Episódios de Charla Podcast

#712 - Daniel Paulista [Técnico do Goiás]

13 de abril de 20261h48min
0:00 / 1:48:40

A Charla de hoje é com o Daniel Paulista, técnico do Goiás.

Participantes neste episódio2
B

Bruno Cantarelli

HostJornalista
D

Daniel Paulista

Convidadotécnico de futebol
Assuntos4
  • Desempenho do Goiás na Série BExpectativas para a temporada · Competitividade da Série B · Estratégias de jogo
  • Carreira de Juninho PaulistaExperiência como jogador · Transição para treinador
  • Táticas de FutebolFormações táticas · Importância da bola parada
  • Cultura do FutebolRelação entre torcida e time · Impacto da mídia no futebol
Transcrição300 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala, galera! Charla Podcast no ar novamente. Seja muito bem-vindo ou bem-vindo de novo, né, Bento Júlio? Mais uma vez. Mais uma vez. Agora boa tarde. Boa tarde. Já voadora no peito do like, porque é técnico da Ativa falando com a gente. E você sabe que é o papo que eu mais gosto, né, Bento?

um pouquinho. Acho que todos nós. Tá na hora de aprender um pouquinho sobre futebol e com treinadores isso sempre é muito legal. A gente pode falar mais profundamente do que tá acontecendo. Voador aí no peito do like. Um salve pra galera esmeraldina, galera de Goiânia, sensacional. Obrigado. O Goiás, que é um time muito tradicional, muito importante, que volte a Série A esse ano, né? Pô, a gente tá falando fora do ar aqui, né? O Goiás...

de Série A, né, cara? Sempre se estabeleceu nos anos 90, 2000. Vários ídolos de outras equipes, ídolos também do Goiás, né? É, só pra ganhar o dedo, só o, assim... Aqui, a equipe... Não, a equipe campeã do mundo, tricampeã brasileira do São Paulo.

A base é do Goiás. É. De 2003 ali. Isso aí. Que veio o Cuca, que levou outro mundo em 2004. Uma galera, aí o Cuca sai, vem ali em 2005, chega mais jogadores, pô, Mineiro, Josué, Fabão. Grafite. Grafite, vários jogadores. É isso aí, ó. Voadora no peito, no like, vambora. E outra parada que sempre falava no Goiás assim, ó.

É a primeira vez que eu lembro o nome de centro de treinamento ao Goiás. Estrutura, sim. Lá atrás, o Goiás tem a estrutura. Sempre um dos mais estruturados do Brasil. Voadora no peito do like, mandou a mensagem, eu leio aqui no ar. Pra galera esmeraldina, o que eu vou pedir é o seguinte, o comentário é maneiro, mas a pergunta é mais legal ainda. Então, manda pergunta, aproveita que o técnico do Goiás tá aqui com a gente, pô, manda pergunta, beleza? Super chat é prioridade, mas manda pergunta no chat.

Que eu mando pro ar. Charludo que é Charludo. Segue o Charlo em todas as redes sociais. E plataformas. Então salve pra galera que tá acompanhando a gente agora no Spotify. Na plataforma somos o podcast esportivo mais ouvido do Brasil. E pra galera que tá acompanhando também no YouTube.

Quem tá no YouTube e não tá no Spotify, tá vivendo errado. E ao contrário também. Tem que tá nos dois aí, beleza? Siga o Charla Podcast nas redes sociais, arroba Charla Podcast em todas elas. Instagram, TikTok, Twitter e Kawaii. Se quiser me dar uma moral, eu sou Bruno Cantarelli, arroba Cantarelli Bruno. Me segue aí e siga o Betão. Me segue também aí, arroba O Beto Junior no underline. Chega lá que tem resenha dessa moral Betão aí.

Vamos embora, galera. É isso. Estamos lá com o técnico do Goiás, mas tem uma carreira extensa também com o jogador. A gente vai falar muito sobre isso. Ela tá muito achatada, tá muito cedo. Quatro rodadas. Vou te dar uma notícia, Betão. Quatro rodadas da tabela tá achatada, mas a Série B vai estar achatada até o final.

É uma competição que é muito equilibrada. É, aí é 7, 8 ali, mudando rodada. Após rodada vai ser isso, vai ser nervoso, mas tomara que o Goiás esteja na Série A do ano que vem, conduzido por ele. Daniel Paulista no Charla Podcast. Palmas pra ele.

Seja bem-vindo, Daniel. Tamo junto, cara. Uma honra de receber. Tamo junto, o prazer é meu. Obrigado pela oportunidade. Parabéns pelo trabalho que vocês têm feito. Vocês estão com alcance aí absurdo aqui no podcast. É fruto de muito trabalho, com certeza. Parabéns e é importante pra nós aqui principalmente falar da minha carreira e falar também do Goiás, né? Que é um clube como vocês...

É, já colocaram. É um clube que hoje tá na Série B, mas é um clube de Série A. Tem tradição de Série A, tem estrutura de Série A. E nós esperamos, no final do ano, comemorar essa conquista de levar o Goiás novamente às suas raízes, né? Que é, novamente, disputar um campeonato brasileiro da primeira divisão. Já perguntando sobre isso, assim, o Beto também falou, né? Quatro rodadas na Série B até o momento.

Então é muito inicial ainda tudo que está acontecendo. O Goiás fez investimento para subir, como é que está montado o elenco, e o que o torcedor pode esperar dessa Série B, que óbvio, como todas as Série Bs, é muito competitivo, né? Impressionante. Talvez no Brasileirão, dois times ali, já tem de novo Flamengo e Palmeiras aparecendo, mas na Série B não tem essa parada. É oito times, nove, né? Buscando acesso até o final, assim, cara.

É diferente da Série A, né? A Série B, assim, não tem aquele jogo que você... Não tem que ser certo o resultado, ser certo que vai dar. Não tem porque é muito igual, é muito competitivo, é diferente. Quatro rodadas aí que mostram isso. Goiás vinha a 20 jogos de invencibilidade no ano. Não tínhamos perdido. Perdemos agora para o Juventude, que é outra equipe também muito tradicional do futebol nacional. Acabou de...

Que acabou de descer. Então, assim, é muito difícil. E ainda mais que esse ano tem uma particularidade que a tendência se torna ainda mais emocionante, que é a disputa dos playoffs no final. Cara, isso vai ser muito louco. Entendeu? É que nem você falou, nos outros anos, a disputa era ali, oito times brigando pelas quatro vagas e tal. Agora ainda tem o playoff, né? Do terceiro com o sexto, do quarto com o quinto, que vai, na minha opinião, ainda... Os dois primeiros vão direto. Os dois primeiros vão direto.

o terceiro com o sexto, o quarto com o quinto ainda fazem aquele tradicional mata-mata no final pra matar todo mundo do coração. Se você trazer esse mochinho de volta, a galera vai a força, a botar nas cereais, a força, não é certo também. Eu era a favor do playoff como é feito no futebol alemão, por exemplo, né, que é ali um, por exemplo, pra cair. Isso. Ou não cair, né.

Tem uma faixa ali que o possível rebaixado disputa contra o possível acesso. Isso. Entendeu? Aí alguém vai confirmar o deciso ou se salvar. Porque agora é pra chegar em sexto. Então, assim, o que a gente tá falando de oito pra quatro...

Vai aumentar pra 10. Vai aumentar pra 10, às vezes até 12, diante até da proximidade de uma equipe pra outra. O cara que tá em 12º ali na Série A, luta contra o rebaixamento, vai estar brigando pelo acesso. Faltando duas rodadas, vai ter quase que todos os clubes vivos, né? Pela disputa. Então isso vai gerar ainda mais competitividade, vai trazer mais equilíbrio ainda pra competição. O que você achou desse novo formato?

Cara, assim, se a gente ficar em terceiro ou quarto, a gente vai lamentar que ano passado você tinha um acesso direto, entendeu? É isso. Mas também, se você terminar em quinto ou sexto, você vai comemorar que você está tendo mais uma chance de disputar o acesso pelos playoffs. Então, assim, acho que como foi acordado antes, está justo, está válido, e agora cada um vai correr atrás do seu objetivo.

A gente vai falar da sua vida e vai depois aprofundar mais ainda no momento, mas como eu estava falando agora aqui ainda da Série B, eu fui olhar agora aqui os seus jogos, os quatro jogos.

Ô, Daniel, quatro jogos e três expulsões. Duas num jogo só. É, pesou, né? Principalmente a desse jogo agora, Juventude. Porque nós não fizemos um bom jogo, já era com 11 contra 11, não estava legal, mas estava no primeiro tempo, tomamos um gol e logo em seguida já tivemos a primeira expulsão. Primeiro tempo ainda.

No intervalo... Não tem o que eu entendemos do jogo? Justa, justa. Justa, mas sim, foi uma falta que... Foi uma falta que o rapaz ia sair na cara do gol, houve ali um contato e era o último homem, foi a expulsão, entendeu? Já no segundo tempo, a gente ajustou a equipe no intervalo, mas aí logo com 10 minutos, aí já por uma agressão...

Aí a segunda expulsão, aí pesou dentro do próprio jogo, já atrás do placar. Dez contra oito, a gente sabe que a dificuldade ela pesou. Mas isso é um ponto que a gente tem que ajustar, porque pra frente pode custar caro. A outra expulsão vocês venceram o jogo, né? Foi contra o América, né? É, ali a gente já tava na frente, já tava 2x0, nós tivemos um jogador expulso também no primeiro tempo.

Agressão? Não, foi uma entrada mais forte, perdeu o tempo ali, pisou no pé do adversário, o juiz entendeu que foi ali, expulsou. Ainda conseguimos fazer 3x0 com homem a menos, mas ali conseguimos vencer. Mas nesse jogo já foi mais complicado. Mas com certeza é uma coisa que a gente tem que melhorar pra sequência. Não dá mais pra ficar perdendo o jogador por essa situação. O jogador absorve e campo ele... Você foi jogador, né? Tem sempre aquela desculpa de dar... bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags

o calor do jogo, ou não, você teve lá dentro, sabe, e você vai jogar marcando, né, você sabe que tem isso, assim, de pode ser orientado, pode conversar, mas tem lance do jogo que não dá. Cara, por mais que às vezes você faça orientação quanto a isso, o futebol é um esporte que mexe muito com a emoção, e não é de contato, não é só do torcedor, pô, que fica na arquibancada, que o atleta, o treinador, a comissão técnica que tá no banco, todo mundo sofre essa influência.

Mas é claro que precisa haver um equilíbrio. Precisa ter um controle da força que você exerce, né? E principalmente você ser expulso por, às vezes, um gesto obsceno, que nem acabou acontecendo, por uma agressão. Não dá mais. O futebol mudou. O futebol hoje tem quantas câmeras que transmitem o futebol? Tem o VAR, entendeu? Coisa que, não sei, mas há 10 anos atrás não tinha. Na época que eu jogava, eram quantas câmeras? Sei lá, 4, 5 câmeras? Então, assim, havia muita agressão antigamente.

No ponto cego ali, né? Não, sem uma cotovelada, um soco. Havia muito isso antigamente. Hoje não dá mais. Qualquer contato, por mais simples que seja, ou menos intenso, o VAR chama e te põe pra fora. Então, assim, e tem que se entender essa modernização do futebol atual. Galera já debatendo aqui seu esquema no Goiás.

Então vou... Estão gostando ou não? Então, mó galera, por exemplo, tem mensagem do tipo Álvaro Gomes, obrigado professor por aceitar o desafio e trazer esperança pra nós esmeraldinos. Aqui o Álvaro de Serra no Espírito Santo. Aí já tem gente criticando o esquema. Cadê? Isso é bom pra trocar essa ideia aqui.

Ah, cadê? A questão do 4-4-2 ou 4-3-3, né? Qual é o esquema que você pensa pro Goiás? Vamos lá, a gente, durante a temporada, é bom isso, acho que a gente falar um pouco também de tática, do que acontece, porque assim, nós iniciamos a temporada...

E é uma temporada muito vitoriosa, que o Goiás não era campeão estadual há oito anos, e foi... Cara, oito anos! Oito anos sem ganhar o estadual, entendeu? E ganhou invicto. É. E aí, 51 anos que o Goiás não conquistava um título invicto. Então, assim, é a quinta fase de Copa do Brasil, então, assim, são números muito expressivos. Vem o Cruzeiro aí. Vem o Cruzeiro, uma molezinha. É, como a Iuna Márcia.

É uma dificuldade, mas para quem chegou, uma hora isso ia acontecer. E vamos nos preparar para esse jogo. Mas falando de tática, a gente sofreu algumas mudanças durante esses jogos. Nós iniciamos no 4-3-3, porque entendíamos que era o melhor para aquele momento. Perdemos o Jajá, que é um atacante que foi para o Remo, vendido durante esse período de início de temporada. E aí fizemos também a contratação do Lucas Lima.

que é um atleta que trabalhou com a gente no esporte ano passado, que se identificou muito com a comissão técnica, da maneira de trabalhar, e foi um atleta que, quando a gente fez o primeiro contato com ele, Lucas Lima se mostrou altamente positivo e sinalizando que queria ir. Tanto que ele fez um esforço.

até financeiro, absurdo, relacionado ao que ele tinha, pra trabalhar conosco, pra trabalhar num clube como o Goiás, pela estrutura, pela cidade, por tudo, e tá nos ajudando muito quanto a isso. Então, com essa chegada, essas trocas...

Nós fizemos um movimento de jogar no 4-4-2, mas não é um 4-4-2 com dois pontas, que muitas vezes se vê isso hoje nos jogos. Nós jogamos com quatro homens no meio de campo, meio que parecido com o que se fazia antigamente, com quatro homens, às vezes num quadrado, às vezes num losango ali por dentro. Ah, vamos dizer assim, é legal trocar essa ideia, porque parece que o futebol evoluiu. Principalmente no Brasil, se tu joga de algumas formas, né? A campeã do mundo joga com quatro homens no meio campo, né?

A Argentina joga assim, vários jogadores de características de meia, sejam eles volantes ou jogadores perolados. Que é a tradição, Argentina. É, ganhou do Brasil assim, né? E faz muita estratégia. Eu penso muito em estratégia do jogo. Acho que cada jogo também tem a sua particularidade. Às vezes, uma mudança de sistema também é importante para determinado jogo.

Mas, assim, vejo que o padrão que o Goiás está conseguindo nesse modelo com quatro homens no meio campo, é claro que nós temos que tirar esse jogo, o último jogo, pelo que aconteceu, entendeu? Dificultou demais a dificuldade numérica em si. Pô, não tem como, né? É, mas assim, o time está produzindo bem com quatro homens, jogando com quatro homens, quase que... Lourenço, Gegê e Lucas Lima, praticamente três meias e... E um time que... Com o Largo por trás aqui, né?

Felipe Machado por trás. Mas o ponto que eu vejo, e a gente anda na rua, a gente percebe, o torcedor esmeraldino, ele enxergou também o Goiás jogando dessa forma um time que joga. Um time que liga de ligação direta, que era uma crítica que vinha acontecendo dentro do Goiás. O Goiás sempre foi um time propositivo. E hoje o Goiás é propositivo. Vai errar? Vai. Vai ter dia que vai jogar mal? Vai. Mas não tá saindo dessa ideia. Entendeu? Então assim, é...

Isso não significa que, dentro do trabalho, novas mudanças aconteçam. Porque o rendimento pela busca do resultado tem que ser. E o resultado precisa acontecer. Não adianta jogar bem e não ganhar. Nós temos que tentar conciliar as duas coisas. Daniel, eu queria falar um pouquinho mais sobre o Lucas Lima. Eu acho uma carreira interessante para a gente observar e algumas questões surgem.

Você indica ele ou ele já estava lá quando você chegou no Goiás? Ah, indica. Você trabalhou para ele no esporte? Isso. O Lucas Lima chegou durante, chegou por volta de fevereiro ali, já tinha iniciado a temporada. Não, e a pergunta é essa. O Lucas Lima chegou a ser o 10 do Brasil, a gente acabou de falar de Argentina, fazendo gol no Monumental de Nunes, assim. Um nível de, né, camisa 10 da seleção.

E depois a carreira dele não foi nesse sentido de ir lá em cima. Ele vem um pouco pra cá, tem o acesso com o esporte, que é importante na carreira dele, e depois não foi legal na Série A a passagem do esporte como um todo. Mas você pode falar pra gente dele, assim, por que tu acha que ele não alçou esse voo mais alto, você conversou com ele sobre isso, e se ele hoje pra Série B é um jogador tecnicamente diferente, assim, cara.

Não, com relação a um jogador diferente, você não tem a menor dúvida que ele é. Entendeu? Ele é diferente. E na Série B ainda mais. Claro que... Eu não sei, eu nunca bati esse papo com ele com relação a, talvez, as perspectivas que ele tinha da carreira dele. É. Com o potencial que ele também tem.

Entendeu? Se ele conseguiu, na visão dele, atingir tudo aquilo que ele poderia chegar. O nível que ele poderia chegar. Mas a gente também não pode negar que ele chegou num nível muito alto. Muito alto, entendeu? Pro nível de jogador que ele é, ele foi muito alto. E vejo que, assim, é um cara que ainda tem muita lenha pra queimar.

Vejo que... Eu percebo que, assim, tanto no esporte, quanto... Quando a gente foi pro esporte, até reconheço. Falei, pô, o Lucas Lima tá lá. E a impressão que eu tinha, não conhecendo, de fora...

Falei, puta, acho que eu vou ter trabalho. Porque assim, questão do profissional e do dia a dia e tal. Cheguei lá, cara. Foi uma surpresa altamente positiva. O Lucas Lima é um excelente profissional. O cara top, líder. Treina pra caramba, se cuida. O cara é fantástico, entendeu? Então assim, é por isso que eu falo que às vezes a imagem que se vende no externo não é o que é a realidade, entendeu? É isso. Entendeu? Então, no caso... Fisicamente...

top. Vou dar um dado pra você. No último jogo nosso, que nós vencemos o último jogo, o Criciúma, Lucas Lima foi o jogador que tem mais volume dentro do jogo.

mas um volume muito acima do normal. Então, para você ver que é uma terra. Claro que com a idade que ele tem, talvez numa sequência de jogos em dias mais próximos, a gente tem que dar uma negociada. Deixar o tanque e voltar. Lógico, o Cuca até falou isso sobre o Neymar. Isso aí. Semana, o cara ficou de fora, está com o tanque cheio, foi lá e produziu.

uma coisa que a gente tem que saber administrar, mas assim eu particularmente só tenho elogios e acho que vai nos ajudar, está nos ajudando e vai nos ajudar ainda muito mais durante a temporada Galera participando por aqui 2 pelo Goiás Daniel trouxe de volta a forma histórica do Goiás jogar, propondo o jogo

troca de passe, melhor tecnicamente não aguentávamos mais só chutões e brigar por uma bola tem outra mensagem legal aqui, Vinícius Bastos manda mensagem que eu vou lendo, beleza galera? manda um abraço Daniel Paulista quero ser técnico de futebol e algumas vezes já conversei com você

Eu me chamo Vinícius. Meu TCC da Educação Física vai ser sobre a análise dos gols do Campeonato Goiano desse ano. Olha que maneiro. Valeu, um abraço aí pro Vinícius de baixo. Isso é bacana. Eu me lembro dele. Não só ele, mas eu acho que é uma coisa boa que tem a gente no futebol hoje. Acho que...

Esse tipo de... O programa de vocês e de outros que existem faz com que também algumas pessoas que às vezes não têm a oportunidade de estar dentro do futebol, mas começam a observar o futebol com uma outra linha que não seja a de torcida. De uma linha mais... De entender, às vezes, a parte tática, de entender que o futebol engloba muito mais do que simplesmente você ir para o campo e ver o jogo.

Exo, cara, isso é fundamental. O futebol engloba muito mais do que isso, cara. Interfere no jogo, diretamente. Total, hoje em dia, total. É que o dia a dia, assim, se tornou uma coisa, eu bato isso direto, se tornou uma coisa que o dia a dia a galera não vê. A galera vai olhar o jogo, você pode ver muitos jogos, mas o ver muitos jogos não transforma você no entendedor do dia a dia, dos processos, né? Total. E muda a decisão que você toma.

Tem uma série de motivos que você não pode explicar. É. Tem que tomar. E aí o torcedor vem, pô, por que o Daniel não botou fulano? E você não pode falar o porquê. E tem situação no dia a dia. Total. O jogador tá baixo, o jogador não entregou e você tem que segurar. Às vezes o jogador não tá entregando no treinamento e às vezes fica pressão pra colocar. E aí você também não pode hoje ter que ter o cuidado porque não expô. Dentro de um jogo, a substituição tem bola parada, que é um ponto importantíssimo hoje que pouca gente percebe, cara. O que é?

O treinador tem que tomar cuidado, porque senão ele, ao mesmo tempo que ele perde força ofensiva...

dependendo da substituição que ele tá precisando fazer, e ao mesmo tempo ele fragiliza defensivamente. E hoje a bola parada é um ponto determinante pra obtenção de resultado. Na Série B, então, é absurdo o número de gol que tem de bola parada. De fruto de bola parada. Então, assim, é um ponto que tem que... É muita coisa, assim... Então você fazer uma alteração, por exemplo, você tem ali um...

Marcação ajustada de bola parada. Tem que fazer uma alteração por outro sentido. Mas você pode tomar esse gol, né? O cara, de repente, a marcação tá ajustada, você quer uma outra entrega dele além, só que ele tá te entregando aquilo ali. Você tira o cara, toma um gol. Só que aí você não tem outro atleta que vai fazer o que ele faz na bola parada. Entendeu? Como é que você tira um cara, às vezes, um cara de 1,80m, bota um cara de 1,60m, pô. Que não consegue cabecear. Põe o seguinte gol dos caras.

É o cobertor curto. É lógico que você vai correr risco, né? Tem hora que você tem que fazer e pronto, acabou. Você estava falando de idade, tudo mais? Eu fui olhar aqui. A idade média do teu time é 29, mais ou menos, a idade do time titular. É de boa, tu tá com uma mescla boa. É a idade, é... 27 anos é o Jogador Maduro, né?

Tem o Anselmo Ramon Tem o Anselmo Ramon E acho que o Lucas Lima Tem o Juninho Que é um O Anselmo Ramon na minha cabeça É o maior artilheiro da história da Série B Não sei Ó Eu não sei se ele é o maior Mas eu acho que ainda É um dos grandes atacantes da Série B E hoje Esse ano Nós estamos em abril O Anselmo já fez mais gol que ano passado Aí Aí

Pra você ver, nós estamos em abril, ele já fez gol mais que o ano passado. O Anselmo viveu, talvez nos últimos anos, o seu grande momento em 2024 com a gente no CRB. CRB, é. Fomos campeão estadual, finalista da Copa do Nordeste, perdendo pro Fortaleza nos pênaltis. O Anselmo fez...

Talvez o tanto de gol que ele tá fazendo hoje. Tá revivendo conosco uma grande fase da sua carreira. Lógico, mérito muito próprio dele, da dedicação dele. Mas não tenha dúvida que é um dos grandes atacantes que a Série B tem, cara. Ele rivaliza com o Léo Gamalho, provavelmente. Sim. É, não é. Eu tenho 37 anos, mas só...

Não, é o que eu tô dizendo, jogando bem, sendo muito importante pra nós aí na temporada. É, cascudaço o Selmo Ramon aí, grande jogador. Cruzeiro. Cruzeiro, exatamente. Eu tenho. Mas tem uma carreira extensa, né? Tem, tem. E assim, os últimos anos no CRB, acho que ele passou uns 4, 5 anos ali no CRB. É, jogando ali no CRB ano passado, foi pro Goiás. Agora, Daniel, pergunta que eu faço pra todo treinador, Beto Júnior, vamos ver.

Qual é o técnico, se ele esteve na Série A, que você teve que queimar mais a mufa pra preparar um jogo contra ele? Estaticamente. Fernando Diniz.

E olha que eu vou confessar que eu tenho uma coisa particular com o Diniz, cara. Eu fui atleta do Fernando Diniz. Em 2012, se eu não estiver enganado. Aonde? No Aldax. Quando começa o Aldax, na Série A2 ainda, o Diniz assume. O Zago era o treinador. Na véspera da competição, o Zago recebe uma proposta da Roma, foi para ser auxiliar na Roma, contratam o Diniz.

E aí o Diniz chega com esse modelo de jogo dele, que ele tinha, acho que com a maior passagem, só no Votorati na época. Isso. E eu, particularmente, não o conhecia. E aí todo mundo, pô, não, agora o zagueiro vai virar atacante, o volante vira zagueiro, o goleiro vai jogar na frente e tal. E até eu, assim, comentei com os atletas, falei, pô, eu não sei se isso vai dar certo, entendeu, cara? E nunca vi jogar.

Bom, e foram falar pra ele. Pro Diniz, cara. Porra, ele reuniu o grupo, começou a falar e tal, e não sei o quê. Que sabe quando você percebe que ele tá falando pra você, assim?

Aí acabou o treino. Como é que meteu assim? Pô, isso aí não vai dar certo aqui. Tu jamais... Mas eu mais entre jogador, cara. Falei, pô... Mas chegou, né? Chegou, né? Bateram nele. Aí acabou o treino, eu fui falar com ele, cara. Falei, professor, eu achei que você tava falando pra mim. Falei, pô, eu tava falando pra você mesmo, cara. É, pra você não. É, pra você mesmo. Pô, aí conversamos, tal, não sei o quê. Falei, ó, não vou, não tô pra te prejudicar, tô pra te ajudar.

Final das contas, cara. Ele assume o time. Nós começamos o campeonato. Eu fui titular com ele em todos os jogos. Todos? Todos os jogos. Acabou o campeonato. Hoje o Fernando Diniz é um amigo que eu tenho. Ó, que legal. Um cara que a gente se fala. A gente sempre quando se encontrou...

fala da família e tal. Ele conheceu meus filhos, eu conheci a esposa dele. Os filhos dele na época eram pequenos, hoje já estão tudo... Já tudo grande, né? Mas eu falo que é um caminho, porque eu trabalhei com ele, mas mesmo assim hoje, quando eu enfrento ele...

É muito difícil. É muito difícil, cara. Não é fácil, porque foge do tradicional. E tudo que sai do que a gente está acostumado, exige mais. Exige mais. E de todos, né? Não só do treinador, mas existe mais também do atleta que tem entendimento melhor de movimentos e tal. Dá um exemplo de você jogando. Já era o momento ali, não sei se final da sua carreira, mas...

Mais pro final, né? Foi, foi. Já era... Eu parei em 2014. Isso é 2012. É, então. 12 ou 13, não me recordo, mas é... E aí tu foi treinado por uma galera. Aí tu chegou e foi treinado por ele. O que você foi fazer a primeira vez? É, o que você não faz isso? Cara, é assim... Ó, eu falei... É difícil, cara. Não é fácil, não. Eu não me lembro a primeira vez que eu enfrentei, mas assim, geralmente, quando você enfrenta o Diniz, você tem que botar todo mundo no lado da bola, cara.

botar todos os jogadores em cima da bola, porque ele gosta da aposta de bola, dessa aproximação, entendeu? Se não tiver isso, toma Totó. Toma, toma e toma mesmo, porque eu, como jogador dele, a gente fez muitos jogos, praticava isso e andava.

Eu tenho na minha cabeça marcado um jogo na Série A2 contra a portuguesa. Portuguesa estava na A2 na época. Portuguesa é... Tradicional. O Aldac jogava ainda no campo do Nacional. Que é ali em frente na Barra Funda. Em frente ao São Paulo e Palmeiras. Cara, nós fizemos cinco na portuguesa. Mas a portuguesa não viu a bola. Mas não viu a bola de uma coisa assim...

uma toqueira absurda e a coisa andava. Falei, pô, esse negócio... E é gostoso de jogar. Reconheço que depois que a coisa encaixa, fica gostoso demais trabalhar e jogar dessa forma. E pra explicar pra galera, porque a galera fica vendo o jogo, né? Aí vem lá o jogo, o aproveitamento. O aproveitamento do Diniz não é bom na Série A recentemente. Eu sou dinizista, então eu sou apaixonado...

Porque pra mim é mais difícil fazer o que ele faz e, óbvio, pra dar certo também é mais difícil, né? Pra ter pontuação. Por que você acha que parece ter um ciclo no trabalho dele, assim, de um ápice e depois a coisa não anda, assim? Também com o Adácio. O Adácio não foi assim, né? Ele pega na série... Eu acho que assim, todo treinador, ele precisa de tempo. Só que tempo é uma coisa escassa no futebol brasileiro.

Ninguém tem. Então, assim... E principalmente quando você tem ideias novas que fogem ao tradicional, como é o caso do próprio Diniz. De uma das coisas que eu lembro, assim, essas movimentações que ele faz com o goleiro, essas coisas, mas são coisas absurdamente treinadas, cara.

E sincronizadas os movimentos. Não é aleatório. Porque aí a gente vai. O cara que vai pro jogo, ele olha aquilo e ele fala assim, porra, esses caras tão loucos. Esses caras tão loucos. Mas é treinado. Mas é treinado. Me lembro daquele lance do Fluminense com o Chelsea. Que teve uma pós de bola. Não com o City. City.

Mas aquilo ali tudo é treinado. Tudo é. Os caras fazem e sai da pressão. E você vai tentar... Porque é pra atrair o adversário e depois jogar nas costas. Entendeu? Mas é muito treinado. E conforme vai dando certo, deve dar uma confiança absurda. Absurda. Cara, olha o City. Absurda. Só que como todo trabalho, existem momentos bons e momentos ruins. Só que eu acho que a gente tá habituado no futebol brasileiro a no momento ruim, no primeiro momento ruim, demirir o treinador.

E a gente não espera, eu não sei se o dele, mas eu acho que é de todos. No primeiro momento de oscilação, um pequeno momento de resultados ruins, o que se faz? Não suporta a pressão, troca o treinador. Entendeu? Aí você não consegue avaliar se ele tem, talvez, o pico de retorno, que é o que você está falando. Pô, tem um momento bom, aí o time passou um momento de oscilação. Mas quem disse que ele não iria subir de novo? Porque não dá tempo, os caras o quê? Encerram o trabalho e inicia outro.

Entendeu? Isso acontece em quase que 90, mas 100% dos casos. Não do Diniz, de todo mundo é assim. É, você não vê. Hoje quem tem história pra falar isso é só o Abel. Abel. De ter um decréscimo, depois subir. Tem o exemplo aí mostrado. É, eu não sei ele.

Sério. Mas se não é a estratégia lá do Grupo City do Bahia, no início do ano ele tinha se demitido na primeira fase da Libertadores. Talvez em clubes hoje que tem um perfil de mais empresarial, vamos dizer assim, se consiga dar esse tempo pra ver se consegue retomar. Acho que só o Bahia.

Nesse sentido aí. Que não vai demitir. Das safes, né? Que vai chegar e vai conversar, olha... Eu tenho um favor disso, ó, deu uma oscilada aqui. A gente estive muito bem. Porque tem que entender o porquê dessa oscilada. E conversamos. Que é isso que eu acho que falta. Cara, a primeira vez que eu ouvi essa parada foi do... Foi do Renato Paiva aqui.

Aí a gente teve um papo aqui, depois a gente foi almoçar com ele e tal. Ele falou, cara, sabe como é que os caras analisam? O grupo City lá analisa. Analisa assim, se o meu time proporcionar tantas chances de gol...

Esse é o trabalho do técnico. E se você desperdiçar essas chances, é porque eles identificam uma carência. Não é nem que você precisa ter um centroavante ou um ponta mais goleador. Então eles não identificam assim, ah, não ganhou, né? Manda o cara embora que eu quero ganhar. Não, ele não está ganhando, ele vai ficar não ganhando.

Porque tem a responsabilidade da diretoria de contratação, dos próprios jogadores. Isso é muito dificultado falar no futebol brasileiro. É, mas é muito difícil de conversar sobre... Todos têm parcela. Dividir as responsabilidades. É isso.

Entendeu? Dividir as responsabilidades. Acho que a mídia tem esse papel também de ter colocado ali o alvo na testa do técnico. É, e... Tudo que dá errado é culpa do cara. Mas assim, tem o cultural. Cultural. Nós fomos acostumados aqui no Brasil a essa cultura. Do imediatismo, deu resultado, não deu, troca. Entendeu? Não se espera ver se o... Eu não tô dizendo aqui que tem que ser eterno.

os trabalhos, mas tem que às vezes haver uma leitura melhor interna pra ver o que que tá acontecendo, ah pô, tá muita gente machucado, ah queda de rendimento, por que que tá caindo de rendimento é analisar o todo, o macro é aquilo que a gente falou nisso, o futebol tem muito mais coisa do que simplesmente você sentar no estádio ou na televisão e assistir o jogo cara, isso aí essa frase aí eu vou tatuar, e é muito a

E é muito além mesmo, né? É muito além, isso aí. Vou adorar aí no peito do like. Quanto mais like a gente tiver pra mais gente, aparece a nossa resenha. A galera chegou com dados aqui no chat. O nosso público é muito legal. O Floyd mandou aqui, ó. Dados? Zé Carlos com 92 gols, é o maior artilheiro da Série B. Léo Gamalho é o segundo com 90, tá vendo? Anselmo Ramon tem 60 gols em Série B. Mas também, hein, pô.

É um número gigante. É um expressivo. Aí vai muito saber quanta Série B cada um jogou, né? Também tem isso. Tem isso, entendeu? Então, a Lula ficou no Cruzeiro contendo. Mas, assim, são expressivos. 60 gols não são quase... Geralmente o cara também tem medo da idade. Ele brilha na B e vai pra A, né? Já vai pra fora, né? Não tem mais sequência. Acho que o Anselmo viveu muito isso. O Anselmo, eu me recordo na Série B, é o quê?

Talvez um ano na Chapecoense e depois no CRB. É, é. Não teve muitas disputas aí, muitos anos disputando. Tem 60 gols, então tá caminho. Agora, seguinte, Daniel. Outra, uma parada que até o Betão defende, assim, que você tá contratando gringo pra caramba. Ah, é? Tem jogadores de Série B com nível de Série A?

Tem, tem. É o ano que tem mais grifo na história da Série A. Eles vão lá buscar e às vezes é um cara... Tem jogadores de Série B com nível de Série A? Tem, tem. Muitos? Não sei se muitos, mas que tem, tem. E acho que também precisa-se de oportunidade.

porque assim, muitas vezes a gente rotula como treinador também em muitos momentos é rotulado a gente rotula muitos atletas ah, esse atleta é de série B esse atleta é de série C o atleta da série C não joga na série B o atleta da série B não joga na série A ou é muito físico

É, então assim, a gente também gosta desse tipo de coisa, né? Então eu vejo que assim, falta um pouco de oportunidade, tá? Eu tenho uma certa preocupação com essa abertura que se tem de tantos estrangeiros nacionalmente jogando. São nove, né? Vamos lá, vamos pra uma outra discussão. E a formação dos jogadores brasileiros? Isso aqui agora não tá tendo tanto problema, mas você vai ver daqui cinco anos.

10 anos. Mal comparando? Você vai ver a forma... O Brasil não vai formar. Outro dia eu vi um Fla-Flu aqui. Quantos jogadores brasileiros tinham no Fla-Flu? O que? O dia da semana? Tinha menos de 50%. É, isso tudo, é? Não de agora, não de agora, não. É se você pegar um Fluminense que bote Serna, Canóbio. Entendeu? Coloque Avarino. Avarino. Ponte ou a costa. Entendeu? Cara, é muito...

É muito. A Flamengo pode ganhar a Cruz, Plata, Carrascaíta. É muito. Cara, é verdade. Isso tá tirando o lugar, tá tirando o lugar da formação dos atletas brasileiros como um todo. O Brasil vai ter dificuldade de formar. A gente levantou essa bola no dia que a Itália ficou de fora mais uma vez. Terceira Copa. A Itália passou isso. A gente comentou sobre isso. Cara, lembra que a Itália era a meca do futebol? É.

Porque assim, era o que era a Premier League, só que com agravante. As outras ligas não tinham a força que hoje ter a La Liga. A Malbem é a Bambu das Liga. Malbem e o PSG pegam a jogador bom. Era só Itália. Então assim, era Deus. Mas hoje a Inglaterra sofre com isso.

E não é o volume que era do Couch. Sabe quantos técnicos ingleses são campeões da Premier League? Nenhum. Nenhum técnico. Era Ferguson escocês. Depois vai italiano. Mais próximo é o Ferguson. É o Ferguson. E aí o Couch, as equipes de elite, Mila...

Juve e Inter pegavam quase que uma seleção de um país. O holandeses, a Alemanha. E a Premier hoje também. E a seleção inglesa... A Parma era uma seleção argentina, o Napo, a Lásio era uma seleção... Os rostos também estão... Não formou três copas fora aí. E isso impacta na seleção. Claro. No futuro impacta na seleção, você pode ter certeza. Isso vai impactar. A gente já tem problema com o lateral. Quantos gregos estão no Goiás?

Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você. Chegou Nestlé Vital, a nova linha de suplementos para o bem-estar adulto, com opções para apoiar o seu dia e a sua noite. Vital é ter foco sustentado ao longo do dia. E também ter uma boa noite de sono, para começar o dia bem. Qual você escolhe? Um ritual matinal ou um ritual noturno? Clique no banner e conheça, porque se cuidar é vital.

Sua empresa está pronta para o novo ano fiscal? Com o Hardware as a Service da Acer, sua gestão de TI vai muito além da máquina. Garanta alocação de tecnologia de ponta, serviços e suporte em um só lugar. Mais segurança, mais desempenho, mais sucesso com Windows 11 Pro e processadores Intel Core. Acesse acerempresas.com.br e fale com especialistas.

Puta, agora você me apertou. Tem o Wesley Garcia. Acho que é o único. O titular não tem, né? Não, o titular não. O Júlio só ficou em quatro no Brasileiro sem gringo.

Eu acho que assim, não existe uma receita perfeita, mas eu acho que vale o debate com relação a quantidade de atletas por equipe, porque é uma preocupação de futuro com o futebol nacional, entendeu? É uma coisa que... E a gente não vê discussão sobre isso. Hoje que tá meio assim, se eu não estiver enganado, são nove, acho que por jogo. Nove, cara. Por jogo. Por jogo. Mas tem time que tem... Tem muito mais no seu elenco. Tem mais... Tem mais no seu elenco.

Gringo na Série A. Entendeu? Então, assim... Acho que são 14, se eu não me engano. Hoje, assim, mas aí, aos contra... O Goiás hoje, vamos trazer pra minha realidade. O Goiás hoje, ele tem em torno de 30, 40% do elenco de base. De base. Então, essa mescla da idade que você falou, de 29 anos, é porque 30 e poucos por cento do elenco é da base.

É formado dentro do clube. É uma marca do Goiás. É uma marca do Goiás. Porque começa o quê? Daqui a pouco a vender, a revelar. Então, por isso que eu falo que, às vezes, esses jovens que estão surgindo precisam, às vezes, também ser testados na Série A, pô.

precisam ser testados e precisam de uma oportunidade de colocar pra jogar então assim, vai muito do da mentalidade que também precisa mudar um pouco aí de todo mundo com certeza, as coisas estão desencaixadas no futebol brasileiro o cara tá falando de salário, por exemplo o cara tá na série B, jogou bem, o cara por mérito mas ele vai pra série A e já ganha 500 pau

A gente teve... Grande, entendeu? Já sobe... A gente teve uma conversa com o presidente da Chape. Ele foi muito sincero, não é só isso? Foi. Ele falou... Ele disse o nome, né? Falou que teve um jogador que jogou a B comigo. Eu também joguei a B, né? A Chape. Sim. Fui buscar porque ele foi o destaque. Aí, pum, fomos o empresário dele. Sentamos, pum, veio a pedida. Exorbitante. E o presidente da Chape...

Ele afigura que é um cara que não é do futebol, ele é delegado, reformado, é aposentado. E ali... O futebol... E ele tempo todo falou que... Mal fechada que era... Ele é impraticável. Pelo lado bom, né? O futebol é muito caro, você lembra... Aí ele falou que foi no clube. Foi lá e ligou no clube, presidente do clube, que o cara jogou, né?

Aqui, ó, o Lucas Jay pergunta pro Daniel Fala com os jogadores do Goiás Uns destaques Ah, perdão Ah, perdão Essa aí não dá como passar Essa aí tinha Foi mal, fez, sei que se tinha acabado Não, e o cara vai e fala pra ele O cara ganhava 30, cara

A diferença financeira Da B pra A é significativa Não só na questão Do salário, mas também Do próprio clube, porque o clube Arrecada na B é uma coisa, o que ele arrecada na A

É proporcional, entendeu? Então, há uma distância muito grande. E todo mundo quer ganhar a mágica e não sobe, né? Lógico, não tem. Alex Passo, presidente. Alex, isso aí. Alex Passo, presidente da Chape aí. Todo mundo quer a valorização, né? É lógico. Não, e é...

É normal. Ele fala assim, eu tenho o menor orçamento da Série A e vou continuar tendo até o final. Não vou estourar. Espero ficar. Lucas J, que é o que eu ia atropelar do Betão aqui. Pergunta pro Daniel quem são os destaques da Série B hoje, jogadores de ponta da Série B. Série B?

Cara, eu assim, ó, teve um atleta que a gente que colocou ele pra jogar esse ano, ele levou um azar que ele tomou a pancada no tornozelos, que é o Lucas, que é um volante, segundo volante que a gente colocou pra jogar, eu acho que é um atleta que tem muita convicção que ele vai ainda...

alçar voos altos aí, porque o que ele jogou com a gente aí nessa primeira parte da temporada, nos dá muita esperança quanto a isso. Mas de uma maneira geral, eu acho que a Série B ainda tá começando. Ninguém ainda despontou, entendeu? Como equipe e também como até próprio futebol individual. O cheiro aqui tá rodado agora. Tem muito ainda, o pessoal tá se ajustando.

Mas vão surgir novos nomes aí, com certeza. Ano passado, por exemplo, acho que o destaque da B que foi o Viveiro chegou no meio da temporada, né? Chegou no meio. No Curitiba, pra mim, tinha o... Esqueci o nome do seu meia. Puta. Pra mim, foi o melhor jogador. Pra mim, foi o melhor jogador. Eu enfrentei ele. Um gringo, né? Um português. Um gringo, é. Isso. Tá lá jogando ainda. Pra mim, foi o melhor jogador da Série B ano passado. Enfrentamos ele. Tava no Remo ainda.

E assim, até falando um pouco assim do Remo, cara, o Remo, tô torcendo muito pro Remo permanecer, sabe? Porque é um clube que eu passei lá por quatro meses, mais ou menos, e criamos uma identificação, porque ganhamos o estadual, fizemos ali o início de Série B muito bom, dez jogos. Esse ano não ganhou o estadual esse ano. Hã? O Remo não ganhou o estadual. Não ganhou. E assim, ganhou, ganhou e fazia...

Alguns anos que não ganhava, agora não me lembro. E não ganhava do Paissandu e não ganhava o estadual. E ganhou ano passado com a gente. Isso é importante pra caramba. E é uma marca, assim, eu falo que eu tô sendo um privilegiado, que a minha carreira tem sido muito produtiva nesse sentido. Nos últimos três anos nós somos campeões nos três estaduais que disputamos.

24 Maceió, SRB. 25 Remo em Belém. Belém. E agora em Goiânia, com o Goiás. Então, assim... Todos eles muito importantes, né, cara? Muito importantes. E que, pra mim, individualmente, consolida a construção de uma carreira, que é uma carreira ainda...

Inicial, né? São poucos anos ainda de trajetória. Aí eu malandro, né? Só capital top. Só morou no Gabon aí. Tô sendo privilegiado. O Maceió, então, nossa. O Maceió, nós ficamos três anos, cara. Três anos. Três campeonatos brasileiros lá no CRB.

fantástico, é outro clube também que... Bateu na trave também. Tá batendo na trave, mas a tendência é que daqui a pouco ele tem uma oportunidade na Série A, pelo bom trabalho que o presidente lá, o Mário Marroquim faz, entendeu? Sim. De estrutura, de ambiente, e todo o pessoal do CRB, né? O CRB, como eu tava falando, o próprio Remo, sabe? Uma torcida muito apaixonada. Você nem falou em off aqui do reparo.

fantástico, não, o que eu falei de toda a minha trajetória como jogador, inclusive eu fui viver ano passado em Belém uma experiência que pra mim é marcante cara, eu vivi um repá entendeu, e assim, e vivi um repá vitorioso, né que me deixa ainda mais satisfeito, porque nós vencemos e fomos campeões em dois jogos contra o Paysandu na final, e assim cara bags bags bags

Só quem teve no estádio do Mangueirão e vivencia um repá com 55, 60 mil pessoas, e lá é metade pra cada lado, cara. 50, 50 mesmo. É, o estádio é assim, atrás do gol, ele é dividido, é metade pra um lado, metade pro outro. É o lado A de um lado, o lado B do outro. E é sempre assim, o Remo vai jogar, se eu não estiver enganado, o lado B é do Remo.

O lado A tá fechado. A não ser que o público é muito grande, eles sabem. Mas mesmo assim, os caras se supremem no lado B. No lado A. Então assim, poxa, foi uma experiência muito top. Eu adorei Belém, adorei o Remo, a torcida. É claro que a minha saída, o pessoal ficou muito chateado comigo, porque... No meio da Série B ali...

É, mas assim, são situações que a gente... Tava bem. Tava muito bem. Dez jogos invictos a gente viveu na Série B, após a conquista. E houve uma mudança na questão de direção, de maneira de trabalho, que eu prefiro, e já fiz isso em alguns momentos. Ano passado no próprio esporte também foi isso, porque eu saio antes da competição acabar, onde eu enxergo que não tem o alinhamento...

com o meu trabalho com o clube, que eu acho que é preciso ter, é interessante cada um seguir para o seu lado, entendeu? Então isso no Remo aconteceu, tanto que o Remo, para mim, é um time pronto para disputar o acesso e o próprio Guto, no final, conseguiu resgatar o Remo ao acesso com oito jogadores que jogavam comigo.

na minha equipe, na titularidade. Então, assim, mostra que o trabalho lá atrás, ele tava sendo bem feito. E aí, o desencaixe quase custou, né, o acesso do remo. Mas é uma coisa que eu, particularmente, talvez não teria feito movimento se as coisas estivessem...

caminhando da mesma forma, né? Do papelinho, do que tava sendo traçado. Mas, vida que segue, o Remo conseguiu o acesso dele, fiquei muito feliz com isso. E já no esporte, a mesma coisa. O esporte, a gente tentou ainda resgatar, pelo menos, a dignidade de ano passado. Quando a gente assumiu o esporte, era o último colocado. Pelo menos a dignidade de competir na competição, acho que a gente conseguiu. Eu narrei a primeira vitória aqui. Contra o Corinthians. Não, contra o Grêmio.

Grêmio, é verdade, fora de casa Fora de casa O Grêmio é, gol de quem? O Gabriel fez um puta partida Esse jogo ali Foi do Dereck Acho que foi do Léo Pereira Pode ser, cara Pode ser, ponta

É, o Ponta, isso. Acho que foi dele. Isso foi do Léo Pereira. O Pereira pode comprovar aí. Mas assim... Cara, o esporte não venceu, até venceu o Grêmio Arce. Lá, venceu o Corinthians. É, não. Depois o seu trabalho deu uma dignidade. Então se a gente tentou buscar a dignidade de competir.

Mas em certo momento, é aí que eu falo que o alinhamento dentro do clube tem que existir. E o esporte precisava ter, naquele momento, tomado um direcionamento, na minha visão, que já não comprometesse a temporada desse ano.

mas assim, não foi feito, então assim, eu preferi, nós preferimos cada um seguir pro seu lado, então assim, é o que eu tô falando da mesma experiência do Remo, acho que precisa, em todos os clubes, precisa haver um alinhamento em departamento de futebol e treinador pra que as coisas elas andem de uma maneira mais clara no dia a dia.

Olha, seguinte, galera perguntando aqui, o Marco Jordan. Daniel, você acha que o Goiás precisa de reforços? Se sim, em quais posições? Precisa, claro. Acho que assim, reforços sempre vão ser necessários. A situação hoje do Goiás é uma situação que está tudo certo em termos financeiros, mas o Goiás hoje...

ele tá com dificuldade. Então, assim, ele tá fazendo as coisas com o pé no chão, né? Com responsabilidade. Acho que isso é muito importante pra que as coisas caminhem dentro da normalidade. Mas, lógico, com a abertura da janela daqui a pouco, né?

vai se aproximar, nós vamos precisar de algumas peças, porque os outros adversários também vão se reforçar, porque aí a reta final ela vai precisar desses jogadores. O semestre é pesado. É pesado. Pós-copa. Pós-copa, vai vir pesado, e aquilo que a gente falou, com seis equipes brigando pra ali, a competitividade... Detalhe, ó. O detalhe, às vezes, é uma contratação, entendeu? Que faz a diferença. O cara te entrega mais gol, o cara te dá muito...

Controle de jogo, né? Faz muita diferença no dia a dia. Estavam falando do jogo que estavam falando de quem fez o gol. Paulinho mandou pra mim aqui.

Esporte, esporte, mateuzinho. Mateuzinho, cara. É isso aí, mateuzinho. Que hoje tá no Ceará. É isso aí. Não é o Mateuzinho do auditório. Não, não. É o Mateuzinho que hoje tá no Ceará, que foi do América Mineiro lá. É isso aí. Agora, vai, vai. Sim, esse... O América Mineiro, né? Quando jogava lá, a gente falava sobre esse Mateuzinho. Sim, sim. É um meio interessante. Contou muito bem, né? Uma revelação ali do América.

Perguntando pra você assim, Daniel, voltando do seu tempo de jogador Foi um volantão, um volantão Caçador Caçador Primeira pergunta é a seguinte Cara, na tua época de jogador, qual era um... Porque você tinha que chegar Se teu volante não chegar, tu vai pegar no pé dele também É, certeza Não tem a dúvida Se você deixar os caras do meio campo Jogar, você tá perdido Primeira pergunta assim, quando tu encontrava Um cara Quando tu encontrava uma bags bags bags

E você sabia que era sai e faísca. Era tu nele e ele. Cara, eu vou contar assim. O mais difícil que eu já marquei em toda a minha carreira foi o Alex. A cabeça é foda. E eu peguei o Alex naquele ano, em 2003.

Cruzeiro? Ele no Cruzeiro e eu no Santos. Eu fazia parte do elenco do Santos, né, daquela, da primeira geração ali, Diego, Robinho, aquela turma ali. Ah, tu é dessa galera. É, dessa primeira turma. É porque sobe o Paulo Almeida e o Renato. Não, o Paulo Almeida e o Renato eram os titulares, pô, a gente era as opções. Ah.

Só que coincidiu... Isso em dois, né? Em dois mil e três. Não, essa é a história que eu tô contando. É em dois mil e três. É. Em dois mil e três, o Santos é vice-campeão da Libertadores, perde pro Boca Juniors na final, Morumbi e tal. E foi o primeiro ano de ponto corrido. Isso.

2003. Aí, Cruzeiro e Santos ali na ponta, né? Disputando. Coincidiu, cara, dos dois jogos contra o Cruzeiro, na Vila Belmiro e no Mineirão, o Paulo Almeida machucar. Machucar ou tomar o Caetão. E eu joguei os dois jogos. Jogou os dois contra o campeão. Contra o campeão e contra o Alex voando, cara. Com aquele pedido do professor.

Não deixa o Alex andar, beleza? Não! O Alex! Não! E a orientação do Leão era essa. Falou, ó, tu vai marcar o Alex individual. Ele não vai andar.

É, mas... Só se eu pegasse uma metralhadora da Wili, entendeu? Era demais, né? Então, assim, era uma situação assim, você tentava chegar, a bola já não tava. De primeira é pá! É, a bola já não tava. Então, assim, a velocidade raciocínica, qualidade técnica, assim, é absurda. Ele ficava calado, como você falou no individual, ele falava contigo? Não, tranquilo. Descendo a lenha dele. Tranquilo.

Não, mas você sabe que o bom jogador, assim, é aquele cara que ele apanha, mas não tá, pode bater, cara. É do jogo. É do jogo, entendeu? Cruzeiro ganhou os dois jogos? Ganhou um jogo, Mineirão, acho que na Vila empatou, eu não me recordo agora. Não, Cruzeiro foi da Tríplice-Coroa, então assim, pra você ver o nível, Cruzeiro na Tríplice-Coroa, o Santos...

nessa turma aí de Iguel. É o brasileiro e o vice-alibreta. Ricardo Oliveira, centroavante. O Santos é o último massa também, cara. O Ricardo Oliveira é novo. Novo. O Ricardo Oliveira, pra mim, foi um dos melhores centroavantes. O campeão em 2002 é o Alberto, né? É o Alberto, mas o Alberto sai. Eu acho que o Alberto sai. No final ali. No ano seguinte ele já tá fora. E chega pra Libertadores. Chega pra Libertadores. É isso aí. O Ricardo chega. Nenê.

Nenê tava no Enê. Tava. Nenê novinho, vindo do Paulista de Jundiaí. Nenê. Todo mundo novinho, 20 anos. O Muricírio já. Não, o Seu Leão. O Seu Leão. E essa mulher cara, né? Tu pode contar pra gente.

deles lá? É. Puxa, cara, foi top, velho. Foi top pra caramba, porque assim, foi uma experiência pra mim, eu sou de Ribeirão Preto. E eu em Ribeirão Preto, assim, a vida é simples, muito boa, mas simples, né? Então assim, o futebol, ele me proporcionou tudo que eu vivi até hoje. E aí, quando você sai de Ribeirão Preto, eu não tinha nem andar de avião.

Eu saí de Ribeirão Preto e fui andar de avião na primeira... Minha primeira viagem foi um jogo do Santos na Libertadores. Nesse ano, inclusive. Eu nunca tinha andado de avião, pô. Os caras descobriram, os caras me deram um trote, velho. Falaram pra eu pedir lanche no avião, que pagar, aquelas...

umas coisas que... Não, Bartão, olha, paga aí. É. Para lá no fundo e paga. Tem uma história, o Leão me chamou, cara, pra falar, pô, que negócio é esse? Tem medo de andar de avião, não vai andar de avião? Não, é que eu nunca andei, é só isso. Não tem problema nenhum. Os caras foram bater pra ele, entendeu? É, assim, é. Isso é muito resenha, né? Muito resenha. É uma outra geração.

que vivia de uma outra forma. De uma outra forma. Antigamente não tinha celular, não tinha rede social. Então assim, no hotel você era resenha. Ou você jogava baralho, ou você ficava no corredor, que o corredor era todo do equipe, você ficava no corredor, o time todo, e aquela resenha... Mas um videogame, né? Nem videogame eu acho que não tinha. Não tinha Playstation, não tinha essas coisas. Esses videogames aí não tinham, cara. E era resenha, não tinha nem TV a cabo, pô.

não tinha TV a cabo ainda, né? É inacessível. É, você vai falar, não, vou botar aí hoje um stream aí, vou assistir um jogo aí. Não, mas paralelamente os caras são campeões e dão entrevista no Faustão, né? Muito disso, em 2002. É, isso. O Abidinho falou no Faustão. E um super-star, assim, brasileiro, gente. Cara, que loucura, mano. E assim, todo mundo novo, cara. Todo mundo, porque o Santos tava... Maurinho. Maurinho, Léo. Léo.

Alex e André Luiz. Elano. Elano, Fábio Costa, Júlio Sérgio, os goleiros, entendeu?

Então, fora que a gente escala ele todo, né? É, é, é. Paulo Almeida e o... Paulo Almeida e o Renato, o Leu Campo, Diego. E, assim, o Santos tinha dificuldade financeira. O Santos apostou aonde? Na base. Deu certo. Que foi essa safra que veio. Tem o papo do... Uma entrevista, começando o Brasileirão, que o Leão falou...

É o time que a gente pôde montar, porque dispensou... O Santos, ele é eliminado do Paulista precocemente, e de uma outra competição. Ele fica três meses antes do... Naquela época, o Brasileirão começava. Você tinha um espaço entre os estaduais e o Brasileirão. O Santos somou o período que ele ficou eliminado das finais do Paulista, mas esse espaço dava uns três meses. Pra começar o Brasileirão aí, mandou embora Rincon, Edimundo.

Uma pica de jogador estrela. Ele é bom, eu acho. Fizeram uma limpa dos jogadores carregos. E aí eu lembro disso, de uma matéria assim, olha, o Leão tá aqui, a estrela da companhia é o Leão. Entrega na mão do Leão os meninos da Bahia. E o Leão falou, olha, eu cheguei aqui, me entregaram o elenco, foi feito uma limpeza, e quando eu fui na base, me disseram assim, olha, a base, ela é bem falada. Eu analisei a base, bom jogador daqui. Cara, e aí vem, acho que o Renato do Guarani,

Não, acho que o Renato já tava, cara. Mas ele veio do Guarani. Mas não era da base. Acho que ele e o Elano que tinham... É, mas assim, mas aí veio o Diego, veio o Robinho, veio o Alex, Zagueiro. Alex Zagueiro que... Contaram aqui pra gente que tava sendo dispensado e o Leão. É, pô, a história do Alex... Porque, querendo ou não, o Leão... Foi o Robert que contou. O Leão, ele já tinha... Ele tinha o comando de tudo, né, cara? Então, assim...

Quem tomava conta dessa molecada aí com 18, 20 anos era o Leão, cara. Então assim, ele pegava no pé da hora que você chegava. Aí o treino chegou atrasado, era meia hora mais cedo, no outro dia. Chegou o dia que a gente treinou sete horas da manhã, cara. Aí, pô, não dava mais pra chegar atrasado. Entendeu? Aí não dava. Aí eu pegava no pé, o cara chegava de chinelo, pô.

em lugar de praia, não sei como é aqui no Rio, mas em Santos você anda muito de chinelo. E naquela época, há vinte e poucos anos atrás, era comum o cara ir de Havaiana, bermudinha e camiseta. O Léo vir aqui, ele queria morrer, mandava voltar. Não, vai vir como um atleta profissional, não como um jogador de futebol.

Entendeu? Então são coisas assim... É... Tem muita história, cara. Ah, então conta uma aí. Tu já tava no grupo, né? Tu viu isso tudo acontecer. Tava, vi tudo acontecer. Antes de você contar coisas... Tem cada história maravilhosa. Você tirou o jogo assim... Leão...

E esse grupo aí? O grupo vai dar certo? Pensava assim, olha, a gente não vai dar certo. A gente vai durar dois, três meses. Cara, eu tenho uma história que o... E deu muito certo, né? Não, deu muito certo. Porque o grupo era bom, cara. O grupo era bom, queria trabalhar, entendeu? E o Leão também, entendeu? Entendeu tudo isso. E aquele grupo, talvez, essa característica, precisava de um treinador como o Leão.

Se corre fruto. Precisaram de um treinador linha dura, um cara que tinha ali as situações dele, mas era um cara que andava na linha certa. Não tinha aquele jeitinho brasileiro, entendeu? Era aquilo ali. Acho que tudo isso somou pra que desse os resultados que deram, cara. Mas assim, era...

É, pô, tem uma história do André Luiz, cara, que ele subiu em Santos, tem um shopping. O Tifo. Tem um shopping e pra você ir no estacionamento, você subiu um espiral com o carro. E acho que o André não sabia dirigir direito na época, não sei o quê. Cara, ele foi raspando o carro de baixo até em cima, cara.

ele tinha um Chrysler era um carro gigantesco, cara então assim, são coisas que aconteciam os caras amarravam a roupa no ventilador do Fábio Costa o Fábio Costa já contou isso, o Fábio queria matar os caras matar Fábio Costa se ameaça te matar você tem que ter pelo menos um recente o futebol se tem uma coisa que é muito prazerosa no futebol, são as histórias se cavasse no Fábio Costa nossa, ele queria matar você bags bags

O Fábio Costa era perigoso, cara. No sentido assim. Aí os caras falam que o Ronaldo cavou nele. Aí os caras falam, vai lá, corre atrás do Ronaldo. Tem tanta história, mas tem uma história como treinador que ela é bacana, assim. Eu falo que eu, como treinador, pouco tempo, mas eu consegui transitar.

Em várias divisões. E cada divisão tem as suas particularidades. Em 2019, eu fui pro Confiança. Foi, literalmente, o meu primeiro trabalho como treinador. Confiança na Série C do Campeonato Brasileiro. E, assim, a logística era muito difícil de Aracaju. A gente ia jogar em Campina Grande. 13 horas de ônibus.

Olha só a realidade. Quanto Campinense. Quanto Campinense. Aí saímos de Aracaju no ônibus. Aí eu não sei se é o problema de quem contratou, não vou entrar no carro, nem sei de quem era a responsabilidade. Andamos umas duas horas, furou o pneu do ônibus. Puta. O ônibus encosta na estrada, o motorista desce, cadê o estepe? Não tem. Não tem. Que bacana.

Olha o cenário, cara. Olha o cenário. Nós estamos falando de brasileiros de Série C. Uma das 60 equipes do futebol nacional. Sai pra viagem de 13 horas de ônibus. Chega no meio do caminho. No meio do caminho não, umas duas horas já depois que saiu.

É o pneu fura, o não tem step. Cara... Ou é o Fusca, ou troca. Aí, aí, vamos lá. E pra resolver? Tem que esperar um arsaveiro sair de Aracaju com um step vindo de lá até ali. Então, quer dizer, você tinha que esperar mais pelo menos de duas a três horas até os caras chegarem com o step ali. O cara buscar o step... É ali. Cara, nós ficamos esse tempo na estrada. Tu imagina o time de futebol desceu.

Ficou na sombra do ônibus, sentado ali no... Ah, tava no sol ainda. No sol, isso era tarde, cara. A tarde. A tarde, o sol comendo do Nordeste. O time ficou sentado na sombra ali, no guardrail ali, da beirada da pista. Só que aí são as coisas que você... Cara, o Confiança tinha o Bibi, que hoje tá trabalhando no central de Caruaru. O cara é um contador de piada sensacional, velho.

Cara, esse cara, ele alegrou a nossa tarde esse tempo. Não, e foi levando aquela resenha ali, cara. Eu nunca... São coisas... São coisas... Não, acabou, não tinha problema nenhum. E a discussão final, só pra terminar. O que anda mais rápido? Um carro a 100 por hora ou um ônibus com a roda maior a 100 por hora?

Os dois estão a 100, cara. Ninguém vai chegar... Não, mas eles estavam brigando que o ônibus ia chegar primeiro por causa que a roda era maior, cara. Cara, isso foi um negócio absurdo. A discussão por causa disso, cara. Cara, que coisa sensacional. Pô, é uma coisa assim, eu falo que... E só isso te traz do futebol, cara. É isso. Só te traz. Imagina um mengão, Beto, na estrada.

Tá lá uma rasca sentada. Hoje não. Já aconteceu. Carrinho de mão. Com certeza lá atrás. Lá atrás. Em épocas lá atrás. Você andava muito de ônibus. Mas eu falo que assim. Tem muita história. É bacana demais. Isso fica de recordação. Mas o futebol tem isso.

A diferença. Mas isso uniu ainda mais aquele time. Porque é o primeiro time que conseguiu, do futebol de Sergipe, a subir pra Série B. Esse time sobe pra Série B. É o primeiro acesso da história do futebol sergipano conseguido no campo. E ninguém no futebol sergipano subiu pra Série B no campo. E esse time que ficou na estrada, que andava 13 horas de ônibus e não tava nem aí pra nada, só queria saber de jogar, jogar futebol, conseguiu o acesso.

Quem tava nesse time, assim, de conhecidos? Ninguém, cara. Ninguém, pô. Trabalhador total. Não, trabalhador total. Trabalhador, assim, guerreiros, né? Jogadores que compraram a ideia, entendeu? De dificuldade, de aparecer pro futebol, entendeu? E fizemos história lá em futebol de Serginho.

E aí é mais gostoso ainda, né? Muito! Um trabalho que você tem que fazer crescer o todo ali. Vamos lá, galera, vamos chegar nessa meta aqui. É prazeroso você fazer isso, e isso também te dá um enriquecimento pra sequência de carreira. Porque você trabalhar nessa dificuldade, uma coisa é você trabalhar só na Série A, pô. Eu fui formado como treinador na auxiliar do esporte, Esporte Série A, pô. É.

Então assim, é no conforto, é no campo bom pra treinar, é na viagem tranquila. Agora você viver outras realidades e apresentar resultado, como no confiança, como em outros lugares, pô, isso te forma, cara. Isso te traz uma casca.

Que depois você chega, por exemplo, num momento que tá tudo bom, você tem uma, opa, calma, não é assim não. Não deslumbra. Não deslumbra, não é assim, não tá tudo certo, mas também não é tudo errado não, entendeu? Calma, que as coisas vão se acertar, meu. Cara, muito legal. E pra gente ter ideia que tem vários níveis financeiros de futebol no Brasil. Agora, quer ver? Eu falei, o Mengão parado ali na estrada não tem, mas o Confiança agora tem o presidente do Flamengo lá.

É, agora é lá a verdade. Tá lá. Ajudaram lá na consultoria. Não é SAF, né, que ele explicou aqui, mas eles formataram um planejamento pra confiança de crescimento sustentável e tudo mais. É uma orientação mais profissional. E aqui em cima disso, o confiança, quando a gente chega lá aqui, é até bom falar isso. Confiança não tinha nada.

Confesas não tinha um campo pra treinar, Confesas não tinha departamento médico, não tinha academia, não tinha nada. E esse time subiu pra Série B. No esforço e no trabalho de todo mundo lá.

Imagina que uma folha é bem abaixo, né, das outras. Na Série C tem essas histórias. Eu vou falar pra você. O Confiança, ele tinha... Ele tinha, ó... Tinha o presidente Iago e o Fernando, diretor. Dois caras fantásticos, espetaculares. E eu. Eram nós três que tomávamos as decisões do futebol. É... Eu te falo... Imagina. Quanto era uma folha do Confiança na Série C? Eu tenho isso guardado na minha cabeça. Bravo. Imagina. Faz um... Dois milhões? Porra.

2 milhões? Nem que gasta 1 milhão? Não. A Folha do Confiança era 163 mil reais. Não, só era do mês. Folha do mês. 1,6 a 3. Quanto jogador você tinha? Não, um elenco normal. Um elenco normal de 3. 27, por aí e tal. 1,6 a 3. O cara já vivia um de outras coisas? Não, pô. Não, mas é jogador que você contrata de 5. 7. Cara, olha só. Entendeu? Muitos deles. Eu contratei e fui buscar na Série A2, na Série A3 de São Paulo.

Entendeu? Porque era a realidade. É o futebol real. É o que eu falo que assim... Eu falo que às vezes... Eu falo pros meus filhos, eles escutam muito isso. O futebol que a gente vê aí de série A não é a realidade do futebol. Futebol, a realidade dele é o futebol de dificuldade.

É de passar apertado. A gente vê a Elite 1%. É difícil, cara. E aquele time subiu com 1,63. O ano seguinte, nós fizemos a Série B e não caiu, ficamos em 12º ou 13º, com uma folha de nem 400 mil reais.

Entendeu? É muita disparidade. Mas é muita disparidade, entendeu? E na dificuldade de atraso, dar um atrasinho aqui, dar uma dificuldade ali, entendeu? E aí eu falo, porque o Confiança hoje só tem campo pra treinar, academia, e a estrutura simples e objetiva que ele tem hoje, devido ao trabalho, principalmente, do Iago e do Hernando, que foram caras que, quando subiu, entenderam que precisavam fazer o mínimo possível.

O mínimo. Tinha que também crescer um pouco nesse lugar. Tem, porque senão não se sustenta. Tanto é que no outro ano nós saímos, tava no outro ano, se perdeu e caiu. Caiu e tá na Série C até hoje. Torços também é outro time que consiga recuperar. 1,63. Cara, então... Esse é o valor do elenco. Um jogador de elite não ganha 1,63. Tá. Sabe qual que é o salário do treinador?

Desse time. É, que tá sentado aqui. Ah, o seu salário? Eu. Dez pau. Seis mil reais. Cara, o seu salário? Eu pagava cinco mil e pouco de aluguel. Eu fui lá pra trabalhar. Eu fui lá pela oportunidade. Entendeu? A minha esposa, ela sabe disso. Eu fui lá pela oportunidade. De se mostrar, de fazer o trabalho. Eu fui lá de pôr a cara. Que eu tô falando. Literalmente, foi o meu primeiro trabalho depois que eu saí do esporte.

Entendeu? Então eu fui pra trabalhar. Então assim, o que eu recebia, eu pagava do hotel que é onde eu morava. Mas eu precisava trabalhar. E nós fizemos lá um puta de um trabalho, cara. Sensacional. Que fez assim... Não, me formou, me abriu muitas portas. Porque dali eu fui pro esporte, depois eu fui pro Guarani.

Fiquei um ano no Guarani, que há muito tempo o Guarani não fica com o treinador um ano. Passei três anos no CRB, então assim... Mas isso é o futebol de verdade, né? Mas é o futebol de verdade. Só pra ter uma ideia, você ganhava 5ª. 5ª. Na Série A. Fala o pior salário de um técnico na Série A hoje. Hoje, não tem menos que 300, cara. Dos 20, acho que ganha menos. É assim, isso é da Série C pra Série A. Eu tô falando de 2019 pra agora. É.

Mas pra você ver a diferença que também tem de divisão e de clubes, né, cara? Então, assim, tem muita coisa que... O Lucas Rei mandou. E hoje tá na vida boa em Goiânia. Merecedor.

É, mas eu falo que, assim, você colhe aquilo que você planta, cara. Eu acredito muito nisso. E, assim, eu vejo que se a minha carreira tem conseguido esses resultados que a gente falou aqui já, é muito em função do que você plantou lá atrás, cara. Mas isso é maneiro de falar. Porque, às vezes, é, porra, às vezes eu falo assim, não, eu não vou por confiança que o salário não tá legal, tal, não sei o quê, eu vou ficar em casa. Eu poderia ficar em casa. É.

Mas assim, não, eu vou porque eu vou investir na minha carreira. Eu vou porque eu preciso dar dois passos atrás aqui pra dar três na frente, como hoje eu tô dando. Tá criando um português, tá criando trabalho, né? Lógico, claro. A gente tá no, fiz um bom trabalho aqui. E aí, isso aí não adianta. Pode ser, ah, mas você tava jogando no time escondido, mano, do futebol.

Não Aí vai chegar Fez um bom trabalho Tem sempre alguém vendo Exatamente Tem sempre alguém vendo Ainda mais que até começam Ainda mais você que é novo Tem um terro pintando aí Fez um trabalho aqui no Confiança Fez um ali Já tem três bons trabalhos

Tem sempre alguém vendo, velho. É, mas eu tô impressionado. É muito gigantesca a diferença, assim, entre... É muita? E só pra galera ter... O Daniel falou futebol de verdade, porque a maior parte dos jogadores de futebol... É, mano. É 10% são os da Série A, menos até 5%, vai.

O jogador, né? Eu não tenho esse número. Eu não tenho esse número, mas acredito que é um número menor do que 10%. É, acho que é menor. Menor do que 10%. Eu tô falando da realidade aí de 3 mil reais.

Se você pegar quantas divisões, quantos jogadores tem aí lutando, cara, pô, é difícil demais. Na série, você falou 60 clubes? É. Não, 60 é... É regionalizado, né? Não, não, 60 clubes, que eu tô falando. 20 A, B e C. Ah, sim. Eu tô falando entre os 60 clubes principais do país, um clube na dificuldade dessa. Teoricamente. São os principais do país. Do país. Na teoria, são as três principais divisões.

A B conseguiu subir Lógico Ela não colou na A Mas você tem na B Praticando orçamentos maiores Hoje em dia E salários A série B hoje Ela tá muito

Pô, o purgatório da... Não, Série B. Hoje a maioria dos clubes estão muito bem organizados. Estrutura boa de campo. Estrutura boa de campo, entendeu? Tudo certinho. Financeiramente também cumprindo, sabe? Você pega ainda um... É. O próprio esporte aí da vida e tal, mas assim... Tradicional. É, mas... Aí ele tá tradicional. Mas assim, mas a maioria dos clubes, assim, todo mundo tá trabalhando pelo correto, né? De estrutura, de financeiro, tá? E tá muito bacana.

Agora é o seguinte, galera mandando boas perguntas aqui no chat, o Vinícius Bastos você pensa em ficar muito tempo no Goiás e trazer um título de expressão pra te carimbar como ídolo? Perguntou aqui Cara, eu tô muito feliz no Goiás tô muito feliz o meu objetivo é crescer cada vez mais com o Goiás, entendeu? Não tenho essa pretensão, aquilo que a gente comentou Goiás é um clube que hoje tá na B, mas é um clube de Série A

Pela estrutura, pelo poderio. Então, a estrutura ainda é essa que a gente cresceu ouvindo? Top, cara. Top. Estrutura do Goiás, assim, é fantástica. CT? Não, CT, primeiro, localização é dentro da cidade. Te dá toda... O que você precisa pra trabalhar o CT do Goiás é gigantesco, cara. Só que assim, é dividido. A parte profissional e a base. Mas a parte profissional tem tudo.

Goiás tem uma equipe de trabalho muito boa, de funcionários do clube. Tanto é que, ah, o trabalho está dando certo. Não, o trabalho é porque está todo mundo executando a sua função com excelência. Começar pela presidência, diretoria. O Michel Alves, diretor executivo, que faz mais um belo trabalho. Ex-goleiro. Faz um belo trabalho, entendeu? Então está todo mundo fazendo com excelência e a expectativa é que no final do ano dê tudo certo aí para a nossa equipe.

tem mais uma pergunta selecionado, cadê? é o Lucas de novo qual o passo pra se tornar técnico? já tem que começar no futebol manager? lembrando que a gente teve o nosso Rafael Guanais aqui do Mirassol jogava futebol manager mesmo, e falou que cara tem coisas no jogo que ele aproveitava mas não é todo mundo que fez isso qual é o passo pra se tornar um treinador assim, alguém que tenha um sonho bags bags

Cara, eu vejo que o treinador hoje, ele não é porque foi jogador, ele tem condição de ser treinador, e também não é o acadêmico que tem condição de ser treinador. Eu acho que tem que buscar... Tem uma época que a galera falava assim, pô, se todo grande jogador fosse treinador...

Eu sei, Pelé, Romário, Maradona, todo mundo grande técnico e não é assim, né? Maradona tentou ser técnico. Eu acho que precisa de um equilíbrio entre as duas situações, mas precisa de bagagem, né? E eu acho que o ideal sempre é começar por baixo.

das categorias de base, começar ali com os meninos mais novos, até pra você ir ganhando experiência, principalmente se não foi um ex-atleta, porque já tem o melhor conhecimento, entendeu? E aí, aos poucos, você vai alçando voos maiores com o desenvolvimento da sua carreira. Eu acho que tem muito de vocação também, né? Tem, tem. Cara, que quer... Porque, assim, técnico... Eu já ouvi de... E jogadores, assim, pô, me perguntaram, quer ser técnico? Eu vou buscar.

Já tô 20 anos nessa carreira. Vou parar? Agora já era difícil comandar, tomar conta só de mim. Aí o cara fala, agora vou tomar conta de 30 caras. Eu parei de jogar em 2014, na hora da Copa. Mas eu parei de jogar por causa do Eduardo Batista, treinador. Porque assim, em 2008, a gente foi campeão da Copa do Brasil com o esporte. O pai dele era o técnico, o Eduardo era o preparador físico.

2008. Quando deu em 2014, o Eduardo tava como preparador físico do esporte, naquele ano. E eu tava jogando no ABC. Só que ele já sabia que, a gente teve um bom relacionamento, ele já sabia que eu queria ir pra esse lado. Porque eu achava, aqui é a questão, eu achava na minha opinião que eu tinha uma vocação pra... Você sentia isso? Eu sentia isso, sempre senti. Sempre senti como jogador. Falei, cara, eu tenho o perfil.

Vai dar certo ou não, é outra história. Mas eu tenho perfil. E aí em 2014, o Eduardo assume o time. O Geninho sai e ele assume o time, provisoriamente. E aí começa a ganhar, ganhar, ganhar. Cria corpo, é efetivado o Eduardo. Daniel, quer vir ser auxiliar aqui no esporte? Se quiser, o momento é agora. Para de jogar. Eu tinha 32 anos, cara.

32 anos. Aí cheguei e falei, não, vou parar. É o meu momento. É o momento de eu começar agora. Parei, falei, não, parei. Aí na pausa da Copa do Mundo, isso, na pausa da Copa do Mundo, eu encerro a carreira. Tenho uma semana de folga.

Na reapresentação do esporte, eu já me reapresento como auxiliar. Cara, olha só. Sem fazer nenhum curso, sem nada. Eu fui, Eduardo, não, vem, você vai vir, a gente vai ajustando, você vai buscar conhecimento e vamos trabalhar. E nessa daí eu fico quatro anos.

Como auxiliar. Esse 2014 era o time do Balada, Diego Souza. 15, 15, vem depois. O André, Diego Souza. Marrone. Que é a turma que em 2016 também nós trabalhamos juntos, 16 e 17, pô. 16, 17. Já teve uma grande tarefa como auxiliar nesse... Não, mas não dava trabalho não, cara. Não dava. Porque todo mundo é amigo do auxiliar, né? O André, todo mundo fala assim, cara. Não, se não é o cara vai chegar ali pra... O André, o Diego, cara, são puta...

profissionais pra caramba, né? Os caras gostavam, não é uma cerveja, gostavam, né? Normal. Até hoje, né? Quem não gosta? Eu gosto mais. Mas assim... Só ajustar ali um momento ali, né? É, tudo tem, tudo o seu tempo. Mas eu acho que também, é importante também salientar, que eu até brinquei agora aqui com o esporte, questão financeira, que o esporte tá em dificuldade. Muito em função das gestões que passaram por lá. E a política também.

Isso atrapalha demais o clube, porque o clube é sensacional. É uma potência, é um absurdo a força que o esporte tem. Mas o esporte foi muito prejudicado em determinados momentos por gestões que foram muito prejudiciadas. E assim, porque o esporte, cara, é um time que tem. Não preciso nem falar da torcida, cara. A torcida é espetacular, fantástica.

Poucas que eu vi da maneira do esporte. Vocês já foram, talvez, na Ilha do Retiro. Ah, eu já fui. Vocês já viram a Ilha do Retiro cheia, cara? Que é aquilo, velho. É um negócio diferente, entendeu? Aquela química ali de time com torcida é absurdo. Tinha o Zé do Rádio. Zé do Rádio. Muito, muito torcedor folclórico. E assim, o esporte, cara, tem uma baita estrutura. Pô, você vê o centro de treinamento do esporte. É ótimo. Excelente condição pra trabalhar.

Tem tudo, o esporte tem estrutura, tem torcida, a cidade é top, tudo, cara, só que precisa de uma gestão. Então, e o dinheiro? Precisa de gestão. Hã? E o dinheiro, não tem? O dinheiro aí, o dinheiro acho que tem, mas não fizeram bem uso dele. Quando chegou lá, assim, porque a gente viu, o esporte é a pior campanha, sempre pega uma América de Natal, né? Sim. Aí o esporte não conseguia vencer, aí tem esse primeiro jogo que vem.

O que você encontrou lá e por que você sai assim, se esse extracampo... A questão, assim, quando a gente chegou, não tinha nenhum problema financeiro. E não tinha sido relatado nada com relação a isso. Até porque o esporte é um clube que está em recuperação judicial, então não poderia fazer novas dívidas, essas coisas todas que tem nesse trâmite. E estava tudo certinho, cara, tudo certo.

Mas assim, haviam outras dificuldades técnicas que nós fomos fazendo ajustes de reformulação de elenco, mudanças que foram acontecendo e impactaram no rendimento. Só que também não existia dinheiro para se fazer novos investimentos. Fizeram muito investimento no começo do ano, na compra, na aquisição de atletas, e não tinha mais dinheiro para fazer novos investimentos. Então nós tivemos que recorrer aonde? Mateuzinho na Série B, Ramon na Série B, recuperar o Dereck. bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags bags

Dereck, nós trouxemos do Cuiabá. Entendeu? Então assim, nós fizemos o que dava. O goleiro, você falou o nome dele? Gabriel. Gabriel. Entendeu? Que foi outro bom nome que a gente trouxe, que fez também uma boa temporada lá com a gente. Só que o que aconteceu? A partir de agosto, aí acabou o dinheiro. Literalmente acabou o dinheiro. Agosto. Agosto.

Aí acabou o dinheiro. Cedo. Cedo. Aí as dificuldades só aumentam, né? Dificultam. Nós conseguimos ainda, porque os atletas podiam não estar conseguindo os resultados. Podíamos não estar conseguindo os resultados. Mas assim, eu não tenho nada pra falar da questão profissional. Porque eles trabalhavam, lutavam. A gente esbarrava em outros pontos.

De não conseguir vencer. Do psicológico, do coletivo. Eu lembro que teve várias quase vitórias no esporte. Teve. Não, nós estávamos ganhando o Santos 2x0. São Paulo 2x0. Toma um empate. Bota fogo, acho. Bota fogo. Toma um gol no último lance. Então, assim...

tava tudo conspirando também pra não dar certo, né? Mas aí acabou o dinheiro. Quando chegou em faltando nove rodadas, nós perdemos pro Internacional lá, eu tomei uma decisão de não expor, mas falar a realidade.

que o rebaixamento era eminente naquele momento, que a situação era praticamente irreversível e que o esporte estaria tendo o privilégio de pensar em 2026 antes dos outros. Eu lembro disso. Entendeu? Então, independente se seria comigo ou com outro treinador. Para ação corajosa, porque se no Brasil isso é verdadeiro, coerente, mas se descobriram depois. Não, mas assim, ficou uma situação...

meio que não ficou muito legal, entendeu? E aí, a partir desse momento, como eu também não ficou muito ajustado, seria o momento de eu sair, entendeu? Como acabou acontecendo. Foi isso, basicamente, que aconteceu. Porque não tinha perspectiva. A verdade, no futebol...

É, aquilo que eu falei no início, assim, aquilo que eu falei, quando tá tudo alinhado já é difícil. Se não tiver alinhado, fica mais difícil ainda. Então assim, quando não tem alinhamento, é melhor que uma das partes busque o alinhamento.

que eu acho que vai fazer bem pra ambas as partes. E tá tudo certo. E tá tudo certo. É uma relação... A gente não pode separar o futebol de uma relação profissional. Se você recebe uma proposta, ou se você vai pra outro clube, entendeu? Dentro da normalidade, a gente tem que encarar isso com... agindo da forma certa. É. A galera tá mandando mensagem por aqui. Uma boa mensagem. Leonardo Santos. Como é trabalhar com Tadeus?

Centro é a marca número um do mundo e especialista em multibenefícios. Ajuda a recuperar energia e apoia o metabolismo. Estudos clínicos mostram que preserva memória e cognição, além de contribuir para cabelo, pele e unhas. Centro, você de bem a melhor.

É outra grata surpresa que nós temos. A Tipeiro te faz tudo. Outra grata surpresa que nós temos, porque... É positiva também, porque no sentido... A gente, quando foi pro Goiás, fala, porra, nós vamos ter talvez o primeiro goleiro que a gente veja uma qualidade do pé dentro do modelo de jogo que a gente gosta.

Tu gosta de goleiro que trabalha. Eu preciso que jogue. Entendeu? Não é nada absurdo, mas preciso que... Mas são camisa 10, né? Não, preciso que faça hoje o que no meu entendimento de um futebol mais moderno e dentro do que se joga, o goleiro precisa saber jogar com o pé. Entendeu?

Pra ajudar a sair dali. Pra estudar. Até era uma área de defender também, né? Na construção de jogo. Mas lá no Aldax, tu pegava a bola, toma o Felipe Alves. Não, não é nesse nível, mas... Mas, assim... Vocês eram o Felipe Alves na época. Não, não era. Mas o Felipe Alves é depois, né? Era o Sidão.

Ah! Do Cidão, lembra do Cidão? Quem lembra? É. Cidão foi muito bem, eu sou o Botafogo, foi muito bem no fogão. Foi, passou do... É verdade, cara. Bem pra cá, depois ele foi embora. Mas no Botafogo ele foi bem. Então assim, e o Tadeu, pô, o cara é espetacular, meu. Merece todo o prestígio que tem, o que colhe no futebol, porque além de ser um grande goleiro, também, como ele disse, é um belo cobrador de pênalti que a gente tem.

Isso é maneiro, né, cara? É. Cobre pênalti bem mesmo, igual jogador de linha. Cobra.

Cobra. É ele e o Anselmo. São os dois que têm batido, né? Se precisar fazer gol para certilheiro, é o Anselmo. Não, mas os dois, assim, eles treinam muito e têm uma relação muito boa quanto a isso. E eu, quando cheguei ao clube, até chamei os dois para conversar sobre isso.

pra gente não ter um ruído por causa de penalidade. E os dois foram, assim, fantásticos. E pra estabelecer o momento de cada um, ou deixa na mão dos dois, eles dois escolhem? É pra ver o momento de cada um, e principalmente da realidade ali do que tá acontecendo. Mas são os dois cobradores, hoje a equipe tem dois cobradores e são eles. Nós do eixo aqui, a gente, né, nós do eixo a gente tem a percepção de que o Tadeu é um, cara, um paredão monstro, assim, que a gente sempre viu.

É o Goiás de momentos ruins na Série A. E, mano, ele salvava o Goiás, assim... É absurdo, é absurdo, assim. E ele foi... Não tem nada a ver com isso, né? Ele teve a sorte, porque ele é muito bom, mas de ter o holofote nele por ter o mesmo nome do Tadeu. Tadeu Schmidt, né?

representava o fantástico, é, é verdade quando ele surge ali, fazia as defesas o Tadeu aproveitava a brincadeira aí falava, como um gado e assim, como todo grande ídolo do clube, nos momentos ruins acaba sendo mais crucificado entendeu, mas isso não deixa, não diminui ele a grandeza que ele tem como atleta e como pessoa, entendeu, é um baita de um profissional, e hoje, nessa temporada com o Lúcio... E falta, não?

Falta não, cara. Eu perguntei isso pra ele outro dia. Ele disse, falta... É, mas falta não. Ele falou...

Não treina, entendeu? Não encosta pra bater. Não sei por quê. Eu me perguntei pra ele sobre isso, mas agora... O Galhão não bate na bola, né? Não, ele bate bem na bola. Pra jogar com o pé. Pra jogar com o pé. Hoje em dia, um goleiro com o pé, nas faltas também vai bem, né? No teu time. Tem essa coisa da... Como ficou escasso, né? Aquela falta que... Aquele batidor que a gente sabia quando ia pra bola.

Se ele tiver três, ele vai guardar uma. E a gente tinha muito desses. E botava uma bola no gol. O gol tinha que fazer defesaça. Agora, dificilmente a bola não vai no gol. Barreira ou por cima. 90%. A gente recebe a galera que sempre pergunta isso pra quem é de comissão técnica. Não tem uma resposta. Sempre é uma coisa assim. Pode ser isso. Na minha não é assim. Aquela coisa de demonizar a fisiologia. Não deixa, não deixa. Aí tem gente que falou assim. É.

Mas também, o jogador também quer acabar o treino no bolsinho aqui, ó, e vai.

Dando opinião, por que a gente não tem falta mais? Falta de prática? Acho que é um pouco de tudo. É um pouco de tudo. Uma junção. É um pouco de tudo. As explicações estão todas aí. Tudo que você falou, eu acho que faz parte do combo. Pra que não haja mais tantos formadores assim. Se treina menos. Às vezes não tem cabo treino, os caras querem ir embora logo. Mas isso eu não tô falando só no profissional, não. Tô dizendo na base também. Porque o cobrador de falta, ele já nasce.

Isso. O cara tem um dom aí. É, entendeu? Ele precisa aperfeiçoar. E hoje, dificilmente, você vê um na base treinar bola parada desse tipo.

É muito difícil. Bem a lua. É muito difícil. Tem a parte médica, que hoje em dia se fala muito, ah, se repetir muito, vai machucar e tal. Então você tem que... Aí fica naquela questão. Se acontece um problema muscular, você vai falar assim, pô, porque tá treinando muita bola parada. Entendeu? Aí fica aquela coisa. Mas eu reconheço que tá meio difícil. Eu acho que hoje, pra mim, na Série B, o Otero ainda é o melhor acobador. Você viu o gol que ele fez agora? É.

E ele pega uma bola diferente. Não, ele jogou, nós jogamos com ele semana passada. Ele bateu um escanteio na trave, cara. Não tem noção a bola que ele bateu.

Quando vai jogar contra ele é um desespero, cara. É um desespero, a bola parada. Mas o desespero que você tinha volante, pô. Você falou que devemos marcar o Alex. Ah, não, vou dar uma porrada no Alex aqui na entrada. Fudeu, tem que... É, mas naquela época tinha muito mais cobrador, que nem ele falou. Tinha cobradores assim de falta frontal, vamos dizer. Marcar o Marcelinho Carioca, mano. Você tinha muito mais cobrador de falta frontal, assim, que decidiam jogar.

Marcos Assunção, né? Muito, tinha muito. Jogou com o Nenê. Pra mim o Nenê é um dos últimos do Moicanos. Hoje,

o Hulk, né? Que bate no gol, pelo menos falta, chute de fora. Tem a parada dessa, não acerta o gol, né, cara? Os caras acertam a barreira ou fora? Tá difícil, tá difícil, é verdade. Um gol, um goleiro pelo menos... Tá difícil, tá difícil disso aí melhorar, velho. É verdade. É uma arma assim que, quanto mais agora que o jogo...

Fica com pouco espaço. Não, é o que eu falei no início, cara. O que tem de gol, prazer pra mim é a realidade. Na Série B, se você pegar e analisar, pega os gols da rodada, quantos gols são oriundos de bola parada? Vários. Vários. Vou falar por baixo, é de 30%, 40%.

Sem ter visto essa rodada, não tenho dúvida quanto a isso. É o oriundo de bola parada. Porque um bom batedor e bons cabeceadores, porque também tem o tempo de bola. Às vezes o cara tem centroavante, porém atacante, que não cabeceia nada, não é porque ele não tem o tempo da bola.

Mas tem zagueiro que, pô, zagueiro que é complicado. O cara vai lá e... O cara faz gol direto, de cabeça. O Gomes, do Palmeiras, eu acho um fantástico. Faz direto. Onde ele vem a gente fazer o Debe? Ano passado. A bola ele escorou, ele era bem... Ano passado, nós fizemos pra jogar com o Palmeiras. Nós fomos jogar com o Palmeiras. Vamos fazer uma marcação especial em cima do Gomes. Porque ou ele faz o gol ou ele tá disputando a bola, cara. É ele, a bola vai nele.

E os caras treinam isso, o cara é bom pra caramba, entendeu? Então, são coisas que... Que é mais um ponto que hoje também no futebol é de estudo. Bola parada. Bola parada. Porque é uma arma. É uma arma ofensiva, mas defensiva também. Você tem que analisar muito bem pra neutralizar o adversário. Porque num time como o Palmeiras, por exemplo, a bola parada é foda.

Eu acho maneiro a questão da criação de jogada de bola parada que você tem que ser meio que um artista. Não sei de onde vocês tiram essas paradas. Passa por aqui, o outro passa por aqui. Cara, assim, ele vai aparecer lá. Há muita cópia, né? Você pega uma aqui, o cara fez uma ali. Pô, aquela ali é boa, hein, cara? Vamos trazer, vamos fazer nós.

Mas surge novo, assim? Surge, surge, surge. Ih, caralho, o Abel Ferreira foi lá uma maluca. Porque na hora que às vezes você tá executando, você fala assim, não, pô, em vez de tocar aqui, vamos tocar aqui, que vai sair melhor, pela característica do teu atleta. Às vezes o cara, por aqui, ele vai ter mais facilidade, entendeu? E aí você cria.

Do Palmeiras eu ficava impressionado com uma bola assim. Papá, piqueirejo. Uou. Era tudo coordenado pra cair no pé dele. Para o piqueirejo. Por exemplo, você pode sair pra jogada no pênalti. O cara vai bater o pênalti, ele vai e toca pro lado. Essa é a rara, mas já aconteceu.

O Neymar não fez nada. Já tem. Você acha esse tipo de jogada? Agora, eu já comecei aqui com o Ternador, que eu acho que a gente tem a jogada ensaiada essa, que o Antônio disse, botar dois caras na bola. Ah, alguém faz o movimento, porque o Javá sabe que é no segundo pau. Aí o outro faz o movimento, vai ser no primeiro pau. Aquela da casquinha pra alguém vir de trás. Essas jogadas cascas.

Por que a gente não faz, mas eu não vejo explorar isso, é aproveitar que, por exemplo, tu vai jogar lá uma falta na quina da grande área ou até frontal e o adversário vai lá e coloca, achando que você vai botar uma bola cruzada, bota quatro caras na barreira.

Já ficou com um seis na linha. Aí ele tem que... Você vai ficar com a superioridade. A gente não usa essa superioridade. Tem lances de falta frontal que o cara tem... Tá com medo, ele bota uma galera. Então ele tem seis, sete caras ali. Falou, calma aí. Sobraram três fora. E a gente não usa isso pra... Em vez de bater, ir de pé em pé. Botar pra um pra entrar. E lá fora também não. Eu vi uma vez... O campeonato deve ser...

O quanto diferente, a gente não marquei, o time fez. Mas é raro também lá fora fazer isso. Porque geralmente, quando sai uma falta frontal, muito se cria na expectativa do cara do chute direto fazer o gol. É. Entendeu? Então, assim, e às vezes criar uma jogada ali...

Pô, o que que você vai ficar... O que que às vezes é melhor? Você tem um bom chutador. É, está em falta hoje. Uma oportunidade daquela. Está em falta. Você tem um no teu time. Tem. Tem. Tem. O que jogaram e saem errado, o cara fala, por que não deixou o fulano chutar? O que que às vezes é melhor? Você vai tentar um passe aqui ou você vai tentar dar um chute que às vezes...

Dá um rebote, entendeu? Dependendo do posicionamento. Do Flamengo eu sou favorável, porque ninguém bate no gol. É melhor sair tocando. O adversário é botar 4, 5 na barreira, mas não é só tocando. Somente Léo Pereira faz gol de futebol. É, naquela da meia lua. Seguinte, tem alguns superchats aqui pra eu ler. A gente chega no final dessa resenha. O Periquito News. Tem o Piquitito na rádio e tem o Periquito.

É, você pretende continuar no esquema com quatro meias? Olha, tudo depende aí do rendimento do adversário, né? Mas eu sou um romântico da bola, eu acho que eu gosto de quatro meias. Quatro jogadores meio campo, né? Não, e a gente tem que analisar... E o ex-reino do banco.

Wesley, não. Só serve vindo do banco. Ah, é a pergunta. É porque o Wesley não teve ainda a oportunidade de iniciar um jogo. Então, é um atleta que sempre quando entrou, ele teve um bom regimento. Ele foi bem contra o Gama, acho que na Copa do Brasil. Contra o Londrina, ele fez até o gol do empate no último lance. Ele foi um dos expulsos contra o Juventude.

Ele entrou no intervalo e teve um ato que não foi legal, acabou sendo expulso. Ele deve ter dado a escovar.

Não, mas assim, é... É, chamar a realidade, ô! É, mas assim, não pode, esse é fato, não pode. Ele sabe. Ele sabe, ninguém é infantil, assim, sabe. Ele agrediu? Agrediu, ele deu um soco no rapaz, com nem 10 minutos do segundo tempo, e a gente já tinha um homem a menos. Mas assim, ele é um atleta de qualidade, é um atleta que...

continuar crescendo, vai ter mais minutos. Isso aí é... O cara que vai tendo rendimento, naturalmente, ele vai ganhando mais tempo dentro do time. A gente conversou já sobre isso, né? Da progressão natural. Tinha uns caras, também, nos anos 90, tinha mais isso. O cara do segundo tempo.

Já foi assim, Aranil. Eu particularmente não acredito muito nisso. É, não. Eu vejo que assim, o que pauta o futebol é o rendimento. Ah, vai com quatro meias. Pô, se o rendimento tá sendo bom, por que vai mudar? Você tem que fazer ajustes. Às vezes você pode estar com quatro meias, mas você não tem quatro meias. Às vezes você posiciona o jogador em determinada função, que ele é meia.

Mas ele não tá executando o papel de meia. E isso é uma outra coisa que às vezes se confunde muito. Ah, você botou três volantes, mas tem um volante que joga de ponta. Você não tá com três no cara, tá jogando de ponta. Não tem um esquema pelo que eu vi, assim, né? Eu olhei aqui, né? Nas formações...

Você joga com quatro meses, mas o desenho tático é com dois, quatro, dois, três, um. Mais ou menos, geralmente. Esses meses não ficam quatro meses. Não, não. Ficam, eles rodam. Dois mais próximos e três homens que armam o jogo. Que armam o jogo. Pelo lado e por dentro. Por lado e por dentro. É, é GG, Lourenço e Lucas Lima. Lucas Lima.

É os três ali que ficam circulando. O GG saindo mais pelo lado esquerdo, ficando, às vezes, em muitos momentos, mais aberto, por ter característica mais também de lado. Mas, assim, são movimentações que o rendimento é que vai dizer. Se nós vamos continuar, vamos ter que buscar a solução, porque precisamos de rendimento, precisamos ganhar. Lógico. Entendeu? Então... Se tu encontra uma forma e o time vai bem nela, por que tu vai...

Gosto de ter variação pra não ficar mandeado, mas por que eu vou abandonar? Se tá funcionando, tem que insistir. Duas últimas, eu vou ler aqui o Superchef, mas o Daniel já explicou as saídas dele das outras equipes e o que ele pensa de futebol e que, cara, óbvio que quando você não...

Não acorda ou muda a direção, entra o cara que pensa de outro jeito, tu... É isso, né? Porque senão vai dar ruim. Seguindo, porque o esmeraldinismo mandou aqui. O esmeraldinismo. Daniel, o que você tem que dizer sobre os boatos da internet? Que na primeira proposta que você tem, você vai embora, se for de Série A principalmente. Ele já explicou aqui que não. Foi isso aí que ficou muito da... Por causa do remo. Por causa do remo. Ele falou bem, boatos da internet, amigo. Já disse tudo.

Não embarquem. Alguns, você vai pesquisar, às vezes tem fundamento, mas vá sempre conferir. E o Vinícius Baixo, pra gente fechar, qual é a projeção que você faz pro Goiás, Daniel? Pensa em título, agora tem isso. G2, G2 sai direto.

Direto, sobe direto. Ou campeão ou vice. Ou G6. Ou deglardear. A expectativa é conseguir o acesso. Direto. É lutar pelo acesso. Se nós vamos ser direto, se vai ser pelo...

Pelo playoff, o importante é alcançar o acesso. Eu acho que tudo o que tem sido feito é na busca desse objetivo. Ah, se vai ser por um jeito ou por outro, não importa. Conseguindo acesso, eu acho que o objetivo está alcançado. Ó, quer ver aqui, Betão, como é que está a Série B? Coisa animada. Série B é foda, cara. Quer ver? Quatro rodadas da Série B, porque a Série B segue na Copa, né? Segue. Vai seguir, não vai parar. É isso. Você começou um pouquinho depois.

A série B, a gente era o líder e caiu pra sexto. Isso. Olha só. A gente era o líder e caiu pra sexto. Só porque perdemos juventude depois de 20 jogos. Hoje tá lá e tá em seis. Ceará e Havaí, né? É, mas assim, Ceará, Havaí, Atlético, Atlético? Olha a pontuação. Atlético, né? Atlético. É o Ceará, Havaí, Atlético, Vila Nova, Operário, oito pontos.

Aí você pega Goiás, Criciúma, Fortaleza, 7 pontos. É, um chatado. Aí você pega aqui, Botafogo, de Ribeirão Preto. Náutico. Náutico, Sport, 6 pontos. Novo Horizontino, 5 pontos. Ou seja, do décimo segundo pra frente, qualquer um pode ser líder na próxima. É, mas tá chatado. E a tendência é que fique dessa forma, pô. É, a tendência é que fique assim a competição praticamente toda. É, vai por um bom tempo.

E aqui, se você ganha lá na zona de rebaixamento nesse momento, você vai pra primeira página. É? É tudo caro. Por isso que esse momento...

É início, mas é importante não, porque às vezes, agora que mudou um pouco, pode ser que não, mas o ponto escorredo por ele ser dessa distância toda, às vezes os times ficam aquele sangue doce nesse início ali, num jogo ou outro. Mas quando ele tá assim a competição, só aproveitar agora três vitórias, independente, dá uma arrancada. Falo isso pros atletas desde o primeiro jogo. Porque o que acontece é...

O pessoal às vezes vai dar uma atenção maior quando faltam lá 10 rodadas. Mas o mesmo três pontos de lá é o três pontos de agora. É lógico que lá tem a cobrança da imprensa, da mobilização da torcida. É, tá materializando o título aí. Vai chegar, vai acabar. Mas os mesmos três pontos é o de agora. Exatamente. E pontuar agora é determinante pra lá você ter chance. Não chega de uma... Não adianta não pontuar agora, lá na frente você tá comprometido.

Tu embala três vitórias, seus adversários te tropeçam, tu olha assim, tô a sete pontos de vantagem. Já é uma gordura hoje que, pô, te garante... E oscila. No momento que você der aquela vacilada, você tem gordura pra queimar e se manter na frente ainda.

Como a Série B é maluca, quer ver mais uma estatística? São quatro jogos, ninguém ganhou três. Ninguém ganhou três. Não, tem ninguém que ganhou os quatro, ninguém ganhou três, cara. Eu queria aproveitar, ó, pra dar um jogo terminando. O clube disponibilizou pra vocês dois. Ah, cara, isso aí é espelhoso. Um kitzinho presente, uma lembrança. Até porque a gente tem um projeto. A gente lançou um projeto com o Josué, né? É verdade. É o Charla Viola.

O cara lá no Goiás, lá com o... Tomando uma só com o Leonardo. É. E Goiás ainda tem muito isso, né, cara? É. Tem muito. Outro dia... Eu gosto muito do setor marista. É. Eu moro nele, inclusive. É. A noite é agitado, pô. Inclusive, esses dias pra trás aí, o Gustavo Lima parou num bar, desceu e fez... É assim, cara.

Os caras assim são meio que... Acontecem algumas coisas em Goiânia que são meio que inacreditáveis. Olha, olha. Tem uns molhinhos aqui, ó. Deixa eu ver. Molho do Goiás licenciado aqui, ó. Raiz de Goiânia. Molho de pequi cremoso. Opa, isso é bom, hein? Pimenta esmeralda. Porra, eu só faço de primeira vez. Molho de pimenta verde suave.

E a cachaçinha tradicional, ó. E a cachaçinha amarrada. Não pode faltar. Não, cheio de jeito nenhum. Alva esmeraldina. Pô, aqui você é uma pimenta, cachaçinha. E é uma cachaçinha ouro aqui, ó. E um molho de pequi. Pô, muito maneiro. Obrigado a comunicação do Goiás. Isso, ela veio aqui. Promessa do Charla, Beto Júnior. Nossa terra para você, bacana. Promessa. Josué nos convidou. Teremos o Charla Viola e óbvio que estaremos em Goiânia.

Estaremos no Goiás. Com certeza. Era um prazer receber. Recebendo a galera do Goiás. Claro, Anselmo Ramon, tá? Adeus. É isso. É um prazer. Ó, aproveitar aqui e mandar o abraço e agradecer, nominalmente, pra Jéssica Rezende.

Que é diretora de marketing e comunicação do Goiás. Jéssico, obrigado por enviar esse presente pro Xala aqui via Daniel aqui, ó. Deixa eu mostrar essa camisa aqui. Minha camisa é tradicional, né? Pô, que honra, hein? Com o nosso amor aí. Eu sou fã das camisas tradicionais do Brasil. É isso. Graças a Deus do Xala me fazendo ter uma coleção delas. É o Esmeraldino, pô. Tá maluco aí, ó. Ó. Era. É bacana, cara. Tenta me agradar e...

Acertou, hein? A Diadora tem 7x aí. Show de bola. Isso aqui já dá, hein? Já perdi uns quase 30. Aí, ó. Aí, tá vendo? Estamos chegando, Betão. Isso aí. Show de bola. Viva o Goiás Esporte Clube, beleza? Tamo junto aí. Em breve estaremos em Goiânia. A gente promete, né, Betão? A gente precisa. Tamo devendo, né? É. Alatu tem que passar por lá. Ídolos do Goiás. Pô, muito. Sensacional. Tem muita história, hein? Muita história, cara. Lembrava de Ildemar.

O Idemar é... Ah, Túlio Maravilha, pô. Túlio Maravilha. Isso aí, pra cá. Dimba. Aí tem Fernandão. Fernandão tem Lúcio Bala. Nossa, tem muita gente boa. Walter. Walter. Jogou muita bola no Goiás, Walter. Vou valer o Goiás, né? Semifinal de Copa do Brasil. Danilo. Você tava falando do São Paulo. Se Danilo. É aquele time do São Paulo que você falou do Cuca. O Danilo ainda levou. O Cuca levou.

Fabão, Josué, Danilo Foi uma leva pro São Paulo Essa aqui eu prometo tomar com o Josué Vamos ver se você vai aguentar Eu não, ele vai ficar até o final Ele vai te apresentar Vou estar com um pouco de sono E ele vai Estar vivo e treinando no dia seguinte Fazendo funcional Palmas pro Daniel Paulista que esteve no Charla

Muito bom, Daniel. Daniel, promete uma parada pra gente. Assim que você conseguir o acesso, você volta aqui. Tá fechadíssimo. Marcadíssimo. Foi um prazer, pô. Bacana demais. Curtiu o papo? Porra. Estamos na torcida aqui por assistir do Boiás. Muito bom. E mais uma vez, eu dou os parabéns aí pra vocês, porque o programa é top.

E quando teve a oportunidade, eu fiz o esforço pra vir, porque coincidiu de hoje a gente tá de folga, né? Amanhã de manhã a gente se reapresenta. Pra não perder essa oportunidade, porque vocês estão voando. Parabéns. Valeu, tamo junto. Então tá marcado. Tamo junto, Daniel. Acesso, vocês estão aqui de novo. Não, o Goiás vai subir, o Goiás precisa entrar na SLA. Já tá marcado. Próximo jogo do Goiás contra o Cuiabá no domingo, às 6 horas.

E um desafio enorme, Copa do Brasil na semana seguinte contra o Cruzeiro, Beto Júlio.

É, meu. Em Goiânia o jogo. Em Goiânia... Dois jogos? São dois jogos agora, nessa fase. É bom ganhar com vitória. E uma possibilidade grande, jogo Serra Dourada. Reabrir o Serra Dourada. Eita, então vai ter barulho, hein? Muito. Lotado, hein, galera? Pelo amor de Deus, né? Torcida Esmeraldina vai chegar junto. Tem que chegar junto, esse jogo aí é importantíssimo. Era demais. Valeu, galera. Paulinho, me ajuda aí. Forneria. Forneria original. Não sei se tem em Goiânia, acho que ainda não, né?

Mas 100 franquias espalhadas por todo o Brasil. Mais de 60 franquias pelo Brasil. Isso. Se não tem, está chegando em breve. É isso. Único Bonchala 10, 10% de desconto em qualquer forneirinha original que você pedir, beleza? Torcedor do Goiás aqui na Bélgica também ainda não chegou a forneirinha. Belgicano? Belgicano, está aqui. Não chegou. É o Hugo Henrique, assistindo vocês aqui na Bélgica. Grande lugar, hein? Forte abraço aí para o Daniel Paulista e parabéns pelo excelente trabalho a frente do meu verdão. Países baixos, a Bélgica, nos belgicanos. Pô.

Seguinte, ó, forneira original, mas tem todo o país, na Bélgica ainda não, mas aqui no Brasil sim. Procure-se na sua cidade ter forneiria. Cupom CHARLA10, 10% desconta qualquer pedido. Eleita pelo iFood o melhor delivery de pizzas no Brasil. Duas vezes. Duas vezes. Pode conferir a vontade que é muito especial. Show de bola.

Mandaram. Tem Goiânia. Tem Goiânia, galera. Então, tá lá. Cupom aí, Charla10 pra hoje. 10% de desconto aí. Orgulho Goiânia mandou. Deve ter umas três aqui em Goiânia. Ah, legal. Tamo em casa, ó. Tem três, né? Acho que um dos fundadores sócios do Alexandre é de Goiânia. Então, manda pro Daniel lá. Quando o Daniel estiver de volta em Goiânia, a gente manda pizza pra casa dele, beleza? Miguel Sampaio na missão aí. Show de bola. Seguinte, vai, Paulinho.

Açaí Atacadista é o atacadista do futebol brasileiro. Tem todo o Brasil também o Açaí Atacadista. Leve economia para a sua torcida. Pensou futebol? Pensou açaí. O nome é Atacadista, então é para você fazer as suas compras no dia a dia. E para você que tem um estabelecimento comercial também preencher o seu estoque, não é isso? Exatamente. Escaneia o QR Code que você vai baixar o aplicativo Meu Açaí.

E aí você vai ter o desconto do desconto, né? O açaí já é barato, já é tacadista, né? Com o aplicativo, com o meu açaí, você vai ter desconto além disso. E aí, como o Canta falou, pro teu negócio, pro teu estoque, é importante, vai aumentar a tua margem de lucro, né?

E pra quem tá comprando pra casa, é melhor ainda, que todo mundo tá buscando o melhor preço, né, galera? Essa é a parada. Então, ó, pensou futebol, pensou açaí, tá aqui o QR Code pra você abaixar o meu açaí, o desconto do desconto, beleza? Tamo junto, açaí atacadista, patrocinador do Brasileirão Série A, Série B e também da Copa do Brasil, duas competições que o Goiás está jogando. Está disputando. Solta aí, Paulinho. Brahma, o Charlo é Brahma!

Vender esse projeto aí do Charla Viola pra Brahma, né? Ah! Uma live, né? Uma live. Ah, sem horário. Chopeira. Faz a bem. Faz a bem. O Léo já é da Brahma, com certeza. Leonardo, Gustavo Lima. Betão. Cantaré.

Chama galera lá. Galera. Só vou assistir, porque ele não tá com nada. Ó, a QR Code tá aqui, beleza? Pra você ir pro Zé Delivery, Sociedade Anônima da Brama, pedindo a Brama no Zé Delivery, 10% do valor vira investimento pro seu time do coração. Tem uma parada maneira que tá rolando agora, ó, que é o cashback no Zé Delivery. Sabe como é que é a parada? Por exemplo, pro torcedor do Goiás. Aí tu vai lá...

Você vai aqui no Zé Delivery, pede sua Brama. É, e você vai... Chegou a Brama. Tu foi pegar a Brama, sai o gol do Goiás, seu dinheiro é devolvido. É, Chimac deu o pedido tudo, né? Na hora. Pra isso você vai entrar. Porque a Brama já programa ali o Zé Delivery. É, você vai se cadastrar. Você vai falar seu time, vai deixar tudo direitinho. E aí, a Brama tem como saber. Saiu o gol do teu time na hora que tava entregando. Porque a programação é pra não...

Pra você pegar no intervalo, pegar o... Fora do momento de gol. Mas, sabe como é que é, né? Na rua, o motoqueiro pode ter algum problema. Se atrasar e você coincidir de descer com o gol, você vai ter esse cashback da Brama aí. Betão Branco perdeu o gol do Gabigol lá em 2019, né? Você não viu. Eu não perdi. Se perdesse...

Eu tava preso na redação trabalhando, não tinha convido. QR Code tá aqui, vai pro Zé Delivery e peça sua Brahma, beleza? A Sociedade Anônima da Brahma sabe. Tamo junto.

Pra finalizar, pra finalizar. Esporte em Bet, é a casa de apostas que patrocina o Xala Podcast. Na dúvida, melhora esporte em Bet. Faça sua fézinha sempre com vitórias do Goiás, beleza? QR Code tá aí na tela. Aquele recado especial, pra você não se comprometer financeiramente. A pós esportiva é entretenimento, não é investimento, não vai ficar ricaço. Só pra tu brincar, beleza? Se liga, esporte em Bet com as melhores odds do mercado.

Exatamente, brincadeira pra maiores de 18 anos, fica ligadão, não é pra fazer renda extra. Usa aquele dinheirinho que fica na bolsa ali do site, do site da Sporting Bet, você vai entrar lá, fica o dinheirinho lá, você usou um pouquinho, voltou, não vai botando carga nova não, usa que você tá ganhando ali, cara. Show de bola, tamo junto, Sporting Bet, beleza?

Fechou, Daniel. Até a próxima com o acesso aqui. Traz a taça da série big. Vai subir. O Goiás quer subir, né? Pode ser campeão. Seria melhor ainda, mas quer subir, vai subir, vai subir. Tamo junto, até a próxima. Valeu, gente. Esse é o Charlo Podcast. Salve, galera, dois Meraldino. Em breve estaremos em Goiânia. Na hora que começou uma furadeira agora aí.

Conforto para o seu dia a dia e atitude para o seu estilo. Encontre o tênis que acompanha o seu passo agora no App Net Shoes. Explore as categorias, garanta as melhores marcas e aproveite. Net Shoes, no seu ritmo. Baixe o app.

Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Adiós, tchau!

Anunciantes5

Acer

Hardware as a Service
external

BYD

Dolphin Mini
external

Nestlé Vital

Linha de suplementos
external

Net Shoes

Tênis e roupas
external

Zé Delivery

Entrega de bebidas
external