#697 - Fernando Campos [Comentarista CazéTV]
A Charla de hoje é com Fernando Campos, comentarista da Cazé TV.
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- Esporte Interativo e suas contribuiçõesOportunidades para novos talentos · Ambiente jovem e engajado · Coragem em dar chances · Transmissão de futebol na web · Papel inovador da emissora
- Neymar retorno e Copa do MundoLesão e recuperação · Contexto histórico · Comparação com outros craques · Perspectiva para Copa · Pressão e responsabilidade
- Transicao Administrativa GovernamentalLiberdade de expressão · Diferença em relação a TV fechada · Trabalho com amigos · Ambiente digital · Nova geração de público
- FlamengoDemissão controversa · Conquistas (Libertadores, Copa do Brasil) · Covardia da saída · Futuro na Europa · Comparação com outros técnicos
- Copa LibertadoresComparação entre treinadores · Importância da gestão de pessoas · Conhecimento tático · Capacidade de adaptação · Trabalho com jogadores
- Cazé TV como fenômeno culturalModelo de negócio · Transmissão exclusiva de Copa · Diferencial em relação a TVs tradicionais · Alcance de nova geração · Crescimento do canal
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- Casimiro AscensãoTrajetória na Esporte Interativo · Criação de conteúdo digital · Explosão na pandemia · Trabalho em lives de madrugada · Atual sucesso na Cazé TV
- Trabalho na Cazé TV - Programa Roda de BoboFormato do programa · Liberdade de expressão · Audiência · Diferença de ambiente · Qualidade de vida
- Jornalismo EsportivoImportância da faculdade · Aprendizado prático em redações · Cursos especializados · Ferramentas de análise tática · Diferenças entre jornalistas e ex-jogadores
- Fábio - Carreira e longevidadeTrajetória no futebol · 45 anos de idade · Atuações memoráveis · Comparação com outros goleiros · Importância em decisões
- Raião no Vasco - Trajetória e vendasPotencial atacante · Pressão no Vasco · Venda para Europa · Valor de mercado · Desenvolvimento sob Diniz
Fala, galera! Chava podcast no ar aí, tranquilidade, beleza? Boas tardes. Tudo bem? Tudo tranquilo. Gostando da resenha off? É, sempre boa, né? A resenha off, a gente bota no ar lá. Tem uma audiência gigantesca, mas aí nosso futuro na comunicação também fica comprometido. Ah, tem isso? Ah, porque no off você vai falando, né? Porque é muito livre, né? Livre, né? Resenha internacional. Internacional. Gol na Alemanha.
8x7. E não é o gol do Oscar, né? Não, 8x7. De virada. É virada. Seguinte, ó. Voadora no peito do like, porque o parceiro merece. Sensacional, profissional. Voadora no peito do like, like na live. Quanto mais like a gente tiver, pra mais gente aparecer na nossa resenha. Certo, Betão? Com certeza. Charludo que é Charludo. Acompanha o Charlie em todas as plataformas, né? Se tá ligado na gente no Spotify, fazendo a gente manter a posição de podcast esportivo mais ouvido do Spotify,
Obrigado por você dar essa moral. Mas se você tá no Spotify e não tá no YouTube, vem pro YouTube. Se inscreve na campanha dos 2 milhões. Isso aí. Então, Spotify, YouTube. Quem tá no Spotify vai pro YouTube. E se você tá no YouTube desde o início, vai pro Spotify. Se você não tá lá, pô. Essa é a parada. Seguinte. Arroba Charla Podcast em todas as redes. Instagram, TikTok, Twitter e Kawaii. Beleza? Se quiser me segue aí. Eu sou Bruno Cantarelli.
Arroba Cantarelli Bruno. E você? E me segue também aí. Arroba O Beto Júnior do Underline.
Artigo mesmo. O Beto Judo na underline. O homem que tem o molho. E segue que tem resenha. O molho tá aparecendo, né? Cara, com a gente um grande comentarista. Quando a gente vê pessoas se dando bem na profissão, é muito legal. É, uma trajetória muito bacana de carreira. Tudo tem a sua hora, né? Hora certa de tudo. E acho que ele deu esse salto na hora certa. E acho que passa por um ambiente que a gente vai falar aqui que todo mundo aqui foi fã.
Sonho também. Todo mundo teve o sonho de trabalhar na ESPN. Mas acho que chega num canal hoje que... Acho que pode ser ele entregar mais... Pergunta pra molecada qual é o sonho da molecada hoje. Hoje, exatamente. Trabalhar na casa. Trabalhar na casa também. É isso, né? É isso, é isso. Seguinte, com a gente... O cara que tem torcida jovem, beleza? Torcida de Donan presente. Ah, boa. Fernando Donan Campos. Palmas pra ele. Donan.
me emociona. Porra, que prazer estar aqui. Porra, Cantarelli, Betão. Sou charludo, né? Sabe disso. Tu é charludo? Sou charludo, porra. É o Charlam, né? Prazer, cara. Muito prazer estar aqui. Parabéns pela trajetória de vocês. Vocês me deram essa moral aí. E, porra, vamos bater um papo, né? Aquela resenha. Ah, sim. O que falta é assunto da tua vida e do futebol, né? Porra. Inclusive, um abraço pra geral da KZTV. Sim. Falta Casimiro aqui.
Um dia ele vai no podcast. Vamos nutrir essa esperança do KZ. Vou tentar articular isso pra você. Porra, pelo amor de Deus, cara.
Sensacional. Casa de Lisboa, Luizinho, parceiro. Luizinho, parceiraço. Pedrosa. Pedrosa. Igor Rodrigues. Igor Rodrigues. Esse é um dos maiores canalhas que eu já conheci na imprensa. Assim, é? Olha, essa galera em geral já veio. Já a Bárbara. Bárbara veio. O Simãozinho, mas aí veio no chão de quinta, né? Foi, né? O Bruno ainda não veio, mas... Maga? Maga não veio ainda. Bruno 10? É. O Simão e o... Sempre chamam ali e falam Luiz Simões, né? Mas um é o Bruno. Isso. Simões é o...
Simões é o namorado do... O Simões não tava aqui na sala de quinta. Ele veio na sala de quinta aqui com o Matheusinho. Dito isso, Dona, conta pra gente assim, mano. Sempre que seja um analista esportivo, como é que tu começou na carreira, mano? Sempre, cara. Sempre foi meu objetivo. Eu estudei no Zacaria, né? Estudei com o Miguelzinho. Putz. O Miguelzinho era mais novo que eu. Mas a gente, porra, andava junto ali. Zacaria, ele nunca tente. O Miguelzinho hoje é perigoso, mas na época era mais. Andava com bonézinho.
Imagina essa criança. Vondute. Sim. Vondute, é. Tu pertinho. Aquele Nike Shocks. O moleque era perigoso. Mas hoje tá mais. Então, cara, eu sempre fui obcecado pro futebol. É, né? A galera fala muito que eu puxei muito o meu avô, que eu até tava falando com vocês ali em off. Meu avô era narrador. Ele foi narrador de rádio, né? Geraldo Luiz. Legal. Eu não tive muito contato com ele, porque ele morreu quando eu tinha três anos de idade.
Mas pra mim, assim, meus professores falavam, cara, que eu dei trabalho no colégio, né?
Eu tenho que ser sincero. Eu também. Não fui um exemplo no colégio. Mas normalmente jornalista não é, né? É. Matemática, pô. Física. E meu pai é engenheiro, cara. Matemática, pra mim... Meu pai é engenheiro, minha mãe é professora de matemática. Mas não jornalista, irmão. Galera... Quer saber do intervalo, do futebol do intervalo. Isso. E voltar do intervalo na resenha do futebol, né? Educação física. É. Nota 10, educação física. Não, mas então, sempre foi essa a minha opção.
professores mesmo falavam, né, que eu seria um jornalista da área esportiva e a partir disso já começava a viver muito futebol na época e fui pra PUC. Mas tu entra já querendo ser jornalista esportivo e tu vai pra ser jornalista. Então, você entra lá em comunicação social e você tem cinema, publicidade. Ainda não tinha o foco de jornalismo esportivo. Até tinha, sim. Até tinha, mas eu tinha um pouco de dúvida com a publicidade.
Entendi. Mas ali, cara, eu falo que eu me encontrei na faculdade, porque tu tem mais a prática, né,
na faculdade e a partir do momento que eu comecei a estagiar. Porque eu sempre falo, óbvio, que a faculdade é importante ali pra gerar conteúdo, assim, mas eu aprendi mesmo o que era ser um jornalista no esporte interativo. É isso aí, imagino, a grande escola que foi o esporte interativo. Porque ali é uma fábrica, né? Cara, que coisa fenomenal, assim, a gente já conversou, a galera que gosta de comunicação acho que tem que saber disso, assim. Como esporte interativo, ele foi à frente do tempo das emissoras
É uma emissora que enxergou nas redes sociais, a gente tá falando de Facebook, né? Enxergou ali o grande caminho, já naquela época, né? Não à toa, a Live Mode tem muito de esporte interativo. São os donos, né? Então. Os mesmos donos ali. E essa coisa de você pegar uma galera grande de estar começando e dar obrigação pra elas, né? Assim, você vai lá e bota pra fazer. Eu acho muito parecido vendo a galera que passou lá falar com o que aconteceu no jornal com o lance. Sim.
Que levou muita gente também, porque era assim. Agora é lendário, né? É. Chegava lá, tu era cabaço, moleque. Irmão, vai pra rua. Vai escrever isso aqui pro jornal. Vai pra TV. Tá cara e trabalha. O que que tu começou a fazer no Esporte Interativo? Cara, eu entrei lá no Esporte Interativo junto com o Otávio Neto. Cara, junto? É, ali na mesma época. Porque foi o mesmo projeto. Eu passei pra uma web rádio antes. Chamava Voz do Futebol.
E aí o projeto não deu certo. Enfim, aí começou um projeto no Esporte Interativo, que o Vitor Costa era o líder do projeto. Hoje ele é diretor da Globo, ali com o GTV. Isso.
E cada time tinha uma dupla de transmissão. Eu sou Vasco. Já revelei, então não tem nenhum problema. Os embates com o Cazé estão lá. Então eu era o comentarista dos Jogos do Vasco. Na época era arquibancada Oi, o nome, tá? E o Otávio Neto era o narrador. Eu comecei ele meio como um frilo, eles gostaram. Eu já queria meio que estagiar. E a partir disso, a gente foi se destacando, eles gostaram, achava que a gente tinha futuro. E eles tinham muito dessa ousadia e da coragem,
apostar na galera jovem, vai lá e faz. E aí eu fui contratado como estagiário. Aí eu, porra, passei, eu fui setorista dos clubes de Sul Minas. Eu trabalhei em rede social, que os caras são fenômenos, né? Até hoje, assim, uma mente muito à frente. Enfim, trabalhei como produtor de evento, produtor de tudo, assim. Praticamente tudo. Eu passei. Só que eles tiveram essa coragem de me colocar no ar como comentarista muito cedo, cara. Por exemplo, hoje eu tô com 36 anos. A primeira vez que eu entrei no ar,
TV, no Esporte Interativo, pra comentar, eu tinha 22 anos. Então, assim, ah, pintou aqui uma Copa da França. Quer fazer? Óbvio. Então, aí eu comecei a aos poucos ir conquistando o meu espaço, eles foram gostando, eu fiquei no Esporte Interativo por 7 anos ali, aprendi muito. 6, 7 anos, quase completando 7 anos, que foi quando terminou o canal, em 2018, que eu acabei... Foi vendido pra Turner. É, e aí mudou... E vira TNT Sports. Exato. Aquele evento do hotel, que foi todo mundo
O Venê, quando veio aqui, lá no canal, a gente tava lá no início. O Venê conta essa história lá do dia. Olha quanta gente. O Venê e a Casagrande também eram. Pedrosa já era. Vou falar, cara. Fernanda Gentil, Bárbara Coelho, Rafael Oliveira. Caralho. Otávio Neto, Casimiro, Certezas. Luizinho. Luizinho. Vou esquecer alguém, tá? Tem muita gente. Hoje, Simões, Bruno Magalhães, Pedrosa. André Henning, Jorge Henrique. Bruno Formiga.
VCR. Rolim. Muita gente, né, cara? De fato, é um projeto que deu muito certo. Eles tiveram a coragem de dar oportunidade pra muita gente. E a galera meio que aprende lá marra, né, cara? Assim, na prática. A gente foi aprovado lá. Chegou pra ver? Chegou pra fazer. Ah, entram pra narrar? É. Fui lá narrar. Mas assim, foi muito louco. Eu fui fazer um teste lá. E aí, fiz o teste. Até hoje, eu não sei quem viu. Eu cheguei, tinha uma cabine. Ah, entra aí.
que tá aí, assim. Narrei lá e fui embora e, assim, não sei. Mas nunca me ligaram. Ah, você deu certo pra caralho. É. Tamo aí. Teve um sofrimento, mas... O sofrimento... Não conheci Betão. Exatamente. É tudo perfeito pra se encaixar numa hora, né? É. Você citou tantos nomes que eu pensava... Mas era muito cara. Quando eu cheguei na redação, eu falei, porra, eu quero trabalhar aqui, que é muito maneiro. Era uma molecada, irmão. De geral, assim... É diferente das outras emissoras. É, uma molecada. Primeira coisa que eu vi.
Isso. O clima lá era diferente, assim, eu já passei por outras empresas, assim, o clima lá, assim, galera jovem, galera engajada pra cacete. Sim. Galera que ama o futebol, o esporte, e todo mundo com o mesmo sonho de crescer. Então, assim, até quando você não tava no ar ou não tava trabalhando, sei lá, uma Champions League passando, tá todo mundo vendo na redação. Sim. Tem aquele jogo lendário lá do 6x1, que o Neymar botou o jogo no bolso.
Pô, tem vídeo até hoje da gente, caralho, mané, que virada é essa? Então, assim, eu tenho até saudável
A gente tem saudade dessa época. Às vezes eu falo isso com o Kazé, com o Beltrão. Não citei o Beltrão. Acho que citei o Beltrão também. A gente tem saudade. É Beltrão. Beltrão sofreu. Beltrão foi pra cada furada, irmão. Ele é... Completinho. Já passou por muita coisa também. Porque Beltrão era no esporte alternativo e trabalhava atrás das câmeras, né? Produção e tal. Pegou muita coisa de futebol americano. Sim. Porra. Sabe muito de esporte americano.
Mas pergunta pra ele a história do... Ele foi pra produzir uma luta, tipo, Jungle Fight.
Mas não era o Jungle Fight, mas não sua. Tinha que entregar o produto. O bagulho surreal. Porque a galera acha que vocês nasceram ricos e famosos. Não era assim, né? Pra todos nós, a galera só vê até o ponto que você chegou. Mas você tem uma trajetória ali. Você tem momentos que você vai receber um não. Tem momentos que a tua vida tá certinha ali e as coisas mudam. E você tem que ter resiliência
esse é meu sonho e não vou desistir. Eu passei por isso. Acho que todo mundo aqui passou por isso. Mas, cara, eu sou muito grato. Hoje eu trabalho com várias pessoas da época do Esporte Interativo e acabou sendo até um momento complicado. Foi um momento de maturidade que eu precisei passar. Quando encerrou ali. Sim, foi difícil. Você ia fazer faculdade ou já era formado? Estava formado, mas eu estava próximo do casamento. Então, foi um pouquinho complicado. Quando o Esporte Interativo acaba? É. Eu casei em 2018.
Você coloca logo? Cara, não, porque naquela época, não sei se vocês se lembram, o mercado estava bem complicado. 2018, 2019. Fusão de Disney, Fox. Cheguei a conversar com algumas pessoas, aí eu só vou voltar mesmo a trabalhar mais em 2019 mesmo. Caraca. Porque a Live Mode começa um projeto de YouTube, com Copa do Nordeste, eu começo a fazer algumas coisas ali, e aí vem a Dazon. Ah, tá. Aí eu fui pro projeto da Dazon. E já comentando, Dona? Já comentando. Porque assim, no exposto atrativo,
em determinado momento do Esporte Interativo, eu já fiquei... O André Reni mesmo, eu sou muito grato a ele, ele foi o cara que falou não. Ah, foi ele? Ele era chefe na época de elenco e, porra, tava pesado administrar porque, porra, eu já tava começando a meio que me destacar como comentarista, mas eu tinha que fazer outras funções. Aí eu cheguei a conversar, cara, agora eu quero cair dentro disso aqui porque é o meu objetivo.
Quando eu entrei no Esporte Interativo, conversei com o Diego Vieira, que é um diretor hoje da TNT, na entrevista eu falei, eu vou ser comentarista do Esporte Interativo. Ele, calma, não sei o que.
É o meu objetivo. Eu já tinha isso muito, sim. É lá que eu quero chegar. E é muito difícil. Acho que a galera não imagina, assim. Betão, hoje, um grande comentarista. Porque, assim... Existem umas barreiras e uns dogmas, uns negócios de comentarista. Narrador é uma parada quase impossível. Porque não tem vaga. Pra galera entender, tem que começar em rádio. No Rio, são três rádios que pagam salário só. E aí, você tem que... É um mercado bem diferente de São Paulo, né?
De rádio. Muito diferente. Muito, muito. No Rio é quase impossível. Comentarista... Cara, eu acho que talvez seja mais difícil.
É difícil. Porque, assim, o narrador, ele tem um talento ali. Não adianta se cantar sem narrador. O cara narra, né? Vai lá, vai narrar aí. O cara narra. Comentarista, o cara, todo mundo acha que sabe de futebol. Então é muita gente, né? Só que, assim, você ter um espaço pra desenvolver, né? Pô, sou comentarista. É foda, né? O espaço de direção foi crucial, porque ele deu esse espaço. Deu oportunidade pra gente ir crescendo, né?
É que, assim, você tá num ambiente onde que, historicamente, e como eu vim do rádio,
no rádio então é aquela coisa comentarista é jogador, é jogador ou o repórter cinquentão, repórter que caralho fez cinco Copa do Mundo aí Mauro Naves, é lá no Tupi o último era o Eugênio, tinha feito Copa do Mundo de 98, Copa do Mundo Capitão América, trabalhei com ele e com o Mauro também, exatamente e aí ele vira comentarista, 15 anos de repórter e aí o Eric Faria, ele faria um exemplo agora, a TV
quebrou um pouco isso antes, porque com o Rafael, Rafael Rezende, que ele era produtor e já queria se comentar ali, já mostrava. Mas era uma coisa que a galera olha assim, pô, esse moleque vai comentar, porque tem que ser um cara mais... Tem que superar a desconfiança. Tem muito isso, assim. É, né? Ainda mais assim, eu entrei no ar com 22 anos. Molecão, né? Molecão, não tinha barba, cara de... Esse cara não sabe o que, né? Chupou laranja com quem?
O que que sabe? Aí tu tem que ir se provando, né? Todo dia tu tem que ir. Eu ouvi assim do chefe, assim, tu acha que eu vou te mandar pra estádio pra tu ficar
vendo jogo, rapaz. Consegue ver jogo. Mas pra você se desenvolver como comentarista, o que você dá de dica pro moleque que tá vendo a gente agora? Pô, quero ser comentarista de futebol. Além de fazer a faculdade, que eu acho que é imprescindível até hoje, né? De jornalismo. Mas, além disso, tipo, onde você tem que mirar? O que você tem que assistir? Que conteúdo você tem que absorver? Tipo assim, ver muito jogo de futebol, obviamente, acho que analisar pra gente. A gente tem que trazer algo de diferente, né?
o ex-jogador, eu acho que ele tem uma visão muito do que ele viveu. E eu acho importante demais. Não sou um cara que, ah, sou contra o ex-jogador. Pelo contrário, já trabalhei com alguns e me dou super bem com todos eles. Mas eles têm essa... Eu acho que eles têm um... A vivência. É, tem um aspecto ali que a gente não chega, eu acho. E a gente tem que... Ah, o cara tinha que ter batido uma bola assim. Eu não vou... A gente tem que tentar aprofundar de outra maneira.
A nossa visão como jornalista, a visão do jogo mesmo. Detalhar informações. Detalhar. Acho que comunicar bem.
Não passar o que o cara tá vendo só na televisão, passar o porquê daquela jogada saiu. Acho que é se capacitar, cara. É importante. Eu, por exemplo, fiz o curso com o Edson Mauro da Escola de Rádio, mas eu fiz de locução esportiva. Eu também fiz. Mas eu acho que é importante você passar por esse tipo de... Porque ele testa tudo, né? Testa tudo. Você faz lá no teste final, não sei se ainda era assim, mas meia hora narrando, meia hora comentando e meia hora reportando.
É pra locução, mas ele acaba te ajudando em todas as áreas. E acho que nesse mundo atual,
assim, isso evolui muito, tá muito presente no digital, né? Network forte. Isso tudo é muito importante. Você produzir ali no digital, no seu Instagram, YouTube. E assim, geralmente quem quer comentar, né? Você falou desde sempre quis, eu também sempre quis. O Gabriel pergunta aqui, curso de tática. Importante, fiz. Hoje tem outras opções. Na nossa época não tinha muito, né? Hoje tem essa opção. Cara, hoje tem canais no YouTube, né?
São muito legais. Mas curso de tática eu acho que é importante. Depende, assim, depende do
No perfil, né? No perfil que o cara quer seguir. Sim. Tem gente que quer um perfil mais descontraído. Se você também não é da tua linha ser tático, se você quer ser, fica forçado. Aí acaba que você tem que ser o teu perfil. Agora, sempre trazendo algo novo, como o Donan disse. Sempre informando. E assim, quem comenta, geralmente, desde cedo gosta de se informar de tudo, né? Então é importante saber de conhecimento gerais, né? Ter boa cultura, né?
Porque numa transmissão, às vezes, como isso aconteceu com a gente, às vezes cai o sinal e, galera, sustenta.
Se tu ficar só ali no conhecimento do jogo, tá ferrado. Tem que ter um algo a mais. E hoje tem muita ferramenta também, assim. Obviamente tem muita ferramenta que muita gente não tem acesso, que é muito cara, assim. Wisecout, por exemplo. Que é uma plataforma paga. Que te dá ali. Uma plataforma, assim, de profissionais da área mesmo. Mas, por exemplo, na SPN a gente tinha à disposição. Como é que chama? Wisecout. Wisecout. Você tem a chance de ver qualquer jogo do futebol mundial. Caralho.
ali e você tem tudo separado, assim, até taticamente cada atleta, qual estilo de jogo. Então você consegue analisar de uma maneira mais profunda determinado jogador, o estilo de jogo. Então é uma ferramenta que ajuda muito, assim, pra quem é jornalista que não é um ex-jogador, né? Obviamente o ex-jogador também pode utilizar uma ferramenta como essa. Por exemplo, tive o Pedrinho hoje presidente do Vasco, que foi um cara muito acima da média também, né? Na visão tática e tal. Agora, Bruno, voltando nesse momento, que a galera
com a audiência. Galera, acho que a gente nasce rico, bem sucedido. E dá um like aí na live, meu parceiro. Mil likes pra gente começar. Pode ser? Mil likes aí na live. Vambora. Seguinte, esse dia que o Betão falou, eu queria que você relatasse pra gente que foi o dia do fim do Esporte Interativo. Mal sabia você que futuramente você ia voltar quase que para o mesmo ambiente. É o fim do Esporte Interativo, mas uma galera fica para a Tânia, né?
Sim. Explica pra galera o que aconteceu que tem episódios do hotel, né? Tem. São vários.
Um dia, assim, tenebroso. É, assim, eu não esperava. Na época... Hoje eu dou até risada porque passou, né? Na época eu tava operado até de siso, irmão. Tipo assim, eu tava igual dor. Prestes a casar? Prestes a casar foi uma reunião, assim. Chamaram pra uma reunião no hotel e ali comunicaram que... Foi todo mundo. Foi. Comunicaram e... Obviamente, fui pego de surpresa. Não esperava no momento.
ali. Quando vira TNT, eu acho que fica, tipo, um terço da equipe. Então, muita gente foi pra São Paulo também, né? Acho que muita gente da equipe acabou se mudando pra São Paulo. Então, tipo, Formiga, VSR, eles acabaram segurando mais ali os caras principais dentro do pódio de equipe de transmissão. Na época, eu tava ali no quarto comentarista, e acabei ficando, assim, foi difícil pra caramba ali, pra qualquer um que muda a vida. Você sente ali seu sonho meio
Há sete anos, né? Te habilizei, né? Vou casar, não sei o quê. Mas aconteceu. Acabou sendo, obviamente, foi triste pra caramba, mas acabou sendo importante pra eu amadurecer em alguns pontos. Você viu vários companheiros na mesma situação sua, né? Sim. Pedrosa, por exemplo. Lucas Pedrosa. Acho que o Vene foi, né? Sim, sim. Bruna Deltri. Bruna Deltri tá hoje com a gente, que é craque. Craque, brabo. E é isso que é importante, assim, a gente falar sobre essa trajetória,
você pensa que teu sonho acabou, né? Você pode chegar e desistir. E muita gente que passou por isso naquela época acabou depois se encontrando em outros lugares, né? Amadurecendo de alguma maneira, assim. Quando eu saí eu fiquei triste, mas eu sempre tive o sentimento de, cara, eu vou conseguir. Não vou desistir, não acabou aqui, eu sou novo e vai acabar acontecendo. E acho que foi isso, cara. Acabou sendo um aprendizado, assim, pra mim. O aprendizado,
até psicologicamente. Porque é a oportunidade profissional e também tá na rua, né? Jornalismo é muito isso também, cara. Você conseguir ali ter caminhos pra você driblar a falta de dinheiro. É isso que a galera não vê, né? Vocês devem viver muito isso, assim. A galera que vem pedir pra gente, né? Dica. Cara, não é fácil, cara. A galera pensa que é fácil porque às vezes olha, assim, só onde a gente chegou, mas o caminho...
pedras no caminho. Você não é minha família pra ficar ali. Minha esposa, por exemplo, que, porra, te amo. Ela foi parceira demais, assim, comigo, assim, segurando a casa mesmo em vários momentos, porque, pô, tu começa a viver no Rio de Janeiro, que não é um mercado tão bom. Porra. Como o Frila. Porra, tinha época que eu ia fazer jogo, assim, no Maicujo. Sim. Ia fazer jogo de base, que eu queria trabalhar. Exato. Eu queria fazer aquilo.
É o que eu amo fazer. E é importante estar presente, né? Sim. Eu contava desempregado também quando eu saí do...
É... Eu não gosto de uma colunista, né? Não sou eu não gosto. Por algum acaso, meu pai encontrou com ele, jornalista, né? Eu vou fazer uma entrega pra ele, alguma coisa assim. E meu pai fala, né? Meu filho é jornalista. Pô, seu aquilo lá. Tá desempregado agora. Dá uma dica pra ele. Ele gravou um óleo e falou assim, olha, se eu posso falar pra você, faça o que pintar. Porque o que fica parado é planta. É árvore, raíza. Sabe quem me ensinou isso?
Vai pra rua, pra pessoa te ver. É Edson Mauro. Edson Mauro. Ele falava pra mim no curso.
você pega. Pega a oportunidade. Alguém vai te ver. Alguém vai te ver. Isso é sua, porque na hora você não acredita que alguém vai te ver. Mas é assim, cara. É assim. E aí você tem o networking, você começa a ser visto. Você tem que ser visto, cara. E as coisas vão acontecendo. É. Agora, vocês, assim, pô, conheceu um Casimiro pobre. Sim. Como é que era o Casimiro pobre, cara? Cara, o Casimiro... Vou te falar assim, o Casimiro, ele sempre foi gênio, cara. É, todo mundo fala isso.
Eu conheci o Casimiro, assim... Primeiro que o pai dele tinha a melhor loja de... Tem, seu Amadeu, pô. É loja de esfirra do planeta. Já foram lá, né? Já pra caralho. Aquela do... Aquela. Aquela é sinistra. Caralho. A lendária. Eu morava ali perto, porque eu cresci no Catete, né? Aí eu morava ali perto. Cara, o Casimiro, ele sempre foi um gênio, assim, sempre foi um especial. Quando ele entrou nos postos atrativos, ele entra como um estagiário de rede social e ele já tinha alguns perfis, assim, bombados que ninguém sabia que era ele. Eu sei um... A galera já sabe hoje, né? Renato... Renato Woods. Era ele?
O zagueiro de já. O zagueiro de já. O zagueiro de Twitter. E ele tinha outros também, mas esse era um famosaço, assim, né? Que o moleque era muito engraçado. Já tinha essa veia... Eu descobri essa porra quase ontem, assim, que era ele. Eu não vou lembrar os outros, tá? Mas ele foi, como o Sport Interativo era um case de sucesso de engajamento, né? Na internet, de interação. Porra, vou puxar esse cara aqui. E quando ele entrou,
comentarista, assim, e o cara, ele era magnético, cara. É, já falaram isso, ele ficava resenhando de futebol na redação, todo mundo ficava em volta. Você imagina assim, você tem uma redação só com galera jovem, todo mundo tem algo em comum, conversando sobre futebol, trabalhando também, né, que tem que trabalhar, mas quando ele parava pra falar, todo mundo parava pra escutar. Ele já tinha uma coisa assim, um dom da comunicação, e sacadas geniais, assim, sabe, engraçado, a forma como ele comunicava, e aí ele foi,
construindo a história dele dentro do esporte atrativo. Venham de Sola. Venham de Sola, com certezas. Esse encontro também. Ele fazia exatamente o quê? Cara, ele fazia, se não me engano, ele fazia post no Facebook, algo assim. Era tipo isso. Caralho, assim, mano. Era estagiário de redes sociais. E ela reagia ao que aconteceu no jogo. Não, é mais achar alguma coisa... Eu acho que como ele ia muito bem no Twitter, ele também começou a fazer post e interação no Twitter pra crescer um pouco a rede social do esporte atrativo.
ativo na época. Movimentar. Movimentar. E aí, obviamente, foi muito bem. Na época, eu lembro que tinha a chefe, a Júlia Vieira, que ela até me falou assim, pô, esse moleque é gênio. E aí, eu comecei a olhar mais assim, eu falei, pô, o moleque é diferente, a gente tem algo em comum que nós somos Vasco. Então. Então, a gente já começou a construir também uma amizade. E, pô, eu fico muito feliz de tudo que ele construiu, cara, porque ele já começou a mostrar todo o carisma dele na época lá com o de sola, com certezas. O E-Games também, que ele chegou, ele
Vai muito ali também, bem no videogame. E aí, cara, vê ele explodindo na pandemia... Tatuíte, né? Eu confesso, foi meio assustador. Eu esperava que ele fosse grande, tá? Quando eu olhava ele, eu falava assim, moleque, vai ser grande. Mas da forma como foi, né? É surreal. Surreal, sim. E com ele eu vejo a mesma parada. Muita gente olha assim e... Eu já escutei isso de parentes, tá? Ah, por que você não vai ser um novo casimeiro? É.
Tipo assim, que a galera pensa que o que ele construiu é fácil pra outra pessoa construir. Segundo, ele batalhou pra caralho fazendo live na pandemia quando, porra, a sociedade tava sofrendo... Papo de sete horas de live na madrugada toda. Mais de sete, assim. Doze horas de live. Só a galera não tem emoção. Isso é muito trabalho. E trabalhando nos conteúdos, né? Às vezes também no SBT, que ele ia pra lá também. Então assim, ele trabalhava já na TNT, né?
TNT, no SBT. Comentando lá na hora do almoço. E fazendo live de madrugada. E num momento que tava todo mundo fragilizado,
Esse cara foi o amigo de todo mundo. Esse cara foi o cara que trouxe, porra, entretenimento pra todo mundo. Então, irmão, ele batalhou pra isso e ele tem o dom, óbvio. Ele tem uma forma de comunicar, o cara é diferente. O react do Casimiro é algo divisor de águas. E aí explodiu. E aí chegou um momento que explodiu que ele precisava caminhar sozinho. Ele já tinha se tornado gigante quando ele bota 200 mil pessoas simultâneas
Quando a Netflix escolheu o canal dele pra lançar o Neymar. Lançar o do Neymar. Botou 200 mil cabeças online. Aí ele já era gigante. Mas ele conseguiu algo mais acima disso. Não, ele aí explodiu e... E hoje tô na KZTV. Tô trabalhando na KZTV. Com o rostinho dele aqui. Chama de meu patrão. É. O cara virou a televisão. Não, isso é... A parada é loucura, assim, porque, por exemplo, a gente que trabalha com mídia, normalmente você... Ah, pô, vou num programa, não vou ficar assistindo o programa que eu vou.
O lugar que eu trabalho, né? Perde um pouco da magia, mano. Mas assim, tipo, trabalhei na casa, teve um ano e meio e tal. Mano, eu e minha mina, a gente para pra ver o show do milhão. Tem como. Ele reagindo. Sem ele não tem graça. Isso é real essa porra. Não é maluquice isso? Maluquice. Ele finge que você fica preso. Abre jogo com ele, tipo, mas eu vou lá ver o show do milhão com ele reagindo. Pode falar, ele não mudou nada. Cara generoso, humildão. Caseirão, né? Difícil tirar ele, né? Não veio aqui ainda, né? Não.
chave. Meu único encontro com o Cazé foi ano passado. Ah, é? Na semana da... Início da... Acho que era a semana que ia começar a Copa Sérgio, ano passado. Ele é o... É, é o viciado nisso. O nosso Eurico Miranda. É isso, é. Na mão de Cazé. Aí eu fui pra... Voltando daqui da transmissão, Maracanã é uma coisa, eu parei no Mac ali da... Da... Da... Ayrton Senna. Ayrton Senna. Acho que ele joga um no Rio Sport Center, eu acho. Cara, tô lá, aí eu entrei, tá na fila, veio um cara assim,
Betão, chala, sei o que, beleza. Tá com os caras aí? Eu falei, que cara? Ah, na casa da TV, tá lá o Casimiro, o Luizinho. Eu falei, não, não, não tô não, pô. Vai lá falar com eles. Eu falei, deixa os caras lá, vim comprar um lanche e vão embora aqui, beleza. Aí ele, mano, eu quero tirar foto com eles, mas tô com vergonha. Pede lá pra
pra mim, eu falei, irmão, vou pedir o que pra tu, cara? Vai lá, o Cazé é gente boa, vai lá pra tirar. Aí eu tô na fila, daqui a pouco ele vai lá. Aí eu tô aqui, aí vem o Casimiro e o Beltrinho e o Luizinho. Ué, Bertão, sou aquela. Falei, e aí, rapaz? Aí, foi aí, Cazé. Enfim, né, passou, o cara veio e falou assim, cheguei lá, pedi foto. Falei, aí, eu encontrei com ele indo embora. Falei, aí, tirou foto do Cazé, a gente boa, ele.
Tirei, tirei. Cheguei lá e falei que eu tinha um amigo que tava com vergonha de falar com ele. Era eu. Falei, pô, cara, pra que isso?
Posição, né, cara? Caralho. Aí, cara, você falou de Vasco da Gama que uniu vocês, assim. Tu ainda comentando é muito Vasco ou não? É uma relação diferente hoje? Como é que é? Não, é diferente, cara. Muda, né? Muda. Pra mim é... Muda, muda, muda. Por muito tempo eu tive medo de falar porque a gente vê que a galera massacra, às vezes não entende. Às vezes você vai elogiar, o cara vai falar, ah, também tá elogiando porque é o Vasco. É difícil elogiar um pouco o Vasco, né, né? No cenário atual. Mas é...
Pra mim, cara, eu hoje encaro com naturalidade, assim. Eu acho importante falar o nome do time. Entendo quem não fala, né? Pra quem torce. Eu acho maneiro essa geração. Eu demorei a falar até 2024. Nossa geração toda teve esse receio, né? É. Mas é maneiro falar. Mudou alguma coisa pra você falar que é Vasco? Negativamente, não. Eu não sou um cara que tive, assim, uma rejeição, sabe? Assim, uma vez ou outra na internet vai ter um maluco que vai falar. Eu torço do clube.
Que é o clubista de verdade, ele vai te chamar de clubista de qualquer jeito. Que é o clubista da mente dele, é. Se saber contra o teu time ou não. Então, assim, eu vou te falar, eu escuto mais comentário legal por isso do que, tipo assim, eu sou Flamengo e, porra, tu é um vascaíno que eu gosto. Porque eu procuro ser um cara imparcial dentro do meu trabalho. Eu acho que em algumas oportunidades eu dou umas porradinhas maiores no Vasco.
É o contrário, né? É o contrário. Tu é mais... Viver mais, né? Sim. Óbvio, eu como comentarista tenho a obrigação
ver todos os clubes, de estar ali atualizado e tal, de estudar. Mas quando você tem essa relação mais visceral, né? Mais intensa, você tem talvez um conhecimento maior pra falar sobre aquilo ali. E às vezes dá uma pancadinha maior, até porque o Vasco não ajuda, né? Nos últimos 25 anos tem sido um pouquinho complicado torcer pro Vasco. Mas eu, canta, eu encaro com naturalidade, cara, assim. Eu acho legal até que as pessoas saibam pra quem o jornalista torce, eu acho que elas se sentem mais próximas, sabe, até de você, assim.
E até mais confortáveis pra criticar ou não. Claro. Sobre Vasco, você acha que o Pedrinho no futuro, eu ouço isso direto hoje em dia, que a galera já foi muito criticado, muitas vezes com razão, outras sem razão. A galera pegou mais pesado, sem necessidade. Tu acha que o Pedrinho no futuro a galera vai olhar pra trás, vai vê-lo como a torcedora do Flamengo vê o Bandeira de Melo hoje ou não? Eu acho que se ele conseguir entregar reforma de São Januário, se ele conseguir entregar
A venda da SAF que tem uma chance aí pra um grupo com credibilidade, que vá conseguir organizar o clube na parte administrativa, potencializar na parte financeira e o clube volte a ser forte esportivamente. Se ele conseguir, principalmente esses dois pontos, ele vai ser visto de uma maneira completamente diferente no futuro. Eu já vejo ele de uma maneira diferente. Eu já falei isso em algumas oportunidades, já critiquei o Pedrinho, como já elogiei. Eu acho que é o nosso papel, né? Criticar quando merece, elogiar quando merece.
Eu acho que ele teve erros como presidente, principalmente ali escolha de treinador, contratações, mas ele tem muitos acertos também que eu acho que as pessoas às vezes ignoram, cara. Hoje você tem um Vasco que tem uma gestão muito mais profissional. Você tem um Vasco com salário em dia. Não, e é até difícil de entender, né? Sim. Como? A engenharia financeira que ele consegue fazer pra entregar um clube que seja mais atrativo dentro do mercado, até pra você contratar jogadores de um nível melhor.
com a saída da 777, cara, o Vasco entra num caos financeiro absurdo. Ele salvou o Vasco. O Pedrinho salvou o Vasco ali e ele teve muita coragem porque o Vasco era gerido por picaretas, né? Não posso usar outro termo. Caso de polícia, tá provado, 777. Ele colocou a cara dele, o prestígio que ele tinha em jogo. Cara, ele saiu... Ele era considerado o melhor comentarista do país. Ele tava numa zona de conforto ali. Ia fazer essa Copa na Globo. Ia fazer na Globo.
deixou isso tudo de lado pra ser presidente do Vasco, que já é um puta rabo de foguete, uma pressão. Ele já era ídolo como jogador, então teve um risco de ter uma outra imagem. O Dinamite, por exemplo, sofreu isso quando foi presidente. E ele teve coragem porque, assim, o Vasco tava indo pro precipício com a 777, ele se adiantou ao caos. Porque se espera um pouquinho mais ali, eu acho que o Vasco ia pra outro rebaixamento e pra recuperar financeiramente. E se a 777 dá falência com o Vasco dentro? Isso, cara.
o spoiler ali, ó, pra tirar isso aí, amigo. Fica um pouco mais complicado. E assim, eu acho que hoje o Vasco tem uma gestão mais profissional. Não é que o Pedrinho seja perfeito, mas eu acho que ele se importa com o Vasco. É um cara que não vai sacanear o Vasco e ele tenta entregar um Vasco mais organizado. Tá na hora, né, cara? Um clube do tamanho do Vasco. Cara, eu vou te dizer uma parada assim que ele não vai se preocupar com isso.
Ele, na vida pessoal dele, teve que evitar várias situações. Cara, é muito louco isso.
De pressão pra ser presidente do Vasco. Então ele muda lugares. Gente, ele botou os bens dele. Cara, isso é surreal. Todo mundo... Você é casado? Ainda não. Noivo. Quase. Betão tá solto. Isso. Mas eu sou casado. Tu imagina tu chegar ali em casa... Com uma parceira. Falar... Mari, minha esposa... Amor, botei meus bens aí... Como garantia. Como garantia. Do Vasco. Do Vasco. Sendo de futebol um negócio que... Uma bomba nuclear dentro de casa. E o cara fez isso.
esse cara tem diferente. Tem que ter respeito. Você acha que o Vasco tem como a gente precisar ou botar uma... Olha, eu acho que daqui a tanto tempo o Vasco começa a colher esses frutos aí. Ou depende da assinatura dessa SAP para aí sim começar a colher frutos. Esse período agora vai ser mais de remediar. Eu não acredito no Vasco associativo. Acho que a política do Vasco é uma política que sabotou e colocou o clube nessa situação. Destruiu o Vasco completamente. E muito envenenada, né?
Eu acho que tem que ter a vena da SAF. Até teria um outro caminho, um clube com o tamanho do Vasco, uma torcida apaixonada, engajada, que invade rede social, que lota estádio. Até teria um caminho, mas aí seria um caminho mais longo. Um caminho que o Flamengo seguiu, num caminho associativo. Com um grupo diferente de gente. Eu acho que o caminho do Vasco é com a SAF. Vamos supor que a SAF é entre esse ano.
mais a curto prazo, por ter mais poder de investimento, né? Você se organizar pra pagar as dívidas e não aumentar as suas dívidas, como aconteceu com a 777, e você ter mais credibilidade no mercado pra contratar grandes jogadores, assim, pra você começar a competir com clubes, porra, como Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, né? Mas tem que ter uma SAF com credibilidade. Agora, ô Donan, assim, tava vendo, o Vasco teve 50 técnicos na Série A do Campeonato Brasil.
Eu vi a lista outro dia pra passar pro Enzo. O Enzo, não lê isso aí e tal. Cara, é a realidade. O Enzo fica maluco. Fica maluco de falar dos problemas. Mas eu acho que chega um técnico de todos esses 50. Tem que falar disso aqui. O maior status que o Vasco já teve. Que é o Renato Gaúcho. No momento da chegada, né? É. Porque teve Ramon Dias, teve Luxemburgo. É, campeão do que foi. São maiores do que o Renato. Mas o Renato veio de melhor fase. É, ganhou o maior time da vida há pouco tempo.
7, né? Você acha o Ramon maior que o Renato? Na carreira? Do Libertadores Corríveis. Caramba, né? É grande também. Divide o Paraguai. É, vai chegar no momento que chegou no Vasco. Era a vida do Orrilau. Que não era esse Orrilau, né? É, ele tinha lá a eliminação contra o Flamengo, que ele era o técnico. É, isso aí. Então, mas você acha isso também? A melhor contratação? Pelo menos o maior status de um treinador que chega no Vasco?
Eu falei muito isso na Casa TV. Eu acho que status, sim. Status, sim. Mas... Ele chega, assim, como a opção mais realista do mercado.
melhor opção de técnico brasileiro. Eu acho até uma sacanagem que fazem com o Renato, e ele tá provando isso na largada agora já. Ah, o Renato é só um entregador de colete. O Renato é só o técnico motivacional. Primeiro, que bom que esse cara consegue, de alguma maneira, trabalhar o grupo. Porque você tá trabalhando com um grupo de 30 jogadores. Você tem que ser um bom gestor. É, e é uma habilidade isso, não é um respeito, né?
É, gostou falar isso. No mercado corporativo... Falta. É, o bom gestor de pessoas é muito valorizado, né?
Acho que todo mundo aqui já passou por alguma empresa que tinha falha nessa gestão. E o que todo mundo fala também no futebol é que, por exemplo, Guardiola é um excelente gestor de pessoas. A galera fala da tática. Antielote, pô. Antielote, é. Quer alguém melhor que o Antielote, que é o técnico hoje da seleção brasileira? Então, eu acho que ele consegue fazer bem essa gestão, consegue recuperar jogador e a carreira dele mostra isso.
Ele é um cara vitorioso e é um cara que tem conhecimento de bola. Ele não é aquele cara, porra, tático pra cacete. Mas a gente já tá vendo ele organizando o Vasco. O Vasco tá mais competitivo.
esse jogo contra o Cruzeiro. Me impressionou, cara. As alterações que ele fez, primeiro dobrando os laterais ali, quando o Vasco perde um jogador. E depois ele ainda foi ousado de tirar o... Tirou o volante Hugo Moura. Ele botou o JP. Colocou o JP e ele quase ganhou o jogo no JP, cara. Contra o Palmeiras, pra mim, ele escala mal, mas ele conserta o erro dele e mexe bem, porque ele teve uma boa leitura e ganha o jogo. Contra o Cruzeiro, depois da parada técnica já no primeiro tempo, ele melhora o time. Porque ele investe o Andrés Gomes, vem aqui pro lado direito com o PH e...
Cresce por ali e o Nuno foi pro lado esquerdo. Então assim, o cara tem conhecimento. Ele é um cara que tem um aproveitamento alto na carreira. E o Vasco hoje precisa de quê? Resultado. É isso. Precisa voltar a vencer. Hoje não. Durante 25 anos. Praticamente. O normal do Vasco, historicamente, é ser um clube que briga... Contra o rebaixamento. É, historicamente eu acho que é um clube... Não, historicamente não. Mas nos últimos 20 anos é... 20 anos, cara. É ioiô. É. Na verdade é essa. Com dor no coração a gente tem que falar isso.
contratação realista, cara. Seria difícil você tentar um Leonardo Jardim que foi pro Flamengo, Arthur Jorge. O Vasco hoje não é um clube atrativo pra esse cara, porque eu acho que o Leonardo Jardim ele vem pra assumir um Flamengo. Ele quer brigar por título. Ele não quer vir aqui. O Arthur Jorge saiu do Botafogo como campeão brasileiro de Libertadores. Ele só vem pro Brasil pra brigar por título. É o Cruzeiro aí que tá tentando a contratação dele.
Então assim, é difícil. E o Renato Gaúcho eu acho que é um cara que aceitaria o projeto e teria chance de
melhorar o Vasco, mas acho que ele já tá melhorando. O Vasco já tá mais competitivo. Dá pra garantir que o Vasco não briga pra cair esse ano, pelo amor de Deus? Cara, garantir que não briga pra cair, eu não vou cravar. Mas eu acho que com o Renato, o Vasco tem chances pequenas de ser rebaixado. E eu acho que o elenco do Vasco é um elenco de 2012 pra cá é o melhor. Mesmo perdendo o Rayan, que é um monstro. O Verrete, que tava em queda, mas foi o artilheiro do país no ano passado. Enfim, o próprio Coutinho. Mas acho que 2012 pra cá, cara,
O Vasco, ele tem um elenco que dá pra você competir, dá pra você estar ali no meio de tabela e... A saída, matematicamente, a saída dos dois me impactou muito, porque assim... 50 gols, pô. É. Como é que tu substitui 50 gols? O Djalma fala muito isso comigo. Donan, caralho, Donan, vai faltar gol. É. E eu falo isso, eu falei, cara, você perder numa tacada só, o Rayan, um cara que foi convocado aí pra seleção brasileira com mérito. É, e o Beret... É o melhor jogador do time, né? É um cara do time. Parado.
aí o Brenner, né, o Spinelli, né, vai ter que distribuir mais esses gols aí. Mas a questão de gol é curiosa, assim, o Botafogo foi campeão em 24, tudo, sem ter um grande artilheiro, que era distribuído, né. Os gols eram distribuídos, é. O time, porra, com Almada, Luiz Henrique, Igor Jesus. Eu falo do Botafogo, até deve chorar em casa. Porra, eu estou chorando. Meu irmão que é Botafogo, meu sobrinho João Vitor, todo mundo é teu fã, hein. Um abraço, João Vitor, tamo junto aí, ó.
É um fogão. Calma, vai dar tudo certo. Isso aí é... Mas eu acho que o Renato tem condição de... Por exemplo, tem a esperança de uma janela interessante no meio do ano. Tem que trazer. É, tem que trazer. Mas assim, além da janela, deu pra ver, é muito cedo, né? Mas deu pra ver, o Renato tem isso. Se ele consegue, por exemplo, que o JP tenha uma sequência como opção, mas que tenha uma sequência de jogo que seja útil, já ganhou um cara de meio campo. Quer ver uma parada? O Fluminense dele, que ele foi muito bem no...
vários assim, né? No Fluminense na Copa do Mundo de Clube, que a gente fez na Casa da TV. Tinha uma questão no Fluminense, e ele foi melhor ali contra a Borussia Dortmund, ao Ilau, Inter de Milão, ele foi melhor no jogo. E ganhou. Com uma ideia reativa, mas que no jogo não era covarde, não. Era inteligente. Mudou o esquema, esse cara sabe alguma coisa de bola. Botou três zagueiros, e tem uma coisa que ele tá fazendo no Vasco já, pode reparar.
Os volantes do Fluminense, ele jogava muito com três volantes, pisava na grande área pra fazer gol.
O Hércules. Hércules, Nonato, Martinelli. O que a gente tem nos dois primeiros jogos do Vasco? Isso. Thiago Mendes fazendo gol, pisando mais na grande área, jogando muito o Thiago Mendes. E o próprio Barros. A bola aérea, né? É algo que ele tá trabalhando. Ele não tem um 10, mas ele pode ter três volantes ali e os caras vão sair pro jogo. Então é a ideia do treinador. Eu acho que tem que dar mérito pro treinador também. Com certeza, cara.
O Vasco é o volume tomar, né, mano? Ele abriu um Nuno pra direita ali, né? Quando eu narro os jogos, eu falo que é a torcida que mais merece ser feliz no planeta.
Porra, são 25 anos, Beto Júnior. E o baque da final da Copa do Brasil foi... Eles comprometem algumas coisas, mas eu te entendo. Mas é verdade. O baque da final da Copa do Brasil foi... Porra, ele foi naquele que eu tava. Eu tenho irmão Vascaíno que até hoje, ele ouve o BK e eu começo a chorar. Cara, é porque assim... Eu tava lá, eu tava no estádio. É, é. Tava com o Cazé, com... Jogos que eu narrei, esse aí. Ah, eu narrei, lá atrás.
Pô, tava em São Januário o jogo que era pra subir e não sobe. É, contra... Sampaio Correio, não... Sampaio Correio foi aquele caótico. Novo Horizontino. Todos eu narrei, esses jogos aí. E narrei...
na batalha de tum. Mas caraca, é sempre assim, mano. Agora vai. É com o Dom lá, Dom... Dom Ramon... É Dom Vavarrar. É Dom Vavarrar. É sempre no limite, né, cara? Cara, é sempre assim. Não, vai subir agora o Vasco. Pô, o último jogo contra o Cruzeiro é surreal. Eu narro o gol do Brenner, narrei o gol da vitória. Acabou, acabou. O gol do Japa, assim. E mesmo assim, o Tite cai, não precisava daquele gol do Cruzeiro.
É surreal. Vasco tá sempre assim, mano. É uma quebra de expectativa. Parece que tá sendo proibido de ser feliz, tá ligado? Hoje, pô, o jogo da Chapecoense, mano. Caraca, não sei quantas finalizações. 30 finalizações. 1x0, Vasco. Último lance do jogo, uma falta. Mano, vai lá o Meia que faz gol de falta pra caralho. Logo ele que vai também. Da Chape? O Clar, né? Não, é o Jean Carlos. Jean Carlos, né? Mete gol na Série B de falta toda hora. Quero do Náutico, né? Um 10. Ele vai pra bola.
Ih, esse cara bate bem em falta. Só lembra disso. Porra, gol. Caralho, mano. Gol do cara. Pô, é surreal. Um pouquinho de zico também. É uma quebrada. Mas o Renato se mostrou equilibrado, né? Olha, ele chegou com um discurso... Porque ele podia muito melhor. Ele ia zerar depois do jogo. Ele chegou no árbitro lá no Kevin Cost, no Toro... Quem? O árbitro do Kevin Cost. Torozinho, né? Torozinho, né? Aí ele chega lá e fala... Não, você foi bem.
Ele teve serenidade. Isso é importante pra passar pro grupo também. Mesmo que lá dentro ele fale... Caralho!
não tá desesperado. Tamo aqui com o pé no chão. É, isso aí. O ambiente é diferente, cara. É diferente. Porque assim, o ambiente tava... Muita pressão com o Diniz. Alopado, né? Resultado não vinha, assim, time desequilibrado, né? Com problemas. Como você achou de passar de um abraço aqui? Bruno Formiga que está assistindo a gente ao vivo, no show de bola. Já convidado pra voltar, né? Até porque, parabéns, Formiga. Eu vi lá teu post com o visto na mão, comemorando o Copa do Mundo, né? Parabéns. É isso. É um grande irmão que eu tenho. Parabéns, hein?
Mandou aqui, ó, a mensagem do Formiga, ó, Donan tem o melhor coração da imprensa. Aí, ó. Tu achava que era tu, né? Eu não, vocês não dizem. Eu sou o cardiologista hoje, tá bem. Merece tudo que tá me vendo agora, voa. Obrigado, cara. Pô, Formiga é uma referência, aprendi muito com ele nos postos interativos, um grande amigo, assim. E ele fala de coração, ele é um baita amigo, assim, também, cara. Um cara gente boa demais. Hoje o concorrente, né? É. Estão em trincheiras diferentes. Ué, vocês não sudeiam? Não.
O público enorme da rivalidade. O início ali então, hoje acho que baixou um pouco. A Mari Spinelli brincava, porque eu fiz uma amizade muito grande com ela também, ela brincava muito. Vamos fingir que a gente se odeia? Mas não. Mari tem que vir aqui. É verdade. Tem que vir. Dito isso, Dona, falando também de... Eu ia perguntar pra ele o que ele achou da passagem do Diniz, né? Porque todo Vascaí não teve... Tu é Dinizista? Teve um momento que se empolgou muito.
Por 12 vitórias? Ele, porra, 12 vitórias. Mas ele também nunca trabalhou no time dele, né? Ele é Dinizista.
Existe, né? Teve um momento que o Vasco teve lá a sequência. O Alge é lindo, né? É, então. Quando encaixa. E o Diniz tem tido um pouco disso, né? De ao, de chegar assim e depois... Eu até, assim, quando ele veio aqui na gente, tinha sido... Ele só tinha tido... Era o Fluminense. E aí a gente falou sobre várias coisas, mas queria que o Diniz voltasse aqui pra entender, nesses outros trabalhos pró-fluminense, o que acontece nesses picos e que depois desce, assim, quase que imediatamente, né? Então, aqui a gente tem os nossos Vasco Rimes aqui,
tiveram momentos de... O Vasco aumentou seis. Felicidade, acabou vindo. Como é que foi a tua trajetória? Tu confiava? Tu se iludiu? Você nunca teve aquele pé, assim, achar que ele ia... Uma eterna montanha-russa essa trajetória. Quando ele chegou, eu não achava que seria o melhor nome, pela característica dele. Pela complicidade, né, também. Pô, pressão, vai precisar de tempo. Aí ele melhora o time, obviamente. Tanto que o Vasco...
O Rayan é o grande resultado dele. Cara, o Rayan foi o grande título do... Do Diniz. Do Diniz no Vasco.
Não levantou um troféu, chegou perto disso na Copa do Brasil, mas ele lapidou um moleque que sempre foi, assim, talentoso demais na geração. Junto com o Hendrick ali, eles eram considerados os melhores atacantes da mesma geração ali, né? De seleção brasileira de base. Mas, porra, tu imagina tu ser um jogador de base no Vasco, tu precisa resolver. Tu é triturado. A pressão te engole. E ele chegou a ser cobrado em CT, porra. De uma maneira bizarra, assim, desproporcional. Tem que correr mais. Organizada indo no carro ali falar com o Rayan.
Então assim, eu acho que o cara não tinha muito a confiança mesmo pra colocar o futebol dele em prática. E o Diniz moldou o Rayan. Se o Vasco fez uma venda aí de 30 milhões de euros, não lembro agora qual foi o valor, 25, 30? Não lembro, alguém do chat aí pode ajudar. Mas enfim, foi a maior venda da história do Vasco. Tem uma frase do Diniz que ele ia valer mais de 100 mil euros, sei lá. Milhões de euros, é. É, porque o cara, pra negociar, se ele estivesse no Palmeiras, o Rayan seria vendido por 60 milhões de euros.
de 50. Fácil, porque é um clube que tem, porra, tu é o Real Madrid, tu é o Barcelona, eu sou o Palmeiras. Tu vai chegar com 20 bilhões de dinheiro, eu vou rir de você. Fala, irmão, aqui é o negócio diferente. O Vasco é um clube que tá com a corda no pescoço, precisa vender. Ele ainda é o Rayan do Vasco, ele tava outro dia. Sim. Agora vai colocar a camisa da seleção, vai valer, meu irmão, fodeu. E o Diniz, o Diniz, ele sempre falou que, porra, o Rayan é muito completo.
E ele, de fato, é muito completo, assim, porque é um cara que joga na ponta direita, ponta esquerda, segundo atacante, nove. E ele começou a fazer gol, o moleque é um...
Tanque, muito forte. Tem uma personalidade que eu acho que faz falta até na seleção, do cara, ó, dá em mim que eu vou resolver. Que provoca, que porra, sabe, eu sou foda e pode dar em mim. Isso é bom. Eu acho isso bom pra caralho, acho que falta isso muito, assim, até esse protagonismo, assim, na seleção. Não sei se ele vai pra Copa do Mundo, mas esse foi o, pra mim, Betão, assim, o grande case de sucesso dele foi como ele melhorou o Rayan, outros jogadores. Mas ele tem muitos cases, assim. Tem. O John Kennedy. O Sarah tá na seleção.
André. André. Lino. Cara. Não, ele trabalha muito bem com o jogador. Sim, ele consegue melhorar o jogador. Só que eu acho que em algum momento, cara, isso se perde. Cara, tem um jogador... Conta a história aqui, eu não vou poder falar o jogador aqui. Depois tu me fala em off. Chegou num time, aí o jogador saía... O jogador tinha que sair com 60 minutos. É garoto e tal. Assim, você sai com 60 minutos? Porra nenhuma. Aí diz que chegou 60 minutos. Isso tem no futebol, tá? Chegou 60 minutos,
O cara começou a olhar pro banco daquela passada. Mano, tá na hora de me tirar isso. Jogo 60 minutos. Diz que ele vira pro cara assim. Seu filho da puta. Vai sair o caralho. Tu vai ficar aí. Diz que assim, no meio do esporro, o cara ficou espantado. Vem uma bola. Ele pimba, faz o gol. Aí vai homenagear o Diniz. Vem aqui o caralho. Vai pra lá. Tu nem sai com 60 minutos. Tem, sabe? Essas coisas assim. Você veio de um garoto. Que já tem a... O status, né? O status pra sair.
com 60... Ah, não, esse garoto sai com 60 minutos. Foi isso. Né? Ele peita essas coisas e parece que vai jogando o cara... Tá vomitando pra sair com 60. Tem que jogar os 90, Guerrero. E mais, cara, tu não fez a tua carreira, tá ligado? Coutinho, por exemplo, a gente tinha uma realidade antes do Diniz, que tu tinha que jogar um, poupar outro. Ele botou o Coutinho pra jogar e foi a temporada que o Coutinho mais teve partidas na carreira.
Então, assim, e ele teve bons momentos também no ano passado ali. Então, esse mérito
ele tem, mas eu acho que em algum momento, eu acho a ideia do Diniz, linda. De jogo? Linda. É. Diferente, autoral, envolvente. Será que o método pra fazer isso dá certo? Um desgaste também. Então, eu acho que a execução é falha, cara. Ele tem problemas crônicos na parte defensiva, assim, do time que é exposto, que dá espaço, que vai correr mais risco. E ele fica muito dependente também de ter um Germancano definindo jogos. No Vasco, ele não teve em alguns momentos. Principalmente nesse início de ano,
contra a Chape, por exemplo, perdendo muitos gols. Sim. E aí eu acho que o ambiente fica com muita pressão porque ele é um cara... O mesmo cara que abraça, que é muito humano... É muito... Ele também cobra muito e o próprio DVD falou sobre isso. A gente tem que... O DVD falou sobre isso na semana passada, né? Nada contra o Diniz, mas, pô, a gente já tem um ambiente de pressão lá fora e aí você tem uma pressão muito forte interna.
Aí eu acho que desanda um pouco, sabe? É. Aí eu acho que se perde... Principalmente no Vasco, né? Sim. O Vasco é uma pressão... O Vasco precisa vencer, precisa ser feliz.
Essa oscilação muito marcante. Eu acho mais confiável você ter um Renato Gaúcho do que um Diniz. Do ponto de vista de aproveitamento. Apesar de você poder admirar mais a ideia do Diniz. Lógico. É praticamente. Quando dá certo, então... Mas o Renato também é um cara que... Tu vê, o time dele tem toqueiro também. Joga bola. O Flamengo do Renato. Vou dizer, uma receita maneira para o Vasco. O Diniz deixa coisas às vezes que... Não o Diniz. O técnico.
Pois chega justa essa questão defensiva aí. Tiago Nunes tem essa... Na história dele, pessoas falam isso. O Tiago Nunes ganhou os dois títulos mais importantes. Não, o mais importante porque tem o Brasileiro que não foi nem eu. Mas ele ganhou com o Brasil e ganhou com o Sul-Americano. Fez uns ajustes ali. E pega ali o time do Diniz que não tava conseguindo vencer, né? Jogava bem, mas não vencia. Essa história famosa, o Petraria...
Lapidou. Estava, mas falou, ó. Tamo chegando perto dessa zona de rebaixamento. Não dava apostar, não. Problema. Aí tirou. Aí o Tiago Nunes... O Renato fez isso no Grêmio. Sim. Pra barra do Roger. O Roger.
faz bem isso, né, Malandro? Vai lá, faz um ajuste, conversa com o atleta. Ele mudou já o esquema, né, no Vasco, assim. Ele também tem esse mérito e algumas peças também. A produção mandou pra mim aqui pra deixar claro aqui os valores do Rayan. Valores, 28.5 milhões de euros fixos, mais 6.5 milhões de euros em meta, totalizando 35 milhões. Recebimento do Vasco, o Vasco negociou para receber cerca de 25 milhões à vista, que também tem a parte da família, né, que tem o direito.
O Rayan também ganhou um dinheiro pra mudar a vida da família dele. Dá pra entender o motivo. Agora, Bruno, aproveitando o que aconteceu ontem, saiu a penúltima convocação da seleção antes da Copa. Teremos a última. Primeiro assunto, você sabe qual é. Depois dessa, já é da lista da Copa. Essa pergunta é uma que, na verdade, são duas. É assim. Ontem foi o dia mais fácil pra um jornalista.
e ir na CBF. Você vai lá, pá. E o Neymar? Oi, Beltrão que foi, né? Oi, aqui atrás. Onde? Aqui? Ele nunca vê também. Aí. E o Neymar, hein? É isso, né? Acabou. Tem como, né? O cara muito grande. E o Neymar, dona? Duas em uma, assim. Você levaria e outra se você acha que ele vai. São coisas diferentes. Difícil, hein? Cara, eu acho que o Neymar atualmente,
um nível de Copa do Mundo. Tá bem distante. Bem distante. Fisicamente de intensidade, eu acho que ele tá bem distante. Agora, ele é um gênio. A minha visão é a seguinte. Eu acho que ele deveria ter sido testado antes da Copa. Porque o Antielotti, ele não teve o dia a dia com o Neymar. Nunca teve. Então, assim, eu gostaria de ver o Neymar com jogadores melhores ao redor dele. Bem diferente da realidade dele no Santos. Óbvio que o Santos também tem bons jogadores.
Mas quando tu vai pra seleção, você vai pra, porra, Vinícius Júnior, Rafinha, Estevam, Guimarães, Casimiro. Gostaria de ver
Acho que isso é, obviamente, potencializar a genialidade que ele tem, porque eu acho ele um gênio, tá? Mas, fisicamente, ele não tá pronto, cara, pra isso. Se você for pensar, de certa forma, acho que o Anchialotti até meio que protegeu ele, não convocando agora. Olha o que ele não jogou contra o Corinthians. Você vai botar esse cara pra jogar contra a França? É. A França é um pouco melhor que o Corinthians, né, Betrinho? É só a seleção mais forte do mundo. Botou mais feito a Corinthians, isso aí.
Porra, o Lise, Mbappé, Dembélé, Croácia. Porra, eu vi, a gente viu agora o Lise no estádio. Não, pra mim ele é top 5 mundo, tá? É. Tem gente que tá botando ali. Top 5 mundo é o melhor do mundo. Essa temporada? É. Ele é top 5 mundo. Mas é bagulho de tu olhar pro, tipo assim, quando você vai ao estádio, tu vê outro. Muito craque, mano. Outro jogo, eu vi, tipo, o cara me impressionou, assim. Ele é muito craque. O Luiz Dias não jogou bem nesse jogo que a gente viu, né? Não, não foi bem. Mas, do outro lado, o Lise ganhou uma bola.
Borussia que o Kane jogou pra caralho? Agora era o último. Na casa do Borussia. Ah, eu fiz o outro. Eu comentei o outro na casa. É, foi a casa dele que fez. A gente foi nesse dia. E cara, o outro que eu vi também no Bayern, o Pamecano, irmão. É, sai tudo com ele. É assim. França. França é uma pica, França é uma pica. Porra. É isso. Mas é um ogós nosso ainda, historicamente. Aí voltando ao Ney. Então, eu acho que ele poderia ter sido testado antes, mas ele hoje tá muito...
muito distante de um nível de Copa do Mundo, assim. Acho que ele ia ficar muito exposto, porque ele poderia não conseguir andar no jogo contra... Você acha? Ele ia ter muita dificuldade, cara, assim. Porque a questão não é ele ter 90 minutos em campo. Isso ele tá tendo. É a intensidade que ele vai conseguir entregar dentro daqueles 90 minutos. Conto o Corinthians, e me chamou atenção uns lances que eu tava vendo, não viu o jogo, né?
Mas eu tava vendo os highlights do Neymar, principalmente. Tem um lance que ele, cara, ele consegue, no meio de dois zagueiros, ele consegue, assim,
espaço pros caras, tira o cara do bote e mesmo assim não consegue passar. É porque ele não tá com aquela explosão que ele tinha do X1, né, cara? Do drible. Sim. Eu vejo muito o Neymar hoje como um camisa 10 mesmo, um cara que vai dar uma achada ou que vai vir pra uma finalização absurda como ele teve contra o Vasco ali, de canhota, aquilo ali é coisa de gênio. A canhota cavada e que, assim, esse
O cara, de fato, é muito diferente. Eu acho que o Antilotti tá jogando a responsabilidade pro Neymar. Ele, assim, ó, em muitos momentos o Neymar, ele teve cadeira cativa na seleção, por mérito. É o maior artilheiro da história da seleção. O cara é diferente. Só que a situação do Neymar atual é de um cara que não consegue jogar com regularidade desde 2023. Então, assim, ele não tem mais essa cadeira cativa dentro da seleção brasileira.
Não, e eu acho que essa questão de leva ou não leva é pela história dele, né? Se ele é outro jogador qualquer no Santos...
jogando o que ele tá jogando, ele não iria. Eu acho justo que a gente debata o Neymar pela história dele. Sim. Porque ele não é qualquer jogador. Só que o Antielotti, ele tá, assim, pra mim, fazendo da maneira certa. Irmão, primeiro, o Antielotti é bem maior que o Neymar na história do futebol. É. Todos eles, né, do Brasil. O Antielotti, ele é considerado por muitos um dos maiores técnicos da história do futebol. É um cara que ganhou diversas Champions.
Foi o único treinador que ganhou todas as 5 ligas europeias. Ele é o maior técnico. Ele é o maior técnico. Ele ganhou as 5 ligas. Só isso.
transformando a história. É um cara que já jogou de diferentes formas, que já ganhou em diferentes ligas e por diferentes clubes. É um dos melhores técnicos da história. Então, assim, ele é um cara que tem peso pra fazer essa gestão. Outros treinadores entregariam a chave da seleção pro Neymar. O Antielotti, o recado que ele tá passando é, e com respeito, porque ontem ele falou com respeito no Neymar, falou, Neymar, eu sei que você é diferente, mas, assim, pra você jogar a Copa do Mundo, você vai precisar se enquadrar. E falou, está 100%. E, assim, eu acho que, de certa forma... E é assim, né?
tira o Neymar da zona de conforto e fala assim, cara, trabalha, que se você estiver preparado, eu vou te convocar. Então assim, a bola tá com o Neymar. A bola tá com o Neymar. Agora, eu rezo todo dia pra que ele se recupere. Eu gostaria de ter esse cara na seleção brasileira. Sabe o que me causa um pouco, assim, viu a entrevista do Rodrigo e foi pra Casa TV. Foi. Um dia com Chico Moedas e Guilherme Beltrão. Foi sensacional, né?
Esses dois eram um rolezão na Inglaterra. Porra, tá maluco. Porra, quadro maneiro pra cacete. E sai muita coisa legal, porque na casa dos caras, muito maneiro.
Tem o Matheus Cunha, cara. Tem o do João Pedro já também. Matheus Cunha é um cara do caralho, cara. O Pedro também é um moleque pra frente. Vai ter Hendrick em breve. Hendrick, que maneiro. E aí eles conseguiram extrair do Rodrigo uma declaração que ficou, assim, que eu acho que aquela coisa do... Como é que é que ele falou? Eu vou tentar ser exato. Não vai ser a mesma coisa ganhar sem ele. Eu posso te falar, cara? Mas porque, sabe por quê?
Todos os jogadores que eu converso, que a gente já conversou aqui, que estão na seleção, tem vários.
que o Neymar, tecnicamente, é o melhor. Mas disparado. E que eles não são tão bons tecnicamente quanto o Neymar. Precisa da companhia do Neymar. Porque o Neymar é outro planetinha. A internet tem muita curiosidade também, muita sacanagem, cara. Eu não vi nenhum problema nessa declaração do Rodrigo. Se você chegar hoje... Eu não tô comparando jogadores. Eu tô falando a influência desse jogador dentro da tua seleção. Tu vai na Argentina, tu acha que o cara vai falar que...
Tu acha que ele não vai falar a mesma coisa? Que seria melhor ganhar comércio? É se a Argentina não tivesse ganhado, né?
A gente não foi criado uma igrejinha do Messi pra poder acontecer, né? Vai lá em Portugal agora. Tu acha que o Vitinha vai falar que ele quer ganhar sem o Cristiano Ronaldo ou com o Cristiano Ronaldo? Então, assim, o Neymar pro Rodrigo, ele é um ídolo. Pro Matheus Cunha, pro João Pedro, principalmente pra essa geração, pro Hendrick, esse cara é uma referência. Esse cara por duas décadas, duas décadas. É, se você pegar... 15 anos.
Desde 10 ele merece ir, né? Por 15 anos, esse cara foi disparado o melhor jogador brasileiro. Ele é um dos maiores talentos da história do futebol.
brasileiro. Diferente dos outros, os outros sempre... O Ronaldo tinha o Romário. Depois veio o Ronaldo de Gaúcho, tinha o Ronaldo e o Rivaldo. Aí vem o Kaká, tinha essa galera ali. O Neymar chegou, não teve. Porque Adriano, Gaúcho, não foram muito longe. Tem algo que a galera fica pistola, que é o seguinte, acho que a gente se acostumou a ver na seleção, por exemplo, 98. Você não pergunta pro Edmundo se tem que ser ele ou o Ronaldo. Eu ia falar, eu, pô. Entendeu? Os jogadores de hoje não tem essa...
conversa e o cara fala assim, beleza, eu sou fã do Neymar, mas, mano, eu quero o meu lugar aqui, se o Neymar não vier, eu vou pancar isso aqui. Acho que é muito perfil, né, cara? Isso não tem, isso não tem. Acho que é muito perfil. Eu acho que o Rodrigo ali foi uma demonstração de respeito e, cara, os caras amam o Neymar, assim, ele é uma referência. Óbvio que o Rodrigo, infelizmente, tá fora da Copa, né, por conta da lesão. Se ele vencesse uma Copa do Mundo sem o Neymar, porra, ele, na mesma entrevista, ele fala que tava lá separada, né, uma parte na estante pra colocar ali um troféu.
de Copa do Mundo. Mas estar junto com o Neymar pra esses caras é especial. Não tem como você pedir pro jogador mentir. Tem gente também que fica difícil, né? Quando o atleta fala o que ele pensa, porrada. Quando o atleta fala pra agradar, a porrada não tem personalidade. Eu imagino pro atleta, né? Eu concordo com... E a geração mudou também. Eu falei da questão do mundo, a geração hoje é diferente, né? Essa época aí só tinha os reis do Rio, pô. Eu concordo nesse prisma do jogador
uma vontade interna de que beleza, com o Neymar vai ser foda, mas sem o Neymar eu vou pra dentro, eu quero ganhar. Agora, do outro lado, eu não vou criticar, porque eu que sou jornalista, eu me pego pra pensar assim, caralho, eu vou pra primeira Copa do Mundo. Seria muito foda, já é muito foda, é pra Copa do Mundo. Seria muito foda que o Brasil ganhasse o Exit com o Neymar. Seria muito foda. Eu acho que ele é muito pica. Seria a história completa.
Então, se pra gente, no meu caso também é maneiro, pro cara jogar do lado dele... Eu diria até que é a obsessão que ele tem pra carreira dele, assim.
É ganhar uma Copa do... E eu vou te falar, pra te responder de forma completa. Eu tive uma interpretação ontem, eu vi alguns colegas achando que ele fechou a porta. Eu acho que ele abriu a porta. Ele só jogou a pressão e a responsabilidade pro Neymar trabalhar pra tá apto pra ser convocado. Eu acho que ele vai. Só não faz se ele tiver... Sentiu alguma coisa na semana aí, não, mas... Eu acho que ele vai porque esse cara é gênio, cara. Não vai ser titular, eu acho. Você acha que ele entende isso bem?
Vai precisar entender, cara. Aí é pelo... Eu também penso que nem você. Ele vai, mas não pra titular. Só uma arma secreta. É. Mas é um cara que, assim... Que pode virar... Uma arma titular na frente. Pode. O Brasil não ganhou nenhuma Copa do Mundo sem mudar o time. Toda vez que o Brasil ganhou como rádio, o time que começou mudou. Então, assim, ter um cara como o Neymar... Agora, eu quero... Eu acho que sim. Até a Argentina ganhou agora.
Mudou tudo. Perdeu pra... Parabéns Saudita. Parabéns Saudita e mudou tudo. Eu acho que o Neymar...
o time, né? Abraçou muito até o final. Sim, sim. O Neymar, eu acho que se você chegar pra ele ser uma entrevista mais franca, pô, Neymar, Copa do Mundo é um sonho, lógico. Tem que ser perguntado isso. Você reserva, Neymar, assim, pra você mudar alguma coisa? Eu acho que internamente ele quer estar na Copa e lá dentro lutar pela barata dele. Não vejo o Neymar pesando o clima, transformando o ambiente em uma porcaria porque ele tá no banco.
Então, eu... Porque eu não vejo ele pra Copa titular. Se ele estiver pensando que eu vou pra Copa dono do time, aí vai durar. Mas acho que o Antilote já passou esse
Até pelo time que ele tá achando, né? E tá certo em tentar achar um time sem o Neymar, porque você não sabe até que ponto você pode contar com ele, por conta das lesões, da parte física, dessa fragilidade. Mas assim, ele é um gênio que, assim, um lampejo numa fração de segundos, ele decide uma final de Copa do Mundo. Ele decide um jogo eliminatório de Copa, um passe, um drible, uma finalização. Quem finaliza melhor que ele? Esquerda, direita?
Não dá pra você descartar esse cara. Tem coisas no futebol que, assim, a gente já cansou de ver.
Lembrando ontem em casa, no meio dessa discussão toda. Eu vou lembrar, eu não vou usar o Messi como exemplo, porque o Messi é um ET. Então o Messi é a Copa, muita gente fala, ó, o Messi, ele andava. O Messi é o Messi. Ele não tava como o Neymar tá hoje, ele tava jogando. Agora, eu lembro muito bem, por exemplo, caso assim, Ramos Rodrigues, tava no São Paulo fedendo a peixe. Chegou lá, lá na seleção dele, tem moral, chegou lá pra jogar a Copa América e botou no bolso.
Acho que ele deveria ser testado, cara, antes da Copa. O Valdívio, um ano aí, com o São Paulo, ele também fez uma Copa América, tava no banco do Palmeiras.
O São Paulo levou pra Copa América, voou na Copa América. Tudo isso é suposição, a gente tem que ver ele lá. E o Neymar sempre jogou muito com a camisa da seleção. E o torneio ali se envolve no torneio, no clima, ganha o primeiro jogo. E ele não é alérgico ao protagonismo. Tem jogador que sente. Ele nunca sentiu. Ele gosta. Tu pode criticar o Neymar, ah, podia ter cobrado o pênalti antes ali contra a Croácia. O Neymar, ele teve a vida dele em Copa do Mundo prejudicado por conta de lesão.
Ele nunca teve uma... Ele teve em 2014 até a lesão ali, ele tava 100%. Tava jogando muito até. Muito.
a lesão. Mas a segunda não tava 100%. Na última também. Então, assim... Mas na última ele fez o gol da vitória. Um laço absurdo. Pra entrar na história. Eu não supero isso até hoje, cara. Isso é loucura. Eu vi brincando em casa com a família. Eu lembro aquele gol no final, mano. Eu não sei se é outro jogador entrar quebrando todo mundo no vestiário. Em outro momento. Ele até reclama no campo, né? Tá certo, né? Gente, pelo amor de Deus.
Caralho, eu classiquei o Brasil, cara. Acabou o jogo, porra. Olha o que eu fiz aqui, classiquei. O Brasil ia pegar... Argentina. Sempre final ia ser Brasil e Argentina. Ia ser só... Ia final contra a França. Não ia ser fácil, mas... Ah, mano, mas ali, mano... Tinha jogo, porra. A gente não passa das quartas a um tempo. Ia passar das quartas. Ia ser um... Porra! Provavelmente o maior Brasil e Argentina da história. Se tu passa da Argentina...
Aí, mano. Aí tu vai com muita moral. Um ódio da França que já, porra, fodeu a gente em 86. Dito isso, o que você achou da convocação?
Achei boa, cara. Ele tá testando, né? Ainda, né? Tá testando, tá achando o time ideal, acho que ele tá próximo de achar. Eu acho que ele já tem aí uns 20 jogadores na Copa. Já, né? E ele não teve três jogadores muito importantes agora. O Estevam, que é o melhor jogador da era anti-elote. O Militão, que é titular na lateral direita. E o Bruno Guimarães, que é o cara do meio campo ali junto com o Casimiro. Acho que o Danilo entrou muito na vaga do Bruno Guimarães ali. Tá jogando muito no Botafogo, gosto muito. E eu gostei desses testes.
Gabriel Sara, tá jogando bem. Foi bom não ter um militão dessa vez. Por quê? O Léo Pereira foi. O Léo? Mas o Léo Pereira, o Léo Pereira tá bem, caralho. Então. É. Mas pra não, né? Imagina essa zaga. Ah, agora que for. Mas não tem mais problema. O cara tá com a mulher do outro já. Não tem estresse. Um do outro. Ele não é mais carolino. Ele é só Léo Pereira, né? E se ele for bem pra caralho agora? Vai ter que juntar. É. É que eu acho que ali ele tem uma... Aí vem o Hexa, porra. É desse jeito que vem.
É bem Brasil. Léo Moura e Álvaro. Mas eu acho que ali, eu acho que ali tá ruim. É o brasileiro. É o brasileiro. O Bremer, acho que o Bremer é o homem do Atchelotti. Vai, eu acho que vai. Eu gosto muito. Sempre que chamava, tava machucado e tava até vendo ontem na ESPN o Jean Ott falando que ele voltou voando agora na Itália, no campeonato italiano e foi pra seleção. Então acho que assim, na disputa ali, porque é Marquinhos, Magalhães, né? É, não foi convocado.
o zagueiro que atuou na França. Então, esse tá machucado também, né? Eu gostei, eu gostei. O Alexandre Ribeiro. Ele teve muita lesão essa temporada, ele não tá no mesmo nível. Mas ele foi muito bem quando ele foi convocado ali. Eu achei até que ele seria lembrado, mas o Bremer, bem fisicamente, ele tem que ir pra Copa. É um cara assim, em duas oportunidades, eu fui melhor zagueiro de campeonato italiano. É um cara, porra, forte, né?
Vai bem pelo alto, né? Nos duelos ali. Então, acho que é um cara que vai acrescentar bastante.
Você gostou do Fabinho como reserva do Casimiro? Ele tá com força? Ele é capitão lá. Mas nem o Casimiro tá no melhor da carreira, né? Ah, mas o Casimiro voltou na seleção. Tá bem, mas... É, não tá no melhor nível. Mas assim... Sobraram os dois de novo. A carência é tão grande, né? É a carência do... E você ter esse cinco, né? Me ensinaram isso aí, eu não sabia. O cinco falta igual dez ou nove. Esse cinco que... Não é o cinco que só abarca, né? Cinco que constrói, que são líderes.
Então, com a característica do Casimiro, eu acho que o mais próximo é o Fabinho. Pô, o Casimiro meio que pediu a convocação, né? Então, eu acho que ele vai acabar indo pra Copa, o Fabinho. Eu não tô acompanhando muito a Liga Saudita, tá? É, então. Mas ele é um jogador que teve muito destaque na Inglaterra, um cara experiente. Acho que pra ser um banco do Casimiro, você pode ter o Casimiro suspenso, que você tem muitos jogos na Copa. Eu achei, Donan, que chegaria na Copa, a gente teria no grupo da Copa,
certo André, João Gomes nessa função, mas não rolou, né? Acho que é muito o clube que eles estão, né, cara? O Wolverhampton, pô, sendo rebaixado. O André já é um jogador diferente do Casimiro, né? Um cara com mais qualidade no passe, né? De mais controle. O João Gomes é um cara que eu acho que marca bem, mas ele já não tem a mesma... É, o passe é mais popular aqui. Qualidade com passe, né? Assim, acho muito bom jogador também. E aí não se encontrou muito, né? O substituto da nova geração,
essa posição. O Andrei Santos, ele tá sendo encarado mais como um oito. Ele até pode ser um cinco, mas acho que o melhor dele é como um oito, né? Chegando na frente, deve ser até titular nessa data FIFA. No Brasil mesmo, a maioria é gringo. Mas eu vou te falar, cara, o Casimiro tá numa boa idade ainda, cara, pra jogar uma Copa. Tá com trinta e quatro, né? Trinta e três, trinta e quatro anos. Ele recuperou o espírito ali. Ele tá bem no United.
Ele tá muito bem no United. E é um cara que, assim, ele impõe respeito pro adversário. O cara olha assim, pô, é o Casimiro, a lenda do Real Madrid.
cara, aí vai ser difícil. Vamos entrar nesse mérito aí na seleção, uma situação que tem que ter incômodo. Não com o Casimiro. Mas, assim, acho que o Marquinho tá nesse balaio de Casimiro, né? O Alisson também, jogadores que jogaram todas as últimas duas copas pelo Brasil. São jogadores de destaque dos seus clubes. O Marquinho campeão na Champions com o PSG. O Alisson ganhou o Champions e é um cara pica lá no Liverpool. Mas, cara, na seleção, eu não olho, não consigo olhar pros dois e chegar ao mesmo status que eles têm no clube. E aí eu... O próprio Vinícius Júnior. É.
Mas eu ainda acho ele demais ainda do que o Vinícius. Porque a gente tem mais tempo de seleção, né? Mas o Vinícius também ainda não conseguiu colar isso. Teve Copa América, a Copa dele foi... É, mas a Copa dele eu acho mais como a do Tite. Eu achei que ele fez uma Copa boa. Eu achei errado no Tite tirar ele naquele jogo decisivo, né? Achei abaixo do que podia, mas foi boa. Porque parece que o Tite não abraçava o Vinícius, assim, meu jogador.
Não, nunca. Ele tirou o cara na... É, então. Não dá pra tirar ali. Eu achava que, assim, eu queria, quando acabou a Copa de 22, eu falei, pô, vou trabalhar pra chegar em...
na próxima Copa, com um outro goleiro e um outro zagueiro. Não aconteceu. Você tem pé atrás ou você confia? O Magalhães me passa mais confiança na seleção. O Magalhães é um dos melhores zagueiros do mundo. Ele consegue replicar o jogo de seleção com o jogo de Europa que ele tem. Eu acho o Marquinhos, obviamente, um zagueiro que atingiu um nível muito alto, mas eu acho ele supervalorizado. Porque eu acho que em alguns momentos colocaram o Marquinhos meio que numa prateleira de Thiago Silva.
Não é Thiago Silva. Cara, é muito diferente. Thiago Silva foi um dos melhores zagueiros que eu vi.
Um cara de um nível muito alto, assim. O Marquinhos é ídolo demais do PSG, é um zagueiro de alto nível, mas assim, ele já não vive o melhor momento dele, tá? Ele é um jogador que oscila um pouco mais. Acho que na seleção brasileira não me passa a confiança que eu tenho, por exemplo, quando vejo jogos do PSG. Então, eu tô muito contigo nessa. Eu acho até, se a gente tivesse um lateral direito, é que a gente não tem um cara que seja unanimidade como foi o Cafu, por exemplo. O Maicon. O Ed também, mas é garoto.
Se a gente tivesse, a minha dupla de zaga seria Militão e Gabriel Magalhães. Mas como a gente não tem o lateral, Militão puxa pra lateral direita e aí você fica ali com o Marquinhos. Eu não confio tanto. E o Alisson, eu confio mais. Só acho que na seleção ele não conseguiu ser ainda aquele Alisson do Liverpool. Até hoje com os pênaltis Brasil e Croácia. Ele não é um pegador de pênaltis, cara. A gente me disputou muito isso na época. O goleiro da Croácia era goleiro de campeonato croata.
Livar Covite. É, jogava na Croácia. Então, assim, ele tem o nível de campeão do Croácia. O Bruno tá de Covite que faz o gol. Porra, e assim, beleza. Ah, ele incomodou. Ele incomodou mais. Ele, porra, ele foi lá e incomodou. Vejo o Alisson muito passivo. Enfim. E o chute do De Bruyne também. Ali é achada difícil aquela cara. É. Impossível. É, eu não vou criticar ali, porque... É porque, assim... Acho que os erros foram anteriores.
Deixar o De Bruyne chegar ali, né? Mas ia ser a defesa... Ah, porra! A nossa história em Copa do Mundo... Falta defesaça. É, então. É que a gente vem de Tafaré, Marcos. Isso, mano. A história...
todo mundo, você tem que... Não, todo mundo que é campeão mundial tem que ter um goleiro que salva. Exatamente. O Dibu Martínez, pô. É, em algum momento... A maior defesa da história, não foi a melhor, a maior. Foi aquela com o Colomorinho na final. É, em algum momento vai sair cara a cara e o cara tem que fazer defesa. Ele vai ter que salvar. É. Assim, ele tava numa seleção no ciclo do Tite que ele era pouco exigido, né? Porque o time era muito forte defensivamente.
E aí, nas poucas vezes que a bola foi... Entrou. Entrou. Contra a Croá se desviou. Fora também, né? Azar. Mas nos pênaltis, eu acho que ele tinha que trabalhar mais pra... Ele chamou ontem...
Ederson e Ederson. E Bento. O Bento esteve em todas as convocações dele. Vai pra Copa, né? Ah, não vai... Não deve ir o Hugo, né? Eu pensei que ele ia de Hugo Souza por conta dos pênaltis. O Hugo tem algo que eu não vejo nesses caras. O Hugo tem uma parada que eu olho pro Hugo assim, aquele cara que... Pênaltis. É, pro pênalti no jogo também. O pênalti o Hugo tá assim e tu já pensa, ele vai pegar. O Hugo vai pegar. Vai pegar. Isso é importante. Mas eu levaria Fábio. Sou da corrente Fábio. Essa corrente tá crescendo, cara.
Esse ciclo aí? Talvez o Fábio seja o jogador mais injustiçado quando o assunto é seleção brasileira. Ele foi convocado pela primeira vez na época de Vasco. Depois ele virou a lenda no Cruzeiro. É uma lenda hoje do Fluminense. E ele é uma lenda do futebol internacional. Esse cara tem 45 anos. Ele é uma espécie de bufão brasileiro. Pela longevidade, pela qualidade que ele entrega. Joga em Libertadores. É o melhor goleiro do país. Exatamente.
45 anos. Cara, o que ele fez na Copa do Mundo de Clubes? É? E aqui tem até uma informaçãozinha também, que é sempre bom colocar. O Fluminense quase contratou o Arcanjo. O Arcanjo, é. Do Vitória. Eu sei, assim, que tinha um planejamento pro Arcanjo ir pro Fluminense e ao longo do ano, que foi no ano passado, ele ir aos poucos se tornando titular e o Fábio aos poucos se encaminhar pro banco, não sei o que, aposentadoria no final do ano. Era isso, esse planejamento.
do ano passado. Irmão, não contratou o Arcanjo por conta ali de... E o desempenho do Fábio foi... E o Fábio atropelou essa ideia, pô. Mas ela tá atropelando até hoje. Pô, semifinal de Copa do Brasil. A ideia era ele parar no final do ano passado. Ele levou a disputa pros pênaltis, só por conta dele. Ele pega uma bola no ângulo do chute do Andrés Gomes, ele faz grande defesa naquela semifinal também. Me chama a atenção do Fábio, eu falo sempre isso aqui.
Eu lembro do final de carreira do Marcão, por exemplo. Marcão, ele... Todo jogo que ele saía, ele falava, cara, a cada defesa que ele
fazia aquelas defesa de Marcos, né? Impossíveis. Ele levantava, fraturava, fissurava, antebraço, o quê? Ele ia lá, se atirava e tinha alguma coisa. O Fábio tem aquele gesto técnico de colar o sovaco no chão. Que isso aí é uma técnica que, assim, o cara faz e volta uma semana fora. Com a idade, né? Ele não, ele faz, volta, tá jogando. Trabalhei na SPN com o Praes, né? Ele também falava muito disso, assim, muita dor, cara, que o goleiro... Você tem que ter, pô, agilidade, um tempo de reação, explosão,
O cara é um baita de um atleta, né? Pra sustentar isso. Pra sair do jogo todo, imagina, ombro, essa porra. É, realmente, é um caso a ser estudado. O fenômeno até é nisso, né? Porque tu não vê o Fábio ficando fora do jogo. Não. Ah, ele fez um dia que ele pegou 10 chutes bizarros. Ele tá lá, tá treinando, vai jogar. E outra, se tu for pegar a reta final do Marcão, do próprio Rogério Senne, que são lendários também. Mas caíram, né?
Eles caíram, eles falhavam. O Fábio falha muito pouco, porra. Muito pouco. Muito pouco. É isso. Eu levaria o Fábio. Dito isso, dona, faz uma lista. Essa aí vai pro Instagram, certamente.
favoritos para a Copa do Mundo e onde o Brasil está nessa parada aí? Ah, eu acho que primeira prateleira, tá? Espanha, coletivamente muito forte, Yamal, Pedri, meio campo, Rodri, controle de jogo. França, pra mim, é o melhor elenco e a França tem um trabalho 15 anos aí com o The Champions. Que não é esse técnico todo, né? Não é, mas então... É campeão do mundo. É finalista na última fase. Mas repara que a França... A França não é imbatível, mas sim, a França
tem sempre uma questão que as pessoas falam, ah, não tá jogando isso tudo antes da Copa. Mas chega na Copa, eles viram a chave. São dois finais seguidas aí de Copa do Mundo. Muitos jogadores, né? Então, a renovação é sempre constante. A França tem um... Pode ter, do meio pra frente. Na última Copa, perdeu, antes da Copa, nove jogadores importantes aí. Fez um time competitivo, né? Olha o que pode ser. Não, é bizarro. Pode ter. Tchouameni, Camavinga, Xerqui, que joga pra caralho, Olize, Mbappé e Dembélé.
Aí você ainda tem Kitiquet, tem Marco Churran, tem o Koundé, tem, porra, o Pamecano,
Falaram aí, Salibar. É sacanagem. Então, assim, Espanha, França. Acho que a Argentina muito forte, porque vai chegar levinha e tem um elenco também muito talentoso, né? Ainda tem um last dance do homem, né? Pois é. E sem pressão de ganhar. Então, é difícil de você bater. Eu acho o elenco de Portugal muito forte. Não sei se vai conseguir sustentar um favoritismo ali, né? Não coloco Portugal como favorito porque não tem a Copa ainda, né?
Não é campeão de Copa. Acho que isso faz muita diferença dentro de uma Copa. Mas qualidade, esse time pode
bater qualquer um. E aí eu acho que o Brasil tá nesse bolo, assim, com Portugal, com Inglaterra. A Inglaterra tem um grande treinador aí que é o Thomas Tuchel. Mas é uma Inglaterra que sempre chega como favorita e decepciona. Mas é assim, uma seleção fortíssima também. Eu acho que as principais forças são essas seleções. Então, vamos lá. Primeira prateleira, Espanha e França. Pra mim, três. Espanha, França e Argentina. E aí eu acho que num bolo de baixo...
O Brasil tá nesse bolo. Boa lado. O time do Brasil, o possível time titular do Brasil, com Alisson, Militão, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Alexandro, Casimiro, Bruno Guimarães, Estevam, Rafinha, Vinícius Júnior e Matheus Cunha ou João Pedro. Esse time é bem forte. Mas o time encaixa em um mês e meio ali, né? Tem 40 dias pra... Uma vibe boa ali, né? Eles começam a treinar em maio. 40 dias pra... O Antelote, ele tá confiando muito nisso, né? Em conseguir encontrar o coletivo.
Se ele conseguir encontrar, acho que tem chance, mas eu não acho que o Brasil seja, até em rendimento hoje, top 3. Dito isso, vamos ser campeões do mundo. Porra, cara. Por favor. Seríamos Exa. Na tela da KZTV. É. Estaremos lá, Betão. Estão. Isso, com certeza. O Exa, tô te dizendo aqui, assim... Você estará chorando ao meu lado. Mas com o Charla lá, eu tô te dando certeza. O Exa! Por quê? Seu Arnaldo.
Pô, vamos ganhar. Gravatinha, gravatinha. Gravatinha, gravatinha. Gravatinha, gravatinha. Laranja, chave. Não, americano. É uma boa referência. Cara, mas assim, pô, de qualquer... Já consigo imaginar, você imagina só. Trielétrico. Puta. O antielote com charutão, óculos escuro, funk. Cara, isso tá realizado em algum lugar. A gente merece isso, pô. Quem será o Vampeta? Vampeta? Tem que alguém enrolar no... Não, não vou fazer, vai ter outra parada, né?
Tem outra loucura. Porque assim... Isso tá materializado em algum lugar, cara. Assim, tá pronto o antelote no trileto de charuto. Tem que ter, não é possível. Com o A-Sharp do Brasil aqui. E com o Oclão. E a paz do Neymar. Com o Neymar, então? Com o Neymar. Eu tinha... Sei lá, é fechar um portal, assim. Com a Anitta cantando. Tinha 12 anos todos. 2002 tinha 12 anos. 2002, né? Eu fui receber os caras na... Passaram o trileto, vocês lembram, né? Eu lembro. Você foi? Fui no aterro. Caralho. Fiquei esperando lá.
pra caralho. Não lembro de ter visto alguém assim, caralho. Viu mesmo? Todos os caras lá eu vi. Foi rápido, né? Fui pra Copacabana receber as caras. Você também foi? Fui, fui. Cara, graças a Deus eu vi em 94 e 2002. Caralho. 98 e 2002, então assim, três finais seguidas de Copa. Isso aí a gente achava normal, né, mano? Moleque, assim, achava que tá, tá, Brasil, porra, Brasil é pica, né? Chega... Que loucura, né? 24 anos sem, né? É. Agora, ô, dona, levando o assunto, porque sempre é
bom falar de Mengão e da injustiça que foi feita com o Felipe Luiz a partir dessa injustiça. Eu queria que você falasse sobre a injustiça. E se você acha que o Felipe Luiz tem mercado lá fora? Eu acho que tem mercado. O que é dito hoje é que ele vai treinar lá fora, não vai treinar outro time brasileiro. É o objetivo dele. Acho que ele tem essa porta de entrada que é o Jorge Mendes, talvez o maior empresário hoje do futebol. Ele tem histórico em clubes grandes da Europa, Chelsea, Atlético de Madrid. Isso já ajuda
muito. E ele já tem currículo. Em um ano, o cara foi campeão de Libertadores Brasileiro, Copa do Brasil, campeão carioca. Cara, é curioso, porque, assim, fazendo uma rápida... O Vitor Pereira treinou na Primeira Liga. Pois é. Ele precisa dar licença, né, agora, pra ter um caminho mais aberto. Acho que a partir do momento que ele tiver essa licença, acho que as portas vão se abrir. Talvez não pra um Atlético de Madrid, porque é difícil ir ao Simeone, mas pra um outro clube, sim. Inclusive, teve a informação esse ano que ele chegou a ter uma
ali do grupo do Chelsea. Poderia ser o Strasbourg, né? Eu acho que ele vai treinar porque, assim, eu considero o Filipe... Mas vai começar por aí, por um Strasbourg? Acho que poderia ser bom, cara, pra ele. Não sei qual planejamento dele de carreira. Ah, por exemplo, o próprio Simeone não começou no Atlético de Madrid. Acho que ele começou no Catani, assim, não lembro o clube, assim, mas começou num time médio, pequeno, da Itália.
E aí ele foi crescendo. Eu achava o Filipe Luiz o melhor técnico brasileiro aqui do país, o cara que em pouco tempo melhorou
Flamengo, e formou um esquadrão, assim, um time muito organizado, ele tem uma mentalidade europeia, assim, né, de treinador, acho que isso atrai ainda mais pro mercado de lá, e eu acho que o que fizeram com ele no Flamengo foi uma covardia, assim, é, acho que o Flamengo, ele tinha o direito, eu não concordo com a demissão dele, de jeito nenhum, achei bizarra, tinha o direito de demitir, mas da forma que foi feito, foi uma, de respeito com o ídolo do clube, um dos maiores nomes da história do clube, porra, o cara foi pra um jogo, ganha um jogo de 8x10,
Deixa um cara ir pra uma coletiva, ele bota a cara na coletiva, faz uma projeção de sequência de temporada. No início de uma temporada, sendo que dois meses antes ele tava levantando Libertadores e Campeonato Brasileiro, algo que só o Jorge Jesus conseguiu ir, o Arthur Jorge, com o Botafogo. E o cara foi demitido com uma notinha, pô, mequetrefe de madrugada, assim. Com o Flamengo já estando acertado com o Leonardo Jardim. Então, assim, acho que foi muito feio o que o Flamengo fez com ele. E eu não demitiria, tá? Eu não demitiria.
O time, de fato, não estava performando ali. Mas eu acho que ele... Iria performar. Iria. Era questão de tempo. E outra, não estava performando porque o BAP mandou botar time titular em Carioca. Isso aí. Já foi uma interferência dentro do trabalho dele. Mas eu acho que ele é um cara diferente. Mas está acontecendo com o Leonardo Jardim hoje? É o que aconteceu com o Felipe. Acho que o Leonardo mudou nada. A volta do Jorginho é uma coisa que muda o time.
É, a volta do Jorginho tem. Melhora do... Porque uma hora ele é melhorar o Ortiz. Claro. Falta aí no fator arrastado.
É, isso eu tava ferrando com o esquema do Felipe. É diferente. O Jorginho, cara, ele é um termômetro ali, cara. Ele é um cara que... Só que ele deve ir pra seleção italiana, né? É, tá na prelista, então... Assim, nada contra o Leonardo Jorginho. Eu acho muito bom técnico, tá? É, o único que eu gostei foi do nome que botaram no lugar. Provavelmente é um nome bom. Muito bom técnico. Ele não tem nada a ver com isso. Eu acho que ele não deveria ter negociado com o Felipe Luiz no cargo ali. Mas, assim, escolha técnica do treinador, eu acho que foi bem
Mas eu achei o Filipe Luiz injustiçado. E assim, foi uma sacanagem, cara. Foi uma baita covardia que fizeram com ele. Acho que ele tem um futuro muito grande. Ou de futebol europeu, ou até um futuro técnico de seleção brasileira. Assim, dos caras que surgiram no último ano aqui, dos brasileiros. Ele foi o que mais me impressionou.
Que é muita sacanagem para o Flamengo. Tem muita gente que fala assim, ah, também? Com esse elenco? Quantos treinadores passaram pelo Flamengo com um elenco que já era o melhor da América do Sul e não ganharam? Ele ganhou e organizou. Não foi de uma maneira assim... Ele organizou a equipe e foi campeão. Se tornou um dos treinadores mais vitoriosos da história do clube. Cara, sensacional. Seguinte, a galera mandando muitas mensagens aqui, elogiando o Donan e tudo mais. Isso é legal demais.
reta final da nossa resenha já já. Mas antes, Dona, quero saber da Cazé TV, mano. Como é trabalhar, falar pra molecada ficar com inveja, a molecada tá lá na faixa, tá lá na PUC, tá na UERJ, na UFRJ. Como é trabalhar na Cazé TV, irmão? Cara, eu nunca estive tão feliz na minha vida. Cara, eu vou falar uma parada aqui. Profissionalmente, nunca estive tão feliz. Primeiro, eu já falei isso pro Casimiro, né? Foi a primeira vez que eu narrei com imagem, então sou eternamente grato a ele, a Cazé TV, que me tiraram de ser um narrador
de rádio, que é uma transição muito complicada de fazer. Ninguém fez isso. Passei por todas as TVs aí. Foi o Cazé que me deu essa oportunidade. E o Betão sabe que eu sou um cara que critica os lugares que eu trabalhei. A Cazé TV não é um lugar que eu tenho saudade. Tem um lugar que a gente trabalhou junto, que a gente se conheceu, que eu não tenho a menor saudade. Odeio, né? Fala bem pra ninguém. Cazé TV eu tenho saudade pra caramba e muita saudade também da galera lá. Um clima, porra, rapaziada,
É muito foda, assim. Acho que é o único lugar que eu tenho saudade, assim, que eu trabalhei. Pra ser justo, assim, tá? Eu trabalhei em lugares, assim, muito legais, assim, que eu fui feliz, tá? Parece que eu não fui feliz nos outros, mas fui muito feliz na SPN. Realizei o sonho de trabalhar lá. Puta marca. E, porra, trabalhei com profissionais fantásticos, né? Que eu aprendi muito. Se eu for citar todo mundo aqui, vai ficar até complicado, enfim. Calçade, Jean Rode, Pedro Ivo. Toda gente ali que...
que eu consegui travar o Paulo Andrade hoje, que tá na Globo. Olha, gente boa. Vinícius Nicoletti. Porra, monstro. O galã, o galã. Galã. Isso é perigoso. Só anda bem acompanhado. Fez galã em atividade. Tá, agora tá aposentado. Só anda bem acompanhado, o cara é monstro. Não, ele é monstro. A galera toda ali é gente boa, cara. Eu fui muito feliz ali em três anos. Tu Menezes, porra. Porra, mó resenha. A galera ali do Bertozzi, a galera do futebol no mundo ali, Alex Seng, todo mundo. Me desculpe se eu esqueci de alguém, mas...
TNT, esporte interativo. Fui muito feliz em todos esses lugares, mas eu nunca estive tão feliz igual eu tô hoje na Cazé TV. Pela liberdade, pelo espaço que eu tô tendo, os jogos que eu tô fazendo ali com o Luizinho, com o Cazé, com a Ju Cabral. Ô Ju, saudade, Ju. Ela é, porra. Ela é sacanagem. Mano, que a Ju me ensinou na vida, assim, é bizarro. Eu te amo. Em Amanda Viana. Amanda Viana. Fenômeno. Fenômeno também.
muito forte. Foda. Mas assim, eu tô muito feliz pelo ambiente, eu tô trabalhando no lugar que me dá liberdade, que confia em mim, que tá me dando espaço de fazer grandes competições, eu acho que eu tô sendo mais visto hoje, porque eu voltei pro Rio, assim, eu fui feliz em São Paulo, mas minha família tava no Rio, eu queria estar próximo do meu pai, queria estar próximo da minha mãe, dos meus irmãos, a gente tem uma região... Não, ao invés, eu trabalho do lado de casa. Eu moro perto, tem uma praia, tem um clima diferente, eu vou ser pai agora,
O Gabriel vem aí, meu filho, em agosto, com a minha esposa Mari, tá grávida. Então a gente tem uma rede de apoio aqui. E, cara, a proposta foi irrecusável, assim, em todos os sentidos pra mim. Não dava pra falar não por todo esse combo. Família, profissão, nessa parte profissional. E eu tô muito feliz porque eu tô trabalhando com caras que eu conheço há 10, 15 anos, cara. Então, assim, é diferente. A nossa conexão é diferente. Eu chego feliz pra trabalhar.
Cazetv. É a mesma coisa. A gente tem uma coisa agora na... A gente tem uma coisa na Cazetv. A gente tem um programa lá, do Idiota, do Igor Rodrigues, que é o Roda de Bobo. E isso é um... Assim, o programa explodiu, porque ele tem uma maneira diferente de falar futebol, mais descontraído. A gente brinca, a gente fala de futebol, mas a gente faz os joguinhos aí da torcida jovem do Donan, tamo junto. Do desafio lá, né? Do Itaú. E, cara, às vezes,
sai do programa duas da manhã. A gente tá no ar. E tem, sei lá, cem mil pessoas com a gente. E a galera que tá com a gente, os câmeras, todo mundo cansado, irmão. Do suíte, todo mundo sai feliz. Porque, assim, a galera, a gente se diverte, sabe? O clima é diferente. Então, isso me deixa muito à vontade. Eu tô muito feliz. Eu, pô, tive a honra de comentar a Copa do Mundo de Clubes. A gente tá comentando aí também as ligas internacionais que a gente tem, né?
Campeonato Brasileiro, Paulista, agora que a gente fez. Foi, pô, um grande sucesso também. E, cara, eu vou
ter um sonho realizado daqui a três meses que é comentar uma Copa do Mundo, que é o que falta, assim. Era todo profissional, né? Gostaria de trabalhar numa Copa do Mundo. Eu já trabalhei, mas mais no estúdio. E agora eu vou comentar uma Copa do Mundo. Então é um sonho que a empresa tá me proporcionando. E eu tô feliz pra caralho, cara, assim. Acho que... Eu tenho certeza, assim, que foi a melhor decisão que eu tive por esse conjunto, assim, de fatores, né? Pra você tomar... Não é fácil.
também, quando você sai da SPN ali, você tá bem, você tá feliz pra caramba, mas veio a sua oportunidade, algumas vezes você tem que ter essa coragem, né, pra, ó, vou mudar a minha vida aqui. E quando o homem me ligou, aí... Foi ele, é. Aproximação, o oi sumido foi do Cazer. Aí depois eu, eu negociei com a diretoria, ele sempre ficava de, de olho, pra saber, eita, tudo bem, tudo certo, aí acabou o que aconteceu. E a gente tá feliz demais, cara, eu tô muito feliz mesmo, assim, a galera maneira pra caramba que tá,
me conhecendo mais agora, né? É uma TV que dá liberdade e... Até pra galera da nova geração, eu era um cara, mano, que eu me considerava um cara muito, às vezes, com uma visão tradicional do jornalismo. Sim. Por exemplo, a linguagem que tu tem na SPN é diferente. Tu tá ali de terno, tu tá num estilo, né? Mais técnico da coisa. Só de botar o terno no esporte sempre. Já fica mais... Caralho, o cara é... E o que esse cara fala é sério. E uma das
coisas que me incentivaram, assim, caralho, tu tem que trabalhar mais teu digital, tem que comunicar mais, e eu tô conseguindo fazer isso agora, porque assim, você tá numa bomba midiática ali, né, no digital. Então até isso é importante pro futuro, pro presente do que é o mercado hoje. Eu vou te perguntar, você conhece a escola? Não, é assim mesmo. Tem que ser assim. Podcast é isso. Não, pra te perguntar assim, ESPN, a TNT já é
mas é uma transição, vai, entre o tradicional e o novo. É, esporte interativo também, bem... O que tem de diferente na casa da TV, se eu for te perguntar? Falou que é um cara tradicional, assim. Qual é a grande diferença? Eu acho que a grande diferença é trabalhar entre amigos e ter a liberdade pra comunicar a linguagem, cara. O cara... Tremendo piroca aqui. Ah, isso que eu tô falando aqui... Tipo assim, o cara que me... Eu recebo muita mensagem assim, falei, caralho, eu não sabia que tu era maluco desse jeito.
esse jeito, que tu era um piroca, mano, né? Pô, te via lá de terno, tu é outra pessoa, e as pessoas gostam mais dessa versão, que tipo assim, a KZTV, ela me deu liberdade pra eu conseguir mostrar o que eu sou. Sair do terno. Porque muita gente falava assim, é assim, muita gente falava, caralho, tu fica todo sério lá na SPN, né? A gente conhece, né? Quem me conhece. Eu sou brincalhão solto, assim, eu gosto também dessa resenha, de brincar. E eu consigo ser o que eu sou no ar, sem perder o, obviamente, análise,
Ele ia até entregar o conteúdo, mas equilibrar um pouco isso. Eu acho que é muito o ambiente, a liberdade que dá, a forma como a gente consegue entregar a linguagem, que é diferente de uma TV fechada. E é isso, cara. Naturalidade também. É isso, naturalidade. Caraca, é isso. Naturalidade. Porra, às vezes a gente tá lá no ar e o Cazé fala, pô, tô com maior vontade de cagar. Tipo assim, é uma coisa que tu fala isso na SPN, no dia seguinte é como, pô, eu tô no RH, pô. Então a gente se xinga, vai brincando.
provoca o outro. E eu acho que quem tá vendo se sente assim numa roda de amigos, sabe? Se sente ali, pô, parece que a gente tá ali junto com os caras. E eu acho isso um diferencial, né? É um diferencial que tá até mudando o mercado, né? A GTV chegando aí, sendo uma concorrente, né? Outros também, né? Chegando aí, Gold, canal Gold, né? Também crescendo. Acho que é basicamente isso. É uma tendência, assim. A descentralização. Tem quem não gosta. Tem espaço pra todo mundo, assim.
Mas, assim, é um projeto que, pô, entrega transmissões de graça gigantes. Tem essa liberdade pra você ver. A gente vai ter agora uma Copa do Mundo com jogos exclusivos e com todos os jogos. Tem noção disso? Todos os jogos no YouTube. A gente tem... É a única que vai passar todos os jogos. Ou seja, liga na Cazé TV e fica o dia inteiro que você não vai perder nenhum jogo. Então, assim, acho que é muito isso. É meio que um... Eu sinto que a Cazé, ela não é só um canal de YouTube, sabe?
dita uma tendência, uma coisa meio cultural, assim, sabe? MTV. Uma coisa assim, eles conseguiram chegar nesse patamar, cara. É incrível. E dialogar com o jovem que tava ficando fora. Porque o convencional tá perdendo uma galera da faixa etária mais nova. Quem vê TV hoje, né? Não. Tem muita gente que não vê TV, cara. Isso é loucura, né, mano? Meu sobrinho, por exemplo, que deve tá vendo a gente aí. Porra, a nova geração não é uma nova geração que para pra ver, sei lá, uma TV fechada. Ele joga o YouTube na TV, ou então o streaming.
Ele gosta de ver. Ou então tá no celular. É, multitela. A gente já vê pouco, né? A gente vê mais, cara. Sendo bem sincero, sim. Quase. Todo mundo tem a correria aqui do trabalho e você para mais pra ver um jogo, né? Futebol vai ver. Futebol, sim. Você vai ter que ver. Então, acho que é comunicar com a nova geração também. Também. Isso é importante. E outras empresas tradicionais estão tentando isso também, né? Sim. É porque, cara...
A Globo, ESPN. A forma que a gente faz aqui também, né? É isso. O Betão é assim. Eu sou assim da vida, né?
de honra, grande rádiva de Deus poder ser o que eu sou. Sim. E aí, mano, porque... E por isso que deu certo, porra. Exato. Tivesse que me enquadrar ali numa parada mais rota. E outra coisa... Eu posso fazer, mas não sou eu. Não é puxar o... O terno. E a experiência sofrer pra arrumar um terno no meu tamanho. Tem que pegar do amigão lá. É puxar o... Não é puxar o saco, não, tá? Vocês são caras aí que estão, porra, desde 2021 na batalha, mas largaram na frente e você deixa...
Eu tô à vontade aqui, não tô? Sim. Vocês deixam o entrevistado à vontade? A linguagem é diferente, tá ligado? É isso. Por isso que dá certo. Por isso que vocês são gigantes. Eu tava falando pra alguns haters disso aí, né, Benton? Galera, não, esse cara... Esse cara... Eu tenho hater pra caralho. Fez sucesso, fez sucesso. Isso é que fez sucesso. Não, de sucesso. Ah, é? Quando você começa a ter hater, é que tá dando certo. Eu te amo, meu jeito. É. Hoje eu tava no programa lá na KZTV, o cara começou, eu falei, pô,
Grande abraço, meu fã aí. Tava me atacando. Aí você quebra o cara, pô. Um abraço pro hater é legal. É. Sim. 700 caras de elogio, né? Vai um cara ser o merda. Não, é essa parada. Essa parada é a naturalidade. Tamo junto. Aí a galera, pô, o cara fica forçando essa risada. Eu não forço. Eu fico rindo assim igual um piroca. Se tu forçasse essa risada, tu tinha que estar no Oscar, pô. Na vaga do Wagner Moura. Ou então ele é o Globo Coringa, né?
Esse cara é assim, em qualquer lugar. Às vezes fica mais gafo por causa dessas risadas aí. Mas ele ri, a reação dele é rir. Feliz. O que eu vi mesmo? Preocupado ou tô rindo? Tem uma música que vocês não procuram aí. MCTH. Tô rindo, mas tô preocupado. Não, não dá. Deve ser uma obra-prima da música brasileira. É, do...
Arauto. Isso é difícil, hein? Você tem que encontrar e montar a gente que tenha. Vamos ser natural, galera? Ficam quatro robôs. Dona, agora perguntando pra você, assim, cara, o que você planeja na carreira? Você vai chegar na Copa agora. Sua meta não dá pra parar aí. De jeito nenhum. Anos na KZTV, KZTV comprando o campeonato intergaláctico. Qual é a da parada?
Eu tô muito feliz, cara. Eu tô muito feliz. Eu tenho mais tempo de contrato na KZ. Por mim, eu fico lá. É com o patrão, é com a empresa lá. Mas eu tô muito feliz, cara. Eu quero crescer junto com a empresa, assim. Acho que... Todo mundo tem esse sonho, né? De ser mais reconhecido, né? Na profissão. E é isso, assim. Fazer grandes competições, estar nos grandes eventos. Nós, jornalistas, a gente tá aqui muito pra contar histórias, né, cara? Grandes histórias. E...
A Casaia TV está me proporcionando isso. Eu acho que é isso, cara. É crescer cada vez mais. Tentar contribuir de alguma maneira com um trabalho sério, mas ao mesmo tempo descontraído. Melhorar o dia das pessoas, às vezes. Uma brincadeira que você faz. A pessoa gosta de você. Então, eu acho que é isso. Seguir fazendo grandes coisas. Estar nos grandes eventos. E crescer profissionalmente. Eu acho que ser mais reconhecido. Comentar uma Champions em loco. Então, a Champions eu já comentei no esporte interativo. Em loco?
Não, mas eu comentei no Esporto Atrativo na TNT, que é porra do caralho. Mas em loco... Ah, sim. Você pergunta de objetivo assim? Tem que ter uma final de Champions aí, né? Se Deus quiser. Comentar mais jogos em loco na Europa, assim, também. Essas grandes competições, tá lá, cara, é diferente, cara. Quando tu tá no... Vocês estavam na Copa do Mundo de Clubs também, né? Então, a Copa do Mundo de Clubs foi a parada mais absurda que eu já fiz.
Então, eu também. E foi tipo assim, eu meio que fui contratado pra ser o comentarista
Da Copa do Mundo de Clubs também. E aí eu vivi aquilo, cara. Quando a gente viajou pra lá pra fazer a semifinal. Uma coisa assim inacreditável, cara. Tu vê, assim... Uma coisa é tu comentar um jogo do Mbappé no Tubão, lá no estúdio. Outro é tu ver o cara. Ou tu vê o Dembélé. Tu vê... O jogo foi sinistro, né? Os craques. O João Pedro, o Cole Palmer. Então, assim, viver isso é... Match Life, né? Porra, e tem uma Copa do Mundo. A gente trabalha pra isso, né, cara? É, pô.
certeza, assim, comentar uma Champions em loco, seria pra chorar com aquele hino lá. Eu chorei quando eu comentei a primeira vez a Champions. Quando veio o hino, eu chorei. Falei, pô, caralho, cheguei aqui. E agora lá em Dortmund, eu fiquei emocionado ouvindo... Porra, meu sonho, cara, sabia? Do lado do Pareto Amarelo, ouvindo... O que vocês acharam? Porra, né? Quando começa o Never Walk Alone. Nunca viram nada igual de torcida, assim, isso aí.
Não, é uma comoção. Melhor torcida você já viu. É. Cara, eu vou te falar, eu sou assim... Pode falar, eu sou fãzado da Torceiro Corinthians também. Foda.
A torcida do Corinthians já fez vários jogos. A gente fez no Paulista e no Brasileirão. Na Neoquímica. E assim, é... Eu acho, tá? Pesar de eu ser vascaíno, eu acho que a torcida do Corinthians é a melhor do Brasil. Sim, porque eles pegaram um modo de apoio, assim, constante. E fora de casa também. Os caras invadem. Eles são muito organizados ali, né? Com a Gaviões e tal. E eles invadem e não param de cantar. Então, eu acho que é uma torcida diferente aqui no Brasil.
Mas eu tenho um sonho de ver... É uma coisa louca. Eu quero ver a do Liverpool também. Também, é. Eu falei isso lá. O Cazé foi agora.
Quero ver agora, quero ir a Anfield, né? É uma parada de diferentes. Porra, em Anfield? Anfield é uma coisa diferente. Mas a Moralha Amarela tem algumas paradas, que eu assisti, o Betão ficou assim, vendo, né? É um outro ângulo que eu também queria ter visto. Eu tava no mosaico, tá ligado? Mantei assim, a plaquinha do mosaico lá. Só que tem umas paradas interessantes, assim. A primeira parada é a seguinte. Falaram, irmão, tu vai pra Moralha Amarela?
Elas são os ultras dos caras, né? Então, assim, celular pra cima nem pensar. O cara dá tapa.
no seu celular e joga no chão. Não filma porra nenhuma. Tem que cantar. Cantar, irmão. Ah, eu fui com... Tenho óculos que filma, tá ligado? É, o clima. Pô, você é do caralho. Porra. Você é do caralho. Qual a torcida hoje? Eu tô hoje com essa torcida de selfie aí. É. Tu cantou pra caralho? Então, eles... Assim, eles cantam pra caralho, mas eu não sei alemão, né? Aí tu fica ali... Outra parada foda. Todo jogador pode ser ruim, bom, reserva, titular.
Irmão, mandou o locutor um primeiro nome, eles falam o sobrenome na hora. Fulano, fulano. Prank. Terceira coisa. Copada na nuca é brincadeira, pô. De cerveja, assim. Uau! A galera pensa que é só São Januário jogando cerveja pro alto. Eu tava no lugar, tinha uma galera debaixo de mim, óbvio, assim. Não é por causa que o cara tá em pé, o cara acabou de matar o show. Acabou de comer lá o preto, faz a bola aqui.
Mas em você? Não, não, eu tava vendo, né? Eles aqui embaixo, o cara clavava, aí fazia uma bolinha aqui. Uou! Não era porque ele tava em pé, era... Não dava nada, tênis do maluco, uau! Mas você quer ver? Aí comem no intervalo, já tinha ouvido falar sobre isso. Histórico. Esvazia o estádio, só a muralha não, mas... A muralha não dá pra sair. O restante, uou! A muralha não dá pra sair. Não pode? Não, não dá. E o banheiro? Não, porque tu fica aqui, ó. Tu não senta, né? Mano, loucura, não. Tá de fralda.
Eles saíram do intervalo pra vir pra nossa arquibancada. É, mas é meio assim, tipo... Tipo, gladiador. Tu gostou mais de ver na arquibancada ou tá lá? Ah, não, tá lá. Mas, primeiro tempo só foi bom. Tá o jogo todo lá? Eu tenho muita vontade de te conhecer. Tu já esteve num jogo de Copa, não? Do mundo? Não. Nem eu, mano. Que loucura. Copa de 14 eu não saí da redação, trabalhando. Não, vou te falar, o primeiro jogo... Tu já esteve, não? Não, porque quando a Copa foi aqui, não saí de cara.
Não fiz jogo nenhum. Não, eu fiz na ESPN, eu fiz jogo pela América do Sul. Mas fora do pai sensei aqui no nosso continente, o primeiro que eu fiz foi... Copa do Mundo de Clubs. Copa do Mundo de Clubs. Caralho. Qual foi o jogo? Caralho. Foi semifinal, foi o... Você fez o Real e PSG. Eu fiz o Real e PSG, Fluminense e Chelsea. A gente voltou pra ver esses dois jogos também. É, foi o Fluminense e Chelsea primeiro. E que o João Pedro fez o que fez, dois golaços absurdos. E o Real e PSG, que eu tava na expectativa,
amasso do PSG. É, o Real não jogou. E a final. O Chave Alonso caiu também. Sim. Chelsea... Mas aquele amasso já era ele, né? Era. Inventou pra caramba. Continua inventando. A Liga também. Aí ele saiu... É o Diniz. Botava o Valverde lateral. Valverde agora voando aí. Vinícius Júnior voltando a jogar bem. Difícil. Dito isso, palmas pro Donan que está aqui no Charla Podcast. Sensacional. Boa. Curtiu o papo, Donan?
Porra, sensacional. Uma honra estar aqui, de verdade. Pô, tá maluco, mano. Agradeço muito pelo convite. Obrigado a todo mundo que acompanhou. Parabéns pelo trabalho de vocês. Estava falando isso com o Betão, falo também com você, canta. Pô, tudo que vocês construíram em 2021, eu vendo vocês como admiradores. Vocês estão colhendo os frutos aí em 2026 gigantes, porra. Fazendo grandes competições, porra. Vocês têm entrevistas lendárias aqui, que ficaram marcados. Romário, Marcelo, Ronaldo.
E, pô, foi uma honra pra mim. Eu vou te falar, assim, um título pra mim, cara. Porra, que maneiro, mano. Assim, sendo bem sincero, assim, eu sempre falo, pô, quero um dia ir no Charla, né? E eu acho que... É uma revisada na vida, na carreira. Realizei isso hoje, assim. Terapiazinha. Obrigado pelo... Que bom, bom saber disso. Obrigado pelo respeito, né? Pela consideração e pelo convite. Saio daqui muito feliz. A Liza mandou um comentário que... Minele? Não é ela. É outra Liza. Mandou um comentário que eu acho que...
Fala muito bem sobre a entrevista que acabou muito rápido. Eu assistiria mais três horas disso aqui. É, a gente ficou duas horinhas. Mais duas horas a gente ficou aqui? Mais, um pouquinho mais. Foi fluindo, foi fluindo. Se deixar, a gente... Ó, vai embora. Se a gente se trombar lá na gringa, a gente faz um conteúdo pra gente, pra redes sociais. Porra. Tomara. Vamos ver. Vamos encontrar lá. Vamos ver. É bom quando a gente se tromba.
Com hexa. Com hexa. É bom quando a gente se tromba com um colega de professor que é muito bom, assim, né? É tão com a gravatinha norte-americana. É. Mas isso vai acontecer. Vai, me deu aqui.
do Brasil. Eu tenho uma referência pra Copa do Mundo como comunicação, que a gente vai tentar chegar perto disso, mas eu tenho a referência, que não é nem da Globo, né? É o ponto, o apito final, que era o programa que o Luciano Duval criou na Copa de 94, que era o Luciano Duval e aí uma seleção de estrelas, assim, que acho que é impossível repetir aquilo. Gerson, Zico, Rivelino, Tostão, assim, muita gente pica. E ele fez isso em 94, criou, aí a Band oficializou na programação,
da Band, toda segunda-feira, aí teve 98, com essa galera também toda, mais gente. Eu ficava sempre vendo esses programas, falando assim, porra, onde a gente vai na Copa, tenta fazer algo parecido, uma resenha, tenta fazer alguém. Eu vou fazer gravatinha, vou ter que fazer gravatinha. Gravatinha do Pelé. Já estão fechando com a galera pesada aí? Estão pensando isso aí. Isso vai ser difícil, né, cara? Isso vai ser difícil. Vamos acompanhar, vamos acompanhar.
Vamos ficar ligados que o Charla não vai entrar de bobeira não, rapaz. É, nunca tá, pô. É o Charla, mané, né? É o Charla, mané.
Um abraço pra toda a galera da Casa TV. Agradecer a liberação aqui do Donan pra participar com a gente. Abraço, Casimiro. Obrigado por tudo. Abraço, Beltrão. Saudades da companhia Tijuca. Igor Rodrigues. Simões, Bruninho. Um abraço pro meu amigo. Ah, esse é meu amigo, Lucas Pedrosa. Ah, esse é monstro. Referência de Vasco. Agora foi de vez pra casa, né? Foi de vez. Que o Pedrosa trabalhou pelo meu salário. Brincadeira. É? Não na Casa.
Caraca, mano, ele era meio que um líder sindical, assim. Outra empresa. É. Pedroso, tamo junto, hein? Ó, galera, show de bola. E um abraço pro Luizinho também, Luizinho também. Nossa, o 01. É, Luizinho, um poligrota. Maluco, tá? Não, vem pra ele. E poligrota. E um cara que me sabota lá no desafio, no joguinho. Eu sei. Três jogos que eu deveria ter vencido, ele não deixou.
Nossa, a Jovem Donã tá em peso aqui no chat. A galera chegou com torcida da Jovem Donã, mas é Vasco, né? Ah, sim. Eles começaram com torcida da Jovem Donã e eu mudei. Pelo menos muda aí. Nossa, a Jovem Donã, isso aí. Seguinte, ó, Paulinho, vai me passando aí reclames, beleza? Kaspersky, Betão, você tem que tratar a sua vida digital como você trata a sua vida, vida. É lógico, a gente falou aqui de Alisson, de defesa, de zagueiro com confiança, goleiro que passa confiança. Eu falei de Upamecano, zagueirado.
Uma defesa bem impostada, uma defesa que passa confiança, uma defesa é importante. Pra proteger, né, irmão? Separado, ó. E a Caspersky vai proteger sua vida digital, né? Eu já fui hackeado duas vezes. Uma delas eu tava lá na Caspersky desesperado. É eu? Sim. E o seguinte, ó. Mano, o bicho pega porque a tua vida tá na mão do gerenoso, cara. É banco, é tudo, né? Isso aí. Então, ó, com a Caspersky, você não vai passar por isso. Cupom charla. Aí você tem desconto no Caspersky.
Premium pra você ficar totalmente protegido na internet. Sabe aquele link que tu clica, Betão? Não pode clicar. Não pode clicar. Mas se você clicar e tiver Kaspersky, não tem problema nenhum. Porque aí os soldadinhos da Kaspersky vão defender a sua integridade. É isso aí. Tamo junto. Não pode ter burão, galera. Pô, sério mesmo. Kaspersky, beleza? É isso. Melita é o café oficial. Pô, tu foi pra Alemanha e eu também. Melita é alemã, pô. A gente chegou no Borussia Dortmund. Vou tomar um café. Qual era o café?
Melita. A gente foi pra Stuttgart. Do ótimo não aponta, Stuttgart é longe, né? Melita. Sério, cara? Tudo. E é o café oficial do Real Madrid, Roberto. Também. Então, Juniors. Beto Jr. de Vini Jr. bebe, hein? Melita. Melita, hein? Jogador, pô, quando chega no treino, né? É um atrás do outro cafézinho ali, né? Eu sou o dia inteiro. É, eu vi um vídeo lá do Real Madrid, no Bernabeu. Já acabou. O Roberto Carlos, ele é meio embaixador ali, né?
Conversando com a galera, tomando Melita. Quer dizer que o Florentino Pérez só toma Melita?
Só Melita. Florentino Pérez, hein? Você e Florentino Pérez. Tubarão do mercado. Florentino Pérez. Seguinte, ó. QR Code tá aqui, cupom CHARLA151515%. Desconda qualquer produto Melita. Tem o café pro dia a dia, tem o café pra você que é mais exigente. Acesse aí, ó. Melita.com.br. Caputino, irmão. A série de produtos da Melita, assim. Ah, você já é moderninho, já tem aquela máquina de cápsula? Melita tem. Sim. Café solúvel, vários tipos. Caputino, chocolate, tem tudo.
A torre ali, pô. Café gourmetizado, com vários tipos. Nem de tudo. Acesse melita.com.br. Veja ali os produtos. Você tem um pro seu gosto, com certeza. Quer recordar aqui? Cupom charla 15, 15% de desconto em todas as linhas de produtos Melita. Beleza? Vamos de quê? Açaí atacadista. Tivemos na loja do açaí aqui na Tijuca. Foi sensacional. E você viu na Maracanã lá, com Petcovite, pô. Taça do Carioca. Taça do Carioca. Nossa galera chegando junto lá, os populares.
história com Evarista. Tinha. Que história? Evarista. Evarista, sim. Vamos no primeiro técnico em Brasil. Açaí Atacadista é o atacadista oficial do nosso futebol. Patrocinador do Brasileirão A, Série A, Série B e da Copa do Brasil. Beleza? QR Code tá aqui. Pensou futebol, pensou açaí. Os melhores preços você encontra no açaí. Se você baixar o aplicativo Meu Açaí, que tá aqui, é o desconto do desconto. Aí, mano.
vai poder baixar aí com preços mais em conta ainda. Então, você que é comerciante, tem depósito, vai repor o seu estoque, pagando mais barato é melhor, né? Porque você vai ter mais lucro na hora de vender. E você, dona de casa, você que cuida da sua casa, a dispensa de casa, homem ou mulher, né? Qualquer um que vai fazer as suas compras aí, também quer melhor preço, né? Todo mundo quer um preço melhor. Então, baixa aí o meu açaí.
É isso. Show de bola, açaí, atacadista. O atacadista oficial do nosso futebol pensou. Futebol pensou.
Pensou a sair. Tamo junto. E o Charla é Brahma, Betão. Charla é SAB, né? É SAB, Sociedade Anônima da Brahma. Comprou a Brahma no Zé Delivery, acontece o quê? Se você comprar a Brahma no Zé Delivery, você vai destinar 10% do que você estiver gastando com o seu clube, filiado à SAB da Brahma. É isso aí, ó. O QR Code tá aqui, você já vai pro Zé Delivery. Comprou a Brahma normal, 10% do valor vira investimento pro seu time. E a Brahma Zero, Betão? Se você for de Brahma Zero, por que motivo? Não tá dirigindo?
pode beber álcool, 20% são destinados pro seu clube. O Charla é brama, o Charla é sábio, Sociedade Anônima da Brama. Tamo junto, beleza? Vamos lá, Carleto. Show de bola. E Sporting Bet, porque o Charla é Sporting Bet. Ó, na quinta, estou recebendo notícias importantes. O homem tá aí, né? Primeiro que o homem tá aí. Notícias importantes. E segundo, que a Sporting Bet é patrocinadora do principal evento do continente quando o assunto é futebol.
Libertadores. Na próxima, qual quinta-feira é essa agora? Quinta-feira agora. Tem sorteio. Teremos um charla especial com sorteio dos grupos da Libertadores e com dois convidados absurdos. Absurdo, né? Já viu quem é? É, mas... Não. Vamos segurar, né? Dois convidados. É. Tiraram a onda, hein? Me falem off. Sim. É. E assim, teremos uma base avançada em look, né? Na sede da Comebol, nosso amigo, nosso grande Blue T.R. Lima.
Enviado especial. Está lá de mochilinho. Show de bola. Quinta-feira, episódio especial do Sporting Band.
sorteio da Copa Libertadores da América, beleza? 20 horas, né? Isso. Na dúvida, melhora a Sporting Bet, o QR Code tá aqui, apontou o celular pro QR Code, você já vai direto pra Sporting Bet e faz a sua fézinha, as melhores odds no mercado. Única parada, meu parceiro, a pós esportiva é entretenimento, não é investimento, tu não vai ficar rico, é pra tu brincar. Então, ó, vá na Sporting Bet, beleza? Tamo junto. É isso. Valeu, rapazes, Sporting Bet, tamo junto.
Valeu, dona. Tamo junto. Até a próxima, hein? Até a próxima, a gente se encontra. Tamo junto.
Valeu, galera. Tamo junto. Dona Esteve no Charla Podcast. Obrigadinho no Charla que tem muito mais. Muita coisa. Tchau, tchau.