Victor Hugo escreveu que "as palavras têm a leveza do vento e a força das tempestades". São poderosas e capazes de adoçar ou azedar as nossas vidas. O autor de Provérbios sabia-o bem tal como o Apóstolo Tiago, que reconhecia que "da mesma boca procedem bênção e maldição, mas não convém que seja assim."