PrimoCast 517 | PREPARE SEU BOLSO, TUDO VAI FICAR MAIS CARO (eleições, guerras e inflação)
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No PrimoCast de hoje, recebemos Guilherme Cadonhoto, economista, sócio do Grupo Primo e Head de Alocação da Grão, e André Vidotti, gestor dos ETFs do Grupo Primo, para uma conversa sobre um tema que afeta diretamente o bolso de todos os brasileiros: a inflação.
Por que tudo parece estar mais caro? O dinheiro está perdendo valor? Existe risco de o Brasil voltar a viver períodos de inflação descontrolada? E, mais importante: como proteger seu patrimônio em um cenário de preços cada vez mais altos?
Se você quer entender o que está acontecendo com a economia brasileira e como tomar decisões mais inteligentes com o seu dinheiro, este episódio é para você.
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Gui Cadonhotto @gui.cadonhotto e André Vidotti
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- GPCA11: ETF de Tesouro IPCA+O que é o GPCA11? · Composição da carteira · Taxa de administração baixa · Vantagens tributárias · GPCA11
- Custo de Vida e InflaçãoPor que tudo está mais caro? · Dinheiro perdendo valor · Meta de inflação no Brasil · Emissão de moeda sem lastro · Inflação descontrolada
- Hiperinflação e descontrole fiscalCausas da hiperinflação · Descontrole das contas públicas · Choque de credibilidade · Argentina e Brasil
- A política de juros do Banco CentralIndependência do Banco Central · Definição da meta de inflação · Interferência do governo · Histórico de intervenções
- Dívida pública e equilíbrio fiscalCrescimento da dívida brasileira · Gastos públicos versus arrecadação · Impacto dos juros na dívida · Ciclo virtuoso de gastos controlados
- Proteção de patrimônio e investimentosComo se proteger da inflação · Estratégias de defesa financeira · Importância da educação financeira
- O mercado de ETFs no Brasil e no mundoCrescimento dos ETFs de renda fixa · ETFs como 'building blocks' · Comparativo Brasil vs. EUA · Transformação da indústria de investimentos
- O papel do consultor financeiroAjudando a definir objetivos · Montagem de plano financeiro · Alinhamento com o perfil do investidor
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Pessoas que definem qual que é a meta de inflação para o Brasil, elas, as 3 foram indicadas pelo atual governo.
O Lula não pode chegar e dizer: "Oh, volta aí para reduzir a taxa de juros." Esse cenário de ETFs de renda fixa parece que veio para ficar e eles vêm crescendo muito mais até que os próprios ETFs de renda variável.
GPCA11, que esse é o primeiro ETF 100% Grupo Primo.
Você vai estar investindo em 6 títulos ao mesmo tempo ao comprar um único produto.
É normal as coisas ficarem mais caras ou o nosso dinheiro que tá apodrecendo?
Inflação está caindo, não significa os preços estão caindo, significa que os preços estão subindo a uma velocidade menor. Qual o melhor cenário possível? Ele subir devagar.
É lógico, né? Não sei quantos anos de PT. Aí eu queria perguntar para vocês assim, o quanto que o governo ele coloca a mão nessa decisão do Banco Central ou não? Nós vamos falar aqui sobre o impacto da inflação no seu dinheiro. Por que que o dinheiro vai perdendo valor? Por que que as coisas estão ficando tão "Mas por que a classe média está sumindo?" Tem pedido de aumento? Tem, deveria. Já vai pedindo agora, já vai trabalhando isso para até ano que vem o negócio sair.
E aí a gente não fica vendendo só susto, a gente vai falar: "Como você se protege disso?" Tem como se proteger, então. Quais são as maneiras de você se defender desse fenômeno que é a inflação, desse risco Brasil, de tudo que acontece aqui.
Então nesse podcast você vai aprender como proteger o seu bolso quando tudo ficar mais caro.
Quando tudo ficar mais caro, porque vai ficando mais caro. Você não lembra lá dos seus avós? Sempre tem essas histórias. "Meu avô trocava o terreno lá com galinha, não sei o quê." Hoje você não consegue.
Meu pai deu uma paratipa e eu com o terreno.
O negócio vai ficando muito louco. Para falar sobre esse assunto, estamos aqui com o Guilherme Cadonioto, que é economista, sócio do Grupo Primo e Head de Alocação da Grão.
Boa, obrigado pelo convite.
Mais uma vez.
Sempre um prazer estar aqui com vocês, papo bem sério.
Bate a cabeça.
Desculpa, sabe o que é? É que a gente é sócio, a gente é amigo, a gente conversa todos os dias. Vai ter piada.
Mas é melhor, porque é um clima descontraído a gente falar de um assunto interessante, mas do jeito descontraído fica até melhor.
Resenha, né? Resenha. Também estamos aqui pela primeira vez com o André Vidotti, que ele é engenheiro pela PoliUSP, ele é gestor dos ETFs do Grupo Primo, com mais de 10 anos de experiência no mercado de ETFs. Boa, André. Valeu, cara, por estar aqui com a gente.
Muito bom.
E vamos lá.—
Se inscreve aqui logo, vai.—
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Dá uma olhadinha, porque às vezes você acha que você já deu 5 estrelas ou se inscreveu e você não fez isso.
E acompanha os quadros, tem o PrimoCast 24 horas, tem um monte de coisa legal que a gente faz aqui. Vamos lá. Vamos começar. Eu queria direcionar o programa assim, a gente indo um pouco mais macro e a gente vai descendo depois até os investimentos ali, até estruturar carteira, até falar de produto. Vamos passo a passo aqui, por favor.
Primeira pergunta ali é: por que está ficando tudo mais caro? É normal as coisas ficarem mais caras?
E aí eu já vou emendar outra aqui, que é o seguinte: as coisas estão ficando mais caras ou o nosso dinheiro que está apodrecendo?
Caraca! Bom ponto, bom ponto. Para começar, é legal se você voltasse 5 anos no tempo e falasse o seguinte: "Pô, como é que você acha que está o nível de preço?" A pessoa 5 anos atrás falaria: "É o mais alto." de toda a história. Você volta 10 anos, você volta no tempo 10 anos e fala: "Como é que tá o nível de preço?" A pessoa ia falar: "Pô, cara, tá o mais alto da história." E você pode voltar 5, 10, 15, 20, 25 anos, né, desde a criação do Plano Real, e a resposta ia ser uma só.
Tipo assim, pô, toda vez que você voltasse no tempo e perguntasse, ia falar: "Ó, nível de preço tá no mais alto da história." Então uma coisa que às vezes as pessoas não entendem é o seguinte: quando a gente fala de inflação, "Pô, a inflação tá alta", significa que os preços eles estão subindo. Subindo numa velocidade alta. É como se você tem um carro numa estrada onde o limite de velocidade é 60 por hora, ele está a 80, 90. Então a inflação significa que os preços estão subindo.
Quando as pessoas falam: "A inflação está caindo", não significa que os preços estão caindo, significa que os preços estão subindo a uma velocidade menor. Então o primeiro ponto é: o preço está sempre subindo. Qual que é o melhor... Qual o melhor cenário possível? Ele subir devagar. É subir pouquinho só.
Ficar um pouco mais flat.
Exatamente, para por alguns meses, cai um pouquinho e tudo mais. Mas no geral, os preços estão sempre subindo. Tanto é que todo país tem lá, a grande maioria dos países tem um banco central. E a principal função desse cara, a gente fala que é ser o guardião da moeda. Como é que ele é o guardião da moeda? Ele fala o seguinte: "Esse negócio aqui..." que a minha moeda, no caso do Banco Central do Brasil, que é o real, não pode perder poder de compra.
Tipo assim, não pode. Então, o que ele compra agora, ele tem que comprar a mesma coisa daqui algum tempo. Isso seria verdade, essa afirmação, que ele compra agora, ele tem que comprar a mesma coisa daqui a um ano, se a meta de inflação, que é essa perda do poder de compra do Banco Central, fosse zero. Então, se o Banco Central falou o seguinte: "A minha meta de inflação é zero", ou seja, R$100 hoje tem que comprar exatamente a mesma coisa daqui a 1 ano, 2 anos, 3 anos.
Só que essa não é a meta do Banco Central. A meta de inflação do Banco Central é 3% ao ano. Já começa aí. Então, a meta do Banco Central é falar o seguinte: "Eu quero deixar minha moeda perder 3% de valor ao ano." R$100 hoje vira R$97. Exatamente. Você comprar a mesma coisa que R$100 compra hoje, aí o Banco Central está falando: "Se eu fizer meu trabalho, você precisa de R$103 para comprar exatamente as mesmas coisas que você compra a meta hoje.
Então já começa por aí. Você tem uma meta de inflação que é positiva, então sempre o preço das coisas vão estar subindo. O que a gente tem que torcer? Para o preço das coisas cair? Não vai cair. O sistema funciona dessa maneira hoje. Então acho que essa é a primeira coisa, o preço das coisas sempre vai subir, a gente precisa torcer para eles subirem devagar.
Mas uma pergunta, isso é no mundo inteiro ou só no Brasil? Tem países que a meta é zero?
Não, não tem país que a meta é zero. Antigamente era muito comum, ou era bem mais comum, você ter países, né, isso a gente tá falando mais de 80, 100 anos, que tinham uma inflação, tinha um nível de preços muito estável. O que que aconteceu depois? É, a moeda ela passou a deixar de ter um lastro físico, por exemplo, o ouro, né? E aí os bancos centrais, eles podem emitir moeda quando eles bem entenderem. Só que tem um grande problema nisso.
Então ele não precisa ter um estoque de ouro lá, falou o seguinte: "Para eu emitir dólares, eu preciso ter 1kg de ouro aqui para emitir não sei quantos mil dólares." Ele precisava fazer isso. Agora ele fala: "Não, não preciso mais disso. Agora eu posso emitir quantos dólares eu quiser." Qual que é o grande problema? O grande problema é o seguinte: vamos pensar que todos os bens, produtos e serviços da economia brasileira se resumam a essa garrafa de água aqui.
Eu tenho R$50, André tem R$50, Lucão R$50, vocês R$50. Nós 4 queremos comprar isso daqui, que é uma água, que é tudo que é produzido pela economia brasileira. Vamos pensar aqui, né? A economia desse país, pô. Quanto que vai ser o preço dessa garrafa de água? Se cada um tem R$50, todo mundo quer comprar essa garrafa. R$50, né, pô? Eu vou chegar lá e falar: pago R$20. Você vai falar: André, R$30. Você: R$40, R$45, R$49, R$50. Alguém: putz, levou.
Ninguém consegue aumentar. Aí o governo olha e fala: "Caraca, velho. Esses caras, olha os mulambos aqui brigando. Os coitadinhos, os caras não têm dinheiro, os coitadinhos." "Sabe o que eu vou fazer? Gui, toma mais R$20. André, toma mais R$20. Lucão, toma mais R$20. Kaique, toma mais R$20." Aí ele deu R$20, emitiu moeda. Aí deu R$20 a mais para todo mundo. Só que tem um problema, velho. A única coisa que continua sendo produzida pela economia é a mesma garrafa de água.
Qual vai ser o preço da garrafa de água? 70, né? Então você simplesmente jogou moeda na economia sem nenhum lastro. Significa que você não produziu nada mais. Como você tem uma quantidade maior de moeda na mão das pessoas, a única coisa que aconteceu não foi que mais água foi produzida, simplesmente o preço da água ou dos bens e serviços da economia, ela subiu, né? Então a inflação, depois que o mundo ele abandonou esse sistema, ele começou a emitir, aos bancos centrais, né, começaram a emitir essa moeda assim que a gente chama de lastro, sem muito controle, assim, né?
Ou, mas melhor dizendo, emitindo moeda acima do crescimento da economia, essas coisas começaram a acontecer. Inflação ficou algo normal na grande maioria dos países.
Tem uma coisa que é muito comum, né, a gente ouvir, que, ah, pô, isso aí é culpa do governo, isso aí não sei o quê, né? Pô, as coisas estão mais caras, é, pô, é lógico, né? Não sei quantos anos de PT. Aí eu queria perguntar para vocês assim, o quanto que o governo decide assim, ele coloca a mão nessa decisão do Banco Central ou não? O Banco Central é dependente aqui, ele escolhe as coisas, para onde vai, para onde fica?
Ou será que o governo interfere muito?
Ou o governo interfere, deveria interferir, não deveria?
Legal, boa. Acho que são duas, um você está falando do Banco Central, né? E aí uma outra coisa que as pessoas acham, sabe aquele meme que tem um, o cara tá assim secando a testa, tem dois botões vermelhos, um é aumentar a inflação, outro reduzir inflação? Acho que a galera acha que é meio isso, né? Tipo, o governo chega e apertar do botão e falar: "Reduzir a inflação." O outro é aumentar a inflação e não é bem assim. Mas respondendo primeiro a sua pergunta do Banco Central.
O Banco Central, teoricamente, ele é independente. Então cada um dos diretores, ele tem um mandato que tem um período. Então você vai tendo a troca de diretores do Banco Central e conforme esse período, esse prazo desses diretores vai chegando ao fim, o presidente em exercício vai e indica outros diretores, tá, que precisam ser aprovados pelo Senado e tudo mais. Mas teoricamente, então, o Banco Central ele é independente. Qual que seria assim o poder, né, do governo de mudar alguma coisa com relação a essa inflação e juros, tá?
E aí, por exemplo, acho que o atual governo ele tenta jogar mais a responsabilidade em um terceiro, no Banco Central, principalmente no anterior, do Roberto Campos Neto, que não havia sido indicado pelo governo Lula, muito menos agora, mas que ele tentava terceirizar essa culpa. A meta de inflação, quem define não é o Banco Central.
Opa!
O Banco Central? Olha lá, o cara está desconectado. É porque sou eu, entendeu? Se fosse um cara externo, ele ia estar bem mais ligado. Ele ia checar o celular e tal. Mas tudo bem. Vamos deixar assim. O Banco Central não define a própria meta. É tipo você, chega o Gradim, teu chefe fala: "Lucão, publicidade, quando você vai fazer esse ano?" Você chega e fala o valor que você quer?
Não, não dá.
Ele chega, teu chefe fala: "Você precisa fazer isso aqui e tal." Então, o Banco Central não define a própria meta de inflação, que é o que ele tem que entregar. Quem que define? É o Conselho Monetário Nacional. O Conselho Monetário Nacional é formado pelo presidente do Banco Central, pelo ministro da Fazenda e pelo ministro do Planejamento. Esses 3 foram indicados pelo atual governo. Então é o Fernando Haddad, Simone Tebet e o Gabriel Galípolo.
Teoricamente, as pessoas que definem qual que é a meta de inflação para o Brasil, as 3 foram indicadas pelo atual governo.
Estão alinhadas.
Se o governo acha que a meta de inflação é muito alta, você indicou os 3. Será que esses 3 não enxergam então que a meta de inflação no Brasil deveria ser um pouco mais alta? Não esses 3% que é uma inflação muito baixa para o Brasil e tudo mais, que é o que muito se falou no passado. Então assim, o governo não pode chegar, o Lula não pode chegar e falar para o Galípolo ou para os diretores: "Oh, volta aí para reduzir a taxa de juros." Não, eles têm lá o mandato, período definido e tudo mais.
Eles não têm, o Lula não pode demitir os caras, tá? Então esse poder de interferência do executivo, do presidente, não tem no Banco Central. Agora, pô, se ele acha que a meta de inflação é muito audaciosa para o Brasil, tem uma inflação de 3% ao ano, né, dos Estados Unidos a meta é 2%, "Então vamos aumentar isso?" Cara, você indicou os três que definem qualquer meta de inflação. Se os três não querem mexer nisso, então não parece que é o melhor caminho.
Então, respondendo a sua pergunta, o governo não pode interferir, não tem por onde, mas um caminho seria indicar esses três caras que podem alterar a meta de inflação do Banco Central.
É meio sabor independente ali. Teve uma indicação.
Ele pode chegar e falar o seguinte: É, só que você pensa, os diretores, vários dos diretores atuais foram indicados no governo anterior. Então você vai talvez aumentando o seu poder de influência aos poucos, mas você não troca de uma vez. Não troca o time inteiro. Exatamente. E se você faz isso, mesmo que você tivesse poder, Brasil a gente nunca teve assim, os caras sempre criticaram muito o Banco Central, a taxa de juros muito alta, mas ninguém que chegou lá Tirou o presidente do Banco Central, colocou um cara que falou assim: "Corta taxa de juros na marra e vai para baixo." Quem tentou fazer um pouco disso, que deu muito ruim, foi o governo Dilma.
Era o Alexandre Tombini, as expectativas de inflação subindo, a inflação estava fora do centro da meta do Banco Central e o Banco Central cortou a taxa de juros. Pegou todo mundo de surpresa, ninguém esperava, não era um negócio que tecnicamente fazia sentido, fizeram isso e deu ruim depois, a inflação. Pô, rasgou, o Banco Central teve que correr atrás, subiu os juros lá pra 14, 25% ao ano, 2 anos consecutivos de recessão, né, a pior crise que um país já passou na história nos últimos 100 anos sem que estivesse em guerra.
Pô, deu muito ruim. Então acho que a única vez que tentaram fazer um negócio parecido deu tão ruim que acho que, pô, ninguém vai tentar. E mesmo que tentasse hoje, o Banco Central tá muito mais blindado do que naquela época.
Entendi. Tem uma coisa que a gente ouve da nossa história e até nossos vizinhos aqui da América do Sul, às vezes acontecem um pouco desses casos, que é essa coisa da inflação sair do controle, o negócio vira uma loucura.
A gente estava... Mil por cento, três mil por cento.
A gente tinha Argentina com esse problema recentemente, aí o valor do dinheiro vai para o saco. Aí quando você pegava lá a década de 80 no Brasil, aquela coisa do preço aumentar nos supermercados de um dia para o outro, No mesmo dia, às vezes de manhã era um preço, à noite era outro preço. Cara, por que essa loucura acontece? Queria saber de vocês aí explicar, porque às vezes o cara fica ouvindo as notícias, mas nem sabe o que é.
Cara, basicamente, se você pegar todos os países que passaram por período de hiperinflação, eles têm uma causa, que é descontrole fiscal, que é um descontrole das contas públicas. Então, como que o cara equilibra essa arrecadação de impostos e os gastos públicos? Aí você começa a aumentar dívida, de maneira muito alta, muito alta, muito alta, até que as expectativas de inflação começam a subir, as pessoas começam a sentir no bolso, o câmbio dispara, você importa muitas coisas, as coisas de fora começam a ficar cada vez mais caras, os produtores nacionais começam a falar: "Puts, eu tenho que subir meu preço também, porque eu tenho vários insumos aqui que são importados e, cara, o preço está subindo." Você começa a ter um descontrole que começa a se retroalimentar e é muito difícil você sair dessa situação.
Uma das saídas é a própria inflação, ela ajuda o governo a tentar dar uma segurada na sua dívida e vira um negócio, um ciclo meio vicioso, cara. É um negócio muito ruim e muito difícil de você sair. Normalmente, quando que um país consegue sair dessa situação? Quando ele tem um choque de credibilidade. Então, pô, o que os países precisam fazer? Precisam pegar dinheiro emprestado com um órgão internacional, o FMI. Então, pô, o Brasil fez isso algumas vezes.
Lá atrás pegou dinheiro emprestado com FMI para pagar em suaves prestações ao longo dos próximos anos. Mas a gente só conseguiu resolver esse assunto de hiperinflação, pô, os cara ficar remarcando, quando a gente, pô, controlou ou começou a organizar as contas públicas. No mestrado que eu tô fazendo, tive algumas aulas com ex-ministros da Fazenda dessa época, e o cara falou, ele falou, pô, era muito ruim, a gente não sabia quanto entrava nos cofres públicos e quanto que a gente gastava.
E claramente a gente tava gastando muito muito mais do que a gente arrecadava.
Por quê? Porque a inflação estava galopante. Só que quanto que a gente precisa segurar? Quanto que a gente precisa economizar? Ninguém nem sabia. Então, um processo até os países se organizarem desse jeito. Isso aconteceu com todos os países. Para você ter uma hiperinflação, você precisa ter um descontrole fiscal muito relevante. É o que a gente teve, é o que a Argentina teve, é o que os países tiveram.
E você acha que como que a gente está atualmente? Qual que é o espelho do Brasil nessa questão de gasto público versus arrecadação?
E a gente está próximo de talvez Seria possível isso acontecer de novo hoje na nossa maturidade de economia hoje?
Cara, é muito difícil isso acontecer. Eu acho que um período hiperinflacionário é muito difícil a gente passar. Um descontrole fiscal que a gente teve nas décadas anteriores é muito difícil de a gente apresentar, porque de novo, era difícil até para o próprio governo entender quanto ele arrecadava e quanto ele gastava. O nível de tecnologia que você tem hoje, o nível de... Meio medieval hoje. Os cara, sem brincadeira.
Mas pensa antigamente, irmão. Antigamente era papel. Tá ligado? Era pegando muito atrás lá, era tipo assim, alguém tinha que fazer essa conta na mão, anotar numa planilha na mão e ficar conversando entre a galera para saber quanto tem dinheiro. Devia ser muito difícil mesmo saber quanto tem.
Ainda era mais difícil, porque pensa, se o preço das coisas subia de uma manhã da manhã à tarde, imagina quanto o dinheiro do governo, até o cara trazer, por exemplo, depositou no caixa eletrônico ou para pagar a guia do imposto, até chegar no governo. O que ele perdeu de poder de compra, bicho, era uma loucura absurda. Então era muito difícil você ter até esse controle, né, do próprio governo. Acho muito complicado, muito difícil a gente chegar, tá?
Porque no governo da Dilma a gente passou por uma situação que alguns falavam assim, pô, é um negócio que chama dominância fiscal. Cara, se você quiser falar alguma coisa aqui, eu tô tomando aqui, fala aqui, pode interromper, pelo amor de Deus. A gente passou por um período lá que a galera estava falando: "Dominância fiscal, o que é isso?" Tipo assim, o Brasil não vai controlar a inflação, não vai conseguir controlar a inflação nos juros.
Só tem uma coisa que ele pode fazer para controlar a inflação, que é fazer um superávit primário, ou seja, gastar menos do que arrecada. A gente ficou brincando com esse negócio por um período significativo de tempo, culminou em uma inflação de mais de 10%, 12%, se não me engano, acumulada em 12 meses. De novo, sem nenhum grande choque de petróleo no mundo, nada da magnitude que a gente tá vendo hoje, tá? E aí, o que que aconteceu?
Pô, juro, precisou ir muito para o alto. A gente teve uma queda do PIB, uma recessão muito forte, protesto, as pessoas, pô, percebendo a situação, a vida das pessoas piorando muito, as pessoas foram para rua perda de popularidade absurda do governo, impeachment. E aí, qual que é o mais louco assim? Porque eu acho muito difícil isso acontecer, ou um governo flertar muito com o que aconteceu naquela época. As pessoas falam: 'Ah, mas o governo Lula atual tá chegando perto.' Não tá.
E a gente pode trazer alguns indicadores, embora não esteja muito bom. Pô, quem trabalhou no governo Dilma naquela época, pô, ministro da Fazenda, Manteiga, né? Cadê os caras? É, pô, o presidente do Banco Central, Tom Mini, onde que esse cara arruma trabalho? Você vê os presidentes do Banco Central que saem, o cara vai trabalhar no Itaú, o cara vai trabalhar no BTG, no Bank, sabe? Instituição grande, renomada, no cargo top. Cadê o Tom Mini, né?
Cadê o Manteiga? Cadê o Mercadante? Os caras que eram próximos, que estavam lá no governo da Dilma, esses caras sumiram, velho. Esses caras, tipo assim, Quando a galera começou a cogitar alguns meses atrás: "Pô, governo Lula, a gente quer que o Manteiga esteja em algum cargo da Vale, uma empresa privada." Já não faz muito sentido, mas quando isso foi cogitado na mídia, a ação da Vale despencou. Começou a cair, você vê a credibilidade que as pessoas que estavam no governo naquela época, elas passaram.
Ficou radioativo.
Ficou, a percepção do mercado é muito ruim com as pessoas que estavam no governo naquela época. Um político, ele pensa muito na sua trajetória política, numa trajetória de reeleição, na sua carreira política. Se ele é deputado, senador, ministro, outros cargos que ele pode ocupar relevantes na política. E você fazer parte de um governo que entrega um país dessa maneira, você morre politicamente. Então hoje você tem algumas travas até políticas quanto a isso, fora essa questão que a gente tava falando, independência do Banco Central, que tá ali, né, mantendo a taxa de juros alta conforme a expectativa de inflação ainda tá meio desancorada. Enfim, acho que você tem algumas travas com relação nesse sentido, tá?
Mas você acha que a gente tá bem em relação à arrecadação versus inflação?
Não, assim, acho que o que a gente pode ver, que que o Brasil precisa fazer, cara? A dívida do Brasil só cresce, pô, só cresce, só tá crescendo. E ela cresce por dois motivos. Um é o juro que a gente paga. Então, o juro é alto, tem esse impacto aí. E outro é o que a gente gasta mais do que a gente arrecada.
A conta não fecha.
A conta não fecha, pô. A dívida só sobe. Essa dívida só sobe. Então, o que a gente precisa fazer? Primeiro passo, o governo ficar falando: "Ah, o Banco Central está com a taxa de juro muito alta, por isso que a dívida sobe." Cara, você está fazendo a sua parte? "Você está arrecadando mais do que você gasta?" Se a resposta for sim, aí você pode pensar em algum dia questionar o trabalho do Banco Central. "Pô, se você não está fazendo a tua parte, cara, que é arrecadar mais do que você gasta ou gastar menos do que você arrecada, vamos lá." Eu penso que é muito finanças pessoais.
Tipo assim, você está lá, você ganha um salário de R$15 mil e está gastando R$20 mil, para você sobreviver você fala assim: "Cara, eu tenho que gastar R$15 mil ou menos de R$15 mil, senão eu vou enforcar." Exato.
E você pode permanecer você por um tempo fazendo isso, né? Que que você vai acumulando? Dívida, pô. É cartão de crédito, é especial e tudo mais. Só que o que que vai acontecer? Aí você tem uma dívida de, pô, você juntou uma dívida de R$300 mil. Aí o juro dessa dívida é de, pô, 50% ao ano, cara. Quanto que você vai pagar de dívida? R$150 mil. É quase a sua renda no ano todo. Aí você trabalharia só para pagar os juros da sua dívida.
Esse é um grande problema, que uma pessoa chega, obviamente chega numa situação insustentável que um país não pode deixar chegar. Mas acho que tem duas coisas que jogam a dívida para o alto, que uma é o juro que a gente paga em cima da nossa dívida e outra é como é que está o equilíbrio das nossas finanças públicas. Então o Brasil está consistentemente gastando mais do que ele arrecada, ele precisa gastar menos do que ele arrecada.
Então o governo tem isso na mão, o governo tem a taxa de juros, qual é o nível da taxa de juros.
Mas ele consegue controlar quanto o país gasta?
Ele consegue controlar quanto o país gasta. Só que qual é a mágica desse negócio? A mágica é que quando um país gasta menos do que ele arrecada, o que acontece? A expectativa de inflação... A correlação é altíssima. Historicamente acontece sempre isso no Brasil. Quando o país, o Brasil, gasta menos do que ele arrecada, as pessoas, os agentes econômicos que a gente chama, que são empresas, pessoas e tudo mais, começam a esperar uma inflação cada vez mais baixa.
Baixa.
Começam a esperar uma inflação cada vez mais baixa, o juro da economia começa a ceder. A inflação começa, de fato, a ser cada vez mais baixa por essas expectativas. As empresas: "Pô, a inflação não vai ser tão alta, então não preciso reajustar tanto o meu preço." Isso entra num ciclo virtuoso, que é uma coisa boa. Então, quando o governo faz a parte dele, não fica criticando o trabalho do Banco Central, que é gastar menos do que ele arrecada, isso passa uma sinalização muito boa para os agentes de mercado, a expectativa de inflação e os juros começa a cair.
Então ele começa a fazer o trabalho dele para redução da dívida, e o juro também começa a ser cada vez mais baixo. E aí a gente tem pelo menos um vislumbre de solucionar esse problema. Não existe, né, um vislumbre de solução desse problema se o governo não faz a parte dele e quer ficar criticando o trabalho do Banco Central. Fato, isso nunca aconteceu, né? Nenhum governo resolver esse problema falando assim, ó, trabalho do "Olha o Banco Central com juros muito altos." A Banco Central reduz o juro e o problema foi resolvido.
"Na Dilma a gente resolveu?" Não, pioramos o negócio. Então não vai ser agora que isso vai ser resolvido. Qual que é o ponto? O ponto é que as pessoas sabem, ninguém é bobo, todo mundo sabe. Então você ficar jogando a culpa no Banco Central, do meu ponto de vista, é uma estratégia política. Todo mundo sabe, cara. "Ninguém acredita que realmente se o Banco Central reduzir o juro na marra, "Os nossos problemas estão solucionados." Cara, a gente fez isso, tentou fazer pouco tempo atrás, deu muito errado.
Alguém acredita nisso? Não. É que vamos jogar o ônus político de uma situação que a gente está, que é desconfortável...
Ninguém quer assumir a responsabilidade, joga para o outro.
Joga para o outro. Ninguém quer assumir a responsabilidade.
Dito isso, o público que está em casa não pode ficar jogando a culpa no outro.
Apavorado.
Tipo assim: "Ah, é culpa do governo, está tudo caro, é culpa do governo." Não, não.
Isso é uma coisa que a gente vai ver para caramba agora, porque a gente está chegando no período de eleições.
Mas vocês não são assim porque você é diferente, você está tentando aprender, você já deve estar investindo o seu dinheiro.
Quem investe dinheiro não é burro.
Quem investe dinheiro está tentando salvar o seu poder de compra ali e até puxando, porque vocês estão com uma camiseta bonita.
Bonita, exato.
GPCA11, o que é esse produto?
O que é esse ETF?
A gente vai fazer para ajudar o brasileiro a salvar o poder de compra dela.
Perfeito, boa, cara. Acho que a gente acabou vendo uniformizado aqui, a gente trouxe o André para falar mais, porque esse é o primeiro ETF 100% Grupo Primo. Esse ETF é feito pela Grão, pelo André e pelo time, e é um ETF que é um fundo de investimento que segue um índice pré-determinado, que a gente chama que é um um fundo de investimento passivo, digamos assim, mas que é muito eficiente. Aí, André, se quiser falar um pouquinho até mais do GPCA, como é que a gente chegou nesse produto, nesse índice, enfim.
O que ele faz?
O que ele faz? O que ele investe? Acho que para a gente começar.
Bacana. Eu acho que tem tudo a ver com o assunto, primeiramente, tem tudo a ver com o assunto que a gente está falando aqui. Dado que a gente está falando de um cenário de inflação, como é que as pessoas vão se proteger, no cenário de inflação, dos preços aumentando. E do ponto de vista do investidor também, como você blindar a sua carteira contra a inflação, como você compõe os seus produtos de investimento de modo que você fique protegido contra a inflação e esse cenário de incertezas aí de juros mais outs que parece que vai permanecer por mais tempo, incerteza fiscal muito grande, como o Gui comentou, eleições à frente, cenário geopolítico tá difícil também para todo mundo.
Então assim, a gente pensou, poxa, primeiro assim, qual veículo utilizar, né? Acho que porque a ideia do ETF aqui, né, o grupo tá com essa cabeça e muito do que a gente vem acompanhando também do cenário de investimentos no Brasil No Brasil, os ETFs hoje já representam acima de 100 bilhões de patrimônio na indústria de fundos e vem crescendo muito rápido. O patrimônio total dos ETFs dobrou nos últimos 2 anos e vem crescendo muito rápido, principalmente na frente de ETFs de renda fixa, que é a classe de ETFs que mais vem crescendo em 2026.
E por quê? Exatamente por isso. A gente tem aí os juros altos, o CDI alta Selic e a inflação também está demorando um pouco mais a ceder. Então, esse cenário de ETFs de renda fixa parece que veio para ficar e eles vêm crescendo muito mais até que os próprios ETFs de renda variável, eles já representam 3 vezes a captação líquida dos ETFs de renda variável, que até pouco tempo eles nadavam de braçada ali e estavam Sozinhos. Sozinhos.
Então, dentro desse cenário todo, a gente pensou, poxa, como que a gente faz um produto legal para blindar o investidor nesse cenário de inflação?
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E o GPCA traz exatamente isso, né? Ele é indexado, ele é indexado a um índice que é de NTNBs, que são aí os ativos emitidos pelo Tesouro Federal, que são atrelados à inflação. Eles entregam aí um retorno que é o IPCA mais uma taxa para compor o rendimento desse produto.
Ô, Andrezão, quanto que está a taxa? Tipo assim, se o cara comprar hoje o GPCA, ele vai estar investindo, na média ele vai receber IPCA mais qual a taxa?
Mais 8,5%. 8,5% é a taxa média ponderada da nossa carteira, que hoje conta com 6 NTNBs de convencimentos desde 2026 até 2031. Então, é uma carteira diversificada. É legal por conta disso, você vai estar investindo em 6 títulos ao mesmo tempo ao comprar um único produto. Então essa é a primeira vantagem. Qual que é a vantagem do ETF nesse cenário? Você já compra um ativo que ele é diversificado em si mesmo, um só ativo. Qual que é a segunda vantagem?
Poxa, a gente está vindo com uma taxa super barata aí, uma taxa de 0,075% ao ano, a taxa de administração, mas 0,025% de custódia, dando um total de 0,10% de taxa no produto.
Então, se você for pegar qualquer concorrente de ETF que é indexado à inflação, você vai pegar que no mínimo ele é 2 vezes mais caro que o nosso produto. Então, o André falou 0,075%, é 0,075%, senão a galera vai achar que é 0,75%. É 0,07%, 0,02%. Então, a taxa total dele é 0,10% ao ano. É nada.
Como é que chega? Como é que vocês conseguem?
É porque pelo que ele está falando ali é a taxa de administração. Então, por exemplo, é o que a outra pessoa dá. Vamos supor, a gente vai lançar um ETF e eu não quero cobrar 0,75%, eu quero cobrar 2%. Então eu posso lançar esse produto. Ah, entendi.
Entendeu? Tá bom.
E aí você perguntou, como é que a gente faz para chegar nessa taxa?
A gente abre mão do dinheiro.
Legal, cara, os cara que quebrar.
Assim, pô, a gente paga muito mal os funcionários.
Todo mundo ganha um teto de R$600 e aí a gente consegue seguir.
Acho que, pô, como é que a gente chega numa taxa tão baixa? Primeiro, acho que o foco do grupo inteiro, né, de todas as BUs, vocês estão aqui bastante tempo mais que eu, vocês sabem.
Ajudar vocês, meus amigos, todos.
Todas as unidades de negócio, a gente tem um foco muito de longo prazo e o cliente primeiro. Então, vamos pegar aqui os braços financeiros do grupo, Portfél e Grão, que é a gestora e a consultoria. Portfél trabalha em que modelo? É o commission? Os consultores são remunerados por comissão em cima dos produtos que eles recomendam?
Não.
Isso é péssimo, cara. Isso daí, na grande maioria das vezes, isso é provado inclusive em vários testes, o cliente paga muito mais mais de comissionamento do que se ele determina uma taxa fixa.
Fora que ele pode comprar um monte de produto ruim.
Exato, o cara recomenda produtos que pagam mais, porque ele quer levar mais e não estão muito alinhados com os objetivos do cliente, com o perfil do cliente. Então, não estou falando que todo mundo é assim, mas no geral é isso que acontece.
O mercado funciona assim.
O mercado funciona assim.
Essa é a realidade.
Tempo assim, ele está mudando. A gente já viu isso e queria proporcionar isso para os clientes lá atrás. Tanto é que a Portfólio veio com o Fee Fixo, é uma taxa fixa em cima do seu patrimônio.
Inclusive, se você é cliente da Portfél, comenta aqui embaixo sua experiência.
Concordo com o Jafé. Já fala lá para o seu consultor, fala assim: "Meu, eu quero investir no ETF dos caras lá." E aí, taxa fixa.
Então, muito alinhado com o cliente. E aí, a Agrão. A Agrão vai oferecer bons produtos, excelentes produtos para os investidores a taxas muito baixas, muito atrativas.
Até dá um exemplo para a galera aqui, porque às vezes a pessoa não sabe que a Agrão tem outros produtos. Então, a gente tem várias outras coisas. Perfeito.
Às vezes o cara não sabe o que é Agrão.
Agrão é a gestora de investimentos do Grupo "Não, Primo, então a gente tem fundos de investimento lá, você consegue acessar." Então, o nosso principal produto, nosso maior produto é o ARCA. Foi baseado na filosofia do Thiago, de 4 classes de ativos: ações, fundos imobiliários, que é o R de real estate, C que é caixa, que é renda fixa, e o outro A de ativos internacionais. Então, tem um pedaço em cada um, que historicamente é uma alocação que funciona muito, supera os principais índices de mercado de vários países.
O Thiago está para lançar um livro novo, inclusive, com todos esses testes, É fundo de previdência. Isso, um fundo de investimento de previdência voltado para o longo prazo e é o mais barato do mercado, 0,59% de taxa ao ano.
E a gente vem ganhando prêmio ano a ano de um dos melhores fundos que tem.
2023, melhor fundo de previdência multimercado da XP. 2024, gestora revelação, fundo previdência revelação pelo Outliers. É uma premiação que é da InfoMoney, mas é independente, tem um comitê independente e tudo mais, uma metodologia metodologia divulgada previamente. No ano passado a gente ganhou o terceiro melhor fundo de previdência multimercado do Brasil também. Então desde que a gente nasceu, cara, a gente vem ganhando prêmio. Então a gente tá fazendo um trabalho legal.
Você ganhou o YouTuber Revelação lá também?
Pô, ganhei, cara. Ganhei o influenciador, pô, minha fotinha, né, cara. Pô, bem lembrado, cara. Isso daí a gente também tem que colocar lá o troféuzinho.
Tem que colocar lá na porta, lá, para o pessoal aí entrar na grama.
E a gente também tem um outro ETF, né, que também é super barato, barato também, que é o GPUS. Esse é em parceria com a Investo, que é uma parceira nossa também. A Investo é uma gestora só de ETF e a gente busca replicar o índice S&P, o principal índice da bolsa americana. E agora a gente lançou o GPCA, que é o produto mais barato frente a todos os outros indexados à inflação.
Já está rolando?
Já está rolando. Se o cara abrir agora o home broker dele, que é onde ele compra ação, fundo imobiliário...
Está lá na XP, BTG...
Qualquer plataforma que opera home broker, ações, mas você consegue acessar o IPCA11.
Qualquer lugar, coloca lá IPCA11, comprar. Então, das 11h até as 16h45, André, vai ter um spread, que é a diferença entre a compra e a venda, de 3 centavos. Então você vai conseguir comprar por um valor justo, vender por um valor justo se você quiser, não precisa ficar muito preocupado com relação a isso. A gente tem um cara que é chamado market maker, formador de mercado, que a gente contrata justamente para ele fazer para sempre ter oferta de compra e venda no valor justo, para quando os nossos clientes quiserem comprar, vender o produto lá.
Quando o cara vender, tiver uma compra, ele conseguir resgatar o produto dele. Então ele consegue ter essa tranquilidade também de que quando ele quiser comprar, vai ter oferta a preço justo, quando ele quiser vender, vai ter oferta a preço justo. E a gente vem com produto acessível, barato demais, 0,10% ao ano, é uma taxa muito baixa e que qualquer um consegue comprar de um índice muito competitivo.
Cara, só para a galera entender, É que se eu pegasse R$100 e investisse na poupança, vou até piorar, R$100 na conta corrente, R$100 na poupança, R$100 numa caixinha do Nubank e R$100 nesse ETF, quanto que seria em um ano?
Cara, você tem que ter os cálculos na cabeça.
Você tem que, quando você faz isso, a gente faz uma projeção.
Sim, projeção mesmo.
O que eu posso te dizer? Posso te dizer que historicamente, esse nosso ETF, ele nasceu agora, mas como é que a gente faz para fazer esses estudos? A gente pega o índice, vê como ele teria se comportado se ele já existisse 10 anos atrás. Então, se você investisse nesse produto e carregasse ele por 3 anos, isso desde 2016, ele existisse desde 2016, comprou esse cara comparando com CDI, por exemplo, caixinha do Nubank. 80% das vezes ele ia vencer a caixinha do Nubank ou um Tesouro Selic.
Qual que é a outra grande vantagem dele? Com risco muito baixo. Ele tem um risco bem equilibrado, então bem baixo. Momentos de estresse, ele cai menos do que os concorrentes, a taxa é mais baixa, ele tem o que a gente chama de consistência contra o CDI e a Selic muito alta. Quanto mais tempo você carrega ele, maior a chance de você superar o CDI. Em janelas de mês, Às vezes, de ano, às vezes o CDI pode ficar na frente, porque é um produto que tem um pouquinho de risco.
Ele tem um componente que é o IPCA, mais esse 8,5% que o André colocou. Mas no geral, ele é um produto muito consistente e ele vai superar o CDI em janelas de médio, longo prazo com uma certa facilidade, digamos assim.
E aqui que entra também um detalhe interessante, é como o índice é desenhado. A gente pensou quem é o provedor do índice índice que o ETF segue de referência. Então existem vários provedores de índices aí no mercado, para esse ETF nosso, o GPC11, é a Teva Índices, eles que desenharam esse índice. E foi um índice bem projetado exatamente para uma carteira que quer se proteger contra inflação e quer ter uma volatilidade menor. Então aí entra o conceito de duration, que é o prazo desses ativos que estão compostos dentro da carteira.
A gente trouxe essa duration para o mais curto possível para trazer a menor volatilidade. Então, a nossa duration média do índice e, consequentemente, do nosso ETF está em 2 anos cravadinho. Por que também 2 anos? Porque aqui a gente tem uma questão tributária. Os ETFs de renda fixa, eles têm uma alíquota de imposto de renda que é baseada no prazo médio de repactuação da carteira. O que é isso? O que é isso? É o número de dias que os ativos demoram para vencer ali dentro dessa carteira.
O prazo médio de repactuação da nossa carteira, ele vai estar sempre numa faixa entre 730 e 760 dias. Tudo que é acima de 720 dias, ele vai cair na menor alíquota possível de ETFs de renda fixa, que é de 15%. Perfeito. Então, a gente trouxe esse prazo médio de repactuação. Para a menor alíquota possível de imposto de renda e trouxe a duration da carteira o mais próximo possível desses 2 anos para ter menor volatilidade. Então, a gente vai ter uma volatilidade de 1,6% anualizada, que é uma volatilidade bem baixa para um produto que tem uma componente de taxa de juros que varia.
Não, e sabe qual é um ponto legal que você colocou, o André ressaltou? É a menor alíquota possível. Então, se você investe numa caixinha do Nubank, qual que é o imposto que você vai pagar? Você vai pagar em 1 ano? Mais ou menos 20% em cima do que você obter de retorno, 20% ou 17,5%, dependendo exatamente quando você resgata. No ETF, se você comprar hoje e vender amanhã, a alíquota é de 15%. Então, mesmo que empatasse em termos de retorno, "Putz, a caixinha do Nubank deu 10%, o nosso ETF deu 10% também no prazo de 5 meses, 6 meses ou 1 ano." Quem vai pagar o menor imposto em cima dos ganhos?
O nosso, porque é um ETF e o nosso ETF, do jeito que a gente montou, ele já atinge a menor alíquota de IR possível, que é 15%. 15%. Então, ele já foi desenvolvido pensando nisso.
Então, legal. Então, às vezes, mesmo dando o mesmo valor, vocês ganham porque o imposto é menor.
Isso.
E essa é uma vantagem também. Às vezes a pessoa fala assim: "Ah, Gui, então eu vou comprar um título público que vence em 1 ano, 1 ano e meio, um Tesouro IPCA+ que o André comentou aqui." Mas no título público direto, você tem esse imposto de renda, ele só vai chegar em 15% se você investiu em 2 anos ou mais. Se você compra um título hoje, vende daqui a 15, daqui a 5 meses, qual é o imposto que você vai pagar? 22,5%.
Aí fala que fica menos interessante porque você não está diversificando. Você está investindo em mais classes de ativos do que só comprar uma direto.
A classe é a mesma, você investe em 6 ativos diferentes. É isso.
E as vantagens tributárias não param por aí também, porque no ETF você não tem IOF que você vai pagar no Tesouro e em outros investimentos de renda fixa. Você não tem come-cotas quando comparado com fundos que não são ETFs.
Isso faz uma diferença gigante, cara.
E os cupons que vencem na carteira do ETF, eles são reinvestidos automaticamente e também você não é cobrado o imposto sobre esses cupons.
O cupom que o André fala é os juros, que os títulos, o Tesouro IPCA+, os NTNBs que estão dentro do ETF, eles têm. Quando você tem um título desse direto na carteira, você recebe os juros. "Pô, se eu recebi em menos de 6 meses, quanto que eu vou pagar de imposto?" de imposto, 22,5%. No ETF é 15% e isso você só vai pagar quando você resgatar, ele é reinvestido automaticamente. Então é um veículo muito eficiente. A gente fez um produto muito bom.
Eu acho que eu tenho convicção de falar que esse é o melhor ETF indexado à inflação de curto prazo do mercado, é o mais barato e eu tenho muita dificuldade de enxergar alguém chegando com uma taxa ou com um produto mais competitivo que o nosso. Por quê? Porque a gente conseguiu isso. Primeiro, a gente tem o privilégio de estar em um grupo que é financeiramente... Bom.
Bem.
Muito bom. Superavitários, unidades de negócio estão caminhando super bem. Então, se eu chego para o Fernando, que é o nosso CEO, para o Thiago e falo assim: "Cara, eu tenho um projeto aqui de um ETF e ele vai ser o mais barato do mercado, só que para ele pagar o time que a gente vai montar, ele vai demorar 3 a 5 anos, mas vai ser o melhor para os clientes." "Vai ser o mais barato, a gente vai realmente ser destaque e entregar o melhor produto para os clientes, só que a gente vai levar 3 a 4 anos para isso daqui break even." Eles vão falar: "Vamos embora, pô." Se for o que o grupo acredita, que é o que o Thiago acredita, porque a gente conversa bastante, que ele é o que o grupo acredita, que o mercado de ETFs vai crescer, os caras chegam e falam: "Gui, vamos embora.
Vamos fazer." E é isso que a gente tem a vantagem. Em outros lugares, não. O cara fala: "Puts, eu preciso break even muito antes." "Porque eu não tenho 3 anos de caixa, eu não estou em uma empresa que já dá muito resultado." Dá para ficar 3 anos somando prejuízo até isso dar dinheiro. Exatamente. Aí você fala: "Não, Gui, mas tem outras instituições financeiras que têm muito resultado e também investem em ETFs." É verdade. Só que qual é o ponto?
A gente viu isso acontecer em vários momentos no mercado. Então você tem... Antes, quem oferecia investimento? Eram os grandes bancos. Os grandes bancos ofereciam lá, o gerente tinha meta, Oferecer título de capitalização, um monte de produto.
Quem nunca pegou um lá e falou: "Ah, vou pegar esse negócio." O gerente lá de terninho, gravata vermelha, Invictus no braço e querendo ir para concurso todo mês.
Corre, hein?
Corre! Fundo de previdência, só investir em Tesouro Selic pagando 4% ao ano de taxa de administração. O horror! Aí vieram as plataformas independentes, a XP é uma, falou assim: "Pô, vamos revolucionar esse mercado." Vamos disruptar, vamos lá. Vieram e começaram a oferecer produtos melhores, melhores do que os bancos e tudo mais. Só que ainda tem ali espaço para melhoria. E aí, qual que é essa próxima leva? As consultorias, que são o FII fixo, certo?
E os ETFs. O cara falando aqui: "Pô, eu estou vindo com o melhor produto, o mais barato para você." Então, sim, as instituições financeiras, alguém está pensando: "Ah, mas não é só o Grupo que dá resultado positivo, tem várias instituições financeiras que dão resultado também." Sim, só que elas só vão se aproveitar, quando elas sentirem dor de que: "Eita, Priola, estou perdendo aqui espaço na carteira dos clientes, porque eles estão procurando vários outros ETFs." Então, são pouquíssimas as instituições financeiras, na verdade uma só, que começou a investir no mercado de ETF antes.
As outras só vão querer colocar o pé na piscina dos ETFs quando ela Olhar para os seus clientes e falar: "Véio, a gente está perdendo muito cliente ou muito espaço aqui nos nossos fundos de investimento, porque a galera está migrando tudo para ETF, que é mais eficiente e mais barato. Puts, a gente vai ter que estimular isso também." E o grupo nasce com essa premissa. A gente não tem produto ruim, não tem fundo com taxa de administração alta, não fica empurrando produto porque a gente quer ganhar em comissão.
A gente quer empurrar, quer oferecer para o cliente o mais barato, barato e o mais acessível e o mais eficiente. Perfeito, é o que a gente está fazendo.
Até porque o nosso negócio também é educação financeira. Então, esse cara que já é o nosso cliente, ele já tem uma consciência maior. Vai ser um cara que procura, já acompanha a gente. Ele não vai ser um burrão lá que pega qualquer coisa.
A gente tem um discurso e fala assim: "Cara, se provavelmente você está pagando 2% de taxa de administração, você está sendo meio que roubado, você não sabe." Isso é errado. Então a gente não vai poder oferecer uma taxa dessa, porque a gente fala publicamente que é uma taxa ruim. Então a gente está aqui na missão realmente de educar o brasileiro e já que a gente ensina, a gente tem que vender produto bom, senão não faz sentido.
É isso, cara. Acho que esse é o primeiro. Ele já começou super bem, já está tendo uma aderência muito legal e a gente falou pouquíssimo dele ainda, pouquíssimo. Acho que a gente vai começar a falar um pouco mais dele agora, A gente fez ontem o toque do sino na bolsa inaugurando de fato as negociações no mercado secundário e já tem uma adesão muito legal dos clientes e das pessoas que buscam ETFs baratos e bons. E sabe o que é legal, cara? A gente não viu... Esse produto foi lançado oficialmente no dia 18 ou 19?
Dia 18 e no dia 19 começou a negociar na bolsa.
Todos os nossos concorrentes não sabia, dia 18 e 19, e ninguém postou absolutamente nada. Ninguém, nada. Por quê? Porque não tem onde você bater, cara, nesse produto. Não tem.
Se tivesse, já ia estar os caras fazendo vídeo.
É, tá falando, ou é ruim, ou é caro, é ineficiente. Não tem. Então, sabe o que vai acontecer? Ninguém vai falar. Quem que vai ter que falar? A gente. Por quê? Porque é o melhor produto, mas a gente tá É isso.
Todo produto que a Grã lançou, nenhum concorrente tem coragem de falar sobre a gente, porque a gente ganha. A gente ganha.
Exatamente, cara. Qualquer produto. Isso é tipo assim, você vê que... Pesquisa o fundo do ARCA e vê quantos grandes influenciadores que têm produtos financeiros também, ou mesmo que não tenham, fizeram uma análise do ARCA? Fizeram? Ninguém fez. Por quê? Porque vai analisar, vai falar: "Meu Deus, é bom para caramba, é barato, é consistente, está superando todos os outros produtos." produtos concorrentes, aí o cara vai falar que uma taxa baixíssima.
É, realmente, cara, melhor nem gravar isso daí, porque eu vou estar pagando dinheiro pro canal. Então eu acho que é isso. Mas o que a gente vê é um movimento, aí para ser honesto também, apesar de ninguém fazer a propaganda para a gente, outros influenciadores, tem consultorias de outros influenciadores também que são grandes alocadores do nosso produto. Então o cara pode, ele pode não fazer fazer a propaganda até, mas para os clientes dele, como ele sabe que são bons produtos, produtos baratos, produtos eficientes, é o melhor para o cara, ele coloca na carteira dos clientes dele. Então, isso para a gente é o melhor.
Esse mercado de ETF evoluiu bastante nos últimos anos.
Evoluiu.
Teve muita coisa. O cara consegue investir em ETF de tudo quanto é coisa.
De tudo quanto é coisa. Isso nos Estados Unidos... André, eu falo muito, cara. Você vai ter que levantar a mão Me cortar, fala aí nos Estados Unidos como é que é, senão eu vou ficar viajando.
Fala aí dos ETFs que tem nos Estados Unidos, uns diferentes.
Como eu estava falando, realmente cresceu muito, mas aqui no Brasil eles ainda representam só 1% da indústria dos fundos e nos Estados Unidos isso já está acima de 35%.
Caraca, mano, é muita coisa.
Então tem um chão, tem uma coisa muito legal e tem outra coisa também que é legal dos ETFs, que eu costumo falar bastante também, o Gui sabe, que é o conceito dos building building blocks. Que que são os building blocks? São como se fossem pecinhas de Lego que a gente vai utilizando ali para montar as carteiras de investimento. Então, um pouco nessa linha de como vocês comentaram, tipo, o que que tem de legal lá fora em outras classes de ativos?
O legal do ETF é isso, dá para você fazer de tudo com ele e montar essas pecinhas de Lego. Aqui a gente tá trazendo um produto que é renda fixa Você pode fazer um... Você pode compor com um ETF que é de pós-fixados, um ETF de Tesouro Selic, por exemplo. Você pode trazer os ETFs de ações também, então você vai ter um ETF de ações brasileiras, um ETF de ações americanas, um ETF de ações globais. Você pode trazer um ETF de cripto, um ETF de ouro.
Então, essas pecinhas você vai juntando, e vai tendo uma composição de carteira de investimento bem interessante. A gente tem aí os próprios consultores que são remunerados para fazer essa alocação inteligente para o investidor. Então, eles vão se utilizar desses produtos que são produtos baratos, são veículos muito bons porque eles permitem uma acessibilidade ao investidor, um grau de sofisticação uma situação que antes dos ETFs os investidores não conseguiam acessar tais mercados pagando barato.
Eles até conseguiriam acessar um mercado americano, um mercado de nicho aí, existem ETFs, por exemplo, que são específicos para urânio, por exemplo, commodities.
Sim, terras raras.
Terras raras. A gente está falando aí de cenário de guerra, tem ETFs que são só de indústria, de fabricante de armas, Japoneses, coisas muito específicas aí. Então, você consegue fazer essa diversificação rápida via ETFs. É muito prático porque você tem os market makers que dão liquidez para esses ETFs. Então, o institucional, ele já usa. O institucional que eu digo são os investidores institucionais, as tesourarias dos bancos, os grandes fundos de investimento.
Eles já usam o ETF como entrada e saída rápida de investimento. Então, isso que vocês falaram também é bem legal, porque aqui no grupo a gente tem essa cabeça de educação, de trazer o investidor pessoa física mais para esse mundo. E com os ETFs a gente consegue exatamente isso.
É legal, por exemplo, o que acho que a indústria está passando por uma transformação. Como é que as pessoas faziam antes para investir? Elas falavam: "Cara, eu não faço a mínima ideia de..." Se você perguntasse para os seus avós, seus pais, enfim, tipo assim: "Pô, quanto você quer ganhar por mês para pendurar a chuteira? Quanto você precisa pingar na sua conta por mês?" Ele não sabia, ele não tinha nem pensado muito bem sobre isso.
Aí se você fizesse para os que tivessem pensado, você fizesse a seguinte pergunta: "Quanto você acha que tem que ter de patrimônio investido para pingar esse valor por mês para sua conta?" Muito menos ainda saberiam responder. Só que essas pessoas fazem? O que elas faziam? Elas não tinham a resposta dessas duas perguntas: quanto que eu quero ganhar por mês ou quanto que eu preciso ganhar por mês para manter meu padrão de vida hoje atual ou o que eu quero no futuro?
Quanto que eu preciso ter de patrimônio? Quanto que eu preciso poupar e investir por mês para chegar lá? Não sabiam a resposta de uma série de perguntas, mas as pessoas gastavam algumas menos do que elas ganhavam e já investiam. O que elas faziam? Investiam em produtos ruins e caros. O mundo está passando por uma transformação, que é o quê? Existe agora um cara no meio do caminho, antes dos produtos de investimento. Então, a pessoa sem a resposta de todas essas perguntas, sem saber quanto ela quer ganhar no futuro, sem saber quanto ela precisa poupar, sem saber qual é a carteira que ela tem que ter, ela acessava produtos aleatoriamente, buscando a maior taxa de retorno sem saber se isso tinha muito risco nem nada.
Aí entrou, nasceu uma camada aqui que é necessária necessária, que vai te ajudar a responder todas essas perguntas, que no nosso ponto de vista é o consultor. Cara, quanto que você quer ganhar quando você parar de trabalhar? Pessoa: poxa, sei lá, o equivalente a uns R$10 mil hoje. Legal. Quanto que você poupa e investe? Pô, eu poupo R$2 mil. Poxa, legal. Será que isso não vai ser suficiente para você chegar lá na sua aposentadoria com esse valor?
Pô, eu preciso poupar quanto então? R$2.500 por mês. Consegue? Consegue. Opa, já ajustou uma rota. O consultor, quando ele faz conta, ele já transforma o destino de uma pessoa em uma única conversa. A pessoa ia ficar poupando, investindo R$2.000 por mês, ia passar 20 anos fazendo isso e ia chegar lá na aposentadoria e ia falar: "Cara, esse dinheiro não é suficiente para eu viver com o padrão de vida que eu queria." O consultor já vem e resolve isso.
E aí o segundo ponto, depois dele mapear tudo isso, os objetivos financeiros, de viagem, de carro, de casa que o cara quer, ele vai e monta esse plano financeiro. Você vai precisar poupar e investir tanto por mês, "Com base no seu perfil de risco aqui, você respondeu uma pesquisa, essa é a sua carteira recomendada." E você vai poupar e investir nesses produtos. Por que esses produtos? Porque são baratos, eficientes e alinhados com o seu perfil de investidor.
Antes o cara vinha daqui para cá, em produto ruim, completamente desalinhado. Por isso que inclusive, cara, a gente vê... Sim, na minha opinião, a gente vê cada vez mais gestores perdendo patrimônio. Por quê? Porque quando você investe em uma série de produtos que são relativamente caros e tudo mais e não tem consistência, antigamente era relativamente mais fácil de você continuar captando dinheiro com o nome e tudo mais. Hoje é bem mais difícil, cara.
É verdade.
Você tem um custo muito alto, tem produto muito bom, muito barato, tem mais informação. Não. Então acho que esse é um outro ponto. O mundo tá passando por uma transformação. Os ETFs, né, acho que são a ponta final disso, que é onde o dinheiro vai desaguar da maneira correta. E a gente tá só no começo, só no começo. Esse é o nosso primeiro produto, né, e de uma série. A gente não vai ter, pô, 20, 30 ETFs. Não é a nossa ideia. Nossa ideia é lançar poucos produtos, mas bons produtos, produtos extremamente baratos, como a galera já vendo e eficientes.
Então, como é que a gente enxerga grãos, ETFs da grãos daqui a 5, 10 anos? Bilhões e bilhões.
Por quê?
"Ah, Gui, porque você quer ganhar muito dinheiro?" Não, pô.
Porque os caras estão falando que vai ganhar dinheiro daqui a 5 anos. Caralho.
Exato.
Vou segurar, amor, não viaja não, alguém vai ter que ligar para a esposa dele.
Deixa eu ligar para a Daniela, a esposa do Lucão. "Quer viajar para Grécia?" Vou falar: "Que Grécia?
Osasco." Daqui a 5 anos a gente começa a ganhar alguma coisa.
5 anos você consegue fazer essa viagem. Mensagem aí. Mas acho que é isso, ETF vai ser a ponta final, entendeu? Então o dinheiro vai vir aqui. Essa é a visão que o grupo tem, essa visão que a gente tem. Por isso que a gente faz um produto baratíssimo, a gente consegue e a gente acredita.
Lá atrás a gente lançou a previdência porque a gente viu que tinha muitos bilhões em previdências horrorosas e a gente quis ajudar o brasileiro. E a gente agora tá com essa visão.
Quanto que tem lá na previdência? Quanto que tem lá?
A gente tá com 2 bilhões no total de gestão na grão. A gente tem $2 bilhões e 200 agora. É bastante coisa. E a gente está acelerando o ritmo de captação.
Você pode falar? Está crescendo muito rápido.
Cara, a gente captou quanto esse ano? $120 milhões aproximadamente.
Que legal!
É bom, hein? Não, mais, bem mais. Estou viajando aqui, uns $160 milhões nesse ano aproximadamente. Mas a gente está indo bem, cara.
Por quê?
Porque a gente está oferecendo um produto bom e a galera está se dando conta disso.
Deixa eu perguntar, tem alguma LP, alguma coisa para a galera que quer entender um pouco mais sobre o... GPCA11 para a gente colocar aqui no link na descrição?
Você deve ter vídeo também sobre isso, deve ter vídeo com o Primo. Tem um vídeo nessa LP aí.
Pode ser, vamos colocar aqui. Se não tiver, alguém agora vai ter que arrumar. Tem uma página aqui para você entender um pouco mais sobre isso.
Com vídeo.
Se você quiser investir no GPA11, vai no seu banco.
GPCA.
Desculpa, GPCA11. Vai lá no seu banco, vai na sua corretora, vai em qualquer lugar onde você já investe, fala com o seu consultor, Consultor, se você falar com o seu assessor e ele não quiser investir nesse negócio, troca para um consultor. Então fala com o seu consultor.
Tem papel de fel, troca aí o cara.
Esse é um ponto, quando você falar com o seu assessor, com o seu consultor e ele falar o seguinte: "Esse não é um bom produto." Eu não vou dizer que o cara é mal intencionado nem nada, mas é porque o indexado à inflação de curto prazo, cara, e eu falo isso desde que que eu comecei na speech, que virou fim class, 6, 7 anos atrás, né? Desde que os caras te acharam lá, desde que os caras me acharam lá, errado lá, pô, cabelo mal feito, magrelo e tal.
Eu já falava, era reformado, botava umas duas bílias em você.
Os caras ficam nessa, né? Desde essa época, desde essa época, desde, pô, reformaram o cara, mas desde Naquela época eu falo: "Indexado à inflação de curto prazo." E detalhe, eu sempre falei inclusive de ETFs, de teoricamente, eu nem gosto de chamar de concorrente, porque o mercado é tão pequeno, é tanto dinheiro novo que vai entrar aí. Mas eu falo de ETFs indexados à inflação de curto prazo faz muito tempo e ele encaixa no perfil de qualquer pessoa.
O cara é conservador, encaixa. O cara é um perfil moderado de investimento, encaixa. Arrojado, encaixa. Então o cara pode falar o seguinte: "Não, porque não tem espaço nesse momento." Mas ele falar o seguinte: "Esse é um produto produto ruim. Se o cara falar que esse é um produto ruim, tá errado. Nem concorrente nosso vai conseguir falar que é. Tem inclusive alguns vídeos, já saíram de outros influenciadores e tudo mais, inclusive especialista, um cara que é especialista em ETF que a gente acompanha, falando bem do produto.
O cara não ganha nada, o cara é um especialista em ETF, ficou surpreso com o custo baixíssimo do produto. Então acho que é isso, sabe? Se você ver alguém batendo nesse produto, tem que tomar cuidado, porque de fato todos os pontos que a gente, para a gente colocar isso daqui em pé, foi para trazer o melhor ETF de indexado à inflação de curto prazo do mercado. A gente tem convicção que ele tá aí. Boa!
E acho legal também que você tá um pouco a complementaridade dos ETFs com os outros produtos de investimentos. Poxa, André, você como gestor de ETF, você tem 100% 100% em ETFs? Não, não tenho 100%, mas eu tenho uma boa parcela da minha carteira em ETFs. Mas o legal é exatamente usar eles para compor essa diversificação. No próprio tema da inflação aqui que a gente estava comentando, você tem o ETF que pode servir como um veículo interessante para se proteger contra a inflação.
Você tem no mercado de ações, você vai ter setores aí que vão te proteger contra a inflação. Você tem, por exemplo, aí o setor financeiro, setor de utilities aí, que são setores mais defensivos. Agressivos em cenários de inflação. Você tem uns ativos reais aí, até investimentos em fundo imobiliário, por exemplo.
Tem cripto, que a galera ficou bem famosa recentemente, entrou vários ETFs aí, a galera pirou, explodiu o mercado cripto.
Total.
Exatamente. E os próprios fundos tradicionais, como aqui o exemplo do ARCA, que é um fundo de previdência, que ele também vai te proteger e vai compor a carteira legal.
Sabe o que é? Quando eu falo o seguinte, "O nosso foco não é rentabilizar esse produto no curto prazo, a gente está fazendo uma taxa baixíssima mesmo, porque nossa visão é: cara, daqui a 5 anos vai ter bilhões e bilhões nesse mercado e mesmo com a taxa baixa, isso daqui vai ser rentável para a empresa." Sabe quanto a gente ganha por dia com esse produto hoje? Lógico que ele está no começo, tem pouquíssimas semanas, enfim. Mas ele dá R$10 por dia.
Caramba, velho.
R$10 por dia.
R$1.000 por dia.
Nossa, salário do André aqui já comeu muito disso aqui, sabe? Mas assim, não paga nem o cafezinho, não paga o café, a água que a gente está tomando aqui. Então por quê? Porque a gente é bobo não, de novo. A gente acredita muito no futuro desse negócio, a gente quer vir com uma taxa extremamente competitiva. Pode pegar, nenhum outro concorrente tem uma taxa tão baixa quanto a nossa. E é isso, cara, acho que a gente tá muito alinhado com clientes, todas as unidades do grupo.
E esse ETF é mais uma prova disso aí, GPCA no home broker de qualquer corretora.
Maravilha. Então olha só, PrimoCast sempre trazendo coisa boa para vocês. A galera que ouve o PrimoCast toda semana, você que é inscrito no canal, você que ativa o sininho, você que curte, você que manda... Aí você fica sabendo das coisas, você fica sabendo antes. Agora, se você não faz nada disso, você não fica sabendo, fica de fora. A gente faz as coisas legais aqui, desconto, várias coisas. A gente traz coisa legal toda semana, né?
Aí o cara fica moscando aí, né, Caíque? Tá bom, então a gente vai deixar o link na descrição, QR code na tela para você saber mais. Pessoal, obrigado!
Imagina, cara, obrigado vocês aí pela aula.
Quem quiser encontrar vocês, como é que faz? Você tá fazendo uns videozinhos lá também, né? Eu faço, é aquele canal, é YouTuber Revelação.
É, não, tô fazendo menos, tô fazendo menos vídeo no YouTube da Grão, porque agora na gestora a galera quer me calar.
Calar, cara?
Trabalhar, o cara tem que trabalhar um pouco, tá gravando muito vídeo.
Não é que querem me calar, pessoal, mas é pelo fato de a gente estar numa gestora agora, tipo de informação, de opinião. Não é que não pode, é que é um negócio mais sensível, as pessoas podem interpretar mal e tudo mais. E a gente sempre quer deixar os nossos clientes bem tranquilos quanto a todas as decisões de investimento que a gente toma. É tudo apolítico, é tudo apartidário, o horário, tudo, pô, decisão técnica, né? Então por isso que eu tô cada vez mais, mais morto lá no YouTube.
Eu que mandei desligar você lá.
O cara é meu chefe, cara.
Desliga lá, puxa da tomada esse cara aí.
Esse sapo otário aí que tá crescendo muito. Mas enfim, mas no Instagram a gente ainda tá lá, né, fazendo brincadeiras à parte. A gente tá lá no YouTube da Grã, então tem vídeo toda semana, tem vídeo novo, tem um vídeo inclusive explicando todos os detalhes do GPCA no nosso próprio site. Se você entrar lá em produtos, tem a aba de ETFs, tem lá o GPCA, tem todo o material dele, toda apresentação mostrando lá a rentabilidade dele contra o CDI, pô, as vantagens dele com relação à concorrência, como é o índice e o produto tendem a ser muito consistente.
Então, cara, tem tudo lá no site e no YouTube da Gram. Meu Instagram agora é só futebol e jornal de papel. Jornal de papel que eu gosto de ler, os caras me enchem o saco.
E você, André, você tem rede social aí? A galera pode te encher em algum lugar aí?
Pode, pode. Então, eu tenho um perfil ali, mas estou mais nos bastidores ali. Eu tenho um perfil trader, um perfil cara de mesa ali. Então, sou um pouco mais afastado das redes sociais, mas estou lá no LinkedIn, pode me chamar.
Eu gosto do cara do LinkedIn.
Quando o cara fala LinkedIn... Não vai pedir emprego, né, André?
Nada.
O cara tá ganhando R$10 por dia aqui, cara.
A gente tá ganhando R$10 por dia nesse produto. Se você pedir emprego, você já sabe o que te espera. Brincadeiras à parte, pessoal, até para reforçar isso daqui, né? A gestora já tem mais de R$2 bilhões e 200 sob gestão. Os fundadores da Grã são nomes muito respeitados de mercado.
O grupo é o mesmo como o Primo, gente. Vocês já conhecem, né? O Primo conhece.
A gente tem mais de R$21 bilhões BI de custódia no grupo dele atualmente, estamos falando aqui em março de 2026.
Exato.
Tem, enfim, Clésio, tem Thiago.
Apesar da gente ficar brincando aqui, a gente estuda bastante. É verdade, é verdade.
Pessoal, obrigado então, grande abraço, até o próximo episódio e tchau.
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Grupo Primo
GPCA11 (ETF de Tesouro IPCA)