#708 - Mestre Ciça & Marcelinho Calil [Viradouro Campeã 2026]
A Charla de hoje é com o enredo/mestre de bateria e o presidente da Viradouro, Mestre Ciça e Marcelinho Calil.
- Viradouro Campeã 2026Mestre Ciça · Marcelinho Calil · Carnaval do Rio · Enredo do Carnaval · História do samba
- Competicoes e EventosTécnica de desfile · Emoção no Carnaval · Preparação para o desfile · Bateria da Viradouro
- Estilo e Gestão de HaddadEstratégia de gestão · Reconhecimento da comunidade · Trabalho em equipe
- Cultura do SambaImportância do samba · Reconhecimento de sambistas · Histórias de sambistas
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Fala galera, para tudo hein! Para tudo! Opa, Matheus e Emanuel hein! Tudo bem? Quando tem Matheus e Emanuel tem samba no Charla! É verdade! E hoje, porra, episódio para lá de especial né? Exatamente! Ficava te cobrando né? É, ficava me cobrando e assim, é um negócio complicado porque as pessoas ficam cobrando também Cadê as escolas de samba no Charla? Sim! Só que pra abrir a temporada tem que abrir com a campeã e aí... Ah! Entendeu? Entendi o critério! Exatamente, abrir com a campeã pra... É igual o CD!
E a agenda da campeã não tá fácil, né? Exatamente. Da campeã e do campeão também. Graças a Deus, mas... Tem um enredo aqui, cara. Enredo. Imagina se eu conheci falar com um enredo. Já tocou no enredo? Deixa eu pensar, cara. Sim, ó. Zico. Zico, verdade. Aí agora eu te pergunto, já tocou no enredo campeão? Não.
É verdade, cara. Ó, voadora aí no peito do like. Quanto mais likes a gente tiver pra mais gente aparece a nossa resenha, beleza? Alô, galera da Viradouro. Alô, Niterói. Alô, São Gonçalo. Alô, seguinte. Manda mensagem no chat. É muito maneiro a galera comentar, né, Matheus?
Muito maneiro, perguntar também Perguntar é quebrar, aí Exatamente, porque a maior pergunta é mais maneiro Participa, quase como se fosse uma entrevista coletiva É isso aí, então a mana pergunta Que eu vou fazendo aqui no ar, beleza O Charludo, que é Charludo Segue o Charlo em todas as plataformas
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Isso aí, se tu não segue o Charla, você tá me vendo errado, beleza? Ó, eu sou Bruno Cantarelli, se quiser me segue aí, arroba Cantarelli Bruno e siga o Matheus Emanuel. Arroba Matheus Manel lá no Instagram. Não parou com o conteúdo de samba, não. Não parei, não. Apenas dei uma pequena pausa e agora vamos voltar. É, exatamente. Muitas coisas resolvendo o Charla. Sou o cara que mais te come. Exatamente. No dia a dia. Mas, enfim, vamos voltar. Semana que vem a gente dá de volta.
É isso aí, galera. Olha, essa resenha aqui, que eu vou falar que a gente ficou muito honrado. Não sei nem se o presidente sabe, né? Porque a primeira vez que os dois estiveram aqui...
E depois o enredo que foi revelado, que está aqui na frente, né? Estamos lá citados na sinopse, cara. Cara, que... E assim, um bastidor interessante é que o presidente nos convidou pra participar da Lançamento do Enredo. E aí eu tava achando estranho, porque era assim, vai lá que o sambista vai gostar.
vai gostar. E aí tudo mais, aí quando sai a sinopse, aí sai o lançamento do enredo, e um pouco tempo depois sai a sinopse, eu vejo lá, charla o podcast como referência bibliográfica, obrigado Gustavo, Tarcísio, enfim. Show de bola. Com a gente a escola campeã do carnaval, aliás, multicampeã do carnaval. Exatamente. Eu tenho dito, cara, você olha o carnaval do Rio assim. Perdi as contas não, tetra, né?
É isso. É isso. É isso. É isso. É que tá num momento que os títulos estão aumentando. Exatamente. Exatamente. Tem constante evolução. É isso aí, cara. Com a gente, unidos do viradouro, presidente Marcelinho Calil e o enredo campeão do Carnaval, Mestre Cissa. Aplausos pra ele.
Boa, arrepiei, mano. Mano demais, cara. Sensacional. Sejam bem-vindos de volta. A gente deu sorte aí, presidente. Boa tarde, boa tarde. Cara, é um prazer enorme. Uma honra estar aqui. Como você falou, acho que tivemos sorte desde que pisamos aqui no solo sagrado do Charla.
viradouro, a escola tá feliz da vida e com certeza vai acompanhar aí mais esse episódio, certo, Silvio? E o homem tá enjoado. Cara! Tá enjoado. Pra tirar ele hoje, é porque eu falei que era compromisso da viradouro, o cachê tá altíssimo, ele não quer sair de casa, meu irmão tá complicado. Mas eu falei, tem que atender os amigos, tá assim, tá uma perna danada, mas merece. Temos que mandar um helicóptero no Estácio, né? Mas merece, merece.
Já é o rei de São Januário, né? Já. Foi no jogo e todo mundo tirando foto. Eu pago mais de ingresso, batalha você. Seja bem-vindo, mestre. Não tô pagando jantar, não tô pagando ingresso, não tô pagando mais nada. Isso é a parte boa, pô. Sai pra almoçar em Niterói, no Estácio, não paga uma conta. Quem tiver na mesa do lado já. Já mando logo. Não pago nada, gente. Chegou esse momento, mestre. É o momento...
Estou vivendo um momento único, já vivi no carnaval, esse momento pós-carnaval também. Minha vida mudou, mudou assim, muito compromisso, mas não estou reclamando não, é compromisso mesmo, bacana. E estou feliz pra caramba, né? Eu já estava feliz pelo enredo, né?
É, isso é homenageado por uma grande escola, o maior carnaval do mundo. É um privilégio para qualquer salmista sem renda. E culminou com o título, pô, aí, né, da maneira que foi, título avassalador, inquestionável, né.
Então, isso aí marcou, mas marcou, acho que na minha vida, o maior carnaval da minha história, da minha vida. Também acho que é o maior carnaval da Veradouro, né? Vendo assim. A Veradouro com quatro títulos, mas acho que isso aí foi... Acho que dos quatro foi o mais pica do que passou a Sapucaí. Onde o samba venceu, né? A emoção, todos estão emocionados.
E a escola foi feliz de acreditar, de falar de um sambista, de um cara lá que perto do instrumento, dirige uma bateria. Uma jornalista uma vez falou assim para mim, uma jornalista muito bacana, eu não vou falar o nome dela, porque eu falei para ela, existe um preconceito de falar alguma coisa no Rio, no Carnaval, sobre sambistas. Ela falou, não é preconceito não, César.
Isso é uma coisa que incomoda porque eles não tiveram a ideia de fazer o enredo. Entendeu? E a viradura fez o enredo. Então, é esse momento que estou vivendo, viajando, aproveitando. Já reviu o desfile? Já, vai, pô. Completão? Toda hora, todo dia, em qualquer lugar, vou no celular, fico vendo, fico vendo.
E é impressionante como esse desfile marcou mesmo. Eu fui a Uruguaiana, né? Fui na Argentina. Estive em Belém de Pará. Agora fui em Curitiba. Curitiba o caravó é muito reservado. Mas tranquilão.
Quando eu cheguei lá em Curitiba, esse lugar é uma coisa de louco. As pessoas não passam nada na rua, né? Então, foi um título importantíssimo. Que coisa sensacional. E como é que é, assim, eu vou ter poucas oportunidades de perguntar isso, né? Como é que é ser um enredo, né, cara? Porque a história da sua vida...
Sendo contada, assim, isso deve ser uma mistura de sentimentos. Você falou do maior carnaval da história da Viradouro, do maior carnaval da sua vida, o que é muita coisa, né? Mas, assim, você ter a história da sua vida, do início ao final, assim, contada, deve ser uma experiência... Pode emocionar, né? De passar um filme... É fácil. A gente agora, acabou o carnaval, se você começa a imaginar como é que foi feito, muito trabalho, sabe?
Carnaval é uma competição muito dura, né? Não é fácil não. Então, trabalhamos muito também. A escola também. Eu até falo que a vereadora não sabe brincar, né?
É uma escola que quando vem, vem a Vera. A gestão do Marcelão, o Marcelinho. Isso é uma realidade, né? Porque é uma escola que ensaia muito. A gente... O presidente vai falar melhor do que eu, mas a gente ensaia, conversa muito. A gente quer sempre melhorar cada ano.
É uma escola que entende quando a gente também não é campeão. Vamos ver os defeitos, onde vai se corrigir. Então isso tudo faz parte. Ninguém faz uma equipe em um ano, dois anos de trabalho. E a equipe da vereadora é uma das maiores equipes do Carnaval. Eu considero assim.
Ó, o maior carnaval da Viradouro, disse o mestre, quero saber se o presidente concorda, e uma coisa que ele disse que é impressionante, que eu acho que pra gente explicar até pra galera que acompanha o carnaval às vezes, assim, que é o seguinte, o enredo sobre o sambista, né? Por quê? O enredo normalmente no carnaval, ou você conta uma história, né? Enfim.
Uma passagem que aconteceu, história do Brasil, história de algum personagem. Tem que ter uma densidade. Tem que ser amplo, né? Um homenageio a um artista, vamos supor isso. Artista de MPB, Chico Buarque, já foi. Italinho foi esse ano na cidade. Roberto Carlos já foi na B, já foi, enfim. Agora, a história do sambista, que é o cara que tá lá no carnaval, ela...
Pelo que eu me lembro, pela primeira vez foi contada a de um mestre, com certeza. É a primeira vez. Então, se você acha que foi o grande acerto, olhar pra um, vamos supor, pra um cara comum entre ascas, que não é nada comum, né? Deveria ser exaltado como foi. Que era uma celebridade dentro do samba, mas não era celebridade pra fora do samba, como deveria ser.
Esse enredo colocando o sambista Que é o cara que faz o carnaval Que vive o carnaval intensamente o ano inteiro Como grande protagonista, o grande homenageado Foi o grande acerto do virador do presidente Bom, é... Primeiro, o maior desfile da história da escola Olha aí Acho que sim, porque materializou com título, né? Então, talvez
na década de 90, ou os anos 2000, um ou outro desfile que possa ter chegado perto, porque desse estilo foi o único, né? Mas, por exemplo, Orfeu, que é um desfile que a escola ama e tal, mas não foi campeão e, de fato, não houve essa catarse de alegria no final. Tiveram naquele ano outros desfiles, talvez, que protagonizaram mais ou junto. E esse ano, ao meu ver, não, né? Então foi um desfile que acho que foi o protagonista do ano mesmo.
com o maior respeito e carinho pelas outras escolas que fizeram tecnicamente também grandes desfiles, mas eu acho que o protagonista do ano foi ele, foi o desfile da Viradouro. Quando passa a sensação de campeão. É aquela, é diferente, né? Então, acho que sim.
E acho que eu sou suspeito pra falar, até porque essa ideia eu trouxe, né, do Cissa. Então, o ponto era exatamente esse que você falou. Na verdade, quando você fala deveria ser, sempre que você fala não é reconhecido, mas deveria ser, não sei o que, mas deveria ser, é onde aparece a grande palavra do ano na escolha lá, que é oportunidade. Então, a gente viu uma oportunidade.
de um gancho, uma sacada, de falar, temos um erro, uma correção para ser feita aqui e ninguém está vendo o que está acontecendo. Aí traz essas perguntas de refletir por quê. Por que ele não pode ser contado? E, assim, a explosão, isso realmente são coisas que a gente não consegue medir, nem ter certeza.
Mas a gente não variou hora nenhuma. A tônica foi essa desde o início. Se você assistir entrevistas minhas desde o de junho, eu falo, vai ser na emoção. A emoção, antes de tudo, ela foi uma escolha.
Então a escola mudou um pouco o caminho dos últimos anos e ela escolheu, por exemplo, a 26 no desfile para emoção mesmo, aliado, claro, à técnica, à competição, à manual, ao regulamento. Mas escolheu. Então assim, o que aconteceu nesse tamanho, de fato, não se mede, mas não foi um acaso.
Entendeu? Não foi um acaso não. A ideia foi sua, presidente? Do enredo foi. Eu, durante um tempo, não falava, mas até o Tarcísio e o João já tornaram público. Então, hoje também fica até uma coisa meio estranha eles falarem uma coisa ou falar outra. Como surgiu? Mas foi assim. Cara, do nada. A gente se reúne pra... Na verdade, a gente... Tu olhou pro lado assim? A gente faz almoço, a gente faz... Não, ele não tava. Você só não tava nesse momento.
De quê? De... Não, assim, por exemplo, é o momento de agora. É o que a gente tá fazendo agora pra 27. Acabou o carnaval, aí eu, meu pai obviamente tá em tudo, né? A gente avisa tudo e ele vai participando das coisas que ele quer participar, que são quase todas e obviamente de acordo com a disponibilidade dele de tempo. Então, o Kiko, que é o nosso financeiro e obviamente a pessoa importante nesse contexto, Alex, Tarcísio e João. Então a gente vai ali...
debatendo, trazendo algumas ideias. E ano passado assim foi feito, no primeiro almoço. No segundo almoço a gente estava discutindo, desmembrando. E aí foi do nada mesmo. Por que a gente não faz o Cissa? Aí ficou aquela coisa assim. Aí o Cissa, o Cissa. Aí trouxe essa história toda. A gente tem uma série de negativismo. Você estava refletindo sobre isso? É, eu acho que foi uma busca...
Todo ano você vai buscar algo inédito. Como você, quando de repente começou o charla, você buscou fazer uma coisa que fugisse ao que os outros estavam apresentando. Você busca algum tempero. E ao mesmo tempo, sem também querer inventar roda. Porque você fala, pô, também posso exagerar e não ter sucesso. Então, você trouxe mais informalidade, uma coisa mais próxima, mais acessível, tanto do boleiro quanto as pessoas que estão aqui.
E você percebeu que há, de fato, uma entrega maior. As pessoas se sentem mais à vontade, conseguem fluir mais. Então, é uma busca. Então, o que eu tenho de inédito para fazer?
e aí a gente viu que primeiro, foi o primeiro mestre de bateria e enredo da história do carnaval então já é uma coisa diferente segundo ele tá vivo, de carne e osso tá aqui pra contar essa história que também é muito foda exatamente, e tá o mais importante em atividade no seu quesito o grande ponto era esse porque ele viria de mestre de bateria
E a nossa sacada da escola foi essa. O barato, a ideia, o tesão de fazer a parada foi ele ser mestre de bateria. Eu já teria, se ele tivesse, por exemplo, me aposentei e quero ser... Já seria justificativa plausível pra ser enredo da Viradouro. Mas o grande barato é ele estar na bateria e ser o enredo do próprio ano. Então o Cícero tocou pra ele. São 80 pontos, né? 40 de bateria e 40 de enredo. Mais comissão de frente. Mais comissão de frente. Ele participou diretamente.
Como ator, como cena. Se ele sai correndo, por exemplo, eu perco o ponto de comissão. Sim. Se ele faz alguma coisa errada, eu perco o ponto de comissão. Então o Cícero, ele participou diretamente aí dos nove. O casal, eu vou botar um direto, porque ele ainda desceu do tripé da comissão e o casal reverenciou ele. Claro que ele não tá dançando, mas ele também participou. Então, assim...
O grande lance foi não só homenagear em vida, homenagear um mês de bateria, mas homenagear atuando no seu quesito. Essa loucura, essa coisa meio... meio... incrível, assim, dele estar desfilando, sendo vários personagens num só. E sendo avaliado. E sendo avaliado.
Eu queria encaminhar também uma pergunta nesse sentido Só pra exemplificar, tá lá o Ney Mato Grosso Ele vai sair no último carrinho Só homenagem e ponto Ney ali dá o tchau e tranquilo O Ney não vai valer ponto Então agora a participação da comissão de frente Eu só tinha só que reverenciar o casal Mas a emoção ali Naquele momento ali Aí eu tava tão Pô, fui pra dentro
Eu não tinha que fazer isso pro jurado no casal. Mas eu já fiz pro jurado. Eu aprentei o casal, caramba. Já foi espontânea mesmo. Aí vai dar malandrado o Estácio, né? Eu já tô aqui. O público veio junto, irmão. Fui combinar a sexta, só. Envelheci e saia. Mas quando eu envelheci, eu vi aquele povo vim e falei...
pro jurado, tá aqui, amigo. Pega essa bomba aí. E tinha que ter uma ambulância lá, né? Medo dele passar mal, eu imagino. Muita emoção, cara. Muita emoção. E cara, eu fiquei preocupado mesmo. Mas eu falei, cara, porque antes de tudo ele é um senhor de idade. Mas no final ele tava... E eu, caralho, Cícero. A gente tava discutindo durante uma comissão e ele tava fazendo conta, porque claro, ele é médio de bateria, ele não podia fugir.
Dá tempo de tudo, porque ninguém sabia, mas a bateria viria no final do desfile. Que ainda tem esse grande lance que a gente vai falar, que é o carro alegórico. Quando eu vi a entrevista dele lá em 2007, ele falou, nunca mais eu faço essa porra. Ele falou assim, né? Aí eu, hoje, eu entendo perfeitamente. Nunca mais. Foi a última vez. Porque assim, são alguns elementos. A estrutura do carro alegórico totalmente diferente, comportar...
desfilou quantos ritmistas? quase 300 mais carro de som mais direção de bateria, mais eu mais a Juliana Paz mais os girafas da Alieza do som, da captação mais a preocupação com a sonorização pra chegar no jurado e o carro
A gente não consegue fazer aquele ensaio. Na verdade, o carnaval é o único espetáculo do mundo que você não ensaia com tudo, né? Isso é fantástico. Qualquer grande espetáculo no mundo, um dia anterior ou alguns dias antes, tá fechado o teatro, por exemplo, mas tá tudo lá. A indumentária, tudo é rigorosamente igual. Induminação, tudo. O carnaval, não. Você só junta tudo no dia. É a banda lá no Rock in Rio, vai tirar o som. É, exatamente. Você só junta tudo no dia. Daquele jeito é só no dia. Tudo...
E o carro alegórico, obviamente a Salvador de Saia e Benedito Hipólito, não podem parar a vida do Rio de Janeiro, porque a Viradouro quer ensaiar o seu recuo, ficar ensaiando ali e causar um tumulto. Então, a gente tem, obviamente, as ruas são fechadas. Isso de forma sistêmica, via a Liesa e via...
a parte de trânsito da cidade. Então, a gente não conseguia. E o carro do CISA, o carro da bateria, é acoplado. Então, além de tudo, a virada da presidente Vargas é desacoplada. Aí abre o suficiente na frente, mas sem invadir o início e causar um buraco do que é julgado, para acoplar o carro. E aí o carro tem que parar, porra, com a parte de trás.
muito próximo da linha de início do desfile pra também não abrir o negócio, se parar metros na frente pro primeiro jurado já. Eu tô falando de um carro... E isso sem engessar a escola, né?
E aconteceu tudo perfeitamente, graças muito. Chegará a faltar cinco minutos. Ao Alex, ao Dudu, ao Marquinho Jefferson, diretor de carnaval da escola, o Alex, e o Dudu, que agora foi pra Portela, mas era nosso também diretor de harmonia, junto com o Marquinho Jefferson, brilhantemente aí conduziram essa operação de evolução da escola. Quando eu cheguei, saí da comissão de frente, tivemos de moto, pô, um tumulto pra chegar, meu irmão.
Que era aquele trajetinho de moto ali, meu irmão. Eram cinco motos, um salão da frente, carro... Até do ano. E as caras, o estivista sobe e tropeça naquela porra. É! Nosso tropeça um funil. É, domina lá. Cai geral. É uma tensão que tu não tem noção. Quando eu cheguei no recuo da bateria, eu marquei de força, estava cinco minutos pra gente... Agora tem uma cena que me marcou muito. Como ele falou assim, nada... Isso não teve esse ensaio. Quando sobe ele, o pai dele.
Eu, a Juliana Paz, nós subimos assim com uma tranquilidade. Aquela cena, alguém filmou da arquibancada, não sei. Porra, aquilo ali é sensacional. O Marcelino tranquilo, o Marcelino tranquilo, eu subindo tranquilo, a Juliana Paz, o Júnior também estava. Porra, a gente foi, parecia que a gente encerrou aquilo ali 20, 30 vezes. E como o Marcelino falou, a coisa...
E aí é uma coisa que guarda pra vida, né? Eu vou levar isso pra vida da minha vida. Esse desfile em cima de um carro, que você pode olhar pra todo mundo ali, e a galera assim... É campeão, porra, já foi. Porque eu não lembrava de ter essa troca de porra, nego falando campeão, tal, durante.
Eu vi muito, não, mas já vi alguns desfiles que acontece aquele sacode e a galera, depois que passou a escola, vai embora, né? Por campeão, sacudiu. Mas durante, a gente desfilando ali, é campeão, é campeão, gritando. Eu falei, meu irmão, que loucura. Quando o carro entrou na avenida, já era campeão. A galera subiu no carro, eu acho que deu vontade de todo mundo ir atrás, né? É, todo mundo subiu no carro também. E subiu junto no carro.
O filho que marcava o status 92, né? A gente ouviu aquela manifestação popular, o Salgueiro 93.
É totalmente diferente esse carnaval da viradora, na minha opinião. A gente passava, as pessoas choravam quando a gente passava. As pessoas choravam. As pessoas abriam o olho assim e falavam assim, o que eu estou vendo aqui? Pelo amor de Deus. Deve essa impressão.
Então, pô, foi aquilo, né? Aquela emoção. Fala aqui, ó, como é que eu fio? E aí, Cícero, eu queria saber uma situação. Você passa, assim, a bateria, assim, o virador ensaia muito. Mas bateria de escola de samba normalmente ensaia muito, assim, mais ainda. E agora você teve que se dividir entre o ensaio com a bateria, seus ensaios normais.
E o ensaio com a comissão de frente, que é um quesito em que, assim, um detalhe tira um ponto, um detalhe e você perde um carnaval. E aí, eu queria saber como é que foram esses ensaios, se era algo que no início você teve um natural estranhamento ou desde sempre foi tranquilo pra você? A Priscila e o Rodrigo são... Eles sabem como eu sou bailarina, né?
Então, foi mais assim, posicionamento... Mas tu foi fascista, cara. É, tu foi. Tu tem um molho. Foi mais posicionamento, um lance que eu dava uma sambadinha e tal. Mas teve várias mudanças até, porque quando acabou o Natal no Novo, já na primeira semana começamos a ensaiar, né? Então foi o mês de janeiro todo, de fevereiro, e era papo de chegar às quatro horas da manhã em casa.
Não foi fácil não. Então, aí quando vai afundilando, chegando perto do carnaval, os ensaios vão aumentando, né? Sapucaí, 5 horas da manhã, duas vezes na semana. Aqui a Priscila e o Rodrigo ensaiam mesmo, o bagulho é velho a verma. Engraçado, quando eu tava no carro, no primeiro jurado, eu tava assim, puta que pariu, maluco.
Eu assim, lá, sentado lá, dentro do carro. Aí eu falava, porque isso é esse. Você ia pro lado direito, pro lado esquerdo, né? Isso não tripé era a comissão de frente, é isso? Não, a comissão de frente. Aí tu ficava escondidinho ali. Não, eu tô dentro do carro, dentro do carro. Onde tava o leão, né? E a minha deixa era o leão. Eu olhava assim.
Pô, o Leão tá se apresentando lá, o menino tá beijando o Leão. Aí eu falo assim, será que você vai pro lado direito ou pro lado esquerdo? Puta que puta que eu fui a família, pela mãe do meu. Mas calma aí, tinha gente pra orientar. Tinha, tinha. É, porque parece que foi pra gente fazer isso assim. Quando eu saio, eu procurava a menina. Ela tinha atrás dela lá. Não, e a mágica, porque pra gente que tá vendo, tu apare... Bum! Aí eu vi na TV o que tu fazia, apareceu no Fantástico, eu acho, né? Isso. Que aí tu ia andando assim...
Pode saber que isso pra mim foi o mais foda. Porque quando você faz uma ilusão, tá escondido e aparece dentro de algum lugar, meu irmão, a coisa foi tão bem feita pela Priscila Rodrigo, que você não viu porque seus olhos não estavam lá. Mas ele tava andando. Ele veio andando.
Eu não vi, mas ele tava andando. Eu passava pela pessoa da Frida. Tava todo mundo na cena e tava do outro lado. Mas é uma parada, é um ilusionista isso. Ele leva a sua atenção pra um lado. Eu passava pelo pessoal da Frida, o pessoal sabia que o palito com o chapéu, né? Aí nesse lance que eu tô passando ali, tava fazendo um negócio com o menino lá. O garoto foi show de bola também. Ferma, né? Me fez. Pitinho. Pô, mulher. Aí tinha um lance, tiro a roupa dele, beijo o leão, aquilo ali.
A tensão vai tudo ali, o pessoal tá ligado que eu tô passando aqui do lado. Aí eu entro no meio lá, estiro meu paletó e apareço de repente lá. Aí eu, caraca, surgiu uma mágica a parada. O meu ano foi muito parecido com 2019, porque eu vivi esse mesmo tipo de sentimento assim.
Porque 2019 foi o ano que a gente fez o nosso primeiro desfile de volta ao grupo especial. E eu tava assim, era o Paulo Barros, o carnavalesco, né? Então a gente tinha um outro time e tal, o Cissa já tava. Mas eu tava muito seguro, não de ganhar, né? Nada disso. Mas do projeto. E todo mundo... A escola subiu. Aí vinha aquela coisa, a escola briga pra cair. Falei, cara...
Não é possível. Aí eu ia pra casa e falava assim, será que eu tô viajando demais, me garantindo muito? É, porque assim, eu falei, cara, eu já fiz... A escola tem os quesitos, tem equipe boa, o barracão tá do caralho, tá... E esse ano foi a mesma coisa, por quê? Porque no barracão, nos ensaios e o ensaio da comissão, a gente ia no ensaio da comissão, a Priscila chorou.
E aí fica aquela coisa, pô, como é que tá? Eu falei, cara, eu sou exigente. Eu falei, mas tá foda. O leão, meu irmão é lindo. Na hora que o leão beijo de menino, tá. Daqui a pouco aparece o Cissa, abre o apito. Meu irmão, isso vai ser uma coisa... E eu ficava assim, cara. Aí tu sai assim, aí li alguma coisa. Eu até falo muito isso. Hoje em dia...
As pessoas falam muito sobre as coisas sem entender de verdade, né? É muito superficial. É muito superficial. E com a internet, a rede social, isso acaba às vezes se disseminando. E tem muita gente que entra em pilhas, né? E eu ficava assim, aí eu leio algumas coisas e tal, mas acho que eu tenho um bom filtro para isso até. E eu ficava assim, cara, acho que as pessoas não têm noção do que a gente vai fazer, não. Aí eu falei, ou eu estou muito...
Muito doido, né? Vou fazer porra nenhuma e tô aqui achando que vai ser um hospital. Mas a gente tava muito seguro. Tava no barracão, no teste de luz do barracão. Choradeira violenta. Na hora que o leão levantou, rugiu. Falei, cara, a história tá ali. Tem uma beleza nessa simplicidade, nessa forma simples de contar a história.
cara, vai ser foda. E eu ficava assim... É que não tava um clima assim de favorita. Eu falei, como é que pode? Mas assim, internamente, não é favorito, mas assim, porque não estavam achando que a história dele ia ser contada dessa forma e que daria algo tão grande. A gente tava seguro daquilo. Seguro demais, eu entendo, tranquilo. As pessoas têm razão, né? Bom, tava uma ou duas, três favoritas aí, mas a viradora nunca tava nesse.
Era assim, ah não, favorito é fulano, fulano, fulano. Mas tem que respeitar a viradora. Mas depois... O virador sempre vem organizado. Se der em mole é virador. Mas eu vim assim, caralho, é o Cissa. Até o mundo do samba mesmo, né? No primeiro ensaio técnico, quando terminamos o primeiro ensaio técnico...
a Viradoura já passou a fazer parte das favoritas. Vai ficar entre três, vai ficar entre quatro. E agora, a Viradoura fez... Pô, aí veio o segundo de Saitec, e a Viradoura tá brigando pelo Tito. Mas a Viradoura trabalhou legal. E acho que tem algo bom de se destacar nisso tudo, porque embora o desfile da Viradoura seja gigantesco, outros desfiles foram...
Então, assim, foram muito fodas também. Por exemplo, o desfile da Beja-Flo, quando a Beja-Flo passa, olhei pro lado pro Paulinho e falei, cara, se a Viradouro... Até aquele momento ganhou o campeão. Não, eu falei, se a Viradouro não vier um absurdo, que acabou acontecendo, a Beja-Flo vai ganhar, porque o desfile da Beja-Flo foi melhor do que do ano que ela ganhou ano passado. Eu, inclusive, numa entrevista recente, falei isso. Um dos pontos que torna esse desfile nosso tão especial...
foi inclusive esse desafio competitivo de desfilar depois de uma escola que veio muito bem para brigar. Não só a escola ser grande, como a Heber já foi, todo mundo sabe, mas a escola fez um desfile muito bom. E é muito raro, pelo menos eu não lembro, da campeã e a vice serem seguidas. Porque normalmente quando tem um sacode no dia, ou ali, ela murcha quem está em volta dela. Então, primeiro, a Viradouro mostrou...
porra, uma força institucional e competitiva. Mostra porque falou, pode vir quem, com respeito assim, pode ter um grande desfiliante que a gente não se intimida com desfile. A gente vai pra cima também, aí vira cada um defendendo o seu quinhão. E eu, como tenho um carinho e respeito enorme pela Beija-Flor, e vi um desfile na concentração ali, que eu falei, cara, um desfile potente pra caramba.
torna muito mais especial esse título, porque de fato também teve esse desafio, de desfilar depois de uma grande escola com um grande carnaval apresentado. Então foi muito especial, pelo menos para mim, um desfile que mostrou tudo que eu sempre quis, o amadurecimento como escola, a emoção tomando conta e uma porrada de sacode mesmo, uma avenida lá. A gente vai falar sobre isso, muitas perguntas sobre essa estruturação na Viradoura, que eu acho fantástico isso aí também.
É um... algo único, assim. Tem muito torcedor de clube que queria... O carnaval. A gestão dessa no futebol. Exatamente. Agora é... Tem um amigo meu que queria, né? Sim.
Cara, eu não renovei não, cara. Tá aí, cara. Não assinei, tem nada assinado, cara. Tem nada assinado, não. Bernardinho técnico de futebol, tá ligado? Tem. No Flamengo, pô. Eu queria ele de diretor executivo. Agora, Cissa, tu acha assim... Eu sempre acho, cara, que a forma mais legal da genialidade... Óbvio que você não vai falar sobre você nesse nível, sei lá. Mas a forma mais legal da genialidade é o gênio que é simples, cara.
O gênio não precisa ser, porra, nariz em pé. Tá lá um gênio passando 20 mil pessoas ao lado dele. Cara, depois do desfile eu encontrei... Depois do desfile no dia seguinte. Na terça-feira. Na terça-feira. Eu tava no Carvalhão sentado naquele tronco de madeira ali assistindo as quatro escolas atrás. Eu tinha camarote pra ir.
Tu acha que isso foi uma lição pro mundo do samba e também pra sociedade assim? Cara, o gênio pode ser um cara absolutamente simples. Eu não mudei nada, eu não vou mudar nunca. Eu sou a pessoa que eu sou. Fui pra avenida, como eu falei, tinha camarote pra estar na avenida, mas...
Fiquei ali com uns amigos ali, assistindo via Descolentar na terça-feira. Sentado. Pega um refrigerante lá, pega um salgado. A gente botava um pratinho ali naquele tronco do Carvalhão ali. Tu me viu lá, eu acho. Saiu no metrô, tava ele lá. Ih, bacana.
as escolas iam entrando e as pessoas vinham falar comigo da própria escola que eles estavam passando. Sim, a gente vai desfilar aqui. Mas vocês ganham o carnaval ontem. Eu falei assim, calma gente, vamos ver. Mas era assim, muita gente. Eu lembro de muita coisa que viralizou no dia do desfile assim.
O enredo jogando carta. Não. Assim, antes, né? O baralho ali. Encontramos esse senhor perdido aqui jogando baralho. Isso foi muito no Instagram. Uma coisa que eu percebi que, eu acho que... Como é que eu vou dizer?
pode ter feito as pessoas se enganarem ao longo do ano, é porque elas misturaram muito o mestre de bateria com o enredo. Então elas conhecem o Cissa, mestre de bateria, que tem um jeitão, e acha que esse jeito irreverente, que é a pessoa ali que está de fato no ofício.
essa brincadeira, não sei o que, isso fosse se transportar pra uma história ser contada. Essa coisa meio, não é simples, mas simplória. Aquela coisa... Superficial que não é dele. É do dia a dia, de qualquer um. Se a gente parar pra encontrar aqui embaixo na portaria, aí o cara, pô, como é que vai dar enredo? Acabei de falar com ele ali. Tá comendo, tá fumando cigarro.
não, isso aí é uma pessoa que tá vivendo simplesmente um dia a dia como eu, como você, como qualquer outro. Quando você carnavaliza o enredo de alguém, você tem que se agarrar a muitos outros fatos, né? Então, a escolha dele também não foi...
Caraca, eu tive uma ideia, eu acho que vai... Por que emoção? Emoção, mais ou menos, porque ele tem 55 carnavais. Ele nasce onde nasce o samba. A nossa forma de samba é do bairro do Estácio, com os bambas do Estácio. Então, o Cissa subiu, o São Carlos.
foi passista, foi mestre sala, foi tudo dentro de uma escola de samba a história dele foi muito bem feita pelo Tarcísio e pelo João, e hora nenhuma a gente quis dar profundidade onde não tinha onde, sabe, inventar então eu acho que a tônica foi realmente essa emoção, representar um sambista mas um sambista que tem história que também é...
Vou falar de mim, não me comparando a nada de samba, mas assim, eu tô ali no samba, não sei o quê. O meu enredo é zero. Então eu não tenho nenhum tipo de história na minha vida, até pela idade, que seja possível carnavalizar um negócio, né? Jamais teria. Então o Cissa não, não é só o tempo. É o combo. O Cissa como personagem, como representativo ao carnaval, ao sambista, como identidade, como tudo, né? É uma escolha que ela foi muito segura.
E as pessoas não foram porque elas estão focadas nesse cara brincalhão que ela tá trocando uma ideia ali, fumando cigarro e tomando um gerante. E a gente tá na época do status, cara.
Então assim, ah, o cara que se veste de tal forma, o cara que fala que é pica, que é, ah, não, sou pica. E esse cara, a galera costuma, ah, não, vou aplaudir esse cara. Não, mano. Como a pessoa se vende, né? Porque é a genialidade, é isso, 55 carnavais, o cara foi por tudo no carnaval, foi passista, tudo mais. E outro, o mestre de bateria que a gente, na primeira, eles estiveram aqui, a gente conversava sobre a genialidade dele.
E aí o profissionalismo no Marcelinho. Como é que o profissionalismo no Marcelinho moldava a genialidade do Cissa, né, cara? Isso foi uma das coisas mais interessantes que a gente já conversou aqui, assim. Talvez agora tenha acontecido o inverso, né? É a... Meio que a criatividade da escola, ele tendo que se moldar dentro da criatividade da escola. É isso, é. Então, cara, eu acho que a maior lição que você deixou é assim, cara, olha pras pessoas simples ali, tá um grande gênio, olha o que esse cara faz.
Acho que é por aí, você tem essa noção. Essa cena de ter essa feira de carnaval, eu ali sentado ali, depois que caiu a ficha ali, se tu tá aqui, eu falei, vou tá onde? Aqui eu não tô na porta. E as pessoas, com a irmã mesmo, que estão disputando o título, chegavam perto de mim, esquece, mestre. Esquece, mestre. Falei, não, vamos esperar, calma, as pessoas...
Vocês só vão falar baixinho aqui pra ninguém ver vocês, não é o carro na válvula. Calma, vai pra lá. Vai pra lá pra escola lá. Uma coisa que eu acho que foi interessante aqui. É, foi. Ninguém naquela avenida, pelo menos que eu tenha visto,
Vamos botar aí de década de 90. Quando era uma homenagem, o cara que mais soube ser homenageado foi ele. Ele viveu tudo. Ele riu, ele chorou. Ele falou, não quero vir na comissão. Depois falou, vai ser foda, eu quero vir na comissão sim. Ele foi comissão de frente, ele desceu pro casal, ele voltou pra bateria, ele subiu o carro, ninguém. Ele foi julgado. Ele se emocionou em todos os momentos. Ele viveu aquilo. E o ano dele foi muito tranquilo. Quando ele foi escolhido, ele não ficou agitado. O Cissa relaxou.
aí no final tem a agitação normal do desfile, que ele tá chegando. Mas ele falou, cara, tanto que ele chegou pro diretor de bater, ele, ó, vocês que trabalham esse ano, porque hoje eu sou enredo. Então, ele foi curtindo ali a coisa, e eu acho que o dia do desfile...
Foi muito isso, né, Cícero? Ele aproveitou de uma forma... Porque, como ele é do samba, ele entendia o tamanho daquela homenagem. Talvez só ele tinha dentro, acho que desse ano, não sei se só, mas acho que sei, sem nenhum tipo de julgamento a ninguém. Mas até por ele ser sambista, ele tinha a real noção daquela dimensão de ser o enredo de escola de samba, que pra nós é a maior honraria que um ser humano pode ter em vida. Se eu vou te perguntar uma imagem,
marca o que foi seu carnaval sendo enredo. Aquela imagem, a gente subindo no carro ali. Mais do que o Apito? O Apito foi importantíssimo. A foto dele em cima do Apito. Mas eu tava vendo agora esses dias aqui, aquela imagem subindo no carro ali, a gente subindo no carro. Foi muito bonito também. Do Apito, claro, foi capa. Todo mundo...
Fala muito mais essa imagem do subido do carro ali, é uma coisa sensacional, sabe? Até parece que a gente tá... 6'4, né? Pô, a gente sobe junto assim, aquilo ali, porra. Sabe aquele negócio de você entrar no campo de futebol, maracanã lotado, 500 mil pessoas, disputando a final da Copa do Mundo? E a gente chega lá e pega, machuca, então foi que aí foi. Foi muito bonito aquilo ali, muito bonito. Queria que vocês falassem também de Juliana Paz. Juliana foi uma pessoa...
A Juliana, pela humildade dela, né? Pelo... Ela ter aceito o nosso convite, né? A gente... Briguei, liguei... Telefonei muito pra ela e tal, ela foi de boa, tranquilo, representou bem, né, presidente? Tranquila, Juliana... A pessoa entendeu qual era... A proposta, né? E até eu... Quando eu convidei ela, eu falei, você vai ser rainha por um ano, amiga. Porque o bacana é quando eu convidei ela, né?
Cícero, eu tô junto. Onde eu vou te furar? Me dá uma camisa que eu vou estar na escola. Você não vai estar de camisa, você vai ser a rainha de bateria. Ela quase despencou do telefone lá. Pelo amor de Deus.
Aí a escola começou com ela depois, né? A Juliana viveu, assim, o ano. E outra coisa, ela tem uma coisa, assim, dela, que, assim, ela falou, cara, eu quero ser feliz. Então, assim, ela chegava rindo. Tudo podia acontecer, estava acontecendo coisa boa, não estava acontecendo. Ela falou assim, cara, eu vou vivenciar um ano, uma despedida minha.
Ela se emociona também porque fala do pai. O pai falou que deveria ter tido, acho que esse momento. Acho que depois ela pode falar melhor. Mas eu ouvi ela falar muito. 17 anos depois, ela foi campeã. Fala, cara, tô com Cisa que eu não sei o quê. Ela já completamente realizada profissionalmente, né? Em todos os exames, financeiros, artísticos. E ela falou, não, vambora. Essa jornada precisava acontecer junto.
os ensaios, tudo ela combinou de forma muito clara os compromissos que eu posso firmar fisicamente, né? porque eu tô gravando não sei o que tô fazendo não sei o que, o que eu posso assumir porque nós ligamos meio que ela já tinha uma série de coisas fechadas da vida dela e ela falou, essas datas eu vou essas aqui eu não sei aí ela ia algumas, não ia outras e tal mas ela cumpriu fielmente ali tudo e acho que a presença dela foi espetacular assim com ciência e aí
Reinou mesmo. Tem as rainhas de bateria que elas têm esse diferencial, né? De fato, você olha ela no lugar ali ao lado do mestre de bateria e você fala pô, esse lugar realmente pertence. Ela é rainha de bateria. Então ela vive aquilo ali e consegue ter a plenitude ali da majestade de uma bateria de escola de samba. E sempre sentindo assim a emoção da escola. Ela reinou, reinou. Reinou bem, reinou feliz. E acho que a coroação do título foi espetacular.
E ela segue, só para deixar ela, ela não é mais a rainha de bateria da escola, isso já é público, mas ela segue na escola.
Fazendo o quê? Tudo o que for possível. Então, assim, quero ir aos ensaios de outra forma. Contem comigo com o alcance, com a amplitude que eu tenho, de forma artística, digital, o que for. Eu faço parte, estou junto, vamos embora, vamos seguir de alguma forma. Mesmo não sendo ranha de bateria, eu estou próximo e quero continuar aqui. Então, a relação é muito tranquila, muito serena e de tudo muito alinhado, assim, verbalmente, sabe? Os combinados todos foram cumpridos e continuam sendo.
Eu queria fazer uma pergunta em relação a... A gente tava falando como os outros sambistas de outras escolas acabaram abraçando o enredo como um todo, se sentindo parte e, pra mim, a imagem que não é associada ao Cissa, de certa forma, né? Indiretamente. Do enredo, do desfile que mais me marca é o carro da Estácio com o Celminha e Claudinho no topo do carro. Também, é o meu preferido. Quando?
ali quando eu vi eu falei, cara, essa é a imagem do carnaval que é dois gênios também na arte, que desfilaram minutos antes na Beija-Flor brigando pelo mesmo título representando a estática gosta de ganhar os dois, como é que pode? até quando perde ganha
impressionante. Se já não bastasse todos os títulos da Beija-Flor, que são milhares de títulos e muito mais que a Viradouro, e eles participaram de, pô, acho que quase todos, né? Quase todos, só no Brasil. Agora eu não lembro, mas ela tava em 92 com ele, mas de lá pra cá, pelo menos da década de 90 pra cá, ganhou tudo lá. Se já não bastasse, ainda foram campeões pela... É fantástico. E eu queria saber
Como é que foi essa negociação de escola pra escola com os dois? Porque, assim, a gente já viu... Ah, vai prestar homenagem, o cara vai entrar num carro X, mas não necessariamente escolas que brigam pelo mesmo objetivo. Como é que foi essa conversa com a Beja-Flor? E logo depois do desfile dele... Foi porque você tá falando de uma escola, que é a escola de samba, né? Então, eu liguei pro Almir... E...
Falei, amigo, tem uma ideia aqui Eu até brincava, não com ele Depois eu passei, olha, o trem Caipira vai ser foda E eu, na verdade, liguei pro Almir
eu falei, amigo, o enredo, obviamente, você sabe qual é, e vai ter um carro que vai remeter a um desfile, que o Cíceres esteve junto com a Salmin e Claudinho. Ele só estava, acho que, com algum compromisso, então ele só me perguntou, Marcelo, caralho, eu só esqueci a ordem, me lembra que agora, como é que ficou o dia? Aí eu falei, não, eu sou depois, que a gente estava junto, um outro, ele estava com a cabeça quase um de trabalho, falou, depois...
perfeito, maravilhoso, segue tá mais do que aprovado vai ser uma honra, eu falei honra pra mim aí eu falei só preciso ver se a Selminha e o Claudinho vão querer o que obviamente não foi um problema e aí sim então acho que a Beija-Flor a figura do Almir representando obviamente a família toda
A Beja Flor entendeu que isso é muito maior do que competir, né? Isso é, na verdade, uma homenagem a um grande sambista. E, obviamente, que isso seria recíproco da nossa parte. Foi um... Então, assim, você estava falando do samba, né? É, segurou que é uma das partes principais do desfile. É, porque quando eu questionava o cara que achava que o Cissa era no enredo, eu vou dar esse carro como exemplo que você citou.
Esse carro é o trem caipira remetendo a um dos maiores desfiles daquela Marquês Sapucaí, de uma outra grande agremiação, a primeira, Estácio de Sá, no desfile de 92, campeão do Carnaval. Na frente do carro, eu tenho ali de forma caricata brincando, Dominguinho e do Estácio, outro grande personagem, numa escultura. No alto, Selmin e Claudinho, girando o pavilhão da Estácio.
num enredo sobre o Cissa, no desfile da Viradouro. Isso aí já é nota mil para o enredo. Esse carro, ele já tem tanta coisa importante junto aí, gigante no carnaval, que é meio louco eu achar que alguém pode pensar.
que a história do Cissa não fosse digna de ser um... É o Cissa sem o rosto dele, né? Olha quantas coisas eu falei que já são dignas e gigantes no carnaval. Estácio de Sá, Salmi e Claudinho gerando o pavilhão, a própria dupla, o Dominguinhos, o Cissa, o Trem Caipira. Meu irmão, é muito carnaval. É muito carnaval. O Rubem mandou aqui, já falou que tem 15 títulos, eles ganharam 10. É, de 98 pra cá eles ganharam todos. Só isso. Eu acho que tanto a escola quanto a dupla na escola,
tem real dimensão do que é uma escola. O mestre de bateria também. É, esse carro dos mestres é muito fã. Só os dois mestres que eu não podia entender, que foi o casa grande, porque o casa grande era logo depois, sabe como é que bateu. Com certeza, era super compreensível. E o Caizão foi um dos caras só fazendo justiça. Que mais me deu parabéns.
Quando eu escolhi o enredo. Então, realmente, era uma coisa que a gente falou assim, foda. E o Rodney? É, foda, coragem. E se eu não me engano, quando sai o título, o Cazão tava... Coragem, Marcelo. Tava lá na cidade do Samba. Na cidade do Samba me abraçou. É, é. E o Rodney, como ele é responsável pela bateria, ele tinha que estar lá depois, recolher. Normal também. É normal. Mas os outros, Guilherme, Gustavo, os meninos da Mangueira, né?
Cafar, Macaco Branco. Cafar, Macaco Branco. Aí eles já chamiam pra homenagear uma rapaziada do Du da Mocidade.
Foi legal porque foi falado com o presidente da escola primeiro, foi uma coisa feita, foi comunicado.
cederam os caras. Já chamei uns pra homenagear Riquinho, que foi da ilha. Da Coupé, velho da Coupé, pra quem não conhece. Da Coupé foi um dos maiores mestres de bateria que teve na tradição. E chorou quando... Chamei o Paulinho. Todos eles vieram ali com o maior... Pô, me abraçaram depois. Me desfilei as campeãs. Deram parabéns.
De boa, pô. Foi muito bacana essa presença dele lá, esse momento dele. Que é uma aula que o Sama sempre dá o futebol. Óbvio, o Sama tem muita vaidade também, não sejamos hipócritas. Opa! Muita! Mas essa relação das escolas a gente não vê fácil em outros ambientes competitivos da sociedade. Não. Então, mesmo com a vaidade que tem, e às vezes vai impedir esses momentos de acontecer, né?
Esses momentos ainda acontecem no centro. Você tem ali escola frequentando a outra quadra da outra escola. Você tem esse ambiente. Isso é muito legal. Um detalhe, até o Marcelinho deve lembrar. Eu acho bacana pra caramba, quando a gente fala da simplicidade, né? Esse enredo que as pessoas, muito significativo, né? Minha história no Caravá. Quando lançou o enredo, no dia seguinte, eles estavam lá em casa, na minha rua. Eu estava... Eu vou lá na frente.
Perfeito? Nós estávamos num botiquinho lá, desculpa, um pé sujo lá, sentado. Isso aí, bota. Tá tranquilo. Falou o pé sujo lá. No pé sujo lá, sentado eu, Tarcísio, Alex, depois chegou Marcelinho, sentamos, passamos o dia no Estácio.
Não está assim, como é que é? Aqui, aí eu vou contar uma história. Aqui eu morei aqui, onde tem o metrô, esse aqui é meu bairro, aqui é tudo que eu aprendi. Então, a história começou ali. E o Tarcino escreveu no João. A gente passava por ali e na praça, e ali começou o samba. Ali tava fulano, tava fulano. Então, olha aqui.
Tem problema. Ao vivo é isso. Pô, enredo pode, irmão. Enredo pode tudo. Como diz o Marcelo Marcelino, enredo pode tudo. Eu faço isso aí toda hora, eu sou enredo. E nem você. Então, aquele momento ali, a gente vai passando, mas a gente vai esquecendo, sabe? Pô, Marcelinho, senta.
Aí vai, assim, tu mora onde? A gente foi mandando a pé até ele em casa, fomos lá em casa, conta história, fala. Aí a gente vai mandando outra história, né?
E é legal estar ali perto de São Carlos com ele, né? Porque já tinha essa idolatria lá, né? É, né? Ele já é ali. Ali ele é pico. Acho que eu vi uns três idiomas, vi falar com ele ali. Daqui a pouco ele tá andando... Ah, irmão, beleza? Daqui a pouco... Peroqueci, peroquenou... Não, não sentiu o esporte. Relaxa. Liba só o que foi. O cara falou assim. O cara falou de espanhol. O outro falando alemão. Não tem virado nada. Não conhece.
Legal, né? E depois que a escola ganhou também, pô, lá no Sá, foi lá no São Carlos lá, foi na comunidade lá. E o vídeo... É, você tá se convidando. O videoclipe do Rio Carnaval na quadra lá é... E outra coisa legal, só tem foguetório no São Carlos pra estádio de Sá.
E foi a primeira vez que foi sem ser a Estácio, eu acho. Mas também tinha um... Pô, o carro do Leão da Estácio. Não é não? O carro do Leão da Estácio. É porque a Estácio é... Não, mas toda essa cena... Isso que eu falo sobre o carnaval, né? O grande lance é que, na verdade, não imaginavam isso tudo.
esses elementos todos, de tudo que está acontecendo ali, nessa, como o Caju falou, nessa metalinguagem do Carnaval. Está tudo ao mesmo tempo e torna tudo gigante. Então, assim, quando a Viradouro entra falando com o Leão da Estácio e solta fogos no São Carlos para o enredo dele, você fala, fudeu.
O carnaval é isso aqui. O samba é isso aqui. Que loucura. E a Marquinhos Samba caiu no Estácio, né? Loucura, meu irmão. Cara, isso é... É, isso tudo... É uma força muito maior. Eu acho que a Avenida, antes de tudo, escolheu a Viradoura. É, cara, que loucura. Como diz o próprio samba da Viradoura, o Grêmio do Morro vem sendo. É basicamente isso. Explica a baga... Chega um pouquinho mais pra frente. É isso aqui, eu fiz numa... Não, tem problema não. Tem problema não.
Aqui, explica pra galera que a gente tem muito público de fora do Rio, mano. Estácio, o bairro, o que tem de maneiro pra fazer? Como é que é lá? Fala aí pra galera. Estácio é um bairro maneiro. O Estácio melhorou muito, sabe? É, né? Mas estácio é algumas comunidades. São Carlos, Falé. É, São Carlos, Falé, Coroa, aí próximo. Mas o Estácio hoje é um bairro tranquilo.
Tranquilo, assim, em relação aos outros bairros... É, tranquilizou um pouquinho. É, mas as pessoas... Eu falo sempre isso com as pessoas. Violente tem tudo quanto é legal, mas está saindo...
Teve um pouquinho complicado, mas melhorou muito. Tem amigo meu que quer comprar imóvel ali. Sim. Entendeu? Então as coisas estão mudando ali. Mas no Barro do Tancão tem pagode, tem botequim, pode beber o que você quiser. Para um bom botequim no Estácio aí, vai. Pô, tem um... Na subida do Morro tem um bar do buraco. Bar do buraco, pô.
É o buraco ali. É lá, Matheus. Pode chegar a qualquer hora e pedir qualquer... Qualquer bebida. Qualquer comida. Que que eu peço lá, velho? Você pede o que você quiser e o cara faz a passada na hora. Na hora? Tem dois barcos buracos. Tem um mais em cima e um mais debaixo. Virou sócio esse ano. É que é a história, né? Já arrumou uma pontinha. Eu vou com cês e eu não pago. Olha, uma coisa. Os funcionários da prefeitura, que tem ali perto... Isso. Jantam lá, velho.
As pessoas vão pra lá, jantar lá E daí? A cerveja é mais barata que os outros bares Tem um bar do Fernandão também Que é na minha rua Tem pagode de vez em quando Luiz Melodia do Estácio Luiz Melodia morou na minha rua Foi criado em São Carlos Já tem um irmão dele que mora lá Gonzaguinha, cara Gonzaguinha E desceu com violão Marçal, Bid O Gonzaguinha
Eu era mais novo, né? A gente viu o Guantaguerre desceu com o violão lá. Desceu com o violão, não era nem encapado, era o violão mesmo. Era aquele doido ali, vai pra onde aquele violão lá. Gonzaguinha. E era a tia dele que criou ele. Isso. Uma tia dele que criou ele lá. Gonzaguinha, pô. Então... Pô, isso é muito foda. O Luiz Melodier era teu parceiro, assim? Pô, parceirado. É mesmo? Melodier, pô. Frequentou a minha casa.
Naquela época de... Maria Beté... Gal Costa, quando tava começando... Eu morava numa... Eles foi encontrar lá na casa do lado. A gente via ali na porta ali, olha o time, que é Caetano. Cara, berço da NBB também. No Estácio, no Estácio. Rua pessoas de barro. Meu pai tinha uma casa no 23 e a casa de 25 era do meu pai. Então era colado numa na outra. Cacete. Porque a minha cunhada morava... No 25 e eles iam pra lá, pô.
Lembrando a letra, que o Odinha nasceu o menino desse, o São Carlos, o Osaguinho. O Melodinha é fera, o Luiz Melodinha é foda. Bravo, bravo. E aí, depois do carnaval, aí é muito legal, né, isso? É postagem no Instagram do Gilberto Gil.
Ele, o Cissa, abraçados. Do Gilberto Gil, não é do Cissa, não. O Gilberto Gil postou um conciso. Eu fui tirar uma foto com ele, ele pediu, posso tirar uma foto? Ele me pediu pra me tirar uma foto. Gilberto Gil, é? Tinha uma foto. Aí, que legal. Isso aí, foi uma feijoada. Aí ele falou, vamos tirar uma foto, mestre. Deu parabéns. Inclusive, a esposa dele, não esqueci o nome dela, uma simpatia de pessoa. Gente, porra. Aí ele tirou foto, ele mesmo postou, né?
Mas, cara, os artistas não são... Aí eu fiquei assim, pô, eu tô importante pra caramba agora, tá vendo?
Eu fui na feijoada onde eu tinha fera lá. É, eu vi a feijoada. Eu nunca tinha ido lá, né? Mas o dono lá me convidou, fui lá a Tani, vocês conhecem a Tani que está na Tijuca, vocês foram me buscar, aí o Catagland estava lá, o pessoal do standar estava lá, o pessoal da empresa, foi muito bacana aquela feijoada. Sensacional, cara. Aí sentei, me senti lá, entendi lá, perguntando, conversando, aí Tarciso estava lá também, Priscila e Rodrigo.
A campeã tava presente, né? Tava um monte pesado lá. Cara, mas eu acho isso. Eu falo muito isso pro Gabriel, Davi, quando vem aqui. Aliás, a gente tá convidado, hein, Gabriel, pra voltar, né? É assunto, hein, Gabriel. É assunto.
Já vamos perguntar as opiniões do Marcelino. É lógico, é lógico. Mas eu falo isso, o artista do samba, isso que aconteceu com o Cissa, foi tão necessário, acho que vai ficar na história, porque é um artista que merece ser melhor reconhecido, né Marcelino? Você tem cantores espetaculares, tem os mestres de bateria, que é uma arte única, eu acho, né? Que é uma questão do ritmista, né? Você é músico ou não? Sou ritmista, né? Essa é a parada.
Então, assim, os artistas do samba, eles são artistas da música popular brasileira, cara.
Por que o artista da MPB é do caralho? O Matheus cita isso muito com... É mais lindo.
O Arlindo tem que estar ali no bolo do... Não é que o Djavan... O Chico Buarque, do Djavan, tá ligado? Não é que o Djavan não seja gênero. Ele é gênero também. É, pô, mas o Arlindo é igualmente, né, cara? Acho que tem que ter isso. Agora, Marcelinho, queria que você falasse, porque a gente trabalha muito com futebol, a gente sempre fala sobre gestão aqui, toda hora. Gestão. Hoje, mais cedo aqui, o presidente Rodolfo Landinho esteve aqui, né?
Sim. Por exemplo, falou muito sobre Flamengo, gestão do Flamengo, questão profissional e tudo mais.
Cara, a gente olha pra viradora e já tem a certeza que a viradora vai brigar pelo título.
Começou o carnaval. Tá hoje aqui. Hoje é o quê? Já estamos vindo pra abril, né? O virador vai brigar pelo título. Essa certeza... Porra, eu sou de Niterói. Matheus mora do lado da quadra. Os meus pais são os maiores frequentadores do ensaio do Amaral Peixoto na história. Assim, fui vários. Meu irmão é fanático o virador. Toda hora ele... Porra, se o Marcelinho for lá, me traz uma camisa. Tá bom. Então, assim, a gente que cresceu em Niterói...
Primeiro que lá atrás, na minha infância, não era assim. A viradora não era uma gigante.
Ali nos anos 90 começa a ser, né? Com o Joãozinho 30, Dominguinhos e tudo mais. Passa um tempo, porra, a Viradouro cai e fica um tempo sem subir e tudo mais, assim. Cai no nível de quase enrolar a bandeira. O que é determinante na sua gestão pra você... Que agora, de fato, assim, diferentemente dos anos 90, onde a Viradouro chegou a brigar, a Viradouro hoje é uma gigante, a potência do carnaval. É a escola que todo mundo sabe que todo ano vai brigar.
Como é que sai desse lugar de não ser uma escola lá, de trás, tudo mais tradicional, pra ser essa potência que é, que eu acho que hoje é a potência do Carnaval do Rio. Cara, eu acho que eu nem tenho essa real noção dessa resposta...
precisa, que eu acho que isso só vai acontecer quando eu parar. Quando eu digo eu e meu pai, assim, né? Porque a gente foi vivendo muita coisa e trazendo muita coisa da nossa vida extra carnaval, nossa forma... Eu tenho, por exemplo, a parte competitiva. A gente tem uma vida atrelada ao futsal, por exemplo. Então, disputávamos tudo numa coisa...
muito empenho e tal. Então isso gera um espírito ali competitivo na bola, claro, de performar. Um hábito de performance, excelência, de busca e tal. O cara é uma referência na minha época do Sul. Mas o carnaval, obviamente, não é igual um esporte e tal. Então tem uma série de diferenças. Eu acho que foi...
Uma junção de coisas, um pilar. Eu sempre separo na escola dois pilares, que é o institucional e o competitivo. Tem horas que eles estão juntos, mas eu acho que... Explica pra gente, sim. Institucional. A escola estava, porra, fodida completamente, assim. Então, comunidade sem respeito, fora da escola, a quadra caindo aos pedaços. Então, o primeiro... E a gente conhece bem a Viradouro, né? Desde sempre.
Então a primeira coisa foi trazer as pessoas de volta, trazer a energia de volta, trazer o sentimento de respeito de volta, trazer uma liderança guiada pelo exemplo. Então você não tem nada que seja mais fácil e mais forte para alguém acreditar em você do que você de fato ser um exemplo daquilo que você está pedindo.
isso é a parte institucional institucional, então isso envolve até obras físicas, pode ser um pintar de uma quadra, no caso da Viradouro era além disso, porque nem a Cuba da Pia tinha aquela porra, então são obras estruturais são obras físicas resgate, eu acho que a gente trouxe
eu e meu pai, muita credibilidade das nossas pessoas físicas, vamos dizer assim também, que também dá aquela parte chegando, é com a gente. Então, quem já acreditava, ou quem já conhecia a gente na cidade, também falava, pô, o pessoal é de respeito, o pessoal não vem pra brincar. Então, eu acho que também já havia aquela afinidade de ideias, a volta do Instituto.
que se tornou o Instituto Viradouro, que era um projeto muito reconhecido na época do Monassa, então de assistência social e de cuidar, enxergar a escola de samba como um polo cultural e social. A volta da escola Mirim. Porra. Então tudo isso foi dado um reforço institucional.
Quando a gente trouxe o Cissa de volta, por exemplo, era maior do que trazer simplesmente o quesito. Era também se conectar a um outro momento de glória da escola, um momento onde ela havia, talvez não tenha vivido esses tempos auros de liderança do ranking, como é hoje, de ser a escola, ou, por exemplo, tido por duas pessoas, não por nós. Mas, de fato, ela era muito sólida. Muito sólida quanto à instituição. E fora isso, aí sim, uma forma diferente que a gente trouxe.
acho que em alguns aspectos até pioneira de enxergar a competição. Uma montagem de time muito forte. É isso. E uma maneira de competir diferente, que aí é a nossa fórmula da Coca-Cola, né? A gente não tem como ficar... A gente tem uma maneira de lidar ali dentro e de disputar e de defender e de buscar fazer isso que a gente vem fazendo ano após ano. Então, eu acho que foi essa separação. O institucional e o qual é a palavra? E competitiva.
Competitiva. Um reforço, uma repaginada institucional, se reconectando ao que ela tinha de melhor e trazendo novos elementos também. E competitivamente sendo, entre aspas, agressiva na busca por profissionais de excelência e, mais do que isso, na busca por um sentimento comum de que a única estrela da escola é a própria escola. Isso é claro. Quando ele fala da nossa forma, por exemplo, todos os profissionais são tratados com esse respeito e carinho da sua função, mas há um bem comum.
a um bem comum. Isso no sistema é difícil. É, mas isso... A gente tá falando das vaidades, né? Isso é complicado. Mas isso eu sou muito firme. Eu, quando eu digo escola, não quero ninguém aqui achando que é rei. O tabuleiro da viradora só tem peão. Só tem peão. Não tem rei. A única pessoa insubstituível na viradora é o meu pai.
O resto, meu irmão, ninguém. Me incluo. E isso não torna ninguém menor, muito pelo contrário. Então, todos os profissionais da escola, eu faço questão de dizer a importância que eles têm aqui. Mas nessa nossa maneira de fazer...
A escola tem que estar em primeiro lugar. Isso é muito bonito no discurso, mas no dia a dia isso nem sempre acontece no carnaval. Então a gente às vezes vai ter um estresse, às vezes a gente vai ter, mas quando você tem o bem da escola, ninguém nunca vai questionar isso. Então quando o lado pessoal não supera o lado coletivo, se a pessoa não gostar também é um direito dela, mas não vai ganhar força aqui, porque a virada está em primeiro lugar. Então...
Acho que é isso. Em parte institucional, uma montagem de time de excelência, porque também posso contar toda a história do mundo. Eu posso ser até um cara que tem algum conhecimento ou seja bom em gestão, mas eu não faço comissão de frente. Eu não faço bateria, eu não canto. Tem uma pessoa que o Cissa sabe, importantíssima nesse contexto, que é o Alex, que eu chamo de 02 ali. Meu pai não conta, eu chamo de 00. Então o Alex ali está nessa parte estratégica, tática da escola também.
a escola sempre teve pessoas muito capazes, com condição, né? Então, tivemos uma mudança esse ano, e não é só porque a minha mulher é a Marcela, mas, pô, fenômeno, né? Dança muito. Então, quando a gente teve uma mudança, o nosso casal saiu, entra um casal com muita qualidade, né? Para defender o pavilhão da Viradora, formando um novo casal, que é a Marcela e o Felipe. Então, assim, a escola tem profissionais qualificados para estar ali, mas mais importante, como eu disse, do que isso, é...
não tem ninguém pra ser o protagonista sozinho. Todo mundo faz parte de um time vitorioso. Porque se ele... Imagina alguém chegar hoje e falar, pô, eu sou foda.
Aí olha, pô, calma aí. Peraí, pô. Aí quando olha pro lado é o Vander. Aí quando olha pro lado, pô, é Marcela. Quando olha pro lado é o Priscilio Rodrigo. O Felipe. Aí que você fala, peraí, pô. Aí quando olha pro lado é o Alex, porque toca a escola bem. O Jefferson Marquinhos, escola canta pra caralho, ensaia pra caralho. Tudo dá trabalho de harmonia. É isso que eu tô falando. Quem é o cara? Vocês podem me corrigir, assim. Você falou da... Pô, as duas coisas têm que andar juntas em qualquer âmbito, né?
que é a parte da instituição da identificação, o cara olhar pra viradouro, torcedor da viradouro, a comunidade de Niterói, olhar e falar, cara, essa parada me representa que isso aqui me representa. E aí você vai, pô, quando vê Cissa, esse ano foi o único, mas a Juliana, você olha pra uma viradouro do Dominguinhos, enfim, você olha, você se sente ali representado. Então coisas que não são pequenas, mas são detalhes, por exemplo.
A escola Mirinda Viradouro ensaia antes da escola do principal. O desfile Mirinda Viradouro é sacanagem. Não, então, ela desfila antes do principal. Então o cara que quer chegar na quadra e quer pegar um lugar melhor, ele naturalmente vai assistir a garotada ensaiando.
A garotada que vai se sentir prestigiada, não é em outro dia. A gente tem memória, eu tenho memória de criança. Essa questão da importância do ensaio na Amaral Peixoto, que agora vocês levaram o ensaio, aliás, levaram o título pra lá. Eu tenho memórias minhas, porra, moleque. Qualquer pessoa de literói tem, né, cara? Já foi alguma vez na Amaral Peixoto, ficar lá e tal? Minha primeira lembrança de carnaval é virador desfilando o sorriso na Amaral Peixoto. Então é isso.
Então, houve essa, por exemplo, nós, eu, meu pai, Monassa, e aí você tem ali, caramba, é uma história que eu já vi, que era interessante. Então, a viradora se reconecta com esse tempo, dessa força, e meu pai é um pilar fundamental nessa parte institucional. Não que não seja no competitivo, mas acho que na parte institucional é...
a peça-chave disso tudo. Então eu acho que foi cercar pelos sete ali, pelos dois. Identificação. E na parte profissional, agora me... me surpreende, não, me impressiona, porque assim, aí é cissa, porra, mais de bateria. A gente tem que falar das trocas. Então, vamos, por favor, cheio lá. Aí você tem Tarcílio... Desculpa.
Aqui na minha confusão, não falei só do Tarcísio e João Gustavo, nessa última fala minha. O João Gustavo, eu fiz um, também, a gente fez um podcast da Viradouro que eu chamei cinco irredistas do Carnaval e todos, em on, falam, o João Gustavo é o melhor que tem. Em on, os concorrentes. Não foi em off. O João não conta. E o Tarcísio, que só tem três títulos e seis de grupo especial. Só isso. Casal Segredo.
A comissão de frente ganhou o carnaval É isso Vander Pires É o maior do que eu tenho no carnaval Vander Pires Os meus também
O Vander Pires, inclusive, está em negociação pra trazer e até o negócio que... Até pedir permissão pro... Até pedir permissão pro Marcelinho que ele vai pedir mocidade. Aí ele vai ter que cantar o Marcelinho. E aí, pra completar agora, que é o momento que eu acho que muito se falou sobre outras coisas, né, Marcelo? Por conta da... Enfim, ser sua esposa, sua mulher, enfim.
Mas pouco se falou sobre a junção desse casal, porque assim, se anda na esquadra da escola, quem é a porta-bandeira mais brava? Marcelo Alves. E o Felipe era o... Como é que é o apelido, cara? Cara, eu não lembro. Menino de ouro, algo assim. É uma junção de talento que poucas vezes se viu. Claro, o que a gente precisa ali... Liga, tem que dar liga. Não, e primeiro, não são robôs, né? Então assim, o nível de exigência com eles tem que ser o mesmo do que qualquer um.
Então tem que ter um pouco de... Enquanto eu tô falando competitivamente, né? Mas assim, eu não tenho a mínima dúvida do tamanho e do potencial de que vai funcionar. Por quê? Soberba? De forma nenhuma. Porque a escola, ela é... Se você for ver o que a gente tá fazendo pra 27, a gente tá trabalhando mais, mais cedo, com mais vontade e com mais horas. Então assim, a escola, ela se compromete muito com as causas dela de trabalho.
Aqui não tem negócio de gogó. A escola trabalha pra caramba. A Marcela ensaia pra caramba, se prepara pra caramba. O Felipe da mesma forma. Então assim, já tá sendo preparado esse novo casal, né? Primeiro, talento não dá, os dois são muito talentosos, já são muito competentes, já eram muito competentes com seus antigos parceiros.
E é nítido, é tranquilo, é sereno, é fácil de observar que a dança vai funcionar. Agora é só ensaiar, trabalhar bastante, coisa que nunca vai ser problema para nenhum dos dois, nem para viradouro, porque eu tenho absoluta certeza que vai ser um casal de Mersalho e Porta Bandeira espetacular. Então, assim, estou muito tranquilo com isso. É só a paciência da maturação. Isso não vou nem dizer para fevereiro do ano que vem, não.
Em poucos meses a gente já vai conseguir ver essa liga sendo feita. E aí, de fato, é só os ensaios já com o samba do ano, e aí, de fato, coreografar, coisa que é um processo natural de qualquer ano, casal antigo ou casal que se formou agora. Mas há tranquilidade quanto a isso.
Quem foi na Marau Peixoto, em cima dele, no... No desfile campeão. No desfile comemorativo. Pô, eles tiraram onda, velho. Quem tava lá... Um ensaio. Fizeram um ensaio. Fizeram um ensaio no barracão. E por quê? Assim, é... Um ensaio, é? Um ensaio no barracão. A Marcela, ela é... É porque... Acho que as pessoas às vezes não sabem. A Marcela, ela só não tem mais tempo de grupo especial que a Selminha. E eu tô falando por um ou dois anos.
Então, a Marcela faz, em 2027, 30 anos ininterruptos de primeira porta-bandeira do especial. Do especial. Fora o acesso na Lins. Então, a Marcela, acho que tem 33 anos como primeira porta-bandeira. E a quantidade de nota 10 em sequência é um negócio... Então, assim, é muito tempo. Eu acho que só a Selminha das portas-bandeiras tem mais tempo que ela.
Então, assim, as pessoas às vezes acham... Não, ela tem já uma bagagenzinha grande de carnaval. Então, e o Felipe não tem esse tempo todo, mas por quem vive carnaval sabe, o Felipe é um fenômeno ali. Ele é um cara muito talentoso. Ele tem uma veia artística.
que é notório e você via nas performances, por exemplo, ele fazendo o enredo do Ney, que era muito legal de assistir, porque ele conseguia botar aquele molho, aquele tempero do Ney em algumas expressões do rosto, em algumas formas de movimentos, e sem perder a essência. O riscado, o cortejo, o bailado. Então, o grande barato do Felipe é que ele consegue, na minha opinião, ele consegue botar o tempero certo do artístico.
sem descaracterizar a modalidade. Então ele consegue ser excelente nas defesas da modalidade e botar também aquele molho que ele tem ali. Deixa eu mandar um abraço pra ele, que é um cara muito legal, que eu gosto muito, Felipe. É um cara do carnaval, figuraça. Não é um dos maiores memes da história do carnaval. É carnaval.
e aí é aquilo tudo, e aí eles chegam nesse ambiente como eu te falei, né, quando olha pro lado porra, os dois chegaram assim tal, né, caramba, eu tenho também minha bagagenzinha tal, mas é e é muito legal porque eles chegam assim felizes por caramba
olha o nosso time aqui. Eu vou dividir a atenção com muita gente. Então, assim, porra, é focar no meu trabalho, ensaiar bastante, trabalhar bastante, porque todo mundo está fazendo isso e a gente tem plena convicção de que o coletivo aparece. Esse ano, uma das coisas que eu ficava até aí também, já entra o lado do ser humano. Claro. Que eu ficava meio puto. Eu falava assim, virador, não sei o que. Eu falei, primeiro, estão de respeitando o meu enredo. Segundo, porra, olha o meu histórico aí.
Pô, o cara... Eu acho que hoje eu consegui um direito, desculpa falar, do carnaval como viradouro. Eu preciso... Eu tenho direito ao benefício da dúvida, não tem? Tem. Pelos últimos... Porra, viradouro vem parar. Pô, meu irmão...
Então assim, você pode até não acreditar, mas me dê o benefício da dúvida. Pelo menos desse lugar. E não vai dar, eu falei. Aí me provoca num lugar que eu falo assim, pô, cara, primeiro, segundo, terceiro, segundo, primeiro, segundo, terceiro, quarto, uma vezinha, deu crise mundial lá no Interói. Quarto foi, pô, mas tem que ver o Malunguinho lá. Sem revolta. Não, assim, na boa, né, claro. Mas a gente falou, cara...
erramos, erramos, erramos, porque a gente perdeu muito ponto do que a gente vinha acostumado. Mas é uma visão sem engessamento, bem sambista, né? A gente chegava assim, e eu falei do Alex, por exemplo, o Alex é um cara cria da Portela, né? Então é aquela coisa bem samba, bem tradicional. Então a nossa maneira também de conduzir, a gente acaba absorvendo um pouquinho dessa bagagem dele também, de não virar uma coisa meio engessada.
Então, é, mas não, não. Não, não é isso, não, não. É pezinho no chão, samba, né? Então, quando você tem essas figuras... Mas não passa isso. É, então. Isso que é fantástico, assim, nessa questão da verdade. Eu acho que esse enredo, ele atestou isso, né? É. Ele acabou. Então, assim, ah, não, emoção. Foi samba, né? É a essência mesmo. Não é a banda marcial, é samba, né? Samba com organização. É, escola linda também. E emoção. E praticamente a escola estava muito bonita. O Parcísio tirou onda. Tu falou do leão aí, né? Porra.
Porque abrir aula é pra falar a história também. Alô, presidente da Estácio, qualquer 500 mil aí você leva esse leão. Já tá prontinho. Já tá prontinho. É só pegar, botar no caminhão, que ele... Ou vai andando, quer pé? Não falo, você só pode até... Mas o leão da Estácio mais bonito que esse leão aí é difícil. Difícil. Ah, é difícil.
Foi bonito. Foi bonito. Ah, verdade. Se leão aí, mano. E pra rugir? O orçamento. Pra rugir foi... Caro pra... Caro pra caralho pra rugir. Chegou lá o... Meu irmão, pra rugir é tanto. E o trem caipira pra pitar é tanto. Agora... Caralho, meu irmão. Sabe o que é interessante? Quando anuncia o enredo, eu ouvi de muita gente... Que negócio, né? Primeiro que tinha muita gente duvidando...
da capacidade do enredo de ser campeão do carnaval isso aí é notável vocês ouviram, eu ouvi muita gente falando assim porra, viradouro vai tirar o pé
Eu ouvi algumas pessoas falando assim, pô, esse enredo do Cissa que, pô, vai tirar o pé, vai segurar financeiramente falando e tudo mais. Mas aí o Marcelinho já deu a deixa que, primeiro, o carro da... Não, o carro da bateria, que é complexo pra falar. Aquilo deve ser uma estrutura completamente diferente de um carro habitual.
E assim, a gente vê um desfile completamente diferente. Ex-tomento. Completamente diferente do Arrobo Boi, que a gente repercutiu bastante aqui. Totalmente diferente. Rosa Maria, né? Rosa Maria, totalmente diferente, mas ainda assim... Rico. Rico. Rico, mas dentro da proposta. É o carnaval, diria, da história da Viradouro. Sem entrar no mérito, melhor desfile. Mas é o mais estruturado. É o mais robusto, mais caro.
Não queria falar mais caro. Talvez seja. Talvez seja o mais caro. Mais estruturado. Eu acho que estrutura de carnaval, a gente nos últimos anos vem fazendo uma coisa bem legal. Acho que a gente teve uma sinergia maior esse ano do que o Malunguinho. Não estou falando plasticamente. Como desfile, sem dúvida, né? Mas estou falando plasticamente também.
Mas acho que sim. Acho que foi... E até como uma estratégia também era não deixar, exatamente pela simplicidade do nosso homenageado, não deixar que as pessoas acreditassem que viria uma coisa, em português, claro, pobre, né? De falar assim, caralho, vai vir mais...
Então, assim, um ponto também que a gente levou em consideração foi dar todo o carinho e forma até de luxo nas fantasias, de trabalho, de requinte, de detalhe, que o homenageado merecia pra que não houvesse dúvida. Agora, aquilo que você falou do tirar o pé é o que eu tava falando aqui. Pô, quando que eu tirei o pé? Por que razão nesse planeta você vai achar que a Viradouro vai tirar o pé? Isso não exige, eu não vou tirar o pé em hora nenhuma. Cara, olha só, eu não sou obrigado a estar aqui.
Tô aqui porque eu quero, porque eu amo estar aqui. Meu pai não é obrigado a estar aqui. Então, assim, quando eu não quiser mais, cara, o outro assume. Claro que eu não vou deixar ninguém jogar fora o trabalho que eu achei. Mas, assim, se eu perder o tesão...
Não contem nunca com isso. Eu vou perder, vou ganhar, competindo na bola, com respeito, com carinho, mas sempre fazendo o meu melhor. Eu acredito muito em absolutamente todo projeto que a gente bota na Avenida. Então, para 27...
que já estamos aí... Então, assim, se a vida é um enredo... Então, assim, a gente tem... O enredo tem que saber antes do próximo enredo, né? É, será? Tem algumas possibilidades... Revelou o enredo, sensadores a missão. A gente tem algumas opções aí, e graças a Deus, todas as opções me atendem perfeitamente. Agora, de fato, é uma escolha. Acho que a gente conseguiu...
Duas excelentes opções, né? E aí fica aquela coisa. O outro aqui, o Alabê. Falei, gente, o Alabê é a história de sempre. Todo ano pode ser. Mas não é modo de... Não, pode ser de verdade, real. Pode ser. Todo ano. Esse ano, bastante, porque eu mesmo falei... Há um ano atrás você falou que podia ser. Que foi ele. Não, e eu já falei o seguinte. Mas aí é que aparece, né? O almoço apareceu. E aí eu falo que... Eu acho que o Marcelinho tava aqui conversando com a gente, tava olhando pro lado assim. Sim, sim.
Eu acho que, cara, o Alabe é uma... Alabe é foda, mas tem outras histórias também maneiras. Então, a gente tá botando agora tudo isso aí... Vamos falar no papel, né? Pra gente, de fato, escolher. Mas o... Outra pergunta. Nova rende bateria da comunidade ou não? Sigilo absoluto. Já está escolhida, já está escolhida. Já está escolhida. Já está escolhida. A escola já tem rainha.
A escola já tem rainha. A escola já tem rainha é uma frase complexa. Entendeu? A escola já tem rainha. Por quê? Porque já escolheram? Se ele falasse, já tinha escolhido. E é. É verdade. Eu matei, eu acho. A escola já tem rainha. Acho que eu matei. Paulinho, acho que eu matei. Eu acho que eu matei.
Estamos no Mestre dos Magos. Apareceu. Era isso? Era isso. Era isso. Cara...
Ou eu quero... Enfim, vai falar mais alguma coisa. Não, não tem. Porque enredo é muito amplo, né? Enredo é... As opções são. É isso. Tá respondido, comunidade? Ou não? É. Acho que sim. Seguinte, ó. Mando... Daqui a pouquinho eu vou ler o superchat. Primeiro, Marquinho Passos. Porra, tá atrapalhando aqui, ó. Marquinho Passos. Marquinho Passos mandou. Porra, esqueci que o Cissa tava aí. Eu tô ligando pra ele. Desculpa, pessoal. Ele mandou coraçãozinho. Não, TV Passos. Tamo junto.
Não, mas tá aqui Marquinhos Passos. É o próprio, TV Passos. Como é que é o nome dele? O nome dele é TV Passos na bateria. TV? TV Passos. Boa. Que tem um dos melhores... É que ele falou que tava ligando pra você. Ah, me ligando aqui, eu chamei de TV Passos aqui de novo. Tem um dos melhores podcasts de samba que existem. Inclusive a gente tem que ir lá.
Vamos lá, na hora. Até porque a direita... Eu queria até perguntar sobre isso, Cissa, porque você, a gente falou aqui, você fez comissão, participou de apresentação de casal, enfim, além de comandar a bateria no final do desfile, mas a rapaziada ficou...
Ficou comandando lá seus diretores. Eu queria saber sobre isso, porque eu encontrei com o Carvalhal no dia do desfile. E aí, no dia do desfile, ele falou, agora não tem mistério. Eu falei, vai ser isso, isso e isso. Eu falei, vocês são malucos. Mas é... É verdade, mas você não tá errado, não. Vocês são malucos. E aí, cara, eu queria saber, você falasse um pouco sobre como seus diretores comandaram aquilo tudo. Porque eu, pô, frequento a quadra em dia de ensaio.
Eu sei como é que o trabalho dos caras é incansável. E a nota veio merecidamente, né?
É, trabalhado, tem uma equipe de trabalho boa, né? Mas aí a gente escolhemos o Juan pra ficar na frente da bateria e o Marquinhos ali. E os outros diretores de bateria estavam na cozinha mesmo, né? Mas o Juan e o Marquinhos comandaram... Marquinhos e Xereca. Marquinhos e Xereca. Porra, Marquinhos e Xereca. Tínhamos que falar de Marquinhos e Xereca de novo aqui. Porra, ele chega, ele chega.
Gente boa pra caralho. Um dos melhores apelidos, pô. Marquinho Xereca. Marquinho Xereca, gente. É. Quando eu falei isso ontem, ele tava lá em Curitiba comigo. Marquinho, tô pensando que eu te conheci aí, pô. Marquinho Xereca, mestre Xereca.
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O Marquinhos, como tá com ciência há muito tempo, ele é passional pra caralho. Aí a gente, às vezes, tentava falar uma coisa mais assim e ele chorava, né? Puta que... Marquinhos, caralho. Chorou muito. A Viradouro... Qualquer coisa que a Viradouro fazia... Desculpa, mas... Nada que a gente... É. Apresentava o vídeo e tal, o Marquinhos chorava. Aí a gente ia ver, falou assim, vamos virar essa chefe aí, gente. Carnaval, né? É, porque vale a gris. O próprio mundo samba tem...
Mas brincadeira que a gente fala de bateria de escritório, são baterias que tem muita gente que não... A bateria da viradora é da viradora. Então, assim, era também um desafio segurar a emoção no dia, porque ele chora... Gente, caralho. Porra, vai desafiar. BPM, aquela porra toda, tem que subir em carro. E a gente falou assim, cara, eu também me preocupava com isso, com a bateria dispersar.
De estar ali, porque a maioria, muitos ali tem ele como ídolo de infância ou de adolescência. Primeiro instrumento. Puta, tinha essa dificuldade mesmo, galera. Emocionar isso aí. Cara, bateu uma porra de tatuagem, o caralho. Choro, copioso. Choro mesmo. Choraram pra caralho. A gente foi toda tatuagem com aquela fase do samba. Muita gente fez aquela tatuagem. Se eu for morrer de amor, que seja no samba. Muita gente, muita.
É impressionante, as pessoas mandam pra mim. Isso aí de sensibilidade. Mas falando dos diretores, né? Poxa, os diretores são de qualidade. Temos o nosso Juan lá, Fera. Sim. Marquinhos também coloquei lá. O Marquinhos Passos, o TV Passos, né? Os outros diretores também. Vinícius, Leandro, Romildo. Pestá. Matheus.
Munique, Luiz Chucar, Mauro da Cueca, uma equipe boa, Ana Beatriz. Trabalharam bem pra caramba esse ano. Foi muito bacana. E foi tu lá atrás que inventou o carro, né?
Foi. 2007. Você falou, ah, mano, não tô aqui fazendo nada. Vamos entrar no carro. O que acha da bateria subir no carro aí? Foi ele e o Paulo Barra. Foi o Paulo Barra. Foi o Paulo Barra. Eu desfilei naquele ano, mas não fazia parte absolutamente da gestão. Foi o Paulo Barra. E em termos de nota não deu bom, né? Paulo Barra que esteve no desfile do Cozinha. Em termos de nota não deu bom na época. Não, não deu bom não, porque... Teve um probleminha lá no final lá.
É, coisa que o jurado vai enxergar, né? A gente não enxerga, mas eles enxergam, né?
Não foi tudo 10, né? Não, foi um 9.9 e 3.10. É. Dessa vez foi tudo 10. Dessa vez foi tudo 10, graças a Deus.
Foi bem bacana a presença do Paulo Barro no desfile, inclusive. O Paulo chorava, meu irmão. Nunca vi um cara chorar tanto igual o Paulo Barro. E chorou no Amaral Peixoto. Chorou no Insight Tech. Ele chorava. Foi muito legal, né? Porque ele tava com aquele sentimento. Ninguém vai tirar isso de mim, isso que eu vivi, né? Tipo assim, aquela coisa. É, pelo que já aconteceu. Falando tudo assim, cara, grato, né? Grato à escola, grato a ele, grato ao momento de estar ali.
Foi interessante a forma com que o Paulo encarou. O Paulo passou pela declaração que ele deu, que aí começou a virar um debate muito grande no Carnaval, a relação que ele falou. E ele ficou fora do grupo especial, né? Voltou agora. Eu acho que ali, naquele momento, ele naquele lugar, né?
relembrando o carnaval do... que a bateria sobe no carro, 2007. Acho que aquilo foi muito forte pra ele, assim, né? As pessoas não podem apagar o que é o Paulo Barra pra história do carnaval. A minha visão é que ele passa a avenida refletindo e cai no show. Eu separo muitas coisas assim, né? A gente teve uma questão pontual, um desentendimento sobre forma, coisa que eu e meu pai tivemos com ele na saída dele, mas eu não sou nenhum louco, não vou nunca diminuir o tamanho.
Paulo, Paulo é gênio mesmo assim, gênio tá, o dia a dia conhecimento de carnaval poucas vezes eu ouvi então isso sim acho que tem que ser reconhecido
É, porque isso é um fato, isso não é uma opinião. Quem pode ver de perto sabe que ele realmente é competente no que diz respeito. O carnaval é cíclico, né? E às vezes a gente tem... A nossa mão não está boa para algumas épocas e tal. Isso não tem nada a ver com talento, nem capacidade, nem com a história do cara. Ele é um cara revolucionário, né? Ele falou assim, vou botar a bateria no carro.
Lá atrás ele falou, vou encher um carro de gente, botar uma porra aí. Os caras diferentes. O João, ele, Pamplona. Vou tirar a galera que tá atuando ainda, né? Com exceção do Renato Lage, que tá aqui, mas é um cara que a gente também tem esse lugar especial, esse carinho, né? Claro. De idolatrar. É, a Rosa já não tá mais entre nós. Mas assim, eu acho que esses caras, né? E atualmente eu acho que alguns aí vêm mostrando grandes trabalhos, né?
muita coisa envolve, né? Envolve a escola que você está, a estrutura que você tem para trabalhar. Então, a gente, normalmente, não é muito fácil a gente fazer uma análise profissional de alguém como o futebol, né? Às vezes vai ter um jogador ganhando tudo que é um jogador mediano, porque está no lugar certo, no time certo, na posição certa, com uma estrutura certa. Aí também é da estrela do cara, né? Pergunta. Pergunta. Mais três escolas no Carnaval. O que você acha?
É bom que você... É o primeiro presidente que vem aqui esse ano. É, eu gostei que você deixou por último, que aí se quiser azedar o clima, azeda por último. Não, não tem por que azedar o clima de forma nenhuma.
Vamos lá, tu é sambista. Aí quando você imagina essa cena, qual é a primeira impressão que você vai ter? Positiva. Eu quero ver. Claro que eu quero ver. É todo sambista que eu converso. Eu quero ver a UPM, eu quero ver a Estácio, eu quero ver todo mundo, eu quero ver no especial, eu quero ver Brilhando, eu quero ver a Escola Linda entrando na Avenida, encantando, isso é um movimento natural, legítimo. Os sambistas que eu converso têm uma reclamação de que tá durando pouco. E pra galera que frequenta o samba, tinha que ser...
A noite está durando um pouco. Pode ser. Isso também é questão de opinião, de entendimento. Eu sou um cara... É o que eu estou falando. Estou falando sambista. Agora o Marcelo sambista. Eu sou apaixonado. Se tiver 21 escolas como sambista, 40 escolas para mim é maravilhoso. Eu amo samba. Amo desfile escola de samba. Então, eu acho que a primeira... As pessoas seguiam muito de forma imediata por essa primeira impressão que causa.
imaginar que isso pode acontecer, uma UPM, uma empresa errada, uma estácia voltada. Só que aí, como a coisa do gestão e de pensar também assim, eu acho que uma mudança dessa tem que ser muito bem amarrada e estruturada. Isso diz respeito à ordem financeira, diz respeito a um princípio básico de qualquer competição, que é a isonomia.
Uma conta muito simples com 15 escolas, uma não ficaria na cidade de Samba. Fora os outros dois barracões que não estão sendo usados. Mentira, estão sendo usados pelas escolas. A gente guarda, porque esse modelo nosso artístico desse nível alto, ele já é usado, os outros barracões. A gente divide de forma justa e honesta, combinado tudo dentro da casa. Então, eu não sou contra nenhuma ideia.
agora, tudo rápido para ontem assim, eu não acho que sugere necessariamente frutos positivos de imediato. Então, se você for ver assim, por exemplo, mas a Prefeitura do Rio garante que proporcionalmente ela subiria, então resolvi uma parada.
Tá, mas e o barracão, como eu falei? E como é que vai ser pós-sorteio que a gente vai fazer agora? Outra coisa, e os patrocínios privados ou de outros órgãos públicos? Eles também já falaram que vão aumentar proporcionalmente. A gente vai diminuir o valor por escola? Isso artisticamente é interessante? Como vai ser encaixado esse modelo? Então, eu não sou contra absolutamente nada. Eu só sou a favor de tudo, porque a gente não está corrigindo um problema.
Está lindo e está funcionando como está. Outra coisa é se você tivesse um problema que a gente estivesse agindo aqui para corrigir. Outra coisa é uma ideia de mudança para pegar algo que é legal e que a gente entende que pode ser melhor. Então, dessa forma, eu acho que a gente não pode fazer um movimento que ele possa ser muito legal por um lado e deixar brechas do outro lado. Então, eu acho que o legal é conversar mais um pouco.
Amadurecer. Então, eu acho que, por exemplo, para 27, a gente aprova o regulamento no ano anterior.
Mudando de forma mais gradual, de repente. Não sei se gradual, mas uma forma que seja além do... O que você acha de ter não sei o quê? Como sambista, eu quero que tenha 50. Como presidente da Viradouro, eu diminuiria o dinheiro por escola. Ah, mas isso foi pelo bem do todo. Beleza, mas vamos discutir isso aí. E estou falando de discutir, não é ficar 100 anos, não. É fazer contas básicas. E esse princípio que eu dei? Imagina, a isonomia. Uma escola está fadada a cair.
dessas que sobem, como é que já é tão difícil ela ficar? Como é que eu vou, praticamente, eu vou botar ela num outro lugar? Com uma outra estrutura? Como é que seria isso? Entendeu? Aí ela, de repente, concorda. E se novembro ela fala não tenho condição de disputa? Sei lá, mistério público, vou num...
concordo, não tenho. Como é que eu vou disputar com uma viradora? Como é que eu vou disputar com a Beja-Flor? Como é que eu vou disputar com a Mangueira? Eu não tenho condição nem estrutura física pra isso. Então, eu acho... Física de pessoal, é muita folha da escola. A pergunta sobre o que eu acho, lembra que eu falei de Spilá? Eu não consigo fazer uma resposta... Assertiva-se. É, porque o sambista Marcelinho quer ver a Estácio no grupo especial?
Claro. O sambista Marcelinho quer ver a UPM no grupo especial? Quer ver o Império Serrano? Quer ver a União da Ilha? Claro, tenho amigos. Agora, o presidente da escola acha que é um estalo de dedo e a gente tem uma ideia, vamos embora, já tira tudo, empurra os carros, bota tudo no meio da cidade de Samba, a outra fica em outro lugar, diminui o dinheiro e foda-se, vamos pra cima.
Eu não posso falar isso. Isso seria, na minha concepção, não seria uma coisa que eu conseguiria falar. Pô, eu acho que é uma mudança sólida, pensada e construída. Porque eu acho que a Liga tem 40 e poucos anos ajustando modelos, e eu acho que o modelo atual, ele tem, por exemplo, eu particularmente esse ano, uma conversa nossa interna lá, eu fiquei pensando, será que o intervalo ficou longo quando a gente esperou acabar? Mas foi uma tentativa justa, de não... Não...
não deixar a avenida sem som hora nenhuma, né? Porque quando você já começa outra, você tem que desligar o som. Então, assim, foi uma tentativa. Mas, de repente, o visual ficou muito... Mas, cara, isso faz parte. São coisas que a gente testa. É uma coisa que a gente pode pensar em corrigir? Pode diminuir um pouco o intervalo? Talvez. Será que todo mundo pensa dessa forma? Vamos trazer. Será que nesse modelo encaixaria mais tempo? Não sei. Eu só acho que...
Esse modelo estalar de dedos, muda tudo e vamos para cima, talvez tenha benefício de um lado, mas talvez gere algum tipo de prejuízo, seja artístico, financeiro para as escolas e, consequentemente, para o espetáculo, que a gente depois...
que corrigir isso que gerou. Então, essa pergunta vai ter que ser dividida. Eu, como sambista, amo a ideia disso. Eu, como presidente e como diretor da Liga e tentando levar para um lado estrutural e responsável, eu acho que isso tem que ser amadurecido e não é do dia para a noite, muito mais para 27. Mas eu não mando em nada. Eu sou só presidente da Viradoura, diretor da Casa. Sou só dando uma opinião.
que se um dia também eu tiver argumento, eu não vi o projeto, se um dia também eu tiver, ler, e eu entender que tenha bons argumentos, como o capitão uma vez conversou comigo, a gente estava conversando, falou, sabedoria é mudar de opinião. Então a gente também pode mudar. Hoje, com as ferramentas que eu tenho para ver, para analisar, eu acho que a gente não estaria fechado numa ideia muito segura de uma mudança nesse comportamento assim, rápida para 27.
A galera ameaçando protesto aqui depois do papo da rainha de bateria. Ah, tá. É, mas é... Se não for uma escolha. Se não for o caminho. É, tá. Nem vi, nem vi. Seguinte, ó. Pergunta importantíssima. Mas assim, tive uma ideia. Desculpa, Bruno.
Se a rainha agradar, foi a presidência. Aí se for uma meia ninguém gostar, pô, o Mestre Bateria, porra, que botou a rainha lá. Foi uma escolha do enredo do Mestre Bateria. E eu vou falar assim, que é Natu, não me desmente não. Pergunta importantíssima, Carlos Marinho. Mestre Cissa acredita no Renato Gaúcho e no título da Copa do Brasil? Agora vamos falar do que importa. Vamos falar agora do que importa.
Não, e tá... Tu já foi expulso do Vasco? Já foi expulso do Vasco? Já foi, já foi. Como assim? Já teve isso? Já foi expulso do Vasco. Já teve retirado? Teve um... Pode falar o quê? Claro. Conta, pode só. Você hoje é amado e tá lá idolatrado hoje. Eu tô só propetado do Vasco. Então, eu fui lá pagar uma... A mensalidade lá, acertar a minha carteira lá. Aí, o Vasco tava voltando de...
Foi um rebaixamento aí. Um deles. É, foi um deles lá. Eu tava tão puto, meu irmão, que eu... Não precisava disso. Eu falei, cara, mas o cara falou assim pra minha inserção. Pô, o goleiro do Vasco, que era aquele Uruguai, que eu chamava ele de mão de manteiga, né? Martins Silva. Martins Silva. E tinha um zagueiro que foi pro... Quem se achava o back-reball. Bom, tinha um zagueiro aí, tinha um zagueiro aí, né? Eu vou botar um zagueiro também.
Quem se achava o back-reball do futebol, ele, que foi pro Palmeiras. Vem da base do Vasco. Boa!
Luan, Luan. Luan. Aí eu fui ver um Vasco Curitiba no Maracanã, o cara a 20 metros atrás dele, ganhou a bola dele na corrida e fez o gol, o Vasco foi pro rebaixamento. Aí eu tô lá vendo eles bater a bola lá, e falei, meu irmão, tu não joga nada, irmão. E tu não garra porra nenhuma, meu goleiro. E eu tô falando, tô falando. Treinamento rolando, tu vai. Ele está assim no cantinho, sem pé da social. Falar, acertar o sócio. Aí eu comecei, a martela aí, dá pra que o segurança, meu irmão.
O doutor tá aí, o doutor ali, eu falei, eu sou torcedor, porra. Eu posso falar o que eu quiser pra ele. Aí o gringo lá, aí começou a falar, me xingaram, eu falei, tem a mão de manteiga, porra. Não garram nada, porra. Então, você que poderia estar passando, senhor. O senhor não viu essa cena do Cissa discutindo com o goleiro do Vágio. Aí não fui mais lá não, não fui mais lá não.
Um de rebaixamento, né? Quatro rebaixamentos, foi? É, agora tem que contar, mas tem uma permanência na Série B. Pô, eu tenho dez anos de rebaixamento. São cinco anos de Série B. E esse rebaixamento eu fui no último jogo, foi Vasco e Curitiba no Maracanã. Isso. O Vasco jogou esse jogo, eu acho. É. Pô, esse back, o zagueiro, né? Eu chamei ele de back and ball e tudo. Você acha o back and ball? Tu joga porra de uma, irmão. Pô, tu joga nada, velho.
Aí, pô, aí pô, aí pô, aí pô, aí pediram pro Cisso ir embora. Alguém chegou lá pra fazer isso? Não, calma, porra, faz favor, você tira aí com o doutor. O que que tem o doutor? Eu sou torcedor, porra. É. Mas eu fui embora pra não arrumar confusão. Foi gentilmente convidado a se retirar do treinamento, né? É, chato, pacado. Porra, meu irmão.
Barrando e tal, caramba. Onde eu faço? Vou te manter. Eu narrei a final da Copa do Brasil, sendo do lado dele, pô. E tava lá no olho na cabana de Abrão. Goleiro do... Eu não posso falar isso porque ele é mestre de bateria da Mística. Mas goleiro, fica ali na frisa. Essa bateria é uma merda, hein?
Aí ele vai falar, sou trouxedor. Mas eu quero ver agora. Paixão, né, cara? Olha pra mim. Expulsa o enredo que eu quero ver. Agora tu vai arrumar a merda dele. Mas falando do Renato, o Renato acertou o time, né? Pelo menos, né? O time tá no meio da tabela lá. Mas não perdeu ainda o Renato? Precisa contatar um jogador de qualidade melhor, com camisa 10.
O time tá direitinho, vamos ver. Você tava achando um jogador do Vaxão, sabia que tava lá. Tem um mutano. Tem um negócio também que o... Já fizeram essas contas, né? Acho que quando o Flamengo é campeão brasileiro, a Viradouro ganha. Tem um bagulho meio doido, tá? Tem isso, é? Tem. É sempre um depois do outro, no mesmo ano. Tem um negócio aí. Tem essa parada. Tem um negócio, tem uma parada aí. Depois faz TV de casa. Tem o Viradouro é campeão.
Ó, o Viradouro foi em 2020. Flamengo foi campeão em 2019, não foi? Foi campeão em 2019, isso.
Foi 26, Flamengo foi 25. Flamengo foi 25, sei. Deixa aí, cara. E Libertadores também. Libertadores também, 19 e 20. Tem a ver, Cícero?
Não tem muita vez ou não. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990,00 pra CNPJ.
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Ô Marcelinho, vamos falar dos nossos patrocinadores? Vamos agora. Vou pedir pra tu contar um caos de carnaval, que pode ser desse ano, pode ser de outro ano. História maneira aí, de bastidores aí, que a galera não sabe. Vai pensando aí. É, vou pensar. Vai pensando aí que tem tempo. E quando vamos falar dos nossos patrocinadores? Porque a campeã do carnaval tá com a gente, né, Marcelinho? Exatamente. Temos que aproveitar. Seguinte, ó.
Ah, porra, vamos mandar... Dá outra vez que te mandou a pizza pra ele. Mandamos. Ou você só prometeu. Nós mandamos. É lá, isso não deixa mais ele entrar lá, não. Não. Mandava a pulseira pra ele entrar lá do lado. Pô, pô. Tá sabendo disso, né, presidente? Pode barrar.
Tá rolando aqui um escambo de pulseira aqui, ó. Ah, é? É. Eu tô vendo lá uma pulseira diferenciada. Daqui a pouco a toalha tem lá um... Bateria. Não dá nem pra ver o cara. Não dá pra você desperceber. Só a bateria. Eu já vou direto. Entrou na quadra, vai direto. Entendeu? A bateria é direto. Eu sei que vai embora. Até porque o esquema pra entrar do outro lado é mais complicado. A carteirada é charla, pô. Charla, pô de queda. Charla.
O cara tá liberado. O cara é o podcast do Cissa lá, porra. Podcast do Cissa. É o passe, o passe fica assim, o passe. Chegou o pessoal aí do podcast lá, do Charles. Já sei, Mark, calma, vou resolver. Aí pega as porcêas na final. Ah, denúncia, hein? Aqui, enche elemento, alô, viradouro.
Seguem, tá vendo, Paulinho? Forneirinho original. O Paulinho tá comigo na pulseira, porra. Exatamente. Forneirinho original. Vai o time, vai o time, Marcelinho. Eu ainda não fui, não é o bom. Vai o futsal que vai lá.
Mas ó, fica aqui até uma, pô, vocês já tem bagagem e network e amigos suficientes pra gente fazer um grande futebol aí. É verdade. Pô, aí do Charla, aí. Claro. Dos times. Não, vamos fazer o time na Copa Sérgio com a bateria da Viradouro sendo a torcida.
Bom, eu já botei essa ideia. E o time? Pode ser mesmo? A harmonia, a harmonia de som. Você pode convidar, por exemplo, o Milton Cunha pra ser o comentarista no seu... Pode, pode. Ficaria interessante comentando pra ter... Temos ideias. Tem coisas legais pra gente fazer ao vivo, hein? Esse uniforme é bafônico. É, essa transmissão ficaria interessante aí. É, porque... Cissa é o juiz. Sim. Eu acho que já não aguenta... Aguenta jogar, Cissa, não?
Não aguenta demais. Mas apita. Apita. Só botar a camisa do Vasco. Pô, o Cissa de juiz vai ficar fera. É.
Tá fora, meu filho. Tá fora, meu filho. Como é que é, Cis? Tá fora, meu filho. Ó, seguinte, forneirinhos de novo, vamos jogar pizzas para os nossos convidados. É, claro. Até porque tem forneirinho em Niterói? Tem forneirinho. Óbvio, pô, tá maluco. Tem alguns lugares em Niterói em forneirinho. Tem, tem. Caraí, tem região do Cerraca. Eu peço. Em casa. Aí. Então, agora é 0800, né? 0800. Porra. É, tá vendo? Sorriu, a vida sorriu. A vida sorriu, calma.
Forneira Original, melhor pincel que você pode pedir. Ela chega assim esfumaçando, foi embora, mas o QR Code tá aqui. Cupom charla10, 10% de desconto a qualquer pedido que você fizer. Tem em Niterói, beleza? Entrega em São Gonçalo? Entrega, pô. É só pedir que entrega aí. Show de bola? Tamo junto. É isso, Forneira Original. Fala aí, Paulinho, me ajuda. O Charla é Brama, pô. Tá maluco. Exatamente. E a Brama é a patrocinadora do carnaval, né? É claro. Você teve no camarote da Brama. Você também.
É isso aí, ó. Brahma e a parada é a seguinte. Sociedade Anônima da Brahma. Podia abrir essa parada pro carnaval aí. Podia. Fiquei a ideia, presidente. Olha só a parada. Vamos falar com eles. Ó, você compra a Brahma aqui no QR Code, no Zé Delivery. Zé Delivery. 10% do valor da Brahma. Por exemplo, a cara Brahma que o Cissa Stalats...
10% do valor vai pro Vasco. Exatamente, vira investimento pro seu time. E se... Vamos fazer isso aí, vamos dividir, né? Alô, Vasco? Meio amigo, meio amigo. E se você quiser pedir Brava Zero? Brava Zero, 20% do valor vai pro seu time no coração, é isso.
Escolas de samba podem entrar aí, é um projetinho aí. Olha aí. A ideia, é isso. Show de bola, Sociedade Anônima da Brahma. É a Sábia, o Charla é Sábia, o Charla é Brahma, beleza? Tamo junto, é a Brahma que tem as latas das escolas de samba do Rio de Janeiro. Sim. É um patacolado isso, né? E eu já tive o prazer de ter as latas douradas, porque o caminhão... É, mano, esse dia... O caminhão da Brahma vai com latas douradas... Para o campeão. E vai pra cidade do samba, aguardar... Eu vou lá. na learnt learnt learnt
Qual direção, de acordo com a apuração? Só é difícil chegar na Contorno depois que o combinator é campeão. E eu tô lá, né? Esse ano eu tô voltando, porque a gente agora tem o tour ali na Cidade Samba, né? No trio, maneiro pra caramba, tal. Aí, daqui a pouco, meu irmão, aí eu já comecei, né?
Final dos 10 eu já dei. Falei, vou abrir uma bramazinha tal pra Jair. É que tava muito tenso também, então ainda era pra tentar relaxar. Depois que a gente, graças a Deus, teve a vitória, aí naquele tri, sobe no palco, eu já tava... Já fui virado no girar, né? Já tava já. Aí tô lá, daqui a pouco falei, cara, tem que ir pra quadra, né, cara? Tem isso. Troféu, cerveja...
Aí tô chegando na quadra, obviamente pelos fundos da quadra pra ir pro palco direto ali. Irmão, porra de um caminhão. E dá. Aí eu... Eu não tava dirigindo, claro. Não tava dirigindo, porque eu tinha bebido, mas... Aí tava assim, eu falei, porra, buzina, tá aí buzina pro cara.
porta, pra incêndo, sabe? Era o caminhão da Brava. E eu, sai da porta aqui, cara, que é a entrada da escola. Aí eu vou entrar, eu falei, não vai não, cara. Não vai não, aqui não. Mas são as lágrimas douradas. Porque ali é perto de Leroy. Eu falei, cara, o cara tá louco, ele errou tudo. Ele vai fazer entrega de alguma coisa grande. Quarta-feira de cinza, porra. Aí quando virou assim, aquela prateleira, eu falei, é aí mesmo, cara.
E de Daniel. Sensacional. Então eu atrasei, desculpa, viradouro, por causa do caminhão. Lápias douradas entregues para a campeã do carnaval. É isso. Show de bola, Brama. Vai, Paulinho.
Sporting Bet é a patrocinadora do Charla Podcast. Olha o Chacolinho. É isso. Na dúvida melhor é Sporting Bet. A QR Code tá aqui na tela. Sempre lembrando a pós-esportiva pra você brincar, beleza? Não se comprometa financeiramente. Se liga nessa parada aí. Tu não vai ficar ricão. Só pra dar um molho aí na rodada. É entretenimento. Tem o Sporting Bet que vai com Charla para a Copa do Mundo. Vai para a Copa do Mundo com Charla. Graças a Deus. E hoje tem Campeonato Brasileiro.
Hoje tem Brasileirão, daqui a pouco, inclusive transmissão. Aposta nesse jogo aí. Apostinha boa. Neymar em campo. Santos e Remo. Santos e Remo no Premier. Eu narro, Betão comenta e o Charla tá na área. Tá querendo mostrar serviço. É isso. Tá querendo mostrar serviço. Eu tô preparado pra narrar uns três gols no menino Ney hoje. QR Code tá aqui, beleza? Tamo junto, galera. Sporting Bet. Paulinho.
Fechou, show de bola. Lembrou de alguma historinha pra terminar, Marcelo? Manda só um abraço antes pro Guto, o intérprete da viradora que tá nos assistindo, falou assim, mano, ligado aqui no charla do patrão, um salve pra vocês. Não lembrei de nada agora, assim, rápido, acho que o Cissa tem mais histórias aí boas de carnaval. Então conta um caos na hora que vocês voltarem aqui, porque o charla dá sorte.
Não é nada de outro mundo, mas esse ano o Cissa, ele desfilava na comissão de frente e voltava de moto. De moto, cara. Esse senhor, ao meu lado esquerdo, esse ano falou uma coisa muito simples, que quase não atrasou o desfile. Ele falou, foda-se, vou voltar pelo meio.
veio andando pela escola, estamos lá na bateria, o sol. Eu falei, então no rádio, cadê o Cissa? Meu irmão, ele não sai. Escola parada, o Cissa acho que chegou, tinha uns 500 minutos de desfile. Passou por todos os componentes. O que você foi fazer, cara? Me explica, que até agora não foi. Eu queria agradecer mesmo o componente. É, há 2.800 pessoas.
Muito obrigado. Eu sou o Cissa, prazer, muito obrigado. Muito obrigado por estar aqui. Fui caminhando, fui agradecendo, caminhando. Não, mas foi legal pra caramba. Foi emocionante aquilo ali. Demorou um pouquinho. Demorou um pouquinho, mas campeão pode tudo. Campeão pode tudo, né, Vaz? Pode tudo. E agradeceu 2.800 pessoas, obrigado. É, obrigado. Mais ou menos isso. Mais ou menos isso. Palmas para um enredo em pessoa Cissa. Cessa Cissa do Charla.
Eu já falei ao longo da entrevista, queria falar isso no ar pra você, que a maior lição que você deixou, que a gente tá precisando muito disso, cara. A gente vive num ambiente de comunicação que é lotado de vaidade, o samba é lotado de vaidade, tudo é lotado de vaidade. Cara, você deu a lição de que o cara simples pode ser genial e pra gente exaltar as pessoas mais simples, que eu acho que elas merecem até mais. Então fica aqui o que eu acho que seu enredo deixou de lição pra sociedade.
Obrigado às pessoas que estão assistindo a gente. Obrigado, presidente. Tamo junto. E aguarde a viradona ali que vem. É, já começou. Já começamos já, devagarinho.
Tamo junto. Até a próxima. A próxima, precisar, é só chamar. Agora, quando for lá, leva essa pizza. Tu não vai tomar uma bateria agora, não. Uma bateria. Não dá uma bateria, não. Ô, Paulinho, olha só. Uma bateria, pô. Uma malandragem hoje é entregar uma lá em casa e uma na casa do Cícero. Só isso. Só isso. Só isso. Tá certo. Entendeu? Pô. E outra coisa, bombou nas redes sociais, tá? É. O homem tá bombado, então. Vai fazer um forneiria lá mais tarde. É. É.
Vai entregar. No estádio e no interói. Show de bola, Mestre. Obrigado, tá uma honra. Obrigado a você, uma honra. Um dia de botar o Cispa pra comentar um jogo do Vasco com a gente no primeiro. Pô, foda. Pode me chamar que eu venho e martelar ele aí.
Ó, vai ser maneiro. Porra, boa ideia. A ideia tá aí. Presidente, parabéns. Também já disse aqui ao longo da resenha, né? É uma potência, vereador, graças à sua gestão do seu pai, então...
Em nome de Niterói e da galera que mora em Niterói, é um orgulho ver a Viradouro do jeito que tá hoje, assim. E a gente que cresceu, porra, tendo a Viradouro como parte da nossa vida, culturalmente falando, né? Então, parabéns. E tenho uma certeza, a Viradouro vai brigar pelo título de novo. Se Deus quiser. Eu que agradeço aí o convite. Acho que aquele samba fala bem, das cinzas voltamos, e acho que nas cinzas vencemos esse ano.
independentemente de carnaval acho que a viradora já é uma vencedora por estar vivendo esse momento agradeço imensamente o convite adoro vir aqui e podem esperar uma viradora ainda mais forte não vou tirar o pé então a gente vem de novo
Se a gente merecer e se o Papai do Céu abençoar de novo, a gente ganhar. Mas trabalho não vai faltar. Obrigado. As portas estão sempre abertas pro Charla. E... Com uma pizzazinha. E espero vocês lá em Niterói pra gente... Dia 23 tem Feijoada de São Jorge. Bom. Então, espero Charla lá. Todos mais que é convidados. Esse ano tem 80 anos na escola. Pra tomar uma bramazinha lá gelada. E reverenciar o nosso santo guerreiro.
Agradeço. Show de bola, cara. Coisa espetacular, Matheus. Como é bom não falar de futebol. O Rio é maravilhoso. O Rio é muito melhor.
rapidinho, tá? Vai ter o aniversário da escola, dia 23 de abril, né, Marcelo? Não, da escola é 24 de junho. 24 de junho. É, 23 de abril é a nossa feijada de São Jorge. E dia 20, eu vou fazer, dia 20 de junho eu faço 70 anos, eu vou comemorar na quadra da União do Vereador. Pô, esse aí é o... Mas eu vou, eu tô preparando uma data aí, tem que ir lá. Data FIFA, data FIFA. Data FIFA.
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