Histórias do Reddit sobre CASAS ASSOMBRADAS
Poltergeist, fantasmas de canto, fantasmas não tão de canto assim, objetos amaldiçoados. Existe uma infinidade de maneiras de uma casa ser assombrada. Nesse episódio a gente explora quatro relatos que vão além do absurdo, passando por situações com contato físico e ameaças reais.
00:00 HISTÓRIA 01
02:39 HISTÓRIA 02
16:12 HISTÓRIA 03
22:05 HISTÓRIA 04
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Agradecimentos:
Phelipe Gomes Silva
Vitrine:
Amanda Melo
- Cemitérios e históriasEmpurrão físico inexplicável · Marca de queimadura nas costas · Pesadelos recorrentes · Criatura sombria em sonhos
- Importância simbólica da propriedade própriaManifestação de espíritos · Silhueta de homem rechonchudo · Histórias paranormais familiares
- Fenomenos ParanormaisObjetos se movendo sozinhos · Vozes inexplicáveis · Artefatos da Zâmbia · Exorcismo doméstico
- Fenômeno 'Nhum Nhum'Imitação de sons · Poltergeist
Então, algo seriamente perturbador começou a acontecer depois de uma piada que eu e o meu parceiro começamos há algum tempo, cerca de 1 ou 2 semanas atrás. O meu parceiro tava na cozinha fazendo um jantar para nós e eu disse, brincando, mas de um jeito muito incomum, um nhum nhum enquanto e olhava para o que ele tava fazendo. Então, cerca de 1 ou 2 dias depois, aconteceu. Meu parceiro tava no quarto se trocando, e aí eu saí do quarto rindo e dizendo: para com isso, amor, é tão sinistro que não tem mais graça.
E eu fiquei um pouco confuso. Eu tinha acabado de sair do meu banho, eu tava focado em escovar os meus dentes, Eu não respondi, ela sorriu e disse: sabe aquele negócio do nhum nhum? Não tem graça, é nojento, é estranho. Eu expliquei que eu não fiz nada e meu parceiro, claro, disse que eu tava mentindo descaradamente. Bom, hoje aconteceu de novo, só que dessa vez eu também ouvi. Não tá certo, é uma coisa muito assustadora e a gente tá surtando.
Foi no nosso quarto. O nhum nhum soa exatamente como eu tava fazendo. Mas agora tem uma história profunda nessa casa, de tabuleiros Ouijas e assassinatos no passado, antes de mudarmos e tal. Mas isso é novo, tá além de eu explicar o quão perturbador que é isso. Olá, ouvinte! Tá começando mais episódio do terror. Eu sou Fê e bom, temos aqui igual a Hebe falou, um fantasma comendo uma comidinha gostosa e fazendo nham. Ele aparentemente gostou e repetiu e gostou de ficar repetindo nham e virou um eco dentro da casa.
Não um eco porque eco é quando os fantasmas ficam repetindo coisas que eles faziam na vida passada. Nesse caso ele não tá fazendo coisas que ele fazia na vida passada, né? Ele tá repetindo o que o pessoal tava fazendo. Então é só um imitador, um mímico, um mímico, talvez um poltergeist, depende. O que aconteceu mais alguma coisa? A pessoa não falou. Vamos começar com uma história muito bizarra que temos imagens, vai aparecer para vocês a imagem quando ela precisar ser aparecida, então fiquem de olho.
E ela começa mais ou menos assim: Eu nunca realmente visitei esse Subway antes, mas eu queria compartilhar essa história com alguém. Realmente eu não consigo encontrar uma explicação razoável para o que aconteceu naquela noite. Foi uma experiência estranha e alarmante. Tudo isso aconteceu há alguns meses. Minha amiga ouviu dizer que a aurora boreal poderia ser visível na nossa região. E perguntou se eu queria dar uma volta pelo campo pra ver se a gente ia conseguir dar uma espiada nela.
Então saímos após o anoitecer e dirigimos por um tempo, deixando a cidade pra trás e nos aventurando pelo campo. Enquanto a gente escaneava o céu e procurava um bom ponto de observação onde as estrelas e as luzes pudessem ser visíveis. Mas várias horas se passaram e sem nada pra mostrar pelos nossos esforços, A gente começou a desistir de ver as luzes. Enquanto a gente discutia o que fazer a seguir naquele momento, a minha amiga observou que a gente estava perto de sua cidade natal e me lembrou que ela queria visitar o cemitério local para encontrar os túmulos de alguns parentes distantes.
Ela tinha estado pesquisando sua genealogia recentemente, por isso que ela tava tão interessada. Era uma noite clara e quente, a gente tava bastante decepcionado por não termos visto as luzes. A gente queria tornar a nossa viagem valiosa, então eu concordei da gente passear no cemitério. Entramos na estrada de terra ao lado do cemitério e caminhamos até encontrarmos os túmulos certos. Ela tirou algumas fotos e decidimos apenas dar uma volta por um tempo.
Minha amiga tava na frente, usando a lanterna do celular pra iluminar o caminho e garantir que não pisássemos acidentalmente num dos túmulos. Eu tava me sentindo cada vez mais ansioso desde que a gente chegou. O que me pareceu um pouco estranho. Eu já fiz vários projetos de estreação de cemitério como arqueólogo e normalmente eu não me sinto nervoso em cemitérios mesmo à noite. Na verdade, eu costumo achar que cemitérios são bastante tranquilos e calmantes, mas eu me senti realmente estranho naquele cemitério em específico.
Eu me peguei girando frequentemente porque senti que tinha alguém atrás de mim. Ainda assim, eu apenas atribuí isso à ansiedade geral e eu tentei não pensar muito no assunto. Um dos problemas de ter transtorno de ansiedade é que às vezes é difícil dizer quando a sua ansiedade é uma ansiedade justificada. Mesmo em retrospecto, eu não sei se minha ansiedade era apenas coisa da minha cabeça ou se tava relacionada ao que ia acontecer logo em seguida.
Depois de passear por um tempo, eu percebi que tava se aproximando da 1 da manhã e provavelmente deveria voltar para casa. Voltamos e seguimos em direção ao carro. O carro da minha amiga tava à vista e ela tava alguns metros à minha frente quando aconteceu. De repente eu senti uma onda daquela sensação nervosa de novo e pensei ter ouvido alguém correndo atrás de mim. Eu tava começando a virar a cabeça pra olhar pra trás quando eu senti algo colidir com as minhas costas, o impacto inicial me atingindo bem entre as omoplatas.
Tinha um peso substancial por trás disso, como se alguém realmente tivesse se jogado contra mim. O impacto foi tão forte que eu fui jogado para frente e eu caí de cara. Enquanto eu lutava para me levantar, eu senti o peso pressionando os meus ombros de novo e eu fui empurrado de volta para baixo. Então eu olhei para cima e vi minha amiga correndo em minha direção. Ela também ouviu alguém correndo na nossa direção, ouviu minha queda inicial e virou a tempo de me ver sendo empurrado de volta para baixo.
Ela me contaria depois que tinha visto meu moletom se achatando contra as minhas costas e mudando como se alguém tivesse pressionando as mãos contra os meus ombros. Ela agarrou meu braço para me levantar assim que o peso desapareceu e ambos corremos para o carro, pulando e trancando instintivamente as portas. Ela não perdeu tempo ligando o carro e saiu apressadamente pela estrada. Assim que a gente chegou na estrada principal, simplesmente fugimos dali o mais rápido possível.
A gente dirigiu por vários minutos sem dizer uma palavra. Acho que nós dois, a gente tava todo ado e mais do que tudo a gente tava confuso. Finalmente ela olhou para mim e disse: o que diabos aconteceu? Eu não sabia ao certo como responder isso. Eu disse a ela que alguém me empurrou para o chão e ela disse: eu vi, eu vi. Mas o que foi aquilo? Não tinha nada lá. Tentamos encontrar alguma explicação racional, mas nenhuma delas fazia sentido.
Alguém me atacou e depois fugiu? Ah, definitivamente não. A gente teria visto essa pessoa. Eu tropecei? Não. Definitivamente eu senti algo me empurrando, e minha amiga me viu sendo empurrado de volta pra baixo. Foi o vento? Não, isso não era possível. Não tinha nenhuma brisa sequer naquela noite, e se houvesse uma rajada de vento também teria atingido a minha amiga. Talvez um animal tenha me atacado, mas isso também não seria possível.
Não tinha animais locais grandes o suficiente, fortes o suficiente e furtivos o suficiente pra derrubar um humano adulto e sair sem ser visto. Eu tava à vista da minha amiga, iluminado pela lanterna dela durante a segunda queda, e o peso permaneceu nos meus ombros mesmo quando ela se aproximava. Ela deveria ter sido capaz de ver qualquer coisa que deveria ter me empurrado. A gente não conseguia explicar. O que tivesse me empurrado duas vezes não era visível pra gente.
À medida que a adrenalina diminuía, eu percebi algo: que as minhas costas estavam doendo, bem entre as omoplatas, exatamente onde eu senti o impacto. Eu senti uma sensação de formigamento, como se fosse uma picada, uma picada de um inseto. Era como se as minhas costas, apesar de cobertas pelo meu moletom, tivessem de alguma forma tocado Por urtigas. Eu mencionei isso à minha amiga e ela insistiu em parar na beira da estrada para olhar as minhas costas.
Ela ligou a luz do capô do carro e puxou a gola do meu moletom para baixo para olhar. Eu ouvi ela murmurar: Que diabos é isso? Ela tirou uma foto das minhas costas e me mostrou. A pele entre a minha omoplata estava avermelhada e várias bolhas pequenas começaram a aparecer. Nos dias seguintes, as bolhas incharam e estouraram. Era como se eu tivesse, de alguma forma, sofrido uma queimadura de sol ou uma queimadura química. Não tinha arranhões ou cortes, não tinha feridas abertas, não tinha sangue.
Era uma marca relativamente sutil, mas ainda bem clara e visível, e nos intrigou. Certamente, a gente não ia conseguir entender como teria sido queimado. Eu não tinha encostado em nada, não tinha tocado as minhas costas. Eu tinha usado o meu moletom a noite toda e não tinha rasgos ou marcas no tecido. E a queimadura doía, continuou a arder por vários dias, e você pode ver a foto aqui. Eu não conseguia dormir naquela noite, as minhas costas doíam, e toda vez que eu começava a adormecer, de repente eu começava a temer que alguém estivesse de pé sobre os meus ombros e eu acordaria assustado.
Eu realmente não consegui entender o que tinha acontecido no cemitério, mas isso realmente me abalou. Eu não sei exatamente qual é a minha posição sobre o fenômeno paranormal, pra ser honesto, mas como antropólogo, eu sou treinado pra me manter de mente aberta, mas ainda preciso confiar em uma perspectiva profundamente acadêmica e muitas vezes empírica. Ainda assim, eu sei que algo verdadeiramente bizarro e assustador aconteceu naquela noite.
A minha incapacidade de explicar, de dar conta de cada detalhe estranho, tem sido profundamente perturbadora. Também tem sido especialmente difícil lidar com isso porque eu já tenho TEPT de um ataque anterior, e tem algo profundamente perturbador no fato de que nesse caso não tinha nada que eu pudesse ter feito para me defender, e sem uma explicação clara para isso. Não tem como eu evitar que algo assim aconteça de novo, eu não consigo lidar com o medo e eu nem mesmo consigo começar a entender.
Esse evento também começou a afetar os meus sonhos. Eu tenho tido vários pesadelos estranhos desde o incidente no cemitério. Sonhos que são extremamente semelhantes aos pesadelos que eu tinha por anos quando eu tava crescendo. Não sei onde eles vieram, mas pelo que eu me lembro, sempre tive sonhos em que uma criatura tenta me atrair de uma maneira ou de outra. E nos sonhos, geralmente entendo que essa criatura seja um diabo ou um demônio, simplesmente colocado às vezes algo maligno.
Algo perigoso e difícil de entender. Esses sonhos voltam a ser relevantes, já que parece que eu os tenho quase todas as noites que eu durmo nos dias de hoje. Eu sei que provavelmente devido a um trauma, eu espero que não seja mais sinistro. Esses sonhos e experiência no cemitério estão de alguma forma conectados. Às vezes a criatura ameaça em meus sonhos e assume uma forma de uma velha. Eu tive um sonho quando tinha cerca de 13 anos em que eu tava vagando por uma floresta.
Eu encontrei uma cabana com uma velha parada na varanda. Ela me chamou para entrar e eu aceitei. Passamos um tempo conversando casualmente e assando biscoitos, mas eu senti inquieto ao redor dela e tive a sensação de que algo ruim ia acontecer. Ficamos apenas na cozinha durante todo o sonho, mas eu consigo me lembrar de olhar para a entrada dos cômodos e ver apenas as bordas sombrias. Eu pensei que talvez devesse tentar sair, mas eu não conseguia lembrar como encontrar o caminho para fora.
Em algum momento, enquanto a gente tava sentado na cozinha, eu olhei pela janela e notei um grupo de pessoas no quintal chamando pela velha. Eu perguntei quem eram essas pessoas e ela me disse: eles querem que eu os leve, mas eu não quero eles. Eu quero você. Em outro sonho, ela tem uma aparência mais sinistra, mas sempre reconheço como a mesma criatura. Às vezes tenho sonhos em que ela tá sentada no escuro ao lado da minha cama, sussurrando para mim.
Ela tem uma aparência sombria, com membros longos e magros e órbitas oculares vazias, e os seus dentes são feitos de arame farpado e tem algo como sangue ou vinho brilhando nos seus lábios. Nesse sonho eu consigo ouvir ela sussurrando, mas eu não consigo entender o que ela quer dizer. Às vezes eu tenho sonhos com a mesma criatura sentada na cadeira no canto do meu quarto, comendo o que parece ser uma maçã podre. Eu já suspeitava há muito tempo que essa criatura é alguma manifestação dos meus medos mais profundos e perturbadores.
Eu sei que são apenas sonhos, mas eu menciono isso porque esses sonhos tinham diminuído no início dos meus 20 anos, mas o incidente no cemitério me abalou tanto que eles voltaram. Parece ter abalado minha compreensão do mundo ao meu redor, abrindo as comportas dos meus próprios demônios internos. Nesses novos sonhos, essa criatura está de pé atrás de mim no cemitério o tempo todo e parece estar desacelerando. Eu consigo sentir minha amiga congelada à minha frente.
A criatura tá sussurrando em minhas costas. Realmente eu não sei por que a minha mente tá misturando aquela criatura dos sonhos com meu encontro no cemitério. Mas o medo tem se mantido e eu tenho acordado todas as noites. Eu realmente não sei o que diabos aconteceu naquela noite. Minha amiga acredita que foi um fantasma, mas eu simplesmente não sei. Eu nunca experimentei pessoalmente nada assim. Realmente não sei o que fazer com isso.
É uma história muito bizarra. Temos fotos, a gente tem a foto que das costas da moça. Parece ser igual a Vanilla falou aqui, que parece ser uma alergia do sutiã, mas também parece um tapão, né? Aparentemente tá, sabe quando dá aquela sargada? Tá sargada as costas dela, tem um vergão. Dá para você ver aqui no vídeo. Mas então, de novo a fotinha, mas ela tá numa batalha espiritual fortíssima aí, né? Muito forte essa batalha espiritual que ela tá enfrentando, porque foi— a gata tá lutandinha, igual a Hebe falou aqui.
Ela tá numa batalha fortíssima. Foi empurrada no cemitério, sonhos que ela tinha quando era criança voltaram. Ela tá em dúvida se ela acredita ou não acredita, se tem relação, não tem relação. No fim, pirou, pirou, fez ela duvidar. O fantasma conseguiu o que ele queria. Fez ela duvidar dela mesma. Aí já era, quebrou a coitada. Comenta aí o que que vocês acham que aconteceu com essa moça. Honestamente, a Hebe falou: honestamente, eu acho que essa aí tá procurando sarna para se coçar.
Pode ser também. Ela devia aceitar que ela teve duas ocasiões, uma que ela foi empurrada e outro sonho de quando era criança. Agora fica fazendo as correlações, deixou ela numa batalha espiritual forte. Ela procurou sarna para coçar. Vai num terreiro, querida, vai num terreiro que eles resolvem o seu problema. Bora para a próxima. Isso aconteceu há mais de 10 anos, logo quando a minha esposa e eu começamos a namorar. A gente tava morando na casa da mãe dela para economizar dinheiro para nossa mudança para Austin, e a gente costumava nos reunir na lavanderia para fumar cigarros e conversar.
Certa noite, a gente começou a discutir sobre fantasmas e a minha namorada e a mãe dela começaram a me contar algumas histórias verdadeiramente bizarras. Elas são, sério, um tesouro de experiência paranormal. Em especial, elas me falaram sobre dois homens que assombravam a propriedade do outro lado da rua. Muitos e muitos anos antes, a dupla tinha invadido a casa, assassinado a mulher que morava lá E pouco tempo depois, os dois foram fuzilados pela polícia bem no meio da rua.
Eles nunca foram embora e foram ficando cada vez mais intimidantes com o passar do tempo. A minha esposa relembrou a vez em que ela chegou em casa por volta das 4 horas da manhã, vindo de uma noite de balada, e um dos homens se aproximou do carro dela e começou a bater de leve na porta do passageiro, esperando que ela saísse do veículo. Como ela não se mexeu, Ele começou a andar pela parte externa do carro, batendo lentamente na lataria, descendo pela lateral e contornando o porta-malas.
Ela não esperou que ele desse a volta completa para chegar na porta do motorista. Ela deu fora dali com o carro cantando pneu, dirigindo até uma lanchonete Denny's e ficou lá até o sol nascer. Naquela época da minha vida, eu nunca tinha vivenciado nada que não pudesse ser explicado cientificamente. Mas acreditei que aquele encontro realmente tinha acontecido. Afinal, é minha namorada e ela sabe a diferença entre o motor que dá uns estalos depois de ser ligado e algo se movendo e batendo de verdade na parte externa do carro dela.
Mesmo assim, eu achava que não ficaria com medo de algo que não fosse corpóreo. Eu mudei totalmente de ideia algumas semanas depois. Eu precisava sair de casa por volta das 5:30 da manhã para dirigir até a casa dos meus pais que ficava a cerca de 1 hora de distância. Era uma manhã muito fria, o meu carro é uma verdadeira lata de lixo sobre as rodas que demorava uma eternidade para esquentar. Eu fiquei ali, sentado com o motor ligado, tomando um café e tentando ao máximo não cochilar direto no banco do motorista, quando eu vi um movimento pelo canto do meu olho esquerdo.
Eu olhei naquela direção, mas tudo que eu consegui ver Foi a casa vazia e supostamente assombrada do outro lado da rua. Não tinha nada lá. Eu achei que fosse apenas uma sombra ou meu cérebro ainda grogue de sono, e eu voltei a me encher de cafeína antes de pegar a estrada. No entanto, eu continuei vendo o movimento, uma sombra que parecia crescer e se aproximar do meu carro, mas toda vez que eu olhava direto para a direção do movimento, eu não via nada.
Eventualmente decidi não olhar mais. Eu apenas manteria minha visão fixa para frente e talvez o que quer que tivesse vendo ou achando que eu tava vendo simplesmente fosse embora. Não foi. Ela não foi. E depois de um tempo, a sombra tomou forma, se transformando numa silhueta vaga de um homem forte e rechonchudo. Uma visão estranhamente clara, apesar do fato de eu conseguir enxergá-lo pelo canto do olho. Ele não tinha feições distintas e parecia tá escorrendo, como se fosse feito de piche.
Imagina um boneco de vudu gordo encharcado de óleo bruto. Essa é a melhor aproximação de como aquela coisa parecia. A aparência daquele homem já era ruim o suficiente, mas ficou ainda pior pelo fato de ele ter caminhado até parar do lado da minha janela. Ele não bateu no vidro. Como tinha feito com a minha esposa, mas parecia apenas ficar ali me encarando fixamente, mesmo sem ter olhos que eu pudesse distinguir. Eu não esperei mais nenhum segundo para decidir que meu carro já tava quente o suficiente para dar o fora dali correndo.
A adrenalina correndo pelo meu corpo foi o suficiente para garantir que eu não pegaria no sono no volante nas próximas horas. Mais tarde naquela noite, eu liguei para minha namorada e eu disse Acho que eu conheci um dos homens que assombram a casa do outro lado da rua essa manhã. Ela respondeu na hora: Ah é? Qual deles? O cara magro e alto ou o cara que fica escorrendo igual Pix e é gordo? É, tamo aí com a namorada que tá acostumada e habituada com fantasmas do outro lado da rua.
E eu sinceramente Eu não sei o que eu faria, porque eu ficaria muito, muito com vontade de filmar, de tentar pegar alguma coisa pela câmera. Não fala a data que isso foi, né? Há mais de 10 anos, então a câmera não era tão comum assim de você carregar no seu bolso. Mas será que diminuiu a atividade naquele local? Será que aumentou? Será que uma câmera não pegaria? Os fantasmas? Eu não sei, eu tentaria, já que eles se manifestam tanto.
Não sei, não sei sinceramente. Você falou assim, aquele, aquele então, aquele, e então, né? Puts, é, realmente eu acho que essa é a melhor, do tipo, querido, já temos dinheiro suficiente para irmos para nossa casa no Austin, do outro lado do país. Quem sabe, hein? Quem sabe, quem sabe. Bom, bora, bora para a saideira, bora para a saideira. Em novembro de 2009, minha esposa e eu nos mudamos a apenas alguns quilômetros de onde a gente tava morando para casa dos nossos sonhos, uma casa em um terreno de 2 alqueires na área rural aqui no sudeste do Michigan.
A casa tinha apenas 4 anos e havia sido construída pelo jovem casal que vendeu para a gente. Eles tinham dois filhos pequenos. Na época, minha esposa e eu tínhamos uma filha que tava com 3 anos. A gente tava com pressa para nos mudar porque apenas alguns dias depois eu partiria para uma viagem missionária de duas semanas para Zâmbia, na África. Uma noite depois que eu voltei da África, minha esposa e eu, a gente tava sentado na cama quando a gente ouviu um estrondo vindo do banheiro do porão.
Fui até lá embaixo e encontrei a barra da cortina do chuveiro caída no chão. Não tinha cortina nela ainda, só a barra. Eu não pensei muito sobre isso na época, eu presumi que o proprietário anterior pudesse não tê-lo instalado corretamente. Algumas noites depois, eu acordei por volta das 2 horas da manhã e eu notei uma luz na sala de estar acesa do lado de fora do nosso quarto. Minha esposa tava dormindo, eu levantei e apaguei a luz porque tava me mantendo acordado.
Na manhã seguinte, eu disse à minha esposa que ela tinha deixado a luz acesa antes de vir para cama e que aquilo tinha me acordado durante a noite, mas ela insistiu que a casa tava completamente escura quando ela veio para cama depois de mim. Cheguei à lâmpada e ela tava firmemente rosqueada no bocal. Não era uma luminária de toque, então não consegui entender como ela tinha acendido sozinha. Nossa filha também não tinha se levantado durante essa noite.
Alguns meses depois, eu voltei para casa de uma viagem de negócios e minha esposa me contou que algo havia acontecido enquanto eu estava fora. Uma tarde, a nossa filha de 3 anos saiu do quarto onde estava brincando e perguntou: onde tá o papai? A minha esposa disse a ela que eu ainda tava fora na minha viagem de negócios. E a nossa filha insistiu que eu tinha que estar em casa porque tinha ouvido minha voz conversando com ela como se eu tivesse no quarto com ela.
Alguns meses depois disso, a minha esposa e minha filha estavam no porão quando eu tava no trabalho. Minha esposa disse que congelou quando ouviu várias vozes no andar de cima. Ela conseguia ouvir pessoas conversando, mas não conseguia entender o que estavam dizendo. A princípio, ela pensou que o assaltante pudesse estar na casa e ficou aterrorizada por si mesma e por nossa filha. O que pareceu estranho para ela foi que ela não ouviu passos, ela não ouviu movimento, ela só tava escutando as vozes.
Depois de alguns momentos, as vozes pararam abruptamente. Ela esperou por um tempo e, antes de subir as escadas lentamente, e ninguém tava lá. Não tinha nenhum sinal de que alguém tivesse na casa. Ela não conseguia explicar quem ou o que tinha ouvido conversar no andar de cima. Na primavera de 2011, a gente teve a nossa segunda filha. Tarde da noite, eu costumava acordar para usar o banheiro da suíte principal e depois caminhava pelo corredor para dar uma olhada nas meninas.
Que compartilhavam quarto. Uma noite, depois de usar o banheiro, eu caminhei pelo nosso quarto no escuro e eu me dirigi para a porta. Faltando apenas alguns passos para alcançá-lo, o abajur na mesa do canto do lado do nosso sofá, bem ao lado de fora da porta do quarto, acendeu de repente. Ele iluminou o cômodo que eu tava prestes a entrar. Eu congelei, o meu coração tava acelerado, e o meu primeiro pensamento foi que alguém tinha invadido a casa, mas depois de alguns momentos eu percebi que teria ouvido algo todo naquele silêncio, mesmo os passos mais suaves.
Também não fazia sentido que um ladrão invadisse a casa à noite e acendesse a luz mais óbvia no centro da casa. Eu reuni coragem e entrei na sala de estar iluminada, mas ninguém tava lá. Na manhã seguinte, eu contei à minha esposa o que tinha acontecido. Eu não consegui explicar a ela nem para mim mesmo como aquele abajur tinha acendido no meio da noite, no exato momento em que eu tava prestes a entrar naquele cômodo. Quando juntamos isso com tudo o que já tinha acontecido, realmente começamos a acreditar que algo paranormal tava acontecendo na casa.
Ao longo dos anos seguintes, algumas outras coisas aconteceram que não conseguimos explicar. Eventualmente, eu liguei para os antigos proprietários. Joguei conversa fora por um tempo e disse a eles que a gente tava adorando a casa e que a gente era grato por ter vendido a casa a gente. Então eu perguntei se eles já tinham passado por algo estranho durante os 4 anos em que moravam lá. Eles perguntaram o que eu queria dizer com isso, então eu expliquei o que tinha acontecido.
Eles concordaram que o incidente parecia sinistro, mas insistiram que nada de estranho jamais tinha acontecido com eles quando moravam na casa. Uma noite em 2013, depois de colocar nossas filhas na cama, Eu tava na cozinha com a nossa cachorra, a Sugar. Tava escuro, exceto pelo brilho do notebook em uma mesa próxima. Quando, quando eu me levantei, uma voz feminina sussurrou suavemente um ei de forma muito clara no meu ouvido esquerdo.
Eu fui rapidamente para o quarto das minhas filhas, a apenas alguns passos de distância, pensando que minha esposa pudesse estar perto das camas das meninas e tivesse sussurrando para mim de lá. E ela não tava lá também. Eu fui pelo corredor até a outra extremidade da casa e encontrei minha esposa na cama sob as cobertas lendo um livro. Eu perguntei se ela tinha acabado de sair da cozinha na ponta dos pés depois de dizer algo para mim.
Apenas 15 ou 30 segundos se passaram desde que ouvi o sussurro da mulher no meu ouvido. E a minha esposa olhou para mim e disse: você finalmente ouviu as vozes também, não é mesmo? Nos 4 anos anteriores, eu não tinha acreditado de verdade que ela e minha filha tinham ouvido vozes. Eu acreditava agora. Eu não conseguia explicar de onde aquelas vozes vinham. Mesmo com tudo que tinha vivenciado, nós não nos sentimos necessariamente amedrontados.
A gente estava mais perplexo e confuso. Nenhum de nós jamais tinha sido tocado fisicamente e nunca a gente tinha visto uma aparição. Então, em uma tarde de domingo de 2016, eu entrei na sala de ferramentas do nosso porão. E nesse cômodo contém o aquecedor de água, fornalha, ferramentas, bancada de trabalho, alguns itens domésticos. É uma sala de bom tamanho, sem janelas, com apenas uma porta. Quando eu entrei, eu encontrei a minha furadeira elétrica dentro de sua maleta plástica rígida, em pé, bem no meio do chão de concreto.
Parecia que alguém havia colocado ela ali. A princípio, eu me perguntei por que eu teria deixado aquilo no meio da sala. Então eu percebi que eu não tinha feito isso. Aquela maleta da furadeira normalmente ficava em uma prateleira com outras ferramentas elétricas na caixa, alto o suficiente para eu precisar ficar na ponta dos pés para alcançar. De todas as ferramentas naquela prateleira, como aquela tinha descido? Como poderia ter pousado perfeitamente em pé no meio da sala sem qualquer dano na queda?
Eu fiquei perplexo. Eu coloquei de volta ela na prateleira E nem 2 dias depois eu entrei na sala de ferramentas de novo e eu encontrei 2 cipas de madeira, cada uma com cerca de 60 centímetros de comprimento, caídas no chão de concreto. Eu usava aquelas cipas como suporte para janela. Elas estavam deitadas ordenadamente uma do lado da outra, como se alguém tivesse colocado elas ali. Não parecia ter caído de forma aleatória. Aquelas cipas normalmente eram mantidas em uma prateleira superior a cerca de 2 metros e meio do chão.
Minha esposa ou filhas pequenas precisariam de uma escada para alcançá-las, presumindo que elas soubessem onde elas estavam. Encontrar a maleta da furadeira e depois as ripas de madeira no meio da sala tão rapidamente me deixou boquiaberto. Eu não tinha contado à minha esposa sobre a maleta de furadeira ou sobre as ripas. Cerca de um dia depois, ela me contou que tinha descido até a sala de ferramentas para pegar algo para o jantar da nossa geladeira extra.
Quando entrou, a lata de spray de tinta que tava no chão atrás da porta foi arremessada do outro lado da sala. Eu tive um calafrio quando ela me contou isso. Eu expliquei que eu não usava tinta spray há semanas e que aquelas latas normalmente ficavam a cerca de 2 metros de distância da porta. A porta pela qual ela entrou é a única entrada para aquela sala de ferramentas. A única maneira da tinta estar ali atrás da porta Era se alguém tivesse na sala e tivesse colocado ali, e não parecia humanamente possível.
Eu então contei a Elo o que tinha acontecido dias antes com a maleta de furadeira e as ripas de madeira. Parecia que algo em nossa casa tava tentando chamar a nossa atenção. Eu já morei em muitos endereços em vários estados na minha vida adulta e eu nunca havia passado por nada parecido em uma outra casa. Como os proprietários anteriores disseram que nada de estranho jamais havia acontecido com eles, Eu comecei a perguntar o que a gente tinha feito para trazer isso para dentro de casa.
Após anos de eventos estranhos e inexplicáveis, uma das possíveis causas finalmente me aconteceu. Durante uma viagem missionária à África, logo após de nos mudarmos, eu tinha trazido vários objetos de madeira de tamanhos diferentes. Eles haviam sido esculpidos à mão por moradores de diferentes áreas da Zâmbia, por onde eu havia viajado. Eu comecei a me perguntar se uma daquelas esculturas— eu comecei a me perguntar se alguma daquelas esculturas pudesse ter algo atado a ela.
A bruxaria ainda é amplamente acreditada naquela parte da África. Embora eu não pudesse provar nada definitivamente, eu comecei a acreditar que um daqueles objetos poderia estar conectado ao que tava acontecendo na nossa casa. Pouco depois dos incidentes na sala de ferramentas em 2016, eu dei um fim nisso. Uma noite, desci pra pegar algo no porão, e o porão tava escuro, mas eu não acendi as luzes porque eu sabia que seria uma viagem rápida de ida e volta.
Conforme entrei no porão, eu passei por uma janela que dá pro nosso quintal, e de repente, o alarme da janela disparou, me dando um baita susto. Esse alarme é do tipo que exige que a janela se abra fisicamente antes de ser acionado, Tudo o que eu tinha feito foi caminhar perto dela, assim como a Baju anos antes. O olhar me pareceu esperar até que eu estivesse perto antes de soar alto o suficiente. Eu já tava farto. Como um cristão devoto, eu disse em voz alta: Você não vai mais incomodar a minha família e você não é bem-vindo nessa casa.
No poderoso nome de Jesus Cristo, você vai embora e nunca mais vai voltar. Eu admito que os meus batimentos cardíacos foram lá no alto. Eu fiquei parado no silêncio por um momento, quase como se esperasse por uma resposta. Depois eu subi as escadas e contei à minha esposa o que tinha acontecido com o alarme da janela e o que eu tinha dito. Até hoje, anos depois, ninguém em nossa família teve outro incidente na casa. Caramba, né?
Quanto sentimento horroroso que eu tive no final dessa história. Claro, como um bom cristão, é muito mais fácil você colocar na religião dos outros a culpa dos seus próprios demônios. Não, dos seus próprios demônios não, mas de alguma coisa que pode estar na sua casa. Talvez, talvez, talvez o problema não seja a religião do outro, talvez seja a sua própria religião. Quem sabe não foi isso que levou alguma coisa para dentro da sua casa.
No seu processo de, de sua missão, né, de evangelização de povos africanos que você tanto fez com muito carinho, não é mesmo? Aí resolveu levar alguns artigos, alguns artefatos feitos manualmente por eles que você evangelizou e levou para casa. Um espírito vingativo veio tirar de você a sua fé cristã. Olha eu militando religiosamente. Ai, gente, gente, que história, que história! É, ouvei, ó, ouvei, esclareceu você sobre os seus pensamentos.
Ó, talvez não errou falando sobre submissão. Obrigado, obrigado. Então, né, é complicado, você vai tipo, nossa, tem uma coisa bizarra acontecendo na casa dele de repente. Então é viajei à África, no meu trabalho era missionário, era de propagar a palavra de Deus. Como disse, como diz Avril Lavigne, né, complicated. Mas pessoal, meu muito obrigado você que ficou até aqui, escutou essas histórias macabras sobre fantasmas, assombrações e casas bem assombradas.
É isso. Cuidado com o que você traz da Zâmbia. Às vezes é só a religião de outra pessoa se manifestando ou tentando te converter à religião dela. É isso. Eu me despeço de vocês de mais um episódio fantástico. Obrigado, Hebe, Bruno, Si, Gabriel, Manuel e Vanilla, que ficaram até aqui escutando o episódio comigo. E você que ainda não se inscreveu no canal do YouTube, Faça esse favor pra gente, você vai ajudar muito um criador de conteúdo, você vai ajudar muito o YouTube crescer nessa plataforma.
Então se inscreva no canal, escute até o final, deixe seu like, deixe seu comentário e até o próximo episódio. Cuidado nas esquinas e tchau!