CHARLA #713 - Marcos Braz [Diretor de Futebol]
A Charla de hoje é com o Marcos Braz, Ex-Diretor de Futebol do Flamengo. _____________________________ACOMPANHE AS NOSSAS REDES SOCIAIS: 👇🏼👇🏼👇🏼Twitter: https://bit.ly/3qGsajRInstagram: https://bit.ly/2OMn34q
- Trajetória de Marcos Braz no FlamengoConquistas como vice-presidente · Relação com o atual presidente · Pressão e responsabilidade no cargo
- Desempenho de JogadoresGestão de conflitos no elenco · Contratações e negociações · Relação com empresários
- Desafios enfrentados na gestãoCrises e polêmicas · Impacto da pandemia no futebol · Pressão da torcida e da mídia
- Futuro político de Marcos BrazCandidatura a deputado federal · Projetos para o Rio de Janeiro
Fala, galera! Charla Podcast no ar, e aí, tranquilidade, tudo certo? Boa tarde, né? Muito bem-vindo. Tudo bem, Beto Joran? Tudo tranquilo? É, quando o Mengão vem, você tá tranquilo, né? A galera fala aí, ó, meio-dia e um. Meio-dia... Nos atrasamos um minuto. Só pra manter a tradição, né? Exatamente. Podcast mais atrasado do Brasil. Um minuto, galera. Um minuto. Mas por conta da grande vitória do Mengão ontem.
Tava falando contigo, a gente vai passar muito por essa trajetória. O consumo é que mais foi merecido. Porque assim, antigamente a primeira fase da Libertadores era um caos pro Flamengo. Aí ontem eu falei com você o quê? Ah, mano, é só pra...
E no sorteio parecia que era um pouquinho equilibrado, mas... É, sai o sorteio da Libertadores e a galera fica, pô, meu Deus, Flamengo. A altitude, o Flamengo destravou aquele jogo. Já ganhou em casa seis pontos. Tem o Estudiantes, mas, cara, o Flamengo não pode ter medo do Estudiantes. Eliminou ano passado.
E muitas histórias de bastidores dessa construção do que é o Flamengo hoje. Vai ser legal demais o papo. Pela segunda vez aqui com a gente. Esse cara que é fera demais. Ó, voadora no peito do like. Quanto mais likes a gente tiver, pra mais gente aparece a nossa resenha, certo, Betão? Dá pra falar que o convidado aí, ele tem o título de maior... Ele é o maior vice-presidente de futebol da história do Flamengo. Temos de taças. Não. Conquistas. Tempo, seguido.
Difícil segurar aquela cadeira de tempo. Dois mandatos seguidos. Vou contigo. É? Isso aí. Voadora no peito do like. Quanto mais like a gente tiver pra mais gente, aparece a nossa resenha, beleza? Charludo, que é Charludo de verdade, acompanha o Charla em todas as plataformas, né, Betão? Em todas as plataformas. Tá ligado na gente no Spotify? Agradeço a você que faz o Charla ser o podcast esportivo mais ouvido, visto do Spotify.
Mas se você não tá no YouTube, vem pro YouTube. Se inscreva no canal. Na marcha dos dois milhões aí. Temos que chegar nos dois milhões. Vamos ver.
Vem ser mais um aqui. E se você tá no YouTube com a gente desde o início, chegou aqui quando tudo era mato, vem pro Spotify também, que porra, a resenha aqui é boa pra caramba. Parada é a seguinte, ó, então, salve pra galera do Spotify, salve pra galera do YouTube, estamos lá, beleza? Charla Podcast em todas as redes sociais, arroba Charla Podcast, Instagram, TikTok.
Twitter e Kawaii, sempre lembrando pra vocês que a gente tá começando a resenha, é muito maneiro você comentar, eu acho isso, eu acho aquilo maneiro. Agora, aproveite o convidado que está aqui pra você mandar pergunta, cara, pergunta que é maneiro. Aproveita que você vai igual a gente. Eu acho que não, eu perguntei pro cara. Eu acho não, perguntei.
Manda pergunta a partir de agora, que eu tô mandando todas pro ar. Superchat é prioridade. Eu sou Bruno Cantarelli, se quiser me segue aí, arroba Cantarelli e Bruno, e sigam o Betão, pô. Arroba o Beto Junior Underline, o Beto Junior Underline. Vou apresentar igual você falou.
O maior vice-presidente de futebol da história do Flamengo. Isso aí. Isso. Quantos títulos? Vamos lá. Brasileiro. 2009. 2020. 2020. 2019. 2019. É isso? É isso. É isso. Três. Aí ganhou... Tri-brasileirão. Copa do Brasil de 2006, como diria. Mas aí eu vou botar nesse período. Copa do Brasil de 24. Não, bota 2006. 2006. 24. 4. 22. 22.
Libertadores. 19, 22. É isso. É isso, é. Então, Bilibertadores, Tri-Brasileiro, Tri-Copa do Brasil. Tri-Copa do Brasil. É isso, sensacional. Marcos Braz com a gente. No Chala Podcast. Cara, é difícil, hein? Cara, isso é... Deixa eu conversar muito sobre isso, Marquinhos. Mas seja muito bem-vindo. Maior vice-presidente de futebol da história do Flamengo. Tô certo ou tô errado? Os números estão certos.
está certo. A minha passada pelo Flamengo, tanto lá de 2009 e agora, eu acho que foram boas, foram frutíferas, né? Para todo mundo. Muito feliz aí de ter completado esse ciclo, né? E deixado...
Um legado aí importante. O elenco aí, o desse ano até equilibrou mais, mas o do ano passado era praticamente tudo feito pela gestão do Marquinho dos seis anos, a construção dos seis anos. Na final da Libertadores, ano passado, sete titulares, os três que entraram, e a comissão técnica inteira era da... Era...
Era do Flamengo. Exatamente. Cara, tem que parar com isso. É do Flamengo, né? Eu, Beto, pode ter certeza, eu tenho a sensação do dever cumprido. Então não tem negócio pra trás, pra frente. Eu sei o que é sentar naquela cadeira. Eu, quando eu saí daquela cadeira, eu prometi pra mim mesmo, eu vou ser mais responsável do que todo mundo que sentou aqui.
se refere a falar ou dizer algum, abortar algum assunto, porque eu sei o que é a pressão daquela cadeira ali, a pressão de estar à frente daquele departamento. Então, assim, a maior contribuição que eu posso dar, a maior contribuição é deixar quem está lá trabalhando.
e falar o menos possível. Lógico que existem situações de interesse teu particular em alguns momentos da vida que você precisa aparecer um pouco mais, mas você tem que fazer isso com muito cuidado e muita responsabilidade. Por quê? Eu tenho a sensação de um ciclo fechado. Eu não tenho nenhum gosto amargo, não tenho nada. Então é daqui pra frente. E vamos embora, Mengão. Até por isso, Beto, que eu te perguntou em off, faz a pergunta no ar.
Algumas perguntas, me lembro. Marquinho pretende ser presidente do Flamengo. É, então, exatamente, porque quando você pensa nessa trajetória, né, e você é um cara novo e tudo mais, naturalmente o cara pensa, pô, ele é um candidato fortíssimo pra daqui pra frente, pra, sei lá, quando ele quiser. Isso passa na tua cabeça? Eu vou te fundamentar o porquê que não passa na minha cabeça. Eu conheço o Flamengo bem desde meus oito anos de idade.
Dos mais de 130 anos do Flamengo, um único presidente entrou, foi presidente do Flamengo.
após passar pelo futebol. Historicamente, historicamente no Flamengo, todos os presidentes entram pela administração, entram pelo esporte olímpico, entram pelo marketing, entram por tudo, menos pelo futebol. Mas você não podia quebrar esse paradigma? Pelo tamanho dos desgastes. O único presidente que foi o Jorge Elal, que foi vice-presidente.
Antes de ser presidente. O resto, todos eles. Não é quebrar o paradigma, eu acho que, mais uma vez, eu tenho a sensação de dever cumprido. Eu tinha um sonho de ser dirigente do Flamengo, fui. Eu tinha um sonho de ser campeão pelo Flamengo, eu fui. Eu tinha um sonho de ser campeão brasileiro pelo Flamengo, eu fui. Eu tinha um sonho de ser campeão da Libertadores para o Flamengo. Eu tinha um grande sonho de ser campeão mundial pelo Flamengo.
Fui para uma final em que a gente não perdeu a final, né? A gente perdeu na regra do campeonato, né? Porque foi 0x0 o jogo contra o Liverpool. E fomos para a prorrogação e perdemos o jogo. Então, assim, é mais do que a sensação de dever cumprido. Mas respondendo, eu não penso em ser candidato a presidente do Flamengo. Exatamente por isso aí, porque eu tenho uma sensação de dever cumprido.
eu acho que eu posso contribuir e ajudar o Flamengo com outras situações. Sua relação hoje com o atual presidente do Flamengo, Bap? É muito melhor do que as pessoas imaginam. Sério? É muito melhor. Eu não... Somos amigos, fraternos e...
Não, não somos, mas temos uma boa relação, temos uma boa relação, uma relação respeitosa. O que falam de uma guerra santa não é. E mais do que está provado depois que o BAP assumiu a presidência...
o que ele se expressa, ele se expressa com muito mais vigor em relação a críticas a outras pessoas, até pelo presidente Landim, vamos deixar isso claro, do que a mim. Eu tenho uma boa relação com ele, eu tenho uma relação respeitosa, e o Bapio sempre foi respeitoso comigo, eu não posso...
Tiveram em vários momentos juntos. Nós ficamos aí três anos e meio, quatro anos juntos. Então assim, eu não tenho, respondendo a tua pergunta, eu tenho uma boa relação com o BAP. Claro que em relação a futebol, em determinados momentos, ele tem alguns conceitos que tem que se respeitar. Não é porque ele é o presidente do Flamengo, é sempre o que ele...
O que lhe ajudou o Flamengo. Então, é uma pessoa que tem que ser respeitada. E eu tenho meus pontos de vista em relação a alguns pontos do futebol. Então, é isso. Eu tenho uma boa relação. Torço. Não tem esse negócio de ficar sempre criticando. Você vê pouquíssimas ou nenhum momento.
Nenhum momento depois que eu saí do Flamengo eu fiz críticas abertas a qualquer pessoa, a qualquer dirigente do Flamengo. Outra coisa também, né? Acho que o Babio é um cara inteligente, né? Ele vai atacar o futebol que deixou pra ele.
Assim, como lá falar a verdade, era o lugar que ele tinha que menos, assim, mexer profundamente. Estava ali, o futebol estava pronto, como o Marquinhos falou. Comissão técnica, elenco. Elenco, exato. Não só os titulares, jogadores com contrato longo. Então, assim, para que ele vai entrar tirando num departamento que deixou para ele e ele vai ter tranquilidade de ir botando a mão dele ali, como ele botou o diretor dele e tudo mais. Claro. Natural. Eu também acho que...
Seria meio contrassenso vocês dois estarem tocando tiro, porque não tem muito motivo. E os cargos de confiança têm que ser do presidente, seja ele quem for, ou o BAP, ou amanhã, ou outro. Isso não é muito natural, né? Isso é um negócio, um processo natural. O que tem é que as pessoas que são postas nos cargos tenham qualidade e tamanho, porque ali pro Flamengo não é brincadeira, e que sejam pessoas corretas. Agora, Braz, dá pra dizer que... E assim...
Desde que entrou esse grupo em 2013, né? Faz parte de alguns momentos desse grupo. Primeiro com bandeira, tudo mais. O Flamengo, independentemente de quem esteja, porque aí o grupo racha depois, tudo mais. Independentemente de quem esteja hoje, dá pra garantir pro torcedor do Flamengo, que o Flamengo nunca mais vai voltar a ser aquele Flamengo que você encontrou lá em 2006, até mesmo em 2009, enfim. Nunca mais aquilo vai acontecer.
Eu vou responder bem calmo para não ter detupado, para que não saia pelos lados. Isso aqui. É porque é delicado. Depois desse corte que você acabou de falar, 2013, e as pessoas não sabem, eu vou aproveitar aqui para falar, em 2016, 17 e 18, eu era vice-presidente do Conselho de Administração. E o Bernardo Amaral era o presidente do Conselho de Administração.
O Bandeira teve uma tranquilidade enorme, tanto com o Bernardo como eu. Nós fomos muito corretos e a gente deu muita tranquilidade para que ele fizesse, terminasse ali... O trabalho. O trabalho ali. Não tenho reconhecimento disso.
pelo Bandeira, em relação ao Bernardo e a mim, mas não tem problema. O importante é o trabalho que ficou, a consciência do que a gente fez naquele momento. Em relação à tua pergunta, eu cresci como o São Paulo e o Barcelona, sendo referência de administração. Em uma janela com Debelê, Coutinho e Klisman, o Barcelona...
praticamente entrou por um viés que era impossível de se pensar. Em uma janela com Clisma, Coutinho e Dembélé. Então, para ser pragmático, eu acho que o Flamengo tem tudo para continuar na sucessão do BAP, no próximo presidente. O Flamengo hoje tem amarros internos. Então, o Estatuto...
O Flamengo hoje tem amarros internos que dificultam uma loucura de, por exemplo, uma janela dessa. Janela que possa colocar o clube no caminho de uma falência. Isso não tem nada a ver com a liberdade do presidente de quem esteja no futebol para fazer o que deve ser feito.
Enfim, então assim, eu não acredito muito em que possa ter um retrocesso administrativo aí. E um ponto que a gente tem que falar e que também deixa umas vezes passar, o Flamengo hoje é auditado por uma Big Four, pela Yester Young. Então assim, os meus seis anos que eu passei lá...
Eu fui auditado, não só pelo conselho fiscal do Flamengo, em paralelo a isso, a Yessa Young. E a pessoa que está lá hoje também será auditada. O daqui a cinco anos, dez anos, espero que seja auditado dessa mesma maneira. Porque no futebol tem muita conversa fiada, que é ligado...
a empresário. Cara, você não é ligado a empresário, você é conectado ao mercado. Senão você está... Senão você prejudica até o clube que você está... representando. Se você hoje, o cara que assume um futebol hoje, os diretores executivos de PowerPoint aí, se não tiver... Eu tenho que dar uma porrada de vez em quando, senão, pô... Senão eu estou sendo muito... Era nisso que eu ia te perguntar, justamente.
Hoje, lógico que você precisa receber, respeitar os processos, os protocolos, mas quando você assume um clube como o Flamengo, tu tem que ter relação com a imprensa, relação com o mercado, saber tocar o vestiário, que é um negócio muito sensível. Existe uma palavra para tudo aquilo que é gostoso. E ela vive na boca do brasileiro.
Delícia, a primeira margarina com creme de leite do Brasil. Sabor e cremosidade sem igual só pode ser delícia. E também ter uma sensibilidade política dentro do clube, né?
Porque o clube, clubes como Palmeiras, Flamengo, Corinthians, vários clubes, não são safes. Então você tem que ter um pouquinho dessa sensibilidade. Enfim. Então é isso. Você entrou nesse ponto, é exatamente onde eu ia entrar, que é assim, quando você sai, fica um rótulo. Ou quando você estava ali...
É aquele rótulo. Uma oposição, quem vai querer entrar sim. Vamos entrar e vamos tirar o amadorismo para o profissionalismo. Como assim? Se eu tiver o vice de futebol estatutário, eu sou amador. Se eu tiver só o executivo, sendo que você tinha... Era você, tinha o spindle, tinha uma estrutura que eu acredito profissional. Igual.
É, porque o trabalho que vocês desenvolveram, o nível de contratação que vocês fizeram, eu não vejo amadorismo. Mas tem essa peça. É o amador porque é o estatutário. Aí eu queria que você falasse. Mas isso é do jogo. Isso aí, quem tá fora no processo eleitoral tem que arrumar algum rótulo pra querer botar em alguém pra querer entrar.
Opa, isso é do jogo. Tanto que diminuiu agora. Eu me lembro que quando começou... A gente falou Clisma é Griezmann, tá? É Griezmann. Eu falei mal. Não, tá tranquilo. E aí...
O que que acontece? Quando logo que a gente saiu, começaram ali, não que o departamento de de Scalter, agora vai achar, achar alguns jogadores diferentes, fora da caixinha, ok. É, teve isso. É, teve isso, né? Aí trouxeram o do azar beijão. Tomaram um monte de porrada e trouxeram logo quem trouxe. Aí depois quem trouxe? Ah, é? Paquetá? É.
Danilo? Sim. Os da caixinha de novo. Escascudo. Escascudo, não adianta, não aguenta jogar no Flamengo qualquer jogador. Isso é assim, Bras. Não aguenta jogar no Flamengo. Então, assim, é importante o departamento de Cauter ter processos, ter análise para ir acompanhando o mercado, é importante. Mas na hora de fazer a contratação, tem que contratar jogador que pelo menos você ache ou tem um sentimento.
que vai aguentar aquela camisa e aquela pressão. É um lugar único assim no Brasil? De segurar a pressão? Olha, por razões óbvias, eu acho que sim. Pelo tamanho da torcida. Pelo tamanho de acompanhamento da imprensa.
Qualquer coisinha no Flamengo vira um coisão. Então, assim, respondendo, eu acredito que seja uma situação única em relação a essa...
A esse sentimento de pressão. Claro que você tem outros clubes no Brasil, penso eu, que Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Atlético Mineiro, todos os grandes. Claro que existe uma pressão. Existem tudo isso que a gente falou, em menor escala de acompanhamento.
Na imprensa, de torcida, mas não é brincadeira não. E aí, voltando um pouquinho para o negócio do executivo, as pessoas confundem o seguinte, o executivo lá fora, ele toma decisões e se propõe a fazer alguns processos, mas o clube tem dono. Sim. O clube tem dono.
E às vezes fica, muitas vezes fica respaldado pelo dono. Aqui tem as torcidas organizadas que têm relação dentro do clube, a torcida organizada que tem relação com a imprensa, para não falar só das torcidas. Tem a imprensa que tem as relações políticas dentro do clube. Um é mais ligado.
O Landinho é mais ligado ao BAP. Isso é um processo natural, mas que as pessoas não vêm aqui e não falam. Não falam. Isso tudo faz parte do ecossistema. É, um monte de jornalista grande chega e passa zap para o cara da torcida organizada ou o cara do torcedor que frequenta o clube para saber de uma informação.
Então assim, essa fotografia você não tem em outras... Fora profissionais de trabalho com jogadores. Hoje um jogador... Porque falam assim, não, não pode vazar tal coisa no Flamengo, escalação, vai vazar, pô. Não é no Flamengo não, hoje vaza... Eu não vou falar num time pra não desmerezer. Hoje vaza em qualquer time. Você sabe por que vaza em qualquer time? Porque o jogador hoje de futebol tem um bunker do lado dele. É o assessor de imprensa, o faz tudo.
É o cara da mídia social. Segurança. E o seguinte, é a mulher, é a amante, é tudo. É, e todo mundo vai vivendo. Aí o cara tá lá, o cara é o reserva, o cara é o reserva. Tá puto. O cara é o reserva. Não, às vezes não tá puto, não. O cara é o reserva. Aí daqui a pouco o técnico vai, em vez de jogar com 4-3-3, vai jogar com 4-4-2. Ele vai entrar. Ele já fala pro lado.
Vou jogar, pô. Pô, vou jogar. Vou segurar essa semana, vou jogar. Aí já fala pro assessor de imprensa. O assessor de imprensa que vive da comunicação, da relação de comunicação, já passa pelo melhor pro jornalista. Mais chegado. Se pegar um jornalista um pouquinho mais inteligente, o que ele fala?
Se o Bruno jogar, fulano vai sair. Se for o outro que jogar, fulano... E aí você já fala, a escalação já é fácil. Já é mais fácil. Então é isso. Essa relação... Isso não dá pra impedir. Isso não dá pra impedir. E você tem... O que você tem que ir fazendo? É controlar no bom sentido... No máximo que der. O máximo que der. Então essa situação que tá proibida de...
De celular proibido. Não, o celular... É que eu nunca fui marqueteiro. O celular dentro do vestiário nunca pôde. Nunca pôde. Durante um tempo. Quando você tá chegando 40 minutos antes do jogo, todo mundo tem que chegar e desligar o vestiário. Desligar o celular. Agora, dentro do ônibus...
Os jogadores vão falando, vão falando normalmente. Não é falando, gritando no telefone, mas vão ali, vão se comunicando. Quando chega no estádio, isso aí vai diminuindo até 40 minutos antes do... A galera tem que entender isso, cara, que o clube já cobriu o Flamengo lá em 2013. Irmão, é tanta gente que pode vazar alguma coisa. Isso que a galera não entende a mecânica. Você pode fechar o fechar ali com os jogadores. O jogador falou pra um.
Falou pro outro, aí tem o empresário, aí tem o segurança que vê, aí tem o motorista. Mas não é isso, o problema é que propriamente nos treinamentos, quando o técnico ou a pessoa faz a opção de jogar num determinado sistema, você já sabe como é que vai ser o final ali. Alguém dali sai. Então ficam querendo valorizar. E deixa eu te falar, isso tem.
De Tóquio a Nova York. É. Lógico que tem os lugares mais...
propícios a isso, mais extensivos a isso, e outros clubes que você consegue diminuir isso aí. Mas isso é uma coisa, um ponto que você tem que ir controlando, ajustando, mas nunca vai se se finalizar. O Brasil, eu queria aproveitar você aqui, porque tem uma situação que, pro diretor de futebol ou, no seu caso, vice de futebol, ou quem é o...
O executivo é uma relação que é primordial para o seu trabalho, que é a relação com os empresários de futebol. E é um ponto que você até chegou aqui a falar um pouquinho, que do lado de cá, às vezes, da imprensa, ou de quem quer bater, se tenta sempre, ou por falta de informação, ou por interesse, ou até por maldade, sempre tenta levar para o lado de uma relação promíscua. Sendo que, em qualquer lugar do mundo...
Quem tem melhores relações com os principais empresários para chegar aos principais jogadores. Fala um pouco dessa relação com os empresários da bola. Tem Juliano Bertolucci, tem Carlos Leite. É necessário ter os principais jogadores. A questão não é só a necessidade. A questão é que, indeterminado...
buscar aí o Bruno Henrique, em determinado patamar, em determinado prateleira, se afunila muito, tanto lá fora como aqui dentro. Então, você tem aí, sei lá, 20, 30 empresários de um tamanho...
linear, e você tem os empresários que trabalham com esses empresários. Então isso acontece muito no futebol. Mas ninguém contrata ou deixa de contratar, eu não acredito nisso, num jogador, num nível de Flamengo hoje, num nível de Palmeiras, em outros...
o cara vai contratar aquele jogador porque é daquele empresário. Mas se você não tiver relação, por algum motivo, pode atrapalhar. Sim, mas aí você busca a relação, porque aí vira a relação de mercado. Eu posso ser o dirigente que o empresário não goste.
Mas se eu estou representando o Flamengo e eu quero contratar o jogador, ele vai conversar comigo. E isso tem o outro lado também. Pode ter um empresário que não seja nem da sua relação. Mas se ele tem um jogador que o Flamengo, no momento, precise, queira o jogador, você vai abrir a relação. Agora, é claro que você, se você tiver...
uma, se o cara já te conhecesse, se você tiver uma relação, você não deixa, eu acho que isso é o mais importante da negociação, você...
Pela relação que você tem com o empresário, você não deixa que ele entre num leilão. Olha, você não pode fazer isso comigo. Você quer trazer o jogador pro Flamengo? Então não fica oferecendo no Palmeiras, não fica oferecendo no... ou em outro clube, ou qualquer outro clube. Entendeu? Porque...
Essa é o grande diferencial quando você tem a boa relação. Isso aí passa pela imprensa, passa pra todos os pontos que você... que são sensíveis no dia a dia. Tem alguma história que tu posso falar? Você disse... Caralho, porra, não vou... Você chegou a negociar com o Raiola? Sim, sim. Dizia que ele era o... Era o cão pra negociar. Era o cão.
E engraçado, que foi a única negociação... Ele foi falecido. Ele teve câncer. O escritório dele é em Mônaco. Com essas negociações. E ele foi uma negociação que eu não consegui trazer. E ele foi muito legal. Como é que era o centroavante? O Balotelli. O Balotelli. O Balotelli. O Balotelli. E ele foi um cara muito cordial. Não só comigo, e com o Flamengo também.
O Balotelli vinha pro Flamengo, Marcos? Não, eu fui lá pra entender qual era a... Situação. O mecanismo, o que poderia ser feito. Tinha uma sinalização do jogador que gostaria de vir. Só que o Balotelli, a grande verdade era essa. Eles, o Nino, queria que ele tentasse jogar a Eurocopa. E aí, eu não me recordo qual era, se a Eurocopa de 20.
Que ele tinha que jogar pra ser convocado. Pra ser convocado. E ele achava importante o Balotelli estar aos cuidados dele ali na Itália. Ele foi pro Giano, né? Não, ele foi pra um clube menor. Um time que tinha acabado de subir, se não me engano. Ele chegou até a fazer uns golaços nesse time aí. Ele foi um grande jogador. Ele é um jogador que teve... Ele tem uma tarefa extra-campo. E assim, sim.
Mas eu nunca tive problema com o extracampo. Eu sempre tive facilidade de resolver, porque eu sempre fui transparente com os jogadores e nunca fui confundida a minha relação com os jogadores. Toda vez que tinha que multar ou tomar qualquer atitude, eu poderia ter menos relação ou mais relação, eu não ia deixar de fazer. Então, com o Balotelli, não ia ser diferente.
Aprovado pelo Jorge Jesus, não era da minha cabeça. Aprovado pelo... O Jorge Jesus queria um avançado. Um avançado. O velho era forte. E ele, eu falo, tem esse louco aqui. Você segura comigo? Ele falou, seguro. Então, assim, eu não acordei querendo contratar o Balotelli, não.
A gente analisou se era possível. Imagina, cara. E aí o Nino falou, Marcos, eu não posso falar tudo o que ele falou. Ah! Mas ele falou, Marcos, o Balotelli lá no Rio vai morrer. Eu só vou falar isso no final.
Já imagina. Imagina, cara. Dando cavaleiro de pau de ferrar. E aferimento social, né, cara? E assim, até pra ser justo, e é importante, se não fica só no corte, o Balotelli tinha uma relação muito carinhosa e íntima com o Balotelli. Quem com quem? O Nino. Não era aquele jogador que ele tinha como...
Como mercadoria. Como mercadoria. Ele tinha um carinho enorme. Ele tinha um senso de responsabilidade até diferente de outros grandes jogadores que o Nino Raio tinha e diferente do que foi a história do Nino. Pra quem não conhece, foi um dos maiores empresários do mundo italiano. Agora, eu ia te perguntar se já falasse sobre... ...
Eu vou pro caso direto. Você falou sobre essa questão extracampo, que você sempre lidou muito bem com os jogadores. E, óbvio, a relação acho que ficou mais marcada nessa sua passagem e na dele. Antes de voltar lá pra trás, óbvio, pô, Marcos Braz teve um vestiário em 2009. Você imagina a loucura que era, né? Adriano e Pesce. Tem relatos aqui, né? Enfim. Zé Roberto. Léo Moura, Álvaro. Já vai chegar lá. Mas antes, temos que passar pro Gabriel Barbosa.
Por exemplo, eu quero bastidores no dia da camisa do Corinthians, por exemplo. Não, olha só. Em relação a camisa do Corinthians, eu me lembro bem. Se não me engano, era um jantar do meu filho. Era aniversário dele, se não me engano.
Era do meu filho ou da minha filha? Era algum aniversário alguém da minha família. De boa. Tranquilo. Começa a entrar. Entrar as mensagens. E aí uma pessoa me liga. Assessoria do Imprensa do Flamengo. Me liga e me relatou. Eu falei... Vamos esperar passar. Deixa acabar o dia.
E vamos ver o que a gente faz. Acabei o jantar. Mas no celular do Braille. Eu acabei o jantar. Eu acabei... Não, nisso aí já estavam os dirigentes do Flamengo junto me ligando. Um absurdo e não sei o quê. O Landinho ligando. Falei, olha... Deixa que eu vou entender de fato o que aconteceu. Enfim.
Não poderia estar com aquela camisa. Fato. Fato é. Não poderia estar com aquela camisa. Não pode. Não deveria. Não deveria. Não pode. Não é plausível. É uma marca. É todos os adjetivos que você entender que posso falar. Não representa outras marcas. É muito complicado. E aí o que aconteceu? Eu cheguei e falei. Para a assessoria dele. Manda ele pedir desculpa.
Eu não quis ligar pro Gabriel. Manda ele pedir desculpa, depois eu vou ver o que eu faço. Isso a espuma tava no quadragésimo andar. Eu falei, manda ele pedir desculpa. Esse termo foi. Manda ele pedir desculpa pra essa espuma descer pro quarto. Ele tá no quadragésimo, depois eu vou ver o que eu vou resolver. Ele desmente, né? Não, mas aí eu não posso falar dele. Sim. Porque eu não falei com ele. A assessoria dele desmente pra mim.
Aí eu falo, olha, olha, o relato que eu tenho é que ele estava usando. Manda pedir desculpa. Fui dormir e ele, a assessoria fez o contrário, né? Se não me engano, falou que não... Bem, no outro dia eu acordei, tinha treino.
Ele foi pro... Espuma já no Luciano. Espuma no Marte. Aí, tinha treino. Tem os dois. Eu, antes de chegar no CT do Flamengo, liguei pra uma pessoa que era o empresário dele. Falei, olha, ele estava usando a camisa. Manda pedir desculpa. Eu tô indo para o CT.
Espero que até, não é faroeste não, eu faço, aconteço, mas eu falei, espero que até eu chegar no CT, essa desculpa já esteja formalizada na imprensa e nos órgãos de imprensa. E fui tranquilamente pro CT. Quando eu cheguei no CT, ainda não tinha tido nenhuma movimentação. Pedi pra chamar o Gabriel na minha sala. Falei, Gabriel, a 10 do Flamengo.
Ela tem uma liturgia. É, é verdade. Não quero comparar a sete do Botafogo, não quero saber da dez do Santos. É, cada um tem a sua. Cada um a sua. A do Flamengo, entendeu? Você, a partir de hoje, não irá usar mais ela. Assim? Aí ele falou...
Eu dei um exemplo pra ele. Um exemplo pra ele. Qual exemplo? Eu não posso falar aqui, depois... Aí depois a gente conversa e depois você fala do teu jeito. Eu dei um exemplo pra ele. E aí ele me pediu pra fazer uma multa maior.
pra fazer o que fosse. Pra não tirar. Pra não tirar. Eu falei que ela já tinha. Já estava tirada. Tirei. E no outro dia... Aí, quando ele... E decisão sua? Outro povo tinha compartilhado com o Landinho. Não, eu vinha conversando com o Landinho e comuniquei ao Landinho. Landinho, ele não vai jogar mais com a 10. Por quê? Queriam que... Fizesse A, B, C ou D. Eu falei, olha, eu vou fazer...
A maneira que eu tenho certeza absoluta que vai ser a mais dolorida para ele, no sentido de que entender, não quero fazer o mal a ninguém, mas ali ele tinha que entender o que ele estava representando dentro de campo, era diferente.
De todas as outras camisas, com todo respeito às outras camisas. As outras camisas que eu te digo, a número 2 do Flamengo, a número 3, a número 6, a número 7, a número 8, a número 10 é diferente. Cara, olha só. Fez mal pra ele, a 10?
Não. Até é bom você perguntar. Por que você deu a 10? Por que não deu pra rasca ainda? Porque ele pediu o primeiro. Simples assim. Eu tratei. E eu tratei. E eu tratei de dar pra ele. O melhor momento dele. O Gabriel é um cara muito conectado. O Gabriel é um cara inteligente e conectado. Ele entendeu que o Diego Ribas não continuaria com a gente. E ele foi e pediu.
Olha, Braz, se o Diego Ribas parar de fato no ser renovado, eu gostaria de jogar com a 10. Você vê algum problema? Não, eu não vejo nenhum problema. Deixa eu ver. Conversei com, acho que com o Bruno, com não sei o quê. Ele estava num momento muito bom. Muito bom, né? Muito bom, porque as pessoas são covardes. Ali era pertinente. As pessoas são covardes e fazem os recortes das situações. Eu dei minha palavra.
depois, e o Arrascaeta tava naquela situação de renovar, não renovar, mas não tem nada a ver com a renovação. É porque eu dei minha palavra antes. E depois que eu dei minha palavra, eu cumpri, foi só isso. Eu lembro que na época, como torcedor... Ah, você deu pra um e não deu pra um. Não, não foi se o Arrascaeta tivesse pedido primeiro, eu ia ter dado pra Arrascaeta. Simples assim. Eu lembro que o torcedor, todo mundo ficou muito...
Todo mundo não sei. Falou, pô, justíssimo. Acabou de ganhar do segundo em Libertadores, é o gol dele, ele é o cara decisivo, dá uma 10. A 10 é do cara. E aí depois... Eu acho que ele sentiu o peso da 10.
Ah, não, o Gabriel... Mas olha só, todo mundo falava que a camisa 9 do Flamengo não tinha dificuldade. Todo mundo que chegava com a 9 recentemente tinha dificuldade de fazer gol, tinha dificuldade de jogar. O Gabriel jogou com a 9, foi campeão da Libertadores. O Pedro é o jogador que não precisa falar aí pra vocês. É o artigo do segundo Flamengo. Pra mim, olha só.
Pra mim, o Pedro tem que estar na Copa do Mundo. Isso é uma posição, isso é uma visão minha. Sem querer, sem querer fazer, se puxar a relação pra um jogador que eu que contratei pro Flamengo. É por um simples motivo. Nós não temos a característica desse jogador.
Dentro da seleção brasileira, não temos nenhuma alternativa com todo respeito aos outros em relação a tamanho.
O problema é que ele ficou ausente na hora... O único centroavante craque no futebol... É que ele ficou ausente na hora que o Hans Lodge tava ali testando um tag de fora. E qual que é o problema de ausente? Tem que estar melhor... Olha só, o campeonato mundial... O campeonato mundial são oito jogos ali. Oito jogos. Tem que estar melhor lá. Lógico que você tem ali... Eles falam um monte de mentira pra vocês. E que tem ciclo.
E que o ciclo, e que o grupo... Ok, pra uma base, ok. Agora, pro refi no final, pra... É isso. Pedro tá muito bem. Igor Tiago ou Pedro? Igor Tiago, né? É. Ele tá fazendo conta da Premier League, né?
E qual o problema? Não, Vinho. É que hoje o que é brigando com ele, né? Tá brincando comigo? O outro jogou uma Copa do Mundo. Não, eu também. Eu sou Pedro. Bateu o pênalti. Eu não tô falando nem com ele. É que o Pedro vem crescendo. Com o maior respeito do mundo ao jogador que você falou. O maior respeito do mundo. É que hoje tem isso, né? Ah, o cara tá lá, faz gol na Premier League, tudo logo, gol na Premier League e tal. Só que é um jogador forte.
Eu também acho que o Pedro é qualidade, jogou Copa do Mundo de qualidade. Os que faziam gol na Premier League, na Inglaterra, nessas copas todas que passaram aí não fizeram gol. Sim. Aí agora é a solução. Tem o gol agora no tiro. Pô, olha, com todo respeito, eu tenho o maior respeito do mundo, dos campeonatos lá fora, da Premier League, de todos eles. Agora, entender.
que o Pedro não possa ser o atacante da seleção brasileira jogando o que está jogando. Sim. Eu estou falando... Ele voltou muito bem. Até para ser justo. Até para ser justo. Se você pegar um jogador que foi muito bem no ciclo todo e que agora no final está um pouquinho abaixo, que você entenda que você vai recuperar para a Copa do Mundo... A gente nem tem isso. Ok.
você entender que entre um jogador e outro, você possa fazer essa opção. O problema é que, na posição do Pedro, na característica do Pedro, eu entendo que o Brasil, e com um agravante, aí o Pedro vem de uma experiência de Copa do Mundo. Já passou, né? Ele já passou numa Copa do Mundo. Então, eu...
Não pensaria duas vezes. Nesse momento, se o Pedro continuasse a jogar o que está jogando, no dia da convocação, eu colocaria o Pedro, mais uma vez, por suas características, por ser um jogador que, em um determinado momento em que precise de um centroavante mais agudo, de que...
seja mais objetivo pro gol, eu levaria ele. Agora, Braz, você tá falando do Pedro, a gente falou do Gabigol. Aí eu quero baixaduras também dessa composição. O Pedro é pedido pelo Jorge Jesus ainda, né? Depois o Jesus deixa o Flamengo. E o único momento em que os dois conseguiram jogar juntos, a gente teve o Dorival Júnior aqui na época, né? Tava prestes a semifinal da Libertadores. E aí ele contou mais ou menos que ele conhecia o Gabigol desde...
O início no Santos Não sei se ele que o subiu no Santos pode ser Jogando ao lado do Ricardo Oliveira Você não jogou com o Ricardo Oliveira? O Dorival tendo ali uma ascendência Porque conhece o Gabigol desde 17 Eu joguei Você vai jogar com o Pedro Quantos gols você fez com o Ricardo Oliveira? Foi essa estratégia de convencimento Agora é água e óleo
Diferença total de personalidade, de gostos, de forma de ser o Pedro e o Gabriel. Como é que você conseguiu contornar essa relação? Porque na maioria do tempo, os dois foram competidores pela mesma posição ali. Sim, mas nessa época que você está falando, quando o Gabriel se propõe...
a sair um pouco mais. A verdade acaba sendo essa. Ele sai um pouco mais da sua posição para deixar o outro... E o Pedro vai para a Copa. E o Pedro vai para a Copa. E o Gabriel não vai. Mesmo fazendo o gol do título. Então, assim, o Gabriel...
É porque o Gabriel vai se enrolando também na comunicação e no dia a dia, por mais que ele seja inteligente. Mas o Gabriel foi um cara muito legal com o Pedro nesse momento, muito correto com o Flamengo nesse momento, foi super profissional nesse momento. Porque ele foi convencido a sair um pouquinho mais que o técnico querendo, entendendo que queria jogar daquela maneira, ele precisaria...
Não vou falar a concordância, mas ele tinha que administrar como todos nós. E aí não é só o técnico. Você acha que o Gabigol não veio resmungar pra mim? Eu fico vendo todo mundo nos podcasts... Todo mundo bonzinho, né?
Não, não tô falando dos jogadores, não. Eu fico vendo a comissão técnica, acha que administra tudo. Grande estratégia. Ele administra também. Sim. Né? Seja lá quem for, administra também. E assim...
Foi uma época muito importante pro Gabriel e pro Pedro. O Pedro, como você falou, vai pra uma Copa do Mundo. E o Gabriel é preterido na mesma posição pra ir pra essa Copa do Mundo. O Pedro bateu o pênalti naquele jogo. Mas quem se beneficiou disso foi...
Foi o Flamengo que a gente ganhou uma Copa Libertadores. Sim. A Copa do Brasil. Mas você tem algum caso de você ter que... 100, 500, imagino. Você tem que dosar essa vaidade, essa briga pela posição. Isso sempre tem, cara. Isso sempre tem. O sensação... Eles são completamente diferentes, Braz. Mas esquece os dois. A sensação de injustiça.
dentro de um elenco ela tá sempre latente ela tá sempre latente e não é só os dois que são diferentes, vários lá dentro são diferentes, não, mas eu não tô falando de diferença, eu tô falando de sensação de injustiça olha, eu acho que eu tô melhor na zaga hoje
do que fulano de tal. O fulano de tal tá jogando no nome. E que não sei o que. E que não sei o que lá. E que o fulano de tal tá jogando porque é amigo do centroavante. Mas isso é construído no dia a dia. Pelo jogador, pela mulher do jogador, pelo irmão, pelo pai. Isso é potencializado. Quem dá essa musculatura, a musculatura para o confrontotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwo
É o redor. É isso aí. Ele chega em casa aí? Não é assim. Pô, olha alguns amigos. É isso. É o cara que pegou ele lá. Pô, sacanagem desse técnico. Não tá te botando, né? Aí o cara vai fazendo o inferno. Do ninho até a casa do cara. É isso aí. Cara. Mas eu quero ser justo, cara. É foda. Assim, isso aí tem no Real Madrid. Lógico. Tem no City. Não. Esse Guardiola, pô, só gosta do outro.
E o Leonardo falando que a gente não é esse Neymar e Mbappé. Que pariu. Então assim, você tem que... É em relação humana, né? Exatamente. É a relação humana. E a relação humana dentro do ambiente... Isso é muito difícil. Que é o seguinte, você imagina. 32 jogadores, 33 jogadores ganhando um caminhão de dinheiro.
Com um bunker enorme enorme. Em volta. Em volta. Porra, se tu não se posicionar, o outro monta. E você tem que ir administrando isso. Cada um tem seu império. Cada um tem seu reinado. E todo mundo embaixo do Nenê. Você é foda. O reinado do Wesley não é mais... As pessoas que estão em volta do Wesley...
O cara mais importante é o Wesley, não é o Messi, não. Exatamente. Não é o Pedro, não é o Danilo. Ele é o ídolo daquela galera. Entendeu? Então, assim, e é da vida.
Ia dar vida isso. Pô, você situa esse moleque aí. Fala desse moleque. O Wesley, cara. Pô, ele deu um soco na cara do cara. Manda ele embora. Porque ele é meio difícil desencapado, né? Manda ele embora. E que não sei o quê, que não sei o que lá. Pô, essa história foi campeã. Eu vou contar essa história. Essa eu não vou aguentar, não. Tô na minha casa, toca meu telefone.
O cara na delegacia. Antes que dê problema, o cara não era polícia, não, hein? Não era, né? Não, o cara que me liga não era polícia, não. Ah, tá. Me liga, fala, Obras? Acho que tá tendo um problema, teve um problema com o Wesley. Eu falei, qual? Tem um cara gritando aqui, 2 horas da manhã, gritando aqui, que tomou um soco do Wesley, que foi agredido, que não sei o quê. Eu falei, cara...
espera aí ver o que esse cara vai fazer. Isso aí, na porta do Ninho? Na porta da delegacia. Ah, na delegacia. Duas da manhã. Duas da manhã. Brás de folga lá. Não, eu em casa. Duas da manhã. Aí eu falei, cara, monitora aí, dá uma olhada aí pra ver o que esse cara vai fazer. Não sei o que aconteceu, não sei o que aconteceu, que o cara foi pra casa e acho eu que não registrou nada.
9 horas, 8 horas da manhã, treino. Eu chamo o Erle. Falei, Erle, teve algum problema contigo na madrugada? Ele já ficou branco, né? Falei, eu também sou cheio de problema. Aí ele já riu. Aí ele falou, Marcos, aconteceu isso, isso, isso. Falei, olha, o cara ontem foi na porta da delegacia. Parece que não registrou.
Aí eu até falei isso, eu falei, ó, o diabo é o diabo porque é mais velho, não é porque é mais mal. Esse cara vai acordar, vão buzinar na cabeça desse cara, esse cara vai na delegacia. Tá te fudido. E explica o que aconteceu, entendeu? Pra eu entender. Aí o Wesley me explicou que estava com a mulher dele, com a sogra dele.
comendo um cachorro quente, sei lá o que que ele tava lá, mas não tava bebendo, não. Não, depois até teve imagem que, assim, corroborou com o que ele falou. Ele estava com a mulher e com a sogra dele. E o cara doidão começou a filmar ele, querendo ser um quiosque. Deu um problema e aconteceram alguns fatos lá. Eu falei, foi isso que aconteceu? Eu posso confiar? Braz, pode confiar, foi assim, eu tava com a minha sogra, tava com a minha mulher. Falei, tá bom. Não deu outra.
Meio dia, o cara na delegacia faz o registro. Aí, explode na imprensa. Aí a comunicação do Flamengo fala, olha, a gente vai apurar os fatos. Esse fato está entregue ao vice-presidente de futebol. E depois da apuração policial...
eu vou tomar as instituições cabíveis. Se a polícia entender que teve uma agressão, que teve uma desproporcionalidade, eu vou punir ele. Enquanto a polícia não entender, na hora que a gente botou isso aí, falou, pô, vocês estão brincando. Quando é que a polícia vai resolver esse negócio? Quando é que vai ver isso aí? E quem vai resolver é o Brás, que teve problema no shopping e não sei o quê.
Exatamente. Conclusão. Fui levando. Eu fui levando. Não puni ele porra nenhuma.
E depois foi o jogador que foi aí. E vendemos por 30 milhões de euros, sei lá. Caralho. Mas isso é... Quase saiu. Hã? Quase. Não, nesse momento? Não, nesse momento não. Mas eu tenho os prints aqui dos jornalistas. E é isso mesmo. E que tem que mandar embora. E que não é lateral pro Flamengo. Isso é muito legal no futebol. Jornalista.
Todos. Vários. Vários. Não é lateral pro Flamengo? Eu lembro que quando... Deixa eu pegar um gancho aqui nisso aqui. Bruno Henrique. Pô, essa eu não tô aguentando. Eu só vou falar dessa. Apanhei demais quando eu renovei por três meses. Mas não apanhei pouco, não. É irresponsável. Me chamaram de irresponsável. De não sei o que. Verdade.
Está aí, acabando o contrato, três anos. Tem que renovar. Sei lá o que vai acontecer. Não, mas foi aprovado, né? Está aí, jogou. Então, assim, o jogador que esteja com... Tecnicamente, eles possivelmente sempre vão estar. Mas se estiver na parte física, respondendo, aguentando os treinamentos, porque as pessoas confundem isso, não adianta aguentar só o jogo, não.
O jogo é mole de aguentar. Tem que aguentar os treinamentos. Quando você aguenta os treinamentos, você aguenta... Tá pronto, né? O jogo. Meio que um pouco. Eu não tô querendo... Eu não tô querendo, assim, falar... Eu tenho alguns amigos lutadores e, assim, em algumas entrevistas, você... E já falaram isso pra mim.
E eles falam, você subir no ringue, sair na porrada, é mole. Exatamente. É uma luta, com prazo ali determinado, três rings, três rounds, oito rounds, determinado momento. E o treinamento pra fazer isso aí? O treinamento é que ninguém aguenta.
O treinamento é que ninguém aguenta. E que ninguém vê, né? E que ninguém vê. O Anderson Zé me falava. Eu não sou nocauteado no UFC, mas sou nocauteado todo treinamento. É, fala no nocaute. Já vou... Tem duas histórias de nocaute isso aqui que eu queria saber, né? Assim, não é brincadeira não, cara. É assim, é... Nocaute do elenco, né? É dentro do elenco. Primeiro. Pô, aquele ali do momento que o time tava pegando liderança. Eu até falei com o Landinho, eu falei, cara, vocês contrataram o São Paulo. O São Paulo é maluco, né?
E aí, pô, o time, cara, grande jogo contra o Atlético Mineiro. Eu lembro desse jogo com só gol de falta. Eu assumi a liderança, se não me engano. Gol de falta do Arrascaeta, era pra arrancar. Não era só gol de falta, não. O Flamengo começou a perder um no jogo. Tava quase zero o Atlético Mineiro, a gente virou o jogo lá. E o que que aconteceu? Pô, a madrugada toda brascada. Aconteceu, é, é o que foi externado. O Pedro, em determinado momento, parece que não aqueceu. É...
O cara, o Pablo, na época, não entendeu que tinha sido um desrespeito e tomou a atitude que tomou lá. Cara, que... Dentro do vestiário, burro. Foi, foi dentro do vestiário. Parece que ele fala lá fora, né? Aí quando desce o vestiário, ele vai comprar por que você não fez. Aí o Pedro teria... É o que diz, né? Aí eu não vi. Vocês estão me sabotando. O que eu posso falar é o que eu fiz. O que eu fiz? Chamei o Pedro. Chamei o Pedro. Falei, ô Pedro.
O que você quer fazer? Porque eu tinha a responsabilidade ali do meu cargo. A responsabilidade do Flamengo. Ele é um funcionário, como qualquer outro, que foi agredido. Então, naquele momento...
Eu tinha que ficar do lado do Pedro. Não é do Pedro contra o gringo, contra a comissão técnica. É do Pedro que foi agredido. É, do cara que foi agredido. E ele falou, Marcos, vou fazer o registro policial. Pois não. Chamei o coronel. Falei, coronel, aconteceu isso, isso, isso, isso. O coronel falou, Marcos.
Eu, de fato, sou o responsável aqui, mas, neste caso, eu peço que você vá para a delegacia, junto com o jogador, e faça o registro policial. E foi isso que foi feito. Levei o atleta que foi agredido, fez o que fez, fez o registro.
avisei ao... São Paulo? Tanto ao São Paulo, como eu esqueci do nome da outra pessoa da comissão técnica. Falei, olha, ele vai ter que também ir pra delegacia. Aí, num momento, ele não queria ir. Aí eu falei, olha, não tem jeito. A polícia já foi reportada e agora a gente tem que ir pra delegacia. E foi pra delegacia. Landinho tava viajando, Landinho tava em voo, chegando nos Estados Unidos.
E quando deu sete horas da manhã, no outro dia eu falei com o Landinho e fui pra casa do Sampaoli. Eu fui pra casa do Sampaoli. Já que não ria. Sim, não ria. Falei, Sampaoli, olha só. Aconteceu isso, isso, isso. Tudo que você participou lá. O Pablo tá fora. E tinha uma situação. O filho do Pablo trabalhava lá no...
Na comissão técnico. Eu falei, não, no garoto ninguém vai... Porque aí tinha uma... Não, tem que mandar... Pô, como é que vai mandar o pai e não vai mandar o filho? Não. O senhor. O filho vai continuar. Vai mandar o pai embora. O filho não vai pagar... Pelo que o pai fez. Pelo que o pai fez. Ser demitido de um clube. É... Ter essa marca na carreira por causa do pai. O pai que segura os problemas. O pai é que vai administrar o problema.
Convenci o, no bom sentido, Sampaoli, que no primeiro relutou. Convenci ele. Mas qual foi o problema aí? O cara que deu o soco era o cara mais de confiança do Sampaoli. É o que estava há mais tempo na comissão técnica do Sampaoli.
O Flamengo fez o jogo que fez contra o Atlético Mineiro. Não sei se a gente foi um pouco antes ou um pouco depois. A gente ganhou do Grêmio na Copa do Brasil. Foi lá. Foi um jogo muito bom para o Flamengo. Foi excelente para o Flamengo. E de Zanduco. E na quarta-feira seguinte nós íamos jogar contra o Olímpio.
No Maracanã. Ele precisava dar uma postura pro grupo que, assim, olha, o cara fez isso. Foi 1x0 o Flamengo. Foi 1x0 o Flamengo. Mas não foi o resultado que poderia ter sido pra jogar com tranquilidade dentro de assunção que a gente sabe que todo mundo sabe qual é a dificuldade de jogar com o Olímpia lá. A gente sai ganhando o jogo lá.
Não sei se vocês resolvem, recordem. E a gente tomou uma virada com três gols de cabeça, dois gols de cabeça. O que aparenta é que ele perdeu o grupo depois disso.
Ele não foi tão infusivo em desculpa, ele tá errado, ele ficou ali meio que num... Sim, ele não tomou uma posição. Na verdade, quem tomou a posição de tirar o... O Pablo foi você. Fui eu. Dizem que na coletiva que ele fala assim que perdeu, não conseguiu dormir pensando no Pedro e no Pablo aqui ali, pô. Tá pensando no Pablo? Pablo deu... É teu amigo, mas ele que causou a situação, pô. Tá até te complicando o teu trabalho, né?
Agora foi uma pena. Você sabe quantos jogos o Flamengo tinha perdido até ali? Um? É. O Flamengo estava... Com todo o estilo dele maluco. O Flamengo estava melhorando. Estava melhorando. Estava entendendo o jeito do Sampaoli de ser. As coisas estavam caminhando. Infelizmente, aquele soco ali foi...
Foi um soco na temporada. Foi um soco na temporada. Assim, agora, como é que você, sem nenhum tipo de desculpa, que, claro, eu em seis anos, claro que errei, todo mundo erra, você tomando decisões ali, sempre sob pressão. Cara, isso é louco. É, enfim.
Mas como é que você controla isso? Isso nada tem a ver, você desculpa, com qualquer situação de ambiente, de controle de ambiente. O cara chega, dá um soco na cara, depois de ganhar um jogo. Includiu. E outra coisa, ganhamos o jogo jogando fora. Ponto o Atlético Mineiro. De virada. De virada. No estádio do América Mineiro, que é pequenininho. No outro, né, pô.
Sim, ele era emblemático. Então assim, infelizmente aquilo ali foi um diferencial na temporada e foi. É outro soco que eu vou querer saber. Só para aproveitar esse gancho, porque na época isso era reclamado. Então assim, para ver que você está aqui, você pode dar a sua justificativa. E eu, lógico que tem um fato que te atrapalhou nisso, que é a questão do gol. O Flamengo não tem esse problema no brasileiro, eu acredito que ali tirou muito do que poderia ser uma briga pelo título, no soco.
Outro título que a gente chega até a final, a gente, vocês chegaram até a final, que é o Copa Brasil. Nós, né? Nós chegamos até a final. Então pronto, não, são nós. Ué, se sou, então agora o Flamengo ganha no seu campeão. Porra nenhuma, sou trida, libertador, sou tetra, sou o que for daqui pra frente, igualzinho. É isso aí. O mal tava do lado de dentro e agora eu tô do lado de fora, meu. Ué, eu não sou campeão do mundo? Tu não é campeão do mundo? Eu não vi, mas sou. O Zico que deu jeito dele lá.
O Zico, o Júnior... Já vi tanto daquele jogo que eu sou campeão do mundo. O Nunes, o Adilho, eles que deram o jeito, mas a gente é campeão do mundo. Como é que é isso? A questão do gol, que o goleiro era o Rossi, mas teve todo aquele problema que o Riquemmert quebrou as pernas. Ficou de sacanagem. Mandou o Rossi lá para a Arábia para não liberar. E o Flamengo acabou tendo que...
Nada contra o Matheus, mas o Matheus era o menino, né? Nesse jogo do Olívia, muita gente botando a maturidade em alguns lances do Matheus. Tem a Copa do Brasil, que o Rossi acaba, o São Paulo bota o Rossi no último jogo, né? Já bota no último jogo. Acho que o Matheus foi até ali.
Ali essa questão de não ter conseguido terminar a temporada com o goleiro que você tinha pensado, o goleiro Cascudo, pode ter atrapalhado. E nada contra o Matheus. O Matheus é um talento, mas era muito cru ainda, recebeu aquela chance ali, né? Sim, mas o que acontece? Sabe o que eu acho?
Interessante. É que quando tem a intervenção do dirigente, isso não é profissionalismo, isso não é o bom senso, você tem que ter os processos. Na época, eu perguntei e disse, Matheus, aguenta? Fica tranquilo. Aguenta. Então, quando é o contrário, quando é o contrário,
É intervenção, é querer demonstrar poder. Então, assim, te respondendo, deixaram claro pra mim que ele tinha condição. Aconteceu a fatalidade ali daqueles três gols de cabeça que a gente não pode também, pra ser justo, imputar só a ele. Lógico. A gente tomou uma virada. Sim.
Se teve um jogo que começou bem, foi aquele. Lógico. Vitória aqui e abre lá. Você ganhando de 1x0 aqui. Você ganhou de 1x0 aqui. Você vai jogar contra o Olímpia lá. Naquele estádio em que a gente abre o placar tranquilamente. Sim. O jogo ali estava duro. Não estava massacre de um lado ou massacre do outro.
É porque a gente vê a diferença que o Rossi fez ano passado, né? Com o Guilherme Cascudo, como é que faz férias? Mas ele fala na final. Sim, mas... É que no gol do São Paulo, ele chega ali na... É, mas ele tava chegando, ele era pra ter jogado, né? Ele era pra ter jogado. Agora, Braz, outra... Cara, essa parada de você resolver essas situações é uma parada que... O futebol é mais isso do que a gente vê no campo, né? Você tem que resolver ali as...
relações pessoais, os problemas, a história do Wesley, de duas da madrugada, por exemplo, você tá em casa, porra, fudeu, tem um cara na delegacia e tal. Aí tem a situação de treino, que é muito normal, muitas vezes é normal, não é normal, porra, era em treino, mas rola. Mas é normal, você já deve ter visto dezenas de conflitos que não foram publicados, não vazaram no vestiário, tudo mais.
Mas esse foi vazado, que foi Gerson versus Varela, até porque o Varela, no jogo seguinte, tem que botar a máscara pra jogar, né? Sim. E o Marcão com a máscara. Como é que foi a situação também de resolver? E já emendando o que a galera perguntou aqui, que é algo que ficou muito popular, hoje o Gerson jogador do Cruzeiro, como é a sua relação com o Gerson e com o pai do Gerson, o Marcão, que é empresário e pai, é uma situação mais...
Vamos lá, em relação ao... Em relação ao... A do Gerson com o Varela. Tem uma questão, assim, você... É inadmissível, por mais que você entenda que isso possa acontecer num treino mais ríspido, num treino mais duro, é inadmissível você ter ali. Só que só tem um ponto aí, em que talvez facilitou, ou foi o grau facilitador desse processo.
O Gerson, o Varela foi pra cima do Gerson. Quem foi pra cima do Gerson foi o Varela. O Gerson meio que se defendeu batendo. Aí o Gerson se defendeu dando soco. É diferente se você trouxer... O Gerson foi e agrediu. Do Gerson chegar do nada... É, tá discutindo de boa... E dar um soco no Varela. É diferente da situação...
Um Pedro. Acabou o jogo. Pedro dentro do vestiário. Vestiário cheio, porque lá é pequenininho. Vocês não têm noção, é muito pequeno. É muito pequeno. É um bom vestiário, mas assim, é um dos menores ali do Brasil, da Série A. Por um acaso, todos os jogadores estavam...
neste salão maior do vestiário, ainda não estavam lá dentro tomando banho, porque foi muito perto do final do jogo. E que o Pedro foi agredido. Então, nessa situação aí, não foi muito difícil, porque... E o Varela chega pra mim e fala, você não pode punir ele porque quem...
Quem agrediu, quem foi agredir fui eu. Ah, é? E por que ele foi agredir? Ele foi de garfo um dia de sopa, né, mano? Por que ele foi agredir o Gerson? Controu a rocha. Uruguaio maluco, mano. Eu peguei um louco lá, o Diego Hernandes, bom jogador.
O cara foi o que entrou na mente do Neymar agora. É o que teve problema com o Neymar. Cara, ele entrou pra tirar o Neymar do jogo do Flamengo. Ele entrou ali, o Neymar tomou o terceiro. Bom jogador esse garoto. Bom jogador. Bom jogador. Passou pelo Botafogo aqui. Passou 24 anos, 25 anos. Bom jogador. Louco, é.
É Uruguai... Uruguai, meu irmão. Uruguai, meu irmão. Tu falou do... Uruguai, se não for logo pra cima dele, eles querem bater até no dirigente. É mesmo, é. É mesmo. Tu falou assim, Varela, louco. Te deu um tal de cabeça quando tu ligou a televisão, tava o mosquitinho lá do voador da Record, Varela no meio da confusão. Porra, isso aí foi do caralho. Mudido o Botafogo em Penharol. Claro, deu, deu, deu. Tiro o Júnior, né?
E foi num dia Ah é E foi num dia de uma celebração De um churrasco Um almoço que nós estávamos fazendo Mas ele sai pra ajudar um amigo Ele estava lá Já estava lá E aí ele recebe Esses negócios que eu falo É o lateral É o entorno Passam uma mensagem pra ele E aí
E quem passa a mensagem fala que um amigo dele tá lá. E que precisava de uma carona, precisava pegar. E não tinha ninguém numa confusão. O Varela vai... Tu vê que o Varela não tá na briga. Ele chega devagarinho com o carro. Ele chega lá com o carro. Enfim. Cara, que foi no meio da rua. Torcedor lá. Que foi só ficar puta. Que foi muito torcedor. Aí eu falei... Pô, ele me enrou o Flamengo. Aí eu falei... Varela, volta pra cá.
Fica quietinho, não fala mais nada, deixa que... Caralho, é muita... Pô, e isso que a gente viu. Você imagina que a gente não viu que o Braz tinha que resolver, né? Agora, essa... Braz tinha mais cabelo dentro. Pô, não é o que viu e o deixou de ver. É o que pode falar... E o que não pode falar. Puta, nem imagina, irmão. Que jogador, enfim, todo maluco. Mas isso tem em qualquer lugar, assim. Mas assim, os jogadores hoje...
São mais profissionais. São mais profissionais, mas tem um porquê. Não viraram só profissionais. Hoje tem o tal do celular com a câmera. Há 20 anos atrás, 30 anos atrás, eles saíam, iam para a boate, para não sei o quê, e não tinha uma foto. Eu ouvi dizer...
que o Romário passou aqui. Ouvi dizer que o Edmundo passou aqui em tal local. É. Agora... Pra mostra. Dois minutos, tá em 30... Na festa... Já tá saindo. Já tá no ar. É. Já tá. Então, assim, o mundo mudou. O mundo mudou. E eu passo, e eu vejo isso muito, é o seguinte.
Eu fui vice-presidente de futebol do Flamengo com 36 anos. Eu fui o vice-presidente mais novo da história do clube. 2009? É. E o vice-presidente mais novo, campeão brasileiro, campeão nacional no Brasil. Muito novo. Um elenco muito fácil de lidar. Independente disso, a pressão de você ser vice-presidente de futebol, a pressão de você ser vice-presidente... A coisa de gente que vem. Em 2009, em 2019... Ah.
É a mesma. A responsabilidade do cargo, a responsabilidade de ter que ganhar. Só que a exposição é totalmente diferente. É totalmente diferente. Eu vou te falar, é perto de desumana. Não, então... Por quê? O jogador, ele tá ali...
Ele foi sendo criado nesse ambiente. Ele não é posto nesse ambiente de um dia para o outro. Então, assim, eu acho que eles vão se adequando, foram se adequando, foram ajustando. E foram tanto que hoje as festas, os jantares, são mais...
internamente, dentro das casas. E tem aquele procedimento de deixar dentro do envelope. Sem celular. Qual é a diferença de um jogador tirando a bebida alcoólica? Qual é a diferença de um jogador que... Ou então o que é mais lesivo para um treinamento no outro dia? Um jogador que fica em casa quietinho.
jogando essa porra desses joguinhos aí até 5 horas, 6 horas da manhã, ou o cara que dava uma voltinha e 2 horas da manhã, 1 e meia da manhã, ia pra casa dormindo? É o primeiro. Qual é o mais lesivo pra vocês? É o primeiro, cara. É o cara que dá lá, pro pessoal lá que tá nos vendo, qual é o mais lesivo? É o cara que 1 e meia da manhã, que não bebeu, ou que...
Bebeu pouco. Bebeu pouco. Deu um rolê, namorou. E vai dormir. Namorou um pouquinho. E vai dormir. Ou o cara que fica até cinco, seis da manhã, jogando. Jogando e fumando na Healy. Isso toda hora tem. Isso é uma merda, porque circulação, o cara tá sentado. Isso toda hora tem. Você não foda.
E é fora do controle o que você tem que fazer. Tá no quarto dele. Não é no quarto, não tô falando de concentração, não. Tá em casa. Então, assim, tem uma situação de conscientização. Os jogadores hoje estão ganhando muito mais. Isso aí também faz com que eles pensem um pouquinho mais de se cuidar pra prolongar a carreira. Enfim, então...
Tem uma situação que você teve que resolver que também... Depois a gente vai falar que a gente pulou pai do Gerson, Gerson, enfim. Tem uma situação que você teve que resolver com 36 anos. Eu sempre fico pensando, a gente já teve vários relatos aqui. O problema não era os 36, era que eu não tinha o tamanho que eu tenho em relação aos títulos. Então. Não pensem... O que dá camisa. Que é a idade, né? Não é a idade. É que hoje, quando eu chego em algum lugar, como eu cheguei no Remo, vou dar um exemplo.
O Marcos Braz campeão de tudo. Eu falo o contrário, eu só não ganhei um. O resto eu ganhei tudo mais de duas vezes. Eu ganhei tudo mais de duas vezes. Eu só não ganhei um mundial e ainda foi na prorrogação. Enfim, o jogador respeita isso. Em 2009, ainda não tinha isso. Como você resolve uma situação assim? Tem o craque do Campeonato Brasileiro que do nada chega pra você e queimou o pé.
Mas nos dois últimos jogos, meu irmão. Arrancada. O jogo que o Flamengo assume a liderança, o Adriano não tá. Contra o Corinthians. Que é contra o Corinthians em Campinas. Em Campinas. Mas depois empata com... E a gente tem já. Com Goiás, né? Não, não, isso foi antes. Foi antes. Foi bom isso. Empatou com Goiás, obrigou a ser campeão em casa. Quando o Flamengo... Quando o Flamengo... Quando o Flamengo pula...
Na frente. Foi contra o Corinthians. Se ele ganha do Goiás, ele seria campeão contra o Corinthians lá no interior. Primeiro, qual é a real história do pé? Queimou o pé aonde? Queimou o quê? Não, não, não. Ele já chegou que tá queimando pra você. Eu tenho 15 versões disso aí. Não foi na lâmpada, entendeu?
É aí, Dão. Não foi... Ele me enrolou na oficiada. Eu vou falar. Não foi... Não foi na lâmpada. Não. Não foi na lâmpada. Não. Entendeu? Não foi na lâmpada. Mas tinha a maneira que ele tava no escapamento. Escapamento.
cara, e aí, cara? mas era o jogo pra assumir a liderança, Betão e aí ele não jogou, ele queria ele tava fazendo o tratamento até pra final dele ele foi fazer o tratamento e eu falei pro Adriano que ele teria que fazer esse tratamento lá em Atibaia que a gente foi pra Atibaia porque iria tá próximo ali de Campinas ali E aí
E tava combinado dele ir e depois ele falou que queria fazer o tratamento no Rio de Janeiro. Eu falei, se você fizer o tratamento de Rio de Janeiro, tu não vai jogar. O tratamento tem que ser lá pra gente ter a possibilidade, ver a possibilidade de você jogar. Ele falou que não ia. Eu falei que ele ia estar fora do jogo. E aí a gente viajou. Sem ele? Sem ele. Chegou um dia antes, ele queria ir. Eu falei, não vai jogar. Aí os jogadores fizeram a reunião.
Pra me chamar lá. Eu falei, vamos pro outro item, que esse já transitou e jogou. Vamos pra outro. Vamos pra outro. Vamos falar aí do Corinthians amanhã. Embora. Luiz Aíra Chinoco e Arrozão.
era, coitado o Zair era o gerente, né? era, o Zair, um cara espetacular das antigas das antigas ele foi campeão no Vasco, o Eurico depois passa, ele vem volta pro Flamengo, né? um cara um cara
super talentoso. Histórica do Rio de Janeiro. Histórica, um cara que... Aprendi muito com ele. O Zahias. Entendeu? O Zahias é um cara que... Eu tive a felicidade de ter trabalhado com ele e aprendi muito. E lógico que o mundo vai mudando num segundo momento. Até o Marcos Mota fala isso, né? Que eu tive a... Fera. Fera. Um amigo meu de muito tempo.
E ele fala, o Marcos teve essa vantagem de ter tido ali...
Não é que eu trabalhei, mas eu estive muito perto ali de um Eurico, de um Calil, do pessoal. Da velha guarda. E eu consegui, por ter começado muito novo, eu migrei, eu consegui. Antes de estar. Passei já por um futebol diferente. Eu fiquei nove anos fora do futebol. Enfim. Mas o fato, Adriano, cortou do jogo. Eu cortei do jogo, falei, você não vai jogar.
Penúltima rodada da Brasília. Aí eu fui com o Bruno Mezenga. Bruno Mezenga. Isso pra agora. Mas o Bruno ganhou dois, né? Ronaldo saiu no primeiro tempo. Gol de pênalti do Léo Moura. E o gol do Zé Roberto. E assim, e deu tudo certo lá. Nós ganhamos o jogo. Os caras falam do Coriçã. O Goiás vira o jogo. Começou o São Paulo ganhando o jogo em Goiás.
O Goiás vira o jogo, ganhou o jogo de 4 a 2. E o Flamengo ganha do Corinthians. E eu vou falar um negócio para vocês. Foi importante... Para o... Você ser campeão no Flamengo, em qualquer época, sempre é muito importante. Mas...
Se o Flamengo não quebra aquela... Faz aquela ruptura. São Paulo ia ser tetracampeão brasileiro. Porque as pessoas esquecem. São Paulo era campeão 6, 7 e 8. E aí, eu já era conectado em relação a isso. Vocês não têm noção do game que estava sendo jogado em São Paulo.
em tudo quanto é ambiente possível, e que possível eu falar aqui, para que eu confirmasse o tetracampeonato histórico. Porque até hoje... Não tem tri. Não tem tri. Só o São Paulo. Só o São Paulo. Só que não ia ter negócio de tri, não. Ser tetra. Ser tetra. E no brasileiro que é tão equilibrado. E aí o Flamengo vai e consegue ser...
campeão depois de 18 anos, foi um título importante. E pra mim, muito mais importante, porque foi assim, porque foi um divisor de águas em relação a meus posicionamentos como dirigente. Uma coisa é você passar por ali.
tá em alguns ambientes, mas ser campeão no futebol é diferente. Eu posso afirmar isso e isso aí ninguém te tira. Entendeu? E o que a gente relato aqui é o seguinte. O último jogo contra o Grêmio, a bolha seguiu no pé do Adriano. Ele teve que jogar com a palmilha da chuteira cortada. Não teria condições de jogar. Na verdade, por que que agravou? Por que que agravou e as pessoas, poucas pessoastwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwotwo
Não entendem. O problema não foi só a queimadura. O Adriano chega pra treinar no Flamengo e não fala pra ninguém. Ah. Bota a atadura por cima, bota lá, não fala nada, mancando um pouquinho e vai treinar. Desfolou tudo. Aí mesmo.
parece que ainda estava chovendo. Aquilo ali ficou em carne viva. Então não era o tratamento... De bolha só. De bolha só. Era o tratamento de um agravamento. Era uma ferida que abriu. De uma ferida que abriu. Num curto tempo...
para a final, que era o último jogo de a... Enfim. Mas a zaga tava lá pra garantir. O magro de aço tava lá. A gente foi campeão brasileiro com dois gols na zaga. David Braz e o Ronaldo Angelinho. Um beijo aí pro Ronaldo Angelinho. Um cara... Manda em Juazeiro. Um cara diferente. Trabalhei com muitos jogadores.
Um cara diferente. E não é porque é o jeitinho ali... Milde. Nordeste, humilde, não. Não, o cara sensacional. É um cara diferente mesmo. No que pensa da vida, no que... No que se propõe. Ele é muito valorizado. Não, mas eu acho ele... É quem não mora no Rio, pô. Eu acho ele valorizado. Eu acho que ele é um cara...
Ele é um cara que a torcida do Flamengo tem que ter ele com o maior respeito do mundo. Ele tá sempre nas embaixadas aí, viajando no Brasil. Ele é um cara muito legal, muito legal. Alguma outra história de bastidor assim que a gente não sabe desse 2009? Porra, duas vezes. Porra, duas vezes.
Administrar ali o PET, a Diana. E assim, outro mundo. Flamengo treinou muito tempo na Gávea em 2009. Não era possível, não era possível treinar todos os jogos lá no CT. Alguns jogos, alguns momentos a gente treinava ali. E ali você ficava muito exposto, né? Em relação a tudo. Eu acho que a Gávea é mágica.
A Gávea é mágica pra história do Flamengo. Mas hoje, em que qualquer câmera puxa qualquer imagem, qualquer situação de vídeo puxa qualquer som de qualquer... Você viu o primeiro treino do Jesus com Madureira. Eternizou o Mauro Aral! Você fica muito exposto ali pros dias de hoje. Embora...
Eu que comecei ali com oito anos de idade na Gávea ali, eu sei a importância da Gávea. Mas vale um treininho ali mensal, um treininho mensal para o sócio? É, mas aí, em cima de que jogo? Em cima de qual? Antes de que jogo?
Ah, mas tem que se jogar aqui. Tem que se jogar aqui. Mas eu sei. Fudeu. Mas aí... Ah, você vai jogar... No melhor momento. Sempre no melhor momento. Você vai jogar contra o time e tal. Aí você vai treinar lá. Oba, oba. Perdeu. Fudeu. É isso, cara. Assim, eu acho que você pode resgatar esse sentimento aí de outra maneira. Não sei qual.
Mas o Flamengo tem que treinar lá no centro de treinamento. Se você tem um problema com o jogador dentro do treinamento, você tá ali já... No seu ambiente. Já num local seguro pros tratamentos, pra qualquer atendimento. Eu acho que tem que ser ali. Agora, Braz, só uma pergunta do Adriano ainda. Se você tava no dia em que Jorginho foi até o...
CT, pra observá-lo, ele não foi treinar. É por isso que ele é cortado na Copa. Ué. Tu tava lá sem. Eu tava chegando lá e o meu telefone não parava. Assim é. Entendeu? Mas assim, eu não me lembro. Eu não me lembro. 2010, eu não me lembro. Antes da concordação final. Eu não me lembro se eu tinha...
saído já. Mas assim, naquela época tudo que era relacionado ao Adriano era... Meu telefone tocava para as pessoas entenderem. Enfim, cara, assim, foi... Agora, o Adriano foi...
Resgatou muita coisa nossa ali. Resgatou... Foi o artilheiro da competição, se eu não me lembro. Depois de anos... A gente não tinha um artilheiro e campeão. Eu acho que deveria ser o Zico. Zico 83. É uma coisa assim. Zico com 21 gols, eu acho. Então, assim, foi um momento... Era um outro Flamengo, né? Flamengo com...
Flamengo com muito menos robustez do que tem hoje. Poder de mercado. Sim, mas deu tudo certo. Foi um ano muito legal. É um título que... Eu vejo um brilho no seu olho de falar. Foi importante para mim, mas... Você imagina, quando eu assumi, as pessoas falaram que o Flamengo ia cair.
Aí você assumiu e depois saiu o Kleber Leite. Eu assumi. De gente histórico, né? Não, saiu o Kleber Leite. Saiu o Kleber Leite, saiu o Plin, saiu... Não sei o quê, saiu todo mundo. Saiu todo mundo. Então, assim, eu chego ali... Eu chego ali sozinho, sem ter o tamanho...
Isso é muito. Isso não pode descolar. Uma coisa é eu chegar naquela situação no tamanho de hoje. Outra coisa é você chegar no tamanho daquela época, naquela situação. Enfim, as coisas foram acontecendo. A minha carreira de dirigente. Sim, aquilo ali foi um diferencial. Foi muito legal pra mim.
pro Flamengo eu acho que é igual, você ganhar, ser campeão brasileiro é sempre importante. O Hexa, né? É, aquele Hexa campeonato. E a maneira que foi, entendeu? De arrancada, né? Muita gente falando que era injusto, como o futebol era injusto, né? De ser campeão com dois meses de salário atrasado, com um mês de salário atrasado. É coração, né? É. O meu capitão era o Bruno. Cara. O meu capitão era o Bruno. Então, quando eu tratava de premiação,
e tratava de assuntos relacionados a pagamento, mais do que natural tratar com ele. E assim...
Como capitão, como capitão, para estas questões de premiação, pagamento, de ajudar você a equacionar as dívidas, de quando é que eu ia pagar, de segurar o elenco, ele ajudou, ele foi sempre muito importante para mim. O que aconteceu depois era algo que, assim, tipo, você, porra, não é possível um negócio desse.
Olha, eu já não tava mais lá quando teve os atos finais, né? É meio do ano ali. Eu acho, não tenho a certeza. Ninguém iria imaginar que iria ter o final daquela loucura. Entendeu? Então, assim. Não dava indícios, assim, de que... Pra aquilo lá? Eu acho que não. Não tem ninguém com cabeça. Sempre aparece um fanfarrão aqui falando. É, maluco. Eu sabia que ia acontecer. A torcida do Flamengo não tomou. Cara.
Como é que você ia imaginar o final que teve? Então assim, em 2009, se não me engano, teve um problema lá com ela, mas longe de ser o final, o fato final.
O que eu ia te perguntar, você chegou a citar em algum momento, como é que a gente gosta de... Eu acho que é uma oportunidade pelo tempo que tem de resenha aqui, de espaço, para falar, né? Não sei se você fala, mas como você citou, eu vou me tomar liberdade de contar... Você pode contar bastidores do shopping. Não, Ló... Porque assim, foi muito falado...
Sem imagem. Então muita coisa foi falada. Cara, olha só. Então, eu quero saber o teu ponto de vista. Olha só. Eu tenho um ponto de vista muito claro e muito à vontade pra falar desse assunto. Mesmo sendo um assunto que ele é adverso pra mim. Mas vamos lá. Questão... Pra começar. Eu nunca poderia ter tomado a atitude que tomei. E pra ir pra ir de fato. Pra ir pra ir de fato, agredir ninguém. Não é ele, não. É qualquer um não pode agredir ninguém.
O mundo mudou, as coisas mudaram, e eu não poderia agregir ele na época que foi feito, hoje ou há um tempo atrás. Dito isso, dito isso, e sem diminuir o que eu falei aqui em relação a que eu não poderia, não precisaria ter feito o que eu fiz, eu queria que entendesse...
A situação em que eu tomei aquela atitude. Eu estava com a minha filha dentro do shopping de 14 anos, que eu iria fazer 15, e mais duas amigas da mesma idade. Então eu era o responsável por três adolescentes, mulheres, dentro de um shopping. Eu chego, sou agredido verbalmente.
várias vezes, e aquele esquemazinho de sempre. Um te esculachando e o outro gravando. Eu fiquei quieto. Segundo momento. Eu fiquei quieto. Eu encontro a minha filha e entro pra dentro de uma loja. Ela escolhe o que ela quer e ela fala assim, pai, eu vou aqui do lado e eu vou aqui.
para ver um, não me recordo, uma outra. Ela sai do meu campo de visão e vai para a esquerda junto com as duas amigas. Um minuto e cinquenta, ou dois minutos, depois do fato. Ela pega e sai. Para o cara de novo. O cara...
Hábilmente ele não entra na loja, ele fica na loja. E começa a falar. Eu falei uma vez com ele. Falei, cara, minha filha tá aí do lado, mano. Eu não tava enxergando. Você tava só aí. Fizeram a covardia depois de pegarem na fita. E a minha filha que falou que ia pra loja do lado não foi. Ela andou. Mas. Então, ele é mentiroso. A filha dele não tava com ele. Ela tava comigo no shopping.
Então, eu perco o campo de visão. E ele tá falando. O que eu vou fazer, o que eu vou acontecer. O que nós faz, que não sei o quê. E era de uma torcida organizada que depois ele mente. Que não é. Mas isso, cara, já passou em relação a esse... E aí eu falei a primeira vez, falei a segunda. E fiz o que fiz. Então, assim... E aí...
Quem estava com ele, depois que viu a atitude, não foi ajudar ele. Aí deu problema. Talvez, se eu tivesse entrado na porrada, tomado um tapa na cara, com certeza o desfecho ia ser muito menos midiático.
Mas como foi um dirigente que reagiu mais uma vez de maneira errada num determinado momento, teve a proporção que foi. E aí eu era vereador na época. Era vereador na época. E aí isso aí se multiplicou. Agora, quantos vereadores no país, mais uma vez, eu vou ser chato nesse ponto.
porque é importante também eu deixar tanto o pedido de desculpa, que eu já falei, já falei, admitiu o erro. Quantos vereadores que o país tem? 15 mil? Entre cidade pequena, sei lá quantas. Eles saem na porrada no trânsito, eles têm um problema em casa, têm um problema disso aqui. Então, assim...
o meu deu uma... Só uma tudo, né? É o dirigente, é o vereador do Flamengo... Então se eu tiver... Então assim, isso deu uma... Isso deu uma mídia. Cara, no dia estavam todos os canais, tudo no YouTube, todo mundo... Parece que eu era... Eu não sei, não me recordo. Parece que eram os cinco assuntos mais falados na América Latina do Twitter. É, cara. Do Twitter. Uma loucura. Enfim.
Como é que isso acabou? A pessoa criticou, Breve, você se comunicar via Flamengo no dia seguinte. Eu não comunico, eu queria... Daquela coletiva, né? Criticaram muito, usou a instituição. Mas eu não usei a sua instituição. Eu fui acusado também de um vice-presidente... Se eu fui acusado de um vice-presidente ter tido uma atitude incorreta com A, B ou C, Eu tinha que estar...
num local em que eu sou vice-presidente para falar. Então, esses são os covardes de plantão, os vagabundos de plantão, que fazem isso aí. Eu não... Foi apenas isso. Eu acho que seria menos honroso para a instituição.
eu não falar do tema. Então eu fui ali e fui dar a minha versão dos fatos. Sim, sim. Entendeu? Talvez o erro ali maior, mas aí tinha um problema jurídico, que eu vou me estender aqui.
um problema jurídico, eu não podia pedir uma desculpa mais enfática naquele momento por causa do problema jurídico que poderia ter posterior. Como é que acabou esse fato aí? Eu e o meu advogado montando uma...
Uma acusação. Pô, me corrija aí, Stocklin, que fica sendo perseguido porque tinham várias... Stocklin. Stocklin. Stocklin. Que tinham várias situações na internet falando pra pegar dirigente e jogador. Ainda bem que aquilo aconteceu comigo, cara. Isso foi em 2023? É, eu acho que... Que o Flamengo não ganhou o título. Sim, sim, foi em 2023. Então, o que que acontece? Eu iria entrar contra esse processo e ele entrou contra a agressão.
Antes de ter o caso, o meu advogado e a advogada dele se entenderam, se entenderam. O meu advogado não entrou com a ação que iria entrar. O advogado dele não entrou com a ação. Não teve nem... E o Ministério Público entendeu que já que...
a possível vítima tirou as coisas se equacionaram então foi dessa maneira foi dessa maneira que foi, foi isso que aconteceu eu tava com a minha filha, deu problema, foi isso, cara tendo você aqui é importante porque no momento o que se falou o que se criou de história você tendo você aqui é melhor ouvir de você é um assunto que assim
por acaso vocês não fizeram isso mas assim, em alguns lugares tem um assunto que pra mim pode falar qualquer assunto, pode perguntar qualquer coisa tanto que aqui a gente já falou da porrada de um, da de Bruno, da de eu assim, não dá, porque se não pode isso, não pode aquilo eu não tenho problema com isso mas assim, foi um valor muito grande sempre foi quando saíra dirigente foi um fato totalmente descolado da minha vida como dirigentetwotwo
Vocês têm noção de quantos protestos eu... Eu não vou falar a palavra enfrentei, mas quantos protestos tive que administrar? Quantas situações fora, fora, fora... E aí tem um ponto aí. Tem um ponto aí. Quando o MP começou a questionar algumas coisas, queriam que eu fizesse uma...
Um taque. Você aventou a história de ter um taque. Como é que eu vou fazer um taque? Com determinada situação. E no mês seguinte, eu vou jogar contra o Atlético Mineiro, lá em Minas. Se eu arrumar um problema lá, eu arrumei um problema com o meu taque aqui.
Porque você fica ali. Eu falei, olha, não tem a menor sentido. E assim, eu expliquei isso. Falei assim, como é que eu vou fazer um taque e depois eu vou jogar contra o São Paulo no Murumi? Em que eu tenho situações de atrito ou situações possíveis de acontecer. Então foi um ato descolado. Eu nunca tive problema nenhum. Sempre enfrentei as críticas.
Eu sempre entendo a crítica, e existem algumas críticas que você sabe que é covarde, mas, cara, isso aí a gente tem que administrar, isso é do mundo de hoje, isso não é só no futebol, isso aí você tem na política, você tem em todos os setores, e isso aí faz parte do mundo. Mas é uma questão que ficou para trás e que, se eu puder até encontrar o rapaz hoje de novo, que eu não tive a oportunidade.
Seria legal. Olha só, é legal. Agora, sobre... Eu ia te perguntar. Qual é a sua visão de hoje sobre Marcão, pai do Gerson, e o Gerson? Olha só, vamos lá. O que as pessoas questionam do Gerson? Vamos lá. Vamos ser sinceros, claros e transparentes. Que ele assiste o pai fazer tudo que faz e não toma uma posição que faz e não toma uma posição.
como atleta. Isso que é... Acusação. É o questionamento em cima do Gerson. A gente falar que ele não é profissional, que nunca foi profissional, ou que deixou de ser profissional, isso é um absurdo falar do Gerson. Então, a gente tira o Gerson. O Marcão é um cara em que ele acha, ele acha que ele acha,
que ele fazia as movimentações que ele faz, que ele tira mais proveito financeiro, ou... Quando eu falo financeiro é porque ele é o... Com transferências. Com transferências ou com qualquer outra situação. Quando vende... Agora, ele é o procurador do jogador. Ele é o procurador do Gerson. Ele era o procurador. Ou então...
Ele era um dos procuradores do jogador desde sempre. Era certo de dar uma merda em algum momento. É. Era certo. As pessoas não sabem. O Gerson ia pro Barcelona. É. Peraí. Antes do Fluminense. Ah. Os dirigentes ficaram lá embaixo vendo o avião passar.
E o avião aterrizou em Roma. O jogador, ele ia para o Barcelona. Quando sai do Fluminense. É, o Marcão deu o jeito dele.
Ele ia pro Barcelona, cara. Só que arromba alguma mais. Eles vão falar que é mentira, que não sei o quê. Ele ia pro Barcelona. Ele ia pro Barcelona. Aí o avião passou em cima de Barcelona. Pousou na Itália. Pousou na Itália. Quem é que fez isso aí? Atleta Marcão. O Marcão dele. É o melhor pro atleta, é o melhor pra não sei o quê. Depois, com a gente, com a gente, foi.
Tudo que ele tratou comigo, ele cumpriu. Só que o problema é que ele expõe muito, se expõe muito, expõe muito. Saindo do Gerson pro Zenit, né? Agora me fala, o Gerson foi bom, foi importante pra gente em 19? Foi bom. Em 20? Não, essa é a nossa... Foi uma boa venda também. Aí eu tô falando, eu como dirigente. Isso. Contratei ele. Vendi. Mais caro.
E contratei mais barato do que eu vendi. Depois. O salário dele não era, pelo menos enquanto a gente estava lá, não era nada... Ah, essa participação da saída para o Olimpíque, né? Eu não vou falar a palavra nada demais, que é um absurdo, né? Os jogadores ganham muito bem. Mas não era nada a mais do que uma média...
do que ele representa para o clube. Então, esse foi o marcão para mim. Só que ele continua, ele continuava, continuava. E aí ele fez, aí teve a situação que na renovação dele, ele tinha uma multa recisória muito grande, passou a ter uma multa recisória menor.
E quando você bota uma multa recesória menor, sem fazer nenhum juízo o valor da transação, mas você, por ter um marcão de agente, ele vai começar a não dar paz. Ele vai começar a não dar paz. O que é o não dar paz? A falar que tem sempre uma proposta, que tem sempre alguma coisa. Não tem a proposta, mas mexe no mercado, oferece o jogador.
Os aproveitadores de plantão ligam para ele e falam, eu tenho aqui o Barcelona, tenho o Chelsea, tenho o Arsenal, estou fazendo analogia. Aí ele vai, já começa a entender se pode ir para A, B, C. E aí fica esse inferno.
Acaba que não tem paz de ninguém. Mas isso não é uma... É até uma dica para os jogadores. Ele perdeu a Copa. É a minha opinião. Não estou perguntando para o Marcos. Não, não. E a questão de... Ele perdeu a Copa nesse time de sair e voltar. Eu acho que é uma questão de você sair sendo ídolo. Você vê isso no Palmeiras. Tem vários jogadores assim. Longe de te corrigir. Eu vou acrescentar no que você falou de perder a Copa. Ele perdeu a condição...
de disputar uma vaga pra Copa. Ele tava jogando, Marquinhos. Porque a gente não pode falar que ele iria pra Copa. Mas ele tava jogando vez gol. Sim, mas assim... Ele perde a condição total... Total. Porque o Danilo entrou. Ele perde a condição total de poder brigar por uma... E aí... Do mesmo jeito que tem pressão o questionamento.
pra botar, tem pressão e questionamento pra sair. É quem cobre o Flamengo. É a torcida do Flamengo. Uma coisa é a torcida do Flamengo vendo. Eu tô falando. Mas você tem razão. Numa lineária ali de convocar ou não convocar.
Uma coisa é a torcida do Flamengo ventando a favor. Outra coisa é a torcida do Flamengo ventando contra. Deixa a pessoa que está em dúvida à vontade para fazer a escolha. O time bem. O mais calma. Não estou aqui falando que a convocação seria...
feita por uma pressão popular. Não estou falando. O que eu estou falando é que se tiver na linear ali o cara fica à vontade. Então ele perdeu essa condição, o que é uma pena, até pela idade do Gerson. A Copa do Mundo, que ele teria a possibilidade de estar
Era essa. Se ele não estiver nessa, ele não estará mais em uma Copa do Mundo. Muito difícil. Não, muito difícil não, não vai estar. Você começa o papo falando dessa questão. Por que questionam que ele e Gerson não tomam essa...
Essa atitude de... Você tentou conversar isso com ele ao longo do processo? Não, porque eu tenho sensibilidade e eu sabia que não tinha jeito. Ah, é? Pai, né? Ué, você tem... Eu não vou... Eu várias vezes, algumas vezes... Em que...
Eu ia conversar. Muitas vezes eu fiz isso. Não foi algumas, não. Muitas. O Bruno Espino até foi partícipe de uma. Espino é muito bom demais. O Espino é muito competente. Muito competente. E assim, eu fui conversar com o jogador, ou com o pai de um jogador, e a primeira coisa que eu falei com ele, eu tô conversando com o pai ou conversando com o empresário? Uhum. Aí ele falou, não. Não, o senhor tá conversando com o empresário.
Eu meti a porrada no jogador e ele começou a mear. Eu falei, o pai aflorou? Ah, olha só. O pai aflorou? Por que conversar com... Você falar... Você falar do teu filho, não tem problema nenhum, mas alguém falar do teu filho, da tua filha... É, por mais que tenha razão. Sim, sim. Ou sem razão. O questionamento é outro. E aí, cara...
Essa situação com o Gerson. O Gerson deixa claro para todos nós, numa maneira certa ou errada, e isso eu tenho que respeitar o Gerson, que o pai é que trata dos negócios a ele. Os negócios dele. Que o caminho é o pai. Que um dos caminhos é o pai. Ele reforçou na coletiva de chegada no Cruzeiro. O que você pode fazer é falar o seguinte.
através desse caminho, não contrata o jogador e vai pra outro. Mas a partir do momento que o jogador é importante, que você quer o jogador, que você entende que o jogador pode te acrescentar, o caminho é o pai. Como diz o seu amigo Marcos Mota, né? Quem controla o jogador, controla a operação. Mas se o outro lado já é gelo no sangue, talvez. Gelo no sangue é o mantido, né? Assim...
Existe, eu acho que a vontade do jogador é muito importante. Muito, né? Muito importante. Mas às vezes você consegue fazer com que as pessoas que estão em cima do jogador e conversando com o jogador e apresentando um caminho...
que não é o de fato melhor para o jogador, e quando você tem credibilidade, quando você está em transparência, você chega para o jogador e fala, olha...
Você tem esse ponto de vista e a pessoa que te disse isso tem esse ponto de vista. Mas se você pensar assim, assim, assim, assim... Se dá um que tu virou um jogo assim, então... É, tu reverteu uma situação. Eu não reverti, mas, por exemplo, eu vou falar de uma contratação muito difícil que as pessoas sempre... A do Rafinha. O Rafinha quando acaba...
acaba o contrato dele, eu começo a falar com o Rafinha numa janela, que era ali em janeiro, e ele tinha mais seis meses de contrato no Bayern de Munique. Quando está caminhando para acabar o contrato, em que a gente já está bem avançado ali, o Ribeir, cara, vai para a Árbia Saudita, se não me engano, e faz um inferno na cabeça do Rafinha. E eram amigos.
amigos, para que ele fosse lá. A proposta que iria ser construída da Arábia Salvita era muito maior, era impensável. Aí a gente chegou e, enfim, o projeto aqui é esse, esse, esse. E, graças a Deus, a gente conseguiu a contratação dele e foi...
muito importante para 2019. A gente já conversou com o Lincoln. Um salve para o Lincoln. O Lincoln, o jogador, participou. O Lincoln ligava todo dia, 4 horas da manhã. Ficava maluco. O Lincoln é paciente. Por quê? Eu sabia o horário que era o treino lá, que era 9 horas. Eu pegava mais ou menos o fuso.
Quatro horas da manhã, três e meia, quatro horas da manhã, eu ligava pro Lincoln pra botar o Rafinha na linha lá. E o Rafinha indo pro treino e eu falando com ele lá. E aí, porra, chegou a hora que eu acho que...
Até a mulher do Lincoln já tava lá. Por que tá te ligando quatro horas da manhã? Ela já sabia até que era eu. Ela até já abordou isso. Agora, Marcos, assim, eu queria também te perguntar sobre... Tem duas questões ainda, acho que eu vou nessa, então. Porque o Landim esteve aqui, da última vez que ele esteve, e o pai do Gabriel respondeu o Landim nas redes sociais. Sim. Sobre a não renovação do Gabigol.
Tem a versão que é dita pelo Gabigol que chegaram a um acordo, né? Só não assinou. E o Landim veio aqui e disse, cara, que ele observa agora, depois de tudo que aconteceu, que foi o correto pro Flamengo a não renovação. O oferecimento pra ele. O que ele queria, né? Porque o Landim disse, a gente ofereceu. Um ano, ele não aceitou.
E aí, o que aconteceu sobre isso? E eu queria que você contasse também, o Landinho foi muito enfático na saída do Gabriel, no que ele falou lá depois da decisão da Copa do Brasil. Qual é a sua visão disso? Usar um título para reclamar de vocês, e meio que centralizando uma sazinha que era para a comemoração de um título, e ele acabou puxando para ele. Uma mente ficou ruim para ele até com o jogador. Vamos lá, vou começar pelo...
Pela essa posição final, que o Gabriel não precisaria nunca ter feito o que ele fez em relação a usar, não usar, a dentro de uma comemoração de título.
numa primeira posicionamento para a imprensa, após a gente ganhar aquele título. Um título de nível nacional contra um adversário histórico. Quem tem mais de 40 anos, 50 anos, sabe o que representa essa rivalidade contra o Atlético Mineiro. No primeiro, no estádio. Primeiro título no estádio ali.
não precisaria nunca ter feito aquilo, ele errou. Quanto à situação da renovação do Gabriel, sim, o Gabriel foi feito um contrato.
um molde de contrato em que se avançou sim, foi bastante adiantado e que tinha um entendimento sim que o contrato estava fechado. Claro que sempre precisava de autorização de Alben, mas...
Mas não rabiscado. Em seis anos de Flamengo, eu nunca contratei e nunca vendi nenhum jogador em que eu não estivesse seguro de que passasse em todo o processo de departamento do clube.
E até por inteligência, não seria com o Gabriel que eu iria fazer diferente. Então, eu acho que esse episódio do Gabriel... Por que não foi assinado esse... Enfim, aí se demorou muito. Essa renovação do Gabriel, ela começa logo depois de um título?
começa a se pensar numa renovação logo depois do título da Libertadores. 22. E 20... 22. 22. Black Hill. Né? E aí, depois tem a parte de doping, que a gente não sabe. Porque você tirar hoje os recortes das situações... É injusto com todo mundo. Da comissão de doping. E se o... E se o... Leva uma punição, né? Fosse mais extensa.
Então isso aí fez com que a gente aguardasse e depois um pouco mais na frente. Na frente. O Gabriel já não vinha tão bem. Pra falar a verdade, foi a tempestade perfeita. Né, Senhora? Mas...
Não é na maneira de que a gente falar de que não se pensou numa renovação, não se teve uma renovação. Não, isso teve a renovação. O Flamengo volta atrás, é isso? O Flamengo deixa de...
fazer a renovação para esperar um momento mais adequado ou uma situação melhor para a gente fazer. Mas aí já é um outro contrário. E aí já vai dando os problemas que deram. Dá para dizer, isso não entra no mérito do Gabriel como jogador do Flamengo, não estou dizendo isso, nem entra no mérito da história que ele tem com o Flamengo, que é imensurável, não tem preço, não tem valor. Mas...
A gente olhando hoje, se o Flamengo assina nos moldes iniciais de 22, ali perto do título, e pelo que a gente tem visto que ele tem entregue, o Flamengo teria se comprometido com um gasto desproporcional pela entrega do jogador. Sim, aí a gente tem que entender que ele hoje...
não estaria entregando o que ele entregou num histórico... Seria de quatro anos o contrato? Sim, seria de quatro anos. É um contrato jogado. Só que seria um contrato de... O tempo passa rápido. Um tempo de... Seria quatro anos, mas há quantos anos atrás? É, em 23, mais ou menos, seria. Quando a gente está falando aqui do Bruno Henrique, em que a gente fala que quando eu renovei por três anos...
Eu apanhei bastante que final de carreira, que já não está mais entregando. E essa era a melhor que eu ouvia. Que a maneira com que ele jogava é um pouquinho possível desse entendimento. Que como ele precisa de muita explosão, um jogador muito rápido, e com a idade já não iria ter mais isso.
Foi um erro, foi um absurdo ter jornalistas grandes falando que era um absurdo oferecer três anos. E vai renovar. E eu acho que foi uma situação assertiva nossa. Ele foi primordial no Brasileiro no ano passado, fazendo gol de reta final, libertador. As pessoas têm que entender que não é só o jogo que é importante.
Os treinamentos são importantes para você elevar o nível de que você entrega no jogo. Esse negócio de treino, treino, jogo é jogo, é legal, é bonito. Eu entendo qual é o significado disso.
Mas hoje, os treinamentos têm que ser bastante linear no tipo de entrega, de ter duelos dentro do treinamento.
o jogador ter a percepção e a sensibilidade de que se ele começar a treinar menos, quem está do lado, quem está atrás dele vai passar à frente dele. Isso tudo aumentando no dia a dia, aumentando essa disputa.
no dia do jogo é que aparece. Agora, Braz, só uma última pergunta aqui do... Aliás, penúltimo, Betão. Deixa eu fazer essa aqui. O João Rondônia mandou aqui. Luiz Henrique, do Botafogo. Sim.
Assim, eu vi o que o Landinho falou aqui. Vamos lá. Pra ser claro, quem esteve na casa do Luiz Henrique fui eu. Eu e o Bruno Espino. A gente esteve em Espanha. Foi na Espanha? Foi na Espanha. A gente esteve aqui, calma aí. Ah! A gente esteve aqui. Sevilha, né? Eu estive em Sevilha. A primeira proposta do Flamengo era uma proposta de empréstimo. De empréstimo. De empréstimo.
Quando a gente entende que por empréstimo não saía de jeito nenhum e a gente pensou em fazer uma proposta, o Texter vai e paga o preço em que o Sevilla queria sem negociar. Betis, perdão. O Betis sem negociar. E aí levou o jogador. Foi isso que aconteceu, o resto...
Foi isso que aconteceu. A gente chegou, nós chegamos para fazer o empréstimo de jogador e se possível, você deixar ali uma cláusula que você possa exercer num segundo momento, como foi feito isso em vários jogadores. Gabriel, Pedro. Pedro, né? Pedro, vários jogadores. A gente fez isso aí. E aí, o que aconteceu?
A gente conversou com o Luiz Henrique, foi muito respeitoso com a gente, foi muito, foi muito. E aí, os empresários em que o mesmo empresário que falou que tinha possibilidade de ter um empréstimo, foi o que derrubou o empréstimo para vender o jogador para o técnico. Eles vão falar que não.
Mas é assim, entendeu? A gente achava... É que a pergunta ali foi se foi um excesso de gelo de sangue. Não. Não, não teve excesso, não teve a proposta de compra. É porque o outro lado chegou, né? O outro lado pagou tudo que era possível no jogador. E a gente entendia que no primeiro momento, naquele momento, a gente tinha que fazer por empréstimo. E não era barato, não. A gente fez uma proposta boa de empréstimo na época. Mas o...
O Betis queria já vender o jogador, já entendia que já tinha dado tudo que poderia ter dado esportivamente. O jogador queria, já estava querendo...
já saí. Na época, o Fluminense também fez... O Fluminense... O Fluminense... Preocupado com a nossa ida lá, o Fluminense também sondou, mas não foi empréstimo. A proposta do Flamengo era empréstimo. O Texor foi e comprou, pagou o valor.
Não sei se sem negócio é. É um pouco acima até. Enfim. Acabou que não sendo pelo jogador que é. É, o monstro. Acabou que é. Por isso que eu tô te falando. O futebol é muito injusto. Chega no renda. Quando você analisa... Depois, né? Por exemplo, se a gente estivesse aqui em 19, talvez eu poderia ser arguído por vocês que a gente pagou muito pelo Arrascaeta.
E arriscado eu falar que sim. Hoje, se tu me perguntar... Pichinche. Olha o que a Rascaeta entregou. Mas ele se transformou no Flamengo, né, Braz? Quem tinha de relato da galera que joga com ele no Cruzeiro, ele era tímido, retraído, que ele fazia coisas no treino. Quando chegou. Mas no jogo nem tanto. Aqui ele se tornou um... Em 18 ele já era o cara decisivo. A personalidade dele é outra. Eu não acho isso não. Eu não acho isso não. Essa é conversa fiada.
Eu vou pra caralho sempre, mano. É, em 18 ele já era decisivo. Mas se você falar pra mim, se você falar pra mim que ele...
a idade vai passando e ele começou a se preocupar um pouco mais com a parte física, para jogar uma Copa do Mundo, para jogar a segunda Copa do Mundo, para não sei o quê. Para jogar libertadores de novo. Para continuar jogando as libertadores, isso aqui. Talvez eu possa concordar com você. Agora, ele jogar... Jogar bola. Ele sempre foi decisivo, decisivo desde sempre. Foi decisivo em 19, foi decisivo em 20, foi importante.
Aí você fala, ah, mas teve um gap aqui que ele... Pô, isso em qualquer lugar, jogador do mundo teve. Em qualquer jogador do mundo, teve ali numa... Só o Messi. Durante a sua... Durante a... É, até o Messi, que quando foi pro PSG foi vaiado. É verdade. Já no finalzinho. Já no finalzinho.
É loucura, mas foi. Mas é isso. É, então, assim, então, eu não vejo muito, eu não vejo, eu, com todo carinho e respeito, eu não vejo essa transformação toda dele, não. Até as minutagens...
que ele tem e que ele fazia, você tem aí uma diferença, um pouco mais, um pouco menos, mas foi sempre um jogador que... Um jogador de nível altíssimo. O único gênero do futebol brasileiro nos últimos anos. É muito decisivo, né? E é um cara pro tamanho dele, além de ser importante, é um cara muito legal pro grupo.
Porque às vezes você tem um jogador do tamanho dele, da importância dele, dos títulos que ele já ganhou. E aí é jogador que é chatinho, que não deixa de ser profissional. Ele não tem nada disso. É uma joiedade. Ele é um cara muito legal. Ele é tranquilão. Ele é um cara muito legal.
A minha última... Eu me lembro que teve uma situação em que o Uruguai foi jogar nos Estados Unidos. E eles voltaram para o Uruguai. E tinha um jogo logo depois. Eles queriam ficar um ou dois dias a mais. Normal. Queriam ficar no Uruguai para depois vir. Daria tempo de jogar, de treinar. E aí... E aí...
A gente chegou e falou, Rascar, não dá pra ficar dois, três dias aí, dá pra ficar um. Na mesma hora, um cara super solícito, bom malandro, super solícito. Acaba o jogo, você se libera ele, se tiver que ir lá pro Uruguai, ele vai.
no voo certo, volta dentro do dentro do que foi conversado, não expõe ninguém é um cara que tem o maior respeito do mundo por isso pelo conjunto da obra
E é um cara que me deu trabalho pra renovar Mas isso aí é uma outra Mas isso aí é uma situação Que é normal Eu entendo como normal Eu não vejo como Uma normalidade não Então assim, é um jogador Deixa eu te perguntar, Marquinhos Aproveitar você como dirigente cascudo Que é de muito tempo Como eu brinco com o Matheus ali Rubro-Nego de quatro costados
É uma situação que ficou muito... Que, vamos dizer assim, concentrou as atenções na semana passada e você é um dirigente e querendo entender o termômetro do dirigente do teu tamanho. Chega pra você na semana do Flá, falou assim, adia o jogo. Depende de você. Se você falar, não, não.
Quem se CBF liberar é precedente, mas você libera, você fala assim, tá bom, vamos lá, vamos adiar o jogo, vamos jogar no domingo. Você tá me colocando em qual situação, dirigente do Fluminense ou do Flamengo? Você é dirigente do Fluminense. Chance zero, chance zero, chance zero. Eu imaginei. Chance zero. Mas eu não vou falar chance zero, né? Mas chance zero, chance zero. Vamos pro Twitter, continua a entrevista.
Você queria registrar. Porra, eu não posso, cara. Assim, eu não vou. Porra, eu não mentia no cargo. Vou mentir agora aqui. Não vou. A chance é zero. Mas lá no gabinete. Sim, Bras, o pedido aí. Porque é o que de nós sou o contrário vai rolar. Não vai. Eu não quero falar se vai contar. A pergunta é uma. É. Pra você. A pergunta é pra você adia o jogo, não adia o jogo. Eu não adio o jogo.
E tem que ter, né? Acabou, a porra não perguntou mais nada? Não, porque eu acho que... Eu até tenho outra pergunta, você tá agulhado ali. Foi muito direto, né? Acabou. Não, eu adio o jogo nada. Vou querer botar o jogo ainda mais perto, pô. Cabo mais uma? Se puder, só vou botar o jogo mais perto ainda. É isso. Eu só queria o registro, né, Matheus? É isso, né? Eu também penso que nem você... Mas, vem cá. Deixa eu te fazer... Posso fazer uma pergunta em duas horas que eu tô aqui? Pode, pode. Qual é a dúvida...
Se fosse perguntar pra você, o Marcos Braz adiaria o jogo? Não, não. Aí não, rápido também. No dia perguntaram, eu falei, eu não conheço, assim, tio. Cara, eu... Observo o seu trabalho há mais tempo do que eu tô observando do Bap, que tá há menos tempo. Mas eu falei, o Bap também não adiaria. Não. Eu falei, no dia seguinte, se pedisse o Bap não adiaria. O Bap ia querer botar o jogo dois dias antes.
É isso, já aproveitou de perguntar. É a maior pergunta que tem que ficar registrada. Não, assim, cara, olha só. Eu não queria nem falar, mas essa que é verdade. Eu não adiaria de jeito nenhum. Ainda mais, por que eu não adiaria? Porque eu tô jogando contra o Fluminense. Eu conheço o time do Fluminense. Conheço.
a história da rivalidade, por isso que eu não adiaria. Era um jogo que, porra, poderia botar um mais próximo do Paulinho. Aconteceu. Se eu te perguntar, eu já que cabe mais visível. Ninguém que a gente fez hoje aqui entender o que falavam na época muito e entender o que a pessoa que tá aqui. Você disse que ainda o teu sonho, o que faltou foi o Mundial.
Dá pra dizer que você perdeu a oportunidade, a segunda oportunidade, naquela movimentação da virada de 22 e 23? Eu não vou te perguntar da saída do Dorival. Vai perguntar na sequência daquilo. Vamos falar da sequência. A sequência daquilo. Vamos falar da sequência. O Vitor Pereira. Então vamos lá. Primeiro... Cara, sempre final da Europa League, hein? Então vamos lá. Eu não podia falar isso antes, agora não sei se... Não tem nem punição. O Flamengo é...
Poderia ter se preparado um pouquinho melhor lá. Poderia chegar lá sem tanto. O Flamengo foi assaltado naquele jogo pelo Romeno. Eu concordo. Assaltado. Não tô falando aqui como desculpa. Não atuou bem, mas... Não, não, ele não atuou. Ele foi assaltado. O Romeno roubou o Flamengo. Roubou o Flamengo. De um corre lá. Quem conhece um pouquinho...
De como é que foi a atuação dele. Segundo tempo. O Flamengo foi roubado por ele. O Flamengo foi roubado por ele. Agora, perdeu. A gente teve mais um jogo que... Enfim.
não adiantou de nada. Ganhou, mas... Ganhou, mas o primeiro que era o importante. Entendeu? Mas eu não posso falar que eu perdi uma oportunidade ali de ser campeão do mundo. Eu acho que é injusto. Eu acho que não tem essa situação de...
de oportunidade. O Flamengo agora foi pra uma final com Paris Saint-Germain e perdeu nos pênaltis. O Flamengo perdeu a oportunidade de ser campeão do mundo. É injusto e leviano eu falar que o Flamengo, por perder os pênaltis, perdeu a oportunidade. Acabou, perdeu, perdeu, volta pra casa e tenta de novo depois. Agora...
Essa situação lá... Aquilo contaminou a temporada, porque o Vitor Perino não engrenava, aí os técnicos... Essa é a coisa, se sampaou, ele vem aquela... 23 foi um ano sem título, né? Foi o primeiro ano, o único ano da minha história no Flamengo, até lá pra trás, sem título. Porque quando eu fui dirigente lá, Amador, em 2006, eu fui campeão da Copa do Brasil.
Aí eu saí, 2007 fui campeão carioca. Aí eu saí, voltei ali em 2009, campeão brasileiro. Aí, 2010 eu não fiquei na temporada toda, saí logo depois do estadual. E eu volto em 2019. Então, de temporada completa, a única vez que eu deixei de ter um título foi ali. E sim, teve de tudo.
o soco na cara do jogador, outros erros, enfim. A não renovação do Nival é um gatinho de tudo isso? Não, não, não. Uma sequência não tem um ano mais tranquilo. Olha só, sempre que falam, sempre que falam da não renovação da contratação dele...
mas se interessa falar isso, se tiram dessa situação aí, a possibilidade dele ir para a seleção brasileira. Então, a gente tinha... Não estou falando aqui que a gente não renovou por causa disso, não. Não, porra do vagabundo de plantão já começa a falar... Ah, desculpa, não estou falando nada disso. O que eu estou te falando é que isso estava na mesa. O Landim estava...
com muita relação dentro da CBF. Ele era partícipe ali, né, das reuniões. E eu acho que todo mundo sabia, que é um pouquinho mais da bola, sabia que tinha essa possibilidade. Então...
Isso foi fundamental? Claro que não. Isso pesou? Não. Mas era uma situação que a gente analisava também. Pesava. Não vou falar que pesou, mas é o que a gente enxergava também. E se confirmou depois. Agora, deixa eu falar pra você. Deixa eu fazer uma pergunta aqui. Fala com o coração. Sim. Renovei com Dorival. Certo? Vem a proposta da seleção brasileira. O que ele faz?
A gente ia pedir pra ir, né? Ah, tá. Beleza. Ia quebrar pras pernas, mais ou menos. Como Jesus quebrou ali. É isso que eu queria ouvir. Bernardo, faz esse corte. Faz igual a ele. Eles vão no corte. Faz o corte. Não, mas a gente falava sobre isso. Não, mas a gente na época analisava tudo isso. Era só pra questão do tempo que eu achava, né? Sim, sim. O tempo que o outro chegaria. Em 28 teve Palmeiras, na Supercopa. Depois, dia 7 já teve viagem. Mas, cara, enfim, cara.
Que é o depois também. É. Vai que passa, enfim. Sim, vai que passa. É, mas eu vejo muito as pessoas fazerem a comparação da situação do Felipe Luiz com a do Dorival. Ah, não, isso eu nunca vi. Assim, mas eu acho que é injusto, né? Primeiro que um tava com o contrato em vigência. Não, não, não. Não, não, não. E um.
A história dentro do clube. Recente é uma. E o outro. Uma coisa, uma coisa... Uma estava negociando uma renovação. O outro já estava renovado. Uma coisa, uma coisa, outra coisa... E a relação do Felipe Luiz com o Flamengo, na minha avaliação, como dirigente, como torcedor...
É peso desproporcional comparado com o Dorival. Com o Dorival. Felipe, você seleciona o Felipe técnico do Flamengo ali depois que sai o Tite, né? É. Queria que você contasse a história de Bastila, porque assim, apostar num técnico iniciante no Flamengo é algo muito... Beleza, o Felipe é ídolo do clube.
Mas assim, assume campeão na Copa do Brasil e depois do próximo ano campeão de tudo que foi. Não queriam botar o Felipe nem no Sub-17. É. Não queriam botar o Felipe no Sub-17. Depois, ele foi. Não queriam botar ele no Sub-20. Quando saiu o Mário Joy. Quando acabar a entrevista, pega e liga pro Felipe Luiz. Mas não precisa falar... Não queriam botar ele no Sub-17.
que vai expor não, só pergunta pra ele. Não queriam botar ele no sub-20. Ele foi. E depois... Mas quem não queriam? Não queriam botar ele no sub-20. E no sub-17. E aí depois, ele foi pros dois. Foi muito bem no sub-17, foi muito bem no 20, foi campeão do mundo. E se teve a possibilidade de... Pelos treinamentos, pelo histórico dele,
Tem alguma história de baixos que você viu, assim, porra, isso aí me convenceu, que esse cara é inteligente pra caceta. Não, pela... Não é isso só pela forma que ele questionava, com educação, os...
os treinadores, todos os treinadores, mas por que disso, por que daquilo? E era um jogador que veio se preparando nos cursos, nos estudos, e aí era um jogador que foi treinado pelo Mourinho, treinado pelo Jorge Jesus, treinado pelo Simeone.
E treinado... Quer ver um que ele fala com carinho? Renato Gaúcho. Ele fala. Enfim, assim, mas é que eu já botei logo... Já botei logo na... Os pica. Na máxima.
Pô, será que ele não poderia ter oportunidade de ter? É justo ele ter essa oportunidade? Eu achava que era justo e foi assim, foi feito. E aí eu não fiz, queriam ali a possibilidade de fazer um contrato de três meses, eu falei, eu vou fazer de um ano e três meses. Vou fazer um ano lá.
Vai dar certo. E quem chegar, se não quiser você, não é renovar o contrato. Vai ter que te demitir. E foi isso que aconteceu. Ele não tinha... Ele tinha três meses. Um ano e três meses. O contrato do Felipe Luiz foi de um ano e três meses. Completava a temporada de 24 e mais 25.
E aí teve a renovação dele agora. Agora que eu digo no começo do ano, né? Que se estendeu um pouquinho. Que se... Mas você já fez esse contrato longo pra não...
Porque eu achava justo com ele, eu achava, eu queria dar essa segurança pra ele. Se bem que técnico não tem segurança nenhuma no Brasil. Ninguém tem segurança no Brasil. Não é técnico, entendeu? Então, trabalho que ele construiu, absurdo. Não, e outra, o Braz, só pra finalizar, primeiro mandando um abraço aqui pro Murilo Gouveia, mandou um superchat, várias questões que a gente já respondeu, que o Braz respondeu.
Tufab perguntando sobre o Remo. Deixa eu ver o que ele pergunta.
E o Repá? É um clássico do nível do Grenal, ele mandou aqui. Marquinhos Maromba também perguntou no chat sobre o Remo. Há algumas situações, por exemplo, o Remista Azulino. Marcos, você pode contar um pouco dos bastidores da não renovação com o Pedro Rocha, com o Guto Ferreira? Pode contar aí. E falar do Repá, o Repá é foda. Do Pedro Rocha, o Pedro Rocha queria sair. Do Bucuxa. O Pedro Rocha queria sair desde sempre.
Eu já conhecia o empresário dele, porque eu contratei o Pedro Rocha pro Flamengo. Eu conhecia bem, não conhecia pouco. Eles ficam contando história pros outros na torcida. E depois... Agora, o Pedro Rocha é um cara super profissional, super correto. Só que tem o direito de escolher os caminhos e escolher outro caminho. Mas assim... Aí o... O...
O que a gente fica chateado às vezes é na extensão do prolongamento que a gente já sabe qual é o final. A gente tem sensibilidade. A gente sobe, teve o acesso lá. Qual era o grande jogador de fazer a renovação? Era ele. Primeira coisa que eu fiz.
Fui nele. Vocês acham que eu não queria ir lá. E assim, aí eu tive uma conversa com ele, me reservo a não expressar, não falar o que a gente falou. Volto a falar, é um cara que eu tinha uma relação muito grande, preferiu tomar outros caminhos.
E o do Guto teve o problema em relação à parte contratual, que ele entendia que tinha que ser diferente. Foi passando o tempo, vai esgaçando. E a gente preferiu tomar ultimamente. Foi legal estar no Clube do Remo e reconduzir o Clube. Série A do Mato Brasileiro, jogava desde 94. É, 32 anos. Uma marca de volta. É um time que...
fora dos grandes centros, do norte, eu queria... Eu acho que foi um lugar também para a gente... Às vezes a gente tem que se provar, a gente tem que aceitar algumas coisas diferentes para a gente ver se a gente é bom mesmo. E eu acho que foi ali, foi um local que a gente usou de toda a experiência.
Devo ter errado também lá, como em todos os lugares, né? Só que eu acho que... Acho, não tenho certeza absoluta que os acertos foram muito maiores. É um clube que nos últimos 20 anos foi oito vezes de Série C, oito anos. Quatro anos de Série D. Três anos sem série.
E esses resultados esportivos que eu acabei de falar não eram merecedores do torcedor e da paixão que tem o torcedor paraense, azulino, com o futebol e com o seu clube. E aí, sobe para a segunda e das últimas duas vezes que subiu para a segunda, caiu no primeiro ano. A gente sobe para a segunda e bate primeiro.
Então, assim, impensável e aí sensação de dever cumprido, exatamente como eu peguei e agradeci. Eu tinha outros entendimentos do que eu iria fazer na minha vida pessoal. E aí eu vim pra cá.
eu voltei pro Rio de Janeiro como é que tá a situação da da tua participação na safidolaria? zero vamos perguntar, porque anunciaram você lê uma mas tinha, tinha eu lê não tá na parada
tinha, minha relação com o Leno é muito boa eu tenho uma relação com ele, ele é um cara muito legal, muito legal que amizade curiosa mais artista o cara é um cara assim de nível altíssimo é um cara que
Sim, a carreira dele vai ser mais brilhante do que é. Não, ele é um cara impressionante. Ele é um cara impressionante, impressionante. Eu fiquei assim... Porque a gente conhece muita gente da idade dele no futebol. Concorda comigo? Ele tem ali a idade dos jogadores que eu trato. Que pensam em jogar. Que eu trato. Tô falando... Então, assim, é um cara...
Um cara muito centrado, um cara muito, muito legal. Um cara que, assim, encontrei ele no Carnaval, a última vez que eu encontrei ele. E a gente fez uma movimentação lá. Meio que judicializou uma situação, mas assim, não irei prosseguir, não irei, só apenas quero dirimir o que está travado lá. Mas com o Leno é...
Não vou falar que é meu parceiro, mas é um cara que... É um cara que merece tudo que ele tem. E ele é aquilo mesmo.
né? É que ele é um cara... Ele é aquilo mesmo. Não bebe, não fuma. Focadão na carreira, né? Focadão na carreira. Só que o dia ele chegou, né, cara? Ele desfila pra marca de... É, no ditão. Tava na novela da Globo outro dia. Tava na novela da Globo. Levou o trap e botou pra tomar, assim, né? Tava na novela da Globo. Sim, cara. Ele é um cara... Mas de mídia, de visibilidade, né? É. Tá maluco.
Tu teve alguma coisa de fazer o que você fez no Remo no Santa Cruz? Algum convite? Não, eu tive... Na verdade, tem um cara, tem uma pessoa lá que tá... dentro da SAF que estão querendo fazer lá. Porque tá dentro de um... Existem vários estágios, né? Sim.
E este cara entrou em litígio, eu não vou falar essa palavra, um desacordo de pensamento do que queria fazer com os outros sócios. Então eu estou orientando ele, estou prestando uma consultoria a um sócio que é dessa SAF.
Não é diretamente a nada. Mas aí eu fui lá em Recife encontrar ele. Aí já vazou. Aí cheguei lá no Arruda. Eu conhecia lá, né? Contra baita marca também. Legal pra caralho. Sim, mas assim... Foi isso. Não tem... É o Irã. Irã Barbosa. Legal demais. Seguinte, palmas para o Marcos Braz. Esteve no Charla Podcast.
Ô Marcos, eu costumo falar isso. Fala franca, hein, bacana. Muito foda, muito foda. E eu queria, pô, que você voltasse aqui mais vezes, que eu adoro conversar com esses bastidores de futebol. Queria que a galera entendesse, eu tô fazendo analogia do iceberg agora, que futebol é isso, é o dia a dia, o futebol não é o jogo. Falou muito bem isso aqui. O jogo que a gente vê, a gente acha que entende futebol por ver o jogo.
mas o futebol é o iceberg tá aqui agora é a nova dele, Matheus agora é a nova dele iceberg, é a fonte o futebol é isso aí hoje o entorno do futebol o match day que é o dia do grande evento
São muitas coisas que hoje tem interesses. São as... Hoje, você tem quantas empresas de comunicação que são interessadas em A, em situação B? Ué, o... Parte comercial. O game é pesado. É muito maior. É muito maior. E a gente, quando entra num cargo como esse...
Os torcedores não têm, às vezes, noção. Não é do Flamengo, não é. É do conflito de interesse que, às vezes, você se posiciona. Os caras vão te metendo a porrada. Não é por questões A, B ou C. É porque os seus interesses não estão sendo assistidos. Entendeu? E aí...
Entre o interesse de A ou B, o interesse do Flamengo, pode ter a certeza que foram sempre os interesses do Flamengo que foram atendidos comigo. Até porque, se não fosse assim, já tinham me explodido há muito tempo. São seis anos lá dentro, seis anos na linha de frente lá, com uma Yester Young fazendo auditoria, um conselho fiscal seríssimo.
Então, assim, mas isso não diminui os interesses, os conflitos de interesse que tem nesse processo.
E muitas vezes quando você está no cargo, você não consegue ou não é possível você se defender. E depois que passa, você não tem interesse de se defender, porque já passou, tu não vai trazer um determinado tema que às vezes seja conflitante. Então é isso, eu vou para um projeto pessoal meu, que eu sempre sonhei, é para isso que eu vou.
Eu sou pré-candidato a deputado federal no Rio de Janeiro. Entendeu? Eu sou muito provável. Deu até... Deu até... Tenho uma chance de assumir um mandato ainda. Pouca, mas eu tenho. Mas, independente disso, eu sou pré-candidato a deputado federal aqui no Rio de Janeiro. É um sonho que eu sempre tive. É um sonho... Já foi secretário? Foi vereador? Eu fui secretário de esporte do Rio num ciclo olímpico.
E é isso, entendeu? Então, acho que na vida você tem que ir atrás dos sonhos, do que você entende que você seja útil. Eu acho que eu vou poder ser muito útil para a população do Rio de Janeiro, que a gente não pode achar.
que a violência que está hoje no Rio de Janeiro só vai ser resolvida na ponta do fuzil. Ela vai ser na ponta do fuzil também. Mas você tem que fazer inserções primárias na área do esporte, fazer inserções primárias com acompanhamento psicológico, situações didáticas de dia a dia, para que a gente tenha um segundo momento do Rio de Janeiro ainda melhor.
Marcos Braz, portanto, esteve no Charla Podcast. Em relação à diretoria do Flamengo, eu falei isso com o Landim, eu acho que, você falou, é a diretoria mais vitoriosa da história do clube, né? Quanto mais a galera vai se afastando... É, vai... Acho que vai começando a... Caralho, o cara ganhou pra caralho, irmão. Sim. Que loucura, eu tava aqui no... Reconhecimento acontece. Eu tava aqui no... Reconhecimento acontece.
Mano, o que conta a luz da cadeira? Ainda tem um tempozinho. Então, assim, às vezes a gente faz alguns recortes. Eu, quando assumi a vice-presidência de futebol, e o Landim assumiu lá, 34 dias depois a gente teve o maior acidente da história do futebol, talvez. É, tragédia. Então, eu saía na rua em muitos momentos, e a gente ali num momento de...
abertura de janela, a gente voltando pro clube. Ô, esse filho da puta aí não vai pagar os garotos não, não sei o quê. Eu ouvi algumas vezes isso aí. Eu ouvi algumas vezes isso aí. Entendeu? Então, assim, foi uma situação muito ruim. E depois, no ato subsequente, sem querer diminuir ou falar qual que era o pior, o pior, a gente tem a maior crise.
sanitária do século.
da história. A pandemia. Aqui foi a pandemia. Então, assim, eu acho que a gente enfrentou grandes desafios, a gente fez uma boa entrega e é o que eu torço e de coração que quem sucedeu a gente continue fazendo essa entrega. Um ponto que é importante falar, quando a gente assumiu o Flamengo, o Flamengo tinha acabado de ser vice-campeão brasileiro.
Então um time que é vice-campeão brasileiro tem bons jogadores. A gente faz nove contratações e oito são titulares. Num time que é vice-campeão brasileiro. Então isso aí, as coisas foram andando. O Jorge Jesus foi um marco para o futebol brasileiro.
Quando eu falo Marco, não é antes e depois, não é nada disso, mas eu acho que depois do Jorge Jesus é que teve uma incidência maior de virem outros treinadores portugueses. Abriu o mercado. Outros que não fizeram tão bons trabalhos, outros que fizeram bons trabalhos, como qualquer profissional de qualquer área.
Qualquer profissional de qualquer área, você tem os que fazem melhor, os que não fazem tão bem. Enfim, então acho que a gente fez uma boa entrega. E mais uma vez, sensação como nunca de ciclo encerrado e dever cumprido de uma história de vida que eu tive dentro do clube.
Pô, bacana. Você vê até uma emoção no Brasil falar de... Ah, é um fechamento de ciclo, né? Olha pra trás e vê... Assim, eu acho que hoje o Flamengo tem 27 grandes beneméritos. Eu acho que... Eu sou um deles, entendeu? Eu sou o mais novo da história. E eu não vou deixar nunca um mais novo entrar.
Eu vou dar a bola preta no cara. Qual a idade? Não, você precisa ser mérito durante um tempo. Benemérito. E depois de 20 anos prestando serviço, você vira grande benemérito. Você entrou em grande benemérito com... Eu tenho meses...
meses antes da Patrícia. Que ela era mais jovem. Que é uma grande benemérita. Também é uma primeira mulher a presidir o Flamengo. Foi uma... Foi uma... Trabalhei com ela quatro meses. Foi legal.
Marcos Braz esteve no Chala Podcast. Sensacional. Entrevista muito franca. Vários cortes rodando a internet, com certeza. Hoje em dia é quietíssimo. Porque Marcos Braz agora e a noite Sérgio Malandro. É isso. Daqui a pouco teremos Sérgio Malandro. Sérgio é meu parceiro mesmo. Parceiro? Mais uma. Mais amizade do meu. Sérgio Malandro. Não, Sérgio. O Sérgio Malandro é um cara... É muito engraçado. É meu parceiro. Esse é... Vai rir pra caralho. Não, ele é muito engraçado.
9 da noite, hein, galera? Eu tenho as 200 histórias com ele, mano. Tomara que ele esqueça.
Seguinte, ó Temos falado dos nossos patrocinadores Sporting Bet é a casa de apostas Que é parceira do Charra, na dúvida Tá em dúvida, olhei pra lá, olhei pra cá Porra, melhor Sporting Bet Faz teu nome, cara Faz teu nome agora, beleza? Ó, a QR Code tá aqui Apontou o celular, você vai pro QR Code Vai apostar no Mengão, que é fácil demais Olha, exatamente É meio caminho andado, hein Você vai ali
Ontem, por exemplo, o rival do Flamengo tava pagando 41. 41! 41 a odd do... No começo do jogo? É. O Flamengo fez 1x0. Ah, não, depois 1x0. É, 1x0 aí a odd da virada. 2x1 para o Medellín. Tá pagando 41. É um mengão. Esporte Bet tá aqui, ó. Seguinte, sempre lembrando que a pós esportiva é entretenimento, não é investimento. Tu não vai ficar rico com essa parada de sol pra tu brincar, beleza?
Sporting Bet, estamos juntos brincadeira para maiores de 18 é isso aí, o Charla também é Brama, temos que falar da Brama Sociedade Anônima da Brama o Flamengo está no projeto pedindo a Brama agora no Zé Deliver esse QR Code que te leva para o Zé 10% do valor da Brama que você pedir vai para o Mengão
Se você for melhor. Exatamente. O seu time de coração. Você olha o seu time e esse está na lista de associados assados. Todos menos orgulhos, não é isso? Todos menos orgulhos. É isso. Seguinte, pedindo Brahma Zero. E aí 20% do valor. É dobra? Brahma Zero.
Vira investimento pro seu time. Tá rolando o quê? O cashback do intervalo. Promoção do cashback, irmão. A parada é a seguinte. No Zé Delivery... Você vai se cadastrar lá, colocar o seu time do coração e tudo mais. Se o Zé chegar na hora de um gol do Mengão, você for buscar o Zé na hora do gol do Mengão, perder o gol...
Você tem um cashback total da sua compra. Você vai pedir no intervalo do jogo pra não perder o gol. Mas caso aconteça algum problema, um atraso em um jogo que eu recomeço e saia um gol, cashback do valor total da tua compra. Show de bola. Tamo junto. O Charle é Brama, o Charle é Sabe. Sociedade Anônima da Brama. Beleza?
Açaí Atacadista é o atacadista oficial do futebol brasileiro, patrocinador do Brasileirão Série A, Série B. E também na Copa do Brasil, pensou o futebol, pensou o açaí, o QR Code tá aqui, você baixa o meu açaí, tem o desconto do desconto, é um atacadista, já é barato demais comprar no açaí. E aqui com o meu açaí você tem o desconto do desconto, beleza? É pra garantir, você que é comerciante, tem um armazém, um depósito, o tomar de lucro aumenta. E pra casa também, né?
É isso. Sempre procurando os melhores preços. Vale para o seu estoque, você que é comerciante, vale também para a compra do dia a dia açaí atacadista, o atacadista oficial do nosso futebol. Beleza?
Pra fechar, Absoluto Esportes, agência oficial do Charla. Isso. Na verdade, credenciada ao Flamengo. A última final da Libertadores, eu fui para a outra final da Libertadores em 22, também com o Absoluto Esportes. Parceira no Mundial de Clubs do meio do ano, do ano passado. Parceira também em vários eventos. Agora, por exemplo... Na Copa do Mundo. Copa do Mundo. E se você quiser assistir a final da Champions... Boa. Que tá chegando, tá afunilando dia 30 de maio.
em Budapeste. Em Budapeste, Absolut, é o caminho. Já tem pacote, QR Code tá aqui, sua experiência, nosso esporte, Absolut Esporte. Cara, que é uma agência que cuida com seriedade, a gente é por vezes credenciada ao Flamengo, pros grandes jogos do Flamengo na temporada. Beleza?
E temos falado de Melita pra fechar, que é o café oficial do Real Madrid e do Charla Podcast, ó. Cupom CHARLA15, 15% de desconto em qualquer produto Melita. Tem o café pro dia a dia, que é aquele café... Quantos tem aqui? Tem um aqui, quantos tem aí?
Duas. É só meia litra, irmão. Não para. Não tem aquela história do cafezinho com o Braz? Tem. Tomava um cafezinho com o Braz e era um jogador. Mas não veio nenhum café. Só tá vazio isso aí, pô. Fica a ideia de patrocínio pro Braz. Cafezinho com o Braz e café meia litra. Tomando um café com o Braz e ia um jogador ainda. Tomando um café com o Braz e não chove.
Essa é a parada, ó. Café coado, expresso, tem café gourmet. Isso aqui é maneiro demais. Show de bola. Ou seja, caputinho, meu irmão. Dá uma olhada na linha MELITA. Use o cupom CHARLA15, 15% de desconto em qualquer produto. MELITA aqui te leva já pro site pra você fazer a sua compra, beleza? Tamo junto. Braz, até a próxima, cara. É muito bom ter você aqui, que a gente aprende muito sobre gestão de pessoas, sobre o que é a função dos bastidores no futebol, que é a área que eu mais gosto. Principalmente pela sinceridade.
Esse papo depende muito disso. E por ser sempre acessível à imprensa durante momentos de maior pressão. Isso é muito foda, não é qualquer um, não. Tamo junto. Obrigado aí pela oportunidade de estar com vocês aqui e sempre falar com a nação. Tamo junto. Até a próxima. Eu encontrei o Braz. A gente tava ali no lounge da Brax pra ir pro camarote ali do carnaval. E aí, Braz? Marquei ele só pro cair.
Ruim não é, né? Porra, melhor camarote da Avenida. É, porra. Valeu, Brunão. Valeu, Astinho. Camarão desse tamanho. Que buffet é esse, irmão? Tamo junto, galera. Aquele abraço. Esse é o Chala Podcast. Nove horas da noite. Tem Sérgio Malandro aqui, irmão. E aí? Valeu.
Açaí Atacadista
Atacadista oficial do futebol brasileiroBrama
CervejaMelita
CaféSporting Bet
Casa de apostas