PrimoCast 510 | O jeito mais SEGURO de INVESTIR seu DINHEIRO (MÉTODO BARSI)
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No PrimoCast de hoje recebemos Louise Barsi, filha do maior investidor pessoa física da bolsa brasileira, e Jean Mello, CEO do AGF, pra falar sobre como construir uma máquina de dividendos que paga seu salário todo mês.
Luiz Barsi começou do zero, engraxando sapatos e vendendo amendoim na porta da Bolsa de São Paulo. Hoje, aos 87 anos, é bilionário e recebe milhões em dividendos por mês. A Louise aprendeu o método na prática: aos 14 anos já recebia R$300 de mesada em dividendos de empresas que ela mesma escolheu.
Um episódio pra você que tá cansado de buscar dinheiro rápido e quer entender como, de verdade, se constrói uma fortuna que dura gerações.
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Louise Barsi @louise.barsi e Jean Melo @jeanmelo
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Investimentos em LCAConstrução de máquina de dividendos · Luiz Barsi · Louise Barsi · Jean Mello · AGF
- Diferença entre investimento e seguroDay traders · Cassino · Especulação · Estratégia de enriquecimento lento
- Paciência e ConsistênciaResiliência · Tempo de investimento · Ciclo de investimento · Paciência, Disciplina e Prioridade (PDP)
- Legado de Guto Graça MelloFilosofia de investimento · Método Barsi de investir · Paixão por ações · Disciplina
- Instabilidade nos mercados financeirosAnsiedade do investidor · Mercado como maníaco depressivo · Custo de oportunidade
- Investimento em BolsaBanco · Energia · Seguro · Saneamento · Telecom · Dividendos
- Inteligência Artificial e o Futuro do TrabalhoRevolução da IA · Ganho de eficiência operacional · Demissões em massa · NVIDIA · ChatGPT
- Colaboração AGF e Grupo PrimoCombo do investidor endgame · MBA Value Investing · Finclass · Mil a Milhão
- Herança e sucessãoCarro antigo · Tanque de guerra
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Porque o mercado é muito ingrato quando você aposta contra ele. 95% dos day traders perdem dinheiro. Qual que é o jeito mais seguro para começar a explorar a Bolsa de Valores? O dividendo deixa o investidor no jogo por mais tempo. Então, estamos aqui com Luiz Ibarsi, que é a economista, contadora e filha do maior investidor, pessoa física da Bolsa Brasileira. Luiz Ibarsi, que também com o Janelo, lembro do conselho fiscal do Banco BMG. E na AGF é o CEO da operação.
É exatamente igual ao Cassina, é exatamente igual às Betis, né? A casa sempre vence. Por que uma empresa boa, o valor dela da ação pode cair? A gente sabe que investir na Bolsa no Brasil não é fácil. Aí o Bassi falou uma coisa comigo que eu não esqueci. Ele falou assim, a única coisa que eu gostaria é que você espalhasse a palavra. Porque uma das grandes frustrações do Bassi é que ele não conseguiu com que chegasse em todo mundo.
Eu não imaginava que ia ficar um negócio tão grande, mas eu já imaginava que daria certo.
Então, estamos aqui com Luizy Barsi, que ela é economista, contadora e filha do maior investidor, pessoa física da Bolsa Brasileira, Luiz Barsi. Mas ela não é só sobrenome, não, Kaique. Ela também é aqui conselheira da IRB, da Klabin, e foi uma responsável por transformar aqui todos os ensinamentos do pai, a filosofia em método aplicável, tá bom? Luizy, muito obrigado por estar mais uma vez aqui com a gente.
Obrigada, meninas. É um prazer estar aqui com a audiência do PrimoCast. Já me sinto em casa, que a gente já foi entrando aqui no grupo e já chegamos aqui na sala. O nosso 24 horas que a gente fez com você e com o Barsi. Meu Deus do céu. Vocês gostaram de ver os perfumes do Barsi? O Barsi. Assistiu, volta lá pra ver que vale muito. Cara, assistam esse episódio. O Barsi mostra os carros dele. O omelete, a receita. Em breve a gente deve soltar a receita do omelete aí. A galera prestou atenção. A galera, olha os talheres dele.
são coloridos, a galera falava assim. Pô, meu, assim, é a mesma toalha de mesa do meu café. É o mesmo talha que o meu. E, em particular, assim, eu e o Lucão se sentimos como netos, assim, do Barça, que ele ia mostrando as coisas pra gente, falando pra gente. Nossa, a gente ficou feliz. A gente ficou muito feliz, cara, porque ele tratou muito legal. E a gente fala assim, pô,
Às vezes a gente vai no 24 horas e a gente já conhece o Barthes de muito tempo, né? Mas você nunca sabe o que pode acontecer, né? Será que ele vai estar um pouco ranzinza? Será que ele vai estar bem? E ele tratou a gente que nem neto, assim. A gente falou assim, pô, cara, foi sensacional. Foi muito bom, não. Tem muita paciência pra explicar. Foi. Que bom. Conversou com a gente, ficou duas horas lá tomando café com ele, né?
Antes de vocês apresentarem o Jô, deixa eu aproveitar essa deixa aqui que eu não fiz no podcast anterior. Tá. Tem um pessoal me perguntando aí, o nosso Barça é com S, tá, pessoal? Não é com C, não tem nenhuma ligação com um certo escritório de advocacia aí. Ah! Tá rolando um negócio aí, às vezes, que sei lá, é minha prima, é minha irmã, não tem nada a ver com a gente, viu? Só pra deixar...
Ah, entendi. Barsi com S. Barsi com S, tá? Tá bom? Beleza? E estamos aqui também com o Janelo, que ele é empreendedor desde os 16 anos, tem uma trajetória em tecnologia da informação e vem liderando projetos no Brasil e no exterior.
formado em ciências da computação, expandiu sua atuação para o mercado de capitais e hoje é membro do conselho fiscal do banco BMG. E na AGF é o CEO da operação. Ele que foi também, que transformou o método em prática, construindo um app também, Kaique.
Uma comunidade para suportar toda a jornada do investidor. Bastante coisa. E é jiu-jiteiro também, né? BJJ, já tem BJJ. Aqui a gente já está combinando de abrir uma academia. Está todo mundo fazendo jiu-jitsu. Todo mundo fininho. Coitada, a Luísa está aqui ouvindo a gente.
A luta, ela também vai entrar. Não vou entrar, gente. Percam as esperanças, não vou entrar. Tem os Gracie, tem os Barça. E meu hobby mais emocionante é jogar tranca, entendeu? Eu sou dos jogos mais baralho, xadrez. O Lucão já tá querendo armar a luta dos investidores.
versus os bars. Eu queria montar um torneio só de... Eu acho que tinha que ter um torneio só de influenciadores aí lutando jiu-jitsu. Ele chegou pra mim e falou assim Pô, cara, vai rolar o fim day no segundo semestre? Pô, já vamos ver que tem 12 mil pessoas lá e já vamos armar aquele palco lá e já bota a galera pra lutar. Eu tô querendo botar o Perini pra lutar. É isso que eu quero fazer.
Gente, e olha só, a gente vai ter uma parceria muito legal em conjunto com a AGF, uma coisa inédita, tá? Em junho, a gente vai fazer Grupo Primo mais AGF. O que nós vamos fazer? A gente vai pegar lá...
O método Bars, que a gente tem lá no MBA. Vamos pegar os cursos da AGF, vamos pegar carteiras recomendadas finclass, vamos pegar do mil a milhão, viver de renda. Cara, a gente vai te dar um super combo do investidor endgame, supra-sumo. Cara, tudo que é de bom.
E os apps também, né? E os apps. E todos os acessos, me ajuda aí, Jean, porque eu sei que tem coisa pra caramba aqui. O app do Jeff, Finclass, né? Então, assim, nós já temos uma parceria de longa data, né? E a gente tem muitos produtos que são complementares. Então, a gente acabou sentando e falando, cara, por que a gente não pode fazer...
um combo de todos os produtos para a gente de alguma forma conseguir ajudar o investidor. Então vai ter um produto para cada perfil. Talvez um produto que você fale esse aqui não faz muito sentido para mim. O jeito baixo de investir não faz sentido para mim, mas do mil ao milhão faz. O app ali faz, o outro não faz. Então assim, a gente vai conseguir entregar toda a formação. Sim.
que a gente acredita que vai atender diversos perfis de investidor, além do MBA, que a gente até então estava também trabalhando de forma separada. De um ticket muito maior. Muito maior. Muito maior. E por um preço nunca antes visto. Exato. Só pelo MBA já valeria muito a pena, porque você pagar no MBA menos de R$5 mil está barato demais.
MBA por R$5,000 é loucura. Então, vou deixar para você aqui o link na descrição, o QR Code na tela. Se inscreva para você receber a notificação do dia que vai abrir o carrinho. Não perca essa oportunidade, porque isso aqui é uma coisa única. Essas collabs... Essa aqui, com certeza, é a maior collab do mercado financeiro. E para você juntar duas empresas, duas operações, são coisas... É meio complexo. Então, a gente não sabe se vai acontecer de novo. Então, aproveita essa promoção. Tá bom? Aproveita. Vamos lá, vamos começar.
A gente estava falando aqui, eu quis puxar um tema, tem um jeito mais seguro de investir na Bolsa. Existe, vamos começar pelo contrário, existe um jeito que você fala assim, esse aqui é o jeito completamente errado, isso aqui é o que o cara entrante na Bolsa faz. E perde dinheiro. Isso aí é típico do cara que perde dinheiro, que investe errado.
Não que a gente seja contra, né? Eu acho que cada um tem um perfil e deve perseguir esse perfil. Tem pessoas que entram na Bolsa e olham sob o olhar de jogatina, sob o olhar de especulação, né? Estatisticamente, e é um estudo muito conhecido, até um pouco relativamente antigo, acho que é de 2019, de 2020, né? De que, sei lá, 95% dos day traders perdem dinheiro. Só uma minoria ínfima ganha dinheiro.
muito por conta, talvez, de uma coisa que foi vendida lá atrás, em época de bull market, isso é muito comum, de que você consegue fazer uma grana rápida, sem estudar, sem técnica, sem dedicação e tudo mais, que no seu intervalo do trabalho você consegue fazer um dinheirinho extra com a bolsa. A bolsa, se você trata a bolsa assim, é exatamente igual ao cassino, é exatamente igual às bets. A casa sempre vence. Você está lutando contra uma estatística.
então eu diria que essa estratégia especulativa ela tem data pra terminar a grande maioria das pessoas não consegue bancar o ritmo por N motivos porque o mercado é muito ingrato quando você aposta contra ele
Então, eu diria que a nossa estratégia é mais segura justamente porque ela é lenta. É a forma correta, vamos dizer assim, de se enriquecer. A gente sempre fala lá no AGF que a gente não ensina a ficar rico rápido. A gente ensina a ficar rico para sempre. Uma riqueza perene que você consiga transformá-la numa riqueza geracional. Deixar para os seus filhos, para os seus netos e tudo mais que é um pouco do que o Barsi pensou e está fazendo comigo com os meus irmãos agora.
Então são mentalidades diferentes. Enfim, nada contra, mas você tem que saber que você está jogando contra as estatísticas e que manter esse volume de ganhos consistentes é extremamente difícil.
É possível, é possível, mas se você lidar com isso como se fosse uma profissão, né? Estudar e se dedicar exclusivamente a isso, né? Então, acho que esses são comportamentos muito nocivos, né? Para o investidor que acha que vai chegar e vai fazer a vida amanhã e vai se aposentar, né? Geralmente, a expectativa é a mãe das decepções, né? E aí, quando a realidade bate a porta, o fulano vira, a bolsa é um cassino, a bolsa não é para mim, isso aqui é uma jogatina, é só para rico, né?
Quando, na verdade, não é bem assim que funciona. Então, a nossa estratégia é uma estratégia de enriquecimento com o tempo. Legal. Eu acho que a grande maioria das pessoas...
elas vão entrar pela porta errada. Ela vai querer ganhar dinheiro rápido. E eu vou te falar sinceramente, não foi diferente comigo, tá? Então, quando eu comecei no mercado, lá em 2007, a maioria vai entrar pela porta errada. Ela quer ganhar dinheiro rápido. E é muito sedutor. Você fala, pô, cara, sim, você coloca mil, amanhã você vai ter mil e duzentos e por aí vai. Então, isso é muito sedutor. Só que aí vai chegar num ponto, igual o Alu falou, que é uma estratégia que tem jornada curta.
E aí você tem dois caminhos. Ou você vai culpar o mercado, você vai falar que o mercado é um cassino, você cai fora. Ou você pode ter um exame de autoconsciência e falar, pô cara, então sim, peraí, mercado talvez não é isso. Eu preciso estudar. E aí eu vou para uma estratégia.
para realmente estudar. E aí sim você tentar corrigir essa rota. Porque a gente está falando agora de jiu-jitsu, de jiu-jitsu e de investimento. Se você perguntar para todas as pessoas que a gente conhece, você fala assim, cara, você gostaria de aprender a se autodefender e tal? Todo mundo vai falar que gostaria. Mas quantas pessoas estão dispostas a se sacrificar para começar?
a trabalhar no dia a dia para que você consiga atingir esse objetivo. Poucas. Investimento é a mesma coisa. Se você virar para o cara 100%, cara, você quer ter liberdade financeira? Todos vão falar. Eu quero ter liberdade financeira. Todo mundo quer. Mas quem está disposto a ter disciplina...
paciência, poupar todo mês, seguir uma estratégia durante anos e a vida inteira. Poucas. E é por isso que as pessoas acabam indo pra um caminho mais rápido. E aí elas vão acabar perdendo muito mais do que elas tinham colocado inicialmente. E muitas acabam desistindo justamente porque seguiram esse caminho, infelizmente. Cara, a gente tá até pensando em fazer uns conteúdos. O Thiago fez 10 anos de canal no YouTube, né? Ah, que legal. O canal do Pio fez 10 anos e eu dei uma ideia pra ele. Cara,
A gente vai pegar todos os vídeos que a gente postou no primeiro ano e até os comentários. A galera vai assim, pô, mas eu vou investir esse dinheiro agora. Fala assim, cara, se você tivesse escutado Primo Rico há 10 anos atrás, o quanto você teria de dinheiro hoje? Porque lá atrás o Tiago falava, pô, poupa 100 reais por mês. E a galera fala assim, pô, mais 100 reais.
Cara, se esse cara... E todo mundo fica com aquele negócio e fala assim, pô, mas eu não sei se o dia da manhã vai chegar. Cara, chega. Chega. E até uma coisa que eu queria que vocês falassem mais sobre isso, que até é uma ideia que eu dei, que ninguém tem a paciência. É a paciência que é o principal. Porque quando você fala de migalinha, é muito difícil para a galera entender que se ela guardar 100 reais por mês durante 10 anos, ela vai ter um montante lá atrás, porque ela vai falar assim, pô, 10 anos é muito longe.
como que vocês trabalham na metodologia de vocês essa parte de resiliência e paciência? Eu lembrei de uma coisa, pegando só o gancho que você falou, que é bem interessante isso, você pega 10 anos atrás, como é que o cara estaria hoje se estivesse investindo? Quando a gente tem a nossa metodologia, a pessoa muitas vezes só acredita vendo.
Então, quando a pessoa entra no nosso app hoje, a gente faz um negócio bem interessante, que é o seguinte. Ele fala lá qual é o objetivo de renda dele e em quantos anos ele gostaria de ter a liberdade financeira. Ou seja, se aposentar. A gente pega aquilo que ele fala que ele ia aportar.
A gente volta cinco anos atrás e simula uma carteira pra ele de empresas dos setores best. E fala, cara, se você tivesse começado há cinco anos atrás, você estaria nesse patamar hoje. Então, isso é uma forma de tangibilizar pra pessoa que tá começando a estratégia. E aí dá um ânimo pra falar, pô, se eu tivesse, então eu...
Preciso começar agora. Porque muitas vezes a pessoa, quando vai começar, fala, pô, cara, eu tô vendo centavos caindo. Isso aqui não vai. Então, isso que você tá falando é bem legal e vai exatamente com o que a gente tem feito justamente pra estimular essa pessoa, né, Lu? É, é porque é ver a grama crescer, né? Você fica assistindo a grama crescer, você não vê, mas...
Você se distrai quando você vai ver, pum, passou uma semana, a grama está desse tamanho, né? Então, de repente, as coisas acontecem, né? Tem um fenômeno interessante, a gente já rodou alguns estudos, né, para verificar isso, que é o que a gente chama de zona de arrebentação. Quanto tempo você precisa ter minimamente de consistência para você começar a ver os seus dividendos equivalentes mensais ao seu aporte, né? O que é o aporte? É o que você tira do seu salário, né? Enfim, das suas rendas.
ativas para transformá-las em investimento. Entre 5, a depender do ciclo, da carteira que você monte, entre 5 a 8 anos é o período que você precisa insistir e se forçar, ter disciplina, ter paciência, que aí sim a chance de você ter em dividendos o que você aporta na Bolsa é praticamente de, sei lá, 99% nesse período.
Então, olha só que interessante, entre 5 a 8 anos, você já tem o seu poder de aporte dobrado. Ou, se você quiser, você não precisa mais tirar isso do seu salário, né? E claro, que todo mundo tende a evoluir profissionalmente, você vai investir na sua carreira, tudo mais, vai ter um poder de aporte crescente ao longo do tempo, né?
Então, é muito interessante ver, se você parar para pensar, cinco, seis anos, cara, a pandemia fez seis anos agora. Parece que foi ontem, olha como passou rápido. Então, o melhor momento para começar a investir hoje, o segundo melhor é amanhã e assim sucessivamente. As pessoas ficam sempre aguardando o melhor momento.
E aí quando chega efetivamente o melhor momento, você não consegue enxergar a oportunidade, porque provavelmente vai ter outra coisa na moda, outra novidade, ou outra coisa que esteja pagando mais no momento e que desvie a sua atenção. Então a gente tem a máxima, que inclusive está no livro do Barsi, que é o PDP. Paciência, disciplina e prioridade. Então o bom investidor de longo prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo, Então o bom investidor de longo prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo.
Então o bom investidor de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo. Então o bom investidor de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo. Então o bom investidor de curto prazo, ele além de ser um bom perdedor do CDI de curto prazo.
ele também, ele meio que anda assim, porque a quantidade de produtos e variedade de opções que nós temos hoje de investir, agora você consegue muito facilmente globalizar o seu patrimônio, você tem criptomoedas, você tem FDIC, você tem uma gama muito ampla disponível para o acionista pessoa física hoje, que não era disponível lá atrás, que estava disponível apenas para investidores com maior poder aquisitivo.
Então, hoje, a chance de você se desviar do seu caminho, da estratégia, ela é muito maior do que era antes. Apesar de ter ficado mais fácil, pelo acesso à informação, pela queda dos custos dos serviços, hoje você consegue operar por plataformas low cost sem absolutamente custo nenhum, seja de corretagem e tudo mais, se você desejar, ou vir um ETF que tem um custo bastante reduzido.
Então, assim, às vezes, ter muitas opções, o ser humano tem dessas, né? Às vezes, você precisa reduzir o seu escopo, né? Reduzir as opções que você tem para tomar as suas decisões, senão você fica perdido com tanta coisa na sua frente, né? Então, essas três características reúnem as características que a gente acredita que maximizam a chance do investidor ser bem sucedido a longo prazo, né? Prioridade, disciplina e paciência.
Cara, eu vou te falar que essa facilidade aí dos bancos e corretoras, eu achei que foi até pior no meu caso. Porque antigamente, lembra? Você pegava o dinheiro na conta, aí você fazia um TED para a corretora, aí investia. Aí só de você pensar no trabalho de você resgatar a aplicação, demorava um, dois dias para cair, aí faz um TED de novo, mais um, dois dias para cair, você fala assim, cara, nem vou resgatar. Deixa quieto. Deixa quieto.
Deixa o dinheiro lá. Está tudo bem. Hoje é tudo D0. Você resgata, cai, aí já cai na conta da guarda. Aí você manda, cai no mesmo momento. Aí você paga no crédito da aproximação. É uma facilidade tão grande de gastar o dinheiro que quem não tem um controle fica difícil mesmo. Você desassocia um pouco, né? Você tira aquela tangibilidade do quanto você está gastando, por exemplo. Sim, sim. Mas está bom. Aí a gente falou aqui o jeito errado.
E vamos começar a entrar pelo jeito mais seguro. Porque, de novo, você acabou de trazer um ponto que eu acho que é super importante. Muitas opções, para quem não entende nada, fica complexo. Então, qual é o jeito mais seguro para começar a explorar a Bolsa de Valores?
Legal, então, sei lá, no universo a gente tem hoje, reduziram o número de empresas abertas, mas sei lá, vamos colocar aqui 400 empresas abertas. O primeiro filtro que a gente faz é um filtro setorial, porque a gente tem uma estratégia muito bem definida que todo mundo conhece, que é dividendo. Mas não qualquer dividendo, não é dividendo a qualquer custo. É o dividendo que venha de negócios que possam distribuir esses dividendos, que reúnam condições.
de fazer isso pelo seu acionista. Então, são negócios perenes, geralmente são negócios altamente regulados, que têm recorrência, que não lutam contra a inflação, na verdade, ganham com a inflação, os contratos, os preços são corrigidos por inflação, as margens são mais generosas e tudo mais. O fluxo de caixa é mais previsível.
Então, juntando todas essas peças do quebra-cabeça, geralmente a gente encontra cinco setores principais, que é o que a gente chama de best. Anota, anota, hein? Anota, olha os cinco setores aí. Best, de melhor mesmo, mas com dois S. Banco, energia, seguro, saneamento e telecom. Se você parar para pensar, você sai de férias, você volta, o seu boleto da água está lá, o seu boleto da energia está lá.
E são contas, são recorrências que você dificilmente vai deixar de arcar. Não vai querer parar de tomar o banho quente, né? Você não vai deixar de consumir os dados da internet, enfim, do seu celular. E assim por diante, né? Então, essa é a lógica.
Então, são negócios muito resilientes durante as crises. Claro, isso não significa que os preços não caiam. Ao contrário, são negócios que também sofrem. Também passam pelos seus ciclos. Mas, via de regra, esse é um bom filtro. De 400, deve sobrar 100 tickers. Por aí.
E aí você vai fazendo os seus filtros próprios, né? Você pode ir por filtros de governança ou por setores que você tenha mais familiaridade e tudo mais. Eu acho que deve sobrar de um universo de 400 empresas, umas 50 empresas.
Já fica bem melhor, né? Assim, você vai fazendo filtros que te permitem você chegar ali a, sei lá, 10 nomes para você focar, estudar aquilo com profundidade, né? Já sei me corrigiu se eu estiver errada. E aí, sim, você começar a sua carteira de investimentos, né? Que é muito do que a gente ensina e também tem no app, né?
Porque assim, você chega em 50. Quando você chegou nessas 50, você pode olhar quais são dessas 50 que tem um histórico de pagamento de dividendos consistente. Histórico de pagamento de lucro consistente nos últimos 5, 10 anos. Margens boas, baixo endividamento.
yield, que é o que a gente coloca, um yield mínimo de 6% ao ano. Ou seja, de quanto que a empresa vai te retornar em dividendo no ano, que a gente exige no mínimo 6%. Que a partir daí a gente vai calcular o máximo que a gente pode pagar por essa empresa, que é o preço teto, para ter um retorno de 6%. Então, quando você faz isso aí, e coloca esse filtro aplicado no mercado, talvez hoje, no mercado, no patamar de preço que a gente está, sei lá, vai chegar em umas 4, 5 empresas. Hoje, né?
Hoje, no momento atual de mercado, umas 4, 5 empresas. Então fica muito fácil para a pessoa que é um investidor, pessoa física, uma pessoa comum que trabalha e que não quer ficar ligado no mercado e nem pode ficar ligado no mercado o dia inteiro, você fazer um filtro de boas empresas que vai te trazer um retorno em dividendo, porque no final das contas, eu acho que o grande diferencial da estratégia é que o dividendo deixa o investidor no jogo por mais tempo.
A gente costuma brincar que quando a maré abaixa é que a gente vê quem está nadando pelado. Então, no momento que está tudo às mil maravilhas, todo mundo fala que a empresa está subindo, está valorizando, não sei o quê. Mas na hora que cai, todo mundo procura o dividendo, o farol, o porto seguro, para que a pessoa consiga, de alguma forma, tangibilizar o investimento. Então, por isso que é bacana, porque quando você investe em boas empresas de dividendo...
que pagam de forma constante a bons preços, você vai conseguir, inicialmente, ponto um, receber os dividendos que vai te deixar no jogo. Só que se a empresa é boa e o projeto é bom, como consequência ao longo do tempo, ela vai também valorizar de forma natural. Não é algo que a gente busca a valorização, mas é inevitável que uma empresa boa, com um projeto bom, comprada a um bom preço, ela vai valorizar também. É isso. Então, assim...
Indiretamente, o que a gente está fazendo? Ao colocar uma margem de segurança baseada na nossa remuneração mínima exigida, você deixa uma gordura em relação ao que a empresa vale, você compra nesse teto.
E o nosso intuito não é pegar o menor preço possível, que isso é impossível de se calcular. E eu acho que é um exercício muito ingrato, que às vezes o investidor fica, talvez por centavos, ah, perdeu uma grande oportunidade, né? Sim, sim. Você não consegue acompanhar isso, né? Quem nunca? Não consegue acompanhar e, assim, não vai conseguir acertar. E se acertar, foi sorte, não foi competência. Sempre tem sorte de alguém que acertou, né? Pois é. E aí o cara carrega isso como um...
Como um troféu e tudo mais. Que bom, parabéns, né? Mas a gente se preocupa em não pagar caro. Então essa é a nossa grande preocupação, ter essa margem de segurança. E ao você não comprar caro, obviamente as chances que você tem de ter também uma boa valorização de capital, elas aumentam no futuro. Quanto mais tempo você mantiver esse papel na sua carteira. O qual que é o... Você chegou a comentar que para não olhar a sua carteira todo dia.
Qual que é um dos maiores riscos pra quem tá começando e tá montando a sua carteira? Pra quem montou baseado nesses filtros que a gente falou agora, eu acho que um dos grandes problemas que a gente vê conversando com alunos, com os clientes, os usuários, é a ansiedade do cara.
É o cara querer olhar todo dia o mercado e pensar que aquilo da noite para o dia vai acontecer e vai cair dinheiro na conta dele e está tudo certo. Isso demora. Então, a bolsa de valores, ela vai, de alguma forma, destacar muito os seus defeitos. Se você é um cara impaciente, é um cara que não teve disciplina, isso fica totalmente evidente. E você vai ter que trabalhar isso, porque senão você não consegue ficar no jogo.
E a grande maioria das pessoas hoje não tem paciência pela velocidade que as coisas acontecem, da informação, etc., que a gente estava até falando agora na hora do almoço. Então, assim, a pessoa que está começando, ela quer todo dia olhar a home broker, ela começa a olhar aquele negócio, caiu lá, 1% ela já quer vender.
então é muito difícil você controlar o seu comportamento para quem está começando e eu acho que um grande papel que a gente faz no dia a dia é educar as pessoas para que elas tenham um comportamento adequado para que nessas pequenas volatilidades que a gente tem nesses solavancos que o mercado, vocês falaram aqui que a gente não tem mais tempo fácil quando isso acontece ao contrário do que as pessoas falam é uma grande oportunidade
É uma oportunidade de você aumentar a sua posição. Porque se você tem uma meta numa empresa de comprar, sei lá, 100 mil ações, e ela caiu pela metade do preço, você vai conseguir, com o mesmo valor financeiro, comprar muito mais. Então você vai chegar mais próximo da meta. E se aquela empresa é boa, você então vai torcer para que caia, para que você compre mais ações, para chegar mais rápido na sua meta e atingir os seus objetivos lá na frente.
Mas aí, Jean, você tocou num ponto que às vezes pode confundir muito a galera. Por que uma empresa boa, o valor dela da ação pode cair? Se a empresa é boa, por que está caindo? Porque o cara pode olhar lá e falar assim, pô, meu, mas os caras estão falando que é bom e toda hora eu olho que o negócio está caindo. Porque o mercado não é eficiente.
O senhor mercado é um maníaco depressivo. Claro, bons e maus negócios estão sujeitos, obviamente, aos fluxos diários. Então, imagina que o mercado não é uma entidade sobrenatural. O mercado nada mais é do que uma série de indivíduos tomando as suas decisões ali em tempo real.
Então, você imagina, eu não sei o que está passando pela sua cabeça, por exemplo, vamos para uma época de pandemia, por exemplo, época de crise, por que os preços despencam? Primeiro, você tem aquela coisa do tipo, meu patrimônio vai cair, então eu vou realizar lucro, vou vender, antes que eu veja o meu patrimônio se deteriorar. Aí a crise se aprofunda, você tem pessoas que muito provavelmente aportaram...
sem estratégia e tudo mais, não só porque se assustam, mas porque estão precisando daquela grana. Fundos, por exemplo, o cotista resgata, e independentemente se a ação está barata ou não, ele é obrigado a devolver os recursos para o cotista. Então, ele precisa vender as suas posições para entregar de volta o recurso investido para o cotista.
Então, você tem N variáveis que influenciam as compras e vendas diárias. E a principal delas para uma bolsa tão restrita e tão pequena como a nossa é justamente os fluxos. Então, o que a gente está vendo? O Brasil não virou a Suíça de 2025 para 2026. Muita pouca coisa no nosso micro aqui, no dia a dia, mudou. Na verdade, a gente vem vendo as empresas se deteriorando ao longo do tempo.
Um grande número de empresas em recuperação judicial, taxa de juros em dois dígitos por muito tempo, né? Não há negócio que aguente tanto tempo assim de pancada, né? E a Bolsa subiu, né? Quase triscolhe os 200 mil pontos agora em março, né? Fevereiro e tudo mais.
Então tem coisas que muitas vezes o fluxo explica e não necessariamente o fundamento em si, né? Mas aí que tá, são coisas que você não consegue controlar. Eu não consigo controlar se o preço da bebê seguridade vai cair pra 20 reais amanhã, até 32. Eu não consigo controlar.
Mas se eu sei que a empresa é boa, pode estar passando por um momento de dificuldade, mas que ela tem capacidade de se recuperar e sair mais forte dessa crise. Se é um momento passageiro, enfim, se você tem a estratégia e você sabe que é uma boa empresa, você vai enxergar isso como uma oportunidade de, com o mesmo recurso que você tira do bolso, comprar mais ações. Então, no início, você focar muito na quantidade de ações que você tem, em detrimento de quanto você aportou, do tamanho do patrimônio,
acaba sendo um combustível, porque você não vê o número de ações cair se você não vender, certo? Agora, se você fizer os seus aportes religiosamente todos os meses, como você poderia fazer, por exemplo, para um plano de previdência, que é como a gente chama a nossa estratégia, estratégia previdenciária?
Você só vê o seu patrimônio aumentar, porque a quantidade de ações que você tem constantemente vai estar aumentando. Até que vai chegar o ponto que o mercado, por algum motivo, vai se recuperar, a economia está pujante, o fluxo estrangeiro, o que quer que seja, entrou na bolsa, e essas empresas vão valorizar e convergir para o valor justo.
Só que nesse meio tempo você acumulou ações, você reinvestiu os dividendos, e aí a sua rentabilidade total, que é composta justamente pela valorização mais os dividendos reinvestidos, vai ser imbatível. Então, isso geralmente acontece no momento máximo de oportunidade da renda fixa, por exemplo. Então, por que quando a taxa de juros sobe e a bolsa cai? Porque...
Não porque as empresas ficaram piores, necessariamente. A gente teve aí, veio de dois bons anos, por exemplo, de balanços, 24, 25, as empresas bastante resilientes. E os preços lá embaixo. Mas por quê? Os investidores têm um custo de oportunidade. E, geralmente, as pessoas buscam o conforto em detrimento do sofrimento. E a gente sabe que investir na Bolsa no Brasil...
Não é fácil, não é para qualquer um. Foram longos anos de bolsa andando de lado em dólar. Então, as pessoas buscam muito dessa coisa do porto seguro, da renda garantida, vamos dizer assim, da renda fixa, em detrimento de correr mais risco na bolsa, que é aí que surgem as oportunidades. Empresas boas e empresas ruins, aí cabe você ter uma metodologia para conseguir filtrar o que pode estar na sua carteira ou não.
É, isso é importante o que você falou. E até juntando com o que você tinha falado anteriormente, porque você falou um pouco, o pessoal acaba fugindo para a renda fixa, acaba aparecendo oportunidade. Sempre tem alguma coisa. A gente falou muito aqui nos episódios passados do... Ah, o Tesouro IPCA+, aí chega uma hora que é o Bitcoin. E aí, cara, sempre tem alguma coisa...
Que é o hype do momento. E, na verdade, a gente não está falando que você não pode aproveitar essas coisas. Mas é que se você... O que a gente está dizendo é que se você for consistente, paciente, acreditar no método, na estratégia, é isso que vai trazer longevidade. Porque senão você fica sempre...
tentando achar aquela tacada de mestre. Acho que foi em 2018, a gente gravou um podcast de investimento. Teve uma frase que me tranquilizou muito, que era, na época, Magalu estava bombando muito.
E teve, eu não lembro quem falou essa frase pra mim, acho que foi o Florian Bartonek. Ele falou assim, você não precisa acertar a próxima Magalu. É só você ser consistente no mercado que você já vai ganhar muito dinheiro. E na época era essa coisa, a galera ficava vendendo um papel pra comprar outro, pra tentar dar a tacada do século, né? A galera queira comprar o mais barato possível pra esse negócio explodir. Eu falei assim, cara, você não precisa.
acertar a próxima bola da vez. É só ser consistente ali numa metodologia que você vai ganhar muito dinheiro. O que eu acho que a grande vantagem da nossa metodologia é que a gente não fica olhando para tudo. Então você fala assim, você fica olhando para Bitcoin? Não. Porque está fora do meu ciclo de competência. Então não me interessa. Você está olhando para investimento no exterior? Não. A gente não olha para investimento no exterior porque a gente acha que aqui no Brasil a gente tem grandes oportunidades.
Então nós, por exemplo, e talvez isso não sirva para todo mundo, a gente tem 100% da nossa carteira alocada em renda variável, em ações. E alguma coisa em renda fixa para oportunidade. Então quando a gente tem um foco basicamente com duas classes de ativo, renda variável e a renda fixa para você ir alocando dentro das oportunidades, fazendo isso, você para de olhar para as outras coisas.
Você entende como é que fica muito mais fácil a sua vida? Em vez de você estar preocupado qual é o investimento do momento, agora vai ser dólar, agora é bitcoin, agora é avestruz master. Então cada hora sempre vai ter alguma coisa na mídia que está chamando atenção para que a pessoa saia da estratégia.
ela largue aquilo que poderia dar certo e entra em outra que provavelmente vai dar errado. E quem ganha com isso são as pessoas que estão te indicando aquele produto, muitas vezes. Então acaba saindo prejudicado o próprio cliente. Então uma estratégia, ela só vai dar certo quando você seguir ela durante muito tempo, faça chuva ou faça sol.
então o que a gente tenta trazer as pessoas assim, cara, você pode até fazer alguma coisa ou outra, mas não abra mão da estratégia, continue na estratégia independente do que seja o hype do momento, porque sempre vai ter o hype do momento, todo santo ano a gente vê alguma coisa que é o hype do momento e as pessoas acabam pulando pra lá e muitas vezes saem machucadas e depois não voltam mais
Então, a partir do momento que você segue uma estratégia, isso fica muito mais fácil, porque você reduz o seu leque de opções e você começa a ficar focado naquilo que interessa. Falar é fácil, mas você fazer na prática... Quantos que na prática fizeram o curso desde que a gente começou? Porque o jeito básico de investir existe, foi o nosso primeiro produto e é o carro-chefe até hoje. Sei lá, a gente tem o ProTurma 23, por aí.
Quantos efetivamente, inclusive o Jean é aluno número 3 da turma 1. Da turma 1. Quantos efetivamente colocaram isso em prática? A gente começou antes da pandemia. Quantos aguentaram o solavanco de ver 6 security breakers e continuaram aportando, ou pelo menos não venderam as suas carteiras? Então, assim, esse tipo de investidor vai passar por muitas provações ao longo do caminho.
Que é natural. Todas as coisas que valem a pena na vida não vão vir fáceis, né? Então, criar filho, evoluir profissionalmente, trabalhar, mesma coisa, enriquecer na bolsa, né? Isso tem que ser... É muito um trabalho também de comportamento diário, né? A gente tava falando sobre essa questão de não ficar olhando o home broker. Acabou surgindo um bordão, uma brincadeira, que todo dia que eu tô no escritório, eu tiro uma foto do meu home broker e falo, gente, pode trabalhar, não precisa nem abrir o home broker hoje, tá subindo.
E aí o pessoal fica cobrando, agora eu preciso que você poste todo dia, porque pô, me desvim... Que dia que você vai postar, né? Me desvim, eu já sei quando você não tá no escritório porque você não postou o home broker no dia e tal. E aí, se você parar pra pensar, eu devo fazer um ou dois aportes no máximo por mês. Porque eu abro, obviamente, eu trabalho com investimentos, então eu abro o home broker todos os dias. Mas que eu opere, que eu compre alguma coisa, uma, duas vezes no mês. Quer dizer, do número de pregões, do número de dias que a bolsa tá aberta...
em 10% das vezes eu faço algum movimento. 90% das vezes eu não tô fazendo nada. Eu tô esperando, né? E isso muitas vezes é difícil das pessoas assimilarem. Como assim? Eu não tô fazendo nada e o dinheiro tá lá? Sim, porque é a espera, né? Não tem muito o que você fazer. Se você não tem a grana pra aportar e não tá no preço, você vai abrir o home broker pra quê? Vai trabalhar, né? Vai trabalhar, vai fazer outra coisa, vai ler um livro, vai curtir a família, né?
Não é uma coisa que você precise ficar se atendo todos os dias, virar um escravo disso, né? A gente fala que a sua carteira trabalha pra você, né? Não você pra ela, né? Deveria ser a ordem correta, né? Então é mais ou menos isso, né? Mas enfim, essa coisa da ansiedade, né? De querer as coisas pra ontem, né? Das redes sociais, dos jovens e tudo mais, né?
É uma cultura do imediatismo que a gente tá sofrendo agora. Não é eu e o Kaique que a gente sofre bastante. A gente sabe que tá errado, a gente fala, mas a gente fica o tempo inteiro... É... Apreensivo. A gente ainda aqui, tipo assim, cara... Mas vocês ficam olhando? Não, não. O mercado eu olho bem. Eu acho que é tudo, né, cara? Mas é um pouco... A vida como um todo, né? A vida como um todo, ele tá dizendo. E olha que a gente, sei lá, já gravou aqui uns 600, 650 PrimoCast. A gente já aprendeu muita coisa com muita gente. Sete anos gravando.
Só que a gente vê até no dia a dia como o mundo tá mais rápido, né? Tá. Pô, você vai assistir um filme dos anos 80, é um ritmo. Você assiste um filme que sai esse ano, é tipo assim... Meu Deus do céu, às vezes eu tenho que sentar na cadeira e eu falo assim, gente, deixa eu voltar essa cena porque passou tanta informação na minha frente, eu não conseguia absorver tudo. A vida antes parecia que passava mais devagar. É, então... Inteligência artificial.
Outro dia, finalmente, eu assinei o chá de GPT. O que é chá de GPT? Estamos usando o Cláudio. Quem? Cláudio? O que é Cláudio? Chá de GPT, já vou com o patrão.
Eu queria perguntar sobre isso. Vocês falaram aqui, pô, de banco, de energia, de seguro, de telecom. Acho que no livro do Peter Lynch, ou não sei se é do Graham, ele chama isso até de boring companies, que são as empresas que... As empresas desinteressantes.
Você fala assim, ah, cara, tá bom, vou investir em energia. Não é a coisa do momento, a tecnologia, né? Aquela coisa sexy, né? E a gente está vivendo o momento da IA, né? E a gente está vendo, cara, empresas que não valiam nada, valerem bilhões e se tornarem as empresas mais valiosas do mundo. A NVIDIA, né? Triplicou ano por ano.
Como que os Barsi, junto com a GF aqui, está vendo isso? Está vendo esse movimento da IA nos investimentos? Cara, eu acho que é muito parecido com o que o Buffett fala, da gente se ater, ter a humildade de ficar ali no seu círculo de competência. Muito provavelmente, se a gente fosse investir fora, seria via ETFs, uma estratégia passiva. Porque muito do que a gente faz, o sucesso que a gente faz, é conhecer a fundo as empresas que a gente investe, as pessoas, o tipo de negócio.
Se você olha as diferenças entre mercado, lá você tem um mercado muito mais pulverizado, as pessoas investem muito mais em termos de parcela da população, é um mercado muito mais maduro, tem 200 anos de histórico, enquanto o nosso tem 50 e poucos. Então, o nosso mercado ainda tem muito por fazer em termos de ganho de governança, em termos de número de empresas listadas, em termos de país mesmo, como desenvolvimento de país.
Então, lá, pela taxa de juros ser estruturalmente baixa, pelas empresas serem grandes corporations, o que é isso? Você tem a figura de um líder, mas você não tem um dono efetivamente. O capital está pulverizado na bolsa entre diversos investidores. Então, você tem uma tendência natural a novos negócios, a inovação, a cada dia uma coisa nova e tudo mais. E esse ciclo de crescimento. Aqui no Brasil, ao contrário, a gente ainda é uma grande fazenda. Tem muito mato alto para cortar.
Então, grande parte das empresas ainda são de capital definido, você tem donos ainda, às vezes familiares, ou, enfim, empresas de fora, que são donos dessas grandes empresas brasileiras listadas. Então, você ter uma estratégia de dividendos aqui no Brasil é muito mais interessante.
pra cá, até pela questão de taxa de juros e tudo mais. Porque você investir numa empresa de crescimento aqui no Brasil, você tá lutando contra a taxa de juros. Quando você faz o valuation de uma empresa, boa parte dessas empresas que hoje são bilionárias, trilionárias, boa parte do valor delas tava o quê? Na perpetuidade. Negócios que nem existiam ainda, né? Que demoraram muitos anos pra, enfim...
desabrocharem e, de repente, virarem os colossos que são hoje. As empresas brasileiras, não, elas já antecipam antes, a gente busca o quê? Empresas que antecipam esse fluxo de caixa para o investidor em termos de dividendo. Então, assim, para o jogo que a gente joga, ficar, vai ter gente que vai esplenhar, mas como assim, a grande geração de valor? Sim, de fato, mas para o jogo que a gente é bom e que a gente joga, o Brasil é o paraíso.
Porque aqui a média, assim, você vai olhar a média do investidor que está por aqui, é muito baixa. Então, assim, se você for consistente, não inventar muita moda, for nas principais empresas dos setores que a gente falou, e investir consistentemente, não tem como dar errado. Você vai ficar rico e você vai ganhar muito dividendo lá na frente. Só que aí você precisa...
não se render a essas outras tentações de não perder o foco. Não estou dizendo que você não deva dolarizar, nem nada disso, mas é a forma com que a gente pensa. Então, muito provavelmente, essas hypes, essas coisas que estão acontecendo lá fora, não são coisas que nós vamos nos beneficiar diretamente. Digo, investir numa NVIDIA, ou enfim, nas big techs e tudo mais.
Mas, de forma geral, essas inovações, elas se alastram para os negócios que a gente está hoje. Então, por mais que sejam negócios mais tradicionais, cara, a inteligência artificial vai trazer um baita de um salto de produtividade.
bancos, caramba, a gente já está falando com o IA no atendimento, assim, isso vai cada vez mais ganhando produtividade em outras camadas e por aí vai. Da mesma forma que a internet lá nos anos 2000, o Buffer na época foi muito criticado de não ter naquele momento as grandes empresas dessa revolução que estava acontecendo. Só que, cara, qual empresa da carteira dele não se beneficiou?
do que aconteceu com a internet lá nos anos 2000. Todas se beneficiaram. Então, assim, não necessariamente você precisa estar no hype para você se beneficiar, dá para você se beneficiar indiretamente desse ganho de produtividade que vai acontecer também nas empresas tradicionais que a gente investe, né? Pelo menos é nessa linha que a gente vai, né?
Só assim, completando, na minha opinião, eu acho que a IA é a maior revolução que a gente teve desde a internet. Talvez a internet, depois o lançamento do iPhone, eu acho que também foi uma coisa revolucionária.
E assim, como minha formação em ciência da computação é um assunto que me interessa bastante. Então no AGF a gente usa muito já de inteligência artificial no dia a dia e o ganho de produtividade é absurdo. E a grande maioria das pessoas que estão falando que não serão afetadas pela IA são as primeiras que vão ser afetadas e não estão nem sabendo ainda. Só vai acordar sem emprego e está tudo certo para elas. Vão acordar assustados. Então assim...
A gente tem uma oportunidade gigantesca de ganho de eficiência operacional. Então, quando a gente pega as nossas empresas dos setores BEST, Banco, Energia, Seguro, Saneamento e Telecom, são empresas reguladas, então dificilmente a IA vai impactar essas empresas, mas a gente vai ter um ganho operacional, uma eficiência operacional. Essa eficiência operacional, sinto muito falar, mas muitas vezes se chama demissão de quadro de pessoas.
As pessoas têm medo de falar isso, mas a verdade é que vai existir demissão em massa. E vai aumentar a margem das empresas. E vai aumentar... É exatamente esse o ponto que as pessoas não estão falando. Vai aumentar a eficiência operacional, como consequência vai aumentar a margem, e na última linha vai aumentar o lucro, e depois vai distribuir mais dividendos. Cara, imagina na época que teve a pandemia. A pandemia foi o boom de tecnologia, programadores.
Se tivesse A naquela época, não teria tido esse boom de vagas, empregos. A galera só ia implementar um monte de A e conseguir superar a cidade. Exatamente. O programador até seis anos atrás era a atividade mais escassa e mais bem paga. Agora já estão falando que não vai existir mais programador. Já tem pessoal usando o cloud para programar tudo. Coisa que 20 faziam, um cara no cloud já está fazendo. Então eu acho que é uma grande revolução.
A gente tem provavelmente a formação de uma bolha tecnológica, de novo. A gente estava falando sobre isso.
mas sempre tem um ganhador. Toda bolha tem um ganhador. Provavelmente o primeiro, ele não é o vencedor, o primeiro que entrou. Mas a gente vai aperfeiçoando o mercado, vai aperfeiçoando a tecnologia, em algum momento a gente vai ter um grande ganhador. Então a gente pega, por exemplo, dos anos 2000, quem são os grandes vencedores? Você tem lá o Google, que a gente vê, tem a Apple, que não é dos anos 2000, mas também é uma vencedora.
Mas assim, então alguma coisa vai sobrar disso. Eu acho que é algo que veio para ficar.
E a gente, como investidor de empresas no geral, empresas que têm essa barreira competitiva, a gente vai ser beneficiado disso em última instância recebendo dividendos.
Cara, eu acho que a nossa geração é muito privilegiada porque a gente vai poder surfar no começo da onda. Porque imagina a empresa antes dos anos 2000 que viu que a internet estava chegando e falou assim, não cara, já temos que implementar esse negócio, temos que testar e tudo mais. Provavelmente ela sobreviveu e está aí até hoje. Exato. A empresa que está negando a IA...
ela vai morrer para o concorrente que está abraçando a IA. Então, é um negócio que a gente está sendo privilegiado porque daqui a 10 anos, não vai ser, será que a IA vai dominar? Não, não. A IA já vai ter dominado e o mundo já vai ter um piso, que o piso vai ser da IA para cima, entendeu? Não vai ser mais como é hoje. Que hoje ainda umas empresas sem IA sobrevivem, mas daqui para frente não vai ter muito o que fazer. Assim, a gente até então, a gente trabalhava, todo mundo, assim...
prezava muito pelo capital intelectual. A partir do momento que você tem a IA, talvez isso já não seja tão relevante mais. Porque você joga a informação na IA e ela traz para você alguns modelos que você já pode aplicar e testar. Então, a partir do momento que a gente tem uma IA trazendo inovação, ideias...
Eu acho que todas as empresas começam a jogar um jogo que eu conheço muito bem, que é o jogo de tecnologia. Tecnologia, nunca existiu barreira para nenhuma empresa. Um cara no Brasil sempre competiu com uma empresa fora do país. Nunca teve essa barreira. E por isso que a inovação tecnológica é tão rápida. Porque não existe essa barreira. A partir do momento que ninguém mais tem uma barreira, na grande maioria das empresas, principalmente prestação de serviço, não estou falando de empresas reguladas, do BESH, as pessoas vão ter que começar a andar mais rápido.
Porque senão o seu concorrente vai te engolir. E rápido, e com um custo muito menor também. E esse é um grande ponto que você tocou, que é se o capital intelectual vai estar tão disponível, o que vai ficar escasso? Empresas tradicionais. Você precisa de energia, água, árvore. Principalmente para IA. Energia é o que vai precisar. Pois é, para bancar toda essa revolução tecnológica. Então, de novo, peste.
Olha aí, de novo, a energia, a água, tá tudo aí. Luiz, eu não sei se você já falou isso abertamente, qual foi o primeiro contato que você teve de investimentos com o Barsi? Como é que foi isso? Como você começou a se interessar por isso, até para você ir, hoje sendo à frente da AGF também?
Como é que foi isso? Foi antes ou depois do Miguel? Vocês conversavam em casa sobre isso? Era aquela coisa que o pai ia incentivando? Você que foi, por conta própria, se interessando? Como é que foi o seu primeiro contato em relação a isso? O meu pai é assim, para quem já conheceu ele, vocês já tiveram a oportunidade de passar 24 horas com a gente. Ele passa metade do dia dele falando sobre ações, a outra metade rezando para alguém falar sobre ações, para ele poder falar sobre ações de novo.
Então, assim, se eu não gostasse de ações, eu não sei que assunto eu teria com ele em casa, entendeu? Eu quando era menor de idade e tudo mais, morando com ele. Então, eu acho que ele soube fazer, eu tive essa oportunidade. Eu sou filha do segundo casamento, né? Então, ele se separou muito cedo da ex-mulher dele e tal. Não tinha esse contato diário com os outros filhos, né? Você tinha aquela coisa de compartilhar guarda e tudo mais. Eu tive o privilégio de crescer em casa com ele, né?
Então, acho que eu tive mais contato com essa... Ele conseguiu me transmitir a paixão que ele tem pelos investimentos, né? Que é completamente diferente. Nunca enxerguei meu pai como um cara que trabalha no mercado financeiro, sabe? Um Faria Lime, ele engravado. Não. Ele era um cara tipo analista raiz. A gente saía de férias e não tinha muito um roteiro. O roteiro ele fazia, na verdade, de acordo com as fábricas que ele queria visitar.
E aí, a gente ia pingando e, sei lá, semanas andando de carro, entendeu? Essas eram as nossas férias. Ele sempre gostou muito de dirigir.
E aí a gente ia pingando de fábrica em fábrica, recebeu, recebeu, quem não recebeu, ok, né? Já entra na listinha dele, né? Só que eu não vou investir. Então, eu sempre tive o contato que eu tive com o mercado financeiro, foi sempre dessa coisa da economia real. Eu nunca enxerguei as ações como um bonde de letrinha, pisca nessa financiarização que a gente tem hoje dos ativos como um todo, né?
Nada mais é do que você ser sócio de uma empresa, né? Então, isso muda tudo. Quando você chama as coisas pelo que elas realmente são, né? E aí você muda logicamente o seu comportamento. Se você é dono de uma empresa, né? Vamos botar aqui, sei lá, você é sócio de uma padaria.
Você não vai ficar diminuindo e aumentando a sua exposição a quantas cotas você tem na sua padaria. Na bolsa, você pode fazer isso, mas deveria, né? Na verdade, você tem a chance de sempre aumentar a sua participação contra nações e recebendo mais dividendos, né? Então, o contato que eu tive foi sempre sobre essa perspectiva.
De meu pai sempre trazer pra mim, olha, comprei ações da Ultrapart pra você, né? Que foi o meu primeiro contato efetivamente como investidora, né? E aí, cara, assim, quando é a sua mesada em jogo, o negócio muda de figura, entendeu? Porque uma coisa é você ouvir na teoria, outra coisa é quando a sua mesada tá lá dependendo... Quantos anos você tinha aí? Eu tinha 14 anos, foi em 2008. Então, quem pagava a minha mesada não era meu pai. Ele me deu umas ações, obviamente, falou, ó, fez uma doação pra mim.
De X ações da Ultrapar. E na época, essa empresa pagava muito bem, né? Tinha um yield bastante alto pra época. E ela pagava o equivalente a 300 reais por mês. Pagava trimestral, mas ele segurava e dava 300 reais por mês. E essa era a minha mesada.
Então, cara, se assim, era uma revolução em casa, a gente tinha que abastecer no posto Ipiranga, óbvio. Porque eu estou ajudando o lucro da minha empresa, entendeu? Se eu abastecer ali na Shell, em outro posto, eu estou dando dinheiro para a concorrente, né? Então, isso teve vários efeitos em cadeias benéficos, né? Principalmente esse, de você fazer o link dos seus investimentos, que estão lá, um monte de sopa de letrinhas com a economia real, né? E de que isso é um ciclo muito benéfico de geração de riqueza.
então empresas geram empregos pagam impostos, distribuem dividendos geram lucro para a sociedade como um todo quando as empresas prosperam o país está prosperando então enfim, o meu primeiro contato que eu lembro de a bolsa fazer parte do meu dia a dia foi o fato da minha mesada vir dos dividendos da outra par na época e lembrando que 2008 foi o ano da crise sim, sim E aí
Do subprime, né? Então, você já começar apanhando, vê lá a sua mesa, né? O dinheirinho, o seu patrimônio caiu. Será que a minha mesada vai cair no mês seguinte, né? E aí, foi me ensinando, olha, agora o preço caiu. Com os mesmos 300 reais, você consegue comprar mais ações. Aí, quando a empresa se recuperar, você além de ter ganhado a variação do seu patrimônio...
você vai estar recebendo mais dividendos. Aí você vai poder comprar mais ações. Então, assim, é um ciclo muito virtuoso, né? É um ciclo muito virtuoso. Então, enfim, é claro que ter alguém em casa que desde pequena me incentivasse a fazer isso foi um grande privilégio. Nem todo mundo tem isso em casa hoje. Mas, poxa, hoje com acesso a tanta informação que a gente tem, você consegue fazer isso pelos seus filhos, por exemplo. Fazer uma carteira previdenciária e ir incentivando, mostrando.
Você não precisa ser o Barce pra fazer isso mais, né? Sim. Essa informação tá disposta pra todo mundo, né? Você começou a fazer com o Rafa, né? Sim, sim. Faço com o Rafa, meu filho. Então... Pô, investindo em jiu-jitsu, tá... Olha pra você ver. Tá num futuro próximo. Cara, uma coisa que foi muito legal que você falou, e é engraçado, toda vez que a gente vê o Barce, ele incentiva a gente a ser bilionário. Ele fala assim, não, cara...
Eu comecei sem nada. Se vocês investirem um pouquinho, assim... E ele fala de um jeito que, tipo assim, eu falo assim, cara, eu acho que eu vou fazer. Porque ele tá tão convinto falando que dá pra fazer, cara. Então eu consigo ser bilionário. Deve dar, né? Se ele tá falando. E uma coisa que você falou que é muito real, cara. O Thiago, por um tempo, ele fez um quadro chamado Empresa da Bolsa. Que foi até um incentivo que quando a gente foi gravar com o seu pai, acho que foi em 2018.
Ele falou assim, como assim você nunca visitou uma empresa? Vai lá visitar a Peman pra você ver se você vai se apaixonar. Que exemplo. E a gente falou assim, pô, vamos lá. E a gente ligou e a gente foi até lá gravar. Curiosidade, né? Vocês tiveram que fazer a barba. A gente fez a barba. Os caras ficaram tudo esquisitos. Depois os caras voltaram pro escritório tudo estranho. Mas é uma coisa que tipo assim, cara, quando você pesquisa um pouco mais sobre a ação que você tá comprando e às vezes tem a oportunidade de ir além até realmente conhecer a empresa,
Aí muda realmente a mentalidade do que você está comprando. Minha primeira ação que eu comprei foi Peman por causa do Barsi. Porque, cara, eu vi a planta, eu peguei no cobre, eu conheci todo mundo, eu conversei, eu entendi. Eu falei, cara, é impossível esse negócio. Aí é só aquela planta gigantesca de javali. Perdeu dinheiro, não perco. Daqui para cima. Perdeu.
Perdemos juntos. Perdei a recuperação judicial. Mas isso aconteceu com você na Unipar, não foi? Que você fazia valuation na época, você era estudante. Imagina, eu tive a audácia de chegar com um valuation pro base do tipo, eu não tô... Você podia me explicar por que você tá comprando a Unipar? Porque eu tô modelando aqui. Assim, não vale o que você tá comprando. Mas, gente...
Entendeu? E ele com toda a paciência do mundo... Ah, ele deve ter achado super legal, na verdade. Ele falou, pô... Deve ter achado incrível, assim. Podia ter me escorraçado. Bonitinha, né? Que bonitinho. Onde eu errei. Não, mas acho que ele falou... Semana que vem eu vou ligar pra fulano, a gente vai lá na planta. E cara, assim...
Realmente, é o capital intelectual, são as pessoas, por serem empresas muito específicas, as pessoas que trabalham lá são profissionais diferenciados no mercado. Então, é um negócio que, de fato, não estava na minha planilha, porque boa parte das coisas das empresas que são excelentes...
Você não vai conseguir capturar em banilha. Mas é óbvio que as coisas podem dar errado no meio do caminho. Existe esse risco. Com a Paranapanema especificamente, a tese mudou completamente de 2020 para cá. Você teve novos acionistas de referência que mudaram completamente a dinâmica das coisas que aconteceram. É óbvio que você tem que sempre revisitar a tese, não é comprar e esquecer. É comprar e acompanhar.
E se houverem sinais de que esse fundamento se deteriorou, aí sim, é um dos motivos para você vender e ir para uma próxima. Então o Barce vende ações, então? Raramente, mas ele vende. Porque ele sempre fala que ações sempre tem que comprar, comprar... Acho que ele troca, né, Lu? É, não, ele vende às vezes, mas é muito difícil. Geralmente ele vende... Quando muda tudo, né? Ou alguma perda de fundamento muito relevante, mas se bem que ultimamente ele tem dificuldade de largar o osso, viu? Estou te falando, a gente está em Paranapanema até hoje.
Não vai recuperar o que colocou lá de capital, obviamente, mas a gente tem um conselheiro lá que está, assim, muito forte em recuperar a empresa mesmo. Eu achei maravilhosa a empresa. Não tenho mais, mas eu achei muito legal. Mas, cara, a operação não era maravilhosa? Fantástico, mas a tese mudou no meio do caminho. A gente acabou não vendendo, mas porque são posições tão pequenas que o que as pessoas não entendem é...
passariam que andar com morcego a corda de cabeça pra baixo, né? O Barça tem 5% da empresa. Mas assim, 5% daquela empresa na carteira dele é, sei lá, no gráfico da pizza não aparece nenhum, sabe? Nem aparece. 0,00? 0,00 nada. Então assim...
Se der certo, porra, grande a simetria, entendeu? Deu certo, como deu com a Unipar. Agora, o cemitério é um lugar silencioso. Muitas no meio do caminho deram errado. Mas tem essa questão da alocação. Então, a gente divide a nossa carteira em duas grandes categorias. As empresas previdenciárias, que geralmente são as empresas best.
que são aquelas, poxa, reloginho, bons negócios. Pode dar errado? Lógico. Mas é mais difícil de você perder, como é que eu vou dizer assim, não enxergar uma perda de fundamento, digamos assim. Então, você tem que elas pagam bons dividendos, que é o core da nossa carteira. E é essa carteira que, depois de um tempo, permitiu, foi esse fluxo de dividendos que permitiu que ele olhasse para outra categoria de empresas da carteira dele, que são as empresas de oportunidade.
O que são empresas de oportunidade? São empresas que, por algum motivo, seja uma empresa internal, ou está alavancada, ou é uma small cap, que a gente imagine que isso possa um dia se tornar um grande pagador de dividendos. Ah, legal. Então, assim, a mortalidade de empresas dessa carteira é muito mais alta do que a dessa. O Banco do Brasil está aí há 200 anos, entendeu? Sim. Está aqui, não vai quebrar. Já quebrou várias vezes e recuperaram a empresa e tudo mais.
O dia que o Banco do Brasil não estiver mais aqui, o Brasil já foi faz tempo. Não, não vai. É.
Mas a gente olha para essa outra categoria de empresa. O Barsi olha muito para essa categoria de empresa. Eu tenho uma parcela também do meu capital nisso. Só que o que acontece? As pessoas, da mesma forma que as pessoas dizem que seguem o Buffett, as pessoas que dizem que seguem o Barsi, só vendo manchete de notícias, o que vende? O Barsi comprou mais uma vez Banco do Brasil de novo? Ou, porra, o Barsi está olhando uma nova grande oportunidade que ninguém está olhando?
Para a Napanema, porra, aí o pessoal vê. É uma... POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR POR P
baixinha. Aí o cara pega o patrimônio inteiro e compra, né? Porra, me bota, sei lá, 20% nisso.
Não está seguindo o bar, você concorda? Está seguindo as manchetes? Tanto que a gente não tem nem curso que ensina carteira de oportunidade. Escuta, para nós, réis mortais, e nós nos incluímos nisso, cara, faz lá a sua carteira previdenciária, você não vai se arrepender. Você não vai ter emoção também, mas você não vai se arrepender. Feijão com arroz, né, Lu? Faz o feijão com arroz, que assim, você vai estar muito bem no longo prazo, entendeu?
E uma coisa que vocês falaram que é muito importante é, gente, conheça as empresas que estão investindo.
olhem lá, entrem no site ah, que legal, eles são donos dessas lojas pô, e outra cuida do seu patrimônio, que nem a Luiz falou cara, a empresa que ela tinha tinha um posto Ipiranga cara, eu tenho duas opções, pô, eu posso abastecer no meu posto
Pô, no concorrente, vou tentar priorizar a empresa que eu estou investindo. Eu acho que facilita bastante. É, porque eu acho que você tangibiliza um pouco mais. Quantas pessoas investem em Itaúsa e não tem conta no Itaúsa? Você fala assim, cara, é meio contraditório. Compra BB e não tem conta no Banco do Brasil. Não necessariamente a empresa que você é cliente é um bom investimento. Pode ser que você adore a empresa, mas ela talvez não é um bom investimento.
Mas quando você consegue casar as coisas a uma empresa que você é cliente e ela é um bom investimento, sei lá, Banco do Brasil, eu estou supondo aqui, o Oklabim.
que a gente fala bastante também, aí é maravilhoso, porque você fala... Você consegue tangibilizar mais dentro de você, que aquilo é... Exatamente, e vira até um processo muito mais educativo, igual o Lucão tava falando, a gente tava falando do meu filho. Meu filho chega aqui, você gosta do seu álbum de figurinha da Copa? Gosta, sabe esse papel aqui? Esse papel aqui vem da Klabin. Você quer ser sócio de uma empresa que vende esse álbum pra todo mundo?
Então fica muito mais fácil você educar as pessoas e aí você começa a se importar em ser um pequeno dono de um grande negócio, que é o que o Barsi sempre fala. Então a questão da gente tentar participar de assembleia das empresas,
Tentar dar uma lida nos resultados. Hoje já tem tudo mastigado. Então, uma vez a cada três meses, você dá uma olhadinha nos resultados para ver se a empresa está indo bem ou mal, se ela está cumprindo os projetos. Você tentar, talvez, visitar as empresas. A gente sabe que a grande maioria das empresas não estão abertas a isso, né, Lu? Mas a gente, no OGF, sempre grava, tenta colocar, a gente visita e tal. E tentar aproximar o pequeno investidor dessas empresas.
Porque é isso que depois faz o cara ficar mais tempo na empresa e sentir um pequeno dono de verdade. Total.
Eu queria perguntar para vocês, a gente falou no começo aqui que a gente vai ter uma collab, Grupo Prime AGF. Então, a gente vai ter vários cursos lá dentro, vai ser uma oportunidade super legal. Eu queria que vocês falassem um pouco do que do lado de vocês, assim, beleza, o cara fala assim, cara, eu quero estar junto da AGF, quero aprender com o Barsi.
Vocês estão falando de uma oportunidade legal. O que esse cara vai ganhar? O que ele tem lá dentro de aula? Ele aprende a montar uma carteira? Fala um pouco do que vai ter dentro desse produto aqui, inclusive em parceria com a gente aqui do Grupo Primo. Legal. A gente tem três produtos, basicamente. A gente tem o JBI.
que é o jeito Barsi de investir, que é o nosso carro-chefe, que é o curso que o Barsi autorizou, chancela do Barsi, o Barsi criou esse curso junto com a gente, onde a gente traz toda a metodologia desses 50 anos do Barsi, como que ele fez para chegar lá. Então, esse é o curso principal que vai dar o embasamento para a pessoa conseguir montar uma carteira previdenciária. Depois, para a pessoa que quiser aprofundar um pouco mais, a gente tem o nosso curso setorial, que é o BESH. E aí
Então banco, energia, seguro, saneamento e telecom. Então a pessoa vai entender as características, as particularidades desses cinco setores. Então nós vamos falar sobre ele. E para empacotar tudo, depois que você aprendeu toda a teoria, você entra no app. O app vai ser uma forma de você tangibilizar o que você aprendeu acompanhando a sua jornada como investidor de carteira previdenciária. Então é um pacote completo. Você faz as metas, você tem o simulador histórico.
Ele já dá os rankings pelos filtros avançados que você pode fazer, então, por MDI, que é o mapa do dividendo inteligente, o preço teto, então, tudo que a gente ensina nos nossos cursos, você consegue fazer na prática pelo app, né? Tem o DCO também, que é o dividendo com opções, que aí já é o módulo mais avançado, né? Para quem quer usar derivativos com moderação, viu, galera?
Então, enfim, são produtos muito completos mesmo a plataforma também. Tem o livro do Barça também, o livro em parceria com os meninos também. Ah, é verdade. A gente vai ofertar o livro para os primeiros, né? Ah, legal. A biografia. O Rei dos Dividendos e o Investidor de Ações e Dividendos, né? Que foi uma parceria muito legal nossa com o Orleans e o Felipe Pontes.
Então, enfim, é tudo que você precisa e são cursos e estratégias complementares também aos produtos que vocês vão oferecer do Grupo Primo. Sim. Então, para quem gostar de dividendo, tem esses produtos. Tem o MBA também. Tem o MBA. Isso que eu ia falar. Um dos produtos que a gente tem junto, que é o MBA. Cara, você vai ganhar. Você vai fazer o MEC. Inclusive, um dos MBAs mais bem sucedidos do Brasil foi o nosso. O MBA de Value Investing com o Luiz Barsi. Então, são produtos que, de fato, são...
Muito bom. Os vezes vão ser dois anos para você conseguir ter acesso a tudo isso de conteúdo. Caramba, dois anos é bom. E ainda vai ganhar o Verde Renda. Vai ter Finclass. Do meu milhão. Vai ter o do meu milhão. Ou seja, um monte de coisa. E a Finclass tem comunidade. A gente tem analistas. Tem cartilha recomendada. Cara, você vai ter o combo completo. Não tem como. Se você comprar isso aqui...
Você consumir de verdade. Não é pra você ficar comprando o negócio e deixar pra lá. Não, é consumir. De verdade, cara. Você criar uma rotina pra você consumir isso, não tem como dar errado, gente. Não tem como, tá bom? Vou deixar pra vocês aqui o link na descrição que é o arco de na tela pra você se inscrever. E porque assim, cara... E no final você vai descobrir que o mais compacto de todos é só assistir os conteúdos mesmo. Porque a parte de investir é a parte fácil. Porque depois que aprendeu... É beleza, pô.
Você vai entrar uma vez por mês no homebroker lá e vai ficar cuidando da sua carteira. É isso aí. A parte difícil é essa, né? É, aprender. É aprender, mas depois que aprender, eu vou botar na praia. Aí você vai agradecer e vai falar assim, putz, ainda bem que eu vi o Primocast há 10 anos atrás. Daqui a 10 anos você vai falar assim, puta, ainda bem que eu vi os caras lá. Graças a Deus. E agora estou com a vida resolvida. Você tem que parar de ficar ouvindo a história.
Por exemplo, eles estão na turma 23 do Método Barsi. Ele foi da turma 1, o terceiro. E hoje ele é CEO.
Entendeu? Então, tem várias histórias. Aqui no Grupo Primo tem várias. Tem gente que comprou do 1. Tem, né? Tem muita gente. E é sócio hoje nosso. Que o cara se apaixonou pelo mercado. Mas você sabe que é um negócio muito interessante o que você falou? Pelo seguinte, eu fui da Turma 1 e como eu já investi há muito tempo, sabe quando você se encaixa numa metodologia e tal? E quando eu vi, eu já conheci o Barsi, o Barsi não tinha a exposição que ele tem hoje.
mas já conhecia, era uma lenda já lá na época. E quando eu vi que teria um curso do Barsi, eu falei, cara, é isso que eu preciso. Porque da mesma forma que vocês se identificaram com o Barsi, eu acho que esse otimismo, a simplicidade, é o que me chamou a atenção também. E como eu já era empresário do setor de tecnologia...
e eu gostaria de pegar os lucros que eu recebia nas empresas e investir em outros negócios, aquilo pra mim era música pros meus ouvidos. Porque, cara, é isso que faz sentido. Eu invisto numa empresa, eu tenho uma distribuição de lucro. Eu tenho uma empresa, eu recebo distribuição de lucro. Ou um ProLabore. Então, eu falei, cara, é isso. É isso que eu preciso. E aí foi a cereja do bolo. E aí, assim como aconteceu comigo, a gente escuta todo dia uma pessoa chegando e falando assim, cara, vocês mudaram a minha vida.
graças a Deus que eu comecei e eu lembro que em 2019, a gente tava no Corecon o Basti dava algumas palestras lá esporádicas, aí eu morava em Belo Horizonte ainda, não morava em São Paulo nessa época você trazia pão de queijo aí eu cheguei, essa que é a história agora que me trouxe, eu não traz mais e o dojo de leite
Aí eu, como bom mineiro, falei assim, nossa, eu vou lá conversar com o Barsi e falei, o senhor mudou a minha vida, eu gostaria de alguma forma retribuir o que o senhor fez por mim. Eu pensei que ele ia pedir um pão de queijo, alguma coisa, nessa linha. Aí o Barsi falou uma coisa comigo que eu não esqueci aquela vez. Ele falou assim, a única coisa que eu gostaria é que você espalhasse a palavra.
Ajuda o maior número de pessoas possível. Espalhando a palavra. Porque uma das grandes frustrações do Basti é que ele não conseguiu com que chegasse em todo mundo. A partir disso aí, eu tive a ideia que foi a criação do aplicativo. Foi a forma que a gente conseguiu... Começou com uma aposentação. Assim, democratizar, chegar no maior número de pessoas possível. Hoje a gente tem mais de 600 mil usuários dentro do aplicativo que seguem a estratégia e que têm uma oportunidade finalmente de mudar de vida.
Muito legal. Luiz, e você... Vocês estavam falando agora, né? Em questão do bar se atingir muitas pessoas e tal. Vocês tinham essa intenção, de alguma forma, de ser uma... De serem tão emblemáticos, tão icônicos assim? Você vai assim, cara, não. Simplesmente aconteceu.
Eu vou ser bem sincera pra você. Eu falei, cara, eu não sei o que vai sair disso, se vai ser grande ou não, se as pessoas vão gostar ou não. Mas eu falei, mas essa história é muito boa, porque ela é verdadeira. E eu acho que o nosso país tá muito carente de histórias de porra, de pessoas que realmente prosperaram pra gente falar pras pessoas que ganhar dinheiro é bom, né? Sim. As pessoas têm ojeriza a quem tem sucesso, né? Pra algo que se destaca é martelado e tudo mais.
Mas realmente, o melhor paralelo que a gente tem no Brasil em relação ao Buffett, de chegar do zero e construir realmente a fortuna em ações, é o Barsi. Hoje a gente tem outros investidores que são conhecidos, que investem inclusive na física, que são maiores do que o Barsi. Vamos supor aqui o Juca Abdala, tem 5% da Petrobras. Ele é o investidor maior que o Barsi. Mas ele não começou do zero, por exemplo.
Não desmerecendo e nada disso. Não é isso que eu estou querendo dizer. Mas o cara que pode dizer hoje que é o maior investidor de Bolsa que ganhou as coisas em Bolsa é o Barsi. Ele é a prova viva de que esse negócio aqui dá certo. E tiveram outras pessoas ao longo do caminho que seguiram, mas que obviamente não quiseram dar a visibilidade a isso. Mas nós conhecemos pessoas que...
Enriqueceram na bolsa. Talvez não chegaram ao nível do Barci. Muito provavelmente porque as pessoas não quiseram também passar pelas provações que o Barci fez. As concessões que o Barci fez para chegar onde ele está. E pela mentalidade. É um cara muito único. Assim, focadíssimo. A maior habilidade do Barci não é a habilidade analítica em si.
É habilidade e disciplina. O cara é muito disciplinado. Então, 87 anos, ele vai praticamente... Essa semana não que ele tá viajando, né? Agora, pô, pode viajar um pouquinho também, viu, pai? Tá viajando e tá indo pra onde? Adivinha pra onde? Vai, vou te dar uma chance. Gramado. Gramado.
É um rapaz de hábitos, entendeu? Eu sempre falo isso em off, mas sei falar isso em público. Gente, eu e o Lucan conhecem muita gente. A gente grava podcast há sete anos. As pessoas mais ricas que a gente conhece são investidoras e empreendedoras. Elas não são influenciadoras e celebridades. Elas são exclusivamente investidoras e empreendedoras.
Empreendedores executivos. Executivo. Então você pode amar um famoso, uma celebridade, pode se inspirar, mas se você quer enriquecer financeiramente, ter inspirações, você tem que olhar sempre para os executivos, investidores e os empreendedores. Tem muitos LTs aí, super milionário. O pessoal acha que não dá para ficar. Eu acho que... A gente conhece vários aí.
Se eu pegar o ano inteiro que eu gravei ontem com pessoas famosas, eu conheço CLTs muito mais ricos que essas pessoas famosas. É verdade. Porque tem muita gente que ganha dinheiro e fazendo isso. Ganhando seu salário, investindo na Bolsa de Valores e conseguindo multiplicar tudo isso. E todo mundo que a gente conhece investe. Até agora, os influenciadores estão começando a investir porque o Tiago está convencendo a galera a começar a investir esse dinheiro.
Isso é muito legal. Porque a galera... Gente, a gente já conheceu muita gente grande que...
Acaba o hype e a pessoa vem pedir ajuda e a pessoa já não tem mais nada. Pois é. O dinheiro acaba, né? É mais comum do que as pessoas imaginam. Porque é isso, né? A fama, a influência, ela passa, né? Sim. Mas, enfim. Eu não imaginava que ia ficar um negócio tão grande. Mas eu já imaginava que daria certo. Se eu não pensar... Eu nunca tive dúvida de que daria, assim...
vai dar errado, não, cara, vai dar certo porque é de verdade, porque a história é muito bonita e porque tem realmente uma coisa aqui pra ser passada adiante, né, então até falando um pouco sobre isso, nessa questão de legado e tudo mais, acho que o AGF é a tangibilização dessa minha vontade de passar o legado adiante, né
jamais eu vou ser o Barsi Barses, Silvio Santos Vermilho de Moraes, esses grandes caras que porra mudaram a forma como a gente vê o empresariado no Brasil que foram inovadores eles tem um carisma próprio sabe assim, são magnéticos eu não sei se eu tenho isso e não sei se eu poderia copiar, eu não vou ser o Barsi
Mas, poxa, eu posso ser uma derivada do que ele construiu e multiplicar isso daqui em diante, né? Então, cada um tem a sua missão própria, né? Acho que a partir do momento que eu me livrei dessa cobrança de, porra, o que eu faço pra estar à altura do meu pai? Pô, eu não sei. O cara nasceu com uma aura que é dele, entendeu? Que eu não sei se eu tenho.
o tempo vai mostrar isso, nem deu tempo ainda deu saber sobre isso enfim mas era uma cobrança que eu tinha muito dentro de mim e eu acho que o AGF foi a tangibilização, foi provando pra mim mesma de que, poxa, eu consegui sanar uma dor que o meu pai não conseguiu lá atrás, olha que legal
Ele sempre foi uma pessoa de exposição pública, que não na proporção que é hoje, mas ele sempre escreveu para o jornal. Ele foi, inclusive, editor-chefe de economia de um jornal de grande circulação na década de 80. Ele escrevia artigos e tudo mais. Então, sempre foi um cara que foi professor. Ele sempre tentou...
ensinar e passar adiante, ele nunca represou o conhecimento pra ele. O Fábio, mesmo um dos nossos sócios, pô, ligou lá na corretora, ficou sabendo por um alguém que operava na corretora que meu pai operava, que o Barça operava lá e que, pô, se você ligar pra tal número, o Barça atende e te ensina. Sei lá.
99, acho que foi isso. E foi isso. O Fábio ligou, aí o Barça. Oi, seu Barça, tudo bem? O senhor não me conhece, mas o meu parente opera pela corretora que o senhor opera. Ele me comentou que um dia encontrou o senhor no corredor. O senhor sentou lá com ele e deu uma aula, duas horas, falando de bolsa. O senhor se importaria de me atender? Não, não. Pode vir amanhã, meio-dia. Já vi ele fazendo isso.
E ele, assim, até pouco tempo atrás, da fama, vamos dizer assim, ele fazia isso mesmo, né? As pessoas iam na corretora, na elite, e, pô, ele recebia de maior bom gosto. E fez isso com o Jean. Fez isso comigo. O próprio Felipe também chegou assim. O Felipe estava em transição de carreira, indo para ser assessor e tudo mais, e chegou assim. Então, é muito louco, né? O cara sempre quis ajudar e parece que as pessoas, não sei se não estavam prontas ou ele não estava na plataforma correta. E aí, vem o eu, pô, de uma segunda geração.
Pega o que já tá pronto, vamos dizer assim. A gente transforma isso num negócio. E vai pra internet. Entendeu? Uma coisa que talvez ele não teria como fazer. Eu fiz. Poxa, olha que legal. Então, talvez as pessoas que conheciam o Barsi antes. Hoje, muito mais gente conhece o Barsi pelo trabalho que a gente faz. E quando eu tiver filhos, né? Se eles optarem por seguirem o que eu faço.
Poxa, que privilégio eles vão ter de provavelmente usar a tecnologia que quer que seja lá no futuro, que eu não vou ter capacidade de olhar, que eles olhem para isso e amplifiquem ainda mais, né? Então, é possível você dar continuidade às coisas e imprimir a sua marca, imprimir a sua personalidade, né? E aí foi uma das coisas de transformar uma estratégia.
em uma estratégia, seja em curso, seja uma estratégia para você aplicar, por exemplo, nos nossos consultores, nos nossos assessores, para fazer a carteira para você, seja no app, seja via livro. Enfim, acho que a gente amplificou esse poder, essa capacidade que a gente tem de passar esse conhecimento adiante. Então, isso é...
Muito legal. E transformar a Barsi numa marca, né? Sim. Então hoje você pensa em dividendo... Vocês são uma marca. A gente é uma marca. Completamente. Cara, é uma marca isso. Pô, o dia... Esse dia vai acontecer, a gente espera que demore muito, mas o dia que o Barsi não estiver mais aqui, porra, o cara pensa GF, o cara digita dividendos no chat de EPT ou no Google, quem que aparece? Barsi. Sim. Entendeu? Então assim, construir uma marca baseada no que, porra, meu pai criou lá, assim, é...
Desculpa falar, mas é muito foda, assim. Pra mim é uma honra muito grande, né? Sim. Então é muito legal ver isso se espalhando por aí. A gente tem...
É um negócio meio familiar, né, Gil? Não, parabéns pelo trabalho. O que é legal, assim, porque hoje a gente conseguiu incorporar isso na empresa de tal forma que todas as pessoas que estão inseridas na cultura da empresa têm um objetivo que é levar o legado adiante. Isso é muito legal. De uma forma correta. Então você imagina o seguinte, a grande maioria das empresas que estão começando ou algumas que já estão há tantos anos no mercado, elas sempre estão procurando um propósito.
para justificar a existência da empresa. O AGF é uma empresa que tem um propósito desde o primeiro dia de nascimento. Que é o quê? Que é você levar o legado. Que é você realmente transformar a cultura de investimento através de uma estratégia de uma pessoa que começou do zero e chegou onde chegou. Então isso, para a gente, é algo assim, que é inegociável, né, Lu? É uma das coisas mais importantes que a gente fala o tempo todo.
A gente não aceita atalho, a gente não aceita coisas, excusas, nada, parceria. Então, assim, é algo que o nome, que a marca Barsi, ela está acima de qualquer coisa e a gente incorpora. Então, quando as pessoas entram na empresa, elas estão lá porque elas acreditam na metodologia, elas acreditam no propósito da empresa. E a grande maioria que entra na empresa eram ex-alunos que acompanham a gente. Então, isso é muito legal, porque você traz pessoas para trabalhar com a gente que são fãs.
que a gente transformou de alguma forma a vida delas. Então fica tudo muito mais fácil, né? Porque as pessoas querem contribuir para expandir essa palavra no resto do Brasil para as outras pessoas também. Não é gostoso você ainda ganhar dinheiro com isso, né? Você ama? Porra, é um baita privilégio, né? Bom demais. Eu queria encerrar com uma última pergunta aqui. Eu preciso sempre perguntar isso. Tá bom. O que o Barça está comprando?
o que o Barça tá comprando? qual foi a última aí da vez? deixa eu puxar aqui, agora eu não sei essa semana ele tá engramado, ele deve tá ligando aí eu não sei o que ele tá comprando hoje nossa, imagina me ajuda, o que ele tá comprando esses dias tá mais parado por enquanto agora, viu? o mercado deu uma subidinha tal, o jacaré tá meio que
Não é espera, por enquanto. Tá caindo milhão por dia lá, ele falou, ah, deixa que é essa semana. É, ele tá fazendo aportes menores. A gente, como um todo, tá fazendo aportes menores agora. A gente tá comprando um pouquinho de caixa, né? Ele tem uma posição já... Caixa de Seguridade, né? Bastante robusta de caixa, mas sempre que dá, vai comprando uns pouquinho. 17 e pouco, ele tava comprando um pouquinho. Mas nada muito... Nada que vale a pena, um grande highlight aí em matéria de jornal.
Nada novo. Tem que tirar aqui, hein? Tem que tirar a matéria da galera. Uma outra coisa que a galera tá perguntando é... Ele aumentou a frota, ele tá comprando mais... Nada.
Ele tem trocado mais... Vocês sabem que começou a aparecer uns comentários pra mim? Tipo, nossa, o Barça é lasanheiro. O quê? Ele é o quê? Ah, é, tem umas lasanhas. Umas lasanhas. O que é uma lasanha? Eu fui pesquisar, que é, pô, gosto de carro mais antigo e tudo mais. Inclusive, quem tiver interesse, ele tá vendendo o Tiggo, viu? Tá vendendo o Tiggo? Tá vendendo o Tiggo. É o tanque de guerra, né, Lu? Ah, não, vou ligar pro Tecar e fazer o Tecar comprar o Tiggo.
Cara, ia ser muito bom esse vídeo, hein? Vamos gravar esse vídeo dele lá? Vamos lá levar. Levar o Tecar lá pra comprar o Tiggo? Ele analisando o Tiggo do Tiggo.
Vamos fazer isso. Vamos fazer esse vídeo. Cara, ele tá vendendo o Tiggo, a gente pode organizar isso aí. Chama o Tecar lá em casa pra ver se ele consegue vender. Não, eu vou... Cara, esse vai ser um baita vídeo, cara. Quem comprar isso vai ser demais. Cara, pode botar num museu, né? Comprou o Tiggo do Barsi, porra. O Barsi falou que não se fazem mais carros como antigamente. Pensando bem, acho que eu vou comprar esse carro, viu, Gê?
Ele deu dois tapas na bataria, falou que não se fazem mais carros como antigamente. Esse carro é um tanque? É. Esse carro...
Muito bom. Gente, sempre bom falar com vocês, conversa sempre muito agradável, sempre coisa nova. Eu sei que a gente fala sempre de dividendos, mas a gente sempre traz alguma coisa, alguma visão diferente. Mas tem coisa melhor do que falar de dividendos? É porque a gente sempre pensa assim, nossa, cara, será que vai ter alguma novidade? A gente sempre consegue trazer uma conversa legal. Mulherada, o dividendo é melhor que Botox, confia.
Olha aí, cara. É isso aí. Então, pessoal, só relembrando, a gente vai ter uma collab muito legal, a maior collab do mercado financeiro, a AGF Grupo Primo. Se você quiser adquirir todos esses produtos, que a gente vai deixar uma lista aqui embaixo, é só você se inscrever no QR Code na tela ou no link da descrição. Não perca. Não. Não perca. Eu não sei se vai ter outra. Eu acho que não vai ter outra, não. Isso aqui é o... A gente falou, cara...
Se o Barça souber o quanto a gente está vendendo, ele vai ficar bravo. É muito difícil juntar todo mundo. Duas empresas gigantescas. Tiago, Perini, Barça, Luiz, o pessoal da AGF é doideiro. Pessoal, obrigado. Como é que faz quem quiser seguir vocês? Não sigo a Luiz, não sigo o Jean, não sigo a AGF. O meu Instagram é Jean M. Melo. A gente tem as redes da AGF, que as ações garantem. E no YouTube também a gente tem um canal lá.
Ações garantem o futuro. É luize.barsi no Instagram. Cuidado com fakes, hein, gente? É, fakes falando por aí. Barsi com S. É, provavelmente ela não deve estar pedindo pique de mil reais. Não. É fake, tá? E não tem grupo com dicas também. Cuidado, tá? Grupo com dicas é muito bom. Pessoal, muito obrigado. Dê cinco estrelas, curta o vídeo, compartilha, segue o canal aqui no YouTube. É isso aí. Grande abraço, até o próximo episódio e tchau. Tchau.
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