#715 - Mestre Dudu & Evandro Malandro [Mocidade Independente de Padre Miguel]
A Charla de hoje é com Mestre Dudu e Evandro Malandro, mestre de bateria e Interprete da Mocidade.
- Mocidade IndependenteHistória do samba · Nova apresentação · Competição
- Evandro MalandroRecepção · Expectativas · Carreira
- Baterias de SodioPreparação · Estilo · História
- Samba de EnredoAnálise · Influências · Música Popular
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- Música EletrônicaCadência · Ritmo · Influências musicais
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- Música e CulturaReferências de Cantores · Estilos
- Julgamento do CarnavalNotas · Expectativas · Análise
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- Impacto das Redes SociaisConexão com o Público · Visibilidade
Fala, galera! A Charla Podcast no ar, Matheus Emanuel. Pelo meu sorriso. Quando tem Matheus Emanuel, Charla Samba no ar, beleza? É, é verdade. Tamo junto e hoje, especial. Especialíssimo. Por vários motivos. Exatamente.
Primeiro que o coração do amigo bate forte. Exatamente. Bate forte. Hoje é maneiro demais. Seguinte, outra parada. É o Charlo Podcast que mais atrasa no Brasil com orgulho. Sim. Então a galera já tá aqui, pô, isso de respeito não é o nosso jeitinho. E outra coisa, sambista não pode reclamar muito de atraso, né? Não. Final de coletação é marcado às 10 horas da noite e o resultado sai às 7 horas da manhã.
Pode reclamar. E também não começa as dez horas. Não. Tem escola que faz um after absurdo. Por exemplo. Tem. Por exemplo. Exatamente. Tem gente que sai de lá meio dia. Tem gente que sai de lá meio dia. É. Porque o churrasco começa seis da manhã. Tem isso, né?
Seguinte, ó, voador aí no peito do like, beleza? Quanto mais likes a gente tiver pra mais gente, aparece a nossa resenha. Então, ó, galera da Mocidade, chega junto. Eu sempre falo pra galera, é muito maneiro comentar. É muito maneiro comentar. Sim. Mas o ideal é mandar perguntas.
Claro, você tem a oportunidade de tirar dúvidas aqui Com personalidade do samba Por que não? Então, manda pergunta pra gente Porque a gente vai fazer as suas perguntas aqui Pros convidados que você admira, beleza? Então é só mandar a mensagem Que a gente vai lendo aqui no ar Um salve pra galera que tá acompanhando no Youtube E um salve pra galera que está acompanhando no Spotify
Spotify tem também vídeo, mas a plataforma preferida é daquela galera que tá em trânsito, tá treinando enfim, tá no carro quer acompanhar sem deixar de prestar atenção em outras situações pode acompanhar no Spotify, no Deezer no Apple Music e no YouTube Music também
Show de bola, estamos juntos. Sejam todos bem-vindos, arroba charla podcast em todas as redes sociais. Daqui a pouquinho teremos rios da mocidade no charla. Rios de resenha, rios musicais, rios de tudo. É isso, show de bola, estamos também no charla podcast, então Instagram, TikTok, Twitter e Kawai. Se quiser me segue lá, arroba Cantarelli Bruno. Se quiser sigam o Mateuzinho. Arroba Mateus Manel, segue lá que tem muito conteúdo.
É isso. De samba. De samba, inclusive. Pô, é uma maravilha o conteúdo de samba, que os comentários são só positivos. Vai falar de futebol, sabe nada! É isso. Sabe nada, o lixo! Não, de música. Aí de música, maravilha. Olha como é legal. Como é conhecedor. É, como é conhecedor. Futebol sabe nada! Ó!
Com a gente, cara, e a gente tem uma honra, eu acho, de receber. Esse cara que é um craque. Sim. Em off, já tava arrepiado em off. Sabe aquele jogador que, assim, tem uma carreira muito completa e tudo mais, mas, assim, parece que nasceu pra jogar em determinado clube? Sim. É mais ou menos a situação aí. Cara, aqui, com a gente, não vou dizer a nova, né, mas...
Novo momento da mocidade. É verdade. Um ano que promete demais. Sensacional. Mandar um abraço pra Rodrigo Coutinho, pro Brian. Exatamente. Parcerácio, estamos juntos. Rodrigo Coutinho começou aqui. Não, não começou aqui. Não, não começou aqui. Mas assim... A gente gosta de falar, revelei. Não. É, mas a mamãe nos tirou. Que bom que o Rodrigo Coutinho passou por aqui. Passou por aqui. A mamãe nos tirou. Passe caro, né? É, passe caro. A gente tinha um empréstimo e tal, a mamãe falou e comprou. Ah, é isso aí.
Minha Escola do Coração, cara, que coisa espetacular. Gostei, gostei. Gostei, gostei. Pra quem não sabe, Minha Escola do Coração. É difícil a gente falar time, né, Matheus? É negócio de estrela, você gosta, né? Gosta, exatamente. Pinha solitária. Palmas pra uma mocidade independente de Padre Miguel no Charla.
Que honra sensacional. E, cara, primeiro, vou falar com o cara que vai falar pela primeira vez em um programa sendo a voz da mocidade. Seja bem-vindo, Evandro Malandro. Tudo bem, irmão? Tudo bem, graças a Deus. Que maneiro te ver de verde e branco.
Cara, sensacional Essa camisa é braba, tá? Quem não sabe a história da mocidade Camisa do Independente Futebol Clube Começou no futebol, Jairio Samba Não é isso aí? Tô muito feliz, de verdade Muito obrigado, mocidade Muito obrigado, Charla Podcast Eu tô... Minha primeira aparição Né? É... Minha primeira aparição
Eu tô muito, muito, muito apreensivo, ansioso pra minha apresentação e tá tudo muito, muito bacana, um cuidado enorme. Então, muito obrigado. Vamos prozear. É, show de bola. Agora apresentado oficialmente. Exatamente. A apresentação tá concedendo a primeira entrevista coletiva. Pode ir.
Roberta, seja bem-vinda. Quanto tempo de mocidade? Você me falou ali em off já. Eu entrei na mocidade em 2002, tive o prazer de participar lá. Tive que sair, mas voltei no ano do Caju. Isso. Aí tá de volta desde então. E recebe agora a companhia desse cara aí. Com muito carinho. O contrário, eu que tô, eu. Vendo esse achê aqui. Coração aberto.
E a gente tá muito feliz e ansioso também pra começar os trabalhos. Tá lindo, tá lindo. Cara, um dos melhores mestres de bateria da geração. 15 anos. Primeira prateleira, beleza? 15 anos de mocidade independente como mestre de bateria. É isso, só isso. Mestre Dudu, sou seu fã, mano. Seja bem-vindo. Não existe mais quente, mestre.
Tamo junto. Bom, galera, primeiramente, obrigado por receber a Mocidade aqui mais uma vez. Estive aqui uma vez já. E é sempre uma honra falar da nossa história, falar um pouco da nossa bateria, falar um pouco da nossa história. E você comentou aí com o nosso tenor sobre a camisa, né? E a escola trouxe aqui um presente pra vocês. Ah, não? Sério mesmo? Você comentou da história do...
Você comentou do Independente, né? Da história da escola, todo mundo sabe. Começou num time de futebol. E essa camisa remete a essa história, né? É um bonézinho também, coisa linda.
E esse bora, essa camisa aí todo mundo encontra na Botica Mocidade, tá bom? E tá braba demais, beleza? Coisa linda, essa parceria com a capa aí, esquece. Esquece, irmão. Tá maluco, coisa linda. E aproveitar aqui também a convidar vocês aí, todos os ouvintes aí, dia 3 agora, nossa primeira feijoada. Vamos apresentar aí o nosso time de ouro, né? Pra todo mundo, Evandro Malanda aí.
Cara, eu fui escolher o melhor óculos pra botar no teu programa de hoje. Aí eu falei, pô, eu vou escolher o verde, né? Pô, eu escolhi esse aqui meio banalado quando o nosso piano chegou. Olha só, mas sim. E agora então eu vou falar. Coloca no óculos dele, cara. Vocês estão no estilo que eu tinha. Aí eu olhei pra ele e falei assim, irmão, e aí? Camisa, roupa e tal, sei o que. Vamos fardais, não? Legal e tal, mas vou com uma camisa branca. Eu falei, hum.
Aí chegou aqui pra casa. Pô, ele vem de terno, pô. Esse é o nosso terno, tá maluco? Esquece. Pô, é sensacional. Obrigado pelos presentes. Eu vou usar aqui o boné, obviamente. Vai ficar até mais bonito, Bruno. Pô, sensacional. Fica bonito é difícil, né? É legal, né? Porra, lá. Olha aí, olha aí. Aí sim, olha aí. Olha aí, olha aí.
Caraca, fera demais, mano. Não, vou de banho também. Acho que todo mundo do samba sabe que a mocidade vem de um time de futebol. E é muito maneiro aqui no Charla, a gente fala também sobre competição, né, cara? Porque o carnaval é muito legal por essas... Por exemplo, a mocidade visita outras escolas, outras escolas visitam a mocidade. Ah, essa integração, tudo mais.
Mas, mano, é competição, né? Já começou, assim. Próximo ano, você já... Você falou, o time oficial vai ser apresentado aí na feijoada e tudo mais. Mas, cara, o que a mocidade está planejando pra você, Dudu, agora pro próximo ano, em termos de colocação, em termos de competição, que a gente está precisando aí, mano?
O carnaval não para nunca, né? A mocidade hoje se reinventou. Hoje está aí essa dupla fazendo esse trabalho maravilhoso na direção executiva da escola. E recentemente agora começou uma obra na Quadra da Vintenha, aquela quadra histórica nossa lá. Porra, você é fera. Estão lá reformando a quadra para poder receber o Independente de braços abertos lá, tudo verde e branco, tudo bonitinho. E vai ser uma festa linda, a gente sabe muito bem disso, dia 3 de maio agora, né?
E para o carnaval, a gente tá... Todo mundo aqui muito ansioso. A gente tava aqui na resenha agora conversando sobre isso, sobre o enredo. Teve muita mudança nesse pós-carnaval, né? E dentro da mocidade também teve algumas mudanças. Trouxemos agora o Jaque, né? O nosso novo carnavaleiro. Já passou pela mocidade também. Já passou pela mocidade também. Fez um belo carnaval, inclusive. E tá em Sete Chaves, cara. Eu sei que tá todo mundo aí em cólicas, querendo saber... Qual o enredo, hein? Qual o enredo, hein, malandro?
Exatamente, corredo. Corredo, Roberto. Tá rodando? Tá rodando.
Mas vem coisa boa aí. É, né? Eu não sei de nada, pelo amor de Deus, hein? Não, o Dudu tava perguntando aqui, não sei o que. É, lógico, porque... Mas conversando com o Carnavalesco, com a direção da escola, tá todo mundo muito contente, assim, mas eles não falam, não soltam, sabe? Então, assim, a gente não tem muito o que falar sobre o enredo, acho que todo mundo faz esse trabalho de surpresa mesmo, né? E que vem um belo enredo pra poder desenvolver um trabalho belíssimo em bateria.
como tem vindo aí ao longo desse tempo, para o nosso cantor também cantar aquele belo samba. E agora é o início de tudo, né? Soltou o enredo, aí começa de verdade o trabalho, né? E eu tô muito ansioso, eu não posso mentir, né? Agora, Evandro, quero saber de você. O Dudu falou, todo mundo feliz, todo mundo empolgado. E você, irmão, tá feliz? Tô feliz, tô empolgado, tô ansioso. Você consegue entender pelo óculos dele, irmão.
Olha o óculos do cara, irmão. Ele é o óculos de moané. O cara é brabo de moané. Não, esse aí não fala português, não. Esse não fala. Tá feliz? Tá em casa, Ivan? Tô, cara. Tô muito feliz. Eu fui muito bem recebido. Brian, Coutinho, toda a mocidade, comunidade. Eu já recebi um carinho enorme, enorme pela internet. Antes...
da minha apresentação, sabe? Mas me abraçaram de uma tal maneira, aí vou mandar um abraço aqui pro... Tá nos bastidores ali o Yuri, do marketing. A gente fez alguns conteúdos e a recepção, cara, é maravilhosa, sabe? Do pessoal abraçando, aí fiz uma dancinha lá do Será, foi maravilhoso, foi muito bacana. É dança, hein? É!
Não, não, não, não. Não, não, não. Porque a parada é assim, vou falar a minha percepção, tá? A primeira coisa, assim, a gente tava falando de competição. Tu vê o Evandro Malandro chegando na escola, mano. É um recado pro carnaval. Tu não recebe bem e tá me vendo errado, porque, porra...
Cantor que o cara é, cara. É brincadeira, mano. Eu já te falei isso aqui. E assim, na presença do Evandro na Mocidade, acho que é muito um recado que a Mocidade passa também pro mundo... De força, né? De mundo carnaval de força. É um intérprete muito requisitado como...
Como um todo. E aí eu queria perguntar pro Evandro, porque a Roberta já é gente de Mocidade já há muito tempo, Dudu, nem se fala, nasceu ali. Como é que foi, como é que tá sendo chegar na Mocidade essa recepção? Até de forma mais profunda, porque a gente percebe que você, assim, você tá fazendo sua primeira aparição praticamente pública como cantor da Mocidade aqui.
No Charla, e parece que você já tá na escola há muito tempo. O que você viu na mocidade, assim, que, cara, realmente algumas pequenas atitudes que mudam tudo e já te fazem chegar em casa, sabe... A vontade. A vontade.
O carinho, o respeito, o entender o cantor. O Brian e o Continho deram uma entrevista falando exatamente sobre isso. O estilo de cantar do malandro.
se encaixa muito bem e eu sou muito, muito, muito fã dos sambas da mocidade, da história da mocidade, da linha de trabalho dos sambas da mocidade. É muito o jeito do malandro cantar, sabe? Eu acho muito bacana isso, desse respeito, desse carinho. Não, eu estava falando agora que nos bastidores com vocês, eles me deram, vocês me deram, um mês...
Só em casa estudando.
só em casa estudando, estudando muito, me cuidando saúde também, e de perto, sabe? Cuidando de perto. Fala no ar aí, escografias do samba. Não, mas uma das principais escografias do samba, assim, tem Vila Isabel, tem Pérez Serrano. Só tem 70 anos. Mas assim, além dos sambas muito populares dos anos 90, o lado B que a gente gosta, que a gente quer dar bolha, aqui ó, bolha.
É espetacular. A forma como os sambas não tão populares da mocidade são sensacionais. Os artistas.
da mocidade, e fora da mocidade, que tem muitas músicas e sambas de mocidade, então o repertório é vasto. Seu HD tem que ser gigantesco, né? Rapaz, e eu tô muito feliz, sabe? Muito feliz. Vira e mexe, manda uma mensagem lá, do mesmo pergunta, pessoal do carro do São André, um abração. E aí, cantor, como é que tá? Pô, irmão, o que é que tu acha? Tonalidade. Esse carinho...
É muito bacana. Tô muito, muito apreensivo. Eu quero chegar no dia 3, na feijoada, na apresentação do elenco inteiro. Eu tô sabendo que ele fez uma roupa especial aí. Cuida aí, cara! Cuida aí, cara! Mentira, mentira! Mas dá altura no óculos escuro, assim. Deve ser, mas não é isso. Dizem que a roupa tá guardada mais a sete chaves que o enredo.
Se chegou assim hoje, imagina dia 3. É, mano. Chega grandão. Mas, olha, tu tá ansioso, é óbvio que tá, né? Muito, muito. Quem ama o que faz, tem que estar ansioso num momento desse. Mas, cara, eu acho que tu, mano, tem tudo. Tem a cara da mocidade. Tem a cara da mocidade, mano. Tem a cara da mocidade, mano. Ele fala muito, desculpa, ele fala toda hora que, pô, tô estudando muito, né? Ele fala na resenha, ele fala aqui ao vivo. Se eu fosse teu professor, já te dava 10, irmão.
as passagens ali, tá chegando pra caramba. Não é pra 10, já. Qual o samba assim que você olhava da mocidade antes de ser intérprete da escola e falava assim, pô, eu acho que esse samba na minha voz... Alguns. Alguns. Alguns.
Quinto Império Tupinicópolis Os sambas vira-virou A mão que faz a bomba Eu acho assim Puxa, vou cantar ele por aí Nos shows aí
E aí eu cantava buscando o meu lado, né? De cantar, assim. E aí, pô, legal, cara. Ficou bacana. Aí comecei a incluir em vários shows e vários shows. Aí aquele negócio de criança, de você vai cantar em frente ao espelho, aí fica cantando assim e tal, aí bota a roupa. Aí ia lá, hein?
Aconteceu, a coisa aconteceu Cara, sensacional Quem não acha que deu match Tá vivendo errado Quem não acha que deu match Vai ter hoje A honra de presenciar Vamos ouvir Evandro Malandro? Agora Pode ser Podemos
Exclusivo Exclusivo, inédito Inédito no Chá no Podcast A gente vai assistir uma vinheta pra exclusivo
É isso, cara. Mocidade Independente, ao vivo no Charla. Pela primeira vez, Evandro Malandro. Força total, Evandro Ansiedade faz parte. Eu tô cedo agora. Então, vou nem cedo. Já vou pedir a todo mundo que tá ligado aí um pouco de paciência com o Evandro Malandro. Eu tô estudando muito, muito. Eu tô me preparando bastante pra chegar a ser a gotinha no oceano chamada Mocidade. Mocidade.
Então, tô me dedicando bastante, de verdade. E... Vamos lá, vamos lá. Vai ficar bacana. Tu escolhe o primeiro, Vando. Hã? Tu escolhe o primeiro, Sando. Tu que sabe. Zvigdon, pode ser? Pode. Quem é o Cavaco que veio hoje, Vando? Luiz Fernando. Ah, é Fernando? Luiz Fernando. Ah, tá. É Felipe, é apelido dele. Saberam? É.
É um brinquedo! É um brinquedo! Bora meu pade, tira onda aí irmão, podemos, é isso. Vamos lá! Pega daí então, vamos lá, tá vendo? Muito cuidado, muita calma nessa hora.
Oi, quero ser a pioneira A erguer minha bandeira e plantar minha raiz A erguer minha bandeira e plantar minha raiz Nesse mundo louco de tudo um pouco Eu vou levar pra 2001 Avançar no tempo E das estrelas fazer meus ilíquidums Meus ilíquidums Os meus devaneiros
Quero viajar
Sou a mocidade, sou independente, vou a qualquer lugar Eu sou, sou a mocidade, sou independente, vou a qualquer lugar Vou a lua, vou o sol, vai a nave, eu sou do samba Caminhando pelo tempo, em busca de outros bambas Vou a lua, vou o sol, vai a nave, eu sou do samba Caminhando pelo tempo
Em busca de outros... E eu quero ver, quero ver No céu minha estrela brilhar e escrever Meus versos à luz do luar Vou fazer Todo o universo sambar Até os astros e a dia eu mais fulgor A própria vida de alegria sem feitor
Está em festa o espaço sideral sidera Vim pro universo, vou já cantar E quero ser a pioneira Arreguei minha bandeira e planta minha raiz Arreguei minha bandeira e planta minha raiz
Fingiu paciência. Paciência com ele, tadinho. Aí, cuidado, hein. Paciência. Paciência. Pô, ó, quem não tá arrepiado em casa... E a torcida, a comunidade, o torcedor apaixonado... Do quê? No Instagram, eu quero aquela, eu quero aquela, eu quero aquela. Então você tem que... Pressão, gente, migrante. Porque, rapaz...
Essa é a parada Paciência com ele Por favor Vai ser difícil Eu queria fazer uma pergunta pro Dudu Em relação ao Evandro Porque a bateria da mocidade tem uma característica Bem específica Em relação a andamento Em relação a batida Enfim Em relação a batida
E o Evandro é um cantor também com características específicas. Eu queria saber de você, como é que se dá esse casamento entre a característica da sua bateria com a da interpretação do Evandro? Bom, vou ter que puxar um fundamento aqui.
Preciso falar do meu padrinho, o Mestre Odilon. Mestre Odilon, gosto. Que implantou um andamento lá na Grande Rio. E Mestre Fafá recentemente conduziu e meio que chancelou esse andamento na bateria lá, a bateria do Mestre Fafá, por sinal. Uma bateria que eu admiro muito também. E eu já... Major. Nosso Major. E eu já admirava o trabalho dos dois em conjunto, obviamente.
E eu cansei de participar de Escolha de Samba na Grande Rio e ver o trabalho do Fafá com esse cara aqui. Eu achava magnífico aquilo. E quando eu soube que o Evandro viria para a escola, eu fiquei muito contente, porque assim, vai ser de fácil acesso ao trabalho, porque ele já vem de uma bateria cadenciada.
Então, eu sofri muito um tempo atrás, que as baterias eram tudo para frente, né? Com andamento 148 aí, 144 ou para cima. E eu vim ali no meu 138, 140, e eu sofri muito na internet sobre isso. E eu banquei porque a nossa bateria...
De mestre André, pô. Ele implantou isso lá e eu não vou mudar o nosso andamento porque lá o B tá pedindo, enfim. É uma bateria que todo mundo precisa respeitar porque é uma bateria cadenciada, sim. Então, repito, eu acho que o trabalho vai ser de facilidade pro Evandro porque ele já vem na bateria também cadenciada. Então, eu tenho certeza absoluta que vai dar um casamento perfeito também.
Porque é muito difícil um cantor ou um mestre que faz essas trocas, que hoje em dia, infelizmente, está assim, o carnaval está muito corrido. Imagina um cantor que vem de uma escola com a bateria muito para frente e do nada para uma escola que tem uma bateria muito cadenciada.
Porque a nossa bateria realmente é uma bateria com muitas características. E a principal é o nosso andamento. Então acho que vai ser de fácil entendimento para o Evandro e todo o teu carro de som. Não tenho dúvida disso. E a gente vai gabaritar tudo o que der pela frente aí, irmão. Pode ter certeza disso. Com certeza, é isso aí. Agora, Dudu, queria que você passe um pouquinho mais disso aí. Porque assim me fascina. A nossa cidade é...
Sim, Mestre André, enfim, é uma referência no quesito, né? Então, por que a bateria da mocidade é tão diferente? Tenta explicar pra quem é um pouquinho mais leigo no assunto, assim. E por que a sua decisão de manter as características da bateria? Bom, parte do princípio que eu sou filho de mestre, né? Meu pai tá na minha pele aqui, mestre correto. Mestre, Mestre, tá aí? Tá aqui, pô. Tá aqui, mocidade. Caraca, maneiro. Já tô finalizando ainda, aqui tá meu pai. Não existe mais quente.
E aqui tá o Robocop de 96. Cara, olha que maneiro. Participei desse trabalho também. Enfim, cara, pra mim, é motivo de muito orgulho quando eu falo da bateria da mocidade, né? Falar de Mestre André, falar do meu pai, falar de Mestre Joajão, outros mestres passaram por lá. Mestre Bereco, Mestre Jonas. Até o Mestre Andrezinho também, filho do Mestre André, meu amigo, participou comigo lá na Superdiação de Bateria. Me trouxe pra escola de volta.
Cara, é motivo de muito orgulho Porque É uma bateria muito peculiar, cara Que tudo é diferente na bateria da mocidade E assim, pra entender É um pouco difícil, é muita história pra contar Inclusive o suro de terceira Que as baterias hoje Até a bateria universitária tocam hoje Foi inventado também na mocidade
Então assim, é muita coisa, é muita história pra contar. Então como é que eu hoje, o Evandro comentou aí, né? Quero ser uma gotinha no oceano. Como é que eu hoje vou mudar essa história? Então eu não tenho que mudar. Nem tem que, né? Mudar, inventar nada. É só manter o legado do cara mesmo. Fala o cara com o maior carinho do mestre André. Porque por onde eu passo eu sempre falo dele. Porque tem que falar, não tem como não falar, né?
E as baterias hoje precisam sim bater cabeça pra gente. A gente que eu falo, a bateria da mocidade. Porque tudo começou aqui, né?
Então, assim, desde o Chocalho Cascavel, né, que é único também. Posso falar que é no mundo, né, não é só aqui no Rio de Janeiro, Brasil. A levada do repique, a afinação dos surdos, que todo mundo fala que é o contrário. Eu acho que contrário são os demais, né. Tem esse detalhe também. A nossa levada de caixa, né. Então, assim, cara, é muita história pra contar. Pra fora, sempre fala uma paradinha. É paradinha do mexandré, é.
Então, assim, pois é. A paradinha hoje todo mundo faz aí, né? Hoje, um tempo pra cá já inventaram a famosa bossa, mas as baterias dentro da bossa também tem que botar uma paradinha. Então, assim, tudo começou aqui. Então, eu tenho muito carinho, muito respeito em falar, porque é uma parada muito séria isso, entendeu? Pô, tá maluco. Então, como é que eu, Dudu, hoje, né, mano? Uma gotinha no oceano, vou tentar mudar essa história? Então, tá bom, vou mudar. Ele é a gotinha. Eu sou o burro e faca. É, né? É.
Metade da gota. É, metade do detalhe. Meta gota. Mas isso é muito fera, assim, porque o primeiro é o estilo que você foi criado, né? E, cara, manter uma essência é algo muito valoroso, né, cara? Identidade, né? Identidade, mano. Identidade. Você não tem o que fazer pra agradar ninguém, você tem que ser você, né, mano? Pois é, eu nem nos meus melhores sonhos eu pensava em ser mestre da mocidade.
Meu pai foi mestre, como eu disse aqui, ficou acho que nove anos no comando da bateria, e eu participava do trabalho com meu pai, do mestre Coelho. Mas eu queria só tocar o meu repique junto com os mestres que tocavam o repique, né? O mestre Salsinho, que é meu espelho hoje. Por sinal, tocou o repique muito bem, muito bem limpo. E eu, assim, eu tenho um...
muitas referências, sabe? E eu só queria participar do trabalho. E eu via que é um trabalho árduo, porque não é fácil você lidar e comandar 300 pessoas. Sim. Cada um com pensamento diferente ali. Então eu queria só conduzir, ajudar meu pai ali e tal. E tá eu aqui hoje.
32 anos de mocidade. Vou fazer 15 anos comandando essa bateria com muito orgulho. E repito, por onde eu passo, eu tenho que falar dos mestres, sim. E que seja aí o 15º Carnaval, que seja o 16º, e por aí vai. E eu tento só... Pode falar. Não, pode falar. Eu tento só, como você falou, Bruno, é manter o legado, sim, porque isso é histórico, pô.
Entendeu? Eu quero ficar na história conduzindo o legado do cara. Eu não quero fazer história de ter feito uma besteira, de ter mudado algo do tipo. Pra mim, não rola, não. Mas é um desafio maior pra você do que pros outros mestres? Ah, eu acho que sim. É porque, pô, eu não caí de paraquedas, né, cara? Cheguei na escola muito novo e vi tudo isso acontecer. Vi lá os caras encorando lá os instrumentos. Eu, hoje, quase ninguém faz mais isso.
Hoje o couro já vem empaixado ali no alumínio. Exigamente tinha de verdade os caras encorando lá. Que exanal, tá?
Hoje já não tá tanto assim Tiver duas escolas hoje fazendo isso é muito Mas cara, eu bato no peito Carrego esse legado, aprendi hoje A me dar com rede social Aprendi a tomar porrada na rua Quando era bateria tinha uns comentários muito negativos Antigamente, quando a gente apanhava de verdade E eu consegui com o trabalho Da minha direção E os meus braços que são ritmistas Resgatar o nome da bateria Porque ficou um tempo muito
vamos dizer que seja do largado, né? E eu aprendi a apanhar. Eu ia pra feira de bonecos escuros pra ninguém me ver, e vi um cara do nada, porra, essa bateria tá foda. Eu falei, caralho, mano. Até que a gente começou a mexer em certas coisas na bateria, não mudando as características, e conseguimos chegar no êxito que é o legado desse nome, Bateria Nota 10 de Mestre André, que será eternamente esse nome. Hoje a gente carrega o nome de Noizeste Mais Quente, mas por trás tem a Bateria Nota 10 de Mestre André.
Eu queria perguntar pro Dudu até, porque ele falou um pouco superficialmente das características da bateria da mocidade, porque tem muita gente que vem de fora do Carnaval e acha que a bateria é tudo igual. Ah, vai tocar e tal, isso aí é a bateria de Carnaval. Mas a bateria da mocidade é muito diferente das mais. Cada bateria tem sua peculiaridade, mas a mocidade é... Eu queria que você explicasse assim, didaticamente, pro pessoal que não conhece, o Chucado Cascavel, o porquê...
do inverter o tambor, da questão dos surdos invertidos. Inverter não, as outras são invertidos. É, exatamente. Obrigado. Muito obrigado. E do Chucar e do Cachabel? Queria que você falasse sobre isso.
Então, eu falei aqui do mestre Jorjão, né? Que também é uma referência minha. Eu participei aí do final do mestre Jorjão. Trabalhou comigo agora, recentemente, antes de acontecer o que aconteceu. Pedi pra escola voltar com ele pra trabalhar comigo lá na direção. As irmãs do Jorjão, década de 90, época boa da mocidade, né? Inventaram o Chicago Cascavel.
Nessa época, a Lisandra, a Fátima, e fazia essa famosa dancinha que hoje também... Quando eu falo que tudo é... Camocidade é referência, cara. E o tudo começou aqui, aqui tudo começou, isso é muito forte. Porque se você for contar a história de verdade, a gente vai falar até amanhã, porque são muitas coisas para contar.
E isso aí, Matheus, começou na mocidade, com as irmãs do Jorjão. Eu lembro que o Chocalho era até desse tamanzão, o Chocalho. E elas começaram a fazer a Cascavel no intervalo entre Repique e os surdos, que só a mocidade faz isso hoje. Até a dança do Chocalho, o dançar, tocar dançando, que é muito difícil, também começou na mocidade. E hoje as baterias estão tudo fazendo também. E a Paradino foi meio sem querer?
Eu vou tentar contar uma história como sou de... Eu também sou velho, não, tá? Pelo amor de Deus. Você é mais velho que eu, tu sabe, né? Eu sou mais velho que você. Você é mais velho que eu, é. Pois é. Eu sou mais velho... Eu sou mais velho que todo mundo aqui. Eu sei. Dá pra ver também, velho.
Porque você canta bem que ele não vai escapar disso, né? A famosa paradinha foi um acidente, na verdade, né? O mestre André, ele sambar, ele fez da bateria, né? Eu não consigo sambar, porque eu não sei sambar. E o André escorregou e a bateria parou de tocar. E quando ele levantou, ele meio que levantou a batuta dele, ele falou assim, vamos tocar, né? E o repico foi lá, subiu e aí se tornou a famosa paradinha. Olha só. E de lá pra cá, o bagulho ficou doido, irmão. Mas cara, as paradas de música, normalmente, assim...
Essas genialidades aparecem aí, né? O cara vê um problema e esse problema é legal.
Vou fazer isso aqui. É, é. Como algo habitual. Normalmente vários... No rock tem muito isso, né? Muito. Contam que o Jimi Hendrix é o cara que dominou a distorção na guitarra por um efeito de amplificador também. O cara foi lá e, pô, isso aqui é legal e tal. O gênio aparece aí também, né? Em cima do erro, né? É isso, cara. Pois é. É o erro, de repente, dominado, ele vira um acerto, né? São as outras que tocam invertido, então, né?
Bom, sobre o surdo, como eu disse que aqui tudo começou, é porque não existiam tantas escolas de samba, não tinha tantas baterias, né? E algumas escolas copiavam a mocidade também. E de um certo tempo pra lá...
começaram a inverter os surdos. Inclusive, eu quando fui para o Nui de Padre Miguel, lá em 2004 para 2005, o famoso Boi Vermelho, a bateria também era igual a Mocidade. E eu não tinha mão de obra para tocar, porque é muito difícil fazer a levada da caixa. Eu tentava copiar a Mocidade e eu não conseguia outro lugar, que foi no Nui de Padre Miguel. E eu comecei com o meu pai, falei, pai, está difícil, cara, vamos fazer diferente.
Vamos inverter os surdos, vamos botar a caixa no alto. E está hoje assim, lá na UPM.
Por conta da gente. Porque senão hoje estaria igual a Mocidade. Mas eu não tinha mão de obra em Padre Miguel. Porque eu não conseguia trazer os caras da bateria da Mocidade pra tocar na união de Padre Miguel. Então eu consegui trazer os caras de fora. A caixa da Mocidade se toca embaixo? É muito diferente. Sem telabarte, aquela coisa toda. O famoso Partido Alto, né? E eu conseguia através do Mug da Vila Isabel. Um saudoso Mug.
Com seus filhos lá, Cassiano, Luiz Paulo, que eu tenho maior gratidão a eles também. Eles me davam, até o próprio Chuvisco, da Estácio de Sá. Visco. Levavam os caras pra gente poder nos salvar lá na UPM, né? Isso em 2005, 2004, 2005. Olha quanta história. E eu tive que inverter e mudei tudo. Tive que inverter todo o trabalho que não existia na UPM na época. Porque eu não tinha nem bateria na época. Quem criou, posso falar que foi meu pai, porque não tinha aquela bateria, né?
E eu fico... É muito orgulho, cara, chegar hoje lá e ver o Mestre Lion comandando a bateria do jeito que tá. Eu fico muito feliz. Uma aula. Peraí, vou reforçar uma situação aqui de uma briga de músicos. De uma briga de músicos. Não é 2x4. Tá aí o porquê do 4x4. Deixa no ar que os músicos vão entender. Sim, com certeza.
A cidade está aí pra explicar. Agora, Malandro, uma parada que eu queria falar contigo, assim, é... Cada intérprete tem sua característica, né? Com vocês dois. E, pra mim, eu relaciono muito o trabalho que eu faço também a isso aí.
Tá radoito, hein? Tem estilo do garotinho. Sim. Na TV é a mesma coisa. Se o Luiz é um, Cléber Machado é outro, Galvão é outro, Roberto é outro. Só que tem sambas da mocidade que são extremamente melódicos, cara. E tu é...
Dessa linha. Graças a Deus. Tu concorda com essa visão ou estou falando uma merda aqui? Concordo perfeitamente. Eu respeito muito quem tem a linha de trabalho para o lado de mais energia ali, mais aguerrido. Mas eu sou mais do canto de priorizar.
O canto. O canto, a melodia. Meus cacos são melódicos. Eu sou muito disso, de... Cantamos agora. Tu jogou um tom aqui, agora que se eu jogo, eu não falo três dias. Eu não chego, né? Incrível, cara. Como diria Dominguim, uma coisa é cantar no tom, outra coisa é do lado do tom. Dominguim falava isso. Tem gente que tá cantando do lado do tom, mas não tá no tom.
E aí, vou pegar esse gancho aí. Eu, pra começar, todo mundo não tem jeito. Todo mundo começa. Você tem que ter um norte pra você ir. Depois você desenvolve... Referências, né? Você tem que ter referências. As minhas referências são pra esse lado do cantar.
Eu sou fã, sido, fui fã, sido, escuto até hoje muito Dominguez Tassio, Jamelão, que chegou na Mangueira já artista, então, entendeu? Ela disse-me assim, não tem a pena de mim, vai embora, ele tem em mim.
essa melodia, então eu procurei sempre cantar dessa forma. Aí cheguei numa cidade com sambas que encaixam perfeitamente. E aí é muito bacana você chegar e... Poxa, por favor, me ajuda, canta desse jeito. É legal, porque já é o estilo que eu gosto de cantar, já é a maneira que eu gosto de trabalhar. Isso me ajudou muito com 4x4 aqui.
O fato de ser músico influencia muito também? Então, uma vez eu falei isso, deu uma certa polêmica entre alguns, mas isso é a maneira do malandro, esse é o jeito do malandro, isso é o malandro que tem isso. Isso não é pré-requisito pra ninguém.
eu não vou dizer principalmente para não generalizar a coisa, não é pré-requisito para ser cantor de Samba Erredo e também não é pré-requisito para quase nada. Mas eu achava que saindo de Nova Friburgo, eu tinha que chegar no Rio sabendo música, entendendo exatamente.
saber conversar com um produtor musical, com um mestre de bateria, e entender, entendeu? Divisões, harmonia, dividir a harmonia. Dó maior, porque é o Dó maior, Dó mi sol, mas é Dó maior, Dó menor. Porque da terça... Eu tinha que entender isso.
Juntamente com isso, aula de canto, sempre gostei muito de cantar, e aí eu fui estudar pra saber, pra entender. Pedro Lima, um beijo, meu professor. E eu fui entender por quê, como... Você tá cantando aí, não, calma, não é a quinta, entendeu? Tá cantando a sétima, ainda não tá na oitava. O que é a oitava? Sabe, então...
Não é pré-requisito, mas eu achava que para eu chegar bem e poder, vamos lá, chegar perto de um quinho, de um nego, de um neguinho da beija-flor, eu tinha que entender pra caramba, porque, poxa, na dada época, minhas referências no Jamelão, Dominguinhos. Então, não é pré-requisito, mas eu entendo que...
Eu tinha que ser assim, mas isso agora, vamos lá. Isso ajuda demais, tá? Caminhar dentro da música, você caminhar estudando música, não é, não é, Alberto? Isso te ajuda demais. Porque você vai estar entendendo o que você está fazendo. Mais uma vez, gente, não é pré-requisito pra nada, pra ninguém.
Na cabeça do malandro é e muito, porque você saber o que você tá cantando... Entender a sua arte. A modulou, o que é modulação? Ah, tá no maior, a modulou pra menor, ela foi pro Tom Esprimo, enfim. Entendeu? Entender a sua arte. Tem que entender exatamente onde eu tô, por que que eu estou, entendeu? Seu samba... O samba tem vários caminhos. O que que é caminhos? Progressões? Então, enfim. Cara, sensacional, Roberto.
O que que tu acha desse cara agora que você tá comendo de perto? Falta muito! Falta muito pra chegar no burrifar do negócio! Você tá no burrifar com aquela gotinha uma gotinha que tem que aprender muito, muito. A gente tá aí na pista há muitos anos, mas a gente tá sempre aprendendo, né? De braço e eu com essa enciclopédia da música.
Que vocês mestres aí. Mano, eu queria perguntar até seguindo essa linha. Você gosta de ouvir fora carnaval? Boa! Fora carnaval, gosta de cantar, gosta de... Eu acho que o Marano só ouve o Samirredo de em vez. É, aquele que era assim, ó. Caralho, Samirredo. Agora é o Samirredo. Eu estudo muito.
Esses dias aí, saiu, o pessoal já deve estar aí já comentando, no Instagram da Mocidade, justamente sobre isso. Eu sou um cara que veio da música clássica. Da música clássica. Fui flautista há nove anos, saxofonista há três anos. Ah, flauta aí não? Batei.
infelizmente não tem banheiro eu tava comentando nos bastidores e tu ouve cara se eu te falar que meu filme vai Amadeus, a história de Wolf cara Amadeus Mozart Mozart tá maluco eu sou um cara maneiro
Maluco por música. Eu sou... Que beleza, hein? É, sabe? Eu cheguei a estudar pra fazer prova, pra... Pra ser... É... Penor? Não, músico... A música... Militar, sabe? Ah, sim. Estudei muito. O Helder Teixeira, meu professor... Orquestra, né? É, fui. Já fui segundo flautista. Cara, olha só. Enfim, tem aí o magrinho.
enfim podia entrar assim dia 3 lá na mansidão não, não, não não, não não, não seria maneiro chama o de seu leite não podemos
Mas eu sou... Meu primeiro instrumento, quando eu comecei a estudar mesmo, bateria. É, batera. Bateria, bateria. Lendo. E aí, meu professor, Jarrão, lá de Nova Friburgo, colocava um jornal na frente aqui. Não para, não. O que está escrito aqui? Sabe? Então...
Estudei muito música, muito, muito. Eu sou apaixonado por música. Hoje em dia, eu, além das aulas de canto, eu estudei muito o Cabaquinho, né? Mas agora eu estou com o violão seis cordas. Meu professor Rafael Malmite. Estou estudando já há quatro anos, sete cordas. De vez em quando eu posto alguma coisa arranhando lá no Instagram. Sou muito apaixonado por música. Então...
Nas minhas horas vagas, além de gostar muito do R&B, sabe? É. Muito, muito Steve Wonder. Michael Jackson e tal. Então, aí vai monte. MC Hammer. Eu sou da antiga, tá, gente? MC Hammer, pô. Eu sou da antiga. Eu sou desses lados aí. Mas tem um curtir. Não. Eu sou desses lados aí. Então, eu gosto muito de música. Nas minhas horas vagas, eu estou estudando música, escutando música. Não tem jeito. Vocês ouviram o quê também? Fora do Samba. Boa pergunta.
Obrigado. Eu só não ouço samba. Sério, Dudu? Não, fora do Carnaval eu não consigo. Também não comentei sobre samba e rindo muito. É muito raro. É muito raro. Tô escutando agora... Mas isso é bom, tá? Eu também acho que sim. É pra dar uma limpada na mente. Eu tô até ouvindo agora... Expandir a tua área. Expandir, isso é muito bom. Esse áudio que saiu agora do Rio Carnaval é maravilhoso. Tô escutando porque é novidade e tal, mas daqui a pouco também eu boto de lado. Cara, eu escuto jazz, cara. Eu escuto de tudo.
É, maloucura, maloucura Pega alguma influência de... Muita coisa Muita Pra bateria, né? Muita, muita Música com tudo, né? Arranjo Mó loucura Pra bateria Sai muita coisa Abre um leque de opções Pra ouvir jazz É, maloucura, mano Acho que dá uma limpada no ouvido, sei lá, sabe? É muito bom
E você, Robert? Eu vou estudando as músicas brasileiras, né? Eu trabalho cantando a mistura da música brasileira. Aí eu não fico só no samba. Aí eu vou cantando de tudo. Aí você escuta o sertanejo. Me obrigando a pedir uma palhinha fora samba. Aí! Vem, Robert. Vem, Robert. A gente faz a pergunta e já pensou. Vai pensar. Pensa os dois aí e tal. Mas antes, eu quero ouvir um samba campeão, Matheus.
Pô, queria pagar pra ver esse cara entrando com uma foto imitando o Michael Jackson lá no nosso canal. Foi isso que foi junto. Foi isso que é maneiro. Ele tá faltinho aqui, ó. E aqui... Aquele passinho pra trás, né? Isso, isso. Pensa nisso, irmão. Pra que que eu fui falar? É isso aí, tá? Isso, isso. Não, não, não. Eu quero ouvir o samba que me despertou para essa irmã cidade. Opa. É a mão que faz a bomba. Eu ia chutar esse.
Podemos. Vamos lá. Primeira vez. Concentração. Copiando. Copiando. 96. Concentração. Eu vou ser uma cidade, então. Luiz Fernando, meu parceiro. É bom esse negócio de ganhar, né? É. É maneiro. Peraí, peraí. Dudu. Luiz Fernando, meu parceiro periquito. Não é Fernando, cara. É, é Felipe. Vem, meu fad. Podemos.
E a mão que faz a bomba, faz o samba E Deus, faz gente bamba A bomba que explode nesse carnaval É a maior cidade levantando seu astral E a mão que faz a bomba, faz o samba E Deus, faz gente bamba
Deus faz gente bamba Tem bomba que explode nesse carnaval É a maior cidade levantando seu astral Cheio de amor Cheio de amor O Criador Vindo ao sua divina solidão
Surgirá natureza Universo de fascinação Luz, terra e mar No firmamento os astros a bailar
Fez do homem a mais sublime criação E assim, o homem com sua ousadia Avança o sinal do jardim do amor Deu um salto, dominou a terra
Terra de nosso senhor, olha pra mim, pra mim, diga quem sou Eu sou espelho, sou o próprio criador Olha pra mim, diga quem sou Eu sou espelho, sou o próprio criador Do Imalaia, gênios, artistas e inventores Faz o mundo diferente, mexe com a vida da gente Dando asas à imaginação
A gente não sabe o que nos espera. Vem nessa mão, pra um novo dia.
Paraíso da folia A mão que faz a bomba Faz o samba E Deus, Deus Faz gente bamba A bomba que explode nesse carnaval Quem é? É a nossa idade levantando seu astral A mão que faz a bomba Faz o samba E Deus, Deus Faz gente bamba A bomba que explode nesse carnaval
É uma cidade levantando seu astral
O Exuá. O Exuá que é... Tu gosta, né? Espetacular. Você vai preferir o da mocidade. Esparado. Do carnaval. Um atrás do outro, galera. Seguinte, vá mandando a sua mensagem aí, beleza? Manda a pergunta pra gente. Mandou a pergunta. A gente lê aqui no... Por exemplo, quem está no cavaco? Perguntou aqui o Aurê.
É o Luiz Felipe. Fernando. Fernando Felipe. Felipe é apelido. Luiz Felipe Fernando Felipe. A gente vai ter que perguntar por que desse apelido. Ele virou Felipe hoje, cara. Entendeu? Já fui não, eu sou teu mestre.
É esse. Moleque bonito. Luiz Fernando, mara muito Luiz Fernando. Não parece o periquete? Agora eu tô... Fernando Felipe, vou chamar só de Luiz. Show de bola, mano. A dúvida é periqueto. A dúvida é periqueto. Só de começar, o Evandro fez o... Como é que é o sinal do tom pro Cavaclin? Isso é o quê? O que é isso aí? Fá menor. Fá menor. Ó, vamos lá. Dó ou dó. Dó ou dó.
Lá, si. Menor, tudo pra baixo. Dó, dó. Simples, pô. Isso aí. Lá, si, vão. Pedir é mole, cantar que é foda. Fá menor, vai, Matheus. Fá menor aqui, ó. Oi, na voz.
Não, aí espera o pé, não. Não é isso comigo, não. Tem um amigo meu da mocidade, um abraço pra ele, Juan Lucas, do Departamento Cultural. Inclusive, que apareceu num vídeo lá da rede social, achei engraçado, ele ficou tímido de cantar na frente do Evandro. Aí eu falei, pô, não é possível. Mas cantou, cantou bem. Eu falei, cantou, foi bem, eu falei, isso aí, cara. Coragem, pra frente que se joga. Bota a ponta. Bota a ponta, Teli.
É isso, vamos te frecar. É isso, bora. Vem, meu cupado. Aqui, lá. Isso. Eu tô em toda estona no ar, eu tô aí, aí. Eu tô até na liquidez do abacaxi. Eu tô em toda estona no ar, geral. Eu tô aí, geral, geral. Eu tô até na liquidez do abacaxi. Ai, naveguei, naveguei.
De fazer meu povo delirar, delirar, delirar Uma overdose de alegria Um dilúvio de felicidade Iluminado, iluminado Mergulhei no verde e branco mar
Aieie mamãe Oxum, e manja mamãe sereia, salve as águas de Oxalá, uma estrela me clareia. Aieie mamãe Oxum, e manja mamãe sereia, salve as águas de Oxalá, uma estrela me clareia no chue, é no chue, chue, chue, é no chue, chua. Não quero nem saber, as águas vão rolar, é no chue, chue, é no chue, chua, pois a tristeza já deixei pra lá.
Na vida, na vida sou a fonte de energia Sou chuva, cachoeira, rio, mar Sou gota de ovário, sou encanto E qualquer sede posso saciar
Mar de rosas dessa vida, lavando as mentes poluídas Daí o nosso carnaval, eu falei, eu tô em todas, tô no ar Eu tô aí, aí, eu tô até na liquidez do abacaxi Eu tô em todas, tô no ar, eu tô aí, aí, eu tô até na liquidez do abacaxi
Aê! A finalização. É o nosso barco agora. Aí! Tá indo. Sensacional, ó. Show de superchats aqui agora. A galera tá participando aí? Não tá, não. Muita coisa, ó. Tem uma mensagem assim de ser superchat que é legal. Vai, fala. Olha, se cantar esse samba com os olhos fechados, chora, hein? É. Chora. Chora.
Vai lembrar de tanta coisa. É, meu irmão. É, meu irmão. Seguinte, ó. Qualquer sede posso saciar. Com mar de roda. Essa vida é linda. Sacional. Seguinte, ó. Dynamics falou que malandro. Oba. Estou virando mocidade por sua causa. Já virou. Só vem, só vem. Mais um independente. Mais um convertido. Mais um.
Seguinte, ó Super chat por aqui O Daniel tá na área Malandro é orgulho De Nova Friburgo Isso aí Me ofereceu já Camisa do Friburguense Sim Temos que ter Camisa do Friburguense Trazer uma camisa Do Friburguense pra cá Do Ziquinha Do Ziquinha Cadão e Sérgio Lange Olha aí Meus parceiros É É É Então olha Os craques Da história Do Friburguense Nova Friburgo é Cidade de músico Sim, sim Delírio de Paula Sim, sim Sim
É, de Nova Friburgo, de Benito de Paula. Benito de Paula. Diogo Jacó mandou aqui, ó. Aos convidados, qual a opinião de vocês? Lá vem ele. Para que os artistas do samba sejam referências durante o ano inteiro. E não apenas no carnaval. Parabéns ao Charla pelo espaço dado a todos durante o carnaval. Exatamente. Todo mundo no carnaval. Frequenta muito Salgueiro, convida com a gente.
Calma que o dia da portada vai chegar, fica tranquilo. É, vai chegar. Mas dito isso, ótima pergunta. É isso aí. O que vocês acham sobre isso aí? Os artistas do samba serem mais valorizados o ano inteiro?
E quando chega no canal todo mundo quer tá lá, quer desfilar, quer camisa, fantasia... Sai uma outra história, saia outro negócio, saia outra coisa. Du, já bota lá, não temos ingresso. É, já bota logo, chegando, aproximando o carnaval, tem esse vídeo guardado, entendeu? Pessoa em pedir aí, mandou lá e ele vô logo! Todo mundo está falando, não pediu tudo bem.
Cara, assim, eu queria aqui aproveitar e mandar um abraço pro Gabriel Davi, nosso presidente da CELESA. Sim, perfeitamente. Que tá fazendo um belo trabalho no Carnaval. E ele é tão novo, né? Com a cabeça tão nova. Sei que ele tá revolucionando o nosso Carnaval. Eu, particularmente, acho que o Carnaval fica muito distinto.
A gente acaba de desfilar em fevereiro e depois não tem mais nada. Depois só em fevereiro de novo. Dando só um exemplo, né? Eu acho que tem que ter mais eventos. E sim, eu sempre pensei nisso. E ele vem fazendo acontecer. Sim. Ele não deixa o vazio, né? Exatamente. Se eu tiver razão, pode me corrigir. E é o começo, né? Ele tá recente, presidente. Ele não tá há tanto tempo assim. E vai passando o tempo. Ele vai pegando um pouco mais da mãe. A mulher que não é de bobeira.
E ele tá fazendo, sim, a cidade do samba virar uma casa de show, vamos dizer assim, né? Inclusive agora até receberam lá o Beco do Rato, teve um negócio do Engenso. Então assim, tá sempre em movimento o carnaval. Não só o sorteio, como todo ano é feito, né? Então ele tá sempre mantendo o negócio de atividade, que eu acho realmente que era muito extenso. Então acaba que os artistas, né? Ficam meio que desvalorizados, vamos dizer assim. Mas o Gabriel, ele vai, eu acho que daqui a no máximo cinco anos...
Por mim tinha carnaval de seis em seis meses. É. Entendeu? Como eu não sei. Mas pra poder estar sempre em evidência. Mas acho que uma hora algo parecido vai acontecer. Mas tem momentos muito importantes que o Gabriel faz. O Gabriel vem aqui com frequência, assim. Já até convidei ele recentemente pra voltar aqui. Até porque tem novidade, né? Tem novidade. E, cara, é muito legal. Eu fico com a preocupação de aproximar da molecada.
Mulhecada, ouvir o Spotify. Renovar o público, né? É, porque é muito importante a questão das escolas mirins, por exemplo, que fazem esse papel, mas de chegar na molecada mesmo. Cara, isso aqui é mais maneiro que isso aqui. Ou é tão maneiro quanto isso aqui. Nesse assunto dá até pra puxar sardinha pra mocidade, porque, por exemplo, se não me engano, no início do ano passado, na hora que a mocidade foi divulgar o enredo Rita Lee, tinha um óculos da Rita Lee espalhado pela...
por alguns pontos turísticos da cidade. Da cidade. E é... É o trabalho da comunicação da nossa cidade. Exatamente, assim... Vamos para o nosso marketing. Isso aí. Exatamente, porque a Alieza vem... Onde o Castorzinho ainda não foi, né, mano?
Então, por exemplo, o problema simples, o problema simples, como é que você achava um disco da escola de samba há um tempo atrás? Sambas de enredo, sambas de enredo, Rio, hoje em dia, Rio e Carnaval. Carnaval. É simples a pesquisa. Então, melhora, né, a visibilidade para o artista como um todo. Isso dá mais protagonismo, protagonismo mesmo para a gente.
E é o que o Dudu falou. E o Gabriel, um abraço, irmão. Parabéns pelo trabalho de trazer mais vezes isso, do sambista, aparecer mais vezes, aparecer. Não é só na época do carnaval, não. A gente tem um trabalho bacana. Carnaval no todo, né? Todas as escolas têm um trabalho bacana pra mostrar durante o ano inteiro.
E o pessoal gosta muito do carnaval naquela época. Não, mas peraí. Já que eu gosto muito daquela época, eu vou dividir isso aqui durante o ano. Eu vou ficar indo tudo quanto é lugar. Tem na praia de não sei onde. Tem não sei o que, no hotel, tal. Então, é legal. Isso é bacana, bacana. O turismo gira, né? Sim, perfeitamente. O carnaval rende muito. Algo polêmico, mas eu vou levar pra um ano que nem tanto. Vai. Eu, porra, vi o desfile do ano passado e tava chorando ali em Sofim. Sensacional.
Achei que a mocidade merecia uma sorte melhor, vai. Essa é boa. Essa é boa, hein? Caralho. Tô bem, tô bem? É legal o Dudu. É legal o Dudu. Fala isso. Pode falar também, cantor. Fica à vontade. É, sinceramente, eu achei que... Pesaram a mão. Pesou a mão, cara. Não tô falando de nenhuma co-irmã. Estamos falando da mocidade. Da mocidade.
Eu acho que até a Cormã já tá pensando assim Pô, a Mocidade não mereceu Porque foi nítido, entendeu? Nítido? Eu falei ano passado É lógico Tem aquele papo, aquela conversa de Não, todo mundo se prepara muito bem E tal, mas peraí
No caso da mocidade, é uma coisa que interfere muito no planejamento do carnaval do ano seguinte, né? A mocidade não participou do sorteio, porque agora são três dias, então a mocidade participaria do sorteio e poderia pegar uma posição de desfile melhor. Não que não vá fazer um grande desfile abrindo um dia, mas é uma diferença, né? Eu tenho certeza que a mocidade pensa em participar do sorteio nos próximos, né? E de forma... Assim, posso falar, a mocidade foi mal julgada.
Foi mal julgado. Inclusive, aconteceu um caso inusitado. A gente tem um pensamento coletivo na escola e eu, quando a bateria erra por algum motivo, eu trabalho em cima daquele motivo para que não aconteça no próximo carnaval. Isso aí é foda. Só falar isso, porque ninguém... A galera vê lá a planilha e sai a nota.
Pra galera que torce, pra galera que tá assistindo ali, acabou ali, né? Pra você, meu irmão, o que que eu errei aqui? O que que falaram? Aí você começa e fica, mano, essa loucura. Aí o que você espera? A justificativa. Só que esse ano aconteceu esse fato inusitado aí que chocou o carnaval. O jurado de bateria, ele botou a justificativa foi a mesma da mocidade.
Para tu e ti. Se você pegar, é a mesma coisa. Então, como é que você trabalha em cima de um lance como esse? Então, assim, eu fiquei... Fiquei não, estou muito chateado.
E já falei com a direção da escola para a gente poder correr atrás disso, né? E botar em pauta na reunião de plenária com o nosso presidente Gabriel, para que tenha um esclarecimento. Porque o carnaval está muito mudado, o carnaval está muito gigante. Não tem mais escola mais ou menos no grupo especial. O sarrafo está muito alto, entendeu? E como você acabou de citar, foi um carnaval que acho que ninguém esperava. Aí aconteceu na hora, aí aconteceu o que aconteceu. Eu acho que as notas não...
sabe? E repito, eu trabalho no que o jurado errei. Ah, beleza, 9.9, um exemplo. Justificativa, amanhã, eu espero amanhã. Aí amanhã saiu o que saiu. Aí como é que eu vou trabalhar em cima daquilo? Se for um negócio mal intencionado, entendeu? Não sei, entendeu? Não sabe nem se errou. Pois é. Você pode ter a convicção, é aquele negócio, né? Você pode ter a convicção de discordar da nota e discordar da justificativa do jurado. Mas a partir do momento que você não sabe se essa justificativa foi pra sua escola ou pra uma co-irmã?
Não, é assim, você tem... Se você ouve os analistas, você acabou de filar uma cidade, cara. Se você ouve as análises, mano, é completamente diferente do que saiu nas notas. O que o Evandro comentou, saiu a justificativa. Acabou o carnaval na apuração, né? Pra quem é carnaval de fevereiro. Pra quem curte carnaval de fevereiro, acabou ali. O nosso não. Aí, tipo assim, já tá trabalhando.
Já estamos trabalhando, só que eu fico agora perdido, porque o trabalho é muito sério. O nosso trabalho é do ano todo, pô. Pra chegar uma pessoa de fora e apresentar o que apresentou, isso é muito ruim. Mas a gente vai esperar a plenária pra poder rever o que aconteceu e tomar as... Botar de fato pra poder entender, né? Não é nem o que eu errei. É saber se teve má índole do jurado. Não sei. Por que ele fez isso?
Tanto ruim pra mim, quanto pra Tui Tito. Tui Tito também, hein, pô. Eu converso sempre com mais Marcão sobre isso, entendeu, irmão? Então, é ir pra plenária lá e não é brigar, não é discutir, não é isso não. É só entender, porque é um trabalho muito sério. E o jurado não teve seriedade no que ele botou ali. A justificativa foi qual, exatamente, assim, se lembra?
Ah, rapaz. Sobre que ou, sobre que elas. É, porque ele botou um textozinho. Exatamente igual. Ele fez um contra-c, contra-v. Isso é muito ruim. Eu sempre falei, eu falo em entrevistas minhas. Eu falo em entrevistas minhas, falo em qualquer lugar, até em plenário da Liesa. Tem que julgar a bateria que está passando.
Não tem que ter o comparativo. Passou a Tui-Ti, um exemplo, já falando a Tui-Ti, e, pô, tá, maneiro. Aí vem a mocidade. Pô, não, não foi igual a Tui-Ti. Não, não tem que ser igual. Exatamente, cara. Isso é comparativo. E quando acontece um fato como esse, isso ainda me deixa assim porque ainda tá acontecendo. Era pra julgar a Tui-Ti, Mestre Marcão, e era pra julgar a mocidade, Mestre Dudu. É uma das características delas. Totalmente diferente.
entendeu? Mas beleza, passou, já estou um pouco mais desafogado, mas sempre que eu vou na reunião na cidade do samba com meus diretores da escola, eu falo sobre isso e estou me deixando tranquilo que já está sendo reivindicado e esperar agora a plenária para poder falar com o presidente Gabriel. E aí eu queria perguntar para a Roberta e para o Evandro em relação a...
até um pouco nesse lance de julgamento, mas do novo som da Sapucaí. O que vocês acharam? O que mudou de fato? E até emendando essa pergunta... Estimando o carro de som. É, a extinção do carro de som, né? E agora o novo formato de som da Sapucaí. E se vocês tivessem o poder da caneta de mudar algo no julgamento, se vocês fariam algo ou se está...
de acordo com o que deve ser julgado como um todo.
Especularmente eu achei muito melhor. Porque você cantar se ouvindo é a melhor coisa que tem. E eu percebi que as pessoas, desde o início do desfile, quem tá lá no final tá escutando com a mesma qualidade da galera que tá lá no início. Isso eu achei espetacular. E a sonorização é de primeira, gente. É um negócio assim que quem não canta direito está sendo... É.
Tá sendo julgado. Tá sendo julgado. Na hora, né? Porque não tá passando nada assim despercebido, não. Tá bem... Tá bem mais rígido. O som é julgado, né? Então, assim, tem que estar... Tem que estar... Mas, pô, você cantar, se ouvir, na melhor coisa. Pra mim, pra mim, tá sendo maravilhoso. E você, Evan? É, eu também...
surreal. A qualidade do CD que você ouve aqui. Mas eu vou pegar um gancho ali do Dudu. O julgamento tinha que ser exatamente o que está se ouvindo. Você está afinado o samba ao desfile todo ou você não está afinado? Aconteceu ou não aconteceu?
Eu achei, sabe? Eu não reclamo de jurado nenhum. Só que eu tenho o meu pensamento, a minha forma de pensar. Eu acho que tinha que ser exatamente como o Dudu falou.
Passou fulano, julga ele. Você não vai comparar ele a outra pessoa. O malandro não é igual a fulano, que não é igual a ciclano, que não é igual a ninguém. O samba não é igual. Julga ali. O comparativo é um, enfim, um problema. Mas o som é perfeito, muito bom. É lógico que até eles, né, o pessoal lá, eles falam, gente, a gente tá aqui pra entender o que vocês querem, como vocês querem trabalhar. Eles são muito solícitos. É, muito atencionados. Uma engenharia complexa, né? É, falando de uma bateria que sai que sai.
É muito legal, cara. É muito bacana. A gente está muito feliz. Eu fiquei até com medo, né? Eu falei no desfile, eu falei assim, meu Deus, será que os celulares vão atrapalhar? Vai dar interferência? Mas, poxa, eles fizeram um trabalho espetáculo. Pra ser a primeira vez ainda, assim, e deu. E a todo momento... E a todo momento se preocupando. E aí, o que você quer? Como é que está? E como, lógico, como é a primeira vez, eles encontraram muita...
Os problemas vão aparecer ali, né? Exatamente. Era primeiro de tudo pra eles. Mesmo assim, eles foram resolvendo da forma deles e depois perguntando. Não, é lógico. Olha aí, sei lá, sei lá. Muito bacana, muito bom. Cara, e a opinião, pô, vocês do Samba, que tem que falar sobre isso, a questão do número das escolas aí.
Vocês acham? Agora até saiu a decisão de que será um aumento progressivo, né? Sim. Cadual? O que vocês acham? Porque assim, o sambista gosta de curtir, sabe? Porque ele fala o seguinte, porra, tá acabando... Inimigas do fim. Tá acabando muito cedo, porra. E aí tem uma outra situação. Dentro do cara que quer ficar na Sábado que ele pode se divertir, mas também tem a galera falando, porra, segurança aí, porra, saindo de noite é foda. É, de manhã é mais seguro. É.
Então, tem tudo isso. E também temos escolas muito tradicionais hoje, né? Na Série Ouro, né? Então, assim, também querem estar ali mais próximos e tudo mais. O que vocês acham sobre essa situação? Bom, eu, particularmente, como eu sou também inimigo do fim, faço parte desse clube. A gente... Pra comer esse churrasco na final de semana. Oito horas da manhã. Oito horas da manhã. Início, assim. Foi embora quase meio dia. Eu fui embora quase meio dia.
realmente você, quem participou do desfile lá, ao vivo viu que de uma escola pra outra tinha aquele delay pra poder preencher o tempo, né, então ao meu ver eu sou de acordo botar as escolas sim pra poder acabar até um pouco mais tarde ter essas escolas tão renomadas aí no grupo, né
Não só ela, mas quem merece estar lá embaixo, vou vir para o grupo especial. Mas eu não entendi muito no começo, né, que o prefeito queria uma coisa e o nosso presidente queria outra, negócio de espaço de barracão e de dinheiro, negócio de verba.
Mas tiveram uma sacada muito boa. Não sei de onde veio, se foi o Gabriel, se foi, não sei quem foi, mas foi uma sacada muito boa. E a gente só respeita, né? E agora é esperar que pra ter 15 escolas agora, só em 2030. Mas foi uma sacada boa, porque eu acho que até lá eles vão se ajeitando, pá, né? Negócio de espaçamento lá. Pra ser justo também com as outras escolas, né? Verdade.
Pra chegarem num nível de disputa, né? De disputa. Aí não falar esse ano assim, vai? Não. E aí? Vai sobrar alguém? Como é que estrutura tudo rápido? Não, e todo mundo já com cantor definido, gerador de carnaval definido, mestre de bateria, enfim, é uma outra estrutura, é projeto mesmo. Tem uma situação de espaço físico na cidade do samba também, né? É, em Barracão. Precisa ter espaço. Acho que o Barracão Extra, eles são compartilhados entre as escolas.
Teve uma parte disso. Isso, tem algumas coisas de... Porque o carnaval cresceu muito, né?
É. E assim, a cidade de São Paulo que? 2006, 2007? Ou seja, não. Tá vendo que vai ser a 2, né? Aqui, ó. A cidade de São Paulo é aqui. Mas acho legal, 15 escola, acho maneiro. Eu também. Eu também. 15 escolas. Mas eu sou da mesma opinião do Gabriel Davi.
respeitar a ordem. A sacada foi dele? A sacada foi dele. Pô, perfeito. Assim, até falando do presidente, Gabriel, eu te falo aqui, né, do crescimento do carnaval. Se eu tiver errado, me corrija. O Minas Desfiles foi ele que também lançou, não foi? Sim, foi. O Minas Desfiles, esse lance do som. Começou no sucesso que deu e já foi. O lance do som também foi a sacada dele. Então, assim, olha o crescimento do carnaval. É.
O moleque é cabeça fresca, filho. Isso, mas ele enfrenta resistência com essa coisa. Mas isso é normal. Isso é normal. Vai ser três dias, que negócio absurdo. Os três dias. Rapidinho já acostumaram, né? Então eu tô querendo até mais. Se deixar até aumentar mais um pouquinho. Toda mudança tem isso, cara. Eu acho que dá pra fazer mais. O que eu gosto muito da gestão aliás é que, por exemplo, se tem uma mudança que, pô, não pegou bem e tal, ele não tem problema nenhum em corrigir.
teve um negócio do ensaio técnico de levar o ingresso do ensaio técnico aí deu um burburinho danado corrigiram se você tá numa cadeira desse nível você tem que tomar uma decisão difícil e o carnaval é tradicional mas é mutável por exemplo a galera o professor Simas sempre que vem aqui dá uma aula quando começou até pranchinha na avenida cara porra
as transformações foram acontecendo. Porque você nasce numa época, aquilo é o normal. Sim. Mas como é que era lá atrás, né? O número das escolas e tudo mais. Isso foi mudando muito ao longo do tempo. Eu gostei dos três dias, não sei se estou é. Eu adorei. Gostei também. É, né? Muito. Gostei muito, muito, muito. Mas se fala isso há uns anos atrás... Dava ruim. Nossa senhora. Muito ruim.
Essa é a parada. Tem mais superchats aqui. Deixa eu ler mais dois superchats. Vamos embora. Na sequência, manda pergunta, cara. Que eu leio aqui, eu já falei. 10 por, vai. Diogo Ferreira. Gostaria de pedir pro mestre Dudu e Evandro Malandro falarem da importância e da falta que os áudios e vídeos do site Apoteose fazem no Carnaval. Ah, isso é porém também.
Por que que acontece? Isso foge um pouco da nossa alçada, né? É. Não, é, porque o que acontece? Não vai você. É, porque o site Apoteosa... O horário é contigo. Não, é. É um negócio de credenciamento, não é isso? É, teve um negócio de credenciamento e teve um negócio de eles não poderem gravar os áudios dos dois desfiles. O que acontece? Existe a mídia especializada? E aí a gente tá falando de mais carnaval, carnavalesco.
CRZD e também o site Apoteose. E tantos outros. O site Apoteose faz um trabalho muito espetacular. A qualidade de áudio que eles gravam é muito boa e acho que serve até também pra profissionais do carnaval depois, ó, tem esse áudio aqui, olha esse problema aqui, pá, pá, pá, enfim. E aí acho que eles não receberam autorização pra gravar, se eu não me engano, tá? Não receberam autorização pra gravar nos desfiles oficiais. Porque agora, diferentemente dos outros anos, tem.
o álbum Samba ao vivo. Isso. E tem também o... Eu já vi o pessoal do Rio Carnaval falando que poderia ter o Desquenta. Foram 10 minutos de Desquenta, então outra mudança da Rio Carnaval. Então, é uma reclamação muito grande da Bolha, que é um... Os consumidores vão trabalhar em mídia independente. Bolha. Bolha.
Consumidores de mídia independentes que o Rio Carnaval deveria ser mais malhável na hora pra poder, pra esses sites especializados poderem ter o seu conteúdo também no desfile oficial. Algo que foge da nossa alçada, mas a gente vai receber Gabriel D'Aveca aqui em breve, né?
E vamos conversar sobre tudo isso. É, mas em contrapartida, a gente defende, porque são nossos amigos, eles realmente fazem um trabalho de excelência, eles fazem ali a cobertura do Science Setor 11, e é de muito tempo isso, então eu imagino que deve ter doído, né? 11 anos. Pois é. 11 anos.
deve ter sádico mais tempo também se bobear, hein? Sim. Mas pode dar uma salsada a falar sobre isso. Exatamente. A gente sente falta, claro, porque são nossos amigos. Alguns até desfilam algumas baterias também, algumas escolas, mas isso aí não é com a gente. Essa gente é um potente mais especial com a patrão lá. Ó, o Vini, mano, aqui fala, rapaziada. Evandro Malandro, seja muito bem-vindo à nossa mocidade. Mestre Dudu, Ari Franco vai ficar pequena. Abraços a todos e viva a mocidade. Já tá pequena, né?
Cláudio Simões também, dizendo que a mocidade precisa retomar a identidade inovadora. Salve a mocidade. Valeu, Cláudio Simões, pela mensagem. E não pode ser punida nas notas. Aqui a gente já conversou nessa parada, né? Não sei o que vem de enredo por aí.
Tem visita no Instagram? Tem um cara aí que sabe. A gente vai descobrir hoje. Não sou eu, Thaís. Alô, independente, é hoje. Todo mundo quer saber. Mas cara, interessante. A moçada tem essa marca de enredos futuristas, né?
Dos anos 90, que é quando eu cresci. Mas tem uma diversidade de enredos muito grande, né? Assim, é muita coisa que a mocidade já falou, assim. Não é só, ah, não, mocidade do futuro. Não. Não, fala de tudo, né? Não. Isso é bacana também. Senão fica muito bacana. Tem escola que só fala de enredo afro e tal, né? Sim. Tem. A mocidade meio que abre o leque. E eu acho isso muito bacana. Além de tudo, tem. Tem o Móis de Muxingu, tem Regina. Sim, sim, sim. Tem Oxó, é o Ossoares. Oxó, é o Ossoares, exatamente.
Marrocos. Marrocos. Marrocos. Marrocos. Do nada, né? É. Campeão. Avenida Brasil. Avenida Brasil. Avenida Brasil. Avenida Brasil. Rocker Rio. Rocker Rio. Andei na guitarra swing perfeita.
Seguinte, vamos de samba, malandro. Vamos, pede aí. Ai, meu Deus. Vai. Não, a gente pediu a última agora. Não, eu posso fazer um pedido? Pode. Pra poder... Pros independentes. Eu queria muito que você desse seu grito. Aqui, ó. Cê como a cidade? Cê como a...
Tem que falar, mocidade, eu te amo no final. Aí muda, muda. É difícil fazer isso. É difícil fazer isso. É aquela intensidade. Tá comigo, tá comigo, Paulinho? Podemos? Vamos lá. Secou, mocidade? Secou errado, otário. Mocidade, eu te amo demais, beleza? Tamo junto, mocidade.
podemos. Beleza, que beleza. Ó, de novo. Que beleza, que beleza. Não vai ser no Tom, mas... A risada é a mais difícil. Não, a risada... A risada é a mais difícil. Você tem que evitar a risada aí? Eu não consigo, cara. O que é engraçado? A minha risada não é uma parada forçada. Eu, naturalmente... A minha também, galera, acho que eu forçado. Aqui a minha é feia, né? É. A sua é a risada de malandro.
Como é que é rezado? Não, mas então, é naturalmente. Engraçado assim, faz uma coisa que você faz naturalmente. É naturalmente. Eu vou no meio do samba, eu vou fazer. Qual samba, Matheus? Cara, eu tô em dúvida. Ai, meu Deus. Tô em dúvida. Me ajuda, hein? Tô estudando. Peraí, vou falar de novo. Eu estou estudando. Estou estudando, hein? Repita aí. Estou estudando pra caramba, hein?
Primeira prateleira de discografia dos sambas. Então, HD. Exatamente. Ó, segundo o Luiz Fernando Felipe... Periquita. Eita. Ele vai o seguinte, foi no Spotify lá, 53 sambas. Na playlist deles, óbvio. Na playlist. Exatamente. Não é isso? YouTube, 53. Tudo assistido. Isso porque as coisas têm 70 anos. Eu tô e tem mais artistas que...
Nossa, eu tô em dúvida. Aí eu vou jogar pra mesa e decidir. Eu tô em dúvida entre Elza Soares, Oxosse e... Sonhar não custa nada. Ó, três. Aí se vocês não decidirem três, vão decidir.
Pode ser qualquer um dos três. Qualquer um dos três. Pode ser os três, né? Pode ser os três. Vamos fazer o seguinte. Vamos lá. Pede o tom e canta o que o... Seu coração mandar. O seu coração mandar, que a gente vai se surpreender. Então eu vou mudar totalmente. Dá o tom em você aí e a gente vai. Não. É. Luiz Fernando Felipe. Um desses três. Um desses três. Me fala. Fala pra gente. Quais são os tons das três aí?
Qual que é lá? Lá, a forma que está lá. Cidemão menor, o Bélgico. Cidemão menor, o Bélgico. Cidemão menor. Beleza, Felipe. Tá caralho. Fechou nos bastidores aqui.
Laroyê é o Mojubá, liberdade, abre os caminhos pra ela passar Salve a mocidade, essa negra tem poder
É samba que corre na veia Liberdade, abre os caminhos pra ela passar Salve a Manda, essa nega tem poder É a luz que clareia, é samba que corre na veia Lá vai, lá vai menina, lata d'água na cabeça Vem ser a dor que esse mundo é tudo seu
Onde a água santa foi saliva Pra curar toda ferida que a história escreveu É sua voz que amorda essa opressão Embala o irmão para a preta não chorar Para a preta não chorar Se a vida é uma aquarela Vinte a cor mais bela pelos povos a brilhar
É hora de acender, no peito a inspiração Sei que é preciso lutar, com as garras de uma canção A gente tem que acordar, da lama nasce o amor Lembrar das agulhas que vestem a cor
De acender, do peito a inspiração Sei que é preciso lutar com as armas de uma canção A gente tem que acordar, da lava nasce o amor Quebrar as agulhas que vestem a dor Oi Brasil, Brasil Inventa o mal que te consome Pros filhos do planeta fome Não perco a esperança em seu cantar Oh nega
Na batida mais quente é o som da favela É resistência em nosso chão Se acaso você chegar Uma mensagem do bem O mundo vai despertar Deusa da vila vintém Eis a estrela Meu povo espera o geral pra revelar
Laroyê é mojo bar Liberdade Abre os caminhos pra os alcançar Salve a mocidade Essa negra tem poder, muito poder É a luz que clareia É a sombra que corre Na venha
É longe pra liberdade Abre os caminhos pra elas a passar Salve a mocidade Essa nega tem poder É luz que clareia É samba que corre Na veia Lá vai menina
Que beleza, hein? Caraca, maluco Muito bom Olha alguns comentários aqui Você tá doido, foda Isso é um bom comentário Um bom comentário Mas tudo bem Esse samba é muito bom, Felipe Parece que o Evandro não é da mocidade Há muito tempo Aí, viu? De arrepiar, Lucas Santos Manda aí mais elogios aí Porque, mano, aqui Tá maluco, ó De verdade Ele tava passando o samba Antes de começar a gravação Aí eu mandei Eu fiz um vídeo assim Mandei pro Coutinho Falei, tá, você encantou
Faz isso não, cara. Faz isso não. Faz focado aqui. Puta, chegou esse superchat aqui agora ainda, hein? JP Soares. Fala, rapaziada. JP Bisneto da Elza Soares. Dudu, eu queria te perguntar sobre... Chegou agora. Podem. Cara, que loucura, hein? Sobre 2020. E a gente não combinou mesmo. Qual é a sua melhor recordação desse ano? 2020? 2020? Perguntou.
Esse aí é muito legal, né? São tantas lembranças. Foi um carnaval histórico pra mim, como acho que todos são, né? Mas esse realmente marcou um pouco mais a minha vida, a minha trajetória, sabe? Acho que em todos os sentidos, né? Foi um samba que mexeu muito comigo também. Mas, cara, eu não tenho, assim, especialidade num...
em um carnaval. Acho que todos para mim, eu me entrego total de verdade e quando acaba o carnaval dou uma zerada no game e depois a gente espera aproximar o próximo enredo e aguarda nascer o filho, que é a obra do samba.
E começa aquela loucura de montagem de paradinhas, enfim. Mas eu não tenho nada específico, não. Mas esse aí mexeu um pouco mais comigo, sim. Agora, no ano do Oshó, se você tem... A gente tava até conversando sobre isso em off. Você tem seu nome citado no samba. E aí, a gente tava lembrando assim... Muito legal. Pra um profissional que tá... Dele e do pai. Dele e do pai. Pra um profissional que tá em atividade, na bateria, se eu não me engano, é o Dudu.
no Nuno Henrique do Achós e o Cissa. Não me lembro de outro médico de bateria. O mestre da ideia já foi citado, só que não estava mais em atividade. Enfim, e é assim, quando tem... Como é que é? Como é que é? Olha o sorriso. É assim, quando vem é muito bom esse clima de samba concorrente, né? E a mocidade aí já entregou aí...
de 30 pra baixo de samba, concorrente apresentados pra escola. E nesse ano, eu gravei samba aí, concorrente. Aí cheguei no estúdio, eu não sabia nem o que era, e quando começaram a cantar, que foi surpresa pra mim também, né? Aí cheguei com os moleques no estúdio, começaram a cantar de Dudu e de Coel, eu não entendia. Eu entendi uma outra coisa na hora, aí eu comecei, pô, mentira que fizeram isso. Pô, juntaram o meu nome com o Quirino, com o Miquimba, com o Jorjão, com o Dudu, com o Coel, falei, que isso, gente? E mal, chorei no estúdio. É mesmo? Chorei.
E confesso que nessa hora de gravação ali, assim, é muito recente, né? É muito longe da final do samba. E eu não gravei, acho que uns seis ou oito samba nesse ano. Eu falei, cara, se esse samba ganhar vai dar merda, mano. E já comecei a trabalhar o samba já de cantinho, né? Peguei um moleque já e comecei a trabalhar. Já era o prefiro. Falando da gente, né?
Aí mexe, né? Mas foi uma sacada muito boa, né? Porque não falou só de mim, falou dos mestres aí que, pô, esquece. Dispensa comentário. Muito bom, é muito bom. E desfilar com isso, então, é o desfile chorando, né? Pô, esquece. Imagina. Mocidade, obrigado por esse presente.
E pra você, Dudu, assim, um pouco fora da mocidade, mas dentro da sua função, esteve aqui, foi quanto? Semana retrasada? Retrasada, pode ser. Neste Cissa estava aqui. Nossa, mestre. Você estava no carro, não é? Não estava no alegórico, não? Ah, sim, sim. Sim.
Desde medo, por sinal, hein? Primeira vez minha no carro. Mas foi mais desfilar no chão, terra firme. Eu fui por causa do mestre. Porque quando, assim, muito se falou ao longo da estrada, do Cissa, do que aconteceu, do título e tudo mais, se falou do sambista, né, cara? Isso é muito louco. Depois é algo que eu comecei a perceber. Porque a galera, com muita razão, a galera da bolha fala, mano, o sambista, ele não se vê.
Com o tamanho de ser homenageado, né? Sim. É, tu também não... Eu acho que é natural, assim, pra gente, sabe? Por estar tanto tempo já. Não sei se todo mundo pensa assim. Porque, assim, você vai homenagear, vamos lá, homenagear um artista de fora.
Alguém da história do Brasil, né? Mas tem assim... Aí chega... O mestre de bateria. Pô, o mestre de bateria, porra. Caralho, é um artista, mano. Isso é do cassete. Acho que foi bom isso pro sambista, ou não? Não, claro. Pra todo sambista, porra. Isso aí foi muito assertivo da parte da Viradouro. E falar do mestre, né, caralho?
Hoje é o mestre dos mestres, né? Se você desfaz o comentário também, que eu tenho o maior carinho, é um cara que a gente conversa muito quando está em reunião de plenária, na Liesa. Eu vou muito pouco na Viradoura, até por causa da distância também. Admiro muito o trabalho do Cissa. E foi sensacional a Viradoura ganhar esse título aí, falando do nosso mestre, porque é motivo de orgulho para todos os mestres, todo sambista, entendeu?
Falou do cara que está vivo ali, falou do cara em vida, pô, isso é muito bom. Eu não acho assim.
Tem uma separação de sambistas, a gente costuma falar isso. O Matheus puxa muito pelo Arlindo Cruz, esse argumento, que é muito legal. Porque assim, você olha esse, pô, Caetano, Gil, são fodas, né? Qual a diferença? Por que o Arlindo Cruz não tá ali? Arlindo, Paulinho da Viola, o Jogaragão, enfim.
Entendeu? Sambista é um artista, mano, da mais genuína música brasileira, cara. Eu acho que tem que ser exaltado assim. Tem que ter intérprete em redo, tem que ter, porra, mexe bateria em redo e por aí vai. E aí, num samba em redo, eu acho que isso se agrava ainda mais. Porque é muito comum você encarar o intérprete de samba em redo como puxador, como cantor de samba em redo e não como cantor.
Por exemplo, quando você fala, por exemplo, a gente tem aqui, Evandro Malandro, a gente tem, porra, Vander Pires, a gente tem, porra, nomes do Miguel de Stasso, que já partiu, Neguinho, e esses caras são cantores. Sim. São cantores, e, por exemplo, numa lista, você não vai ver o Evandro Malandro, infelizmente, você não vai ver o Evandro Malandro numa mesma lista que o cantor de Mediano. Mas por que não? É só o gênero que muda. Sim.
Concorda? Enxerga dessa maneira, tudo bem? Totalmente. Totalmente. Jamelão que não sou puxador. Exatamente. Sou intérprete. Ele que começou a... O jogador que puxa a fuga. A galera falou que era marra. Que puxa a carossa. Não, mas não. É marra. É um posicionamento. É um posicionamento. Isso aí. E por causa desse posicionamento do Jamelão, de jeito nenhum, gente, eu não quero generalizar e polemizar nada.
Que a gente teve o nosso reconhecimento, vamos colocar assim, de ser chamado de intérprete. Não é mesmo? Outras coisas também. Também. Puxador não tinha... E aí? Puxador não tem aqui não. Não, intérprete, cantor. E aí? Aí tem.
É porque antigamente era um coral, né? Antigamente não tinha um cantor de samba e redo. No início, é. Mas essa conotação de intérprete venda pelo Jamelão deu algumas possibilidades para vários puxadores ter alguma condição de alguma coisa, correr atrás de alguma situação. E aí? Um certo protagonismo, vamos chamar... Enfim. É a voz dele. Eu acho... Eu...
Resumindo, eu gostei muito dessa parte do Brasil. Cantor e não puxador. É isso. Eu estou meio que aqui pisando em ovos porque teve uma certa polêmica num passado não tão recente sobre essa questão. Ah, é? Eu prefiro não...
É assim, mais uma vez, isso não é pré-requisito pra nada. Mas tem gente que defende o puxador, sou puxador. Acabou. O Quinho, do Salgueiro, foi um. Não, eu sou puxador. Lógico, perfeito, acabou. Tudo bem, tá tudo certo.
Até porque era o Quinho. Cara, a história do cara e tal, que ele já fez aí, o Brasil, o mundo. E o próprio Quinho também protestava em relação à falta de visibilidade do puxador durante o ano. É puxador, mas... Em período off-carnaval. E aí lá atrás o Jamelão trouxe essa questão. Não, peraí. Então, peraí, vamos trazer... Enfim, paramos por aí.
Tem din din? Se não tem din din, não tem cantor. Pois é. Tem din din? Mas isso é o óbvio, né? Isso é uma matéria do RJ. Tem din din? Se não tem din din, não tem cantor. Vocês comentaram aí o que mexeu comigo no samba e tal. Eu lembro que no ano da Elza, que foi quando eu conheci, tive a felicidade de conhecer a Elza Soares. Eu nunca tinha nem apertado a mão da Elza na sua vida, em televisão, nos programas da vida e tal. E conheci, e tive a felicidade de ir pro Fantástico com a Elza.
E nesse dia, a gente tava nos bastidores, né? Eu todo bonitão, né? Me preparei, né? Fantástico, né? Aí tem que ir, né? Aí ela comentando do mestre André, cara, que eles tinham um elo muito grande, sabe? Cara, que loucura, cara. Ah, isso é loucura. Cara, eu só ficava assim, ó. Então assim, isso marcou a minha vida. A Elza Soares pra mim, pô, que mulher, cara.
Isso aí é ela, ela é... Isso tá na minha memória, porque assim, eu acho que eu não tenho nem foto desse dia, porque estava nos corredores ali, né? A gente dá uma resenha, ela sentadinha lá, contando a opção de história do mestre, pô, aquela ali pra mim. Maneiro. Me senti grandão, viu? Dôgo ou Julião mandou aqui, ó. Pergunta ao Evandro. Pergunta que o Matheus fez em off. Fez? Fez. Qual samba que ele mais gosta de cantar da mocidade e qual samba ele já se identificava antes de chegar na escola?
São vários. É, eu falei isso aí há pouco. São vários. Eu falei há pouco. São vários sambas. Mas tem aquele ali que tu... Cara, porra, esse samba aí na minha voz vai ficar maneiro aí. A Manco faz a bomba. Faz a bomba. Samba é incrível, é incrível. É bonito demais. Melodioso. É uma melodia muito bonita, sabe? É... Oxosse.
Agora, a gente tava falando também de samba de mediano, não esqueci não. Queria pedir pro Evandro cantar alguma coisa de samba ou de mediano ou alguma coisa de música brasileira que eu sei que o Evandro, já vi o Evandro cantando o Caetano Veloso. Cara, bem. Já vi isso aí, ó. Hoje você não vai fugir dessa. Hoje você não vai fugir dessa. A gente precisa desse registro. Já tirei isso aqui. É. Meu Luiz Fernando Peregrito. Felipe.
Fá maior e me ajuda aí, irmão. Fá maior. Aê, rapaziada. Fá aqui, por favor. Aê, é maior. Agora, gente, o fá maior. Agora vai o tamboril. Tá bom, tá bom? Agora vai. Ele é com o teco, ele é com o teco. Quero ver no carreteiro. Olha, vai pra paré. Ih, rapaz, ele sabe, hein. Ó, garoto.
Pois se alguém, se alguém perguntar por mim Diz que fui por aí Levando o violão debaixo do braço Em qualquer esquina
Eu paro em qualquer botequim Eu entro se houver motivo É mais um samba que eu faço Se quiserem saber Se volto, diga que sim Mas só depois Que a saudade se afastar de mim Mas só depois Que a saudade se afastar de mim
Tá vendo? Melogia aí, tá bonito. Tem um tal de ser o Gutenberg aqui. Obrigado, Luiz Fernando, obrigado. Seu pai, né? Não, meu pai é chato pra caralho. Vai chegar e vai falar assim... Não, mano, o Matheus bebeu na fonte. Bebeu mesmo? Bebeu, mamô? Bebeu.
Bebeu. Alô! Pela que é porra! Porra! Aí, qual foi? Olha aí, Gutenberg, pelo amor de Deus! Lá ele, máximo! Lá ele, pro Max! Pro Max! Bebeu na fonte! Bebeu, bebeu! Bebeu! Seguinte, ó, a galera mandando várias mensagens aqui... Dudu já pode participar do Charles de Quinto, nossa! Já! Já! É um duplo sentindo aguçado, né?
Essa é a parada. Vai você, Matheus. Então, pedir pro Evandro cantar esse samba de meio de ano e perguntar até pra vocês... Samba de meio de ano. Até pra vocês, referências de... A gente falou bastante sobre isso, de off-carnaval. Referências que vocês têm, por exemplo, um percussionista que você tenha uma identificação grande e um cantor que você tenha uma identificação grande fora do samba.
E é pra Roberta também. Ah, são vários, né, cara? Eu sou apaixonado pelo meu irmão, Henrique Arcanjo. Deve estar hoje nos assistindo aí, porque... Band Edition, de Pilares... É, meu irmão, meu irmão é... Eu sou professor do meu irmão, claro. Tantã e Saki, o que ele faz lá é porque ele, né... Tô brincando.
A gente já sofreu muito, né, cara? E a gente passou por vários quebramolas na vida. E recentemente, em dezembro, eu perdi minha mãe. Eu perdi meu pai em 2008 e perdi minha mãe agora em dezembro, né? E então eu fiquei um pouco meio que à deriva, sabe? E eu encostei no meu irmão. E hoje a gente é muito mais amigo, né? Hoje tomei um café com ele de manhã, inclusive.
E conversamos de bastante coisa. E meu irmão, assim, eu vejo uma evolução muito grande nele, sabe? Então eles têm essa troca de informação. E hoje é um puta percussionista aí. Então hoje, assim, eu tenho uma admiração enorme. Hoje eu fico vendo os vídeos do meu irmão. Pra quem não conhece, pode acompanhar na internet aí, Henrique Arcanjo. E hoje é minha inspiração. É o cara que começou de baixo também, como eu também comecei. E hoje nós se encontramos na música, né?
E tá aí, cara. Tem vários, repito, mas eu tenho que botar no topo da pirâmide o Henrique Carcão e o meu irmão. Ele é fenômeno. A gente esteve lá com ele no camarote da Brahma. Em São Paulo. Você estava lá? Show do Xande. Eu e você. Eu também. Eu fui nessa barca sozinha. Eu estava também? É. Nessa barca sozinha. Sábado de carnaval. Sábado. Que moral, irmão. É, que moral. Que antiga, que antiga. E você, Roberto?
Eu já foge um pouco do carnaval. Eu, desde criança, sempre tive a voz grave, né? E o pessoal me zoava muito na escola. Quando eu chegava assim, se eu chegasse numa escola nova, bom dia, a voz da garota. Aí eu tinha vergonha da minha voz. Aí quando apareceu Ivete Sangalo no...
No mundo da música, que ela tinha essa voz grave, eu me identifiquei tanto que eu falei, é isso! Porque eu cantava no coral da igreja, eu não conseguia cantar igual as meninas. Eu cantava, fazia a voz dos meninos. Então eu me encontrei ali. Aí eu tenho ela como uma das minhas maiores referências na música. Porque eu me encontrei. O timbre da minha voz. Antigamente quase não tinha mulheres com essa voz. Que loucura!
gravando. Agora tem um monte por aí, né? Tem muitas mulheres cantando com esse gravador, mas eu tinha vergonha. Ó, Roberta Barreto, que a gente tá perguntando. Muita gente perguntando aqui. Canta o nome dela e tal. Roberta Barreto, tá aqui. Instagram, Roberta Barreto 10. Roberta Barreto 10. Duvido que alguém segue agora. Não vai seguir e não vai comentar na última publicação. Vim pelo Charla.
Roberto Barreto 10 Se você ganha a Roberta, encanta muito Evandro Então, cara Eu já falei que a minha linha O leque é Tu foi em Moza É, cara Mas assim, eu vou dar duas referências, pode? Pode Então eu vou de xará Eu gosto muito do Jorge Versilo
E do Jorge Aragão, eu sou fanato. Desde... Tenho todos os discos e tal. Com as referências bem diferentes. Exatamente, por isso. Porque assim, eu tenho muito Fagner, enfim, eu tenho um jeito de cantar, Ivan Lins, eu sou... Mas... Musicalidade em pessoa, né?
Eu tava até falando disso quando eu tava vindo pra cá. Jorge Aragão é um cantor que ele canta e canta o grave, canta suave. Tem muita gente cantando hoje, gritando. Ele é na calmaria. Pressão 12 por 8, esquece. Você gosta de ouvir, Jorge Aragão? Hã? Qualquer coisa entre nós que nos priva de ser feliz. Existe um mal não sei qual ninguém diz. Ah, é lindo, cara. É, é lindo. Tá no ar. É, Zé, hein?
seguinte, ó uma pergunta, deixa eu ver aqui aqui
Abre alas, FC, é isso. Uma pergunta pro Dudu. Os shows da bateria estão deixando a cadência, eles falam muito sobre cadência já aqui, em alguns momentos. Estão esquecendo o ritmo por conta... Eu acho que esse momento passou, né? Da bateria acelerar muito e esquecer ali uma coisa... Em algum momento o samba ficou muito pra frente, né, cara? Ele falou os shows de qual sentido? Avenida? Acho que é show de bossa. É.
Acho que é de bossa, né? Acho que é show de bossa que ele tá falando. Porque ele tá falando de andamento, né? Porque não deve ser show de saída de escola. Até porque, né? Não vamos mexer na saída da escola, né? A saída da escola é importante, não é? Opa! É, não, ainda falando mais de bossa, eu acho. Acho que é isso mesmo.
Eu perguntei porque toda escola é de praxe fazer shows, né? Em aniversário. Ah, sim. Eu achei que fosse isso. Se for a pergunta, obviamente que a gente não... Show são coreografias, bossas... Ah, então tá falando de avenida. E ritmo. Ah, perfeito. Tá falando de avenida. Avenida.
Você pode repetir a pergunta, por favor? Vamos lá. Abre aulas aqui. Uma pergunta ao Dudu. O show das baterias estão deixando a cadência de lado em alguns momentos? Estão esquecendo o ritmo por conta do show? E por conta disso, as notas não vêm? Acontece de, quando o mestre se empolga na bossa ou numa coreografia, voltar um andamento ou um pitzinho um pouco na frente. Só que isso aí você perde o carnaval, né?
Isso é muito complicado. Então, assim, o trabalho feito desde quando lança o samba, a gente trabalha as bossas ali paradinhas e tem que voltar no mesmo andamento. Se voltou competindo na frente, deu ruim. Isso não é uma cidade.
Eles trabalham em cima disso, entendeu? Eu recebi um pedido aqui Ele nem mexeu no telefone Mentira Mil pedidos De uma pessoa só Agora não é meu Agora não é meu Pediram ali Pediram pro Evandro cantar Esse samba do Jorge Aragão E o periquito Luiz Fernando Barra Felipe Diz que toca Dá
Não é isso? Toca ou não toca? Ô, Bernardo. Ó, velho. Maior segurança. Costei, periquito. Cara do periquito, mano. Periquito é bravo. Disseram que toca. Qual é o seu? Qualquer coisa entre nós, né? Mas pode ser outra coisa também, mas... Tá bom, vamos de... Dá um ré menor. Só um arpejo, um ré menor. Essa aqui eu acho que todo mundo vai cantar.
Sem conhecer Sentir uma vontade louca de querer você Nem sempre se entende as loucuras de uma paixão Tem jeito não
Faz tempo que o meu coração não bate assim, sem conhecer. Sem conhecer, senti uma vontade louca de querer você. Nem sempre se entende as loucuras de uma paixão. Tem jeito não.
Pra mim, faz tempo que o meu coração não bate assim Não faz assim, me diz seu nome Não me negue a vontade de sonhar De sonhar os meus sonhos com você
Despertando pro seu adormecer Seria bom demais Que bem me faz
Eu tô errado em pedido? Eu tô errado em pedido. Ó, peraí, deixa eu... Pro pessoal aí, os músicos aí não falarem de internet, a gente não combinou, então qualquer notinha aí, não é não, Luiz Fernando? Qualquer notinha fora do... Não, porque hoje tem um negócio de analisar músicos que vai que não sei o quê. Eu tenho uns negocinhos de rock, aí eu boto...
Porra, não, mas esse aqui, ó... Não, é, hoje tem um negócio de análise... Não, tô me admitindo. Exatamente. É, eu vou queiro. Exatamente. Pô, isso aqui, porra, eu dei ideia, eu tive ideia.
Ela vem... Não, meu pai... Por exemplo, você joga no seu Instagram, é só plataforma oficial. É. Se a plataforma oficial não é privada, certo? Não, é. Não. Porra, se a gente fizer um react aqui do seu rock... Não, não, não. Ih, que legal, hein? Olha que bacana, hein? Não, não, não. Podemos, podemos, podemos. É ruim, não.
Não é ruim. É ruim. Eu não vou deixar você falar mal do seu trabalho assim. Não, não. Não vou deixar. É ruim. Muito bem, irmão. Muito bem. É ruim. Não se jogue pra baixo, ei. É. Parecendo a tia Milena no final. Não sei o que, o pessoal vai me esquecer. É ruim. É, tia Milena. Não, tia Milena. Calma. Ó, a... Eita conteúdo, hein. Andréia Malandro. Ô, minha esposa. Ô, meu Deus. Aqui, respeitar o trabalho de um cantor é entender que existe muito mais que o palco Obrigado, mocidade, por tanto.
É, o recado da família diz muito sobre o momento que o malandro tá vivendo, né? Sim, sim. Que é aquela questão que eu falei de respeito, de carinho, de cuidado, de entender. É. Falar igual os coroas. Falou, pô, com uma fórmula bonita, minha esposa, hein? Eu taco o olho cheio d'água aqui já. Peraí, cara. Peraí, cara.
E o seguinte, a Duda também pergunta. Pergunta pros três. Como é atuar na mocidade, a maior escola da Zona Oeste? Sou fã da mocidade. Tenho 14 anos, cara. Ah, não, a Duda deve ser a mãe dele, porque o nome dele é Bruno. Show de bola, Bruno, aquele abraço. E aí, mocidade pra você, Dudu?
Eu... Desculpa. Eu falei o Dudu e eu... Não, vai, Roberto. Vai, Mano Roberto, que eu tô pensando aqui. Vai, vai, vai. Não, mocidade, eu falo que os independentes, eu até tava falando isso pra ele. É como a torcida do Flamengo. Eles... Pô, sabe aquela... Que a gente afronta... É... Acolhedora. Eu, quando eu entrei na mocidade a primeira vez, eu falei assim, nossa, a gente se sente em casa.
É maravilhoso. Eu amo, eu tenho o maior orgulho mesmo de dizer eu sou mocidade, eu tô ali nessa escola, eu visto a camisa mesmo. Eu me sinto em casa, em casa. Eles têm esse poder de receber as pessoas com muito carinho. Eu me sinto assim. Então eu vou pegar esse gancho aí. Receber as pessoas com carinho, isso é muito legal. Mocidade, família. Família. História, pioneirismo, mas é família.
Muito, muito, muito... União. Exatamente, união. Pronto, resolvido. Estamos... E aí, Dudu? Aqui. O independente... Ciprocidade. É. O independente, cara, eles são fora da curva, né? Eu lembro que teve um carnaval que eu perdi um décimo e eu tinha certeza absoluta do meu trabalho bem feito, sabe? E nesse dia eu vi a apuração na Quara da Vintém e também tinha uma apuração na Quara da Brasil.
E eu fiquei muito triste, chorei muito lá com meus diretores, com a bateria. E o pessoal mandou me buscar lá na Quora da Vintém, pra poder ir pra Brasil. Eu falei que eu não ia. Aí mandaram eu ir pra lá, né? O pessoal me pegou, os torcedores... É a ordem diferente. Os torcedores foram me acompanhando até chegar lá. Quando eu cheguei naquela Quora da Brasil, naquela rampa ali, todo mundo gritando meu nome.
Eu escolhi por causa de um décimo perdido. Eu estava muito confiável no meu trabalho, entendeu? Fui muito bem feito. E, mais uma vez, foi nada com nada justificativa nesse ano. Então, assim, o povo de lá, o Independiente, é muito acolhedor. E ali eu vi que, realmente, é o que a Roberta comentou aqui sobre o torcedor do Flamengo, né? E eles, de fato, assim, eles comentam na impostagem, cobram também. Exatamente, hein? Estão chegando e... Estão chegando e...
Já chega sabendo. O quê? Mas isso é bom, isso é bom. Tem que ser cobrado se estiver errado e também... E um comentário positivo, pô, te eleva o trabalho, né, cara? Deixa grandão. Isso aí. Isso é muito bom. Ó, mandando um abraço aqui pro... Brasil inteiro, cara. Anderson Roberto, sou independente de Belém no Pará, pô. Um Brasil, George Hays. Opa! Aquele abraço aí pra Belém no Pará. Tamo junto. O que que toca o xixando aí, Matheus?
Pega aí o paradômetro. Deixa a nossa... Na hora é o coxicho. Paralelo é paralelo. Deixa o nosso coxicho. Faz curva. Vou falar igual um parceiro meu, meu primo, na verdade, né? E muito meu irmão. Aqui é papo e não conversa. Alucra isso?
Seguinte, ó, eu quero aplausos para a mocidade independente do Padre Miguel, que esteve no charla. Agora você vai saber. Cara, seguinte. Já acabou? Duas horinhas, pô. Não é possível. Não é possível. Não é possível. Tem isso tudo que a gente tem. Não tem isso tudo, não. Não tem nada. Não é possível. Não tem nada. A gente experimentava mais... Eu ficaria aqui, sabe por quê? Eu nunca falei assim, assim, né? Porque é a minha escola. Ah!
Eu ficaria aqui o dia inteiro Soltar o óleo Vamos ficar aqui Já prometo Vou marcar aí Galera da comunicação Estaremos na quadra da Brasil Que eu ainda não conheço Só conheço a Vintém Dá pra lembrar de A3 agora Já três Com todos os convidados Padre em reforma
Choro do malandro entrando com flauta. Meu irmão vai ser coisa assim. Samuhocker. Fala tua sá. Samuhocker, cara. Meu irmão, vai ser lindo. Uma imagem do Mozart assim. Tudo que a gente conversou aqui vai ser tudo traduzido na apresentação. Caralho, pegou tudo aí, né? Para porque, ó. Para, porque, ó.
Porque o Independente, isso é um danado. É, é. Não cobrar. Não cobrar, não cobrar. Cadê a calda? Cadê o set? Não, não, não, não, não, não, não. Tô estudando. Já falei, vou falar de novo. Tô estudando. Tô estudando. Dudu, primeiro, obrigado por tudo que você faz pela tradição da mocidade.
É isso, tem a marca. E, mano, é muito foda ver uma identidade sendo preservada, assim, igual você faz com a bateria. E inovando também, né? Porque você tem a característica tradicional, mas tem a sua marca, pô. Eu só boto tempero, entendeu, pessoal?
Obrigado por tudo que você faz pela nossa bateria. Tamo junto e esse ano vai ser diferente, tenho certeza. Foi um desfilaço ano passado, irmão. Eu que agradeço. Eu chorei, meu irmão. Foda, foda. Eu que agradeço mais uma vez a oportunidade. Preciso aqui também mandar um aula para os meus diretores da bateria.
Porque sem eles também, sem meus ritmistas também, eu não estaria nem aqui falando dessa bateria. Os caras abraçam a causa de verdade. Cada um da bateria, cada um integrante nosso lá abraça de verdade a mocidade. Eu tenho muito ritmista de fora, sabe? Mas tenho certeza que esse que tá de fora também tem um pouco do coração verde e branco também. Faz por amor a mocidade. Pelo tamanho da mocidade.
E é só agradecer aí, agradecer a minha família pelo apoio também que tá me dando nesse momento tão difícil pra mim, que passou recentemente. E é sempre um prazer estar aqui com vocês, falando com vocês. Mandar um abraço muito grande para seu pai, meu amigo. Senão amanhã ele me cobra.
Tu é parceiro do seu Guterbega. Guterbega, eu sou apaixonado por ele. Me salva muita coisa. Me salva muito. Quem não gosta do Guterbega, né, cara? É. Quem não gosta? Show de popularidade. É uma loucura. É uma loucura. Aí hoje eu chego e falei, cadê teu fado? Tipo eu mesmo? É, eu mesmo foda-se. É o filho do Guterbega. Bebeu na fonte. Bebeu na fonte. Bebeu na fonte. Bebeu na fonte.
Volte mais vezes, Dudu. Obrigado, meu amigo. Muito obrigado. Agora no estúdio novo. Agora no estúdio novo. Algum samba de 2027 já? Já. Já. Já vai ficar sabendo o rio hoje? Tá marcado isso aí. É? Isso. E aí? Eu vou saber. Eu também. Não me pergunte. Não me pergunte. Foi ali? É. Eu não perguntei.
Roberta, parabéns pela sua voz, pelo trabalho que você faz na Mocidade. Galera, olha, é a Roberta, mano. Sensacional, canta muito. Tamo junto e obrigado por ter comparecido uma ótima vez aí também. Obrigada. Eu que agradeço a oportunidade a vocês, à Mocidade, ao nosso diretor musical, a toda a galera do Carro de Som, por estar representando aqui um integrante do Carro de Som e ao Evandro Malandro por dar esse espaço pra gente.
Já chegou aqui Já abraçando todo mundo Então muito obrigado De verdade, tô feliz demais Valeu mocidade Valeu independente Sempre fui fã Já falo isso pra ele 800 vezes Quando eu encontro Qualquer lugar de samba, eu falo isso pra ele
Cara, e agora, de verde e branco, eu tô felizasso de te ver aqui. Porra, empolgadaço, mano. Que bacana. E assim, tu merece tudo de bom, porque além do mais, tu é um cara que é humildade em pessoa, né? Fala com todo mundo, qualquer disputa de samba que vai, meu irmão, atende geral. Tira foto com todo mundo. Tira foto com todo mundo. E não deixa, por ser humilde, ser um gênio na arte do que faz. Exatamente. A voz única hoje na Sapucaí, cara... Só que...
Tudo que você merece tá por vir, tamo junto. Seja muito bem-vindo aí à mocidade. Vamos chorar. Seja feliz, malandro. Canta, meu irmão, que você vai emocionar muito a gente. Obrigado, de verdade. Sou fã de vocês, eu falo isso com vocês fora daqui e tal. Vou começar aqui agradecendo primeiramente.
A mocidade, muito obrigado, mocidade, por entender o Evandro Malandro. Vem cá, Malandro. Parece clichê, mas eu quero agradecer muito a minha esposa, que foi quem segurou todas as barras de 20 anos casados.
Segurou todas as minhas barras. Esse entendimento... Queria agradecer ao Dudu e a Não Existe Mais Quente, de verdade. Porque o cantor tem que ser fechado com bateria. E olha lá, não fecha não, para tu ver. Aí tem e você não for. Eu e não entra na videira, não. Cara, o cavalo é o meu.
E é um carinho... Eu tenho muitos amigos na bateria, né? Eu tenho muitos amigos já na bateria. Passaram no corredor polonês aí. Não, não, não. Acabou essa época. Aquela roupa. Então, muito obrigado.
Dois irmãos que foram quem levantaram a bandeira para o Evandro Malandro chegar à mocidade, que é o Brian e o Coutinho. Muito obrigado, de verdade.
Um beijo pra minha mãe, que ficou preocupada comigo, que eu passei por uma cirurgia aí esses dias. Aí, graças a Deus, tá tudo bem, gente. Graças a Deus. Um grande beijo pra minha neta, que tá lá já. Ela tá estudando junto comigo. Minha neta tá estudando junto comigo os sambas da mocidade.
ela manda também então gente, muito obrigado de verdade pelo carinho independente muito obrigado mocidade pelo carinho pela espera dia 3 eu encontro todo mundo lá eu quero abraçar, eu sou mesmo esse cara eu sou uma criança de 46 anos eu sou uma criança
que, assim, eu vou em todo mundo mesmo, eu gosto de ir em todo mundo, não é aquela coisa de ir porque tem que ir, porque o cantor tem que ir. Não, eu sou essa pessoa. Quem me conhece, né, sabe que eu sou essa pessoa mesmo. Então não se preocupe se aquela pessoa lá no canto tá lá, mas será que... Eu vou lá pra falar contigo. É, você é maneiro, irmão. Obrigado por tudo, gente. De verdade, vambora.
Salve a moça da... Salve a moça da... Tá vendo? Soltaram até fogos. Soltaram até fogos. Sensacional, mano. Seguinte, ó. Tenho que falar dos nossos patrocinadores. Exatamente, exatamente. Começando por onde, Paulinho?
Vamos mandar pizzas para os nossos convidados? É claro! É claro! Sua aneria original! Ai, eu chego a porra! Aí, ó, agora você tem que cobrar ele! Exatamente! Então vamos no papo!
Forneira original, a melhor pizza que você pode pedir Cupom CHARLA10 10% de desconto a qualquer pedido que você fizer Franquias espalhadas por todo o Brasil Matheus e Emanuel, mas a parada é a seguinte Eu falo assim, é a melhor pizza do Brasil Sou eu que falo isso? Não, não, são as pessoas que escolheram no iFood O iFood elegeu a forneria Dois anos consecutivos Não foi um só não? Dois anos?
Os dois últimos. Então esse ano ainda está em disputa. Ah, então assim... Não é que foi eleito há 10 anos atrás. Não, agora. É atual. Então é a melhor pizza agora. Isso aí. O melhor delivery de pizzas no Brasil tem no Brasil inteiro. Veja se na sua cidade tem a forneria original, beleza? Tamo junto, forneria original. Vai, Paulinho.
Aí é fácil. O Charla é Brahma. O Charla sabe que é a sociedade anônima da Brahma. Pedindo a Brahma no Zé Delivery, você ajuda com 10% do valor do seu pedido, o seu time do coração. Você bota lá, credencia qual é o seu time, 10% do valor da Brahma no Zé Delivery, o QR Code pro Zé Delivery tá aqui, vai direto pro seu time do coração. E se eu tiver dirigindo e tiver que pedir uma Brahma zero?
20%. Aí dobra. Brahma 0, 20% do valor. O projeto é a Sabe Sociedade Anônima da Brahma. Brahma que é patrocinadora do Carnaval. Onde o Bruno Cantarelli estava lá, no camarote. Eu, você e o Carlos Tiroz.
Vamos lá, Carleto. Isso aí, Ronaldo esteve lá. Ronaldo esteve lá. Vampeta. Vampeta. Danilson. Com confusão. Com loucura. André Marques Multishow. Também. Vídeo Show. Vídeo Show. Isso aí, todo mundo. Seguinte, ó. É a Sabe Sociedade Anônima da Brahma, beleza? Jorginho do Flamengo. Jorginho do Flamengo. Léo Pereira do Flamengo. Léo Pereira do Flamengo. Tava todo mundo lá. Isso aí, show de boa. Seguinte, ó.
Sporting Bet, a casa de apostas que é parceira do Charla. Saiu o Shaquille O'Neal, ele é o MVP da Sporting Bet. Conhece o Shaq. Faça o teu nome. Faça o teu nome. A galera fica assim, vou apostar nessa ou naquela. Tá em dúvida. Na dúvida. Melhora a Sporting Bet, beleza? O QR Code tá aqui. Semana de Copa do Brasil, sem zebras por enquanto. Sem zebras. Mas Copa do Brasil tem zebra. Tem zebra. Então a zebra ainda não chegou. Eu espero que a zebra não ocorra hoje. Flamengo e Vitória hoje no Maracanã. Deixa o Mengão trabalhar.
Confronte Série A. Confronte Série A. Estaremos lá, né? Amanhã tem o Operário de Ponta Grossa. E Fluminense. E Fluminense. E Fluminense, então, ó. Faça sua fézinha. Faça da Esporte e Bet. Sempre com a possibilidade é pra maiores de 18 anos. Show de bola. Tamo junto. Ah, é só aquela. Na dúvida melhor é Esporte e Bet. Beleza?
Fechou, Paulinho? Show de bola. Agora o cochicho. Agora vira conversa. Agora vira conversa. A gente vai encerrar o nosso papo, mas vai ter que encerrar com samba. Com samba que cita o mestre Dudu. Perfeito. Oxosse. Com introdução, pode ser? Oh, meu Deus, vambora. Acho que a Roberta quer. Vambora. Ah, eu quero? Vou tocar até mais forte agora. Bate aí, meu. Eu tô com vontade.
Show de bola, mocidade. Você não gostou disso? Mocidade independente, ao vivo. Ao vivo. Exatamente. Agora. Agora, meu cumpade. Uma introdução. Ah, moleque. Oi, no toque do aguerê, no toque do aguerê. O Oxóssia é caçador, é o nosso protetor.
Oi no toque do aguerê, oi no toque do aguerê Oxóssia é caçador, é o nosso protetor O que arofa na mira certeira Dono da mata, o que o que mota lambou Seu AG1 já preparei na quinta-feira
E o batido incorporou Zamborepe é uma folha de jurema Na proteção de hoje Onde?
Vai Oxaló, lhe deu seu diadema Quem rege o meu ori, governa a minha fé Os indileis da ancestralidade O alaqueto do ebê da mocidade Oxó, cê é caçador de uma flecha só Herdeiro de Emanjá, irmão Diogo Aquele que na cobra dá o nó
Aquele apaixonado por Oxum, Oxum é caçador de uma flecha só Herdeiro de Manjá, irmão de Exu
Aquele apaixonado por Oxô, Ibualamama, atravessou, no canto lá virou São Jorge Guardião, o rio inteiro em seu nome, meu senhor. Quem é de Oxóssi? É de São Sebastião. Quem é de Oxóssi? É de São Sebastião. Ô Juremei!
O outro lado Juremeca se que me escondar Oh Jureme, oh Jurema Mandiga de Tia Xica fez a caixa guerreira Inverteu meu tambor de Dudu e de Coré Foi querido no Fabiquiba, de Jojão Maguerê Fez o Anacidavi, baqueta da nossa gente Pra invocar nesse terreiro E o outro lado Juremeca se que me escondar
Todo gato da mocidade é criado os meus sender A lere, a lere comoradê Oi comoradê, comoradê A lere, a lere comoradê Todo gato da mocidade é criado os meus sender
Sensacional de bacana! Salve a mocidade! Salve a mocidade! Salve a mocidade! Secou a mocidade? Secou errado, otário! Tamo junto! É nóis! Valeu!
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