#718 - Marcos & Vampeta [Pentacampeões]
A Charla de hoje é com Marcos e Vampeta, Pentacampeões.
- Histórias do PentaMarcos e Vampeta no Charla · Memórias da Copa de 2002 · Resenhas de futebol · Copa América de 1999 · Experiências em clubes
- Copa do MundoExpectativas para a Copa · Desafios enfrentados · Importância do título
- Cultura do FutebolRelação com a torcida · Impacto social do futebol · Histórias de jogadores
- A Regra de Três da HortaTrote entre jogadores · Histórias engraçadas do futebol
- Legado PessoalReconhecimento após a carreira · Importância de títulos
Fala, galera. E aí? Tranquilidade, beleza? Estamos ao vivo. É o Charla Podcast. Cara, sensacional. Direto de São Paulo. E hoje um episódio absolutamente especial, porque é o Charla com a pena o Tibeto Júlia. Que beleza, hein, cara? Sensacional. Primeiro eu quero o aplauso da galera pra essa resenha espetacular aqui. Estamos no ar.
Ao vivo para todo o planeta. Tamo junto. Vambora. Show de bola diretamente aqui do bar São Cristóvão. Pô, tamo em casa. Nada mais charla. Chava que um charla no Rio de Janeiro. Tem São Cristóvão.
Perfeito, né? É isso. Recebi esses craques aqui no bar, esse bar maravilhoso, que é o templo do futebol, né? Já botei no meu Instagram quantidade de memorabilia aqui de futebol, bandeira, fotos históricas. Estamos em casa, né? Isso. E a pênalti faz parte da história do futebol. Então, já vou explicar.
Pô, quem não lembra dessas bolas aqui tá vivendo errado, não é mesmo? São históricas, né? Daqui a pouco eu vou explicar a cada uma delas o que significa na história de cada um dos caras. E cruza com a história deles, né? Que estão aqui na mesa. E mais, mano, hoje promessa de resenha histórica. A parada é a seguinte, ó, voadora aí no peito do like, quanto mais likes a gente tiver, pra mais gente aparece a nossa resenha, beleza? Você tá vendo aí na tela?
Oficial, beleza? É o legado oficial do futebol. É isso, a pênalti faz parte da história do futebol. E aqui é a linha Legacy. Já vou explicar pra você. O QR Code já tá na tela pra você saber mais, beleza? Entra no QR Code agora. Edição limitada, porque são bolas históricas. Já vou explicar o que cada uma delas aqui, né? Onde cada uma esteve, né? Jogo de seleção, clássico, Debb, Libertadores. Só jogão.
Então a parada é a seguinte, ó. Promessa de resenha histórica, porque esses dois juntos... Ah, amigo. Num podcast pela primeira vez. É, né?
Eu já ouvi dos dois contando história. Na televisão, em tudo que é lugar. E outra coisa, né? Copa do Mundo batendo na porta. Sim. Penta campeões aqui. Pô, tá maluco. Pô, nosso goleirão do Penta aqui. Vampeta que também brilhou bastante. Pô, tá maluco. Se não fosse o Vampeta, Vampeta lançou a foto do elenco inteiro. Tá aqui a foto. Tá ali, tá ali. Antes do Vampeta, era só últimos 11. O Vampeta falou, vem, vem, vem. Vambora. Todo mundo vai atrás.
Palmas para dois dos maiores ídolos que temos no futebol brasileiro, pentacampeões do mundo, ídolos de Palmeiras e Corinthians, Corinthians e Palmeiras. Vamp Marcão no Charla, pô, tá maluco, mano?
Se tem resenha, tem que ter esses dois, né? Cara, no bar então. Vamos já sócio do canal, vamos. Eu, Marco, você falou a primeira vez no podcast junto. A gente já teve outras paradas juntos. A gente já foi convocado pra seleção brasileira. Sub-20, cara. É mesmo? Sub-20. Sub-20. E fomos cortados.
É verdade, ó. Mesmo dia. A gente teve uma pré-temporada em Teresópolis, né? Treinador Júlio César Leal. E ficamos treinando pra ir pro Mundial, né? O Brasil foi campeão do mundo. Só que foi cortado oito. Vou te falar o nome dos oito. Eu, Marcos Amoroso. Porra! Magrão. Sorley. Caíco.
Paulo Miranda e Sávio. Juro Sávio, Juro Sávio Leal. Mas foi campeão. O cara foi o campeão do mundo. O cara fez certo na época. Professor. Marcão, cara, que honra pra gente que já tem a honra de ter o Vamp agora, pô, tomar um vinho com o Vamp. Tá maluco, né? Que brinde, meu irmão. O Marcos saiu, tá fora de campo. Vai só na hora. Então também não vai. Eu de bola.
Agora, Marcão, pra gente é uma honra receber você aqui, de verdade. Quando a gente faz esse podcast é pra receber vocês. Então, cada um a gente tem um sonho de receber aqui. Eu já tava falando em off, cara. Você é um dos grandes destaques do Penta do Brasil. Colerasso. Tu pegou na cópia, brincadeira. Então, cara, pra gente é uma honra trocar ideia contigo. Seja bem-vindo, Oxalá. É isso, eu que agradeço.
Conhecer vocês pessoalmente, já conhecia, né? Vocês são famosos agora, né? Mas pessoalmente nos conheci e revê meu parceiro. Velho Vamp, parceiro de muito longa data. E é um prazer estar aqui na resenha. Eu cheguei até uma hora antes pra combinar as mentiras com o Vamp. Eu tô falando com o casamento. História, história aqui no...
Não, falta ir aqui, ó. O bar mesmo aqui em São Cristóvão, aqui na Vila Madalena. Porra, maneiro aí, cara. Parabéns, caramba. Legal de grande. Onde a gente olha aqui, só vê ídolos mesmo. É, velho. O Djalma Santos aqui atrás, seleção. O respeito é a nossa história, né? Aí eu já olho pra frente ali, tá a camisa do América do lado do pé, né? Tá dando uma maravilha no galo ali. Pô, eu gostei que o fogão tá falindo, mas tem muito fogão aqui.
E essas bolas aqui, ó Falando sério, a gente chegou aqui, o Marco tava sentado ali Eu falei, Marco, vamos tomar um gelo Ele falou, vamos, eu parei de beber Eu falei, agora que a gente podia tomar que não joga mais Você para na parede Tava fazendo muita merda E essas bolas aqui
Eu falei, essa aqui pra mim foi a melhor bola que eu já joguei. Clássica, né? Essa aqui foi a melhor. É a melhor bola que você jogou. E o Marcos falou pra mim a mesma coisa. Penalte Américas. Essa pra mim é a melhor de todas. Sim, essa é da Libertadores de 99, né, Lopes? Eu fui campeão paulista com essa. Foi, com essa aqui. E daqui eu não tive oportunidade de jogar, não.
Jogou. Jogou? Jogou. Quer ver? A parada é a seguinte. A precição é muito vinho e cachaça. Não dá para lembrar tudo. A melhor bola que vocês já jogaram é aquela ali. Essa aí. Américas. É Américas de 1999. Ou seja, é a bola da Copa América. Vocês estavam no elenco da Copa América. Como os campeões de 99. Isso. Essa bola aí. E também, claro, da Libertadores de 99. Essa aqui, né?
É isso aí, Mênix. O Aro Penta é o maior título da história da carreira do Marcão, né? Sensacional. Tá lá, aquela lá. Essa aqui, ó. Cadê? A bola World. Essa aqui, ó. Paulistão, né? Isso aí. É a bola oficial do Paulistão, né? Ah, é a bola da embaixadinha da Dilson. Isso. Só isso. Pau Cantor. Corinthians campeão. Eu tava envolvido em tudo isso daí. Tava envolvido em tudo. E dessa que o Pau Cantor, naquele jogo foram oito atletas que estavam... Naquele jogo foram pra Copa de 2002. É isso aí. Olha o nível do jogo. Oito.
Essa aqui, ó. Edilson fez embaixadinha com essa. Paulo Nunes foi pra cima. E essa aí? Mas o Marcão pegou o pênalti do Marcelinho. Eliminou o Corinthians na Libertadores. Foi essa aí também. Essa é de 2 mil? 2 mil. O Palmeiras perde pro Boca no jogo. O Palmeiras reclama muito de arbitragem nesse jogo de 2 mil contra o Boca Junto, né? Ah, teve. 2 mil, né? É. Final contra o Boca Junto. Se o VAR existisse há anos atrás, muitas coisas seriam diferentes. Foi a RIC caminhão na Libertadores, pelo menos. Ou podia ter perdido alguma coisa importante. Também!
Se tivesse na Copa o VAR, né, Vamp? Não, eu tava com isso. É, a Copa tem de nossa ali. Olha, essa aí marcou o campeão da Série B. A gente tava trocando ideia. Mora do lado do Caio Martins. 2003. Palmeiras, Botafogo. Botafogo foi vice-campeão. Palmeiras foi campeão da Série B. Dificílimo em 2003 com essa aí. E o Vamp foi campeão paulista. Jogando pelo Corinthians. Corinthians de Parreira, é isso, né? Ah, Corinthians de Parreira. É isso aí, show de novo. Tá vendo como é, Lads?
São bolas históricas do futebol brasileiro. A pênalti escolheu as pessoas certas pra estar aqui. Nós tínhamos envolvido em todas as paradas. Quem não se lembra de nenhuma dessas bolas aqui tá vivendo errado, beleza? Isso aqui é história do futebol. Os dois disseram, aquela lá, Américas, a melhor bola que eles já jogaram na vida.
Eu lembro bem daquele design, aquela bola ali. Era muito comum, a molecada queria... Tinha bolas que reproduziam, né? Aquele desenho ali. Todo mundo queria ter no futebol, nos anos 90, na rua, jogando na rua. Aquela bola ali, aquela bola era muito histórica mesmo. Pô, sensacional. Galera, ó, já vou pedir pra vocês 3 mil likes na nossa live só pra começar. Ah, lógico, pô. Vambora, que a galera tá chegando junto pra essa resenha. Voadora no peito do like. 3 mil likes na live. E o maneiro é o seguinte, vá comentando. Comentar é legal, mas mandar pergunta que é...
Vai ter essas duas feras aqui, né? Super chate de qualidade. Penta campeões, pô. Isso aí. Vamos embora. Eu já vou começar perguntando porque, assim, é a primeira vez que eles vão contar essa história juntos. Qual? Porque, assim, você olha... O Vando falou pra aquela foto lá. Você olha aquela foto.
Tem uma aqui atrás de você. Então. Tem uma lá e outra aqui. Essa aqui é a foto do Pedro. É. Mas não é dessa foto que eu quero saber. Eu quero saber o seguinte. Momento, né? É momentos antes ali do Vamp dar as cambalhotas históricas. Ah. À frente de Fernando Henrique Cardoso ali na rampa.
Você olha a foto, todo mundo reformizado de Brasil. Menos duas figuras. Essas duas figuras. Representando o Corinthians e o Palmeiras. Sempre, né? O Vamp de Corinthians e o Marcão de Palmeiras. Conta essa história aí. Parada foi o seguinte, cara. Eu quero saber do Marcão se é verdade. É verdade. Ele já veio muito louco na primeira Copa do Mundo na Ásia. Vem de lá para lá de Bagdá. Lá em cima você toma uma, vale por mais de quatro. Então, foi 40 mil dúzias que nós viemos, né?
Primeira classe, classe executiva. E alguns são milhares na classe econômica, né? Vampeta pegou os três turnos. Todo mundo mudava de turno e ia dar uma descansadinha. Vampeta estava lá, os três turnos. E aí, meio desses três turnos, quando chega no último turno, que está em Brasília.
Eu estou com camisa para lá de Bagdá, Ivete cantando, eu querendo cantar Ivete. É. Ivete entregou você no microfone. E por incrível que pareça, daquele plantel todo que tem ali dos 23, quem era mais amigos assim, que se conhecia primeiro assim, por exemplo, o Eudido e o Marcos. Sim. A gente tinha ido para a seleção sub-20. A gente tinha amizade com o Marcos, a gente tinha jogado Copa São Paulo contra.
E aí eu vim da camisa do Corinthians e o Marco fala assim, mas meu palhaço, vai ter a foto oficial? Só você está diferente. Todo mundo com a gasália da seleção naquele sol, a Misa e eu com a camisa do Corinthians. E os torcedores do Palmeiras embaixo cobravam. Aí o Marcão, o Vampeta está com a camisa do Corinthians, bota a do Palmeiras.
Ah, o Marcos falou, então joga. O cara jogou pro Marcos. O Marcos veste a do Palmeiras. Nisso você falou que tinha umas camisas reservas da seleção pra gente encontrar o presidente. Você tem mesmo, Vampa? A camisa? Eu tenho lá na minha bolsa, mano. É um fato novo, velho. Traz um fato novo, Marcos. Eu sei que o Marcos vacilou, joguei e falou, ó, velho, joguei a camisa dele da seleção lá embaixo, falei, tá fudido agora nós dois.
Só que na época, quando o Fernando Henrique vai chamando um por um, deu uma repercussão mais porque eu tô com a camisa preta e das campanhas. Mas o Marco tá com a camisa verde, que é da cor do agasalho da seleção. Um verde mais... Mas era verde também. Cara, mas é fantástico isso. Olha a foto e é isso que aconteceu. Queria saber do Marcão. Ele pegou a tua camisa e jogou lá embaixo, Marcão.
É, porque... Na cerimônia, ele encontrou o presidente da República, né, cara? Pô, eu ia botar tudo ali. É, tipo assim, os caras tudo... Tá certo que na hora que ganha, o pessoal não liga muito pra isso, né? Mas... Chuta a liturgia. Mas você encontra o presidente e tal. Mas ele já tinha uma liberdade... Ele falou, né? Ele falou. Pô, eu tenho lá as reservas. Aí depois, na hora que... Mas foi legal, pô. Torcida do Palmeiras ficou feliz pra caramba. Do Corinthians também, né? Foi tipo... Já tinha uma parada com o Fernando Henrique. Se o Américo Faria ficou puto. É.
Era o supervisor. Já tinha uma liberdade com o Fernando Henrique, porque quando nós fomos campeões da Copa América de 99, o Fernando Henrique recebeu também a seleção no Planalto. E a galera toda lá, os caras brincavam, pê, fala pra ele diminuir o imposto. Fala pra ele diminuir o imposto. Presidente, a carga tributária tá pesada, presidente. Os caras, 27,5% tá foda, presidente. Abaixa essa líquida aí, presidente. E aí eu já tinha brincado com ele.
Lá, né? O presidente aí que tá até com problemas aí, boa recuperação. E aí os caras falavam assim, vai, quando volta depois, isso foi em 99, 2003, depois a gente volta. Agora é a cambalhota que eu vou dar, não vou pedir mais pra ele reduzir o imposto não, porque ele não escutou. A gente não ouve 7,5 até hoje. O pior é que o pessoal falava pro Vampeta falar, e ele fala, velho. Não mexa com a boca desse velho vampa.
Nós fomos na festa do Penta agora, que teve uns anos atrás, os caras... Vampeta, cola no presidente e pede pra ele aposentar nós. Aí, zoando, né? No região do Baiano, né? Daqui a pouco tá Vampeta do lado do presidente. Essa foi a melhor, porque... Quando foi 20 anos do Penta, a CBF fez um jantar. Lá no Rio pra todo mundo, né? Aí, aí a foto. Vê se essa foto não é bem dividida.
Mostra aí, Betão. 11 titulares de um lado. Do Marcos... Mas eu já quero essa história aí depois da apresentadoria. Do Marcos para o Cafu, você pode ver que é o time titular. É. E do Kaká e do Júnior, é o time reserva. É verdade. Essa foto aí pode ver. Não tem que acalhar. A ideia, o Marcão estava lá lembrando essa parada, que a ideia é do VAM.
Sensacional, né? Pode ver. Até o Anderson Paul que está aqui. Não, não está intercalado. Pode dizer assim. Quando você ganhou uma coisa... Não tem nada intercalado. Olha lá. 11 titulares e 11 reservas. 11 reservas. Cafu para cá do Marcão.
todo mundo titular. É a coisa mais justa, né? Porque pra você chegar na Copa, pra chegar nessa final, pra você ter sido campeão, você precisava... Tinha parte da classificação. Então, todo mundo teve... Do começo das eliminatórias até o final da Copa do Mundo, todo mundo teve uma importância grande. Sabe como é que é estar aí, Marco? É a foto mais justa da história. Marco, sabe como é que está aí? Do jeito que está aí, certo. Tinha um 100 e um dos 12 e o nome é Ivan Petra, Anderson... Ninguém ia ver a foto nossa.
É verdade. Agora tem que ver a foto, filho. Agora tá na história. Não ia estar aqui na parede. É. Ia estar só o último de novembro e o nome. É, as outras seleções campeãs, né? 94, 70, nos outros anos. Era isso aí que o Roberto falou. Eram os 11 e só os nomes e mais. Aqui tem tudo. Deve ter alguma foto aí da seleção postar em 70, 94. Se tiver atrás aqui pra ver. Se aparece. E é engraçado que toda a Copa do Mundo...
conquistada pelo Brasil, algum atleta brasileiro inova alguma coisa. Porque quem levanta a taça primeiro é Bellini, para mostrar para os fotógrafos. E depois todo mundo passou a mostrar. Quem beija a taça primeiro é Carlos Alberto, 70. Ninguém beijava a taça até o Carlos Alberto. E depois passou a beijar. O Cafu, aquela subida no palante da pista. E levantar. Ninguém imitou o Cafu, mas já fizeram algo diferente de subir também. E o lance da foto...
O primeiro que fiz foi vocês também, do Penta. A única foto com o elenco todo é a do Penta. Todo mundo faz hoje quando ganha título. Todo mundo... Vai agora o grupo todo, né? Normalmente a gente fazia como, Marcos? No clube, né? No clube e a galera toda pra sair todo mundo na foto. E por isso você interessa em aposentadoria, pô. Não, essa aposentadoria foi foda. Essa foi uma das melhores histórias que eu tenho.
Os campeões do mundo... Eu vou só ficar de boa aqui, escutando. Isso sobe da vida de todo mundo. Não, mas de verdade, ó. Os campeões do mundo brasileiro... Ó, no mundo hoje, segundo o censo, eu não sei, né? Eu sei que morreu mais gente do que nasceu. Se morre mais do que nasce. Segundo o mundo, fala que o mundo hoje tem 8 bilhões de habitantes. Eu não sei como é que se conta isso.
Não sei quantas crianças estão nascendo agora na maternidade aqui em São Paulo, na Bahia, na Bahia, ou na Turquia. Mas diz que é 8 bilhões. Então, de 8 bilhões no mundo, não tem 400 campeões do mundo vivo. 400 no mundo. O Brasil tem 220 milhões de habitantes. Não tem 65 campeões do mundo vivo. Já morreu os caras de 58, 62. Alguns eram bi, outros eram tri. Então, você pega aqui.
2002 e 94 dão 40, 41. Porque Cafu e Ronaldo já é bi. É. A gente foi com 23, mas dos 23 já tinha dois campeões, Cafu e Ronaldo. Cafu e Ronaldo. E em 94 eram 22. Então são 20, né? Então tava assim. E os caras que foram campeões do mundo, a CBF, deu uma aposentadoria pra cada um.
Campeão do mundo é campeão do mundo, irmão. Até 70? Até 70. E eu tô batalhando pra que chegue em 94 e 2002. Ah! Os caras de 94, tudo por 90. Você é o responsável por nós. Aham. Em 2002 aí e tal. Beleza, você bebe e faz lá os 20 anos. Eu chego no aeroporto de Santo Dumont, pego minha ponte aérea.
Quando eu chego lá, o meu motorista, o senhor Marcos, a temperatura está agradável, o som está ambiente. Falei, meu irmão, me leva essa porra aí que não tem chave, não. Chego lá no hotel, na Barra, ou não, em Copacabana, né, Marcos? Chegamos lá e tal, a mulher, quando eu vou lá fazer o check-in, a mulher perguntou assim da recepção, o senhor trabalha com qual cartão de crédito? Falei, minha senhora, primeiro é o seguinte, eu fui convidado pela CBF, já estou sendo roubado.
E o Cafu tá atrás de mim, o Rivaldo, o Rivaldo pouco ignorante. Eu não saio de Orlando pra pagar nada, não. O Cafu é capitão, cara. Aí chegou ali, pô, aí veio o pessoal lá. Não, aqui são jogadores e tal, moleque. Não, desculpa, tal, tal, tal. E se eram as seis horas da tarde, eu vou na beira da piscina, tal. Juninho, Paulista, Belete, Luizão, Edilson, Denilson, os caras tomando vinho.
Aí eu falei, ó, acabei de chegar, os caras já queriam roubar meu cartão de crédito. E contei isso, então os caras verem 120 pra caralho, papapá. Eu falei, é verdade, pô, pergunta pro que eu fui, pro Rivaldo tava comigo. Aí o Juninho é diretor da CBF. Falei, Juninho, chegar na hora da janta, chamo o presidente, é baiano. O Edinaldo era chefe da delegação em 2002. Ah, é, né? Meu conterrâneo, eu vou pedir aposentadoria pra nós tudo. 94 já mandou eu representar os caras. Fechado, fechado.
ficam bebendo. Daqui a pouco tá lá o jantar, cada um na sua mesa, né? O Marco na mesa dele. Eu, cara, na minha. Arrondando todo mundo, nas mesas tudo. Tá festa, imagina, né? O Mauro Naves sendo o mediador. O Zeca pagodinho ia cantar, mas tava de Covid, ele voltando de pilares. Aí começa a cantar e depois vai chamando um por um com o número, né? Marcos, camisa 12. Entregou a 12 pro Marcos. Era um. Foi chamando. Chega no Rivaldo, o Rivaldo não vai. Meio chucrão, né? Não levantou pra ir.
Beleza e tal. Aí eu falei, Junior, chama o presidente aí, vai. Vai ver o presidente? Ele falou, presidente, olha que festa maravilhosa. Olha aí, o Denilson com sua esposa. Eu achei que esse casamento com a irmã do Zezé ia durar três meses, já tem mais de 15 anos. Os filhos brincando, aldida. Nem dança, está dançando com sua senhora, com a Lúcia, seus filhos. Olha Lúcio rindo. Olha o Lúcio. Olha Lúcio feliz. Olha Lúcio feliz.
E dessa turma toda só não tinha ido o Ronaldinho Gaúcho e o Roque Júnior que tava viajando e o Rogério Cênico era treinador. A galera toda, né? Aí o presidente da risada disse uma pessoa, por exemplo, se o senhor vai querer isso aqui, ver Daniel Alves, Neymar, Thiago Silva, é nós aqui, pô. O senhor era presidente na época, o senhor quer ser egoísta, quer ganhar duas. Aí ele começou a dar risada, eu disse, mas a brincadeira é a seguinte, todos os campeões do mundo até 70 tem uma aposentadoria. E nós queremos também, campeão do mundo é campeão do mundo.
Aí todo mundo quieto na mesa, né? Aí ele falou, não, é uma boa ideia, ele concessou. Vou olhar isso com muito carinho. O Luizão Mamado, com aquele chapéu do Black Brider, como é? Black Brider. Essa porra aí. Queremos também plano de saúde para a família toda.
Nós já temos o Pronto de Saúde. Os atletas têm. Além da aposentadoria. Todos os atletas campeões do mundo tem o odontológico e o Pronto de Saúde. Luizão, queremos ir pra família também. Aí a Dilson falou, Luizão, cala a boca aí que o Vampira tá falando. Quando falou, Luizão, falou, vai tomar no cu, porra. Eu não dependo dessa porra, não. Eu falei, ele não depende. Ele não depende. Os caras brigando. Aí o presidente, aí começou a discussão. Aí o Belete vem e fala pro Rivaldo.
O Ivaldo falou, gente, calma aí, aí o Belete falou, calma o quê? Você não quis ir lá pra dançar com nós? O Ivaldo falou, ô, sua mãe era, você tá falando com quem? Virou um grande conflito. Aí virou um salseiro naquela mesa, todo mundo, porra. Aí o presidente falou, ó, vou deixar o representante aí, saiu pela direita igual o Leão da Montanha. Graças a Deus que a briga foi 20 anos depois. Aí sabe o que aconteceu? Sabe o que aconteceu? Sabe o que aconteceu?
Todo mundo foi embora, ficaram bebendo. Ficou eu, Marcos e o Júnior e o Lúcio bebendo até de manhã.
Dois dias depois, a gente tem um grupo da seleção. Eu tenho uma dessa daí pra contar. Nós chapados lá, eu falei assim, os garçons querendo ir embora, mano. Os caras que estavam se vendo, eu falei assim, Como é que era a escalação, vocês dois? Nós dois, mais um. Lúcio, Júnior e Dida. Nós cinco. Luizão. Luizão, é. Então nós seis. Pô, a gente faz 20 anos que não se vê. O cara falou, e eu com isso, mano? Que vocês não se vêem.
O garçom. Não quer nem meter o pé, não? Você pode se ver o dia que você quiser. Ficar aqui até meio dia agora também. Tem que dormir, pô. Boa argumento. Boa argumento. Cade embora, gente. Bom dia depois. Porra, eu tô lá no clube com Andai na Vila Maria, aqui na União dos Operários. Aí vem no grupo aqui, né? O assessor do presidente. Bom local, bom local. Foi lá comigo, né? Aí o assessor do presidente vem e fala, galera, tem uma notícia boa. O presidente falou...
que tem os filhos e as esposas, pode mandar o nome que até 28 anos a CBF vai pagar o plano de saúde. Aí eu falei, pô, se eu tiver 10 mulheres, qual eu vou mandar? Aí o Rivaldo falou assim, vai pra puta que pariu, eu tenho um filho de 30, outro de 32, caralho.
Sabe o que aconteceu? Sabe o que aconteceu? Não tem um plano de saúde, não tem aposentadoria. Vamos ver se o homem que está lá agora, que está fazendo um belo trabalho, escuta a nós. Presidente Samir, é de direito, porra. Se os caras de 70 têm, 94 querem e 2002 querem. Sabe o valor, Vamp, da aposentadoria? O que vier, pai? Onde pira é o cerco, né?
Aí o plano de saúde é bom, hein, mano? O plano de saúde é. Eu já usei uns três, veio com quase morrer uns três, veio, né, mano? Ah, mas é o mínimo, né, gente? É o mínimo, assim. Não, porque é, pô. Esse tipo de situação tem que rolar, pô. E aí, ó, eu te falo sério, já tava pra ser assinado. O Juninho agora já não tá mais lá. Agora tô Edmilson. Vou na caça do Edmilson agora. Ah, o Edmilson tá na CBF, né? Agora ele que tá lá no lugar do Juninho. É, verdade, vira. Agora, vai, vai. Eu quero ele tacar e ele, porra, essa porra dessa aposentadoria vai sair ou não? Agora ele tá lá, eu quero ver agora.
É, mexe o pauzinho aí dentro, né? Eu ia aproveitar que a gente tá falando de Copa, né? Queria saber dos dois, assim, essa expectativa de chegar à Copa. Em 2002, a gente também teve alguns problemas de contusão na porta ali, que os jogadores entraram. Tinha a dúvida de Rivaldo e Ronaldo? Acho que não a dúvida do Filipão, porque o Filipão tava certo dos dois, mas... São tesões dele, né?
Exatamente, da opinião pública, não sabia. Como é que vai ser Rivaldo e Ronaldo? Porque eles não jogaram antes. O Rivaldo estava ameaçado de operar. De operar, o Rupo e bancou. Tinha a parada do Romário, que a torcida queria o Romário. O Romário estava sendo convocado. Não é igual, mas a gente está vivendo hoje um momento de contusões e tem a situação do Neymar. O que vocês estão, primeiro, pensando desse grupo que o Brasil está levando para a Copa, a princípio que parece ser, acho que a gente está indo com um grupo que dá para brigar. E o que você pensa em relação ao Neymar?
Vai entrar na Copa ou não? Eu sempre penso assim. Eu acho que a seleção, a gente pode ficar desconfiado da seleção. Pô, não tá jogando bem, os caras tão machucando. Como é que a gente vai chegar na Copa? Mas duvidar do Brasil numa Copa... É difícil, porque a gente tem uma grande seleção. E a gente teve...
Muito problema pra chegar na Copa de 2002. A gente quase não classifica, cara. Não, não é. Venezuela é o último jogo. Então, tipo assim... Tem Honduras. Não tinha... Com a América eliminada. Tiveram vários times, né, Vamp? Vários times, vários treinadores. Até chegar na Copa. E a gente...
Essa agora é quatro também. Foi campeão, chegou cheio de problema. Até onde que a gente vai? Será que a gente passa a primeira fase? E a Copa... Copa é um negócio que você vai jogando, vai pegando confiança, vai jogando, vai pegando confiança, e pelo menos assim é o jeito que eu vejo. O que eu vejo do Neymar, eu levaria. Por que que eu levaria? Porque eu analiso muito futebol pela visão do goleiro, né?
Então, tipo, o goleiro, quando ele tá no gol, assim, ele vê o cara entrando, se o cara tá entrando ali, o cara sempre vai respeitar. O cara pode ter 40 anos, mano. Mas é o cara. Se você tá ali e você fala, pô, o Cristiano Ronaldo tá entrando ali, pô, o cara tem 40 anos, não interessa ler o Cristiano Ronaldo. Você sempre falava, viu o Romário? É, o Romário tava aí e tal. Pô, o Romário sempre vai ter... Pode ter aquela jogada de mestre, né? Então, tipo, se eu acho que o Neymar é um...
É um dos talentos que, no meu ponto de vista, eu não sei como é que funciona o grupo da seleção hoje, não sei o que o Quantielotti está querendo lá pra cor, mas tipo, pra mim de fora, assim... O Filipão consultou vocês. A gente queria que levasse o Romário, né, Vamp? Porque a gente ia jogar nos lugares, a torcida... Romário! Porra, era uma pressão. Era uma pressão pra ele. O Marcos queria cada goleiro, quem não queria era o Luizão, é Dilson.
Mas é verdade. Mais um, né? Deu se o Marco queria que eu levasse calo o Germano. Agora, cara, essa... Mas tirava um pouco da pressão, porque a gente... Claro. Você lembra que a gente chegava... Era o nome do Romário. A jogar e as perguntas, tudo que tinha que responder, o negócio do jogo era só do Romário. Então era o jeito de tirar pressão, mas o Filipão... Gaúcho, né, velho?
Eu acho que quando cisma com o negócio... Ele não leva o Romário e fecha com vocês ali. É meu time esse aqui.
Como ganhou, tudo. Pô, o Filipão fez certo. Se tivesse perdido, era até hoje. O Balão Felipe, o Balão Felipe. Não levou, né? Agora, sobre isso, assim, o Vamp contou que ele treinava de zagueiro, né? Porque por conta dos três zagueiros, né? Só tinha o Polga na reserva. Mas, cara, é uma geração que além da... A gente sempre fala, porra, ficou fora da Copa o Alex, o Djalminha, o Romário. Caraca, é surreal isso. Era o talento, viu? Agora, se a gente olhar pro gol também, né, mano?
Olha os três goleiros da seleção. Porque a galera fala assim, não, hoje o goleiro evoluiu. Eu, eu, minha opinião, não vejo nenhum do nível de vocês. Goleiro craque, não tem goleiro bem treinado. Era de Chica, Marcos e Sêni. O que você acha, Marcos? Eu tinha um probleminha com o recurso de bola, né?
Jogar com o pé. É, jogar com o pé, assim. Até porque não era uma época que o cara recuava pra você e os times posicionavam pra você sair jogando. Mas hoje vocês treinariam isso, né? É, provavelmente treinariam. O melhor do mundo que era o cara recuar pra ele pra ele sentar o sarro pra frente. Tipo, era o que tinha na época, mas assim... A disputa de vocês inteira era pesada demais. Mas o talento que eu digo, os três, a gente não tem goleiro com esse talento dos três hoje.
Disputa honesta, decente. Eu amo o Dido e o Rogério, assim, de coração. Os caras me ajudaram pra caramba lá. Era aquilo lá, aquela disputa interna, mas que cada um fazia sua e escolhia o treinador. O treinador escolhia, né? Por exemplo, a maior panela da seleção, a maioria, tudo já tinha jogado contra e muitos a favores. Por exemplo, quando vai o Luizão, o Edilson e o Cardinho, que entra no lugar do...
Do Emerson. É o Corinthians. Panela do Corinthians, isso daí. É a panela do Corinthians. Aí já tem Camargo, Rock Jr. Junior. Eu já sou amigo do Junior, que começamos junto no Vitória. Eu já sou amigo do Dida, que começa. O Marcos e o Dida, uma panela do caralho, os dois. É, é. O Marcos e o Dida, que é o Tadu Rosário Ceno.
Rogério Senna era... Panela, panela. O nosso quarto era aberto, assim. Era tudo aberto às portas. O quarto individual. O Rogério na época já levava chocolate lindinho, Tim. Dida com o Ronaldo. Já na época. Dida com o Ronaldo e comigo, e com o Roberto Carlos, Roberto Carlos com o Ronaldo. Todo mundo já tinha uma aproximação maior. Todo mundo, assim, já tinha jogado junto em clubes. Você pega Belete, Kaká, Rogério Senna e Juninho, já tinham jogado junto. Denilson. Então, vários tinham jogado juntos, né?
Quando você fez a pergunta aí pro Marcos, que eu não respondi em relação ao Neymar, eu tava vendo uma pesquisa aqui, eu tô falando craque, não tô falando, eu tô falando alto nível. Nenhum, nem Zico, nem Pelé, nem Ronaldo, nem Rivaldo, nem Ronaldinho, nem Adriano, jogou a Copa do Mundo com 34 anos.
Sempre menos. Nenhum deles nunca foram. Com 34. O Ronaldo, em 2002, tinha 25 anos, cara. Não jogou mais, não. Nenhum deles, nem Pelé. Se o Neymar for, ele vai ser o primeiro.
E o segundo assim que eu falo assim, o talento, meu irmão, mas... Eu sou defensor assim do Neymar. Eu coloco assim, Pelé, Zico, Romário, Ronaldo, Neymar. Aí vem o Ronaldinho Gaúcho, o Rivaldo, o Rivelino, Garrincha. Bota o Neymar na frente do Gaúcho? Boto. Só que eu vejo o Neymar toda semana, eu acho que ele sabe, eu não sei se ele já sabe que ele não vai, que toda semana é uma merda.
É uma merda, traidor. Ontem saiu, tô lá, não, o Neymar não foi pro jogo contra o Bahia, mas foi comer uma feijoada. Foi. Aí a noite ficou com febre, no dia seguinte não fui treinar. É. Eu digo, não faz isso, come a feijoada em casa do seu inferno. Bebe à vontade e vai pro treino no dia seguinte, que a gente tá defendendo ele pra pôr pra ir pra Copa. É. Mas toda semana...
É uma porra de quem não quer ir pra Copa. Porque aqui, ó... Você vai falar assim, o Ronaldo... O Ronaldo se cuidou pra ir em 2002. Eu lembro disso. Lembra, mas ninguém sabe o que o Ronaldo fez internamente. Fez merda com uma porra, meu irmão.
Quando eu falo menos assim, tu vai dizer que o Ronaldo vai... Porque falta 60 dias pra cá, vai dormir 9 da... Vou ver a novela e vou dormir, 6 da manhã eu acordo, falta... Fizoterapia. Alguém fala alguma coisa? Não tem imagem do Ronaldo? Eu não posso contar, mas eu sei umas 4. Lá em Telesópolis. Parece que ele viu, já. Tem o talento natural, né, mano? Não, mas o Neymar, parece que toda semana, parece que ele faz pra confrontar mesmo.
E parece que a Copa não é seis meses. A Copa falta menos de 40 dias. Falta uns 25 dias pra convocação. É. Menos. E pra começar a Copa. 18 de maio. Aí eu tô aqui. Aí os caras... Você viu o que o Guilherme fez? Eu falei, o que foi o Guilherme fez? Não foi feijo contra o Bahia, não. Foi comer uma feijoada. Nada contra a feijoada. Pelo amor de Deus. Feijoada é bom. Aqui tem feijoada. Porra. Aí eu já vi hoje alguns companheiros falando assim. Mas na feijoada, você tá tomando antibiótico, você tá doente? Por que tomou caipirinha aí?
Eu vi hoje, nosso querido Marcelo Barreto. É da hora não, meus boi. Mas aí você pega assim, pô, será que esse cara está sabendo que não vai? Pelo talento dele, o que é 50%? O que é 60% do Neymar? Eu acho que é muito mais do que muitos que estão ali. É isso. Essa que é a parada. E com o machucado do Estevão, né? A conduzão do Estevão também. Eu sou amigo do Marcos, desde quando a gente é da base, eu nunca fiz essa pergunta, eu sempre pergunto para os caras que eu encontro, como foi... ...
que você recebeu a sua convocação para 2002. A mim, eu lembro que eu estava no Corinthians, eu saí para treinar, aí saí do treino, ninguém tinha me ligado, nada da CBF. Naquele dia, que seja o 18 de maio. Sim.
Eu digo, caralho, só pediram as minhas medidas 15 dias antes, mas pediram pedidos de 50. Eu joguei nas enumeradoras com mais de 100 jogadores. Eu falei, caralho, não estou dentro. Você era um cara presente. Não, eu joguei em 15 jogos, fiquei de foda 2 por suspensão, uma que o Filipão não convocou. Fui na revista Rebouça, na avenida Rebouça aqui, o Marcos Sábio tinha uma churrascaria chamada Paulista Grill. Estou sentado lá.
Daqui a pouco o garçom veio e falou pra mim, ó, parabéns. Falei, por quê? Acabou de sair seu nome aí na relação. Eu tava nem assistindo a parada. Eu achei que eu não tô na parada, ninguém me ligou, pô. Você lembrou, ou você já sabia? Eu tava em casa. Ah, eu imagino que eu... E a três, né, mano? Tinha terminado jogando, eu falei, pô, em um dos três eu tô. Não sabia se ia ser titular. É, nos últimos jogos ali, né? Depois a Copa América.
Depois, a Copa América foi antes. Foi antes. Nós perdemos para a Honduras. Honduras. Voltaram para a Honduras. Sofrimento. Mas teve jogo do ano da Copa. Tem uns jovens ali, né? Mas assim, achar que vai ou não. Vocês três aqui acham que o Neymar vai. Eu já perdi a criança. Eu já sou descrente. Eu acho, eu gosto muito dele. Nunca o vi. Vou fazer que nem o Neto. Nunca vi, não quero ver. Não. Eu nunca vi. E se quiser um dia me levar na festa, pode me convidar. Uma feijoada. Uma feijoada. Mas vocês acham que ele vai mesmo. Eu não sei qual é a liderança técnica.
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no nosso jogo. Parece que o Ancelotti deixou meio claro nas coletivas, se você for recuperar as coletivas desses últimos jogos, quando se pergunta de o que precisa para jogar, para ele convocar, especificamente do Neymar, agora, recentemente, alguém fez isso na internet e juntou as falas. Ele sempre deixa muito claro que vai olhar a parte física, a parte física.
Eu acho que se o Neymar jogando... Ele tá jogando. Mesmo que ele fique fora do jogo, tem jogado. Ainda mais agora que o Estevam parece estar fora, eu acho que ele vai levar o Neymar. Eu acho que ele vai levar. Eu tô igual o Vambra. Até pela situação de assim... Eu levaria. Eu levaria com 26, pô. 26. Tem um cara no 26 que nem vai jogar. Tem.
Agora... Tem um tempo de preparação antes de começar a Copa. Tem, tem. De concentração, de treino. Fogo pra grande. Agora, eu acho assim. Marcos falou aqui do Romário quando a gente estava em 2002. Todo mundo cobrando o Romário, né? O Romário, uma Copa antes...
Só falar um negócio pra você. É fácil não levar o Romário se você tem Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Ronaldo. Não, é isso que eu tô falando. Agora, tipo assim, nada contra o Atlante. Tem a dúvida, né? Mas você tem isso. Não, mas eu vou te falar um negócio sobre o Romário. O Romário, em Copas anteriores, a Copa de 90, o Romário já não queria citar no banco pro Mila e pro Careca. Nada mais, Mila e Careca.
O Romário, em 2094, ele ganha a titularidade que Careca pede para não jogar mais. Ele fica fora, volta ali no jogo do Uruguai. Fica ele e Bebeto. Ele fica fora porque dá uma declaração também que não vai ser urbano. Vindo o Barcelona vai ser reservado. É Brasil e a Alemanha 3x3 em Porto Alegre esse jogo. Ele fala que não atravessou o Atlântico para ficar no banco. Nunca mais vem. Tu acha que o Neymar...
Vai aceitar o banco da seleção? O Marco sabe, ó. O papo é o seguinte aqui. Na seleção, a gente acorda, quatro individuais. Primeiro é na Ásia. A gente acorda, vai pro café da manhã, resenha. Vai pro treino, tem resenha. Volta, tem janta, tem resenha.
tem o lanche da tarde, tem o treino, tem a noite, essa convivência é tudo. O Neymar vai sentar aqui na mesa e falar, nem fudendo o Estevão. Ele aceitaria, Vap. Nem fudendo o Estevão. Por causa do propósito. Por causa do propósito. Igor, o Thiago. Igor, o Thiago. Essas bolas não vai jogar nem fudendo. O Thiago sou eu. O Neymar não acha que ele aceitaria por causa do propósito, mano? O propósito de fechamento de uma carreira brilhante com uma Copa do Mundo. É.
Eu penso assim, mas eu fico nessa dúvida aí também. Então, cara, a minha ideia já variou. Qualquer jogador que tem esse sonho aí de outro propósito, o treinador fala assim, eu vou para Mirassol, nada contra o município de Mirassol. É longe. É longe para chegar lá. É danadinho lá. É, é. Pé de Rubiné. Cidade de Luizão. O antielote vem do Canadá.
Vou lá pra Mirassol. Sabe o que o Leymar tinha que fazer? Eu não vou jogar, mas vou estar lá. Vou estar do lado do homem. Está nele, ó. É. O malandro fazia isso. Caraca, ele não estava. Não, aí dois dias depois, está na King League batendo pênalti. É. Subiu. Nada contra a King League. Eu estou falando assim. As atitudes me parecem de que não quer ir... Tem razão. ...pra a Copa. É, o extra campo... Essas atitudes eu não vai... Vou brigar com o torcedor. Vou não sei o quê. Vou pra rede social.
É a hora de se colher. Não estou falando que não pode fazer merda de colhido, não. A merda você pode fazer sem ninguém saber. Não, você falou uma parada certa, que assim, a gente comentou sobre isso. O Ronaldo, ele meio que saiu do holofote, né? Você viu o Ronaldo? Também não tinha rede social na época, mas a gente subiu. Tem um amistoso antes da Copa, que ele joga, não é isso? Ele joga um amistoso. Tem um amistoso, eu não lembro agora. Tem um amistoso antes da Turquia. Mas ele vai mal, ele sobe se você me engano. Eu não lembro muito, eu sou ruim de cabeça. Fica para lembrar um amistoso aqui, ó. Estou aqui. Vai.
Brasil e Finlândia. Aí, ó, esse em Cuiabá, eu lembro. Lá em Cuiabá. Era Finlândia ou Islândia? Islândia, Bito, Islândia. Não, não, Islândia. Na Islândia, eu joguei com o Gu Johnson no PSV, que jogou no Barcelona. Aí o Filipão chegou pra mim, Alex e o Roque G falou, ó, vocês eu já conheço, vou dar uma oportunidade pros meninos que eu não conheço. Você jogou com o Gu Johnson? No PSV. Caralho!
Saca, mano. Ruim. Não, ele não vai ser bom, não vai ser bom. Ele é o melhor. Na Islândia, o Brasil fala assim, menos 40. Na Islândia, traz os caras, bota em Cuiabá. Começa o jogo, Gilberto Silva saco de... Isso vai dar merda. Kaká, tome. Eu falei para o Alex, só... Quem vai fazer o gol é os caras que estão jogando.
Anderson Polga de cabeça, saco. Metemos uma caixa, a Islândia, os caras... A gente passava pelos caras, os caras ficavam se olhando. 40, lá é menos 40. Se você pegar o Marcos, jogamos a Copa América, jogamos a eliminatória. Gilberto Silva, Krebson. Kaká não jogou a eliminatória, jogou nada. Foi pra Copa. Foi pra Copa, um monte ficou de fora, um monte. É uma cota aí de gente que chega na reta final.
Então tem isso, tem isso também. O Elzo. O Elzo. O Elzo. O Danilo Bata Fogo, né? Então tem as cotas ali que você pode liberar, né? E alguém vai dançar a lambada. Vai dançar. Aí eu tô aqui olhando. O Neymar tá vindo que tá acontecendo isso tudo.
Ou ele tem convicção que, ó, eu sou o cara e eu vou mesmo, e vou continuar fazendo essas porra, ou eu tô foda, então vou continuar fazendo as merda mesmo. Das duas unhas a gente não sabe. Pode ser? E o Hendrik, cara? O que vocês acham do Hendrik?
Tem que estar também. Estava foda, agora está dentro de taça. É, né? Foi, estava entrando os dois amistosos. Já tinha que estar dentro, cara. Também acho. Qual o jogador daquele nível de força, velocidade, trombador ali na frente. Eu não sei se você está pronto. Mas eu acho que o Dorival foi mal nessa, sabia? Dorival acho que atrapalhou o Henrique. O Dorival não chamou o Henrique no ciclo dele, ele não chamou. E o Henrique... Mas não é ganho não com o Dorival, ele joga quando ele bateu. Peraí, olha bem. Depois não joga mais. Dorival, Dorival, ele convoca o Henrique.
O Henrique mete gol em Londres. Em Londres, contra Espanha, pô. Depois vai em Madrid, mete gol. Tem a próxima convocação, ele pega o México, o Henrique faz gol. Aí ele vai pra Copa América, né? Vai pra Copa América.
E aí, mete contra os assassinos, que é os zagueiros do Uruguai. É. Ela é uma turma de assassinos lá no futebol. O Brasil é destraçado, o Henrique não vai mais, pô. Não vai mais. É, depois de Copa do Nérico. Mas diz que era por causa de relacionamento. Aham. Não pelo futebol. Da conjura dele fora de par. Ele parece ter uma personalidade de par. Agora, Marcão, sobre Copa, cara, eu farei aqui no início. Tu, mano, se não é você também, o Brasil não é campeão do mundo, né, mano? Porque... E aí, vamos lá.
contra a Bélgica. Tem uma defesa tua contra a Alemanha também na final, que tu pega a bola vai na trave. Eu tava num bom momento. Que nem você falou antes, os três goleiros do Brasil estavam num bom momento. Mas o seu maior nível de atuação na carreira, assim, a maior sequência de grandes atuações? Ah, velho, eu acho que entre 99 e 2004 ali eu era um dos três melhores goleiros que tinha no Brasil. No mundo, né? Não, no Brasil. O mundo é muito grande. De 99 a 2004.
É... A gente tinha uma briga muito boa ali de... Qual o goleiro que agarrou mais de você na Copa? Na Copa? É. Do mundo. Carai, velho. Eu não lembro assim muito... É premiar o Khan, né?
O Khan falha na final, pô. Não, rapaz, ainda bem. Acho que foi Deus que falou não vai dar prêmio de melhor goleiro do mundo pro Marcão que vocês vão acabar com a carreira dele. Imagina. Ele vai ficar lá perto do cara aí. Melhor do mundo. Você é louco. Bélgica é o seu melhor jogo. Bélgica, assim, na Copa fui crescendo ali, né? Mas contra a Bélgica os caras ganhavam prêmio, né, Vamp?
Os melhores do jogo ganhavam prêmio. A FIFA não dava prêmio pra goleiro, nem que a vaca tussa, velho. Aí eu falei, contra a Bélgica, vou encher o bolso de dólar. Ela é só brasileira ainda, hein? Vou encher o bolso de dólar. Aí o prêmio engana. Aí eu ganhei o Ronaldo, que fez o gol. E o Ronaldo chegou, o Chacal deu um monte de dólar pra mim. Falei, é, Marca, o senhor quer ganhar, né? Boa, Fenônia.
Aí depois me dá o melhor da Copa pro Oliver Kahn. Antes da final. Tipo assim, o melhor da Copa, ou foi o Ronaldo, foi o Rivaldo. Não, jogador foi... O goleiro foi tu, eu acho isso. Ah, não, acho que... O Oliver Kahn, pô. Eu acho que é porque o Kahn... A gente assistiu os jogos da Alemanha lá, né? A Alemanha chegou muito na final por causa do Kahn. Isso aí, é. Era 1x0, mano. Os caras, o time dos caras era... Perdeu o Balak ainda na semifinal.
Eu acho que a Copa do Martão... Fazia um gol e o Kahn segurava tudo lá atrás. Ele lembrou do goleiro da Turquia também, era bom. O Rustu, né? Tinha um goleiro, se não me engano, de Senegal, chamava Tony Silva, era de Senegal. Pô, jogou muito também. É uma coisa que eu não sei se você vai lembrar.
O Rustu, né? O goleiro do turco. E aí tem o Paulo Pachão, que hoje tá aí no... Tá no São Paulo. Do escuridão? O que pariu? Conta isso aí. Vai, vai, fala aí. Vamos aquecer, mano. Os turcos... Nós somos muçulmanos. Os turcos jogavam xixi na área, né? Era xixi?
E o Paulo Paixão. E o Paulo Paixão atrás jogando o Sal Grosso. E eu falei, pô, bonito pra caramba. Mas em 2002, um achando que vai ganhar porque tá jogando um saco de xixi na área. Outro achando que não vai ganhar por causa do Sal Grosso. E eu vou ter que cair no meio dessa porra. Eu vou ficar deitando em cima disso aí, mano. O estuco veio pra bater nele, pô. No Paulo Paixão, eu lembro.
Jogou o salzinho. A abdônia de banho já era tecnologia, né? Pô, pulando tecnologia, os caras estão achando que nós estamos na tecnologia lá. Mandiga de lá, mandiga de lá. Mandiga de lá. Caraca, mano. Foi isso aí. Uma vez eu lembro do Palmeiras e Vitória da Bahia, mano. O cara... Lembra do 93 da final? Aí teve o segundo jogo lá. O cara jogou uma farofa no pé do Serjão. Nunca viu o Serjão dar um pulo dele.
Seu Jão aquecendo, passou um cara e jogou uma farofa assim no pé. Seu Jão, um pulo, um tanto assim no chão, falou assim, é louco, mano!
Eu lembro até hoje. Descaldadaço. Mas isso aí sempre teve no futebol também, né? Bom, o Flamengo, o Campeonato Baiano, Vanderlei Luxemburgo. O Raulberto Diogun, ele sabe. Ele pegou os dois. O Gilmar Fubá, o Gilmar Fubá. Pô, a fantasia do Gilmar Fubá aí, cara. Era pra marcar o líder primeiro. Não, o Vanderlei até falou, vem que acontecem essas merda aí na televisão. É o procone da bola, ele só sabe que o senhor gosta. Ele não é. Marcelinho ficava puto. Marcelinho pegava a camisa dele e eu ia pra casa.
porque nós... Botava um negocinho na camisa, né? Botava, vi um alhozinho, você vai de eu fazer, mano. Mas você levava o dele pra casa, ó. E falava lá pros caras... É, vai fazer. Não troca ele, vai de eu fazer, mano. Vai de eu fazer, mano. Cara, isso é sensacional. Tem uma boa, tem uma boa meio dele aqui, né? Então vai. Porra. Eu tava, eu não tava. Você tava, olha essa filha. Marcão, né, pá? Copa América de 99, cara. Aí o pau fechou.
Na final do Paulista, aquele... O pau fechou, no dia seguinte a gente teve que ir para o Fora do Iguaçu se apresentar à seleção. A gente chegava de terno e gravata, todo mundo, né? Aí eu sei que eu não fui no mesmo voo com ele. Já chegamos na hora do almoço.
Ele tá na mesa e eu tinha perdido o pênalti pra ele na Libertadores, né? Ah, tu perdeu, mano. O pênalti, ele pegou, né? Aí tá todo mundo sentado aqui, eram 22 jogadores. Luxemburgo e a comissão técnica na outra mesa. Luxemburgo, Candinho, Oswaldo de Oliveira, Paulo César Gusmão. Aí ele olha pra mim e fala pra ele, tá, obrigado, hein? Tô aqui por causa de você. Eu digo, é que filho da puta, velho. Eu fiquei com aquilo, eu digo.
Tô aqui em casa de você, perdeu o pênalti, não sei o quê. Não se zoava muito na seleção. Não, isso era só a sensação, pô. Aí beleza, foi o Palmeiras campeão da Libertadores, foi pro Mundial. Aí o Guiz vai lá dar um cruzamento. O Guiz, pô, o time do Manchester, aquele óleo, colhe aqueles demônios. Não, era o Manchester clássico, né? É, óbvio, mas o Manchester da história deve ser esse.
Aí o Marco vai pro lado tentar pegar, bola passa, o Kim faz o gol, o Marco desembarca aqui no Brasil. Quem liga? Não, ele chorando, vou parar de jogar, a culpa foi minha, não sei o quê. Aí eu liguei pro Marcão, Marcão, ele fala, Vampir. Não, pô, tô te ligando aí, que porra é essa, parar de jogar, irmão? Futebol a gente ganha e perde, se acerta. Ele falou, pô, Vampir, obrigado mesmo pelas palavras. Eu falei, não, mas você fudeu o Palmeiras, cara, mas não precisa parar de jogar, não. Ele falou, vai tomar no gringativo, mano. Seis meses esperando pra derrubar. O Alub.
Sem saudosismo, eu não sei se... O cara é triste, você fodeu o Palmeiras no Bargaro. Sem saudosismo, eu não sei se tem mais essas resenhas hoje, cara. Não tem, cara. Sabe por quê? Nós chegava no jogo. Segundo negócio do Marcelinho Carioca agora, repetitivo. A gente não se cumprimentava, mano. Não é, Vampir? Eu ia jogar Palmeiras e Corinthians, a gente se cumprimentava, não. Se sobrasse uma canela na frente, ia tomar. Depois a gente ia para Vindas Sumareti, o Basil, o Baluarte, a gente tomava, ficava na resenha. E Edilson, Edilson, que eu mostrava a trava da chuteira. Eu levava uma trava na chuteira da seleção. E aqui o jogador e junto no Palmeiras, hein?
Só pra mostrar pro Edilson. Falava, hein, Edilson? Aí arrancava uma trava 15, assim, ó, de alumínio. Se pegasse aqui, rasgava. Parecia agarrando o ovo. Ele falou, ó, Edilson, tinha que tiver Palmeiras e Corinthians pra fazer graça lá. Ele, pode isso não, hein? Pode isso não. Aí chegava no jogo, Palmeiras e Corinthians, ele mandava o juiz olhar a trava na minha chute. Olha a trava dele. Na verdade, mas fora assim, a gente ia ter um bar na Avenida Sumaré ali, o Baluache, que depois até comprei o bar pra mim.
Não, ela metade de pobre. Quebrou o bairro. Quebrou o bairro, não cobrava de ninguém. Todo mundo que ela é... Ela não é pra pagar, não. Pode ir embora. Eu, Marcão, Roque Júnior, Paulo Nunes, tudo tomando chopp. E o negócio ficava fazendo campo. É, foi legal. E aí, eu queria falar que eu tava... Estava meio no vinho. Seguinte, essa bola aqui, ó. Obrigado.
Essa bola aqui é da confusão. Por sinal, a pêlote já me prometeu... Cadê o homem? Cadê o seu João Pélote? Obrigado, vou doar lá para o Nion dos Operários lá, para a molecada. Pagamos mais velho, vou ganhar. O Marcão também quer também, viu? É, agora não pode tratar um tratamento diferente, hein, cara?
Essa bola aqui é a bola da embaixadinha. É. Isso aqui. Eu quero que... O Ronaldinho agradece, né? Eu dei uma voadora no meio lá. O Ronaldinho por quê? Porque o Edilson foi cortado e chegou o Ronaldinho ganhou hoje. Faz a Copa América. Ah, é, mano. Pra fazer aqueles gols contra o Venezuela. Olha o que ele fez! Olha o que ele fez! O Edilson foi cortado por causa disso aí. É aquele jogo que já tá cinco pra nós, viu? Quando o Ronaldinho entra.
É, tem isso. Ele entra moleque ali e tal, sem responsabilidade ali na hora. Você vê como é que é? Esse jogo eu lembro bem. É um dos jogos que eu mais lembro, que nem o Marco falou que lembra bem o da Bélgica. Você foi titular, Vamp, aquele jogo, esse jogo aí? Titular e fui melhor em campo, pô. É mesmo isso? Quem ganhou o prêmio de melhor em campo foi eu. Eu tava no banco. É. Qual o jogo do... Esse da Venezuela. Do Ronaldinho estreou. Do Copa América. É. Não, o jogo teu contra a Argentina também é surreal, pô.
Esse aí é... Fez dois gols contra o argentino. Pô, depois do baluarte foi tudo de graça. O patrão fez dois gols, mano. Vamos lá que ele não vai cobrar. Não cobra quando tá fodido. Vai cobrar que fez dois gols contra o argentino. Esse jogo aí que você falou que saiu as embaixadinhas que o pau fechou. Eu quero a história dos dois nesse jogo. Olha bem, vai Dida, eu, Ricardinho, Edilson, Luizão, Marcos, Rock Jr., Júnior. Oito pra Copa. É?
Oito caras nesse jogo. Isso é outra coisa que é muito diferente, cara. Eu segurei o time do Palmeiras, tudo, os caras do tamanho dos caras. Macão.
Júnior Baiano, Ronaldão, Roque Júnior. Caraca, mano. Fim Varola no banco. Olha o time do Corinthians. Ricardinho, Marcelinho, tudo pequeno. Eu segurei logo o Zé. Segurei o Zé, falei, a gente se conhece lá da Bahia. Se me pegar aqui, eu te pego lá. Segurei logo o Zé. Fica aqui perto aqui. E tu, Marcão? Esse jogo aí, a gente, Palmeiras e Corinthians, jogava muito contra nessa época, né? Libertadores. É a melhor das equipes. Era Libertadores, os dois chegou, foi semi.
O final. Quarta de final e sem equilíbrio. E... Depois o Paulista. A gente chegou numa condição nessa semana. Na semana do título da Libertadores do Palmeiras, a gente jogou com o time em reserva o primeiro jogo. O Corinthians goleou, né? E a gente ficou naquela que os times chegam hoje em dia que entre um domingo e outro, você podia perder os dois.
Tanto Paulista como a Libertadores. Caraca. Aí teve que optar e jogar, se concentrar na Libertadores. Aí jogou com o time com algumas reservas. Não era com totalmente reservas. Misto, né? É.
E ainda na quarta-feira ganhou nos pênaltis, mano. Aqui, olha como essa semana foi importante. Essa semana que o Marcon falou, que é da de 13 a 20 de junho, aconteceram esses dois jogos da final do Paulista e o jogo da Libertadores. E a gente tinha se pegado no mesmo grupo. Então era o primeiro jogo da final do Paulista, Libertadores e o jogo.
E os estaduais hoje que tentam desvalorizar valiam pra caralho. E a gente se pegou também no grupo que antigamente era o grupo, era Palmeiras e Corinthians. A fase de grupos, isso. Palmeiras e Corinthians e Serra Porteio e Olimpia. No mesmo grupo ali. Fora o torneio, a gente jogava o Maria Quitéria lá na Bahia, o Corinthians e o Palmeiras. Era um jogo otário. Mas tua história nesse jogo, Marcão.
Foi lá atrás, né? Na embaixadinha. A porrada no meio caiu uma porrada. Saiu lá que eu vi os caras correndo, fazendo uma fumaça. Falei, preciso dar uma voadora lá no meio, mano.
Pra mostrar pra torcida. E o Corinthians já era campeão. É, aí mirei um vão lá pra não acertar ninguém. Dei uma voadora, voltei pro campo, né? Voltei pro meu lugar, falei, já fiz a minha lá. E por que o cara que cai no... O Ok Jr. e... O Renato, o goleiro, né? Renato, o goleiro. O cara cai num... Renato é da goleira da seleção 23. É, ele pulou. Aí sabe o que acontece? Sabe o que acontece? O cara é desesperado, cara. O nome dele sempre foi Marcos.
Meu nome é Marcos também. É. Marcos André. E Cafu, Marcos Evangelista e Marcos. Por que ele vira São Marcos? Por que ele vira São Marcos? Era Libertadores? Palmeiras e Corinthians em 99. Virou São Marcos. É nesse jogo, né? Era Libertadores? Pegou tudo, tudo, tudo. É, é. Tudo e mais alguma coisa. É um jogo que tem um clipe, tem mais de, sei lá...
10 defesas incríveis. Ah, foi um dos melhores jogos que eu vi. Aí ele mudou o São Marcos, fô. Aí eu também, tipo, pô, a primeira... Eu era terceiro goleiro antes de começar, mano.
Sabe, tipo... A subida, né? Foi... Era Veloso, Sérgio, você... Tinha o Baiano, tinha o Júnior Baiano e tinha o Rock Júnior. Era o Baiano e o Rock Júnior a zaga do Palmeiras, né? É que eu confundo. Às vezes o Rock Júnior jogava até de volante. Eu joguei com muitos zagueiros. Às vezes o Rock Júnior jogava até de volante e o Clebão jogava com... É, e tipo, os caras ajudavam demais. Eu era Juvenil Zama, não era novo. Mas, assim...
Tinha experiência nenhuma, né? No início de 99, que era o terceiro goleiro. Era o terceiro goleiro. Tava largado, tava jogando no aspirante. Caraca. Aí, quando o Veloso se machuca, o Filipão... Eu pensei, vou pro banco, né? Vai jogar o Serjão e eu vou pro banco. Aí, o Filipão optou por eu jogar, porque eu tava jogando no aspirante. Então, falou que eu tava com mais ritmo. Aí, colocou pra jogar e foi essa libertadora. Aí, quanto curis, eu...
Comecei uns joguinhos ali, meio devagarzinho, mas contra o Corinthians eu fui bem pra caramba. E dali, deslanchou. Caraca, mano. É da hora, né, mano? O futebol tem umas coisas adoráveis. É, quando é pra ser a sua hora, a estrela brilha. E tu tem a história de tu ir pro Arsenal depois da Copa? Ah, tem. Depois da Copa. É. E tu não vai, mano.
Ah, então, tem vários... O pessoal fala que eu não passei no teste, eu não fui, na verdade... É que às vezes eu falo desse assunto, fica parecendo que eu jogo na cara do torcedor do Palmeiras, que vocês me devem, porque eu fiquei aqui. Eu falo a verdade, essa história toda. Isso aí é um dos motivos que você é ídolo do Palmeiras. Eu lembro que você abriu uns caras que estavam com problema no teu braço e eles falaram... Não, não, a gente...
Vem assim mesmo. É isso pra não ficar, sabe? Pra não ficar lá. Não queria ficar. Não queria. Não queria ficar, porque eu achei assim, tipo... Palmeiras tinha caído pra Série B e eu achava um jeito ruim de sair do time, sabe? Não um jeito de venda, de que o time tá bem e você é vendido. Então, tipo assim... Você é... É, né? Loucura mesmo, loucura. Mas não é pra jogar na cara de ninguém, nenhum torcedor. Uns caras que falam que eu não passei no teste. Outros falam que isso, falam que aquilo. Também não faz diferença nenhuma agora, tipo... Foi uma decisão que eu tomei e...
E tá bom, foi... Eu achei o certo, tipo, na época. O Jefferson no Botafogo também não fez sair. O João Paulo no Santos agora, tipo assim, tem umas horas que é ruim de sair.
E eu não queria sair, sabe? Tipo, aquele cara que tava... Com a torcida contava com ele ali no momento mais ruim do clube. É. Aí eu me fodi, porque todo mundo queria fazer gol em mim também, né? É, na Série B, né? Mas voltou. O cara vai se consagrar. É, mas eu achei que ia ser importante, entendeu? Tipo, a experiência ali que tinha. Porque tava subindo muito o jogador do Júnior. Vou tirar aqui, viu? Tava chegando...
Tava chegando muito jogador de time menor, assim. Então, falei, pô, vou ficar, vou crescendo. Seria até pra fazer uma substituição ali, uma sucessão em cima, né? Que vocês eliminaram na Copa, né? É. Agarrava no aço, tava já veterano, né? Arrumei uma tretinha lá. Você arrumou? Chegou aí pra lá? Fui pra lá. Fiz os testes, fiz os todos. Aí os caras, o... Era bem que era. O não, era bocudinho, né?
Aí os caras falaram que o Thierry Ria, óbvio, pra dar moral pro Sima, né, que tipo, era o goleiro, os caras queriam tirar, ele falou, ah, eu não conheço o Marcos, o Sima é meu goleiro, né. Aí os caras, a imprensa da Inglaterra gosta de uma fumaça também, né. The Broids, The Broids, The Broids, essa porra aí. News of the World. Aí os caras, pô, Marcos, o Thierry Ria falou que não te conhece. Falei, ah, porque a França não chegou na final da Copa, senão ele ia conhecer.
Eu falei, vou chegar tumultuando. Cheguei grandão.
Mas eu falo, isso é foda, porque o Marcão é um cara simples. Uma escolha dessa, contando mais de naturalidade, torna tu mais ídolo do Palmeiras. Torna o Palmeiras, caraca, o cara ficou... O cara é eterno, né? Penta campeão do mundo, veio jogar a Série B aqui, ficou aqui e tal. E outra parada assim, você era um dos melhores goleiros do mundo, cara. Na Copa você mostrou isso, pô. Tava naquela fase ali e tal. É, o Siman, pô, tomou o gol do Ronaldinho lá, pô. Mas você sabe, o que é o goleiro? Mas tava achando... É.
Eu acho que você toma umas atitudes na sua vida assim. Muda a tua vida. Se fosse, talvez, se fosse, eu falo pros caras, ah, então se você arrepende, às vezes se arrepende, não é que a minha arrependa, se fosse, talvez, em outra condição.
né, tipo, o Palmeiras ganhou Libertadores, jogou Mundial, o cara veio, que nem foi o Estevam, que nem foi o Hendrick, Gabriel Jesus, os caras foram em outra condição, entendeu? Pra Venda que até é bom pro clube. Agora, tipo assim, aí o clube que me deu toda a oportunidade, inclusive de ser campeão do mundo, porque se eu não jogasse no Palmeiras, eu não teria ido pra Copa. Então, na hora que o time tava ferrado, foi isso, foi só isso que eu pensei, entendeu? Aí depois, talvez, a hora que a gente subir em 2003...
Se tiver outra oportunidade, pode ser. Mas nunca mais veio oportunidade. Mas também não era um coitado, mano. Eu ganhava bem no Palmeiras. Tinha um pai que deu salário. Era reconhecido ali. Que torou eterno. Quando o jogador... Pô, você chega o jogador hoje, cara, o cara quer... Eu vejo que já tá ruim e já nem cair. Já mete pé agora, assim. Você ganhou um busto. Ganhou no Palmeiras. O outro jogador, Gesso. É mesmo? O Gesso pintou, ele vai lá, fui!
O Marcão, pai. O Marcão, o Marcão. Um abraço. Ó, colocou aqui uma em cima da outra. Mas eu acho que os caras, tipo assim, óbvio, é que o dinheiro que os caras oferecem hoje também, a gente fica analisando aí as coisas, os dinheiros que você escuta falar. Com o final de contato, eles iam pagar a tua multa pro Palmeiras, no caso. Eu acho que nem tinha isso aí, mano. Nem tinha. Os caras iam pagar 2 milhões de dólares, era uma...
Uma coisa de goleiro nem era vendido pra fora. É, tinha isso. Eu lembro que o Vamp, quando ele faz esse gol, a atuação do Vamp contra a Argentina, eu lembro que a empresa... Até hoje eu sou o jogador mais caro da história do Corinthians. De clube pra clube. Até hoje, porque assim, a Inter de Milão. Porque hoje os jogadores são tudo partido, né? 30 de 1, 70 de 8, 20 da família. Eu era 100% do Corinthians. 100. Corinthians, Inter de Milão, tete a tete. Foi na época 20 milhões de dólares.
Isso era muita grana pra ele. Cubre pra cubre. Pegou a verbinha, hein? Tinha um pouco de negozinha? Peguei, mas aí já acabou. É, vida... Abriu muito barra, né, Vambeda? Como é não? Se eu falar que tenho, Serasa vem agora pra fazer a curva.
Serasa não pode ver um boletozinho lá. Pô, fui baixar o boleto do Serasa, meu irmão, pago R$29,90. Seu boleto está vencendo. Falei, não quero saber, desgraça. Qualquer coisa o Serasa vem na guela. Eu até falo, o Corinthians deve 3 milhões. Entra no Serasa que parcela. Lá no Serasa, parcela tudo no Serasa. Qualquer boletozinho no Serasa já está para vencer.
Deixa quieto, né? Deixa quieto. Aí eu vou lá assim, todo assustado, né? Tá quieto por aí. Não vai entrar. Não vai almoçar. Não vai almoçar. Não, não é possível. Tá boa. Olha lá o vamp do Serasa. Aplicativo. Serasa aqui. Dívida, dívida, dívida. Vamos ver se... Ó.
Está limpo, está limpo. E aí, nome limpo. Já o fogão não está assim, por exemplo. Paga a primeira que some. Você aqui de novo, velho. Você não possui proposta no momento. Paga a primeira, amigo. Paga a primeira, Corinthians, que some na hora.
Alô, John Tex. É, ele fez isso aí. Pagou uma parcela, caiu o transfer banco. Agora chega a segunda. Agora, Bambino, tu fez a cara aí? Eu lembro de você contando a história de que naquele Flamengo que você foi, né? Que merda que eu fui falar, fingi que tava, fingi que joga. Então, que você chegava assim, presidente? Você chegava assim, presidente? Eu tô aqui já tem mais de um mês e eu quero saber se eu posso ir na caixa eletrônica pra sacar pra gente.
Calma, Mambeta, você pode ir lá assim, Mambeta. Eu sempre falo assim... O que você viu na caixa eletrônica? Eu sempre falo assim pro Adriano Imperador, né? Se não é eu, ele seria Adrianinho até hoje. Porque eu sou trocado por ele. Isso. Eu sou trocado por ele e por Arnaldo. E aí era o último dia pra assinar, né? Porque fechava as inscrições europeias.
Aí eu assino e o Adriano vai para a Inter de Milão, o Reinaldo vai para o Paris Saint-Germain e o Adriano vira imperador, um dos maiores, né? Aí eu sempre quando encontro o Adriano, se eu não assino aquele papel, saber que você ia ser Adrianinho, o rei da vida. Aí ele começa a dar risada, abre um vinho, abre um vinho. Abre um vinho. Era difícil segurar a carreira dele de Adrianinho. Só que na época, né, a economia, o real valia um por um em relação ao dólar.
Era um por um. Às vezes, não, até pra você comprar um real, você tinha que ter um dólar e dez centavos. Era mais caro até um real. Olha o Reinaldo Pinto, Alexandre Martins, meus empresários, ó, tá vindo pro Flamengo, papapá. Eu digo, sim, mas e o salário? Não, aqui você vai ganhar mais. Achava que ia ganhar, né? Você vai, vem, pau, eu digo, então, não, porra, já tem Edilson.
Tinha Júlio César que ia para a seleção, Juan, Ted Cobbs, os caras tudo. Vem, vem, vem. Eu vacinei, me apresento em Brasília. Tudo certo. Aí deu 30 dias. Eu vou no caixa eletrônico, né? Hoje a gente tem aplicativo, vamos ver se caiu o pagamento aqui. Uma hora assim caiu 25 milhões.
Comecei no banco. Ah, que legal. Que legal, que gostosinho. Deve ser maluco. Hoje não, a gente tinha que ir no banco, né, Marco? Pra ver se saiu o pagamento. Eu ligar o telefone fácil. Aí eu cheguei... Aí eu... Pô, deu 35 dias. Seu saldo é... Aí eu botei o cartão... Botei o cartão no caixa eletrônico. Apareceu um palhaço dando tchau pra mim. Aqui não tem nada pra você.
Aí eu vou no presidente do Flamengo, qual é de mundo. Baiano. Baiano, eu falei, pô, aqui. Eu fui lá, né, presidente? 35 dias, não recebi nada ainda. Ele falou, seu egoísta. Aí eu falei, por quê? Pergunta para os seus companheiros, tem mais de seis meses que ninguém recebe nada e você, com um mês de clube, já quer receber.
Eu contei isso e ele queria me processar. É! Não quer processar, né? Ele fica puto quando eu conto isso. É porque você fala seis meses, dá uma miguelada. Ele fala quarenta e cinco dias também. É, é, é. Eu sei que... Eu sei que... Cara, como é que ele tinha não caído? Eu sei que eu fiquei esses meses lá, a única coisa que eu recebi, falando sério, foi o dinheiro da Panini, da foto. Da figurinha? De R$ 1.500,00. Caraca! Tu jogou no Flamengo, passou e não recebeu tua graça depois? Não recebi nada, só que o Flamengo não me deve um real, por quê? É, é, é.
Eu saio do Flamengo, venho pro Corinthians, o Corinthians pega e paga tudo que o Flamengo me devia. Seis meses. Ah, é? Hoje não tem um clube, um infeliz, que me deve um real. Ninguém. Se eu tentar alguma coisa. Aí eu passo na rua, os caras perguntam, Vamp, e aí tem saudade de jogar? Eu falo, saudade do salário, cara. Não joga bola, mas não, só o salário. Não tá numa fila pra receber. Não tem nada, uma vírgula pra nada. Que a 10 dá uma saudade mesmo, né?
Diabetes é uma tristeza hoje. Eu ia fazer uma merda do caramba no mês que vem e repunha tudo de novo. Que delícia. Rapaz, quando eu olho assim, falando sério, a gente tá brincando assim. O Flamengo, essa draga que enfrentou hoje, 2 milhões, bem organizado, tudo tranquilo. Repatriar jogador de 50 milhões de euros. O Corinthians, normalmente o time de São Paulo, sempre tudo certinho, sem erro nenhum. Quando eu vejo o Corinthians, o São Paulo e o Santos, cara. Palmeiras não, hoje tá organizado.
Devendo? Eu digo, caralho, aqui ela chegava dia 5, era tranquilo. Tinha uma porra chamada pé quente. A gerente já vinha, aplica no pé quente, e diz, olha aí, faz consórcio, faz essa porra aí. Você viu o Marcelinho Carioca tentando agora recuperar um dinheiro? É.
de desagradar. Fábado ele lá naquela porra de boi gordo. O Edilson, no meu aniversário, falou isso vem lá de vocês do Palmeiras. Eu perdi o dinheiro também. Nessa porra desses caras do Palmeiras. Nessa porra desses caras do Palmeiras. Nessa porra desses caras do Palmeiras. Nessa porra desses caras do Palmeiras. Vai lá no colíquio, procura jogador tudo amigo. Eles entram na parada do Palmeiras. Sempre tem isso. Sempre o que oferece jogador. Estamos em Leibão. Leibão é bom. Senhora Sampaio.
Os caras falaram assim, ó, vai lá no Corinthians, é bocudo o vampiro, Edilson, os caras, só mudamos o bolo aqui, os caras do Palmeira estão investindo, não sei o que, Edilson aí, porra, vão investir, o Felipão está investindo. Era gado? Aí Edilson me deu 20 boi no papel.
Você tinha um... Não, mas bonito o boletão, assim, ó. Boa, não? Você tem 20 bois. Aqui, ó. Aparecia... Não, não, aparecia mesmo assim, ó. Eu olhava aqui, assim, um papel. 20, 20 bois. Aí eu mostravam pro meu pai... Certificado, certificado. Meu pai falava assim, meu filho, boi é bom, vem no pátio lá. Digo, não, tá aqui no papel, guarda a luzinha. Ah, vai. Em churrasco. Rapaz, eu vou pro Flamengo. Quando eu tô no Flamengo, eu falo assim, a boi gordo pede concordata. Eu não sei o que é. Liguei pro Edilson.
O que é concordar? Ele falou que quebrou. Eu falei, cadê dois boias? Pode rasgar o papel.
Boi de papel! O cara tá recebendo agora. Porra, boi gordo. Não, mas eu vendi logo o meu papel podre. O cara falou, ó... Você tem 120, aí quer 30. Digo, me dá meus 30, que eu já não vou ganhar isso. Eu não sei nem onde tá meus papéis, mano. Se tiver, me dá qual o jeito aí eu vendo pra você. Eu coloquei 20, eu era juvenilzão, eu coloquei 20. Todo mundo botou. Dobrou pra 40. Deveria tirar, assim, ó, pô, agora vai 40, vai pra 80. Vá, pula, vá. O que que é brasileiro? Vá, pula, pula!
Avestruz Márcia, eu vou jogar em Brasília. É o quê? Avestruz Márcia, o cara falou, Avestruz é o grande investimento. Meu irmão já perdi boi, só voltava agora quebrar por causa de Avestruz, estou fora. Você viu a resenha ontem? Vocês viram a resenha ontem? O Richarlison ganhou o processo na Justiça de adicional noturno, mano. Isso.
Contra os clubes? Contra o Galo. Galo. Isso é foda. Mas quem começa isso é Paulo Agra. Você jogou quantas vezes de dois? Não, então. Quem começa isso? E a escala? E a escala 5x2? E o futebol? Mas quem começa isso é Paulo Agra. A carreira os caras entram.
Quem começa isso é o Paulo André, jogador SLT. Isso aí. Para a época, o Paulo André... Quem começa isso é o Paulo André. O juiz não deferiu para ele, né? Não, doutor. Não, doutor. Qual é a sua causa? Não que eu jogava domingo de tarde, tá, meu filho? O que mais? Quarta de noite. E que dia você queria jogar bola?
O Andrés Colô... Eu nunca vou ganhar um dinheiro desse. Um dinheiro desse eu não vou pra dentro nunca. Acho que o Léo Moura tentou também. Concordata significa escarpinho, agora é só orar. Agora é só orar. Aí nesse caso aí foi muito bom. Esse dinheiro eu não ia buscar nunca. Jogar domingo de tarde, quarta de noite, nossa função era essa. É, eu sei. Esse dinheiro eu não vou buscar nunca.
Não, né? Mas agora abriu um precedente, né, galera? Porque nenhum juiz tinha dado vitória ainda. Foi em Minas? Às vezes eu analiso coisas da vida assim, como o futebol, né? Quando você tá vendo tudo que acontece mais ou menos na política, você vai colocando o futebol, porque o futebol, o jogador também é CLT. Sim, sim. Então, tipo assim, o Vampeta quando fala os clubes estão endividados,
O futebol tá ficando caro pra caralho, velho. Ah, porra. O Brasil... Pra você pagar um elenco de qualidade com jogador de gol, pra você manter... Ele é uma ilha nesse continente aqui, né? Todo mundo em volta trabalha aqui. A gente trabalha aqui. E aí, assim, por um lado, a gente tá conquistando muito, né? Toda a Libertadores é final brasileira.
Mas, eu acho assim, pelo que os estudiosos dizem, tirando o Flamengo e Palmeiras, que operam no azul e gastam o que pode, os outros, por exemplo, a galera que está naquele lado da liga, que é liga forte...
A Liga Forte, por exemplo, vendeu os direitos de transmitir, de vender o seu direito de imagem, de transmissão, para uma financeira por sei lá quantos anos e pegou um adiantamento gordo, que usou para contratar nesses últimos anos. Então, assim, hoje, essa galera que está do lado de lá já adiantou uma pá de grana.
Que de lá na frente. Então assim, isso vai bater, essa bolha vai estourar. O Corinthians está acumulando uma dívida absurda. As SAFs... O Foto Fogo está com 3 milhões. As SAFs que era para resolver. 3 milhões, igual o Corinthians. Milhões. Quando o Foto Fogo vendeu a SAF, ele tinha o quê? 800 milhões de dívida?
Aí quando o Marco fala assim, você pega o estádio do Corinthians, que foi abertura de Copa do Mundo no Brasil. Aquele estádio. Aí quando eu vejo o Palmeiras do outro lado, que é o rival do Corinthians, o Palmeiras vem de o Vitor Reis, o Henrique e o Estevam.
Bilhão de dinheiro. O senhor está falando desses três, eu quero nem falar os outros. Como é que pode esses três atletas valer o estádio do Corinthians? O dinheiro que vendeu os três, você paga o estádio do Corinthians. Ah, isso é loucura. Loucura. É. Mas os três saíram por mais de 150 milhões de euros.
Se você botar no câmbio, dá o estádio do Corinthians quase um bilhão de reais. Então, assim, é que o estádio está aí, é maravilhoso, é um aparelho que o Corinthians tem que ter orgulho de ter. Mas se você para hoje, conhece diante dessa dívida e pensa assim, pular atrás, seria válido ter batido a perna assim, beleza. A FIFA quer que... Porque o André já falou sobre isso. O valor do Corinthians era X. Não, mas é estádio para abertura da Copa. Então ele tem que ter, dobrar, triplicar, porque tem que colocar a coisa assultosa.
Tipo assim, beleza, a FIFA coloca essa diferença. Mas não, empurrou tudo no Corinthians. Então é mármore, camarote, fuchou. O Atlético-Polemanense não topou. Não topou. Na Alemanha, por exemplo, os estádios não toparam. Muita coisa que a FIFA... Ah, beleza, a FIFA vai arcar. Meu clube não. Ó, seguinte, só pedir likes pra galera, Betão. Porque assim, mais de 10 mil aparelhos conectados com a gente. É o Vivaço, então ó. Uma resenha dessa aí. Vai trabalhar, vagabundada. Isso é a hora de você estar aí. Tá no trabalho aqui, ó. Assiste de noite, ô.
Ele tá no trabalho aqui, ó. O cara vinha aqui, ó. Não, mentira. Assiste, assiste. Eu não errei ele. Market invertido. Manda aí no chat, ó, quem tá no trabalho vendo. É, cara maciado aqui. Seja honesto. Manda aí, eu tô no trabalho, que eu leio aqui o seu nome, beleza? Duvido. Ó o vampiro do Seragro.
Vambi no Serato. Chegou o amigo meu, Chuchu. Lá no Estados Unidos, tô vendo vocês que resenha do caramba. Nossa senhora. Ó, vou adorar no Beino. Na moral, galera, pô, vambi, Marcos. Se você não der like pra essa resenha, você não vai dar like pra nenhuma. Manda umas perguntas, pode perguntar o que quiser. É isso aí, manda pergunta. Galera já mandou pergunta aqui de Asa de Arapiraca. Tem alguma história desse jogo aí? Tenho. Eliminou o Palmeiras. É, na Copa do Brasil, né?
Tem dois jogos seus que são... Esse que tu sai metendo, chutando tudo, chutando balde. Mano. Nossa, do Azadeira Piraca. É que o Vampo falou das dívidas do Corinthians de agora. O Marcão pegou a época do Palmeiras braba também, né, mano? 2002, a gente foi jogar em Garanhuns. Um abraço pro povo de Garanhuns. Olha os caras do lance, chegou lá no CT com... Mostrando o campo de Garanhuns, né?
Aí tinha uma cabra cortando a grama assim, comendo lá. Eu falei, mas isso é um pasto. Pra que que eu fui falar isso, velho? Aí os caras já soltou lá. Marcão falou que aqui é um pasto. Tinha uma cabra comendo... É. É muito comum isso. É o Esporte. É, lá, lá. É, tá muito comum isso. O Esporte ia mandar um jogo do... Em vez de ser na Ilha do Retiro, o Esporte resolveu mandar em Garanhuns. Pra facilitar, né?
Pra ferrar, né, pô? Mais difícil pra chegar. Eu peguei e falei isso. Pô, e era jogo de... De acesso, mano. Subi. Pô, eu cheguei lá, primeira coisa... Pô, primeira coisa já no estádio, eu tava assim, ó. Marcão, aqui pode ser pasto. Uma vaca da sua mãe é que não come. Eu falei, putz, fodeu, né? Caraca! Agora fodeu. Puta! Aí os caras, pô, aí foi pressão do caramba. Então teve um monte de... Nesse rolê de Série B aí, pô, teve reserva pra caramba. Do Azeira Piraca, a gente foi eliminar na Copa do Brasil. Copa do Brasil. Primeiro jogo, né?
É, acho que foi. É. Vitória também, o sete do Vitória foi Copa do Brasil. O Nádison mete uma peca de gol. O Nádison, acho que foi uns três. E você foi o pé da vida, dá uma bicuda na bola, capou a bola. Aí aquela cena lá, Marcão. É só das verdades. É horrível, né? Aquela cena lá me deixou como ruim o resto da vida, mano. É. Eu jogava na linha, mano. Fala aí. Você não era ruim assim. É verdade. Só fala isso. Depois daquela furada lá, mano. Porra, Marcão. Aí os caras, tudo que recuava pra mim, os caras vinham. Porra, mano.
Não era tão ruim assim. Não, mas você tava puto, né? Muito. Tava puto. Muito. Ele sai do jogo também? Assim não dá. Aqui, ó. Se ninguém ajudar. Ali foi o começo da gente... Do fim da era vitoriosa para o Malat. É, no que isso? Então não tava nem acostumado a perder. Imagina tomar goleada.
De sete, do Vitória e... Não, mas nesses sete, também uns três aquele dia lá. A rapaz tivesse uma noite pra apagar a minha vida aquela lá. É, né? Que não foi só aquele frango. Eu tomei uns três, mano. Um passou de vato sovaco. Tem dia que é foda. Fui, dei uma voadora numa jogada nada a ver lá. Fiz um pênalti.
Mas tudo parece que você tava jogando puto. Você tava, tipo, cara, puto. Os caras me zoam até hoje. Fala que os caras lembram só de mim, esse desgraçado, cara. E os caras lembram, hein? É igual essa raça aqui, ó. Tinha essa... Lembra de tudo. O Marcão tinha essa marca, né? De torcedor em campo, né? Eu sou da resenha também, eu gosto. Também. A história tá... A história tá lá. Aquela história aí. Não, não, não. Então, vou falar pra você. A resenha boa pro futebol, pro boleiro...
É a desgraça. Quem quer saber? Ah, é o Penta. Pô, aí você conta. Pô, o Penta foi legal, graças a Deus, a gente ganhou, mas gostou, deu as minhas erradas que dava. Isso que a gente tem que contar, né? Hoje em dia, tipo, os caras... Eu falei que ela veio, você erra, mano, você erra, mano. Você erra, mano, sim. Eu tava tomando um cafezinho no gol.
os bolivianos queriam me matar tá desmerecendo a gente eu nem sabia eu cheguei agora é, mas como tá vindo a parede de beber e tal a gente tem um grupo aqui que manda mensagens de aniversário é do Penta? é, Penta e Tetra tem o Penta e o Tetra e Penta junto ah, tá aí cheguei ali conversando ali sentado
Aí o Marcos falou, não, eu fico lá em Oriente, na minha cidade lá, tem umas terrinhas lá e tal. Aí eu tô lembrando aqui, lá em Nazaré, a gente melhora de vida, vai lá comprar, né, o barraco pra garantir já. Aí meu pai lá, comprou uma casa e tal, pá, tô na Holanda, no PSV. Aí botou um caseiro, né? Aí, pá, vião de férias. Final do ano, meu pai falou, ó, caseiro aí, afogado pra caramba, manda embora. Falei, ô pai, deixa eu falar agora pro senhor, tô chegando agora, não sei quem é o cara.
E eu não vou mandar ninguém embora no Natal, não. Depois que eu fui embora, o senhor que resolve aí. Foi o senhor que contratou. O Natal é foda. Não, ele que contratou, não conheço. Ah, foi ele que contratou. Tudo ele quer botar na minha conta. Aí um dia eu chego lá da Ilha de Itaparica, minha região fica ali em Nazaré, perto da Ilha de Itaparica, chega da Ilha de Itaparica, tô buzinando pra caramba, cara. A cara não ia abrir a porta da garagem, né? Aí mandei um amigo meu, pulou o muro, abriu a garagem. Quando eu olho, tá ele deitado num...
Deitado no colchão. Aí eu falei, aí, irmão. Porra. O patrão trabalhou e falou, patrão, não tô dormindo, não. Eu tô deitado aqui, que minha amiga melhor é deitado, não é em pé. Se eu puder comprar um colchão maior que seu pai, é preguiçoso pra caramba do pão duro. Eu falei, olha que filho da desgraça. É isso aí. É coisa que só tem na Bahia. Minha amiga melhor é deitado.
Então, PSGZ, tem um monte de coisa que todo mundo fala assim, vai pra Copa do Mundo, chegou, tal, foi campeão brasileiro, campeão de libertador. Rapaz, é uns perrengues, é umas coisas que... O Brasil é maravilhoso, mano, você dá uma subirante. Eu fui inventar esse treinador da quarta divisão do Campeonato Paulista. Isso aí é... Isso é do caralho, pô. Conheci São Paulo, já conhecia São Paulo. Pô, aquela do... Pô, essa aí. Essa aí. Essa aí, da esquerda. É. Essa do Bruno. O que você falava quando os caras saíram de noite? Não, a parada é a seguinte. É o Grêmio Prudente? Por exemplo assim, Campeonato Paulista.
Ele sabe. Qual era o título dele? Grêmio Osasco. Grêmio Osasco. Você pega o camarada de Paulista, Palmeiras, Corinthians, hoje não, hoje abriu mais, a gente é muito onde.
Campinas, pegar a Ponte, pegar o Guarani, pegar o Santo André. E na quarta divisão, você vai a Santa Cruz do Rio Pardo, você vai a Bebedouro. O Grêmio Osasco ou o Audax? O Audax. É dois. O único treinador que caiu de treinador para presidente. Para presidente. Você era técnico? Não, aí virou presidente. É relacionado o homem. Que Deus eu tenha. O Marco jogou com o Ricom também. O Ricom, ele está de treinador sub-20 do Corinthians. O Ricom fala, vampiro.
O Peter, precisamos de um favor teu. Fala, Fred. Assume o Sub-20 de Corinthians que o Andrés me libera para eu trabalhar com o Xemburgo no Atlético Mineiro. Falei, pô, mas eu ser treinador? Faz essa, faz essa. O Andrés falou, eu libero o Ricom, mas você vai ser o treinador do Sub-20. Falei, fechado. Monta teu pé, o Corinthians é ali do lado, vou lá ser treinador do Sub-20. Aí o Sub-20 do Corinthians está jogando contra o Grêmio Osasco. Cidade de Osasco aqui. Tem lá o banco, né? A sede é lá, né? O time é de lá.
Vai fazer um jogo treino, contra o subvenido Corinthians. O dono do time lá falou, quer ser treinador do meu time principal? Aqui no Corinthians você já tem moral. Você topa? E eu dobro o seu salário. Falei, fechado. Minhas portas do Corinthians não vão estar fechadas nunca. Fui trabalhando em Osasca. Ele falou, se você não for um grande treinador, você vai ser um grande amigo para a bebida.
O presidente. O dono do time. O senhor Mário Teixeira. Sim, já ouviu. Você é amigo do dono. Você é amigo do dono é o trabalho. Lembra do senhor Mário Teixeira? Tem dinheiro. Tinha dinheiro. Aí você faz uma parceria na quarta divisão. Aí na quarta divisão o jogo é 10 da manhã, horário de verão, onde Santa Cruz do Iupado. Aí ia pra lá, jogo na Rede Vida. Rede Vida, canal da igreja.
O cara com o megafone, ô Vampeta, seu cachaceiro. Aí eu falo, vai tomar no cu, vai ver a Premier League, caralho, 10 horas da manhã. Tá enchendo meu saco aqui, porra, eu vi lá. Tá o vivo na Rede Vida. E aí a porta do canal da Rede Vida, os caralho, não pode dar nome não.
Tá saindo tudo que você tá falando da Rede Vida. Cachaceno, volta pra Bahia. Vai tomar no cu, você acha que a Bahia é ruim, é cheia de praia. E a pôr do microfone aqui da Rede Vida, saindo tudo. Aí os caras falam, tira, tira o treinador. Esse cara, a Rede Vida é que detém os jogos da quarta divisão. Esse cara xinga demais, tira ele. Aí um falou, vai ser presidente.
Imagina o time no campo, os caras falando com o seu treinador. Ô, meu Deus, seu pingaiada. Onde eu ia? Chegava lá em Bebedouro, 4 da tarde, era 3 da tarde, vai dar um... Ô, cachaceno! Vai tomar no cu, vai ver aí que bate o brasileiro 3 da tarde, tá deixando meu saco. 4ª divisão. Aí, deu uma... Aí eu tô de treinador, lateral esquerdo, o Bruno, né? Falei, Bruno, tamo jogando a 4ª divisão.
Porra, ah, que bom seria se o João Pedro voltasse para o Bahia? É ruim pra caralho, pra Pô Segura, Itaparica, Manso Paulo, ai. Porra, é, caralho. Aí eu falava assim pro Bruno. O Bruno era titular? Bruno era titular, na transquerda. Falei, Bruno, chega no fundo, meu filho, cruza essa porra. É quarta divisão, não precisa nem olhar um companheiro. Na quarta divisão, o zagueiro fica assustado, ele mesmo vai fazer contra. Só botar essa bala na área, porra. E quando você for, você nunca volta na mesma linha, o fundamento. Você volta na diagonal. Tá o grupo todo sentado, ele olhou pra mim, professor, posso falar? Eu digo, pode.
O senhor não tá errado, mas se eu soubesse fazer isso, eu não estaria na quarta, estaria na primeira divisão. Falei, ah, vai tomar conta com o seu presidente. Aí larguei a porra toda. Eu escutei uma resenha disso aí uma vez, que os caras estavam no futebol carioca. Tava tendo um jogo de time menor, assim, do carioca. E o juiz deu o pênalti. Aí o cara chegou pro juiz, não lembro o que foi, precisou dar uma pesquisada pra mim. O cara chegou e falou assim, ó, o juiz tá vendo, hein? Deus tá vendo, viu, professor? Ele falou, Deus tá tendo flaflu no Maracanã. Deus não tá aqui não, irmão.
Era tipo... É Renato Guaçu e Boa Vista. O Cleira, o Gilson Cleira. Eu tenho certeza que eu quero contar, né? O Cleira, o cara encontrou essa porra. Essas divisões hoje, assim, quarta divisão... São Paulo ainda é outro estado, é muito diferente. Mas você vai numa segunda divisão, no Nordeste, Rio de Janeiro, terceira divisão, os caras jogam a bola porque amam mesmo, porque é só reserva. É só reserva.
Cara, eu fui num jogo aqui na Moca, do Juventus. Não tem dinheiro, é por algum mesmo. Jogo do Juventus aqui na Moca, na Javari. Pô, eu fui assistir um jogo lá, era Noroeste-Juventus. Essa Copa São Paulo. É, Copa Paulista. Copa Paulista. Isso é uma coisa que o São Paulo consegue fazer que o Rio não consegue. Mantém esses times menores em atividade. É que os municípios daqui são mais ricos, então são maiores da prefeitura.
Chega junto. Mas até 80, o que era futebol? Era esses times jogando todo mundo junto. Até 80 é futebol. 80 clubes, 100 clubes. Até 90? Vai, vai, até 90? 96. Até 90, vai, 90?
Pô, o cara comprava uma casa, tinha um negócio assim, não era, tipo... Nunca que inovou até. Você ia falar assim que no futuro o cara ia ter avião. O homem mesmo, pô, que eu quero dizer o senhor Mario mesmo. O senhor Mario era um cara de posse, rico, comprou o Aldaques, no Rio, comprou o Aldaques, São Paulo. Dominou todo o futebol de Osasco. Ele gostava de ver, ele falava, sonho, nos quartos de divisão. Por exemplo, ele ia nos jogos, todos os jogos. Estamos em Bebedouro.
Jogo 10 da manhã, eu acordo, ele puto, ele falou, o que foi, seu Mario? Ele falou, porra, como é que me deixa dormir num quarto que não tem televisão, a televisão não liga, o ar-condicionado não funciona, chama o supervisor. Mas, Delcio, como é que o dono do time dorme num quarto que não tem televisão, frigo abanado, televisão não liga? Não, não existe isso, porra. Peguei a maior suíte pro seu Mario, chegou lá e ele não sabia botar a chave aqui.
Seu Mário é o tio, né? Então tem essas rezinhas tudo, mas eu vi coisas assim. Eu vi coisas assim na quarta divisão, brincava com o Reinaldo, presidente da federação, e digo, ó, vocês têm que me dar um crédito aí na federação porque eu estou sendo atração na quarta divisão. Aonde eu ia, os caras tudo, ó, é o Grêmio Osasco, o Mampeta está aí de treinador, de presidente. É verdade, é verdade. É, pô, isso é do cacete, cara. Não, pô.
Tudo te perguntaram a história do Marcão do Pena. É, essa do Pena. O Marcão, cara, tem um... Mandar um abraço pro André Plihal. Plihal, grande Plihal. Plihal, parceiro nosso. Grande São Paulina aí, fã do Roger.
E o Plihal faz um serviço, né? Porque ele acha que é o primeiro que na televisão botou o que a gente faz no YouTube, assim. É, o que a gente faz aqui. Juntar vocês, né? Os resenhos, né? Pô, tem uns programas especiais. O programa que é do Palmeiras, que é com vocês, Juninho, Sampaio, todo mundo, pô, Alex. Isso ali é assim, é pra tu ficar ali dando loop nas histórias. Ele faz um da galera do Fenerbahçe, com o Lugano, com a galera. O tipo de vocês, você conta a história do... ...do...
Pena no hotel na Argentina pra pegar, acho que era do jogo do Boca. Do senhorini? Do senhor... Em espanhol? Pô, pior que eu não. Pena é atacante, né? Vou pedir a comida aqui, o Bargamão, mas tu sabe falar espanhol? Não, eu me viro aqui no espanhol, eu me viro. Conta aí, Marcão. Pena falou pro senhorini, você me vê um biscoitini. E aí o Sérgio chorado e ele falou, Pena, onde que tá o espanhol nessa frase, mano? Isso não existe, não é rolando. Aí ele falou assim, não zoa não, quanto mais maior, mais maior o tombo.
Mano, a gente era jagunço. Você lembra quando os caras convocavam a gente? Ninguém... Os caras convocavam, você não ia... Você pegava o avião, né, Vamp? Os caras estavam esperando lá no meio de todo mundo. Eu nem sabia, mano. Aí eu fui convocado uma vez para a seleção. Dida no... Milano liberou Dida. Brasil ia jogar com o Barcelona. Os caras tinham convocado, acho que o Fábio.
que o Fábio do Fluminense, que era do Vasco na época. Sim. E aí, pô, você foi convocado. Pô, você e o Mancini, que tinha machucado do outro lado do jogador, e eu e o Mancini. Falei, pô, o Dida não vai jogar mesmo? Porque, pô, eu ia até aí pra depois voltar, né? Pô, a gente pegava o avião em Guarulhos. Eu fui até lá sem dormir, cara, que era pra chegar no...
no aeroporto... Como é que é o da França? Charles de Gaulle. E pegar um voo pra Barcelona. Falei, como é que eu vou chegar na França, mano? O barri. Que é o aeroporto grande pra caramba. Bate de desibar de barra. Sozinho, vai ter que fazer a conexão. Aí eu fiquei tranquilo, né? Que convocou eu e o Mancini. Mancini do Galo, lateral. A hora que eu cheguei lá, eu vi o Mancini.
O Marcini falava menos que eu ainda. Eu falei, não, Marcini, nós vamos ficar perdidos naquela hora. Sabe onde que é a conexão? Noite inteira sem dormir pra chegar lá, velho. O que eu vou fazer? O que eu vou fazer pensando, matutando? O que eu vou fazer pra chegar em Barcelona? Você vê como é que é? Deus ou Deus, ajuda nós, faz alguma coisa. Chegamos lá, mano. A hora que nós desembarca, não tá passando um cara da Varig?
Falei, ô, você é da Varig, você sabe onde que... Ô, vamos lá que eu levo vocês. Falei, puta, que... Não, tinha essa segurança, pô. É, é foda isso aí. Não, tinha essa segurança. É. Sozinho. É. Não, e os atletas de seleção, normalmente, a gente via de classe econômica sentado do lado de pessoas comuns. Não, e até mesmo... Vão de carreira, né? Por exemplo assim, o voo de carreira. Não, a gente tá vendo essa parada agora, mas a gente é foda, cara. O Palmeiras, o Palmeiras ou o Corinthians ia viajar. Eu achava que ia do lado do Edilson. É.
7A com 7B. Daqui a pouco você tá com uma tia do meu lado. E aí, vocês vão ganhar hoje? Espadava, não. O gol era todo espadado, né? Os jogadores, né? Todo mundo junto. É, não é fretado. Hoje é fretado tudo. Ou você, principalmente, ser jogador de seleção, desembarcar em Guarulhos.
Vim no meio de todo mundo, e aí, que merda ontem, estão jogando porra nenhuma, hein? Você era cobrado assim, no clube, no clube que viaja a cada três dias. Cara, isso é louco. Ponte aérea no meio de todo mundo, porra. Era muito diferente. Você falou agora de... Eu acho que isso deixava a gente mais forte, sabe? A cobrança. Claro, claro. Eu lembrei de uma situação agora, você falou de cobrança. Não sei se vocês viram aí, saiu a notícia que a gente tem em Copas do Mundo um movimento que tenta fazer uma torcida. Movimento verde e amarelo.
Eu li que eles fizeram alguma situação que eles vão levar representantes, a bateria da Fiel, o cara da Mancha Verde, o outro da Young Fruit, representantes de torcida do Brasil, de organizadas, para juntos dentro dali produzirem, tentarem produzir uma torcida mais próxima do que a da arquibancada aqui lá na Copa. A Argentina não sabe fazer bem, né? É, a Argentina, a torcida de seleção é a mesma do Boca, do River, se juntam para fazer a seleção.
De fato, como eu vi muito, eu tenho uma galera que é crítica pesada dos nossos torcedores na Copa, né? Que é outra coisa, é turismo, não tem torcida. Vocês são pentacampeões. Vocês... faz diferença? Ou não faz? É, a gente vê ali que tem brasileiro aqui, mas...
Faz a diferença se ele fosse uma torcida com música, com bateria, como é no clube? Ah, faz. Anima, né? Torcedor anima. Torcedor é o que faz. Você dá aquela última corridinha sem fôlego que você consegue dar, sabe? É, porque você não vai se motivar no campo com Ah, sou brasileiro. É, sou em mal. Mas eu acho que o pessoal tá fazendo isso aí porque, não sei se vocês concordam, mas acho que também parece que...
A seleção tá longe do torcedor hoje em dia, né? É. Tipo, do povo, assim. Bom, não sei se é saudosismo da nossa parte, mas a gente era mais povo, né? O jogador tava mais no meio do torcedor na época. O Pompeta matou a Paulinho. Palmeiras e Corinthians.
jogavam aqui, oito jogadores foram campeões, foram penta, oito. Aí você vê a relação do público. Hoje parece que assim, um monte de torcedor pobre torcendo por um monte de bilionário, que parece que não está muito... É isso. Não representa...
Eu acho que é isso. Eu não estou dizendo que é isso, tá? Eu estou dizendo que parece você olhando, sabe? Tipo, eu cheguei aqui na Radoclovo ali, rua de restaurante, né? Por que que eu vou me matar de torcer, comprar um negócio, não sei o quê? Pintar a rua. Pintar a rua para os caras que nem... É, eu não estou nem aí. Estou nem aí para nós. Você quer ver uma parada? Isso já leva para a seleção. É, no Rio mudou assim, por exemplo, o cara morava nos jogadores mais antigos. O Renato. Pô, esse Renato você sabe lá que ele está no bar, lá na Zona Sul.
O cara tá lá, vivendo. Os caras da antiga moravam ali na Zona Sul e tal. Ou seja, o que é a Zona Sul? A Zona Sul é um lugar rico do Rio, mas tem comunidade, porra, tem a praia. Então a galera fica ali, né? Você vê o cara ali. É, porque a Barra é mais Miami, assim. A Barra, não sei como é que é ali em São Paulo. É, no Rio, não, o cara vai morar num condomínio. Aí já joga o cara dentro do condomínio, tem tudo. Escola do filho, não sei o quê. Ou seja, o cara não circula na cidade, tá ligado? Então o cara já fica...
Mas vocês não, vocês vão no bar aqui, o cara enche o saco aí, não sei o quê. Eu tive um atleta, a geração é assim, entendeu? Eu tive um atleta no Audax, ele jogou no São Paulo, jogou no Santos, jogou na América Mineira, o Pedrinho, um atacante, né? E aí ele sai do Audax e vai pro São Paulo, vai pro São Paulo. Pô, aí ele mete um gol no Campeonato Brasileiro, aquele limbo a zaga, não sei quanto é que time foi, ele botou todo mundo, fez um golaço. Pô, todos os veículos de comunicação, esporte, TV, todo mundo, pô, que golaço do Pedrinho, Pedrinho.
E eu saio da Jovem Pan e vou na Rádio Clube no restaurante. Estou sentado lá, tomando um vinho com dois amigos, que trabalham comigo, Lope Pernem, mais um. Daqui a pouco chega um cara de chapéu, uma namorada, e manda puxar a costina. Puxa a costina que ele queria ficar sozinho. E a maioria dos garçons, tudo, manhã eu perguntei quem é, e quem chegou aí, ele falou, não, perdi um jogador de São Paulo. Falei, quem? Perdi um jogador de São Paulo, de Guabia Custina.
Abre a coxina. Eu digo, não, tu vai abrir. Fui lá abrir ele. E aí, presidente, eu digo, meu irmão, parabéns pelo gol que você fez hoje. Rapaz, é hora de o Brasil todo te elogiar. Você mete o chapéu e fecha a porra da coxina. Olha aqui do caralho, cara. Ele, porra, tira o chapéu, meu irmão, pra todo mundo te elogiar. Você viu o gol que você fez hoje? Acabou de sair do jogo de São Paulo. Olha só. Se esconde, o marco. Não faz sentido, não. É caro, velho. É, mano. Por isso que tem muita gente que, eu falo assim, jogadores de seleção.
Se eu citar três dessas aqui, eu não vou citar. Se passar pelo Marcos aqui agora, por uma galera que está aqui e não sabe quem é. Claro. E pode ir para a Copa do Mundo. É uma barra que é na rua aqui. Na calçada aqui. É.
É que não, eu falava pra Edilson, Edilson sempre gostou de andar. É, é, é. A gente brincava com Edilson, sempre gostou de andar de Versace, Armani, mas ele metiu o chapéu da Nicoboco. A gente falou, tá todo de Nicoboco. E a Nicoboco é caro, não é barato não. É, é. Coloca com jogadores de Nicoboco. Então os cara hoje, os cara, em vez de aparecer, por exemplo, se eu sou empresário do... É Igor Thiago, né? É.
Se eu sou um empresário que cuida da parte... Os caras escondem o maluco. Não, não, não. Se eu sou agora, eu digo pra irmão. A treta pode ir pra uma Copa do Mundo, onde tem Pedro. Tem uma galera brigando. Eu ligo oferecendo. Charla, você não quer botar o Igor aí ao vivo com vocês? Ou eu vou falar... Ligo na Gazeta. Eu ligo na Bandeirante, ó. Não, liga aparecer. O que? Boto ele na mídia com tudo pra todo mundo ver. Claro, porra. Pra saber, porque se ele andar na rua, ninguém sabe quem é. Isso. Na época de vocês era assim. Na época de vocês era assim. Não tem essa visão, ó. Quando você pega o Marcos. O Marcos vai aparecer o Setanginho de Saldadó.
Quando começa a carreira. O cabelo batia aqui. Vai cair nos pelos. Hoje virou... Vim diesel. Vim álcool.
Então os caras se escondem hoje e é caro, porra. Pô, isso é bizarro. Isso é caro, porra. Não, e depois o cara para assim. Eu entudo, vou pegar a baileira do Gugu, tô indo. Manda a Gouveia, se prepara. Sabonete eu vou pegar errado pra caralho. Sérgio Malano veio no Xala. Eu entudo, vou pegar, tá, eu tô dentro.
Tô dentro. Ah, você vai lá no Chico, a gente tô dentro. Vai no Chico, já vou. Boa na banheira do Gugu aí. Era Pepe e Nenê no dia dele. Ula, ula, ula, ula, ula, ula, ula, ula, ula, ula, ula, ula. Carlos Alberto. Carlos Alberto. Pra você é nosso. Carlos Alberto. Pra você é nosso, você tá com o Carlinho. Carlinho, ok. E da hora na banheira do Gugu. Ula, ula, ula. Carlos Alberto, Carlinho. Carlos Alberto. Ele, porra, falou, tava no Rio. Ligaram pra ele. Calma, Carlinho. Quero você na banheira do Gugu. Aí ele...
Lembrou, né? Pô, ele é do Gugu, né? Luiz Abiel. É, né, pô. Luiz Abiel. Ele é um avião, né? Maranhão. Pô, ele tá catando. Pô, na passagem. Ele, pô, saí do Rio, né? Passagem, viajei. Aí ele falou, pô, amarradão. Aí entrou lá no complexo da SBT. Ah, não, Carlinhos, camarinha pra lá, pra lá. Aí foi o Carlinhos e falou, pô, cheguei no camarim. Tá Carlos Alberto. Aí do lado tava assim, Pepe e Nenê aí.
Ah, devem ter convidado, né? Convidaram hoje, pô. Elas tão bombando, né? Dupla, né? Aí o Carlinho entrou pro vestiário, pro camarim, se arrumou. Aí, 10 minutos pra entrar no ar. Vem, Carlinho, vem, Carlinho. Vai se representar no Bidogogum. Carlos Alberto! Hoje na banheira com o Papai e o Nenê!
Eu queria ir embora, pô. Logo no dia inteiro, né, cara? Eu vou embora, não. Tem caixa não. Eu vou embora, eu vou embora. Bom, Marcão nunca foi na banheira do Google. Não, nunca foi, mano. Nunca foi. Foi chamado? Eu fui no Passa ou Repassa, que tinha aquelas coisas que se apostavam. Passa ou Repassa, toda na cara. Mas eles participavam, cara, desses primeiros. É, não, o que eu tô falando assim é... Os caras tão muito... É... Distância de tudo. É isso, cara. É, isso aí que é o negócio, entendeu? Tipo assim, faz parte... Da vida do CNPJ do jogador... Porra. Você escutar umas merdas da torcida.
Pra você saber, você não é o pica da galáxia. Termômetro. Pô, o cara tá achando que você tá jogando mal. Vou te falar, cara. O cara tá achando que o Dido Rogério é melhor que você, que eles têm que ser o titular. Pô, vou treinar mais, sabe? Então parece que os caras vêem hoje só... Mas não sei, mano. Às vezes eu acho que é saudosismo. Eu tenho duas bolas de prata. Não, eu tenho isso, mas era diferente. Tem duas bolas de prata, né? Só que hoje também você dá moral pro torcedor, o cara quer filmar você, te zoar na internet. A internet é foda hoje. Ó, é difícil também. É que eu acho que é bola de prata, né?
Ganhei 98, 99. Aí eu jogava bem no final de semana e digo, o resultado do jogo do Palmeiras. O Palmeiras perdeu o Sampaio e não tomou essa nota boa. O Ansução lá no Santos não tomou essa nota boa. Ficava secando os caras para...
Não é que o cara tem que quebrar a perna. Eu falo assim, você tinha uma concorrência pra você ser melhor? É foda. Então você sabia na rua, você sentia aí, vamo, ele tá jogando nada, hein? Ó, os caras do Palmeiras tão jogando pra caralho. E eu carregava isso. Vou te falar pra mim, cara, se a gente convive com os jogadores. Posso contar várias histórias. Isso aqui é um curso pra assessoria de imprensa no Brasil, eu acho. Porque o cara passa, eu converso com vários jogadores que querem vir aqui, não podem vir aqui, cara. Olha que loucura essa parada. Tem uma história, eu vou contar...
História que o jogador via... Vai, Grandaré, ele abre o jogo. O jogador via o programa e falou, mano...
Pô, aí, não. Você é fama, ainda não dá pra... O maluco aí, o maluco aí, teu amigo, é. Do assessor, é teu amigo. Pô, quero ir lá, cara. Pô, esses caras são maneiros pra caralho e veio. Um cara da seleção e tal, e veio aqui. Então, assim, os caras vêm, querem vir e o assessor, não, não sei o quê. E aí, sabe o que o cara acontece? Acaba a carreira do cara, o cara não tem história. É? Não, eu tenho um exemplo... O cara, você não sabe que ele... Eu tenho um exemplo bom. Seria engraçado. Eu tenho um exemplo bom dos astronautas, agora, semana passada, aí, que os astronautas não foi dar a volta na Lua lá. Daí, tem isso.
Falei, igual nós, Vampetra. Eles vão dar uma volta na rua, na lua lá, e vão passar o resto da vida contando essa história aí. É isso aí. É isso aí, pô. É chamado por causa da seleção, né? Por causa da seleção. Mas, tipo assim, você faz uma coisa legal, é o resto da vida contando. Mas como é que sabe que o Marcão é maneiro pra caramba? Porque o Vamp é gente boa. Pô, eu fui lá no teu clube, lá, mal honrado. Tipo, vi lá, porra, raiz, porra, maneiro pra caramba. O Marcão, pô, do jeito que ele é. Todo mundo gosta do Marcão, tá ligado? Como é que sabe que vocês são assim? Participavam. Porque vocês participavam.
O que marcou foi participar dos programas do Milton, do Milton Neves. Porra, Denilson, né? Tudo mais, cara. O Avalone. O Avalone. Não, é isso. Eu cheguei na Gazeta lá com o Avalone, com o Flávio Prado. Em derrogação. Só que o jogo é 4 horas da tarde. Os jogos são 4 horas da tarde, termina às 18.
Eu fico tomando meu biricutico. O programa é nove e meia. Cheguei lá e os caras falaram assim. Ô Pedro, pra você o título mais importante do Corinthians 77. Eu de fuga e falei, eu ganhei 77. Só esse eu com dois anos já ganhei dois.
E foi, não foi em cima da ponte não, foi em cima do São Paulo e do Palmeiras. Pra que? No dia seguinte, a Gaviões toda no estádio. Eu sou o Pampeta, presta atenção. Muito respeito com a camisa do Timão. Falei, mas que merda que eu fiz? Do Corinthians. Eu resolvi, até de até. 77 é? Vem aqui, não, lógico, a história do Corinthians. Vem aqui, vai na Gaviões, conversa com o cara. Ô, velho, você sabe a história do Corinthians? Eu digo, não, mas ele também não sabe que ele nasceu em 77, eu nasci em 74. Só mais velho que ele. Se resolvia assim, pá, pá. Ou andando na rua, ou indo viajar.
É isso, é isso. O Marco falou a merda, você passou no meu foto, e aí, que porra foi aquela que você falou? Era um trancador comum, não era... Parece que só as organizadas cobravam porra nenhuma. Não, é... Descia no prédio, o Zeladon, que merda, hein? O Fon, você lembra da frase que você falou? Os caras estavam xingando uma vez que você... E os... Não, que os caras que você falou assim, jogador...
Tem mulher bonita, mora em casa boa. Você lembra disso aí? Mora em casa boa. Você não sabe, mas você falou essa daí. Eu guardei essa daí. Parabéns. Mora em casa boa, tem mulher bonita, recebe bem, compra carro fera, é reconhecido. Não quer que a torcida xinga ainda? O que vocês querem, velho? Eu falei uma também. Quando as organizadas querem bater as torcidas, eu falei assim, nunca entrei na gaviões para bater nos caras, aqueles pés de carnaval direto.
Outra merda, os caras não foram lá pra me pegar. Pô, também. Olha o que ele falou. Nunca entrou pra bater nos caras no cabeceiro. Quando perde o caralho, os caras não falam. Aviões e rebaixar. A gente foi lá o jogador pra bater neles, não é? Não, mas assim, por que vêm essas frases? Porque eram contato. O diálogo era esse. É isso, tete a tete. O diálogo era esse, pô. É isso aí. É porque não adianta, não adianta o cara ficar postando.
Porque a gente sabe que a rede social, 99,9% não é aquilo ali que a gente é. Não é o cara. O personagem você só conhece ao vivo. É lógico. Não é? É isso aí. Ou conversa dos outros, de ter encontrado. Sabendo de como é que ele é. Deixa eu mandar um abraço para o Wagner Thiago aqui. Mandou aqui, ó. Marcão, conta a resenha do Pagode da Azaleia. Não sei se você pegar de novo. É, do Seijão. Eu não sei não.
Não, é que o Serjão foi no... Pô, vocês são foda também, vocês ficam... Os caras, ele foi reclamando que eu só conto as mesmas resenhas. Vocês só mandam as mesmas pra eu contar, pô. É, manda outra, pô. Manda uma nova aí. Mas tem umas que tem que ter no chá, né? Não, com o Serjão a gente saia direto e... Serjão era recém-casado. E a gente foi no churrasco uma vez e nós queríamos conhecer a noite. Queríamos conhecer a balada, a luz piscando, os caras iam lá. Aí... Fomos nesse churrasco aí...
O Serjão falou assim, vamos dar um rolê na balada. Falei, Serjão, você é louco, sua mulher mata nós, mano. Não vamos lá, a gente fica duas horinhas. Aquela velha duas horinhas que te arredeu, da vida. Aí pegamos, saímos do churrasco, fomos lá pra balada. A luzinha piscando, pautorando. Olhamos no relógio, duas horas da manhã, mano. Voltamos embora, porque eu falei, Serjão, você sabe que você vai falar pra sua esposa, né? Ah, fica tranquilo e tal, não sei o que. Chegamos na casa dele, a luz acesa, velho. E eu morava com ele, de favor, mano.
Eu peguei e falei, boa noite, Mila, pra mulher dele. Peguei e desci. Só escuto ele lá em cima conversando. Onde você tava, Sérgio? Sérgio é o goleiro. Candidato a deputado agora. Pré-candidato a deputado. Ei, Sérgio. Ei, no canetão. Fala, fala. Vamos tentar que falou pra mim hoje. Sérgio. Candidato a deputado mesmo. Sérgio.
Onde você tava? Eu tava no churrasco da Zalé. Mentira, que eu liguei lá 11 horas. Você tinha saído. Onde você foi? Ele falou, tá bom, fui na balada, mas não peguei ninguém. E outro, eu tava de carona com o Marcão. Ele foi, eu tive que ir junto. Falei, pô... Aí eu fui de favor pra te expulsar da casalela. Aí eu subi lá, tomei uma dura da mulher dele. Mas assumi, né? Amiga pra essas coisas. Então, aproveita que você tá contando a história com a mulher do Sérgio. Então, conta a história do... Que...
Vocês saíram do treino e aí foram comer na casa do Serjão e aí a mulher dele tava, acho, acordando, não tinha feito comida. Você falou pro Serjão, pô, Serjão, pô, tinha que dar um toque na tua mulher aí, né? Chegou aí depois do treino, não tinha nada pra gente comer, cara. A gente chega em casa e sua mulher não fez nada, cara. Pô, como é que pode? Fala aí essa história. Brincadeira um negócio desse. Dando dura. Morando de favor. Aí fomos comer no Lorde, mano. Fomos comer no Lorde lá. A gente deu a ideia agora. Vamos comer no hotel, mano.
Comida boa do caramba, fomos lá comer, chamamos o bucho no Lorde lá. Na hora que tava voltando, voltamos, a mulher dele tinha feito comida, velho. Tinha metido na mesa. Puta, a mesa, lotada de coisa assim. Ele olhou pra mim desesperado com medo de eu falar, né? Ele falou, não fala nada não, mano, só come, pelo amor de Deus, não abre a boca.
teve que comer, mano. Comer, porque senão o bicho ia pegar pro lado dele. Eu amorei de favor com o Sérgio. O Sérgio me ajudou demais. Cara, isso é muito legal, né, mano? Que depois sai o titular, ele é o reserva. É, é. A gente, goleiro sempre foi muito assim, diferente do do pessoal que joga na linha. É mais concorrência, né? Goleiro tem menos gente, então, tipo assim, você faz a sua ali, mano. E o treinador define.
Mas é verdade. E é bom pra você essa concorrência, tanto interna como externa, porque você só sabe quando você corre, quando tem um cachorro correndo atrás, mano. Se você estiver andando, então você vai pro lugar que você tem o Sérgio Veloso, tipo, na época, pra voltar, ia pra Copa, ou tinha o Dido e o Rogério que estavam no banco, ou eles jogavam, às vezes eu ficava no banco. Isso aí, até pro profissional, é você estar sempre com a água aqui, mano.
Você vê que os goleiros gostam de jogar na linha, porque tanto é que o Emerson machuca, porque ele vai ser o goleiro. Porra, é. O Marcos, o Rogério Díder está jogando na linha. Na linha, é. A gente fala o famoso rachão nosso. Emerson Puma. Tu nunca contou aqui, assim, o maior personagem desse podcast é o Evaristo Macedo. Eu acho que o primeiro cara que eu vi contando a história do Evaristo foi você.
E o primeiro cara que contou aqui foi o Leandro Bochecha, que porra, parceiraço nosso, Bochecha. Esse é o parceiro nosso. Esse take é resenha, não é? Esse aí, meu irmão. Você mora onde, Leandrinho? Bora no Rio, professor. Rio onde? Au, Chimô e Guaçu. Isso. Au, Chimô e Guaçu. Não é Rio, não é? Você mora onde? O Leblon, porra.
treinador Rezinha, Evaristo e Joel não tem igual tu foi treinado pelo Joel também? também, pô papai Joel no Corinthians? fui com ele no Fluminense e no Brasiliense em 95 eu tava no Fluminense um dia eu tô lá em Brasília jogamos sábado lateral direito jogamos sábado pelo Campeonato Brasileiro aí no domingo voga eu tô ali morava em Brasília morava no setor de hotéis ali eu tô passando com o carro quando eu vejo o Joel empinando pipa OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF OF
Não, eu digo, não é possível, é meu treinador. Aí eu voltei com o carro. Eu falei, professor, ele falou, se falar, amanhã eu tiro do time. Explorando dos ministérios. Eu peguei o Adãozinho cortando coisas. Foi pra Campinas, que tem uma caminhonete igual do Adãozinho parado no canto da Bandeirantes ali. Um matagão assim. Eu falei, pai, no outro dia eu perguntei, Adãozinho, você estava parado ali na Bandeirantes? Ele falou, estava. Falei, o que você estava fazendo lá, jogador?
Tava lá dentro cortando o mato pro meu cavalo. E pegava o mato ali na coisa lá e jogava em cima da caminhonete, mano. Os caras já não respeitam nós. O cara vê você pegando o mato, vai achar que nós estamos passando fome, mano.
Eu tenho uma boa, essa é recente, eu não contei. Eu fui agora no ano passado, Mappi. A FIFA dá moral demais pra jogador campeão do mundo. É Legend, Legend. É, isso aí. Eu não sabia, eu descobri isso aí agora. Você é Legend. É uma taça, né? É, eu descobri, mas fórmula na Copa. Você é do cacete, cara. Aí eu fui com a Cazé lá, os caras me chamaram pra fazer uns jogos do Palmeiras. Aí eu fui lá. Aí o cara da Cazé colocou a...
O crachazinho falou assim, ó, se os caras for, tipo, Estados Unidos é embaçado, né, mano? É, é. Ah, você foi pro Mundial com eles, né? É, se os caras for... Não, eu fui passear e eu tava lá, os caras, ó, quer vir fazer o jogo aí? Eu fui lá fazer o jogo do Palmeiras. Eu já ia no jogo mesmo. Aí, colocaram o crachazinho em mim, mano. Você vai passar na FIFA Legend. Mano, você só vai no... Só não entra no vestiário. É. Pode andar... Só não entra no vestiário do time. Você... Tudo liberado, vamp, pra andar ali pra baixo ali.
E aí eu adaptei nessa vida, né, mano? Chegava ali, FIFA Légio, os caras, oh, come on, let's go, come on. Cheguei em casa, mano, a minha mulher deu uma dura neminha, falei assim, sou FIFA Légio, ela vai tomar no seu cu, você é FIFA.
Aqui não, falou pra mim. Eu falei, eu vou voltar pro campo, mano. Eu vou voltar lá pro estádio que eu sou muito melhor tratado. Que é a minha casa. Aí chegou, chegou, chegou. Porra, passe livre, né? Chegou, chegou. Que balé gente na casa. Que balé gente. Chegou as taças pra cada um. É bonita, hein? É bonita, pô. O quê? Chegou pra cada um. Chegou. É meio do Luizão e do Romário. Mas, assim, aquilo ali foi em troca da aposentadoria. Não vai ter aposentadoria, vende a taça. Vende a taça. Quando ele entende, passa uma réplica.
A CBF mandou uma pra cada um E eu moro na parte de hotel, né Aí cheguei, o caderneta E o senhor Marcos, tem uma caixa aí pra você Quando eu vi lá a CBF, a CBF sempre manda pra nós Agasalho Camisa, eu vi que era pesado E eu tava indo num boteco lá na Vila Maria Aí tava eu com um parceiro Digo, abre aí, pega aí um chapéu ou uma camisa pra você O cara começou a abrir Daqui a pouco saiu uma caixa azulzona, velho Foi abrir na taça
É bonita mesmo.
Porque o Messi, quando ele ganha, ele não desgruda da taça, ele dorme com a taça, ele fica. Eu acho que foi por causa do Messi que cada um ganhou uma. Cada jogador campeão do mundo ganhou uma taça. Uma réplica. E é pesado, irmão. Se for ouro, eu tô voando.
Não é não, eu já dei uma metida de dente lá. Deu um... A gente tá sempre pensando em penhorar no futuro, né, irmão? Alguma coisinha de... Dá uma análise aí, é assim. É bronze com banho de ouro. Eu não sei do que que é não. O que será que é? Mas é pesado. É pesado. É bonita pra galera. Pô, se eu vou perguntar pra vocês, mas daqui a pouco a gente tá chegando no final, infelizmente...
Ah, não mandaram nenhuma pergunta boa aí, mano? É, manda a pergunta. Manda a pergunta aí, cara. A última pergunta vai ser feita pela galera do chat, beleza? E ó, voadora no peito do like, precisamos de 7 mil likes, mano. Já que vocês estão de atestado em casa. Já passamos 5 mil likes, 7 mil likes aí na nossa live. Dá like aí pra nós. Pô, sabe o que é maneiro? Mó galera aqui, pô, teve um malandro aqui, não viu o nome dele. Mandou, não, tô, Júbens, Nova York.
Porque ela tá em Chicago. Tem vários brasileiros trabalhando de Uber. Pô, isso é o Veno ao Viva, gente. Pô, muito maneiro, cara. Manda aí de novo de onde você tá vendo a gente. E é uma molezinha, né? Porque o cara pega um Tesla, não dirige, né? Ele senta, o carro que vai. E a pergunta pra terminar, né, Betão? Tem outros aqui. Tá acabando agora? Não.
só pra... Manda a pergunta aí. E vinho toma vinho. Vamos lá. Vamos lá. Eu ia perguntar assim, o jogador mais louco que é citado no Charlotte, até fica pistola com isso que outro dia, foi o Rony, né? Ex-Fluminense. Rony, Flony. Rony, Rony, Rony. Rony e Popeye? Rony e Popeye. Popeye? Do irmão? É, parceirado. Aí ele veio aqui e falou da história do Valber. Aí eu coloquei o Valber no top 1.
De loucura. O motoqueiro. Tá lá o André Luiz Tchê, tá lá o Fábio Costa, então tem uns malucos. Se eu vou perguntar pra vocês, o jogador mais louco que vocês conheceram, quem foi? É que vocês jogaram junto e tal, vocês conviveram ali.
Mais louco, assim. O Marcão tem várias, eu vou falar. Não, o Vanko também, né? Que é foda, assim. Cara, eu não chegava no padrão desses caras aí, mas eu fazia bastante arte também, assim. Mas tu é doidão também. Ah, quando era moleque fazia muita merda.
Pô, eu pontei um revólver pro clabão, mano. Quê? Não, vamos lá, vamos lá. Mas por quê? Os caras faziam pascu, lembra que os caras faziam pascu? Fazia o quê? Pascu é você sobe do júri pro profissional, os caras te fazem um trote. Ah. E aí os caras passam a pasta de dente no seu rego ali e você vai viajar com o rego cheio de pasta de dente, mano.
E arde. E arde. Ah, imagino. E você não podia tirar. Caralho. Essa experiência. Que merda. Aí eu nunca fui de correr da coisa. Os caras, vamos pegar a molecada. Os caras tudo correu, sumiu pro mato. Eu já fiquei quieto lá. Falei, ué, os caras vão pegar mesmo? Já deixa lá, que senão os caras vão judiar mais. E passaram em mim...
Mas o Marcelo, goleiro, que subiu junto comigo, não sei se o Amaralzinho tava. Mas passaram no monte. Juari, que eram os meninos que jogaram comigo, e a gente foi patibar, com a bunda cheia de... De pasta de dente. Fechou. Aí chegou lá, tomei banho, eu falei, agora eu vou fazer o meu trote, né? O Clebão tava, o Clebão zagueiro. Aí eu fui lá no quarto do Tonhão.
Era o... Caralho, zagueiro de Palmeiras. Tonhão, Clebão, Tchisó. Rapaz, quem que era? Eu sei que foi no Clebão, mano. O Tonhão tava. Tava, né? Não sei qual é. O Tonhão. O Tonhão era do Tonhão. O Tonhão era do Tonhão. Aí eu cheguei lá e falei assim, ô Tonhão, presta uma arma sua aí, mano. Uma coisa que eu vou lá no quarto do Clebão. Não, é assim, é assim. O Tonhão tinha uma... Tinha. Ele tinha um Tempra com Robes Firra. O porta-mala era só arma. É. Lá, cara.
Ele andava muito. Lembra aquele tempra preto com rodas e fiat? Cara, Tonhão era... O porta-baro era um exército. Tempra prata, ouvido guina. Chegou lá, pegou um revólver, Tonhão tirou. Viu que não tinha bala, né? Testou lá. Eu fui do pai do Clebão.
Bati no quarto do Clebão, o Clebão abriu e falei assim, passa a pasta agora, mano. Passa a pasta agora! Não adianta eu falar assim, né? Você tem que falar, passa a pasta, como se você estivesse com ódio. Pelo nome de Deus, eu falei, você sabe que matar eu não te mata, mas eu te alejo e mirava no joelho. O Clebão pulava, o Clebão pulava. O Clebão é o cara da pasta. Essas eram os trotes, é. Os caras tomeiam trote, aí tipo, aí você fazia, mas a gente ficava concentrado.
Sem celular, televisão tinha cinco canal. Os caras ficavam o dia inteiro fazendo merda, mano. Então, tipo assim, eu tava nos loucos. Mas tem uns aí que eu sei, os das resenhas. Eu acho que os caras são muito loucos. Manaram que o Palma é muito ósseo, jogou. Kreber, gladiador, jogou. Então, mas eu não andava tanto com os caras assim de fora ali. Eu só sei das resenhas. Das resenhas eu sei. Eu acho que os caras mais loucos de todos é o Ronaldo Fernando. Você acha?
E o Rincon? O Rincon também tem umas boas. Não, o Rincon é mais sério. Mas assim, loucura mesmo, acho o Ronaldo. Ronaldo é o mais louco que se jogou. É. Por quê? Você pega no pé do Ronaldo também. É, imagina assim. Ele já tá irritado tudo com você. O que ele quiser fazer, ele faz, né, mano? Imagina já isso. O que ele quiser fazer, ele faz. Ronaldo, Ronaldo. Por quê, mano? Ele é o mais louco de todos, irmão. Louco de todos.
Ele é. Toma a vinha do Papa. Ele é. É. Mas você acha o Ronaldo? Eu acho o Ronaldo. Ronaldo para mim é o mais louco. Mas quando era criança, quando era mais jovem. Não, nada que nada. O Ronaldo para mim é o mais louco de todos. Todo é o Ronaldo. Você teve uma vez que foi jantar com o Ronaldo? Chegou? Eu não quero saber, senão eu vou perder a endeletria, mano. Na mesa?
E tinha o Ronaldo e o... Ronaldo, Ronaldo é. Ronaldo tava florida, a mente, você perguntou. Ele é Ronaldo, Fabio é o Ronaldo. Ronaldo! Fabio é o Ronaldo. Ronaldo, me fala aqui, ó. Aqui pra cá quem é, aqui pra cá quem é, hein? É o Ronaldo, não adianta, é o Ronaldo. Tô lá na rede Ronaldo lá com o meu pai de castro. É verdade. Mas não sou funcionário dele, irmão. Pra mim é o Ronaldo.
Ah, é? É o Giovanelli, você tá falando do Ronaldo Giovanelli. Ronaldo Fenômeno. Ronaldo Fenômeno. Esse é o mais louco de todos. Tá com essa resenha aí no... Tá com essa resenha mesmo, o reis da resenha lá, né? É... Tá com o nosso amigo Maroto lá, com vocês lá também, Tiago Maroto. É, o Tiaginho tá lá, campeão aí da resenha. Ronaldo Fenômeno é louco. Tá igual o pai do Cris, tem 35 empregos, o Július. É, o Július. Tem dois empregos, o Július. Sai daqui e vai pra outro, o Július. Se você narrar, acabou. A meta mais ainda.
Você fica falando essas coisas aí. Fica falando. Os caras tudo ficam pegando no pé da gente que a gente torce contra a seleção, mano. Já lhe avisei. O Alisson é bonito, olho verde, cabelinho caído. Se ganhar, nunca mais tu faz nada. Tu não pisa no chá lá nunca mais.
Aí estão sendo buscados. É nada, mano. Isso é resenha, você é louco. Resenha o caralho. Ele fica morando isso aí. Eu falei pra ele, seu vampeta. Ele sabe. Você, o Denilson, os caras já se consolidou na televisão, mano. É. Ele não chama você mais porque você é peito ou tetra. Chama por causa da resenha, mano. Irmão, tu acha que alguém vai chamar?
Alguém pra fazer televisão ou em evento pra torcer contra a seleção? Esses caras aqui eu não quero. Nada disso. Eles têm um grupo para eles. Eles tudo sabem. Eu vou gravar. Quando sair pra Noruega... Eu vou gravar. É. Sair pra Noruega... Pra Noruega que vai ser? Caralho, ele já falou... Correu o Halland. Quando sair pra Noruega, foda-se. Também o Marquinhos foi dominar na frente do Halland, sabendo que é o Halland.
Mano, ele fala isso aí, os caras tudo... A gente sabe que vocês... Eu comprei uma camisa da seleção, 750 contas de jogador, mano. Porra, o Brasil quando perdeu... Porque os caras me mandam camisa de goleiro. Mas eu gosto da amarela. Então toda Copa eu compro uma amarelinha e põe meu nome pra banco andar. Sem dúvida do tosse conta. Ô, 750... 779 pra chegar em casa, mano. Tu vai comentar a Copa, Vampir? Pergunta pro Dunga se ele tava torcendo... Não, tomara que não, porque ele vai acabar com nós. Como é que é? Pergunta pro Dunga se ele tava torcendo... O Puccafú levanta a taça.
É, só aparecer a imagem do Tunga. Seleção, rapaz, seleção. Quando o Cafu levantou. Clube não, clube não. Alisson, bonitão. Sei o quê. Aí não vai mais lembrar do Marcão ali, né? Ele vai ficar lá em Oriente sem sair mesmo. Já não gosta de sair? Quem que vai dos três goleiros da seleção, então? Vamos ver. Então, Alisson, Ederson e o Bento, eu acho. É, tem essa vaga aí que tem Bento. Tinha o Hugo, né? Eu levaria o João. Eu levaria o Hugo. É, mas o João também não tá jogando. Por que eu levaria o João, será?
Não, porque ele jogou bem no Botafogo. Ele é o Libertador, mas agora não tá jogando. É, é. Eu levarei o Hugo, né? Ele tá machucado. Não tá no Notch-Ranford. Notch-Ranford, mas tá se recuperando. Não sei se ele já tá jogando, né? É. Agora... Eu acho que vai o Bento... Vai te falando, vai pra esses times. É, tem isso. Com moral, tipo assim, num time...
O cara joga aí no Palmeiras, no Corinthians, no Botafogo, no Flamengo. Tá agarrando todo domingo, quarta-feira, 15 destacando. Ah, vou jogar na Europa. Paca. Deixa eles pensar. Ou você não vai. Com todo respeito ao Alisson, que no Liverpool tem história pra caramba. Mas assim, os três goleiros que a gente tinha em 2002, pra mim, nenhum de hoje chega aos pés dos três. Deixa eles pensar. Nem Ederson, nem Asso. Ninguém. Deixa eles pensar em cima do trio. Olha lá. O trio e o trio de apoio. Gabriel, Mendina.
Tiaguinho, Zulu. O que é isso aí? Os rapazes do Neymar. Bruninho, Neymar com a fita de Jesus, eu te amo. Isso é campeão isso aí? É campeão? É essa turma aí. É excelente. Equipe de apoio. Virginia, Vinícius Júnior.
Marquezine não, né? Iago, Iago, Iago Ele tem dois nomes, o outro é atacante Igor Thiago Martinelli Gil Cebola, aqui só sobe Hugo Glaxo Tira dos caras Não, somos campeão, não, não, não Lá, lá, lá Aqui não, aqui é só nós
Isso é o primeiro trio. É, a Bruna Marquezine vinha junto também. A Bruna Marquezine, aquele xamã, xamã já caiu. O xamã, o que é, velho? É o xamã. É o xamã. É o xamã.
Já manda com o outro aí. Essa turma aí tudo anda justo. Essa panela aí vai quebrar todo mundo. É, é, é. Mais um copo de vila vai sair tudo preso daqui. Eles tudo viam, paz, tudo tosse. O Denilson falou assim, ó. Ô, Vamp, minha imagem com cinco tuco, ninguém vai apagar. O único que tava torcendo contra é o Juninho Paulista, egoísta, que quer ganhar, né? Agora tá fora. Ah, no CBF, é. Ele era diretor na última, agora é de Milson. É de Milson. É da igreja.
Quer uma conversa, ele deu sozinho, pra ver agora pra quem ele vai torcer. Edmilson, né? Agora ele faz parte da barca. Isso, isso aí. Tem que ser campeão no mundo. O Filipão foi egoísta, podia ficar com nós. Foi lá, tomou 7x1. Fica só com nós, pô. Queria dividir com os caras aí, ó.
A nossa turma é da hora, pô. A escalação desse trio é brava. A nossa turma é da hora, pô. Deixa o cebola. Não, não, vai subir o... Vai subir o paquetá. Não, vou lá dançar. Não, não, não. Não, vou lá dançar. Carro de apoio. Carro de apoio. É um carro VIP, pô. Isso é o Neymar no grupo campeão, né? Imagina isso aqui 45 dias, pô. É. 45 dias.
Vampeta, Juninho, Edilson, Ronaldinho, os caras... Os baianos felizes todo dia. E o antielote, não, não, não, tenho que subir que sou campeão. Não, mister, não, não, aqui é só nós. Aqui é tardezinha, aqui é tardezinha. Os caras na Copa, os caras tinham um repertório, mano. Os caras tinham um repertório de pagode.
Tocava aquelas 10 músicas lá. Lembra quando a gente não cantou uma e teve que voltar todo mundo pra dentro do carro? Voltou todo mundo. Eu acho que uma hora não falou sobre isso, né? Os caras esqueceram de cantar a música e ela falou... Perdemos! Aí você... Voltou tudo pra dentro do outro. Cantar a música e poder descer. Eu lembro que teve uma folga na Copa. A gente não sei de quem foi. A galera toda saiu. Ficou eu, o Marco e o Lúcio. Só nós três não saímos. Ficamos tomando um vinho pra caramba. Na Coreia.
O Filipão liberava pra nós depois assim. É, mas tem que liberar, é o time que ganha a Mab. É um negocinho... Eu lembro que você trouxe... Eu marco o Lucidina, porque ele tomou no Rio pra cá. Coréia e Japão também não tinha muito lugar pra... É, não tinha, né?
Mas o Van Peno tem... Não, não. Tem de que ir 100% mesmo a Copa do Mundo mesmo. É mesmo? Eu também. Não tem de porra de um. Na verdade. Na verdade, porra de um. Eu tô falando porra de um. Não sai de porra de um mesmo, não. Eu acho, mano. É isso que eu acho, mano. É isso que eu acho. É a qualidade de jogo. Eu tenho uma teoria. Eu tenho uma teoria. Não saí falando sério. Eu vi todos os jogos da Copa do Mundo. São oito jogos? É, você me falou. É, eu não assisti. Eu tô falando sério. Oito, né? Tipo assim... É claro que os caras tão milionários, tão bilionários, tão ricos, tão não sei o que. Mas tipo assim, pra coroar uma carreira...
todos esses caras, mano esses caras tiveram uma carreira fantástica nos times, nos clubes na Europa mas a Copa é Copa tipo de conhecimento tipo assim mas porra coroou uma geração assim com um título mundial que nem o Messi a importância que era pro Messi os caras tinham um monte de bola de ouro lá um monte de coisa eu perguntei pro Van isso já acho que é pra todo mundo que vem aqui eu pergunto sempre vou perguntar pra você apito final, mano o que tu sente na parada?
Ah, na hora sim. Você é campeão do mundo. Não, na hora, eu acho que a gente pensa mais do que os outros vão achar, né, Vand? Porque nós, tipo, pra quem ganha, um paulista, uma Copa do Brasil, o título, o campeão já é da hora, entendeu? Mas e campeão não pá? Aí tem as importâncias. Apitou ali, Brasil, Alemanha, apitou. O que passou na tua vida? A ficha cai no campo ou a ficha cai depois? Não acredito nessa porra, mano. Não acredito. Não acredito. É.
É foda, mano. É eternizado. Ó, uma mesa. Olha, você pode falar o que quiser, mas tipo assim, a gente é reconhecido pelo Palmeiras, pelo Corinthians e tal, não sei o que, mas tipo assim, com o Van Pizou, não é verdade, as coisas que aparece pra gente fazer de coisas é... É hoje. 90% é por causa da seleção. O Nilson contou um negócio do caralho. É por causa da Copa do Nilson. Esse ano de Copa, assim, pô, aparece... Convite que vem. Convite de... A tua ficha cai na hora ali ou não?
Tua ficha cai na hora, assim, caralho, mano. Qual o tamanho? Eu fiquei pra sempre. Aí você não vê a hora de chegar aqui, cara. No Brasil. Porque naquela época, você lembra como foi a comemoração do Penta 2002? Eu fui pra praia de virar vocês. Você é louco, os caras, aquela... Meia-noite, eu não ri. O Filipão falou na final, tipo assim, mano, vocês estão aqui...
É representação do povo, velho. O povo nosso é tudo fodido lá, pobre. Sabe, uma das poucas coisas que a gente tem no país pra bater no peito e falar assim, nós somos fodas é o futebol, então não esquece de sair, mano. Vamos comer o filho desse salemão aí e tal, não sei o que lá. Sabe, então tipo assim, é verdade, mano. Que tem um lugar pra cantar o hino nacional, né, Vamp? É quando você tá fora do Brasil, mano. Ó, caralho. Imagina só, imagina só. Tô aqui representando o meu...
Meu país mesmo, velho. Imagina só. Meu futebol, né? Graças a Deus, dando uma guerra. Imagina só. Imagina só. Vou dar um exemplo dos argentinos e de brasileiros. Tá numa mesa Mário Campes, Maradona vivo e Messi. Aí, tá o Messi e o Maradona conversando. Aí, Maradona, Maradona, aí chega o Mário Campes e fala, fala, fala, fala, Maradona, fala, campeão, fala, Messi.
O Denilson, o vagabundo, tava Edmundo e Zinho. O Denilson chegou e falou... Fala, Tetra. Zinho. Zinho, fala, Petra. Fala, Edmundo. Aí é trairado demais. Tá, Ronaldinho, Neymar e Ronaldo Fenômeno. Fala, Fenômeno. Fala, Tetra. Fala, Petra. Fala, Neymar.
Não é. Cara, isso aí não tem... Isso não vai também. Falei, vamos morrer com essa porra, vim curtir. É. Mentira, já acertei com o Serasa, já paguei pensão, já plantei árvore, escrevi livro. Agora vamos me divertir com uma porra com essa porra. Se divertir, ser o campeão do mundo é ruim?
Ô, Vampeta, quando tu ouve o cara aqui, eu já ouvi isso na televisão algumas vezes, quando vem aquelas resenhas assim, ah, o Zico não ganhou a Copa, aí o cara fala assim, ah, mas azar o Zico, não é assim também. Aí o cara fala assim, ah, fulano não ganhou a Copa, aí ah, agora você, porra, mas o que interessa, o Vampeta no banco ganhou a Copa, isso não quer dizer nada. Os caras, eu vi a gente falando isso na televisão. Isso eu vejo, mas é bom que o Vampeta na Copa ganhe, o que é que o Brasil representa? Seleção Brasileira. Pode ir na Copa América, tem um. Tem um Copa América.
Temos Copa América. Sim. A Mundial de Clubes tem? Tenham. Você é campeão brasileiro, quer quantos? Tenham. Quer Copa do Brasil? Tenham. Quer quantos estaduais? Tenham. Me divertindo, pagando pensão e sendo querido no país. Quem tem essa vida que eu tenho?
É verdade. Não foda-se quem vai falar. Não quer dizer nada. Tipo, você não tirou. Aí você é uma das organizações mais caras da história do futebol brasileiro. Já jogou na... Já morou em Paris? Já jogou no Paris-Sermão? Já. Já. Milão? Já. Mundo Árabe? Já. Copa das Confederações que eu não ganhei. Joguei duas. Não ganhei. Só não fui pra...
pra... pra... pra... Olimpíadas. Você não tava? Olimpíadas, eu não fui. Copa América, Copa América. Não, Copa das Primeirações, depois da Copa América perdemos. Ah, pro México, né? Perdemos pro México. Ah, é. Então quer dizer assim, quando falou o Vampeta, porra, então ó, com Zagallo, Filipão, Luxemburgo, são tudo burros, Parreira. E eu... Não, e outra. E eu me divertindo, dando risada e só contando história. Cara, eu bizarro assim. E aí eu vou brigar com o César Sampaio, o Mauro Silva, Dunga, Juninho Pernambucano.
Juninho Paulista... É, você tira os seus ventos, você jogava pra caralho, velho. Não, cara! Vamos jogar pra muito. Eu gosto! Vamos jogar pra muito. Eu gosto de sentar, sabe com o quê? Não é com um jogador que jogou que nem eu pra sentar pra falar de carreira. Isso, é maneiro. Quando eu tô sendo doido, com quem pensa, até gente da empresa que subestima, eu dou risada, continuo bebendo e me divertindo. É isso. Eu quero que você tá falando assim. O Zico. E aí, mas como você tá falando de bola? Vamos falar de conquista. Vamos falar de conquista. Quanto joga, joga onde, joga não sei o quê, papapá. Esse que eu gosto de pegar. Atreta, atreta, atreta, atreta.
Eu tiro onda de maluco. Não tiro o mérito do Zico. Também não tiro o mérito de quem não. Não é a Copa que define a carreira do cara. Eu falo assim que é uma cereja, mano. É uma cereja do povo. É igual no clube. Você jogar no clube, você ganha o Mundial de Clubes. Você ganha a Libertadores, você chega lá, o Mundial de Clubes. Aquilo lá é um fechamento de carreira no clube. Na seleção tem uma Copa do Mundo. Ou a Copa América, mas dá importância. Então, tipo assim, pro cara terminar...
Terminando a carreira, mano, o que eu tô dizendo, oito jogos, concentração, vale a pena, mano, vale a pena. Boa! Sabe, uma vez eu falei pro Tite, quando o Tite era treinador da seleção, eu falei, professor, primeira coisa que você tá errado, brasileiro não é europeu.
Família de jogador é longe. Pode alugar uma casa. O dia que tá de folga, vai lá ver. Leva lá os ingressos. Concentrado. Falei pro Tite. Concentrado. Família incomoda, assim. Você vai jogar um jogo de Copa do Mundo. Pô, não chegou o ingresso. Eu não tô conseguindo entrar, sabe? Organize essa parte.
da família pra lá, e na concentra, é só o jogador, mano. Vale a pena. Na seleção, nas sete jogos, né? Sete jogos de concentração. Na seleção. Tá ali focado. Claro, claro. Na seleção, é o time de treinadores. Filipão, Filipão, Luxemburgo, Leão e Candinho.
E o Leão é muito simpático com todo mundo, sorri pra todo mundo, né? Um cara muito agradável. Não é muito assim, não. Não é? E eu sou um cara, então, que só me divirto, eu fui capitão da seleção. O Leão me dá a faixa de capitão. Só o Leão, tô falando só o Leão. Que é muito boa pessoa, gosta de piadas pra caramba. Gosto de quem briga. Uma parada aí me surpreendeu, me surpreendeu. O Melo teve aqui no preparador. Perguntei pra ele, cara, fala um cara que te impressionou fisicamente. Van Peter, foi o cara que ele se...
É, como é que pode beber as 5, treinar às 8, correr mais que todo mundo... Mas você acha que meio dia ele vai estar dormindo? Não, ele vai estar no outro compromisso. O cara vai ter um cavalo jogando forte pra caramba. Vai pensar? Mas eu falei isso pra tu, eu falei isso pra ela falando aqui. E o Josué era assim também, né? O Josué, pô, bebia e tal, a gente tava lá treinando mesmo. Era outro futebol também, né? Se fosse hoje, dava infarto.
Hoje os caras são os cavalos fisicamente, os caras são atletas profissionais. Mas tem aí mais um, mais um Marcão. Olha isso aqui, Marcão, por aí. Ganhou muitos, entregou vários, sempre dando seu pitaco. Hoje, se você perguntar qual é o melhor jogador do Brasil hoje, o mais completo pra mim é o Vampiro. Ele era. Porra, só isso. Ele era? Não, não, não.
só na humildade. Aí do lado, do lado é o Pelé, não é que era 7, não, ele errava. Aí do lado vem esse aqui, ó. Com certeza colocaria numa seleção se você fosse técnico. Bom, Figo. Boa trilha. Divaldo. Divaldo Figo.
O Batistuta. Batistuta. Saboraço. Zidane. Zidane. Aliello. Eu acredito que ele falou desses quatro, ele falou você. Não tá um, né? Vou colocar o meu amigo Vampeta que tá jogando.
Eu não sou tão seu amigo, não. Eu colocava você em terceiro aí. Não, mas eu fico olhando assim, cara. Não, mas eu me divirto quando vem esses papos. Sim. Porque quando a gente para de jogar, e aí a gente é mais comedido, mais solto, se diverte uma hora. O Marcos... É, mas o Marcos se esconde mais. Senão, se o Marcos... O Marcos tem história pra cá. A gente senta aí, o Marcos e o Denilson, a gente faz um stand-up de duas horas e amarra. É um sonho, hein?
Daqui a pouco os caras vão falar, sabe o quê? Sabe o que os caras vão falar? Que o Marco era o pior que o Olho do Palmeiras, porque brinca. Isso é foda. Mas está no futebol também agora, porque a galera que é resenha não joga bola. Não tem nada a ver uma porra com a outra, né? O cara é resenha. Agora, você viu o que eu acabei de falar? Coloquei Pelé, Zico, Romário, Ronaldo e Neymar. O que é que eu tenho a ver com o Neymar na minha vida?
Nada. Mas a bola jogada do cara, irmão. Esse negócio de querer botar o Thiaguinho em cima do trio. Que ele vai querer. O Neymar é um fenômeno jogando bola, pô. Jogando bola. Tecnicamente, todos eles concordam. Todos eles concordam. É, né? Todos que eu falo em particular. Não vai publicamente. Sim. Sabe que o cara é foda. É. Foi foda. É. É. Não sei se vai querer ser foda. Comendo feijoada, não vai ser.
Tem que sacrificar, né? É isso. Galera, eu queria pedir palmas pra essa resenha histórica do Chama Podcast. Ah, não pode ser. Sério mesmo?
Acabou levar logo duas dessas da pênalti aqui. Política não sai de mão vazia. Tem que assinar, tem que assinar essa aí. E aqui, ó. Vamos assinar. Quem, ó, Enzo, aqui, ó. Pra você aprender a história do futebol. Aqui, ó. Pênalti, beleza? O QR Code tá aqui. Apontou a câmera do celular pro QR Code agora. Você garante todos os produtos do legado da pênalti. Pênalti Legacy, beleza? Essa aqui é a bola. Wurz.
Com a qual Edilson fez a embaixadinha. Isso. Do título paulista de 99 do Corinthians. Isso aí. E a bola em que o Marcos pegou o pênalti do Marcelinho Carioca. Isso, no mesmo ano. Aquela lá. Que é a Américas. Da Libertadores e da Copa América. Isso, de 99. De 99, aquela lá.
Aqui, ó, Vambi foi campeão paulista com essa aqui. Precision. E Marcão foi campeão da Série B do Brasileirão. Isso, o acesso do Palmeiras. O acesso do Palmeiras, sensacional. Mano, a pênalti lá na história do futebol brasileiro. Se você... Cara, isso aqui eu vou levar. Eu também quero, né? Essa bola aqui... Não é só eu não, o Marcos também concorda. Foi a melhor bola que a gente jogou. Fala aí de novo, fala aí de novo. Essa é a melhor bola que eu já joguei.
É essa aí, né? É muito tradicional, né? E aí, galera, vocês acharam que não tinha presente? Acharam errado. Ó, chega aqui. Mas chegaria. Aí, vampi, presente. Mas é uma caixa, né? Uma caixa de ouro eu vi ali. Pô, é a história do futebol brasileiro e não é à toa que vem numa caixa dourada, né? Caixa de ouro, sensacional. Ó, muito obrigado a Pernal. Tinha uma parceria que só começou aqui com o Charla. Pô, essa receita já é histórica. Olha aí, ó.
Se eu não me engano, as três estão aí, certo? Porra lá. Porra aí, ó. Sensacional, cara. Espera demais. História da carreira de vocês, né, mano? Tá vendo? Aí. Corre atrás Vinícius Júnior e Neymar e os caras aí, ó.
Isso é legado, né, gente? Isso é legado. Penalty Legacy, tá aí, ó. As três bolas que marcaram aí a história do Marcos, a história do Vamp, cara. Sensacional. Bacana lá. Mais que entrar em campo, entrar pra história.
E isso é muito importante. Copa América conquista com aquela bola ali. Libertadores da América com aquela bola lá também pro Marcão. Aqui tem o estadual do Corinthians, sensacional. E também a Série B do Palmeiras. Aqui tem Libertadores de 2000, né?
Classificação para final, né? A eliminação do Corinthians. Tem embaixadinha da Dilson. É. Então, a bola que tem, né? Aí, é história. Num jogo para os dois aí. Sensacional. Galera, queria agradecer a vocês. O Vamp é sempre muito legal quando a gente está junto. Era um sonho conversar contigo. Exatamente. E hoje, assim, é muito legal a forma que você recebe a gente. A gente vê que você gosta da gente. E a gente gosta muito de você. É. Mano. Então, eu estava essa semana lá, falando, na mesa.
Eu vejo tudo, assisto tudo. Eu não sei se o Mar gosta de ver os programas, eu vejo tudo. Vejo as postagens dele, quando a gente apede, quando tem... É um problema na rede. A gente comenta, a gente comenta. É um problema. Deu um probleminha comigo que você esteve atrás. Até eu posso... Pessoal que deu um probleminha com o Hugo Souza um tempo atrás. O pessoal chamou ele de piolhento e eu dei risada. Mas a intenção no momento lá foi...
Foi uma coisa que nunca foi xingado, tá ligado? Porque eu era careca, então, tipo assim, aí depois... Foi nada não, um negócio de racismo, não. Peço até desculpa pra ele ter a oportunidade de pedir desculpa de novo se ele ficou ofendido aí. Já que ele ficou ofendido, né? Mas não foi a intenção. Aí jamais, e que nunca teve um piolho. Minha mãe pegava, sabe o que? Aquele leço branco, pegava aquele pique.
Eu tive piolho, pode parecer que não, mas não disse. Eu tive também. Eu tive, né? Além de ir piolho. Mas não foi por isso, é porque foi mal entendido. Aí depois tem um jeito de... Aí você tenta pedir desculpa, mas quando os caras querem seu sangue, já não adianta pedir desculpa, né? Mas então eu tô aproveitando essa oportunidade aqui de me desculpar com ele.
E o Marcão, na gente, ele é muito resenha dessa de provocação no Derby, né? Ele provoca o Corinthians, ele é provocado pelos torcedores. Então, assim, mas Marcão, todo mundo te conhece, né? Quem te conhece sabe que, pô, é pilha. E pra gente, Marcão, é assim, é uma honra na minha vida, na vida do Betão, conversar contigo, ter a oportunidade de conversar com você, seja on ou em hora. Tava em casa, com a família, que não esquece de ser campeão do mundo. Agora tô aqui com eles. Eu falo, uma das maiores honras foi ter ido lá na pelada do Vamp. E vou de novo, porque já tava fazendo a sua vida. Pelo que vai mandar as bolas tudo pra lá, pra nós. É.
Falou já. É legal, mano. É legal. É legal. É legal. Porque pra gente é muito louco ver vocês jogando e ter a oportunidade de trocar ideia com vocês. Então, mano, pra nossa vida é um momento especial. Parabéns pelo cara que tu é, que é esse cara. Mano, você olha o Marcão, você vê a verdade. É isso? Ele estampada assim, né, cara? O tempo inteiro. O olho no Marcão é assim. Você não tem dúvida do... Você pode ter a crítica que foi, mas tu tá falando a verdade do teu coração. Assim, é essa parada.
Esses caras são assim, né, cara? É uma geração que, infelizmente... E um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro, ou estou errado? É isso, lógico. Campeão no mundo são cinco, né, Vamp? Titulares, né? É, mas é um tempinho para ver de novo, mas estamos aí.
Obrigado, Marcão. Eu que agradeço também a oportunidade da gente vir aqui também, porque o legal, depois que a gente para, é vocês dão uma oportunidade assim pra gente não ficar esquecido, mano. Que legal demais. Então, dá-me por aí, hein? Tem coisa pra contar. Tem! Eu vou fazer umas merdas novas pra contar os nossos. Sempre a novidade do Palmeira. Maneira demais aqui, ó. Vai pra um quadro isso aqui. Assinar, hein, Marcão? É. Claro. Por favor, sensacional.
Show de bola. Palmas para a Vampeta e Marcos que estiveram no Chala Podcast.
Palmas para a pênalti também, essa marca que faz parte da história da minha vida, da vida de vocês, da vida do Betão. Na verdade, quem não queria ter uma bola na pênalti? Porra, moleque, na rua, a molecada lá, pô, ficava pintando a bola dentro de leite com o gol da pênalti. Deus parabéns, eu sempre passei na porta aqui, o Bach e o... Passão Cristóvão. Que maneiro isso, né, cara? Não só coisas aí de quem jogou muito mesmo. É a memória do futebol. Esse quadro do Rivaldo aqui é maravilhoso aqui atrás.
É um rival, é um rival. Perna comprida lá, chutando de Mizuno. O Djalma Santos ali, cara. Garrinha, xalapa. Trim de Pelé, né? Espalhado. Cara, a história do futebol... Tem uma foto ali do Ronaldo e do Gaúcho. Um do Barcelona e um do El. Olha o canhota lá, levantando a taça pelo fogão lá. É. Uma dona Marilena lá. Estão me apontando ali, ó. Maradona e Vico junto ali, ó. Isso. É. Abraçado, Brasil e Argentina. Cara, sensacional. Quem não conhece tem que vir aqui no Barra São Cristóvão. É, isso aí. Estamos no Barra São Cristóvão aqui perto.
Tinho da Vila Madalena e São Cristóvão, que é um clube tradicionalismo, revelou o Ronaldo Fenômeno. Tá lá o escudo de São Cristóvão. E onde é o Charles, Betão? Em São Cristóvão. No bairro de São Cristóvão, pertinho no clube. Bairro Imperial de São Cristóvão. Pulei muito essa grade aqui para o Megatrem e tudo mais. História bonita quando vocês começaram, né? É, isso aí. Lá em São Cristóvão, continuamos lá. Somos de lá, vamos ficar lá.
Isso aí. Tamo junto, ó. Um charla pra história com a pênalti. Obrigado, Pedro. Obrigado, né? Obrigado, galera. Proporcionar isso pra gente aí, cara. Demais. Histórico. Pra sempre. É nóis. Valeu. Que me abraço.
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