Episódios de Terror na Esquina

242. Histórias do Reddit sobre VAMPIROS | Terror na Esquina

30 de julho de 202652min
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"Essa é a pele de um assassino", foi assim que Edward Cullen explicou à Bella Swan que ele era um vampiro (veganpiro), enquanto brilhava, no meio de uma floresta, que nem um diamante de 5 quilates!Em meio à histórias góticas, meio gays e sexy houve uma discussão sobre o universo dos vampiros.

05:38 HISTÓRIA 01

10:20 HISTÓRIA 02

23:41 HISTÓRIA 03

33:45 HISTÓRIA 04

43:35 HISTÓRIA 05

Qual a sua história?

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠MANDE PARA A GENTE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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Agradecimentos:

Hosts:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cibele na Terra do Medo (YouTube)⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Vinheta:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Paulo Gomes de Souza⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Vitrine:

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Amanda Melo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Participantes neste episódio2
M

Marina Zamac

Host
P

Phelipe Gomes Silva

Host
Assuntos6
  • O Vampiro de Mineral PointVampiro de Mineral Point · Mineral Point, Wisconsin · John Pepper · Brandon e Jamie
  • Mordida de vampiro juvenilMordida de vampiro · Adolescentes · Comida italiana · Mordida precoce
  • Skinwalker· SociedadeCrepúsculo · Edward Cullen · Jacob Black · Skinwalkers · Stephenie Meyer
  • Vampiros na RomêniaVampiros na Romênia · Turistas · Anemia · Capitalismo
  • Vampira· CulturaVampiros · Mudanca para Europa · Festa · Sedução
  • Maldições e lendas urbanasVampiros urbanos · Submundo de São Paulo · Capitalismo
Transcrição186 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

E ele acendeu uma lanterna e apontou o feixe de luz diretamente na fresta entre as tábuas de madeira. O que ele viu paralisou ele. A mesma figura de capa preta tava subindo de cabeça para baixo pelas vigas inferiores, vindo da água escura. A namorada correu em pânico para o carro. Brandon, em choque, arremessou a lanterna pesada contra o rosto da criatura e correu logo atrás. Quando ele entrou no veículo e ligou o motor, viu pelo para-brisa a silhueta alta e esguia avançando em uma velocidade absurda contra eles no escuro.

PGPhelipe Gomes Silva

Você acredita em vampiros?

?Voz A

Não, a caçamba é crédito. É isso, gente. Tchau, tchau, gente. Sinceramente não, mas eu acho interessante as histórias, eu acho bacana.

PGPhelipe Gomes Silva

Ah, eu acredito muito em vampiros urbanos. Eu gosto de ter esse conceito de vampiros urbanos, que eles estão, sabe, entre a gente, sabe, no underground de Nova York, underground de São Paulo, vive aí, sabe, no submundo.

?Voz A

É, o Batman é um vampiro urbano, né, só que bilionário.

PGPhelipe Gomes Silva

É, o que ele suga não é sangue exatamente, é só o dinheiro das minorias.

?Voz A

O capitalismo falhou, falhará. Hoje estamos Muito comunista, gente.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas eu gosto desse, de pensar em vampiros urbanos que tá no underground da sociedade, que tá entre a gente, mas ao mesmo tempo se passa muito, não tem, sabe, as presinhas de fora, sabe?

?Voz A

Nossa, eu acho que essa pauta nunca chegou até a mim para eu ter uma opinião formada.

PGPhelipe Gomes Silva

É que vampiros são chatinhos.

?Voz A

Ah, eu gosto de história de vampiro, só que eu acho que não dá um medo assim, justamente porque as pessoas não acreditam tanto, sabe? Tipo assim, fantasma geralmente dá medo porque as pessoas acreditam.

PGPhelipe Gomes Silva

Você é time lobisomem então?

?Voz A

Eu sou.

PGPhelipe Gomes Silva

eu vou cancelar, tem que trocar de host.

?Voz A

Eu sou time vampiros, mas Edward ou Jacob? Edward.

PGPhelipe Gomes Silva

Jacob não é lobisomem. Tanca essa: Jacob não é lobisomem.

?Voz A

Ele é um skinwalker?

PGPhelipe Gomes Silva

Skinwalker. Ele é skinwalker.

?Voz A

Manda mensagem para Stephanie Maier agora, fala você.

PGPhelipe Gomes Silva

Loucura, né? Loucura.

?Voz A

Mas é, faz sentido. Eu nunca pensei sobre isso, mas faz sentido.

PGPhelipe Gomes Silva

Eles comentam que eles não são da linhagem, que lobisomens são maiores e mais— eu acho que estão até extintos no universo. E o que eles são, são meros lobos. É, eu acho que sim. Eu tava vendo um vídeo sobre esses dias. Eles são metamorfos porque eles se transformam quando eles querem, não como uma maldição em lua cheia.

?Voz A

Amigo, eu sempre pensei como eu poderia fazer um vídeo sobre Crepúsculo.

PGPhelipe Gomes Silva

Agora você me deu uma ideia. Comentou aqui agora, eles são indígenas, indígenas, navarros, skinwalker. Stephenie Meyer, tu arrasou!

?Voz A

Gente, aguardem esse vídeo na Terra do Medo, tá? Farei. Eu sempre pensei, gente, todo mundo faz vídeo sobre o Crepúsculo, tem muita visualização. E eu pensava assim, como eu vou aproveitar esse hype? Então agora tem motivo.

PGPhelipe Gomes Silva

Agora tá aí, não precisa falar sobre vampiros que brilham. A gente pode falar sobre— não, você pode falar sobre skinwalkers, lobisomens que são skinwalkers. Eu sou, eu sou o time hater de Crepúsculo. Ah não, não, não, aqui gostamos de Crepúsculo. É um ótimo romance, gente.

?Voz A

Eu não gostava de Crepúsculo, mas eu não era hater. Então, se a minha melhor amiga, a minha melhor amiga, ela é muito fã, ela era muito fã, e ela ia ver todos os filmes no cinema, e eu era a melhor amiga dela, eu ia junto, porque ela me chamava, e eu assistia todos, e eu ficava tipo, ah, ok, eu só não era fascinada. Mas é porque, ai, gente, ser hater de Crepúsculo é muito 2010, realmente, né? Vamos dar essa.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas olha, eu passei, eu era tipo, ai, vampiros que brilham. Até levar um esporro da mãe de uma amiga minha que falou, Felipe, você já viu vampiro? Eu falei, não. Então como é que você sabe que eles não brilham? Aí eu, você tem um ponto, você me comprou. Agora eu gosto de Crepúsculo.

?Voz A

Você é muito fácil de ser convencido, amigo, adorei.

PGPhelipe Gomes Silva

Eu fui convencido. Ela falou, você já viu? Eu falei, não. Como é que você sabe que eles explodem, pegam fogo? Você, não sei. Eu também não sei. A Stephanie Meyer também não sabe. Então ela criou o vampiro dela.

?Voz A

Ai, gente, você for ver as lendas, né, elas são trabalhadas diferentemente em várias obras. São que nem você vai ver o zumbi de The Walking Dead, é completamente diferente do zumbi de Guerra Mundial Z, e não tem ninguém cancelando nenhum dos dois.

PGPhelipe Gomes Silva

Tem zumbi sonso, zumbi super, tem zumbi que sofre mutação que nem Resident Evil.

?Voz A

É, depende da proposta do seu projeto, depende do que você quer passar. O que eles queriam passar em Crepúsculo É um vampiro que brilha.

PGPhelipe Gomes Silva

É que na verdade não é o vampiro em si, é toda a subtrama que existe na história da Bela, né? Ela ser uma sonsa e sair grátis sem sal, insulsa, o quentão e o geladão. É isso. Vamos para a primeira história, a gente.

?Voz A

É, vamos, vamos que vamos para a primeira história.

PGPhelipe Gomes Silva

Quando eu era jovem, eu tava caminhando em direção à minha casa, exatamente no cair da noite, quando fui abordado por um homem que parecia completamente errado. Eu morava em uma espécie de bairro rural no deserto e eu conhecia todo mundo que vivia perto de mim. Eu nunca tinha visto aquele homem. Ele usava uma calça jeans, uma camiseta comum, o que parecia normal, mas absolutamente todo o resto nele me aterrorizou naquele instante.

Conforme eu avançava pela estrada de terra em direção à minha casa, ele começou a caminhar em paralelo comigo, escondido na vegetação, com o olhar cravado diretamente em mim. A vegetação na lateral formava uma cerca viva, cheia de espinhos. Era simplesmente impossível de se mover por ali. Aquele homem se movia direto por dentro do matagal. Ele simplesmente passava pelas plantas sem tocar ou mover um único galho. Ele parecia que tava flutuando através deles.

Ele acabou ultrapassando por dentro do mato e saiu na estrada de terra bem à minha frente, bloqueando completamente o meu caminho. Ele exalava um cheiro insuportável de carne podre, como um cadáver em decomposição. Ele sorriu pra mim e, com uma voz estranha, me pediu pra acompanhar ele pra ver um cachorro machucado. Ele não piscava em nenhum momento e não parecia estar respirando. Seus dentes eram amarelados, escuros e pontiagudos.

O sorriso dele era assustador. Seus olhos pareciam nublados e acinzentados. Eu lembro perfeitamente de ficar paralisado, incapaz de dar um passo. Embora eu quisesse gritar com todas as minhas forças, nenhum som saía da minha garganta. Ele estendeu a mão, ele tava esperando que eu a segurasse, e foi exatamente nesse milésimo de segundo que o meu cachorro, um pastor alemão cão imenso surgiu correndo da vegetação, rápido e muito silencioso.

Ele saltou tentando morder o rosto daquele homem, mas ele era muito rápido e ele se esquivou do ataque em um piscar de olhos e já tava do outro lado da estrada. O meu cachorro avançou contra ele de novo e o homem recuou para dentro do matagal, e mais uma vez ele desapareceu no breu sem mover uma única folha. Assim que o homem fugiu, eu também desesperei. Corri os 200 metros que restava até minha casa como se a minha vida dependesse disso.

E quando finalmente eu entrei, eu consegui respirar e eu percebi que eu tinha mijado nas minhas calças completamente de tanto pavor. Meu cachorro só conseguiu voltar para casa mais tarde naquele dia, gravemente ferido, coitado. Felizmente ele se recuperou depois de um tempo. Meu pai me disse na época que ele tinha se envolvido em brigas de cães na rua. E eu sabia que não era isso, porque eu tava lá. Mas eu nunca contei a verdade pros meus pais. E até hoje eu não sei por que eu não contei.

?Voz A

E quem contou essa história, quem postou no Reddit, foi ninguém mais, ninguém menos do que Bella Swan.

PGPhelipe Gomes Silva

E o Jacob protegeu ele dos Voltures.

?Voz A

Sim, gente, sinceramente, a briga de cachorros salvando ele. Gente, não tem como, a gente acabou de falar de Crepúsculo. Eu não tenho culpa, quem Felipe abriu com essa história?

PGPhelipe Gomes Silva

Eu faço uma pauta digníssima para você, você me falar que eu fiz uma pauta de Crepúsculo, amigo.

?Voz A

Ai, meu Deus do céu, mas essa história parecia que saiu, saiu de Lua Nova.

PGPhelipe Gomes Silva

Foi mesmo, é o capítulo Loja Mídia. É esse aqui, é Loja Mídia.

?Voz A

Cenas excluídas de Crepúsculo.

PGPhelipe Gomes Silva

Não, isso aqui é capítulo deletado da Stephenie Meyer no Lonova, amigo. Mas aí você não me ajudou para mim para ver um cachorro ferido, mas aí veio meu pastor alemão e pulou nele.

?Voz A

Meu Deus, cara, não tem como, sabe? Não tem como. A gente acabou de falar, você me abre com essa história. Eu tenho ali várias histórias na pauta, sabe? Você não me ajuda também.

PGPhelipe Gomes Silva

É verdade, desculpa, me desculpa, me perdoe. Então vamos para Não, vamos para a próxima. Cancela, vamos para a próxima. Não quero mais também.

?Voz A

Não vai ter nem comentário dessa.

PGPhelipe Gomes Silva

Que se foda para você.

?Voz A

Ai, que ódio, gente! Eu estraguei a abertura do Fipe.

PGPhelipe Gomes Silva

Vou chorar que nem uma criança agora.

?Voz A

Eu trabalhei no departamento de polícia da pequena e antiga comunidade de Mineral Point, em Wisconsin, por mais de 30 anos. Nossa cidade tem raízes profundas que remetem à era da mineração de chumbo no século 19, com uma arquitetura antiga que dá ao lugar um ar parado no tempo. Mas o que os arquivos oficiais não contam, e o que a maioria dos moradores tenta esquecer, é que dividimos essas ruas históricas com algo que desafia a lógica, algo que a cultura local apelidou de o vampiro de Mineral Point.

O meu primeiro contato com essa anomalia foi em março de 1981. Eu era um jovem patrulheiro quando meu colega de farda, o oficial John Pepper, foi escalado para averiguar uma atividade suspeita no cemitério Graceland durante a madrugada. Histórias circulavam que algo bizarro estava habitando as criptas. Pepper entrou no cemitério no escuro e, ao fazer a ronda entre os túmulos, deparou-se com uma figura com mais de 2 metros de altura, vestindo uma capa preta longa e com o rosto completamente branco, de um pálido cadavérico.

A figura se assustou e fugiu em uma velocidade impressionante. Pepper correu atrás dela até que o homem de capa atingiu a cerca do perímetro e saltou para o outro lado, desaparecendo em um pasto de vacas. Na manhã seguinte, eu e outros oficiais voltamos ao cemitério com Pepper para periciar o local. Havia uma camada espessa de neve cobrindo todo o chão. O terreno do cemitério tava cheio das marcas de botas do Pepper, Mas o detalhe que congelou o nosso sangue foi o que não encontramos.

Do outro lado da cerca, onde o homem de capa deveria ter pousado e continuado a correr, a neve estava perfeitamente intacta. Não havia uma única pegada, nenhuma marca de pressão, nada. Ele simplesmente desapareceu no ar. Por mais de duas décadas, o caso foi tratado na delegacia como uma lenda interna ou um trote muito bem executado. Até que o ciclo se repetiu em 14 de março de 2004. Eu já tava no plantão da central quando recebemos múltiplas chamadas de emergência vindas de um complexo de apartamentos.

Testemunhas em pânico diziam que um homem bizarro tava empoleirado no galho alto de uma árvore, saltando em direção às pessoas que passavam por baixo. A descrição batia milimetricamente com o nosso arquivo de 1981: uma figura muito alta, de capa escura e rosto pálido como uma máscara de tinta. Enviei viaturas ao local na hora. Quando os policiais chegaram, o vulto despencou da árvore e correu para os fundos do quarteirão. Os oficiais iniciaram uma perseguição a pé, encurralaram a criatura em um beco sem saída que terminava em um paredão maciço de concreto.

Quando os feixes das lanternas iluminaram o fundo do beco, O muro tava vazio. A coisa tinha sumido novamente em questão de segundos, sem deixar rastros ou meios de escalada possíveis naquele tempo. O último caso que peguei antes de pendurar a farda aconteceu em 11 de julho de 2008 e foi o mais violento de todos. Um jovem casal, Brandon e Jamie, veio direto até a nossa delegacia no meio da noite chorando e tremendo de pavor. Eles estavam pescando em um trapiche de madeira no Lago Luden quando começaram a ouvir barulhos estranhos vindo debaixo da estrutura.

Era um som alto de arranhões na madeira úmida, chapinhaço na água e o barulho nítido de alguma coisa escalando as estacas por baixo deles. Brandon achou que fosse um animal grande, como um castor ou uma lontra, e pisou forte nas tábuas para assustar o animal. Em vez de recuar, o som subiu mais rápido ainda e ele acendeu uma lanterna e apontou o feixe de luz diretamente na fresta entre as tábuas de madeira. O que ele viu paralisou ele.

A mesma figura de capa preta tava subindo de cabeça para baixo pelas vigas inferiores, vindo da água escura. A namorada correu em pânico para o carro. Brandon Em choque, arremessou a lanterna pesada contra o rosto da criatura e correu logo atrás. Quando ele entrou no veículo e ligou o motor, viu pelo para-brisa a silhueta alta e esguia avançando em uma velocidade absurda contra eles no escuro. Eu mesmo liderei a equipe que foi até o Lago Luda naquela madrugada.

Encontramos todo o equipamento de pesca do casal abandonado no trapiche de madeira, exatamente como eles descreveram. A única coisa faltando era a lanterna do Brandon. Investigamos o perímetro, mas seguindo o padrão macabro dos últimos 30 anos, não havia marcas de passo na lama da margem, nem um único galho quebrado na floresta ao redor. O espreitador de capa de Mineral Point tinha voltado para a escuridão, e os arquivos continuam abertos na gaveta da polícia até hoje. Essa foi boa pra caramba!

PGPhelipe Gomes Silva

Essa foi boa! Entregou o que eu não imaginava de história de vampiro, porque tem essa, já tem esse ar gótico, traz esse ar gótico que um vampiro, que uma história de vampiro sempre pede. Não sei por que eu não consigo desvencilhar vampiros e esse gótico escuro. Sempre tem essa penumbra, essa coisa misteriosa, sempre tem um arabesco, uma coisa de diferente para complementar um vampiro. E gótico, acho que me remete muito isso. Não sei por que cinema, eu acho que o cinema moldou muito isso na gente, mas essa história consegue deixar essas pontinhas, esses arabescos, trazendo esse ar mais gótico.

?Voz A

Até o vampiro mais famoso, que é o Drácula, né, o que a gente tem mais conhecimento da cultura pop, tem também essa coisa.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas ele é completamente gótico, ele é completamente gótico, o Drácula. Mas essa história é muito boa, ela consegue trazer o ar de vampiro que pede é uma história de vampiro, todo esse jeito estranho, ele não encostar no chão, ele tá flutuando.

?Voz A

Desculpa, eu olhei para trás porque eu tenho uma estaca de madeira de matar vampiro e eu tava vendo se ela tá fácil. Até o final do episódio eu vou pegar ela para vocês verem.

PGPhelipe Gomes Silva

Show de bola!

?Voz A

Só lembrei disso do nada, que eu tenho uma estaca. Mas essa história me fez pensar o seguinte: o que a gente conhece de vampiros É que eles gostam de chupar um sanguinho, um pescocinho fresquinho. E o que me impede muito de acreditar em vampiros é justamente isso, porque eu acho que se vampiros existissem, provavelmente eles não iriam ser vegetarianos tal qual é a Dorothy, igual a família Cullen.

PGPhelipe Gomes Silva

Não ia. E eu acho que eles não seriam veganos.

?Voz A

Não, não seriam. E eu acho que seria difícil não se tornar uma pandemia. E aí todo mundo se tornaria vampiro, metade da população morreria, metade se tornaria vampiro. Porque se eu me tornasse vampiro, eu ia querer transformar a minha família em vampira também, pra ninguém morrer. E aí ia todo mundo— aí ia inverter, o mundo não ia acontecer durante o dia, ia ser após o pôr do sol. O capitalismo ia sobreviver normalmente, porque todo mundo dormiria durante o dia e trabalharia à noite. E assim, eu acho que se vampiros existissem, esse seria o cenário.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas e se eles não contaminam as pessoas? E se eles sugam o sangue até matar?

?Voz A

Mas aí eles explicariam muito isso. Como que tem gente o suficiente para eles não morrerem? Como eles chupam tanto sangue?

PGPhelipe Gomes Silva

Eu acredito, eu acredito que funcionaria. Funcionaria assim? Porque tem muita gente que desaparece, não encontram. Sabe? Eu acho que...

?Voz A

Mas eu acho que um ou outro corpinho ia ser encontrado com dois furinhos aqui. Ia criar essa coisa, meu Deus, a pessoa tá seca.

PGPhelipe Gomes Silva

E se tem um comitê que... Eles têm um comitê que fiscaliza isso, que não deixa passar, que... Sabe? Não sei.

?Voz A

Tá, aí eles teriam que ter uma organização muito grande, realmente. E aí teria que ter mesmo os Volturi lá. Desculpa, gente, a gente já falou de Crepúsculo, Drácula, tem o que tem a ver. Ia ter que ter ali uma organização maior realmente para não deixar ninguém se revelar tal qual no Crepúsculo e para não deixar também a humanidade acabar.

PGPhelipe Gomes Silva

Sim, senão acabaria de fato, acabaria.

?Voz A

E mesmo se, vamos combinar, mesmo se tiver isso de aí podemos transformar outras pessoas em vampiro, eu acho que até essa organização teria que controlar Isso, porque não dá para sair transformando também muita gente.

PGPhelipe Gomes Silva

Então, mas por que você transformaria?

?Voz A

Não perde o controle.

PGPhelipe Gomes Silva

É aquilo, porque você transformaria mais pessoas em vampiros, se aumentaria a demanda de comida para mais vampiros. Teria que ter um controle muito populacional, ou veganpiros.

?Voz A

É porque também a gente tem uma ideia de vampiro. Vamos, vamos tirar o Crepúsculo da sala Porque a minha ideia de vampiro antes de eu crescer era Entrevista com o Vampiro. Era aqueles vampiros maravilhosos, gostosíssimos, que meu Deus, me chupe agora, me chupe rápido. Ó, vem cá. Mas a lenda mesmo fala que é realmente um tormento, um sofrimento eterno você se tornar vampiro. Então talvez também não seja nem jogo você sair transformando as pessoas que você ama em vampiros. Justamente, se você for parar para pensar.

PGPhelipe Gomes Silva

Nossa, tem tantos pontos para comentar sobre história de vampiros, mas antes a gente pode comentar mais para frente. É outra coisa que eu lembrei de vampiros góticos. Nosferatu é completamente gótico, completamente gótico.

?Voz A

Vai que você se transforma no Nosferatu, porque é uma categoria de vampiro. Pois é, todo mundo quer se transformar no Brad Pitt, meu amor, todo mundo quer se transformar no Bram Stoker, mas Todo mundo quer ser Drácula, mas ninguém quer ser Nosferatu. Não é? Aí fica complicado.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas a Júlia fez um comentário maravilhoso, que ela falou assim: gente, marceneiro é uma ótima profissão de fachada para um caçador de vampiros.

?Voz A

É verdade. Leide, fica a dica, tá, querido?

PGPhelipe Gomes Silva

Então Cara, é uma puta fachada pra poder caçar vampiro. É uma puta fachada.

?Voz A

É verdade.

PGPhelipe Gomes Silva

Ah, e essas cruzes e essas estacas? Ah, é que meu esposo é marceneiro.

?Voz A

Casada com uma cozinheira que coloca alho aqui em volta. Mas o Vitor é um pouco fascinado com vampiros, o meu noivo. É fascinado com vampiros e zumbis. Ele gosta muito, mais de zumbi do que de vampiro. Mas ele já me falou uma vez que meio que na lenda original, alho, nada acontece feijoada, que alho não tem isso não, é estaca mesmo, muito ódio no coração. E vampiros realmente não entram na sua casa sem a permissão.

PGPhelipe Gomes Silva

A permissão, justamente.

?Voz A

Se vocês já assistiram Pecadores, gente, Pecadores é isso, eles só querem Nossa, gente, Pecadores, assim, meu Deus, um baita filme sobre vampiro.

PGPhelipe Gomes Silva

Não gosto de filme de vampiro, Pecadores é maravilhoso.

?Voz A

Felipe, é Felipe sendo Felipe, ai, detesto filme de vampiro, só gosto de Pecadores, Entrevista com o Vampiro, Drácula, não sei o quê. Em Pecadores tem muito isso da permissão, é a coisa mais forte, inclusive, né? Tem a coisa da estaca também. Eu gosto que tem essas coisas da lenda que a gente já que a gente já tá acostumado, que a gente já conhece.

PGPhelipe Gomes Silva

Tem, tem isso mesmo, tem. E traz bons pontos, principalmente em relação à música também, entre as gerações, né?

?Voz A

É muito bom, gente. Assista! Quem não viu Pecadores? Eu não vou, não vamos acabar esse assunto agora para você não ter um pingo de spoiler, tá? E acabou aqui o assunto e acabou este episódio. Você vai estar na vibe do vampiro, vai assistir Pecadores. Só isso que eu te falo, e de nada.

PGPhelipe Gomes Silva

Isso, vai assistir Pecadores.

?Voz A

Você faz o seguinte, ó: popcorn, ice cream, Sinners, e ó, foi.

PGPhelipe Gomes Silva

Vamos lá, vamos lá, próxima história. A próxima história. Eu nunca fui o tipo de garoto que se assusta facilmente. Pra ser bem sincera, eu jamais acreditei em coisas paranormais ou criaturas da noite, como vampiros e lobisomens, até testemunhar um com os meus próprios olhos. No ano de 2012, eu e minha família fizemos uma viagem de férias para Romênia. Nós basicamente exploramos o país inteiro de carro porque os meus pais eram genuinamente interessados na cultura e na história local.

Depois de visitarmos a cidade de Biștrita, decidimos parar na estrada para fazer um piquenique nos arredores do vilarejo. Eu lembro perfeitamente que mesmo antes de encostarmos o carro, o meu sexto sentido já tava dando um aviso claro de que algo ruim ia acontecer ali. A gente parou perto de uma comuna chamada Eslatinita e o recuo ficava bem ao lado de uma floresta densa, fechada, e havia alguns bancos públicos e uma mesa rústica de madeira disposta entre eles, além de um espaço bem reduzido onde a gente ia conseguir parar o carro de uma forma bem legal.

A gente tava ali sentado comendo e conversando de uma forma distraída quando duas pessoas surgiram do nada. Eu tenho certeza absoluta de que elas saíram de dentro do breu daquela floresta porque tava muito escuro. Elas caminharam em silêncio e pararam bem atrás das costas dos meus pais, fixando o olhar em nós por cerca de um minuto inteiro. Era um homem e uma mulher. O rapaz parecia estar no final dos seus 20 anos e a garota aparentava ter entre 17 e 19 anos.

Ambos vestiam roupas pretas das cabeças aos pés. A menina usava um vestido longo escuro, um espartilho, cabelos negros que desciam literalmente até as suas coxas. E o homem usava calças escuras e uma espécie de capa preta com bordados muito antigos e estranhos. Agora, quem ouve essa descrição pode pensar: ah, talvez pode ser só dois adolescentes góticos dando um passeio na floresta. Mas haviam detalhes físicos neles que eram extremamente perturbadores e impossíveis de ignorar.

Os dois eram absurdamente pálidos, e eu tenho certeza de que não era uma maquiagem, porque quando eles se aproximaram da mesa, eu conseguia ver nitidamente os caminhos das veias azuladas saltando em seus pescoços e mãos. A garota tinha unhas muito longas e naturalmente afiadas, sem qualquer gota de esmalte. Adendo: como ela sabe que era naturalmente afiada?

?Voz A

Como?

PGPhelipe Gomes Silva

E os dentes, às vezes era aquele jeito. E os dentes, eles não sorriam, eles não sorriam nunca ou abriram a boca de propósito. Mas quando falava, eu conseguia ver de relance que os dentes da arcada superior eram pontiagudos e afiados. Eu senti uma repulsa e um medo profundo dele desde o primeiro segundo que eu bati o olho na dupla. Eu não sei explicar em termos lógicos, mas havia algo terrivelmente intimidador, frio e predatório na forma como eles encaravam a gente.

Conforme eles deram alguns passos em nossa direção, o pavor tomou conta de mim. E mais tarde, conversando com a minha irmã, ela confessou que sentiu exatamente a mesma paralisia. Quando eles finalmente pararam ao lado da mesa, eles perguntaram com a voz mansa se a gente era turista. Os meus pais, tentando ser cordiais, responderam que sim. A garota então olhou fixamente para gente e só disse: ah, tenham muito cuidado por aqui.

Em seguida, os dois deram meia volta e caminharam na mesma direção de onde tinham saído, voltando para as árvores. Eu mantive os meus olhos travados neles o tempo todo, mas a minha mãe de repente me chamou, me distraindo por uma fração de segundo. E quando eu voltei a olhar para a estrada para ver eles se afastando, o caminho tava completamente vazio. Eles tinham desaparecido, literalmente como se nunca tivesse pisado ali. Hoje eu tenho 26 anos e eu ainda não tenho a menor ideia de quem ou o que eram aquelas figuras.

Mas toda vez que eu puxo essa memória na mente, o pavor que eu sinto é exatamente o mesmo daquela tarde na Romênia.

?Voz A

Eu vou pedir desculpa para vocês, mas eu vou dizer que se eu fosse para Romênia, eu iria me vestir de vampirona. Eu já tenho a unha bem afiada, eu ia pintar bem de preto. E gente, hoje em dia é difícil porque eu já vi muita gente Que coloca dente de vampiro. Eu acho uma gracinha, tá?

PGPhelipe Gomes Silva

Temos inscritas apoiadoras que têm. Que têm o dentinho, a presinha.

?Voz A

Eu acho uma graça!

PGPhelipe Gomes Silva

Não vou negar. É bem legal.

?Voz A

Eu acho muito fofo. E aí, gente, eu ia fazer... Tudo bem que eu tenho o cabelo rosa e tal. Mas se eu tivesse a skin favorável... Eu iria performar vampirismo na Romélia, não vou negar.

PGPhelipe Gomes Silva

Aqui a gente pode fazer um gancho, que a pessoa é pálida, ela tem atraço vampiresco. Mas a gente tem algumas doenças, né, que traz esse tom muito pálido. Pode ser, sei lá, anemia. Anemia severa, só precisava assumir um fígado. Ou a pessoa é albina, maquiagem, medicamento.

?Voz A

O seu comentário foi tipo, às vezes a pessoa não é vampiro, às vezes ela só tá com o ferro baixo, meu amor. Às vezes é só anemia.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas a falta de sol também, né? O que que uma, sabe, sair assim, uma vitamina D, um negocinho, né? Que hoje em dia o capitalismo Capitalismo nos força a trabalhar às vezes em períodos em que a gente entra sem ver o sol e sai depois que o sol se pôs. Então falta aí em lugares que não tem janela. Então é o capitalismo.

?Voz A

Inclusive, parando para pensar, um belo disfarce para vampiro seria trabalhador de shopping. Nossa, você entra de manhã, sai à noite, não entra um pingo de uma luz de sol.

PGPhelipe Gomes Silva

Sim, é realmente É aí, matou a pau. Vampiros são frutos do capitalismo.

?Voz A

Do capitalismo. Top lugares para se encontrar um vampiro: trabalhando no shopping.

PGPhelipe Gomes Silva

Vamos lá, tops lugares para se encontrar vampiro: trabalhando no shopping. Quer mais? Quer mais?

?Voz A

Na Romênia.

PGPhelipe Gomes Silva

Na Romênia, na Romênia. Vigias noturnos, que trabalham de noite e dormem de dia.

?Voz A

Vigias noturnos.

PGPhelipe Gomes Silva

Ou só tem uma mansão e não precisa realmente sair, né? Aí, ó, hospital, porteiro noturno, médico. Não, é assim, plantonistas.

?Voz A

Médicos fazendo plantão.

PGPhelipe Gomes Silva

Uhuu, ó, só... Ó, peraí aqui, ó.

?Voz A

Não, e outra. Banco de sangue é a coisa mais fácil de achar, né? Alimentação, o delivery ali. E, ai, vou fazer um plantão de 72 horas. Tudo bem, eu faço.

PGPhelipe Gomes Silva

Não, pode ser. Mas aí, a Tia Tami comentou aqui. Gente, vampiro é tudo rico, herdeiro. Se você é um vampiro... De lá, lá de tempos, e é pobre, você é um vampiro errado. Me desculpa dar tempo aí, eu ia distorvar muito dinheiro do sistema.

?Voz A

É porque, Tia Tami, se eu fosse hoje transformada em vampiro, eu seria um vampiro pobre. Que aí, com o passar dos anos, eu ia realmente acumulando fortuna. Aí eu ia ter tempo pra estudar. Aí eu não ia morrer de fome, eu não ia depender do capitalismo, eu ia, entendeu? Aí você vai crescendo e vai conquistando seu dinheirinho.

PGPhelipe Gomes Silva

Você não é aqueles vampiros de 1800 que tinham o poder de reivindicar terras. Você é uma vampira que paga aluguel.

?Voz A

Que paga aluguel. Aí até eu conseguir me estabilizar como vampira vai tempo, minha filha.

PGPhelipe Gomes Silva

Aí, ó, ela falou que isso é um tipo maçom, que eles se ajudam. Eles fazem, é, hoje quem vai tirar um terreno vai ser, aí sorteia lá no, esqueci o nome desse método, é quando você faz uma, você ganha carta de crédito, você faz uma, todo mundo paga uma mensalidade, cada vez sorteia uma pessoa. Eu esqueci o nome disso.

?Voz A

Consórcio, consórcio, consórcio, consórcio.

PGPhelipe Gomes Silva

Eles fazem consórcio. Quem vai tirar a fazendona?

?Voz A

Mas aí eu acho que tá tendo muita vantagem se tornar vampiro, que eu não tô gostando muito desse papo. Tá sendo mais vantajoso do que não. Aqui, antes de ir pra próxima história, só 30 segundos, peraí.

PGPhelipe Gomes Silva

Oh my God!

?Voz A

Just in case.

PGPhelipe Gomes Silva

Que azul! E esse sangue de um vampiro?

?Voz A

Esse sangue é de um vampiro.

PGPhelipe Gomes Silva

Caraca, que maneiro, que lindo isso!

?Voz A

E tem cruz.

PGPhelipe Gomes Silva

Você que fez?

?Voz A

Não, é recebidos da Terra do Mundo.

PGPhelipe Gomes Silva

Olha que maneiro, que maneiro, amei!

?Voz A

Inclusive, é só no tiro aqui porque eu tô usando de apoio de câmera, mas tem um Drácula de Bram Stoker aqui segurando a minha imagem.

PGPhelipe Gomes Silva

Ai, cara, que lindo, que lindo! Muito massa!

?Voz A

Não é maravilhosa? Fica no meu cenário, mas o Vitor escondeu, não sei por quê, pra eu não tomar ciúme. Ai, Vitor! Ele muda o cenário direto. Mas aí essa estaca ficará aqui caso o vampiro ele invada a nossa gravação.

PGPhelipe Gomes Silva

Ih, você vai ter que matar o vampiro.

?Voz A

E afiado, tá? É bem afiado.

PGPhelipe Gomes Silva

Caraca, que maneiro! Lindo, lindo, lindo, né? Lindo. Bora, próxima!

?Voz A

Bora pra próxima. 2 dias atrás eu tava com alguns amigos em uma festa. Tava tudo bem, embora um pouco entediante para mim, já que eu não posso beber álcool por conta de sérios problemas estomacais. Apesar disso, a gente se divertiu um pouco. Saímos cedo e fomos para casa de um amigo para relaxar. Depois de alguns minutos, ouvi que outros 2 conhecidos dele haviam chegado para se juntar a nós. Várias horas se passaram e como já tava ficando muito tarde, eu decidi que era hora de ir para casa.

Alguns rapazes que estavam lá decidiram me dar carona. Antes de chegarmos ao veículo, notamos vários homens parados bem na frente do carro. Muitos pareciam bêbados, mas eu honestamente não esperava nenhum tipo de encrenca. Enquanto eu caminhava pelo lado do carro para entrar no banco de trás, esperando o dono destravar as portas, um homem daquele grupo se aproximou dele e disse para ele entrar imediatamente na casa, pois alguém precisava dele.

Pareceu para mim que o dono do carro conhecia aquele cara, porque ele obedeceu na hora, entrando sem abrir o carro ou me dizer absolutamente nada. Eu fiquei ali parada por alguns segundos sem entender e decidi voltar para dentro da casa para ver se ele ainda pretendia me levar ou se eu deveria ir por conta própria. Vale ressaltar que a minha carteira de motorista tá suspensa devido a um acidente há alguns anos. Entrei, eu não consegui encontrar o dono do carro e eu comecei a me despedir das pessoas enquanto eu planejava a minha jornada a pé, já que o transporte público não funcionava aquela hora da madrugada.

Era por volta de 4 da manhã. Eu moro no leste europeu, eu não sei se o sistema de transporte difere muito dos Estados Unidos, mas naquele mesmo instante um homem que tava lá fora entrou na casa acompanhado por outros dois caras. Aquilo capturou totalmente a minha atenção. Ele tinha cabelos castanhos médios, era magro e usava roupas largas. Tinha uma aparência extremamente comum, na verdade. Mas não foi a estética dele que me hipnotizou.

Quando ele cruzou a porta, eu senti uma energia emanando dele que eu mal consigo descrever. Ele olhou para mim, tinha olhos castanhos escuros e vítreos, completamente sem brilho. Ele não disse uma única palavra, mas começou a se mover pelo cômodo como se ninguém tivesse notando a sua presença, nem mesmo os dois caras que haviam entrado com ele. Foi nesse momento que eu percebi que os movimentos dele eram totalmente artificiais e bizarros.

Conforme ele avançava, parecia que o corpo dele tava se movendo para trás. Seus braços pareciam rigidamente ocultos atrás do tronco enquanto ele caminhava. O sentimento que me dominou não era o medo comum, era aquele pavor que você sente do desconhecido, como fantasmas, demônios ou filmes de terror. Era a exata mesma sensação que eu senti poucas vezes na vida quando eu vi alguém morrer ou presenciei uma cena extremamente violenta e sangrenta.

Era como se o meu cérebro tivesse se reconfigurando à força diante de um trauma psicológico real. Eu juro que eu podia sentir essa mudança física dentro da minha cabeça. Era o mesmo choque de anos atrás, quando eu vi uma pessoa cair das escadas e o sangue começar a jorrar nos seus ouvidos. Era a mente quebrando. Ele fixou os olhos em mim intensamente por o que pareceu uma eternidade. Eu não conseguia me mexer. Eu me lembro de abrir a boca pela metade, congelado, encarando ele de volta com os olhos arregalados, focando minha visão nele, mas evitando a todo custo o contato direto olho no olho.

Subconscientemente, o meu instinto me dizia para eu não olhar profundamente naquelas pupilas. Ele não pronunciou uma palavra e ninguém interagiu com ele. O homem foi direto para a saída. Após rodear a sala e por uma fração de segundo parou sob o batente da porta, girou o pescoço e olhou para mim mais uma vez. Ele era de um branco cadavérico, pálido como um defunto, evocando aquele mesmo choque traumático em mim. Então ele saiu.

Eu tentei me recompor, repetindo para mim mesmo que não havia nada de errado ali, e deixei a casa do meu amigo. Eu tentei esquecer o episódio enquanto eu caminhava no frio congelante do lado de fora, pisando na neve profunda, me sentindo exausto e faminto, até que eu o avistei novamente perto do prédio de uma agência de viagens que tava fechada. Ele tava um pouco à minha frente, encostado nas paredes de vidro do estabelecimento.

Ele não parecia ter me notado, mas eu soube na hora que era ele. Mudei imediatamente de calçada para manter distância, mantendo o olho fixo na direção dele. No meio do caminho, ele percebeu a minha presença e abriu um sorriso curto. Eu não conseguia ver o seu rosto perfeitamente por conta da distância e da neve que caía, mas eu notei que a boca dele era de um vermelho vivo, profundo, quase sangrento. Apressei o passo, apavorado com a ideia de ser seguido, mas ele continuou parado no mesmo lugar até que sumiu da minha linha de visão e eu consegui chegar em casa.

Eu costumo fumar bastante. Quando entrei no meu apartamento, eu acendi um cigarro com a janela aberta. Fui dominado por um medo irracional de que algo pudesse entrar por ali, e eu tava pensando especificamente nele. O detalhe estúpido é que eu moro num apartamento no 15º andar. Nada aconteceu, obviamente, eu fui dormir. Até o momento em que eu escrevo isso, eu consigo lembrar vividamente do exato mesmo choque que eu senti ao encarar aquele homem.

Eu não consigo me livrar dele. A imagem mental dele vem à minha mente como algo que não era humano, mas humano o suficiente para não me causar o medo sobrenatural clássico. Acho que apenas uma palavra não define o que ele era no meu íntimo: um vampiro. Mas estranhamente, não um monstro saído de livros de ficção ou mitologias que a gente conhece. Eu apenas sinto que ele era isso. A experiência e as emoções pelas quais passei foram tudo menos comuns.

O meu subconsciente sabe que aquilo que cruzou o meu caminho na madrugada era um predador real. Eu tenho certeza absoluta de que aquilo não era um ser humano. E quem escreveu esse relato foi ninguém mais, ninguém menos que Bela Mas não era um homem?

PGPhelipe Gomes Silva

Isso era bem gay. Isso era bem gay.

?Voz A

Ai, que mentira que é a versão gay de Crepúsculo!

PGPhelipe Gomes Silva

Gente, isso foi muito gay!

?Voz A

Gente, na hora que ele falou que ele chegou em casa, fumou vários cigarros pensando em... Gente, só me veio, acho que é a lua nova, que a Bella fica no quarto assim e vai girando. Aí vai girando e ela pensando nele, os tempos, e mostrando que o tempo tá passando, mas na verdade ela tá ali parada no mesmo lugar esperando pelo Edward.

PGPhelipe Gomes Silva

E é o medo, é o medo de que é aquele medo de você quer que aconteça aquilo, mas se acontecer vai te dar medo. Mas ao mesmo tempo você quer que aconteça. Mas é, gente, ele sentiu o que a Bella sentiu. É a sensação que o vampiro consegue. Mas eu penso nisso.

?Voz A

Porque agora, sem meme mesmo, realmente vampiros têm essa sedução, essa coisa gostosa, essas brincadeirinhas bobas e gostosas.

PGPhelipe Gomes Silva

Porque é o que vai atrair você para ele, você vai virar lanchinho, porque é uma forma de, é uma sedução para ele ir jantar, né? Não de uma forma que você esteja esperando que ele te jante, mas ele precisa de se alimentar e vai ser dessa forma, com uma sedução, um jogo de sedução.

?Voz A

Mas assim, até virar Crepúsculo, eu achei essa história muito sexy. Não vou negar.

PGPhelipe Gomes Silva

É bem sexy, né? Mostra esse lado mais fetichizado do vampiro. Não vamos fetichizar corpos vampirísticos.

?Voz A

Aqui só... A militância, né? O Twitter, do nada.

PGPhelipe Gomes Silva

Não vamos fetichizar vampiros. Mas vampiros são super sexy, sim. Eles são, eles têm esse poder.

?Voz A

São, e propositalmente. Eles sabem o que eles estão fazendo. É tudo proposital.

PGPhelipe Gomes Silva

Eles precisam... Deve ser algum tipo de feromônio, de hormônio que, sabe? Que faz você, tipo... O olho vítreo dele, a boca vermelha, carnuda.

?Voz A

Chega perto de mim para me seduzir, ó, ó.

PGPhelipe Gomes Silva

Ele não é nenhum dos dois, né? O aroma da flor carnívora, sedutor, mortal.

?Voz A

Ele não é bobo, tia Tami, nem inocente.

PGPhelipe Gomes Silva

E ele descobrindo a bissexualidade dele, olhando para o homem e falando talvez eu goste, amigo.

?Voz A

Com certeza você viu a coisa que ele notou foi a boca, e a boca tava vermelha. Ai, que delícia!

PGPhelipe Gomes Silva

Vamos para a última, vamos para a última, vamos para a última, vamos!

?Voz A

Ai, já é a última, gente! Eu não sabia que eu ia gostar tanto do episódio vampiro.

PGPhelipe Gomes Silva

Eu também demorei 241 episódios para lançar o episódio de vampiro e falar, ô, que episódio bom!

?Voz A

Eu não sabia que eu ia gostar tanto.

PGPhelipe Gomes Silva

Essa é a primeira vez que eu conto isso para alguém fora de um círculo extremamente restrito da minha família. Até hoje eu não tenho a menor ideia de como explicar logicamente o que aconteceu. Isso foi em meados dos anos 90. Hoje eu tenho 42 anos e eu acredito que tinha uns 17 anos na época. Eu tava morando na minha própria caminhonete, então não tinha qualquer tipo de supervisão adulta ou parental na minha vida. Enfim, uma amiga tinha conhecido dois rapazes e tava a fim de um deles.

Ela me implorou para acompanhar ela em um encontro duplo e eu concordei, com a única condição de que ela dirigisse a minha caminhonete, já que eu tava cansada do volante e ela adorava dirigir. Fomos até a casa de um dos rapazes para buscá-los. Era um bairro bem pesado e perigoso, mas como eu era uma garota de rua, me sentia muito mais no meu elemento ali do que se ele morasse numa área muito nobre. A gente buzinou e os dois garotos saíram.

Isso era no meio do dia. Eles pareciam dois adolescentes perfeitamente comuns. Um era mediano e o outro tinha acne bem severa no rosto. Mas carregava um sorriso incrivelmente doce. Ele ia ser o meu pai. A química entre nós quatro bateu na hora. Como a caminhonete não tinha banco traseiro, eu sentei no colo dele enquanto a minha amiga dirigia e o outro rapaz ia no meio. Fomos ao shopping, almoçamos comida italiana na praça de alimentação, fomos ao cinema e assistimos a um filme.

O garoto que tava comigo era tímido e nitidamente inseguro, mas muito gentil. O pai da minha amiga era mais falante, mas também era muito legal. Depois disso, a gente pegou o caminho de volta para deixá-los em casa, mantendo a mesma disposição nos assentos. Sim, eu era uma adolescente e queria que o garoto doce e tímido tivesse uma experiência marcante. Então eu confesso que eu comecei a ficar com ele, nos pegamos bastante durante o trajeto.

Quando estacionamos junto ao meio-fio da casa deles, o garoto começou a morder e a beijar o meu pescoço. Até aí nada de muito incomum, não é mesmo? Mas de repente eu senti uma daquelas mordidas mudar completamente de intensidade. A pressão normal dos dentes se transformou instantaneamente em dois pontos de pressão extremamente afiados e agudos na minha carne. Uma dor misturada com uma sensação esquisita. E no mesmo milésimo de segundo, a cabeça daquele garoto voou para trás com tanta violência que eu cheguei a me preocupar se ele tinha quebrado o pescoço.

A mão dele disparou para cobrir a própria boca de uma forma tão rápida que eu mal conseguia ver. Ele parecia estar à beira das lágrimas. O garoto estava em completo pânico, tremendo, gaguejando, pedindo desesperadamente por desculpas. Eu tentei acalmá-lo, dizendo que estava tudo bem, que estava tudo certo, mas ele abriu a porta do carro, me empurrou para o lado com agilidade, mas com cuidado, e saiu correndo disparado para dentro de casa.

Um amigo dele o seguiu sem dizer uma única palavra. Olhei imediatamente para o espelho retrovisor lateral, que teve diante dos meus olhos o tempo todo, e ouvi duas depressões circulares e avermelhadas no meu pescoço. A pele não chegou a rasgar ou sangrar exatamente, mas as marcas rapidamente incharam e viraram calombos salientes. Nós nunca mais ouvimos ou vimos falar de nenhum dos dois. Eu não consigo explicar. Ele era só um garoto normal.

Nós tínhamos acabado de comer comida italiana com uma quantidade absurda de alho. O reflexo dele tava perfeitamente visível no espelho da caminhonete. Era fim de tarde e o sol de verão ainda brilhava forte. Nada naquele garoto chamava atenção, nada era incomum, até que uma mordida boba no pescoço se transformou na experiência mais inexplicável da minha vida. Eu não tô dizendo que ele era um vampiro saindo das lendas antigas, mas eu senti os dentes dele se projetarem para fora.

Ele mordeu com dentes humanos normais, E eu senti perfeitamente a forma do dente dele mudar e descer como presas afiadas no meu pescoço. Eu sei o que eu vivi. A minha amiga viu as marcas no meu pescoço no mesmo instante, e essa memória incomoda ainda e me assombra nas noites que eu não consigo dormir. Ok, temos aí mais um lado mais, sabe, sexy, caliente.

?Voz A

Eu acho que a gente tá saliente demais por conta da última história me remeteu muito essa, se ele fosse um vampiro e tal, era como se no momento em que ele começou a ficar mais excitado, aí o que cresceu foi as presas. E tipo assim, sabe, em vez dele ficar com pau duro, vamos falar, em vez dele ficar com a madeirona, ele tipo assim, é como se as presas saltassem, entendeu?

PGPhelipe Gomes Silva

Sim, sim, se a gente for pegar num lado mais vampírico, foi como se o dente dele, tipo, cara, nossa, olha o cheiro dessa morena aqui, não vou, não vou, não vou. Foi tipo, quero morder a morena, mas eu não quero machucar a morena.

?Voz A

Exato. Mas ela não se tornaria vampira porque ela chegou a ser mordida.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas não chegou a perfurar, só, não chegou a perfurar, só, sabe, deu a pressão de que ia romper a pele, mas não rompeu.

?Voz A

Ah, tá, só ficou aquela marca de quase, né?

PGPhelipe Gomes Silva

Sabe, tipo, vai, não vai, sabe? Quase não chegou a romper a pele, mas deu aí uma contusãozinha no pescocinho dela.

?Voz A

Eu nunca vou perdoar a tia Tami pelo comentário que ela fez. Ele tem ejaculação precoce de mordida.

PGPhelipe Gomes Silva

Mordida precoce é a frase desse episódio.

?Voz A

Meu Deus, sim! Ai, eu adorei a frase dessa pessoa.

PGPhelipe Gomes Silva

Cara, mas sim, é o vampiro tentando, tipo, não quero, mas eu não tô resistindo, mas eu preciso resistir. Parece vampiro juvenil mesmo, sabe? O que recém-transformado, que não consegue se controlar.

?Voz A

Essa, por incrível que pareça, essa foi a história mais que eu fiquei pensativa. Será que não era o vampiro mesmo? Porque nas outras, porque que nem a da Romênia, parecia que eles estavam farmando aura de vampiro. Na história anterior, o menino teve um tesão por aquele, pelo outro menino, não conseguiu esquecer.

PGPhelipe Gomes Silva

E se descobriu bissexual e apaixonou.

?Voz A

Exatamente, foi nesse momento que ele descobriu que ele também gostava de estacas de madeira.

PGPhelipe Gomes Silva

Mas o vampiro de Mineral Point foi muito bom, foi a melhor de todas. A de Mineral Point foi a melhor de todas.

?Voz A

Mas essa fica tipo assim, é mais porque o vampiro de Mineral Point é uma coisa lenda, tem uma aura de lenda que é nossa, que é encantadora.

PGPhelipe Gomes Silva

É um negócio que puxa o lado mais gótico mesmo, né?

?Voz A

É essa última história já me trouxe um lado tipo, se não for vampiro, que porra aconteceu?

PGPhelipe Gomes Silva

Que porra? Ele tava tentando me morder de verdade? É maluco de querer me morder de verdade?

?Voz A

É tudo bem ele querer morder, Mas a atitude dele depois, tipo assim, quando ele quase mordeu, ele saiu correndo e ficou: ai, meu Deus, não posso, que isso, vou sumir, eu não consigo resistir.

PGPhelipe Gomes Silva

Bela, igual a Hebe comentou aqui, a Hebe falou que eu acho fake porque no meio do tesão raramente a gente liga. Mas é que no caso ele tinha mais gente junto com eles, tinha outro casal de amigos, aí não tava só os dois escurinho do carrinho, tinha mais gente.

?Voz A

Então seria mais difícil.

PGPhelipe Gomes Silva

É, eu acho que, eu acho que aí ela vira, ela ia virar lanchinho dele. Mas é isso, gente, esse foi o incrível episódio de Vampiros que eu amei. Ou muito bom, colecionador, colecionador, colecionador, tá? Sem editar, eu já tô achando esse episódio fantástico. Mas se você escutou a gente até aqui, gente, meu muito obrigado. Hebe, Cava, Cécio, Si, Jô, Crash, Manuel, Tia Tami, gente, vocês fizeram esse episódio ficar mais incrível ainda.

?Voz A

Aliás, um bando de safada que só ficou porque teve putaria.

PGPhelipe Gomes Silva

Justamente, justamente. Mas episódio de turno da noite no Sibéria, na Terra do Medo, incrível, muito foda. E também Growth Media Nancy sai domingo, já tem E eu estou muito, muito ansioso pra esse episódio.

?Voz A

Está hypado.

PGPhelipe Gomes Silva

E é isso, gente. Cuidado com vampiros. Sejam eles sexuais ou não. Ou não.

?Voz A

Se eles forem sexuais, vocês podem tomar menos cuidado diante disso.

PGPhelipe Gomes Silva

Ah, e não se esqueçam. Mordida precoce, viu? Mordida precoce.

?Voz A

Engajem. Comentem, a gente quer saber se você chegou até agora.

PGPhelipe Gomes Silva

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