#714 - Sérgio Mallandro [Comediante]
A Charla de hoje é com Sérgio Mallandro, humorista e lenda do humor.
- Carreira de Sérgio MallandroInício na televisão · Experiência no SBT · Participação no programa do Ratinho · Histórias engraçadas do passado
- Experiências de vida e superaçãoObstáculos e problemas · Teoria do obstáculo · Importância da resiliência
- Futebol e FluminenseHistórias do Fluminense · Jogadores icônicos · Experiências em jogos
- Cultura e Humor BrasileiroPegadinhas e humor na TV · Impacto do Silvio Santos · Mudanças na televisão
Há! E aí, é de burro? É isso mesmo. É tamalho, sapo. Tu é até o sujo, que é. Há! E aí, é!
Glu, Glu. Tá louco, velho. Salsifufu. Bilu Teté. Bilu Teté. Esse cara é louco. Bilu Teté. Tem aqui os... Contrações mais, Guilherme. Tá louco. Joga esse dia pro alto. Seguinte, ó. Vou adorar no peito do like, porque Serginho Malandro está na área. Então, vambora. Alô, galera do Spotify. Vai no YouTube. Alô, galera do YouTube. Vai no Spotify. Então, simples assim. Simples assim. Todas as plataformas tem o Charla Podcast. Arroba Charla Podcast. Em todas elas.
Essa é a parada. Voadora no peito do like, porque é uma resenha histórica para este canal. Com certeza. Você estudava do filho do homem. Sim, com a sobrinha também. A Tati, o Serginho. Pô, parceria. Mas eu encontrei uma vez o Sérgio, se você lembra, lá em Búzios. Chegou na casa, lá com a galera dele. Mas tá muito longe.
O Serginho aí, pô, sempre fui fã, pô. É isso aí, sensacional. Seguinte, ó, manda mensagem, mensagem é maneira, mas pergunta é mais maneira ainda. Aproveita o homem aí, né? Aproveita, Serginho malandro. História da televisão brasileira, irmão. O cara tá aí, ó. Pô, tá maluco. Manda pergunta que a gente manda pro ar, beleza? Superchat é a prioridade, tá? Voador aí no peito do like, tamo junto. Charla Podcast em todas as redes sociais.
Arroba Charla Podcast, Instagram, TikTok, Twitter. E Kawaii. E Kawaii, beleza? Vamos junto, segue a gente aí, que esses cortes vão espalhar aí. Escudir.
É isso, só em off aqui já Serginho falou bem, era pra tá gravando Já parado, seguinte ó Eu sou Bruno Cantarelli, se quiser me segue aí Arroba Cantarelli Bruno E com o Betão, pô Me segue lá também, arroba Obetujudo Underline Show de bola, mano Mano, referência total Uma honra, nunca imaginei na vida Conversar com esse cara, mano Que loucura, cara Fanzasso, Betão É mesmo
Primeira fase, o Serginho, eu falei pra ele, era o único homem que apresentava programa de criança. É isso aí. Aquela disputa ali, ó. Os anos 90, Xuxa, Mara Maravilha, Angélica e o Serginho. E o gorila na porta dos estúdios. O gorila, o decim, capeta em forma de gorila.
Sensacional, cara. Quem é da nossa geração tem homem como referência. História da comunicação brasileira. Sensacional. Grande tricolor. Tricolor. Jujiteiro. Jujiteiro, é. É isso aí. Essa é a parada, cara. Muita história, mano. Simplesmente. Chegou o dia. Serginho Malandro Charla. Palmas para o Serginho. Boa, boa.
Pelo Teteia! Porra, meu irmão. Seja bem-vindo, Sérgio. Tamo junto, mano. Que honra, cara. Pô, honra a mim, bicho. Vocês são dois malucos, meu irmão. Que deram certo, né, meu irmão? Amém. Dois malucos que deram certo. É isso aí. Esse maluco aqui, porra, esse cara, ele tá irradiando o jogo, porque é maluco, meu irmão. Você é louco, bicho.
Gritaria é essa? Gritaria. Vai, que papo. Vai ter um infarto, bicho. É o narrador do Desesperados. É louco, é, meu irmão. Desesperados. Tá sempre desesperado, meu irmão. E tu mandou muita caixinha pra porta Desesperados, né, Beto? Pô, aí. O Beto confessou. É um videogame na porta Desesperados. Pô, é um atare. O sonho dele era abrir a porta Desesperados, bicho. Grita. Vai, grita, Beto. Grita.
Qual a porta que você quer abrir? Qual a porta? É o número 3! É o número 3! Vamos abrir a 3! Vamos abrir a 3! Sai o monstro! Sai o monstro!
Era foda, né? Murilo, pra fazer de tudo. Um vídeo joguei metade, tava na 2. A 2 sempre tinha um vídeo joguei metade. O cara sempre na 2? Não, a maioria das vezes o pessoal que fala, porra, eu sempre tava na 2. Porque essa brincadeira, eu lancei essa brincadeira em 1986, cara. Eu fui fazer uma festa do caminhoneiro, fui fazer uma festa do caminhoneiro, em Guarati Quetar. Porra. Aí o cara chegou e falou assim, ó, tu tem que animar a festa aqui, ó, até as 5 da tarde. Eu falei, caramba, porra.
Meio dia, é meio dia, pô, como é que eu vou fazer isso aqui? Aí eu tava com liminha, sabe liminha? Aí eu falei, liminha, é o seguinte, meu irmão, a gente tinha umas cortinas assim, falei, é o seguinte, bota uma peruca de mulher, arruma uma peruca de mulher aí, arruma uma fantasia aí de monstro, de macaco, pede pro pessoal aí uma máscara, e no outro a gente, aí eu falei pro cara, pode dar um pneu, naquela época era pneu Pirelli, eu tava no estande da Pirelli, aí eu falei, pode dar um pneu, meu irmão, aí ficava, quem que abria a porta aqui dos desesperados, grita, aí a gente ia ter essa bagulha na feira,
Se joga, bababá, bebeira que a boquinha, que é um, pá, saía da cortina, saía, saía o Liminha vestido de mulher, aí naquela maluquice, aí ganhava o pneu. Aí eu cheguei lá no dia seguinte, que eu fui pra, tinha o programa Hora do Capeta, do SBT.
Aí chamei o Vanderlei Vila Nova, que era o diretor. Falei, ó, eu fui fazer essa feira, meu irmão. E eu fiquei lá cinco horas, após, segurei todo mundo fazendo essa brincadeira. Vamos fazer aqui a porta do esperado. A criançada abre a porta, sai bicicleta, bababá, sai o monstro. Sai macaco, sai não sei o quê. Aí, bicho, deu certo, meu irmão. E o 86 começou.
Aí eu fui pra Globo depois, fiz o Poço do Esperado. E hoje no meu show, eu faço a Poço do Esperado. Vou fazer no teatro Multiplan, agora dia 3 de maio. Porra, a gente tem que ir no metal. Vamos, vamos, vamos. Domingo, dia 3 de maio, às 7 da noite, vai ter a Poço do Esperado. Eu faço o meu stand-up. Pô, você é muito da equipe. Conta minhas histórias, conta histórias com todo mundo. É um sucesso há muito tempo o stand-up. É, aí vou fazendo, pá.
E aí vou fazer. Vou fazer, amanhã também vai ter em Bangu. Em Bangu, vou ter lá no teatro Bangu. Porra, maneiro, maneiro demais. No teatro Bangu lá no Shopping Bangu.
Amanhã vou fazer. Alô galera de Bangu aí, porra. Vou fazer amanhã 8 da noite. Show de bola. Tinha lugar melhor pra você começar do que o SBT? Fico imaginando que não existia, né? Então assim... É, tu já contou, mas tem que contar aqui, mano. Assim...
Quem que tu era antes de ser famoso, Serginho? Tu tava aí, qual é a parada? Tu brota lá no SBT, como é que é isso? Ali foi o seguinte, eu comecei no Cidade de Clasicidade, eu era estudante, fui expulso de três colégios, fui expulso do Andrés, do Zacarias, até hoje eu não entendi porque fui expulso, era muito levado, claro.
Aí o pessoal fala assim, chamava minha mãe e falava, olha, dona Leila, seu Edgar, meu pai, olha, seu filho, foi no primário que eu fui expulso, do Andros, do Andros Zacarias, seu filho faz com que a turma vá pro, ele assapalha as aulas, porque eu fazia piada nas aulas, enfim, eu fui expulso.
Tu é de que bairro aqui no Rio? Eu morava na Lagoa, né? Agora tô morando em São Paulo. Mas fui criado ali na Lagoa, né? Lagoa, do clube Piraquê. Fui expulso do Piraquê também depois. Então, porque eu era muito levado. Só que, pô, eu era levado, mas bem educado. E no meio, pô, a galera elite ali, pô. E tô fazendo cagadas. É, pô, eu era muito levado. Aí fui parar no Paranatório Vieira. Aí parei, no Paranatório Vieira eu parei. Aí os caras jogavam muita bola. Eu era craque de bola. Sério mesmo, jogava pra Cacim? É, jogava muito, pô.
Eu era de tubuleiro, pô. Eu era aquele cara que era o seguinte, vamos bater para o Epa, o cara ganhava para o Epa escolher, eu quero Neiva, que meu sobrenome era Neiva, né? Eu quero Neiva, e o outro cara tinha direito de escolher duas pessoas. Então eu era craque, meu, eu joguei feminista.
Eu fiz o teste no Flamengo, aí passei do teste, mas aí minha mãe não deixou eu jogar. Não, não vai jogar, aquela coisa de... Aí fui jogar no Feminência, pá. Aí minha mãe também não, pá, pá. Então eu jogava no Piraquê, jogava no meu colégio, Bartone Vieira. Eu sempre gostei muito de jogar bola. Eu era parceiro de jogador de futebol, bicho, mas aí não... Aí, bicho, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá. Eu era um cara da praia, eu era um cara que falava muita gíria, pá, pá, pá.
E me levaram na Cidade Contra Cidade, do Silvio Santos. Mas do nada, quem te descobriu na praia? Um produtor. Era do nada, mano.
Aí indicando pelo outro, por quê? Um cara que, porra, muito alegre, muito agitado, bababá. É o Sérgio Malandro e tal. E eu falava muita gíria. Bababá, bebé, chocante. É chocante pra cá. Chocante. É, aquelas porra. Aí fui pra lá no Sérgio Contra Cidade. Tinha que representar o Rio de Janeiro. Aí, porra, eu tava até contando aqui, por exemplo, o Tim Atalha, falar. Levar uma loura, uma murena e uma bulata.
Porque era competição. Natação, eu levei o Romo Ararante, lembra? O Romo Arante, que deu o tempo. Pô, ele jogou lá. Atleta Olímpico. Eu ganhei seis carros. Era semana, né? Ia ficando. Ia ficando, ia ficando, ia ficando. E aí o Silvio Santos me descobriu ali. Eu até brincava, porque aí a Xuxa também participou, porque ela ganhou a missa objetiva e eu levei ela como loura.
Tu indicou a Xuxa. Eu levei a Xuxa lá. No programa. E levei a Solange Couto como mulata. Porque ela era um mulata do Sargentelli. Sim. Ela era um fenômeno, um espetáculo. Aí cheguei lá no Sargentelli e falei, pô, qual mulata que pode esbrimentar o Rio? Aí ele falou assim, ó, é Solange Couto ou Adéle Fátima?
Aí, levamos a Solange de Couto. Aí, elas chegaram disparadas. A Xuxa, a Solange de Couto e mais a Lília, que futuramente foi mulher do Rickson Grace. A Lília, aquela era a Lília. Depois ele virou Kim. Aí, meu irmão, eu até brinco com o Silvio. Eu brincava com o Silvio Santos e falava, pô, Silvio, a gente ficava na bancada, porque depois eu botei a Xuxa na bancada. No outro programa, eu falei, pô, Xuxa, vem participar do programa e tal.
Aí o Silvio falou, qual o seu nome? Ela, Xuxa? Eu falei, não, Maria da Graça. Aí ela, meu nome é Xuxa. Eu falei, Maria da Graça. Deixa eu não. Deixa eu não.
Eu não gostava de se chamar de Maria da Graça. Ah, é meu amor? Ela, meu nome é Xuxa, eu falei, Maria da Graça. Aí cheguei pro Silvio Sérgio, falei, pô, Silvio, depois de um tempo, falei, pô, Silvio, seu olhar empresarial foi muito bom, né? Você tinha Xuxa e o Sérgio Malandro na bancada e escolheu o Sérgio Malandro. Aí você é louco.
E o Marinho do Marinho do Marinho? Xuxa ganhou um fenômeno, né, cara? Xuxa Marami Marechal Hermes. Marami Marechal Hermes, pô. Levava ela de moto, bicho, pô. Que isso, mano? Levava ela de moto, a moto ia pegando fogo, eu chegava lá pro doutor, o pai dela, o pai dela, né, que era o doutor Mereghel. Mereghel. Capitão Mereghel, foi capitão Mereghel, minha moto tá pegando fogo aí, será que posso dormir aqui? Vai dormir no quarto dos meninos. Porra, eu não quero um barulho.
Ela morava numa casinha, um apartamento muito simples. Dormia o pai, o seu Meneghel, Dona Aldinha. E ela dormia num quartinho. E na sala dormia a irmã com a outra irmã. E no quarto dormia no beliche o Cirano e o Blad. E quando chegava lá, botava o colchão ali no quarto do Cirano e dormia ali.
Tudo que ela conquistou, ela conquistou realmente com o mérito dela e com o trabalho dela. Porque ela era muito simples, né, cara? Aí foi vencendo, foi vencendo os obstáculos, vencendo os obstáculos. Aí eu acompanhei tudo, né, bicho? Tu nunca pegou a Xuxa? Pô, bicho, é uma pergunta que ele faz. Me viu? Eu tô aqui todo sério. Ele vem aqui. Pô, bicho. Ah, no Lua de Cristal. Porra, Luiz de Cristal, cara. Se tu quiser saber a verdade, tu quer saber se é o pá, né? Joguei o Lua da Xuxa.
Eu joguei o glu-glu, eu vou falar a verdade. Agora! Na Marlene Matos, cara. Aconte!
Pegadinha do malandro, porra, não peguei nada, não peguei ninguém, meu irmão, ninguém pega ninguém. Você era muito amigo, você era. Quando cheguei na Globo, entrei na Globo, aí o Evandro Mesquita, porra, me viu no corredor da Globo, né, porra, falou, meu irmão, tu tá na Globo, malandragem, porque o Evandro é muito meu amigo. Tu tá na Globo, malandro, porra, meu irmão, porra, tu sabe o que significa isso? Falei, claro, porra, isso foi em 90.
Claro, porra, né, vou ganhar mais dinheiro, né, fazer os comerciais, pá. Não, não, não, não, tu vai comer todo mundo, malandro, porra.
Olhou, sorriu, glu-glu no bombril. Só que eu... Era novo. Falou iaia, calcinha caiu. Só que eu falei, meu irmão, eu entrei no núcleo infantil, vou comer quem aqui? Não vou comer ninguém. Vou comer o dengue, porra. Aí eu conto isso no meu show. Eu vou contar no show domingo, dia 3, hein? Dia 3. 3 de maio, no Teatro Multiplã. Quem não for, tá vendo errado, porra.
E amanhã em Bangu, o teatro Bangu Eu conto todas essas histórias lá Tu tava me falando Que tu conhece A Ayrton Senna bem pra caralho A Ayrton Senna namorou, a Xuxa recorria com ele no condomínio Porra, aí um dia Vou contar pra vocês aqui Eu tô ali no quarto, eu ficava no quarto do lado da Xuxa Aí eu tô vendo ali Ayrton Senna entrando no quarto com ela Falei, porra aí
Vou ouvir né bicho, né pá, né pá, né, vê como é que você é na trança, né pá. E o barulho do motor. E ele faz um barulho esquisito. Iiiiih! Iiiih! Falei, caramba, meu irmão, cara. Iiiih! Aí eu falei, ah meu irmão, eu não vou perder, bate na porta, acelera isso! Aí a Xuxa, tá me atrapalhando. Tchaaaaaa! Aí quando acabou eu fiz tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan. Ela conta lá no meu podcast. Pintan dos caras!
Ela conta no meu podcast Ela teve lá no Papagai e o Falante E ela falou Ela ficou três horas e meia lá E ela falou mesmo Aí teve um dia, aí ele vinha Ela contando como é que ele transava Aí um dia ele vinha Aí pegou assim no meu cabelo Aí começou a fazer assim A chuca, a chuca Aí ela falou assim Já sei, você quer transar com a chucha Da televisão Então tá bom Então bota o capacete
Aí ele ficava de capacete e ela de chuchuca e... Loucura, hein? É loucura. Fantasia, gente. E é verdade, ela contou isso no Papagai. Aí ela brinca, aí quando acabou, fez... Era divertida, né? Imagina essa marada. Você não tem fantasia, Beto?
Todo mundo tem, né? Você mora... É, eu sou paciente é foda. Você tá casado, Betão? Tá namorando, né? Tá namorando? E qual foi a fantasia assim que a tua gata um dia já mandou você botar? Por exemplo, pô, de repente, vai te atrasar com a gata. Ó, ideia. Vai te atrasar com a gata. Porque, pô, eu já fui Homem-Aranha, já fui Homem-Aranha. É mesmo? É.
Eu tive uma... Quando eu conheci uma gata, ela falou, só transo com você se você tiver a roupa do príncipe. Porque é daquele negócio do Luiz Cristal. E eu tenho a roupa do príncipe. É mesmo? Às vezes a gata tem esse fetiche. Eu tô preparando pra tudo, meu irmão. Tenho essa do príncipe. Tenho do príncipe. Eu tenho do Sérgio Balano com o chapéu de hélice.
Com a hélice. É. Porque outro dia fui transar com a minha gata e ela falou, bota o chapéu de hélice. Eu falei, porra, eu vou botar, vamos embora. Você quer isso? Tá bom. Aí eu botei o chapéu de hélice e comecei, né? Ai, ai, ai. Ai, ai, ai. Gozei. Já gozou? Já gozou? Não gozei nada.
Entrou no clima, né? Claro, brother. Pô, tem que fazer o que a mulher gosta mesmo. Sim. Pô, eu tenho lá. Aí uma vez eu peguei uma maluca também, ela falou assim, porra, eu adoro o Homem-Aranha. Você botaria a roupa do Homem-Aranha? Eu falei, eu boto o Homem-Aranha. Aí transi com a gata com o Homem-Aranha. Aí botei a máscara do Homem-Aranha. Você, por exemplo, você tem algum fetiche? Vai, vai, Betão. Vai, vai, Betão. Vai teu fetiche. É.
Você, por exemplo, que roupa que você botaria assim que tu acha que ia agradar a mulher na hora que ela for se transar contigo? Isso. Fazer o iaé, fazer o glu-glu. Mais vestido possível, né? Bombeirão, bombeirão. Bombeirão? É, tu é bombeirão, pô. Não, ruta-ruba, né? Imagina. É um havaiano, uma havaiano, uma saroma. Havaiano, uma havaiano, uma havaiano. Maneiro, maneiro. Boa, boa.
Ah, vai, né, Maria? Porra, na boa, bicho, porra. Bota ali o atuado. Porra. Aquela bolsaronga, você fala? Faze, né, meu irmão? Mas leve possível, né? Agora, Serginho, você falou do Silvio Santos já. Silvio, porra. Silvio, porra, irmão. Você deve ter história pra caralho com o Silvio. Mas, irmão, Silvio Santos... Ouviu com ele décadas...
Silvio Santos, meu irmão, eu tenho muitas histórias com o Silvio Santos Eu conheci o Silvio Santos há muito tempo Silvio Santos é exatamente aquela pessoa Que vocês sempre imaginaram Ele ria de tudo Foi o cara mais generoso que eu conheci na minha vida Na vida, mano Era um cara muito justo, muito generoso Ele era um cara que, porra Serginho, como é que tá teu circo? Ele se preocupava, queria saber como é que tava a minha vida E a gente viveu momentos ali Porque é o seguinte A gente fazia um show de caloros Então, porra, lembra do show de caloros?
Aí, por que que acontecia? Nós gravávamos dois programas Acabava um, a gente ia pro Camarino do Silvio Pra dar um tempinho, aquela coisa de fazer A resenhazinha ali, só podia três pessoas Eu me lembro que nesse dia, brother É que ele fazia o bifinho, né? É, fazia o filézinho Que é o filézinho, bem passado, mal passado Aquela fumaceira do cacete Ele adorava aquela porra Aí, porra, a gente tava no intervalo, nesse dia eu me lembro Fui eu, Pedro de Lara e o Despeitinini, meu irmão Que frio, hein?
O Pedro de Lara era o gênio do morro, né bicho? E ele falava de sonho mesmo. O Pedro de Lara era o cara que falava de sonho. E aí entramos no camarim dele pra dar um tempinho pra gravar outro programa.
O Silvio com aquele cuecão dele, usava os cuecão grandão, aquele samba canção, sentado, sem camisa, esperando a roupa e tal, tomando uma sopa, tomando uma sopa, tomando uma sopa, ele tomando uma sopa, e a gente ali conversando, e o Pedro Lala falando um monte de merda, é um negócio de sonho, porque quando você sonha com um poste, é isso, quando sonha com um cabrito, é aquilo. Aí, porra, contando, e o Silvio ria, o Silvio ria, tomando a sopa.
Daqui a pouquinho ele engasgou. É, daqui a pouquinho ele engasgou, meu irmão. A sopa virou no saco dele. Aí ele começou a gritar, me ajuda, sopra. Aí eu olhei pro Décio, o Décio pegou a revista. Começou a banar. Aí eu falei, o que eu faço, Décio? Ele falou, você sopra, sopra. Aí eu vi o saco, eu vi o saco. Eu vi o saco. Tem o formato de S, parece um S assim, o saco dele.
Aí eu... Era dourado? Era, tipo... Aí eu... Me ajuda só... Aquelas duas bolinhas pareciam a pedra preciosa. E eu desesperado, né? Quando eu vi aquele saco, meu irmão, se ele fala chupa é chupável, eu fiquei nervoso. Eu fiquei nervoso, eu não sabia o que eu fazia, meu irmão. Era o saco do chefe, meu irmão. Saco do Silvio, porra. Quando eu vejo uma sopa, eu vejo o saco da felicidade, meu irmão.
E a sopa de ervilha, parecia o saco do Hulk, aquela porra. Verde, bagulho. Meu irmão, eu vivi isso. Aí tu vai falar assim, pô, isso é piada. Não é piada, meu. Pelo que eu pudesse, Pitinini. Pelo que eu pudesse. Eu falei pro Désbio, meu irmão, tu lembra disso? Eu falei, se lembra, meu irmão. Eu com a revista abanando, o Silvio gritando, e você fazendo... E eu fazendo essa missa linha glu-glu, você engolia a bola dele. Caralho. Que talouco.
Eu vivi isso. Tu sobraria, Betão? Eu posso falar, meu irmão. Ah, o patrão, né? Eu sou sopa.
Claro que tu soprava, bicho. Tá maluco, irmão? E tem mais, eu sou... Eu sou orgulhoso mesmo, porque a pessoa puxa o saco. Eu sopro. Eu posso falar. Meu irmão, quem soproou o saco do Silvio Santos? Puxar, todo mundo puxou a vida inteira. Vou assoprar, sou eu. Tenho orgulho disso, bicho. Eu tinha 20 anos, pô. Tá louco, vivi, pô. Ele mandou no saco, não bordo. Aqui, eu escuto essa. Eu me lembro que, porra, um dia a gente chegou assim no camarim.
Porra, eu vivi cada coisa com ele. Eu tava no camarim, ali no corredor. A gente saiu do camarim e falou assim. Se ajeiu?
Quero falar com você aqui no camarim. Falei, caceta, meu irmão, o que que eu fiz, né, bisco? Faz um monte de merda. Falei, porra, o que que eu fiz? Nunca mais. Fico até arrepiado quando eu lembro. Entrei no camarim e ele, Serginho, passei a noite toda pra criar o nome do seu programa infantil. Vai te chamar, Serginho? Hora do capeta. Gostou? Eu achei horrível o nome. Mas, porra, ele... Mas naquela época, capeta era que eu tudo levava. Ele falou assim, gostou? Aí eu, na hora... Maravilhoso.
E saí. Quando saí, encontrei a Sonia Lima. Sonia, que tá comigo lá no Ratinha. Sonia, Sonia Lima. Aí saí, ela tava pra lá. Eu falei, pô, Sonia. Caramba, Sonia, o Silvio me chamou lá no camarim dele, todo animado. Falou, Serginho, criei o nome do seu programa novo infantil. Vai chamar? Hora do capeta. Cruz credo?
Você gostou? Falei, não gostei. Falou pra ele? Falei, claro que não. Fala pra ele, Serginho, fale pra ele. Ele gosta de pessoas honestas. Pessoas que falam a verdade. Falei, não tenho coragem. Seja corajoso. Ele gosta de pessoas corajosas e honestas. Fale a verdade pra ele, Serginho. Nisso vem saindo ele do camarim, aquele jeito muito educado. Bom dia, bom dia, bom dia, Sônia. Criei o nome do programa novo do Serginho, hein? Vai chamar Hora do Capeta. Gostou? Ela. Maravilhoso.
Então, porra A televisão A televisão Ela não tem, meu irmão A televisão é mentira A televisão é mentira Manda quem pode Todo mundo mente, meu irmão Mas você, Serginho A gente já falou em pouquíssimo O teu Xuxa Ayrton Senna e Silvio Santos Só pra começar Só que, meu Paulinho, tem um vídeo aí? Porque o Serginho não tem medo Dos caras que a gente tem medo E aí
Vai aparecer um cara aqui pra fazer uma pergunta pra ele. E era um momento conturbado. É, mas não era difícil. Era um momento de... Pra perguntar pro cara, geral se cagava na coletiva. É verdade. Não era assim? É verdade, é verdade. Então, ó, solta aí, vai. Isso é histórico, né? Puta que pariu. Tá sem soltar. O que é, porra? Eu ligo... Presidente Eurico Miranda aí. Do Vasco. O Vasco nunca é de GTU. Só fala...
Ele não me conhecia, porra. Eu tinha que falar, rá, iê, iê, puta malanda. Aí o Vasco vai começar a caminhar mais. O Vasco tava pra cair. Rá, iê, iê, glubu, vai pra final, porra. É libertador, ele porra. É libertador, presidente. Olha mesmo, decora só isso. Rá, iê, iê, glubu. Tudo tem pra abordar. Rá, iê, iê. Porque o mundo, o mundo, o mundo vai levar o rá pra lá. E vai levar o iê, iê, pra cá.
Fica o Miranda aí. Vai pra libertadoras, presidente. Vai na minha, pensa nisso, meu Deus. Eu sei que o seu poeta, o seu historiador... Bota pra ele falar isso, fala pra ele falar. Tá só no bala. Vai tomar no corpo.
Cara, onde é isso? Porra, isso é no... No Fratelli. Aliás, porra... Quem foi que me aprontou essa? O Marcos Braz, que esteve aqui. Marquinho Braz, que é meu irmão. Porra, estava lá no Fratelli. Aí ele falou, malandro, o Vasco está pra cair, bicho. Vai lá com a sua alegria.
Vai lá falar com o presidente Henrique Miranda. Pô, Marguinha. Pô, vai lá com a tua alegria, pô. Vai lá alegrar ele um pouco. Empurrou o Sergipe. O Vasco do Caí. Porra, me deu essa dica. Eu não conhecia o presidente Henrique Miranda. Nunca, eu nunca tinha falado com ele. Eu sabia só ele assim, né? Porque ele era o presidente. Fui lá alegrar ele, pô. Fui lá falar as palavras mágicas pra ele. Aí ele, pô, me mandou pra esse lugar aí que, porra... Aí depois...
Só moveu o músculo, vai doar no corpo. Porra, bicho. Mas depois eu passei a conhecer ele. Ele era de muita gente boa. Ele, o filho dele, o Euriquinho. Euriquinho. O outro irmão do Euriquinho. Ele era preparador físico do Boa Vista.
que era do JP. É, jogou basquete. JP, que hoje é presidente do Botafogo. Sim, isso. Aí eu conheci a turma toda. E o Nico Miranda, depois que ele me conheceu, né? Depois ele riu comigo. Porque toda segunda-feira a gente tem essa resenha no Fratelli. Então, porra, tinha... Chegava lá, tava o Jesus. É, Jesus saia no Fratelli. O Gabigol, sabe? Os caras estavam...
do lado. Puta, Gabigol e Sérgio Malandro. E o Marquinhos me levava lá, o Marcos Braz. Ele esteve aqui, né? Ele contou. É hoje. Tem muita história com o Ser Henrique, ele não lembra muito. Não conta nenhuma. Não, porra, várias histórias. Esquece, meu irmão. Imagina. Conta a história do Marcos Braz aí pra gente. Um dia eu fiz um churrasco pro Andrés, pro Marcos Braz, pro JP, lá na minha casa. André Sanches. Marquinhos gente boa. André Sanches, né, porra.
Porra, meu irmão, muitas histórias, meu irmão. Caralho, mano. Ele tá magrinho agora, né, Marquinho? Tá malhado, né, tá magrinho? É, Marquinho eu gosto muito dele, porra. Cara, sensacional. Eurico Miranda, mano. E não deu certo porque ele não fez o glú-glú. Até hoje não deu certo.
Aí depois ele passou um tempo, ele falou, Serginho, ele passou a gostar de mim, porque porra, toda segunda-feira a gente encontrava todo mundo nessa resenha, aí eu começava a contar minhas histórias, ele ria pra cacete, aí ele falou, porra, se o Vasco não cair, eu vou chegar na entrevista e vou falar, é, não caiu não, por causa do glu-glu, como é que você faz aí? É, iê-iê, glu-glu, iê-iê.
Porra, aí o Vasco caiu, porra aí. Porra! Vem cá! Aí ia ser a maior propaganda, ele falou, vou falar isso da Globo. Olha aí, não caiu porque existe tal de Rá e tal de Ié Ié. Ele ia falar pra mim, porra aí, eu falei, porra, eu ia assistir no jogo, torcedor, foi no dia que o Vasco caiu, bicho. Ali não dava, ali dava complicado pro Vasco. Eu gostava muito disso, é muito difícil, é, meu irmão.
Deixa eu mandar um abraço pra galera do Rock e Bola, né, mano? Porque eu fui ouvir, pô, era viciado no Rock e Bola, né? Botava na rádio do nada, pá, Serginho Malandro. E o Araújo teve aqui com o Lopes e tal, tudo mais, um abraço pra galera. Essa turma é muito boa. Isso, porra. Olha o malte. Olha o malte. E eles, cara, assim, eles foram muito importantes pra tocar.
carreira mesmo. Não, não, quando eu comecei a fazer o stand-up comedy, porra, eu fui na Miss, e aí o Serginho, meu filho, falou, pô, pai, você tem que dar uma entrevista no Rock e Bola. Porra, Rock e Bola é um programa que arrebenta, babá. Aí eu, porra, fui fazer o Rock e Bola. Meu irmão, eles me ajudaram muito em termos de, porra...
é que vocês aqui, vocês estão com uma audiência maravilhosa, a turma toda de futebol só fala, eu falei que ia vir aqui mesmo porra, adoro esses caras aquele maluco lá, o cara irradia do jogo, esse cara é louco esse cara, entra um capeta no cara
O cara sofre com o jogador, xinga o jogador, engorda o jogador. Tudo que vai na cabeça dele, meu irmão, fala, esse cara é louco. Mas o pessoal gosta disso, bora. E vocês fizeram uma dupla maravilhosa, meu irmão. Isso aí. Aí, porra, o rock e bola naquela época, então, era, porra, os caras eram o pica das galáxias, meu irmão. Pica das galáxias. E eu adoro a turma lá. Aí eu fui lá, papapá, bababá, meu irmão, no dia seguinte, o teatro abarrotado, lotado.
É até bom lembrar que amanhã tem teatro bangu. Bangu. Teatro bangu. Teatro bangu amanhã. Você não for do seu olho.
Ainda é oito da noite. Aí, galera. Oito da noite. Em breve teatro Multiplan quando... É oito da noite, Serginho? Oito da noite. Bangu, bangu. Aí, bangu. Ainda pode comprar seu ingresso pelo teatro Bangu. E dia três de maio vou fazer um showzão. Esse show que eu quero que você... Multiplan. No Multiplan. No teatro Multiplan. No Vila de Mol. Isso você pode comprar pelo Simpla. Aquele teatro é lindo, né? Aquele teatro que eu ando lá.
Vou fazer a porta do esperado. Vou contar todas as histórias. Tem que ir, meu irmão. Dia três, pô. Vai ficar rindo sem parar. Pô, tá maluco.
Tu ri, ri, ri, ri, ri sem parar, meu irmão. Tu fica rindo, rindo, rindo, rindo, rindo. Eu tenho pessoas rindo. Aí eu interage com a plateia. Quantos anos de estendendo? Pô, estendendo eu conheci em 2009, bicho. Não parei mais. Ah. 2009, 2010. 2009, 2010. Nós estamos em 2020. 27, 16 anos aí, Gigi. E tu tem que se reinventar, bicho. Vai contando histórias novas, bababá. Quer ver, por exemplo, o Beto é o primeiro javião, né, Beto?
Não, não. É, tem, tem. Tem medo de avião? Tem. Não, não tem, não. Pô, meu irmão, então vou... Não tem medo de avião, vou te contar então, irmão. Tu tem? Não, eu não tenho, não, mas aqui, ó. Olha que eu já vivi no avião. Tô sentado aqui, pá, do meu lado, um fã maravilhoso. Sabe aquele fã que sabe toda a tua história? Meu irmão, o cara usava a minha joupinha, porque eu lançava o Moleque Malandro.
O que que acontece? Hoje o fã tem 40 anos 42 anos, 45 Então a criança foi crescendo Aí ele, porra, Serginho, não tô acreditando que você tá aqui do meu lado Porra, eu tinha as suas roupinhas Eu sei a música tal O Vem Fazer Gluglu, Capete Forma de Guri, Biluta e Teba O cara sabia tudo, o fã meu irmão Falei, porra, que fã maravilhoso Aqui do meu lado a porta de emergência Aqui o corredor, aqui do lado, quem aqui? Quem aqui? Aqui do lado Zico O que é isso?
Porra! Aqui, ó. Galinho! Galinho aqui, eu pergunto pra ele. Toda vez que ele me vê, ele fala isso. Ai, Galinho! Toda vez que ele me vê, ele fala assim, porra, meu irmão, e o avião? Ele toda vez fala isso. É. É maluco, é maluco. Toda vez que ele me olha e fala, lembra do avião, né? Aí tu vai ouvindo a história. Aí que é do lado do Zico. Ali, aqui na cadeira do lado, aqui na frente, Calbi Peixoto. Lembra do Calbi Peixoto? Porra, Calbi Peixoto, porra.
Conceição! E ali do lado dele, Maria Pera. Quando eu vi a Maria Pera. Porra, Maria Pera.
O Calbim peixou do Zico do meu lado. No mesmo voo. Aí falei pro meu fã, querido, só um minutinho. Olha quem tá aqui do lado, bicho. Olha quem tá aqui do lado, meu irmão. Só um minutinho, pá. Aí eu fiz assim. Zico, Zico. Vou falar bem baixinho, hein, Zico. Zico, se esse avião cair...
Eu tô ferrado. Você tá ferrado? Não, tá todo mundo ferrado. Mas eu tô mais ferrado. Imagina a notícia do dia seguinte. Cai avião. Morde o maior jogador de futebol do Brasil e do mundo. Zico. Uma das maiores vozes do Brasil, Calmin Peixoto. Uma das maiores atrizes da Rede Globo, Maria Pera. E também estava lá, por acaso, o imbecil do Sérgio Mancara.
A notícia ia sair assim. Mas nunca brinquem com isso. Porque a palavra tem poder. Meu irmão, foi o pior viagem que eu fiz na minha vida. Puta! Eu conversando aqui com o fã, meu irmão, com o fã. Do nada, mas foi do nada. O avião fez assim, ó. Uá! Foi caceta, meu Deus do céu. O que é isso? Daqui a pouco, uá! Foi senhor da minha vida. Acabou, acabou, acabou, acabou.
Acabou churrasco quarta-feira, acabou futebol, acabou mulherada, eu vou dar sopa pra medigo. Eu prometo pro senhor, toda quarta-feira, sopa pra medigo. Uá! Fazer quarta não, senhor. É segunda, terça, quarta e quinta, sexta, é sopa pra medigo. Acabou que o avião fez. Uá! Foi saindo da minha vida, eu vou dar 10%, 20% do meu salário pro resto da vida. Uá! Falei 50, falei 50. Aí caiu...
Caiu uma máscara, bicho. Caiu uma máscara. Quando eu olhei pro Zico, o Zico já se transformado em Ronaldinho Gaúcho atropelado. Todo torto, assim, todo torto. Caralho. Quando caiu a máscara, bicho, ele parecia o Amaral, assim. Virou o Amaral. Com aquele olhar assim arregalado. Aí eu comecei a tentar botar a minha máscara. Falei, meu Deus, a minha máscara não tá saindo ar. Aí eu falei, meu fã querido, troca de máscara. Fica com a minha, me dá tua. Ele falou, tira a mão. Falei, tu não é meu fã, caralho?
Agora é cada um por cima, amigo. Que fã, filho da puta. Esse mostro dela é meu fã. Tem minhas roupinhas, tem meu disquinho. Que é fake, fake, fake, fake. Porque nessa hora ninguém é fã de ninguém, meu irmão. A verdade é essa. Aí é que o bocinho, meu irmão, o avião começou a acalmar. Aí entrou aquela voz, né? Atenção, senhoras e senhores. Passamos aí, o comandante falando, passamos aí por alguns momentos difíceis. Falei, porra.
Atenção, tripulação. Preparar para o pouso. Juro. Falar que é a real que aconteceu.
Ô Beto, ô Cantarelli, quando o avião pousou com aquela rodinha suavemente, fez psss, eu falei, senhor, senhor, 50% do meu salário, acabou o churrasco, acabou a mulherada, senhor, por que não me levou?
Aí tinha um cara com um negócio aqui na... Eu falei, o que é isso aí? Ele falou assim, é meu documento. Como é que ele falou? É meu documento pra... Como é que é? Bombeiro. É, é meu documento pra avisar pros bombeiros a minha identidade.
O cara ia morrer com a identidade na mão, meu irmão. Para não ser de jeito. É minha identidade. Os bombeiros acharem mais rápido. É assim, ó. Meu irmão, eu vou te falar, bicho, eu vivi muita maluquia. E foram pra onde? Vivi muita loucura, meu irmão, avião. Pô, bicho, é muita loucura. É uma loucura atrás da outra. Mas tu faz sucesso no presídio também, mano.
Porra, no presídio, eu comecei com o povo na TV. Tu lembra do Vagremontes? Porra, Vagremontes. O Vagremontes bravo, bravo. O Hilton Franco, Cristina Rocha. Aí o Vagremontes, vou te contar, o Vagremontes era o único cara que eu confiava. Sabia que não ia passar a perna em mim. Tu não vai rir não, porra? Agora que eu demorei. Porra, caceta.
O Wagner é meu irmão, cara. Eu... Porque eu contava... Ok. Mentira. Caiu a ficha agora. Ele teve um acidente. É, demorou. Não, o Wagner é meu irmão, cara. Ele teve um acidente. E eu contava essa piada pra ele, pô. Que peraí. Eu fiz muitas loucuras com o Wagner. Confio em você que você não passa perna em mim. Não vai passar perna em mim. Aí ele não vai vir no ar. Eu pensava.
Foi marido da Sônia Lima, né? É, Sônia Lima. O Wagner era irmão, adorava o Wagner, o Wagner, pô, a gente aprontava muito. Comecei a minha carreira com o Wagner Monte, o Hilton Franco, Cristina Rocha. É, no... No Povo na TV. Que era aqui em São Cristóvão, no Povo na TV. Ah, na TVS. Na TVS, na TVS. Porra, em 81, bicho, 80. Quando conheceu o Povo na TV. O programa era... Meu irmão batia a audiência, o programa era, pô... E aí, quem que eu tô falando disso?
Porque você ia falar que tava fazendo sucesso no presídio. Ah, no presídio. Aí, porra, fui fazer uma matéria lá no... Bangu 1, porra. Aquela porra. E o Wilson Franco, o povo na TV, tudo ao vivo, né? Aí o Wilson Franco falou, vamos lá, vamos lá. E, porra, a gente usava um ponto eletrônico e o Wilson Franco falando, vamos lá, vamos lá. Doze minutos, vamos entrar no ar. Sergi, não quero uma palhaçada, hein? Não quero uma brincadeira.
Olha a responsabilidade, porra. Penitenciária perigosa, olha a responsabilidade. Oito minutos, atenção equipe. Todo mundo agora, todo mundo ligadinho. Cinco minutos.
Não quero uma brincadeira, hein? Vamos lá, Serginho. Três minutos. Vamos entrar ao vivo agora. Pentei em ser perigoso. Um minuto, vai. A câmera vem ao vivo. Ba, ba, ba, ba, ba, ba. Eu lipo a câmera. Ah, ah. O crime não compensa. Se você é jovem e pensa em cometer um crime, não faça. Porque a sua próxima moradia poderá ser essa. Quando eu faço assim, eu juro, eu cantaria de método, juro. A cadeia toda lá no fundo, fazendo assim, ó.
Aí eu falei, obrigado, gru, gru, gru, gru, gru, porra nenhuma, tá lotado, parado, tá lotado. Aí eu falei, lotado? Lotado de alegria? O diretor, que merda é essa, Bercinho? Eu falei, diretor, maior homenagem da minha vida, isso é sucesso. Fazer sucesso aqui fora é uma coisa, lá dentro é outra. Fiquei suspenso quatro programas. Ele achou que eu tava brincando. Pô, meu irmão, todo mundo fazia assim pra mim? Eu no auge?
Porra, no auge. Caralho, todos os bandos na cadeia. Porra, 82, eu com a música do Glu-Glu no auge, porra. Vou te ver o quê? Porra, fazendo assim. Porra, tá lotado. Eu falei, tá lotado? Porra, pra mim é o Glu-Glu, porra. Caralho. O Tom Franco foi diretor dos Trapalhões, né? Não, o Tom Franco era um gênio. Foi diretor dos Trapalhões. Foi isso, Hilton. Foi diretor dos Sacrinha.
Foi o diretor do Flávio Cavalcante. O Tom Franco era um gênio, bicho. O Tom Franco, pô, eu comecei... Eu dei a sorte de começar com o Tom Franco. Com o Silvio Santos. Bicho, eu dei muita sorte na vida, bicho. Porque eu me juntei... Eu fiz coisas, pô... Aqui, ó.
Pô, o Wilton Franco, que era o diretor máximo. Era ele, o Carlos Manga naquela época. Carlos Manga. Os caras eram top A. Pô, top, pô. Aí me juntei a... Pô, Silvio Santos. Silvio Santos era o mestre da comunicação. O maior comunicador. Todo o Sábio do Mírio. Salve o Silvio Santos, todo o Sábio do Mírio. Então eu aprendia muito com ele. Então, porra. Porra, aí fiz o filme com o Faustão. O Espetor Faustão é malandro. Porra, tu botou o Faustão pra cantar, porra. Porra, o Espetor... O único filme que ele fez, porra.
Porra, ele falou malandro, fiz o primeiro pra nunca mais fazer o ovo. Ele só fez o filme. Espertou a música do ovo, né? Porra, rapaz. Mano, eu sou viciado nesse clipe aí. Então, tem ovo de pato, tem ovo de galinha. Porra, trabalhando. Fiz o filme. Porra, Paulinho, por favor, trecho aí, como é que era? Tem ovo de pato. Falando de ovo, eu gosto do cozido. É, falando de ovo, ovo de pato, ovo... Não, eu gosto do cozido, não sei o que, pra enfrentar qualquer bandido. Porra, é, porra.
Porra, pra convencer o Faustão a cantar é pique, hein? Porra, meu irmão, não, a gente pra gravar, meu irmão, porra, a minha agenda não baixei a quadrilha, então, às vezes, eu contracenava com o boneco. E ele também, e ele também com o boneco. Aí o diretor falou, vocês têm que se encontrar, porra. Mas como é que...
Qual era a história do filme? Eu sou preso no clipe. O filme é mó barato. Trabalhou a Cláudio Hanna. Caraca! O filme é mó barato. Costinha, cara. Costinha, meu irmão. Tem os cortes aí com o Costinha. O filme é mó barato, bicho. O roteiro também não me lembro. Sei que porra é.
É tanto filme, meu irmão. Mas tinha um bairro de filme. Fiz bateu, cantando. Eu comecei fazendo Menino do Rio. Com o André de Biase. É, ele fazia Menino do Rio. Menino do Rio. Não, o Menino do Rio era o André de Biase. Eu era desconhecido ainda. Aí eu fiz o... Caralho, Menino do Rio. Mas os amigos da praia ali... O André de Biase falou pro Antônio Calmon, o diretor. Ele falou, porra, tem um cara que é malucão. A gente vai gostar, porra.
Porra, conhece ele. Aí o Antônio Calmon veio me conhecer. Aí eu, pá, falando gíria. Aí ele falou assim, ó, tá aprovado. Vou botar esse garoto aí no programa. Ele nem tava na televisão, tava nada.
Aí o primeiro filme foi eu, André De Biasso, Evandro Mesquita. Puta só. Cissa Guimarães, Tana Bôscoli. Antônio Calbon, que era o diretor. O Bruno Barreto era a produtora do Bruno Barreto. Aí eu fiz Garota Dourada. Quando a gente lançou Alexandre Frota. Porra, Alexandre Frota. Claudinha. Valecida Claudinha Magno. Claudinha Magno. Valecida Claudinha. Ela nos deixou muito cedo. Porra, adorava ela. Porra, aí fiz Garota Dourada. O Trapanão Narcas, não é? Quando o Renato... Vai não, hein. Pô, bicho.
Quando o Renato Aragão se separou do Dedé, do Mussu e do Zacarias, lembra disso que eles se separaram? Ele me chegou no aeroporto, ele me encontrou no aeroporto, falou assim, porra, eu quero você no meu filme. Falei, porra, legal, como é que é, pá? Eu entrei no filme no meio da mata, eu tava na mata, a gente já tava rodando o filme, eu apareço na mata, ele, Sérgio Balano, vem me ajudar, vamos invadir. Aí eu, porra... O que é isso? Seu dos Marcos, sólido. Porra, trabalhando na Arca de Noé, ali veio...
Aí, porra, eu fui fazer, porra, Lua de Cristal, porra. Aí isso é o grande sucesso. O filme Lua de Cristal era Xuxa na Lua de Cristal. Aí o pessoal fez uma pesquisa e eu era um cara muito querido pelos meninos. É, pra caralho. Os meninos, o malandrofe, super malandro, aquela coisa que eu fiz no programa mais pros meninos. Não, tinha uma parada pra gente, moleque, assim. Tu assiste Xuxa? Não, não. A gente fazia no mesmo horário. É.
E aí a gente dava muita audiência, pô, a gente brigava pela audiência ali, a gente, pô... Aí o pessoal falou, você se incomodaria se o filme se chamasse Xuxa e Sérgio Malandro na Lua de Cristal? Eu falei, pô, tá louco? Eu vou adorar. Tanto que o filme é Xuxa e Sérgio Malandro na Lua de Cristal, é um homem cumprido demais. Aí fiz o sonho, o Lua de Cristal, pô, aliás, quero dar um recado pra você que tá me vendo agora. Porque se você sonha com o seu príncipe encantado, cuidado, pode ser o Sérgio Malandro.
Porra, virei príncipe, irmão! É! Eu vou falar uma coisa! Mulherário hoje, de 30, 40 anos, sonha com príncipe encantado, era o Sérgio Malandro! Porra, porra, porra, porra, porra, porra, porra, porra, porra, porra, porra, porra, O príncipe do Brasil, irmão Brasileiro, o Brasil não sabe votar pra nada, nem pra príncipe! Olha aí, bicho, olha aí o príncipe do Brasil! Ha! Sérgio Malandro, meu irmão, aquele cavalo branco, Maria, Maria, Maria, Maria, vou te salvar!
Meu irmão, eu vou te contar a cena. A cena é o seguinte, dentro do túnel, eu vinha com a motinha, lembra que eu vinha com a motinha? Eu era o Bob, né? Eu usava aquele óculos, o Bob, o Bob do Filho, vinha com a motinha, aí no meio do túnel, eu virava o príncipe do cavalo branco. Meu irmão, a filmagem do cavalo branco. Dentro do túnel. Túnel parado. Ali, o túnel aqui do São Corrado, aquele túnel.
Puta, os anjos. Aí o cara, porra, agora vamos gravar. Gravando, meu irmão. Eu tinha que sair.
Eu vinha galopando no túnel, quando saía do túnel, as câmeras todas pá, e eu tinha... A minha fala era essa. Maria, Maria, eu vou te salvar, Maria. Maria, Maria, eu vou te salvar. Essa era a minha fala. Meu irmão... Com o cavalo branco. Com o cavalo branco. O cavalo disparou, brother. O cavalo disparou. Eu saí do túnel, só que tava... Marlene, me ajuda, Marlene. Tizuca, aquela diretora, me ajuda. Socorro, eu vou morrer. Socorro. O cavalo disparado não parava, meu irmão.
E eu, porra, desesperado, falei, meu irmão, bota um dublê aí pra fazer esse bagulho que eu vou fazer mais. Eu vou morrer nesse cavalo. As câmeras todas pararam pra me filmar. Maria, Maria, eu vou te salvar. Apareço eu quando saímos do túnel. Socorro! Me salva, Marlene! Marlene!
Eu fui no programa da Maurinho Júnior, o Maurinho Júnior pra mim, Serginho. Puta, Maurinho Júnior. Serginho. Serginho. Serginho. Serginho, defina Marlene Marques. Olha ele pra mim. Serginho, defina Marlene Marques. Marlene Marques é uma michua de Lampião, um capitão nascimento. O cara é muito brabo, né? A Marlene é braba de bala, meu irmão. Esquece. Cara, dá os porros pra caralho, né? Tá maluco, meu irmão.
Vou te contar uma dessa aqui, ó. Chegada do Papai Noel. Papai Noel, hein? Maracanã? Não, lá no sul. Ah, lá no sul, tá. Porra, Xuxa, porra, Paquita, o cacete. Tô lá no meu camarim. Meu camarim é pequenininho, bicho. Dois passos e acabava o camarim. Me deram esse camarim, dois passos e acabava o camarim. Tô lá no meu camarim, meu irmão.
Saí do meu camarim, quando eu olho assim no corredor, quem tava ali? Papai Noel. Pô, eu sempre adorei o Papai Noel. Pô, Cantarelli, pô, Roberto. Aham, eu sempre tive uma paixão, Papai Noel. Quando eu era pequeno, eu via o Papai Noel, eu chorava. Eu tinha aquela paixão. Quando eu via o Papai Noel, meu irmão, ali no corredor, eu fiquei emocionado. Aí comecei, Papai Noel! Papai Noel, ele parado, ele ficava parado assim me olhando. Aí eu falei, pô, Papai Noel tá maluco. Papai Noel! Papai Noel, ele parado.
Daqui a pouquinho entra a Marlene Márcio, aquele jeito dela, baixinha. Olha só, o Papai Noel tava fumando, imagina, fumando, de peito aberto, a barba nas costas. Por isso que ele não falava comigo, a barba tava nas costas e ele não me via. Então ele falava com o Papai Noel e ele não me via. Fumando, meu irmão, aqueles brinquedos, a Marlene Márcio, aquele jeitinho dela, baixinha. Papai Noel, filho da puta, fumando, peito aberto.
Cadê os brinquedos? Ah, os brinquedos espalhados? Papai, né o filho da puta vontade que eu tenho é pegar todos esses brinquedos e enfiar no teu cu, meu irmão?
Jura? Meu irmão? Jura? Caralho, Arlon, pronta o Papai Noel. O Papai Noel fumante. Meu irmão? O Papai Noel do Chapolin. O Papai Noel. Aí eu vi aquilo, meu irmão, porra. Sempre adoei o Papai Noel. Falei, cara, começou a sair lágrimas dos meus olhos. Aí eu comecei a entrar no meu camarim, porra, com lágrimas nos olhos. Falei, porra, bicho, o Papai Noel, porra. Aí acabou que ia a Maria, a saudosa Maria, que era governante da Xuxa, baixo do camarim, fala...
Serginho, preciso falar com você. Aí eu falei, então, entra que eu saio. Meu camarim é tão pequeno que vem. Então, entra que eu saio. Ela, Serginho, o Xuxa já tá chorando, tá os prantos. Vai lá dar uma força, vai lá ajudar. Ela tá chorando muito, vai dar uma força. Mas, pô, saí do meu camarim, o camarim da Xuxa era um palácio. A Ximis, o Xim, a Anão, a Girafa, tinha mágico. Tinha mágico, tinha tudo no camarim. E o meu pequenininho, dois pais acabaram do camarim.
Aí eu entro no camarim, Xuxa chorando aos pranjos mesmo, chorando. Falei, o que que tá acontecendo, Xuxa? Ela, aaaah, aaaah, mas ele me esculachou, falou do meu vestido, eu não vou entrar mais no show. Falei, aaaah, ela falou do meu vestido, eu não vou entrar mais no show, ela me esculachou, ela me arrasou, ela me humilhou. Eu falei, Xuxa, olha nos meus olhos, olha nos meus olhos, Xuxa. Você conhece o Papai Noel?
Você sabe o que eu vi? A Marlene falar pro Papai Noel. Ela mandou o bom velhinho, o Papai Noel, enfiar todos os brinquedos no cu. Vai ser o cu Disney. Pato doce, Mickey Mouse, Pateco. Quem é você perto do Papai Noel? Ela fez isso. Ela fez, pô. Vamos pro show. Vamos pro show, porra. Aí ela, então agora eu vou. Porra, meu irmão.
Aí na hora do show, meu irmão, na hora do show, todo mundo no palco, Paquita, Paquito, Dengue, Praga, todo mundo no show, a Xuxa, aí veio o Papai Noel dele, para aquele tapete vermelho, aí vem subindo a escada no show, né? Porra, onde que ele parou que ele não podia parar? Na minha frente, porra, aí ele, ho, ho, ho, eu falei, Papai Noel, cadê o patrudão no teu cu?
Ele olhava pra trás, ro, ro, ro. Porque, porra, só eu sabia, porra, eu ia... Tirou o videogame da burra. Eu vivi isso, cara. A Marlene não tinha... A Marlene é destemida, né? Marlene, porra. Marlene, porra, deixa eu te falar, fez muitas histórias. Nesse documentário que a Globo fez na Xuxa, chamaram a Marlene, a Marlene não arregou, não. Eu participei... Não, é? A Marlene falou assim, não, não arrependo de nada, não. Não, só assim mesmo, só isso aí. Se não fizesse isso, tu não ia fazer isso certo.
Ali foi uma perda, porque, porra, as duas faziam uma dupla, feijão com arroz, bicho, ali era uma dupla. É, o tamanho que atingiu. Bate de hobby mesmo, ali é uma dupla que, porra, conquistou o muro todo. Agora, a parada que o nego não sabe, como a gente tá no programa de esporte também, a gente falou do Eurico já.
Porra, Serginho, tu é judeiro brabo, né? É, Carlson Grace, Black Belt, porra. Carlson Grace, mano. É, fui formado no Carlson, fui sexto aluno do Carlson Grace. Porra, Carlson tem uma estátua de Copacabana agora. Explica, como é que era a parada? O Vitor Belfort é Carlson Grace. É, o Vitor, né? Ele viveu no Carlson Grace. Porra, vi essa turma toda, meu irmão. Vitor, Murilo Bustamante. Essa galera lendo, só manda. Porra, o...
O Zé, porra, cacete, o outro, porra. Quem? O Bitete, não. O Bitete, porra, é Carso Grênci, porra. Valide. Valide é Carso Grênci. Caralho, olha só, mano. Porra, o... DJ Sadam, meu parceiro. O Sadam, cadê o Sadam? Aí o Sadam, aí, escuta. O Sadam nem vem aqui pra você, o Sadam. Sadam é... Cultura carioca. Cultura carioca, porra. Porra, o Sadam, porra, chega, porra, me liga, porra, malandro. Tô aqui com uma música, porra, eu quero cantar no seu programa, fazer a festa do malandro, né, porra, lá na Gazeta.
Eu fui com a Mauri Biteti, porra, cantar música. Falei, claro, os caras são todos meus irmãos. Parceiro do Jiu-Jitsu. Vem aí. Ô, meu irmão. Rap do Jiu-Jitsu. Rap do Jiu-Jitsu. Espeitacular. Eles de kimono. As malandrinhas dançando de biquíni. As malandrinhas de biquíni, os caras de kimono. E pá, e o Sadam andando ver. O Mauri Biteti, porra. Eu falei, meu irmão, que que é isso, malandrinha? Mas tu viu esse início do Jiu-Jitsu pra caralho, assim.
Eu fui sexto aluno, então conectei tinha o Pinduca, Fernando Pinduca que, porra, nosso mestre Pinduca que é o 01 do... Do Carlson. O Carlson do Hélio é o que? O Carlson é sobrinho. Ali é o seguinte, o Hélio Gracie, por exemplo é pai do Rickson do Royce do Royle do Helson e do Rolio não tem um nome mais ou menos só nome foda o Hélio Gracie é pai do...
O pai do Rory, o que começou lá nos Estados Unidos. Fudeu. É R e C. Eles têm esse negócio. Então o Rory, porque veio do Robson. Erikson, Royce. Aí o Carlos Grace. O Carlos Grace é pai do Carlinho, do Clore, do Renzo. Aí é o Robson. O Robson é pai do Renzo, do Raia, do Ralf. Caralho.
Da Akira, não, Akira é filha da Flávia Akira veio na linha do caço Akira é filha da Flávia Que é sobrinha, né? Então, porra, Akira e Grace Casaram com o Malvido, né? Mas não, perguntando assim O que a gente tem em Jiu-Jitsu Que isso é maneiro pra perguntar pra tu Que a parada, o Jiu-Jitsu era assim O Hélio queria mostrar que era uma arte marcial Que vencia as outras O Jiu-Jitsu foi aquela arte marcial A arte alavanca, né?
É, o Arte Marcel conseguiu. Que ele desenvolveu. Você podia ser magrinho, podia ser fraquinho. O jiu-jitsu é que nem uma cobra. Quando você... Uma cobra é enfrentar um elefante. Então, ela vai segurando pra papai e faz o elefante cansar. Essa é a tática do jiu-jitsu. Por isso que escolheram o Royce, não o Rickson. Para de lutar o UFC. Porque ele era franzino. O Rickson era mais bombadão.
Ali o Royce foi porque o Rory escolheu o Royce Porque o Rickson tava lutando no Japão Então o Royce lutou ali Você vê que o Royce no início daquele UFC Porra, não tinha peso lá Ninguém sabia Ninguém sabia jujitsu O que que acontecia? Eu peguei essa era Os caras enfrentavam na leão de chaca Aqueles leão de chaca que ficavam na boate Os caras saiam na Vamos brigar, os caras viravam de costas Se acordava todo mundo Se acordava o matar
O cara, porra, aí falava assim, vamos pra academia. E assim a gente arrastou várias pessoas pra academia. Porque o Carlos falava, o que que aconteceu? Quando eu entrei, por exemplo, eu entrei, eu fui o sexto aluno. Tava o Pinduca, tava, porra, se não me engano, o Fábio Macieira.
O neto, o Maninho entrou comigo, que também é faixa preta, o Maninho entrou comigo. Maninho, Maninho. Maninho, Maninho, Maninho, não, Maninho... Outro Maninho. Outro Maninho. Não o Maninho do Samu. Aí nós entramos no Júlio, isso, blá, blá, blá, blá, blá. Aí, no primeiro mês a gente pagava, no outro mês a gente não tinha mais dinheiro pra pagar. Aí o Castro falava, olha, vai na praia, pega um amigo seu, manda ele te dar a porrada.
Aí ele vem te dar pontapé, não faz mal que ele... Ele pode lutar qualquer luta. Vai, manda ele te dar pontapé. Então você fala que você não vai... Você só vai abraçar ele, levar ele pro chão. Ele vai virar de costas, você vai dar um matalhão nele. Você fala assim, ó, vem pra academia. E assim a gente levou vários amigos. Chegava na praia e falava assim, ó, pode vir me bater, pode me bater. O cara vinha, pontapé, soca, ele tu abraçava, levava pro chão.
O cara virava naquela desesperada Porque pô Aí tu começa aqui O cara vira e tu Aí assim foi fazendo várias pessoas Vários amigos E aí foi levando Aí foi formando academia Aí depois veio a geração Valide Zé Pô Depois foi trabalhar
Ele tá Bruno Vaz também, né? Libório, Libório, Libório. Dubai é o Abu Dhabi, mano. Mas você não esquece, o Hélio, Jiu-Jitsu e Judo em japonês é sinônimo. Sim. Eu não lembro qual é o significado. É, mas o Jiu-Jitsu é que ele evolui as técnicas do Judo de chão, né? Então ele... E aí, meu irmão?
O UFC, se eu não me engano, se eu tô falando merda... E ele fazia lutas, ele desafia... Ele lá no tempo dele, desafiava no Maracanãzinho. É. Luta livre. Outros estilos. Isso, só que não era permitido no Brasil no início. O vale tudo, esse não era. Que era o vale tudo. Quem salvou a parada foi o seguinte, o Hélio Gremes foi lutar com o Valdemar Santana. O Hélio? É, o Hélio Gremes já tinha uns 40 e poucos anos, pai e o Valdemar Santana tinha 19 anos, 20 anos. Lutaram uma luta de três horas. Três horas.
E aí, no final da luta, o Hélio já estava cansado e tal, tomou um chute e tal, bababá. E aí o Cárcio foi vingar a família Gracie. O Cárcio tinha 18 anos. Aí falou, pô, você vai representar a família para se vingar dessa luta. Aí o Cárcio foi e detonou o Valdemar Santana em dois minutos. Quer dizer, se eu não me engano isso, mas eu estou falando, chegou lá e, pô, finalizou o babá. Então o Cárcio ficou sendo o representante da família naquela época, o Cárcio Gracie.
Depois é o Rickson. É, aí depois o Rickson pegou essa parada. O Rickson é uma lenda. O Rickson, porra, era um cara fantástico. Isso é um jute carreirado no Japão. Não só do jiu-jitsu também, um cara muito bacana, muito espiritualizado, sacou? A família toda é assim, bicho. Rickson, o jiu-jitsu tem que vir aqui, mano. A família toda é assim, a família...
Não bota na minha conta não Bota na minha conta não Tive a sair junto com ele Porradaria no Tijuca Renzo e Eugênio Tadeu Os caras me chamaram pra apresentar Lutando jiu-jitsu ou lutando valetudo? Porrada, porrada, porrada Nesse dia foi o Murilo Bustamante O Murilo localteou Aquele gringo lá com a pedalada E a luta Principal do Renzo Grênis com Eugênio Tadeu Eugênio Tadeu também é foda Da luta livre E
O moleque, porra, naquela época, porra, era enjoado. Bravo. É, enjoado. Aí foi lutar o Renzo com ele. Porra, porrada comendo. Eu fui o apresentador. Me contrataram pra ser o apresentador. O anúncio. Porra, eu apresentando. Pá! Não! E agora? Iaia, glu, glu! Há! Iaia, glu, glu! Há! É a luta! Esse é o lado do cor, né? É, do lado esquerdo. Iaia! Pá! Do lado direito, glu, glu! Pá!
Meu irmão no Tijuca, lotado. A turma da Luta livre de um lado. Por mais de não sei quantos. A turma do Jiu-Jitsu aqui. Marco Jua não tava nessa ainda, não. Meu irmão. Porrada com medo. Renzo com o Eugênio Tadeu. Pá, porrada de bababá. Daqui a pouquinho começou uma porrada fora do rig. Tava o raia, tava o raia. Falecido raia. Tava falecido raia. Ai, Grace. Porra, começou uma porrada fora do rig. Bababá. Daqui a pouquinho, porra, a luz apagou. Vá!
Apagou a luz, brother. Porrada comendo, cadeira voando, e o cacete, e eu, porra, o Serginho, meu filho, era pequeno, porra, e eu tava com ele, porra, já peguei ele, levando pro vestuário, resumindo a história, história boa, história curta, legal. Aí no dia seguinte sai, porra, vale tudo, bababá, e quem apagou a luz foi o Sérgio Malandro. Eu, cara, vou apagar a luz de estádio? O que eu tenho a ver com isso, meu irmão? Porra.
Começaram a comentar que eu Que era o apresentador Até hoje ninguém sabe quem apagou a porra da luz Ninguém sabe, ficou um mistério Um mistério do jiu-jitsu caro Outro dia o Eugênio deu uma entrevista Acho que foi o Sérgio Maran Ficou a lenda
Não tem nada a ver com isso, meu irmão, porra. E o pau com medo, meu irmão. É, porque você era, né, essa galera toda. E o Sérgio Malandro, você não desconfiei de mim. Não, porra, é, pra não chegar em pegadinha no Malandro. Ah, pegadinha no Malandro. Se não chegar em pegadinha no Malandro. Mas é, pagaram a luz. E aí, meu irmão, aí foi proibido de ter valetudo no Tijuca, porque, porra, uma bagunça daquela.
Depois teve a luta Rickson vs. Reis Zulu Maracanãzinha Essa eu tava lá Essa eu tava lá, meu irmão Essa é histórica O Rickson, meu irmão, o Rickson é uma lenda, né, brother? O Rickson é uma lenda E depois, a galera, a molecada Você gosta de UFC aí Eu gostava de pegar as fitas, tinha fita na locadora Na época do Ultimate Aí tinha lá, UFC 1 Era o UFC 2 Era o UFC A galera, tem uma ideia, não tinha peso A galera, tem uma ideia
É, e nem tempo. Nem tempo. Então, assim, era isso. Era estilo. E era tipo... Jiu-Jitsu contra o cara da Greco-Roman. E era estilo Mortal Kombat. E se você... O Sérgio me venceu vai lutar na final contra o outro. No mesmo dia. Caralho, mano. Os caras...
E o Royce magrinho de kimono Só maluco Os tanques americanos O cara botava pra baixo Eu acho mais legal Que o jiu-jitsu Espanou pelo mundo afora Meu sobrinho, o Vicente Cavalcante Ele dá aula na Austrália O meu outro, como se fosse meu filho Que é irmão do Serginho, que é filho da Mary Ele dá aula na Alcha Né, Serginho?
O Orlandinho, o Orlandinho. O Netinho, que ele chama de Netinho. Então o Jiu-Jitsu salvou... Emirados, né? Os príncipes lá. Levaram uma porrada. O Renzo, cara, é amigo do Sheik. O Renzo me ligou. Pô, tu tem agora um apartamento aqui em Dubai. Vem aqui pra Dubai. Pô, eu vou pra Dubai.
Porra, o Sheik, porra, porque... Tornou o esporte oficial do Virados, né? Porra, sabe como é que foi essa história do Sheik, cara? O Sheik entrou lá em Nova York pra treinar. Só que ele não falou que era Sheik. Um cara humilde, porra, quer treinar aqui. E o Renzo, o Renzo é um cara muito carismático, muito simpático, ele é um cara muito atencioso. Ele trata todo mundo igual pra todo mundo. Chegou pro garoto e falou, porra, vem cá.
Treina aqui, meu irmão. Porra, agora... Ele treinou lá, acho que esse cara que... Shake, né? Acho que ele treinou lá uns seis meses, oito meses, sei lá, nove meses, sei lá. E pagando ali aquele negocinho e tal. E o tratamento, porra, igual pra todo mundo e tal. Acabou o negócio. O rapaz falou... Renzo, eu quero te falar uma coisa. Eu treinei aqui durante esse tempo todo. E você me tratou igual, como pra todo mundo. E eu quero te dizer que eu sou um shake.
E eu quero te levar lá pra Dubai, pra conhecer, papapá. E eu quero te dar um cheque aqui. Deu um cheque de um milhão de dólar pro Renzo. Aí o Renzo ficou olhando aquele negócio, pegou um cheque e falou pro meu irmão. Tu é meu aluno, tu é meu amigo, eu não quero cheque de porra nenhuma. Aí que ele ganhou o cheque. Aí ganhou, aí fudeu. Aí o cheque falou, porra, esse cara é um cara de verdade, é um cara, porra.
É um cara, porra. Pegou o Renzo, levou pra Dubai e hoje em Dubai, o Jiu-Jitsu é uma matéria na escola. Como se fosse geografia, história, português. Você é obrigado a estudar o Jiu-Jitsu. Foi pela humildade do Renzo, pela verdade que ele é. Ele é um cara assim mesmo. Pegou o cheque e falou, você vai me dar um milhão de dólares? Rasgou, falou assim, você é meu amigo, porra. Você é meu amigo. Falei, porra, por que você não mandou esse cheque pra mim ali? Eu falei, porra.
Deixa lá, pô. É o Sérgio Malandro. E tu, Sérgio? Tu é brabo mesmo? Black Belt, pô. Caralho, Black Belt. Resolve tudo na resenha, na conversa. Não, eu nunca briguei. Eu só acho que eu briguei, pô, na minha vida, eu briguei uma vez só, pô. Porque o cara queria brigar comigo, o cara cismou comigo, o cara queria brigar comigo. Pô, meu, não briga comigo, pra quem brigar? Aí, pô, ele veio falar de telesópolis. O cara veio aí, eu pá, finalizei ele. Aí, pô... E aí, pô, ele veio lá.
Aí o pessoal para Aí um cara falou assim Esse cara é Carson Grace Aí o cara quis brigar de novo Aí peguei ele de novo Só que ele não batia Porque o jiu-jitsu é essa coisa Se você não quiser machucar a pessoa, você não machuca Você neutraliza o seu oponente Neutraliza, apaga no braço Aqui no peixoto, vai lá e fala Vamos parar com isso Não precisa socar o cara Não precisa arrebentar o cara
E como se eu nunca fui um cara mau, eu sempre fui um cara de coração bom. Se eu visse um cara apanhando muito, já fico com pena, sabe aquele negócio? Aham, para, para. É, então, pá, briguei só dessa vez, mas nunca briguei. Às vezes, por exemplo, uma vez eu abrigo por causa de amigo, sabe aquele negócio? Amigo brigando, o pau comendo, de repente você tá brigando, você não sabe nem porquê. É, é. Agora que eu falei, por que que eu tô brigando aqui?
Por que que tá acontecendo aqui? Não, porque, pô, o cara mexeu com a minha mulher, aquele negócio. Porra, é algum treino que tu mandou um rá.
Quando eu comecei a virar artista, eu falava... Aí quando eu tava perdendo, eu falava... Aí o cara me estrangulando... Aí o cara me estrangulando... Aí o cara, eu vou te largar, então eu falava... Aí o cara olhava, começava a rir, eu pegava o cara. Caralho, meu irmão! Uma das paradas que...
Que mais bombam no Papagaio. Falando de teu podcast. Papagaio Falante. Papagaio Falante. Papagaio Falante. Bravo. Um dos falantes que eu acho que mais... Eu perco... Eu fico lá vendo várias... Você tem um... Também te parabenizar pelo resgate da TV brasileira, né? Não. Ah, tá. Desculpa.
E tem o André Suraki! O que que ele falou, meu irmão? André Suraki foi lá, não foi? Ainda não foi, não. Papagaio, não? Ela não foi, não. Ainda não foi, não. A André Suraki não foi, não. Podia? Até queria... Ela tem muitas histórias, né, bicho?
Porra, eu falo das histórias da televisão dos anos 80 ali, porra. Não, tem que ver. A galera vai lá, porra, conta de história. O Alexandre Frota no programa. O Frota é demais. Tem que trazer o Frota aqui, bicho. Porra! O Frota é uma resenha, meu irmão. É, eu vi o Frota no papagaio e vi o Frota no podcast do Casão, mano.
que loucura tem história bagacete meu irmão muita história pra pagar o falante, a gente começou na pandemia vocês tinham começado um ano antes e tem poucos podcasts naquela época, lembra? no Rio era o Inteligência com o Vilela, era o Podpar eram vocês era o Flow os meninos foram lá o Igor e o o Monarca
Pô, o Molarque foi cancelado. Cadê o Molarque? Sumiu, né, bicho? É, foi pros Estados Unidos. Voltou, tá aí, já tá aí. Eu estive lá no Flow, lá naquela época. Eles estiveram lá também no Papagaio. E aí, com o negócio da pandemia, eu falei, vamos fazer com o meu amigo Silas, que é o diretor lá do Papagaio. Falei, pô, vamos fazer o Papagaio e tal. Aí eu comecei a fazer lá. Comecei a fazer lá com o Luiz França, que, pô, é meu amigo, humorista.
Aí depois, aqui no Rio, aqui eu faço com o Renato Rabelo. E aquele negócio virou uma resenha, né, bicho?
Aí o que acontece? Os caras vão falando aí, às vezes uns bebiam lá, bebiam. Aí começa a falar um monte de merda, aí dá um monte de corte louco, porra, ninguém fez o que? Qual que tu gosta mais? Tu olha esse caralho, esse foi do foda. O que, das entrevistas? Ou corte ou entrevista.
Eu acho que a entrevista é legal Porque você vai falando É uma sala de Você vai falando Agora os cortes é que chamam mais atenção Porque porra Parece os cortes, milhões de cortes E a galera consome Nós estamos lá no Ibex Vocês também estão no Ibex Não entrou ainda
Vocês não entraram no Ibeste? O Ibeste é o Oscar da internet. Sim, sim. Nós estamos entre os 20 menores de podcast. Vocês não estão no Ibeste? Não estamos. O Ibeste não assiste a gente. O Ibeste, pera. Porra, que isso? Porra, Ibeste. Eu tô puto com o Ibeste. Vocês têm que entrar, meu irmão. Tá puto com o Ibeste? Porra, vocês têm uma audiência.
O Papagão merece. O Papagão merece. Mas vem cá. Alô, Ibest. Você que é do Ibest, aqui ó. Essa dupla aqui é o seguinte, domina a parada. Eu falei que vinha aqui, o pessoal falou, meu irmão, é o melhor programa. É, tem, tem, tem. Tem do Ibest. Oi, Ibest. Tem negócio de voto. Tem negócio de voto, é. É, negócio de voto. É o Oscar da internet. Eu gosto muito do...
Sabe qual é a história que tu mais curte ou então que tu participou? Isso. Dessas de... da televisão mesmo ali. Qual assim? Como assim? História de bastidor. De bastidor, pode ser SBT, Globo. Por exemplo, vou te contar uma aqui, porra. Bicho, Liminha me liga. Liminha me liga, já começa.
Liminha, Liminha, Liminha, meu amigo. Liminha, né? SBT. Liminha do SBT, me liga. Armador. Porra, malandro. Pelo amor de Deus, meu irmão, vem gravar aqui a banheira do Gugu. Falei, porra, brother, eu vou sair, tá todo armado, tô indo pro churrasco. Porra, malandro, pelo amor de Deus, acho que era o latino. Pô, o latino não conseguiu pegar o avião. O avião, porra, tá sem teto. Vem salvar, porra, vem salvar, porra. Falei, Liminha, não enche o saco, porra. Eu vou pro churrasco com uma gata e, porra, com uma turma maravilhosa.
Porra, malandro, vai perder, porra. Vai ser um dia maravilhoso, porra. Hoje quem vai estar na banheira é a dupla maravilhosa, a dupla, porra, mais louca, mais linda. É, Sheila Mello e Sheila Carvalho. Falei, tô indo agora, tô indo agora, tô indo agora. Falei, tô indo agora, tô indo agora. Falei, desistiu. É. Desistiu, sim.
Falei, porra, churrasco porra nenhuma. Falei, tô indo agora. Cheguei lá e ele, porra, vem cá, bota a sunga, bota a sunga. Porra, vai entrar o filme, vai entrar o filme. Vai entrar agora, o quadro agora. Bota a sunga, bota... Aí eu já botei, vai pra banheira. Aí, porra, aí veio o Gugu. Como é que era o domingo, né? Domingo, domingo legal. Domingo legal. E hoje, e hoje, e hoje na banheira do Gugu. Sérgio Malabro. Ele, é.
Hoje na banheira do Gugu, o apresentador é... Sérgio Malandro e a dubla maravilhosa, Pepe e Neném! Foi porra!
Aí eu... falei, porra, adoro Pepe Nenê, mas não pra ir pra banheira, né bicho, porra. Aí, falei, porra... Mas também não gostaria, também. Aí eu pá, mergulhei, fiz glu-glu-glu-glu dentro da glu-glu-glu-glu-glu-glu-glu. E porra, e aí... Murchinho! Porra, glu-glu. Falei, cadê a Sheila Carvalho? Aí o Uribinha, pegadinha, porra!
Pô, pegadinha, porra, pegadinha. Eu adoro a PPV. Precisa começar. Mas porra, eu queria, achei da merda, achei da Carvalho na banheira. Era a melhor. É um pouco menor, né, Beto? Tem muitas, né? Tem muitas, brother. Era o Timarço lá, tinha. Luiz Ambiel. Luiz Ambiel, Mário Alexandre. Luiz Ambiel, Mário Alexandre, porra.
Meu irmão, até eles não tem muita coisa. Fui fazer o Lip Sing agora, do Luciano Rook. Isso. Porra, eu vou em tudo que é lugar. Quem me convida, eu vou, né, bispo? É, tem que ser. Aí, porra, aí cheguei lá, porra, fui fazer uma homenagem pro Raul Sexto. Esse Lip Sing, sabe como é que é esse negócio? Tem que dublar, né? Eu conto o Belo, eu conto o Belo. Fala do Belo. Porra, conto o Belo. É desafio. Porra, e o Belo fazer... O Belo já enrodiga e tal. O Belo é irmão. O Belo beijou agora. É, aí por que que aconteceu?
O que o Globo Belo fez? É, o Globo Belo pra beijar. Beijou. Beijou. Mas é um beijo técnico. Só a mamãe mesmo. Só a mamãe consegue essas coisas. Aí escuta, velho. Aí, pô, cheguei lá, a gente saiu terça, quarta, pra gravar na quinta.
Aí quem saiu na terça-feira do Big Brother? Quem saiu? Graciane. Lembra disso? A Graciane saiu na terça. Aí o pessoal falou, ó, quem sai na terça-feira do Big Brother? Quarta-feira de manhã faz a Ana Maria Braga e quinta-feira grava o Luciano Huck, o programa dele. Aí eu falei, caralho, meu irmão, porra. Eles vão sair, pá, vai se encontrar aquele negócio e tal. Pá, eu falei, caramba. Aí, pô, na quinta-feira, porra, aí o diretor chega lá e fala, é, a história do pessoal.
Aí chegou na quinta-feira o diretor, porra, hein, malandro? Vai lá no camarim pra alegrar o Belo, né? Porque, porra, vai ter esse encontro, ninguém sabe o que vai acontecer. Porra, o Belo tá meio assim, passa aí lá. Aí, porra, aí eu fui, né, o Belo é irmão, adoro o Belo, porra. Aí eu fui no camarim.
Aí, pá, aí, pá, falei, qual é, Belo? Qual é, Belo? Hoje é nosso dia, pô, vamos pro dia, pô. Vamos pro dia, pô. Ele, é, é. Falei, qual é, meu irmão? Que porra? Esquece essa porra aí, personal. Personal. Personal porra nenhuma. E é o seguinte, Belo, porra, a Graciane, falei pra ele, a Graciane comia 40 ovos por dia. Quem que são mais dois ovinhos a mais, dois ovinhos a menos? Esquece essa porra. Vambora. Aí ele começou a rir, falou, ah, vambora.
o humor vale a pena tudo vale o humor eu adoro o Belo o Belo é do cacete o Belo tem um talento maravilhoso tem uma história maravilhosa mano, mas esses encontros assim só aqui nesse momento a gente falou de Pepe e Neném Belo, Graciane, Sérgio Malandro é só história
Você é o cara que Trabalhou no RedeTV Trabalhou no SBT, Globo Eu fui no SBT, fui pra Globo, depois da Globo voltei pro SBT Aí fiz um programa Porra, fiz Na Gazeta, porra Com as maladrinhas Você é de uma época que o conteúdo de televisão Vinha E não tinha muito assim
testava alguma coisa, pegava... o povo gostava e ia embora. Foi assim com pegadinha, foi assim com uma série de coisas. Sim. Tem o auge ali dos programas já... tirando de criança, né? A parte de malandrinha, depois pegadinha. Aquele programa que era louco no auditório com o povo e tal, com mulher e tudo mais. Hoje em dia é impossível fazer.
aquela loucura, toda pegadinha, palco mudou tudo né brother, mudou tudo hoje em dia, pô, eu fiz a casa dos desesperados bicho, naquela época casa dos desesperados, você não sabe o que é isso eu tava dando um treino de jiu-jitsu na treina treinando daqui a pouquinho eu vi umas pessoas saindo todo mundo saindo todo mundo foi pra onde tava a televisão
todo mundo ali concentrado, aí começou a Casa dos Artistas, lembra da Casa dos Artistas? Primeira da Casa dos Artistas, acabava Big Brother. Aí eu fiquei olhando aquilo ali e falei, caramba, bicho, porra, todo mundo saiu das aulas pra ver. Eu tava lá na treine lá em São Paulo lutando jiu-jitsu, tava dando treino de jiu-jitsu, todo mundo saiu, porra, vamos ver aí, porra, a Casa dos Artistas, aí porra, fiquei vendo a Casa dos Artistas, acabou a Casa dos Artistas, aqui, vira, vira pro Big Brother, começou o Big Brother.
Aí eu falei, caramba, e eu fazia o programa na Gazeta. Aí eu cheguei lá, porra, no dia seguinte, cheguei lá pro Ivan, que era meu produtor e diretor, falei, irmão, é o seguinte aí, vamos fazer uma sátira do Big Brother da Casa dos Artistas. Vamos chamar 12 pessoas, botar no kitnet, todo mundo, entendeu? Porra, eu tô falando de 1900 e... É, 2000. 2000, é. 2000, 2000, 2000. Isso.
Pô, dois mil, hein, bicho? 26, hein? Aí, meu irmão, pegamos um anão, pegamos um gordo, uma gorda, um travesti, uma garota de programa, uma patricinha, meu irmão, o bad boy, que porra que era fortão. Jogamos tudo no kitnet, valendo uma cesta básica e poder divulgar o que trabalhava, meu irmão.
Tu não sabe o que foi aquilo, bicho. De eliminação? Aí tinha aquela piscinazinha de criança. Aí eu botava, todo mundo na piscina. Aí todo mundo ficava na piscina, aquela piscinazinha de criança. Quem desistir tá fora do prêmio, tá fora do programa. Aí ficava, aquela piscina explodia, saia aquela água. O anão saia. Aí o bad boy discutindo com o anão, ele pegava o anão, jogava. Irmão, tô falando de dois mil. Dois mil podia brincar, sim.
Hoje em dia ninguém pode mais falar nada, ninguém pode brincar mais. Então as coisas mudaram. Esse programa não daria certo hoje em dia.
Como as pegadinhas também não daria certo. Pegadinha nessa época também? É. Pegadinha nessa época. É, é. Eu fiquei em primeiro lugar de audiência, bicho. Então, exatamente. Porra, com as... Ah, perdendo malandro. Na CNT Gazeta, Brasil. Foi isso, cara. 19 postos de audiência contra 5 da Rede Globo. Olha o que que é isso, bicho. Em 2000. A Gazeta era São Paulo ou era Nacional? Era a CNT Gazeta.
Passava no Brasil ou no São Paulo? A Gazeta passava só em São Paulo. E a CNT passava no Rio e passava em alguns lugares do Brasil. E depois você foi pra RedeTV, não foi com uma pegadinha? É, pra RedeTV eu fui em dois mil e pouco, que aí eu comprei um horário que a Carcista me patrocinava. A Carcista é... Os carros estão sendo roubados. Eu fui ganhando propaganda da Carcista durante muito tempo.
E até hoje eu sou. A galera mandou direto carcista. E até hoje eu sou carcista. Por dia das pegadinhas que tá vendo no mercado. A carcista é parada de... Proteção veicular, proteção veicular. E proteção veicular. Proteção veicular, é. O carro, porra... Mas o que? Entra um rá? Não, a chameta...
bloqueava o carro e entrava uma voz, esse carro tá sendo roubado o time tava parado hoje tem rastreador hoje a maior empresa da América Latina de pressão vicular é a Cassis você faz muito sucesso com a pegadinha na Gazeta e quando você vai pra RedeTV
E o negócio explode no Brasil todo. Explodiu. E era assim, pegadinha... Eu tenho muita sorte, bicho. Sorte, eu digo sorte com o trabalho. Mas sempre, pô, os programas que eu fiz sempre ficaram em primeiro lugar de audiência, sacou? A gente dava... Pô, na Gazeta a gente dava 17 pontos de audiência. 18. Aí eu pegadinha, eu me vestia de mendigo. Eu explodia bomba. Bomba no busão, cara. Explodiu. Aqui, ó.
Meu irmão, me vesti de mendigo. O pessoal pergunta qual foi a pegadinha que deu mais audiência. Foi a do onde? A audiência no Fórum de São Paulo, Fórum do Rio. Processo pra caralho. Me vesti de mendigo. Essa pegadinha tá no meu filme Malandro e Rádio que Deu Certo, que eu fiz um filme agora há pouco tempo. Agora tá no Globoplay. Porra, o Zico participou, o Zico.
Foi do ano passado? Foi do ano passado, é. Agora tá no Globoplay, balando errado que deu certo. Tem um pedaço da história da minha vida. Aí eu botei essa do ônibus. O ônibus é o seguinte, eu entrei de mendigo, naquela época de mendigo, não, assim, todo disfarçado e tal, uma barra. Assim, porra, sentei do lado de uma senhora, vi uma senhora assim. Isso era, porra, meia-noite, meia-noite pouco. O pessoal indo pra Osasco, lá em São Paulo, Osasco.
Aí já sentei do lado, olhei pra aquela senhora assim, quero morrer. Aí a moça já olhou assim.
É o quê? Falei, quero morrer. Me abandonaram, minha mulher me abandonou, meu filho, tô sem dinheiro, perdi o trabalho. Eu quero morrer. Não morre, meu filho. Jesus te ama. E as horas quando eu morrer eu vou pro céu? Vai pro céu com certeza. Eu tô querendo ir pro céu, não vou sozinho, não. Eu vou levar o olho mostrando comigo. Irmão, quando abrir a camisa, que ela viu aquelas bombas, aquelas dinamites, ela deu um salto, parecia uma pera deca multante. A gordinha se talou na roleta.
A perneta correu e o mudo gritou. Foi o ônibus dos milagres. Caralho, mano. 23 processos. 23, Serginho. Bateu lá na Gazeta os processos todos. Porra, coitada Gazeta. O pessoal da Gazeta, o que que tá acontecendo? Eu falei, meu irmão, é tudo pela audiência. A minha audiência lá em cima. Eu brigava com o Viva Noite na época, né? Era sábado à noite o programa. A gente brigava, brigava, brigava. Às vezes a gente ficava em primeiro lugar de audiência. Tudo pela audiência.
Hoje em dia não dá pra fazer mais isso. Hoje em dia é outra história, entendeu? Você tem que se reinventar, tem que se adaptar. Mas esse modelo teu é um modelo que é... Ele não envelhece. Olha o Toninho Tornado. Se for famoso nos dias de hoje com esse... É parecido. O Ítalo. O Ítalo Sena. Que bom pra internet também.
Fazendo essa parte de constranger a galera De fazer uma pegadinha Não, pegadinha funcionaria Só que é o seguinte, muita coisa que você falava antigamente Que você fazia antigamente A casa esperada, por exemplo, não dava pra fazer Bad boy, digamos As pegadinhas, hoje tem um limite Você não pode entrar hoje no ônibus com uma bomba Hoje em dia com essa violência toda Ninguém vai achar que realmente tu é um terrorista Imagina Então tem coisas que hoje em dia não dá pra fazer Então você tem que se reinventar Agora, tu foi pra casa dos artistas E aí
Não, eu fui pra Fazenda. Ah, pra Fazenda. Pra Fazenda. Era eu. Falei em Casa Artista e pensei em Fazenda. Era eu. Tico Santa Cruz.
Viola, porra. Nani Pibo, Genza Ruda. Monique Evans. A Piu Piu, que era paniquente. Que teve até lá no Papagaio Falante há pouco tempo. Agora ela virou evangélica, agora tá toda da igreja. E ela, adoro ela, ela deu uma tremenda demais entrevista lá. Que mais? Tava a Ana Carolina, também que era atriz. A Janaína Dias. A Janaína, Janaína.
Aí escuta essa, aí eu fui entrar na fazenda, né? Ah, puta de um esquema aquele negócio, pá e tal. Aí eu falei, porra, meu irmão, vou ficar lá, porra.
porra, trancado, bicho. Aí fui no meu médico. Aí fui no meu médico, falei, doutor, eu vou ficar na fazenda aí, confinado, me dá um calmante aí, um negócio, se eu precisar lá tomar, né? Ele falou, não, Serginho, porra, você não vai tomar nada disso não, você nunca tomou nada de taxa preta. Falei, mas bicho, mas eu vou ficar lá confinado, de repente posso ficar estressado lá e tal, me dá aí, na época era Rivotril, então aquele...
Lexotan, não sei o que. Falei, pô, me dá um negócio aí desse. Tem que o pessoal falou, porra, isso aí é bom. Falei, não, não, não, deixa eu te falar uma coisa. Serginho, deixa eu te falar uma coisa. Cuido de você há muito tempo. É o seguinte, se você ficar estressado, o teu remédio vai ser masturbação. Juro, isso aqui não é piada não. Não é piada não. Ele volando, descalço, cabando. Aí, irmão.
Juro? É masturbação. Você vai lá no banheiro, você se masturba, que aí o teu estresse passa rápido. Falei, pô, doutor, tem certeza disso? Pô, me dá aí um remedinho aí, um lexotamba. Não, não, não, não. Presta atenção. Estressou, masturbação. Ok.
Pô, primeira semana, logo de cara, eu virei fazendeiro. Teve lá uma competição, teve lá uma competição, bababá, bababá. Primeiro fazendeiro, tudo. Primeiro fazendeiro, primeira semana. Fazendeiro Sérgio Malandro. Falei, porra, cacete, o que que é isso? Pô, aí legal. Primeira semana, primeiro dia legal, pá, o fazendeiro não fazia nada e tal. Na quarta mesmo, aí tive lá uma discussão lá com não sei com quem, pá, com o Tico, Santa Cruz, um estresse lá e tal, comecei a ficar estressado.
Tem na fazenda aí, você vai ver aí, porra. Ele começa, porra, eu falei, meu irmão, tu pensa que tu vai mandar aqui, porque ele deu os porros lá no Dudu, escrachou o Dudu lá, e no dia seguinte eu tô lá no negócio, eu falei, meu irmão, tu não manda aqui não, quem manda aqui sou eu, sou fazendeiro. Aí ele, porra, e o cacete começou a discutir, eu falei, meu irmão, vou sair na porrada com ele, né, bicho? Aí eu, pá, meu irmão, discutindo com ele, já botei o chapéu aqui assim, pá.
Aí eu falei, tá querendo o que, meu irmão? Aí ele, porra, começou a rir. Aí eu falei, tá rindo de quem? Ele falou assim, eu tô rindo porque, porra, a tua hélice tá rodando aí que nem um peão. Tu acha que eu vou brigar com o cara de hélice rodando? Eu falei, porra, então esquece, ninguém, não tem mais briga. Aí teve esse atrito. Aí, meu irmão, comecei a ficar estressado, meu irmão. Aí falei, porra, lembrei do médico. Falei, porra, vou tomar meu remédio, vou tomar meu remédio.
Aí fui lá pro banheiro, o banheiro não tem câmera. Sim, não tem, né? Não tem câmera. Aí tranquei e falei, porra, vou pensar em quem?
Piu Piu, né? Piu Piu, a Panic Cast, falei, vou pensar na Piu Piu. Geisa Ruda, pô, pá, Geisa Ruda, pô, vou mais pro lado da Piu Piu, né? Pô, Nanny People, pô, não tô nessa fase ainda, pô, da Nanny People. Por enquanto não. É bonita, mas pô, vou na Piu Piu. Aí pá, falei, vou na Piu Piu, Piu Piu, aí comecei, Piu Piu Uauau, Piu Piu Uauau, Piu Piu Uauau.
Daqui a pouquinho quem bate na porta, meu irmão? Nani people. Fazendeiro! Fazendeiro, a vaca não deu leite! Nem a vaca nem eu. Você tá proibida de bater na minha porta. Eu sou o fazendeiro. Aqui ninguém dá leite. Ninguém dá leite. Aqui nem a vaca, nem eu, nem ninguém. Você tá proibido.
Isso aí tá na gravação na fazenda. Você vê a fazenda... Vou te procurar lá. Coito interrompido. É, porque, porra, a hora fazenda foi batendo na porra. Foi fazendeiro, a vaca não deu leite. Nem a vaca, nem eu. Ninguém tá dando leite aqui. Você tá me atrapalhando. Você tá me atrapalhando exatamente na hora que o meu leite vai sair. Porra. O fazendeiro se ferra muito.
Não, tem que levantar sedaço, tem que antecipar a lida lá nos bichos. Se o cara não fizer a parada, quem faz é o fazendeiro. Mas como é que é? Pipiu com pipiu? Pipiu ao ao, porra. É, pipiu ao ao, porque masturbação é uma coisa... O bicho masturbação é uma coisa, eu falo isso lá no meu show. Atenção, falando nisso, ó.
Amanhã tem show em Bangu. Bangu, oito horas. De ato Bangu, amanhã, às oito da noite. É no Shopping Bangu. Amanhã tô lá. Única sessão lá. E dia 3 de maio, teatro Multiplan. Aquele teatro lindo lá no Vila de Mal. Porque eu conto essas histórias todas. Estaremos lá, né? Estaremos lá. É, vai lá mesmo, pô. Ó, muita gente mandando aqui no chat. Piu, uau, uau.
Piu ao ao, meu irmão. Porque é o seguinte, pô. Eu agora é evangélica, cara. Eu vejo o que é. Piu Piu é evangélica agora. A Piu Piu vai vira evangélica, mas porra, eu tentei fazer uma homenagem pra ela lá. A Piu Piu me cantou outro dia. A Piu Piu é muita gente boa.
Sinta-se ilusão de ar. É, não, mas senti honrado. Elipipo é a referência. Eu sempre assusto masturbação, às vezes assusta. Eu falo isso no meu show, pô. Eu falo no meu show. Pô, masturbação. Pô, eu me lembro que, pô, às vezes tem uns garotos de 14 anos lá no show, né? Porque a censura é 14 anos. Aí eu vou...
Porque eu tenho um filho Que também mora em Londres Aí eu falo, pô, meu filho Estava aqui no carnaval Aí sentamos na mesa, estava aí minha mãe, minha irmã Todo mundo Aí o meu filho, ó pai, ó pai Porque ele morou em Londres Ele foi pra Londres com 5 anos Aí ele falou, ó pai, ó pai Eu acho que ele era filho do Henrique Cristo
Ô pai, ô pai, ô pai, aí eu falo, fala filho, ô pai, eu quero fazer uma pergunta, eu falei, faça a sua pergunta filho. Tava minha mãe, minha irmã, minha tia, ô pai, o que é clitoris? Falei, clitoris? Clitoris é do verbo clitoral, o clitoris é o clitoris, ele, não pai, por favor, o que é clitoris? Falei, filho, vocês têm perguntado ontem à noite, tava na ponta da língua.
Aí o moleque não entende nada. Aí eu... Aí tava lá o moleque de... Aí tava lá o moleque de 14 anos, né, bicho? Ele vai no show, aí eu falei, vem cá, moleque e tal, pá. Aí eu falei, pô, moleque, porra, tu sabe o que é clitóris? Eles nunca sabem. Aí ele, clitóris não, eu falei, clitóris é um pokémon raro, pá e tal.
Demora um pouquinho pra achar, mas... É difícil achar. É difícil achar.
É um pokémon raro. Não, é, pô. Aí eu ensino pros moleques. Falar aí, ó. Por exemplo, se você tiver 14 anos, tiver me ouvindo agora, é o seguinte. Tu chega em casa, tu senta em cima da sua mão 5 minutos. Esse é um truque que eu aprendi. Ah, boa dica. Aí a mão fica dormente. Aí você... A sua mão vai ficar dormente. Você corre pro banheiro. A sensação é maravilhosa. Se quiser mais emoção, pinta as unhas de vermelho. É uma sensação...
Aí eu falei, meu irmão, porra... Porque quando eu falo no show da masturbação, todo mundo fica... Meu irmão, masturbação, meu irmão. Eu me lembro que... O que acontece? Eu me masturba. Eu me masturba. Ô, Beto, porra. Você tem cara de que ele já bateu muita pueta. Ah, eu acho. Quem não? Olhando pra você, sinceramente, porra. Não, eu tô falando, porra. Ô, Beto, eu... Eu batia pueta vendo Chacrinha mesmo.
Eu já era um nível acima. Corbis, pô. Eu só batia poeta no chuveiro, olha. O Cantarelli, eu bati tanta poeta no chuveiro que quando eu caia uma chuva fininha meu pinto já ficava... Era o momento, não era o clima. Era o momento louco, meu irmão.
No chuveiro, no chuveiro você... Você conseguiu um pouco de tranquilidade, né? Que ninguém ia te perturbar. Tá tomando banho, né? Deixa de tomar banho. Fora isso, você vai... É, morando no banheiro. E quando eu era casado, meu? Quando eu era casado com a mãe do Serginho, com a Mary. Com a Mary, você viu lá no Vida de Malandro? A Mary, mas... Eu fui quando eu era casado com ela. Eu viciaram o amigo de Malandro. Meu irmão...
Aí, pô, eu me lembro que uma vez cheguei em casa, cheio de amor, né? Porque às vezes tu tá querendo, mas a sua mulher às vezes não tá, tá? Sim. Tá, tá, tá de... Tô de cabeça. Tô de cabeça, não sei o que lá. Tá naquele dia que não sei o que. Ela fala, não quero. Aí eu cheguei em casa, né? Daquele meu jeito, né? Pô, bem? Já. Iê, iê, iê, iê. Hoje vai ter iê, iê. Ai!
Hoje vai ter glu-glu, eu falei assim, não quero, não quero nada hoje, não quero nada, me deixa em paz. Só um pouquinho de glu-glu, iê-iê. Não quero nada. O que eu fiz? Fui pro banheiro. Porra, sempre fiz isso. Porra, cheguei lá no chuveiro, né pá, só que eu cometi um erro. Nunca comete esse erro, Cantarelli. Nunca comete esse erro, Beto.
Eu deixei a porta aberta. Nunca cometa esse erro. Aí eu tô lá no chuveiro, né? Daquele meu jeito. Piu-piu-au-au. Piu-piu-au-au. Piu-piu-au-au. De repente, quem entra no banheiro, meu irmão? Ela. Quando ela me viu fazendo aquela parada. Porco! Nojento! Eu falei, olha, é meu, eu lavo na velocidade que eu quiser. E acabou.
Me deixa, né? E acabou. Eu lavo o negócio que eu quiser. Não deixa o saco, meu irmão. Não tô fazendo isso, não. Tô lavando, porra. É outra coisa. Que fase, meu irmão. Tutorial da masturbação, hein? É. Agora, Sérgio, tu é carioca, porra. Raiz pra caralho. É uma gema, porra. Sensacional. Tu teve um carro enguiçado. A galera mandou aqui no chat. Enguiçado perto de uma comunidade, cara.
Carregueçado, amor. Teve não? Então vacilou aí. Não, eu... O que que é isso aí?
Ah, não, a Mary, mãe do Serginho, cara. Ela que isso, cara. Eu adoro ela, ela até trabalha lá, é na nossa diretora de elenco lá do Papagaio Falante. Sim. É como se fosse minha irmã, né? Depois que tu, né, pai e tal... Fica a relação, né? Fica a vida. Vira a irmã. Porra, bicho, é só que a Mary é muito desligada, né, brother? Muito desligada, pá. E, porra, a gente morava ali em São Corrado e tal, blá, blá, blá, porra. Aí o carro dela, o farol do carro queimou. O farol do carro, né? Farol. Queimou. Sim.
Porra, maluca entra dentro da Rocinha ali, porque a gente morava dentro da Rocinha, vira numa rua, vira na outra, para o carro, abre a porta... Por favor! Por favor! Quero comprar um fuzil! Porra, aí o cara... O cara foi lá dentro, voltou, falou, que tipo de fuzil? O que no mini? Meu carro está com o farol queimado, preciso comprar um fuzil. Porra, será que é um fusível, porra?
Porra, então a Mary é desse jeito, é desligada. Ela é assim, né? Não, é desse jeito, porra. Porra, a minha irmã liga pra ela, a minha irmã ligou pra ela. A minha irmã... A Carla Daniel ligou pra ela, a Carla Daniel, que é filha do Daniel Filho, que é muito amiga dela. Um dia liga pra ela, bicho, nós morávamos ali na Lagoa.
Porra, em frente ao Cristo Redentor ali na lagoa. Nós morávamos ali. Aí a Carla Daniel liga pra ela. Mery, Mery, você viu? Tombaro, Cristo Redentor. A maluca abre a janela. Tombaro não, tá de pé olhando pra gente, protegendo, quer dizer...
Porra, eu vou te contar. Tô te falando, não é piada não. Isso não é piada não. Então eu vou te falar uma. Eu fazia, eu era casado com ela e fazia o povo na TV. Então, porra, eu fazia uma semana no Rio e uma semana em São Paulo. O programa, a gente gravava no Rio e gravava em São Paulo.
Época do Wagner Motti, Roberto Jefferson, Cristina Rocha, todo mundo. Porra. Era, porra, o Joutor Franco. Aí eu tô lá em São Paulo, bicho. Porra, daqui a pouquinho, você lembra quando o Abílio Diniz foi sequestrado, dono do Pão de Açúcar? Isso, é o que parou o Brasil. O Abílio Diniz, falecido Abílio Diniz, saudoso Abílio Diniz, dono do Pão de Açúcar, foi sequestrado. Porra, dono do Pão de Açúcar foi sequestrado. E começou aquele negócio, porra, dono do Pão de Açúcar foi sequestrado, blá, blá, blá.
Porra, liguei pra Mary, era casado com a Mary. Eu falei, Mary, Mary, você viu Mary?
O dono do Pão de Açúcar foi sequestrado. Meu Deus! Eu não sabia que esse bondinho dava tanto dinheiro. Eu falei, tchau, médico. Tchau, médico. Não dá pra conversar com o tio Tchau. Porra, e ela é assim, brother. Ela é assim, bicho. Não é piada. Não é piada, brother. O bondinho dá uma fudida aí, Betão. Que nem a história do papagaio. Porra, tô em São Paulo, ela me liga. Sérgio, Sérgio...
O documento desse carro tá todo maluco. O que que eu faço? Falei, Mery, você vai no Detran. Você vai falar com os caras mais quentes do Detran. Ele vai resolver esse negócio em dois minutos. Nós tájamos o povo na TV, pô, a gente conhecia todo mundo. Todo mundo, né? Nove horas da manhã ela tava lá. Aí o cara disse pra dona Mery, nós aqui abrimos aqui às nove horas. A senhora volte amanhã. A senhora...
traz o papagaio e eu vou resolver tudo pra senhora. Pô, todo mundo sabe que papagaio, naquela época principalmente, era o documento verdinho do carro. Tu já chegava, tu parava o carro, o guarda falava, me dê seu papagaio. É o documento do carro. Porra, a maluca. No passado era assim, galera. No passado era isso.
Ele tinha papel, né? Era o papel, era o papel. Tem uma molecada que... Papel verdinho, pra molecada que não sabe agora o nome é da papagaio. O pai queria um documento verdinho, o guarda fala, pô, me dá seu papagaio. O cara do Detrão, o dinheiro do dinheiro, falou assim, ó, a senhora traga o seu papagaio e amanhã a senhora chega aqui mais cedo e tal, que eu vou resolver tudo pra senhora.
Porra, maluca, sai do Detran, liga pro sobrinho, que eu não vou falar o nome dele pra não queimar o filme dele, sobrinho imbecil. Sobrinho, sobrinho, tô saindo do Detran agora, o moço disse que eu tenho que levar amanhã um papagaio. Onde eu compro papagaio? Tia, vou resolver. Depois de meia hora, tia, só tem maricata, só tem maricata, só tem maritaca. Mas ele disse que cresce e vira papagaio. Compra ou não compra? Compra, filho, compra, juro.
Porra, nove horas da manhã, nove e meia, tava ela diante de uns camasquinhos do Detran.
O cara olhou e falou, dona Amélia, bom dia. Ela, bom dia. Trouxe o papagaio? Trouxe. Cadê o papagaio? Tá no carro. Ela saiu, desceu, foi lá no estacionamento, pegou uma gaiola, assim, uma gaiola gigante.
porra, um jornal, tudo foi... Uma maritaca. Entrou no Detran com aquele negócio na mão, botou na mesa de uns caras mais queijos do Detran. Eu perdi a amizade desse cara. Ela botou na mesa, aí puxou o jornal. Doutor, é maritaca, mas cresce vida papagaio rápido. O cara falou assim, olha só, ela fica parada, não mexe nada, que isso nunca aconteceu aqui. Parou no Detran. Por favor, pare todo mundo, vem o cara, vem o cara, na minha sala, na minha sala, na minha sala.
Eu pedi à dona América que trouxesse o papagaio. Doutor, é maritaca, vai crescer. Porra. Brole.
Porra, bicho. Ela é assim, meu irmão, mas não é piada. Isso não é piada. Isso aconteceu. É a realidade. Sensacional. É. Mas é o jeitão dela. É o jeitão dela. Ela tá lá hoje lá no Papagaio Falante. Ela é a diretora de elenco. Mas porra, mas ela é assim, bro. Quando ela participou foi muito engraçado. Essas histórias são verdadeiras. É.
se torna junto contigo lá. É, tá maluco o bicho. Cara, tá maluco. Voador aí no peito do like que eu tô fazendo as perguntas que vocês estão mandando também aqui no ar. Do avião na turbulência já foi. Volta aí.
Você vai ver, beleza? Ô, Sérgio, eu queria perguntar pra você de Fluminense, cara Pô, meu Fluminense, meu irmão O retriculou pra caralho, assim, sofre Meu pai jogou no Fluminense Sério, cara? É, meu pai era a ponta direita do Fluminense Meu falecido pai, perdi meu pai com 11 anos Foi o momento mais difícil da minha vida Com 11? Com 11 anos, eu virei Fluminense por causa do meu pai Você vê que meu avô, meu irmão, falecido meu irmão Ele era Botafogo Por quê? Porque o meu avô foi o goleiro do Botafogo E aí
Vovô Vicente. Claro, eu sou. Quando meu irmão nasceu, meu avô pegou meu irmão, porra, meu neto, meu primeiro neto, bababá, fez ele virar Botafogo. E meu pai ficou frustrado, falou, porra.
Quando eu nasci, meu pai falou, não, esse aqui não. Esse vai ser fluminense. E, porra, meu pai me ensinou a jogar bola e tudo mais, bababá, e eu sou fluminense. Eu frequentava as laranjeiras, pô. Ia naquelas festas que tinha nas laranjeiras, sorvete dançante, bababá. Minha mãe frequentou muito as laranjeiras, dançava no... Minha mãe tem outra história que ela contava, porque as laranjeiras eram muito... Tinha umas festas de domingo, que eles dançavam, bababá, bababá. Então eu tenho muito amor pelo...
Pelo Fluminense. Você é o grandíduo no futebol, quem é? No Fluminense? É. Pô, foi o Rivelino, foi o Félix, né? Pô, que era o nosso goleiro. É galera que ele tica o Félix, né, cara? Acho que... E o Félix injustiçado. O Félix fez uma Copa absurda. Nossa, tá levada pra cá o Fred, sacou? O Fred, tu é fonsaço. Pô. Desse time da Libertadores, hein? Tu gostava aí. Pô, da Libertadores? O Diniz aí.
Porra. Tem o John Kennedy. O Kano, o Kano. O John Kennedy, né, bicho? Que decidiu.
o Marcelo, porra quando ele veio pro Fluminense, porra é a glória, né bicho o Ganso pra mim é um craque nato o Ganso parece um maestro tanto que quando o Ganso jogava com o Neymar e com o porra, na época do Santos aquilo era porra Ganso, Neymar, Robinho o Elano, porra meu irmão porra bicho, aquilo ali, uma vez eu perguntei pro Cafu, Cafu porra E, E, E E
ele ia jogar contra o Santos, né? Aí eu encontrei com ele, mas falei, Cafu, como é que faz com esses garotos? Porque os garotos estavam surgindo, né, cara? Lembra? Surgindo numa era que, porra... Ele falava, Serginho, que é verdade, pra parar esses moleques é só no laço. Não tem como parar.
Tem como parar. Ali era Neymar, Ganso, Robinho, papapá, bebê, bebê. Então, o Ganso pra mim é um maestro. O Ganso ali é um... Tipo um Gerson. O Fábio é fora de série. O Fábio é fora de série. Agora, o Ganso é como o Gerson, né, bicho? Eu vejo o Ganso assim como Gerson. É o Tim.
Eu acompanhei muito o Botafogo na... Você, porra... Jairzinho, porra, porque meu irmão era Botafogo, porra. Então, porra, aquela... A gente agora tá na Copa do Mundo. Porra, bicho, eu era moleque. Eu, porra, eu acompanhei a Copa de 70. Porra, bicho, esquece, mano. Era Fex, Casalberto, Brito, porra... Piazza, Emeraldo, Pudualdo Gerson. Porra, aí os caras conseguiram fazer uma jogada, bicho, que falaram assim, porra, meu irmão, o Tustão é um craque.
Pô, o Riverino é um craque, mas o Jarzinho é centroavante, é um craque. Então o Jarzinho não pode ir porque tem o Pelé. Porra, o Paulo César Caju é o ponto esquerdo, então, pô. Mas o Riverino é meio de campo, mas pô, como é que vai ter Riverino, Gerson, Tostão, bababá? Enfim, os caras fizeram o time, brother.
que botou todos os craques juntos, só mudou as posições e o número da Camila. Falou, ô, Rivelinho, tu joga com a 10 no Corinthians, sei lá onde é que eles jogavam, então tu vai jogar com a 11. Pô, Jairzinho, tu joga com a 10 porque tu é centro-aventura, tu vai jogar com a 7.
E aí fez um time, meu irmão. O próprio Tustão com a 9 também. Tustão com a 9. Então, porra, fez um time que, meu irmão, eu me lembro que eu era moleque, bicho. É o maior time da história de futebol. Era uma coisa que, porra, e começou perdendo. Acho que o Paitara começou perdendo e virou, meteu quatro. Foi logo o primeiro jogo. Ah, não, não, não, na final. Na final contra a Itália, o primeiro jogo é contra a Tcheca e o Eslováquia.
Começou a perder, caramba. A gente sabia que aquilo ali... Agora, hoje em dia, meu irmão, tu fica maluco. Hoje em dia tu não sabe nem direito o nome dos jogadores, porque, porra, a gente não sabe. Pra gente ver no Sousa? Qual era esse ano? Outro dia eu encontrei o Dunga, né? Tava com o Dunga. Dunga, porra. O Dunga sempre faz com a gente lá, com a Ultrafarba, o Shows. Caralho, o Sérgio Malano e o Dunga pra mim era um porra, água e óleo. O Dunga, porra.
O Dunga conta sempre, mas eu vou dizer o Dunga aqui, bicho. O Dunga tem que vir aqui. Vou falar pro Dunga vir aqui, bicho. Ele é bom de resenha, meu irmão. É, pô. Ele conta as histórias todas, mano. O cara tava no quarto com o Romário, assim. Porra, ele conta da resenha. Ele fala, porra, vou contar aqui uma confidencial. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Ele fala, porra, aí o Romário falava, capitão, deixa o ar-condicionado ligado pro pessoal saber que, porra, que eu tô aqui, que eu vou dar uma saídinha.
O Romário era, porra, boleiro nato, boleiro raiz, né, meu irmão? Pulava o muro do bagulho, saía, ia lá, pegava as mulheres. Tava preparado. Aí ele falou assim, ó, vem o seguinte, ô, Romário, porra, mais dois dias antes que tu tem que tá aqui, porra, entendeu? Eu quero você aqui, porque senão eu vou te ferrar, babá. E aí, meu irmão, o Romário, porra, era craquinato, gênio, né, meu irmão? O cara saía, fazia tudo que ele gostava, porra, ele gostava mais feliz, porque eu acho que, porra... Isso aí!
O jogador tem que estar feliz. Ficava feliz e no campo resolvia. Ô, Sérgio, mas agora tu chegou aqui bolado com a parada do Fluminense ter aceitado agora. Pô, meu irmão, jogou no sábado, meu irmão. Jogou no domingo, bicho. Pô, não tinha que jogar no domingo, tinha que jogar no sábado, meu irmão. Flamengo veio com essa choradeira, pô, bababá. O que a gente tem a ver com isso? Ninguém tem nada a ver com isso. É isso aí. Vocês são pra lá, nós somos pra cá. Tudo bem. O problema foi amigão, né? Quer caridade, meu irmão?
É, quer caridade mesmo? Isso aqui não é justiça de caridade não, bicho. Porra, o pessoal cansado foi jogar com os argentinos, porra, bicho. Acabou que o nosso virou de um jeito que o Fluminense saiu em cinco dias de estar com o melhor futebol do Brasil. Com o melhor futebol do Brasil. Com o melhor futebol do Brasil. Com o melhor futebol do Palmeiras e tal. Pra cinco dias depois perder, se afastar do líder, perder na Libertadores em casa, nossa.
Você tá xingando o presidente? Não, mas vai virar, vai virar, a gente vai mudar. Futebol é isso, mano. Futebol, meu irmão, pra gente que... Bicho, eu acho esse negócio de porra do... Por exemplo, porra, o técnico do Flamengo que foi demitido lá... Felipe Luiz. Felipe Luiz. Eu achei aquilo uma puta sacanagem. É, o cara ganhou porra tudo. Porra, puta sacanagem. Não, eu tô dizendo... Ídolo, né? Porra, não, não, e é o seguinte, meu irmão.
O futebol é ingrato, sacou? Porque, porra, não é como a vida é, porra. Tudo bem, a vida...
ela às vezes é cruel, sacou? Às vezes a pessoa tá no auge de uma parada, acontece uma coisa tão esquisita, porque a vida é assim. Agora o futebol, meu irmão, porra, não é porque a pessoa perde, depois que ganhou tantas coisas, como é que ele é esquecido? Na tua história, meu irmão, você tem uma história maravilhosa, acontece uma coisa ruim, aquela história toda... Demorou, acabou. Porra, o ser humano esquece, bicho.
No Brasil é mais ainda. É, não pode, Brasileiro, sacou? O futebol é cruel. Mas isso aí tá escrito, sacou? Ninguém muda isso. Tá ganhando, tá ganhando, tá ganhando, tá ganhando. Porra, não importa o que você fez. Eu ganhei, porra, o próprio Dorival aí saiu agora, porra. Porra, ele ganhou dois títulos pro Corinthians. Meu irmão, começou a perder. Ninguém esquece a história. Porra, meu irmão, descarta como é que se fosse um, porra.
Não é assim, eu penso assim. Claro, porra. É que nem, porra, se ninguém mandasse o Abel embora.
Porque a Leila foi consciente, falou, não, bicho, o cara fez um trabalho maravilhoso. O cara que chega no vice-campeonato, porra, né? E com o título, chegou no vice, mas ganhou já o Alimentadores duas vezes. Sérgio, o que é que tu tava no título Alimentadores do Fluminense, cara, tu lembra esse dia? Eu tava no... Eu tava no...
Ele jogou no Maracanã. Eu tava lá, pô, tá louco? O Diogo Pente fez um gol. Tá louco, pô. Caralho, e aí, mano? Tá louco, tava lá, meu irmão. Pô, tava louco. Caralho. Tava total. Pô, tava lá no camarote até do patrocinador lá do... Do leva, do leva, do...
Patrocinador do Fluminense, pô. Fluminense. É, fui convidado pra ir pra lá. Pô, e aí, cara? Porra, irmão. O do Kennedy no final. Aquilo foi uma loucura, cara. Aquele gol do John Kennedy, ele falou, irmão, aquilo ali veio abaixo. Foi uma emoção, pô, tá louco. Ganhar Libertadores do Maracanã, pô, mas tava lá, bradinho. É, né? Um torcedor é uma das maiores emoções, o seu ouvido A maior. Sobrou.
Não, bicho, eu já tive várias emoções, cara. Já tive várias emoções. Porque cada emoção é uma emoção, né? Agora, pô, a gente ganhar realmente a Libertadores... Primeiro do Maracanã. É, do Maracanã, depois de outro tempo. Foi uma coisa abençoada. Porque a torcida do Fluminense é uma torcida muito bonita, sacou? A gente, quando tá ali naquela parada... Polorismo. É, e porra... Então você tá ali, você tá vendo ali aquela... Futebol é uma coisa muito bonita, né, bicho?
Futebol é uma coisa muito louca, muito bonita. Pra quem frequenta o estádio, pra quem...
As pessoas não acreditam naquilo ali, né, bicho? O amor que as pessoas têm. Porque você já nasce, você já nasce torcendo pra um time.
O que eu não entendo é a violência fora do campo. Essa coisa, por exemplo, da torcida cobrar os jogadores da forma como às vezes cobra, eu acho isso aí uma coisa meio fora do contexto. Porque ali é todo mundo ser humano, ali todo mundo é profissional. Então você está ali fazendo o seu trabalho. É a mesma coisa que de repente eu estou na televisão e daqui a pouquinho não dou audiência no programa, de repente tem um monte de gente na porta da televisão querendo me matar, me dar porrada.
Porra, que me audiência? Porra, não é, aquilo é nem um trabalho, sacou? Então, porra, eu fico nessa situação falando assim, porra, bicho, porque mal ou bem, os jogadores são pais de família, sacou? Né? São pais de família, porra, é um trabalho, porque, porra, quem não sabe o que é um jogador, às vezes não entende o trabalho que o jogador tem, aquela coisa de, porra, concentração, e acorda-se, ele treina, treina, treina, treina, treina.
Pô, às vezes chega no jogo, bicho, o time perde. Sim. Como na vida, bicho, a vida é assim. Sacou? Então, porra, tem que existir uma cobrança dentro do campo. Eu acho que, porra, falo do campo, não tem que ser por esse caminho, sacou? Porque, porra...
É complicado, né, bicho? O futebol é lúdico, é porque você falou, é diversão. É, porra, diversão. Ó, cantando você... Porra, a coisa mais bonita, bicho, é quando você vai no estádio e tem uma torcida de um lado cantando e tem a outra torcida cantando. Que hoje em dia não acontece mais, né? Só em alguns jogos que ainda tá assim, vai e tal. Fla-Flu. É, Fla-Flu teve isso. Então é lindo. Fla-Flu também.
Você canta daqui, o cara responde de lá. Aí o cara xinga de lá, você xinga de cá. Você, porra, aquela cantoria. Agora, bicho, aí tu vai no estádio, em alguns lugares, porra, só um lado, só uma torcida, porra. Não pode ter a outra torcida. Aí eu fico, entendeu? É uma coisa que... E eu, como frequentei Maracanã na época, 6 a 6, 200 mil anos. Na época, porra.
Que tinha aquele corredor quando tinha aquela pilacha que passava aqui a torcida do Flamengo, do Vasco, do Botafogo, e a gente do lado de cá e cantando daqui, mas porra, só cantando, aquela alegria. Porque qual é a alegria do futebol? Eu, por exemplo, eu tenho um grupo. Porra, quando vai ter o jogo, todo mundo ali sacaneando um ao outro. Acabou o jogo, tu continua sacaneando. Mas é, porra...
É o contexto da vida, sem brincar Porque a graça é disso, é Você sacaria teu parceiro E aí, blá blá blá blá blá blá blá Agora nada de agressão Levar tão a sério isso Para, bispo, esquece, bispo Agora, eu quero falar de outro O que foi?
O Motel Luan. Luan do Corinthians. Tirado do motel? É, ele tava lá no... Ele tava atuando mal, mas aí tava no momento de folga dele, né? Imagina, meu motel. Aí foram lá descobrir onde ele tava. Imagina tu no motel. Imagina tu tá no motel fazendo glu-glu. Porra, tá ali. Tava com o time, né? Falando em time, motel e esporte... Que situação, hein, brother? Mandaram aqui uma mensagem falando de motel, time e esporte. Swing.
Foi um esporte. Swing? Não, tem um time. É pra fazer. Swing não é você. Ele tá falando do negócio de swing? É. Ele fazia pegadinha também na porta de montanha. Porque no meu show eu conto a história. Porque, porra, eu tô fazendo... Tu foi no swing? Eu tô fazendo um documentário aí da minha vida. Aí, no documentário é o seguinte, você tem que falar...
Você ganha uma grana, né, pra fazer o documentário, e você fala, você assina o papel falando, ó, você só tem que falar toda a verdade, você não pode contar uma mentira. Se você contar uma mentira, você vai ganhar uma multa, que é muito alta, e você, porra, você perde o que você tá ganhando, blá, blá, blá. Então você aceita isso, você assina esse contrato, blá, blá. Eu participado com o documentário. Aí eu falo, meu irmão, eu aceito, porra, tá maluco? Porra, não vou mentir, vou contar aqui, o que perguntar eu conto.
Aí o cara começou, pá, o jornalismo, pá, pá, pá. Qual foi o lugar mais estranho que você foi na tua vida? Assim, o mais esquisito, o mais estranho. Aí o cara, depois, já viajei muito, já fui, porra, em alguns lugares, pá, pá, pá. Mas eu falei, poxa, é, no swing. Porra, aí ele falou, ah, você já foi no swing? Eu falei, porra, foi no swing. Aí eu falei, porra, uns 10 anos atrás, uns 11 anos atrás, pá, pá. Eu tinha uma namorada, porra, e não vou falar o nome dela, que é pra no, né? Ah, é, é, é, Patrícia. Ah, é, é.
Aí, tava namorando a Patrícia. Deve ser inscrito no chá. Aí fomos jantar. Fomos jantar. Eu, ela, a irmã dela e o marido dela. Fomos jantar, e tomar vinho de cá, tomar vinho de lá. Como é que é? Foi eu, ela, e a irmã dela com o marido dela. Fomos jantar no restaurante. No restaurante normal. Fomos jantar e tal, a barra. E a irmã dela tomando vinho daqui, vinho de lá, para cá. Porque a irmã dela falou assim, ó. Ó, Patrícia e Serginho. Vocês têm que ir no swing.
Você já foi no swing? Falei, não, nunca fui, babá. Olha, o swing acontece isso, isso, isso. Falei, caramba. Caramba, é mesmo? É, e tem mais, ó. Acontece também isso, isso. Falei, caramba, caramba. E olha, e acontece isso também. Falei, caramba. Aí quando nós saímos, bicho. Porra, já foi no swing, Beto?
O negócio aqui é só no monomano. Não gosto de compartilhar, não. Eu tô reconhecendo teu rosto. Escuta. Betão ali, não. Muita coisa acontecendo. Porra, meu irmão, hein? Eu vou na porta uma vez. Aí escuta, bicho.
Aí o cara falou assim, ó. O cara falou assim, hoje, aqui, era um sábado, lá na Barroca. Amigo, eu era molecão, 20 anos. O senhor, hoje, é swing, cara. Então, ela falou, ah, não, não sabia, beleza. Aí eu fui com o carro ali, ó. Mas, amigão, eu sempre digo pra galera aqui, se quiser, anda por aqui pela praia, pega aí. Alguém entra aqui aí. Ah, é, a galera tá trabalhando. Eu falei, não, não, valeu, eu segui, fui embora. Você nunca foi no swing? Não, não, não. Você já foi no swing? Não, não. Não, não.
Tá reconhecendo isso também? Eu morro de rir. Não me vi essa experiência. Ninguém nunca foi pra ter cheio. Eu acho engraçado, meu irmão. Ninguém nunca foi pra ter cheio. Porque ninguém fez nada. Que tá certo. Deixa, então vamos lá. Isso aqui é a igreja. Fernando Gil já foi no swing. É a igreja charla aqui. É a igreja charla. Não é igreja não, mano. O swing não... É o amigo nosso que é fã também. Não, a escuta. Lá chegou no Matheus, é. A escuta. Aí, meu irmão.
Aí a minha gata olhou pra mim e falou assim, porra, Serginho, você ficou curioso pra ir no swing? Falei, fiquei curioso. Porra, você me leva no swing? Falei, vou te levar então. Fiquei curioso, vamos lá. Pra mulher interessa, mas que passa aquela que falou. Aí botei meu boné, pá, entrei no swing, bicho.
Meu irmão, sem sacanagem, quem já foi do swing e tá me ouvindo agora vai saber o que eu tô falando. Aí tem uma porta que você abre, todo mundo transando. Imagina, imagina. Umas 40 pessoas transando. Meu irmão, coisa de maluco, assim, todo mundo transando. Uma gritaria, é, todo mundo transando. Aí eu lembro que tinha um cara assim, pá, com uma tatuagem, assim, tinha um dragão aqui, assim, sacou? O dragão parecia estar pegando fogo, assim, o dragão. E o cara, ah!
Ah, e a mulher fazendo um boquete, né? Fazendo um boquete, eu ali com a mulher assim disfarçada aí, desmontada com a minha gata assim longe, assim olhando, né? Tá assistindo. E aí o cara aqui, pá, e tal. Aí daqui a pouquinho o cara vai, porra, o cara vai e fica olhando assim, porra, pra mim, assim, pá. E a mulher aqui fazendo um boquete, pá, olhando. Aí o cara... Iê, iê!
É o Ie-Ie! Aí eu falei, puta caceta. Aí eu já fui recuando. Aí a mulher que tava fazendo bloquinha, é o Gugu, é o Gugu, é o Gugu, é o Gugu, é o Gugu. É o Gugu, é o Gugu, é o Gugu. Aí o cara tirou aquela... O irmão, o cara tirou aquela mandioca na boca da... Aquela coisa dura, meu irmão. Veio na minha direção, andando assim na minha direção. Ie-Ie!
Sou teu fã, Ia-Ia! Falei, puta caceta! Aí eu, porra... Aí ele veio, Ia-Ia! Ia-Ia! Ia-Ia! Me dá um abraço! Juro! Juro, não! Não é piada, não! Ia-Ia! Porra! Aí com aquela coisa dura, meu irmão, ele, porra, me dá um abraço!
Aí, eu sou teu fã, me dá um abraço. Aí eu me lembrei que eu tinha feito uma promessa no aeroporto, uma vez eu passei no aeroporto, e tinha um pessoal que falou, pô, me dá um abraço, eu sou teu fã, pô. Eu falei, não, agora não dá, não dá. Quando eu entrei no avião, eu falei, pô, devia te dar um abraço no fã, pô. Aí eu fiz uma promessa pra Deus, falei, Senhor, eu nunca vou deixar de dar um abraço no fã, em qualquer situação. Aí quando o cara falou assim, me dá um abraço.
Eu fiquei pensando, porra, quebra promessa, não quebro. Aí ele com aquela mandioca dura vindo assim. Pô, esse cara aí, mano. Aí eu falei, porra, eu falei, porra. Aí eu falei Então vai rápido Ô, ô, ô, ô, ô, ô, Botanelli Ô, Roberto, a sensação horrível Aquele bagulho batendo, assim, vai batendo Bate aqui, bate aqui Aí o cara me abraçando Aí o cara, porra Bate aqui no ibrigo, bate na veriga Aí o cara
Porra, cresci com você, cresceu demais, não cresceu demais, cresceu... Aí o cara... Situação constrangidora. Não, tá louco, meu irmão, porra, aquela coisa dura. Aí eu consegui me afastar, o cara assim, porra... Aí o cara, porra, vamos... Vamos cambiar, vamos cambiar. Fica com a minha que eu fico com a tua, porque eu não sei o que tem isso. Sim, já queria trocar. Porra, eu olhei a dele assim, parece um Fiat Uno, meia, oito, assim.
Aí eu falei, porra, a minha também não é nada demais, era uma Kombi 7.3, assim, mas porra, a minha... Aí eu falei, não, não, não...
Eu falei, ela tá naqueles dias, pô. Que dia? Falei, pô, dia, meu irmão, de mulher. Sinal vermelho. Ah, tá no sinal vermelho? Quando tá no sinal vermelho, a gente pega a estrada de barro. Eu não entendi nada. Na hora eu não entendi nada, só fui entender depois. Tirou a tiraíza. Aí eu falei, não, eu sou, eu sou, eu sou, eu sou, eu sou, eu sou, eu sou, eu sou, eu sou voyagem. Não, voyé, eu sou voyé, sou viver, sou viver. Aliás, você é voyé? Você é voyé? Aí, meu irmão, aí escuta.
Quando eu falei, você é voyeur, quando eu falei, eu sou voyeur, ele falou, você é voyeur, me pegou pelo braço, então vem cá. E tava ele ali. Fomos na outra salinha do lado, ali, no quartinho que tem do lado. Meu irmão abriu, aí quem já foi no swing sabe o que eu vou falar agora. Aí nessa sala, ô Beto, um monte de buraco, buraco aqui, buraco aqui, buraco aqui, buraco aqui, buraco aqui. Aí ele falou assim, ia, ia, ia, ia, ia. Atrás desses buracos, mulheres maravilhosas, lindas, ficam se abraçando, se beijando. Bota o olho no buraco, bota o olho no buraco, aí eu, porra.
Botei o olho no buraco. Aí ele, o que você tá vendo? Eu falei, não tô vendo nada, porra. Porra, tá tudo escuro. Chama, chama que ela vem, chama que ela vem. Faz... Aí eu... Irmão, eu tomei uma pirocada assim no olho. Aí o cara, pegadinha da piroca. Tava num glory hole, cara. Eu tomei um olho cat. Eu tomei um olho cat, meu irmão. Isso, cara. Aí eu fiquei filmado. Fiquei filmado, nunca mais fui no suíque.
A lente caiu, a lente ficou grudada assim na piroca do cara assim... PÁ! POU! É o cuco! Caiu a lente, caiu tudo! Aí o cara, a pegadinha da piroca, porra! Enfim, ninguém me leva a sério! Era Glory Hole, os caras botam ali... Faze, meu irmão, que fase! Faze, meu irmão! Puta! Olha aí, que incursão... É o cuco! Faze!
Bota o olho ali, ó. É, pô, mas é assim mesmo. Tem um buraco, tem um buraco. E o cara ainda falou, chama, chama, é eu, psst, que nem um otário, né? Pô, com o olho. Aí, pá! Tem que ser um maluco muito foda-se pra tudo. Vai jogar numa parede, botar uma pica num buraco e se foge. Mas é, mas acontece isso, pô. Não, pode ser qualquer um. Pode ser o olho, é o último maluco.
Pode acontecer, né? Pior foi o cara que me abraçou, foi crescer com você. Cresceu demais, meu irmão. É, puta, cara. Aquela mandioca. Famoso que entra em swing e é fora de disco. Que ele vem a mim. Era que eu ia tirar foto. Pô, tá maluco. Nunca mais. Um pouco arrumado ali, pô. Tá afilado, pô. Fiquei desalmatizado, meu irmão. Tá louco. A história mais pedida aqui no chat. Pede pra ele contar a história do padrasto dele.
General, pô. General. Pô, general, conto no meu show. Aliás, atenção, galera, hein? Quando, quando? Dia 3 de maio, Serginho Malandro, os perrengues do Malandro no Teatro
Multiplan. Lá no Vila de Mó. Amanhã é Bangu. Amanhã vou soltar os bichos lá do Bangu. Conto uma porrada de história. Essa hora do general foi o seguinte, bicho. Caralho, o cara vai morrer. O meu pai morreu quando eu tinha 11 anos. A minha mãe, quando eu tinha uns 14 anos, casou com o general. Aí minha mãe chegou em casa, na minha casa.
falou, meus filhos, vem, eu morava na Lagoa, em frente à Lagoa ali. Aí minha mãe, vem cá, meus filhos. Eu, Cláudio, meu irmão, que já foi, já nos deixou, que era mais velho, e a minha irmã Carla. Meus filhos, vou casar com o general, uma pessoa que me ama muito, eu amo muito, vai vir morar na nossa casa e vai tentar ser o segundo pai de vocês. Aí eu falei, mãe, a senhora tá feliz? Eu tô feliz. O general tá vindo de onde? Da Segunda Guerra, filho. Ele, o general, porra, era o general de brigada. Enfim.
Primeira noite que o general foi morar na nossa casa. Ah, sim. Eu estudava no colégio do pai Antônio Vieira. Porra, acordei, pai, no colégio. Quando eu vou no banheiro, o banheiro tava trancado. Aí eu... Quem tá aí? General!
Aí eu falei, ô, general, dá pra dar uma brilhinha só pra escovar o dente? Aguarde no local! Fiquei parado, porra. Tinha 14 anos, não sabia se tinha uma granada ou foguete. O cara veio da Itália, né? Aí, porra, eu ali, pá, pá, daqui a pouquinho, porra. Depois de 10 minutos, 15 minutos, eu bati de novo. Ô, general, dá pra dar uma brilhinha só pra escovar o dente? Aguarde no local! Ele ficava duas horas no banheiro. Aí eu falei, minha mãe, eu tô aguardando no local dois dias que eu vou no colégio. Porra.
Não consigo escavar o dedo de brinche! Aí o que que eu fiz? No dia seguinte eu botei meu despertador pra 15 e pras 7. O general acordava às 7, eu botei meu despertador pra 15 e pras 7. Quando tocou meu despertador, peguei meu lençol, meu travesseiro, fui dormir dentro da banheira. Minha mãe forrava a banheira, aí eu tô lá dormindo na banheira, daqui a pouquinho veio... O general tinha uns cacoetes, ele tinha uns cacoetes, pá. Aí ela veio, deu 7 horas da manhã, ela veio, ele andava assim meio esquisito.
Quem tá aí? Soldado número 14, aguarde o local, general. Sérgio, abre a porta. Aguarde o local, general. Leila, Leila. Leila, acorda, Leila. O Sérgio tá me provocando, Leila. Eu vou invadir, Leila. Eu vou invadir. Começou uma guerra. Ele começou a acordar 6 e 15 ou 6 e 5, ele 4 e 20 ou 4 e 10. Virou uma loucura a minha casa. Eu só sei o seguinte, quando eu acabava na vela das 8, eu pegava meu lençol, meu travesseiro e ia dormir dentro do banheiro.
Eu perguntei a família toda, bicho. Mas tem muitas histórias, bicho. Tem umas quatro do General que eu conto lá do teatro. Imagina, cara. General, porra. Que Deus o tenha, porra, meu irmão. Tá louco. Foi, cara, o General Sérgio Malandro. Porra, maluco. 14 anos. O cara voltou da guerra. 14 anos, velho. Imagina, meu irmão. Porra. Puta que pariu, cara. O General aguentou, Sérgio?
São muitas histórias, bicho, porra. O Ginell não aguentou, seguiu. Infartou, não. Ele ficou com a minha mãe, porra, ele ficou com a minha mãe 15 anos, cara. Pô, o Ginell é apaixonado mesmo. É, porra, né, ficou. Minha mãe, ele era muito bom, ele era... Agora, uma coisa que, porra, que me chamou muita atenção dele, por exemplo, ele era muito patriota, bicho. Patriota. Ele via um jogo assim, um jogo, porra, Brasil, não sei quem, um exemplo de ping-pong. Se o Brasil perdesse, ele chorava.
Chorava, era uma coisa assim muito louca, sacou? O amor que ele tinha pela pata, qualquer coisa, um jogo de vôlei, não sei o que, o Brasil perdia ele, poxa, não podia perder, sabe, uma coisa assim de... Aí eu falava, caramba, bispo, o cara, pô... Mas era general, né, meu irmão? Eu com 14 anos, pô, bispo, esquece, meu irmão, pô. Pô, esquece. Tem várias histórias malucas do general, tá louco, meu irmão.
Agora, Serginho, lá no Ratinho, mano, como é que é? Lá no Ratinho toda segunda-feira. Isso aí, maneiro ou não? Maneiríssimo ao vivo, bicho. Pô, adoro o Ratinho. Eu quero bater para o gol show. Você queria? Eu queria bater para aquele gol show. É o meu sonho também, é isso aí. Ele viu o fuzão. Pá, fuzão do Ratinho, meteu de primeira ali, bum, ganhou 100 mil aí. Eu tava, pô, o cara acertou. Gol show, meu sonho também. Eu fiz no Teleton, eu fiz no Teleton, o Dimar Lodrovski. O Dimar Lodrovski.
Malandroves, esqueci. Eu fiz lá pro Teleton, né? O de Malandroves, no programa do Ratinho. Contra o... O marido da... Porra. Caramba, bichão do cabinete. Não, eu contra o... Como é o nome dele, porra? Teleton, Teleton. O Teleton lá, que eu tava lá, porra. Marido de quem? Marido da... Porra, marido da Rebeca, porra.
O Pato, porra. Ah, o Alexandre Pato. O Pato, porra, claro, porra. Gente boa demais, foi bater o peito pra Malandros, bicho. Bateu no Traversão, deu uma porrada no Traversão. Puta que pariu, maluco. Não, mas, porra, o goleiro... Você goleiro marcou a época. O Malandros, porra, era sensacional. O Malandros que era foda pra cara. O Malandros que era porra, bicho, era porra. No filme do Malandro Rádio que deu certo, o Zico, eu convidei o Zico, o Zico bateu um peito pra Malandros no filme.
o garinho o garinho tudo gol ele bateu pra valer mesmo, deu um porradão porque eu queria fazer meu nome ele não deu colher não colher é porra nenhuma eu estive lá no programa do Zico
O Zico é muito gente boa. Pô, o Zico é... Ele tá lançando um filme agora aí, pô, o Zico. É, o samurai de Quintinho. Ele tem que vir aí, ele vai vir aqui. A história da Autal, a mesma que distribuiu o meu filho. Já veio aqui, vai voltar aqui agora. O Zico é muito gente boa, ele, os filhos dele, né? Arthur, vai lá, pô. Pô, Tiago, o Júlio. O Zico é um exemplo, né, beijo?
Eu falo no... Eu botei lá no meu Instagram, lá, o... o arroba serginho malandro com dois Ls. Eu mostro, porra, porque às vezes no final do show, eu falava, porra, olha quem tá presente aqui no show. Porra, ele veio aqui, tá com a esposa, com o filho, obrigado pela sua presença. Ele, nosso garim de Quintino, nosso querido Zico. Aí eu falo, de pé, de pé, todo mundo fica em pé. Aí eu falo, ah, pegadinha no malandro, não tem Zico nenhum. Ele vem com essa.
Tá no meu Instagram, pô. Ele tá no Japão. E eu fazia isso, pô. Eu falo, pô, ele nem me conhece, pô. Eu fazia muito essa brincadeira. E também fazia em São Paulo com o Rivelino. Aí um dia eu tô lá fazendo um show no Corinthians, meu irmão. Não é que o Rivelino aparece atrás de mim? Caralho. E eu falo brincando, bababá, e o Rivelino atrás de mim, parado assim, bicho. Aí quando eu olho, pô, eu sou o orilha. É. Aqui é o ADJ, mano. Aqui é a história do Nelson Gonçalves, cara.
Porra, o Nelson Gonçalves é foda. Nelson Gonçalves é foda. Aquela mesa. Porra, bicho. Antigamente, os bastidores do SBT não é que nem hoje em dia. Camarim do Sérgio Malandro. Eu chego lá e tenho um camarim. Camarim do Ratinho, camarim do Despeitinini, camarim da Sônia Lima, camarim do... Isso é muito foda.
Antigamente era todo mundo o mesmo cabarejo. Não, antigamente era todo mundo o mesmo cabarejo. Só em breve, né? Isso que era legal. Show de calouro, todo mundo o mesmo cabarejo. Isso que era legal, bicho. Ficava, porra, eu, Aracide Almeida, Sônia Lima, Pedro Dilara, Nelson Rubens, porra, o Térgio Petinini, Wagner Mons. Ok, ok.
A Flor, a Mara, porra, todo mundo. Todo mundo ficava no mesmo camarim. Carlinhos Aguiar. Carlinhos Aguiar, não? Carlinhos, eu sou fã. Carlinhos já é de outra geração. Mas na nossa geração, show de calor. Era eu, Décio Pitilini, Pedro de Lara, Sonia Lima. O Pedro de Lara também sou fã. Pedro de Lara. Então todo mundo ficava no mesmo camarim. Amorado pra caralho. Todo mundo era no mesmo camarim. Porra, e o que aconteceu? Nesse dia tava eu...
Des Pitinini, Pedro de Lara, o Wagner Monte e o Nelson Gonçalves. O Nelson Gonçalves ia cantar no programa do Show de Calouros e ia receber uma homenagem do Silvio Santos e ia cantar no programa. Só tinha os homens, mas o camarim é coletivo. O Wagner Monte era muito moleque. Eu adorava o Wagner, ele era muito moleque. Eu tava ali na mesa ajeitando a minha menacia, que sempre gostei de menacia, tava ajeitando a menacia, o Wagner do nada, do nada.
Tô falando de uma coisa de 30 anos atrás. Olha pro Nelson Gonçalves do nada. Ô, Nelson!
É verdade que você botou em uma próstese do Pinto? Do nada. Eu ali comendo a melancia, assim, cortando a melancia. Pô, Nelson Gonçalves. Aí o Nelson Gonçalves... É verdade, sim. Aí o Traga, ele é muito moleque. Eu posso ver? Eu não tava nem prestando atenção, bicho. Tô, porra... Do nada, meu irmão. Acabou que o Nelson Gonçalves bota aquela coisa assim.
Pá, abaixo da mesa. Pá! Eu vi aquele salame. As bolinhas, os carocinhos da melancia já pularam. Aí o Wagner é muito moleque. Posso tocar? Falando. Quando ele fala isso, meu irmão, quem entra na sala? Quem entra no camarim? A Sônia Lima. Quando a Sônia Lima diz aqui, ela deu um grito. Ah! Saiu correndo. Aí o Wagner falou, é uma próxima, é uma próxima, é uma próxima. Meu irmão, a Sônia Lima bateu de frente com o Silvio Santos. O que é que tá acontecendo? Silvio, aquele camarim tá uma putaria!
O Nelson Gonçalves botou o pinto pra fora e o Wagner falou que é uma prótese. Aí o Silvio... Eu vou lá. Quer um pouquinho? Quer um pouquinho, meu irmão? Ele com aquele microfone... É. Quero ver. Quero ver. Cadê o Salani? Aquele microfone dele aqui assim, ó. Bom dia, bom dia.
Ô Nelson, é verdade que você botou aí um pinto de plástico? Aí ele... E eu comecei a ajeitar novamente a melancia. Melancia, Nelson. Eu tava ajeitando ali. Aí ele entrou, aí todo mundo parou nele. Pô, é verdade que você botou aí um pinto de plástico? Ele falou, não, eu botei uma prótese. Aí eu disse, eu posso ver? Eu falei, pô, não acredito. De novo essa porra. Porra, aí meu irmão, juro, isso aqui não é piada nem nada.
Aí ele falou, tá bom. Aí, pá, botou de novo na mesa aquele salame, meu irmão. Aí o Silvio arregalou o olho, ficou parado se olhando, olhou pra mim e falou, já vi, já vi, já vi, já vi, já vi. Aí ele ficou parado assim, uns 20 segundos, assim, parado. Aí puxou uma caneta e falou, caraca, vai dar o toque na piroca. Aí ele fez assim, bateu assim no pinto dele, assim, falou assim, qual o telefone do seu médico?
Eu vivi isso, meu irmão. Eu vou botar o meu nome. Eu vivi isso. Vai voltar a subir. Eu vivi isso, cara. Imagina, porra. Todo mundo tá de prova lá. A Sônia, eu sempre encontro essa história. A Sônia fala, porra, eu me lembro dessa história. Pé, pé, pé, bababá. Porra, meu irmão, 10 mil de litros. O Silvio era demais, meu irmão. O Silvio era demais.
O Silvio Arapórdos. Eu tive o prazer, você vê as pessoas que eu... A minha carreira, eu tava até falando lá no documentário e tal, eu falei, pô, meu irmão, na minha carreira, as pessoas que cruzaram o meu caminho, né? Eu tive a bênção de trabalhar com o Silvio Santos por 12 anos, 13 anos.
Porra, sei lá, ao mesmo tempo que eu fiquei na faculdade, 12, 13, sei lá, eu adorava a faculdade, repetia muito. Porra, o Silvio Santos, meu irmão, era um cara que, porra, eu aprendia muito com ele, eu ficava sacando o jeito dele. E ele é aquilo que todo mundo imagina, era um cara que ria muito, era um cara que, porra... E ele ali tratava a gente como... ele não era o empresário, o dono da emissora, era tipo o colega de trabalho dele.
Porra, isso é muito fofo. É, mas, bicho, não tem igual. Vou te contar uma aqui do Silvio Santos.
Eu fiz aquele, a máquina da verdade. Lembra aquele negócio de máquina da verdade, aquele programa? E eu tava vindo bem, bicho, respondendo as paradas. Aí a máquina fala, verdade ou mentira? Mentira, isso. Se for mentira, você perde a parada. Aí ele faz uma pergunta, você responde, verdade. Pô, três mil. Verdade.
5 mil. Eu tava ganhando ali um dinheirinho bom. Eu tava ganhando um dinheirinho bom. Porra, daqui a pouquinho. A última pergunta, meu irmão. Eu tava ganhando bem. Valendo 50 mil reais. Eu tava ganhando bem. Daqui a pouquinho, porra, vai a máquina. Mentira. Falei, porra, filha da puta. Fim. Acabou o programa. Tô lá no camarim. Aí o cara fala, o Silvio Santos tá chamando você lá no camarim dele. Falei, porra, legal. Vou lá dar um abraço dele. Aí entrei. Fico até arrepiado. Aí ele olha pra ele e fala, Térginho.
quanto você ganhou hoje aí? Ela falou, ganhei 8 mil. Ela falou, puxa, você ganhou 8 mil? Então, peraí. Fulano, vem cá. Chama lá o fulano de tal, babá. Aí, pô, fiquei no camarim com ele. Naquele bocadinho veio o cara. Falei, olha.
Dá 45 mil pro Serginho. Porque, olha, ele deu um show. Quem dá um show merece um ótimo prêmio. Mas, olha, Serginho, você vai sair daqui, você não vai falar pra ninguém que você ganhou isso, porque você vai ficar afino de pessoas aqui me pedindo. Mas, olha, você deu um show. Você realmente, você foi a alegria do programa. Dê 45 mil reais pra ele.
Porra, o Silvio Santos era assim, Brayden. Ele era um cara justo. E ele valorizava muito as pessoas que trabalhavam com ele. Uma vez ele chegou no programa e falou, cadê o fulano de tal? Não, ele foi demitido. Demitido? Não, não. Contrata ele novamente agora aqui. Ele era um ótimo profissional aqui no meu programa. Ele era um cara muito justo.
Muito justo. Mas a verdade também é que ele de uma hora pra outra mudava o programa. O programa tava no ar e o programa tá fora, hein? E tem uma coisa. Tem uma coisa. Um dia eu cheguei lá na televisão. Ele... Olha, como eu fazia muito sábado e domingo com ele, sábado e domingo. Eu fiquei ali dez anos, doze. Porra, sábado e domingo, sábado e domingo. Então a gente conversava no camarim. Ele fazia filhazinha, aquelas coisas todas.
Aí ele disse, Sérgio, eu vou mudar o seu programa, hein? Meu programa era de manhã.
Agora, seu programa vai ser de tarde. Das duas às quatro horas. E Damara vai passar pra de manhã. O Bozo vai passar pra de tarde. O Bozo. O da Eliana, da Jaqueline, não sei. Enfim. A Jaqueline pede Covid. Mudava o bagulho todo.
Aí a gente, falando depois que ele ia embora, fala, pô, o Silvio Santos tá maluco, bicho. Pô, o programa tá indo bem, o cara mudou de manhã pra de tarde, pegou o seu que é de tarde, foi pra de manhã, mudou o aqui e agora, porque era o horário, não sei de onde, babá. Todo mundo, porra, falava, aí, meu irmão, dava um mês, dois meses, o programa dobrava a audiência, aí ninguém fala, caramba, brother.
O cara era um gênio. O Silvio Santos estava 5 mil anos na frente. Em termos de... Ele tinha uma visão assim que ele falava... Ele tinha umas coisas, porra... Eu me lembro uma vez que, porra...
Ele ficou anunciando durante, porra, sete ou oito meses, porra, a gente lá no show de calor. Atenção, dia 15 de agosto, Rambo 2. Não percam o Rambo 2. Passa o trailer do Rambo 2, pá e tal, pá, porra, no outro domingo. Rambo 2 vem aí, dia 15 de agosto, babai. A gente tava lá em março.
porra, anunciando o Rambo 2 em março, porra, abril, Rambo 2, maio, Rambo 2, porque, porra, não tinha filme, eu tô falando de quando era de 80 e pouco, porra, que eu tava na SBT, Rambo 2, Rambo 2, Rambo 2, aí, meu irmão, no dia do Rambo 2, a Globo vai no Jornal Nacional, porra, no meio do Jornal Nacional, que, porra, era, né, urgência máxima, né, entra uma, atenção, o cara falando, olha, hoje,
10 horas, 10 horas, babá. Rambo 1, Rambo 1, com exclusividade pra vocês. Puta malanda. Jornal Nacional. Aí, porra, no comercial. Rambo 1, hoje, 10 horas, babá, babá. O que o Silvio Santos fez? Entrou ao vivo. Foi lá, correndo na TVS, entrou ao vivo. Falou, pessoal, vocês estão vendo que eu tô anunciando aí o Rambo 2, desde março. E a Globo resolveu botar hoje, hoje, o Rambo 1.
Que exatamente eu não entendi porque botou o Rambo 1 hoje. Mas olha, assistem o Rambo 1. Até pra vocês entenderem o Rambo 2 que eu vou passar na outra. Ele é foda. Ele é foda, bicho. Tirou da Relidinha, botou na outra. Não, entrou ao vivo. Deu esse recado e falou, vamos esperar. Vamos assistir também o Rambo 1. Também vou assistir o Rambo 1. Pra vocês assistirem. Ele tinha um negócio do filme que ele, no domingo, né? Ele ia anunciando o filme da noite e falava, eu não assistia. Eu não assistia. Ele não ouviu.
É, a minha... É muito carismático. A história da Casa dos Artistas é espetacular. Eu sinto muito a saudade dele, bicho. A verdade é essa. Muita, muita, muita. Eu tenho até... Porra, outro dia eu tava aqui mostrando... Eu vendo, fazendo previsões. Porque, porra, no programa dele, o que que acontecia?
Porra, um dia eu inventei de falar, sei lá, uma previsão. Aí, meu irmão, todo domingo, ele falava, Serginho, gostei muito disso aí, ó. Domingo que vem, prepare coisas boas. E você não podia ensaiar nada com ele. Não tinha nada, nada de ensaiar nada. Na hora, Lino. Nada você podia combinar com ele. Um dia eu falei pra ele, pô, Silvio, eu vou falar isso aqui. Aí você fala isso aí. Não, não, não, não, Serginho, não. Faz o seu trabalho que eu faço o meu. E vamos indo.
Então não tinha combinação, não tinha ensaio. Aí eu comecei a fazer uns personagens no programa. Fazia uma cigana. Aí ele falou assim, olha, domingo que vem prepara coisa nova, prepara coisa boa. Aí começou a virar uma obrigação, meu irmão. No outro dia eu tinha de padre, tinha de não sei de que, surfista maluco. Aí eu ficava... Bicho, aí o que acontecia? O programa tinha assim...
30 caloros. Ia entrar um calor, porra. 30 caloros, 40 caloros lá atrás. Ele começava o programa. Aí começava Pedro de lá, não sei o que lá, bababá, Bebé, Sérgio Malanda, Despertininho, Sônia Lima. Aí virava uma resenha ali, que a Boquinha tava jogando farinha no Pedro e pá, bababá. Daqui a Boquinha entrava cinco caloros, seis caloros, o programa passou a ser...
O programa com os jurados. Nelson Rubens, não sei o que lá. Um dia... E o Sérgio Malandro lá. Será clássico. E aí, meu irmão, acabava o programa dele, por exemplo, eu ia numa pizzaria de noite. Meu irmão, todo mundo viu o programa. O programa dava 45 pontos de audiência. 48, 50, 42, 40. Hoje em dia a televisão mudou.
Hoje em dia é outra história. A pessoa dá 10 pontos, 5 pontos, 8 pontos. Pô, solta foguete. Você trabalhou com o Chico? Chico Arniz, é filho das Coríntios do senhor Raimundo. É outro também que, pô, fenômeno. Que dizem que também não acerta. Faz o teu na hora, vou fazer na hora. De primeira, né? Chico Arniz, isso que eu tava falando, tá vendo? Isso que eu tava falando. Vai fazer o Gigante Foral ou o Pique Meu?
Eu lembro que no Papagaio você levou o filho do Chico. Pô, Chico. Ele veio o Chico... O Niso, né? Niso. Gente boa pra caramba. Niso, é. Pô, eu trabalhei com o Chico. O Chico, pô, eu fiz a escolinha... Porque quando eu fui pra Globo em 90, o...
Eles falavam, você vai fazer aqui o show do malandro, que era no horário do Chacrinha. O show do malandro. Então eu fazia um programa que tinha os calores explodindo e o meu júri, meu corpo de jurado, era a Regina Duarte, o José Wilker, falecido, o Salvador José Wilker, era o...
Glória Pires, Flávia Alessandra, então eram os atores da casa que eles eram obrigados a fazer o júri. Então meu júri era, pô, meu amor, era nata. Era só de estrelas. Era nata. Aí tinha os calouros, os calouros explodiam, pô, os caras que cantavam lá Cidade Negra, tava se lançando, Zezé de Camargo e Luciano, enfim, pô, era uma turma maravilhosa.
Ih, meu irmão. O que que é isso? Porra, isso aqui é porra. Forneria original. Uma vez eles anunciaram lá no Papagaio. É, é mesmo? Pô, essa pizza é uma delícia. Porra, absurda. Porra, bicho, essa pizza é uma delícia. Essa mozzarela eu vou lançar, hein? Eu comi uma... Eles fazem uma doce também, uma doce que tem... Quase, hein? Pô, um absurdo. X-Q, doce de leite, sacanagem. Não, um absurdo, é. Porra. Por calabresas. Que isso, irmão.
Forneria original aí. Sensacional, hein? Essa tá arrebentando, bicho. Aí, antes de começar o meu programa...
Me botaram na escola do professor Raimundo. Pra fazer o malandro. É, aí eu fui lá no Leblon, na casa do Chico. Nunca mais, o Chico era muito gente boa, bicho. Aí o Chico, Serginho, pô, eu quero você lá na escolinha, pá, enquanto você não lança seu programa e tal, pá. Aí eu falei, pô, legal, vai ser um maior prazer e tal, pá, pá, pá. Aí eles deram lá um roteiro. Mas ele falou, você tem que ser o Sérgio Malandro mesmo. Não vai ser um personagem você.
Você vem do jeito que você anda, você vem, babá. Aí eu comecei a fazer o Chico. Aí o que que aconteceu?
Aí tava agradando pra caramba, estavam gostando da parada. E o meu programa eles não botavam no ar, o show do malandro, porque eu fui pra grupo pra fazer o show do malandro. Aí, porra, e a minha empresária na época era a Marlene. A Marlene falou, por caramba, bicho, pô, eles tão demorando pra botar o programa e tal, bá, bá, bá, pô, eles tão gostando de você lá na escolinha, porra. Aí eu falei, pô, Marlene, vai acabar, meu irmão, pô, de repente eles não botam o meu programa. Eu vim pra cá pra fazer o show do malandro.
vai acabar no botão, como é que é isso? Ela falou, então é o seguinte, vai lá no Chico e fala que você não quer ficar mais porque você está esperando o seu programa e papapá. E fui lá no Leblon, na cadeira de novo, porque primeiro você estava no banheiro e você não viu. Eu fui na casa do Chico porque o pessoal falou, você vai fazer a escola, eu sou Raimundo, ele falou, pô Serginho, quero você no programa, vai ser você, você não precisa de personagem, você entra, você, babá.
Eu fiz alguns programas na escolinha e o pessoal tava gostando e eu também tava gostando de fazer, só que, pô, eu tava esperando o meu programa, show do malandro, eu saí do SBT pra ir fazer o meu programa de sábado do malandro. É, aí, bicho, a Marlene falou, então eu falei assim, vai lá e fala que você não, não é que você não queira ficar, mas se você ficar, você vai acabar, eles vão ficar um pouquinho mais esquecendo. Aí fui lá, novamente no Leblon, aí tinha um, olha como é que a vida é louca, hein? Aí tinha o meu texto.
Meu texto, eu falei, pô, Chico, obrigado pela sua compreensão, porque eu quero fazer o meu programa. Daqui a pouquinho eles vão me esquecer, vai demorando, aquele negócio de rolar, de rolar, de rolar. Aí veio o texto para mim, aí eu li o texto e tal, o texto estava maneiro, falei, pô, então não vou fazer. Ele falou, tá bem. Então, na próxima gravação, é isso aí, Sérgio, vai fazer o teu programa. Aí quem pegou o meu texto?
Ness da Capitinga. Aí chamaram o Ness da Capitinga, que ele fez o meu texto e virou o Ness da Capitinga. Puta, mano. Quando o Ness entrou na parada. Como que ele diz? Porra, eu quase cliquei pro Ness, falei, Ness, bota 10% aí que tu vai ganhar.
Entrou na minha vaga. Eu que abri essa porta pra você. E depois do Nelson, quem entrou? Acho que o Nelson saiu e quem entrou? Tom Cavalcante. Tom Cavalcante, cara. E de conhecer a hora de Fortaleza, né? E olha quanto talento, né, cara? Não, você vê como é que é uma sequência assim, quando você abre uma porta, às vezes a pessoa tá com a porta fechada, né? Por isso que eu digo, você tem que acreditar sempre no... Não, como é que esses...
No amanhã eles abriam a porta também. Ele remunera o Silvio quanto o Chico Alísio, né, cara? As escolinhas eram mais baratas, bicho.
revelava e dava estrutura pros antigos, né? Não, e o mais legal da escolinha era o antes da escolinha. Porque ali ninguém sai assim, ninguém combina nada. E o Chico, meu, o Chico era um gênio, né, Bicho? Chico, porra. O Chico, ó, quer ver uma coisa muito curiosa? Pouca gente sabe disso. Eu trabalhava na Rio Gráfica Editora.
eu fui lá pra trabalhar, como tráfico publicitário, nem sabia o que era isso. O Rui Carneiro era diretor de lá, o Alberto Persegueiro, que foi até da minha sala, hoje a gente tem o nosso grupo, eu, ele, Luiz Oscar Niemeyer, o Xuguga, então o Alberto era da minha sala. Que fracasso.
O Alberto era da minha sala. O gênio. Ele era sempre o primeiro aluno. Quando ele não era o primeiro, ele era o segundo. Aí ficava puto que era o segundo. Porque tinha o outro que era o Neuberk, sei lá. Eu tirava o primeiro. O Alberto era muito bababá. E ele trabalhava na Rio Gráfico Editora. Ele já era um diretor na Rio Gráfico Editora. Você vê como é que o moleque já era... Aí eu pedi trabalho lá. Eu estava trabalhando com 18 anos. Fui lá para trabalhar como tráfico publicitário.
Aí, tô lá, nem entendia lá, negócio da revista, pra botar a boneca da revista, nem sabia que era, meu irmão, me botaram lá, e o cara sempre ia me mandar embora, mas quando o cara ia me mandar embora, eu contava sempre mais histórias, porque eu chegava muito atrasado, e contava porque eu tava atrasado, e o Pimentel, que era o diretor da nossa área, aí o cara fala assim, meu irmão, você tem que mandar esse cara embora, ele chega atrasado, mas ele não entende nada, mas ele me faz rir, ele vem aqui, conta uma história, eu fico rindo, rindo, rindo, aí eu fui ficando, fui ficando, ficando. Aí numa dessas,
A revista tinha que fazer um comercial com o Chico Anísio. Com o Chico Anísio, que ele era o jogador de futebol. Como é que ele fazia? O Qualhada. O Qualhada. O Qualhada. Aí...
A revista vai lá filmar o comercial, o bababá, que vai fotografar, babá. Aí fui lá na Globo. Foi quando eu vi pela primeira vez o Chico Anísio e tal, fazendo coalhada. Aí o cara falou assim, ó, vem cá, tu... Tu precisa de figurante aqui, bababá. Esse garoto aí, só pra fazer figurante. Falei, claro, meu irmão. Pô, pra chamar aí agora, bababá.
Aí fiz a figuração lá, entrei muito, saí calado no comercial do Qualhada e tal, era no vestuário, aquele jeito todo. Aí quando acabou eu falei, pô, Chico, todo mundo fala onde eu vou, eu frequento o meu clube, minha praia e tal, o pessoal fala que eu sou um cara muito engraçado e eu queria uma oportunidade na televisão, mas de repente, pô, você viu o que eu fiz aqui, a parada e tal?
Ele falou assim, você tem vontade de ser artista? Falei, muita vontade de ser artista, porque as pessoas falam e eu tenho essa vontade. Então é o seguinte, você vai ali na... Você vai virar aqui agora, porque a gente tá no teatro Fênix Quero ali na Lagoa. Você vai sair do teatro, você vai aqui nessa rua mesmo, à esquerda, você vai na sala tal e você vai falar que você falou comigo e que você quer uma oportunidade pra você... Pra estar ao trabalho. ...regressar na televisão.
Você vai procurar o fulano de tal ali na sala tal. Porra, meu irmão, sai todo animado.
Porra, saí dali e tal, fui na sala. Cheguei na sala, estava lá o sargento Pincel. Lembra? Sargento Pincel. E mais umas pessoas ali e tal. O produtor, o diretor e tal. Aí eu fui lá todo animado. Falei, olha pessoal, o Chico Alísio pediu pra eu vir aqui.
E falou o seguinte, pra vocês me daram uma oportunidade pra eu poder entrar aqui na televisão e tal. Aí eu falei, pô, porque o pessoal me diz que eu sou engraçado, papapá, meu pedido é malandro, pipipi, babá. Contei a minha história, os caras ficaram olhando. Aí eu falei assim, então você quer trabalhar na televisão? Eu falei, pô, eu tinha muita vontade de trabalhar na televisão.
Como é o seu nome? Eu falei, meu nome é Sérgio Malandro. Ele falou, tá bom, então o seu apelido é Malandro, mas você é conhecido como Sérgio Malandro. Meus amigos me chamam de Malandro, eu sou o Serginho. Sérgio Malandro, tá. Então, ele botou assim, Sérgio Malandro, é Malandro, é. Eu falei, Malandro. Tá, faz o seguinte, você fica ligado no Jornal Nacional, que se o Jornal Nacional anunciar o seu nome, Sérgio Malandro, você vem pra cá que você vai ter sua vaga garantida. Assim mesmo. Eu falei, porra, os caras...
Falei, pô, os caras... Falei, mas não entendi. Então, foi assim, assim. Se o Jornal Nacional falar, olha, Sérgio Malandro foi convocado, você veio pra cá. Os caras me sacanearam. Aí o cara riu, o outro riu e tal. Falei, pô, legal. Olha como é que a vida dá. Voltas. Quando eu fui pra Globo, quando eu fui pra Globo, em 90, a minha sala era exatamente nesse local ali, porque as produções eram ali. E o...
Tava ali na sala. Tava na sala. Tava na sala. A sala do lado era do Chico Anísio, da turma. E eu falei, caramba, bicho. Porra, se esses caras soubessem que aquele cara que veio há alguns anos atrás... Os caras zoaram, né? Tiraram uma onda e tal. Me sacanearam. Hoje sou eu? Porra, eu ia chegar e falava, tá vendo? Lembra disso? Mas eu já não sabia mais quem era, sacou? Ah!
como a vida da volta no mesmo lugar, as vezes você passa pelo mesmo lugar que não é seu mas que no futuro será seu a mesma sala, é muito louco você tem que acreditar sempre no amanhã acreditar em você e não guardar mágoa de nada, sacou? porque dizem que as pessoas falam as escadas do sucesso ela é muito estreita, você pra subir no sucesso na escada, você tem que puxar uma pessoa de cima pra baixo, você pode subir eu não acredito
Eu acho que pra mim a escada do sucesso Ela é larga, totalmente larga Onde você tem seu espaço, você vai subindo, vai subindo Degrau por degrau Às vezes tem pessoas que sobem mais rápido por aqui Deixa subir mais rápido, vai no teu degrau Tem gente que às vezes quer desistir Tem gente que às vezes para É nessa hora que você tem que estender a mão e falar
Não desiste não, meu irmão. Vambora. Sobe, meu irmão. Vambora. Se esforça. Vou te ajudar, vou te empurrar, vou te amparar. Porque, meu irmão, o sol nasceu pra todo mundo. Não tem esse negócio de você ficar... Vocês têm teu podcast aqui. Pô, teu podcast é um bom sucesso. Você não tem que estar preocupado com outro podcast. Entendeu? O sol nasceu pra todo mundo, cara. Só que as pessoas não entendem isso. Tem que ficar preocupado com quem tá no degrau na tua frente. É, claro. Entendeu? E às vezes, por colaborar... Colaborar e empurrar, sacou?
Se puder puxar alguém de trás. Você tem que estar preocupado se de repente alguém vai te empurrar. Tudo bem, você ficar esperto. Mas nunca prejudicar ninguém, brother. É a melhor coisa. E a tua trajetória mostra isso. Você tá sempre aí, tá sempre em evidência. Sempre tá aí, Sérgio.
O lavrador só sente aroma daquilo que ele colhe. Se você plantar coisas boas, tu vai colher. Não tem como não colher. Às vezes demora um pouco, outros demoram mais, mas tu vai colher, Bralha. Não tem esse negócio, tu tem que ter amor no coração, e falar e acreditar em você. Não tem essa maluquice. Eu já vivi muita coisa, Bralha.
Imagina, tu enfrentou de uma idade Eu lembro que nessa época que você Viu essa virada da pegadinha Da Gazeta, tu vinha de um momento Que tu deu uma queda Lembra quando você falou que quando você volta Com pegadinha explode, você volta no cenário nacional 96 eu quebrei Porque o Silvio Santos Quebrei em 96 porque O Silvio Santos parou todos os programas
Houve uma mudança lá na TVS que, porra, que ele descobriu algumas coisas, pá, pá, pá, e falou, vem cá, qual é o seu núcleo? Meu núcleo aqui e agora, Mara Maravilha, e não sei o que lá. Acabou o seu núcleo. O seu, Sérgio Malandro, com o fulano, acabou o seu núcleo. Aí ficou a Hebe, o Gugu, o Chaves e o Silvio Santos. Foi em 96. Eu tava lá na SBT. Aí parou tudo, acabou os programas.
Pô, o que que aconteceu? Antigamente, hoje você tem a rede social. É isso. Onde você se defende. Aqui, nós estamos aqui, porra, terminando de uma audiência na rede. É isso. Então você sobrevive disso aqui. Você tem seu anunciante, você tem seus seguidores. O YouTube é o teu patrão. Então você sobrevive por você mesmo. Isso. Você se reinventa, você fala, eu quero ganhar dinheiro, vou fazer vendas no Instagram.
A pessoa sai vendendo Você vê que hoje quantas pessoas aí viraram O veículo é a pessoa Mas só que antigamente você só dependia da televisão Se a televisão não te quer mais Acabou Aí em 96 o que aconteceu Fiquei fora do ar
Porra, o ciclo que você fazia Que tinha, porra, 3 mil pessoas Começa a ter 300, de 300 No outro mês, 30, no outro mês O negocinho que eu vendia Tênizinho do malandro, roupinha do malandro Bá, bá, bá, óculosinho do malandro Brinquedinho do malandro, que sai água Você sai do ar, porra, dois meses Três meses, quatro meses Começa, a criança vai Comprar o que tá vendo na televisão Agora compra o... Cavaleiro Zodíaco É, vai, bá, bá Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au Au
Aí eu comecei a vender tudo que eu tinha comprado, meus imóveis, bababá. Resumindo a história, história boa, história curta. Porra, eu fiquei dois anos fora do ar. Comecei a vender tudo, vendia tudo, vendia tudo, vendia tudo, vendia tudo. Acabou que, porra... Acabou. Sem dinheiro nenhum. Nada.
Tava na minha casa, que eu tenho essa casa até hoje. Hoje, porra, graças a Deus, porra, toda reformada. Mas a casa tava ganhando aos pedaços. Aquela coisa de, porra, né? Porra, faz tudo que vai indo aos pedaços. Vai acabando tudo agora. Todo mundo sumindo também, amigo pra caralho. Isso aí, então, porra. Aí embaixo o oficial de justiça na minha casa. Porra, eu já tinha entregado minhas motos, meus carros. Só tinha mais um carro só, só tinha um jipe.
Aí bate o oficial. Aí eu abro a porta. Aí o cara olha. Pô, você é o Sérgio Cavalcante? Caramba, mas você é o Sérgio Malandro, Sérgio Cavalcante? Puxa, eu sou...
oficial de justiça, apresentora e tal. Pô, eu vim levar seu carro, seu carro tal, blá blá blá. Mas, puxa, mas você é o Sérgio Cavalcão. Caramba. Puxa, você é o Sérgio Manando. Olha, meu filho, eu tenho um filho de oito anos ou nove anos. E ele é teu fã, porque eu fazia programa pra criança. Ele te adora, você é o ídolo dele. E ele tá hospitalizado, porque ele tem câncer.
Aí eu falei, caramba, então, peraí, só um minutinho. O teu filho tem nove anos, tem câncer, tá no hospital, só um minutinho. Aí subi, né, minha casa tem uma porrada de escada, subi lá em cima. Aí fui lá no armário e peguei um bonequinho, que eu tinha um bonequinho que fazia com a mãozinha assim. Aí falei, olha, dá esse bonequinho pro seu filho. Aí, meu irmão, ele assim, com o olho cheio de lágrima, o oficial de justiça, ele falava assim, mas...
Como é que eu vou fazer agora? Pô, vir pra levar seu carro, você... Eu falei, olha, o negócio é o seguinte. Você vir aqui pra levar o carro, faça seu trabalho. O bicho já ia perder esse carro mesmo. Mas não esquece, dá esse bonequinho pro seu filho. Aí eu...
Cantarelli e Beto. Aí quando ele começou a descer a ladeira, porque eu moro numa ladeira, né? Minha casa numa ladeira. Quando ele começou a descer com o meu carro, levando o meu carro embora e tal, eu comecei a chorar muito. Mas eu chorava, não era porque ele estava levando o automóvel. Eu chorava porque na minha casa, lá em cima, estava meu filho, que era pequeno, com a minha outra filha, que era pequena. Mas eles eram saudáveis. Então eu falei, caramba!
Qual é o problema que eu tenho? Foi aí que eu lancei a teoria do obstáculo e o problema. Falei, qual é o problema que eu tenho? Não tenho nenhum problema. Qual é o meu problema agora? É descer, conhecer a redondeza a pé, vou conhecer aqui as coisas que tem aqui, e vou me reinventar, eu vou... Eu continuo sendo um artista, eu vou buscar um novo horizonte, blá, blá, blá, blá. Aí...
Eu chorava muito, porque eu falei, bicho, eu não tenho problema, eu tenho um obstáculo. Problema, coitado, é esse moço que veio aqui, que tem um filho, meus filhos são saudáveis, eu só tô agora sem dinheiro. Aí comecei a batalhar, bicho, eu falei, só não posso perder minha essência, você não pode perder a essência.
Você pode perder tudo na vida, você pode perder relógio, a matéria, essa matéria está longe do relógio, aqui ou está perto, você pode tirar e levar a qualquer momento. Mas o que está dentro de você ninguém tira, a sua vontade de vencer, a sua vontade de viver, seu amor a Deus, seu amor às pessoas, seu amor ao seu trabalho, isso você não pode perder.
Aí eu comecei a procurar as pessoas e tudo mais. Aí eu me lembro que, pô, eu tinha sete reais. Eu tinha sete reais nessa época. E eu tava com a minha mulher em casa, minha filha e minha babá. Aí fomos no cinema. Aí eu falava, olha, é o negócio seguinte. Espera o cinema fechar, porque quando o cinema fecha, tu vai na bilheteria. Fala, puxa vida, cheguei agora, quero comprar um ingresso. Puxa, Serginho. Porque agora eu continuava famoso. Eu era o Sérgio Malandro. Só que eu tava duro.
Aí eu falava, caramba, eu vim lá de São Paulo, queria ver o filme. Ah, então entra por aqui, Sérgio. Então, eu entrava. Aí, quando saiu, eu falei, no McDonald's, falei, vou comprar aqui um sanduíche. O papai chegou um garoto e falou assim, poxa, olha que ele tá aí, o filho do Silvio Santos. Pô, me paga um sanduíche. Falei, porra, só tinha sete reais que eu ia comprar. Aí eu falei, tá bom, então me dá um sanduíche aqui, a batata frita, pô. Fica com a metade aqui, ela deu pro garotinho, aí meu dinheiro acabou.
Aí o que eu fiz? Aí eu falei, eu não posso perder minha essência. Aí eu comecei a procurar pessoas, né? Fui batendo de porta. Meu irmão, nessa hora as portas tudo se fecham. Fecha a porta daqui, fecha a porta de lá. Fora da TV. É, fora da TV. Aí fecha a porta de lá, blá, blá, blá. E só tinha a TV, só tinha a TV. Aí, meu irmão, mas Deus é muito bom, bicho. Você não pode perder sua essência. Você tem que acreditar em você. Porque só você tem que acreditar em você, bicho. Nessa hora é só você, não tem outra pessoa. É só você.
Aí eu fiz um projeto, conheci uma pessoa, falei, irmão, quanto custaria você fazer esse projeto pra mim? Ele falou assim, ó, custaria tanto. Eu falei, olha, eu não tenho esse dinheiro, mas se você acreditar em mim e eu voltar pra televisão, eu vou pagar três vezes mais o valor desse projeto. Aí o cara acreditou em mim e falou assim, tá bom, eu vou fazer pra você. Eu acredito em você, você tem talento, você blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá.
Eu fiz um projeto, aí eu comecei a bater de porta em porta. Aí a sorte que eu dei.
Eu conheci a Carmen Bassitt, que a Carmen Bassitt era a rainha das laranjas. Fiquei amigo dela. Ela falou, vai no Conrado, que estava na Rede Manchete.
Ligou pra ele, ele era muito amigo, ele falou, Corrado, receba o Serginho malandro aí, que ele tá com um projeto maravilhoso aí. Fui no Corrado, o Corrado olhou e falou assim, caramba, isso aqui serve pro programa do Amilcar. O Amilcar e o Marcelo Carvalho, eles tinham o programa que eles iam lançar na Rede Manchete, Domingo Milionário, que era com o Otávio Mesquita e com a Virginia Novick. E depois sonaram os donos da TV.
Aí falou, olha, eu vou ligar pra ele, o Corrado. Ligou pro amigo, falou, amigo, eu tô com o Serginho Manon, ele tá com um projeto bem legal, cara. A cara desse programa que vocês vão fazer aí no domingo. Aí então manda ele vir aqui, lá em São Paulo. Aí falei, cara, eu vou pra São Paulo, porra, sem dinheiro, pá, pá, pá. Peguei um ônibus.
Vim pra São Paulo. Aí a secretária do Amilcar. Qual a placa do seu carro, né? Pô, falei, porra, a placa do carro? Aí tava na época, tinha negócio de rodízio. Aí falei, ah, meu carro tá no rodízio, eu vou chegar aí, não precisa de placa não. Aí fui no Amilcar, mostrei o projeto, meu irmão. Aí ele, porra, gostei muito. Aí comecei a contar minhas histórias, ele ria. Ele, o Marcelo Carvalho, ria. Resumindo a história, história boa, história curta.
Aí liguei pra minha mãe e falei, mãe, aí ele falou assim, ó, vou te dar 24 mil reais por mês. Falei, caramba, bicho. Isso tinha virado uma fortuna. Pô, estamos falando de 1999. É, o dia não. Aí eu falei, pô, não, eu falei, pô, vou me reerguer, né, cara? Liguei pra minha mãe e falei, mãe, pô, consegui um trabalho, bababá, bababá. Aí, fui fazer o Domingo Milionário pra eles. Era a Virginia Novick, Otávio Mesquita e eu.
Dois horários. De 2 às 4, Virgínia. 4 às 6, Mesquita. E eu de 6 às 8. E tinha que vender aquele negócio de 0,900. Lembra que ele era dono de 0,900? 0,900. Tinha umas caixas. Aí a pessoa ligava ao vivo. Liga 0,900 agora. Vou atender. Alô, quem tá falando? Qual a caixa que você quer? A 2, a 3. Tinha os prêmios. Aí, bicho, eu vendia pra caramba, porque eu tava preocupado só com aquilo. Aí ele falou assim, agora, Sérgio, o programa aqui vai terminar, mas eu vou comprar um horário na CNT Gazeta.
E esse programa vai ser... Mas eu só vou levar você. Você é o meu vendedor nato, eu vou levar você. Falei, porra, graças a Deus. Falei, porra, babá. Estou lá na CNT Gazeta, fazendo esse programa, de quatro às oito, porque eu fazia, pá, pá, pá, 096, babá, babá. Acabou o programa. Estou ajeitando lá a minha mochila, babá, babá. Acabou que eu vejo...
o cara falando, pô, mas quem vai entrar no horário? Mas, pô, ele não pagou o horário. Quem vai entrar no horário? Eu acho que era o E.V. Sobral. Tinha o E.V. Sobral que fazia um programa. Às vezes a pessoa compra o horário e, às vezes, pô, não pagou naquele dia, alguma coisa assim. Ele falou assim, mas e agora? Não tem quem botar no programa. Eu tô ouvindo.
Eu falei, ó, vocês estão precisando de alguém que entre ao vivo aí, às 10 horas, de 10 à meia-noite. Porra, pode me chamar. Pode me chamar que eu entro aqui. Eu tô aqui, eu tenho o meu programa que tem as pegadinhas, porque eu botava as pegadinhas e os 0900. Então eu era um pedacinho de pegadinha, 0900 liga agora, bababá. Resumindo a história.
Aí ele falou pro Sérgio Felipe, que era o presidente. Sérgio Felipe, concorda em deixar o Sérgio Balando e tal? Então ele cobre o horário do menino e tal? Pô, legal. Tava até o Zé Carlos Martinez, que era o dono da CLT. Faleci o Zé Carlos, que sofreu um acidente de avião. Tava lá. Meu irmão. Aí entrou o programa. Dez horas. Veio do R.R. Soares. R.R. Soares fazia o programa. Passou pra mim? É. Passou pra mim ali com 0.3.
0.3, audiência. Aquelas audiências... Aí, meu irmão. Estamos aqui agora ao vivo, tudo ao vivo. Vamos ver a pegadinha no mendigo. E eu estava com a Ilane, mais uma outra malandrinha. Mais uma outra. Era um estúdio aqui, duas câmeras. Resumindo. 1.2, 3.
Cinco. Aí o Zé Carlos ligou pra Curitiba e falou, o que que tá acontecendo, pô? Tá dando cinco pontos, esse bop tá quebrado? Não, não, o garoto tá dando audiência. Pô, tá indo bem. Sete, nove, resumindo a história. Dezenove pontos de audiência. Eu comecei a quebrar todo o estúdio, quebrava, por exemplo, videocassete, pá, não sei o que. Quebrando os prêmios todos que tinha lá. Aí, dezenove pontos de audiência contra cinco da Rede Globo.
Quem tava na época, até brincava, era o Carlinho Brown fazendo o especial, não sei o quê, porra. Eu até uma vez encontrei o Carlinho Brown no aeroporto, falei, vem cá, me dá um abraço, eu te amo, brincando com ele, né, e tal. Eu falei, caramba, puxa vida. 19 pontos de audiência. 18, 17, 18, 18. Uma atrás da outra, uma atrás da outra. Aí no dia seguinte, porra, o Sérgio Felipe falou, eu quero o Trito, que trabalhava lá com ele.
Ele falou, porra, Sérgio, o Sérgio Felipe quer tomar um café com você, ele quer te contratar.
Aí eu falei, pô, ele quer me contratar? Aí eu falei, peraí, bicho. Eu tô aqui, o amigo que eu tava lá falei assim, ó, é o seguinte. Eu me lembro que o Ratinho tava fazendo lá o negócio, o Ratinho ganhava um dinheirão, era cento e poucos mil, não sei o quê. Ainda era cento e nem dinheiro.
Não, ele tava na recorte Na recorte cheio pro SBT Ganhando um dinheirão com luva Com não sei o que Aí eu olhei pro trito E falei pra esse trito Fala o seguinte O Sérgio Felipe é o presidente do SBT Da Gazeta Porque a Gazeta queria se desligar da CNT Porque ia dividir Ele quer te contratar pra Gazeta Fala o seguinte Eu quero de salário Se ele me der 100 mil de salário Eu quero de salário
E mais uma comissão pelos merchandais. E mais uma luva pra eu ir, porque eu ainda tinha umas dívidas. De aí uns 250 mil. Eu vou. Eu falei aquilo, naquela de porra. Não vai me dar, é. Meu irmão. Aí ele liga. Depois da sequência, né? De noite, fala, ó. Ele aceitou, bicho. Caralho. Vem pra cá amanhã. Falei, puta caceta.
Eu falei, pô, me dá um tempo que eu tenho que ir lá falar com a Milka. Porra, aí fui no Milka, falei, Milka, tá acontecendo isso, isso e isso. Se você me der o dobro pra eu ficar aqui, porra, eu ganho 20 mil, 20 mil, 22 ou 21. Se você me der 40, 41, ele falou assim, Serginho, eu não posso te dar isso agora que nós estamos pegando a RedeTV, nós estamos comprando a RedeTV e entrando a RedeTV. Vai, vai.
Mas você merece isso, porra. Eu gosto, ele é meu amigo, ele é meu amigo até hoje. Mas você deve ir. Deve ir porque você merece. Você, porra, vai. Eu não posso fazer isso. Hoje em dia eu não posso te dar isso. Aí eu fui pra Gazeta, ganhando essa grana. Você vê como é que a vida...
E explodiu. Aí, porra, aí logo de cara, porra, eu comprei uma BMW que eu queria, com o meu filho. Arranquei a cabota, mas não pra... Porque eu queria realizar um sonho, sabe? Claro, claro. Falei, caramba, bicho, depois de tanta luta, porra, bababá, bebê. E aí que eu quero dizer com isso, que você, se você acreditar em você, foi aí que eu criei a teoria do... Eu fiz uma... Na época da pandemia, eu fiz isso na... Essa história toda eu conto. Uma live. Uma live. E viralizou nos Estados Unidos, porque eu falo, porra, é...
O que a gente tem... Eu sempre falo, problemas ou obstáculos? Problema, bicho. Problema na minha concepção de vida, depois que eu já vivi essa história. Problema quando você chega num hospital e alguém fala pra você assim, aquela pessoa que você ama, você vai perder aquela pessoa. Isso é o problema. Agora o resto, Braga.
O resto, ah, porque agora eu tô sem dinheiro, eu tô endividado. Ah, puxa vida, meu filho não tá indo bem na escola. Ah, meu marido brigou comigo, a minha esposa brigou comigo. Ah, agora meu celular não tá funcionando. Meu carro tá todo quebrado. E são obstáculos. Todo mundo que vem desse mundo vem pra vencer os obstáculos. Os são maiores, os são menores, os são mais difíceis, os são mais fáceis, mas são obstáculos. Porque problema, bicho, problema mesmo é você recebe o telefonema e a pessoa fala, ó, a pessoa que você ama sofrer um acidente e vai partir desse mundo.
Isso é um problema. Agora o resto, é o que eu falo. Enquanto o dinheiro ou o poder puder resolver o teu problema, não é problema. São obstáculos. Porque problema é outra história. Então eu tenho essa teoria na minha cabeça. Eu até falo isso no final do meu show. Sempre eu falo isso no final do meu show. E as pessoas, porque eu faço depois uma fila, tiro foto, e as pessoas falam, caramba, brother.
Parece que você falou pra mim, porque eu tava vivendo uma parada e eu só tenho obstáculo. Eu não tenho problema, porque na verdade é isso, bicho. O problema é que essas pessoas lá fora tão vivendo, que você tá dentro da sua casa, daqui a pouco cai um míssel e você fala, caramba, minha família toda morreu. Caramba, e agora? Agora o resto, meu irmão. Tá endividado, meu irmão.
Tá triste porque a mulher se abandonou, porque o casamento acabou. São obstáculos mesmo. Vida que segue, você vai se fortalecer. O problema é outra coisa, bicho. Aí eu criei essa coisa, essa teoria na minha vida e sou muito feliz assim. Sou um cara que eu não tenho problema.
Você não tá vibrando essa energia Só tem obstáculo, bicho Graças a Deus não tem problema Hoje em dia, graças a Deus não tem problema Então às vezes você que tá ouvindo a gente aí, será que você tem problema ou será que tem obstáculo? Eu também É verdade, você que tá ouvindo, fala quem é que é a venda da gente agora Você tem problema ou tem obstáculo? Tenho certeza que a maioria, a maioria das pessoas que estão nos vendo agora Só tem obstáculo É claro que algumas pessoas estão vivendo algum tipo de problema Agora a maioria só tem obstáculo Vou olhar pro lado pra ver que tá aí saudável com...
pronto pra fazer. É difícil, mas você tem condição de mudar. Tudo passa, meu irmão. Nada é eterno, nem o amor, nem a dor. Sem o amor, nem a dor, meu irmão. Tudo passa. Sem mobilidade, preso na carne de rodas.
Outro dia eu vi uma pessoa no Instagram, meu irmão, falando assim, você pode se levantar, você pode ir no banheiro, você pode se limpar, você pode comer com a sua mão. Agora olha eu aqui. Aí o cara mostrou, meu irmão. Aí você sente até vergonha de falar, pô, bicho, eu tô reclamando o quê daqui? Tô reclamando que eu tô devendo? Pô, tô reclamando que a mulher largou? Tô reclamando que, porra, não sei o que lá. Bicho, esquece, brother.
Pô, vive a vida, meu irmão. Eu vive a vida sorrida, acostuma a sorrir. É o que eu falo, acostuma a sorrir. Tá de bobeira, dá um sorriso. Dá um sorriso. É isso que leva pros outros. A alegria vem... Outro dia eu olhei pra uma pessoa e fiquei assim... Ela falou, você tá rindo de quê? Eu falei, não sei, bicho. Eu olhei pra sua cabeça e devo estar de rir. É que nem minha mulher, né? Eu falo assim, minha mulher, você já tava rindo pra mim?
Eu falei, porra, eu tava... Eu tava pelado e ela começou a rir. Eu falei, porra, você tá rindo pra mim ou tá rindo de mim? Aí ela... Aí ela, tô rindo de você.
Palmas pra esse dia histórico do Xala. Serginho Malandro esteve no Xala Podcast. Eu desafio alguém que já viu Serginho bolar. É o filho do contra, né? Ele só fez que ele. Ele é uma alegria, cara. Ele ficou amarradão na gente quando eu soube que eu vim aqui. Que ele adora vocês. É o Rafael lá do Pajé.
Pajé, amortecedores. Ele falou, pô, tu vai estar lá, meu irmão, manda um abraço pra eles. Pajé, é meu amortecedor. Sim, eu ouço no rádio. É, tu compra um, leva dois, babapá, bababá. E ele falou, pô, me dá um alô lá neles. Falei, vou mandar um abraço. É, na mix tá direto. Um abraço, Rafa da Pajé. Boa, Rafa.
É, ô Rafa, tem que vir aqui fazer uma parada aqui com eles aqui, pô. É isso aí, pô. Pajéia, é porque são os melhores amortecedores mesmo. Isso. Os caras arrebentam mesmo. Tá precisando do meu carro, tá ruim o meu amortecedor. Se eu quiser, meu pai. Não, vai lá, não, não, não, paja. Tá na lona, Rafael. Te arrumo de graça lá, meu irmão.
Aí Rafael, vai mostrar os amortecedores aqui. Tá maluco? A vida vai ter mais segurança. Amanhã em Bangu, Serginho Malandro. Quem não for, tá me vendo errado, beleza? Oito horas da noite, é isso? Teatro Bangu. Teatro Bangu, Shopping Bangu.
E dia 3 de maio... É, aí estaremos lá. Um grande show, meu irmão, porque esse show vai ser assim uma coisa absurda no teatro, no multiplan, no Vila de Mall, dia 3 às 7 da noite. 7 da noite. Vai ser... Meu irmão, vai ser um show.
completamente diferenciado, vai ser um novo show, vai ser uma loucura. E esse teatro é um teatro muito bonito. É um teatro muito bonito, vocês têm que ir lá, pô. Não, a gente vai lá, a gente vai lá. Vocês têm que ir lá, pô. É no Vila de Mó ou não? É, é. No Vila de Mó. E quero mandar uma mensagem pro meu Flusão aqui, ó. Ah! Alô, torcida Fluminense. Alô, meu Fluminense, querido. Preste atenção. Vocês têm que acordar, todo mundo tem que acordar todos os dias, abrir a janela e falar.
E quando andar pela rua, olha pras pessoas e faz... Glu, glu, glu, glu, glu, glu, glu, glu. Viva o Flu. Glu, glu, glu, glu, glu, glu, glu. Viva o Flu. E quem não gostou, vai. Esse é o manto, dá pra o Fulminense montar. É o manto do Flu. Agora resolveu a crise do manto. É o manto do tué.
sensacional, pela primeira vez Serginho esteve no Charla Podcast terão outros, com certeza, você é uma referência pra isso, Serginho, cresceu sendo seu fã e quero convidar vocês pra lá do Papagaio falando de qualquer dinheiro chamou a barata e mandar um alô o Miguelzinho, eu quero levar eles lá o pessoal do Flow já foi o Vilela da Inteligência já foi vocês como podem ter essa audiência maravilhosa esqueci, vão marcar pra falar porra ok
a vida de vocês, como é que é, como vocês chegaram aqui, porque vocês são é uma história de sucesso, meu irmão. Exato, graças a Deus. Ninguém caiu do céu aqui, vocês têm uma história maravilhosa. Vai ser uma honra, vocês... É, quero levar vocês, pô. Estaremos no Multiplan, né, Beto? Vai estar no Multiplan, e quem quiser conversar comigo, entra lá no meu Instagram, que nós estamos lá fazendo umas maluquices, sei lá, pô, estamos fazendo...
Umas loucuras lá no... Instagram é mó barato, né, bicho? É, Instagram é maneiro. É mó barato. Então aí, bicho, convidava vocês todos pra dar muita risada, se divertir. Porque, pô, hoje foi um dia muito maneiro. Gostei muito. Muito foda. Serginho, meu filho, falou, você tem que ir lá, meu irmão. Tem que ir lá no charlo. Tem que ir lá no charlo. Marca logo, marca logo que eu quero ir, pô. Obrigado, Serginho. Primeiro que eu te convidei, Serginho.
Ele falou, pô, o Jornalinho está saindo pra produzir o filme. O pai está todo enrolado. Eu falei, então...
Aí eu falei pra galera, falei com o pessoal do Serginho, só que ele vai gravar um filme, vamos esperar. Depois do filme. E aí virou certo. Não deu certo, que tá no Globoplay, pô. Porque você assista, pô, outro dia... Sabe o que é que é legal? Outro dia eu encontrei um garotinho de sete anos, aí o pai dele falou assim, fala pra ele. Aí o garoto falou assim, eu assisti o seu filme três vezes. Adorei.
engraçado essa coisa, você vai ganhando novas gerações é isso moleque de 13 anos, 14 anos pô, eu te vi lá no filme pô, o meu pai me mostrou você porque os pais tem 40 e poucos anos pô, aí você vai fazer 43 tem 37
E sabe que eu faço muito show corporativo pra empresa. Sim. A gente sabe o que que acontece. Quando bate meu nome na... Por exemplo, outro dia eu fui fazer um show pra uma empresa de TI. Né? Serginho marcou o show. Falei, pai, você tem que estar lá às sete e meia da manhã. Você é às sete e meia da manhã. Quem é que vai rir às sete e meia da manhã? Quem é esse maluco que vai rir? Não, você tem que estar às sete e meia da manhã porque o show vai começar às oito horas.
Oito e meia da manhã. Enfim, cheguei lá. Porra, com sono do cacete. Pô, entrei no camarim. Daqui a pouquinho entra o maluco, meu irmão.
Ié ié, ai é ié, faz o glu glu, faz o glu glu, faz o ié ié, faz o ié ié. Aí eu com sono, falei, pô, esse cara tá de sacanagem. Aí saí do camarim, porra, fui lá fora, falei com o Sardinho, porra, Sardinho. Aí o Sardinho tava conversando com um cara, falei, pô meu irmão, ele tornou maluco lá meu irmão, pô, tô a fim da hora descansada ainda, porra, de um show. E o cara, faz o ié ié, faz o glu glu, faz o ié, que porra é essa? Aí o cara falou assim, pô meu irmão, esse é o CEO da empresa. HA HA HA HA
O cara é teu fã, te ama. O cara já tinha 40 anos. Então hoje o cara de 40 anos, ele é o Seul. Quando bate meu nome lá na mesa do cara, pra fazer o show aqui, porque eu faço muito show corporativo, eu faço motivacional com humor e tudo mais.
Aí quando bate o meu nome lá, ó, pra fazer o show é fulano, fulano, fulano. Sérgio Malano. Não, sai o Sérgio Malano, pô. Sérgio Malano acompanha ele. Eu me dava cartinha pra ele. É, posso esperar. Aí eu faço vários corporativos porque os CEOs, pô, cresceram comigo. É isso. Então, pô, minha agenda tá aí, pô, mó barato. O caralho, pô, pô. O show é mó barato. Amém, Sérgio. Ó, pela primeira vez que Sérgio Malano esteve no Chala Podcast, beleza? Ó, temos falando dos nossos patrocinadores. Paulinho, me ajuda aí.
Brahma, o Chale Brahma. Instalei algumas ao longo do episódio. É o seguinte, ó. Chale Brahma, o Chale Sabe, Sociedade Anônima da Brahma. O Fluminense está na Sabe. Está na Sabe. Como é que funciona a Sabe? O QR Code está aqui. Apontou o celular para o QR Code. Você vai para o Zé Delivery. Pediu a Brahma? 10% do valor vai para o seu time do coração. Vai forrar. Pediu o Brahma zero? Brahma zero. Vai dirigir. Isso. Não está bebendo algo? 20%. 20% do valor. O dobro.
Sociedade Anônima da Brama é a Sabe, o Charle Brama, o Charle Sabe. Tamo junto, Brama, é nóis. E tá valendo ainda o cashback do intervalo, hein? É. Ó, pediu o Zé Delivery. Chegou na hora do gol do seu time, você recebe o dinheiro todo de volta. Todo de volta. Porque tem uma programação pra chegar no intervalo do jogo. Isso. Você vai entrar no QR Code, você vai colocar o teu time no coração, vai preencher lá umas durações, pediu no intervalo. Seu piloto.
Tive algum percalço. Chegou na hora do gol. Perdeu o gol porque teve que descer. Acabou. Cashback do valor total. Cashback. Na compra, não é só da cerveja, não. Sensacional. Tamo junto. Brama. É nóis. Vai, Paulinho, me ajuda aí.
Sporting Bet, cara, é a Casa de Aposta, patrocina o Chala Podcast, tá deixando aquilo ou nenhum, MVP da Sporting Bet. Ah, não é essa ou aquela? Tá na dúvida, né? Na dúvida, melhor é Sporting Bet, beleza? Vai lá, melhor os odds. QR Code tá aqui, tem Santos e Fluminense. É o jogo do final de semana, por exemplo, do Serginho Tricolor. Pô, sai aí, ó, 3 a 1. Aí.
Luzão. Ali é dica do Serginho. Em consideração ao Neymar. Eu quero o Neymar na seleção, é bicho. Gol do Neymar. O Neymar é o cara. Eu quero o Neymar. Mais no jogo estará no bolso esse Samuel Xavier.
Pega aí a dica do Cidinho e faz teu nome então. Neymar tem que estar na seleção. Eu levo pra Copa também. Tá aqui, Sporting Bet fez a sua fezinha. Sempre lembrando a aposta esportiva pra você não se enrolar financeiramente. Só diversão, beleza? Não é coisa séria pra você ficar rico e tudo mais. Tamo junto. Brincadeira pra maiores de 18 anos, hein? Boa. Vai, Paulinho.
Forneira Original já chegou, dois sabores aqui hoje, calabresa cebolada, e também a nossa mussarela. Forneira Original é a melhor pizza do Brasil. O senhor que eu tô falando é o iFood, elegeu a Forneira Original. É uma delícia, essa pizza é uma delícia. É a melhor delivery de pilão. É a melhor delivery do Brasil, por dois anos você não tinha o iFood. Tem uma pizza doce deles então aqui que é um absurdo, é um...
Tem xixi aqui do uso de leite, tem brigadeiro. Tem uma que é um absurdo. Tem um que come e não para de comer, meu irmão. Impressionante, impressionante. Forneiria é muito boa. Cupom Charla10, 10% de desconto. Qualquer pedido que você fizer, veja se na sua cidade tem forneira original. E ela chega assim esfumaçando, beleza? Charla10, 10% de desconto. Qualquer pedido que você fizer no Brasil. Tamo junto, forneiria original.
Fechou. Serginho, que honra hoje. Muito obrigado, hein? Eu adorei aqui, meu irmão. Que bom. Parabéns, pô. A gente falou de tudo, né, cara? Exatamente. Brincamos, falamos, falamos coisa séria, pô. Então é... Espaço pra isso. É, foi muito gratificante. Ó, chá no Premiere Jogo do Fluminense, Serginho comentando. Obrigado. Deixa eu só fazer uma última pergunta aqui, de repente. Olha pra mim, vocês dois daqui. Vocês já tiveram no Swig, bicho.
Eu tô reconhecendo roxos, hein? Nunca! Zero! A cara dele, ele levou a série mesmo, fica me olhando. Blanc só, fica a dúvida. Vai apanhar da mulher, pô. Tchau! Valeu!
NordVPN
Plano VPN anual