ouvir. Então o cara que não quer ouvir o problema do time dele vai ficar puta. Tá vendo você falando aí do... Pô, naquele período lá, eu lembro que eu tava assistindo você na Pan. Era um auge, pô. O Corinthians tava com transfer ban. Não tava com transfer ban, né? Tava devendo e tava trazendo. Aí vem Mênfis, aí vem fulano, vem ciclano, ciclano.
Veio a família lá, dias, o Corinthians começa a sair. E eu lembro bem que aí, por exemplo, o Cuiabá, que devia o Ranieri para o Cuiabá também. O Cuiabá todo direitinho, pagando todo mundo, sofrendo, brigando para não cair. O Corinthians estava lá embaixo junto.
Sai disparando porque traz um monte de jogador e chega o nome na praça ali pendurado, devendo fulano, devendo ciclano. E você tava num programa ali que talvez se você não fala, ninguém falaria daquele jeito. Você vai... Gente, isso aqui é um absurdo. Isso aqui é doping financeiro. O time não tem dinheiro, mas tá contratando, não tá pagando. E tá dando diferença na tabela. Só que o cara não quer ouvir isso também, né?
Ele não quer ouvir e às vezes, em geral, o sujeito não entende que esse tipo de crítica é absolutamente construtivo. Se eu quiser fazer o caminho mais fácil, o que eu posso fazer? Não falo isso, faço uma média com a torcida do Corinthians, que é enorme, vou ganhar um monte de seguidor corinthiano, e falo, não, é isso mesmo, está certo, e deixa se afundar, deixa se afundar.
Deixa se afundar, porque vai se afundando. Sim. Se você pega, por exemplo... O torcedor quer o bem para o time dele. Se você fala que aquilo não vai dar certo, o time dele não vai se dar bem. Então ele... É meio que essa rotação. Eu comparei com fazer terapia, que é como se o cara fosse fazer terapia, e aí o psicólogo falasse, cara, você já pensou no que você está fazendo? Será que você está fazendo certo?
É por aí mesmo? Sim. Olha o que você fez. Você fez isso, isso, isso, isso. Reflita sobre isso. O cara vai o quê? Vai brigar com o psicólogo, vai dar uma porrada no cara, vai sair xingando. É absurdo isso. Você tá lá pra quê? Falar isso de mim. É pra você identificar as coisas que você não identifica em si mesmo. Que tá certo, que tá errado, qual o caminho. Eliminar a sua... Pra isso que serve. Todo mundo deveria fazer. É muito bom.
O trabalho da gente é ter uma pegada assim se você jogar limpo. Porque você tem que chamar... O que eu falei, o torcedor não tem obrigação de passar o dia pensando em futebol.
Então, quem comenta futebol, quem traz informações, é para ajudar a formar a opinião dessa pessoa. Porque o futebol tem uma importância, mas ele não passa o dia inteiro, o cara está trabalhando. Ele não está pensando em Corinthians, Flamengo, em São Paulo, em Botafogo. Ele está fazendo lá o trabalho dele, ou estudando, fazendo alguma outra coisa. Quando ele para, aí que ele vai assimilar. Isso vale para a política também.
Enquanto o comentarista político o dia inteiro falando com pessoas, ouvindo, lendo, sabendo de decisões tomadas em Brasília, aqui em São Paulo, no Rio, onde for, o camarada vai parar pra ver aquilo na hora que ele para pra assistir um programa, na hora que ele para pra ler um artigo. E você vai levar pra ele tudo organizadinho. Aí você vai entender, pô, por que fizeram isso? Olha só, olha o centrão, que sacanagem. O cara toma a posição dele, ele passa a ter a opinião dele.
Pergunta, não, você já um tema que parece que saiu hoje ou ontem, que já existe um acordo.
Pra compra da SAF do Vasco. Eu já vi sua opinião, mas queria que você falasse aqui também, né? Porque pro torcedor do Vasco caindo, o que que desperta? Pô, salvação do Vasco. O Vasco vai voltar a ter dinheiro, o Vasco...
Qual é a sua opinião sobre a nova SAF do Vasco? Ela é o primeiro grande desafio, ANRESF, o nome da sigla da agência reguladora do Fair Play Financeiro, digamos assim. Vou chamar a agência reguladora para ficar mais fácil de compreensão. É o primeiro desafio deles, né? Porque não pode. A mesma família, digamos assim, controlar dois clubes. E embora a presidente do Palmeiras não seja a dona do Palmeiras, ela está no poder, então ela toma as decisões.
Sobre o Palmeiras. E o Palmeiras joga os mesmos campeonatos, Copa do Brasil, brasileiro, que joga o Vasco da Gama. E a relação de parentesco. Enteado é o filho do marido dela. Então, isso não pode. Você não pode ter o controle dos dois. A Cifra não permite isso. Agora pode existir uma brecha jurídica que a gente pode aproveitar. Mas eu acho bem delicado. E acho que se essa agência reguladora, essa Anresf, não conseguir deter, ela vai começar a estar desmoralizada de cara.
Você vai ter fair play financeiro de cara, você vai ter as mesmas pessoas dominando dois clubes que jogam as mesmas competições. E sobre o Vasco, essa expectativa, eu acho que é sempre muito exagerada do torcedor.
O torcedor do Vasco, de novo, a gente falando aquilo, o cara fica com raiva. Vamos lembrar aquele camarada da 777, depois de um jogo Vasco-Flamengo, o cara vira e fala assim, olha, nunca mais vai acontecer um confronto desses dois com essa disparidade técnica. Não tinha nem assumido a safra. Exato. Era uma ideia. Na época eu falei, gente, isso que ele está prometendo é impossível. Se você pegar o time do Flamengo, o time do Palmeiras, os mais fortes do Brasil, eles não foram criados em seis meses, eles foram sendo criados ao longo dos anos.
Contrata um, outro, mais outro, e vai chegando mais jogador, vai saindo gente, vai qualificando. Até o Botafogo Futuro muito rápido levou duas temporadas, quase três, para formar o time que foi campeão.
Sai gente, chega gente. Então você não consegue de agora pro próximo jogo, montando nem com todo o dinheiro do mundo, que você vai ter que entrosar os caras. É não processo. Contratam os vingadores e tá resolvido a parada. Então assim, já foi uma promessa impossível de cumprir. Pra Vatão. E na verdade não aconteceu nada. Eles gastaram uma grana lá e tal, torceram o jogador, mas não resolveu nada. O Vasco não andou. Aí volta pro controle do clube social, tem uma dívida grande também, tá em recuperação judicial, contratando ainda assim, que é uma coisa que em outros países não é permitido.
você perde ponto se você tiver numa situação que a recuperação de si é uma medida para evitar a falência da empresa então se você entrou em RJ você
perde ponto. Em vários países é assim onde tem fair play financeiro. Porque você está tendo uma vantagem sobre os demais. Esse é o ponto que as pessoas ignoram. Se um clube se endivida, aquele contratou jogadores que ele não pôde pagar. Mas os caras foram para a campo. O Cruzeiro é bicampeão da Copa do Brasil. Ele tinha como manter aquele time? Não. Não tinha. Tanto que tem aquele escândalo depois. Mas ganhou duas Copas do Brasil.
As tácias estão lá. As tácias estão lá. Ganhou uma final do Corinthians e uma do Flamengo. Primeiro o Flamengo e depois o Corinthians. Dois anos seguidos. Arrascaeta jogava lá. Por exemplo.
Então, você tem uma vantagem esportiva. O Ceará e o Fortaleza foram rebaixados. Eles não têm uma recuperação judicial. O Vasco dá. É justo. Você usar de um recurso legal, mas do ponto de vista esportivo. Aí o Vasco contrata vários jogadores.
Mas ele está negociando, como você entra em recuperação judicial, você negocia com deságio, pagamento de credores. Isso é correto do ponto de vista esportivo? É muito discutível. Eu acho que não é correto. Alguma pessoa pode achar que sim. Aí algum vascaíno fala, estão com medo do Vasco voltar a ser forte. Pelo contrário.
Eu, como jornalista que trabalho com futebol, embora esteja muito tempo aqui, eu sou do Rio de Janeiro, cara, eu quero mais que os times do Rio sejam fortes. Aliás, o Rio de Janeiro ganhou as quatro últimas libertadores, com três times diferentes. E por muito pouco, ele colocou os quatro na Libertadores desse ano, que o Vasco poderia ter se classificado pela Copa do Brasil, o Botafogo caiu na fase preliminar, mas poderia estar na fase de grupos.
Então, eu acho que vai ser o primeiro grande teste para essa agência reguladora, digamos assim. Porque pode abrir um precedente muito perigoso.
Quem garante que amanhã se... Vamos imaginar que a Red Bull resolva comprar outro time. Eu posso também, então. Então ele vai ter lá o Red Bull Bragantino e pode ter o Red Bull Custod Cuiabá. Vou comprar o Cuiabá também. Red Bull Cuiabá. O RB Cuiabá. Então vai ter dois times. Como é que isso vai ser tratado, né? É muito delicado. Como funciona isso? Não sei se... Óbvio que você... Pô, você é um admirador, por exemplo, da Premier League. Você é conhecedor. Como é que funciona isso fora do Brasil? Existe algum...
Caso parecido. O exemplo atual que eu sempre tenho lembrado, com relação à recuperação judicial. O chefe Wendt joga a segunda divisão da Inglaterra. Ele entrou, lá tem um outro termo, claro, mas é o equivalente a uma recuperação judicial. O clube está quebrado. Quem jogou no chefe do Vinicius? Não, ele jogou no United. Ah, chefe do United. Esse é o Wendt, da Corujinha. Aí, o que aconteceu? De cara, 12 pontos.
Aí depois atrasaram o pagamento lá e tal. Mais seis. Dezoito pontos negativos. Isso para um time que está em recuperação de divisão. Foi rebaixado. Pela pontuação já caiu. Vai para a terceira divisão e vai tentar recomeçar. Você tem uma penalidade. Por quê? Porque se você está empurrando suas dívidas para frente, renegociando, você está ganhando uma vantagem em relação aos outros que não cometeram esse erro.
Então, por isso a penalidade, porque outras equipes estão disputando e elas não fizeram isso. Elas gastaram aquilo que elas podiam gastar. Do ponto de vista esportivo, é o mais justo. Aqui no Rio não tem ferpa financeira, não tem esse tipo de penalidade. E esportivamente no Brasil não acontece isso. O time dever pode dever o quanto for. O caso do Ranieri é um escândalo. O Corinthians contrata o Ranieri, não pagou o Cuiabá.
o Cuiabá, sem o Ranieri, foi rebaixado e o Corinthians foi pra Libertadores. Aí depois cai. Mas ele se classifica pra fase preliminar da Libertadores, com uma arrancada com o Ramon Dias. O Inter com o Thiago Mota ficou? Ele ia fazer dinheiro aí nesse... O Inter ainda quis lucrar na venda pro Santos. E o Inter, na verdade, não pagou o Flamengo, né? O Flamengo que fez uma composição pagou mais uma grana e trouxe o Vitão. Olha que loucura.
A gente esteve agora no Borussia Dortmund, assim, eu me lembrei disso agora aqui. O Borussia Dortmund vai às portas da falência também, né?
E seria rebaixado pra quinta divisão do Campeonato Alemão, assim, já. De cara, e aí dois, né, torcedores, a gente chama no Brasil de torcedores ilustres, né, chegam lá com um aporte... É um cara cabeçudo também. É, e meio que salva um clube da falência, mas aí ele começa ali de uma forma, na Bundesliga, mas aí seria a falência rebaixaria, né. É, como aconteceu com a Fiorentina, né, Fiorentina. Fiorentina, Napoli, o Rangers na Escócia foi pra quarta divisão. No caso da Fiorentina... É, o Ranger na Escócia foi pra... Que é um...
Sim, são os dois maiores, o Celtic. O que acontece, o clube quebrou, então ele recomeça, você recomeça aonde? Na divisão mais baixa. Então você volta lá pro primeiro nível e vai subindo. E o Ranger já teve o seguinte, quando ele tava na segunda, ele não conseguiu subir direto, ele teve que ficar mais um ano e era impressionante, né, porque o Ibrox, o estádio lá, de cinquenta e poucos mil lugares, todo jogo na quarta divisão tinha cinquenta mil pessoas, né? Ah, os caras eram mais que eu não. Os caras iam ver o jogo da quarta divisão.
Para subir degrau por degrau tudo de novo. É que isso nunca aconteceu. Não, aqui não existem regras para isso. Talvez agora, com a FEP financeira, a gente caminha nessa direção. Eu acho que isso, inclusive, é importante que as pessoas não entendem. Quando a gente fala da dívida do Corinthians...
Cara, é uma crítica construtiva. O caminho mais fácil para qualquer um de nós na imprensa é chegar ali e falar, não, ótima contratação, muito bom. Traz o Memphis. O Memphis joga a bola, claro que sim. Mas como é que um clube todo endividado tem um jogador mais caro do Brasil? Que ele era até a chegada do Neymar, a volta do Neymar. Então ele é o segundo mais caro. Não dá, cara. Não é o momento para isso. É o momento de você se organizar, se estruturar e não de trazer um jogador tão caro. Ele não consegue pagar, né? Aí tem dívida com o atleta.
Quer dizer, é uma situação desconfortável. O contrato do Benfim. E o que acontece? Até eu faço muito essa pergunta. É o maior salário do Brasil, né? Sim. Mas o salário do Brasil... Traz do Neymar, só. Os luxos... Tem o Neymar. Tem o Neymar. Ele foi esperado pelo Neymar. Tem muitas passagens garantidas para a Europa. É, ele tem bônus por assistência, por gol. E eu sempre pergunto para o São Paulino isso. Você quer ser Palmeiras ou quer ser Corinthians?
Porque o São Paulo tem uma dívida grande também, embora não seja tão grande como a do Corinthians. Escolhe aí, cara. Você quer ser Palmeiras?
Ah, mas teve o Paulo Lundob. Tudo bem, se você não tem o Paulo Lundob, você vai ter que se recuperar pelas próprias pernas, como fez o Flamengo. Sim, você não é ilustre. Então você é, exatamente. Mas o que você faz? Quer ser Corinthians? Vai na vida louca, contrata, contrata, contrata, e depois vê o que acontece. E o que acontece? O São Paulo ganha um título em 2023 na Copa do Brasil e depois disso? Não ganha 12 jogos do Palmeiras, não? É isso? Quer dizer, é que nem o Vasco com o Flamengo.
Não consegue ganhar do Flamengo também. Isso é normal, gente. Por quê? Porque esses dois se estruturam. Alguns de Vasco conseguem enfrentar. O Fluminense bate de frente com o Flamengo. O Corinthians bate de frente com o Palmeiras. Mas o São Paulo não consegue, como o Vasco não consegue com o Flamengo. Então, no caso do São Paulo, tem que escolher crescer da vida. Porque tem essa discussão, né? Alguns São Paulinos acham que tem que contratar e dane-se.
O Corinthians. Outros acham que não, que tem que tentar organizar o clube. Aí tem que ser como fez o Palmeiras. O Palmeiras quase foi rebaixado também.
2014, já era o sol. Não vai ter referência em gestão. Foi no último jogo. O Santos salvou e rebaixou a vitória. É isso aí. Agora, voadora aí no peito do like, vai mandando a sua opinião. Superchat é mais facilmente lido. A gente vai fazer uma curadoria do Superchat. Dá o like aí, porque tem uma baita audiência aí. Paulinho me pediu pra falar que numa das minhas perguntas que o áudio falhou, falhou, mas o Charla Podcast tem o maior áudio do Brasil, ok? É isso aí, show de bola. A galera entendeu o contexto, né?
Você vai mandar um Will Neymar, não? É. Ele manda assim, pô, todo mundo falando de Neymar e o Leymar não olha em linha reta, como eu disse. Vagabundo e vagabundo tá lá, né? Vagabundo tá lá. E o Maracob, o Neymar não consegue. Brincadeira da parte. É, brincadeira da parte assim, eu tenho dito isso. Pô, como é que é ser apresentador de programa esportivo? Eu falei, mano, eu estou numa fase muito fácil.
Você não precisa estudar, você não precisa... Você chega assim e fala assim, e o Neymar, hein? Você leva ou não leva pra cá? Você sai... Esse bobeiro deixa a galera se caindo na porrada, né? Você acha que ainda... Porque assim, eu achava que ele ia. Agora eu não acho que ele vai não, cara. O que você acha sobre o tema? Primeiro, o que você acha que vai acontecer pelos sinais de antelote e tudo mais? E a sua opinião, se ele deveria ir ou não, assim.
Ele não tem menor condição. Zero condição. Menor condição. Acho que o problema dele hoje é físico e técnico. Físico é óbvio, né? Tanto que ele tem controle de carga toda hora e tal. E técnico, você vê que nem pra bater uma falta ele consegue ser perigoso. Até movimentos que não demandam tanta parte física, né? Tanto da parte física, ele não consegue. Pega o jogo do Vasco, ele fez dois gols, um, o segundo foi um golaço. Quantos duelos ele ganhou?
contra os jogadores do Vasco. E era o Vasco pré-Renato. Era o Vasco com auxiliar. É, pós-Giniz e pré-Renato, com o Interino ainda, quer dizer, um Vasco... Lanterna do campeonato naquele momento. Tinha um ponto antes, não falha a memória. O Vasco foi uma crise danada. E aí ele faz os dois gols, ele tem qualidade. Tem um talento ali dentro guardado, né? É. Mas colocar pra fora esse talento tem que estar bem tecnicamente e fisicamente.
Acho que ele tá mal nas duas. O último lance do jogo contra o Corinthians foi uma falta, né? Um dos últimos lances.
A expectativa toda, ele batia bem em falta. Bateu bizonhamente. Então, assim, ele perdeu a passada. É uma pena, porque é um talento muito grande. Eu sempre digo o maior desperdício de talento do futebol mundial nas últimas décadas, porque ele era para ser um dos maiores. Eu acho que ele... Na Muntes, ele chegou a ser o melhor do mundo na temporada. Em 2015, que ele era apontado. Foi o melhor momento dele. Ganhou a Champions, foi o artilheiro da Champions, junto com Messi e Soares.
naquela final ele fez gol, inclusive, contra Juvenus lá na Alemanha, em Berlim. Eu estava lá. Eu estava lá, né? E ele estava voando. Aí você imaginava, cara, depois do Cristiano e do Messi, esse cara vai ser o maior. Só que quando ele vai para a França, tudo desandou. Então eu acho uma pena.
Mas eu acho que ele não tem condição de jogar uma disputa, uma competição em alto nível. E o Brasil, você vê, semana passada agora, para quem está assistindo no futuro, estamos gravando hoje, é 25, né? 25 de março, de 2026. Na semana que passou teve Champions League.
Na terça-feira, vitória do Real Madrid contra o City, Vinícius Júnior decidiu. No dia seguinte, goleada do Barcelona, Lucas, o Rafinha. Dois gols, duas assistências. Esses caras são titulares absolutos, acho, da seleção brasileira. Eles jogam com três ou quatro atacantes. Tem outros bons caras ali pra colocar. O João no Chelsea está pra frente também. O João Pedro. Tem vários bons jogadores. E o Igor Jesus não tá na seleção. E todos jogando nível alto.
Jogando em campeonatos difíceis. Enfrentando os maiores defensores do mundo. Pô, o Hendrick, pô.
Eu nunca entendi o Ender não ser convocado. Até sem jogar o convocador. O centroavante que melhor rendeu na seleção. O maior erro do Durival. Tem vários jogadores muito bons. Então, para levá-lo, você teria que sacrificar um deles. Que pode ser uma injustiça. E eu acho que ele não consegue. Infelizmente, ele não consegue. Claro que pode acontecer, como foi contra o Vasco. Sobrar uma bola e tudo.
Não faz sentido. Não vai levar pensando assim nulo. Ele só vai levar se ele achar que o Neymar pode ajudar ele na Copa. Nem uma reserva, né? Tem uma questão que é assim, personalidade do jogador, né? Alguns jogadores, quando vão ficando mais veteranos e não conseguem ter o mesmo rendimento, eles aceitam ficar na reserva e colaboram com o grupo. Ou mudar de posição até. Exato. Se não mudar de característica. Eu não sei se o Neymar teria essa paciência. Será? Imagina, Brasil e Haiti. O Brasil ganha de 4 a 0 e ele não entra.
nem contra o Haiti. Sei lá, cara, como seria no grupo isso. E tem uma outra questão. Muitos jogadores jovens não têm como grande ídolo. Então, a relação é uma relação diferente. Eu acho que o técnico, ele está agindo com astúcia. Ele não descarta, porque se ele descartasse na convocação de março, dois meses de encheção do saco. Ele não vai colocar, então ele vai adiando, adiando e coloca assim. Depende dele. Se estiver bem, eu levo. Mas ele nunca está bem.
bem, bem, bem, nunca está tem momentos assim muito fez gols contra o Juventude fez gols contra o Vasco, o Juventude um time rebaixado, o Vasco era do Lanterna, olha só e nos grandes jogos, mais difíceis ele não se destaca, ele vai levando, quando chegar na hora H, da última convocação que é maio, ele vai dizer, olha
não dá pra levar, gostaria muito, mas não vai dar pra levar são 12 jogos ou 14 são 12 pra ele, são 14, mas ele joga na grama sintética vai dar mais ou menos isso aí se ele for poupado também, meia no jogos aí já tá perto da Copa
Aí vai se falar o quê? Copa do Mundo, vamos embora, vamos pro pau. Agora, claro, que se o Brasil perder, os atacantes jogarem mal durante a Copa, vai ter gente que vai ficar lembrando. Mas eu acho que não dá. É difícil que não há um paralelo, assim. A gente pensa em, por exemplo, muita gente, ah, não, o Romário não foi convocado em 2002. Eu tive a preocupação de dar uma olhada nos números. Era o Romário velho, mas ineficiente, né?
Um gol por jogo. 44 jogos, 42 gols. Teve algum problema ali dentre eles ali. Teve alguma outra razão que nunca ficou 100% clara. Tecnicamente, não se compara aos momentos. Até porque... O Ronaldo não vai. O Ronaldo meio que... Acho que ele restreia no Amistoso antes da Copa. Não me lembro bem, mas...
Mas ele não tem essa questão do Ronaldo estar jogando, estar mal, né? O Ronaldo foi uma aposta do Escolar, né? Uma aposta de jogá-lo na Copa e... Só vou ter ele na Copa, vou ter o Leandro e vai apostar. Mas assim, então... De estar um cara tentando jogar... Eu sempre digo com cuidado de falar isso, porque aí... É... Vem tudo em torno e tudo que se fala do Neymar... Você tá falando isso... Mas assim, o que a gente olha...
Eu sempre lembro do Ronaldo. Não é a primeira vez que a gente passa por isso. O Ronaldo vinha de uma série de conclusões. O técnico olhou, conversou, enxergou e sabia que não ia ter o Ronaldo jogando minimamente antes da Copa. Eu tinha que confiar que na Copa, para começar a Copa, ele vai estar entregue para trabalhar em campo. Mas antes você não vai ver. Mas o cara apostou muito também porque eu lembro bem, a postura era outra.
E a postura era outra, né, Mauro? O Ronaldo, você não viu o Ronaldo. O Ronaldo sempre foi um cara...
que teve fama de gostar da vida. Mas ele estava ali, focado. O Ronaldo, ele teve lesões graves e ele se destacava por sempre conseguir voltar. É. Lesões gravíssimas de uma medicina que não era nem a de hoje. A medicina é daquela época, que está sempre evoluindo. Ele sumia. Lesão gravíssima de joelho. Ele sumia, ficava fazendo uma recuperação. E ele voltava sempre, ele voltava sempre. Ele tinha 25 anos na época da Copa do Mundo, 2002. Também. É uma diferença também considerável. Ele ainda estava...
caminhando para o que seria o auge dele 27, 28, 30 ele era bem mais jovem então assim, acho que são situações diferentes e o futebol também é diferente, o futebol cada vez mais físico mais rápido, muito intenso é, fala-se do Neymar enfrentando as principais defesas da Europa assim como seria, né? acho que se ele tivesse minimamente no campeonato paulista ele não conseguiu se destacar tremendamente o que ele fez? e assim, outra coisa, pergunta que sempre pode ser feita qual a Copa do Mundo que ele foi decisivo?
Eu acho que a primeira, que era uma surpresa, só tinha ele mesmo no Brasil, ele foi levando ali, mas nem digo que ele levou sozinho, mas acho que ele... Ele teria sido na última. Ele vai levando, né? O gol desse o que ele faz, depois o Brasil toma um gol. É que ele tentou a Copa inteira fazer aquele gol, né? É. Às vezes não passava a bola pros outros e tal, até que fez o gol e não adiantou nada. 18 não teve. Aí tem outro erro ali, né?
Ele é um ótimo batador de pênalti, ele era o último a bater, ele não bateu. Tinha que ser o primeiro, pô. E não o último, né?
O melhor batedor tem que ser o primeiro a bater. Porque ele já sai na frente, pertinho do princípio de que esse cara dificilmente vai errar. Aí o Rodrigo perdeu um pênalti e ele não bateu. Se o Leibar tivesse conseguido mostrar uma sequência nesse início de ano e tivesse... Assim, se colocasse a série de...
Estou jogando, seguidamente, conseguisse uma vaguinha nesse semestudo, já que vai ter que contar a França. Ali era uma chance, ele consegue jogar, entrar, participar do Ancelotti, ver o dia a dia dele. Mas nem isso, né? Porque eu acho que esse jogo agora, França e Croácia, eu acho que ali vai definir tudo. A última dúvida do... Pra mim, a última dúvida do Ancelotti vai ser ali, o que ele tem ainda em dúvida. Porque são dois jogos...
pesados, né? Você tem uma croça aí, foi chata com a gente. Eu acho que além de... Além dos jogos, assim, eu acho que alguns jogadores que ele chamou, eu entendo que é também pra ter convivência, né? Porque o técnico de seleção, ele falou sobre isso na coletiva, na última. Ele, geralmente, ele quer o quê? Ele quer também ver como é que é o dia-a-dia com o cara, né? Pô, esse jogador aqui, eu acho que eu vou colocá-lo pra jogar em tal função, pra fazer tal papel.
Você só vai saber conversando com o cara, trabalhando com o cara. Não, o cara não assimila, ou o cara não tem boa vontade, só quer jogar na dele. E grupo também, né? Como é que ele é com grupo, isso tudo. Então, assim, além do campo, do jogo, tem a convivência, os treinos e você conhecer o jogador, saber o que ele pode te entregar.
Porque se você observar, é uma coisa, conviver é outra. De repente o cara não consegue fazer, não demonstra boa vontade de jogar numa outra função. E ele tem um plano de jogo dele que é diferente do plano de jogo do técnico do time onde joga esse determinado jogador. É uma outra situação. E assim, ele não ter ido também jogar em Mirasol foi um negócio... Também, né?
O cara foi lá pra Mirassol, meu irmão Fez a conexão Canadá-Mirassol Brincadeira isso aí, né Aí o cara do outro aparece Pô, aí é Nada contra Mirassol Mas pro Canadá-Mirassol é de bom Provavelmente é a primeira vez que essa conexão foi feita Ele abriu uma nova rota aérea
É uma rota aérea inédita. A gente não vai para o Mirassol, mas não vamos no Canadá. Vamos para o Canadá, Mirassol? Mirassol com conexão no Canadá. Toronto, Mirassol. Agora, Mauro, duas questões em relação à seleção. Essa questão do Neymar vai ou não vai, vagabundo tá lá e tudo mais, né? Popularizado pelo... Mandar um abraço para o Wallace Bosch. Boa, tudo bem, Wallace.
E eu acho que, mas o que mais impressiona, se você pergunta pros jogadores, não sei se te incomoda, me incomoda sim, tá bom, mas não vai, ok? Ok, ok. Quem é o cara que vai chamar a responsabilidade? Porque o Romário não foi em 2002, mas você tinha rival do Ronaldo e mal ou bem o Ronaldinho, que muita gente critica do Ronaldinho na seleção. O jogo da Inglaterra ele bota no bolso, depois é expulso no final, mas assim, ele...
Decide. Os lances decidem ali, né? Os dois gols são um dele e o outro um passe nele pro gol do rival. Assim, falta isso? Você falou Rafinha, Vini Jr. Cara, os caras é alto nível na Europa. Porque você pergunta aos caras e eles querem o Neymar lá. Meio que assim, cara, esse é o cara que vai decidir. O Neymar é ídolo deles, mas eu perguntei qual a Copa que ele foi decisivo, qual o jogo que ele foi decisivo, além de Vasco e Juventude.
Mas os outros também ainda não, né? É, mas até 2002 o Ronaldo não tinha sido tão decisivo, até que foi feito uma Copa boa em 98, mas...
decisivo, decisivo, ele foi em 2002. Tudo tem a primeira vez, né? Eu acho que os jogadores de ataque que têm obrigação, é muito forte, mas que teriam essa missão de protagonismo são Rafinha e Vinícius. O Rafinha não é o Rafinha da Copa Passada. O Rafinha deixou de ser um jogador gelado para ser um jogador que trabalha mais livre e ele melhorou absurdamente. É um jogador muito melhor do que era na outra Copa. Eu vejo dessa maneira.
O que ele cresceu é absurdo. E o Vinícius também é um jogador melhor, né? O Vinícius... O Vinícius tem marcas absurdas. Ele não é um centroavante, né? Ele nem finalizava bem. O que também eu acho engraçado, né? Viu? Ele sai do Brasil e aprendeu a finalizar. Cara, você é com 18 anos, pô. Você é com 18 anos que o cara tá pronto. É, foi comprar com 16. Vale pra ele e vale pra vários outros. O cara sai com 18 anos. Completou a maioridade, nem se alistou ainda.
O Brasil já tá indo embora. Então, é claro que ele vai amadurecer. Ele vai se aprimorar lá fora. Se ficasse no Brasil, também poderia evoluir.
lógico que sim, porque se for bem treinado, tudo, se dedicar então hoje ele faz muitos gols, ele tinha de fato uma dificuldade nos arremates e está acostumado a ser protagonista, inclusive em coisas além do futebol então acho que o Vinícius hoje ele tem personalidade já criou a casca criou a casca, agora
Eu acho que ele e o Rafinha são os... Além deles, tem outros jogadores bons. Muito bons, que vão ajudar, que podem ajudar, né? Aqui te lembra rapidamente, eu lembro do... Certo aqui o Estevam, o João Pedro e o Hendrick. Eu acho o Hendrick ótimo. Eu nunca entendi o Hendrick ficar fora da seleção. É um cara de personalidade, eu acho o Hendrick. Ele é decisivo, né? Sim.
Ele entrou na seleção contra o Inglaterra, barulho, espanhol, ele ganhou um campeonato pro Palmeiras, né? Ganhou, pô. Aquela virada do Botafogo, todo mundo vai na história dele da virada, a história dele que ele ficou puto e ele achava que o grito de campeão era o Botafogo antes desse campeão. Era pro Bartem, né?
É o Lucas Vertaio. Ele ouviu o campeão na arquibancada e virou... Isso é difícil acontecer hoje em termos de personalidade. Outra pergunta. E o Lucas Paquetá, Mauro? Tu acha que vai estar na Copa? Eu acho que ele vai levar. Eu acho que ele vai levar.
Mas só acho. É só um palpite. E me estranhou, ele, assim, é a penúltima, né? Ele não tá lá, assim. Alguns jogadores, ele já sabe como ele pode escalar e como ele pode contar, né? Eu acho que ele fez vários problemas. Gabriel Sara, será que vai? Mas ele quer ver como é... Talvez até pra ter opções em eventual lesão. Lista larga. Tem isso, na última hora, às vezes o cara se machuca e tal. Eu tenho outros jogadores com os quais eu posso contar.
Eu acho que ele vai levar. Eu também acho. Eu acho que ele vai levar. Como o Rubro Negra, eu tô espanhando ninguém.
O problema é que não vai só pra seleção brasileira, né? Não, ninguém. Por Uruguai. Por Uruguai é de uma galete, cara. Eu acho que hoje muitos torcedores pensam assim, né? Não convoca ninguém do meu time. Deixa os caras aí. O Biel Samo é os caras. Ele moeu os caras na Copa América, mas já na Copa do Mundo. Pela Cruz voltou. Estrupiado. Ele chamou a galera toda. Palmeiras e o Flamengo.
Todos eles estão lá. Até o Vinha foi convocado. Até o Vinha. O Vinha não está bem no Rio. Foram dois jogos até agora com o Cudê, que é o novo técnico. Os dois ele ficou no banco. Um ele nem entrou com o Sarmento. O outro foi contra o Estudiantes de Rio Quarto. No final de semana passado ele jogou 15 minutos. Ele não tem nem jogado. Bom, você fala disso. Daqui a pouco, mais ou menos, separar um capítulo com o Mauro sobre futebol argentino. Tem, antes de acabar. Mauro tem bom conhecimento. Esse, aquele...
Barracas? Agora show de times nobres. É, então, por causa do movimento do TAP. Barracas é o time do TAP. É o time do TAP. Barraca é central. Você já foi lá? Fui. E agora apareceu o Platão. O estádio é todo reformadinho, tá tudo bonitinho, todo direitinho e tal. Um time que quase não tem torcida. Como é que consegue fazer isso, eu não sei lá, mas o TAP tem poder. É o do cara, né? Esse aí também. O Libertá, que era do Nicolás Leões a vida inteira. A serviço estava ali.
Mas daqui a pouco a gente vai falar sobre isso Eu queria saber se você citou o Vinícius E eu ouvi, eu não vou lembrar agora Desculpa pra dar o crédito Eu não vou lembrar quem foi que levantou essa discussão Numa resenha dessa, não sei se foi televisão ou na internet Assim, que o Vinícius hoje A pessoa tava dizendo, né Gente, o Vinícius hoje, ele Não sei se foi você, eu não lembro qual pessoa Gente, o Vinícius hoje
As pessoas não realizam isso. Tem uma dificuldade no Brasil de realizar o tamanho do Vinícius. Mas o Vinícius hoje, por exemplo, ele já é maior do que o Neymar na Europa.
O Mulebo Krokin foi que levantou essa discussão. Ele citando, o Vinícius é duas vezes campeão na Champions, o Vinícius já tem... Protagonista. É, então, ele já tem gols nas duas finais. Gols nas duas finais. Gols nas duas finais. Ele tem um número de gols em mata-mata, absurdo também. Acho que nos últimos quatro anos ele faz gol das oitavas, as quatro, as sete. É o que se errou do Manchester City. É, ele tem muito número pesado, principalmente na Champions. Já é campeão espanhol. De fato, ele já é maior do que o Neymar na Europa?
Eu acho que em termos de títulos, assim, de conquistas, sim. 25 anos, né? O Neymar, ele sai na hora errada, né? Se ele fica no Barcelona, esses números seriam muito mais expressivos, né? Quando ele vai pro PSG, é um PSG tentando virar um time, né? E demora isso aí, né? A coisa não funciona. Ele também não foi bem, se machucou muito.
ficou fora de muitas partidas. O Vinícius tem uma carreira, acho que, mais linear, né? Que está lá no Real Madrid, se renovar e continuar, ele vai continuar fazendo sucesso, né? E evoluiu muito, né? Ele evoluiu muito em todos os sentidos, né? O Vinícius evoluiu não só jogando, mas com muita maturidade, coragem para tomar as posições que ele toma, né?
que não é pouco, e lidar com toda não só o racismo, o racismo e também aquelas coisas, né ele provoca, ele não sei o que, porra provoca é do jogo, porra provocação não dá direito de alguém ser racista você pode provocar à vontade, né do limite da civilidade, porra
Agora, a ofensa racista É outra coisa É crime, são coisas diferentes Ah, aquele rebolou Dançou, pode dançar Então vamos punir retroativamente O Roger Milá, que rebolou Dançando ali na Copa de 90 Júnior é um capacete contra a Argentina Em 82 Então o Júnior vai ser punido porque ele sambou O golaço que ele faz contra a Argentina na Copa do Mundo Dançar pode é legal Racismo é crime
A diferença é um abismo de comparação. Nesse episódio mesmo, quando ele fez agora o gol contra o Manchester City, ele fez o chororô, né? Por quê? Porque eles fizeram lá um bandeirão, para de chorar, não sei o quê, porque ele não tinha sido escolhido, foi o Rodri, né? Naquele prêmio lá que é o melhor do mundo. Ele falou, ele fez o chororô, é do jogo. A torcida inglesa o provocou numa determinada situação. Quando teve a chance, ele falou, deu o troco. Isso é do jogo.
Isso é legal, isso aí é o Gabriel Barbosa, o Gabigol, sendo provocado para a torcida do Atlético, mostrando a tatuagem da taça que ele ganhou em cima do Atlético, fazendo o Libertadores, que ele fez o gol, comendo o biscoito que jogaram no campo, o bolo, sei lá que diabo era aquilo. É, fez um quilo, comeram e jogaram a cadeira nele. É, isso é do jogo, provocação que faz parte. Enfim, ele, acho que ele demonstra muita personalidade nisso, ele não baixa a cabeça.
Ele não baixa a cabeça, eu acho que ele está mais preparado de fato, para ter esse papel de protagonista, sim.
Ele pode ser o nosso, a aposta brasileira pra... Quem o Brasil pode... Quem pode ser o cara do Brasil na Copa? É o Vinícius? Eu continuo achando que ele e o Rafinha são os caras mais decisivos. Mas pode chegar na hora o Hendrik fazer gols importantes. O Estevam, teu talento tá absurdo. O Estevam pode ser o cara também. A mim, nesse momento, o que melhor rende na seleção é o Estevam. Melhor jogador que... Ele tá machucado agora.
Carregou o time do Palmeiras um bom tempo também, que o time coletivamente tava...
rateando e ele resolvendo muito o jogo. Um 17. Um garoto fantástico. Eu confio no nosso ataque, eu confio, assim, na qualidade do ataque. Agora, às vezes, o time vai estar organizado, né? Mas o ataque é pesado. Agora, Mauro, coisa que me dói no coração, eu vou perguntar a sua opinião, todo mundo, enfim, tem opiniões. O que, na sua visão, pelo que você recebe informações, pode acontecer com o Botafogo? Daqui pra frente, assim.
O caso do Botafogo, assim, existe uma situação, eu falava isso desde a época lá com amigos botafoguenses, gente, o Botafogo vai ser campeão antes dos títulos.
Tem tudo para ser campeão. Tem que comemorar ao máximo. Não estou dizendo que não tem que comemorar. Pelo amor de Deus. Aproveita e comemora bastante. Mas tudo isso é muito esquisito. Porque o Botafogo montou um elenco caríssimo. E você vê o faturamento do clube, a capacidade de arrecadação do clube é desproporcional.
E a gente sabia que o dono da SAF não é um milionário excêntrico colocando dinheiro, tem dinheiro de investidores. Essas empresas que tomaram o controle da holding, inclusive, dele. Essa coisa toda, da Eagle, que era a Iconic e a Ares Management, que tomaram a Eagle dele lá fora. Ele perdeu o controle do Lyon, o Molenbeek, os times que ele tinha na Europa. A resposta padrão é, ah, isso não importa. Se eu for campeão agora, e depois também o que eu vivi, vale tudo. Rolou um negacionismo na galera. E o que pode acontecer agora?
O Botafogo pode, sei lá, pode perder jogadores. A dívida é muito grande. Tem vários clubes que não receberam pelos atletas. Estava lendo a matéria antes de vir aqui gravar com vocês. O GE, né? O GE está lá. Não pagou a Almada, todo, né? Deve uma parte, pagou a somar outra. Não pagou o Betis lá pelo Luiz Henrique. Não pagou o Montoro ao Vélez Sarsfield. Não pagou ao Zenit, pedaços, né? Pelo Arthur.
Vários jogadores, quer dizer, como é que vai fazer? Vai tomar transferban e sem transferban? Como é que vai sair disso? Esse empréstimo também que foi obtido para pagar parte do Almada a juros altíssimos. Então, eu acho o futuro bem nebuloso, bem nebuloso. Mas não é uma coisa surpreendente. Quem leu as matérias do Lúcio de Castro, publicadas em 2024, desde 2024, e a Botafoguense ficou preocupada.
porque tem todo o histórico do dono da SAF e de outros negócios, tudo que o Lúcio relata ali com publicações de documentos, com muita consistência. Então, eu acho bem preocupante a situação do Botafogo, bem preocupante mesmo. Você falou da questão do fair play financeiro e tudo mais, não acontece de um time ser rebaixado por conta de dever, no Brasil, isso não sei se acontecerá daqui pra...
deveria, através da instalação de um Fireplay financeiro, isso passar a acontecer no país, é que até hoje não, assim. Mas é difícil tu imaginar, assim, que no segundo semestre o elenco seja... Exato, né? Depois da Copa começou o elenco do Botafogo, o elenco vai abrir uma janela...
De repente vai ter que fazer o quê? Danilo, vai para a Copa, por exemplo. Negociar jogadores para poder pagar algumas contas, conseguir pagar salário. Então, assim, é bem preocupante. Mas não é surpreendente. Acho que esse é um ponto que você... Ninguém pode falar assim, ah, eu não imaginava. Então, porque você não quis se informar, porque as informações estavam lá. Deixa um paralelo com o que aconteceu com o Vasco, seja possível ou não, assim... Eu acho que é pior, porque a dívida é maior, né?
A dívida é maior. E o Vasco é um clube com potencial de arrecadação maior que o Botafogo. Tem mais torcida, é uma torcida mais nacional. Então, na época, quando o Lúcio publicou as matérias, até alguns colegas jornalistas de outras áreas, botafoguenses, ficaram na bronca. Teve gente mandando em direta, atacando. Foi após uma vitória contra o Flamengo. É, aí é que, de novo... Porque o cara é Flamengo, pelo amor de Deus. A gente falou que o Flamengo foi o...
uma vitória do Botafogo contra o Flamengo eu lembro que a gente estava no nosso programa de debate eu lembro que a gente falou assim, gente na época invadiram o nosso chat pra falar, pô, que absurdo vocês não vão acreditar que o Lúcio após a derrota do Flamengo seis da noite sentou produziu aquele caralhaço de conteúdo pra publicar de manhã na segunda-feira porra, ele estava fazendo isso aí há muito tempo lógico, evidente
Mas é isso, de novo a questão da terapia. O cara não quer saber a verdade, o cara não quer ser alertado, ele quer viver a fantasia. Ele quer que o time dele se dê bem. Quer ser feliz com o time dele. A qualquer custo, agora tem um custo, né?
Eu sempre comparo essa situação do Botafogo àquela história de vender a mão ao diabo, né? Você vai ter tudo o que você quer. O que é o que eu quero? Eu quero um iate, eu quero o carro mais caro do mundo, eu quero as melhores roupas, um relógio de um milhão de dólares, morar num palácio, frequentar as festas mais sofisticadas, comer dos melhores restaurantes, andar em avião particular, eu quero tudo isso. Encher, encher. Mas um dia vem a cobrança ali.
um dia vem a cobrança essa é a questão porque é tudo muito rápido o time andou na segunda divisão de repente como é que funciona isso? vamos puxar para o torcedor, eu vivi isso com a ISL uma hora vai lembrar
O Odimundo, presidente, surge. Eu lembro que eu assinava a revista do Flamengo, que o Flamengo produzia. Aí vem a capa da revista, em janeiro de 2000. Assinatura do ESL e, assim, Batistuta, David, Luiz Henrique.
eram quatro meias da Europa, assim. Isso é possível hoje pro Flamengo. Aí tem tudo pra cima. Então assim, você é torcedor, eu comprava lance. Não foram esses caras, mas contrataram. Gamarra, Petcovici, Denilson, Alex, Edilson. Uma turma... E não andou. Pelo contrário, esse ele acabou. Era Grêmio e Flamengo. Cara, então, eu tenho comparado essa situação não a do Vasco, se tem a 777, mas não é isso.
Parece que é o Vasco com o Eurico, só que muito condensado, entendeu?
Por exemplo, Vasco, ele vai construindo a trajetória vitoriosa ao longo dos anos 90, né? Acho que o auge do Eurico, ele é o ano 2000. É que ele já vem campeão brasileiro, libertadores como vice de futebol. Que é quando ele carimba o SBT na camisa e tem, porra, o Vasco é engedo na Sapucaí. Aí o Vasco tem os atletas olímpicos da Olimpíada de Cid, né? Assim, é um, né? E dali pra frente são 26 anos de fim.
Acho que o que é parecido é... O antes são 10 anos... A mosquinha do poder. Bota foi isso aqui. Assim, 3 anos pra...
E na época já começaram a surgir os atletas olímpicos processando o Vasco, porque não recebiam. O Vasco tinha lá o Bank of America, mas o Vasco não investiu em estrutura, em CT, nada disso. Aliás, o futebol do Rio passou muito tempo preso a essas ideias, e por isso ficou um tempo defasado em relação a São Paulo. Centro de treinamento é um termo que não se utilizava no Rio de Janeiro. Nos anos 90, no começo...
Os times daqui já tinham CT, o São Paulo tinha, o Palmeiras estava montando dele, depois virou do Corinthians, do Santos, e o Rio ninguém tinha. O Flamengo tinha lá uma tal de Flabarra, né, que era alugado, que era um campo lá, depois virou Vasco Barra. É um campo pra treinar, não tinha uma estrutura de um centro de treinamento, era uma coisa meio improvisada ali, totalmente improvisada, aliás. Eu comorrei muito Ninho do Urubu no início.
É, não se falava sobre isso. Dois campos e lama. Tudo muito precário, absurdo. E ali não ia ter o mérito do Luxemburgo de ter enchido o saco de ir pra lá. Não, quando ele falou, faltava bola, tinha razão. Se não for pra lá, nunca vão abrir o olho pra fazer algo. De novo a terapia. Ficaram com raiva do cara, ele tava certo, porra.
Ele tava certo. Ah, vem aqui falar mal. Mas a estrutura não é boa, pô. Vai falar o quê? Que é legal? Não, não é legal. É ruim. Não tinha o mínimo, pô. É, o Rio tinha a cultura de bota dois campos aí. E aí a gente fica num canteiro de obra com dois campos. É Maracanã. A muleta do Maracanã, que também ferrou a gente aqui há muito tempo. Até o Maracanã. E trazer jogador. Jogador. Pô, pergunta sobre isso. Você falou do Rio agora, assim. Bairrismo na imprensa existe ou não existe?
É. Em toda parte. Muito? Muito. Você sentiu muito isso aqui, enquanto vim pra cá? Pra cacete, no começo. Porque eu vim pra cá em 93, então era bem pior que hoje. É, o que se discutia, eu lembro muito das questões... É pré-internet, isso aí. As questões da Copa de 94, né?
Assim, era muito claro ali, acho, a rivalidade Rio-São Paulo ali. Zagalo e Parreira do Rio, tudo mais. A gente vai conversar essa semana de forma separada, né? Com o Trajano e com... Com o Juca. Pra gravar com ele. É, aquilo vai ser junto. É muito legal, é. Porque eu lembro bem que, no início, Trajano era do Rio, né? Mas depois trabalhava muito tempo aqui em São Paulo.
eles batiam muito tinha aquela lança do cartão verde com o Flávio Prado o Fúrio o Trajano e era uma parte muito crítica em 94 assim do jeito do Brasil jogar crítica ao pachequismo do Zagalo aquela coisa toda meu pai sempre fala com raiva assim não sei, não vou me lembrar o Jair e alguém depois do título do Brasil elogiou o Maurací Santana porque era o preparador de São Paulo
Trabalhava em São Paulo, lembra onde Moraci? Isso eu lembro do capítulo final do Amíso do Vale. Em 94, alguém elogiando o Moraci mesmo. Mas o Brasil teve paparofísico elogiado. Graças ao Moraci, porque a final foi prorrogação.
Eu lembro do Kifuri, puto da vida. Os pênaltis, preferia perder. Mas eu entendi que os caras também eram muito machucados com 82 também. Onde o Brasil jogou o fino da bola e não ganhou. Então eu acho que aquele olhar, que pra mim é a Copa que eu me amarro, 94. Mas pra aquela galera que viu 82, o Brasil jogando no futebol, podia ter ganho a Copa jogando no futebol bonito e tudo mais.
incomodava ver um Brasil mais pragmático, né? O Brasil ali, pô, se defendia e bola no Romário e no Bebeto pra definir. Queria ver mais jogo, o Brasil empatar, ganhar nos pênaltis, na final de Copa. Aí eu fui entendendo que os caras tinham aqui, assistindo o que tinham assistido em 82 e tinha um pouco ali de... Pô, não gostava do que estavam vendo, né? E aí descia a lenha também.
É, mas você acha que tem o bairrismo até hoje? Tem em toda parte, tem de lado a lado. De lado a casa, daqui pra lá? Não, no Brasil inteiro, né? Você vai encontrar, vai encontrar bairrismo, acho que sempre vai ter. Eu acho que antes era pior, porque havia um distanciamento maior, a internet aproximou, então hoje você ouve mais falar dos times de outros estados, independentemente de onde você esteja. Antes não, a coisa era mais distante, né? E Rio e São Paulo, lá no passado então, era um bairrismo muito maior.
Por exemplo, o Zico era chamado de jogador de Maracanã. Ele vem aqui e metia gol nos caras direto. 4x3 no São Paulo, 3x2 no Guarani. Naquele time fortíssimo do Guarani. Isso eu ouço. Se vai começar algum professor na imprensa daqui, falam isso até hoje. Que viram o Zico. É, isso falavam e tal. Bobagem colossal. Mas isso ainda existe. Eu fico até à vontade de falar porque eu estou aqui há muito tempo.
E eu sou de lá, então eu sinto pelos dois lados. Também percebo isso às vezes partindo do Rio de Janeiro. Às vezes um barris meio bobo também, atacando, por exemplo, a cidade. Ah, não sei o quê, por exemplo. Ah, o lado feio da Dutra. O lado feio da Dutra é o lado do Rio de Janeiro.
Pega a estrada de lá para cá, de lá para cá, você vai ver o lado mais feito no Rio. Não é isso? Quer dizer, o que tem a ver na discussão de futebol você falar das belezas do Rio, como é que é? Cada cidade tem a sua característica, tem as suas qualidades e defeitos. Isso é uma bobagem, isso é uma besteira colossal, entendeu? Então, até isso se mistura para você poder atacar um ao outro. Então, assim, acho que tem de lado a lado.
Como eu imagino que, de repente, deve existir lá na rivalidade dos times do Nordeste, né?
você pegar a impressa do Rio Grande do Sul, houve algumas coisas também sem sentido, com relação ao futebol do Rio, de São Paulo. Eles falam do eixo, né? É, esse papo de o eixo, o eixo. Em Minas tem muito isso. Não, porque o eixo, aí quando você fala do time do estado dos caras, os caras falam, ah, você não sabe nada. Quando falam, só falam do eixo. O que você quer, meu irmão? O que é que fala do seu time e não quer? Se fala, reclama que não conhece.
E é outra bobagem, o cara acha que por você não estar naquele local, você não tem informação.
Amigo, em 2025, você acha que não tem informação? A gente tem informação sobre a Premier League, sobre o campeonato espanhol, não vai ter sobre um outro estado brasileiro? Claro que tem. É só você querer se informar. É isso. Não sei, Guilherme, eu te lembro do negócio, esqueci. Não, eu vou perguntar do futebol argentino pra ele, que outro dia eu descobri que é melhor ser nono no campeonato argentino do que ficar em quarto.
São as politicadas lá do TicTapia, né? Tem um monte de mudanças, né? O TicTapia, ele está muito poderoso, é questionado lá na Justiça, por algumas questões, se pode dizer irregularidades. Cara, esse cara, ele tem uma trajetória curiosa, porque ele chegou ao poder lá na AFA, meio que havia um vácuo no poder, assumiu e fez as suas articulações com os clubes e consegue...
Se manter hoje muito poderoso. Politicamente, ele articulou de uma maneira bizarra. No ano passado, ele fez um negócio terrível lá. São dois campeonatos, né? Então, explica aqui. Apertura e clausura. É difícil demais entender. Tem a fase de classificação, mata-mata, como era antigamente aqui. Só que são dois. São dois no ano. São dois no ano. Apertura e o clausura. Então, tem dois campeões por ano. O Rossário Central foi o time que mais pontuou ao longo do campeonato.
E essa pontuação conta para classificar para a Libertadores. Mas não tem taça de campeão. Eu vi isso. São dois campeonatos diferentes. A pontuação anual vale para qualificar para a Sul-Americana e para a Libertadores. Não tem taça. Aí, do nada, ele chegou e falou, não, como fez mais pontos aqui o Rosário, então vamos dar um troféu de campeão argentino.
E deu o troféu. O primeiro do Ligemaria. Aí houve o jogo contra os estudiantes, depois que queriam que fizesse o passilho, os jogadores aplaudirem o campeão entrando. É, tem essa tradição lá. E os jogadores dos estudiantes não o fizeram, viraram de costas. E depois, por acaso, o estudiante foi campeão do clausura, que ainda estava em andamento. Até ganhando o Racing na final dos pendos, no finalzinho do ano passado. Então, assim, ele hoje é um cara bem poderoso lá na Argentina.
E eu diria que ele não é exatamente o dirigente que faça o bem. Pelo contrário. É um cartolão. Articulador político. E tem uma força muito grande junto aos clubes. E foi campeão do mundo.
ele foi o cabelo do mundo e esse muito graças ao Messi que blindou o técnico o Scaloni e eles se fecharam ali, houve um momento inclusive que eles brecaram essa coisa de vários cartolas ali seguindo, tudo, o grupo mesmo se fechou com o treinador e deu certo se deixar se por conta do tic-tac eu acho que não daria certo não o mata é mata, não é mata-mata é mata-mata, quando vai pro playoff da Argentina paste paste
É um jogo só. É um jogo só, né, então. A gente tava fazendo sorteio da Libertadores e tanto do Sul-Americano quanto da Libertadores parece que teve uma inversão, né, você vê?
o River, por exemplo, o Racing, o San Lorenzo, o San Americano. E você vê uma série de argentinos menores, o Barracas, o Platense, outros ali. O Independiente, como é que é? Mas esses times se classificaram, né? O Rivadavia ganhou a Copa Argentina, venceu o Argentino Júnior na final. O Platense foi campeão do Apertura e eliminou Racing, Boca, bateu um por um. Esse formato de mata...
Acho que ajudou a surgir o aleatório para dizer mais também. O Platense jogou tudo fora de casa e foi batendo um por um. Ganhou todo mundo. E ele nunca tinha um mando, porque ele tinha campanha inferior. Então ele foi ganhando como visitante até ganhar o time. Mas já não é mais esse time que ganhou. Já mudou tudo. O Rivadavia de Mendoza ganhou a Copa Argentina. Afinal, foi com o Argentino Júnior. Antes, eliminou o River Plate também.
o Barracas, pela pontuação do ano, é o time do homem, né? É o time do homem. Aliás, no jogo que eu vi, foi contra o Argentino Júnior.
Teve um lance lá, uma expulsão esquisita do jogador. Depois um pênalti que não deram. Eu estava no estádio. Falei, pelo amor de Deus. Esquisito isso aqui. Qual era o jogo que você estava no estádio? Barracas. Barracas e Argentina Júnior. Caraca, mano. Você vai no meio da galera. Eu vi coisas estranhas. Eu achei estranho, estranho. Muito estranho. O campo do Barracas. Isso, é. O estádio é todo bonitinho, pintadinho. Eu vi pequeno, mas está todo ajeitadinho. Você vai no meio da galera lá, Mauricinho?
Vai no centro de imprensa? Às vezes eu me credencio, eu compro ingresso, depende. Mas é curioso esse clube ter a força que tem hoje. Porque era um clube de terceira, quarta divisão. E de repente, é claro que a função dele é parecida com o Libertar, mal comparando. No período do Lícolas Leozzi. Quando a gente viu o Barracos de Maralhães, eu falei isso. Americano de Campos.
É. É. A caixa d'água. A caixa d'água. Quando eu vi o Barracas ali, eu fui pesquisar. Pra gente trazer informação, né? Quando eu, pum, jogo estádio. Tic-tap. Tádio é tic-tap. Aí eu falei, o cantarelé é o time do homem. O presidente da... Mudaram até o nome do estádio. Tinha lá um outro nome, mas mudaram o nome do estádio. É um time de bairro ali. Um time pequeno.
que não era o time de primeira divisão, bem que agora a primeira divisão tem tantos times, né? Sim. Que isso mudou bastante. Foi também que fez um acordo com o governo. O governo, né, foi uma ideia do governo da Argentina, mas acho que foi já com o TAP, com o TAP de presidente da AFA que botou aquele futebol para todos. Isso foi antes. Isso foi antes. Na época do Kirchner, da Kirchner. Ah! Que eles meio que pegaram o direito de transmissão dos jogos e colocaram na TV pública.
Por isso que era futebol pra todos, né? E passava a dizer, hoje não, hoje tá que nem aqui. Os jogos passam, TV fechada. É um... E a classificação pra Libertadores e pra Sul-Americana, eu aprendi isso outro dia, já era pra eu saber. O Mauro acompanha mais perto o futebol argentino, assim.
É o campeão da Copa, vai direto, para a Libertadores. E o campeão da Apertura, o campeão do Clausura. Mais os... Aí você faz depois um ranking da pontuação geral dos dois campeonatos, não é isso? Tomando tudo. E aí vai o primeiro, o segundo e o terceiro. Aí a vaga direta são seis, igual o Brasil. Só que eles consideram lá a vaga para a Sul-Americana, como já é para a fase de grupos, mais importante do que para a pré. Foi a malandragem que ele fez aí para colocar o nono na Libertadores. É isso.
Aí o novo vai pra alimentação e o quarto vai pra Sul-Americana. Que loucura isso, cara. Isso é uma loucura. O que você achou do estudiante do grupo do Flamengo? É um estudiante... Saiu o Barba, né? Saiu o Medina no Botafogo. Saiu o Tex, saiu o Medina, saiu o Ascaciba que tá no Boca. Saiu mais alguns jogadores. Quase saiu, né? Você até tem a questão física, né? É.
ele passou o exame médico no Atlético Paranaense aí o Boca queria levar essa coisa toda é um time chato, acho que vai ser um time chato do mesmo jeito, mas acho que não tão competitivo como foi com o Flamengo Cusco deu uma altitude chatinha foi meio enjoado e o Independiente Medellín é um time que tem torcida, é o rival do Atlético Nacional então vai jogar lá no
No estádio cheio, com torcida e tal. E pegar o time da altitude na primeira rodada é péssimo, né? Porque você pega os caras ainda no começo da competição, estão motivados. É bom pegar no final, porque geralmente já está eliminado. Então vai estrear já na altitude, né? É o Flamengo jogando lá com o docienciano. De 3 a 0, se eu não me engano. 3 alguma coisa. Para falar do Palmeiras também, que é o líder do caráter brasileiro de novo, Mauro.
Palmeiras é difícil de analisar por duas situações, a minha visão. Aí eu queria a sua. É um time que você não vai virar aqui e falar assim, porra, o Palmeiras joga o melhor futebol do Brasil. É difícil você falar isso, né? Na atualidade, assim. Jogador pra isso. E nem se exige isso do Palmeiras, né? Por outro lado, pontua pra caralho. Porque é o time que foi bicampeão brasileiro e nas últimas duas edições foi vice.
para o Botafogo e para o Flamengo. Como explicar isso? Você acha que tem que se exigir jogar o melhor futebol do Brasil, de forma clara ou não? Como é que você vê essa situação? E, óbvio, a reboque com a Bel Ferreira à frente do Palmeiras. Eu acho que, assim, o Palmeiras contratou jogadores. O elenco do Palmeiras nesses anos todos aí nunca foi tão qualificado tecnicamente como agora.
Então, embora tenha perdido o Estevam, eles contrataram vários jogadores bons, jogadores muito bons. São áreas para mim, eu arrascai até ele nos últimos anos. Então você tem, assim, hoje é um elenco muito rico tecnicamente. Eu acho que o que acontece, assim, há uma certa tolerância de fato, aquela coisa, ah, é importante é ganhar, só que não está ganhando. Só dois anos ganhou um título paulista, perdeu um outro, ganhou outro agora.
Você tem aí, na temporada passada foi terrível, né? Ah, foi o segundo. Pô, legal. Segundo do Corinthians no Paulista, eliminado pelo Corinthians na Copa do Brasil. E isso permite que o Corinthians ganhe a Copa do Brasil e depois a Supercopa. Que se eles eliminam o Corinthians, o Palmeiras elimina o Corinthians. Fica pelo caminho. Não eliminar o Corinthians permitiu que ele fosse campeão e depois ganhasse do Flamengo.
O Flamengo é uma Supercopa, o que é ruim para o torcedor do Palmeiras, não quer ver o Correio de campeão. E o rival interestadual hoje do Palmeiras é o Flamengo, perdeu a Libertadores e o Brasileiro do Flamengo. Perdeu a final e ficou em segundo no Brasileiro, ponto escurrito. E perdeu os dois jogos do Flamengo, em São Paulo e no Rio. Então, acho que não é isso que o torcedor quer. Ele quer o Palmeiras campeão. O elenco hoje, ele permite jogar de outras formas.
Mas ainda segue uma linha muito pragmática. Eu não entendo, por exemplo, jogar com o Botafogo com um a menos, com um a mais, né? E o Botafogo diminui de 2x0 para 2x1 e começa a rondar a área do Pôr Mesa e fica ali. Tem uma hora que você fala, cara, arriscado em empatar esse jogo. O Botafogo do jeito que dá. O Botafogo do jeito que dá, com série de problemas. É jogar com o São Paulo, primeiro tempo muito bom.
faz 1x0, poderia ter feito 2x3 aí no segundo vai marcar lá no seu campo chama o São Paulo, ah o São Paulo não criou nada uma bola vadia, uma falta, um pênalti um acidente qualquer, faz um gol sem querer até, não aconteceu então acho que flerta muito com o Pico enquanto o Vasco foi assim também, estava 1x0 recua e o Vasco virou o jogo, virou o jogo na bola
com batatal e tudo. Um campo de batatal. Então, deixando claro que eu não acho que seja batatal, muito pelo contrário. Foi só um pouco de sarcasmo. Então, entendo que, assim, deveria se questionar mais, sim. Mais futebol, né? Bonito. Jogar de outras formas, se impor diante do adversário. Tem um adversário que é tecnicamente inferior, tá 1x0, cara, liquida o jogo. 2x3. Trabalha por isso. E, às vezes, o Palmeiras não faz isso. Ele se agarra na vantagem mínima e tenta sustentar aquilo ali.
Não tem um erro. Não tem um erro. Não tem um erro. Não tem um erro. Não tem um erro. Não tem um erro.
Acho que é pouco pelo que o elenco tem. O elenco que tem hoje a disposição da comissão técnica. E todos esses jogadores são jogadores que são contratados, imagino, com o aval da comissão técnica. Não acredito que os dirigentes, a presidente do clube contrate sem que o técnico dê o seu aval, porque ele tem muita força lá dentro e não é por acaso. Ele tem uma trajetória de sucesso. Agora, mas em entrevistas vai muito mal, né, Fabio?
Eu não assisto. Nenhuma. Sério? Nenhuma. Só quando eu tô num programa e ponho lá um corte lá e eu assisto, não tem jeito. Eu não assisto nenhuma. Dele, especificamente? De poucos eu vejo, dele nenhuma. Por quê? Não acrescenta nada.
É, primeiro que ele não vai falar do jogo nunca, né? É difícil. Ele tem uma... Quantas escutas que eu assisti, eu vi essa diferença. Que alguns técnicos já fizeram isso, né? Quando ele ganha, ele vai bicar tudo, picar e tal. Quando ele perde, ele vai mais manso, principalmente no time dele. Ele vai ali, quer falar um pouco mais... Não jogamos bem, a culpa é minha, mas isso aqui é normal. Mas quando ele ganha, ele vai meio que já mandado assim.
Qualquer pergunta ele reage de uma forma... Mas por que ele está falando isso? Como a gente já viu várias vezes, ele questionando o repórter, pressionando até o repórter a falar alguma coisa. Eu acho também pesado também. Se o Augusto está ensinando, para para ver o contrário do Abel.
O que? De técnico? Ah, eu acho que as entrevistas são muito fracas. As perguntas são ruins muitas vezes e as respostas também não são. Você pega, por exemplo, o Corinthians joga contra o Flamengo, segundo tempo, quase todo com uma meia mais. Cria uma situação de gol. Aí o Dorival vai dar entrevista. Fala do jogo. Não, vai falar da arbitragem. Porra, teve um jogador expulso justamente com sete minutos do segundo tempo pra falar da arbitragem mesmo?
Pô, pelo amor de Deus, né? Tem que falar porque o seu time criou tão pouco. Você é o técnico, cara. Você que tem que fazer esse time funcionar melhor, né? Tá com uma meia mais.
E a segunda vez, que na Supercopa também foi assim, ficou com o homem a mais e só não tomou o gol de empate, o Paquetá perdeu um gol com o Baixo da Trava. E o Coroge não criou quase nada ali, em relação ao que poderia ter criado, né? Claro, faz um gol depois no final e tal, que já estava... Mas ficou ali meio que acuado com o homem a mais. É isso que ele tinha que falar, mas é muito fácil hoje você mudar o rumo da prosa, né? O cara fala de arbitragem, fala de calendário, o outro fala não sei o que, e não fala do jogo, né?
O técnico foge disso. E como as perguntas, muitas vezes, como já falamos aqui, elas não são objetivas, fica mais fácil você mudar o assunto. Acho que é o que está acontecendo. Isso não é exclusividade de um técnico. Vários deles fazem isso. Poucos falam do jogo propriamente dito. Todos explicam. Tentei isso, não deu certo, fiz aquilo outro. Então, acho que as entrevistas são...
Não acrescenta muita coisa, não. Geralmente não vejo, não. Felipe Luiz, tem espaço na Europa? Porque, assim, uma coisa, você sai sendo técnico do Flamengo, tendo sucesso, um grande técnico do futebol brasileiro, tudo mais. Tem história com o Atlético de Madrid e aí você faz esse passo natural.
Ou, no caso do Flamengo, o seu rito ou o dirigente também pode ter sido um dos motivos da demissão do Felipe, essa ideia de ir pra fora, né? Agora, hoje ele sem emprego, tu acha que ele consegue se encaixar no mercado europeu, assim? Parece que é o que o Jorge Mendes...
tem dito e tudo mais. É o plano dele. O plano dele agora é ele vai viajar, vai ver jogos, vai encontrar lá com alguns técnicos que ele diz que são referências dele, ele quer contratar novos componentes para a comissão técnica dele, quer qualificar.
mais, então lá na Europa ele vai buscar mais gente, ele quer ter a equipe dele fechada, né? E o Jorge Mendes certamente já está trabalhando pra encaixá-lo em algum lugar. A ideia dele já não é assumir o time do Brasil. Pode ser que ele tenha muita ideia, mas a ideia dele hoje é assumir o time na Europa, não aqui.
Tanto que houve agora episódio do São Paulo e tudo. O pessoal, o Rafinha, ele não quer. Se ele vai mudar de ideia, amanhã eu não sei. Em algum momento ele falou desse Cruzeiro. Algum outro clube e tal, ele pode mudar de ideia. Mas a ideia inicial dele é ir para lá. Eu acho que ele não vai pegar um time grande de cara. Acho pouco provável. Mas talvez possa pegar um time médio, tudo onde ele possa desenvolver um trabalho e seguir por lá.
acho que é o caminho natural dele é o caminho natural dele ele é um futebolista europeu o passaporte dele pode ser brasileiro mas a mentalidade dele é muito europeia até no Flamengo você via como ele aquela coisa de não repetir escalação de escalar muito em função do adversário é muito muito
parecido com o que os técnicos de lá fazem. Aqui ainda existe muito aquela ideia dos 11 titulares, a imprensa até às vezes cobra isso. Quem são os 11? Não tenho. Você é do time de cabeça, não sabe? Não tenho. Mudo de acordo com o jogo. O Alex Ferguson ficou, não me lembro quanto tempo, ficou de 11, 12 anos sem repetir uma escalação.
Eu não me lembro o tempo, mas foi uma coisa assim, mais de 10 anos. Eu lembro que eu fui fazer um jogo uma vez, eu e o Paulo Andrade fomos fazer um jogo, aí os jornalistas ingleses estavam falando, quando saiu a escalação, primeira vez que ele repete uma escalação e tal.
Não repetia há 10 anos, 10, 11 anos, não me lembro agora o tempo. Ele não repetiu uma escalação, sempre mudava um ou mais jogadores. E é assim, uma mudança, se é isso aqui, ele bota outra. Quando ele repetiu, os caras ficaram falando sobre isso. Então, eu acho que a tendência é ele ir para lá mesmo. Eu acho que o Jorge Mendes consegue encaixá-lo, porque ele repercutiu bem lá também. O Flamengo ganhou do Chelsea no Mundial de Clubes, que foi o campeão.
Fez um jogo ali. No melhor jogo do Flamengo para mim do ano, que foi contra o Chelsea.
Aí joga com o Bayern, perdeu pro Bayern Enfrentou o Bayern E depois fez um jogo duro Com o PSG, sustentou o PSG Perdeu nos pentos Os caras Os caras viram minimamente Então acho que Ele fez um trabalho bom, repercute As pessoas sabem que ele foi campeão brasileiro Foi campeão da Copa Libertadores
Então, assim, o Vitor Pereira é o técnico do Nottingham Forest. Sim, sim. E passou pelo Wolverhampton. Já o segundo time dele na Premier League. Ele já tinha trabalhado na Inglaterra em times menores. Ele já está nessa roda da Premier League. O Vitor Pereira já está lá. Tem três brasileiros quase europeus ali, que eu acho que podem puxar essa fila. É muito legal ver o Thiago Alcântara auxiliar do Hansi Flick.
no Barcelona, o Thiago Mota que é um cara... Mas tem sido elogiado assim, de... E o Felipe, eu acho acho que é um trio ali que pode de novo fazer com que treinadores brasileiros comecem porque não tem, né? Todos os caras com carreira de jogador lá fora também, né? Tem o Silvinho na Albânia aí também É o Silvinho na Albânia Sim É
Mas de seleções... Essa galera aí é o... Tem o Mano Menezes no Peru também. Tem o Mano Menezes de seleção do Peru.
E tem o Thiago também lá na LDBU. Tiago Nunes. Que fez um caminho interessante. Já foi pro Peru, agora tá no Equador. Que é uma coisa que os técnicos daqui também não fazem. Que é desbravar o mercado sul-americano. Pegar um time grande num país vizinho. Mas muito, eu aprendi... Paga menos, né? Geralmente paga menos do que os clubes daqui. É cômodo aqui. Por isso que os técnicos ficam na bronca com os técnicos estrangeiros. Porque era uma reserva de mercado.
Você ficava na dança das cadeiras entre os grandes clubes brasileiros com salários de astronômio. Agora tem a concorrência com os estrangeiros. Tem argentino comendo bife também, pegando a fatia dele. Principalmente nos times que brilham pelo título. Exato. Exato. Você pega hoje, sei lá...
vários clássicos dois técnicos de fora e no sul são dois técnicos de fora o Pasolano português ou uruguai? cuidado, o Pesolano e o Castro e o Mr. Castro em Minas
É o Barba e o Arthur. Em Tino e o Português. Em São Paulo, aqui no Rio, só o Vasco tem brasileiro. Mas em São Paulo, só o Palmeiras tem gringo.
Há pouco tempo o São Paulo também tinha. O Santos também. Agora o vareador rival, Cuca e... Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil.
E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYUD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990,00 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYUD e faça um test drive. Consulte condições em BYUD.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. E o Corinto tinha o Ramon Dias antes do Dorival. E o Renato Gaúcho.
Cara, eu acho que o Renato, assim, a grande dificuldade do Renato é manter o pique da remada, como diria o Apolinho, né? Porque ele começa bem os trabalhos dele, depois volta um pouco de foigo, né? É o que está acontecendo de novo com o Vasco. Ele sabe motivar o grupo, ele sabe resgatar o jogador que está embaixo. Ele tem lá as suas qualidades, como todo técnico tem. Mas a dificuldade dele é quando...
No segundo momento, quando se exige um pouco mais de repertório, tudo isso ele acaba não conseguindo corresponder à expectativa. Ele está na fase inicial, ótima, excelente. E tem muitos méritos, porque ele pegou realmente um trabalho do Fernando Diniz que não foi legal, né? O cara teve mais derrotas do que vitórias. E o elenco do Vasco hoje, independentemente da crise financeira do clube, o Vasco contratou muito, né?
Tem ali bons jogadores. E ele está resgatando alguns caras. No caso lá do David, lá do DVD, o cara participando bem do jogo, fazendo gol. De nove, né? É, jogando bem, participando de forma decisiva, né, nos jogos. Quanto o Palmeiras deu passo para gol, quanto o Grêmio fazendo gol, dando passo para gol. Thiago Mendes, né? Thiago Mendes muito bem, ótimo jogador, sempre foi. O Cuiabano, que dá muita agressividade ali do lado esquerdo, participa de muita situação de gol.
Tem bons jogadores no Vasco e ele está fazendo um bom trabalho. Agora... paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste paste
Já contra o Grêmio, já me chamou a atenção, o jogo estava bom para o Vasco, 2x0, de repente tomou um gol, quase que tomou um empate, de repente o Grêmio estava flertando com o empate. Falei, cara, como é que muda tão rápido? É questão de saber controlar um pouco mais o jogo. Os times do Renato, nos últimos anos, não têm sido tão bons defensivamente. O Grêmio não foi o campeão brasileiro de 2023, porque foi uma das piores defesas do campeonato.
O Grêmio do Luiz Soares. Ele poderia ter sido campeão. Foi o derretimento do Botafogo. Tomava muito gol. Aí você deixa pontos pelo caminho. Poderia ter sido campeão naquele ano. Se você pegar a tabela, vai ver o número de gols sofrido. Foi uma das piores defesas do campeonato. O Renato tem uma média interessante de pontos corridos. De aproveitamento em pontos. Tem, tem. É que ele ficou com uma forma de abandonar o brasileiro. Vai fazer daqui a pouco. A gente sabe disso.
O Vasco estará na sua Copa do Brasil Daqui a pouquinho ele começa a ir para as Copas Ainda mais se o Vasco conseguir Ficar longe do rebaixamento, já está se afastando A tendência é essa Claro, se ele ganha um título No Vasco O torcedor do Vasco está Muito desesperado para ganhar alguma coisa A carência é muito grande 2016 Como campeão carioca
É o Carioca ainda. Copa do Brasil em 11. E disputou o Brasileiro em 12 ali, né? Com o Fluminense e o Corinthians. E o presidente era o Roberto. É. Cara. Você vê que veio o Eurico, depois disso, teve mais rebaixamento. Olha quanta coisa aconteceu. A eleição mais difícil de explicar no Brasil que é a do Campeão.
É o house of cards. House of cards do futebol. Essa aí mesmo. O golpe. Quem explica essa aí é complexo. Loucura. Oro na sete. Essa aí é... A política do Vasco é muito nociva. É muito nociva a política do Vasco. São vários grupos. Agora tá menos. Coisa de SAF. Mudou um pouco. Eu cheguei a cobrir o Flamengo ali na virada da Patrícia pro Bandeira.
O Flamengo era meio assim também. Quando chega a chapa azul é que... Mas nunca teve uma eleição igual do Vasco, nunca. É. Nunca ficou subjúdice. Eu acho que é do Vasco. Era aquela coisa aí, o Flamengo tinha... O famoso Renato falava as onze milícias. Você nem entende o Renato. O Flamengo parece Afeganistão.
11 milícias. É o único clube que tem 10 ex-presidentes vivos na época. E mesmo depois... Mesmo depois da reformulação toda do clube, a partir de 2013, você vê que são várias dissidências. Agora... Até eu falo sempre, quando houve eleição, o BAP não é oposição. O BAP é dissidência.
É uma dissidência do grupo que tinha. O Landim, ele estava junto, ele sai. É uma dissidência. O Braz era a oposição, que acabou juntando o Landim. Agora o Flamengo tem uma coisa. Pelo menos lá que você consegue lançar uma candidatura e você pode ganhar uma eleição.
Tem essa possibilidade. A Patrícia ganhou assim, porque o De Laí tinha sido campeão. O Márcio Braga afastado, se afasta, aliás, por questões de saúde. Ele teve que se afastar. O De Laí assumiu, ganhou o Campeonato Brasileiro e perdeu para a Patrícia. E depois a Patrícia perde, não foi por bandeiras de mel, perdeu para um grupo de caras, qualquer um que saísse ali.
Tanto que era o Valinho candidato, o Bandeira vinte e poucos dias antes. Teve uma manobra já no clube ali de empugnar. Tentar inviabilizar. Eles entraram numa anistia que a gestão deu uma anistia pensando em voto. Só que eles falavam, vai ter troco, porque não deu outra. Na hora do conselho administrativo, foi empugnado. Ele já tinha o nome do doutor Valtz.
da Agostinho e o Bandeira que eles tinham, não podiam falar nada, eles tinham vida associativa de 70 anos na gávea. Ali foi um voto assim, pra mudar. Não importava quem era o candidato à presidência, ali é pra mudar. O que eu falo é se botasse um cone de candidato presidente do Flamengo, vota no cone. As pessoas queriam a mudança, né? Porque no tempo da Patrícia a dívida estourou e tal, o Flamengo devia quase 800 milhões. Esse dinheiro atualizado hoje daria perto de 2 bi, porra, a dívida do Flamengo.
É uma loucura, pô. É absurda. Isso na época, né? Na época. Não, vice de finanças da Michel Levy. Pô, o faturamento do Flamengo era menos de um quarto do que devia. É. É uma desproporção absurda. É assim, é que a gente já comentou no longo dos tempos, já tem vários programas com os caras aqui do Tchala. Mas assim, é algo que sempre tem que ser falado, porque é um movimento que... Eu acho que é um movimento único, assim, né?
do buraco que tinha, e que podia entrar se não fizessem nada. E uma coisa, já que se perguntaram de bairrismo, uma das coisas que eu noto, muito bairrismo, aqui em São Paulo, o poderio do Flamengo é muito grande, é um negócio bizarro. Não tem um dia que você sai nessa cidade e você não veja a camisa do Flamengo. Sempre foi assim. Só que é muita coisa. Todo dia você vê a camisa do Flamengo. Todo dia você vê. E não vê um cara não, você vê mais.
Está trombando toda hora a camisa do Flamengo. Não é um clube daqui, porra. Tudo bem, tem muita gente do Brasil inteiro aqui e tal. Muita gente que veio do Nordeste, que é o Brunegro. Mas você vê todo dia a camisa do Flamengo. Há alguns anos o cara via a camisa do Flamengo lá.
Não faz. Fede nem cheira, vem aqui só pra apanhar, vem aqui só pra tomar porrada. Agora não, o Flamengo encara os times daqui, ganha dos times daqui e tal, tem time mais forte, tem uma outra situação. Então aí eu percebo o barrismo quando vem aquele papo furado, de terceirizado, aí você fala, cara, é muito despeito, é muita inveja, muita inveja. Porque o que acontece? O torcedor do Corinthians, que é de Londrina, não é terceirizado, mas o Piauiense, que torce o Flamengo, é terceirizado? Que porra é essa?
Que raciocínio é esse? Entendeu? Essa galera do Paraná ali... É, nosso Paraná todo é São Paulo. Como em Cascavel, eles são Inter e Grêmio, né? Tanto que eles mandavam jogo lá de vez em quando. Londrina recebeu vários jogos dos grandes de São Paulo. As pessoas torcem pelo Flamengo, porque o Flamengo é um fenômeno.
de popularidade, é um negócio que não tem muito explicação. Ah, que a Rádio Nacional, não sei o quê, mas por que a Rádio Nacional, ninguém torceu pro Bangu? O Bangu também era transmitido o jogo. Por que não? O Fluminense, Vasco, Botafogo. Eu perguntei pro Evaristo outro dia isso. Eu falei, pô, Evaristo, na sua época o Flamengo já era a maioria e ele falou que era. Sempre foi. Isso vem desde os anos 30, 40, a família começa a virar o time de grande...
Você pega as maiores públicas do Maracanã, todos tem o Flamengo, mas a grande maioria tem o Flamengo, o jogo da seleção brasileira.
da mesma forma que o Corinthians continuou com a maior torcida de São Paulo mesmo com 23 anos sem título, isso é um fenômeno de popularidade, por mais que tenha a questão da hereditariedade a tendência do pai fazer a mãe hoje até a mãe também, que a mãe hoje acompanha mais futebol no passado as mulheres não acompanhavam todos, hoje sim então os pais, o pai e a mãe, os dois juntos fazerem os filhos torcendo pelo mesmo time cara, um time que não ganha muitos anos
Um ou outro vai desviar, né? Não quero torcer pra esse negócio aí, não. Eu quero ganhar. É normal. Os colegas da escola, torço pra outro time. A vez tem um tio que dá a camisa, né? E tal. Eu já fiz isso com o primo. O pai não levava o Maracanã. Porra, eu ganhei a camisa do Flamengo pra ele. Levei o moleque com o Maracanã. Hoje é adulto, já tá com...
sei lá, 40 e tantos anos. É lógico, o pai dele não cumpriu a função. Então isso é uma coisa que eu percebo muito com relação a Barrismo aqui. Incomoda muito que São Paulo tem o dinheiro. É o estado mais rico, um terço do PIB daqui. Mas o time de maior torcida que tem maior capacidade hoje de arrecadar, de continuar forte é o Flamengo. A votação de novos patrocinadores no Conselho na terça-feira.
uma pessoa do clube está me passando isso, que 83% do custo todo do clube já é coberto com patrocínio do time de futebol. Isso significa que arrecadação de bilheteria, venda de jogador, direito de transmissão, tudo isso aí... É quase um extra. Falta só 17%, aproximadamente. Então, cara... O Flamengo está muito forte. Está faturando muito e está faturando mais. Então, vai continuar forte.
E isso acho que aqui, do ponto de vista de bairrismo, isso incomoda bastante muita gente de São Paulo. Inclusive na imprensa. Porque é difícil engolir. Por que eu trabalho na Jovem Pan? É. Porque a Jovem Pan percebeu o seguinte, esse negócio dá audiência pra cacete, eu tô na internet. Mas me convidaram, por quê? Porque eu sou um cara que eu tô aqui há muito tempo, mas eu sou oriundo do Rio de Janeiro, sou de Niterói. Conversa com a senhora.
Eu mantenho muito vínculo, falo com muitas pessoas, acompanho muito, tenho um certo conhecimento do clube.
Então, o Thiago Asmalo, apelhado apresentador, a mesma coisa. Então, é isso. Eles foram, acho que inteligentes, juntaram uma equipe que tem cariocas e paulistas ali. Então, o assunto Flamengo entra todo dia no programa, porque isso dá muita audiência. E quando eu vou pra lá, quando eu tô no Rio, tô no Niterói, as pessoas falam comigo, aí eu pergunto, você acompanha onde? Tem gente que acompanha no UOL e tal, mas muitos acompanham no Jovem Pan. É impressionante. Especialmente motores de Uber.
Os caras ficam ouvindo, os caras ficam ouvindo ali. E o YouTube, né? Aí, às vezes eu entro no Uber assim, eu pergunto aí, não, acompanha direto aqui o programa do Jovem Pan, os caras acompanham. E isso, Mauro, é uma coisa que a gente já tinha percebido, eu e Canta, a galera do Charlotte conversam sobre isso.
de como, aí eu puxar pro Rio, né? Como o Rio que sempre foi protagonista na comunicação nacional, né? O Rio sempre foi, saía do Rio pro resto do Brasil. E esportivamente também. A gente perdeu, o Rio perdeu tanto isso que a narrativa de São Paulo já ganhou o Rio, por isso. Como as rádios do Rio já não tem mais as resenhas atrativas, já não tem mais a opinião atrativa, a galera tá no YouTube.
No YouTube, tá vendo você. Na Pan, tá vendo você na sua casa, enfim. E aí a gente sentiu isso. A gente, quando fez o nosso debate, era muito pra ser um debate aqui do Rio. Porque, assim, eu lembro muito isso do... do... do... Vitor Pereira. Vitor Pereira, uns anos atrás, sem essa situação, ele ia chegar no Flamengo, desembarcar. A torcida, a galera... Ia tá cagando que lá no Corinthians ele era isso, era aquilo. No caso dele, como é hoje em dia, como todo mundo tá ouvindo,
o programa da Placar, que na época tinha lá, era São Paulo, a Pan, todo mundo, o Ben, a narrativa de São Paulo chegou, aquele chororô dos corintianos, e não daram os rubro-negros, o cara já desembarcou aqui com o rubro-negro falando assim, sei não, hein, esse cara meio traíro aí, já lá do Corinthians, é isso aqui.
A galera tá consumindo os programas de São Paulo que são os mais nacionais. Porque o Rio enfraqueceu e a internet permite isso. É só o da organização do Flamengo. Eu bato muito no Rio por isso. Porque eu acho o Rio muito desorganizado. A gestão das empresas é... Negócio catastrófico, assim. Isso é. A gente vê agora a questão do...
governadores do Rio, que porra, o negócio tá querendo... O Rio se tornou isso, mas no caso do Flamengo, em termos de futebol, é um time que se organizou, pô. Isso é inegável. E aqui em São Paulo, o Corinthians não faz isso porque não quer.
Porque o Corinthians, ele tem total capacidade de se regenerar. Vai levar alguns anos e vai. Mas tem que fazer a mesma coisa. São Paulo é a mesma coisa. O São Paulo, pra mim, eu vejo o São Paulo assim, parou no tempo. Era o time que era a frente do tempo, tinha CT de base, tinha o refiz, tinha enfim, né? Manutenção de treinador, Muricy é tricampeão, dentro.
brasileiro, tinha todas as condições de futebol moderno e hoje não tem mais. Você pergunta do CT do São Paulo, nenhum jogador vai citar hoje o CT do São Paulo como os mais modernos. Tava com a possibilidade do Marinax comprar a base do São Paulo. O artigo presente chegou a conversar. De jogadores, de revelação de jogadores, hoje o Flamengo, até o Fluminense, muito afirma de São Paulo. É, isso aí é... Eu acho que o São Paulo sofre com a...
produção de outros dirigentes. A passagem de Juvenal, Portugal Gouver, Jesus Lopes. Esses caras ficavam ali, tinham aquele grupo do Juvenal que sustentava a gestão do São Paulo, que não mudava muito, que não mudava, era um deles. Do Aydar pra cá...
As coisas mudaram, né? O São Paulo é um clube que ficou meio parado realmente no tempo, né? Então, ele não sabe o que ele quer ser. Ora, ele quer ser Corinthians, que ele quer gastar e ter time pra ser campeão. Ora, ele quer... Não, tem que parar tudo que fez o Palmeiras, se organizar. Aí a mulher tá dizendo, mas não, não temos um Paulo Nobre. Então, se buscar...
O Tironi, eu uso até o verbo que ele comeu, Flamengar. Ele acha que o Tironi é um São Paulinho, não. O São Paulo tem que Flamengar. Para tudo. Para, cortar na provocação. Mas o que eu digo, o remédio é difícil, porque é o clube mais fechado, eu diria, do ponto de vista político. Os cardeais é que o clube não adentrou. É um atraso, não vai mudar nunca desse jeito. Agora, a saída disso aí é o remédio que é amargo.
O pessoal fala, o Flamengo ficou com... O Flamengo mandou, rescindiu o contrato do Wagner-Lov, demitiu o Dorival porque não tinha como pagar, sabia que ele ia pra justiça e ia ganhar, como ganhou, depois fizeram acordo. Ninguém vai falar, mas o Flamengo, assim, se fosse o... A diretoria tinha ideia que tinha chance de cair.
Sim, havia essa possibilidade. Eles não falam lá. O planejamento passava por talvez cair. Passava pela possibilidade de queda, porque não tinha como... O Flamengo contratava o Bruninho, o Val. Você pega as fotos da apresentação, jogadores super modestos, jogando no Flamengo. O Val e o Paulo lateral. E alguns eram jogadores meio que refugio de outros times também, emprestado. Paulinho até ajudou, né? O Paulinho jogou bem.
Aí depois, o Paulinho tem aquela história muito boa, né? Quando ele tá no Santos, ele fala assim, ah, não, o que você sabe muito da noite. Ele fala, não, não, todas as vezes aí é de dia, né? Todas as vezes que apareceu foi de noite, não. Mas o Paulinho jogou bem na Copa do Brasil. Ele se jogou agora. Agora, por exemplo, um símbolo da diferença de tratamento, né? O Elias foi muito bem no Flamengo, emprestado pelo Sporting de Portugal.
Aí quando acaba a temporada, eles pedem acho que 8 milhões de dólares, uma coisa assim, eu falei, mas não tem a menor condição.
Não tem mais uma condição, o Elias volta a Portugal. Desculpa, Elias, mas não dá, não temos como comprar você. Eles querem muito dinheiro. Se fosse um valor razoável, a gente podia tentar alguma coisa aqui, fazer um esforço. Beleza, foi embora. Quem contratou? O Corinthians. Ele precisava dele naquele momento? Mas até que não. O Corinthians tinha um bom elenco naquele momento, mas...
Então, contata mais um, e mais outro, e mais outro. E não pense no dia de amanhã. Você vai contratando mais jogador, é mais multa recesora para pagar, mais encargo, folha de pagamento mais alta, e sim, acompanhar ali o faturamento. Agora, tanto o Corinthians como o São Paulo, o Santos acho que menos, que tem menos potencial de torcida, estádio pequeno.
Se quiser tomar o Remédio Amarco em alguns anos, acho que entra nos tris. Só que o Remédio Amarco pode ter um rebaixamento, pode ter um... Eu acho que o torcedor entende isso. Tomou por base o que aconteceu com o torcedor do Flamengo. O torcedor do Flamengo, ele entendeu. Mas havia muita transparência. Os caras deixavam bem claro. Não temos condição de ter o Wagner Lov. Ele vai ter que ir embora. Devolveu ao CSKA. Não temos condição de ter o Dorival.
E Edson, na época. Não dá para ter jogadores aqui, porque não temos condições econômicas. Aí veio o Hernani no Mojo de Mirim. Exato.
Aí deu certo e tal. O Renan já estava um pouco antes. Estava com a Patrícia. É, já tinha chegado. Já tinha chegado, mas praticamente não tinha jogado. Eles trazem o Moreno e o Moreno banca para o progresso. O Marcelo Moreno fica no banco e o Renan para de fazer gol. E toda vez que tinha algum progresso, isso era comunicado oficialmente ou vazava para algum repórter fazer a matéria.
Olha, o Flamengo está do lado trabalhista. Olha, o Flamengo já pagou X% aqui das dívidas trabalhistas. Tinha 350 mil ações, agora tem metade. A dívida caiu um pouco, renegociamos não sei o quê. Houve todo um esforço para mostrar para o torcedor, pouco a pouco, a febre estava em 43,5 graus, já baixou para 42. Agora é 41. Teve duas coisas que falam bem, mostra para o torcedor um status. Primeiro...
Quando a Suna e a Chapa Azul tem, primeira coisa, a Adidas. Uma grana preta. Não, e de cera, né, muda. Já estávamos negociando com a Patrícia. Estou dizendo para o torcedor. A Chapa Azul melhora. Eles dizem que melhora. A renegociação é fundamental. Esse dinheiro da Adidas pagaram dívida. Não contaram a jogadora, né? E daqui a pouco entra aqui, pá, peijou. Que o Valerio estava sem. Estou dizendo marcas fortes. Isso. Mostra a galera.
Por exemplo, quando põe o nome acima do número, nas costas, um dirigente do Flamengo, seu soberano, procurou na época o CEO da empresa e falou, pô, dá uma força para a gente, patrocínio do Flamengo, é bom ter a sua marca na camisa do Flamengo, dá visibilidade e tal. Ah, futebol, muito complicado, sei o quê, blá blá blá, pô, vou meter a empresa nesse negócio. Não, mas agora quem está lá é fulano, ciclano, eu estou nessa também.
Então o dirigente falou, relações pessoais, né? Pô, agora tem uma turma séria lá, vai mudar o Flamengo, agora não vai ser mais aquela bagunça não.
aí resolveram fazer, foi um patrocínio até o final do ano mas ela ajudou, então teve muito disso também mudança da imagem do clube esse pagamento imediato dessa dívida, que era uma dívida com o governo que era pra mostrar pros caras essa galera que chegou aqui, tá afim a intenção é outra
Acho que foram 60 milhões. E eles usaram o dinheiro para pagar a dívida. Depois veio o Profute. Nisso até acho que, para mim, foi a melhor participação do Bandeiro de Mello, que ele foi muito atuante no Profute, que virou até deputado. Isso. Mas ele ia para Brasília. O Profute foi bom para todos os clubes, né? Foi mais um programa de refinanciamento de dívida e tudo. Realmente, eu acho que é uma absurda a quantidade de vezes que isso aconteceu no Brasil, né? Mas...
Ajudou a todos que quiseram andar na linha e o Flamengo passou a ter a sua dívida toda equacionada e tal, cumprindo tudo direitinho. Então mudou a mentalidade. Você vê que troca o presidente, mas esse norte o clube não perde mais. E o torcedor do Flamengo está educado com relações. No sentido que se perceber que está saindo do trilho, opa! Ele chia. Porque ele sabe que o resultado esportivo, o time forte, está diretamente ligado a essa saúde financeira do clube. Você enxerga essa reação falando de estádio?
Eu sou um cara que, como rubro negro, eu penso assim, se for para comprometer o poder aquisitivo, o poder de compra, eu não quero. Eu acho que o BAP está certíssimo com relação a isso. O Landinho tentou usar o negócio do estádio, o estádio do estádio, como eu fiz eleitoreiros, muito claramente, comprar o terreno, aquela coisa. Você eleitoreou muito. E o BAP parou tudo para a ideia, né? Agora tem uma série de questões que envolvem o terreno, mas digamos que isso seja superado. O plano dele agora me parece muito claro.
fazer uma poupança para ter uma grana significativa para começar uma obra. E isso ainda tem que descontaminar o terreno, isso vai levar anos. E o Flamengo tem, o pessoal fala, o Flamengo não tem estádio, o Botafogo também não tem, o Cruzeiro também não tem. O Flamengo tem a concessão com o Fluminense por 20 anos do Maracanã. E isso aí pode ser renovado por mais tempo. Então essa preocupação está muito distante, porque agora o Maracanã está mais rentável.
Porque aquela coisa, né? A dupla Fla-Flu, ela renovava a cada seis meses a concessão do Maracanã. Uma coisa provisória. Tudo é provisório. Então você pega, por exemplo, o cara que te fornece as grades. Aquela porrada de grades que tem que colocar. Você não pode fazer nada a longo prazo. Chega para o cara e fala, vem cá. Eu tenho uma outra condição para você aqui. Eu vou te pagar menos. Um exemplo, eu posso negociar. Mas eu quero fazer um contato com você de cinco anos.
Isso. Isso que barato é. Mas eu vou te garantir isso aqui. Mas eu não pago mais do que isso aqui, senão eu vou para outro.
quase seis meses, você fica toda hora ali remendando. Por exemplo, é necessário fazer uma obra que seria um pouco cara, de acesso, o Flamengo fica, a torcida fica prioritariamente lá do esquerdo, então teria que criar um acesso independente para o torcedor visitante lá do outro lado, lá do sul.
para você não ter que isolar tantas cadeiras. O cara vai entrar por outro acesso, vai ficar ali naquele setor, você vai isolar para não diminuir tanta capacidade. Mas isso demanda uma obra. Se você fazer uma obra com concessão de seis meses, hoje a gente pode pensar em uma solução para isso, uma maneira de criar esse acesso.
E teria que ter um Fluminense também, que aí a torcida visitante fica do outro lado. E o debate que eu tenho com o Beto de preço de ingresso, o que você acha? De elitização? Ah, eu acho isso terrível, né? Acho terrível. Vai tirar pra ser mais barato? Claro que dá. O Flamengo fez jogos aí agora com público pequeno. Foi isso aí, foi isso real. 30 mil pessoas. Prefere fechar o setor. Não, isso não existe. Eu acho até o seguinte, cara.
Ah, mas aí o sócio do assalador vai ser prejudicado. Você tem que criar alguns mecanismos, né? Por exemplo, o jogo com o Madureira. Olha.
Para o sócio torcedor, o preço é esse aqui. 24 horas antes do jogo eu vou abrir para o não sócio comprar por um preço promocional.
Aí você vai lá e compraram 20 mil. Você tem 50 mil ingressos para vender. Você tem até 24 horas para garantir essa promoção. Eu vou vender por um preço um pouquinho mais caro do preço do sócio torcedor. Ah, mas aí o cara vai cancelar. O cara não vai cancelar, porque ele sabe que isso é para esse jogo de baixa procura. Que nos jogos de baixa procura, você não vai comprar. Exatamente. E faltam ideias. Podia ter muitas ideias. E comunicar o seguinte, a preferência é sua, sócio torcedor.
Mas se você não quer, eu vou trazer um outro. Porque o que acontece? A Débora torcedor, entendeu? A grosso modo. Está lotado, pô. Sim. A grosso modo.
você não é sócio do Flamengo você quer comprar graça pra esse jogo você faz um cadastro lá na base de dados do Flamengo
você vai tupir esse cara de mensagem para que ele seja torcedor. Parte dele, você vai jogar essa rede, vai vir algum peixe aí. Alguém vai se associar. E assim você consegue trazer um torcedor que está afastado e que pelo menos ele vai saber, cara, pelo menos uma vez ou outra eu consigo assistir um jogo. Eu não consigo levar o meu filho na decisão, mas eu vou levar no Fabrício Madureira e ele vai achar um barato que ele vai estar no Maracanã e ele vai ver o Arrascaeta jogando de perto.
É uma semifinal, foi, estou a zero. Pois é, então assim, esse tipo de coisa tem que ser...
Se fosse fácil, qualquer um faria. Acho que tem que se montar maneiras de você trazer essas pessoas. A referência tem que ser, aqui na América do Sul, o River Plate. Todo jogo do River Plate tem lotação máxima. 85 mil pessoas no Monumental.
Então o Flamengo tem que ter isso, um Corinthians tem que ter isso. Não dá para jogar com um lugar no estádio. Eu acho que tem que ser a meta de que ser essa. E o preço vai ter que flutuar de acordo com a importância do jogo e com a demanda. E você pode criar esses mecanismos. Outra coisa, facilita para o sócio-torcedor. Olha, esse jogo aqui é um jogo de baixa procura. Você pode levar um convidado, 12 convidados, 5 convidados, sei lá, 10 convidados. Quantos você quiser por um preço...
menor, sei lá, cria maneiras, né? E hoje com o reconhecimento facial pro cambista, tudo ficou ruim. Então dá pra fazer. Eu acho que essa tinha que ser a meta. Flamengo não pode jogar com cadeira vazia. A gente já pergunta pro CEO do Borussia Dortmund. É, a gente tava lá em Dortmund e... Porque eu pensei nisso, porque assim, bem na hora, o Borussia tem essa fama, né? Menor ticket médio da Europa... Eu vi o jogo na Muralha Amarela, Borussia e Bayern.
Eles tufodem. Esse pertencimento de comunidade e tudo mais. Aí eu perguntei pra ele.
Como é que é? E outra, se mostrar celular, os caras dão um tapa. Acabou, não pode. Abaixa o futebol moderno. Eu perguntei pra ele como é que era manter o ticket médio, como é que era pro clube manter esse ticket médio mais barato da Europa?
E o que que isso... Impacta financeiramente no time, né? Vale a pena, não vale a pena? Aí ele tava dizendo que... Ele entende de fato que... Pra manter o tiquete médio baixo... Eles perdem poder aquisitivo na compra de jogadores. Poderiam estar faturando mais. Mas é uma questão que... Isso que eu achei foda é a resposta dele. Mas por outro lado... A gente ganha o ambiente.
com o preço que a gente cobra, a gente consegue manter a arena 81 mil pessoas aqui dentro desse jeito aí. Todo jogo. Daquele jeito, todo jogo. E o ambiente, a gente aprendeu que o ambiente às vezes compensa pra ver o cara foda que você não teria de repente uns 60 milhões de euros pra dar, mas você tem...
35 e o cara olha, pô, eu quero jogar aí, me seguiram na parte, eu quero jogar nesse lugar. Pô, isso aí, you never walk alone, essa loucura. Então, que esse ambiente acaba compensando, né? E eles acabam tendo aquele... É uma identidade do clube. E é um lugar de operário, gente que tem uma fama. Se você chegar pra qualquer pessoa e falar assim, você quer conhecer qual cidade na Alemanha? Você vai falar aqui, ah, vou querer Berlim, Munique, Frankfurt, sei lá.
Não seria nunca Dortmund. Por que você fala de Dortmund? Por que vocês foram pra lá? Só porque tem um time, uma torcida...
que é pesada. Então, a identidade do clube, da cidade, a fama mundial de Dortmund, se deve ao Borussia Dortmund. A torcida, a Moral é amarela, todo mundo que gosta de futebol conhece e tem vontade de um dia estar lá. O meu filho, Arthur, que é rubro-negro, torce para o Dortmund. Torce mesmo, tem camisa, vê os jogos sempre acompanha. Por quê?
É porque é disso. A torcida cativa as pessoas. As pessoas começam a torcer pelo time porque a torcida cativa as pessoas. Eu fico emocionado. E a cidade ficou mundialmente conhecida. Se não fosse o Borussia... Não tem nada. As pessoas não... Eu não conheço o Dotsman. Eu conheci o Gelsen Kirchner, que é do Schalke 04, que é rival. Também não tem nada. Nove da noite não tinha onde jantar. É, é isso aí. É impressionante. Sabe alguma pizza?
É, dificuldade. Foi de população do tamanho de Niterói. Pô, Niterói é muito mais legal.
sendo o Leverkusen também, assim, que foi no passado. Tem a Baia lá, a fábrica, e o estádio do Baia Arena. Então, assim, realmente é um entendimento maior, no caso, né? É um olhar mais amplo, eu acho. E assim, nós estamos falando da população do Rio de Janeiro, né?
11 milhões de pessoas. O estádio composta 70 mil pessoas. O Flamengo tem mais da metade da torcida no Rio de Janeiro. Se você pegar, eliminar quem não torce para futebol, é gente para burro. Fora os que vêm de fora. O Flamengo sempre tem gente do Brasil todo que vai para aquele jogo. É um sonho de ir no Maracanã. As pessoas se revezam, né? Mas sempre tem gente de fora que vai. Gente que vem...
desde o sul de Minas, interior do estado, ou do norte, nordeste do Brasil. Jogo decisivo, tem empresa que faz uma pesquisa, geralmente tem 27 estados representados. Representados no Maracanã. Então, tinha que ser essa a meta. Tem que ter estádio lotado sempre, não dá pra ter cadeira vazia. Não, e se criar uma ação assim, você falou dos sócios, ah, o sócio vai abandonar, porque... Um jogo promocional zaço, pra tu fazer uma festa, tipo, inesquecível.
pegar um... Galera, olha só, esse jogo aqui, meu irmão, preço popularzão. Foda-se esse jogo aqui. Obviamente não vai ser um jogo... Mano, eu tenho certeza que vai ser uma festa inesquecível pro Flamengo, pô. Vai gente, mano, que não vai ao estádio há muito tempo. A festa vai ser absurda, espetacular. Você educar um jogo, cara. Não dá pra fazer? Eu acho que dá. Sim.
Você abrir mão, um jogo... E o ingresso pode ser mais barato, mas o cara vai consumir alguma coisa lá dentro, né? Então ainda tem isso. Então se você conseguir... Antigamente tinha muita promoção, eu lembro. Beleza, os clubes não tinham essa organização. Tinha muita promoção. Você comprava no jornal, sei lá, né? Subsidiava os ingressos. Mas se você puder empatar, ou mesmo que tenha um pequeno déficit, mas você tem um estado cheio, eu acho que vale a pena.
Sabe, nós vamos perder aqui 200 mil reais, mas o estádio está lotado. E eu trouxe uma galera que não vai ao Maracanã há anos, aquele torcedor. Isso é importante, cara. Isso é importante. Esse cara você tem que ter... É aquela coisa, ah, eu não posso pagar, é caro, só os torcedores. O cara vai uma, duas vezes e fala, cara...
fazer as contas aqui, será que eu não consigo pagar essa mensagem? Imagina, o filho começa a encher o saco do pai, pô, cara, de novo. Aí você fala, então tá bom, a gente vai ter que cortar daqui, tirar um pouquinho dali pra pagar esse negócio aqui. As pessoas vão se empenhar em fazer isso, porque passa a ser importante pra elas. Não tô dizendo que tem que ser um dízimo, não é isso. O cara vai uma, duas, três vezes e fala, pô, é legal, meu filho gosta, eu me amarro. Isso passa a ser mais importante pra mim.
eu preciso ter no meu orçamento essa grana que eu quero ver o meu time, isso vale pra todos eles o Palmeiras joga no Allianz Parque, você vê as vezes ali quando mostra o jogo na televisão, você vê que tem cadeira vazia cara, quantos palmeirenses passam ali em frente indo pra casa, indo, voltando do trabalho e que nunca entraram ali
E o Corinthians também tem. Só que o Corinthians, o setor que fica vazio quando não lota, é o setor onde estão as câmeras de televisão. Então ali tem lugar sobrando. Acho que todos os clubes podem fazer isso. E o Corinthians, no caso, é um estádio para 45, 48 mil pessoas. Uma torcida gigantesca. É, mas a taxa de ocupação, né?
Que, aliás, fazem umas matérias também sobre taxa de ocupação, que eu acho bizarras, né? No GE, vamos falar português, claro. Os caras fazem lá... O número de ingressos vendidos no Maracanã não é 78 mil. E ele varia muito de acordo com o adversário, com essa questão da torcida visitante. Muitos jogos têm 60 mil ingressos vendidos, 60 e poucos mil ingressos vendidos. O outro vai para aquele canto e você já mata, às vezes, 5, 6, quase 10 mil. 78 mil lugares ocupados é só na Copa do Mundo.
que era o evento da FIFA e o estádio foi feito para isso. E tem camarotes, que eventualmente são corporativos, que podem não ser utilizados em algum jogo. O cara não abriu camarote, então você não ocupou aquilo ali. Então, para fazer a taxa de ocupação, você tem que pegar cada jogo direitinho e calcular quantos ingressos foram colocados à venda e quantos foram comprados. Manualmente, jogo por jogo. Não dá para usar uma referência assim, ah, vendeu tantos ingressos, vou usar para balizar 70, 78 mil. Porque não é esse o número, o número muda muito.
O Maracanã é um estádio feito para a Copa do Mundo, não foi feito para o torcedor carioca. Esse aí não foi. Esse aí é. O outro era um estádio maravilhoso. Estádio contemplava todas as classes sociais. O geral, eu quentei muito a geral, qualquer um podia um jogo de futebol. Exatamente. O preço de passagem de ônibus você conseguia. Quantas histórias do cara guardou um carro e entrou.
Parou um carro ali na porta, pegou o dinheiro, pagou na bilheteria e entrou. Isso rolava, né? Eu fui errou várias vezes assim. Ficava em pé, óbvio. Sim, mas você tava no estádio. Tava vendo o jogo. Tava dentro do espetáculo. Você tava ali. Então, aliás, eu ouço esse tipo de coisa. Gente que nunca foi na geral, ah, não, a geral era desumana. Desumana não é no jogo, pô. A geral era legal pra cacete, pô. A geral era divertida, você viu o jogo em pé. Eu moldava o caralho.
Nossa, sem dúvida De geral era sensacional Adorava de geral Era muito legal E você tava no maior estádio do mundo e você viu o jogador de perto Como se você estivesse num estádio pequeno Porque se você ficasse perto da bandeirinha de escanteio ali Você via o cara bater de pertinho de você É uma loucura aquilo Acabaram com aquilo tudo E aí fizeram esse estádio O Maraca Antigo tinha uma ideia de imensidão Sim
Você não vai esquecer nunca, né? Você subindo no... A do elevador. Não, quando abre aquele... Isso não tem mais. Sim, não tem mais. Porque as arquibancadas eram monumentais, né? Era uma ideia de citar no... A arquibancada do Maracanã, nos tempos das 170 mil pessoas, ela recebia de 100 a 110 mil torcedores na arquibancada. Tudo bem, todo mundo espremido.
Claro que não era um negócio muito seguro, olhando como visão de hoje. Mas a experiência era fantástica. Mas a galera fala. Eu fui namorar a Mariana e agora tomei cerveja na cabeça. E eu torço pra ter sido cerveja também.
Não mijo alemão, né? Eu vi, eu não tava na amarela, eu tava com a comida normal, e eu vi ali deliberadamente as pessoas, não sei porquê, alemão, hein? Acabavam de comer, faziam um bolinho e miravam assim. Bro! O cara tá jogando de sacanagem mesmo embaixo de mim, assim. Aí acabou bebendo, agora tampouco.
O Dórtimo é isso aí. O jovem alemão de Dórtimo. É. Mas o Maracanã tinha essa ideia de mansidão assim, cara. Foda. Eu lembro da sensação. Hoje não tem mais. O Maracanã é um projeto dos anos 40, mas que contemplava todas as classes sociais. Você tinha camarotes, que era mal localizado, mas tinha, tinha cadeira especial. Era cativa. Você tinha cativa. Cativa só tem no Maracanã. Eu nunca vi cativa em outro lugar. E até hoje, né?
que é outra coisa que passa que é outra coisa que ele reduz a capacidade também, porque você tem na Copa do Mundo não tinha cativa a FIFA tomou conta de tudo, deram lá um jeito mas você tem ali 4, 5 4 ou 5 mil cadeiras que são de proprietários, né? Famílias você morreu o pai o cara é dono a vida inteira daquilo ali, por isso até eu acho que o Flamengo deveria construir um estádio, mas sem prejudicar o desempenho esportivo e sem loucura
Não pode ser... Enquanto São Paulo estava construindo Morumbi não ganhou nada. Estava lá o dinheiro indo... Eu acho que hoje é possível, com um bom planejamento, fazer as duas coisas. Eu acho que sim. Mas tem que planejar bem, levantar uma grana pesada inicialmente. O Flamengo tem superávit. Ele tem condições de fazer isso. Encontrar bons parceiros também. Sim. Aquele exemplo do Bayern de Munique é bom.
Só que não é... A realidade lá você não encontra nenhum outro. Parceiros que vão colocar o investimento sem retirada, só como uma parte. Ali tem uma parada de comunidade, de pertencimento ali do Alis, da Audi. O estádio no início ali, ele era compartilhado. Eu cheguei a ver jogo do Munique em 1860.
o estádio ficava azul. Pouca gente no estádio, torcida pequena, o time despencou em várias divisões por conta de problemas financeiros. Agora nem sei onde que está, andava pela terceira divisão, a última vez escolhi, mas faz tempo. Depois o Munique não conseguiu pagar, o Bayern assumiu.
E compra o estádio, né? É, ele compra o estádio. E foi construído com dinheiro público e depois comprado. Agora, o Maracanã não vai ser vendido nunca, né? O Maracanã é um rolo danado. Você imagina, vai vender pro Flamengo, pro Fluminense, pro Vasco, não vai vender o estádio. Não, vai ficar nesse esquema de arrendamento. É, mas agora são 20 anos, né, cara? 20 anos é um tempo grande que dá pra fazer muita coisa. Imagina que deve ter uma reta final aqui.
Isso, vamos saber o superchat. Queria saber do Mauro só a expectativa dele pra Copa.
do mundo. É, favoritos. Tu tá no mundo dos França e França. O Brasil acho que corre por fora, né? Vai depender muito do Brasil evoluir durante a Copa, acho que essa Copa vai permitir muito isso, porque tem muita carne assada, né? Tem muito time ruim, né? E tem uma rodada a mais, né? Tem uma rodada a mais, então você tem mais tempo, acho que pode classificar até em terceiro, então você tem... É muito difícil ser eliminado.
Então acho que dá para ir ajustando o time durante a Copa, porque está jogando, está treinando, ele vai ter um período anterior. Porque ele não pegou o ciclo inteiro, né? Ele pegou. E outra coisa, estamos falando de um técnico que não tinha esse conhecimento tão amplo dos jogadores brasileiros, porque ele não ficava acompanhando o jogador brasileiro. A não ser quando ele enfrentava um jogador de um campeonato que ele estava disputando.
Ou do scout, né? Contratar alguém. Aí ele teve que começar um trabalho que é mapear todo mundo, ver todo mundo. Assistir tudo que é jogador brasileiro que interessa que tem potencial de convocação. É um trabalho mais abrangente. Ele pegou isso já no meio do caminho. Então, agora ele já tem essa ideia, ainda está conhecendo alguns na reta final. Convocou algumas novidades. Exato. Aí ele vai ter a lista dele acho que durante a Copa vai ajustando. O que já era perfeitamente possível. Agora mais ainda.
Se você pegar os dois últimos campeões, o modelo de jogo da França em 2018, jogando muito em cima de velocidade, é uma definição durante a Copa. O Deixamp vai mexendo no time até que encontra aquele formato que funciona. E a Argentina é um time mutante, né? Durante a Copa. Ele muda todo jogo, ele muda. Ele perde para a Rafa Saudita, no jogo seguinte, muda seis jogadores. Seis, né? Muda mais de meio time. E ele mudava todo jogo alguma coisa.
E foi se transformando até atingir lá o que eles consideraram o ideal e ganharam a Copa. Então acho que isso é possível. Mas outros times estão à frente, né? O grande nome é França ou a Espanha, Bolsa? Acho que a Espanha, a Argentina... A gente está muito forte, cara. O conjunto deles é... Hoje acho que é um time muito forte. A gente viu isso no 4x1 em cima do Brasil, né? Não precisa nem jogar o Messi, né? O Almada já virou o cara que joga na função dele e joga do lado dele.
O Almada é titular hoje. Ele joga com o Messi, inclusive, se o Messi vem em campo.
Então, é um time que já tem muita confiança. Eles superaram toda aquela coisa de jejum, que não ganhavam nada. Então, hoje, eles estão muito seguros. Tem o mesmo técnico, tem conjunto. O grupo é muito unido, é muito competitivo. E muitos jogadores de meio da Argentina têm muita característica de meias. Isso, muito bom. Um time que sabe ficar com a bola. Em todas as funções. Eu acho que a Argentina é forte. A Espanha é muito forte. A França...
Tem muito jogador bom, né? A França tem muito jogador bom. Eles foram pra Copa do Mundo, foram até a final, eles tinham 5, 6 desfocos de contusão antes da Copa. Ainda assim, foram pra final e foi aquela final espetacular, talvez a maior da história. A Inglaterra tem bons jogadores e agora tem um técnico melhor. Eu vi dois da França no estádio agora, que é assim, primeiro é o zagueiro pra Meccano. Chato.
Sai jogando, né? Ele que rouba a bola do Arrascaeta, naquele gol do Harry Kane. Bora ser fisicamente um monstro, mas ele sabe jogar. Ele dá um bote no meio campo, né? Rouba a bola. E o Elisa é muito bom jogador. Sim, muito bom. Muito bom, cara. Assim, no um pra um é... É, assim, incrível. E de ponta na frente, sai só e vai lá, Dembélé vai ficar aqui. Tem muito jogador bom.
Eu acho que a melhor geração mesmo é a francesa. Superou o Brasil, tu acha? De oferta? É a primeira vez que isso acontece. Muito jogador decisivo. Eles têm vários caras que são jogadores decisivos. Cara que pode ganhar o jogo. Então acho que o Brasil vai correr por fora. Agora é, o Copa é o mata-mata de um jogo só, né, cara? Passou a primeira fase. Acho que o Brasil vai ser um time contra essas equipes mais qualificadas tecnicamente de transição. É, antelote. É, antelote. Menos posse de bola.
Isso aí é bom a galera se acostumar. Você falou sobre a seleção de 94 e tal. Vai ter gente que não vai gostar, mas vai ser assim. É a característica dele. E assim, o Brasil tem jogadores rápidos, né? Acho que combina. O Brasil não tem esses caras de meio campo todos aí que, sabe, para controlar o jogo. Ele vai levar nove atacantes. Então ele vai ter muitos jogadores rápidos, muitos jogadores para jogar dessa maneira. Vai ter uma defesa só, ele vai jogar em transição.
Favorece o jogo de vários caras. Favorece o Estevão, Vinícius, todos esses caras aí. Claro, os passos, né, gente?
É, então eu acho que vai ser um time assim. Eu acho que pode crescer e brigar, claro que pode brigar, mas eu acho que corre por fora.
Corre por fora. Portugal tá nesse bolo ali com o Brasil também? Portugal também. Jogador bom também. Jogador bom também. Cristiano com o capitaneano. Que na última Copa, parecia que era o fim do Cristiano. Saiu, cabisbaixo, entrou no Salas, fez o gol. Ficou na reserva, né? Ele saiu ali, meio aí, mas ele ressurge. Aquele jogo do Marrocos lá, que são eliminados, que tava nesse jogo, pô, dá a impressão que é o adeus dele, que nada.
Já ganhou o Liga das Nações. E tem essa coisa do, não vai fazer na Copa, eu acho muito difícil, mas tá aí a 30 gols de milésimo, né? Pô, isso, 30 gols de milésimo. Isso é loucura.
O Messi é um pouco mais. E ele, me parece, assim, aquele cara que entende que ele já está com 40 anos e que ele não vai ser titular absoluto todo jogo. O Messi também é a mesma coisa. Acho que o Messi entende isso, que ele vai colaborar, mas vai ter jogo que ele depois não começa. Mas pode desfrutar a Copa, né? Exato. Pode ajudar de várias maneiras, mas o corpo já não permite que ele jogue todos os jogos 90 minutos. Não vai aguentar.
então pode mais atrapalhar do que ajudar e acho que os dois tem essa maturidade e aí ajuda, ajuda bastante tem um cara desse no grupo não só pelo que pode fazer mas também pelo simbolismo de um jogador, dois dos maiores jogadores da história essa coisa toda a Inglaterra não vai ganhar nada de novo a Inglaterra sempre morre na praia mas tem um técnico melhor agora pra quem já teve Steve McLaren e outros bichos eu acho que
Esse é um técnico bom, que já ganhou uma Champions League em cima do Guardiola, por exemplo, né? Então, acho que ele pode... Fora o Antieloite, é o maior técnico da Copa. São caras que já foram de primeira prateleira, de times campeão europeu, campeão nacional, esse tipo de coisa. E o curioso é que... Ele perde mais times com PSG, né? E ganha depois com... Ele ganha com o Chelsea em cima do City. Isso. E perdeu aquela pandemia para o PSG, ele era o técnico.
Contra o Bayern. Contra o Bayern, era ele? Não me recordo agora. Agora não estou recordando. É o torneio que foi lá em Portugal. Tinha em Lisboa, né? Pontinho no bairro de Munique. E ele não deve levar o Alexander Arnold. Não convocou e parece que não vai levar. É bem curioso.
Não deve levar, mas assim, eu acho que é um técnico melhor que pode tirar que a Inglaterra tem muito bons jogadores, né? Aliás, o futebol inglês, ele derruba completamente essa tese esdrústula de que estrangeiros atrapalham, né? Que lá tem um monte de jogadores estrangeiros, técnicos, campeões da Premier League todos foram, nenhum deles foi inglês todos foram estrangeiros, campeões são estrangeiros ou foram estrangeiros, né? Ganharam Todos os campeões da Premier League são estrangeiros O Ferguson é escocês, ganhou uma porrada Ganhou vários
E tem vários técnicos. O Bruguês é francês, o catalão, o espanhol, o Guardiola, o italiano, o Ranieri, o português, o Bourinho. Nenhum inglês ganhou a Premier League desde que ela foi criada em 92. O Ponte italiano. Então, é, vários. Então...
e eles montaram boas seleções de base ganharam títulos na base, tem muito jogador bom na Inglaterra mas acho que sempre com técnicos que não sabiam tirar o potencial McLaren, o próprio Saltgate na última Copa do Mundo você vê que esses caras não assumem time grande, ficam trabalhando time de segunda divisão Saltgate está onde?
Nem sei onde ele está. O McLaren ficava lá no Middle's Bro da vida, a vida inteira ali e estava na seleção. Porque é parecido com o que acontece aqui, né? Só que lá já há algum tempo eles ficam nisso. Põe um técnico estrangeiro, não dá certo? Aí tem um lobby para colocar um técnico inglês. Aí não dá certo? Aí volta o estrangeiro. Já teve Ericsson, já teve Capelo, né? E agora tem o Tuchel. Aqui no Brasil, não. Houve uma resistência que agora foi rompida.
Eu imagino que vai ser assim agora, se o Antielotti sair, quando o dia que ele sair, vai ter um brasileiro. Aí se não der certo, traz outro estrangeiro. E vai ficar nisso. O próximo desafio vai ser trazer um técnico à Argentina, que aí vai ser um... Não com a Argentina, não com a seleção brasileira, mas vai ter essa discussão. Um dia a gente vai ver essa discussão. Ela tá se aproximando. Mas cara, o Antielotti sentiu a oportunidade de conversar com ele uma vez e estar com ele pouco tempo, outra no carnaval, aí não dá pra... Então duas vezes eu estive com ele. E tem cara que tem x de brasileiro, cara?
É um meio... meio paizão, assim, meio... Pô, e tal, engraçadão. Eu contei a resenha do Ronaldo, que o Ronaldo fala que ele prepara... Ele preparando o time do Milan. Pô, Ronaldo, você conhece os dois zagueiros? Siena. Siena, do Palermo, Ronaldo. Eu não, mas eles me conhecem certamente. Ele começou a ir pra cá, sabe, me pareceu um...
meio bonachão. Eu o vejo muito mais um técnico de gestão do que um estrategista. Mas assim, ele tem tamanho pra fazer o que ele quiser, pra mexer no time como ele quiser. É acostumado a lidar com jogadores grandes. Então isso eu acho que é uma parte bem importante ali. E também não estamos falando de um analfabeto futebolístico que não sabe montar um time. Não é isso. Ele não é assim, visto como o cara... Supra-sumo na tática. Ele não busca...
o domínio do jogo, ele busca vencer o jogo, ele não tem essa preocupação de dominar, de controlar ele tá no Real Madrid, e você viu o Real Madrid sendo atacado aí rouba uma bola, bubububou foi campeão assim, inclusive jogos que pareciam perdidos, de repente do nada muitos jogadores no Brasil tem jogadores bons que podem ser decisivos também que podem ser decisivos também
Você selecionou aí o Superchat, Paulinho? Você vai pra Copa? Acho que sim, mas só durante. Toda ela é 12 pra javali. Fiquei um mês lá. Mas aí voltaria pra fazer a final? Não, a minha ideia é ir do... Ah, tá, pegar reto. Vai pro mata-mata, senhor. Eu tô pensando em fazer isso. Encontrei o Mauro lá nos Estados Unidos a última vez, né? Não é loja. Eu não tive esse prazer.
Lá em Chelsea. Sim, a gente tava junto. Perto do Chelsea Market. Sim, muito bom. Bom carro, inclusive. Tô tentando voltar. Não, eu preciso voltar no nosso bom Berimbau. Berimbau. Restaurante brasileiro. Vem descobrindo na avenida, não. Não. É um restaurante brasileiro muito bom. Espetacular. Espetacular. O cara tava... Ele falou assim, ó. Quando vocês viram... Como levaram a gente lá 0800 também, ficou melhor aí.
É, comentou num post nosso, vem aqui, posta aquela... O Gilberto Júnior tem que tirar os dólares do bolso, né? É, não foi preciso. E lá se bebe saratoga. Aquela água que tinha ficado famosa como influência, que botava água na tigela, olhava a cara. Ah, sim. Lá é muito bom. E ele falou assim, na Copa eu vou inaugurar, vai ter inaugurado aqui o segundo andar, com um ambiente com...
Só música brasileira, tocada no vitrolão. Vinil, é. Vinil, é o DJ especialista lá. Você vai lá, só música brasileira no restaurante. Muito bacana, berimbau. Vamos juntos, irmão. Isso aí, isso aí. Vamos lá. Ó, manda um abraço pro Mega Jefferson. Ele deve ser grande, Mega Jefferson. Tá, dê. Lá ele. Quem taxa o Mauro de clubista é maluco. Graças a ele desenvolvi senso crítico em relação ao futebol e ao Flamengo. Olha aí.
E embora nem sempre concorde com ele, é um orgulho saber que ele também é rubro-negro. Tá vendo, Mauro? Você não tem só hater, não. Não, não. Tem um pessoal legal também. Tem amor também aqui. O Alisson também. Mauro?
A recuperação judicial do Vasco tem previsibilidade para todos os pagamentos. Existem gastos permitidos para a contratação, tudo aprovado pela Justiça. As contratações do Vasco têm sido pé no chão. Você não concorda com essa visão? Um abraço. Não, não pelo seguinte. Ninguém disse em momento algum que está sendo desrespeitada a Justiça.
mas que esportivamente não me parece correto que você esteja em recuperação judicial e possa contratar jogadores, enquanto outras equipes que de repente foram rebaixadas, não entraram em recuperação judicial, não se endividaram dessa maneira, não precisaram desse recurso e estão amargando uma segunda divisão. Então eu acho injusto, é o meu ponto de vista. Tudo que está sendo feito pelo Vasco, pelo Pedrinho e tal, tem coisas legais?
Claro que tem, mas existem adversários que não fizeram isso. Os dois títulos do Cruzeiro da Copa do Brasil, 17 e 18, são títulos questionáveis.
Depois explodiu aquela bomba e teve a situação do Cruzeiro. Então, tinha um time que não podia pagar. Então, isso... Ah, sempre foi assim. Sim, sempre foi assim. Um dia isso tem que mudar. E a gente tem que falar sobre isso. Tem que discutir sobre isso. Geralmente, as pessoas evitam falar por conta dessas reações. O torcedor já dá uma distorcida. Ninguém está dizendo que é fora da lei. Pelo contrário. É tudo dentro da lei. Mas esportivamente não é justo. E não existe... Na legislação esportiva...
talvez agora mude com o Fair Play Financeiro, vamos ver como é que isso vai ser de fato executado, nenhuma previsão de você punir esportivamente. Olha, você se endividou, você não cumpriu, você não pagou. Aí você foi buscar a recuperação do centro, então você vai perder ponto, você vai ser rebaixado, alguma coisa você vai pagar. Porque o outro pagou, cara. O outro pagou e está jogando contra você. E aí?
né? Então o outro que vai ser rebaixado e você, não, eu entrei em recuperação do Celta, essa é a questão. As pessoas não pensam, existem adversários que fizeram tudo direitinho e de repente estão pagando a conta de ser rebaixado e colocando um adversário que tem um time que ele não consegue pagar. Você acha que é uma cultura do Brasil ter sido assim, pra galera entender esse... Sim, é, então, mas aí isso vai ter que mudar um dia, né?
A gente vai ver sempre nessa pré-história, nunca vai mudar. Você falou do Schalke, por exemplo, a gente teve lá, o Schalke...
na segunda divisão da Alemanha. E tem uma torcida enorme e tal. O grande clássico da Alemanha. Foi mal gerido, né? Um time com esse potencial. Para conseguir ser rebaixado e não volta, é porque o Hamburgo ficou um tempo na segunda divisão também, só subiu essa temporada. Por quê? Clubes importantes da Alemanha, com história, com torcida, com títulos e que não conseguem sair do buraco. Por quê? Porque foram mal geridos. Com certeza. Então, paga a conta. Até você conseguir voltar.
E concordo que sempre foi assim, mas acho também, entendo, mas tem que mudar alguns dias. Não pode a vida inteira achar que vai ser sempre assim. Então tá legal, vai ficar sempre o futebol gestionado, é uma bagunça, ninguém paga ninguém. E aí sabe o que acontece? Flamengo e Palmeiras vão continuar dominando. Essa é a questão que talvez ele não preste atenção. Flamengo e Palmeiras vão continuar dominando, porque eles estão organizados e com dinheiro.
Mais do que meio caminho andado, né? Pode perder circunstancialmente. Sim, sim. Mas a longo prazo. Se você pegar de 2016 pra cá, os únicos anos que o Flamengo e o Palmeiras não foram campeões foram 17, o Corinthians, em 21, o Atlético turbinado pelos seus benfeitores, e o Botafogo também, com as contratações que o Dono do Homem ainda não pagou. Foram as três exceções. Os outros títulos são todos o Palmeiras e o Flamengo. E em 17, quando o Corinthians ganhou com o time do Carilli, o Flamengo tava começando e o Palmeiras não era tão forte.
17. É, agora eles estão muito fortes. Você pega os elencos dos dois, cara, o Palmeiras tem dois jogadores de 25 milhões de euros, o Flamengo tem um de 25 e um de 42. Pô, os caras compram jogador da Premier League, pô. O Palmeiras trouxe dois jogadores da Premier League e o Flamengo trouxe um. O Flamengo contratou um cara do Atlético de Madrid.
Então assim... Se destacava, não estava alargado. O Flamengo trouxe o Jorginho do Chelsea, acabou o contato, trouxe o Jorginho. Então assim, são jogadores de um nível muito alto, os dois estão muito fortes. Então esses clubes, os rivais, tem que se fortalecer. Não pode viver nessa coisa de rapidamente tudo vai mudar, vamos ter vários jogadores, chegou um mecenas aqui botando jogador, isso não vai vencer. O Vasco tem toda a condição de ser um clube forte e autossustentável, eu vejo dessa maneira. Tem uma torcida no Brasil inteiro.
Eu questiono muito essas pesquisas que mostram o Vasco com uma torcida muito menor do que Palmeiras e São Paulo. Porque as pesquisas são muito centradas em uns grandes centros aqui em São Paulo. E aí não captura os vascaínes. É só ver quando o Vasco joga no Nordeste, a multidão que vai no ano depois de esperar. E Manaus é Suel. É, Manaus é Flamengo e Vasco.
Manaus é Flamengo e Vasco. Lá as pessoas torcem pelos dois times. Tem a Bastanta Catarina, Criciúma também, gigante, Vasco. Mas sabe o que a gente foi que tinha em Carioca pra caramba? Blumenau. Blumenau. Também. Não sabia. A gente foi pra lá, o Oktoberfest. Cara, chegou lá, tinha em Carioca. Eu lembro de moleque ver pesquisa onde era Flamengo, Corinthians e Vasco. Eu lembro de ver pesquisa. Depois, entrando nos anos 2000, mudou isso aí. Subiu Palmeiras, São Paulo.
E o Vasco ficou ali abaixo, mas eu lembro de ver pesquisa. Uma vez uma pesquisa colocou a torcida do Fluminense empadada tecnicamente com a da portuguesa de esportes. Com todo respeito aos torcedores da Luz, o meu amigo Flávio Gomes, não dá, né, cara? Então, assim, porque essas pesquisas, elas não são muito precisas por uma razão muito simples. Elas nunca são feitas para ferir tamanho de torcida.
É uma pesquisa de mercado de algum produto que vai ser comprado ou pesquisa para presidente. Quem você vota? Aí no meio, qual é o seu time? Então, assim, tem muitas distorções. Porque, claro, eles não vão no Brasil inteiro. Eles escolhem alguns centros. E acho que isso, para mim, claramente gera distorções. Por mais que a metodologia seja aprimorada e tal...
Porque o torcedor não é espalhado de forma homogênea, né? Tem regiões e regiões. Tem maior cidade. E o Vasco tem muita torcida espalhada pelo Brasil. É claro que essa torcida pode estar envelhecendo. Ela pode não estar crescendo tanto pela má fase. Não tem vencido há 20 anos. Isso acontece. Mas eu sempre achei muito esquisito. Acho que eu não traduz a realidade. Já teve pesquisa aí que de um ano para o outro...
Flamengo estava numa última pesquisa. Flamengo tem aproximadamente 43 milhões de torcedores. Corinthians 17, 18. Aí no outro ano, Corinthians tem 23 e Flamengo tem 35. O cara mataram 10 milhões de hora para o outro. Ou era um rubro-negro de 90 anos que pereceram. Não faz sentido. Isso me lembra quando o Cazares era diretor de marcas de São Paulo.
E falou certa vez que o São Paulo em 10 anos teria a maior torcida do Brasil.
Aí eu peguei essas estimativas, vamos fazer uma cálcula dos números que a gente tem aqui, né? Eu comecei a fazer uma conta, fui lá pesquisar qual era o crescimento populacional do Brasil por ano, em média. Fiz todas as contas, até publiquei no meu blog na época isso. Era necessário que viesse uma epidemia que matasse só rubro-negros e corintianos durante um bom tempo e só nascesse São Paulino. Todas as crianças que nascessem tinham que virar São Paulo.
Era a única maneira de 10 anos ser mortos do Brasil, ou seja, era impossível. E isso foi tratado pela imprensa.
Como se fosse uma previsão... Uma campanha. Uma previsão ok. Uma grande falácia. Uma bobagem que ele falou ali, marqueteiro e tal, né? Como São Paulo estava em cima, era brasileiro e tal. E aquilo era tratado, era debatido. Eu cheguei a participar de programas. Eu lembro de manchete. As pessoas debatiam isso. Uma vez eu estava num jogo no Maracanã, fazendo um link na ESPN, aí surgiu esse assunto. Falei, gente, estão brincando, pô.
Isso não existe, cara. Como isso? Em 10 anos? Com base em quê que ele falou um negócio desse? Vamos falar sério, pô. Porque eu detesto quando você está num assunto sério e entra nas discussões assim, como nem cabem dentro. Ficar botando azeitona na empada dos caras, sabe? Um cartola falou um negócio sem pé nem cabeça, a gente vai debater isso como se fosse sério, como se merecesse. Eu acho que é sacanagem dar com quem está assistindo.
Sim. Eu derrubo várias vezes os assuntos assim. Eu sei. Eu vou falar assim, ah. Eu vou assistir. O pilhado de vez em quando puxa assim, ah, não. Não sei.
Vamos falar outra coisa aí. Fala sério, mano. Vamos respeitar o ouvinte internal. Eu gosto de quando o Maulo serve o Vampeta na bancada, porque fica assim, né? São dois universos, né, nossa? Que eles são muito diferentes, mas que convergem. Eles se introsam, isso é muito maneiro. O Maulo gosta muito do Vampeta. O Vampeta é sensacional. Vampeta é sensacional.
O Balardino mandou aqui. Parabéns, Charla. Baita convidado. Mauro, se puder fazer um pedido, por favor, não nos deixem órfãos da estimada live Soft Open. Não, o Soft Open tá firme e forte. A galera gosta muito disso. É muito bom. E, cara, nunca conversei com o Mauro sobre isso. Queria conversar pelas camisas que ele usa, mano. Porque ele deve achar, talvez, o meu gosto pifo e patético.
o que? Regata? Não, sobre rock and roll. Eu sou de uma outra geração ali. Eu gosto de Neil Metal, por exemplo. Mauro deve odiar ele, né, Metal, pelas camisas que ele usa, não sei. Mauro é mais rock clássico. É, Mauro é mais um rock clássico, heavy metal, minha interpretação. Não sei se tô certo aí. É por aí. Que o Marcos Grego, ele pergunta. Mauro, mudando de futebol pra música.
É, você que gosta de rock, alguma coisa te agrada na nova geração? Tem uma banda mais recente do outro. Preta Van Fleet. Gosta, cara. Adoro. Já fui num show deles. Eles fizeram... Eles abriram uma vez aqui pra um show de quem? Teve um show aqui no Morumbi há alguns anos que eles fizeram a abertura. Metálica, talvez? Acho que sim. Eu gosto muito. Bom pra cada um. Não, foi num show deles no Rio. Teve lá no... Antigo Metropolitano.
Tu tava também, tu tava? É, você foi comigo isso. É bom pra caralho. Eu acho ótimo. Mas critica os moleques porque eles são meio Led Zeppelin. Eles são quase o Led Zeppelin. Sim, sim. Moleques. Ah, é? É, tem uma pegada. Tem essa pegada aí. Forma de se vestir e tudo mais, a voz. Mas é muito legal, eu gosto muito da banda. Eu acho bom. Assim, eu acho o seguinte, cara. A música é pra apreciar, entendeu? Eu não gosto de comparação assim. Quem for o melhor gringo do Flamengo? Petkovic ou Arrascaeta?
Eu acho uma sacanagem. Deixa o pé de puto. O cara jogou pra cacete, cara. O cara fez um gol histórico de falta. O Carioca valia muito mais. Gol de um tricampeonato. Ele conduziu o Flamengo com um título brasileiro improvável, junto com o Adriano, mas ele foi um protagonista.
Porra, ele jogou na fase difícil do Flamengo, né, cara? A rasqueta tá do Flamengo rico, né? É. O que o Zico não faria desse Flamengo rico, né, pessoal? O próprio Pet, pô. Pois é, ele também. Então, eu faço que nem o Chacrinha fazia. Lembra quando o Chacrinha queria... Ele falava, é esse, é esse. Aí o auditório votava em um, ele, os dois! Ele empurrava os dois, se classificava os dois. Eu vou nos dois, os dois. E eu acho a mesma coisa com relação à música, né?
Megadeth ou Metallica? Cara, eu ouço as duas bandas, não preciso escolher uma. Por que eu tenho que escolher? Nem porque uma teve um guitarrista brasileiro. Não precisa escolher. Você vai ouvir as duas? Eu posso ouvir as duas, sabe? Então lista cinco que tu gosta, assim, vai. Sem... Cinco? É, você vai ouvir agora aqui. Já citei três. É, Greta Van Fleet, Megadeth, Metallica. CDC, Led Zeppelin.
Motorhead. Ah, tem muita coisa boa, né? Bom, bom. Calcinha preta, não.
Matanzinho Lima. Você tá zoando, mas pega o número de música. Guns and Rose é legal também. Guns. Pega o número de música do Calcinha Preta. A galera do Nordeste sabe disso. E dessas manas de forró do Nordeste, quantas são versões de clássicos do rock? Ah, essa aqui é uma porrada. Tipo, fazendo... Usando a versão, né? Eles cantam português, pega a letra e muda completamente. Agora que o Michael Jacobs tá bombando. Mas aí não é... O raparilha é bom! O raparilha é bom demais! Ah!
Filho do Piseira. Eu sou maior pra cá, Mauro. Eu sou de Nirvana, movimento grunge. Sim. Pra cá. Mas gosto pra caralho de Slayer é foda. Slayer, sim. Sepultura é foda também, tem que falar. Isso, pro outro dia... Judas Priest é legal. Judas Priest. Muito dinossauro, anos 60. Pra mim, a maior banda do rock nacional é Titãs, pô. Ah, Titãs é excelente. Do caralho. O maior álbum do rock nacional é Cabeça de Dinossauro. Sim, esse disco é de monstro. Tive o Charles Gavão outro dia no mesmo programa, no redação, né?
Caralho, mano, eu vou ter que te chetar, na moral. Pô, tá maluco, sei lá o quê. E fui no Titãs Encontro, é do caralho. Foi um programa de música, cara, na GNT, não sei onde que era. Ele ficava pegando coisas relíquias na música. Pô, é... Fica uma ideia aqui pro Gastão Moreira, que é um canal foda, né, de música, é o Casa Gastão, né? Casa Gastão. Mas eu muito, bandas até novas por lá. Pô, o Mauro nunca foi no Casa Gastão, foi? Não, não. Porra, Gastão, aí.
Pra falar só de música. Pô, essa é do caralho. Eu veria o conteúdo. Sim. O Gastão assiste a gente, tá? Boa, Gastão. E ele tem que vir aqui também. Sim. Só do caralho. Conhecimento brutal. Dito isso, palmas pra Mauro César Pereira. Show de bola. Mauro, um dia a gente vai fazer um podcast só de música, então. É?
Obrigado. Pra não ficar saco cheio da gente também. É, verdade. Passou um tempinho. Um projetinho novo aqui. Vamos falar de música, vamos falar nada de futebol. É, é, é. Vamos falar de samba também. Samba. Samba. É, então, é isso que eu ia falar. O Mauro, ele é roqueiro, mas gosta do samba. Adoro samba. Samba herredo, então, adoro. É, eu sou dessa galera aí. Pagode não me pega muito, não. Só vou pra tomar uma só.
justo, né? É. Mauro, obrigado mais uma vez, sabe, na sua agenda e pra gente é uma honra que você gosta de estar aqui, pelo menos é o que aparenta, né? Quando o Matheusinho falou que, pô, o Mauro vai rolar, eu falei, pô, boa, boa. Que precisar da gente estar muito junto. Aliás, ele faz boas postagens sobre samba.
Isso! Isso! Ele é o nosso bicheirinho. Não, não. Não, é bem legal ali. Ele resgata o sambas antigo. Sim, não, não. Ele é bom pra caraca. Ele é bom pra caraca. Gosto bastante. Ele foi no geral por chante de pilares. A gente vai falar assim... Mas o Matheus é enciclopédia do samba. Ele gosta muito. Tanto que eu abro mão dos programas. Falei, Matheus, faz você. Porque eu poderia muito bem fazer. Eu tenho conhecimento raso, superficial.
Porque eu gosto de ver mocidade, homocidade. Mas ele não. Ele tem conhecimento aprofundado. Então, é outra coisa. Como é que é o apelo do Matheus? Be Shady.
Só no lifestyle O sonho dele é ser patrono de uma escola Papai Noel Valeu Valeu Deixa eu ver os nossos patrocinadores Café Melita, beleza? Beto Júnior foi na Alemanha e se ligou que lá só tem Melita É de lá, né?
É o café oficial do Real Madrid. Tá aqui, beleza? Café é Melita e café é oficial do Charla Podcast. Exatamente. Dois júniors no mundo bebem café Melita. Vini Júnior e Beto Júnior. Beto Júnior, que isso, hein? Pegaram a conta do Vini Júnior aí. Conta bancária. Seria bom. É, não. Aquele travesseirinho do lado dele ali também é bom, né? Ah, é? É.
Pedalando bem, nosso Vinícius. Entra aí no site da Melita e confere os produtos, né? A gente tem café solúvel, que é o caputino de osso de leite, cápsula, muita opção. Café pro dia a dia, café coado, tem espresso e tem também café gourmet. Gourmet, isso também. Esse aqui é capixaba, terras capixabas. É isso. Café é Melita, beleza? Cupom CHARLA15, 15% de desconto em toda a linha Melita, que a recorde tá aqui na tela. Tamo junto.
Açaí, atacadista, atacadista oficial do futebol brasileiro. Pensou futebol, pensou açaí. O açaí patrocina brasileirão Série A, Série B e Copa do Brasil. É isso, né? E, ó, tem em todos os lugares do Brasil açaí, os melhores preços do mercado. A gente falou de pet covid, da última vez que a gente fez um episódio no Charlo.
Primeiro Pet, na sede. Num supermercado a sair, pô. Baracadista. A sair da sede do Maracanã. Foi espetacular, pô. Com a taça do estadual. O que o Pet, eu de autógrafo, tirou foto. A gente foi embora e ele ficou lá, irmão. E ele foi legítimo camisa 10. Pet é do caralho. Adicinou as camisas com a criançada e tudo mais. Eu sou muito fã do Pet.
Açaí é brabo, alguém muito brabo. Ó, açaí é tacadista aqui no QR Code, pra você ter um desconto do desconto, baixa o aplicativo Meu Açaí, beleza? Os preços já são feras, vão ser mais feras ainda. E serve pra você que é também dono de loja pra abastecer o seu estoque. Tamo junto, açaí é tacadista. E pra sua casa também, né? É. O Charla é brama. Sabe. Ou, o Charla é sabe. Mengão está na sabe, Beto Júlio. Mengão está na sabe. Não precisa estar na sabe? Ou precisa? Nós estamos na sabe.
Não dependemos, mas é bom estar ali, né? Sabe a sociedade anônima da Brama, você quer recolhe, tá aqui, você adquire produtos Brama no Zé Delivery, beleza? A Brama normal, você destina 10% do valor da sua Brama para o seu time de coração. E a Brama Zero, Betão? A Brama Zero você vai destinar 20% pro seu clube. Pô, sensacional. O dobro.
comprando pelo Zé Delivery. Zé Delivery, o QR Code tá aqui na tela, você já vai pro Zé Delivery compre a Brama pra tomar aquela gelada de qualidade, você ainda ajuda o seu time beleza? O Charlo é Brama, o Charlo é Sabe, tamo junto
E pra fechar, o Charla Sporting Bet, que vai com a gente pra Copa do Mundo, com certeza. Ovo, o Alcente. Já levou o Betão lá pro All-Star Game da NBA, sensacional. Cara, que experiência, que experiência. Tivemos um episódio especial agora porque a Sporting Bet é patrocinadora da Libertadores, sorteio dos grupos da Libertadores, sensacional. Tamo junto, Sporting Bet, faça sua fazinha na Sporting Bet. Odds especiais pro Brasileirão, se liga aí, beleza?
Ligado aí, hein? Tamo na data FIFA também, né? Tem seleção Brasil e França, depois na terça-feira Brasil e Croácia. Fica ligado nas odds, pode vir.
Finais europeias, exatamente. Repescagem já começa também. Então, muito jogo. Por exemplo, acho que a Itália vai ficar fora da Copa. Faz a fazia lá. É isso aí. Mas tudo com moderação, tá ligado? Moderação e... Isso é uma brincadeira pra maiores de 18 anos, hein, galera? A pós-esportiva é entretenimento, não é investimento, não vai ficar rico. É só pra se divertir, dar um molhinho. Se liga, tá? Tamo junto. É nóis. Fechou? Mauro, até a próxima.
Valeu, galera. Grande, Mauro. Brigadão, hein? Que a gente se esbarre no Chelsea Market. Opa!
O cara lá, maluco, imitando os Vanderpires, lembra? Lembra? Pra mandoram. Ah, bom cidade! Valeu! Valeu! No meio do Chelsea Marques. Encontraremos o João no Perimbau. É muito aleatório. É isso aí. Tchau, galera. Aquele abraço. Continuamos em Sampa, hein? Valeu, tamo junto. Tamo em São Paulo, é nóis.
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