#703 - Gabriel & Lucas Barbosa [Jogadores do Bragantino]
A Charla de hoje é com os jogadores do Bragantino, Gabriel e Lucas Barbosa.
- Estrutura do Red Bull BragantinoCentro de Treinamento do Bragantino · Comparação com outros clubes
- Neymar e a Copa do MundoExpectativas para a seleção · Importância do Neymar
- Desenvolvimento de JogadoresMédia de idade do time · Contratação de jovens talentos
- FutebolHistórias de superação · Impacto da família na carreira
- Pressão e competitividade no futebolCobrança interna no Bragantino · Comparação com grandes clubes
Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990,00 pra CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Fala, galera! Charlo Podcast no ar de novo! Estamos em vivo! Diretamente de onde, Beto Júnior? São Paulo! Estamos na capital, em São Paulo. Estamos aqui, trabalhando, hein? Vamos falar de um time que é aqui perto, né? Sim, é do estado de São Paulo, né? Mas, mano, um dos clubes mais estruturados do Brasil. Sensacional. Um dos únicos times do Brasil que tem dois estádios, beleza? É!
É uma estrutura. Fez o estádio por enquanto e daqui a pouco vai uma arena absurda. CT, já vim falar que é top de linha. Sensacional. Uma estrutura. Isso aí. Tem negócio de Jurgen Klopp no comando ali. Não era mais, mas era o homem... Era figura global da marca. Global da parada. Sensacional. Pesado. É isso, ó. Voadora no peito do like. Quanto mais likes a gente tiver, pra mais gente aparecer nessa resenha. E desenvolve muito bem os jogadores também. Muita coisa.
menor medida de idade da série Aruncamento Brasileiro. Já tem esse viés, gente. É isso aí. Tem a experiência de um nosso convidado, cara que ele respalda, mas tem o outro também que é um cara novo e é um lugar que tem essa visão, identifica talento, traz...
Faz o seguinte, manda sua pergunta para os nossos convidados. Eu acho maneiro mandar comentário, mas como eu tenho dito sempre, aproveite os convidados para você perguntar o que você quer. Aproveite a sua oportunidade, né? Que maneiro. Charludo quer Charludo, segue o Charla em todas as plataformas, certo? Com certeza. Aí falo para você, sim, mas no Spotify vocês já são os mais ouvidos quando o assunto é futebol.
Sim, graças a você, mas se você não tá no Spotify, vem aqui pra dar essa moral pra gente, né? E se você, por exemplo, tá no Spotify já há um tempo, mas não sabia que a gente tava no YouTube, por exemplo, não tá no YouTube, se inscreve no YouTube também, faz essa troca aí, galera. Spotify e YouTube, beleza? Acompanha a gente nos dois. E nas redes sociais, arroba charlapodcast em todas elas, Instagram, TikTok, Twitter e Kawaii, beleza?
Se quiser me segue aí, eu sou o Bruno Cantarelli, arroba Cantarelli Bruno, e a obrigação é seguir Beto Júnior.
Não é uma obrigação, mas me segue aí nessa moral aí. Arroba o Beto Júnior Underline. Siga o Betão, pô. Tá maluco. Pode chegar nos 200 mil aí, pô. Dá uma moralzinha, né? Fazer uma publizinha bacana, pá.
É, primeiro, agradecendo sempre, outro dia tive com o Léo Inácio de novo, tá lá no Graga, sensacional, parceiro. Agradecendo sempre ao Bragantino, mano, por esse espaço que abre ao Charla. É uma obrigação do Charla em breve fazer um episódio lá. Já falamos sobre isso, né? Lá, na estrutura do Bragantino. Sensacional. Red Bull Bragantino, sejam muito bem-vindos mais uma vez ao Charla. E, mano, dois jogadores aqui, eu tava falando com o Gabriel, eu lembro dele subindo.
Molecão, né? E hoje, pô, um cara experiente, mano, rodado, título atrás de título no futebol brasileiro, sensacional. E o outro convidado, Beto Jornal, um jogador que está impressionando muito no futebol brasileiro, eu tô maluco. Não? Falou que ele tem um jeitão de quem?
O Rivaldo, cara. A gente tem que ter sempre cuidado. Até mais... Porque também ele não tem nada com isso. Aí eu falo pra ele dessa, aí vem a galera... Mas vem uma galera assim, carinho, vendo o jogo, a coisa mais genuína do mundo. Os lances, virada, tal, batida.
Não tô falando que ele é o Rivaldo, não, mano. Ele lembra, lembra o jeito. E é bom jogador. Tá vendo aqui, pô. A passagem dele no Juventus, a passagem do Juventus chama muita atenção. Ele chamou a responsabilidade, fez gol. E o Bragantino não tem esse olhar. Então, bacana. Vamos desenvolver aqui a história dele também. Lucas Barbosa e Gabriel. Gabriel Lucas Barbosa no charla. Palmas pra eles.
Bem-vindos. Sejam bem-vindos aí, rapaziada. Tamo junto, mano. Obrigado porque há quanto tempo fica aqui o CT de vocês de São Paulo, hein, mano? Não, ficamos há uma horinha e vinte, mais ou menos. Tá bom. Não é nada pra tá aqui passando essa noite aqui. É pertinho. Pertinho, né, mano? Seja bem-vindo, Lucão. Tamo junto. Valeu, mano. Agradecer a vocês aí. É um prazer estar aqui com vocês. Tamo junto.
Pô, tamo junto, galera. Ó, abraço pra professor Wagner Mancini, que já esteve aqui também. Show de bola. Mão rapaziada lá, que sempre recebe a gente muito bem. Lá no Bragantino, mano. Pra começar, tô falando certo ou errado quando eu digo que é um dos clubes mais estruturados do Brasil, Bragantino, hoje? Não, sem dúvida nenhuma. Eu sempre falei, eu sempre falei que, assim, a estrutura que eu vi ali, quando eu já cheguei no primeiro momento... E...
Eu já fiquei impressionado, porque já passei por outros clubes, por gigantes, né, no futebol brasileiro. E realmente eu nunca vi algo parecido. Então, assim…
Na minha visão, é o melhor CT do Brasil, sem dúvida nenhuma. Cara, o melhor CT do Brasil é assim, mano. Já aproveitando o teu esperimento aí, Gabriel. Você já viu algum time no Brasil? Mano, vou fazer um estádio aqui. Reformar um estádio pra ser o provisório. Pra construir uma arena bizarra. Nunca vi. É a primeira vez que eu fiz essa parada. Primeira vez. Eu falei, puta.
Beleza, né? O provisório vai ser mais ou menos ali, vai ser... Mas não, o bagulho é da hora. O gramado, irmão. O gramado é um tapete, assim. Lógico, é estádiozinho de interior, isso, né? Normal, tá em Bragança, né? Pros torcedores, né? Estarem perto do clube, mas assim... Mas ficou legal. Ficou pertinho, né? Ficou pertinho. Exato. Ficou legal, mano. Ficou bonito. Ao sapão, né? Ficou bonito. Lembra o estádiozinho de Premier League, assim.
É, e o gramado ficou top, mano. Todo mundo que vai jogar ali, os caras ficam impressionados, mano.
Não, é incrível assim, a gente fala de gramado no Brasil, o Bragantino nunca teve um gramado ruim desde a parceria. É, porque também quando eles entraram já teve uma reforma no NAB e o Bichedi também. Aí tá a diferença, um pensamento no piso do jogo, que é onde os jogadores vão desenvolver a partida. Se você chegar lá e dizer, a gente tem aqui estrutura. Priorizar uma estrutura que não é o campo, eles priorizaram logo o campo, o gramado. Você lembrou bem, sempre teve um...
Um campo bacana pra jogar. Sempre tem um tapete, é. É bizarro, assim, né? Isso faz parte da filosofia da marca. Claro, é isso aí. Pra você, Lucão, que é assim, te falei aqui, o time com a menor média de idade da Série A. Flamengo é maior, Bragantino é menor, né? E é uma política do clube você contratar jogadores na tua fastidade pra desenvolver um pouquinho antes até. Pra você, como é que é esse passo, assim, no Bragantino? É maneiro?
Tá servindo pra desenvolver? Depois do ano que eu fiz no Juventude, eu tive algumas propostas ali do Brasil, né?
E por último foi o do Red Bull. O Red Bull, eu tava num resort com a minha família e... Através do Gilberto, que eu joguei com ele também no Juventude, ele me ligou. Gil bagou, brabo. Ele me ligou, né, eu tava com o celular ali perto da piscina e ele falou, pô, o diretor do Red Bull quer falar contigo, posso precisar acionar uma? Eu falei, passa.
Mano, tipo, foi coisa de dois dias que a gente fechou, assim. Porque quando você fica sabendo da estrutura, você fala que o pessoal que tava ali, o Evangelista era meu parceiro na época. E ele me falou da estrutura. E você vai ali, tu conhece, cara, você fica impressionado. É, né? Aí eu falo com o Gabi, falo, Gabi, eu já rodei um pouco mais baixo, assim, né? Tipo, eu vim da base do Novo Horizontino, que é uma puta base também.
Mas, tipo, você roda lá no Juventude. Quando você chega ali na estrutura do Red Bull, você só não fica no seu alto nível se tu não quiser.
É, tipo, é alto nível em tudo. É alto nível na academia, alto nível nos gramados, tipo, do CT. Não só no campo de jogo, né, mas no CT também é surreal, assim. A gente fala de gestão e organização, né, Gabi? Você que passou em vários clubes grandes, assim. Dá um choque, assim, mano. Porque o clube é gigante, mas a gestão, ela é... Ali tem uma tranquilidade, tem programação, sabe onde quer chegar, assim. É, mano, é assim...
Eu já vim de um futebol, né, onde eu surgi diferente, né. Porque, porra, mais ou menos ali 2011, nós estamos em 26, faz 15 anos. Então, imagina 15 anos, mudou muito o mundo, né, imagina. E o futebol também mudou, né. Então, assim, eu peguei um futebol um pouco mais raiz, um pouco mais, né. Não, vamos aqui, vamos dar um jeitinho aqui, vai indo.
E eu vejo que hoje em dia não tem mais isso, não cabe mais isso, não tá encaixando, velho. E o Red Bull, acredito que é um dos pioneiros, assim, dos clubes de Série A de Campeonato Brasileiro que tem essa mentalidade, essa estrutura de organizar a base, organizar tudo.
Então, assim, eu fico feliz. O Barbosa falou, pô, o dele, a contratação foi rápida, dois dias. O meu já demorou um pouquinho mais, porque acho que até a questão da idade. A minha idade já demorou mais, eu já fiquei, puta, mas será? Mas eu queria também, pô, quando fui buscado pra fechar, eu falei, pô, tô dentro. Mas daí teve que ter uma autorização lá de fora ainda, do global, pra ver.
E realmente o CR… Por causa da política mesmo. Por causa da política do clube. Mas assim, eles também enxergaram que é importante, né? Ter um pouco de experiência. Vira que acertaram, né? Renovaram, pô. É, exato. Eles vêm do orçal mais experiente. É, eu acho que é importante. Até pra potencializar os jovens, né? Claro. Acho que isso foi bem legal. E é um clube totalmente diferente, assim. Pô, a gente é… A gente é…
Abençoado a gente tá ali. Às vezes fica na resenha aqui fora, né? Ou até mesmo nos programas, sem ser resenha, e aí, inevitavelmente, quando tá se analisando a tabela ou a rodada, e como aconteceu, por exemplo, em 23, o Bragantino, na época, com o Caixinha, no derretimento do Botafogo, o Bragantino tava ali, terceiro, segundo, brigando, primeiro. Tem um jogo do Flamengo que podia ser líder. Exatamente.
E sempre quando acontece isso, o comentário de quem está na resenha é muito assim, mas também elogia e tal. E o Bragantino também vai muito leve, porque não tem cobrança. Como é que vocês estão lá dentro? O fato de não ter uma torcida gigantesca, isso quer dizer que não tem pressão? Diretoria, por ter esse pensamento europeu de longo prazo não tem pressão, como é que é a cobrança no Bragantino?
Mano, eu acho que a pressão vem muito de nós, assim, né? Tipo, pô, você tá jogando uma Série A, se tu não jogar bem contra o Botafogo, você vai perder o jogo. Se tu não jogar bem contra o Flamengo, tu vai perder o jogo. Tipo assim, você não quer ser uma chacota também. Primeira pressão, a primeira cobrança tem que vir da gente, né? E a segunda, pô, a gente perdeu o Botafogo, a gente tomou vai. Então, tipo assim, não tem pressão, porque é compatível ao tanto de torcida.
Mas o que tem ali foi pressionar a gente, sim. Exato. E daqui a pouco você chega no clube pós-derrota, é aquele clima de morte, é aquele clima horrível. Então, tipo assim, eu acho que não é... Claro, não é uma pressão quanto uma do Corinthians, mas, né, quem tem brilho, quem não gosta de perder como a gente, assim, se pressiona bastante. A gente é competitivo ao máximo. E assim...
Tem os dois lados da moeda, né? Tipo, pô, você pensa, beleza, é um clube onde tem menos torcida, até porque a gente tá no interior, tá numa posição diferente do que num grande centro que seja de São Paulo, ou Rio, ou Minas Gerais, não sei.
É, mas tem o lado também que, pô, você jogar, beleza, com 40, com 60 mil pessoas, né, no estádio te apoiando também ali, e aí, poderia nos levar em outros lugares, né, tipo, tem a pressão, tem aquela coisa que algumas vezes nós sentimos falta até de… de… dessa…
Estádio, desse estádio realmente é De jogar A gente chama assim o torcedor O torcedor do Red Bull, do Bragantino É um torcedor apaixonado É um torcedor onde Vem tentando Encontrar Nele Nós tentamos Representá-los dentro de campo Pra realmente
encurtar essa relação, acho que a relação torcida e atleta, ela tem que ser bem mais próxima pra que nós tornamos ali o nosso nosso alçapão, a nossa pressão, porque nós sabemos o quanto é importante ter também o nosso torcedor e é o que o Cabeça falou, assim, a nossa a nossa pressão, ela é bem grande interna
É um clube ambicioso, um clube que quer ganhar. A gente tá na Série A de Campeonato Brasileiro. A gente tem que fazer bem. A gente almeja ser campeão, ir pra uma Libertadores. Tem metas, né? Tem, tem meta. E pode ter certeza que a gente tá trabalhando pra isso. Ó, tô vendo os pacotes aqui em cima da mesa, mano.
Mano, tá tendo, velho, tá tendo. Que que é isso aí, mano? A gente trouxe pra vocês ali, meu presente. Ixi, pra abrir, ó. Pô, mano. Eu vou falar, as camisas mais bonitas do Brasil também, viu? Ah, mano. Você mandou a branca? Eu mandei a branca. Mandei a branquinha. Mandei a branca, ó. Essa é a nova, viu? Vai com moral, hein, Beto?
Ó, o nome do cara aí, mano. Ó, já mandei, ó. Ó, esse daqui dá outro presente aí também, mano. Essa daí tem até um Red Bull. Ó, eu que dobrei, tá, mano? Eu não sei se tá da hora. Aí eu mandei duas, é uma pra cada, tá, mano? Mandei a Azuzona, Azuzona. Azuzona é bonita também. Coirada, hein, mano? É, mano. É presente, é de coração. Espero que vocês gostem. Ó, tá maluco aí, mano.
Betão, não sei se vai dar pra meter pra ir na praia, mas... Mas assim... É quadra, exato. Não, depois a gente dá uma assinada, ó. Mas vou dizer, vocês são muito magro, mano. Mano, pior que... Pior que até pra nós fica um pouco apertado. Mas a gente se impressiona, mano, que a gente tem um... Pô, vai pro nosso museu, né, Betão?
Vai e aí te amo. Só que, pô, porque, cara... A gente vai dar uma rabiscada. Hoje em dia tem que estar aqui, né? No shape, mano. Bonita também, mano. Bonita. Fera demais, cara. A branca também, brava. A branca é louca. Essa branca é nova. É, ela vai embora essa. É. Aí, mano, os uniformes ali do Red Bull. Parece que você tá vestindo também uma equipe de Fórmula 1, assim. É, então. Já vai junto ali no contexto de Red Bull e vambora. É. Vou botar aqui em cima da mesa.
Pô, maneiro demais. Obrigada. Pô, tá maluco aí de coração. Obrigado, galera. Espero que vocês gostem aí.
Tá bom, excelente. Seguinte, quero saber agora da história de cada um, mano. Começar pelo Lucão, assim, porque o Gabi a galera já conhece há mais tempo, né? Tava perguntando pra ele aqui. Jô, onde tu é guerreiro e se tu sempre jogou má pra frente mesmo, como é que é a parada? Brunão, então, eu sou de Bebedouro. Eu comecei jogando de lateral esquerdo. É mesmo, é? Mas o lateral virou tacanhas. Exato. Comecei jogando de lateral esquerdo, entre Bebedouro.
Né, assim, aquele moleque apoiado pelo pai, meu pai que sempre me incentivou. Eu jogo alguns campeonatos pela Inter Bebedouro, um olheiro do São Paulo me vê, e eu fico monitorado no São Paulo dos 11 até os 14. E quando era pra alojar assim no São Paulo, o diretor acabou saindo, né, que na época era o Sr. Geraldo, que foi pro Desportivo Brasil e acabou morrendo também.
E quando ele sai, acaba saindo alguns jogadores com ele, né? Que eram jogadores que ele tinha aprovado. E eu acabei saindo junto. Tem muito isso lá, né? Exato. E tipo, aí veio um, na verdade, veio um diretor do Grêmio também. Trouxe uns 14, 15 jogadores, né? Pelojava 30. E acabou tirando alguns. Nisso eu acabo indo pro Grêmio. Aí fui pro Grêmio, fui com a minha mãe, passei no teste de lá. Porto Alegre. Porto Alegre, mais frio, né? É.
que... 40, Porto Alegre 2. Aí... Quando eu fui pra disputar o primeiro campeonato pelo Grêmio, minha avó acaba falecendo. E em casa a gente sempre foi muito próximo. Minha mãe deixava ver eu com a minha avó direto pra ela trabalhar. E quando minha avó falece, eu volto pra casa. A gente tem que voltar às pressas. Porque era minha avó materna, a mãe da minha mãe que estava lá comigo.
E naquele momento ali, eu desisto do futebol. Desistiu, cara? Desisti, por conta que quando eu vi minha avó assim no caixão, eu falei, pô, meu, pra mim não vale a pena ficar essa distância, correria. Tipo assim, eu sou só um objeto. Os caras do São Paulo, tipo, pô, fui descartado rápido, né? Aí você vai pro Grêmio, tá tentando, aí você perde sua avó.
Falei, enfim, eu não preciso disso, eu vou trabalhar, fico perto dos meus aqui mesmo e, tipo, tá de boa. E paro, fico dos 14 até os 16 parado, mais ou menos. Caramba, Lucão, sério, mano. Pô, dois anos dessa idade aí, foda. Não, eu tinha parado e parado mesmo, mano, não brincava na escola. Não pôr a cama na bola. Não brincava na escola, tipo, eu tinha pego meio que um ranço, assim. Eu falei, mano, eu tô de boa, tipo. Cara, tu falou uma parada que é muito, eu acho que a gente tem que rever na base, né?
Eu gosto do João Paulo Sampaio do Palmeiras hoje, que eu acho que tem pra fazer. Um objeto. Algo diferente. Você falou, cara, eu me sentia um objeto. Um objeto. Tipo assim, você pô, eu tô aqui há três anos.
E no São Paulo, os jogadores que eles tinham mais convicção que iam virar, eles te ajudavam com uma ajuda de custo. Eu já tinha essa ajuda de custo, então tipo assim. E pro teste final, na verdade, eu não precisaria ir. Porque eu já era esse moleque meio que, tipo, que eles já tinham convicção. Queria alojar, né, durante esse monitoramento. E eu acabei indo porque alguns moleques de abertura eu ia. E eu fui. Quando eu cheguei lá, eu fiquei sabendo que o Geralt tinha sido mandado embora e que eu também não precisava estar. Então tipo assim, foi um baque, assim.
E pra eu voltar, eu tava um certo dia em casa. E meu treinador da... 16 já é tarde, né, mano? 16 anos. Aí um treinador da Intra Bebidouro. Que... Tipo, que me aprovou na época da Intra Bebidouro. Meu primeiro treinador, Daniel.
Ele bate em casa e fala assim, ô Lucas, a gente vai disputar, né? Porque a Intra ficou fora também de disputar alguns campeonatos. Ia voltar naquele ano. Falei, ô Lucas, a gente vai voltar a disputar. Você consegue me dar uma força? Você consegue jogar? Falei, pô Daniel, eu não quero. Pô, muito obrigado. Falei, não. Você não precisa treinar. Treina na quinta, vai pro jogo no sábado e você vai me ajudar. Falei, pô. Tipo, aí meu pai tava do lado, né?
Meu pai falou, vai lá Lucas, pô. Ajuda ele, retribui um pouco e tal. Falei, não, tudo bem, eu vou.
Peguei e fui, mano. Na última rodada contra o Batataz, joguei e Novo Horizontino me viu. Aí lá vai o Novo Horizontino em casa, o Marilda. Pô, vamos lá, vamos tentar. Porque eles já ficaram sabendo da história que eu tinha parado, né? Acho que alguém contou. Vamos tentar, vamos tentar de novo. Aí meu pai falou, pô, vai lá. Tenta de novo. Dá mais uma chance. Vai na boa. Se tá perto de casa, Novo Horizonte, bebedouro, dá uma hora e meia.
Eu te busco todo final de semana. Você fica aqui com a família. Né? Vai ser um suporte.
Peguei e fui, mano. E foi virar de chave na minha vida. Porque aí a gente teve o Campeonato Paulista, sub-17. Aí eu me destaquei, fui pro Santos. Aí no Santos eu faço uma Copa São Paulo boa também. É sub-profissional e tô aí. Subo no Santos. Subo no Santos. Cara, mas olha que... Tem tanta coisa aí que o Lucas tá falando pra gente que o...
Que é o futebol, né, cara? Primeiro é essa questão do... É um moleque, né, mano? Adolescente que, cara, daqui a pouco você pega e tira da família. E aí ele volta a ver a família, por exemplo. Ele passou a experiência da avó dele, né? Da avó. Que aí é uma parada. Pô, tava longe, não sei o quê. Cara, assim... Cargigando.
É doido isso, né? Conversando nisso, né? É a carreira, mas assim... Como ele falou, né? Fui descartado de uma hora pra outra pelo clube. E você tá... Esse tempo, né? Que você tem que se sacrificar. E não tem certeza nenhuma. Pra jogar. Aí quando acontece o negócio, você pensa... Pô...
Perdi tempo ali, competiu com a minha avó, pra me dedicar, e o clube veio, me descarta a qualquer momento. Essa decisão é complicada, mas assim, nessa história rápida que você conta, mostra o que você fala no início, né? Mostra a importância do teu pai nessa linha. Exato. Naquele momento que você tava ali, não quero mais, vai lá, cara, dá uma chance. O pai do jogador, acho que ele disse sempre que o pai do Gabi também é assim, a gente conhece bastante lá. Mano, meu pai, foi uma peça principal assim na minha carreira, né?
E quando eu parei, ele brigava tanto com a minha mãe na questão. Porque ele queria me incentivar e falar Lucas, você só sabe fazer isso, cara. Tipo assim… É até uma realização pra ele, né. Porque todo homem, normalmente, quer ser jogador de futebol. E eu acho que ele tentou também na infância dele, não conseguiu. E ele viu que eu tava muito perto disso. Né, por mais que eu tinha apenas 15 anos. Ele falou, pô, tipo… Eu sei que eu enxergo, eu vejo que você é diferente dos outros moleques.
Sim. Então tipo assim… Meu, tenta. E minha mãe brigava com ele. Você não tem que realizar seu sonho no menino e tal.
Até que um dia ele parou e apareceu o Daniel. Aí foi onde a gente voltou mesmo. Muito maneiro, cara. Parabéns aí pela resiliência. A gente vê como é que os clubes grandes desperdiçam talento na base. Foi o caso do São Paulo com o Lucas, mas depois o Santos aproveitou. Depois de ter passado pelo Novo Horizontino, que é outro time que merece coisas boas aí. E feito baita trabalho. Tá batendo na porta pra subir pra Série A já o quê?
Atrás de quatro temporadas, eu acho, na Série B. Mas daqui a pouco vai subir pra Série A, igual fez o Caminho, fez o Mirassol.
Tu fez elogio bastante também, estu aqui no Novo Zona. E tu, Gabriel, é de Campinas, né, mano? Sou de Campinas. Que eu contei pra tu em off, eu lembro quando tu sobe no fogão, que eu era repórter, estive treinando lá, enfim, de lateral direito ainda. De lateral, né. Mas até ali, mano, que eu fostei. Até lá, vixe, tem muita coisa, né. Assim, é... Ah, comecei desde cedo também, de Campinas, ali. Meus pais sempre me apoiaram também, tipo, pô, meu pai, minha mãe.
Meu avô, também que, porra, tava em todos os momentos ali. Aí também, mano, eu acho que eu tava com, não lembro quanto, com 14, 15 anos. Aí eu tive, meu avô faleceu. E era, mano, eu era um puxa, tipo, ele era um puxa-saco, assim, sabe? Dos meus primos, eu tenho um monte de primo, um monte de gente, ele...
Sempre ia apoiar… Eu era o preferido. Tipo, ia jogar assim lá… Eu jogava, não sei, em Amparo. Aí tinha que jogar no Rio Branco, lá numa escolinha lá que tinha… Só ia pra jogar também ali. Mano, sete horas da manhã ele já tava na frente do carro, já. Aham.
Tipo assim, mano, com o RG na mão, com a caneleira, não, vai aí e tal. Entusiasta, rapaz. É, aí eu chego num projeto que se chama Paulínia Futebol Clube. Paulínia, é a outra cidade. Com 12 anos pra 13, mais ou menos. Aí eu fico no Paulínia, aí…
com 18 anos já, quase 18 anos, eu jogo uma Copa São Paulo de juniores, a Copinha, aí o Botafogo tava na mesma chave. Aí, nessa Copinha São Paulo, eu me destaquei ali no Paulíria mesmo, até fiz um gol contra o Botafogo.
De volante. De volante. Na verdade, eu jogava um pouquinho mais de meia. Era um segundo camisa 8. Aham. Pisava na área. É, eu era o motorzinho do time. Pé mole. É, eu era o motor do time ali. Aí já tinha. Tinha o Fabinho. O Fabinho jogava também. Liverpool, agora a Seleção Brasileira. No Paulínia? No Paulínia. Nosso time era muito forte. Tinha o Cassinho, o Pará. Nosso time 9-2, 9-3, a geração era muito forte. Aham.
Aí a gente já tinha, e nós já estávamos desde os 12 anos tudo junto. Até os 18. É, a gente tinha um time assim que você sabia onde cada um estava em campo, sabe? Aí tem até uma história legal, o Eduardo Úngaro, o Duda. Sim, sim. Foi treinador do Botafogo na época, ele era o treinador da base do Júnior. Aí o Botafogo não estava tão bem de dinheiro. Pra variar. E chegou... E aí
E assim, já tava numa fase que acabou a Copa São Paulo. Eu já, assim, meio que era a minha última, minha penúltima Copa São Paulo. Mas pô, tava no Paulínia, disputando a Bzinha do Campeonato Paulista. A gente tinha subido, nós tínhamos subido da Bzinha pra A3 em 2010.
Aí eu disputo a Copinha São Paulo de 2011, né, na base. Aí ele… Eu já tava ali, puta, meio de saco cheio. Pô, caramba, não vai chegar, nunca vai chegar alguma coisa… Eu louco pra vestir uma camisa grande, sabe? Porque, beleza, com todo respeito ao Paulino, ele me formou. Mas assim, eu sabia que eu precisava de algo a mais. Dar um passo. Dar um passo a mais na minha carreira. Aí é uma história do Duda, que entra o Duda, o Eduardo Úngaro. Queria até mandar um abraço pra ele.
Que ele falou, o gerente da base não era o Barros, o Anderson Barros, que tá no Palmeiras agora. Mas ele tava também no Botafogo. Liga pro Duda e fala, e aí, quem que você quer trazer do Paulínia? Tipo assim. Aí ele falou, ó, eu gostei de quatro jogadores.
Aí falou os números lá e um era o número oito. O outro era o Fabinho. Ah, não sei quem que era. Podia ser o Fabinho, o Cassinho, que também era o camisa 10, o centroavante, enfim. Aí o Duda falou, putz, eu preciso escolher um só, né? Porque ele gostou de cinco jogadores do Paulina, mas o Botafogo tinha dinheiro pra contratar só um.
Foi você. Aí ele falou, eu quero camisa 8. Eu não sei se ele é o melhor, se ele não é, mas eu senti que ele é o que mais tem fome do time. Pô. Cara, olha só. Aí eu falei, puta. Tô pro ponto de vista pro cara pegar, né? Aí isso é uma coisa que eu bato, tipo assim, nos moleques hoje. Tipo, mano, tenha fome.
Vai, independente de onde você esteja Sabe, que vai ter alguém vendo Se não for aqui Vai ser em outro lugar Isso aí é uma dica foda mesmo Aí ele falou, eu quero ele porque ele é um motorzinho E é o que tem fome do time Aí ele me leva pro Botafogo E é isso, 2011 Nós fomos campeões cariocas da base Ganhamos do Flamengo Depois de 20 anos que o Botafogo Não ganhava uma A Carioca de base Tchau
Aí em 2012 eu sou efetivado no profissional, aí começa aquilo lá. O Gabriel de lateral direito e vai indo, até eu jogar na minha e jogar com o Seedorf. Ou seja, então em 2011, começo de 2011 eu tava no Paulínia. Não sabendo o que ia acontecer da minha vida, da minha carreira.
E no meio de 12, no meio de 12 eu tô jogando com o Seedorf no meio de campo do Botafogo. Caralho. Ou seja, em um ano e meio mudou minha vida de uma maneira assim absurda. Ganhava tipo 1.500 reais por mês no Botafogo. Depois, pô, nem se compara, né? Porque aí você acaba... Exato. Eu lembro que quando você falou do Seedorf, alguém citou que tinha o Jeffinho...
Eu lembro do Gilberto agora também. Gilberto. Não, nossa safra do Botafogo era muito forte. Essa safra era boa, cara. Gilberto lateral, sim. Que tá no Bahia. Zé, qual é o... Vocês citaram o atacantezinho, né? Cidinho. O Cidinho que era o negócio de comer feijão. Pode comer feijão. Isso. Aí, o Cidinho... Mas o Cidinho vai engordar, que é o Cidinho fiado. É, é porque eu não. Ele era fininho. É, o Antônio Carlos esteve aqui. Aham.
Aí já é óbvio que a gente vai perguntar isso pra você do Cidorf, né? Aham. Olha lá.
Porque o Antônio Carlos já veio aqui e eu perguntei, porra, Sidorfer era chato pra caralho, o Tonhon? O Tonhon é foda, né? Ah, o Tonhon? Não, o Tonhon é, mano, esse daí é outro que eu queria mandar um abraço. O Tonhon é parceiro, velho. Pô, se liga, Lucão. Pô, Sidorfer é no caralho. Olha nosso time, velho. Seis champions. É.
É isso. É quatro champions pro Real, a Jax, o Real, o Milan. Quatro champions, irmão. Ele é covarde. E aí, beleza. Vem esse maluco Brasil holandês. Tinha de mania. Aí o Torre falou, porra, ele era chato a um ponto. O Cidinho tava pegando feijão. O Cidinho fiapo. Não, não. Cidinho sem feijão. Aí ele, ô, porra, ô, Sidorff.
Não, não, feijão embaça o abdômen. O cara é um fiapo, porra. Caralho, mano. O cara é um fiapo. Tu tem uma história dele dessa assim, mano? É, o Cedar, filho, ele é um cara... É da parede que você conta. É um cara diferente. Tudo que rompeu pra ele? Da parede, acho que todo mundo já contou, né? Não, não sei. Quando ele entra no vestiário do Botafogo no Engenhão.
Nós treinávamos ali, né? E depois passou a jogar já no Engenhão. Acho que até 2012 e tal. Aí, 2013. Aí o Cedorf entra no vestiário, ele olha e fala… E tava lá, não pode perder, perder pra ninguém. Que é o hino do Botafogo e tal, pô. Ele olhou e falou, mano…
E o, porra, ele sabe, ele tinha a esposa brasileira. É, fala português. Tipo, fala português, porra, sabe, sabe ler, sabe falar. Você não conseguia passar ele pra trás nunca. Ele entendia tudo. Aí, beleza. Aí ele olhou, ele já olhou, falou... Não lembro quem que ele chamou, se foi o roupeiro, se foi os caras da diretoria. Ele falou, pode tirar isso daqui daqui agora.
Tipo assim, tira esse papel de parede aí. Eu já vou entrar no jogo, eu já tô olhando pro vestiário. Não pode perder, perder é pra ninguém. Eu só tô vendo palavra negativa nesse lugar. Aí ele falou, já coloca aí. Tem que ganhar, ganhar de todo mundo.
Ela falou assim, mano. Sendo que é o hino. Sendo que é o hino do clube. Não, mas, mano. Mas eu, como moleque observador, eu sempre fui observador. Eu falei, mano, esse cara tem razão, velho. Esse cara não tá muito louco. Não tá fora de... Tem um sentido, né? Não, os caras, mano, ele tá louco. Pô, ele quer mudar o hino do clube. Eu falei, mano...
Não é querer mudar o hino. Ele tá falando disso assim. É, não, mano. Tem algo por trás disso. Tipo, mano, não é só mudar o hino. Eu, eu... E, pô, você sabe o quanto que eu sou, tipo, com essa coisa de palavra tem poder. Seja positivo, mano. Você vai atrair coisa boa, a lei da atração. Eu sou assim, mano. Na minha vida é assim. E, mano, eu comecei a ser assim a partir dali, daquele momento. Porque muitas vezes a gente fala cada coisa, a gente profetiza cada coisa na nossa vida.
tipo, pô, hoje vai ser foda o jogo mano, você já tá se vai ser difícil, você tá falando, vai ser mais ainda é, isso aí e mano, ele me fez acreditar nisso e tipo e ele já, mano vamos ganhar, ganhar de todo mundo e tipo, os caras, mano, caralho, o negão é maluco eu falei, mano ele ganhou um minutinho de maluco
Foto de ídolo do passado, ele falou, pô. Não, ele também cismava com o muro. Aí meteram ele no muro lá também, pô. Obviamente, tava todo lá, sei lá. Milton Santos, Garrincha. De Jefferson. Jefferson na nossa. Louco Abreu, que eu peguei o Louco Abreu também lá. Depois o Cedar, enfim. Mas é, ele pegava, ele pegava nisso. Ele falava, pô, a gente tem que viver do momento, do presente.
mas é a cabeça dele e jogador, mano? absurdo absurdo, assim sempre quando perguntam o melhor jogador que eu joguei
A primeira pessoa que vem é ele na cabeça. Obviamente, joguei com o Crax, mano. Joguei com... Nossa. É... Renato Augusto, Jadson, Valdívia no Palmeiras. Joguei com o Zé Roberto no Palmeiras. Cidor. Alan Patrick no Inter. Lucas Barbosa no Red Bull. É!
É, pô! João, João. Não, assim, é sério. Joguei com muito jogador. Tipo assim, mas o Seedorf, obviamente, é o... É o cara diferente. Mas isso não é meu valor. Diferente, puta jogador, velho. Houve outros jogadores e... É engraçado, é lógico isso, né? Que na hora que acontece aquilo como uma novidade, o cara meio que... E ele é... Os caras dizem, né? Na época de vocês, muito...
Tenso, né? Aquela coisa que ele fala aí. Só que uma galera que conta as histórias aqui diz que depois, refletindo, aderiu pra sua vida. O Dória veio aqui e falou... Pô, tava no... Chinelo, né? Então tava no quarto, de concentração. Aí falou, ah, vou pegar um suco ali na copa. Aí ele tava no quarto aqui, a copa ali. Levantou, foi lá correndo. Aí nesse quarto do suco tava aberto. A porta vem ali.
E aí, vem cá, ele falou, pô, como é isso? Eu vou pegar o suco aqui. Vem cá, vem cá, passa aqui, passa aqui. Aí, chega lá, foi. Tá sem jogador profissional. Arrastando a chinela? Arrastando aí, cara. Pô, isso aí não dá, cara. Aí ele falou assim, ah, não, mas eu tô no quarto.
Se você pisou no caco, se você fala assim, se você fica fora do jogo, você fica assim. Imagina com os filhos. Mano, fala pra você. Tudo que ele fazia no seu momento. Tudo fazia sentido. Tipo assim, no bobinho, antes do treino. Uma vez ele deu uma dura, acho que no Gilberto. Coitado do Gil.
O Gilberto pegava, mas assim, o Gilberto, é que beleza, é o futebol antes. Era isso, bobinho, brincadeira, tentar dar de letra, não sei o que, fazer uma gasta. Ele queria seriedade. Ele queria pá, ele falou, isso já é jogo, já é treino, já é jogo. No bobinho. No bobinho do aquecimento, ele falava, passa bem a bola, ajeita melhor a bola pro companheiro, pra passar, passa firme. Ele falou, desse jeito você não vai jogar em lugar nenhum.
E assim, ele falava na cara. Mas é o Sidor falando. Você tem que entender. Tanto que o Gil entendeu, aderiu e, pô, o Gil foi beleza, fez uma puta... Foi pro Benfica, jogou, voltou pro Fluminense, jogou, tá no Bahia, tá bem. É, mas assim, teve que tomar esporro lá atrás também, não adianta. A história do ar-condicionado. Do ar-condicionado? O Anif, que ele não gostava que ligasse.
Ah, ele era, ele não gostava mesmo. O Osvaldo contou pra ele. Ele passava. O Osvaldo contou? É. Tinha que ficar conversando com ele não, Cidoro. Que é muita história. Não, ele assim... 40 graus, Cidoro.
Aí ele tinha um negócio de... Aí ele tinha um negócio de... Aí ele tinha um negócio de... Aí ele... O cara falou assim, engraçado... O Osvaldo falou assim... A gente já chegava suado no jogo. É bom que chegava aquecido, pelo menos. O Osvaldo falou assim, engraçado que ele... O sol da pô, ele com o ônibus já agasalhado. Agasalhado. Aí ele não ligou o ar não, porque ele ligava o ar e ele ficava aí o Osvaldo falando... Deixa eu botar o cidó, pô. Rapaziada aí, tá... É, é que não.
Liga o ar aí, né, cara? É. Achei que foi pro Maurão. Maurão? Maurão, Maurão. Liga o ar aí. Maurão, que pariu, velho. Que da hora. Eu vou botar saudade da galera. Eu não quero matar. Pior que eu mostro o Maurão, eu peguei ele da base ainda. Ele dirige a van. É, o Maurão montou isso no Botafogo. Ele dirige a van. Ele levava o de Marechal Hermes pra Niterói. Porra!
Mano, a gente fazia cara da loucura. Nossa, mano. Ele rasgava o Rio de Janeiro no meio. Maurão, assim, acho que é o cara que conhece mais o Rio de Janeiro do que qualquer uma. Ah, é? Não esquece. Nossa, vivi muita coisa. Morei em Marechal, mano. Puta, mano. Longe de uma cacete. Base do Botafogo, velho. Isso é louco. Ô, Lucão, tu sobe no Santos, mano. Algum jogador tinha o aspecto do Cid, o Fio pegava no teu pé pra tu evoluir? Não, quando eu subo do Santos assim, eu peguei a amizade com o Ricardo Goulart.
cara, Ricardo Goulart e ele é profissional assim também, tipo, de chegar duas horas antes é, foi assim que ele volta da China rico pra caralho e ele tinha um servado
Mano, o Goulart, tipo assim, foi um paizão pra mim ali no Santos também. Tipo, a gente chegava duas horas antes, né? Tipo, ele passava em casa, a gente ia junto. A gente virou amigão mesmo, assim. É mesmo, mano? Tipo, de malhar antes da academia. Mano, o cara era chato. Ele tinha um probleminha no joelho também, né? Que ele tinha que cuidar por conta disso. Crônico, né? É. Mas, cara, tipo, foi o que eu falei pro Gabriel. Ele tem dinheiro, mas, meu, dentro da área, poucos eu vi igual a ele. Tipo, de finalização. De finalização.
Tipo assim, a bola vem na cabeça do cara, o cara não erra um cabeceio, mano. O goleiro pode pegar, o goleiro vai ter que pegar, na verdade, porque ele não põe pra fora, não erra grosso. Se liga, aí, mano, o goleiro é foda. A gente falou com o Josué do...
Nomes de Goiás, né? Com o Ricardo Goulart. Goulart aparece o Goiás. Ele e o Everton Ribeiro no Cruzeiro, campeão brasileiro, é bizarro. Aí depois ele vai baixinhando. Aqueles dois anos que os caras fizeram foi absurdo. Absurdo. 13, 14. Tu jogou conta, provavelmente. A gente brigou 13 com o Botafogo. Botafogo tava brigando assim, a gente tava até lá.
Tanto que foi depois de 16 anos Mas foi o ano que o Cruzeiro Porra, tava voando Com o Ricardo Goulart A gente teve um jogo lá no Mineirão O Seedorf perde o pênalti, lembra? Você quer botar foguense? Eu lembro disso
Mas assim, é... Porra, a gente... Sofre um pouquinho. Mas nós fizemos um puta ano naquele ano. É. Foi um ano, assim, super vitorioso, né? O time era maneirasso. Pô, eu fiquei amigo de Bolívar. Bolívar, pô. General. Tonhão. Tonhão.
O Toninho falava assim. Luquinha, Márcia Zevedo. Pô, Márcia Zevedo. Júlio César. Júlio César. Júnior César depois. Júlio César. O Toninho falava assim. Saudade. Falava assim. Saudade. Saudade da galera. O Toninho falava assim. Porra, mano. Você tá falando foda, cara. Tirou o negão do Jefferson da graça, pô. O negão fica lá. Vixe. Jefferson, mano. E o Jefferson, Jefferson assim. Pô, uma paz em pessoa, né?
Uma paz. Pai de três meninas. Assim, uma paz. São Jéferes. Ah, mas é... Os caras dizem que ele cobrava dele...
O cara é capitão, tem que falar, pô, tem que falar. É que o Jefferson já era mais tranquilo. Era uma liderança mais técnica, né? Isso, isso. Mais técnica. Falando de seleção. Exato, pô, Copa do Mundo. Aí, mas... E o Seedorf já tinha total... Era uma liderança técnica, obviamente, mas também de falar e de... De uma imposição, né? E de querer trocar tudo no clube. Ah, essa cadeira não pode ficar aqui, tem que ficar lá. Tá errado.
Mas é uma cultura que, mano, eu adorei. É, então. Agora, ô, Lucão, por que que tu não fica no Santos, mano? Mano, eu fui um dos atletas que mais joguei em 2022 no Santos. É...
E quando eu tava pegando assim meu espaço, né, o que acontece? Sobe da base. Eu fiz alguns gols também. 22, o Santos vai pra final, libertadorzinho. 20. É, tipo, no ano do grupo eu não tava ainda. Eu tava na base. Aí eu subo com Ariel Roland, que é um treinador argentino.
E... Cara, quando eu tava ganhando o meu espaço Chegou um treinador, né? Que não foi muito que a minha cara, normal, isso acontece no futebol E falou, pô, não vou te usar Tipo, eu tinha acabado de fazer gol no Clássico Contra o Corinthians Ah, sim, mano? Deu esse recado assim? Já veio aqui, já Já veio aqui É o treinador? Pode ser Sabe tudo, velho Não dá pra esconder nada aqui, ó Sabe tudo Tipo, ele meio que olhou pra mim e falou, não vou te usar É assim, é Tipo, vou te usar Tipo, eu vou te usar
Mano, tipo, quando eu cheguei pra treinar, tipo, meio que tava de brinco e tal, assim, ele falou, pô, tipo, você tá treinando, você não tá indo pra balada. Eu falei, não, professor, eu vou tirar, tipo, vou tirar no vestiário, vou treinar normal. Enfim, não foi com a minha cara, treinei, tipo, treinei um dia com ele, joguei no outro e na segunda-feira me ligaram, ó, apresento uma hora da tarde. Eu falei, como assim? Tipo assim, não, apresento uma hora da tarde. Falei, tô afastado? Falei, não, você tá afastado. Falei, não, tá bom.
Liguei pro meu empresário e falei, ó, tipo, eu tô afastado. Falei, o quê? Tipo, você acabou de fazer gol no clássico? Como assim você tá afastado? Não, obrigado. Aí... Eu falei, ó, me ligaram. Daqui 20 minutos me ligam de novo. Falei assim, ó, apresenta com o grupo normal. Eu falei, não, pô. Aí você tá de palhaçada. Tipo assim, não é assim. Como assim? Fala aí o que tá acontecendo. Pode falar, pô.
Não, então tipo, apresenta uma hora então. Aí apresentei uma hora e foi nessa. Aí fiquei treinando lá um mês, aí daqui a pouco o meu empresário falou assim, ó. As propostas que tinha pra você quando... Na verdade, afastaram três jogadores no Santos. Que estavam envolvidos em noite, em... Foi, lembra? Era reta final, né? É, que a torcida pegou os jogadores na noite e tal. E falaram que tinha mais um jogador lá dentro.
Entendeu? E como eu fui afastado junto com o pessoal, meio que deduziram que era eu, entendeu? Só que não era eu. Não era você. Casado com filha, pô. Tipo, eu tava em casa. Enfim. Mas fui afastado com esse pessoal e, tipo, quando começa a sair notícias, as negociações vão esfriando, né? Normal isso aí, o mercado vai esfriando. E acabei indo pro Curitiba, né? Também não joguei. Fiquei um ano lá e arrumando minhas coisas pra voltar embora do Curitiba, o Juventude me ligou.
Na época era o Carpini, o Carpini me liga e fala, pô, quero contar contigo aqui na Série A do ano que vem. Você topa? Eu falei, topa. Ali mesmo, então não volto mais pro Santos. Vou de Santos pra Curitiba, Curitiba vou direto pro Juventude, pra Caxias. E é onde que eu faço um grande ano. É, o Carpini teve aqui semana passada, né? Sim. Isso mostrou um cara muito atualizado, assim, cara. Ele é humano, não, o Carpini. É, mano. Carpini teve uma vez que, tava contando pro Gabriel, uma vez ele afastou um jogador.
Porque o cara no treino, ele comia bola, mano. Mas comia bola mesmo, mano. E ele colocava no jogo, não rendia. E teve um dia que ele conversando assim e tal, contando algumas coisas pra gente, e o jogador meio que aéreo, sabe? Tipo, não ligando pra ele, mascava a bala. Tipo, ele falava, o jogador reserva, tipo, baixava assim a cabeça.
E ele meio que percebeu, aí ele falou, ó, pô, busca nas câmeras pra mim, eu quero ver se esse jogador tá prestando atenção em mim e tal. Caralho. Aí buscou, tá, ele falou, ó, pode afastar, porque ele vai treinar bem, eu vou acabar colocando ele no jogo de novo, então é melhor afastar. Afasta ele, tipo, pô, desse jeito, Carpino, Carpino é foda. Caralho. Não é Carpino, mano, não. Pega o circuito de cano, a gente tava prestando a dizer o que tá o cara aqui.
É foda, é. E pô, roscando bala, ele não pra baixo. Caralho. Por isso que ele às vezes fala assim, ah, fulano quer levar o cara ali, mas quer olhar o comportamento. Exato. Não quer olhar o campo, não quer entender. É. Porque o campo...
Campo ali, você vai botar o cara no campo pra resolver a questão. Agora, o fora do campo, que ninguém tá vendo, né? Que a torcida não tá vendo. Exato. Porque ele no campo, os caras vão mal, os outros sabem, o cara tá vendo, o cara tá mal. Os caras vão bem, então, agora fora...
O cara quer saber como é que ele é. Ainda mais quando rola assim, seleção, que o cara não conhece. Ó, vem aqui, às vezes o cara não joga ele. É, mas eu quero que ele venha aqui pra sentir como é que é no café da manhã. Como é que ele é. Exato. Como é que ele era pra eleição. Profissional, não. O pregiário, o pós-jogo. É, o cara tem que tá focado o tempo todo, né? E quando rotula, fodeu, mano. Se o cara é rotulado como baladeiro.
Se Deus me livre, guarde, me rotula como baladeiro. Eu nem tô mais de Deus me livre. Você é uma raca, mano. Sem razão, porque aí o empresário fala...
Vai pro mercado, pô. É, esquece. Porque um liga pro outro e não te contrata nunca mais. A gente foi muito bem no Juventude. Mas que bom que ele ia voltar por cima. Aproveitou a oportunidade. Ele ia voltar por cima. Peguei um grande treinador lá também, o Roger Machado, que agora tá no São Paulo. Porra, fez o Juventude jogar a bola aí, mano. Tá louco. Tanto que ele sai da gente e o Inter paga a multa dele. Na verdade, a gente tava com o Carpini.
O Carpini fez um grande trabalho também. O São Paulo paga a multa do Carpini. Aí chega o Roger.
Aí, tipo, Juventude meio que aprendeu, né, com os erros. Colocou uma multa maior. E mesmo assim, o Inter vai e paga também. E tirou o Roger da gente. Aí chegou o que tá na portuguesa agora. Pô, também deu a sequência. Depois veio o Jair Ventura também. A gente conseguiu permanecer. Mas foi um ano muito feliz, assim. Tipo, pra mim, né, como pessoa. E também pro Juventude, né? É. Juventude conseguiu permanecer. A gente chegou longe também na Copa do Brasil. A gente perde pro Corinthians aqui em casa.
Na casa do Corinthians, né? Mas a gente elimina o Inter, elimina o Fluminense, de Thiago Silva. É! A gente elimina também no Maracanã. Quando você fala assim, de Thiago Silva, é porque eu tô levando confronto. Fiz um gol nele de cabeça, pô. Eita, mano, e aí? Não, foi legal, não, foi legal. Pra mim, pô, o moleque salado de bedouro, fazer gol em cima do Thiago Silva, assim, pra mim foi legal. Porra, mano! Muito legal, né? Você trela o teu bom desempenho no Juventude.
A posicionamento, o teu momento individual, o treinador, sobre o te utilizar. Eu acho que é sequência. Acreditar em você, assim. Tipo, sete jogos de turla eu não tinha feito ainda, entendeu? E eu falo pro Gabriel, eu falo, Gabriel, o não é...
O moleque você não pode ver em um jogo, dois, tem que dar sete jogos pra ele titular. Dá sete jogos. Até o Goulart falava pra mim, fala assim, ó, você só vai virar profissional se jogar quinze jogos titular. Depois dos quinze jogos você é profissional. Se não, ah, entra aqui, entra um pouquinho, entra ali, pô, você não é. Você tem que ter uma sequência de jogo pra mostrar. Foi essa sequência que eu tive no Juventude. Entendeu?
Eu tive sequência, aí, tipo, nos três primeiros jogos fiz gol. Aí vai fazendo e tal, pô.
Aí você vai ganhando confiança O ser humano precisa de confiança pra tudo Pra falar, precisa de confiança pra Pô, pra tudo Dentro de casa, pô Dentro de casa precisa ter confiança Você conversar com seu esposo, você precisa de confiança Cara, isso é muito, pô A gente tá dando aula de futebol com os moleques Isso é maneiro pra caramba Porque a gente é apreciador Você vê, tem time, por exemplo, no Flamengo A gente sempre discute isso, Flamengo é mais difícil Um garoto ter sequência Até porque tem contratações É, ele vai entrar porque teve um desfalque Uh-huh
Aí vai jogar um jogo. Aí, pum. Saiu. Tem que assombrar. Aí o cara... Aí se o moleque vai e entra... Teve um zagueiro do Flamengo. Acho que ele entrou e foi expulso. Tipo assim... Reta final do Brasileiro. João, é. João Vitor? João Vitor, isso. Acabou sendo negociado. Então. Foi negociado. Mas o Wesley... Agora é bom, jogador? Ah, o Felipe falava maravilhas dele. O Felipe tem que ter sequência. O Felipe, você falava, tem um menino aqui que eu vou botar ele pra jogar. Esse moleque é muito bom, tem que esperar um pouco.
Aconteceu, né? Um jogo... Precisou dele. Todo mundo chocou, tem que ganhar um brasileiro, ele entra e... Mas pra desenvolver, cara, essa frase do Gulag tem que ter 14, 15 jogos. E jogos, pra você virar profissional. Até mesmo que o torcedor tem um pouco de paciência com a molecada. Também, também.
Tem que falar isso, Márcia. Exato. Às vezes o torcedor pede, pô, meu time não tem um moleque, mas aí quando o moleque entra, é... É massa já. É, no Santos os torcedores têm mais paciência, né? Porque é conhecido como os meninos da vila, assim, os torcedores têm mais paciência. Mas normalmente eu imagino que o João Vídeo deve ter sido massacrado. Pois, a gente tava no Maracanã. Imagina.
Pega a bola vinha, não perderia. Nossa. O Wesley conseguiu essa final. O Wesley aí. O Wesley chegou até esse momento de... Meu Deus, o Wesley não. E aí ele teve a segurança da Copa América. E com o Tite deu a moral pra ele. E agarrou e foi embora. Vou guardar esses números que você passou pra mim. Vai, pode ir. Eu tenho 6, 7, eu tô lá. Vai nessa, vai guardar. Pra tornar profissional 14. Já guardei. Pode ir.
Agora, ô Gabi, tu sobe, tu falou do Sidorff. Mano, que resenha fora. Dá um like aí. Isso aqui é futebol, beleza? É. Bom, de verdade, essa parada aí. Dá um like aí, porque quanto mais like a gente tiver, pra mais gente aparecer na nossa resenha. E mandou a pergunta, faço pergunta pra eles aqui. Beleza? Manda pergunta. Geral comentando aqui, maneiro demais. Mandou pergunta. Eu faço pergunta pra eles agora. Ô Gabriel, jogaram mais difícil que tu marcou, mano. Vixe.
Três, vai! Tem vários, tem vários. Ó, eu já respondi algumas vezes essa pergunta. Um doce, assim, que eu lembro… o da Alessandro, mano. Caraca! Quando eu tava no Botafogo ainda. É, 2000, talvez 2012, esse jogo, no Engenhão, mano. Ele…
Ele tava no Inter, mas, mano, absurdo, velho. Um absurdo que esse cara jogava também. Assim, o motor não parava, sabe aquele 10 que tava em todo lugar do jogo, ia buscar bola lá, tava na frente. Nossa, velho. E eu ia atrás dele, aí ele tenta fazer aquela balançada dele. Eu acho que eu roubei aquele jogo umas 10 bolas dele no jogo. Tanto que ele me ligou depois do jogo. Ele me ligou depois do jogo. O Dali me ligou depois do jogo. Ele queria até, porra...
ele queria até me levar pro Internacional é depois dali mas o que ele te falou, ele te ligou você é chato pra caramba e tal, não sei o que caramba eu gostei muito do seu jogo acho que você se encaixa aqui no futebol gaúcho pra você ver, isso daí em 2012 isso é foda pra caramba aí beleza
mas mano eu devo ter sido chato com ele né, mas mano ele foi um dos caras mais difíceis que eu marquei assim, no futebol assim, tá louco, um absurdo ele tem aquele dele que livre ela boba que fala, não sei porra
Ele vem aqui, ele puxa e já sai pra direita. Mas você não sabe a hora, né? É. Eu marquei, acho que o Felipe uma vez. Ó, o Felipe. O maestro. O maestro. Felipe. Eu joguei contra o Ronaldinho Gaúcho.
Contra Felipe, talvez no Vasco. Eu tô enganado, mas pode ser. Pode ser, pode ser. Pode ser que Felipe no Vasco. Juninho, pernambucano. Um absurdo. Mano, joguei contra a cara gigante, velho. Tá velhinho. Eu tô velhinho, tô ficando velho. Não, não, mas tô bem. Pegou o Flamengo? Peguei o... Não, peguei o... No Galo. No Galo. Peguei no Galo.
Isso é louco, um absurdo também. Pode enquadrar aí, enquadrar. Mais difícil. Teve uma bola que veio, assim, uma quebrada do... Não sei, o Vitor quebrou. Ele foi dar de primeira, ele deu de canela.
Eu nunca tinha visto alguém tocar de canela A torcida falou, nossa Essas bolas que vinham assim Ele deu de canela Ele cavou de canela Uma coisa absurda Parece que a bola tava murcha E essa época a gente tem que relar aqui sem treinar
É. Imagina. Imagina. Isso é loucura, mano. Só aquela massagem. Imagina esse cara no Barcelona. É, então. Porra, mano. Uma coisa de louco, né? Acreditável. Mas assim, é foda, foda. Olha, o Viajante mandou aqui, ó. Pergunta pro Gabriel o que ele acha, porque o D'Alessandro tenta te levar pro Inter, mas depois você vai pro Inter. Anos depois. Você viu? Acho que o Inter ficou namorando, depois de quase 10 anos eu vou pro Inter. 10 anos, mano. E aí pergunta pro Gabriel o que ele achava quando eu torcer do Inter.
latia imitando Pitbull quando ele fazia um desarme no Colorado. Puta, era da hora. Maneiro. Energia. Era uf, uf, uf. Mano, é, assim, uma energia, assim, o Beira Rio, sabe? Tipo, lotado ali, toda hora. Desarmava uma bola, velho. Eu já não vi a hora de desarmar de novo, velho. Tipo, o meu prazer era roubar a bola, velho. Que delícia, mano. Não, era energia, assim, surreal. É um clube também que...
Que a torcida, assim, me abraçou de uma maneira, assim, bem legal. Eu tive um momento muito bom lá no Inter 2000. Principalmente em 22, quando eu chego. Depois acabo sendo o capitão do time, assim. Mas, pô, energia, assim, surreal mesmo. Tem um Grenal especial. Grenal tem. O primeiro Grenal com vitória, né? Acho que isso é inesquecível.
Na verdade, o meu primeiro Grenal não aconteceu, pra você ter noção. A gente chegou no estádio, o Grêmio chega também no Beira Rio, aí tem uma pedrada no ônibus do Grêmio. Eu lembro! Acho que pega no Vila Sanches. E acaba uma confusão e todo mundo no vestiário, ah, vai ser cancelado o jogo. E tipo, mano, como assim vai ser cancelado o jogo? Nunca tinha acontecido isso na minha vida. E eu ia pra um jogo e cancelar. Aí, mano, cancelou o Grenal. Eu falei, puta, o bagulho é diferente.
Falei, o negócio é diferente mesmo. Aí, sei lá, o Grenal foi marcado pra próxima semana. Aí rolou o Grenal, a gente, pô, ganhamos de 1 a 0, assim. Fizemos o primeiro tempo que era pra ter sido 7. Aí o segundo tempo o Grenal melhorou e tal, mas fizemos o gol. Não fiz o gol no Grenal, foi o DVD fez o gol. DVD do Vascão. Mas foi uma bola cruzada, acho que o Ed cruzou, o Edenilson cruzou. Eu meio que casco de peixinho e ele faz um segundo pau. Então acho que...
Conta uma assistência. Dá pra contar uma assistência. Agora, dá pra jogar... Tu é volante, irmão. Pra Grenal, tem que chegar, né? Não tem jeito. Mano, é chegada, assim, é melhor do que um passe certo. O Grenal, você tem que chegar.
Uma jantada no meio do adversário. Uma jantada é... Você é louco, aí o estádio vai abaixo. O negócio é... Ah, é cultural. E tu tava ligado nisso. Você já entrou e já entrou. Eu sabia disso. Mano, onde eu piso, eu conheço o lugar. Eu sei onde eu tô pisando. E, mano... E Grenal é isso. Então, é... Pode ter certeza que teve umas 15 confusões. No Grenal teve um monte de confusão, de treta no jogo. O lateral é bolinho, já que todo mundo... Esquece, exato. Trocação sincera. Mas bom, velho. Sempre analisando.
Bom também, bom também. Agora, ô, Lucão, perguntei pra ele o cara mais difícil que ele marcou. Ele citou, porra, uma galera... Nossa. Tu já citou um monstro, né, que é o apelido, que é o Thiago, assim. É, zagueirada, mano. Cita uns caras foda aí que tu pegou já na série A. Mano, eu acho que o Gomes do Palmeiras, ele é muito chato. Aí esse aí deve ser um...
Mano, ele é chato ao ponto de, tipo assim, ele não dá bote no cara. E, tipo assim, ele bloqueia. Quando você pensa, você corta ele, você vai chutar, ele consegue bloquear o chute. Mano, ele é um cara chato. E meio que pelo espírito dele, assim, de vencedorzão que ele tem, né, mano. Tipo assim, ele meio que contagia ali o Palmeiras, né. O Gomes, eu acho que é o zagueiro que, assim, o torcedor que não é o Palmeiras odeia. Mas se você perguntar assim, tu quer no seu time? Ontem, eu acho. É foda. E aquela...
Cara, é uma gana, um cara que não desiste, o cara que, porra, é foda, mano. Eu peguei também, eu joguei contra e a favor também, né? Joguei com o Michael, ele teve aqui também, né? O Michael, os zagueiros. The God of Zaga? É, o The God of Zaga. Mano, o Michael, ele é insuportável. Ele tem uma leitura de jogo absurda, mano. É mesmo, mano? Mano, ele é chato. Tem uma vez, tem uma história dele que a gente tava jogando contra o Goiás.
pelo Santos e o Maicon ele é um cara que ele me ensinou também todo jogador que ele vai jogar contra mano ele vê o vídeo do cara desde que o cara era tipo assim pequeno mano sério mano ele vê o cara em vários times tipo em vários jogos o cara dentro de casa o cara fora o Maicon é chato ele ia competir olha o extremo a gente tava junto agora na folga assim e o Gabriel conheceu ele
Portável, velho. De competir. Não, de competir o chato. Chato, chato. É... Jogamos o golfe junto. Ele teve um jogo, a gente ia pegar o Apodi. Ele tava no Goiás o Apodi. Porra, Apodi é fera. Ele falou assim, barbosa. Tipo, já tô mais velho. Tipo assim, já perdi um pouco de velocidade. A hora que ele ameaçar dar a meia-lua em mim, que ele vai querer dar a meia-lua em mim, que eu já sei, que é o drible dele, eu vou correr antes dele e vou pegar a bola. Você quer apostar comigo? Eu falei, Michael...
Mano, ele foi abordar o Apodi. O cara driblou o Jordi. A hora que o Apodi abaixou, ele se virou de costas e ia correndo, mano. O Apodi dominado, porque a bola já tava... O Apodi dominado, se a bola ia dar de costas. A hora que dominou, ele virou de costas. O Apodi foi dar melu, mano, ele já tava lá. Mano...
Eu falei, mano, que leitura, mano. Ele falou, Barbosa, eu tô no futuro. Ele brinca, mano. Eu tô no futuro. Eu quero mandar um abraço pra ele, Mike. Olha fora. Caramba, que linda visão do God of the Stars. Eu queria mandar um abraço pro Ramirez também. O Ramirez. O Ramirez falou. Ele ficou sabendo, ele falou.
Mano, eu vou assistir vocês lá no charla. Dá pra lá. Dá pra lá. Mandar um abraço pro Rama aí, meu parceiro. Porra, Ramires. Ramires lá do Braga. Tamo junto, mano. Valeu. Fera demais. Aliás, um abraço pra mim. Tem que mandar pra Juninho Capixala, que já esteve aqui. Pra geral, pra geral. Pô, puta jogador. Porra, mano. Então, isso que eu ia falar. O Juninho, por exemplo, é um jogador que se... Por exemplo, o Braga tá... É a estrutura que a gente falou e tudo mais.
Se o Juninho Cabrinha e o Jornal da Flamengo não já tinha batido na seleção, não? Claro. Acho que sim. Toda certeza. Acho que pelo... Não tem que ter um olhar mais... equilibrado disso aí? Pelo Red Bull, ele merecia. Pô, ainda mais que a posição dele, assim, não tem tantas, né? Exato. Tem o Alexandre, tem o Juba também, o Bidu do Corinthians, que é bom. Esse ano, acho que o senhor chamou o Juba, né, uma vez. Chamou o Juba? Foi, foi.
O Juba, o Juba, deve. Mas então, você falou, o Alexandre... Eu acredito que sim. É o da Copa. É o da Copa. Sim. Aí o Juba já foi. Sim.
Em algum momento é que é que está observado. É que agora não dá mais tempo, né? Agora não, mais. Acho que foi a última convocação. Essa é a última. Agora vai ter uma de despedida aqui no Brasil e uma nos Estados Unidos. Mais dois jogos, mas já é com a lista já. É, agora vai ter o da Croácia, né? É. Depois vai ter mais uma? Depois vai convocar. Aí depois da lista vai ter mais dois jogos, né? Ah, entendi. Um se despedindo no Brasil, aqui no Brasil.
Tá, tá. E um lá já na... Mas já com a lista da Copa. É porque eu acho que se é pra analisar a bola, tu tem que fazer uma análise. É.
Completa e tem jogador independente. A 20 vezes ele foi escolhido. Menor lateral? Menor lateral do camarada. Eu acredito que foi, sim, do brasileiro. É, um puta jogador. Um lateral esquerdo, uma posição também que o Cabeça falou. Talvez não carente, mas assim, que tem menos, né? Menos.
Porque você pega, beleza, o Juninho, já cravamos que sim. Você pega o John, John John, o que ele fez. Porra, John John. Ele fez o ano passado conosco. Não, eu tinha que pisar. Se ele talvez também tá num Flamengo, num Corinthians. Imagina, ele ia ser cotado.
pelo menos ia ser falado, porque um puta jogador, lógico, é uma função de 10 diferente do que um lateral. Então eu acho que dessa função, eu não sei, porque ele não chamou nenhuma vez o Matheus Pereira. Ele chama uma, não. Não, o Ancelotti não, mas o Pereira pegou a convocação. O Ancelotti. O Dorival. O Dorival chegou. Então é verdade. Eu acho que o Ancelotti não pensa num time que ele com esse 10, né?
Exato, é difícil Mas eu falo que é um cara que fez Fez mais de 10 gols Fez mais de 10 assistências no campeonato Eu acho que o lateral é pertinente Chamando a responsabilidade Então assim Talvez se ele é um 10 do Flamengo Ou um 10 do Corinthians Obviamente ia ser um peso maior Um peso diferente Não, que esses dois moleques, o John John e ele Fábio Matheus Pereira Imagina qual seria a força Um nós
E teve a honra de narrar um jogo do Braga no ano passado contra o São Paulo na Vila, né? Ah tá, ganhamos o jogo. Vocês tem que narrar de novo. Vocês tem que narrar de novo. Tu e John John, porra.
Sofreu o pênalti. Sofreu o pênalti de onde não bateu. É, tem uma hora que tá o Lucas assim, e o Betão, essa parada do Rivaldo, ele falou no ar. Eu vi, mano, eu vi pelo Instagram. Mano, essa parada do Rivaldo, quando eu fui jogar nos Estados Unidos, mano, os caras nos Estados Unidos falavam. O pai dele falava. Meu pai sempre falou. Mas tipo, eu acho que é pelas pernas. Mano, não é só as pernas. Tipo, é o jeitão que você joga, tipo assim, as passadas. Combridão.
Até cheguei a ver alguns vídeos, cara. Falei, mano, deixa eu ver aqui. E parece um pouco. Parece. Pensei a fazer algumas comemorações. Meu pai sempre falava... É que eu meti a camisa aqui e saí. Essa mesmo. Meu pai apaixonado por futebol. Ele sempre falava, mano, tem um cara lá no Juventude que é bom jogador. Parece o Rivaldo. Olha o Rivaldo. Aí quando eu vim pro Red Bull, ele falou, pô, você não acredita que o Rivaldo tá lá também?
Mas porque vocês acabaram com o jogo, jogavam pra caralho Esse jogo aí Não só esse, né? A campanha no ano passado O jogo foi pra onde? O jogo foi pro Zenit, foi pra Rússia Mas o Celote vem ver um jogo nosso A gente vai se impressionar o tanto que nós somos chatos Vai lá pra você, a gente corre A gente pressiona, a gente pressiona Corre pra frente Time tem coragem Tem coragem pra jogar
Não, todo jogo de vocês assim é isso. É trocação. Trocação e vambora. Exato. A gente que é do Rio tem dois caras lá que é o seguinte. O Betão tem raiva de um. O Betão tem. Tem a famosa frase, o Cleiton contra o Flamengo vira o Neuer.
Já fica puto, já. Porra, pega tudo. E eu, Isidro Pita. Isidro, Isidro. Vê o Botafogo Pimba, não tem jeito. Pior que o nome, Isidro é da hora. Não, se Isidro, ele teve uma chance.
teve, eu sabia que ele ia fazer o gol essa sabia deu uma cercada na hora que ele entrou eu falei, vem isso do pito e ele teve uma chance se não a próxima rodada é em Bragança
Já pede o apoio do torcedor, vai estar lotado e vamos pra cima. Sempre grande jogo, hein? Tinha um jogo, trocação. Teve um tempo aí que o Bragatino tava invicto com o Flamengo, né? É, teve. Vamos relembrar, vai trazer na memória. O que traz esperança, a gente tem que pôr. Isso aí, vamos lembrando de coisa boa. Eu fiz um gol contra o Flamengo ano passado, numa jogadinha. Uma jogadinha ensaiada de saída de bola. Não fiz uma jogadinha ensaiada de saída de bola. Juventude. Não, não. Não, não.
Mano, a gente saiu no treino, porque o Vinícius, né, que tá agora no Curitiba, que é auxiliar de Seabra, ele é, mano, o cara é fissurado em bola parada. Tipo, jogar de bola parada, a gente faz o gol contra o Botafogo, em casa, de uma jogada saiada no escanteio. Escanteio, gol do Sacha. Gol do Sacha. Lá no Nabi ainda. E ele ensaiando no treino e falou, rapaz, vocês vão soltar a bola, o Flamengo já começa a pressionar. Aí a gente falou, mano, será que vai entrar? As agas deles já vão adiantar. Vai ser assim, tipo, o Sacha meio que...
Vira, né? Dá a bola pra trás, né? O John... Acho que o John... Aí o... O John vem de encontro, o Ramírez só pisa. Só para a bola, o John já faz uma cavada... Aí tipo, quando os caras vai pra frente... Eu tô fazendo facão, os caras cavam. Mano, ele... Não vai, é. E nesse segundo tempo. Esse cara a cara faz o gol. Mano, e tipo assim, mas na hora que a bola vem pro John, ela meio que dá um kick. Aí ele... Nossa. A terceira, ele só parou o pé, mano.
Ele fez... Na hora que eu vi a bola vindo, eu falei, nossa, eu só preciso dominar bem.
E o Rossi vindo, eu falei, só preciso dominar bem. Só preciso, é. Dominei bem, chapei, mano. Bateu até caindo pra não errar, né? Caindo pra não errar. Aquela... Aumenta o campo de... Se bati caindo já, que delícia. Nossa, a gente já correu direto pro Vini. Pro Vini, exato. Nossa, velho. Legal demais. Legal, muito legal. A jogada de saída que deu certo. Hã? Foi no... Não, foi no Cícero. Foi no Cícero já. Caraca, mano, foi legal. Me tomou virada. Que tristeza.
nem lembro disso quando for nem fala despedida do Wesley é o último jogador esse Wesley já vem, mano eu falava pra ele eu falei, mano você já tá vendido eu vou te dar uma chegada pode jogar eu falava vou te dar uma chegadinha não sei ele falou, não, amor meu Deus eu falei, não você tá jogando, pô você tá vendido você tá louco então sai deixa outro jogar como é que é dentro do carro, ó porque eu vou te dar uma chegada vai na direção é, mano mano, sai se não vai dar merda não adianta pôr o pé é
Só que os caras ficam... Agora tem Gustavo Machado, né? Ele pega tudo, velho. Pega tudo, mano. É foda, mano. Eu lembro de um jogo. Pega e deduz. Parece que falou isso. Vamos isso mesmo.
Tem um jogo de vocês ano passado que eu tava vendo tava até em Minas, cara que é o Fluminense, jogo na casa de vocês Fluminense tá dando uma bafa, perde um gol vocês... Já foi Eles tão reclamando do lance do Canobio que eles ficaram reclamando O jogo foi quatro Aí o cara...
Eles fazem o gol, mas ele não valeu porque o Carlotti fez uma falta. Saiu a bola, o Bragatinho já vai pra cima. Um, faz um, faz dois. O Fluminense tava bem, o Fluminense jogou bem. Teve a bola, teve chance. Uma estreia do Acosta.
Pode ser, pode ser. Eu falava, mano, esse baixinho é bom jogador, hein, velho. Porra, esse aí é bom jogador. Desse tamanho. Menor que soteudo. Menor que soteudo. Eu falava, mano, esse cara joga bola, velho. Quem que falou pra gente aqui, cara? Quando eu falei que soteudo, soteudo falou, mano, ele é o primeiro que eu achei menor que eu. Não, é um centímetro maior. Meu Deus do céu, que não foi. E aí tu acha, ó. Soteudo não achou, então. E aí tu acha, Beto? Tu acha que um centímetro não faz diferença.
Ah, entendi. É o que faz, né? Entendi, eu boi, hein? Todo centímetro é válido. Exato. Exato, agora eu entendi. Entendi, entendi. Agora eu tinha entendido o quanto você falou, né? Eu queria falar aqui. Ah, mas que isso também entendeu comigo, né? É, entendi. Se não alguém falou isso, eu só lembrei, mano. O seguinte que teve aqui foi o King Inaldo. Aí, pô, King Inaldo, mano. Que reseta, esse cara reseta lá. A gente briga todo jogo.
Ele é briga todo jogo. Eu não lembro. Dedo na cara, empurrão. Não, não coloca o dedo na cara. Vai pra aquele lugar, não. Vai você, vai se... Aí eu chego separando. Aí já chega separando e dando uma... Também só pra mostrar. Mas é um puta jogador. Eu falo, é... Ele é chato, eu sou chato dentro de campo. Ele é insuportável também. Acho que é, assim... A gente é competitivo, né? Eu sou competitivo, eu quero ganhar.
Não adianta. Eu sou amigo dos dois agora. É, isso aí, isso aí. Mas é da hora. Mas o que ele falou? Não, então, ele fala... Ele briga com o Gabigol. Tem história de ele brigando com o Diego. Aí ele chegou e contou que ele falou... Pô, como é que eu ia desestabilizar o Lúcio Acosta, mano? Ele falou, cara, esse mal joga pra caralho. Do nada, baixinho, assim.
Pô, sai pra lá, mano, tô menor que o Soteudo. Não sou, sou um centímetro maior. Aí ele desestabilizou o Reinaldo ainda. Aí o Reinaldo de Goiás saiu, se pesquisar, é mesmo. Puta que... Mas você vê que ele foi procurar. Ele foi procurar ainda, caralho. Mas esse moleque é bom de bola. Joga demais. Reinaldo se amarra nessas paradas. Controu o jogo. Corrado. Bola no pé, coladinha no pé. É louco. Não, ele é craque.
Nesse jogo eu já falei, mano. Mas tá chatinho, né? É, mano. Tá chatinho, tá um time chato. Porém você precisava só de ter alguém que faça gol mais efetivo, né? É. Para chegar o centroavantão. É, jogo do Castilho, né? Que jogaram lá no início. Fez um gol. Fez um gol aí agora recente, né? Então. Agora, mano, tipo, as paradas de jogo falaram que a gente gosta muito, mano.
Igual vocês contaram agora do Wesley e tudo mais. Do bastidor, assim, tá? Porra, isso aí, meu irmão. Porque volta a época que, pô, tu pensou assim, caralho, você jogador, tava pelada, né? E isso rola no futebol, vocês falam o tempo inteiro, né? Tem time que vocês enfrentam que a galera é caladona. Vocês falam, fala, ninguém fala. Nem com a gente. E tem time que todo mundo fala pra caralho.
Ô Betão, eu falei com o Gabriel esse dia, eu falei, mano, eu me transformo, mano eu não sou esse cara aqui, velho eu sou insuportável em campo em campo é, mano esse dia eu cheguei o Caleri pra briga eu não consigo brigar com ninguém, mano, eu sou um cara aí no campo no campo, não é perdendo, aí tipo assim o Rafael fez uma defesa na gaveta, lembra, mano? ah, um milagre tipo, eram as quartas do Paulista, o Rafael fez um milagre mano nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós
Aí tipo assim, era final de jogo e ele começou a fazer tipo a cera de pós-milagre. Queria matar ele. Aqui o cara pega a bola, fica 12 minutos caído. Ah, e vai mostrar o replay. A gente sabe mostrar. Falei, Rafa, por favor, mano, levanta. Aí vem o Caleri, toda vez você. Eu falei, mano, então vem aqui. Então vai. Aí eu falei assim, então vai. Se ele vem, eu vou dar um abraço nele. Fala mentira, tô brincando.
Porra, mano Você acreditou, cara Você acreditou? Tô chamando aqui, tô de boa Caralho, mas essa O Rafa já vai passar no replay Já passou o replay, Rafa, pode levantar Vamos lá Mas falando de time, assim Eu vou puxar lá atrás Um dos times mais insuportáveis Que era com arbitragem, com falação O jogo inteiro era o Fluminense
Com Fred, Edinho, Diguinho, Thiago Neves, Sobis. Leandro Eusébio, Gun, Sobis. Meu Deus. Só casca grossa. Os amados, velho. Não, era uma falta. Os caras estavam inteiros, o time inteiro no juízo. Eu falava, mano, saia o Cavalier e saia do gol e ia lá.
Jesus amado. Mas hoje esse time é o Palmeiras? Palmeiras. É o Palmeiras. Pode ser. Você mandou um vídeo com o banco. Tem uma foto de São Paulo, o banco de Palmeiras, mas sai tipo... Sai entrando no câncer. Vixe. É o Abel auxiliar dele lá, os caras...
É, os caras falam bastante com o juiz. Os caras não passam muito com o juiz. Eu falo, eu falo. Você viu o do Gabriel engraçado de falar. A gente... Acho que foi um lance, se era o pênalti pra nós ou não. Era pênalti. O árbitro, como era o nome do cara que tava lá? É o Wagner, Wagner do nascimento. Não, essa foi o pênalti também, é.
ele é carioca eu tava contando eu tava contando do Cícero sim depois eu vou contar do Cícero a do Cícero o cara o cara tinha no Cícero no nosso estádio no nosso campo qual que era esse aí o cara fez a falta aí o acho que o árbitro Bins talvez o cara tava lá em cima Daniel Nobre Bins talvez o Bins
sei lá, pode ser o Bins, aí o Arvulcian... Toski! Acho que era o Toski, era o Toski. Ele tava no bar. É, tava no bar. Não, Toski, me ajuda. Mano, pra quê? O Gabriel falou assim, ó. Agora o Toski vai apitar o jogo. Vamo, vamo, vamo, ô Toski, ô Toski. O cara tá jogando o Toski, não vai apitar o jogo não. Eu, eu, eu... Eu falei, ô Toski, solta ele.
Eu não posso fazer isso. Agora o Tosk é o tal de jogo, você que é o árbitro. Eu não posso fazer isso. Eu não posso fazer isso. Eu não posso fazer isso. Eu não posso fazer isso. Eu não posso fazer isso. Não, eu peço desculpas. Eu peço desculpas. Agora que assim... É que é bom aí. Eu não sei o que é chorar. É, eu cheguei e falei, o Tosk, deixa o jogo rolar. O Tosk, o Tosk. O Tosk, o Tosk. Ah, valeu do lado e eu passo mal. Deixa eu falar com ele aqui.
Mano, pior que é assim, você não tem noção do nível de competitividade que nós temos, velho. É isso. Ele tava postando salário com o árbitro do último jogo. Ah, eu falei, mano, eu falei... Você acredita? Eu falei, ó... Do Botafogo, ele tem um lance que ele dominou a bola, o cara deu uma chegada nele. O cara mexeu a falta, ele já tinha amarelo. Como é o nome do volante?
Desculpa. Perdeu o Danilo. O Danilo. Não, não. Era o jogo contra o nosso. Ele é gringo. Estava com a 8. É o Medina que chegou agora? Não, não. Não, não. Não foi o Medina. Alan também. Não, não. Não era o Alan. Pode ser o Alan. Foi o Medina que estava com o amarelo. Não, o Medina estava expulso no jogo. Não era o Medina. Era o 27. Não, então não é o Medina. É o mais meia que jogou pela direita. Ah, o Montoro. Não foi o Montoro. Foi sim, pô. Não foi o Montoro. Foi o outro.
Jogou quem? Danilo? Vamos? Ajuda aí, galera. É Rodrigues. É uma coisa Rodrigues. Ah, Santi? Santi Rodrigues. Tá, tá, beleza. Ele já tinha amarelo. Aí para o jogo, o Gabriel para a bola, acho que ele chega e chuta o Gabriel. Na verdade, a bola tá ali, aí eu dou um tapinha na bola, ele vem me chutando e pega a bola, mas ele me chutou assim. E pô, aí o juiz viu, o juiz veio e o amarelo. O amarelo viu que era ele e voltou amarelo.
Porque, teoricamente, ele ia dar cartão pra mim e pra ele. E tipo assim, ele ia ser expulso.
aí mano, eu vi o cartão ele tirou o cartão amarelo e voltou aí beleza, passou um tempinho eu falei, professor aí teve um lance lá que, não sei, o Clayton caiu aí eu cheguei, eu fui lá de novo falei, você tirou o cartão e voltou você não aplicou a regra
Você não aplicou a regra. Aí eu falei pra ele, imagina nós um a um com o Botafogo em casa, jogando um a mais desde o primeiro tempo. Pô, é assim, a chance de nós ganharmos três pontos é grande. A gente precisa desses pontos. E pô, faz o negócio direito, faz certo. Puxou dar, né? Aí ele falou, não puxei, Gabriel. Aí ele falou, não, não puxei. Eu aposto com você. Eu aposto com você. Eu aposto com você. Eu falo, então. Eu aposto com você que foi. Tipo assim, brincando, né?
Aposto meu salário no seu, meu avô. Ele falou, eu aposto meu salário no seu. Eu falei, não, tá pego? Vamos aqui então, pelo amor de Deus. Mano, eu vi o cartão, ele puxou o cartão e voltou, mas é que ele viu que ele tinha. Mas tudo bem, aí passou. Cada um, com o árbitro é que mais tem. Eu sou um dos mais chatos.
Nossa, do Wagner, do Wagner. Nossa, do Wagner, do Nascimento. A gente tava perdendo pro Fortaleza. Tava perdendo, a gente teve um pênalti que ia virar tipo 3x2. Aí o Vinicius, o Vinicius, o nosso conta, vem por dentro, mano. Ele corta, o cara pisa no pé dele. Nessa o Wagner, o Wagner tava aqui, o Wagner.
O Wagner, tipo, finge que vai apitar numa pita. Duas vezes. Aí o VAR chamou ele. Aí beleza, parou o jogo. Nossa, aí deu uma botinada lá em alguém pra parar o jogo pra ir pro VAR. Aí o VAR chama o Wagner. O Wagner foi ainda e não deu o pênalti. Aí eu falei, o Wagner, por favor, dá o pênalti. Foi pênalti. Todo mundo viu, o VAR tá chamando que foi também.
Aí ele falou, não, não foi pênalti. Eu falei, como que não foi pênalti? Você tava no lance, você fez assim, ó. Eu ainda... Eu ainda... Ele olhou e falou... O que você queria fazer, porra? Eu falei, o Wagner, o que você pôs o apito na boca?
E fez assim... Aí, mano... Aí o cabeça viu essa. Aí eu passei mal. Aí depois no jogo ele falou, mano, não pode. Eu falei, eu sei que não pode. Mas eu vi ele fazendo. Porque quando tem um lance e o cara cai, você já olha o juiz. E ele... Ele ameaçou. Aí eu fiz pra ele. Recoou, hein. Tu refugou. Também peço desculpas. Mas assim, eu até brinco, né, com arbitragem e tudo, mas é...
É, isso são histórias, né? Os árbitros são resenhas também, mano. Os árbitros também, tudo. Tem uns que estão muito perna também, geralmente. Acontece. Não, mas assim… Tem, né? Você nem olha pra você. Você tá falando com ele, o cara tá olhando pra falar. Ô, irmão, você nunca fala nada, só olha pra mim, pô. Mas a gente sempre trata com respeito, tipo… Quer dar uma história maneira com o árbitro? Até brinco, mas, pô… Tem um que é o Iurelino, não sei se tá ligado.
Puta, pode ser que… Taranquinho. Tá, eu vou saber quem é. Tá, gente, narrando o jogo? Ah. É o Iurelino. Ele é do Rio, mas a gente faz jogo da Série A também e tal.
E aí tá ele ali pra... Pô, ele foi fazer um jogo, ele não faz todos os jogos da Série A, ele é mais, pô, Carioca e tal, é novo, né? Às vezes tá de quarto ar. É. Aí, pô, e o Urelino e tal, aí, cara, eu olhei, pô, ele fortinho e tal, sei lá o quê. E aquela caixinha do Vá fica aqui também, aí aumenta, né? Aí eu, pô, o maluco é meio daronco, mas ele não é o daronco. Tá bom, ok. Ele é o daronquinho. Aham.
Nossa, ia embora. Toda hora. Dar um quinho, dar um quinho, dar um quinho. Porra, mano, passou. Beleza. Aí o Zico me chamou pra narrar uma parada lá no CFZ. Pro canal dele e tal. Competição de base lá no CFZ. O Zico me chamou. Aí eu vou no campo, cumprimenta. Pô, Zicão, obrigado pela oportunidade e tudo mais.
Quem é o árbitro? Estarão aqui. Tenho na minha direção, falei, porra, vai me moer, mano. O problema é que eu vou. Você já preparou? Aí, tu é o Cantarelli, né? Narrador, né? Sou eu, mano. Sou eu.
Porra, tu me chamou de daronquinho, né? Tu é o daronquinho, né? Se eu quiser perguntar pra ele. Já quebra o gelo. Já quebra o gelo. Já deve dar um abraço. Tu é o daronquinho, né? Ah, não. Tu me chamou de daronquinho, né? Eu chamei, mano. Ele. Pô, obrigado, mano. Faz mais isso aí. Que porra, a galera lembra de mim e tal. Eu tô tentando. Eu tava divulgada.
Que bom, né? Aí o porra, mano Que alívio, mano Vocês encontrarem com ele, já pode mandar Não, com certeza Não, mas é legal, a galera, pô Os árbitros também são seres humanos, né? A gente sabe disso e tal A gente sempre brinca com a arbitragem, tipo, tem lá
Eu não vou lembrar o nome dele. Kevin Costner. Que é o Kevin Costner. O cara é parecido com o Kevin Costner. É o... Não, vocês sempre... Porra, mano. Qual foi o último jogo que ele apeteu? Todo mundo lembra. O jogo que a gente fez no Corinthians. Seu pai sabe? Meu pai, ele é apaixonado. É, né? Ele assiste todos os jogos. Caralho, mano. De todo mundo. Mas tem um que... A galera sabe. Depois manda aí no chat quem parece com o Kevin Costner.
Tem o Kevin Costner e o Rafael... O Klay, né? É o Klay. Klay é o Sepakol. Sepakol. O Klay, né?
Ele é pintor É, tá legal Buzz Lightyear É, faz inglês É Gaúcho, eu acho Ele é pintor no final do Gaúcho Nós e Grêmio Deixa ele Agora Barbosa, já lista pra nós Seus gols preferidos
Tem que ser Série A aí pra gente chegar. Só no verdade, você é mais de lado ou mais centroavante? Mano, eu comecei de lateral, fui pra meia, e no Santos o cara me coloca de ponta meia. Eu não gosto de ficar lá na beirada, eu gosto de vir por dentro e ficar perto de centroavante ali, sabe? É do pote, sim. É. Mas tem que falar assim, onde o Mancini gosta, eu sei o bode jogar. É. Exato, exato. Tem essa também. Tem essa posição. O professor precisa. Tem essa posição também.
O Ron Mancini pensar. Mas gols, assim, eu tenho um da final da Sul-Americana no Lacaleira, mano. Caraca. Tipo, na final não, né? No final do jogo na Sul-Americana contra o Lacaleira, no Santos. Eu tava no banco...
E aos 9, mas vamos, sei lá Uns 87, treinador me chama Tava 1x0 pela cadeira 8x7 1x0 pela cadeira Quer que vir ou só empatar tá bom Obrigado Empatar só vale? É, exato Quer que vir ou empatar tá bom Só que nessa Só que nessa é um empate E a gente passava de fase na sul-americana E os caras fazendo uma, mano Uma cera, mano Chileno, os caras, uma cera, caralho Não, não
Aí tá. Aí o Batistão, o Léo Batistão, na Almeria agora, ele ia arrumar uma briga e é expulso. E nessa briga, mano, confusão, pá, pá, pá, o Gis vai dar mais nove. E vai, eu acertei o balão na travessão. Falei, opa, hoje eu tô quente. É, vai, vai que vai. Vamos embora. Vamos embora. Aí, último lance, mano. Mano, a vila ali, mano. Rapaz, parece que eu lembro como sou assim hoje, velho. Mano, rapaz, começou a pulsar, mano. Última bola, assim, falta. Tipo, mas era uma falta bem longa, assim, tipo, era longe mesmo.
Aí o cara bate na área, o João Paulo tá na área. O cara tira, a bola volta pro Sandri. O Sandri... Não, aí o Sandri, mano, fatia ela assim, a hora que ela vem, o Bauer, mas vai subir, eu falo, sai! Ele saiu, mano, eu pus no peito, mano, mas que sapatada que eu dei, velho. Mano, ali, velho, rapaz, tá louco, ali foi um golaço.
mano aí vai o Marcelo Fernandes o Goulart tava no camarote, vai abraçando mano, tá louco que golaço os santistas vão lembrar assim mano, que gol acho que o gol no Maracanã também contra o Thiago Silva escanteio o Alan Rusch eu bate, eu faço o gol
Não, o red-trick. O raro é a ruxa, né, mano? O red-trick também que eu fiz no Red Bull agora também foi legal também. Foi bem legal. A gente tinha perdido o jogo. Então cresceu uma lá. O jogo da volta. O jogo da volta. É, acho que, pô, tem uns gols legais, assim. Porra, muito fera. Não, pra gente fazer aquele edit maneiro, né? Top. Pode fazer. Faz droga a galera, vocês vão gostar. Mano, top. Foi top, mano. É, golaço. Tagou assim, no finalzinho. É. Olha, pergunta já, galera, aqui. Primeiro, ó. Pô, o cara colocou o...
Gabriel, pode ser pela sua história, né? Pode ser. Foi o Igor mandou aqui. Pergunta pro Gabriel qual o título brasileiro mais marcante pra ele. Ah, ele me lascou. Ah, ele me lascou. Seu brasileiro do Corinthians. Seu brasileiro do Corinthians e pelo Palmeiras. É. Brasileiro é brasileiro. Eu sou de São Paulo também, eu sou de São Paulo, então fica perigoso pra mim. Não, é, os dois, os dois. Vai sair aqui já. Vai fazer que nem um outro aí, falar assim, não, foi o estadual pelo Inter ali. É, claro. É, claro. É, claro.
teria que ser assim o próximo título o próximo título, porque eu tô buscando mais
Mas os dois títulos brasileiros... É porque o brasileiro não tem o maior ou o menor, né? É, brasileiro. É o peso, né? Com o Vasco Amor é gigante. Exato, exato. 16 no Palmeiras é com o Filipão? 16 no Palmeiras é com o Cuca. Filipão é 18. É com o Cuca, exato. E aí 17 com o Corinthians é a Carinha. Cuca com a calça roxa, né? Cuca com a calça roxa em 16. Isso, isso.
calça ouca. Todos os jogos, né? Ela ia, ela ia. Ela ia sozinha. Ela estava lá. Se o Ropio, por exemplo, fizesse cagado com aquela calça, fodeu, né? Estava morto. Mas se tu pôs uma cueca que faz o hat-trick, você não coloca ela no próximo jogo? Sem dúvida nenhuma. Ele volta. Você vai ter teu cuca. Eu só vou testar um negocinho aqui. Vamos ver, coloca de novo. Exato.
Não custa nada. Se coloca o me expulso, nunca mais coloca. Já pode jogar fora. Por favor, pode jogar. Elimina. Porque contaram pra gente que na Libertadores do Galo, o Cuca tinha... Ele sempre tem todos uns trâmites, né? É, Rita, né? Aí, quando... O ônibus não dá... Tem essas coisas. Ele monta o altar dele no vestiário, assim, o altar das santas, que ele é muito devoto, né? Você que encontra o tartar. Passou por trás dele, a vela apagou, ficou fora da relação três semanas.
Levou burita pesado, guri? É, é. Pra que é isso, cara? Eu falei assim, Tardá, foi pro banco? Ele, banco não, foi cortado. Um mês sem pro banco. Tardá, Fluminense também. Mas no Galo, alguém falou pra gente, foi o Tardelli, que o, porra, que missão desse roupeiro, o Cuca fala pra ele, olha...
Lá no Mineirão, eu tinha botado a calça de assorte dele pra algum lugar. Pega a calça e leva pro Mineirão. No Galo era outra. É, lá do Palmeiras é roxo. É roxo. Que eu vou encontrar lá no vestiário, eu vou pegar pra me vestir. Mano, o roupeiro não mandou a calça por sei lá quem. O Cuca chegou. Cadê a calça?
Não vai entrar, não vai ter jogo. Cadê a câmera? Teve que mandar alguém lá pegar o CT pra trazer. O roupeiro já tava desesperado. Ia ser demitido. Nossa. Imagina, cara. Não deve ter passado um fio. Mano, não jura você. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei.
Você acredita, mano? E aí que, tipo, deram um giro no... Mas ali é tudo muito perto, Caxias, né? Aí buscaram, mas cara, do Nenê, mano, a 10. Esqueceram a camisa dele. Que é a camisa dele, mano? Do Nenê, mano. Chegou lá, ele foi tirar foto, tipo, cadê a camisa? Tipo, mano, não tem a camisa. Tipo assim, aí vai pro roupeiro, o roupeiro esqueceu a camisa do Nenê, mano. Imagina.
Nossa. Salve, Nenê. Já esteve aqui com a gente. Nenê é fera, mano. Nenê é fera, mano. Cara, eu só joguei contra também. Insuportável. Também muito chato. Muito bom jogador. Não, chato assim. Chato. Chato, óbvio. E muito bom jogador. Difícil de marcar também. Também. Tive um driblezinho patinete aqui. E a bolinha parou. Só falta, hein? É um louco. Só falta. É vida, mano.
Rapaz, sabe sofrer, sabe sofrer a falta. Pra ele mesmo bater. Pra ele mesmo bater. Eu digo, alguém fala, sofre uma falta na entrada pra mim? Uma só. É, nenê, é foda. Ele é o último dos moicanos, mano. Toda a falta dele é perigosa. Perigosa. Falei pro Gabriel, essa finalização que o cara toca de trás, tipo, a gente faz no treino, pós-treino, impossível ganhar dele, mano. De cinco finalizações, ele fazia tipo quatro. Mano, a porcentagem de acerto dele é muito alta. De um 40 em todos os anos.
Que loucura, mano. Foi campeão essa semana aí, campeão paraibano. Paraibano, né? Tá com 4-4, 4-5, sei lá. Por aí. Por aí. 4-4. E contando, né? Vai embora. O Fábio. O Fábio não roubou. É. Será que ele é 80 ou 81? Não sei. Eu vou falar que tinha idade do meu pai, porque meu pai é 80. Eu acho que ele é 81. Meu pai é 80. Tinha idade pra ter certeza que você deu o pai. É. É. Vê aí, vê o neném. Eu acho que ele é 81. Olha aí.
Pô, eu tô com 33, tô no olho, pô. Sim. Ah, não. Mas eu não sei o que falou, tem 10 anos aí. Tem mais 10 aninhos, só de fim de final. 10 aninhos, exato. Agora, mano, seguinte, deixa eu ler mais uma pergunta da galera aqui. Muita gente participando. Tem uma galera zoando vocês, deve ser, porra, ou a galera lá do Bragantino ou o parceiro de vocês aí. Mas vou fazer outra pergunta aqui, ó. O Bruno manda aqui. Pergunta pro Gabriel se a forma de ser volante pitbull pode ser fazer os juízes ficarem de olho nele.
Eu já senti na minha carreira a marcação. Ai, mano. Já, pô. Perseguido. Primeiro, a falta no jogo era amarelo. Tipo assim, vou dar um cartão pra esse moleque pra sossegar o jogo e jogar o jogo. Eu já senti isso. Até, assim, depois eu já fui falando com todo o árbitro. Falaram, pô, professor, deixa eu jogar em paz. Deixa eu jogar, deixa eu fazer meu jogo. Não vou ser desleal. Mas, pô, eu vou fazer, se eu fizer uma falta, não me dá o cartão na primeira falta do jogo. Faz parte do jogo a falta.
Faz parte do jogo e óbvio, beleza. Se for uma falta pra cartão, sim. Mas várias vezes fiz falta, pô. O cara já me dava cartão amarelo e já me minava o jogo inteiro. Sim. Aí, algumas vezes eu jogava o jogo inteiro. Algumas vezes eu tinha que sair, sei lá, no intervalo ou no segundo tempo pelo cartão. Eu falei, pô, você tá me fudendo, cara. Quando você toma uma amarelo e fala pra uma cine, pode deixar que você joga com amarelo. Eu falo, professor, pode ficar tranquilo. Eu ia jogar com amarelo. Eu vou sustentando aqui. Eu não vou prejudicar.
Porque é trauma disso. Trauma de ficar tomando cartão e, pô, eu falo ao Juizão, pô, não vai fazer isso comigo. Cara, é trauma de... Eu sei jogar com o amarelo. Agora, sim, se eu for perguntar pros dois também. Ou mais louco ou mais resenha, vocês escolhem, que aí deve ter história. Jogador que tu já jogou, mano. Ah, eu joguei com o Marinho. O Marinho é minha resença.
Maria, muita resenha. É mesmo, é fã. Que merda. E eu não gostava muito que falava, né? Eu sabia não. Na época, ele falou, pô, eu quero ser conhecido como... Tanto que ele tinha sido pós, tipo, a parte que ele foi rei da América, lembra? Ele foi rei da América. Pelo Santos. Pelo Santos e 20, né? Pelo Santos, é. Final da Libertad. O cara, resenha demais, mano. Tem um abraço pra ele, humildade pura, mano. Mano, ele jogou bola, no Santos ele jogou bola, mano. Jogou muita bola.
jogou, era foda pra tirar dele aquele Santos era muito bom, era Sacha era Marinho, era Soteudo era Pato Sanches também o Sanches treinando falta era uma coisa de louco, 10 falta ele fazia 9 no treino e não é parente do Dela Cruz? irmão, irmão irmão do Dela Cruz Pato Sanches, Copa na seleção do Uruguai é Uruguai, é Uruguai não, o Pato é foda
Deu um vídeo dele marcando o Neymar, tentando marcar o Neymar em uma época. É porque isso era Barcelona e River Plate, o Mundial. Só tentou. E colocou ele de do Ronaldinho no Neymar. Só tentou. Meu Deus. Isso aí foi a folheira, foi cinco, né? Foi cinco do Apo. Agora os ameaços, né? Mano, é, da hora. Só tentou, né? Nossa, coitado. O Ney e Foma, o Ney acabou ali. Ele fudeu com ele. O mais louco, velho. O mais louco, assim... Louco Abreu. Louco Abreu, eu pensei no Louco Abreu.
Até pelo apelido, né? Dá uma cavada. Não, dá uma cavada na Copa do Mundo. Também a gente teve aqui. Da maneira que ele acabou numa Copa do Mundo, esse cara não bate bem da cabeça.
Tipo assim. Não, e já tendo cavado pouco tempo antes. Exato, tipo assim. O Botafogo Flamengo é pouco tempo antes. Ou seja, o cara cava a bola, né? Não vai cavar nunca mais. E cavou. Naquele jeito, ele. Finalzinho. Fez, passou, perdeu o eliminado. Não, ele era o louco, era maluco mesmo. Tipo assim, um dia antes do jogo, o pré-jogo, o treino, ele batia três pênaltis pra fora.
Pra gastar o azar. Pra gastar o azar. Eu já perdi três hoje, eu não vou perder amanhã. Mas ele pegava a bola e dava um bico pra fora. Tipo assim, mano, não precisa ter goleiro. E tinha que ter goleiro, tinha que ter o apito do treinador. Pra ele perder. O apito treinava, o goleiro lá fazia ele e bau!
Era o Osvaldo. O Osvaldo também, mas era depois quem... Antes quem... Era o Osvaldo, acho que era... Ele falou pra gente que viu aquilo e falava assim... Que isso, o que tá acontecendo aí? Professor, amanhã não perco. Exato, exato. Fique tranquilo, amanhã não perco. Tá tranquilo, passa nada, tá tranquilo. Mano, o louco abriu, velho. Mais um puta cara, um cara assim... Esse aí é bastidor também. De cavada, falando de cavada.
O Robert, eu fiz a base com ele no Novo Horizontino. Robert, Renan. Joguei com ele no Corinthians e no Inter. Eu fiz o jogador. Puta zagueiro, mano. Eu fiz no Novo Horizontino. E eu via, tipo, ele treinando no Novo Horizontino, sempre cavou. Aí ele vai pra umas penalidades, acho que quando ele tava no Zenit, ele cava. E eu tava no Melhores Amigos dele, tipo, ele vai bater perto na favela dele lá que ele morava, ele cavava. Pênalti, nós Inter.
Mano do céu, juventude de Inter. Ficou com ele, mano. Aí cheguei no Gabriel, falei, Gabriel, quero nosso coleiro. Falei, Gabriel, deixa eu te falar um negócio. A gente precisa ir pra final. Se o Robert Renan for bater, é só ele, eu peço. Fica parado, mano. Por favor. Falei, raposa, mas tem três cantos o cara bater. Direita, esquerda e o meio. Como que eu vou ficar parado? Falei, mano, por favor, me responsabiliza então. Se você não ficar parado, mano.
Não, fica parado e depois fala pro treinador que foi por causa de mim. Por culpa minha.
Mano, na batida dele, você vai ver, ele cava, o Gabriel tá andando pro lado, ele não tinha confiado em mim, mano. Ele cava, o Gabriel anda, pulou de volta e pega. Falei, mano, quase que você não pega. Aí o Robert veio e falou assim, falou, Barbosa, mano, você fudeu com a minha vida, foi você que falou pra ele. Cara, que ali no Inter fudeu mesmo. Falei, mano, mas tipo assim, mano, eu tô contra tudo. A cavalo que ele se fode é do Inter.
No Inter. Essa daí, né? É, ele era no Juventude. Mano, meu parceiro, meu parceiro, Robert. Falei, mano, pô, eu tô contra você, o que eu vou fazer? É.
Imagina, mano. Você já sabe, Artinho, mas sabe o ponto fraco do cara? Eu, quando na Betão, já sei. Exato, você sabe tudo o que vai fazer. Já sei o que fracasso foi. Eu falei, Gabriel, você já vai acontecer, cara. Eu já sei tudo o que você vai fazer. Eu já sei tudo aqui também. Antes a tua mãe chorando que a minha, né? É o prato. Aí, tipo assim, eu falei, mano, foi mal, mas, mano, caralho, esse bagulho de cavalo é foda, mano. É, é muita resposta.
Os caras dizem que na final da Libertadores o Bruce falou pra eles, eu vou cavar. Quem falou? Ronaldo. Aí o jogador do jogo caiu no final da Libertadores. Não, não, não. Graças a Deus não chegou. Eu vou cavar. Eu falei, eu vou cavar. Não, se chega, acho que o... Ele ia cavar mesmo, talvez. Não, assim, conhecendo o Cuca, acho que se chega no Ronaldinho, ele cai duro. O Tardelli disse que... Não, depois de todo o enredo. Depois da batida.
O Tardelli disse que eles ali, assim, no meio, jogou batendo e o Ronaldo falou assim...
Chegaram as minhas, eu vou cavar. Eu vou cavar. Eu vou cavar. Mineiro, não. Imagina os caras, os caras torceram mais que não podam chegar. Não, não. Não, não. Todo mundo, velho. Ronaldo, olha uma sapada. Mas é o Ronaldo, hein? Diz o Tarney, tava torcendo pra ele bater. Eu quero ver, eu quero ver. É, é, só pra ver qual é que era. Peguei o Tarney no Santos. Mas e outra, velho? O Ronaldo e o Gaúcho, né?
Caramba, é. Vai lá. Peguei o Tardelli e a gente burra. Ele ficou muito pouco tempo no Santos. Ficou, sei lá, dois, três jogos. É. Saiu, teve um rolo com o carro dele lá. Aí ele foi embora. Ah, eu lembro, lembro. O Tardelli virou parceiraço, nossa. É. A gente burra, cara. Pô, parceiraço. O Tardelli eu encontrei ele no final do ano. A gente tava viajando nos Estados Unidos e Orlando. Ele tava lá. A gente até passou o Natal à virada.
enfim, pô, parceiro também mandou um abraço do Tardel jogou muita bola ele foi jogar um jogo lá, tipo, Santos e Galo começaram a torcida, mano Tardel Guba a gol, mano o cara é respeitado moral agora vai estar tudo certo com o Robertinho
Não, meu parceiro, mano. Acho que não tinha no Vasco. Já se enfrentaram de novo? Meu parceiro se enfrentou, agora é no Vasco. Aí a gente conversou e falou, mano, sei que falou que ia acabar, né? Falei, fuma. Aí ele falou, vou mentir, eu falei, fuma. Poxa, tudo bem. Mas o Robert é uma puta jogadora. Que isso? Até teve um pênalti no Vasco, ele bateu, fez o gol. Bateu bem. Acho que ele mandou mais cruzado, talvez.
Eu torço muito pra ele, velho. Diniz bancou ele nessa vinda pro Vasco. Diniz que pediu. Mas ele tem muita qualidade. O cara é muito bom jogador, assim. Ele é um meia. Porque ele era atacante no Novo Horizontino. Você acredita? Ele jogava atacante, aí ele vira zagueiro. Você quer ver o contrário? Carlos Vinícius do Grêmio. Pelo gol pra caralho. É um solto zagueiro. Fazedor de gol. Fazedor de gol. Bem chato. Fazedor de gol, velho. Bem chato.
Você faz gol todo jogo, pô. Exato. Ele tava com, sei lá, 22 partidas, 20 gols. Que loucura, velho. Tu viu o movimento dele, mano? Esse último... Não foi o último, mas o... O Grêmio até perdeu o jogo. Ele recebe bem na pequena área. Já dá uma chicotada virando. Tá louco, esquece. Sabe fazer gol. Faz gol de todo jeito.
Dois fez. Foi contra o Botafogo? Foi, foi. Foi contra o Botafogo. Foi 4x3. É, foi um jogo louco isso daí. Danilo fez dois gols, ele fez três. É, foi um jogo... Foi isso mesmo. Caralho, mano. Agora, perguntando pra vocês assim, técnico, mano. Fala o, tipo, até agora. Wagner!
É você. Marcine é o melhor, meu irmão. Não tem jeito, né? Marcine é brabo. Marcine é brabo. Tirando o Marcine, não vale que se... Porra, aí não tem graça a minha pergunta. É, zoa. Não vale o Marcine. Não vale o Marcine.
não vale o mancino o professor tá louco tá bem instruído mesmo assim de treinador tá com uma comissão redonda também uma comissão bem ajeitadinha com o Revão, com o Hever o Hever mano, isso é maneiro de falar o Hever era zagueiro dele no Paulista era, isso aí eles contam as histórias na pior da Copa do Brasil no time tinha Vitor e Christian Vitor e Christian
No Santos em um ano, eu acho que eu peguei nove treinadores, mano. Em um ano, se acredita. Isso aí, nove. Por aí, eu tô falando baixo. Pra não exagerar, e daqui a pouco a pessoa fala assim, ah, mentiroso ali. Brasil, amigo, é isso aí. Eu acho que eu peguei isso. Eu não ia pensar, caiu, mas por quê? Peguei Diniz um pouco. Eu peguei... Aí eu peguei Ariel Roland. Peguei Bus, Marcelo Fernandes. Peguei... Aí teve o da base que subiu. Paulo Turra. Peguei Orlando Ribeiro. Peguei o Dair Helma.
Caceta, mano. Tudo no Santos, mano. Em um ano, tô falando. César Sampaio ou não? Não, não peguei o César Sampaio. Peguei mais. Teve mais que eu fui capaz de esquecer. Vixe. Enfim, fora os interinos que ficaram, tipo, vai ficando. É, muita coisa. Como é que o time vai jogar, né? Mas eu peguei o Carilho. Carilho. Carilho me sobe da caminha. O Carilho, eu fui campeão com ele brasileiro. Oito, já deu oito aqui pra não virar. Eu chego fazendo.
Carilho é foda. Da hora, mano. Nossa. Assim, treinador... Oito, nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós
É, eu também… Ó, é que é isso. A gente acaba criando uma história com cada um, né? É. Tipo, pô, eu tenho um carinho enorme pelo Osvaldo. Que o Osvaldo, pô, ele me pega lá da base… Primeiro com o Duda, né? Que me leva do Paulínia, pô, quero aquele lá. E depois o Osvaldo fala, não, vem aqui e tal, vamos jogar, vem. Você vai enquadrar, me colocou de lateral direito, vou lá.
Depois, com mais moral, eu falei, professor, eu sou no jogo de volante também. Você é colocador. Ele falou, não, eu sei. Você entrou no jogo contra o Botafogo de lateral. É, eu entrei. Esse ano. Esse ano, né? No ano passado. De lateral. É. Mas assim, óbvio, fazia muito tempo que eu não jogava, mas... Ah, então, o Osvaldo, um puta carinho. E todos, o Cuca, pô, campeão junto, Carilli, pô.
Ah, enfim, vários, é difícil. O Seabra, né? O Seabra é um cara, assim, especial. Humano, transparente. Trabalhador pra caralho. Nossa, né? Eu queria até mandar um abraço pro Seabra também. Porque, puta, é um cara, assim, que… A gente gostava muito dele ali, sabe? Um cara…
É bem inteligente. Hein? Fazendo um trabalho legal lá no Curitiba também. Muito bom nesse início de brasileiro, né? É. Tá pontuando. Fazendo fora de casa, fora de casa. Ele tá ganhando bastante jogo. Então, assim... Ah, enfim. Tirando o Mancini, né? Que é o melhor, obviamente. É.
Mas é verdade, o Mancini sabe muito bem. O Mancini sabe tudo dessas resenhas. Com certeza se ele estivesse no nosso lugar, ia ser a mesma coisa. Mas é, muito treinador bom assim também. E pra tu, Lucão? Um treinador importante. A Roger Machado foi muito importante na minha caminhada. Isso é maneiro de falar agora. Ele foi muito, muito importante. Tanto que quando ele vem pro São Paulo, ele teve uma rejeição no começo agora. E alguns amigos meus, São Paulino, eu falei, mano, dá tempo pro cara, porque o cara é bom treinador. Tipo, muito bom treinador.
Jogador que tá falando. Muito inteligente. Não, ele é muito inteligente. Até ele usa algumas metodologias pra falar ali. O pessoal não gosta um pouco, né? Deu uma viralizada. Outra rodada, né? E do jeito que ele fala pro pessoal, ele falava pra gente, mano. Desse mesmo jeito, com esse mesmo linguajar. Tipo assim, ele fala que o estilo de jogo dele é uma periferia. Que tem que ficar outros jogadores e tal.
É bom falar sobre isso. Porque aí, assim, a galera que tá da imprensa, por exemplo, eu tava na mesa do programa, assisti. Ou tava assistindo, não tava participando, não, eu acho.
A galera tende a falar assim, pô, a coletiva eu concordo, a coletiva no sentido de que coletiva você tá falando pra torcida. Claro. Mas a galera fala assim, mas o problema do Roger é que do mesmo jeito que ele tá falando aí assim, ele fala assim pro jogador, o jogador não entende. Aí o jogador não entende? Não, a gente entende, portanto... Ele fala e também mostra no campo, né? Na praça. E outro, ele tá com o cara acompanhado de um cara vitorioso, o Paulo Paixão.
O preparador físico dele Tipo assim, então mano O Roger é um bom treinador, mano Muito bom treinador Ele é professor dos treinadores na CBF Ele dá aula Ele foi professor do Ceabra E sabe um cara que também ninguém fala Que é um puta cara também Que é estudioso, o cara é diferente O Silvinho, pô
Que foi, teoricamente, foi, pô, saiu de uma maneira que também, né? Lembra? Pô, a Ana Massaras, cara, eles estavam fazendo um meme dele. É, exato, pô. Ele tá falando, sussurrando. É, mas, pô, mano, é um cara assim, que o dia a dia, o trabalho... Ele conseguiu o objetivo com vocês, né? Exato. Era a botaria Libertadores, ele botou. Nós fomos para Libertadores, exatamente.
E... Betão sabe de bola também. Betão sabe de bola, gosta de bola. HDzinho na cabeça. Eu sou viciado nessa hora. Esse cara é muito bom. Tá fazendo um puta trabalho na Albânia, né? Sim. Vai pra Copa do Mundo? Tá me matando na Polônia hoje. Primeiro jogo, tava um a um, finalzinho, e Polônia fez o gol. Pode ser o único treinador brasileiro na Copa.
Olha que legal. Ah, não, mas... Ele leva a Albânia. Mas não tem o Mano? Mano, o Peru não tá na Copa. Não tá na Copa. Pode ser o Silvi.
Ah, pô, falando de, pô, também Mano Menezes, peguei ele no Inter, fez um trabalho legal, um cara... Brother Menezes. Brother Menezes, assim, o dia a dia é bom, gostoso. Também sabe de bola, os caras sabem de bola, os caras... Ah, então, assim, torcer pros treinadores. É, mas rotular, assim, porque eu sou muito fã dos times do Roger, eu tenho uma tese se for em... O time do Roger joga bola.
Você vai ver o time do Roger que joga feio, que é reativo. Não, ele tem. A juventude de vocês chamava atenção. Propor, né? Propor, no Inter, recentemente. Depois ele não consegue... Os times tendem a dar uma baixada. Ele tem uma barreira pra superar, que é essa da... Ganhar!
Ou completar o segundo semestre. Mas eu vi a entrevista dele, eu dei até risada. Ele falou assim, pô, o treinador quando chega, o time começa a ganhar, é por isso que ele foi contratado. E se o treinador vai embora, é porque tá perdendo. É claro que eu vou terminar meus trabalhos perdendo. Entendeu? Então assim… O final do trabalho do cara, se ele for demitido, é porque… Porque tá perdendo. Então claro que os finais dos meus trabalhos vão ser ruins. É. Porque eu fui mandado embora, é por isso. Mas se ele for campeão, dá um… É.
Renato Erda o trabalho dele Ele foi campeão no Gaúcho Não, com o Inter Com o Inter foi O Renato Erda o trabalho 16 de ganhar a Copa do Brasil Bahia O Galo O Galo O time
Pô, trabalha. O Palmeiras dele. Você acha que ele tem demitido com um time classificado pra segunda fase da Libertadores. Não lembro, mas pode ser. E o que você falou é importante, porque assim, a gente tava até trocando essa ideia hoje, né? Que é muito estúdio hoje a galera que comenta. Então, assim, e também pela estúdio do futebol.
É, a galera, muita gente não frequentou treino, não sabe como é que é e tal. Tem muito isso. Aí vai falando assim. Mas é bom você falar, não, não tem problema na comunicação dele com o jogador, que o jogador entende, né? Mas ele fala desse mesmo jeitinho. É, né? Tipo assim, sobre periferia e tipo assim... Vamos dobrar o corredor. É, ele fala desse estilo.
Depressão, último treino, Sonia. Nets, ele fala Nets. Nets, rebocador Nets. Eu até acho que pra coletiva, imagino que você tá falando pro torcedor. Claro, você dá uma mudada. Mas assim, por isso que eu fiz a pergunta, porque nesse momento que eu tava assistindo, aí eu assim, como é que você vai afirmar? Ah, mas ele fala assim com os atletas e os atletas não entendem nada. Mas pô, o atleta tá falando, né? É, entendi. Você não pode falar isso, você não sabe. Por isso que você perguntou, né? Você não tá no vestiário, pra saber.
E agora, eu entendo, fala assim, pô, ele tá numa coletiva, tenta ser mais didático pro torcedor e tal, é o torcedor do culto. Agora, queria dizer que ele fala assim aqui, e ele fala assim lá, e os caras não entendem, mas você sabe. É, o cara cravou que ele entende. Não entende?
é isso, cara, que episódio sensacional mano, ó o Arthur Arthur Marcondes, é isso, mano dos melhores episódios, os caras soltam tudo, porque mano, é falar sobre futebol é assim que tem que falar sobre futebol, né é isso, mano e solta tudo não tá entregando ninguém, é reserva o que acontece em campo, isso é muito e eu acho que isso é cada vez mais necessário, mano porque
A forma que vocês falam que protege vocês, tá ligado? Total, hein, mano. Falar pra você... Aquelas entrevistas, mano, pragmáticas. Tá chato, velho. Falar a verdade pra você. Não é? Tá tudo a mesma coisa. Acho que é assim. Acho que, sim, tem essa... Esse bate-papo, essas coisas que a gente pode...
Que nós podemos se posicionar. O jogador no Brasil tem que se posicionar mais. Eu vi até o Ronaldo aqui, o Ronaldo falou disso. Falou. Eu assisti, eu vi também e, mano, concordo. Eu concordo total. O atleta tem que se posicionar, tem que ser mais ouvido. Pô, como tá o calendário, como tá os campos, como que tá a logística.
Mano. História em vocês, né? E acho que essa comunicação, quanto mais vezes nós falarmos e a galera ver que... A gente tem conteúdo pra falar. Pra caralho. A gente tem conteúdo pra falar, pra sentar numa mesa e trocar uma ideia e falar o que acontece. Tipo, acabou aquela coisa. Tipo, o jogador é ignorante. Pô, não é.
não deixa o cara falar nós temos personalidade a gente tem a nossa posição então é mó legal pra gente a gente entende muito mais do que acontece perguntar a opinião de vocês que são jogadores a gente porra a parada mais fácil de fazer hoje é apresentar um programa de esportes e perguntar aí o Neymar
Perguntar vocês jogadores, mano. Opinião de vocês, assim. Porque todos os jogadores que eu escuto falam assim, irmão, é o mais brabo, não tem como, tecnicamente. Ele é muito acima dos outros e tal, pá. Até os brabão da seleção lá, pá. Sim. Pra vocês, mano, é... Vocês enfrentaram ele, né? Sim.
O jogo, a gente jogou contra ele um Jogamos um Foi no Paulista Eu lembro desse jogo Foi nas quartas E aí, você tinha pra falar dele em Copa do Mundo Depois, hoje o Brasil perdeu pra França Ele tem que ir? Eu acredito que tem que ir Eu tenho certeza Eu acredito que ele vai Eu, porra Acho que não seria justo, né, com o Neymar Deixar ele de fora Eu, porra
Até pela carreira que ele teve. Gente, ele é artilheiro da seleção. É, exato. Tem noção aí, acho que o pessoal esquece. Ele é artilheiro da seleção, mano. O cara passou o Pelé. Tem noção, tipo, se o cara passou o Pelé. Não faz sentido ele não estar numa Copa do Mundo. Vestindo a camisa da nossa seleção, representando o nosso país. Podendo ser a última Copa do cara. Tipo assim, tem que estar e... Ah, vai, puxa saco, não sei o quê.
Eu quero nem saber, velho. É minha opinião e é isso, mano. Acho que o Neymar tem que estar na Copa.
E é o que você falou, não somos só nós, né? Acho que nós e todos os jogadores que são perguntados, que são questionados sobre isso. Nenhum me falou nem off, mano. Nenhum me falou que ele não tem que estar. E isso eu levo em conta pra caralho na hora de opinar, porque... Acho que tem que ir. É, porque existe a nossa bolha.
Existe a bolha dos torcedores. E vocês estão ouvindo um jogador de futebol. Teve um que teve aqui há pouco tempo. Falou que não, né? Que não tem condição. Um jogador não. Não, um jogador não. Acho que foi um... Um jornalista sim. Um jornalista sim. O jornalista tem outra... Outra parada. Mas eu tô perguntando se vocês estão no campo. A gente tá no campo. Vocês jogaram contra ele. O jogador, o Danilo... As coisas que ele faz é muito assustador, né? Tipo assim... É.
O gesto técnico, a, sei lá, a consciência corporal Como o Gabriel fala Direita e esquerda, ele é muito limpo O futebol dele é muito limpo O jogo dele é limpo Pô, Neymar, mano De vez em quando vai fazer um bom jogo, vai jogar mal Isso faz parte, ele é um ser humano Como um de todos Mas... Imagina ele inserido ali no grupo Copa do Mundo, oito jogos Tirucuta ali, pô Caralho, é outra parada
É outra parada, né? Não tem noção? Tipo, você vai pegar o Brasil... Mano, quem viu o Neymar em campo já é outra parada. Já chega diferente. Vai dar uma congelada no adversário também. É, não. Calma aí. Respeita. Respeita mais. Eu respeito muito de boche. O jeito que a Argentina correu pro Messi o dia que foi... Não, não. Quando foi a Argentina campeão, esquece. Tá louco. Os caras correram igual... Os caras correram igual um leão pro cara.
E quando precisou, ele fez. Eu acredito que nós temos que fazer isso também, velho. Entendeu? Sei lá. Fazer isso, mano. Talvez a última Copa dele, né? Não sei.
O que ele pensa da próxima, né? Falando dessa que tá chegando. Não seria justo, mano. O cara teve uma carreira, assim, de 15 anos. E, pô, talvez na última Copa o cara tenha oportunidade de ir numa Copa, ganhar uma Copa. Não vai levar? Como assim, mano? A carreira que ele tem.
Deixa eu perguntar na resenha dos jogadores É o que chega pra gente aqui mesmo Os caras falam, mano, isso não levar É um absurdo É meio unânime Pra nós é unânime Pelo menos que nós conversamos Dificilmente alguém fala, não, não tem que ir Porque a maioria também no Red Bull Que é os moleque mais novos, o ídolo dos moleque É o Neymar Os moleque ficam apavorados
Eu pelo menos não vi Pelé, vi pouco do Ronaldinho Vi pouco do Ronaldo Fenômeno Vi o Ronaldo no Corinthians Agora pra nós uma referência técnica É o Neymar Falar que não vai levar o Neymar pra uma molecada É coisa que dá um tapa O Neymar da minha geração, 9-2 Jogamos contra Algumas vezes na base Bem pouco Ainda tava no Paulínia
Não, moleque, tá louco. Diferente. Assim, nós esperamos que ele esteja na Copa. É. Pô, é uma realidade completamente diferente do Ju. Você ouviu os jogadores. Você ouviu os jogadores. O nosso mundo na imprensa. Então, assim, eu respeito a opinião de vocês. Vocês são jogadores. Vocês sabem ali que nesse momento, às vezes, decisivo.
Pesa muitas coisas. Às vezes a gente fica preso a... Pô, não, mas... Tem que dar uma sequência. Tem. Sequência, conto de físico, ele vai aguentar. Mas às vezes, cara, dentro do campo ali, eu faço um segundo, a bola cai no pé do cara e aí resolve. É uma pifada. Não, talvez não é nem uma pifada. É uma abertura de perna ali que ele deixa a bola passar, deixa o cara na cara do gol. Não é nem uma pifada, talvez. É só um corta-luz. É, que o outro não vai fazer. E copa do mundo é tiro corto. Dá, pô.
Mas com ele, ele leva ele. Eu sou do leva ele, leva. Aí lá, vamos ver se vai se titular. Não, eu também, quando me perguntam. Eu, eu levo. Só não levo se ele estiver, pô, mancando. Agora, eu levo. Aí a questão, né? O que você acha que o Rondel vai fazer? Aí o que o Rondel vai fazer? Aí eu tenho minhas dúvidas. Acho que se leva, eu levo agora. Ah, e você acha que o Rondel vai fazer? Eu acho que se tiver como tá hoje...
Jogou um, não jogou os últimos três, jogou outro, ele não leva, eu acho. Agora, se ele estiver jogando, eu nem acho que ele precisa estar arrebentando. Não, se ele estiver jogando, o Neymar está vindo em campo aí, está jogando. Não tem papo de... Eu não sei se o Neymar vai jogar amanhã. Não, está jogando.
Se o Neymar estiver jogando, ele vai levar. Eu acho que ele não vai botar esse peso no bolso do Neymar. Ele estava jogando aí, rodada após rodada, eu não levei. Não, ele vai levar. E aí, dentro do campo que vai acontecer as coisas. O que o Antielotti vai fazer? Pergunta pra ele. Pergunta pra ele, tá lá pra isso, velho. Ele sabe disso. Ele tem bagagem pra isso. Ele tem sido malandro, ele fala, depende do Neymar. Depende do Neymar.
Seguinte, o Renan Sabino mandou, membro aqui do canal, mandou uma mensagem muito maneira. O maior medo do rubro negro é pegar o time dos caras aí pós-data FIFA. Tô doando isso. Enrolou isso, meu, de pós-data FIFA? Verdade. É sempre assim? Não é a primeira vez que vai acontecer isso, de pegar vocês na... pegar o Bragatino logo após. Não sei se perdeu todos os jogos. Mas talvez as outras foram, entendeu? Pode ser que sim.
Eu vou lembrar que eles foram perdidos Nós estamos treinando forte É sempre um puta jogo Quinta-feira, né? Vai ser quinta que vem Nos tempos de Claudinho Claudinho e Arthur? Nossa, tava um calor Claudinho Red Bull sempre fez grandes times Porra, é O Red Bull é um time intenso Jogador jovem
E, mano, que tu sabe que vai dar um calor e é uma bafa. É isso, né? É, porque quando você entra lá, é só fala disso, né, mano? Já tá no... Já tá no... Já tá no muro. Intensidade é a nossa cara. É.
pressão e... Vamos baixar a linha, mano, não existe. É, o negócio é isso aí. Vamos descansar um pouco, não tem essa, vambora. Vamos lá, no gogó é desse jeito. Vai ganhar e vai perder, mas vai mudar. Durante o jogo, gente. Escola, né? É isso aí. Isso é muito maneiro, mano. Ó, e uma pergunta sobre isso, cara. Qual diferencial que vocês acham que o time tem nesse ano pra fazer uma boa campanha nas competições de 2016?
Pô, eu particularmente acho que a gente aprendeu muito com o que a gente passou, né? Tipo, em questão de... Pô, não deu pra ganhar, você vai empatar. Ano passado a gente empatou pouquíssimos jogos. Talvez dois, três. Empatou pouco. Eu não sei. Se empata mais nas derrotas. Exato, tipo assim, ó. É, tipo... Estava na Libertadores. Entendeu? Tipo, vamos pontuando. Pelo menos no Campeonato Brasileiro, vamos pontuando. É...
E, cara, aí é trabalhar. Trabalhar firme. Acho que o Mancini, ele é muito experiente pra isso. Tipo assim, ele sabe dar uma... Tipo, passar um pano, né? Quando tem que passar, ele sabe cobrar. Quando tem que cobrar, o Mancini, ele vai mandar C pra aquele lugar com educação. Aí chega... É, velho. Nesse dia, ele falou com o moleque. A gente tava... Foi até legal essa história, né? Ele chamou a gente na roda, assim. Aí ele falou com o moleque, falou assim, é... E se eu colocar C pra jogar amanhã?
Tá preparado? Aí o moleque falou assim, ah, eu estaria preparado. Ele, quantas vezes você ia no banheiro? Aí o moleque falou assim, nenhuma ele. Então você não vai me fazer xixi, então? É. Aí brincando com ele. Que botar estando. Exato. Aí da pouca ele falou assim, mas você não vai jogar amanhã. Você vai descer pra base de novo, porque os seus números estão horríveis. Números físicos estão abaixo. Você tá correndo menos. Só falta o goleiro correr mais que você.
Você é muito bom de bola, mas você vai descer lá pra quando você voltar, você der valor. Você vai lá, você vai sofrer um pouquinho.
E eu tô falando na frente de todo mundo pra te constranger. Mano, nesse tom que eu tô falando, né? Ele falou. Foi mesmo. Rapaz, parecia um tapa na orelha. Eu falei, nossa.
Meu Deus do céu, é pior, aí o moleque desceu. Se liga mesmo. Mas é, mas é um cara... Mas, porra, do caralho. Mas a sabedoria... Transparente, falando... Não adora o moleque, tá louco. Tem que querer mais que os caras, né? Isso é outra coisa que na imprensa a gente precisa melhorar, que é o cara que é grande gestor de pessoas, ele é um puta técnico. É um puta técnico. É óbvio, né? Porque em qualquer outra atividade da vida...
Quando é uma empresa corporativa e tal, o grande gestor, ele é valorizado pra caralho. Exato. Gestão de grupo. Ah, não, paizão, só sabe, não sei. Irmão, olha quantos caras o Macinho tá cuidando de um garoto que volta pra base. Essa história é com esse garoto. Imagina quantos.
30 no elenco, 20 lá vai e cada um... E você vai aprendendo com isso, os outros garotos estão O outro que fala, puta, eu acho que eu preciso dar um pouco mais É um exemplo, né? Exato, mas assim o Mancini é um puta gestor E é o que a gente falou, né? Que nós falamos, ele tá com a comissão redondinha tá bem legal também
Pô, acho que é isso que a gente... É, e evoluiu. Só da pergunta, né, do que nós... Você falou do ano... Do que a gente pode fazer pra ter um ano melhor. Eu acho que é isso. Aprender com o ano passado, sim. E continuar com o nosso DNA. De correr de intensidade. De acreditar no nosso trabalho. De confiar. E de bater de frente com qualquer um.
Ah, os caras vão vir aqui jogar com nós, vai sofrer, porque a gente vai no gogó. E vai jogar fora de casa, a gente não vai se acolher, não. A gente vai pra cima, vai trocar raça. E acho que tem que ser assim pra... Senão, você não vai, você vai ficar ali naquela coisa. A gente quer ser diferente.
O Red Bull quer ser diferente agora. Ele, agora, né? Sempre quis, mas a gente colocou que na cabeça de todo mundo que, mano, dá pra ganhar. Vamos fazer, vamos ser competitivo. O brasileiro, a gente sabe, o caminho é mais difícil, ok, mas, mano, por que não? Beleza. Sul-Americana, vai começar uma Sul-Americana. Chegou na final. Uma Copa do Brasil, mata-mata, já estamos lá na frente do mata-mata. É. Então, assim, nós pegamos o Mirasol agora, mas, mano, nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós nós
Vamos, vamos jogar. É... A gente colocar na cabeça que é acreditar. Exato, vai ser um jogo. E acreditar, acreditar na nossa força. É, e não tem ninguém na defesa, né? Trocação. É, trocação. Tiroteio. Ô, Mirassol, Bragantino, Copa do Brasil, jogaço, mano. Jogaço, jogaço. Mirassol pegou vários jogadores experientes pra rechear o grupo aí. É. Eduardo, Tiquinho. Aham, aham. Até o time. Não pegamos esse time ainda. O Gabriel Pires. Isso, o Gabriel Pires. Não pegamos esse time deles. É. Exato.
Seguinte, ó, quero palmas, porra, pra Lucas Barbosa e Gabriel. Foda, foda, foda. Queria falar assim, porra, queria falar assim, primeira coisa, mano, obrigado por vocês serem caras que vieram assim, dessa forma aberta. Acho que o Gabriel falou algo que é até maneiro a gente postar aqui no Charla, que tem algumas declarações dessas, essa acho que fica marcada, mano, que é assim, o Jardim precisa falar, mano.
Jodativa, precisa falar. Por alguns motivos. Primeiro é pra gente entender mais o que acontece e ter menos opinião sensacional. É, falar menos achismo. Nós da imprensa, né? O segundo é o seguinte, cara, pra vocês contarem histórias, mano.
A carreira passa assim, e aí tu tá jogando e a tua história não tá sendo contada. É. É, tipo, é em campo. É muito visto, né? As molecada gostam demais, véi. Tá louco. Caralho, mano. Você inspira muita gente, mano. É isso. Tipo, e a molecada vê que você é um ser humano igual ele, pô. Com as mesmas dificuldades, com os mesmos sonhos, né? Tá doido, tipo...
Vê que tu, que é um craque, porra, desistiu e voltou. Tá ligado? É, que isso pode acontecer. Talvez o menino tá passando por isso agora. Nós agradecemos, né, mano? Tipo, de estar aqui e ter esse espaço pra gente poder contar um pouco da nossa história, um pouco da nossa resenha que a gente vive. Vixi, tem muito mais. Meu Deus do céu. É, se vamos voltar aqui. Vai ter que ser a parte 2. Exato. Se vai pra fora do campo, então, vai pra golfe, vai pra esses lados aí, a gente...
Aí, cada palhaçada Mas, pô, muito obrigado Ó, vou marcar a versão 2 no ar aqui já Demorou Assim que o Braga for campeão Nossa, mano, vai ser recente Vai ser recente, não bora Pode ser lá em Bragança Pode ser, ó Se estiver em Marte Se estiver em Marte, a gente pega um Foguete e chega lá pra fazer Pode ter certeza Com a Crição do Bão, um pouco linguiça Isso, famoso lá Linguição Igreja
Pão com linguiça. Não é vacilação, não. Com aquela cuiabana ali com queijo. Você sabe, boa. Ô, Bruno, não, mano, é resenha, é ver se zarrão no jogo, mano. Quando o cara faz o que eu falo, eu nunca critiquei.
Tava falando mal do cara há pouco tempo. Esse cara aí tá com duas peças esquinas. Quando fala que nunca criticou é que, putz... O cara tava na roça, né? Nossa, mano. Mas é da hora, é da hora. A gente que agradece. O próximo gol de vocês, vamos mandar pra vocês no Insta. Vamos mandar. Na rua nós ganhamos? Boa vitória. Vai de novo, meu Deus. É isso aí.
Obrigado mesmo. E ó, espaço, o Charla é o espaço pro jogador falar, né Betão? Com certeza. Falar isso. Olha que tal maneira a gente teve. Eles que vieram de peito aberto aí, mostrando qualquer camisa que a gente ganhou dos caras. Semana passada a gente teve o John Goleiro aqui, que foi muito maneiro. John é meu parceiro. Pô, o John... É, então... Pô, meu parceiro também. Pô, joguei com ele no Inter. No Inter. Então, quando o professor do Inter... Não parece uma espingarda, ele não parece uma espingarda.
Espingarda, John. Falar pra você, mano. É mesmo, né? O clima dele, espingardão, é grande, mas é bichado. É bom, hein? Pra cacete. Porra, goleiraço. Eu também, vixe. Sai pra Premier League, mano. Bom, né? Eu ia no Santos. Eu ia no Santos. Porque você não ia. No Inter. É. Molecão da hora, molecão da hora. Fez muita falta quando saiu. E foi pro Inter.
Ele foi pro Inter porque ele tava sem espaço no Santos. É, é. O João pegou pra caralho. Pô, eu postei uma foto agora com... Jogou pra caralho hoje o Luiz Henrique. Teve aqui recentemente. Ele entrou, né, no jogo. Entrou bem. Fez o lançado do gol do... A gente não conseguiu acompanhar o jogo muito hoje, né? Teve a hora do treino e depois já... Já veio pra cá. A gente também só viu no segundo tempo. Deu pra ver o gol. Depois eu vou dar uma analisada.
É... Vai morrer em Mbappé, né? Mbappé Chá, Tinga, Cavadinha, pau! Primeiro gol é Dembélé, Mbappé. Caralho! Acho que o Brasil pega a Croácia agora terça-feira, né? Isso. Vambora! Assim, eu te falo... Não é pra galera também ficar desesperada, não, cara. Claro que não, pô! A gente é sete desfalques. A França tá mais pronta do que a gente, por favor. Exatamente, tem que ir. 18 e 22, 25, pô. É bom ter essa análise fria do negócio.
E não é assim também, 2 a 1, a França... Ai, meu, tá vendo, cara? Fudeu, tal. Não, não, calma, velho.
A linha de defesa foi toda reserva, praticamente. E o outro é Brasil, é cinco. É cinco, chega numa Copa do Mundo. É, tem cinco. É, a vez ganha de um a zero. Tem lá o técnico qualquer, né? Pô, peraí, vamos respeitar. Vamos respeitar. Tem um bastidor do trem, né? O treinador, o Mancini, falou, quem acha que a França vai ganhar hoje? Alguns levantaram a mão. Aí eu cheguei nos gringos lá, na Argentina, e falei, mano...
Se alguém na Argentina fala que o outro time vai ganhar da Argentina e fala, a gente mata. Mano, o brasileiro não pode torcer contra o Brasil. Não, velho, ele falou, e quem acha que é o Brasil? É, não, tipo, mano. Não pode torcer contra o Brasil. Patriota, mano. Patriota, vambora. É, e tem que ir mais essa parada do argentino, é...
É... O argentino, o próprio Uruguai, o... Não... Paraguai, os sul-americanos... O brasileiro tem que ser Brasil, mano. Passa de todo mundo, todo mundo. É... O Brasil tem que se unir mais e... Fazer uma... É o melhor time da história, porra. Exato, cinco. Cara, cinco, irmão. Esquece. É isso. Mas tem o rei da bola. Já tinha, né? Pelé. Todos, é, porra. É isso daí. Porra, é uma melhor história. É o rei. É isso aí. Mas vambora. Vambora.
Vambora. Isso aí, cara. Tchau, temos que falar dos nossos patrocinadores. Vai, Paulinho, me ajuda aí.
Açaí, atacadista, é o atacadista oficial do futebol brasileiro, né, Betão? Com certeza. Ó, então aquele preço maneiro pra tu fazer as suas compas, patrocinador da Série A, Série B e da Copa do Brasil, beleza? Escaneia o QR Code, baixa o aplicativo Meu Açaí. O Açaí já tem os maiores preços, atacadista. O Meu Açaí no aplicativo tem o desconto do desconto.
Desconto do desconto. Então você, por exemplo, tem um depósito, um comércio, vai repor o teu estoque. Também é atacadista. Você quer um preço baixinho pra poder ter reposição. E você também, que pra sua casa quer comprar ali aquele churrasquinho no final de semana, melhora os preços do açaí. Então vai lá. Açaí é atacadista, o QR Code tá aqui na tela. Baixa o meu açaí. Desconto do desconto, beleza? Tamo junto. Forneira original.
Forneira. Vamos mandar pizza pros moleque, pô. Sim. Nossa. Miguelzinho, fala aí, ó. É.
Aqui, ó, é a melhor pizza do Brasil, tá? Não sou eu que tô falando, não. É o iFood, queridos. O iFood, ele deixou dois anos consecutivos a forneira original com o melhor nível de pizzas do Brasil. Cupom CHARLA10, válido em todo o Brasil. Aqui em São Paulo tem duas franquias. Duas franquias. Sensacional, veja se na sua cidade tem. O QR Code tá aqui na tela. Cupom CHARLA10, 10% de desconto em qualquer pedido que você fizer, beleza?
Os melhores recheios do Brasil. Ela vem aqui... As mais recheadas. É, e chega quente. Não!
A bolsa do amigo abre e sai um... E proibiram ketchup porque você tá em São Paulo. É. Depende da coisa. Porque no Rio a gente quer ketchup na pizza. Mas é você pegar uma pizza porra, você não é? Desculpa. Desculpa a todo mundo. Calabresa merece um ketchupzinho. Não, vai mentir. Tô falando pra você. Só usa fio de azeite. Adoro pra você. Desculpa. Desculpa a todos.
Eu ponho o gratubizinho. Desculpa a todos aí. Se não, o Betão, o Betão, o Taca ali. Nádia Calabresa é a única. Que merece. Mostardinha. É frango, eu tô perito a minha, às vezes é. É. Eu tô lembrando. Agora na portuguesa. Gente. Seguinte, ó. Vai, meu Paulinho.
Ah, o Charlo é Brahma, beleza? O Charlo é Sabe. É Sabe, sociedade anônima da Brahma. Isso. Paralela é a seguinte, ó. Você compra a sua Brahma agora no QR Code. Aí, 10% do valor da Brahma vai pro seu time. Moza Delivery, hein? De coração, tem que ser no Zé Delivery. O QR Code tá aqui na tela, beleza? Sua Brahma é zero, 20% do valor. Vai pro seu time. Confere se seu time faz parte da Sabe da Brahma. Isso. E aí, mano, a cada...
Brahma, normal, que você comprar 10% pro seu clube. E a Brahma, 0,20%. Ajuda também, né? Show de bola, QR Code. Daí tem que ser no Zé Delivery e no QR Code. Você vai pro Zé Delivery. Tamo junto. Tem que fazer assim. Tem um X aí. Porque o Atilote é Brahma também. Tamo junto. Vai!
Esporte Match é a casa de apostas que patrocina o Charla, que já levou o Betão para o All-Star Game da NBA, né? Dar o teu voo pra Califórnia. Eu fui. Eu estava lá, cara. Caraca. Na arena do Los Angeles Clippers. E é isso. E o Shaquille O'Neal tá aqui na tela. Não é isso? Essa é a parada. Temos que encontrar o homem, né? Temos. Vamos encontrar o Shaquille O'Neal e ainda vem aqui. E a parada é a seguinte. Eu afasta a sua aposta, mas com responsa. Você vem em Bragantino e Flamengo, por exemplo, irmão.
É uma parada assim. Tu se liga nas odds. É entretenimento, não é investimento. Tu não vai ficar rico, então não se comprometa financeiramente. É nada de renda fixa. Bota aquela graninha lá na bolsa, que fica a bolsinha lá da página da casa de apostas. E aí você vai lá, essa grana vai ficando ali, vai usando ela, não vai ficar botando dinheiro novo. Bota aquela graninha que você vai ganhando ali. E é uma brincadeira pra maiores de 18 anos, hein?
O Charles Sporting Bet, tamo junto. A gente ia mandar a pizza, mas a pizza chegou.
Vixe, é rápido? Agora, você viu que é rápido, Betão? Viu? Aí, ó. Coisa linda. Porra, mano. Aí sim. Chegou agora, DJ? Chegou. No nome de Miguel. Miguel. É, mano. É isso. Show de bola. Chegou a pizza, vamos pra resenha. Valeu, galera. Aquele abraço. Valeu, rapaziada. Valeu, rapaziada. Vamos juntos. Vira o Bragantino. Estaremos já em breve, beleza? Pra cima. Betão tá louco pelo sanduíche de linguiça, né?
Tchau!
BYD
Dolphin Mini