Episódios de Minha Canção

Minha Canção #18: Lily Allen

08 de maio de 202623min
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Sarah Oliveira homenageia a cantora, compositora e atriz britânica Lily Allen neste episódio do ‘Minha Canção’.

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Assuntos5
  • Lily AllenÁlbum pessoal sobre fim de casamento e traição · Franqueza e intensidade nas letras · Potencial de premiação no Grammy 2026
  • Pussy Palace: Choque e IroniaSonoridade eletrônica e batida lenta · Letra sobre infidelidade e descoberta de amante · Referência a 'dojo' como lugar de crescimento · Apresentação no desfile da Chanel com ataque de riso
  • O sorriso e suas nuancesLançamento do álbum All Right Still · Divulgação inicial no MySpace e viralização · Sucesso comercial com mais de 2.5 milhões de cópias
  • Sentimento da população britânica em WWIIRetrato irônico e crítico de Londres · Problemas ocultos como violência e desigualdade social · Contraste entre a aparência e a realidade londrina
  • It's Not Me, It's You: Virada Sonora e TemáticaSonoridade eletrônica e voltada para as pistas
Transcrição61 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Eu falei para vocês que eu ia fazer essa trilogia das artistas pop. Eu comecei com Rosalia, que é a nossa musa pop dos anos 2020. E agora, Lili Ellen, a nossa musa pop anos 2000. Duas delas, Lili Ellen e Rosalia lançando discos novos.

deliciosos e Bjork fazendo feats novos e sempre se reinventando então agora chegou a vez de Lily Allen, eu vou dedicar esse Minha Canção a essa mulher que tem uma voz importantíssima no pop britânico do começo dos anos 2000 a Lily Allen, ela apareceu em 2006 junto com um estouro que foi Back to Black da Amy Winehouse nós temos o Minha Canção Amy Winehouse tá aí no streaming, no podcast no Youtube, é só procurar Minha Canção Amy Winehouse

E foi uma revolução feminina britânica, cada uma no seu estilo, né? Mas foi um ano muito rico. Eram essas meninas maravilhosas, dominando o pop, sempre com letras confessionais, falando do cotidiano, da vida real, com doses de humor e ironia. E também...

de acidez, né, assim, de dor, falando a real mesmo, a Amy no seu estilo e Lily Ellen no seu estilo, né, cada uma com o seu. Ano passado a Lily Ellen voltou ao centro com o álbum West End Girl, que eu amei, eu achei um dos álbuns mais legais lançados recentemente. Ela não entrou pra competição do Grammy porque acho que ela lançou, eles já tinham feito a votação, mas eu...

Eu sinto que agora em 2026 ela vai ganhar algumas coisas no Grammy, viu? É um trabalho muito intenso, muito pessoal. Ela expôs o fim do casamento dela, marcado por traição, e isso trouxe ao disco uma franqueza, né? Ela sempre teve muita franqueza nas suas letras, mas esse disco é o mais forte, o mais pessoal dela.

Então eu vou mostrar para vocês algumas canções, as minhas preferidas desse novo álbum e relembrar canções e sucessos da Lili Ellen que estão na minha memória afetiva e acho que na memória afetiva de muitos de vocês que estão me ouvindo agora. Bom, eu queria abrir justamente com uma do meu novo disco que eu amo, que é Pussy Palace.

Eu acho essa música muito boa. É uma sonoridade bem atual. Traz uma batida lenta eletrônica. Lembra um pouquinho o Daft Punk, mas é mais fresh. É mais fresco que Daft Punk. Tem uma cara de Lily Allen. Ela deu a roupagem dela.

Ela fala do choque que foi quando ela encontrou vários indícios de infidelidade, quando ela foi no apartamento dela com o ex e viu os lençóis revirados, cartas da amante. E daí ela perguntou, gente, isso aqui é um Pussy Palace ou é só um apartamento? Depois vocês traduzem aí o que é Pussy Palace, tá?

Não vim para casa, não quero você em minha cama Vá para o apartamento em o Vila West Eu vou dar o seu vestido, seu meldito, medicamento Eu já estou no caminho, indo para a estacion Estou no F, há um problema no

E aí, já colocando lenha na fogueira, eu abri com o Pussy Palace e eu acho essa música uma delícia de cantar. Eu vi uma apresentação ao vivo dela, a primeira vez que ela cantou Pussy Palace foi num desfile da Chanel.

E todo mundo chiquérrimo ali, era tipo uma festa da Chanel, e ela cantando, ela teve um ataque de riso, procurem isso na internet. Aliás, se você estiver assistindo minha canção Liliela no YouTube, a gente separou um trechinho aí pra mostrar pra vocês em vídeo. A primeira vez que ela cantou essa música em público, e que ela tem um ataque de riso por conta desse público, que era a galera ali que estava no desfile da Chanel. Eu adoro, porque ela fala de uma maneira muito explícita, ela manda assim, I didn't know it was your pussy palace.

I always thought it was a dojo. Sabe o que é dojo? É muito legal. Dojo é um termo japonês para um salão, uma sala, um ambiente em que se praticam artes marciais, meditação, outras formas de aprendizado físico e experimental. Então eu achei muito interessante, eu fui entender o que era dojo por conta disso. Então traduzindo literalmente, dojo seria um lugar do caminho. Olha que bonito.

Então ela falou, poxa, eu sempre achei que o nosso espaço, a nossa casa era um dojo, era um lugar de crescimento pessoal, de evolução pessoal, um lugar do caminho. E não, você fez um Pussy Palace, né? Será que eu fui casada por um cara... Ela fala assim, so am I looking? Era sex edit. Será que eu estou olhando para um viciado em sexo? Só isso? Cadê a poesia da relação? Cadê a poesia do amor?

Bom, é uma música forte e é deliciosa de cantar, né? É muito bom. Vamos para a Smile agora? Aquelas que vai, né? De Pussy Palace para a Smile. Esse é o Minha Canção, caótico e lindo, como sempre. A gente vai para a Smile, que assim, é todo fofinho, todo bonitinho, mas também tem uma letra bem forte. É o início da carreira dela, foi o primeiro grande sucesso dela. Vamos de Smile.

Legenda por Sônia Ruberti

Thaís Maia, o primeiro grande sucesso da Liliana foi quando a gente conheceu ela. Ela lançou All Right Still, que foi o primeiro disco. Antes dela ser famosa, antes dela lançar esse disco, ela divulgava as músicas dela no MySpace. Vocês lembram do MySpace? Uma rede social que foi muito popular nos anos 2000. Os artistas divulgavam bastante suas músicas lá, os artistas independentes. Foi muito, muito importante para ser independente da época, porque eles passaram a não depender das gravadoras, né?

E foi aí que a Lily Allen começou a chamar a atenção da imprensa britânica, ela foi um dos primeiros casos virais, assim, de música pop, assim, de sucesso viral, sabe? Que as pessoas não estavam preparadas, e ela lançou as músicas dela no MySpace, e virou, assim, um sucesso, antes mesmo dela lançar oficialmente o disco dela.

Para vocês terem uma ideia, o resultado foi mais de 2 milhões e meio de cópias vendidas no mundo. Porque veio na sequência desse viral. Ela já era um sucesso na internet e daí isso tomou uma proporção gigante. Agora a gente vai com mais uma desse disco que é London, que é LDN, né? É a abreviação de London. É uma música que é um retrato irônico da cidade.

Parece uma canção leve, mas na verdade, tudo na Liliana é assim. Parece que é leve, tipo Posse Pé, Lice Smile, mas as letras são fortíssimas. E essa Landa não fica para trás. Ela parece uma canção leve, mas na verdade ela está descrevendo Londres como um lugar aparentemente bonito, fofinho e tal, mas cheio de problemas escondidos e obscuros. Ela fala de violência, de desigualdade social. E que assim, na superfície parece que tudo está bem, mas a realidade de Londres, a realidade londrina é muito diferente.

etc etc Legenda por Sônia Ruberti

Essa foi London, LDN, uma crítica fiada sobre os problemas dessa cidade que todo mundo ama, mas que esconde várias questões aí no seu submundo.

Em 2009, a Lily Allen lançou o segundo disco dela, It's Not Me, It's You. Foi uma virada super importante para a carreira dela, principalmente em termos de sonoridade. No primeiro disco, ela trazia bastante reggae, ska, mas aqui, em It's Not Me, It's You, foi um som mais eletrônico, voltado para as pistas, também trouxe outros estilos como o country e o jazz. Ela é uma artista danada.

Ela sabe misturar os estilos musicais. Foi um grande sucesso, vendeu milhões. E foi um baita sucesso de crítica. A gente vai com duas músicas desse disco. The Fear e Not Fair.

Legenda por Sônia Ruberti

E daí, Not Fair, antes teve The Fear, que é uma música que eu adoro, que foi o primeiro single desse segundo disco dela. Eu amo, ficou no número um no Reino Unido. E daí tem a divertidíssima Not Fair que a gente acabou de ouvir. Ela fala de um namorado que é perfeito em quase tudo, menos na intimidade.

Então, ela fala uma coisa que não era tão comum para as meninas nos anos 2000 falarem. E eu acho isso muito, muito legal. Alanis Morissette também fez isso nos anos 90. Ela chegou e falou sobre insatisfação sexual. Ela falou o seguinte, sem pudor nenhum. You are supposed to care, but you never make me scream. Você deveria se importar, mas, na verdade, você nunca me fez gritar de prazer.

Toma essa. Então vai lá dar essa canetada em Not Fair. Antes teve The Fierak Eu Amo, que ela faz uma crítica ácida à fama. Gosto muito das críticas de Lili Ellen, porque ela não tem medo. Ela vai lá e critica mesmo. Bom.

Uma compositora de mão cheia, mas que fez duas versões lindas que eu queria mostrar aqui pra vocês, de canções que não são dela. Duas que eu quero mostrar. É a versão que ela fez pra Somewhere Only We Know, da banda Keen. Ela gravou em 2013.

E depois ela gravou Don't Get Me Wrong dos Pretenders, também uma versão linda. Ela deu uma roupagem linda pra essa canção que é linda dos Pretenders. Então vamos lá. Primeiro tem Somewhere Only We Know, o cover que ela fez de Key. E foi até pra uma loja britânica que ela fez, foi um super sucesso. Ela fez uma campanha e tal, e ela fez essa música pra trilha sonora e acabou gravando.

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Transcrição e Legendas por Quintena Coelho

Tá aí, Don't Get Me Wrong, que delícia, a Lili Ellen cantando Pretenders. Antes teve a versão bonita que ela fez, bem delicada no piano, com uma atmosfera antrospectiva para uma canção da banda Kim, que é Somewhere Only We Know. Eu estou fazendo minha canção Lili Ellen e daqui a pouco eu volto. A gente vai para o intervalo e eu já volto para falar do disco novo dela. Você ouve Minha Canção, com Sara Oliveira.

De volta com Minha Canção.

Eu sou a Sara Oliveira e esse é a minha canção que está lembrando a obra de Lili Ellens, nome do pop contemporâneo, uma hitmaker que há 20 anos tem contribuído com a sua ironia afiada para a música. É!

Talento ela tem de sobra, né? Eu gosto muito da Liliela, gente. E eu amei o West End Girl. Eu tô muito feliz de fazer essa minha canção e poder falar desse disco novo. Que eu acho que ainda vai ganhar muitos prêmios por aí. Ó, eu já toquei Pussy Palace, desse disco, né? Mas...

tô rindo aqui, porque essa música é muito engraçada. Esse disco todo é um desabafo sobre a relação conturbada que ela teve com o David Herber, que é o ator da série Stranger Things, parece que ele teve uma história lá com a figurinista, enfim. Não cabe a gente ficar falando dessa história, mas o legal é a obra que veio, que é o West End Girl, entendeu? Então, assim, ela tava inspiradíssima e fez um disco

muito, muito íntimo, mas que muita gente, mesmo quem não passou pelo que ela passou, se identifica de alguma forma, porque ela fala de uma maneira tão transpessoal, tão bonita assim, sério mesmo. Vocês sabem que eu vi uma entrevista, ela contando que ela escreveu todas as músicas desse disco novo em menos de 20 dias. Ela estava tão inspirada e tão cheia de sentimentos ali, transbordando, que precisavam sair, e ela fez o disco em menos de 20 dias. Ela fala ali abertamente sobre divórcio, sobre...

essa suposta traição, ela expõe mensagens, angústias, dúvidas, e até, como ela mesmo diz, a sua própria loucura. Me lembro um pouquinho o que a Alanis Morissette fez nos anos 90 com Jagged Little Peele, mas eu acho que a Lily, ela foi um pouco mais direta nos detalhes do que a Alanis. Ela foi mais literal, sabe? Eu acho que conversa com quem está ouvindo, no sentido de que...

como eu disse, é transpessoal, sabe? Então, por mais que você não passou por aquilo, você consegue se pôr em situação e entender a raiva que ela coloca naquela canção, você consegue se colocar em situação e entender o recado que ela está querendo passar ali. Por exemplo, a música que eu vou tocar agora, a Madeline, é um diálogo com uma mulher, a Madeline, que é um nome ficcional, sobre esse acordo discreto que a Lily tinha com o marido.

E por que essa mulher entrou no meio e daí ela expõe as mensagens com a mulher, mas daí a gente não sabe se aquilo rolou de fato, se são mensagens verdadeiras ou se ela acabou escrevendo só por uma letra de música. Enfim, vamos ouvir Madeline, que além de tudo é lindo.

Não falamos fora do tempo que a gente faz. E quando ele fala sobre você, é com o respeito.

Tá aí Madeline, considerada uma das canções mais pessoais. Eu não sei como pode ser mais pessoal de um disco tão pessoal como West End Grow. Agora tem No Monogamy. É um super pop dançante. É interessante, né? Você viu que cada música desse disco tem uma sonoridade diferente, né?

É muito legal isso. Como ela não cai na obviedade. A Liliela é muito inteligente, ela foi muito perspicaz nesse disco. E as entrevistas todas que ela está dando, se vocês procurarem, eu vou até pedir para o Gabriel Ribeiro colocar trechinhos de entrevistas no YouTube, pegar no YouTube, porque vale a pena, gente. Ela é tão engraçada, ela tem ataques de riso, ela fala coisas que nem ela acredita, porque acho que nem ela se deu conta de que ela colocou para fora esse disco e lançou o disco. Vamos lá.

etc etc etc etc Obrigado.

E daí, no Monogamami, a Lily Ellen voltando às raízes que ela explorou nos trabalhos anteriores, esses K-pop dançante. A letra fala sobre uma mulher tentando se adaptar a um relacionamento aberto, sem perder a sua identidade. Então a gente vai com mais duas desse disco, Sleepwalking e Ruminating. A Sleepwalking fala sobre viver uma relação e não perceber sinais de alerta. Então aí vale para qualquer tipo de relação, não só relação amorosa, romântica, né? E aí

porque muitas vezes as pessoas ficam emocionalmente adormecidas, né? É uma balada eletrônica muito bonita. E tem Ruminating, que é mais dançante. Bem legal para colocar na pista.

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Música

Tá aí duas canções de West End Girl, Ruminating, e antes teve Sleepwalking. Eu queria voltar ao segundo disco da Lili Ellen, gente, porque o It's Not Me, It's You, de 2009, ele tem músicas muito legais. Tem uma que chama Fuck You, que todo mundo canta nos shows. É um hit, acho que é uma das mais ouvidas também no Spotify. E ela fala assim, de uma maneira muito doce, muito singela, ela fala Fuck You So Much, Because We Hate What You Do.

E nós nos amamos sua equipe, então não se engança em touch.

Ela critica a intolerância e aborda temas como racismo. Eu dei risada, porque é uma maneira doce de falar, mas ela critica de forma contundente a homofobia, o racismo, o conservadorismo político e as injustiças do dia a dia. Então ela fala assim, tchau, a gente vai se ferrar, a gente odeia você e todo o seu time, e por favor, não entre em contato. E ela fala bem assim, I just think you are rude for telling me how to live my life.

Eu te acho muito grosseiro e rude por dizer como que eu tenho que viver minha vida. Me deixa em paz.

Legenda por Sônia Ruberti

Daí Fuck You, mais uma canção com a assinatura da Lili Allen. A gente vai chegar agora ao fim do programa. Esse universo da Lili, desse álbum recente, Western Girl, que nasceu de um momento tão intenso da vida dela, mas como ela mesma diz em várias entrevistas, ela não pensou, olha que interessante, ela não pensou no disco como algo comercial. Foi um verdadeiro ato de desespero. Por isso que nas entrevistas que ela dá, ela acaba tendo alguns ataques de riso. É de nervoso mesmo.

Porque ela vai se dando conta que ela está dando entrevista sobre o próprio disco, que na verdade, para ela, ela nem sabia se ela ia lançar e vender. Era mais um ato de desespero, de colocar no papel, de escrever, de botar para fora o que ela estava sentindo, organizar suas emoções em canções com uma honestidade crua e imediata, fazendo com que Casa da Faixa fosse uma conversa íntima com a gente que estava ouvindo. Por isso que eu digo que é transpessoal. Parece que ela está conversando, ela pede...

Por favor, me ouçam. Deixa eu pôr para fora o que está acontecendo comigo. Para encerrar, eu separei Tênis, que é outra faixa desse álbum, e a música começa descrevendo justamente essa situação que parece comum em casa, preparando um jantar, esperando um reencontro tranquilo com o marido, com o parceiro, com quem quer que seja. Mas tudo muda quando ela, de repente, dá de cara com uma mensagem no telefone.

E lê todo o conteúdo. Ela fala assim, So I read your test and now I regret it. Ela fala que ele foi mostrar uma coisa no Instagram pra ela, no celular dele, e apareceu uma mensagem. E ela clicou na mensagem. Ela tá errada em fazer isso, mas ela estava com o celular dele na mão, e daí ela admite que ela está errada, porque ele foi mostrar uma outra coisa do Instagram pra ela, e ela clicou na mensagem e leu a mensagem. E daí ela se arrependeu.

E daí ela fala assim, como é que você pode estar fazendo tudo isso que você tá fazendo comigo etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc etc

E jogar tênis no fim do dia. É muito bom. Eu vi uma entrevista muito divertida com a atriz Jamie Lee Curtis falando que tênis é a música preferida dela, desse álbum da Lily Allen. E que ela fica ouvindo no carro e ela canta a plenos pulmões, enfim. E que ela acabou refletindo sobre os altos e baixos da vida, de relacionamentos que ela também já teve, por conta dessa energia contagiante que é a música da Lily Allen Tênis.

Minha canção volta amanhã. Sara Oliveira celebra a obra de Bjork. Você ouviu Minha Canção, com Sara Oliveira.

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