A ROTINA DE UM DOS MAIORES VENDEDORES DO BRASIL | 24 HORAS COM CAIO CARNEIRO
ASSINE 18 FERRAMENTAS DE IA COM 98% OFF: https://r.oprimorico.com.br/54d0bad29bA ROTINA DE UM DOS MAIORES VENDEDORES DO BRASIL | 24 HORAS COM CAIO CARNEIROPassamos 24 horas com Caio Carneiro, fundador do VENDE-C, diretor executivo da MLS e parte da trinca ao lado de Flávio Augusto e Joel Jota. Um dos maiores especialistas em vendas e marketing do Brasil, triatleta, faixa azul de jiu-jítsu e pai de três filhos.Acompanhamos sua rotina durante um dia todo… teve treino de jiu-jítsu, dia a dia com filhos, reunião de sócios da MLS com Flávio Augusto e Joel Jota, visita à nova sede deles que está em obra (+ de R$15 milhões investidos), bastidores do Vende-C e a cultura do time comercial!Falamos sobre vendas, mentalidade, como gerenciar ego numa sociedade, casamento e família. Um episódio pra quemHosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraaConvidado: Caio Carneiro @caiocarneiroSua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Mentalidade EmpreendedoraVendas e Marketing · Fundação do Vende-C · Sociedade com Flávio Augusto e Joel Jota · Wiser e WiseUp · Modelo de negócio da MLS · Gestão de ego em sociedade · Cultura de equipe e liderança · Investimento em infraestrutura
- Questões DisciplinaresAcordar cedo e produtividade · Importância do sono · Adaptação da agenda familiar · Leitura de momento de vida · Disciplina vs. Motivação · Regra dos 3 segundos · Rotina vs. Monotonia
- Competicoes e EventosIronman e Triatlo · Jiu-jitsu como disciplina · Competição como força motriz · Gerar desconforto para evoluir · Analogias entre esporte e negócios · O ciclo invisível do Ironman
- Propósito Empresarial e LiderançaVisão e arquitetura de negócios · Gerenciamento de ego em sociedade · Competências complementares na trinca · Valorização de pessoas e cultura · Construção de estúdios e infraestrutura
- Espiritualidade e FamíliaLeitura da Bíblia pela manhã · Casamento como unidade · Aproximação com Deus e esposa · Liderança espiritual dos pais · Herança para os filhos
- Produção de PodcastsFunção do podcast nos negócios · Geração de comunidade e relacionamento · Podcast como mídia de nicho · Importância da disciplina na produção · O podcast 'Como Você Fez Isso?'
- Investimentos e Finanças PessoaisConservadorismo em investimentos · Renda fixa e poupança · Proteção de patrimônio · Equilíbrio entre risco e segurança
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No episódio de hoje vamos passar 24 horas com Caio Carneiro.
Se você quiser a gente faz um rola, entendeu? Tá, só para você me amassar e ficar legal no programa.
Ele começou a trabalhar aos 17 anos e com uma veia comercial desde jovem destacou-se numa empresa aonde ele liderou grandes equipes por 15 anos.
Naquele momento, bicho, eu precisava ganhar dinheiro, eu precisava sair dali com todas as minhas forças.
Até que aos 25 anos ele alcançou seu primeiro milhão de dólar. Hoje o Caio é reconhecido como um dos maiores especialistas de vendas e marketing do Brasil, é empreendedor, triatleta, autor de best-seller e luta jiu-jitsu. Mas o que move ele é sua família.
Caio é casado com a Fabi e pai de 3 filhos. Amor, por que que o nosso casamento dá certo? Nossa! Por que que o nosso casamento é tão bom?
Fundou o Ventes, uma das maiores escolas de vendas do Brasil, e ultrapassou 100 milhões de faturamento e atingiu esse resultado todo em apenas 4 anos. Além disso, Caio é sócio da Wiser e faz parte da Trinca, ao lado de Flávio Augusto e Joel Jota, e também é host do podcast Por que você fez isso? Então hoje você vai ver um pouco da rotina do Caio, como ele treina, como ele toma suas grandes decisões, como ele se relaciona no ambiente de trabalho e como funcionam as suas empresas.
Esse é o 24 Horas com Caio Carneiro. Caramba, Caio, que mentira!
Duvido que você acorda nesse horário, cara.
Que mentira, hein, velho.
A gente vai pegar o Caio chegando da balada, mano.
Opa! Estamos passando de elevador? Estamos.
Querido, tudo bom?
Bom dia.
Bom dia. E aí, cara?
E aí? O único programa que me pega é ficar do lado dele.
Tudo bem?
Bom dia, cara. Tudo bem, James? Tudo bem? E aí?
Tudo bem?
Pronto para a batalha, o cara já está de rest guard já. Todo dia você acorda nesse horário, cara? É muito cedo, velho, não precisa não.
Não, fala assim, pô. Confesso que eu já acordei uma meia horinha mais cedo. Meia horinha mais cedo.
Passou a escova no cabelo?
Ah não, acabei abrindo o olho, é com medo de, sei lá, perder o horário.
Ansioso, né? Um programa desse, né?
Programa desse. Se bem que eu aprendi a acordar sem despertador, sabia?
É mesmo?
Aprendi a acordar sem despertador, foi uma parada nova assim. Sério? Acordo sem despertador.
Sem criança gritando, sem nada, só desperta mesmo?
Desperta sem despertador. Despertador e tal, e acordar despertador me força a saber, pô, que horas eu preciso dormir.
E para você é importante acordar cedo, cara?
Cara, eu sou aquele, eu sou, eu sou um cara diurno, eu sou o cara do dia assim, eu sou aquele cara que pô, minha bateria social 10 horas da noite acabou, é assim, é visivelmente na minha cara, sabe, a minha cara tá assim, nossa, o cara tá cansado. Então eu sou um cara mais diurno assim, então aprendi a jogar mais o jogo mais cedo. Tenho 3 filhos, então eu tive que aprender a adaptar, por exemplo, pô, eu gosto de fazer algumas coisas, minha casa daqui a pouco é barulheiro, eu tenho 3 crianças, né?
Sim.
Então eu aprendi também a adaptar um pouco a minha agenda com a realidade da minha casa. Mas eu não sou aquele cara que tipo, eu acredito que pra você vencer você tem que acordar 5 da manhã, eu não sou desse time.
Já teve uma fase ali que você acordava a hora que dava, né?
Eu já tive a fase de acordar cedo porque, pô, era importante operacionalmente assim, mas não tipo, ah, levanta e ganha do sol, pô, sol não tá competindo com você, animal, né?
Mas você dorme cedo hoje?
Sou o cara que eu durmo cedo. Eu sou aquele cara que eu vou 9:30, 10 horas eu já tô deitado.
Mas não era sempre assim, né?
Não, eu demorei pra ressignificar isso, entendeu? Eu achava que uma hora a mais de sono era uma hora a menos de produtividade, que uma hora a mais de sono era tipo: "Pô, tô sendo preguiçoso." Tem muito isso na galera, né?
Eu já vi, tipo, a galera posta stories saindo do escritório 11, quase meia-noite, e acorda 5 horas da manhã.
Fala assim: "Cara..." É, eu acho assim, eu acho louvável Quando você tá num momento que você sabe que, pô, vai ser decisivo ali, dá um sprint. Porque tem hora que, cara, no trabalho é volume mesmo, cara. É volume de reunião, é volume de tal. Mas, pô, quando você tá acordando, indo dormir tarde, acordando cedo só porque você acha que dormir pouco vai te recompensar de alguma maneira, eu não acho legal isso não. Acho nem saudável é, né, cara. Aí eu vou fazer 40, né? Então você pensa um pouco também.
Mas você acha que a pessoa tem que ter um período que ela— que isso vai ser normal?
Eu acho que é importante ler esse período, com toda certeza. Eu fiz isso, pô. Eu fiz isso, cara. Eu fui aquele cara que, como eu nasci dentro da área comercial, sempre me desloquei muito, né? Quem é da área de venda se desloca muito, viaja muito de carro, e tá aqui, viaja aqui pro cliente e tal. Então eu fiz isso. E se voltaria, eu faria a mesma coisa. Agora, não acredito que isso pode ser um estilo de vida. Sim. Agora, tipo, isso como estilo de vida, eu acho que você vai pagar uma conta.
Então, aquela leitura do timing, cara. Puta, tem timing, bicho. Acelera. Você sabe que, pô, tem um projeto importante, você tá tirando alguma coisa de pé, você sabe que vai romper algum, alguma tração, momento inicial ali do business, você tá com pouco caixa, você tem que gerar receita. Eu acho que aprende essa leitura. Agora, esse vai ser meu estilo de vida. Putz, cara. Aí eu acho que é perigoso. Aí eu acho que é perigoso.
Agora que apartamento bonito, hein, cara. Parabéns, hein.
Quer ver meu cantinho? Quer que eu mostre meu cantinho para vocês? Eu sou o cara que eu tenho a rotina de escritório, né, mas eu gosto de sempre fazer uma basezinha para mim em casa. Acho que principalmente para se eu tenho reuniões mais cedo, reuniões mais tarde, eu consigo trabalhar daqui.
Cara, você fez uma bela base.
Não, o escritório é muito bonito, cara.
Não precisa mais que isso, cara.
Quer falar um pouco da sala?
Uma coisinha simples assim já, né. Cara, meu cantinho, porque... Só um cantinho?
Cara, eu acordo, gosto de ler a Bíblia.
Você viu que... Tem algumas Bíblias.
Cara, eu curto muito assim comprar. Eu ganho muito de presente também, de amigos mais íntimos assim, sabe?
Tiago me deu uma NVI muito boa.
Cara, curto ler, então sempre leio. É o meu momento assim pela manhã.
Você tá numa pegada mais espiritual agora, Kai?
Cara... Tô. Eu sempre fui um cara muito chegado assim com Deus, assim. Sempre fui um cara muito apaixonado por Jesus, pela história dele, pela referência dele. Principalmente a minha mulher teve uma aproximação muito grande. E o casal é uma unidade, né?
Sim, sim.
Aí é muito legal, né? Quando juntou os dois e a gente mergulhando junto. Então isso é muito legal. Então me acelerou muito, assim, principalmente uma intimidade maior da minha esposa.
Legal.
Isso pra você mudou na prática na sua vida, assim?
Mudou muito. Por exemplo, eu era um cara que às vezes era mais... A gente conversou cedo, né? Alguns anos atrás, às vezes eu ia pra igreja sozinho. Aí é ruim, né? Então Apóstolo Paulo fala lá do jugo desigual, né? Porque enfim, minha esposa tava no entendimento definindo às vezes o modelo assim de crença, né? Acreditava em Deus, só que falou assim, sabe quando você meio que é tudo misturado? Pega um pouco dali, daqui, mas não tinha.
E ela falou assim, puxa, cara, Jesus é minha referência agora e tal. Aí, putz, para mim contribuiu muito, muito assim. Muito, minha esposa foi minha grande aceleração.
Muito bom, cara. Conta mais aqui, o que mais você tem aqui?
Eu vi que você tem umas medalhas ali, Ironman.
Cara, aqui é meu cantinho de medalha, né? Eu sempre gostei de fazer esporte, eu uso muito, são duas coisas que eu uso aqui principalmente na minha casa, com os meus filhos, é Deus e esporte. Eu sempre gostei de fazer esporte, mas sempre gostei de competir assim nos esportes, fazer o Ironman, agora nessa caminhada do Gil. Que eu acho que 5 anos fazendo triatlon.
Caramba!
Porque competir me força a ser melhor, cara. O jeito que eu opero, ele me força a ser melhor. Então eu aprendi a ser mais autogerenciável. Não é para os outros, né? Ah, tá ganhando, não vivo do esporte. Mas pô, faz eu treinar mais sério, sabe? Então eu sempre crio mecanismos de defesa. Me coloco num ambiente de pressão que para mim é bom, me treina, pô.
Qual que é o seu próximo objetivo no esporte, assim?
Ah, meu objetivo é sempre esse, é sempre querer evoluir, é sempre querer me testar, é sempre querer... Porque eu consigo fazer analogia, cara. Quando eu tô aprendendo ali, eu consigo tirar uma sacada que eu pego no tatame e falo assim: "Cara, isso aqui... Pô, isso aqui não é só pra cá não, cara." Por exemplo, momento de pressão que eu vejo como é que eu tô. Aí eu testo como é que eu tô. Aí eu gosto de ir pra um campeonato: "Deixa eu ver como é que eu tô, deixa eu ver se eu tô seguro." Eu vi que você foi num campeonato na Europa.
Tava em Londres lá, não tava?
Tava, fui em Londres. Aí eu fui lá e fui numa categoria mais baixa, quis ver como é essa experiência de perder peso. Então eu sempre tô gerando desconforto para mim, entendeu? Porque eu fui na categoria leve, né, master, né, que é os velhos.
A partir de 30 os cara já põe a gente master, mano.
E aí eu fui bem na leve, né, que até 76 kg. E eu sou um cara, eu não sou alto, tenho 172, 1,5, né. E aí falei, cara, deixa eu ver como é que é na pena, como é essa experiência de perder peso. Aí eu já vi que, pô, na leve eu tava mó seguro, na pena já "Como é que eu tava me sentindo fraco?" Então eu tô sempre promovendo desconforto pra mim assim, sabe? Eu acho que é meio que um desconforto no sentido de desafiar mesmo. É, se desafiar. Eu acho mó legal, cara, progresso como esse estilão de vida assim.
O que que te fez entrar no jiu-jitsu?
Meu filho, cara.
É mesmo?
Meu filho, na verdade assim, a minha casa respira muito arte marcial, né? Meu sogro é faixa preta, a Fabi é faixa preta, eu fiz karatê quando era menininho, acho mó legal o lance da disciplina, o lance da honra, o jeito que você trata o outro na vitória, o jeito que você trata "Ah, tô na derrota." Porque o meu tatame ali não tem classe social, não tem status, não tem nada, velho. Ele revela muito quem você é. Não tem como esconder quem você é. Então eu sempre gostei disso.
O que você consegue passar pra galera de conselho que, pô, às vezes o cara tá num momento de vida dele que ele trabalha demais, tá empreendendo, tá na loucura, ele não consegue tirar um tempo pra fazer esporte, pra treinar, pra cuidar um pouco mais da saúde dele. Você acha que, ah, cara, vai ter um período que você não vai conseguir mesmo? Ou, cara, tenta tirar 20 minutos por dia para cuidar da sua vida.
Eu não gosto quando alguém fica apontando o dedo para esse cara, fala assim: você é um lixo, você tá errado que você não treina. Pô, cara, é porque hoje na minha posição é muito fácil, assim: acorda, vai fazer isso. Mas não foi isso que eu fiz lá atrás também. Eu também abri mão, cara. Esses dias, e a Fabi pegou uma foto minha lá com 24, 26 anos, falou assim: cara, olha o tamanho da sua pochete, cara.
Moído, né?
O cara parece estar muito mais velho, mas aquele momento, bicho, Eu precisava ganhar dinheiro.
Barriga de cortisol, né?
Barriga de cortisol.
Eu precisava sair dali, velho. Eu precisava sair dali com todas as minhas forças.
Aí às vezes você tá no começo de jornada, com filho pequeno.
E aí outras pessoas e tal, pô, eu sempre gostei de fazer um exercício, falei assim, cara, mas eu preciso sair dali, aqui é o meu tudo, entendeu? Abrir mão da saúde, sim. Como que tava seus exames? Cara, nem exame eu fazia, pô, naquela época, né? Falei assim, cara, mas eu sabia que assim, eu vou sair daqui, aí eu vou melhorar. Então eu acho que a primeira coisa é se um cara tá vendo, é não se sinta mal, Não te coloque para baixo.
O importante é você fazer uma boa leitura. Por exemplo, puta, tem desperdício mesmo? Você tá alocando esse tempo no momento valioso? Não tem, não tem, não dá para ter um encaixe? Não dá, vai melhorar ali, legal, bacana, tem um plano. Só não é o que eu falei, só não dá para ser isso como estilo de vida, porque aí não é só se a bomba vai estourar, não é se é quando. Sim, sim. Então era um cara que assim, cara, eu preciso desse gás.
Então que dei aquele gás inicial, eu comprei, comecei a recomprar tempo de volta. Eu lembro do ano que eu recomprei minha manhã.
Como é que foi isso?
Ah, chegou um determinado momento que eu já tinha um fluxo de receita mais estável, crescimento oscilava menos, e eu falei assim: 'Puta, agora eu vou recomprar a minha janela das 6 às 9, das 6 às 8, vou começar a recomprar para mim.' Então eu era um cara mais atento. Tem gente que aplica automático, só vai, né? Então era um cara mais presente. Mas se você tá no momento que é para dar o gás, eu acho que ter essa leitura de momento de vida, por exemplo, tem Tem gente que me acompanha lá, fala: 'Caião, tô vendo sua vida.' Falei assim: 'Cara, não é para você fazer o que eu tô fazendo agora.' É que nem lá no jiu-jitsu, eu fico vendo os faixa preta.
Não, eu tenho que fazer o que ele fez quando ele era azul. Eu sou azul, então, entendeu? Então não posso me comparar com o cara, o que ele é. Eu tenho que ver o que ele tá fazendo agora, o que ele fazia naquele momento. Eu acho que esse é o maior desafio da rede social, porque você se conecta com o cara na fase atual dele. Ia ser tão bom se eu pudesse seguir o Flávio Augusto com 19. O Thiago Negro com 21, ver os stories dele ali, ó, retrospectiva, tá legal.
Eu sigo o Fábio Augusto, só que eu seto o tempo, eu vou ver os stories de 19, não de 53 bi Forbes, entendeu? São poucas pessoas que conseguem. Você me segue agora, mas você tem que modelar lá atrás. Então essa chave eu sempre fiz quando encontrava um campeão, né? O que que tu fez para chegar ali, velho? Eu quero saber o que tu fez, não que tu é.
É interessante isso, não, você fica louco, né, cara?
Você fica olhando lá, você sente um lixo, você vê Cara, não vai dar, tá longe demais, mano, tá muito longe, não tem a menor ideia como dá para imaginar, né? Então vejo muito isso. Então esporte é um jeito, cara, esporte é um jeito que me conecta, esporte é um jeito que me conecta bem. Esporte e ler sempre. Sou um cara que eu não gosto de ler, eu sou do time que não gosta de ler.
Mas o quanto que você lê?
Eu leio todo dia, mas eu sou do time que não gosta de ler. Deve ter uma galera aí que não gosta de ler.
Mas você lê porque precisa, então?
Eu leio porque preciso. Eu curto fazer as coisas que precisa e eu não tenho tesão.
É, deu pra perceber. Você vai no seu desafio próprio, né?
É, porque você tem a mágica ali.
Mas então você procura livros sobre aquilo que você precisa no momento, é isso?
Eu recebi um feedback, eu tinha 19 anos, de um cara que eu nunca mais esqueci, porque eu nem sei se existe essa palavra. Ele falou assim: "Pixo, tu é muito ensinável. Mantém isso aí." Aí eu falei: "Ensinável?" Nem sei se isso é ensinável. Aí perguntei: por quê? Você importou uma vez, o que que eu fiz? Eu te falei, você falou: tá bom. E eu perguntei pro cara: cara, tem que fazer. Você lê? Não. Tu tem que ler. Eu tenho que ler? Tem que ler.
Então tem que ler. Eu sou muito prático, entendeu? Você tem que ler, tem que ler. Ah, mas eu não gosto. Isso não interessa, que eu quero o prêmio. Qual que é o prêmio? Prêmio é uma vida melhor. Então vamos ler.
E o que que você passa pra galera que tem o mesmo problema que você? O cara não gosta de ler. Mas ele precisa. E hoje ele fala: "Ah, cara, mas eu não consigo." Acho que é disciplina morar aí.
Acho que é a diferença morar aí. Eu acho que disciplina é você fazer as coisas, as coisas que você precisa fazer mesmo sem vontade. "Ah, tô com vontade." Faz. "Tô sem." Faz igual. Às vezes a gente tá animado, você pegou um livro: "Pô, livro legal, esse assunto me interessa." Então acho que disciplina é você fazer as coisas que você tem que fazer mesmo sem vontade. Você não tá pautado numa motivação e tal. Então tem um pouco a regra dos 3 segundos: 1, 2, 3 e já.
Eu sou aquele cara do 1, 2, 3 e já. 1, 2, 3 e vai ler, bum, parece que mora em bala, né? Então acho que é importante você saber quais são essas atividades que mesmo sem disciplina tem que fazer. Leitura foi uma, eu lembro quando recebi esse vídeo, putz, cara, tem que ler, puta, ler é um saco. Eu sei que às vezes na comercial falar isso, mas eu não tinha tesão em ler. Eu sou um cara mais agitado, né? Sou um cara que gosta, pô, não tem como a gente fazer uma, né, alguma coisa, o cara mais Mais agitado.
E aí, bom, tem que ler, tem que ler, porque para mim rotina é poder, cara. É que eu acho que muita gente confunde rotina com monotonia. Eu acho que rotina para mim são atividades chaves feitas de maneira constante. Monotonia é uma agenda sem sentido nenhum. Você tá fazendo uma parada, o que que eu tô fazendo isso, pô? Mas por que que eu tô aqui? Ou por que que eu tô fazendo isso? Você não consegue extrair nada do que você tá fazendo, sentido, dopamina, tal, tesão, resultado.
Aí aquilo fica monótono. Sim! Agora rotina? Pô... Rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina, rotina— Acho que essa é a chave né? Você ter uma boa rotina se desenhar Cara eu acho que isso em relação à rotina, essa frase eu acho que é um absurdo né? Eu vi esses dias e achei sensacional: "Você nasce parecido com seus pais mas morre parecido com suas decisões." Porra disso mesmo hein?! Você nasce parecido com os seus pais ou seja bicho tu nasceu nessa circunstância mas vai morrer na circunstância das decisões que tomou entendeu?
Ou seja Acho que a fase que todo mundo tá não é destino, entendeu? É momento. E para mim, onde tira a gente é a nossa rotina. Com disciplina, eu tenho uma crença maior que eu consigo. Eu lembro quando eu fui fazer o Ironman, esse cara: 'O que tem que fazer? Tu vai ter que fazer treinar 2 anos.' Então eu falei: 'Eu consigo.' Tudo que não tem a ver com o fator talento, eu tenho uma crença gigante que eu posso, que na minha cabeça eu vou fazer.
Tipo, tudo que envolve consistência, tudo que envolve que tipo só Tem que aparecer, então eu vou aparecer, cara. Não tem que ser alto, não. Não tem que ser talentoso, não. Só tem que vir, tem que vir. Então conta comigo.
Esse do Ironman não bateu um desespero na hora que você tava na prova, não?
Dia pesado, hein?
O que eu tô fazendo aqui, cara?
Tem ali as medalhas 70.3 e essa, e esse aqui é do full.
Eu fiz 3 Ironmans, né? Eu fiz 2 70.3 e um full. Foi o dia da alegria. O difícil do Ironman Não é hora main, é chegar até ele. É domingo sem, é sábado, domingo é sábado, tua família falou vai ter um churrasco, você não, tenho 6 horas de pedal. Aí, por exemplo, é segunda-feira tal, teu filho chega, vamos brincar, cara, você tá morto, você quer deitar 7 horas da noite. E quando você chega na hora main, depois você treinou, você sabe que você vai conseguir.
Obviamente você pede que nada, nenhum grande imprevisto aconteça, tipo, puta, passei no buraco, caí. Mas você sabe que você vai fazer. Você sabe até mais ou menos o tempo que você vai fazer. Então, pra mim, o grande Ironman é o ciclo invisível, que não tem prestígio, não tem medalha. A família não tá lá.
Preparação.
Aquele tá lá, a bucha é aqui, entendeu? Ali é só um dia, ali é só o dia da alegria. Aí eu recebi um conselho, falou assim: cara, aproveita que vai ser as 10 horas mais rápida. Fiz em 10:20. Vai ser a hora mais rápida, passou muito rápido. Agora os treinos, nossa senhora.
Quando você terminou o full, você Seu objetivo era fazer, eu fui, parar.
Foi muito louco assim, foi uma decepção de felicidade com uma tristeza enorme. Aí tem que ter muito cuidado assim, porque na hora que eu cruzei, é que eu sabia isso, né? Na hora que eu cruzei e ganhei, então não teve um pico. Ainda bem que eu já sabia disso, né? O lance foi o Caio que eu me transformei nesse ciclo todo. O louco é isso, é isso, louco é isso. Você quer ver medalha no dia, sua vida não muda, acontece a mesma coisa, entendeu?
O lance é, cara, quem fui eu, quem quem, quem, né, quem que eu me tornei nesse ciclo todo, né?
Mas até, pô, você falou 10 horas, você ficou 10 horas com você mesmo, cara. É muito louco pensando, você ficou 10 horas pensando, tipo, é full sozinho no negócio, não é um jiu-jitsu mais demorado possível, é uma luta curta ali que você fica pensando como você derrotar seu oponente. Ali era você com você, você viu que é um outro exercício, né?
Então você viu que eu uso isso, né? Eu uso, cara, como é que eu sou, quem que eu sou, como é que É um esporte que não tem ponto, não tem gol, não tem cesta. É movimento repetitivo, é só pra frente. Corrida é pra frente, bike é pra frente, natação é pra frente. Não tem mudança de direção, não tem score até lá. É você quebrar o objetivo em pequenas fases.
E aí, vamos pro seu treino aí? Vamos. Senão a gente vai te atrasar.
Eu sou um cara que, por exemplo, publicamente eu não gosto. Acho que foi a primeira vez que filmou meu apê assim.
É, acho que eu nunca vi mesmo, não.
Eu sou aquele cara que eu gosto de proteger o meu...
Sim, sim, sim.
Eu acho que é uma coisa que todo mundo devia, principalmente quem tá nas redes sociais. É legal você gerar conteúdo, você se conectar, mas eu sou aquele cara que, pô, protege também um pouco teu canto, entendeu? Protege um pouco tua intimidade, protege um pouco, coloca uma cerquinha, ó, vem até aqui e daqui pra cá só deixa as pessoas mais íntimas mesmo.
É porque às vezes se mistura um pouco, né? Você é influenciador, empresário, É pai, marido, é amigo. Como que você separa cada caixinha?
Cara, eu não tenho essas caixinhas na minha cabeça assim, essa caixinha assim na minha cabeça de separar. Eu acredito que, pô, eu sou eu e várias facetas diferentes. Mas que nem eu sou esse cara, cara, eu sou esse cara, Jesus, eu sou aquele cara, pô, gente boa, eu sou aquele cara que, puta, eu não tenho, eu não gosto de ninguém. Quem que você odeia? Cara, não odeio ninguém, pô. Sou aquele cara mais pacificador. Você me conhece há anos assim, né?
Sim, sim, sim. Conheço desde 2018.
Até quando tem alguém falando mal de você, o que você faz? Eu mando um coração. Eu acho que eu preciso até de mais haters. Os poucos já viraram amigos. Você já veio aqui? Pô, aqui já estamos de casa aqui já, né?
Cara, segue o seu treino ali, a gente vai fazendo os takes.
Cara, segue normal, aí fica à vontade, a gente vai fazendo os takes.
O objetivo é não atrapalhar o seu dia, mas a gente atrapalha.
O que que a gente pode fazer de graça depois? Se você quiser, a gente faz um rola, entendeu?
Tá.
Só pra você me amassar e ficar legal no programa. É, meus amigos, hoje o Caio Carneiro vai encontrar Maior desafio da vida dele. Nada melhor do que um faixa branca feroz. Vamos ver se ele vai conseguir me vencer, né?
Isso, isso, estica, estica, estica, porque o cara vai te pegar nessa posição aí, ó, vai te travar já.
Mais tenso, mais tenso. Meu treino, eu gosto de variar. Entra a mesma parte que eu, gente, para cima, que assim que a gente ficar bom, gente, para braço, para você conseguir colocar o seu jogo, fazer as coisas que você tá treinando, não só sobreviver. Vou aprender com a galera da competição aqui, então muito importante isso. Vamos lá com o Lucão e com o Taíque.
Fogo tá pronto pra te amassar agora.
Tô pronto, cara.
Bora, fogo!
Marca 5 minutinhos pra gente fazer aí. A técnica vence a força, mano.
Essa é a maravilha do gelo. O Davi tem condição de ser um flutuador.
Ele usou bastante as pernas e botou na guarda-aranha toda hora.
Minha guarda de segurança contra os monstros. Roger Gracie fala isso, cara. Treina para ter um ataque bom de cada lugar, que o jiu-jitsu é muito, é muito excitante, tem um monte de coisa, tem um monte de ataque, mas fica muito bom em um, você já vai longe, tá vendo?
Vai treinar, fico treinando 3x3 na semana, cara. Treina 2 vezes por dia, tá dando entrega, meus Vamos trabalhar, vamos!
Lucão levou uma surra.
Não, não fala assim, fala assim, aprendizado, pô. É importante apanhar, por exemplo, apanha ali no último. Eu vi, é importante ter que buscar isso, assim que melhora. Daquela dilema, com os ruins fica pior, com os bons fica melhor.
Então o Lucão vai tomar um banho na academia e a gente vai adiantando lá porque o cara tem que siga o dia dele também.
Bora lá!
Todo dia a mesma rotina? Sim. Por exemplo, você vai ter um evento agora mesmo?
Hoje eu tenho uma reunião grande de sócios, então é uma estrutura de evento, a gente recebe todos os sócios da mentoria de society.
São cerca de uns 280, né?
Hoje a Liga é proprietária de quase 180 clubes, né, programas de mentoria, 10 mil clientes. Então acaba sendo uma reunião grande, mas geralmente segunda-feira é uma agenda que eu tenho mais estratégica.
Sim.
Então eu tô muito com lideranças, tá muito fazendo recap da semana que passou, ver como que tá do orçado pro planejado, Basicamente, hoje eu sou sócio de dois grandes grupos educacionais, a Wiser, que é dona de algumas marcas de educação, a WiseUp, que é a mais antiga, fundada pelo Flávio, Escola Conquer Vende-se, que eu fundei há 4 anos atrás, uma escola de vendas. Então, um grupo educacional, mas educação com foco em empregabilidade, pra gente que quer crescer profissionalmente, de estar no mercado de trabalho, e também empreendedor.
E educação empresarial, que é uma educação mais voltada pro empreendedor, dono de PME ou grande companhia. São dois universos distintos, né, cara?
São dois mundos distintos. Um é carreira profissional e o outro, o cara quer até levar a empresa dele ir para outro patamar.
Para quem quer falar inglês, para ter um cargo melhor, ter acesso a um emprego melhor, ganhar mais. Pessoa querendo desenvolver competência de vendas, já que ela quer uma renda mais variável. Residência médica, o cara sabe que se ele não passa na residência ele vai ficar fazendo plantão o resto da vida. Enem, se o cara passa no Enem ele vai ter acesso a melhores faculdades. Então empregabilidade, wiser. E esses dois grupos faturaram 1,3 bi ano passado. Foi muito bem, cara.
Caraca, meu!
Foi muito bem, a gente vem de um ano bem suave assim.
Não, e a margem educacional é muito boa.
Pegou uma linha boa, um time muito bom, cara. Eu acho que a minha maior qualidade, cara, Eu sou mais reconhecido como vendas porque eu sou esse bicho, né? Mas montar equipe é o que eu tenho mais tesão de fazer, cara. Eu gosto de montar gente, eu sou aquele cara do esporte coletivo.
E aí, legal você falar isso agora porque você é muito— eu, quando eu te conheço há muito tempo, você é muito pessoas, né, cara? Não é uma surpresa, né, você ser bom em montar equipes.
Eu gosto, e principalmente vendas, né? São duas habilidades distintas, né?
Sim, sim, total.
Uma coisa é saber vender, outra coisa é saber montar uma equipe comercial. É o jogar com a 10 e montar a seleção, total, escolhe diferente. Então segunda-feira assim é um dia geralmente um pouquinho mais corrido, que eu volto, a Fabi vai comigo, né, Fabi. A gente, todos os projetos que nós temos, nós dois somos envolvidos, cada um nas suas áreas de competência, né.
Mas ela, ela é sempre sua sócia nos negócios?
Sim, não, não são todos os negócios que ela tem uma função executiva, faz parte do conselho hoje da empresa. A Thamiz é muito boa de gente, sempre gosta da visão da minha mulher, ela contribui com boas sacadas de experiência de cliente, ela é muito fera, né.
Quanto tempo vocês estão juntos?
Cara, 20 anos. A gente casou cedo, mas nos primeiros, hoje as pessoas que acompanham a gente, ah, eles estão tão bonitinhos, né, tal. Cara, o nosso começo no relacionamento foi difícil, cara. Foi os primeiros 5, 6 anos, foi muito duro. Conheci muito jovem, era muito molecão, só queria saber ganhar dinheiro, eu não queria casar nos primeiros anos. Eu achava que para casar tinha que ter grana, eu achava que, cara, não dá para casar sem dinheiro.
Eu sei que não é uma verdade, é porque na minha família eu vi minha família brigar muito por dinheiro assim, sabe? Sabe, família que sempre trabalhou junto de vendedor. A avó que trabalhava com a avó, que trabalhava contigo, trabalhava com cunhado, todo mundo vendendo a mesma coisa, era representante.
A discussão do trabalho é para mesa de jantar.
Exato. E eu via isso quando era menino, cara. Meu avô discutindo com meu pai. Eu tive pais maravilhosos, muito amor, muito carinho, mas eu ouvia isso. Era natal brigando, ainda mais quando o momento não tava bom. E aí eu só sei que, cara, eu não quero brigar com quem eu amo, então eu preciso de grana. Olha, velho, com 8 anos assim, cara, eu não quero brigar com quem eu amo, então eu vou ter muito dinheiro. E não é uma verdade, né?
Eu tava conversando com Flávio, ele falou assim, cara, eu comecei a ganhar dinheiro Depois que eu somei com a minha mulher, ela falou assim: vamos conquistar o mundo. Aí tinha alguém na minha casa que me apoiava. Momento tava difícil, ela tava lá. Eu falei assim: puxa, eu não tive essa visão no começo. Então foi bem duro, meus primeiros 5 anos da Fabi. A minha prioridade não era ela. Entre uma reunião e ficar com ela, era reunião 10 vezes.
Porque na minha cabeça, eu fazer reunião era não brigar com ela no futuro. Entendi, entendeu? Demorou para eu quebrar isso, cara. Que nem quando você perguntou espiritualidade, e a Fabi, nos últimos anos, a gente vem buscando muito, porque eu acredito que assim, ó, Tem Deus aqui em cima, como se fosse um triângulo. Eu e minha mulher, quanto mais eu me aproximo de Deus, mais eu me aproximo da minha mulher.
Sim, vai se juntando.
Quanto mais eu me aproximo de Deus, mais próximo eu tô da minha esposa. Então por isso que a gente vem desenvolvendo muita intimidade junto. Pô, uma das coisas que a gente mais gosta de fazer é rezar junto, velho. E não é uma coisa, às vezes tem casal que tem até vergonha de— reza por mim. Até meu, a gente quer desenvolver essa intimidade.
Uma coisa que a gente faz muito em casa lá é com as crianças também, né?
Poxa, cara, o primeiro grande pastor, e talvez o para sempre, obviamente a gente não sabe, pelo amor de Deus, né, quanto tempo que eu vou ficar aqui, mas eu acho que o primeiro grande pastor, o primeiro grande líder espiritual dos filhos tem que ser os pais. Sim. Quem que vai apresentar? Não tem como, né? Pode ser que um amiguinho da escola, um conhecido, mas poxa, você ter dentro de casa isso, eu acho que você deixa uma herança muito boa para os filhos, né?
Porque aí a Fabi, a gente conversa, meus filhos, eles estão numa realidade que a Fabi a gente não teve, eu vim de uma família média boa, vamos falar assim. Pô, estudei em bons colégios, nunca tô nada em casa, não tenho nenhum trauma de escassez. Mas era aquele moleque que eu não fazia viagem internacional todo ano, não era essa minha realidade.
A Fabi não.
A Fabi já vem de uma zona periférica em São Paulo, ela morava para lá do Capão Redondo, um bairro chamado Santo Eduardo.
Era, velho, era mais pauleira.
A Fabi, ela veio já de uma classe inferior, tipo Brasil guerreiro assim. Sim, sim, né? Nunca passou fome nem nada, os pais dela sempre muito guerreiro, mas aquela família que é tudo contadinho, não dava não, não era tipo um tênis, você só vai usar o tênis quando outro furar.
Eu tô ligado com essa realidade.
E os nossos filhos, eles são uma realidade completamente diferente.
Como que é mostrar para eles a ponderar, né, o pouco de tudo que tem hoje para realidade?
Eu não gosto de criar uma realidade fake para ele, simular uma realidade fake. Eu Eu gosto que ele entenda princípios que vão deixar o coração dele alinhado. Generosidade, trabalho, respeito, esforço, né? Aquela causa-consequência, cada decisão você vai ter um resultado. Você tratar bem as pessoas. Eu sinto algumas lições universais, cara, que independentemente se ele tem muito recurso ou não, ele tá no solo de rocha, entendeu?
E eu acabei de ensinar isso muito a eles, o valor do trabalho, entendeu? Ensina ele a conquistar as coisinhas dele. Ó, esse amigão tá fazendo aniversário amanhã.
Quantos anos você vai fazer?
Aniversário da Dona Dalva hoje, hein, Dona Dalva? 39 anos, né? Graças a Deus. Não pode falar não. Fala a verdade, fala a verdade. Verdade, eu tô fazendo 56 anos. Dava comigo já mais de 10 anos, né, Dalva? Ela vai fazer 53. É, a Dalva maravilhosa. 56. Parabéns, Dalva. Ontem você tinha 52, agora como é que você vai fazer 56? Não, nunca falei que tinha 52. Amo essas mulheres aqui, estão com a gente há muito tempo. E aí, vamos? Então vai, pai.
Lá embaixo? Ele vai levar a gente para escola, tá? Você vai lá embaixo? A gente vai, deixa vocês. Que a gente tem uma reunião do ladinho da escola, do lado da escola. Vocês vão com essas coisas? Sim, sim, eles estão acompanhando o papai o dia inteiro, trabalho. Aí a gente vai, eles foram no jiu-jitsu, bati, apanhei. Como assim? É, no final eu quero ver como o vídeo vai ficar. 8 horas, você que vai aprovar. Aí que vai mandar para você.
Isso não é aprovado? Aí temos um problema. Eu vou aparecer no vídeo? Vamos, meu amor!
Vai, olha aqui, ó.
Então aprovo.
Eu também quero. Com vocês, a minha primeira dama.
Bom dia!
Fabiana, minha esposa.
Tudo bem?
Você tá?
Isso, vai lá, meu amor, papai te ajuda. Vai lá, então vai lá, Bela. A gente precisa de ajuda, vai lá, vai lá, amigão. A gente precisa de ajuda hoje, a gente tá com titio. Não, Bela, Bela, atrás, meu amor. A gente precisa de ajudar hoje, tá?
Isso é uma família tradicional, é assim, você tem que negociar com os filhos todo dia assim.
Cara, todo dia, todo dia assim.
A parte de levar as crianças na escola, lógica.
Aí eu e a Fabi, a gente reveza muito. A gente tem ajuda, obviamente, como eu me desloco muito, tem ajuda do motorista, tô viajando. Mas tem algumas coisas, por exemplo, eu e a Fabi, a gente não perde uma apresentaçãozinha de escola.
Isso é legal, né?
Não perde, cara, não perde a apresentação de escola. Acho que para todo pai, eu acho que principalmente o cara que tá construindo, tá na correria, o negócio ele tá dando certo, ele tá no momento inicial, aqueles momentos de mais tensão, ou pela glória, ou pelo ou pelo início, cara, não perde apresentaçãozinha de escola. Vai ser tão pouco, cara. Você tá com o filho, né?
Se você piscou, né? Muito isso, cara.
O Pianges falou para mim uma vez no podcast assim: Caião, vai ser 7, 8 apresentaçãozinhas, depois acabou. É, eu vejo esses cortes, às vezes me emociona assim, porque o que que a gente acredita é na qualidade, não na quantidade. Tem uma história que é muito forte assim para mim. Tinha um cara que trabalhava eu acho que numa ajuda humanitária. Então ele não tinha controle sobre a hora dele, ele saía quando o filho dele tava dormindo, ele voltava quando o filho dele tava dormindo.
Então ele não tinha controle dessas circunstâncias. E aí todo dia que ele chegava, ele dava um nó na fronha e um beijo na cabeça do filho dele dormindo. Aí quando o filho dele acordava, ele já não tava mais lá. E quando ele olhava o nó, ele falou assim: cara, meu pai esteve aqui. Aí no outro dia o pai chegava, ele dava um nó na fronha e um beijo na cabeça do filho dele, ele acordava, olhava para o nó: caramba, meu pai esteve aqui.
Ele nunca sentiu a falta dele do pai, mesmo não tendo tanto, não tendo tempo. Então, ou seja, você se fazer presente no tempo que você tem, a gente conversa muito sobre isso, é muito melhor do que quantas vezes, cara, eu acho que quem é pai, cara, sabe, quando você tá ali com teu filho, a tua cabeça tá fora, você tá mesmo, você tá em outro planeta. Então a gente tenta manter, sabe, tempo de qualidade. A gente não fica medindo, ah, hoje eu tenho que ficar 3 horas com meu filho, hoje eu tenho que ficar x horas. Vai ficar uma qualidade.
As crianças estão na escola e agora?
Crianças estão na escola, aí o dia começa. Agora vai para reunião de sócios da MLS e vamos que vamos. Vamos lá, chegamos! Vai ser um dia muito legal, muito produtivo e muito importante também. E vai ser muito especial porque eu tô com 24 horas do grupo com o meu primo. Episódio maravilhoso, conduzido por esse cara aqui, ó, que é nota 1000. Bom dia, bom dia, bom dia! Tava com saudade, Flávio, tava com saudade, tava com saudade, ó, do 24 Horas.
Eu sei que é chover no molhado no 24 Horas, mas poxa, esteja do lado de gente que, pô, te eleva, gente que te complementa. Isso é muito legal, né? Eu acho que de uma maneira singela, coadjuvante, eu apareci um pouquinho no seu lá, apareceu um pouquinho no do Flávio. Você tem uns sócios como tão bons quanto eu tenho Grande Deus, aqui todas as pessoas que estão vindo aqui são sócias da Mentality Society e a gente vem trocar boas práticas.
São mais de 10 mil clientes combinados aqui. A gente troca principalmente boas práticas, visão do mercado, para onde a área de educação empresarial tá indo, melhorar a experiência, melhorar entrega para os clientes, acelerar a expansão. Então crescimento, vendas, retenção, eu acho que todos os fundamentos de um negócio educacional campeão é debatido e principalmente com esse foco no empresário, no empreendedor, que é o nosso cliente.
Mentoria empresarial é isso, né? Porque o empreendedor, ele não tem pra onde ir. A academia não suporta esse cara. Geralmente, um empreendedor que fatura 1 milhão, quer faturar 10, o que ele vai fazer? Uma pós-graduação? Então, a gente viu que vai ser muito importante. Valeu! Eu acredito que o dia de hoje é muito importante. A visão. É um dia que a gente vem pra aumentar a nossa visão. A gente sempre se reapaixonar pelo futuro.
E proteger muito a nossa frequência. E é muito importante também, um dia de sempre, potencializar, né? O nome Ignição, que é uma coisa que traz muito do tema, por ser o primeiro encontro do ano. Ignição, quando a gente vê a força de uma turbina, e qual que é a turbina de todo mundo que está aqui? Turbina é o sonho, é a vontade, é o comportamento, é a ação, é a dedicação. Turbina tira qualquer pessoa do lugar, leva ela de um ponto A para um ponto B.
Então todos aqui, porque eu sei que todo mundo aqui é um avião, Então todo mundo aqui tem um potencial maravilhoso, todos vocês são pessoas muito bem-sucedidas. Então que seja um dia onde a nossa turbina seja muito potencializada. Eu sei que tem gente que tá vindo já voando, mas você tá num dia, numa plataforma de lançamento como é um evento como hoje, da gente falar sobre visão, da gente falar sobre futuro, se manter apaixonado por ele.
Eu acredito que o futuro Ele é magnético, né? A gente sempre se move para aquilo que a gente acredita, a gente se move para aquilo que a gente enxerga, a gente caminha para onde a gente olha, a gente só faz força. No jiu-jitsu tem uma coisa muito engraçada, é uma lei: você só faz força para onde você tá olhando. Então, se você só faz força para onde você tá olhando, que a gente possa olhar para o futuro, pelo impacto que a gente vai fazer na sociedade, pelo impacto que a gente vai fazer na vida dos nossos clientes, porque esse ciclo aqui representa milhares de empresas, esse ciclo representa milhares de pessoas, que significa milhares de colaboradores, que significa milhares de famílias de maneira indireta e tocada em uma sociedade economicamente mais ativa.
Então parabéns para todos de estar aqui, só para você fazer parte desse ciclo significa que você enxerga isso e contribui para o crescimento não só do Brasil, mas do mundo inteiro, principalmente hoje O Flávio tem muito a falar nesse sentido. Então parabéns para todos vocês e que tenhamos um dia maravilhoso! Foi muito legal a parte da manhã, muito bom. Reunião sucesso. Toda reunião assim, o Sim ficou— eu sou aquele cara que eu gosto de fazer reunião boa.
Boa. Eu gosto de fazer reunião legal, que tá todo mundo encaixado, todo mundo no mesmo objetivo, que no final das contas todo mundo é gente.
Apresentação aí, a galera curtiu?
Animal, animal, animal! Foi muito animal, todo mundo muito presente, os números muito sólidos, todo mundo com muita confiança para o futuro. Eu sou aquele cara que no meu dia inteiro assim fico percebendo nas pessoas que eu lidero como tá o nível de entusiasmo pelo futuro. Pra todo empreendedor isso é determinante, determinante demais. Então é legal sair de uma reunião animado, né? Já saiu daquela reunião meio frustrado que, pô, você fala: "Puta, onde eu errei? Isso aqui tem que trocar." Aí você vê a galera mais borocochoco, alguma coisa.
Qual que é o objetivo desses encontros aqui, Kaique?
Esse encontro é principalmente visão tá alinhada, nutrir todo mundo no mesmo caminho. É sempre troca de boas práticas entre todos os sócios, né? Os sócios estão tendo maior desempenho, fala o que estão fazendo, quando você trabalha com estrutura. E principalmente This episode is brought to you by Google Chrome. You think you know a browser, but Gemini in Chrome, that's new. It can help you with practically anything on the web, like restoring a vintage motorcycle from a 50-page restoration blog, or finally break down that long article you've had open for weeks.
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Explica pra galera, não sei se vocês chegaram a falar sobre isso, mas explica rapidamente pra galera como é que funciona o modelo de negócio aqui, por que que vocês inventaram a MLS.
Você vê que tem toda uma dinâmica, é o jeito que é organizado o evento diz muito como é o modelo de negócio. Bom, todos os donos de algum clube de mentoria, ele também é dono da liga. Então ele se torna dono pela sua participação, pela parte, vamos chamar de receita. Então é um modelo onde você cria uma unidade única, porque diferente, por exemplo, do modelo de franquias, onde o franqueado não é dono da franquia, né? Aqui é um modelo onde realmente o dono do clube, ele é dono da liga na sua proporcionalidade.
Então cria uma dinâmica de um único corpo. A gente trouxe uma experiência com Flávio da da Liga de Futebol, da MLS, Estados Unidos, onde quem são os donos da liga? São os donos do clube. Então você não pensa só no que é bom para o teu time, você pensa no que é bom para liga como um todo.
Mas por exemplo, se o cara ele é dono da liga também e ele tem um tamanho, ele dobra o tamanho dele, ele dobra a participação dele, participação, da hora isso.
Então isso deixa fera, né? Então, cara, a tua relevância vai mostrar quanto sócio você é, é verdade, quanto de participação na liga você tem. Então a gente tá indo para o evento de liquidez, né? A gente tá indo para para um evento de liquidez na Liga. Isso é o nosso plano desde o dia 1, por isso que a gente trouxe esse modelo, né?
É um evento para ser um IPO?
É, porque um programa de mentoria por si só não tem liquidez, que ele é muito personalíssimo.
Perfeito, perfeito. Não tem negócio ali.
Agora, uma Liga, ela tem muito valor. Pô, quanto que vale para qualquer grande negócio você ter acesso a mais de 10 mil empresários? Quantos negócios não podem ser acoplados num negócio como esse? Tem muito valor, viu? O mundo fala muito sobre ecossistemas, valor de comunidades. Então isso é muito forte.
Legal. Qual que é o seu compromisso agora?
Agora vou almoçar, tá bom? Então eu vou almoçar, eu, Flávio e Joel. A gente usa sempre hora de almoço com jeito mais estratégico. Aí depois, terminando aqui, a gente vai fazer um awards, uma premiação.
Legal, legal, né?
Aí saindo da premiação tem que passar lá no Ventes para despachar algumas coisas operacionais.
Fechado.
Beleza, vamos lá então.
Vamos deixar você ir para o almoço então, depois a gente pega mais uma palavrinha também a sua.
Vamos lá!
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Por que que a gente senta em círculo? Que a gente é uma unidade única. Por que que toda mesa tem um microfone? Que todo mundo tem voz.
Legal isso, hein? Entendeu? Quem que traz esse conceito, cara?
Cara, é uma mistura de experiências pessoais, tá? Por exemplo, essa cultura do microfone é uma cultura que o Flávio trouxe da MLS.
Ah, na MLS era assim?
MLS, todo dono de clube tinha um microfone, porque todo mundo aqui tem voz. Não tem clube mais importante, tem aquele clube só fala quem tá em cima da tabela. Não, são todos os sócios. Em círculo é porque carrega muito nosso conceito de unidade, de entidade única, né? Todo mundo tem seu A gente gosta de investir em evento porque mostra principalmente que é um business que valoriza pessoas, né? E como a gente está num negócio de gente, a gente tem que ser exemplo.
Evento acaba sendo uma coisa muito presente no mercado de educação. Seja para um evento que aconteça numa sala de aula, num espaço de eventos. Então você fazer um evento de excelência já passa o DNA que alguém na área de educação, você tem que fazer eventos excelentes. Vai ficar.
Você se envolve muito, cara, nessa, assim, nessa concepção das coisas?
Hoje eu faço, hoje eu sou, hoje dentro da trinca cada um tem uma função, né? Hoje eu sou o diretor executivo da Liga, hoje eu faço a cadeira de CEO, né? Até que o ano passado eu saí como CEO do Ventes, eu vim construindo os últimos 2 anos um CEO no Ventes, ano passado a minha transição, porque aí começou a ficar difícil. Então eu faço hoje essa cadeira de tocar o time da Liga, todo o staff, Então eu faço essa função executiva.
Legal demais!
O Flávio é presidente do conselho. Então o Flávio é o cara da arquitetura, é o cara da visão. E o Joel, ele é o grande diretor pedagógico. Ele avalia, por exemplo, todos os conteúdos, ele analisa pessoalmente essa parte pedagógica dos maiores clubes, ele tá sempre direcionando. Porque como é educação, a parte pedagógica tem que ser muito forte. Toda a parte pedagógica tá embaixo do Joel.
Oi, fala um bastidor aí, não rola uns quebra-pau não, cara? Cara, sabia que é uma coisa que na reunião, pô, às vezes não dá para esquentar, velho.
Alguém falava que quer fazer um negócio, você fala que pô, não, e o Joel fala assim, não, tem que fazer.
Eu acho que toda reunião tem hora que cada um tá colocando o seu ponto de vista, só que uma coisa que a nossa sociedade dá certo é pelo gerenciamento do ego, cara. Cada um entende seu lugar, gerenciamento do ego. Ego, né? Quantas vezes numa sociedade um tá se preocupando que um tá brilhando mais que o outro, né? Então gerenciamento do ego. Eu sei onde é a zona de competência do Flávio e eu respeito essa visão. Flávio sabe onde é a minha zona de competência, respeito essa visão.
Eu sei onde é a zona de competência do Joel e eu respeito essa visão. Então a gente se protege muito e sempre a manutenção do ego. Acho que ego para mim destrói muito a sociedade, cara, né? Um tá achando que é mais protagonista que o outro. Ou quantas vezes numa sociedade O cara vai fazer uma distribuição de lucro na hora de fazer a TED pros dois. O que faz a TED fala: pô, não tá justo isso, hein, cara, né? Às vezes, pô, eu acho que eu trabalho mais, tá?
Mas não, todo mundo sabe a sua importância, todo mundo sabe a sua relevância, os combinados são claros, acordo de expectativa, a gente sempre tá revisando, né? Por exemplo, constantemente eu tô fazendo revisão com ele: será que eu sou a melhor pessoa para estar nessa cadeira? Então, e ele, será que a gente tem que tá fazendo essas revisões? Ego zero. Só vem dar uma espiadinha aqui. Vamos dar uma espiadinha? Vamos lá, vamos lá, vamos aqui, vamos aqui, vamos aqui, vamos aqui.
O que que eles estão fazendo agora? Tem que encher o saco aqui, ó. É o meu 24 Horas, é aqui, é na Groselha, e eu sei que você gosta, tá? Eu sei que você gosta.
Tem problema não, você traz e depois a gente expulsa.
Eles estavam perguntando se a gente quebra pau. Falou: pô, fala aí, vocês estão juntinho assim, mas não tem uns quebra pau? O Joel não veio dar uma chinelada? O Flávio não vai ser assim, pronto, hein? Aqui é tranquilo, tranquilo, não tem quebra-pau. Porque você acha que a nossa sociedade dá certo? Olha, eu falei lá fora, eu nem sei que você vai responder, hein?
Primeiro, tem valores, né? Tem valores muito similares, né? E as diferenças que a gente tem são simplesmente resolvidas. Mas o principal, eu penso, é que na nossa relação não tem vaidade. A gente não tem vaidade, a gente tem muito prazer em construir o outro e não temos essa necessidade, né, de competir. Embora sejamos sempre competitivos, né, competição é parte da nossa natureza, mas a gente não tem vaidade, a gente entende que tá construindo algo único e estamos com foco sempre na construção.
Então acho que esse é um motivo que eu acho que eu considero que a gente se dá muito bem e trabalha bem E é bem produtivo o que a gente tem realizado.
Você, Josão, por que que a gente se dá tão bem? Concordo com Flávio. Um fator adicional que eu vejo: a gente quer estar junto. A gente escolheu estar junto, né? A gente gosta de estar juntos e a gente quer estar juntos na visão que a gente definiu, determinou. Então, uma coisa que a gente, a gente já tá junto tem 3 anos, 3, 4 anos muito próximo, né? A gente consegue se entender nas entrelinhas muito, né? A gente se entende muito nas entrelinhas.
Eu entendo o teu jeito, você entende o meu jeito, e a gente entende o jeito do Flávio. E ao entender o nosso jeito, a gente sabe se respeitar, respeitar tempo, momentos. Já conhecemos a intenção do outro. Acho que no começo de qualquer relacionamento, as pessoas têm dúvida de intenção. Será que é isso mesmo que o Caio quer? Será isso mesmo que o Flávio quer? Será que é isso mesmo que o Joel quer? A gente já não tem mais nenhuma dúvida de intenção.
A gente já quer estar junto. Joel conhece o nosso jeitão, então a gente se entende, se entende rápido. Às vezes até calado a gente se entende.
Aqui no trabalho, Joel, temos competências complementares também.
Verdade.
Cada um de nós aqui tem competências, não é? O Caio é o nosso executivo, é o cara que lidera as equipes. Você é o cara mais social, da resenha. Eu sou o cara dos cabelos brancos, né?
Esses cabelos brancos servem para algo, tem que servir para alguma coisa.
Então a direção, isso junto a gente consegue somar bastante.
Agora a pergunta, minha pergunta, amor: por que que o nosso casamento dá certo? Nossa, aqui o nosso casamento é vão dar certo porque a gente decidiu fazer dar certo, né? Então, primeira coisa nasce do amor, mas também depois do amor vem a decisão de permanecer através desse amor todos os dias. Então tá muito certo porque a gente decide se amar todos os dias, se respeitar, e porque você é muito maravilhoso. E é muito fácil, é muito fácil conviver com o Caio, muito fácil.
As pessoas falam que é um privilégio poder ter você pertinho, que as as pessoas talvez, da forma como ele se posiciona nas mídias sociais, as pessoas não conhecem muito, porque ele gosta de deixar um pouco de mistério sobre quem ele é. Mas ele é uma pessoa muito fácil. A mãe dele falava assim: meu filho é fácil, que ele é uma pessoa muito fácil de lidar. É mesmo, é mesmo. Toda vez que eu vou brigar, eu brigo sozinha. Impressionante, é fofo. Agora é almoço e já já estamos de volta.
É isso, gente, obrigado.
É brincadeira o negócio da expulsão, cara. Fica à vontade.
Deixa eu ajudar a fechar.
Eu vejo que muito do que o jiu-jitsu agora tem se relacionado com o mundo dos negócios, né? Isso é uma coisa que tem atraído mais pessoas também, porque você fala: pô, cara, você tem que encontrar o conforto no desconforto ali, tem que ter a disciplina. Você acha que dá para fazer realmente esse paralelo? Tem muita coisa que eles falam assim, ah não, isso aí é furada, cara.
Cara, eu consigo. Eu acho que você tem que fazer uma força para conseguir adaptar uma analogia do que o mestre falou no golpe, ver como que isso te ajuda na capacitação do seu time comercial, né? Eu acho que cabe a você saber fazer essa linha, essa tradução. Eu sou um cara que eu traduzo muito, eu consigo traduzir no exemplo. Por exemplo, o Gurgel tava me ensinando uma lógica numa posição, ele falou assim, Caio, ó, aprende jiu-jitsu assim, se você só faz força para onde você olha olha o corpo, né?
Ó, por exemplo, você só faz força para onde você olha. Aí eu já, porra, você só faz força para onde você olha. Isso eu sei que é um pouco de biomecânica, mas pô, na venda também, pô, se concentra no sim, pô, foca. Então, sabe, dá para, então acaba você ter essa leitura.
Se você já tá pensando que vai dar errado, você tá olhando, tá focando, vai dar errado.
Porque você só faz força por onde você olha. Então olha para venda, olha para próximo, olha para dar certo. Não fica olhando quantas ligações você fez que ninguém atendeu, você vai desmotivar, Então eu acho que essa, essa linguagem, você conseguir traduzir uma lição ali, adaptar para o teu mundo, eu acho que é o que faz você ser meio que uma esponja. Não sei, é meu jeito de aprender. Eu sou aquele cara que eu fico do lado, eu fico olhando assim, ó.
Pô, quantas perguntas eu já pedi podcast para ele, já mandei. Ele chega, ele só fala, e eu falo assim, acabou, fim, vou fazer.
Você entende?
Você vive mais do que eu, você produz mais do que eu. Que o Caio às vezes ele liga para a gente, é um podcast maior que o meu, então tem que ouvir, pô.
Ele pede ajuda, e muita gente vem falar comigo, com o Lucão, pedindo ajuda. Pô, me ajuda na estrutura do, pô, que equipamento que a gente compra, que, como que a gente faz, você acha que o nome— eu lembro quando você veio perguntar sobre o seu antigo podcast se o nome atrapalhava.
E você falou que atrapalhava na hora.
A gente falou assim, não, pô, atrapalha para caramba.
Eu troquei depois daquela semana, eu tava fazendo várias coisas, trocou logo um podcast, uma podcast, porque tava muito atrelado ao Seja Foda quando lancei o livro lá em 2016, 2017. Fala, galera, sejam todos muito bem-vindos ao canal oficial do podcast aqui no YouTube. YouTube. E aí eu cheguei e fiz vários estudos, pô, tava fora da busca do YouTube. Aí eu falei assim: irmão, você acha que atrapalha o nome? Ele: eu não acho. Atrapalha. Eu: fim, vou trocar. Sejam todos muito bem-vindos ao Como Você Fez Isso.
Teve em algum momento da sua vida que você deixou essa humildade de lado e falou assim: cara, eu acho que eu não consigo mais ouvir ninguém, eu tenho dificuldade de ler livro porque parece que eu não vou ter nada a aprender, eu teria dificuldade de estar num evento como esse hoje porque eu acho Tipo, cara, não sei o que as pessoas têm a me ensinar. Você teve um momento desse meio que de uma soberba, uma arrogância, achar que pô, já alcancei um negócio aqui? Eu tenho dificuldade de ter essa abertura.
Eu tenho mais dificuldade na outra extremidade. Eu tenho dificuldade em dividir. Por exemplo, a Fabi fala às vezes, amor, você fez um negócio tão legal, conta para as pessoas. Aí eu tenho dificuldade mais. Por exemplo, eu sou um cara que eu conto pouco a minha história. A gente tá falando agora disso. Eu sou um cara mais reservado, mas eu acho que eu erro, acabo errando, porque poderia estar dividindo para galera às vezes algo que deu certo, algo que não.
Você acha que você é menos protagonista do que você deveria ser?
Eu acho que eu sou o contrário, acho que eu fico demais no campo de só ouvindo e só pegando dica. Por exemplo, o Flávio, ele é muito bom de contar história. Sim, então você viu como ele, meu, a história da WhatsApp, o livro Ponto de Inflexão, todo mundo sabe. Eu sou aquele cara, fala assim, cara, deixa minha história, vamos focar na próxima, entendeu? Vamos embora, vamos embora, vamos embora.
A gente vê até quando a gente convida você para podcast, tem mais um convidado, você fica tipo mais ali Ouvindo a outra pessoa falar.
Eu gosto de ouvir, velho. No meu podcast, o maior elogio que eu recebo é: o Caio deixa a galera falar.
A gente é isso, a galera não gosta quando os host falam.
É, mas pô, o host tem que falar também. Mas também um dos maiores feedbacks que eu recebo é: tô sentindo a sua falta. Então tem a dor e a delícia ali, né? Pô, queria ver mais você. Por isso que eu até adicionei episódios de segunda e quarta que sou só eu.
Que que vai rolar agora aqui, cara?
Agora é capacitação. Agora não é mais a parte institucional, números, projeções, metas, o que foi realizado, os próximos passos. Agora troca de boas práticas dentro da área de educação, tanto na área de expansão, aquisição de cliente, tanto na parte de melhoria de experiência, entrega, aula. Então é o que vai acontecer agora. E depois tem um awards, a gente faz uma premiação dos destaques desse primeiro trimestre do ano.
Como é que tá sua energia nesse momento aqui? Nós estamos perto das 7 da noite aqui.
Eu ainda tô no meu prime time. É, eu, cara, eu acabo 10 horas da noite, 10 da manhã, assim, é vertiginoso. Você vê que minha sobrancelha começa a cair, o olho começa a puxar. Eu, 10 horas da noite, minha energia, ela vai.
Dorme fácil?
Eu durmo rápido, cara. Eu não, assim, eu tenho um baita desvio do septo, né?
Deixa eu ver se a câmera pega.
Olha aqui, ó, pega ou não? Eu tenho um baita desvio assim, então eu me mexo muito. Se tiver médico, a galera vai mandar todo mundo mensagem: eu arrumo isso, eu arrumo isso. Cara, mas sabe aquela história, não tá doendo tanto assim? Entendeu? Então ainda não tá doendo tanto, mas eu me mexo muito no meu sono. Eu durmo rápido, mas eu tenho sono.
É porque você fica acordando durante a noite.
Falam que é isso, você fica acordando, você tem um sono muito leve. Você viu que eu tenho que ficar só de palestrinha, né, meu? Então, você agora, vamos lá, vamos lá, vamos embora. A dinâmica assim de clientes Eu tava falando que a nossa lógica sempre de utilizar um evento na sua potência máxima, sinergia, dá para fazer evento para dentro, para fora, otimizar custo.
Tem que aproveitar, tem que tirar foto, gravar anúncio, fazer live, tudo que der.
Exato, essa publicitária que a gente faz, a gente aproveita muito assim, cara. A gente faz uma reunião de como aproveitar cada cantinho do evento, cara, tudo que dá para fazer, porque tudo vai diluindo, né, pô?
Tudo vai diluindo, fez um custo absurdo. Até se vocês fizerem uns criativos, e esse criativo performar absurdo, você fala assim: cara, justificou muito fazer esse evento.
Esse é o racional.
Justificou muito, vamos fazer mais.
Esse é o racional.
Qual que é a missão agora?
Cara, agora a gente tem que passar na obra.
Tá, vamos lá.
Obra, entrega Vamos vistoriar. Vamos vistoriar. Ah, Diamond Ice House, tá bom. São nos próximos dias, legal. Estúdio legal, ver conceito. Como já tá aqui, é bom que tá em obra, né?
Posso dar palpite.
E obra é aquela coisa, né? Se não ficar em cima, vai atrasar a obra dos caras, né?
Vai pedir uma mudança agora, né?
Então, como eu pessoalmente tô lá em cima da obra, cara, mas isso é bizarro, né, cara?
Óbvio que nem livro, se você não "Está pronto?" Porque você sempre tem um ajuste para fazer. Sim, sim, sim. É que nem livro, uma hora você vai achar: "É isso? É para isso que existe volume 2, né?" Sim. Aí escreve o próximo. Então, deixa eu já passar lá, vai estar legal. É do lado, é caminho, é do lado daqui. Conseguiu ligar o gerador?
Está sem luz?
É obra sendo obra, hein? Gerador auxiliar parou. Puxa, com luz ia ser tão legal mostrar, com luz, né? O legal é assim, né?
Vida real.
Vida real. Seu dia, cara. Chegamos aqui sem luz, mas a Suany tem uma luz ali.
Então vem cá.
Não, cara, é uma qualidade.
Você olha assim, acabamento legal, tudo bacana, tá nos finalmente.
Ó, tem uma sala de reunião, salas de reunião bem bonita, hein, cara? Salas boas de reunião, né?
Olha, madeira.
A gente fala quando o teto de madeira, as paredes de madeira, é porque o negócio tá dando certo mesmo, hein?
Não, foi muito bom. Basicamente vai ser dois grandes estúdios. Esse aqui tá lavando, vai ser um para 60 pessoas aqui. Esse vai ficar pronto no segundo momento.
Legal. Aqui vai ser estúdio?
Aqui vai ser um, perdão, a sala 2. Vai ser uma sala para 60 pessoas. Aí ele vai ter um LED curvo, o LED desse ar até aqui, ó. Ele faz uma curva assim, ó.
Legal, legal.
É uma experiência, pode ser um ambiente mais imersivo de aula. E aqui, ó, puta, essa sala ali é ligada, é o estouro! Vocês vão amar.
Nossa, que absurdo!
Legal, hein?
Surreal, irmão.
LED aqui, ó, muito bom, cara. As pessoas, teve uma iluminação toda bonitona, cadeira boa, cadeira boa.
O LED já tá instalado.
Cara, na obra, com equipamento, a gente gastou Ainda falta um pouquinho, falta chegar a luz. De obra a gente gastou uns 15 milhões, com tudo, só para dar o tapa. Ó, o telão, meu, 15 milha fazer uma obrinha para fazer o investimento, uma boa estrutura para os clientes, lugar legal, lugar bacana.
Em que momento a empresa tem que começar a gastar dinheiro com experiência assim, cara?
Ah, primeiro tem que ver se faz parte do seu core, cara. Cara, se não é melhor você não ter um custo operacional. Aqui é o camarim, né? Tem camarim de quem vai dar aula, porque aí a pessoa entra aqui, ó, entendi, sai aqui, pum, e ela sai por ali.
Não tem conexão com mais reservada ali para a galera.
Acho que aqui vai ter, ó, aqui vai ter um camarim, ó. Ah, legal, legal. Aí tá terminando, vai ter um camarimzão legal.
Caramba, 15 dias para terminar, cara?
Já tá pronto já?
Você caiu no conto da obra, hein, do seu Zé, hein.
O que você acha, mais de 15?
Deixa aí nos comentários, será que ele entra em 15?
Pô, você tá meio ruim, eu achando que eu ganhava teu apoio, cara.
Os caras tão achando que vai entregar recepção pra você estar em 15 dias.
Não, precisa terminar isso aqui em 15 dias, ó, vai pintar essas paredes ainda.
Nossa, vai ter que pintar ainda?
Ah, mandei pintar.
Quando a gente postar você vai saber se isso aconteceu ou não, tá?
Porque ficou assim, ó, ficou tudo preto aqui, ficou branco. Achei que não parece que tá inacabado. Cara, vamos continuar esse teto aqui, ó. Eu mandei pintar de preto e a parede desse marmorato aqui, ó, desse marmorato que ficou aqui, ali, ó, cinza ali, ó. Aquele cinza parece cimento queimado. Aí combina mais.
O que você tava comentando, que quando que a empresa tem que começar a gastar nisso? Você falou, pô, tem que ver se é core.
Primeiro tem que ver, primeiro tem que ver se é Core, cara, se não for a core, pô, aluga, tem um custo baixo. É porque no nosso caso é core.
Quanto tempo você ficou alugando o escritório até você quiser?
Porque pensa, a Liga hoje é proprietária de 180 clubes, que é um clube faz uma média de 2 a 3 eventos por ano. Então 180 vezes 3, uma conta de padaria aqui, mais ou menos 500 eventos no ano. Pô, esses clubes gastam esse dinheiro fora. Então eu tendo um lugar, eu trago essa receita para dentro da companhia. Então, para a gente, já não compensa gastar todo esse dinheiro em hotéis. Então, aí justificou o investimento como esse, entendeu?
Legal isso, você entendeu? Você tem que ver, poxa, aí é a hora do time. Então, você trazer um custo para dentro não pode ser em pico, não pode ser por causa de uma onda, não pode ser por causa de momento, tem que ser core no teu business, entendeu? Senão, cara, fica leve, fica leve, fica leve o máximo que você conseguir.
Dá para fazer uns espaços aqui para—
se não, a métrica vai necessidade de tudo isso, pô. Quem tem escritório, o cara para caramba e não precisava. Tá muito legal. Você pega o show de iluminação, tá muito bacana. Não, pô, tô vendo, tá no coração da Faria Lima aqui, tá na Travessa.
Legal demais, cara.
Frente ao shopping, tem um hotel gigantesco aqui em frente.
E dá um branding para vocês.
Aqui fica LED, ó, LED aqui, LED aqui, LED aqui, ó.
Não, vai ser absurdo aqui, cara. E tipo assim, fácil acesso, sabe, tipo uma conexão. Vocês vão se aproximar da galera, vai ser legal.
É convivência, pessoa lá, 2 eventos, até 260 pessoas, e aqui acomoda até 260 pessoas para cocktail.
Que absurdo, cara, que absurdo!
15 dias, gente, tudo pronto, vamos embora!
8:43.
Tem gente no escritório ainda? Tá tarde, hein?
Tem, tem. Time de vendas é calibrado. Por exemplo, o que define o horário do nosso time, o horário do cliente. Então, por exemplo, tem alguns produtos que a nossa taxa de atendimento é melhor essa hora, que o cara não tá no trabalho.
Entendi.
Então aí o time entra entra mais tarde, sai mais tarde.
Entendi.
Aí não entra 7 da manhã, entra 1 da tarde.
É estratégico isso, né?
Quem define o horário do time comercial é o cliente, não é o líder. Pode crer. Às vezes fica com aquele negócio: "Ah, tem que entrar 7 da manhã." Pô, 7...
Faz sentido. Às vezes eu estou recebendo um monte de ligação... Você era o qual? Já começou a negócio ainda?
Mas Vente é uma escola de vendas que eu fundei há 4 anos atrás, cara.
Legal, velho.
4 anos?
Já começou com o Flávio como sócio ou não? E ele entrou no negócio depois?
Não, Flávio sempre me mentorando desde o primeiro dia. Eu fui pra validação primeiro, se validasse depois eu levava pra ele. Porque eu dou crédito, a semente foi dele. Eu fui gravar um podcast com Flávio e Orlando e aí no final do podcast a gente começou a trocar ideia. Aí ele meio que plantou a sementinha. Ele falou assim: "Cara, você já pensou em entrar pra área de educação?" Aí eu falei...
O que você fazia nessa época?
Cara, eu era distribuidor de empresa de venda direta. "Eu amo dieta, eu amo, tava bem, cara. Então, nunca cheguei a dia de serviço na minha vida." Então, eu tava lá, eu tava 15 anos na Junesp, eu tava bem, tava lá, minha vida confortável, né, o meu caminho ali, claro. Aí o Flávio perguntou, eu falei: "Cara, não." Ele falou: "A área..." Aí eu falei: "Por quê?" "Pô, a área de vendas tem um buraco na educação. Eu acho que cabe uma escola de vendas." Aí eu falei: "Escola de vendas?" Eu falei: "Que que é isso, mano?
Para!" Escola de vendas? Eu falei assim: "Existe isso?" Aí ele: "Justamente isso, pequeno gafanhoto." Olha só.
E qual que é o modelo aqui?
O Vente-se, tudo que é capacitação da força comercial a gente resolve. Tá bom. Então tudo que é capacitação de força comercial, não importa se é liderança, se é gerência ou se é base. Então tudo que é capacitação de time comercial a gente resolve, desde com produtos B2B que são mais personalizados, vende e atende grandes contas como BMW, Cirela, Iver, Mercado Pago.
Olha!
É claro, fechamos agora Sephora, Três Corações, então a gente tem empresas bacanas que a gente desenvolve soluções personalizadas para capacitação da força de vendas, é produto B2C, que é pós-graduação, MBA, cursos livres, online, presenciais. Então tudo que é capacitação para força de vendas eu resolvo. Ó, deixa eu apresentar Aqui tá, este é o meu CEO, Lucas Peixoto. E aí, tudo bom?
Prazer, tudo bem?
Beleza, e você? Os últimos 2 anos, Lucas, primeiro comecei como Head de Operações do Ventes, né? 4 anos e meio atrás. Trabalha junto há mais de 10 anos, uns 12, né, Lucão? 2012, 14 anos juntos. E aí ele começou como Head de Operações do Ventes, chamei a loucura junto comigo, foi uma das primeiras pessoas que acreditou também na minha, você tava contando a história do primo, né, na minha visão, cara, a gente vai ser a maior escola de vendas do país, tal.
Não existe escola de vendas, a gente vai meio que ficar mandando nesse mercado. Aí o ano passado foi a minha transição de bastão, né? Então ele estava como CEO, mas eu já tinha passado a visão para ele, que era o ano dele então entregar o resultado. Entregou o resultado muito legal, vende-se ano passado, faturou quase R$70 milhões.
Caramba, que legal!
Então já acumulado já tá chegando quase a R$200 milhões, né?
Quanto que vocês passam?
210 milhões já de receita do Vente.
Caramba, legal!
Poxa, em 4 anos é legal, né, cara? E a minha função agora como fundador, que que um fundador faz, né? Você faz o quê? Pô, eu sou aquele cara primeiro que protege a visão para onde a gente vai, né? Ele sempre conversa muito alinhando futuro, eu ficar porta para fora para trazer oportunidade aqui para dentro. Acho que ninguém representa melhor do Vente do que eu lá fora. Seu guardião da cultura, então eu constantemente tenho um ponto de contato com time, né?
Se você pega o Ventes, ele tem um pouco da minha personalidade, né? Umas mais rebelde, mais mederosa. Você vê que a galera tem muito da personalidade, né? Tem a minha personalidade. Então, acho que é, esse é meu código genético. Mas o Lucas me libera para não ficar tão imerso na operação, na gestão de equipes, que isso é importante. Pô, você não consegue fazer one-on-one, não consegue fazer gestão de time.
Aí talvez hoje você alavanca, você consegue alavancar esse negócio muito mais Mas você com tempo, desde criar conteúdo, porque você também é um influenciador em coisas, artes e tudo mais, desde ter tempo livre para gravar conteúdos e fazer outros negócios.
Lucas me libera para ser porta para fora, eu não tá às vezes mergulhado em, por exemplo, às vezes reunião de contábil. Então eu sou bem porta para fora, mas vem aqui para vocês perceberem.
Cara, voa lá para fora, deixa aqui, manda os problemas para gente, a gente resolve, traga boas oportunidades.
Que beleza, hein? Que beleza, hein? Gostoso Fala time, tudo bem? Tudo bem? E aí? E aí? Aqui toda área comercial, aí é dividido por produtos, né? Tem um time, por exemplo, do time corporativo, que só vende soluções corporativas. Aí tem um time de formações, aí tem um time de venda ativa, tem um time que vende pós, tem um time que só vende solução online.
Bem legal, hein?
Ó, tem a roleta ali, ó, faz a venda, aperta a roleta ali, ó. Vem cá, ó, fez uma venda, fez uma matrícula, aperta ali, ó. Quero a matrícula. Você, pô, deu direito. Aí tem desde, por exemplo, tem desde comissão dobrada. Comissão dobrada é legal, tem comissão dobrada. Aí tem o brinde misterioso, tem o brinde misterioso, tem uma água para o colega. Vocês são um cara servidor, aí você vai lá pegar uma água para o teu amigo, alguém que você gosta.
Cacau Show, aí tem um chocolatinho da Cacau, tem um almoço. Pô, ganhar um almoço, tem coisa mais gostosa do que almoço? Bom demais. Então a gente vive muito essa cultura aí de time, tá?
Opa, mais um!
Caramba, é legal, uma baita energia, velho, total, entendeu? A minha função, a minha função é guardar essa cultura, cara. É animada assim, cara, porque eu fui assim, eu era A galera que, pô, celebrava uma vez, ensina a galera celebrar. Tem gente que vem aqui, não sabe nem celebrar, pô. É esse lance de bater palma para o outro, é uma coisa que se constrói. Então eu sou guardião desse ambiente, guardião de pessoas, de ambiente, de cultura. Eu participo das contratações, das contratações maiores.
Loucura, né, cara? Deve ser uma loucura absurda, uma loucura gostosa, cara.
Não é aquela loucura de estresse, derreter, não. Loucura de montanha-russa.
É o ranking, a volatilidade do vai passar.
Se a gente, cara, eu falo para tu, se a gente vencer, a gente vai vencer junto. Se a gente perder, a gente vai perder junto. Isso é legal pra caramba, velho. E é uma parada que você não constrói de um dia para noite, cara. É viver a parada. Eu, fechamento, eu sento lá, aí pego o telefone, levo junto. Pô, tomo vários não do lado da galera ali. Pô, às vezes cliente não quero, mas tá tudo bem, bacana. Próxima venda, pessoal vê como que eu reajo.
Ou às vezes faz um fechamento, atendimento online. Então essa cultura é a minha maior função hoje, guardar para que isso não se perca.
É animal isso.
E uma coisa que eu meço, eu sou um cara sensível ao ambiente, cara. Por exemplo, esses dias numa reunião eu peguei uma urna e mandei todo mundo escrever um bilhetinho para mim, só eu vou ler, e não é para botar nome. Cara, um recado que você quer deixar para mim, cara, você acha que é importante eu saber? Que você quer ler? Você acha que é importante eu ler? Eu não quero que você coloque nome e só eu vou ler. E aí eu coloquei lá, passando todo mundo, todo mundo, todo mundo.
Eu só quero que eu me importo com o ambiente, entendeu? Eu sou aquele cara que eu gosto de saber o que que tá acontecendo. Eu sou acessível, não é porque apenas que eu sou um cara, pô, eu gosto de gente. Eu quero, se você tem uma bucha, chega em mim, cara, fala assim, pô, não tá legal isso aqui, velho. Eu quero ter a chance de saber, cara. Quanto o cara que nem sabe o que tá rolando no escritório dele. O cara tem uma rádio pião absurda e às vezes não chega no cara.
Isso é foda, né, cara? Sabe, quando já tá na rádio pião, ele já perdeu o controle.
Eu sou aquele cara que eu gosto de falar para o meu time: cara, se tiver um problema, traz para mim, deixa eu saber. O cara poder— porque eu sei a força que faz, porque vem, né? Assim, ela é ultra sensível ao ambiente. Quando o ambiente tá animal, vira um décimo segundo jogador. Agora, quando o ambiente tá uma desgraça, você sente isso. E aqui Aqui são estúdios onde é, ou são dado aulas, pois ele vai fazer alguma entrega para um cliente.
A gente tem um painel aqui de LED, ó, o vende-se-code, que é legal. Alguém entra em alguma convenção de vendas de algum cliente, aí aula acontece aqui ou ali no Estúdio 2, ou ela acontece aqui, ó.
Ah, legal também, cara.
Bons estúdios, hein, cara.
Bom, hein?
Funcional.
Esse é um estúdio de criador de conteúdo, né?
É extremamente funcional.
E aqui é o meu, né?
Pô, legal demais.
E aqui, como você fez isso?
O seu podcast, cara, ele tem uma identidade assim. Você que assim prestou atenção nisso, se atentou nisso, você, cara, eu quero que o cara olhe.
E eu acho que excelência é uma diferenciação assim, uma imagem legal, um tratamento de cor bacana. Então eu sempre fiz isso mesmo. Acho que faz diferença, sabe, tá com uma estrutura legal. Obviamente você vai aumentando a produtividade, né? Eu pego lá os meus vídeos lá atrás, mas mudou bem, ó.
Pega aqui, ó, pega tudo o bastidor aqui, ó. Uma, duas, três, quatro. Essa aqui é do Wilson, pelo menos quatro câmeras aqui.
A gente coloca a plateia. Nossa, fazendo agora a gente faz com 25 pessoas mais ou menos, que é o que cabe. Acho legal, acho que dá vida, cara.
Quem que são essas pessoas selecionadas?
A gente convida desde Pessoas que seguem o podcast, volta e meia a gente faz alguns sorteios ali, pessoas que acompanham podcast, alguns clientes do Vence. Então, jeito de fazer um carinho no cliente, sabe? Sabe, clientes bacanas, clientes legais, ou até reconhecimento de algum, poxa, ele comprou um pacote de soluções, a gente faz um convite para ele assistir um podcast.
Então, legal, hein, cara? Qual que é o papel do podcast no seu negócio?
Cara, podcast ele tem uma função muito importante porque primeiro é você tá gerando comunidade, relacionamento, né? Então ele primeiro tem aumentar a atenção, gerar uma mídia muito qualificada. De uma certa maneira ele gera valor para as pessoas. Então é natural às vezes pessoas, por exemplo, às vezes ela não pode, ela se ligou que ela tem que aprender a vender, ela vai buscar o Vende com uma Solução porque ela já tem um ponto de conexão comigo.
Sai, poxa, o cara ali é bacana, tá toda quarta-feira fazendo episódio. E eu acredito que gerar valor é uma estratégia de vida assim, cara. Acho que assim, ajudar na frente, né, Você gerar valor primeiro, independentemente se vai ter alguma contrapartida ou não. Eu acho que é uma estratégia legal de ter.
Quando que você acha que o empreendedor que tá assistindo a gente precisa começar um podcast, ou podcast precisa fazer parte da estratégia do negócio dele? E quando ele fala assim, cara, não olha para isso agora, você só vai perder tempo? Porque é muito comum a gente ver, né, eu, Kaique, muita gente pede ajuda, né, para montar, para ver como é que tá o projeto, para analisar, e Geralmente falo, cara, de verdade, para tudo.
Eu acho que independentemente se a pessoa não tem a menor ideia, vou fazer um podcast para quê? Faz. Acho que vê qual que é a sua zona de potência, escolhe um nicho específico, escolhe uma dor que você quer resolver. Porque eu acredito que é uma mídia ainda que a disputa não é tão agressiva como em outras plataformas. Você pega, por exemplo, Instagram, você pega TikTok, você pega YouTube, é muito produtor de conteúdo. E eu vejo que no podcast é uma discrepância da quantidade que das pessoas que consomem é a quantidade de pessoas que produzem.
Então tem muito espaço de crescimento. Perfeito. Então mesmo se você, ah, mas meu nicho, sei lá, eu trabalho com marcenaria, cara, pô, é, começa a definir um tema, começa a definir algo que você sabe que as pessoas vão se conectar. E mesmo se você não sabe muito o que você vai fazer com esse canal, constrói uma audiência bacana, porque eu tenho certeza que você ouvindo tal audiência vai aparecer uma ideia, vai aparecer um fim O bom é quanto mais nichado, melhor.
Porque, por exemplo, você falou marcenaria. Se o cara criar um podcast que tenha 5 mil inscritos e ouvintes, é o maior do Brasil, entendeu? Porque você vira desse nicho específico. Então, tipo assim, vira o maior muito fácil.
As pessoas menosprezam que são 5 mil pessoas qualificadas ouvindo uma coisa durante uma hora. É muita gente, galera, é muita gente, é muita gente ouvindo. Esse mundo de redes sociais, as pessoas distorcem um pouco, distorcem absurdo.
A galera acha que tem que bater milhão para virar.
Cara, lembra sala de aula, quando você falava para 30 pessoas, era gente para caramba.
Nossa, era assustador, era assustador.
Então tem uma coisa da gente que tem um pouco mais esse privilégio de fazer eventos presenciais, cara. Às vezes a gente faz um evento ali para— a gente fez um recente agora, tinha 2 mil pessoas, foi um evento menor ali, só que 2 mil pessoas mesmo assim você olha e fala assim, mano, olha o tanto de gente que tem aqui. Fim de dia a gente fez para 20 e poucas mil pessoas, tipo assim, cara, era assustador. Vencedor, você ficava assustado assim, mano.
Aí o episódio bate 80 mil, você fala, pô, foi fraco, flopou, flopou.
Cara, 80 mil é tipo Maracanã lotado assistindo o negócio, cara, é muita gente. Então não menospreza, 100 pessoas ouvindo um episódio, 200 pessoas ouvindo episódio, 300 pessoas ouvindo episódio, faz seu podcast, a disputa é bem menor. Então você tem muito mais campo de crescimento, é muita gente consome, para pouca gente. Você fica pensando, por que que os maiores influenciadores do Brasil não estão produzindo podcast?
Eu acho que é meio loucura mesmo pensar nisso.
Eu não consigo.
Podcast é difícil porque ele tem o cenário, ele tem o roteiro, ele tem o convidado, ele tem o tema, ele tem o que você vai vender. Eu acho que ele é um, ele tem uma barreira de entrada maior.
Mas é o que você falou, né? É disciplina.
É disciplina.
Tem gente que falou assim: pô, com quem que você acha que vai ser esse ano? Com eleição, Copa do Mundo, recorde de feriado. Honestamente, para o focado ele vai estourar, porque muita gente vai se distrair.
Agora, o focado, a toalha já, né?
Tem muita gente que vai se distrair para caramba, cara. Agora, para quem é focado, não dá nada, né? Ele não dá nada. É uma mídia que para quem é preguiçoso, porque não é uma mídia de curto prazo, é médio. Vai fazer 3 episódios, você vai ter um podcast legal.
Dinheiro.
E aí, como, onde você investe?
Você falou que não gasta muito, tal. O time já falou assim, aí fala dos perfumes, fala dos relógios, tá comprando helicóptero, tá sei lá, comprando carro. O que nós temos aqui?
Esse é um Langençonne, chama Grand One.
Nem que sei que house que é isso aí.
Entusiasta, você que vai falar o valor aí.
Eu sou um cara, eu tenho uma, minha cabeça funciona assim, né? Eu sou Eu, como eu sempre fui agressivo nos negócios, por exemplo, sempre fui o cara de vendas, sempre fui o cara da variável. Eu sou muito conservador nos meus investimentos. Por exemplo, sou o cara da renda fixa, eu sou o cara que a minha exposição a ação, cara, é praticamente nula. E eu me sinto bem, porque como eu sou um cara mais arrojado nos negócios, por exemplo, vim de vendas, eu tenho uma renda que varia.
Eu não posso ter um rendimento, uma aplicação. Mas é, obviamente, eu funciono bem assim.
Não, mas eu acho que isso é inteligente, porque você já tá, você na sua carteira, você já tá tomando risco nesse mundo.
É isso.
Então aqui eu preciso que compre a minha sanidade.
Não faz sentido eu comprar Vale, né? Você investe em ações, mas nas suas.
Exato, essa é a melhor explicação. Então eu sou um cara que eu me encontrei muito bem nesse equilíbrio.
A gente é um pouco assim, tá? A gente tem ações do Grupo Primo e minha coisa é a gente ter isso.
Eu acho que o meu risco tá nos meus negócios. É isso, tá certo. Então eu tento ser bem conservador e pra mim tá tudo bem, não tenho síndrome de "Ai, tô perdendo oportunidades".
Tá tudo ótimo. Tudo bem.
Prefiro. Eu sou um cara que também não consigo me debruçar muito, então eu mantenho bons investimentos, para saber, renda fixa, tela da juros, inflação.
Então ali, qual que foi o último mimo que você se comprou aí? Relógio, carro, perfume?
Cara, último mimo, relógio é uma coisa que eu gosto, mas eu gosto para mim. Não sou um cara que fica mostrando muito assim.
Minha mulher te dá uma freada nos relógios? Sua mulher te dá umas freadas no relógio?
Não, minha mulher 'Ah, bota pilha.' Minha mulher, às vezes, tá no shopping, ela fala: 'Vai, você merece, vamos rodar essa economia.' A vozinha que precisava, né? Mas acho bom, acho bom quando você tem um poupador e um— sim, é um equilíbrio.
Ele é um equilíbrio.
Mas eu sempre fui esse cara, eu sempre fui esse cara do guardar. O meu maior desafio com dinheiro foi o que fazer com ele. Durante muito tempo, era o cara da poupança, cara.
Pois é, ruim.
Eu era o cara da poupança.
Mas você achava que você não era digno de gastar esse dinheiro?
Não, eu já era um cara que eu não sabia o o que fazer. Eu não quero que eu sabia gerar receita, mas não sabia tomar boas decisões em relação ao investimento. É aquele cara, pô, vou botar na poupança que pelo menos não perco. Mas isso até mais ou menos meus 25, 26 anos, talvez um pouco mais, 27 anos. Qualquer dinheiro que eu colocava, eu colocava na poupança. Aí que eu falei, cara, preciso entender mais, porque você começa a ter um, começa a ter um volume maior de receita, você precisa jogar um jogo melhor. Aí eu lembro que eu li aquele Investidor Inteligente.
Perfeito.
Esse livro aí, mas o maior desafio no começo foi como tomar boas decisões e não perder a grana. Que para mim investimento é proteção do meu patrimônio e não perder poder de compra.
Total.
Esses meus dois objetivos em relação ao patrimônio. Meu nome é Caio Carneiro, empreendedor, vendedor. Esse é o meu 24 horas, um pouco da minha rotina. Então se pudesse deixar uma dica para todo mundo mundo é, cara, escolhe um caminho, acredita nele, coloca o seu melhor. Você tem um sonho, vai atrás, cara, não desiste. Veja o que você pode ajustar, mas não deixa ninguém dizer que você não pode, que você não é capaz. Não deixa o Estado falar que você é uma vítima ou alguém desmerecer aquilo que você acredita.
Se você tem um sonho, corre atrás dele, luta pelos seus objetivos, luta pelos teus, pela sua família, mas principalmente faz algo que você acredita, que gera bem para a humanidade, Trabalhe e principalmente se dedique, porque vale a pena realizar os seus objetivos. Luta por ele. Essa é a minha recomendação para todo mundo. Ele vira para mim e fala: "Pô, e você? Vai fazer o quê quando crescer?" Aí eu falei: "Puta, vou fazer jiu-jitsu." Aí ele falou: "Não, estamos falando de trabalho." Eu falei: "Eu também." Quantas unidades já tem a Alliance pelo Brasil e pelo mundo?
Então, a Alliance tem 307 no mundo, são 32 países. Aqui no Brasil é a maior concentração, a gente tem em torno de 170 escolas. A gente não tem que programar descanso nenhum. A gente tem que estar pronto o tempo inteiro. Pra seja lá o que for acontecer, a gente tem que ter capacidade de resolver.
Qual que foi a competição mais difícil pra você? Você falou assim: "Cara, achei que não ia ganhar." Não, nunca achei que não ia ganhar.
A gente tava conversando e a ideia é que você lute novamente.
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