Episódios de Charla Podcast

#711 - Cássio Brandão & Juca Kfouri [Redemocracia Corinthiana]

10 de abril de 20261h31min
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A Charla de hoje é com o Cássio Brandão & Juca Kfouri, falando sobre a redemocracia corinthiana.

Participantes neste episódio3
B

Bruno Cantarelli

HostJornalista
C

Cássio Brandão

ConvidadoColecionador
J

Juca Kfouri

ConvidadoJornalista
Assuntos5
  • Democracia CorintianaDemocracia Corintiana · Sócrates · Cássio Brandão · Juca Kfouri
  • CorinthiansCamisas de futebol · Títulos do Corinthians · Torcida do Corinthians
  • Pelé - Maior BrasileiroLegado de Pelé · Comparações com outros jogadores
  • Cultura do FutebolImpacto social do futebol · Movimentos sociais
  • Política prevalecendo sobre futebolRelação entre futebol e política · Movimentos políticos no futebol
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Fala, galera! Charla Podcast no ar. Beto Júnior, que passagem em São Paulo. Nossa Senhora, hein? Olha, a gente já veio aqui umas cinco, seis vezes. Por aí, mais... Desde a Copa... É o ciclo da Copa todo, né? É isso. Desde 22 agora até aqui. Olha, essa semana aí... É. A gente tá tendo, né? Pesado. Pesadíssimo, hein? E o seguinte, eu vou querer... Já, já que você conte uma história...

Hora do ar? Sim, sim. No ar. Mas antes eu quero que a galera dê o like na live. Voadora no peito do like. Quanto mais like a gente tiver, pra mais gente aparece a nossa resenha, beleza? Ó, manda uma mensagem, vou colocando aqui no papo ao longo da conversa, belezinha? Boa. Seguinte, Charludo, que é Charludo de verdade, segue o Charla em todas as plataformas. Então a galera assiste a gente no Spotify, mas não é inscrito no YouTube.

Ou o cara é inscrito no YouTube e não assiste a gente no Spotify. Vamos fazer essa migração aí, pô. Se você é charro dos primórdios, provavelmente já está no YouTube, participou da nossa campanha do milhão, agora tem que participar também, ir lá para o nosso Spotify para aumentar o nosso sucesso, que a gente tem o podcast esportivo mais ouvido.

No Brasil, no Spotify. Tamo junto. Agora, se você é um charludo mais recente, que tá muito no Spotify e não tá ligado no YouTube, vem pro YouTube. Pra marcha dos dois milhões aí, pô. Com certeza. Isso aí. Seguinte, ó. Siga a gente também nas redes sociais. Arroba charlapodcast em todas elas, beleza? Instagram, TikTok, Twitter e Kawaii. Eu sou o Bruno Cantarelli. Se quiser, me segue aí. Cantarelli Bruno nas redes sociais. E você também, né?

Me segue, por favor, aí, arroba obetojudronerline, dessa moral aí. O canto já tá com muito aí, chegar no Jusentinho aí, galera. Sigam, Betão. Seguinte, ó, com a gente, primeiro, é uma referência com o assunto de jornalismo. Daqui a pouco eu vou querer que você conte a história no ar pra... Comprovar o quanto o Juca é referência pra gente, né? É, uma vez, naquele episódio clássico do Amigão, do Trajando na ESPN, alguém falou assim...

Só como nós temos um homem de TV, rádio, tudo, jornal, não deu problema, porque aí o Juca assumiu ele, era comentarista, assumiu como apresentador, tocou o programa. É isso aí. Cara, com a gente uma das maiores referências de jornalismo esportivo do Brasil, né? As maiores repórteres, enfim, chefes de redação, e por aí vai, né? Comunicador, comentarista, enfim. E também com a gente aqui, cara, o Cássio Brandão tá no Guinness.

com a maior coleção de camisas de futebol do planeta, beleza? Cara, e fiquei sabendo que ele é colecionador e que outras celebridades guardam suas coleções com ele, né? Juca Gifuri, Cássio Brandão, palmas pra eles.

Uma dupla corintiana. É, vamos falar de Corinthians. Isso que estava faltando na apresentação. O mais importante. Será que eles vão fazer esse papel de achar que vão falar com duas pessoas que estão, assim, imparciais? Somos bem imparciais. Não, não, não. Somos. Sim, claro. Dia mais importante depois do nascimento de Jesus Cristo? A fundação do Corinthians. Ou 13 de outubro de 77. Também, 13 de outubro, Deus Basílio fez o gol. Deus Basílio.

Mas você sabe, Alcássio, você sabe que o Washington Oliveto dizia isso, que eu era o jornalista mais imparcial que ele conhecia. Porque como ele me conhecia bem a ponto de saber até que ponto eu era corintiano, ele achava que eu refriava o meu corintianismo. Era até ponderado ali, né? Exatamente. E eu acho que ele tem razão. E eu vou te falar uma coisa, Juca, pra gente que é do Rio, sou botafoguense.

Ué, achei que você era vasco. É, tem uma galera que acha que eu sou vasco. Ué, cara. Porque era de narrações e tal, é. Será que? Rapaz, eu jurava que você era vasco. Na hora que eu cheguei, te falei. Falou sofredor. Os mantinhos, sofredor. Não, é botafoguense neurótico. Neurótico. Vamos perder. Vamos perder. É, supersticioso. Isso acontece com a gente. Isso acontece com a gente.

Mas, cara, uma das coisas mais fantásticas que eu pude assistir recentemente é um jogo... Eu vi a final do Paulista na Arena do Corinthians, né? Que foi o jogo do Memphis, subir na bola, tudo mais. Cara, acabou. O Hugo pegou o pênalti e acabou o jogo. Sim. Sim, ó. Eu vou te falar uma coisa. Aquele dia, quando terminou o jogo...

Eu não tava feliz. Eu tava aliviado. É, tem isso, né? Porque se o Corinthians perde ali, do clima que tava aquele dia, ia dar, ia dar, ia dar merda. Literalmente. Ia dar merda. Ia dar merda. Quantos anos o Corinthians tava sentindo? Acho que seis, né? Seis anos, que é o dois... Isso.

O relato tanto do jogo Do que a torcida fez A torcida acabou do jogo E a segunda coisa Se é correto ou não Mas eu nunca vi uma torcida fazer um negócio aqui E a segunda coisa Eu falei com o nosso sócio, o Matheus

E aí eu falei, cara, vamos embora antes, senão a gente não vai conseguir ir embora daqui. A gente foi embora um pouquinho antes de acabar o jogo. Cara, eu nunca vi uma torcida chegando ao estádio depois do jogo. Isso. Para festejar um título. Por isso que eu estou te falando. Chegaria depois do jogo também se tivesse perdido. E ia ser um negócio grave. Ia acontecer. Porque não era nem pelos seis anos de jejum. Porque na matéria de jejum, o corintiano está acostumado.

tem toda a sua história de jejum mas era o jejum somado ao grande rival que tava do outro lado ali não podia Itaquera não vai era o Almir Pernambuquinho aqui não vai ter Valtolim é isso fantástico e outra experiência agora que eu tive foi de narrar o final da Supercopa lá em Brasília

Foi lindo. Cara, que coisa... Betão sofreu, né? Ele comentou. Não, eu não comentei. Ah, não, tudo foi. Eu tive aniversário. Ficaram mudos. Teve esse fator lá, né? Mas eu, quando fui comentar depois, que aconteceu, eu dei uma cutucada na minha torcida.

Porque eles estavam... O torcedor do Flamengo fez um couro contra o Felipe ali, né? Deu um respaldo pro Bato fazer o que fez. E aí depois que eu falei, ó, ninguém cobra a torcida também, né? O Flamengo começou agora a jogar, todo mundo cobrando. Mas lá em Brasília, por exemplo, o torcedor do Corinthians engoliu. E no momento em que ninguém vai cobrar. Você não falou isso pro Mauro César quando ele veio aqui, né?

Não, eu assisti o programa. É por isso que eu disse pra você... É por isso que eu disse pra você que nós temos contas ajustadas. E vai ser hoje. Entendeu? Vai ser hoje. A torcida corintiana vai pra trabalhar. É trabalho. Aquilo é trabalho, sim. A gente... Eu tava nessa... Primeiro... Primeira final do meu filho. Foi incrível. Sete anos. Essa do ano passado? Essa do ano passado, do Memphis. A gente chegou em casa às duas e meia da manhã.

E eu tinha combinado com ele. Vai ter que ir na escola amanhã, cara. Você tem que ir amanhã. É isso.

Duas da manhã a gente tava no metrô ainda, voltando numa felicidade. No jogo lá de Brasília, a torcida do Flamengo não tava unida ali. Cara, cantavam músicas diferentes ou não cantavam. O Corinthians, a torcida do Corinthians tava trabalhando. Eu tava lá em Brasília, foi incrível. Eu acho que a torcida tava perplexa, Carlos. A torcida tava boquiaberta. A torcida... Olhando, gente. Onde vieram esses malucos? Número de ônibus. 300 ônibus. A entrada do time no segundo tempo é um negócio...

É isso. Incrível, é isso. Eu sou de um tempo, Bruno, desses 22 anos em que o Corinthians não ganhava título, que a torcida do Corinthians ia para o Pacaembu sabendo que o Corinthians ia tomar um gol no último minuto do Juventus. Porque o Corinthians não perdia o título para o Palmeiras, para o São Paulo. Perdi para o Santos. Mas...

perdia pro Juventus. Que o meio campista do Juventus, no último minuto, fazia um gol de falta. Sendo que o goleiro do Juventus, o Miguel, tinha feito seis milagres durante o jogo. Era aí que a gente perdia. Tem Zica, né? A torcida ia pro campo pra se ver. Era uma coisa de doido. Era uma curtição da torcida com a torcida. Mais do que com o time.

Depois de 77, com o Brasil mudou tudo. Nessa Copa do Brasil tem aquele jogo no Mineirão contra o Cruzeiro, que é um negócio impressionante. É impressionante o que a torcida faz naquele dia. Calar mesmo o Mineirão foi uma entrega e foi um dia de centenas de voos cancelados. Uma coisa de louco. E a torcida conseguiu chegar aí. Foi um negócio maluco. O Corinthians é o...

os times brasileiros populares, assim, é o que tem mais invasão, assim, histórias de invasão, porque tem finance... Indiscutivamente. Tem o Mundial, 2012. Tem 30 mil pessoas em Yokohama. Não, chegar em Yokohama parecia que era a Praça Charles Miller. Não é exagero, não é exagero. E dá pra dizer que ir pra Yokohama ou pra Dorra é mais ou menos a mesma dificuldade, pra justificar, assim, os outros que não botaram. Mas é claro. Yokohama ou Dorra é no meio do caminho. É, era isso.

Não, você não tem a dúvida. 2012, não, a essa altura acho que já não tem ninguém pagando prestação. Mas o que teve de gente que vendeu carro, que fez cinco anos de prestação e tal. E não era classe média alta, classe alta. Não, bastava olhar as pessoas lá. Cara, incrível. E a gente tá falando da redemocratização corintiana. Queria que, assim, eu tenho a camisa da democracia corintiana, né? Quando eu comprei lá no estádio.

Então explica pra galera mais jovem, primeiro, o que era democracia corintiana e por que a necessidade da redemocratização. É você que chamou ele de Ulisses Gilmaranjo da redemocratização. O chefe da Constituinte Corintiana.

Não tenho nem roupa pra estar do lado de Juca. E houve ligação de Juca. Não é convite, é convocação. Eu falei pra ele. Deixa eu contar pra vocês. E contar o que foi a democracia corintiana e como é que nasce essa ideia da redemocracia e da constituinte corintiana. A democracia corintiana é um movimento que nasce dentro do Corinthians pra fora. Quer dizer, um belo dia...

o Vicente Matheus não podia se reeleger, faz o sucessor Valdemar Pires, certo de que o Valdemar Pires seria um laranja, que o Matheus continuaria. Vicente Matheus é uma figura, está na história do Corinthians, folclórica, maravilhosa. Espetacular. Maravilhosa. Era um cara que punha dinheiro no Corinthians, não tirava. Um empresário espanhol.

Isso, o Espersário, dono de uma pedreira, Betão, de uma pedreira. Fez fortuna. Agora, praticamente é analfabeto, porque ficou órfão muito cedo e teve que trabalhar com oito, nove anos de idade, não pude estudar. Então tinha aquela coisa da simponiedade. Agradeço as bramas antárticas que mandou emprestado.

O Sócrates é invendável e imprestável. Quem tá na chuva é pra se queimar. Isso, o Lero Lero não vende por nada. Era o Birubiro. Enfim, todas essas coisas... Isso. Perdeu um sapato no dia em que o Corinthians foi campeão em 77. Só foi descobrir que tinha perdido um sapato três horas depois no restaurante Gigeto, onde ele foi jantar. Quando eu falei pra ele, o suficiente.

O senhor tá com o pé descalço? Ele olhou pra mulher dele e falou Marlene, cadê meu sapato? Tinha perdido o sapato e não tinha percebido. Esse sapato apareceu 20 anos depois, quando ele morreu, uma senhora que tinha achado o sapato, manteve o sapato limpinho, e entregou pra dona Marlene.

o Sapa, é isso? isso é verdade a Marlene Matheus foi presidente também foi a primeira mulher as pessoas acham que foi a Patrícia Mori em matéria de primazia depois a gente conversa piorirismo piorirismo agora é importante entender isso esse movimento nasce no Corinthians porque

chegar à conclusão que não se sabia explicar por que o Corinthians estava na situação em que estava, e o Flamengo, por exemplo, mandando, sendo campeão do mundo, o diabo a quatro. Era essa época dos anos 80. E aí começa esse movimento, que junta com a campanha das diretas no Brasil. Então, tinha um ambiente no país que não tinha uma constituição democrática.

um ambiente de queremos liberdade. Vivíamos uma ditadura. Vivíamos uma ditadura, tá certo? Bom, então, o que foi esse movimento? Esse movimento votava até se o ônibus vindo de Araraquara de noite parava no restaurante no meio da estrada para jantar ou ia direto para o Parque São Jorge, cada um para casa. E o doutor Sócrates sempre dizia isso, eu perco todas as eleições, que eu quero ir para casa e os caras querem comer a custa do Corinthians e parar no restaurante.

E assim foi. E para, não sorte, mas como resultado disso, o Corinthians vira bicampeão paulista. Num tempo que o campeonato estadual tinha uma importância que não era importante. Um peito gigantesco. Gigantesco. E o que o doutor Sócrates dizia, Bruno? Sabe o que a gente ganhou do São Paulo? Duas vezes? Aliás, quatro vezes, porque eram dois jogos nos dois campeonatos.

Porque o São Paulino, jogador de São Paulo, quando ele olha para o domingo, desde a segunda-feira que ele está concentrado, o domingo é o dia que depois do jogo ele está livre. Nós que não concentramos, vamos nos encontrar no domingo no hotel, almoçamos juntos e vamos fazer aquilo que a gente mais gosta, que é jogar futebol. É o contrário. Isso, entendeu?

E aí a alegria do trabalho Redunda no time bicampeão paulista Mas é importante deixar isso claro É um movimento que nasce dentro do clube Com o beneplácito do clube Pra fora E ganha o Brasil Ali o Corinthians vira um clube nacional Entre outras coisas Porque o senhor José Bonifácio O Boni O Boni O Boni

Inventou um personagem de uma novela, das oito, que era um jogador de futebol do Corinthians. Que era o... Era o Mário Gomes. Mário Gomes. Gravava capítulo na beira do gramado do Morumbi. Tá? Ok? Bom, então isso virou uma... Isso aí, né? É uma cultura nacional, né? Faixa. Ganhar ou perder, mas sempre com democracia.

E a figura do Sócrates também, do Cazão. Vladimir. Isso. Vladimir. Vamos para o palanque. Eu sempre digo isso, Bruno. Doutor Sócrates, um agro, foi o único, de todos nós que participamos daquele movimento, foi o único que pôs alguma coisa a perder. Ele colocou a ida dele a Fiorentina. Ele disse, não vou para a Itália, se a emenda passar.

Eu não sei te dizer quantos milhões ele estava pondo em risco ali, mas eram alguns. Todos os demais que estavam ali, e eu não estou fazendo nenhuma crítica aos demais, ok? Quer dizer, eu queria votar. Era o meu prêmio. O doutor Ulisses, o Lula, o Franco Montoro, o Fernando Henrique, o doutor Brizola, queriam...

Isso é presidente? E é legítimo, era a vida deles Exatamente O Magrão não, o Magrão tinha a perder E estava disposto a perder Dinheiro Exatamente Então foi isso Até hoje, acreditem vocês Eu sou procurado Por estudantes

de pós-graduação do mundo pra falar da democracia curitiba. Quantas você já fez? Acho que umas 15 pelo menos. Pode-se dizer que é um movimento único na bola no mundo? Então, eu acho que sim nesse aspecto sim. Eu sempre digo o seguinte, independentemente de avaliações pessoais que cada um possa fazer, entenda a coisa com o simbolismo do romantismo.

O magro virou uma espécie de Che Guevara do futebol. Entendeu? E você encontra figurinhas dele coladas em postes, em tudo que está se dado mesmo. Aquela tipografia parecida com a do... Isso, isso, isso. Eu já vi. É isso.

E a FIFA tem um prêmio com o nome do Sócrates, não é isso? Lá no gala dela. Exatamente. Pro cara que tiver a melhor ação social do ano e tal, não sei o que. Salah já recebeu. O Mané, né? O Mané também. O Corinthians vai a campo com uma camisa escrito dia 15 voto. Eleições pra governador. O Corinthians tava convidando as pessoas a votarem. Qual era a malícia que tinha nisso? É claro que você não podia dizer dia 15 vote na oposição.

Você não podia fazer campanha explícita. Mas o que existia no Brasil naquele momento? Existia uma ala da esquerda que achava que não tinha que votar, tinha que anular o voto porque eram eleições concedidas pela ditadura. É, não eram diretas. Bom...

E havia uma outra ala, digamos, mais sensata, que dizia, não, vamos votar e vamos derrotar a ditadura na UNA. Que foi o que aconteceu. Foi eleito governador de oposição em São Paulo, no Rio, em Minas. Doutor Tancredo é eleito ali. Franco Montoro é eleito ali. Brizola é eleito ali. Marcos Freire em Pernambuco. Valdemar Pires, não. Como é que é o Pires da Bahia? Que agora o sobrenome é Pires, está me fugindo o primeiro nome. Mas não importa.

Bom, estabelece isso aí. O que que acontece agora? Agora, você tem um clube com a pujança do Corinthians. E aí, Beto, eu não tô fazendo nenhuma provocação. Tô falando sério. Eu concordo com isso. Que é o seguinte, o Corinthians é claro que o Flamengo tem mais torcida no Brasil que o Corinthians. É indiscutível isso. Discutição é uma bobagem. E não é a coisa de dizer torcida terceirizada. Não, não, não.

Não, porque o Flamengo vai a Recife e meio estádio. E vai a Salvador e meio estádio. E vai a Cuiabá e é o estádio inteiro. Manaus. Exatamente. Bom, dá mata em Vinho. Exato. Agora, o Corinthians tem muito mais torcida na sua sede do que o Flamengo tem na dele.

E no maior mercado do Brasil. E não é capaz de explorar isso. E hoje deve 3 bilhões de reais. E tem seus três ex-últimos presidentes, dois já viraram réus na justiça, um está a caminho de virar investigado na justiça, que é o do William Montero Alves. Quer dizer, é um pouco o panorama quando você olha pra CBF. Quais são os últimos presidentes da CBF? O que aconteceu com eles? Ricardo Teixeira, Marim, Marco Polo de Onero, Caboclo, tudo complicado.

Tudo com governadores do Rio. Do Rio. Vamos ver cá só no futebol. Hoje sem governador, né, Betão? É, é. Sem governador, exatamente. Cadê o João? Sem vice, sem o presidente Jalé. E aí, agora veja uma coisa. Você sabe como é que nasce a marca democracia corintiana? Nasce assim. Fizemos um... Eu era diretor da VACAR. Ah?

Fui convidado a mediar um debate para apresentar o que estava acontecendo no Corinthians, que não tinha nome, pelo Osto Oliveto, que era o vice-presidente de marketing do Corinthians. E era meu amigão. Sou padrinho do filho dele, do Tel. Padrinho de batismo. Dom Paulo Evaristo Arnes, que batizou. O Osto me telefona, perguntando se eu toparia seu...

mestre de cerimônia desse debate, fala, tudo bem, vamos lá. E no meio do debate, eu digo, olha, parodiando Milo Fernandes, que em 64, logo depois do golpe, tinha escrito uma frase que era mais ou menos o seguinte, se o Congresso Nacional continuar aberto, se a imprensa continuar publicando tudo, e os estudantes continuarem nas ruas protestando, nós não vamos acabar caindo numa democracia. Ironias de Milo Fernandes.

E eu falei assim, o Corinthians tá mais ou menos igual. É uma democracia. Se o jogador continuar votando pra escolher o técnico, pra parar no restaurante, pra comprar jogador, nós vamos acabar caindo numa democracia. Numa democracia corintiana, mas numa democracia... Mas falei por falar. E eu senti do lado o Washington tomar... Agora acabou.

O debate, ele virou-se para mim e falou assim, já temos o nome do movimento, Democracia Corintiana. E pediu para o Petit, que era o baita de um publicitário, artista gráfico, da DPZ, famosa DPZ, do Alib, Petit, Saragossa, da qual o Washington era funcionário, mais brilhante, né? Antes da brilhante dele, né? Isso.

Fazer a marca. Com o quê? Com a logotipia da Coca-Cola e de um movimento que existia, recém existia, na Polônia, do Solidariednowski. Vocês são muito meninos, talvez não conheçam. Que era um líder sindical polonês, chamado Lerwalesa, que na demolição da União Soviética...

aparece como um líder democrata na Polônia e ganha eleição e vira presidente. Então, essa é a marca da democracia corintiana. Muito bem. Assim foi que nasceu a democracia corintiana. Vejam vocês. O nome e tudo. Exatamente. E marca. Dois meses atrás, se tanto, estou eu posto em sossego na minha casa. Não sou mais diretor de porra nenhuma, graças a Deus. Toca o meu telefone e grid grid grid

O senhor Carlos Teixeira me diz, ô Juca, você conhece o Ecomuliterno? Eu falei, não, não conheço o Teixeira. Pois é, o Ecomuliterno é, vamos dizer assim, é o Washington Oliveira da publicidade digital no Brasil hoje. E ele tinha uma ideia que ele queria te apresentar. Vamos almoçar juntos? Ele falou, vamos. Marcamos o almoço e fomos.

no começo do almoço ele me diz, olha aqui, eu vim aqui pelo seguinte, eu estou pensando numa redemocracia corintiana. Falei, pô, legal. E estou pensando em lançar a ideia de uma constituinte do Corinthians. E estou pensando em fazer isso no dia 25 de março, porque é o dia nacional da Constituição, é a Constituição do Primeiro Império. Sim. Ele veio com tudo pronto, né? Falei, pô, do cacete, o que você quer de mim? Falei, eu quero saber se você topa.

fazer de novo, no Tuca, repetir aquele debate feito em 82? Eu falei, pô, acho que sim, mas me diga mais. E aí no meio, eu não acredito em fazer política sem afeto. Eu acho que em última análise, a política é para promover isso. Comunhão. Exato.

No meio da conversa, eu citei um jornalista que é um pouco um pai profissional meu, lá do Rio. Foi editor-chefe do Globo. Milton Coelho da Graça. Foi diretor da Placar, antes de mim. E o Eco Moliteno, que eu estava vendo pela primeira vez, me diz assim, você está falando do tio Milton? Eu falei, como é que é, Eco? Estou falando do Milton Coelho da Graça. Sim, Juca, tio Milton. Juca, eu sou neto do Ari Coelho.

foi um outro jornalista importante na minha formação, que era um doce de pessoa, de uma generosidade extrema. E sabe quando você fala, Cacilda, que coisa! Tá tudo conectando. Antes era o Washington, agora me aparece esse rapaz e tem essa ligação com a minha vida. Tem tudo pra... E aí a gente começa a elaborar, elaborar. E a gente...

embora com a excelência dos publicitários que montaram um evento muito bonito lá, quarta-feira passada no Tuca, eu te diria, no improviso, no improviso...

da democracia corintiana quando nasceu, sem nome, sem nada, vamos fazer um debate, vamos fazer um debate, e como é que é isso? A gente não sabe bem como é que é isso. No que que isso vai dar? O que a gente sabe é que tem uma coisa, eu começo, ligo pro Casagrande, topa na hora, Casagrande fala com o Vlad, Vladimir, topa na hora, ligo pro Chico Malfitani, que é um dos fundadores da Gaviões da Fiel, lá atrás.

Topa na hora. Ligo pro Derico. Ligo pro Herói do Barbeiro. Ligo pro Boni. O Boni me diz, só não vou porque tô com Covid, mas conte comigo. Ligo pro Alessandra Negrini. Ela, tô lá. Vai. Ligo pro Rappiud. Vai. Isso aqui vai longe. Como? Não sei. Mas vai longe. Essa ideia é uma ideia de... Agora de fora pra dentro, né? Pra...

Para reverter o rumo do Corinthians? Para tomar o Corinthians. Para tomar o Corinthians. Queremos o nosso Corinthians de volta. E para inspirar muita gente, para inspirar muitos corintianos, quarta-feira foi um grande convite, uma grande demonstração de afeto, como o Juca acabou de dizer. O que a gente tem de concreto hoje é que a gente, no dia 1º de setembro, entrega um documento, que vai ser a nossa Constituição. Isso é uma carta de princípios, caminhos, um olhar para o futuro, e ela vai ser construída por 77 corintianos.

Não à toa, é o 77. Não à toa, não poderia... O contrário da Assembleia Constituinte, ou não? Não, não precisa de... Ah, é o 77 do Garotinha. O título, né? O contrário da Fute Preta. Sim, sim. O gol do Basílio. O gol do Basílio. A narração histórica do hoje, mas... Basílio estava lá. Basílio estava lá. Foi recebido como se fosse Deus.

porque até quem fez tenha feito assim e a narração histórica né narração do Osmar é que gordo é isso, é isso narração do Osmar é um negócio impressionante e a gente entrega no dia 1º de setembro esse documento esse documento ele vai ser construído por 77 40 anos

E esses 70, a gente tem hoje só uma certeza e uma missão e uma certeza absoluta. Esses 77 corinthianos precisam representar os 35 milhões. Então vai ter um olhar de diversidade muito forte. Diversidade social, racial, de gênero. A gente precisa, uma brincadeira que a gente fez, né, Juca? Que é, precisa ter banqueiros e bancários. Isso. Precisa...

porque o Corinthians é isso, a gente precisa representar como fotografia essas 77 pessoas e todo mundo que esteve presente lá no Tuca Arena, na quarta e foi uma delícia, e de novo, como o Juca bem disse não tinha um plano a gente não tinha ali um planejamento e termina a cerimônia cantando o hino no Corinthians fazendo poró popó e estava no palco Homero Oliveto, filho de Washington Oliveto

Sócrates Júnior, o Juninho, filho do magro. Falaram lindamente. O depoimento do Casagrande... Choramos antes. Choramos muito. Entendeu? Vladimir. O Vlar. Foi um negócio assim que você fala, bom, agora, o que você tem? Houve críticas depois, justas. Pô, mas e o próximo passo? Vocês não disseram. Onde acha que a gente se escreve? A gente não pensou nisso.

E como vocês vão dialogar com o Estatuto do Corinthians, mas o Estatuto manda. Não é sobre isso. Não é sobre isso. Então foi uma coisa de uma naturalidade.

que não pode não dar certo. Agora vamos trabalhar mais... E pra isso temos executivos aqui desse... Não conte comigo pra esse trabalho. O Ulisses também. Juca, desde o dia da primeira ligação, eu sei do Juca desde o primeiro dia, o Juca tá trabalhando pra caramba. Ele fala que é falsa... Tá trabalhando, estamos trocando mensagem o tempo inteiro. Tá engajando. O número de WhatsApp do Juca nas últimas semanas, o WhatsApp mais requisitado, movimentado.

do Brasil. A gente precisa dar um olhar, cara. A gente precisa dar um caminho aqui e tem muito amor. A gente vai agora pra entrega, a gente vai pro trabalho, a gente vai pra prática. A gente colocou essa data de 1º de setembro, naturalmente, porque é o aniversário do Corinthians e nas próximas semanas a gente vai ter a comunidade aí aberta pra essa troca, pelas redes sociais, cara, através de sites, de conversas, através da porrada do canhão de mídia que o Juca...

traz para essa conversa e de todos os outros corintianos que estão engajando, que a gente recebeu de mensagem, de mensagem carinhosa e de, pô, vamos juntos onde eu posso ajudar, o que eu posso fazer, grandes executivos falando cara, eu quero ajudar, você precisa de um tributarista aí, eu sou tributarista, eu quero ajudar ah, você precisa, a sociedade hoje está olhando para esse movimento e dizendo, vamos juntos, vamos fazer um Corinthians melhor, vamos fazer um Corinthians com mais amor com mais gestão, vamos tentar tirar o Corinthians desse momento último ano grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid

e olha que a gente ganhou dois títulos foi incrível, maravilhoso ganhando o Flamengo também tem esse elemento a gente flertou ali em estar mais nas páginas policiais do que nas páginas esportivas

Isso não é bacana. Qualquer corintiano de bom senso sabe que isso não é bacana, que a gente precisa reverter e mudar isso. Isso que o Cassio está falando, porque tem coisas que parecem impossíveis. Então, é porque a política, ela descolou completamente do... E no Brasil isso acontece, por vezes. Então... Do que representa o clube, da sua torcida, a política do clube, ela foi meio que... Não, não, sabe de uma coisa? Eu vou te dar um exemplo futebolístico, de coisas que eu não acreditava. Um belo dia.

Doutor Sócrates diz assim pra mim, o problema do Corinthians é que o time vai no embalo da torcida, que nem maluco pra dentro da área do adversário, toma um contra-ataque, toma o gol e depois perde o jogo. A torcida tem que entender que o gol vai sair naturalmente. Primeira vez que ele me disse isso, eu dei uma gargalhada. Falei, Magro, você tá maluco! A torcida do Corinthians nunca vai entender que o... Você quer o quê?

E ele, toda entrevista, ele batia nisso. E aí começou a acontecer o seguinte. 0 a 0, 0 a 0, 0 a 0. 35 minutos do segundo tempo. Zenon, Paçoca, Descadreira. Gol. Um a 0. Duas vezes. Três vezes. Quatro vezes. Na quinta vez, a torcida começou a... A esperar. Entendi. A esperar.

E se você pegar, veja, é só pegar na televisão. No YouTube e no Diaba 4. Os jogos finais, tanto de 82 quanto de 83, foram exatamente assim. O último com o São Paulo não, né? O 3x1 não. 3x1 não. Mas os outros... 1x0. Taco de bilhar, doutor Sócrates. Pá! Teve um jogo semifinal com o Palmeiras, que o Palmeiras pôs um jogador pra marcá-lo, o Márcio.

E onde o Sócrates e o Márcio ia atrás? Houve um momento que o Sócrates saiu de campo, Betão, na lateral, em frente aos gaviões, e fez assim. Que você disse, olha esse porra! Eu tô aqui fora do campo! E ele tá dentro, tá junto comigo, né?

Corinthians, que só não é tricampeão paulista por causa do jogo do Santos e não vamos puxar aqui. Mas Betão, tem um jogo, e aí são Juca Tava. Pra mim é o maior Corinthians e Flamengo, juro que eu não tô fazendo nenhuma provocação a você. Da Ponte Aérea? Que é o da Ponte Aérea, que é maravilhoso. Que ano? Quarta de final do Brasileiro de 84. O Flamengo tinha um time melhor, tecnicamente melhor, um baita time.

O Corinthians perde de 2x0 no Maracanã. Vem para São Paulo com 2x0, precisando reverter a semana inteira da imprensa. 2x0 roubado. É, como era habitual. E o Corinthians chega com 2x0. O Sócrates não joga esse primeiro jogo, esse jogo lá. O Sócrates estava machucado.

Imprensa falando histórias que ele tinha de jogar Um rachão na Vila Ré De futebol de salão e tudo mais Todo mundo pegando no pé do Sócrates O doutor não faz nenhum gol no 4x1 Corinthians mete 4x1 no Flamengo No Morumbi Foi gala, um negócio impressionante O que o doutor joga O alto-falante do Morumbi O placar do Morumbi O Washington Oliveto Próxima ponte aérea Atenção, torcedor, aplausos

3 a 0 pro Corinthians o 4 a 0 pro Corinthians Washington Oliveto corre, era o japonês do placar eletrônico, placar eletrônico recém instalado no Morumbi e ele pede, coloca aí próxima ponte aérea 19 e 10 e é a primeira sacanagem no placar de obra de Washington Oliveto e uma partida impressionante do doutor, o que o Sócrates joga grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid

um negócio impressionante. É pra calar os críticos, o Flamengo pagou o pato. O Flamengo pagou o pato. Quem é o maior iluminador na história do Corinthians? Pra mim, Dr. Sócrates.

O Sócrates representa o corintianismo. O Sócrates tem três campeonatos paulistas. Não é sobre título. Não é sobre vitória. O Cássio é um intelectual. Que nosso doutor Ulisses. Um homem de respeito. Só não veio de gravata porque soube que vocês dois não gostavam. Ele é um homem de palitura de gravata. É o seguinte. Eu outro dia tive que responder essa pergunta.

O Basílio. É que o Basílio está num outro patamar. Como diria o Bruno Henrique. É uma divindade. O Sócrates. Esse coisa pesado. Mas é muito pesado. Beto, vou te falar uma coisa, velho. Me pergunte. Eu que sou contra os campeonatos estaduais hoje em dia. Sim. Tá? Mauristinho. Me pergunte qual é o título do Corinthians que eu acho mais importante que eu vi na minha vida. O título mais importante que você viu do Corinthians. O de 77.

Mais que o Mundial. Mais que os dois mundiais, que é Libertadores. Os dois mundiais. Juca viu 54. O Paulista de 54. E eu fico nessa... O Paulista de 54 foi muito importante. Era o Paulista do quarto centenário. Só terá um título como esse, Tomás Mazzoni, na Gazeta Esportiva. Só daqui a 100 anos.

Os registros do que aconteceu em São Paulo, o título que foi decidido em 55, o Corinthians joga contra o São Paulo, mas é campeão em cima do... Um negócio impressionante, os relatos de 54 são absurdos. É a minha primeira lembrança na vida. O de 77 dispensa apresentações.

É, 77 tem essa mística, né? Essa coisa da fila? Se tira da fila e abre pra um outro horizonte. Que aí começa a ganhar. Aqui em São Paulo vai ganhando tudo. Vira um time vencedor. Ano sim, ano não, com o descampeão. Era adesivo de carro e tal, entendeu? E aí 90 vira campeão brasileiro. O que significa pro Flamengo é a geração do Zico. Não, e isso... Por mais que não estivesse na fila, mas de tornar o... E é o gol do Maurício no Botafogo. Ah, esse aí. Mas o meu Deus...

Eu tava com essa notata Já trocou Pela Libertadores e pelo Brasileiro O Juca não troca Se perguntar pro meu pai, não sei não Pra mim, sim Eu tinha um ano Se perguntar pro João Moreira Salles e pro Valtinho Moreira Salles Eu acho também que não Pelos que eles me contam A galera que se manifesta E o Juca fala Você tira do ombro Pensa uma coisa, Bruno Pra mim até agora é um gol impedido Pensa uma coisa

em 1900 eu passei 5 anos do curso primário 4 anos do curso ginasial mais 3 anos do curso colegial sofrendo bullying não era esse o termo quase toda segunda-feira Palmeiras, São Paulo, São Paulo entendeu? era o tempo do Santos, do Pelé do Palmeiras, do Ademir e da Guia quando não dava Santos, dava Palmeiras grid

E o Corinthians indo. E nada, e nada. E eu achava que o Corinthians não queria ser campeão. De nada, né? Não queria ser. Que o Corinthians não tinha nascido pra ser campeão. E a torcida aumentando, a torcida aumentando. Ainda teve a fila de ganhar do Santos também, né? 11 anos. Nesse dia, 68, Paulo Borges e Flávio, nesse dia, nesse dia, eu saí com um grupo de uns 30 corintianos, tínhamos feito uma promessa na escola,

Saímos do Pacaembu, era na quarta-feira à noite, saímos do Pacaembu em direção ao Parque São Jorge, a pé, com bandeiras do Corinthians, para cumprir uma promessa. Gritando sabe o quê? Um, dois, três, o Santos é freguês. Uma vitória em onze anos. Em onze anos. Agora, pergunte, mas de que vocês foram fazer no Parque São Jorge?

Nada. Chegamos na porta para que São Jorge voltamos, cada um para a sua casa. Mais uma aí, Blas Faro do Corinthians. O Cássio respondeu, doutor Sócrates e o Chico. E eu tenho essa mesma coisa que ele. Sócrates talvez tenha sido o único amigo que eu fiz

do outro lado de viajar junto dos filhos se conhecerem de passar fim de semana junto de ir pra visitar em Ribeirão Preto um abraço pro Gustavo Vieira o Gu viria o Gu viria mas não pôde vir porque tá morando em Salvador e ia receber uma delegação de espanhóis então o Gu não pôde vir, daí veio o Juninho viriam os dois

grande figura, o Gu me prejudica o Gustavo é sensacional o Gustavo é sensacional o Gu quando foi homem lá de confiança do São Paulo, eu não podia dar notícias do São Paulo porque qualquer coisa que eu desse do São Paulo diriam que foi ele que me passou como é que você faz isso com o cara que você acha que é seu sobrinho como é que você faz? não faz, então eu deixei de lado o São Paulo

Não cuido do São Paulo. Mas então pra você é o Sogras também. Sim. Rivelino. Rivelino é o melhor jogador da história do Corinthians. Melhor. É o melhor. Você poderia dizer, não, peraí, Juca, melhor foi o Ronaldo. É. Mas aí, quando você diz isso, você fala também, você conta o tempo de serviços prestados. E eu vou te dizer mais. O Ronaldo que chegou no Corinthians não é melhor do que o Rivelino. Exato. E vou te dizer mais.

Se você pegar, faça essa pesquisa, seleções feitas pelo mundo afora quando acabou o século XX, pelo mundo afora, não é aqui no Brasil, muitas delas tinham o Rivelino no time do século XX. Nenhuma tinha o Ronaldo.

Mas não é porque o Ronaldo não foi o fenômeno, foi. Mas é que você tinha o Cruyff, é porque você tinha o Van Basten, é porque você tinha o Pelé, é porque você tinha o Garrincha. E muita gente escalava Roberto Rivellino. Então, o melhor foi o Roberto Rivellino. Essa galera de hoje, que tem uma parcela grande, que... Cássio...

Marcelinho, o Cássio é o maior goleiro. O Cássio é o maior goleiro. O Cássio hoje é na história. A gente teve o prazer de escrever e de eleger o Corinthians de todos os tempos e sempre vai dar discussão. O que o Ronaldo fez no Corinthians foi um absurdo. Aquele gol do Fábio Costa, o primeiro gol, aliás, é mais bonito que o gol do Fábio Costa. Ele dá uma matada. O Ronaldo jogou muito.

Eu não coloco o Ronaldo na seleção de maiores jogadores da história do Corinthians. Como que você tira o Cláudio? Como que você não escala o Luizinho? Como que você não coloca o Marcelinho, o Carioca? E aí uma coisa é você precisar separar o Ronaldo gigante, um dos maiores jogadores da história do futebol. E o que chegou no Corinthians. E o que o Ronaldo faz nesse período de Corinthians. O Corinthians nasceu em 1910. A gente tem que fazer, né? E aí...

Um ponto que é importante. A gente vai sempre trazer essa coisa temporal. E o Juca falar de 77 é natural. Porra, ele tava ali vivendo. O time de 90, o Neto é um absurdo na minha vida. Eu tinha 13 anos. E é o primeiro brasileiro. Aquilo ali é um negócio impressionante. O primeiro time, ele sempre vai ter um gosto especial. Ele sempre vai ter um gosto diferente. Aquela fase ali entre os 10 e os 13 anos, pô, você lê tudo, você assiste tudo, você vê tudo.

Então tem um elemento temporal aí que a gente discutia hoje. Agora, quem foi maior na história do Corinthians? Tite ou Oswaldo Brandão? Eu defendo Oswaldo Brandão. Estava em 54, estava em 77. Talvez na hora que o Tite parar, pode ser que ele entre como o maior. Mas essa discussão, essas listas são deliciosas. Eu ponho o Riva... Impressionante. E uma recopa em cima do São Paulo. Eu ponho o Riva como o jogador mais espetacular da história do Corinthians.

O Cássio como o maior vencedor. O Sócrates como o maior jogador da história do Corinthians. Pra mim é indiscutível pela representação de corintianismo. Mas eu te pergunto, onde é que você põe o Mané Garrincha?

No Corinthians? Não pode. O Roberto Carlos não tem uma história no Corinthians e um gigantesco lateral. Vamos pegar nos anos 60. A gente vai fazer um... Porque em matéria de grandeza e de qualidade... O Rivaldo joga no Corinthians. O Rivaldo joga no Corinthians. Se você for abstraia os serviços prestados no clube, aí sem dúvida a Mané Garrincha é o maior de todos.

Que Managarris só é menor no futebol mundial de todos os tempos do que o Rei Pelé. É que o Pelé não pode... Dois pelesistas doentes, malucos. Então, temos que falar sobre o Pelé também. Pelé. A gente lá na coleção eu tenho um projeto que se chama Joás da Coroa. É a maior coleção de Pelé do mundo. A gente tem 115 itens do Pelé. Só pra citar, você tem a maior coleção de camisas do mundo.

E a maior coleção de Pelé do mundo. E a maior coleção de Corinthians. São 1.700 camisas do Corinthians. O que? Camisas do Pelé ou... No caso, são 115 itens. São 112 camisas e 3. Tem bola, chuteira. Tem uma chuteira da Copa de 70 que é absurda. Tem uma chuteira da Copa de 70. Que é incrível, porque é a história do pacto Pelé da briga dos irmãos Dazler. É maravilhoso. Pelé pede para o juiz.

na verdade a Puma e a Dida são de dois irmãos e eles tinham feito entendendo o tamanho do Pelé, e discutir Pelé assim né, vamos partir da premissa discutir o Pelé, colocou o Pelé numa comparação com outro ser humano, para interromper a conversa e depois a gente volta a falar, não dá, Pelé não se compara, assim

Pelé, falávamos de Washington Oliveto há pouco, eu tive o privilégio, Juca, ajudando a fazer essas conexões. Um pouco antes do Washington ir embora, eu me conectei muito com ele. A gente trocou, o Washington fez uma camisa para o Corinthians, em 93, para a Marlene Matheus, chama Camisa Oliveto. E eu falei, tive a pachorra de dizer, Oliveto, você não foi o maior publicitário do Brasil. O maior publicitário do Brasil foi o Pelé.

Ninguém vendeu a imagem do Brasil, vendeu um produto tão bem quanto o Edson Arantes do Nascimento. Na história. Cara, se você vai falar... Pelé... Pelé, pega as histórias. Tem o Sebastião Salgado falando, me salvou de uma guerra. Tem o Pedro Bial falando, porra, achei que eu ia morrer. E aí eu disse, Brasil, Pelé, os caras começaram a me tratar. Não dá pra discutir Pelé. O Juga conta uma história.

Estava junto com o Pelé, você por muito tempo conviveu com o Pelé. O Pelé convidaram para algum evento no Equador, em Cuenca. E aí, um evento de uma marca, de um gerante, né? E um diretor local recebe em casa a família, você junto com o Pelé.

O avô, todo mundo lá, e o garoto tinha um pequeno, sei lá, quatro, dois anos. De La Pelota. No colo, olha pro Peret e pronuncia La Pelota. De La Pelota. Cadê a bola? Viu o Peret e já pronuncia. Quantas histórias, João? Não, é isso que o Betão contou bem. O Peret foi comentar a Copa Sul-Americana, a Copa América, no Equador, pela TV Globo.

E eu fui fazer uma entrevista com ele pra revista Playboy. Quando o Playboy chegava à maioridade. Sim. Entrevistão, né? Entrevistão. E ele foi convidado pra um almoço na casa do maior distribuidor de refrigerantes de Cuenca.

E ele falou comigo, vamos lá, vai comigo, para nós sozinhos. Aí, três horas você fala que eu tenho compromisso e a gente vai embora. Então, vamos, fomos. E aí, almoçamos e tal. De repente, desce um senhor com um neném no colo. Um neném, um menino de dois anos. Você via que tinha recém dormido, tinha acabado de fazer a siesta. O menino desce.

Tem uma sala, sei lá, com 20 pessoas, uma única figura negra sentada no sofá. Ele olha pro Pelé, olha pro pai e diz, e na pelota? Aí eu falei, escuta, mas como é que... Os pais também estavam, não sei, e na pelota?

O cara associou o Pelé à bola. O que eu vou fazer? Como é que eu vou pedir pra uma criança de dois anos e meio me explicar o quê? Por que você fez isso? Não, até agora, assim, em termos de marca, né? A gente foi a Nova York pela primeira vez, Betão já tinha ido. Tinha aquela confusão de Nova York, né, cara? Times Square. Times Square, tudo mais, cara. Pelé, Pelé. Ele tá ali. É uma loja linda ali, no Times Square. Cara, é.

E assim, todas as marcas e Pelé, cara. Tem uma história maravilhosa do Luiz Lara, publicitário, grande publicitário, que foi fazer, fez uma, tava acompanhando o Pelé a Londres, o Pelé ia fazer uma aparição, tinha umas reuniões e tudo mais, e aí o Pelé chega em retro ali, aquela confusão, todo mundo pedindo Pelé, a segurança, a bagunça, segurança falou, passa, passa, passa, ele tava com o Pelé, passou junto com o Pelé, não carimbaram o passaporte dele, e ele entrou.

Beleza. Na hora que ele volta, o Pelé voltou antes, na hora que ele volta, ele passou horas se explicando.

E ele falava, não, mas eu entrei com o Pelé. Tá bom, tá, senta aqui, senta aqui. Segurança. O cara entrou em Londres sem o cara embaralha o passaporte, porque ele tava com o Pelé. O Pelé não precisa, pá, é o Pelé. E a gente pode ficar... Pelé entrou em Nova York, entrou em Washington sem passaporte. Pelé. Pelé entrou no Vaticano sem passaporte. E ele esquecia o passaporte, as pessoas ficavam aflitas e diziam, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não fique preocupado com isso.

Fernando Henrique na primeira viagem que fez como presidente da república pra China, pra Pequim levou o Pelé nunca mais levou o Pelé

Professor, por que o senhor não leva mais o Pelé? Porque ninguém liga pra mim, todo mundo corre pra cima dele. Cheguei em Pequim. Chefe de Estado não existe. Cheguei em Pequim, a imprensa toda esperando. Aí quando ele entra na sala de... Toda a imprensa que tava falando comigo corre pra cima dele. Nunca mais vou levar. Nunca mais levou. E quando vocês ouvem assim... Aliás, eu ia te perguntar, o que você tem de mais valioso, você acha, no seu coração?

Assim, eu tenho a camisa do Basílio do 13 de outubro de 77, do primeiro tempo que pra mim é demais Cara, você tem camisa A camisa do meu primeiro jogo, 6 de dezembro de 90 Corinthians e Bahia, 2x1 Gol do Neto no Pacaembu, uma chuva absurda Primeiro jogo da minha vida, jogo que eu me descubro corintiano, jogo que eu olho praquilo e falo, eu quero viver isso, o resto Sem final do campeonato brasileiro Gol do Chico, 2x1 Depois empata, a gente patou todos A gente patou todos A gente sabe que essa campanha

nos empata 0x0 tomando o Corinthians foi o oitavo mas era um oitavo ali mas é o sétimo de uma discussão por pouco não classifica, quase não se classifica ali eu sou defensor dos pontos corridos mas eu ouço essa história cara, um mata-mata 90 foi um negócio mas Betão, isso dá a medida de como pontos corridos é o melhor

É, porque você pega um time que foi oitavo. Eu sou fã do Matamás. Você pega o oitavo. Mas, Bruno, você pega o time que foi oitavo. Esse time... Acho isso legal. Faz três jogos. Esse time oitavo ganhou os dois. E aí o único... Nas quartas, na semi, Atlético Mineiro e Bahia... Eu tô tentando ser minimamente objetiva. Mas eu não consigo, viu, cara? Afinal, a gente ganha os dois jogos do São Paulo. Um a zero o gol do Wilson Mano, um a zero o gol do Tupan. O time do São Paulo era muito melhor.

Não dava pra comparar o time do São Paulo. Agora, tem uma camisa que eu sou apaixonado na coleção, que é a camisa do jogo da Rainha. A Rainha Elizabeth, Federação Paulista e Federação Carioca. A Rainha Elizabeth vem pro Brasil.

O príncipe tava querendo conhecer mais sobre futebol. Tem até uma fala engraçada, ele critica o calendário esportivo, o calendário brasileiro. Pô, mas esses caras jogam duas vezes por semana aí? Como que é esse negócio? 50 partidas no ano. O príncipe consorte o body dela. E aí tem um... Tem o príncipe Filipe. Tem um jogo, seleção paulista e seleção carioca. Ela vai ao Maracanã e entrega a taça pro...

A cadeira que ela sentou ali E é espetacular Contar a história É sobre história, né? Poder contar essa história Eu tenho uma camisa A camisa que o Pelé jogou essa partida Federação Paulista versus Federação Carioca É sobre contar um pouquinho de histórias O Juca gosta um pouquinho dessa Eu tô procurando aqui pra mostrar pra eles Mas não vou achar Como é que eu abro portas Com uma foto que eu tenho com o Pelé Abraçado com o Pelé

desde que eu tenho essa foto, agora de uns anos pra cá, no celular, evidentemente mas antes eu andava com ela no papel ia pra cobrir a Copa do Mundo qual que é a dificuldade eu sou do Brasil, sou amigo do Pelé e a reação é ah tá legal, você é amigo do Pelé e eu sou amigo do Papa não tá acreditando? tirava a carteira, tinha a foto aqui, tá aqui ó isso aqui grid grid

E, enfim. O cara que teve uma relação absurda com o Pelé. É, próxima. É, então... Quando você ouve, assim, a molecada... Isso é importante falar. Eu acho que o Charles teve uma importância. A gente teve uma importância com o Evaristo de Macedo agora, né? Que os nossos estudos lá no Rio chamam Evaristo de Macedo. E eu fiquei muito feliz. A minha namorada trabalha na faculdade. E aí chegou uma molecada de 17 anos, né? Enfim, 18. Aí a molecada chegou pra ela assim.

O Evaristo vai hoje no charla, chegou o dia e tal, assim. A mulher cai 17. Isso é... É um dos maiores troféus, assim. Pensa que o Evaristo ganhou tricampeonato com o Flamengo nos anos 50. Disputa, brilha no Real. E no Barcelona. Contratado por Santiago Bernabéu.

É o único jogador de seleção brasileira que fez cinco gols num jogo só. É isso aí. Ele fala até hoje... Não joga as cobras, porque na época você jogar fora não podia jogar na seleção, né? Você acabou ajudando um pouco o Pelé. 58, o Sevaristo vai, podia atrasar. E tinha uma verve, tia. Tem uma verve pra contar histórias. As histórias de Oquey. Agora, Juca, pra molecada... Ah, não, pô... Sempre surge isso, né? Não, mas essa é a maior história.

Eu entendo, mas não é. Não é? Mas, Bruno, deixa eu te falar uma coisa. Isso pra meninada. Entender que não é saudosismo. Vamos pegar o critério que você quiser. Você quer pegar o critério de conquistas? Ninguém é tricampeão mundial pela seleção e duas vezes campeão mundial pelo seu clube, como o Pelé. Até hoje. Até hoje.

ninguém fez 1.281 gols, 83 gols. É, e se quiserem descontar gols por causa de... Ah, não, mas ele desconte... Vamos lá, história... 1.200... E ele fez o milhão com 29 anos. E a história de descontar, mas a FIFA entende que esse é um ponto super importante. Vamos falar do Cristiano agora, por exemplo. Não, não, não.

E a FIFA entende que o Pelé fez muitos gols em jogos amistosos. O Santos teria oito libertadores se tivesse jogado as libertadores. Não jogava pra fazer os amistosos, porque eles pagavam mais. E não é que jogava amistoso na Tailândia. Jogava amistoso contra o Benfica. Jogava amistoso contra o Boca Juniors. Jogava amistoso contra o Real Madrid. Fazia um circuito contra os campeões nacionais. É isso. Então, colocar o Racing da França. Uma loucura. O Barcelona, o Real Madrid. Manchester United. Liverpool.

Era só contra Cavalo Grande. Eu vou te falar do Evaristo. Jogava no Barcelona e no Real Madrid. Enfrentou o Santos. Isso. E o Santos estava jogando uma partida amistosa porque o Santos era muito melhor remunerado do que jogar aqui a Libertadores. Então, a gente precisa... A meninada precisa entender, precisa colocar na perspectiva histórica. E aí tem um ponto. Discutir Messi. Pão, o Messi é um gigante. Pelo amor de Deus. Não se discute Messi.

Mas escolhe o maior argentino. Deixa os argentinos... O Pelé falava isso. Deixa os argentinos... É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. É de Estéfano. Ele falou antes era Ratinho. É o Ratinho. Não antes era de Estéfano. Não tem confiado na Argentina. Quem vai ser? Agora, o que tem é isso, né, Vertão? Isso que é o interessante.

Todas as comparações estão com ele. Quem foi maior? O Eusébio ou o Pelé? O Cruyff ou o Pelé? O Maradona ou o Pelé? O Cristiano Ronaldo ou o Pelé? O Messi ou o Pelé? Cacendo, muda. Acha outro pra comparar. Todo mundo lança o seu pra competir com o Pelé. E tem um fator importante também. O milésimo gol em 69. Isso. Ele tem quantos anos? 29 anos. Chuta de esquerda, chuta de direita. Cabeceia, de olho aberto.

Bate falta, bate pênalti, joga no gol. É? Eu vi jogar no gol. Aqui, no Pacaembu contra o Grêmio. O Gilmar é expulso. Eu tenho fotos, inclusive, do Pelé no pé do Paulo Lumumba, fazendo uma defesa. Fotão. Entendeu? Tem um bom histórico do Pelé chapelando.

5 na Javaria. Contra o Mão de Onça. Contra o Mão de Onça. Mão de Onça que tinha um cartãozinho. A placa no Maracanã. Mão de Onça que tinha um cartãozinho. O meio gol mais bonito do Pelé. É, e tem um argumento que utilizam que eu sou completamente contrário, porque eu sou apaixonado por história. Então, assim...

que é, ah não, mas o garoto se utilizava muito no Flamengo com o Gabigol no Flamengo o garoto pode achar que o maior do Flamengo é o Gabigol, eu falo, não esse garoto tem de história, ele não pode se você apresentar pra ele a história do clube dele não pode, mas é isso ah, mas ele é fã, você é fã mas por exemplo, eu não vi o Garrincha eu não vi o Nilton Santos você tá falando de uma coisa que o professor Celso Unzel te define muito bem definido

Que é o seguinte, que esta bobagem da revisão que se fez no futebol brasileiro, de sair distribuindo títulos de campeão brasileiro pra quem ganhou Taça Brasil ou pra quem ganhou Robertão. O Robertão ainda você pode dizer que é de fato a origem do Campeonato Brasileiro. A Taça Brasil não tem nada a ver com o Campeonato Brasileiro. Bom...

Agora, quem ganhou a Taça Brasil, como o Bahia foi o primeiro em 59, naquele momento, era o time com o maior título do futebol nacional. Que não era o Campeonato Brasileiro porque não existia. Era um torneio chamado Taça Brasil. Então, o que diz Celso Unzelte? Que parece, faz todo sentido. Quem foi Dom Pedro I? Dom Pedro I foi presidente do Brasil? Foi imperador.

Ele era o homem mais poderoso do Brasil. Mas ele não era o presidente do Brasil. Ele era o imperador do Brasil. Vivíamos um império, não uma república. Exato. Então é a mesma coisa. Exatamente a mesma coisa. Para quem gosta de história... A CBA podia muito bem ter lá de trás, como os europeus fazem.

Na Inglaterra se faz muito isso Existe a Premier League em 92 Mas ninguém falou assim Agora começou o campeonato em inglês Não, agora é a Premier League Vamos reconhecer a importância desses títulos A época, dar luz a época Contar a história Você quer saber Que é uma coisa que palmeirense precisava entender

O título do Palmeiras de 51 tem uma importância, tem uma importância brutal na história do futebol brasileiro e na recuperação moral do futebol brasileiro depois do Maracanazzo. Claro, eu tinha um ano de idade, não me lembro, não faço a menor ideia, mas o meu pai, corintianíssimo, meu pai me deixou essa herança, felizmente, corintiano, meu pai contava que foi uma festa.

De fato, uma festa em São Paulo também. Porque o Palmeiras representava o Brasil. E durante anos e anos, essa era a história que era contada para todos nós. Palmeiras, campeão da Taça Rio de 51, é um título... Eu hoje, Bruno, sem querer ser historiador, tenho a petulância de dizer, depois de muito pensar, que o Palmeiras ganhou o título mais importante que um clube brasileiro ganhou.

Até sempre. Em 1958 o Brasil ganha a Copa do Mundo. Ok? Em 1962 ganha de novo. Aí quando o Santos ganha o bicampeonato mundial extraordinário, o Brasil já tinha vencido o complexo de vira-latas. Coisa que ele não tinha feito em 1951. Vivíamos o complexo de vira-latas. O auge, né? O auge do complexo de vira-latas.

E o Palmeiras ganhou aquele título. Aí um belo dia, o São Paulo ganha o Campeonato Mundial. O Santos já tinha ganhado. Mas o Santos tudo bem, o Santos... Pelé é diferente, deixa o Pelé. Corinthians ganha. Ah, não, o Palmeiras precisa ter um... E faz esta bobagem. E aí virou meme. Um título que é do cacete de importante. Virou, virou, virou meme. Virou caninha 51, velho. Uma piada boba.

Porra! Desgastou uma situação. O Bahia campeão de 59 é muito mais importante ter sido a taça Brasil do que dizer agora o Bahia é bicampeão brasileiro porque ganhou também em 88. Sem dúvida, o time do Bobô, do Charles de Gaulle. Do Evaristo.

o 59 é o título em cima do Santos em cima do Santos, Cacilda o Cruzeiro do Tostão ganhou a Taça Brasil aí não, junta com os outros títulos brasileiros que o Cruzeiro ganhou diminui a façanha percebe? porque foi usado politicamente exatamente pro Ricardo Teixeira sobreviver no momento que tava tomando chá de cadeira tomo chá de cadeira esperando a queda do Ricardo Teixeira grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid grid

O Motanto chegou. CBN. CBN. Dá um beijo mentira. Sicília, que ela chegava em casa falando.

Estava voltando para o trabalho, estava ouvindo o Quatro em Câmara, algo que foi sempre falando. Anúncios, chá de cadeira. Não era Quatro em Câmara, era CBN Sport Club. O Quatro em Câmara foi o programa que entrou no lugar. Isso. Eu tinha uma porção de sacanagem. Era com ébo. Banco da Praça, o banco que para você trabalha de graça. Chá de Cadeira, esperando a queda do Ricardo Teixeira. Como é? Lojas decimais, não.

Eu fazia uma porção de merchan inventados assim. O cara em cima dessas camisas, você lançou o livro, né? Sim. É só Corinthians? Com camisas históricas. Só Corinthians? Ele falou que tinha camisa do Pelé, de Seleção.

Mas esse livro é dedicado aos mantos corintianos. Pedro, deixa eu explicar uma coisa pra você, Pedro. Quando a gente fala de Corinthians, não tem Pelé, que aliás adoraria ter jogado no Corinthians. E era corintiano quando criança, você sabe disso. Carrasco ele foi. Ele foi Carrasco, por isso. 50 jogos, 51 gols.

não é exatamente isso a gente tinha tudo pra não gostar do Pelé é isso é o time mais judiado Vasco também, mas quando ele fazia gol menino, ele cantava gol de Baltazar

É porque a história... O Balthazar. A história, né, Juca? É porque ele, o Dondinho, cabeceava melhor que ele. E ele queria ser melhor cabeceador. E tinha história que o Dondinho fazia gol de cabeça. E o Pelé tinha essa crença de que ele não cabeceava bem. E aí, toda vez que ele fazia um gol de cabeça, ele falava, é um gol do Balthazar, do Cabecinha de Ouro. E o pai, o Dondinho, falava, ó, se inspira no Balthazar. O Balthazar é o Cabecinha de Ouro. E o Vasco é porque tinha um Vasco no sul de Minas. Isso.

Tinha um vasquinho no sul de Minas, o Dondinho gostava do Vasco do Sul. Então dá pra afirmar sim, pelos registros. Pelé afirmou, negou, então tem declarações dele dizendo, fui corintiano. Depois dele dizendo, fui vascaíno. Andrew Doni, que tá fazendo um baita livro. A maior biografia do Pelé é sair em breve. Incrível, vai se chamar Epic. É incrível o livro, espetacular. E ele conta um pouco dessa história e ele resgatou isso. Pelé afirmou, sim, eu fui corintiano.

Sim, eu fui vascaíno. Não, não fui corintiano. Não, não fui vascaíno. Nada mais.

Pelé tinha um lado macunaína. Tinha, tinha, tinha. Um dia ele tentou me convencer que ele não tinha ido jogar a Copa do Mundo de 74 porque ele tinha descoberto que tinha tortura no Brasil. Eu disse, o reino é sacaneia. Não foi por isso porra nenhuma. Você saiu por cima em 79.

porque ele não sabia que tinha. Qualquer coisa dele, você passa por cima, porque é isso que o Cássio falou. Gente, é um negócio que eu fico, às vezes, atônito. As pessoas perguntam, quem foi o maior brasileiro dos 526 anos do Brasil?

É óbvio que é o Pelé. Ah, não, foi o Getúlio. Não, não, não. O Getúlio tem a sua importância, a sua grande... Mas não tem brasileiro igual o Pelé, porra. Não, não, não. É o Cacetinho. Como é que você... O Pelé é o maior brasileiro da história. É? Vocês falaram, é uma cara, um rosto que o mundo inteiro conhece. É isso. Você pode falar, pô, mas eu gosto de música, então é o Jobim, é o Villa-Lobos, é o Chico Bagu. Todos eles são gênios da raça. É. Mas o Pelé é o Pelé, é outro patamar. Sim.

E as histórias do Pelé, a gente poderia ficar aqui, o do Juca tem duas mil, mas eu ouvi uma boa, o Juca sabe dessa história, é muito boa. Pelé foi fazer uma reunião com o presidente da Gradiente, e aí teve uma conversa lá com o Stalbe, da Gradiente, e ele foi fazer uma reunião, e isso pra mim é uma fotografia linda do Pelé, ele foi fazer a reunião com o presidente, o Pelé, onde o Pelé chegava, abria a porta, parava, tudo.

Quando estava terminando a reunião, o Pelé olhou para o presidente da Gradiente e falou deixa eu te contar uma coisa a Síria está me enchendo o saco porque eu não comprei um 3 em 1 lá para casa você não tem aí um 3 em 1 para me dar não? Aí o presidente correu, o Pelé sai e vai para casa com um radinho, um 3 em 1 CD e leva para casa Cara, o Pelé era de uma simplicidade Ele ia estar aqui numa resenha Tive uma oportunidade de comprar ele no lance E aí

Ele foi com... Era um senhor que acompanhava ele, Pepe? Pepito. Era o assessor dele, né? E é brabo, né? E aí fizeram pra gente assim, na época o editor do Lance lá do Rio era o Tironi. Aí o Tironi vinha assim e falou pessoal, eu trabalhava na web rádio do Lance, né? Tinha TV, tinha um rádio.

O Pelé vem, ele vai dar uma entrevista naquele estúdio de vidro que é da TV e é o PVC e o Tironi comandar a entrevista e acha que o Walter, o dono do jornal ia lá e tal. E ali fora do pátio do Lance, eles faziam o Lance Store, né? Então, aquelas coisas que o Lance fazia a promoção, camisas, stories, a sobra... A mais vendida é aquela do Coringão de 77. Que tinha do Pelé, é clássica, eles botaram naquele mês. E você, ó, galera, lá fora...

O funcionário tem desconto. Então se quiser comprar, compra. Mas olha, vai ser muito difícil o Pelé assinar a camisa de vocês. Eu não quero ninguém em cima do Pelé e tudo mais. Aí todo mundo, não, beleza. Formou-se uma fila lá fora, todo mundo comprou. Eu dei uma hora em que não comprei a camisa, achando que eu não ia conseguir que o Pelé assinasse, né?

Cara, o Pelé entrou, gravou, acabou a gravação, o Pelé mandou todo mundo entrar. Por que esse pessoal tá aí fora, todo mundo assim? Ah, porque eles queriam falar de você. Mas por causa de você. Ele. Manda todo mundo entrar. Ele assinou a camisa do mundo, tirou foto com todo mundo. O Pepito meio puto ali fora. Tem um voo, o voo vai sair, o voo vai sair.

O Pelé... Eu lembrava de histórias de você contando. O pessoal contou, pô, Pelé, primeiro repórter que ia falar com ele, ele falava pelo nome. Eu falei, cara, é verdade. O cara é um absurdo. Você ia contar outra história, Júlio. Não, é que a gente não vai terminar essa conversa hoje. Hoje, né? Porque eu... O Pelé foi assumir...

O Ministério do Esporte. O Ministro Extraordinário do Esporte. Estávamos num hotel em Brasília e as pessoas vinham e pediam autógrafo pra ele, funcionários do hotel e tal, ele dizia terça-feira de manhã, antes de eu sair pra posse, estejam todos aqui, eu autografo tudo que vocês quiserem. Agora me deixa jantar.

E eu ia vendo aquilo. Eu dizia, Pelé, eu chamava, sempre chamei o rei. Rei, você vai ter que estar às 10 horas. O único ministro que tomou posse na sala do Fernando Henrique foi ele. Todos os outros, o Fernando Henrique foi da posse nos ministérios respectivos. Pelé, ele chamou para o palácio. Palácio, óbvio. Rei, você tem que estar lá às 10 horas. Tudo bem, João.

Nove e meia da manhã ele desce. Vai pro estacionamento, subsolo do hotel. Bruno, eu não vou exagerar. Tinha 120 pessoas. Em fila. Mulheres, homens, funcionários, funcionárias. Com crianças, cadernos, camisas e bolas. Ele parava em um... Como é que você chama? Isaura. A Isaura, com um beijo, do Pelé, data.

E você, menino, como é? Ah, o fotógrafo é minha camisa. Eu tô com a metodografa. 10h15, 10h30, 15h para as 11h, não tinha percorrido metade da fila. Falei, rei, você tem que estar em 15 minutos no palácio. Juca, o Fernando Henrique pode esperar. Essa gente aqui nunca mais vai me ver. É isso. Chegamos às 11h30 da manhã no palácio.

E o Fernando Henrique tava com um sorriso daqui a aqui. Lógico. Presidente da República. Só. Só. Cara, que coisa fantástica. E aí alguém vem discutir comigo quem é o maior brasileiro de todos os tempos. É, dá. Cara, espetacular. Que isso. Seguinte, ó. Beto Júnior, eu queria que você contasse uma história que você contou em off. Boa. Aqui no ar. Isso é pra galera que, porra, acompanha o Charla.

E a gente vivendo coisas que a gente não tá acostumado a viver, conversar com pessoas que a gente não tá acostumado a conversar, mas na rapidez a gente não realiza. Então eu queria que você contasse a história. Então, é rapidinho. Eu não vou lembrar a data, mas eu tava entrando na faculdade, não podia ser ali 2004, 2005.

Queria ser jornalista. É, desde os 15 anos. Quando eu vi que a minha matemática era péssima. Na molecagem eu tinha um sonho assim. Não, vou ser engenheiro, designer gráfico. Vou desenhar carros e aviões. Molequinho, né? Aí quando eu descobri que pra ser engenheiro tem que saber muita matemática. Eu falei, ih, rapaz. Jornalismo, né? Gosto de futebol também. E eu sempre acompanhei o Juca. ESPN, Trajano, a galera toda.

E aí nesse período da faculdade eu cheguei e falei, pô, o Juca anunciou, provavelmente na ESPN, vou lançando meu livro, livro novo, blá blá blá. Tava lá no Leblon, aí eu perturbei minha mãe e minha mãe. Lançamento do livro. Meninos e meninas eu vi. Meninos eu vi. Meninos eu vi. Aí eu cheguei e falei, pô, me leva lá no Leblon pra poder comprar o livro do Juca e ver se a gente pegasse um autógrafo e tal. Aí fomos, aí fila, né, o Juca tava lá.

Aí cheguei na fila, comprei o livro, cheguei até ele, ele falou, pô, Júlio, que eu sou seu fã. Meu sonho de ser jornalista? É, quero ser jornalista, treinando na faculdade e tal. Aí eu falei pra ele, pô, Júlio, aí ele perguntou pra mim, qual o seu time? Aí eu falei, sou Flamengo. Aí ele mandou um abraço para o flamenguista, aí o seu nome, Júnior. Aí ele escreveu, espero que você realize o seu sonho de ser jornalista e que a gente se encontre na vida aí, né? Eu falei, pô, Júlio...

E aí hoje eu tava vindo pra cá e eu falei, cara, eu cheguei a procurar o livro lá em casa, né? Não achei. E aí hoje que eu tava vindo pra cá, eu falei, caraca, lembrei dessa história de novo. E a gente vai tá aqui no Chala recebendo vocês e podendo falar com você, exercendo a carreira de jornalista e poder... Muito legal. Falar isso pra você também, cara. Muito legal. Petão, sem fazer nenhuma comparação, porque a história que eu vou te contar é quase também falar de um santo.

Mas eu recém era diretor da Placar, em 79, tinha 29 anos de idade, trabalhando em São Paulo. Cara, diretor da Placar com 29 anos. É, mas o Brasil, então, era um país em que os jovens assumiam esses... Porque era um país jovem, né? Eu fui convidado para participar de uma mesa redonda no Rio, na TVE. Que era uma segunda-feira à noite.

E fui. Falaram pra cá. Sim. Ao chegar no estúdio, um dos membros da mesa era simplesmente o João Saldanha. E eu olhei aquilo e falei, meu Deus, minha mãe precisava estar aqui pra ver que eu vou participar de um programa com o João Saldanha. Eu não tinha nenhuma prática de televisão.

Obviamente estava intimidado. Sim. Começa o programa, o apresentador, o novo diretor da revista Placar, o jornalista, o Júlio Furi. O programa rola o primeiro segmento inteiro. Ninguém me perguntou nada. Eu calado estava, calado permaneci. O cara chama o intervalo.

João, está sentado aí, dá a volta na mesa, vem atrás de mim e diz assim, ô cara, a atração aqui hoje é você, você é a novidade aqui, você tem que falar. Eu falei, porra, ninguém vai te fazer nenhuma pergunta. Se você não começar a falar, você vai sair daqui tão calado como você entrou. Então, atropela, fale. E voltou.

Bom, digamos, eu tava autorizado moralmente. Né? Mas porra... Cada um sabe os seus limites, né? Eu tô quieto. Sabe o que aconteceu, Bruno? Ele começou a me entrevistar. É.

E aí eu... E aí, de repente... Te inseriu ali. Nunca esqueci. E é isso, né, Betão? E é isso. E essa é a grande... É a grande qualidade, é a grande vantagem dessa vida nossa de jornalista. Que, de repente, coisas que você fala que você tinha de moleque, que não sei o quê. E você se vê junto.

primeira vez que eu fui cobrir uma Copa do Mundo em 82, eu me beliscava no avião eu dizia, porra, tô indo fazer um troço que eu pagaria um dinheirão pra ir e tão me pagando pra ir e eu vou encontrar lá todos esses caras, o Zico, o Sócrates o Leandro, que eu gosto e mais o Luiz Fernando Veríssimo e o João Saldanha e o Sérgio Cabral, o pai entendeu? quando você fala da Copa de 82, já ouviu você falando várias vezes, é uma situação que é parabéns, Fator grid

Foda, né? É que você tá chorando Porque É que A gente não Tirou isso do zero, né? E a gente não sabia Se vocês são os possíveis de sucesso, meu É isso que a gente não sabia Depois de, sei lá, 10 anos, 20 anos quase narrando Que legal Depois de 10 anos na Tupi, eu não sabia se eu ia ter oportunidade de Contrar essas coisas

Porra, Cassião, que momento que estamos vivendo, né? Por causa dessa redemocracia corintiana. É isso. Isso não tem preço. É sobre afeto, é sobre carinho, é sobre paixão pelo futebol. É isso que faz a gente. É isso. É isso. O resto é bobagem. Ficar rico, não ficar rico. É isso.

você falou tudo, Cação paixão pelo futebol o Otor chorou isso vocês são testemunhas e Betão, tem uma história eu tô aqui emocionado e o Juca eu cresci na periferia de São Paulo sou apaixonado por futebol

Eu sou apaixonado por futebol desde moleque. Cara, eu não tinha... Você tem 7 mil camisas. Mas eu não tinha camisa de futebol quando era moleque, cara. Daí foi o gatilho. Deus foi generoso pra cacete comigo. Trabalhei, cara. Eu sou executivo de uma empresa e tal. E, cara, a vida foi muito... Não é uma empresa muito pequena. É Google. Eu trabalho no Google há 14 anos. Eu sou executivo do Google há 14 anos. E, cara, a vida foi muito generosa comigo.

Quando eu era moleque, cara, minha avó foi comigo lá na Vila Albertina, eu cresci num bairro na periferia de São Paulo, e cara, o primeiro livro que eu me apaixonei de futebol é um livro que chama Corinthians, Paixão e Glória.

E aí quando eu imprimi o meu livro, a primeira pessoa que eu entreguei foi pro Juca, cara. Eu saí da gráfica e fui entregar pra ele. E ele, porra, me deu um presente de vida. Ele escreve no livro, ele escreve nesse Mantovinegro. Mantovinegro é um livro de arte bonito, cara. Porra, com cuidado e com muita paixão. Onde eu seleciono as 100 camisas mais importantes da história do Corinthians. Onde eu convido alguns corinthianos pra me contarem essa história.

E onde no final são três momentos, eu faço um guia. E é a primeira vez que o Corinthians descobriu, que o Corinthians de maneira organizada viu quantas camisas ele vestiu na sua história.

Eu cataloguei, cara, fiquei quatro anos catalogando. Por um dos caminhos que o Corinthians tinha vestido em campo. O Corinthians jogou com 165 modelos diferentes de camisa. E aí eu levo o Juca pro Museu do Futebol e o Juca, cara, eu saio da gráfica. O livro de futebol que mais me marcou na vida...

É, Corinthians, paixão e glória. Obrigado por ter escrito. Obrigado por conduzir a paixão. E obrigado por conduzir a paixão pelo futebol. Ele não presta. E ele sabe que ele não presta. Agora eu vou contar o outro lado dessa história. Conheço esse jovem há muito tempo. Não sei dizer quanto. Quanto tempo? 25 anos. E sempre estranhei que ele me tratava de um jeito muito especial. E eu disse, mas por que o Cássio me trata assim, com essa deferência?

trabalhamos juntos assim, quer dizer, ele trabalhou na ESPN, eu trabalhei também, mas não juntos, eu não entendia tá bom o corintianismo, tá legal não entendia aí ele vai lançar o livro dele me faz essa coisa de levar o 000 na minha casa, quando ele vai embora a minha mulher me pergunta mas por que que ele escolheu você assim? eu não sei também por que, mas a gente se gosta, ele gosta de ele

Aí voa pro lançamento do livro. É evidente que voa pro lançamento do livro, prestigiá-lo. Aí ele sobe no palco e conta essas coisas que nunca tinha me contado. Te contou ali no meio do processo. Aí eu tô na primeira fila e ele falando. Não tava combinado que eu ia subir. Pra palco nenhum.

Aí eu começo, caceta, então é purista. Daí ele me chama. Ah, foi uma merda. Uma choradeira, porra. Claro, quer dizer, claro. Acabamos fazendo, aqui tem um bando de novo. Virou poropopo. Virou poropopo. E há duas semanas ele me liga e ele diz, olha, cacou. Agora vou afora.

E aí ele me liga duas semanas e diz Caccio, conhece o Eco Moliterno? Falei, pô, conheço, trabalho no Google, trabalho com a internet Conheço o Eco também há 20 anos, já fizemos coisas juntos O Striptease da Gisele O Eco que fez, o Eco tem prêmios Cane e tudo mais, claro que conheço O Eco quer fazer A Redemocracia Corintiana E a gente queria te convidar Para ser o nosso Ulisse Guimarães

Mas é constituinte. O amor de Deus, Juca. Eu não tenho capacidade, roupa, não tenho intelecto pra isso. E estamos nessa jornada. Em breve, 77 corintianos vão nos ajudar a entregar um documento oficial propondo um Corinthians melhor, propondo um Corinthians do futuro, propondo um Corinthians com governança e com organização. O movimento Safiel.

Eu achei um convento curioso quando surgiu, que é da torcida, né? Estão com vocês, assim, adesão, apoio? Eu, particularmente, adoro a ideia. É, uma coisa que, assim, aquela coisa do Corinthians, né? Coisas que você vai ouvir do Corinthians, né? A Fiel que criou um movimento pra, tipo, comprar uma safra. Você sabe que tem um clube de futebol americano

Exatamente esse modelo A comunidade E é uma comunidade pequena, não é isso Cássio? É uma comunidade pequena Organizadíssima Que resolveu fazer isso O Bayern Munique de alguma maneira faz isso também Não exatamente assim A ideia é que a torcida compra o clube Cara, olha isso Essa é a ideia

bota ação na bolsa. E a torcida compra o clube e passa a escolher o conselho que vai dirigir o clube. O conselho que vai dirigir o clube. Desde que eu vi isso aí, eu falei, caraca! Betão, vale muito ver. É um time super estruturado. Acho que é importante a gente contar. O movimento, hoje, da Redemocracia Corintiana, não é um movimento conectado com a Safiel. É um movimento à parte. Certamente haverá gente contra, inclusive, a Safiel dentro do movimento. Exatamente. Eu...

Eu também, eu assino a carta, eu assino o primeiro documento da Safiel. Eu escrevo a favor de Safis e da Safiel, muito antes de conhecer os proponentes da Safiel. Sim, que é gente muito séria, que é gente muito bacana. E, cara, são apaixonados pelo Corinthians também. O fato concreto, Betão Encanta, se não fizer algo para o Corinthians, num curto espaço de tempo... É, torcida não...

a comunidade corintiana pode virar mentira que o Corinthians é maior que o abismo porque essa é uma coisa que nós corintianos repetimos o Corinthians é maior que o abismo a gente não quer que só aconteça o abismo tá ficando 3 bilhões é

Uma dívida de curto prazo terrível. E o torcedor do Brasil inteiro, corintiano, que olhou tudo isso que vocês falaram, que foda, o que eu posso fazer? É com ele. Nos próximos dias, a gente vai divulgar as formas, todas as formas que os corintianos vão poder se conectar com essa história.

Eu vou cobrar, viu, Corintiano? Vou cobrar muito dele. Tá cobrando já, já. A gente tem, essa última semana foi uma avalanche de amor pelo Coringão, de cara, de conexão, tanto de mensagens. Começamos o namoro. É isso. Quarta, a gente... Aqui na casa dos pais, da moça, conversar com ele. Oficializar. Oficializar.

pegar na mão e de fato a gente não queria perder a data que era tão simbólica o espaço que era tão simbólico pra dar esse pontapé inicial então nas próximas semanas a gente vai comunicar a toda a comunidade de corintianos e vai fazer esse grande convite pra que 77 corintianos de novo, representando 35 milhões, tarefa é fácil? Não é nada foi fácil na história do Corinthians mas por isso que a gente tá aqui então com muito amor, com muita paixão e com muita estrutura que a gente vai grid

construir com muita gente bacana, com muita gente estruturada. A gente precisa de gente técnica. A gente vai precisar de bons advogados, a gente vai precisar de bons jornalistas, de bons redatores. Mas todos eles precisam ter essa... nutrir essa conexão genuína de paixão e de olhar por um Corinthians melhor, mais bem gerido, de um Corinthians que possa...

voltar a dar alegrias pra todos os corintianos, a gente vem de um ano bacana, porra, vem de um ano bacana, mas não cara, a bola não entra por acaso, a gente precisa de gestão, é isso, é isso e eu acho que é

linda, fato. Não é de abrir porta em qualquer lugar do mundo? Pô, não precisa de passar porra. Não precisa de risco. O Ice lá nos Estados Unidos vai falar, pode entrar. Até ele. O Trump falou do Pelé. Falou. Duas vezes já. Mundial de clubes. É. Porque o Trump tem boas lembranças do Cosmos. Ele era muito grande. É, porque o Havael é aquele décimo do Cosmos. A 76 ali, ele conta com carinho. Daí ele foi premiar o Messi lá e falou, é, o que é melhor? Você ou o Pelé? Eu vi o Pelé. É.

É isso, cara, é um líder mundial, assim, né? Ele é absurdo, né? Surreal. Seguinte, ó, a Redemocracia Corintiana, cara, acho que é muito importante um...

E são movimentos, o Betão disse bem, que só acontecem no Corinthians, isso é muito legal. É a marca do Corinthians. É a marca do Corinthians. Você sabe que a primeira faixa pela anistia ampla, geral e restrita no Brasil foi aberta num jogo Corinthians e Santos na torcida do Corinthians. E eu lembro também que durante o processo que a gente viveu estranho,

Num movimento que teve de bloqueio, acho que foi de bloqueio, a torcida do Corinthians. Foi lá e abriu. E bloqueia que nem eu não, sai! Ponto fundamental aqui, Betão. Abraço pro Alê, presidente dos Gaviões, que tá fazendo um baita trabalho. Não existe esse processo de redemocracia corintiana sem as torcidas organizadas.

Não existe. A gente tinha um fundador da Gaviões com a gente na quarta-feira. E as conversas com todas as torcidas. Com a Pavilhão, com a Estopim. Com todo mundo. É fundamental. A torcida organizada do Corinthians é... Pensa, apresentações, comentários. A gente precisa da Gaviões com a gente. E aqui fica um convite. Assim como a gente vai precisar de todos os corinthianos de bem.

Foi bom você falar disso, lembrar. Eu não citei o Chico Malfitani. O Chico Malfitani estava com a gente. Aliás, o Chico conta uma história boa, porque uma das agonias que a gente teve ali, né? Juca me liga uma semana antes do evento. Ó, tem uma data. Já tem uma PUC reservada. E o eco, e a gente ficou naquilo, a gente quinta-feira à noite, e a gente faz um call, e aí, vamos, vamos, vamos, beleza. Vamos embora, vamos embora. Temos cinco dias aí para entregar esse evento.

E aí, uma das coisas que a gente ficou ali no cafezinho foi não tá tão organizado quanto a gente queria, né? A gente não tem um plano. Gente, a gente se olhava e falava, a gente não tem um plano. E a gente meio que contou isso pro Chico ali. Puta, Chico, a gente não tem muito um plano, tamo construindo. Beleza, passa. Microfone na mão do Chico, o Chico fala, se vocês soubessem como a Gaviões foi fundada, isso aqui dá uma organização de primeira.

Na garagem da casa do meu avô. Na garagem da casa do meu avô. A gente não sabia o que a gente ia fazer. A gente só sabia que a gente queria tirar o Vadielu. E a gente sabia que a gente queria se organizar ali. Então, porra, é delicioso poder, respeitando o espírito do tempo, respeitando, cara, o momento de hoje, poder viver um pouquinho disso. Toda vez que eu tô do lado do Juca, obrigado de novo.

Eu vivo um pouquinho essa história e esse corintianismo profundo. Muito bacana. Muito bacana, galera. Um dos orgulhos da minha vida foi ter visto a Gaviões desfilar esse ano. Você viu, né? Vi. Nesse caso, desculpa, mas eu tenho um problema. Eu sou contra em todas. Você dormiu. Sou contra o torcida no carnaval. Mas Gaviões não. Até você sair na Gaviões.

É bonito, já vi. É que eu tenho... O medo é de levar esse lado bélico da bola pro carnaval que todo mundo vive junto, tudo bem. Não tem isso. Você tem uma escola no Rio? Tem, uma cidade. Que veio de time de futebol.

Mas... Do Bangu. Nasceu do Bangu. Não é do Bangu, mas vem de um time de futebol. Como? Uma cidade era um time de futebol que se transformou. O time acabou, se transformou. É um time do bairro. Mas é de Bangu. Mas também tem a relação... Um dia lá...

Bruno, nós vamos culminar o seguinte. Uma próxima vez que vocês vieram a São Paulo, a gente faz um outro programa, que eu só quero te contar histórias, já que você gosta de histórias. Porque, por exemplo, eu fiz uma entrevista pra Playboy com o Dr. Castor, que é das coisas mais fantásticas da minha vida.

Se você perguntar pra mim, eu diria pra você Quem são seus tipos inesquecíveis? Entre eles está o Dr. Castor Dr. Castor Que foi uma entrevista Cacilda Esse cara era uma figura E ele não tava fantasiado dele mesmo Não Salão no automóvel

Ao meu lado, fez essa entrevista o Otávio Ribeiro, chamado Pena Branca, que era o melhor repórter de polícia que tinha no Brasil. E o Otávio...

agradava e eu batia. O Otávio passava pano e eu batia. Depois, doutor Castor contando pras pessoas o que tinha sido a entrevista. Olha, um dia a gente senta e conta. Ou senta no bar pra tomar cerveja. Não, mas tem que contar no ar também. No ar também, mas o off é 100% pra ser contado.

Temos valor dos nossos patrocinadores. Me ajuda aí, Paulinho. Café Melita é o café oficial do Real Madrid. O Charla Podcast. Vini Jr. toma e Beto Jr. também.

Que moral, hein? Café Melita. E entra num site aqui e conheça os produtos da Melita. Aqui, ó. Caputino doce de leite. Esse aqui eu gosto muito. É isso. Tem o café no dia a dia, café coado, café expresso. E aí você vai pra café gourmet, tudo mais. Caputino. Toda a linha Melita. Cupom CHARLA15. 15% de desconto em qualquer produto. Café Melita. Não é isso, Betão? É o café oficial do Charla. E do Real Madrid. E do Real Madrid. Isso aí. Vai, Paulinho. Me ajuda.

A Absoluto Esportes é a agência de viagem que leva o Charla pelo mundo, já nos levou para a Copa do Mundo de Clubes. Esse ano, se Deus quiser, nos levará para a Copa do Mundo de Seleções. Pela primeira vez. É, o Charla é a Copa. Essa é a primeira cobertura de Copa? Minha primeira cobertura de Copa. É. Sonho.

É isso aí, então ó Absolut Sport que não leva somente para a Copa do Mundo Os principais eventos esportivos do planeta Parceira da Comebol Do Flamengo E toda a logística da Absolut Agora vai começar Torneio de tênis Final da Champions Pacotes especiais pra você Aqui na tela o QR Code da Absolut Sport Sua experiência, nosso esporte Tamo junto Absolut Sports Brama, o Charlo é Brama O Charlo é Sabe Cadê?

Está ali, né? Corinthians está. Está na SAB. É isso. Corinthians está na SAB. E está precisando.

Então, ó, a Sábia, a Sociedade Anônima da Brama. Você compra uma Brama e aí, não só uma, né? O que você comprar, 10% do valor da Brama comum, que você comprar aqui no Zé Delivery... Tem que ser no Zé Delivery. É revertido pro seu time de coração e o Corinthians está na Sábia, a Sociedade Anônima da Brama, beleza? Se consumir Brama zero... Brama zero, sem álcool. 20% vai pro seu clube. Isso aí. O Charla é Brama, o Charla é Sábia, beleza? Torcedor corintiano tomou aquela gelada, 10%, vai pro...

Se for 0, 20%. Se for Brama, 0, 20%. Comprei cruzado e livre, hein? É isso. Fechou? Show de bola. Muito obrigado, Juca. Foi ótimo. Já está marcado o segundo episódio com o Juca. Sim, sim. E já está marcada a visita lá na coleção do Cássio. Vamos gravar lá. Vocês vão ficar impressionados. Primeiro que prepare-se se já entraram num bunker. Ah, é tipo bunker? Sim. Não entendi, não.

Pode vir o exército do Irã e jogar com isso lá, que não vai acontecer nada. Mises Balí. Pode? Não, é impressionante. Olha. É impressionante. Posso contar uma rápida, Falando de Washington Oliveto, o Washington vai visitar, porque Rui Branquinho, São Paulino, amigo nosso, querido, ele manda uma foto da Arara para o Washington Oliveto. E só manda uma foto para ele um dia, o Rui vai me visitar e manda uma foto. Aí o Washington responde. Qual é o nome desta joalheria?

nada mais o Astor Olivento do que as camisas do Corinthians o nome dessa joelhinha beijo gente, muito obrigado muito obrigado, Cassião te transfirindo um abraço do Rib, nosso amigo filipão parceiro parceiraço, valeu filho de Valim, vai de Conceito valeu galera, esse é o Chala Podcast em São Paulo valeu

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