PrimoCast 523 | A ESTRATÉGIA DOS GRANDES EMPRESÁRIOS PRA FAZER EMPRESAS CRESCEREM
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No Primocast de hoje, recebemos *Alfredo Soares*, fundador do G4, empreendedor, mentor e uma das vozes mais influentes do ecossistema de negócios do Brasil.
Nesse papo, falamos sobre como transformar imagem em receita, a importância do fundador aparecer como canal da marca, e como o G4 construiu uma operação que cresce sem depender de tráfego pago.
Mas também teve espaço pra falar de sonhos, propósito, os objetivos que movem o Alfredo dentro e fora dos negócios, e reflexões pessoais sobre a vida, escolhas e o que realmente importa pra ele.
Um episódio denso, técnico e inspirador, pra quem quer crescer com margem, construir marca de verdade e entender como o G4 virou o que é.
Hosts: Thiago Nigro @thiago.nigro
Convidado: Alfredo Soares @alfredosoares
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Liderança e autoliderançaEmpatia e Raciocínio Lógico · Mercado de Luxo e Escassez · Controle de Demanda e Oferta · Decisão de Não Crescimento
- Otimização do Processo de Venda e AtendimentoMarca Forte · Criação de Audiência · Geração de Demanda · Máquina de Conversão · Expansão de Receita · Crescimento Orgânico
- Crescimento EmpresarialDisciplina de Conteúdo · Identidade e Posicionamento · Arquitetura de Canais · Arquitetura Social · Grupo Ponto de Açúcar · SAF
- Comunicação ExecutivaFounder-Led Growth · Conteúdo como Canal de Distribuição · CIMED · SAF
- Sonhos e Aspiracoes PessoaisReconhecimento da Filha · Ser Reconhecido pelo que é · Legado e Impacto Social · Mês Mariano
- Mentalidade EmpreendedoraThales · Nardon · Visão e Liderança · Cultura Organizacional · Racionalidade e Caixa
- Estratégia de Compra e VendaHype Cycle · Comportamento do Consumidor · Prova Social · Black Friday
- Técnicas comerciais fundamentaisObjetivo do Pitch · Impacto Gerado · Curiosidade e Necessidade · Emocional e Racional
- Gestão de TalentosCriatividade e Combinação de Ideias · Proatividade · Humildade e Colaboração · Organizar Pensamento · Educar Pessoas · Comunicar
- Viver o presente e lidar com o futuroPaixão pelo Futuro · Intencionalidade e Repertório · Gestão da Vida · Avião Intercontinental
É uma negligência o que vocês tão fazendo. Você me falou que tem um episódio do B**** que vende B****. Por que que você nunca botou o Ed nesse episódio? Que não é só sobre trabalhar muito e ganhar dinheiro. É sobre trabalhar certo e conseguir ganhar mais com menos esforço. Essa é a engenharia perfeita de um empresário.
A gente vai falar sobre como o fundador pode virar o rosto da sua empresa e com sua máquina de vendas.
Porque gente que trabalha muito e não ficou rica, tu conhece vários.
Ah, sim.
Então trabalhar muito não garante riqueza.
Qual que é o segredo na construção de uma oferta e de um bom pitch?
Você não tem que falar o que você vende, você tem que falar o impacto que você gera.
Uma vez você falou pra mim que você tinha uma das suas metas ali no Moura de Sonhos era vir aqui no podcast, por exemplo. Cara, o que mais que ele tem no Moura de Sonhos dele?
O maior sonho da minha vida hoje é ser reconhecido pela minha filha. Podem ter 10 mil pessoas me aplaudindo, acho que o aplauso mais importante da minha vida hoje é o da Antônia. Eu não quero ter o maior canal do YouTube do Brasil, nunca foi, ah, eu quero ter o maior, papapá, mas sempre foi assim, pô, eu quero ter um canal foda, sabe?
Mas vocês estão sempre lá no último dia do mês arregaçando e imagino que deve ser um dia importante de vendas, né?
Cara, a gente vende em torno de R$7 a R$10 milhões hoje no último dia.
O que é o Founder Let Grow? E no final das contas, como fazer isso numa companhia?
Eu conheço várias pessoas que pensaram em Deus diferente depois de algum papo contigo. E essas pessoas admitem isso.
A gente vai falar sobre como o fundador ou líder da empresa pode ficar famoso e ajudar o seu negócio a vender mais. Não necessariamente a fama de autógrafos, etc., mas uma fama boa. Ou seja, como que eu faço com que os meus potenciais clientes conheçam sobre o meu negócio e eu consiga vender mais para essa pessoa? E de alguma forma eu trouxe aqui talvez, se não for o maior nome em autoridade em vendas, em marketing, em relacionamento, em networking e tantas outras áreas, ele com certeza tá ali.
É um cara que eu gosto muito e ele é Alfredo Soares, que é cofundador e mentor do G4, autor de 4 best-sellers e referência em marketing e vendas no Brasil. Seja muito bem-vindo, Alfredo.
Tiagão, primeiro é um prazer estar aqui, segundo falar de um tema que eu acredito que eu estudei muito o seu case nas várias fases diferentes de Tiago Negro, Grupo Primo, podcast, Instagram, YouTube. Para poder hoje aplicar em várias empresas, inclusive no G4. Então, cara, para mim é uma honra estar aqui, é um milestone na minha carreira poder fazer um podcast com você, one-on-one, podendo trocar uma ideia de um assunto que você é muito bom e que eu acredito que eu tenho me tornado referência também por ter estruturado o conhecimento e estar educando outros empresários nesse tema, que na minha opinião é uma grande ferramenta para crescimento de negócios de forma sustentável, analisando que cuja aquisição de cliente só fica mais caro no mundo.
Cara, muito bom. Tem muita coisa para falar hoje. Quero falar também sobre esse livro que está na sua mão daqui a pouco. Só que antes da gente entrar no conteúdo, Alfredo, tem dois recados que eu quero dar para a galera. Primeiro, eu quero dar um presente para você. Cara, olha só o que o Mercado Bitcoin separou. São dois presentes aqui para você. Dá ali, por favor, Lorraine.
Sou cliente aí, Mercado Bitcoin.
Olha só, o Mercado Bitcoin é o novo parceiro do Grupo Primo. Ele está no mercado brasileiro há 13 anos. Pega essa jaqueta aí, olha que animal. E ele sempre defendeu a regulação de alguma forma do setor cripto. Ele é um lugar seguro e de confiança para você investir em cripto. Eu mesmo já fiz alguns vídeos investindo por lá. E você pode abrir a sua conta no Mercado Bitcoin usando o cupom PRIMO250. Se você fizer isso, quando você investir R$250, o Mercado Bitcoin vai te dar outros R$50, sem pegadinha, Sem segredinho, sem nada.
Então, vou deixar o link na descrição para você poder pegar os seus R$50 e começar a diversificar a sua carteira em cripto. Maneira essa jaqueta, né? Animal!
Kit animal. E para o bom vendedor, MB já é marketing bom, né? Marqueteiro bom. Já consegui dar até um slogan para essa jaqueta.
E essa caixinha aí, o que tem de massa dentro?
Cara, deixa eu ver.
Let's see.
Que isso, rapaz? É um colecionável.
É loucura, né?
Olha.
Não, cara, você não vai acreditar. Eles estão ali na Faria Lima, eu visitei eles. E aí tem essa estátua na fachada, na Faria Lima.
Que animal.
Tem um cafezinho lá que dá para entrar.
Miami também parece ter uma estátua de Bitcoin.
É, em Miami tem um de Bitcoin.
Cara, eu entrei nesse universo de Bitcoin primeiro por influência do Perini, que sempre trouxe essa pauta de forma muito acessível, democrática. E por conta de acreditar muito em diversificação.
Sim, total.
E mercado Bitcoin é longe.
Tem que ter um pouquinho, é uma coisa interessante. Mas enfim, temos outro recado também antes de começarmos a aprofundar no assunto, que é o recado sobre o Lucro 2X. Empreender talvez nunca tenha sido tão desafiador. Por outro lado, também talvez nunca tenha tido tanta oportunidade para a pessoa que sabe o que está fazendo. Então você tem custo, margem, concorrência... É cada vez mais complexidade e é por isso que decidimos juntar o G4 e o Grupo Primo.
A gente se uniu para fazer uma live especial para vocês, discutindo o que realmente funciona para crescer no cenário atual do Brasil. Então, a gente vai fazer uma live, a gente juntou o G4, ou seja, Alfredo, Thales, Nardon, Grupo Primo, eu e o Perini, e no dia 11/08 a gente vai estar ao vivo para te ajudar a construir esse plano para o seu negócio. Está preparado, Alfredo?
Cara, estou preparado. Acho que falta LED Growth, marca pessoal, estrutura de canais, eficiência operacional, uso de IA. Acho que o legal foi que a gente primeiro topou falar, né, tanto a gente quanto vocês, o que a gente nunca falou. E segundo, focar do cara dobrar o lucro. Então não é o crescimento pelo ego do empreendedor, não é falar para o cara sair abrindo loja, é ensinar o cara a crescer de forma sustentável, né. Então vai ser muito acessível para quem tem uma indústria, um serviço, um varejo.
A gente vai estar traduzindo boas práticas aí para sua realidade, para o seu negócio. Então fica o convite, 11/08, Eu reuniria o time numa sala e faria uma verdadeira convenção de lucro na tua empresa.
A galera não vê aqui no podcast, mas você viu ali o Hall da Fama que a gente chama. Então a galera sai do podcast, igual você daqui a pouco vai sair do podcast, vai tirar uma foto e botar ali no Hall da Fama. E eu olho para aquilo e eu penso assim que o meu trabalho é o melhor do mundo, porque eu sou pago para aprender com pessoas muito melhores que eu. E lá você tem 7 anos de episódio eu gravando. Então aqui eu vou ter uma mentoria com você, por exemplo.
Então eu aprendo e ensino, aprendo e ensino. Então a minha vida, os meus negócios, eles com certeza, parte do sucesso são explicados por causa das conversas que eu tive com as pessoas que eu me conectei. Então você poder conversar com pessoas que já construíram algo que você quer construir ou que são boas em áreas que você não é tão bom, isso daqui muda o seu resultado. Então na live que a gente vai fazer, as pessoas vão ter oportunidade de fazer algo parecido com o que eu faço no podcast.
Elas vão poder aprender conosco que em algumas áreas específicas a gente chegou onde algumas pessoas gostariam de chegar.
Eu chamo de intercâmbio intelectual. E acho que o nosso papel como empresa de educação é estruturar esse conhecimento para ele ser aplicável no negócio. Eu estou bem animado, acho que a estrutura de conhecimento que a gente está formando ali, essa máquina de... Esse ecossistema de vendas que vocês criaram, que a gente criou, são metodologias muito parecidas que os dois negócios foram construídos. E agora a gente tomar essa decisão de colocar isso para o mercado é realmente interessante.
Só queria que o meu concorrente não assistisse, mas tá tudo bem, a live é pública.
Cara, eu separei aqui alguns blocos para a gente conversar, para guiar um pouco a nossa conversa, e a gente fora isso vai acabar abordando vários outros. Mas basicamente um bloco sobre vantagem competitiva, tendo um fundador como vantagem competitiva. Um bloco sobre construção de máquina de vendas. Como que a gente pode construir uma máquina de vendas no nosso negócio, como você falou, para que a gente tenha vendas recorrentes, crescimento recorrente.
Um bloco 3, acho que falando de alguns grandes founders que talvez usem a sua influência para poder vender e crescer mais. E um bloco 4, algumas lições para o empreendedor. E fora isso, quero entrar um pouco na sua vida pessoal, quero saber um pouco de onde você veio, Por que a sua mente funciona do jeito que funciona? E talvez a gente pegue até um pouco da sua carioquicidade que te ajudou a ser um bom vendedor e tudo mais. Cara, você hoje é um bom vendedor. Eu vou partir dessa premissa, ok?
Ok. Aceito, justo.
Ok.
O que te fez um bom vendedor?
A empatia que a minha mãe me ensinou com raciocínio lógico que meu pai me treinou. Caraca, cara! A minha mãe sempre foi uma pessoa muito para os outros e ela me ensinou a ser assim. Ela me ensinou a ter empatia, ela me ensinou a ser um cara carinhoso, ela me ensinou a ser um cara atencioso, e ela me transferiu muito forte esses valores ao longo da vida dela. E o meu pai, por outro lado, me ensinou a transformar tudo em números improbabilidades, e isso fez com que eu me tornasse um cara eficiente.
Então, quando eu olho para como a minha cabeça funciona e para minha habilidade diferenciada, eu vejo meu pai e minha mãe por completos assim. Eu vejo o carinho, a empatia, atenção e o cuidado da minha mãe, e eu vejo, por outro lado, a agressividade, disciplina, brutalidade, de certa forma, e raciocínio lógico, pragmático do meu pai.
Caraca, que sacada! Ou seja, você está falando que o que fez um bom vendedor é a mistura de empatia com raciocínio lógico.
Então, eu tento sempre que ouvir alguma coisa... Não tem mistério, eu preciso gerar valor, reter atenção, criar interesse através de desejo ou necessidade, e construir a solução. E eu não preciso ser a solução, eu posso conectar a solução. Então eu sempre acreditei que se eu for útil, eu sempre vou estar sendo considerado pelaquela pessoa. Então eu tô mais preocupado em ser uma pessoa útil do que em pegar o dinheiro do bolso do cliente.
Mas aí, cara, por exemplo, realmente a empatia ela é muito poderosa, talvez uma das dos gatilhos mais poderosos que existam na minha leitura aqui. Só que eu lembro uma vez, eu vi que você está usando um Vacheron bonitão, etc. E eu lembro que uma vez eu fui na Patek e eu senti zero empatia do vendedor. Na verdade, foi quase que o contrário. É como se o cara quase que me odiasse. E por algum motivo eu saí de lá querendo comprar o relógio com muito mais intensidade do que quando eu cheguei.
Porque eu não pude comprar. Então, o que você acha que é uma... O que tem por trás de uma estratégia de vendas como essa, por exemplo? Eu concordo com você que a empatia raciocinológica funciona, mas por que nesse caso zero empatia fez eu querer comprar mais? Como você lê isso?
Isso é muito bom. Uma vez eu falei aqui no PrimoCast que o mercado de luxo é tóxico.
É verdade.
Se você parar para analisar, isso acontece também no relacionamento humano. Quantos relacionamentos humanos às vezes eles não conseguem terminar por conta de um lado ruim do lado bom, do lado ruim do lado bom? Eu acho que tem aí uma questão de neurociência do ser humano em si. Isso se repete ao longo da história da humanidade, esse tipo de comportamento. E é muito louco, né? Porque isso só acontece por conta da alta demanda. Se você olhar pra 5 anos atrás, a Patek não era assim.
Se você for há 10 anos atrás, você chegava numa loja da Patek, comprava um Aquanaut como qualquer outra pessoa. Então a minha inflexão sobre esse tema é o que qualquer ser humano faz com poder. E a geração de demanda é o superpoder para uma marca. Conseguir criar uma máquina de demanda, tenho mais pessoas interessadas porque O que faz uma marca ser foda, Thiago, não é quanto ela vende, mas é controlar demanda e oferta. Então ela determina se o produto tá sold out, não tá sold out, se vende muito, se vende pouco.
Então quando você pega bolsa na Hermès, quando você pega relógio, quando você pega uma série de coisas, você ter o poder de arbitrar demanda e oferta faz você ser desejado.
Então você tá falando assim, a escassez é uma estratégia de venda, né?
Tanto é que não é com todos os modelos, você tem camadas de escassez. Então, se você foi indicado por um cliente da marca, a marca te vende, mas não te vende todos os produtos. Aí ela simplesmente controla a sua jornada. E isso na venda é o de mais sofisticado que existe. É você, cara, ver vocês aqui no Grupo Primo, quantidade de cliente interessado versus número de consultores na portfólio, vocês dominam demanda e oferta. Sendo assim, vocês determinam velocidade de crescimento.
Por quê? Para manter qualidade. Só que quando você mantém qualidade, você cria desejo, porque mais pessoas querem aquilo e nem todo mundo pode. Então o que existe de mais sofisticado num vendedor é ele controlar a vontade do cliente. Então é ele conseguir te manter, ele respeitar a jornada. Então Eu lembro até, eu lembro quando eu comecei a palestrar, que eu acabava a palestra e botava QR code na tela, botava CTA na tela, aí acabava a palestra, descia, aí vinha aquelas pessoas assim, cara, como é que eu faço?
Eu falava, cara, qual é teu telefone? Qual é teu telefone? Qual é teu telefone? E um dia um cara me falou, falou, cara, você vai pegar o telefone de todo mundo, se você ligar pra todo mundo, todo mundo vai te atender? Não, tu vai começar a ter muito esforço e menos resultado. Inverte a lógica, começa a dar o seu telefone, porque quem tiver realmente interessado vai te ligar. E quando você fala de máquina de vendas, É sobre controlar a demanda e oferta, é sobre controlar insumo, é sobre a máquina rodar.
Porque se você roda a máquina demais, você estoura a máquina, a máquina quebra. Então é um jogo de engenharia. E vendas, principalmente quando você tá falando de internet, é sobre você fazer a engenharia certa do crescimento do teu negócio. Então quando eu vejo a Patek fazendo isso, pra mim é muito claro que ela sabe que se ela construir isso pro tipo de cliente novo Que tá comprando pela marca, que talvez não seja o cliente que ela quer.
E hoje, no mundo da relojoaria, só existe uma marca que faz isso de forma unânime, que é a FP Journe. É a única que realmente só vende para quem já criou uma relação com a marca. O resto sempre tem um relógio que vende. Se você vier de um canal, funciona. Não existe uma jornada pré-estabelecida. Agora, Isso não faz negócios exponenciais, isso constrói negócios grandes, não necessariamente exponenciais. Então quando você pega Rolex, ela determina quanto ela vai crescer e ela controla.
Quando você pega a Patek, a mesma coisa. Então essas marcas, elas decidem não crescer para conseguir manter o desejo e usar a alavanca de margem como uma avenida de crescimento. Então elas crescem por causa da margem, do preço. Não por qualidade de cliente.
A estratégia de— A decisão de não crescimento é a estratégia de consistência de longo prazo.
E aí ela cresce pelo— E aí a avenida de crescimento dela é muito saudável, porque é preço. Então você pega a correção de preço da Patek, a correção de preço da RM, a correção de preço dessas marcas, elas são muito consistentes no tempo. Então o que eu estou querendo dizer? Que não é só sobre trabalhar muito e ganhar dinheiro. É sobre trabalhar certo e conseguir ganhar mais com menos esforço. Essa é a engenharia perfeita de um empresário.
É, cara, como é que eu tenho menos esforço? Como é que eu escalo meu talento? E como é que eu ganho mais dinheiro trabalhando menos? Não é trabalhar menos no volume, mas trabalhar mais certo. Porque gente que trabalha muito e não ficou rica, tu conhece vários. Então trabalhar muito não garante riqueza. O que garante riqueza é Trabalhar certo, se valorizar, atribuir resultado ao que você faz, acertar modelo de negócio, dominar arquitetura e distribuição da tua empresa.
É isso que faz, pô. É só pegar vocês. O esforço de marketing, de decisão de marketing de um Grupo Primo é infinitamente menor do que o CMO de um banco tradicional, que o cara tem que acertar o influenciador, tem que acertar o anúncio, tem que botar na TV, tem que acertar o evento. Se você pegar o esforço de marketing de vocês versus o quanto vocês crescem, cara, vocês gastam muito menos dinheiro, muito menos tempo, muito menos esforço para gerar o número de lead qualificado num lead time de fechamento muito menor do que um banco que investe centenas de milhões de reais em mídia. Centenas de milhões de reais, cara.
Você, um dia desse a gente fez um negócio junto e você falou, você me ajudou a fechar algumas permutas, né? E aí você falou assim, pô, isso é um bom produto, é fácil de vender. E aí, indo para uma empresa, além do bom produto, o que você acha que são as principais variáveis ou componentes que a empresa precisa ter para, na sua visão, ela realmente construir uma máquina de vendas consistente?
Eu tenho esses pilares. Pilar 1, marca forte.
Marca forte.
Marca forte. A sua marca tem que ser forte. O que significa isso? Relevância. Não significa ser famoso. Você não tem que ser conhecido por 1 milhão de pessoas, você tem que ser reconhecido por 1.000 pessoas. Isso é uma marca forte, são as pessoas entenderem seus princípios, seus valores, suas associações, suas atribuições, suas convicções. Então as pessoas têm que saber quem você é, não é sobre te conhecerem. Ah, eu vi o cara correndo na rua com a melancia na cabeça.
Quem é o cara? Que que ele faz? Que que ele vende? Isso é alcance, audiência, celebridade. Beleza? Então marca forte é o primeiro pilar fundamental. O segundo pilar é sobre criação de audiência. Por que criação de audiência? É sobre frequência. O que faz uma mensagem virar influência é a frequência. Então, cara, desde o momento que você tenha podcasts toda semana, cara, você consegue formar opinião da tua audiência. Você tem stories todo dia, né?
O poder do Instagram, porque, porque te assistem todo dia. Então Você cria novos hábitos através de hábitos e de mensagens. Você consegue construir uma influência na tua audiência. A marca que não constrói uma arquitetura de canais é numa audiência— vê bem, audiência não é teu cliente. Aqui tem um ponto importante. Por exemplo, hoje a minha audiência é o colaborador do empresário. Aí o cara vai lá com conteúdo meu e mostra para o empresário.
Então eu produzo um conteúdo também para o colaborador para usar ele como ponte para chegar para o empresário com meu conteúdo. Então a minha audiência é quem forma a opinião do meu cliente. Cliente, não é só o meu cliente, tá? Então marca forte, criação de audiência para você poder arbitrar frequência. Imagina toda vez você ter que pagar um canal, influenciador, para poder falar, pô, o CAC dinâmico, né? Vai sempre gastando mais, mais para falar com o mesmo cliente.
Essa conta não fecha no tempo. Depois, criação, geração de demanda. Como é que você transforma audiência em demanda? E aí é um negócio que as empresas são muito ruins, que se chama oferta. A tua oferta é boa? Você usa gatilho mental, desejo, necessidade, curiosidade, para realmente você conseguir transformar aquelas pessoas que te escutam, que conhecem a tua marca, em demanda? Então, cara, isso é uma coisa que eu acho que hoje, que é CTA e oferta, as empresas são muito fracas nisso.
Elas botam um telefone, botam um QR code, mas elas não fazem um pitch, né? Depois a gente pode falar sobre isso, sobre esse pilar do pitch aí, que eu tenho mais uns insights interessantes, que tem muito a ver com o quê? Respeitar a jornada. Ou seja, eu não quero vender para o cara aqui no podcast, mas como é que eu levo o cara aqui do podcast assistir um outro conteúdo? Como é que nesse outro conteúdo ele conhece meu livro? Como é que no outro livro, para esse cara criar consciência para ele comprar?
É, depois máquina de conversão, cara. Vendas é performance em vendas, é produtividade, eficiência operacional. Ou seja, meu irmão, é intencionalidade. Lide bom para vendedor bom. Então, cara, eu tenho o melhor vendedor de um canal, qual é o meu melhor vendedor para esse tipo de cliente? E aí você ser intencional, você dá match entre cliente e vendedor para aumentar a sua probabilidade de conversão. É um trabalho de produtividade.
Não é sobre ser bom vendedor, não é sobre isso. É sobre ser, cara, matemático. Depois tem uma coisa que a gente chama de expansão de receita, que para mim, Thiago, é o maior sucesso de um negócio, que é o quanto você é capaz de fazer dinheiro com seu cliente. Para mim, aí que mora a longevidade do negócio. Quanto você tem capacidade, seja de parceria, seja de outros produtos, seja de outros serviços, aonde você consegue fazer dinheiro com seu cliente?
E aí é uma mistura de portfólio de produto, escada de valor, com canal de comunicação de relacionamento. Que que significa isso? Às vezes o cara veio pelo teu Stories, Mas aonde você vai conseguir se comunicar com o teu cliente hoje? No podcast, numa live. Então o cara te vê no podcast lá, você foi no extremo, uma galera nova te seguiu. Agora o cara vai consumir teu conteúdo. Então isso aqui não é só um canal de aquisição, é um canal de relação, é onde o teu cliente continua te ouvindo para você continuar vendendo para ele.
E aí vem o último pilar, que é onde retroalimenta toda essa máquina, esse ecossistema de vendas, Que é o crescimento orgânico, que as empresas deveriam ter uma meta disso. Quantas pessoas estão acessando o teu site direto sem ter que pesquisar no Google, sem ter que clicar num anúncio? Quantas vezes o teu cliente te indica? Qual é a tua meta de geração de demanda por indicação que você tem? Quais são as iniciativas pra promover o seu cliente virar uma mídia do teu negócio, né?
Conteúdo orgânico. Então, cara, branding, indicação são elementos que retroalimentam a tua marca forte e que abastecem toda essa usina de vendas que eu acredito.
Caralho, que animal, cara! Não, isso aqui é o MBA, pô. Marca forte, criação de audiência, geração de demanda, máquina de conversão, expansão de receita e crescimento orgânico.
Isso para mim é literalmente as caixinhas que fazem qualquer negócio se tornar um sucesso sustentável no tempo.
Não, isso aqui é sensacional, porque o conhecer versus reconhecê-lo, né? Conhecer É por isso que você tem um monte de gente às vezes que saiu de reality shows e tal, que é gigante, mas não consegue fazer dinheiro. Realmente, ela é conhecida só, não é reconhecida. Cara, criação de audiência, legal. Consistência na produção de conteúdo, hábitos do seu cliente. Geração de demanda. Cara, aqui eu queria falar sobre pitch e oferta, porque eu acho que falta, Alfredo.
Talvez você deva ter, eu não sei, mas eu sei que você é bom nisso, mas eu sempre senti falta de um lugar para a pessoa aprender a fazer pitch. Então, às vezes a pessoa tem um produto incrível e você vê que a pessoa tem dificuldade para vender. E você tem outra pessoa com um produto horrível e a pessoa cria uma oferta, usa gatilhos mentais e ela vende, dá vontade de comprar. Cara, qual que é o segredo na construção de uma oferta e de um bom pitch?
Seja sob a ótica técnica da coisa e também sob a ótica de apresentação do negócio, de como fazer o que o técnico disse ser o correto?
Primeira pergunta. O bom pitch, ele normalmente sempre, ele começa com uma pergunta para criar uma inflexão, para que você tenha uma informação e construa uma narrativa levando a pessoa até o teu objetivo. Então, normalmente, posso dar um exemplo? Normalmente, se você falar assim, Alfredo, teve uma história engraçada que eu vou falar aqui para tangibilizar, né? Mais uma vez chegaram para mim agora, semana passada em Manaus, falou: pô, o Alfredo vende até um barco afundado.
Falei: não é um barco afundado. Está falando que hoje uma das piscinas mais caras do mundo é em Dubai e é exatamente sobre um naufrágio. Então um barco afundado, ele na verdade é um parque de entretenimento embaixo do mar, isso é um patrimônio. Então tudo é a ótica que você consegue construir ali. Agora, é muito comum falar assim, cara, apresenta lá no G4, tem muito isso, né? Pô, faz um pitch da tua empresa. Pô, eu tenho uma agência que a gente ajuda o cliente a fazer, papapá.
Cara, primeiro grande objetivo de um pitch, principalmente de um elevator pitch, é você gerar curiosidade e ancorar autoridade para marcar uma reunião. Não é sobre você vender. Então você não tem que falar o que você vende, você tem que falar o impacto que você gera. Então assim, cara, nos últimos 6 meses a gente atendeu 10 clientes da indústria e do serviço e conseguiu aumentar em 30% a conversão dessas empresas através de uma, de um serviço que a gente construiu, que a gente consegue garantir resultado em 6 meses.
Eu quero ouvir mais esse cara. Pô, como você faz isso? Pô, vamos marcar uma reunião, eu te explico como a gente faz isso. Então a primeira coisa de um bom pitch é qual o objetivo de jornada você quer. Você quer que o cara compre? Você quer que o cara se interesse? Você quer que o cara marque uma reunião? Baseado nisso você constrói uma narrativa, um storytelling, né, aonde você consiga levar o cara para esse lugar que você quer.
E aí, meu amigo, Curiosidade e necessidade são normalmente as duas coisas que mais alcançam esse objetivo. É ou deixar o cara curioso ou mostrar pro cara que é uma necessidade dele, ele precisa daquilo ali. Essa pra mim é a forma. Então, cara, eu sempre começo com pergunta e sempre trazendo conexão com o momento do cara. E obviamente a arte de um bom vendedor é o emocional com racional. Então é como é que eu muitas vezes chamo a tua atenção pelo emocional.
Eu racionalizo e eu depois uso o teu emocional de novo para fazer você tomar decisão. Então, exemplo, você pode testar isso lá no fim daí, né? Isso eu aprendi com o Vitor Damásio, que é um cara que eu gosto.
E eu, pô, sou muito legal.
É, ele me ensinou isso pré-pitch do Vale. Mas, pô, olha, olha como humildade intelectual Tô sempre aprendendo em pequenas conversas e colocando em prática, que senão também conhecimento não dá resultado. Mas ele falou, cara, bate na segunda-feira, todo mundo briga contra uma segunda-feira igual. Caralho, isso é verdade! Isso é na dieta, isso é no trabalho, isso é em tudo. E aí eu peguei, subi no palco e falei, falei, olha só, deixa eu te falar uma parada, você vai voltar para tua empresa na segunda-feira com os mesmos colaboradores mesmos fornecedores, mesmos problemas e mesmo conhecimento?
Ou você quer começar uma segunda-feira diferente, uma chance nova? Então, é, cara, isso é emocional. Então, emoção no começo para você conectar a pessoa, racionalidade para você aterrissar a decisão, e emoção no final para você acelerar a tomada de decisão da pessoa. Esse para mim é o pitch perfeito, quando você mistura essas, faz esse sanduíche.
Cara, isso é muito bom. Eu tô vendo aqui nesses pilares seus aqui e uma coisa que eu fazia muito e que foi muito importante para o meu crescimento, eu acho, era realmente eu criar esse hábito nas pessoas, eu fazia muita live. E eu fazia live 5 da manhã e eu devo ter feito...
Você fez o Brasil acordar mais cedo, isso é fato.
Cara, foi loucura. E depois fiz dormir mais tarde na pandemia. Eu fazia live 5, 6 da manhã e entrava 50, 70, 80 mil pessoas simultâneas, era uma loucura. E à noite, na pandemia, chegou a entrar 150 mil pessoas também. Eu fazia 11 da noite e ia até meia-noite, 1 da manhã, era uma bagunça. Só que eu lembro que nessa fase, por mais que eu não fosse tão grande e conhecido quanto eu sou hoje, eu acho que eu era mais reconhecido. Se bem que eu não sei se mais do que hoje, mas eu lembro que era um momento onde as pessoas sentiam muito mais íntimas, porque todo dia elas estavam me acompanhando.
Com certeza, naquele momento ali, você tinha um nível de intimidade com a tua audiência muito maior do que você tem hoje, até por outro momento de vida. E eu acho que existem esses ciclos na questão. Isso acontece com artista, isso acontece com uma celebridade, isso acontece com atleta. É natural que você tenha esses ciclos ali de posicionamento.
É, cara, eu lembro que isso aqui mudou para caramba.
E assim, agora só na parte da oferta, para a galera entender, Cara, primeiro, resultado. Quanto mais você tangibiliza o resultado e atribui ao que você faz, mais funciona, tá? Como assim, cara? Resultado, porra. Tipo assim, cara, eu tenho lá no G4 as pessoas, por exemplo, pô, quem é cliente portfólio é um cara que ele ganha mais dinheiro do que o mercado ao longo do ano, cara. Você pegou esse resultado, atribuiu ele ao teu método, a forma que você presta serviço, toca o dinheiro, opera, tangibilize isso.
A Vetex, eu aprendi isso na Vetex, era quem usa Vetex converte 3% a mais do que o mercado. Então, cara, a gente se apropriou disso, cara, converte mais, ponto. Segundo é esforço. As pessoas querem ter resultado com menos esforço, por isso que o mercado de serviço é tão grande e o novo mercado trilionário. Então quando você consegue mostrar, atribuir resultado e mostrar a relação esforço-resultado que ela tem, Entra o terceiro pilar, que é o investimento.
Investimento de tempo, que é esforço, e de dinheiro, que é risco, que tá associado a resultado. Então, quando você consegue criar esses pilares no teu pitch, a tendência é que você consiga racionalizar o que você faz, o que você vende, o que a pessoa vai ter. Isso automaticamente vende muito.
Esse tangibilizar foi um salto que eu dei no conteúdo, sabia? Porque as pessoas ensinavam os outros a investir de uma forma muito teórica. Como investir no Tesouro Direto? O Tesouro Direto é uma plataforma, eu não sei como e tal. Cara, e aí eu peguei e eu fui talvez o primeiro a mostrar eu investindo no Tesouro Direto, investindo em fundo imobiliário. Então, eu materializei isso e aí realmente as pessoas, E entendiam melhor, sentiam mais seguras, e aí dava um próximo passo. Então uma materialização realmente é muito legal.
Quer ver um conteúdo teu que prova isso? E eu acho que se você puxar no teu histórico, é um dos que mais deu resultado. Quando você fazia aquele desenho: se você juntar R$100 por mês— eu na época fui impactado por esse tipo de conteúdo e me mudou.
É, cara, realmente, né?
Outro dia, por exemplo, eu tava vendo um conteúdo do cara falando do prato de comida, né? Falando, ó, 5 pratos de salada equivale a uma barrinha de cereal no meio da tarde, um croissant. Cara, eu precisei de um vídeo de 15 segundos que tinha um desenho de 5 pratos de salada, o desenho de um croissant e o cara falando assim: de tarde, na dúvida, coma uma salada.
Legal.
Pra eu entender que comer comida de verdade, independente do horário, é melhor do que comer uma comida rápida.
Ô Fredão, me fala uma parada. Aliás, primeiro, que sensacional. Faz muito tempo que eu não gravo podcast e tal. Eu só gravo geralmente podcast quando ele é um podcast espiritual que tem a ver com o meu propósito e tal. Então, estou muito feliz de gravar com você e estou aprendendo muito, cara. Realmente, esse conteúdo aqui é uma organização talvez da sua vida até agora em boa parte. E aí existe a teoria e a prática. Então, às vezes a pessoa está absorvendo aqui, mas se ela conseguir trazer isso para a prática, talvez a vida dela mude, senão nada vai mudar.
Então, sensacional. Mas eu queria também pegar um pouquinho de... Eu queria conversar um pouco sobre a sua vida, um pouco mais particular. Uma vez você falou para mim que você tinha uma das suas metas ali no Moura Audissões era vir aqui no podcast, por exemplo. E aí eu fiquei curioso, você estava falando e eu pensei, cara, o que mais que ele tem no Moura Audissões dele? Eu queria que você abrisse um pouquinho esse coração para a gente.
O que tinha no seu Manual de Sonhos que você realizou e o que tem hoje no seu Manual de Sonhos que você ainda não realizou?
Cara, essa é muito boa. Eu aprendi isso com o Mariano, que é o meu sócio da Vetex e meu grande mentor da vida. Foi o cara que muito das... Da minha forma de pensar. E não tem como eu negar a ele o título do cara que encontrou um carioca folgado, marrento, criativo, e transformou no empresário que eu sou hoje. Ele foi esse cara que apostou dinheiro comprando minha empresa e me formando ali ao longo do tempo. Então eu sempre gosto de reconhecer ele, porque eu realmente não sei o que seria da minha vida sem aquele momento, aquele cara fazer aquela aposta em mim.
O maior sonho da minha vida hoje é ser reconhecido pela minha filha. É a minha filha com 15 anos de idade entender que o pai dela se tornou alguém relevante para a sociedade, não pelo dinheiro, não pelas coisas ou pelo resultado financeiro que ele teve. Que empreendedores que ganharam mais dinheiro que eu e construíram empresas mais fortes que a minha, que foram CEO, founders mais Foda tem um monte, mas por quem eu sou. Meu reconhecimento hoje é por quem eu sou.
É o cara engraçado, é o cara que ajuda todo mundo, é o cara que conhece todo mundo, que quer andar em todas as bolhas, que vive da criatividade, das conexões pra todo mundo ter resultado. E eu acho que hoje a minha audiência me conhece desse jeito, o mercado me conhece desse jeito. E aí eu acho que o meu grande acerto na vida foi conseguir ser um cara assim valorizado. Porque tem muita gente que faz isso, mas não consegue se posicionar, não consegue cobrar.
Eu consegui cobrar por isso e ser valorizado por isso. Então eu tenho muito esse sonho da Antônia. É, eu tenho essa cena da Antônia sendo parada na rua, no shopping, e as pessoas me reconhecendo para ela, como eu já vi para minha mulher, para o meu pai, para minha mãe. Isso para mim é uma coisa muito importante, a pessoa virando para ela e falando assim, cara, As ideias do teu pai, o conteúdo do teu pai salvou a minha empresa na pandemia, pô, sabe?
Tipo, eu vivi isso com a minha mãe, de pararem a gente no restaurante e falar, cara, a tua live fez eu não fechar a minha empresa e eu conseguir dar a volta por cima na pandemia. E a pessoa virar pro filho que tava no colo e falar assim, filho, o titio ajudou o papai na pandemia, tal, não sei o quê lá. Então assim, eu quero que minha filha viva isso. Pra mim, esse reconhecimento dela... Podem ter 10 mil pessoas me aplaudindo, acho que o aplauso mais importante da minha vida hoje é o da Antônia. Então isso tá no meu—
quanto tá com um ano?
Então tenho 15 anos produzindo conteúdo, escrevendo livro e sendo relevante para a sociedade para que eu consiga que isso aconteça, né? Então renovei meus votos de trabalho aí pelos próximos 15 anos. Caraca, realmente é. E eu, cara, eu realmente sou muito— não é uma questão de ego, mas eu sou muito guiado por conquistas, sabe? Eu não sou o cara, eu preciso ser bem remunerado. Tem 4 coisas na minha vida que eu avalio. Primeiro é se eu sou bem remunerado pelo meu trabalho, se tá valendo a pena trabalhar muito.
Segundo, o meu patrimônio é o que me dá segurança, e eu quero ser um cara seguro. Eu não quero ser um cara ruim, eu não quero ser um cara que toca minha vida em risco o tempo todo. Eu gosto de me sentir seguro. Terceiro é o meu equity, né? Ou seja, o que eu tô fazendo hoje tá alinhado à minha esperança de ter um futuro melhor, um futuro maior para minha família, para mim? Então eu tô trabalhando, eu tô usando o meu presente para construir meu futuro.
E o último é o pertencimento, né? Ou seja, eu tô fazendo o que eu sou bom? Eu tô fazendo o que eu deveria estar fazendo? Como produzir conteúdo, eu acho que é uma coisa que eu tô fazendo que eu sou bom. Então, pô, eu me cobro muito de estar fazendo isso, sabe? Eu tô fazendo algo bom para a sociedade, para as pessoas, ou só para mim? Então essas são 4 coisas que eu tô sempre olhando ali, como é que tá equilibrado isso.
Eu me peguei pensando já sobre isso há um tempo atrás, que é um pouco do ikigai, né? E que é aquela coisa japonesa e tudo mais de, pô, será que eu sou bem remunerado no que eu faço? Será que eu Eu gosto do que eu faço? Será que o mundo precisa? E tudo mais. E aí eu refletindo sobre mim, eu me peguei numa busca pelos meus talentos. Quais são os meus talentos? Para ver se eu estou empregando eles no lugar certo. E aí a minha reflexão é que os meus 3 talentos são organizar meu pensamento, educar as pessoas e me comunicar.
Então eu vejo que esses daqui são os meus 3 grandes talentos ou maiores que eu consigo ver. E realmente eu uso eles todos os dias e são eles que fazem talvez o resultado que estou a aparecer, o resultado que eu tenho a aparecer. Você já se pegou pensando em quais são esses talentos que você mencionou na sua vida?
Acho que já, cara. Acho que já, mas é uma boa reflexão, dá para fazer aqui agora.
Quais são?
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Eu acho que ser criativo, combinar ideias. Eu sou muito bom de combinar ideias. Quanto mais eu aprendo com os outros, quanto mais eu tenho um SLA de ouvir uma coisa e aplicar e traduzir para minha realidade, muito bizarro, ou para a realidade da empresa, da marca que eu ajudo. Então eu realmente tenho um nível de combinação, de repertório que eu tenho hoje. Intencional e o como eu uso ele para diferentes mercados, empresas e momentos, realmente eu acho que é uma raridade assim.
Eu acho que eu já ouvi tanto dos outros, eu não acreditava. Hoje eu acho que eu aceitei. Hoje eu entendo que a velocidade que eu consigo criar é muito diferente.
Então, cara, você assim, para quem não convive com você, talvez não veja tanto assim quanto eu vejo essa característica em você, mas isso influencia as pessoas num nível que... A gente estava almoçando na Expert que a gente estava agora há pouco, estava com o Netão junto, alguém falou alguma coisa e falou, depois a gente conecta. O Netão falou, beleza, depois a gente conecta. Aí eu falei assim, não, não, espera aí, predico o Alfredo.
Ele já pegou o celular, qual que é o seu celular? Aí já pegou o celular dele, já mandou mensagem, WhatsApp e tal. Então você tem isso em você, você é muito proativo. É uma coisa de louco. Eu já sou um cara mais procrastinador na vida. Nos negócios, meu ritmo de disciplina é outro, mas eu sou um cara mais procrastinador e você é um cara muito proativo nos negócios. Então você é um cara criativo, você é um cara proativo e acho que esses daqui são dois grandiosíssimos talentos, cara.
Grandiosíssimos talentos. E aí eu acho que eu tenho essa... O terceiro talvez seria um pouco dessa obsessão, sabe? Tipo assim, cara, Eu vou fazer, eu vou fazer. E aí, engraçado, cara, tô falando agora, cai a ficha, né? Mas se eu fosse escolher também uma coisa, eu acho que eu sou tipo muito humilde, mano. Vou tentar explicar, mas não é o sentido de ser humildão e tal, não é isso não. Acho que eu tenho minha marra também de carioca e tal, eu tenho meus momentos, não é isso, mas eu não tenho essa maluquice de ter que ser o fodão ou ser o melhor, sabe?
Eu tenho uma parada do muito assim reconhecer os outros e falar assim, cara, eu não quero ter o maior canal do YouTube do Brasil. Nunca foi, ah, eu quero ter o maior, mas sempre foi assim, pô, eu quero ter um canal foda, sabe? Então eu acho que isso também sempre o universo me atraiu muita coisa boa, muita gente boa, porque Eu sou muito colaborativo.
Isso, você é um cara colaborativo.
Eu sou muito colaborativo. Eu quero muito ver o teu melhor, sacou? Tipo, eu sei que tem perguntas que é mais fácil eu conseguir para você do que para mim. Talvez grande parte das pessoas falaria assim: puta, então não vou ter esse trabalho, tá ligado? Sabe? Eu, por outro lado, não. Tipo assim, cara, que animal se eu posso conseguir para pessoa. Então eu acho que essa, vamos chamar de humildade, mas não sei se sei o termo, talvez.
Eu acho que isso foi uma coisa que me agregou muito na vida, cara. Hoje eu tenho muita gente que me apoia, que me ajuda, que não me coloca na caixinha de concorrente ou numa caixinha, é, que realmente fala assim, cara, tipo, é o Alfredo, tá ligado?
Tipo, é, cara, eu vejo isso sim em você. Eu não sei nem se a palavra certa é essa, mas eu entendo o que você tá querendo dizer, porque Você é um cara que consegue estar do lado de alguém que às vezes, sei lá, você consegue ouvir coisas e filtrar, você consegue não precisar devolver, você pode pegar e aceitar certas coisas sem você criar um clima, para você poder conviver. Realmente, você faz isso bem, cara.
Eu aturo as coisas, eu consigo aturar, eu consigo ver, eu consigo saber do momento de tipo assim, cara, Porra, nessa situação aqui, porra, ele é o protagonista e tá tudo bem eu ser coadjuvante.
É não ofuscar o brilho, né?
E saber o momento certo de falar assim, cara, calma aí, esse é o momento de, porra, levantar aqui, esse é o momento de, porra, ficar em segundo plano. Eu acho que eu fui aprendendo isso ao longo da vida. Minha mãe foi essa responsável, por isso que eu falo da empatia. E isso sempre foi, sempre me ajudou.
É, cara, porque quando você ofusca o brilho da outra pessoa que tem um ego maior do que o seu, porra, cara, isso cria uma ruptura, é um conflito.
E conflitos sempre sugam energia, recursos.
Então você é muito conectado. E eu acho que tem uma bateria social alta, não tem não? Como que é a sua bateria social? Ou isso é só quando a gente vê?
Cara, acho que já foi maior, tá? Eu acho que hoje é mais complicado. Mas eu tenho essa coisa da utilidade, sabe? E aí eu sempre tento olhar para pessoa que eu, tipo, eu sempre tento devolver aquilo que eu recebo. Então, pô, o Marquinho, por exemplo, né? Porra, cara, parece que eu conheço ele há 10 anos. É natural. Puta, como é que eu ajudo ele, mano? Como é que eu trago ele para o jogo aqui? Como é que eu eu consigo reconhecer, como é que eu posso fazer, sabe?
Tipo assim, a minha bateria social ela é alta para as pessoas que me fazem o bem. Eu quero devolver a qualquer custo, eu não mensuro o custo para poder devolver, ainda mais sendo um recurso que eu tenho muito, que é disposição.
É, cara, realmente você tem disposição, velho.
Então essa é uma parada que eu não economizo, eu sei que eu tenho muito energia. E eu não economizo energia para conseguir as coisas para as pessoas que eu sinto que me dão, me geram bem.
Você quer um café, mano?
Você tem 3 corações?
É, com certeza, né? Aqui é só 3 corações. Ó a sua xícara aí, joga ela, faz assim. Só não sei como é voltar para ele.
Já, Thiagão, trazia o café para mim, cara.
E me fala uma coisa, você no mural dos sonhos, você tem esse reconhecimento da filha, né? E a gente Eu sinto que as nossas filhas vão ser boas amigas, porque a Eloá tem 8 meses, a Antônia tem 1 ano. Cara, quem sabe a gente não vai morar mais perto ou vai estar mais próximo em breve, não é mesmo?
Tem uma chance.
Então, acho que elas vão ser boas amigas. Mas fora isso, no seu mural dos sonhos, em termos de futuro e visão, o que mais você almeja alcançar, ter ou viver que você ainda não... Não atingiu?
Sem mimimi?
Na real mesmo, porque as pessoas ficam pensando... Não, na real, de verdade mesmo. Porque se você quisesse agora, você poderia pegar e falar assim, cara, poderia pegar lá na minha casa na fazenda, poderia falar assim, se exploda tudo, velho, não preciso de nada. Você poderia jogar tudo para fora e ficar lá jogando tênis, golfe, de boa, fazendo o que você quiser, sem nenhum compromisso para o resto da sua vida. Na real, assim, o quê? O que que você quer? Me conta.
Eu acho que hoje o trabalho que eu tô fazendo, chegar na camada de jovens, virou o mais na minha vida. Ser um cara que consiga falar e inspirar os jovens do Brasil, a nova geração de empreendedores brasileiros. Eu acho que eu gostaria muito de ter um patrimônio e uma organização para poder viver A liberdade de ter um avião intercontinental para viajar com a minha família ali, uns 45, 50 anos de idade. Tô me organizando financeiramente agora, espero que a Portfél me ajude nisso.
Com certeza.
É, isso é um negócio que eu realmente almejo. Eu realmente tô passando ali na, tenho minha cotinha na Avanto, realmente tô passando ali no hangar, eu olho e eu tenho o mesmo olhar que eu tinha quando eu ficava na praia e via um Porsche passar. Nunca vou me esquecer eu na mala do meu carro comendo um traquinas com o Nicolas, que é meu braço direito da vida, meu melhor amigo. Passar, a gente acabava o surf, botava as pranchas assim até se secar, a gente comia uma parada ali na mala do carro sentado e no trânsito da Barra da Tijuca em frente ao Sheraton.
E aí passava os carros, a gente ficava olhando, falar, cara, como é que deve ser ter um Porsche Cayenne? Eu lembro dessa cena na minha vida. E eu falava para ele assim, irmão, sabia que eu acho que eu ainda vou ter? Eu não consigo olhar para essa parada com tanta distância. E eu era um— meu pai era taxista nessa época. Caraca, cara, sacou? Tipo, meu pai já tinha sido executivo e já tinha tomado decisões que tinham feito ele virar taxista.
E eu tinha essa parada. E hoje eu sinto isso com avião, cara. Hoje eu ando no hangar, eu olho para um bichão daquele e eu não acho uma loucura. Eu já racionalizei um pouco aquilo, tipo assim, quando, como, o que que eu preciso, o que que eu preciso me tornar para isso realmente ser uma ferramenta e não ser uma ostentação, não ser uma alavancagem. Porque isso é uma coisa que eu me preocupo muito na vida, em ter coerência nas coisas que eu faço.
Então meu patrimônio, as coisas que eu tenho, tem coerência com quem eu sou, com quanto eu tenho, essa Respeitar o universo financeiro para mim é muito importante como pilar de vida, entendeu?
Legal, legal. Um aviãozinho maneiro. Aviãozinho não, né? Um intercontinental de avião, na verdade.
Não, e a brincadeira é: é caro comprar, mas é mais caro ir, né? Então, tipo assim, realmente tem que fazer.
Mas, cara, eu acho que vamos aprender, bicho. Assim, o maior inimigo para o lugar que você tá é você mesmo. É só você fizer uma grande cagada ou se a ganância falar mais alto. Eu que acho, não vai fazer, não vai falar, conhecendo um pouco ainda mais agora na Portfólio, falando um pouco sobre os números, você tem uma postura até de assim bem pé no chão.
E tenho bons mentores que me ajudam ainda mais a ser assim. Eu acho que eu vivi um IPO pela Vetex, né, foi realmente muito incrível. Então hoje eu não tenho esse sonho com G4. Mas eu tenho um sonho do G4 ser essa plataforma de empreendedorismo do Brasil. Pra mim, poder ser o que a gente tem se tornado é o maior presente da minha vida, né? Esse, sem sombra de dúvidas, é o maior presente da minha vida, junto com o Thales, com o Nardom, onde a gente se complementa muito e isso permite cada um viver no seu lugar de potência e fazer a gente fazer o que a gente é bom e o que a gente gosta.
Pra mim, o G4 se consolidar como essa plataforma de empreendedorismo brasileira, sabe, é fazer esse papel ali junto com o Sebrae da vida e cada vez mais ir para as camadas empreendedoras mais baixas e tá mais tomado o Brasil. Eu acho que é uma coisa que, cara, eu gosto muito de viver esse legado, cara.
Você falou de você construir isso junto com o Thales, o Nardon, né? E eu acho que você tem Na minha visão, você tem alguém que vai muito para o extremo do visionário e essa pessoa às vezes quebra, porque às vezes ela sonha demais, faz conta de menos e você precisa de uma pitadinha também de racionalidade. E às vezes tem a pessoa também que é muito racional e às vezes meio insegura nos negócios e aí ela não cresce, então também não sai do lugar.
Na minha vida, eu me considero esse cara um pouco mais visão, só que eu sempre tive do meu lado alguém que puxou um pouco o freio ali. Então eu consegui, cara. Eu sou um pouco maluco mesmo hoje e até um pouco de uma piada interna com os meus sócios, porque é uma loucura. Eu vou viajando nas ideias e aí a galera vai aterrissando. Então eu acho que as pessoas que estão ao seu redor são muito importantes para você errar ou acertar.
Então hoje, por exemplo, eu errei por causa do Fernando no almoço, porque eu estava lá e aí a gente comeu na churrascaria que a gente gosta aqui, Aí a gente pede a mesma coisa sempre. A gente pede sempre a proteína, pede brócolis, aí a gente pede palmito, a gente pede... Qual que é aquele verdinho?
Aspargos.
Aspargos e cebola, é isso. E aí hoje o Gradim pediu batata. E aí o cara veio com a batata e botou na frente do Fernando. Eu falei, graças a Deus, está na frente do Fernando. Aí o Fernando pegou e falou, Cruz! Pegou a batata e botou na minha frente.
Tu perdeu para batata?
Aí eu perdi para batata. Por quê? Porque o Fernando botou a batata na minha frente. Então, um cara ali me ferrou. Só que aí, às vezes, vem a minha esposa e tira a batata da minha frente. Então, a pessoa que está do seu lado, ela vai... Claro que foi uma brincadeira aqui, mas isso acontece para outras coisas, para comprar um carro. Bro, vamos comprar junto isso? Ou vamos investir junto? Para tudo. Então, a importância das pessoas ao seu redor é grande.
Ambiente e pessoas, né?
O ambiente e pessoas. E na sua sociedade, assim, como que você e seus sócios se complementam e formam uma empresa como G4, que pelo que a gente conversou, acho que iam faturar mais de R$100 milhões?
R$759 milhões no ano passado e R$750 milhões orçado para esse ano. Como, cara? O Thales, ele tem o papel de— ele é muito bom com pessoas, então ele tem esse papel de formar o time. Ele tem essa visão muito clara, né? E ele tem uma habilidade de comunicação de impregnar a empresa e as pessoas nessa visão. Então ele é o cara hoje que é presidente da companhia, então ele tem aquela agenda de tocar a principal liderança da empresa ali, de tomar as decisões no dia a dia que tem que ser tomada.
É o lugar de potência dele, é onde ele gosta de estar, né? Então ele tem esse trabalho de tanto ter... desenhar essa visão, que eu acho que a gente como sócio participa, né, junto com ele, trazendo mais coerência, trazendo mais viabilidade, mais racionalidade. Então a gente co-constrói essa visão junto com ele ali, mas ele é o cara da ambição do G4 e, obviamente, das pessoas e dessa... de como a cultura da companhia, né. Então acho que a cultura do G4 tem muito da agressividade dele, Dessa obsessão, da força, dessa coisa da brutalidade.
Acho que tem muito disso aqui, é o papel dele. O Nardom tem o papel da racionalidade. Então já é o cara que olha o nosso caixa, é o cara responsável por olhar o fluxo de caixa da companhia, é o cara pra normalmente desligar alguns projetos, algumas iniciativas. Então o Nardom, ele é um engenheiro, né? Ele é o cara que tá garantindo que realmente a obra do arquiteto ela funcione muito bem e seja mais eficiente. Então ele tá o tempo todo olhando muito a parte de produto, a parte de receita, os funis, a parte de números da companhia ali.
Ele participa muito ativamente disso. Eu diria que ele é o xerife. Então ele tá o tempo todo, cara, deixa eu ver isso aqui, deixa eu ver aquilo ali. E eu acho que eu tenho esse papel de criativo, de negociador, de relacionamento. Aonde eu praticamente sou o que lá fora fala muito de individual contributor, né? Eu sou o especialista da empresa, que é tipo assim, cara, pô, faltar 50 milhões para a gente vender em 45 dias. Quando tu pega lá os 13 projetos que a gente fez, 6 projetos foram ideias minhas, por exemplo.
Então, e obviamente o meu papel tá muito igual você, tá muito em ter a ideia, em conseguir estruturar a ideia para passar isso para o time, para o time trazer isso para dentro de uma governança. Porque senão vira maluquice. Então não é sair fazendo o que eu falo. Tanto que tem uma piada lá que tipo, cara, tudo que o Alfredo fala, 2 anos depois a gente tá fazendo, né? Então agora tá 1, diminuiu já esse SLA de ideia para execução.
Mas então, por exemplo, eu fiz uma ideia de, pô, G4 Visit, pega o cliente nosso de contabilidade, fala para ele pegar os clientes que faturam acima de R$10 milhões, marca uma visita no escritório, gastar 1 hora no escritório, e pô, depois faz um pitch ali para o cara, uma demo de uma mentoria junto com pitch, né? Isso aqui é um negócio hoje que vende R$300, R$400 mil por dia. Né? Então todo dia a gente tá cada vez mais fazendo isso no negócio.
Puta, vamos pegar os membros do clube e vamos fazer um evento para os clientes deles. Se eu uso membro como canal de mídia para chamar 5 empresários amigos dele para botar— hoje fazer um evento é fácil, difícil é lotar um evento. Então eu criei uma estratégia de usar o meu cliente para lotar um evento que no final eu criei prova social e vendi, vendeu R$2 milhões. Então assim, eu sou muito esse advisor da empresa, aonde eu não tenho time embaixo de mim e aonde eu fico pegando as áreas que estão precisando da minha criatividade, das minhas conexões.
Porra, negociar com fornecedor, relacionamento com cliente, fechar os maiores deals ali que estão em negociação. Então o meu papel é mais esse ali de ser o sócio vendedor, vendedor na veia, que eu acho que é onde realmente meu lugar de potência. Então eu fico muito perto do marketing, relação com membros. Nas aulas eu tenho um NPS altíssimo, então eu tô sempre investindo muito em aprender e traduzir o conhecimento para os setores dos nossos alunos.
Então, pô, eu sou top 3 mentor aí há, sei lá, 4 anos seguidos, que eu consigo não só entregar um conhecimento muito aplicável, que é o que vem lá no NPS, quanto também tratar muito bem os alunos para que eu consiga ser esse canal de relacionamento. Então a gente brinca que o Thales é um cara que tem uma força de atrair o cliente, eu sou o cara que tenho a capacidade de reter e o Nardom faz o cliente dar dinheiro para a gente. Então a gente brinca que a engenharia lá é mais ou menos essa que a gente toca.
Cara, e assim, eu vejo de uns tempos para cá, já nem sei mais se é 1, 2 ou 3 anos, eu vejo sempre tem um corte de vocês no final do mês. Último dia do mês é uma bagunça, gritaria, loucura. E aí é sempre engraçado, porque você tem gente que acha animal, tem gente que acha uma loucura, mas vocês estão sempre lá no último dia do mês arregaçando. E imagino que deve ser um dia importante de vendas.
A gente vende em torno de R$7 a R$10 milhões hoje no último dia.
Caraca!
Eu queria te perguntar, o que é esse último dia de vendas? Como funciona esse último dia de vendas? Como uma empresa pode inserir um ritual talvez parecido? Porque às vezes você está no último dia de vendas e fala, puta, não bateu a meta. E é isso. E vocês têm uma parada diferente. E tenta me trazer também algumas ações que vocês testaram, que deu muito certo. Você falou que às 6:10 às vezes você dá. Cara, me traz umas ideias para o empresário aqui poder pegar o último dia do mês dele e falar: Meu time, vamos matar, vamos arregaçar, vamos fazer tal coisa. Como que faz, Vero?
Fechou. Vou contar uma historinha antes rápida. Uma vez um dono de restaurante virou para mim e falou o seguinte: Eu não espero chover para saber o que eu faço num dia de chuva. Eu vejo a previsão do tempo e vejo que na semana que vem vai chover, eu vou focar em rodízio de pizza. Eu vou— o salão vai ficar vazio, eu vou contratar influenciador para vir comer pizza, para o cara postar pizza, para o cara de casa ter desejo de pizza e pedir no delivery.
Então o que eu posso falar para o empresário que tá ouvindo a gente é Você ser empresário é uma coisa, você ser gestor é outra coisa. Gestor é pessoas, processos, é previsibilidade. Então eu acho que tem um pouco dessa, tipo assim, cara, o que que eu faço para chegar no meu último dia do mês dessa forma? E aí tem uma coisa que eu criei que é o hype cycle, né, que são ciclos de hype, aonde eu praticamente entendo que eu preciso, cara, fazer alguma coisa de alcance, depois eu preciso vir com autoridade Então eu sei o que fazer para chegar no último dia do mês mais hypado, né?
Eu explico isso, como é que a gente faz no dia 4, que eu acho que vai ilustrar para quem tá nos ouvindo. Mas o último dia do mês, basicamente, a ideia nasce da Black Friday. Então a gente já utilizou tecnologia de lançamento, igual vocês já fizeram aqui, que é a mesma coisa, que é, cara, como é que eu crio o movimento? Esse movimento eu reúno uma audiência, essa audiência eu crio uma inflexão aqui, um tema, uma consciência sobre algo para depois trazer uma oferta.
E normalmente quando você traz sua oferta, a audiência já aprendeu tanto que você tem quem compre por necessidade e quem compre por reciprocidade, porque o cara já aprendeu muito. Isso é muito comum hoje no G4, o cara já aprendeu muito com a gente, ele fala assim, cara, eu vou fazer esse curso, mas ele já recebeu, ele não tá comprando esperando algo. Então, o último dia do mês, ele nasce dessa cultura da Black Friday, da energia, do movimento de todo mundo.
Mas o principal, a gente percebeu que o nosso mercado tinha um comportamento. Esse comportamento eram pessoas tomar decisões no final do mês. Por quê? Porra, o mês foi muito bom, tá na hora de eu fazer algo para ser ainda melhor e para diversificar, para ver se eu não tô deixando o dinheiro na mesa. O mês foi muito ruim, cara, eu não aguento mais isso, eu preciso fazer alguma coisa que eu mude a minha realidade. Então eu percebi que a educação ela tá em dois extremos: ou o cara tá se dando muito bem e aí ele quer fazer para não deixar, pô, para aproveitar o máximo o momento bom, ou ele tá no momento ruim, ele fala, meu irmão, eu preciso tomar decisão para mudar esse cenário que eu tô.
Então você tem esses dois extremos. E aí, quando a gente olha para o nosso mercado, a gente começou a conversar com outras instituições e tinha um movimento muito grande, decisão na virada do mês. Então a gente falou, cara, uma coisa que eu aprendi lá na X-Tech: a gente precisa potencializar o que a gente é bom e administrar o que a gente é ruim. Então o que que eu faço para potencializar o momento bom e o que que eu faço para diminuir o momento ruim?
E esse era o momento bom. Então eu falei, cara, como é que eu faço desse momento que já é bom, extraordinário. E aí a gente começou a colocar essa parada. Então, por exemplo, na última semana do mês sempre vai ter uma série de turmas acontecendo. Por quê? Porque turma gera prova social, que aumenta indicação, que é o lead time. Então você pega a minha última semana do mês, meu irmão, vai ter evento todo dia. Por quê? Porque o cara que tá assistindo ali a gente online, ele vê o concorrente dele lá, ele vê o cara que é do mesmo mercado dele lá, ele vê aquele movimento, ele vai, cara, eu quero isso.
Então eu crio um estímulo de prova social executando muita turma. Então a minha última semana do mês vai ter mais conteúdo de turma, vai ter mais post de prova social e vai ter mais execução de turma. Por quê? Porque numa turma eu vendo muito. Então automaticamente eu estimulo o comportamento que eu já sei que vai levar o cara para uma tomada de decisão. Na última semana do mês, eu sempre convido influenciadores pra tá na turma, pra que o meu alcance se torne maior através de um produto que eu tô executando.
Eu faço mais live, eu respondo mais caixinha de pergunta. Então, imagina como se eu tivesse um pacote de soluções, que é responder mais caixinha de pergunta, ir em podcasts grandes, receber gente grande nos meus podcasts, todo o playbook do que funciona pra eu ter mais alcance, mais autoridade, mais desejo. Então é intencional. Então pode ver que por acaso toda última semana do mês a gente vai no podcast legal, toda última semana do mês alguém grande vai no nosso podcast, toda última semana do mês a gente faz muita live.
Então assim, a gente faz isso na semana, a gente faz isso no trimestre, a gente faz isso no semestre, a gente faz isso no ano. Então se você ver, é uma senoide aonde eu tento criar um hype. Quando o hype vai caindo, eu não tento salvar o hype, eu emendo outro hype. Então você vai construindo uma espiral.
E aí no último dia você faz uma campanha diferente de—
O último dia tem uma política, não necessariamente a melhor condição, mas você tem uma série de iniciativas. A minha Sala do Milhão, aonde, porra, eu vendo lá 1, 2 milhões de reais na minha sala ligando para os clientes, aonde a gente manda áudio, manda vídeo, aonde tem uma série de iniciativas que levam o cara para esse momento. E aí todo aquele barulho, cara, é a energia de uma Black Friday. Então você contagia o time, que o time contagia o cliente, que aquilo vira conteúdo e contagia o seguidor, e você cria um movimento de tomada de decisão para fazer parte daquele fechamento.
Cara, muito legal.
Então é esse o comportamento, a estratégia por trás desse comportamento, que tudo começou por causa do comportamento de, cara, o teu mês que vem vai ser igual ou tu vai tomar alguma decisão para mudar o teu próximo mês. E agora a gente faz outros fechamentos, né? Como acabou acumulando muito para a última semana, a gente agora tem outros fechamentos ali no G4. Então a gente tem o fechamento quinzenal também, aonde todo mundo tá na mesma roupa, onde a gente tem toda uma comunicação, onde tem uma campanha para jogar, obviamente, para controlar esse fluxo do negócio.
E, cara, e aí assim, acho que se a gente não tivesse, né, essa a visibilidade nas redes sociais, tanto do seu sócio quanto sua, a gente não saberia que isso existe lá. E parece que assistir contagia mesmo. Então, acho que aqui é um dos benefícios de você ter fundador ou fundadores produzindo conteúdo, representando a sua empresa, controlando a narrativa, criando histórias. E muitas vezes eu falo que o melhor investimento que alguém poderia fazer é um filmmaker, porque é muito barato perto da construção de narrativa que você poderia ter.
E aí a gente vê hoje essa onda de algumas pessoas fazendo isso muito bem. Considero particularmente que a gente faz isso muito bem aqui no grupo, vocês também. E acho que tem muita gente que gostaria de fazer. E tem gente que nem sabia que deveria fazer, mas mudaria o seu negócio. E aí vocês chamam isso de Founder-Led Growth, Founder-Led Growth e tudo mais. O que é o Founder-Led Growth? E no final das contas, como fazer isso numa companhia?
Tá, founder-led growth não é sobre você ser famoso e nem sobre você ter seguidores no Instagram. O Instagram, ele é um canal de distribuição do seu conteúdo, que é uma forma, um formato de comunicação do seu posicionamento, das suas convicções e da sua diferenciação. Então founder-led growth é quando o fundador se torna um canal para apoiar o crescimento do seu negócio, tá? A gente fez, eu fiz esse livro aqui junto com Allan Barros, que é do Grupo Pulse, dono do Rock in Rio, Lollapalooza e tudo mais.
É um grande publicitário, hoje atende Havan, atende uma galera grande. E a gente fez esse livro exatamente, Todos Somos Vendedores, aonde a gente pegou todo o conhecimento e os cases do Brasil, inclusive o seu, e transformou isso no método passo a passo para o cara. Cara, primeiro, deixa eu ver isso daí. Esse é o primeiro, tá? É o primeiro que a gráfica me mandou. Nem é o que vai vender, é o primeiro para eu aprovar.
Vamos ver aqui. E aí, aqui tem o nosso case, é isso?
Aí tem o case de vocês, cara.
Eu queria te perguntar, qual que é o nosso case sob a ótica, sob a sua ótica assim? Que que a gente faz bem nessa área?
Eu acho que ninguém conseguiu construir uma plataforma de conteúdo sólido É com tanto alcance como vocês.
Então não é que onde que está isso daí? Não, os 200 cases de pesquisa, não sei. Não, tá, depois a gente vê. Tá bom. Ninguém conseguiu.
É, não sei em que página tá exatamente, mas ficou legal, né?
Tá bem legal, cara.
Editora Gente sempre acertando. E o Alan também, né, com agência dele, o time de criação da agência, legal, brilhando.
Me contei.
E ele vai ter uma IA, né? Ele vai ter uma IA para ajudar o leitor a automaticamente colocar em prática o método. Então é muito maneiro. A gente já fez essa conexão com digital agora nessa nova onda de inteligência artificial.
É bem legal.
O case de vocês para mim, a leitura é o seguinte: vocês conseguiram, através de um conteúdo denso, profundo e prático, criar uma audiência muito grande. Não existe ninguém no Brasil, tá, que conseguiu criar audiência através de um conteúdo Técnico. Vocês conseguiram. É muito fácil ficar famoso fazendo dancinha, conteúdo raso, trend. Você olha hoje o conteúdo do Adib, não é difícil, é só pegar o que tá na moda e fazer, não tem complexidade. O conteúdo dele ensina algo?
Não.
O conteúdo dele atrai atenção e mostra produto. É isso que o Adib tá jogando o jogo hoje, é o jogo do alcance, jogo da viralização. Porque quanto mais viu mais ele insere o produto dele dentro do contexto e mais ele consegue ter as pessoas entendendo. Então o Adib hoje, ele não ensina nada no Instagram, no TikTok, mas quando você pega o Adib no palco, o Adib não é o cara da dancinha, ele é o cara do conhecimento. Então o canal palestra, o canal podcast não tem trend, tem conhecimento da estratégia do case desse médium.
O Adib no Instagram Hoje é totalmente conteúdo raso, vamos dizer assim, conteúdo para viralizar. Vocês não, cara, vocês conseguiram fazer essa parada, irmão, ensinando o Brasil a investir. E não tem, me fala outro case com alcance que vocês têm, com nível de audiência que vocês têm. O que que é alcance, audiência? Alcance é alcançar. Hoje é muito maior, muito mais gente te assiste do que te segue. Audiência é quem já se conectou. Você produz e o cara recebe. Cara, não tem, cara.
É, cara, não, no Brasil, doido. Eu acho que em educação, de uma forma geral, realmente é difícil.
Qualquer mercado, me fala qualquer outro mercado que chegou a 12 milhões de caras que assistem tua visão política, que assistem a tua, o investimento, cara, não tem. Então assim, não existe na minha leitura nenhum case de máquina de crescimento orgânico igual a de vocês hoje em mercado nenhum. Caramba, não tem. Isso é um fato. SEO, posicionamento, volume de conteúdo, cara, vocês são muito orgânico. Eu acho até uma negligência, tá? Agora eu vou, posso puxar a orelha?
Pode, com certeza. Eu falei hoje na reunião sobre o que você me falou ontem.
É uma negligência o que vocês estão fazendo.
Como assim, cara?
Explica melhor. Você tem um conteúdo que já provou. Vou dar um exemplo. Você me falou que tem um episódio do Barsi que vendeu 1 milhão. Por que que você nunca botou ads nesse episódio? Tá comprovado que quem assiste aquele conteúdo compra.
Sim, sim, total.
Então por que você não fazer um vídeo: turma, eu queria convidar você a assistir aqui um episódio sobre isso, isso, isso, que eu tenho certeza que vai mudar sua percepção sobre esse assunto. Tamo junto, a gente se vê no episódio. Clica aqui e assiste. Não tô falando nem para botar dinheiro no episódio para ferrar o SEO, tô falando para você criar uma campanha, criar um anúncio.
É um bom teste, cara, é um bom teste.
Por que que esse episódio que vendeu 1 milhão você nunca pensou em botar 100 influenciadores para falar sobre esse episódio?
Ser um bom, pode ser um bom teste, pode ser um bom teste com nível de conversão que teu conteúdo tem.
Se você entende que existe uma máquina de distribuição, que não tô falando só de anúncio, tô falando de influenciador, tô falando de uma série de coisas. Quando você juntar esses dois mundos, irmão, eu acho que vocês têm a maior máquina de aquisição do Brasil. E eu não tô falando só de finanças, cara.
Sabe que há muitos anos, quando eu fazia mais lançamento do meu milhão, que é a minha mentoria, que eu não vendo ela sei lá quanto tempo já. Primeira turma que eu lancei, eu devo ter vendido uns R$600 mil, alguma coisa assim, que eu consegui vender, porque antes disso eu vendi zero. Foi um dinheiro R$600 mil para o meu momento. Depois eu vendi de novo, vendi milhão, aí vendi de novo, vendi mais de milhão. Eu falei, cara, eu estou fazendo mais de milhão de reais num infoproduto.
E aí eu comecei a fazer lançamentos maiores e aí eu fiz R$7 milhões, R$8 milhões, R$10 milhões. E aí eu comecei a fazer lançamentos na casa de R$20 milhões.
Eu lembro dessa. Eu fui na XP, na Rico, lá falar contigo. Tinha acabado de fazer R$23 milhões. E orgânico. Eu lembro que você estava chocado.
E orgânico. E aí eu lembro que eu cheguei e fui contar vantagem para algum fundo de investimentos. Talvez a DA, talvez não. Foi com algum fundo grande. Eu falei, cara, olha o que a gente está fazendo sem gastar dinheiro em tráfego. E aí eu falei me achando. E aí a pessoa falou assim, porra, que cagada, hein, cara. Eu falei, por quê? Ele falou, pô, porque imagina o que vocês fariam então investindo em tráfego. Então foi uma mudança e eu acho que nosso DNA aqui é orgânico. E a gente tem um time bom de tráfego, mas o nosso DNA eu acho que não é esse.
Mas a gente está vivendo a era das perspectivas, porra. Então agora dá para você mudar esse DNA.
Exato. Cara, estamos evoluindo. Tão evoluindo para caramba e acho que estão aprendendo, sempre aprendendo. E aí eu queria te perguntar um negócio sobre o Adib, porque o Adib eu lembro quando ele tava no processo ali, ele não produzia conteúdo ainda em rede social.
Você que fez ele, não foi?
Eu fiz ele, é foda, mas eu lembro que assim...
Ele entrou no Instagram, eu lembro a primeira vez que eu vi o Adib no Instagram foi com você.
Foi isso, foi isso. Eu fui lá, eu lembro que ele... Eu tava numa vibe de descobrir as pessoas, então eu fazia as lives.
Eu lembro dessa parada, quando você falou: É esse cara aí que agora vai produzir conteúdo. Eu lembro dele.
Eu comecei a trazer os bilionários brasileiros. Então, cara, eu senti uma coisa de estudar as pessoas bem-sucedidas e por um tempo na minha vida eu queria meio que ser um Napoleão Hill moderno. E aí eu comecei a trazer os bilionários brasileiros e tal, eu conversei com uns 60 bilionários, 70 bilionários, sei lá. Um deles foi o Adib, que na época acho que o próprio Fula que me conectou com o Adib, se eu não me engano. E aí comecei a conversar com o Adib, aquela coisa farmacêutica e tudo mais, durona.
E aí eu ia fazer um grande evento na época, um evento para 10 mil pessoas, acabou que foram 20 mil pessoas.
Ibirapuera, não era?
Ibirapuera. Na época não existia isso, foi o primeiro evento assim na nossa área. E aí eu botei fogo, dança do Michael Jackson, uma loucura. E aí eu chamei o Adib para produzir conteúdo, inclusive o Ale da Cacau Show também.
E depois do teu evento, o Adib fez um evento no Ibirapuera, o MSA.
Exato. Aí ele pegou e me chamou para a gente participar, enfim, para fazer algo parecido, porque ele deslumbrou, achou legal. E aí eu chamei ele para fazer live, mais ou menos naquela fase, e ele não produzia conteúdo no Instagram. Então ali ele começou e começou a pegar atração e cresceu. Na época até chamou para fazer parte do conselho da CIMED e tudo mais. Gostei muito do Adib, ele tinha um plano que era o 3B20, eu não sei, era alguma coisa assim.
E legal, cresceu. Aí a pergunta que eu tenho para você hoje é o seguinte: quanto você acha que a produção de conteúdo dele hoje de fato ajuda o negócio dele?
Bom, se a gente estudar o case do Adib, o Adib começou na internet produzindo conteúdo sobre a rotina dele como vendedor da CIMED. Convenções de venda, método push. E o primeiro objetivo dele era engajar a força de venda de 1.100 vendedores que a CIMED tinha.
Esse foi o primeiro objetivo, fazer live de manhã com os vendedores, e fica até hoje.
O objetivo do Adib na internet. Então ele mostrava ali, obviamente, que se você vai lá atrás, a primeira coisa era Adib mostrando os patrocínios da parte de carro dele. Depois ele começou a falar para o time de venda. Depois ele começou a mostrar a força da CIMED nas farmácias. Então era ele visitando a farmácia, ele falando com os caras, mostrando, etc. e tal. Hoje a CIMED tem um produto chamado Carmédia. Carmédia é um produto que eu acho que vai fazer mais de R$1 bi.
Loucura!
Numa realidade de R$5 bi que ele fala que a CIMED hoje, estamos falando de 20% da companhia, né? A história do Carmédia é que o cara da Affini seguiu o Adib e tentou abordar ele. Isso é história pública. Tentou abordar ele porque eles estavam num cliente, numa farmácia. O Adib tava saindo, o cara tava— o Adib tava na reunião, esse cara tava saindo, eles se cruzaram. E o cara falou, pô, queria muito falar com você, cara, tô querendo vender bala nas farmácias que a CIMED distribui.
O Adib falou, porra, a gente não vende o que a gente não fabrica. Mas vamos lá na CIMED trocar uma ideia. E na apresentação da Fin para CIMED distribuir bala tinha uma collab com Havaiana. E aí o Adib fala: bom, eu não topo de vender bala, mas se você quiser fazer uma collab com o Carmad, com gosto de bala, a gente pode fazer. Carmad já existia, Carmad era um produto normal, e o Carmad virou um fenômeno. Que depois o Adib usa estrategicamente alguns sabores em alguns clientes para poder compor mix e fazer relacionamento. E hoje é uma unidade de negócio de bilhão para a CIMED.
E você acha que isso se deve à produção de conteúdo?
Mas é que a história prova que se o Adib não fosse reconhecido, se ele não tivesse contado publicamente a rede de distribuição da CIMED, quantas farmácias a CIMED atendia, quantos vendedores a CIMED tinha, Será que a Affini ia cogitar que o Adib fosse distribuidor de bala em farmácia pequena? Talvez não. Será que encontraria esse— será que o cara, porra, chegaria pro Adib e fala, porra, eu acompanho teu conteúdo? Porque a história que o Adib conta é essa, que o cara parou ele e falou, pô, eu vejo teu conteúdo, é muito irado o que você tá fazendo, pô, vendedor, também sou distribuidor, papapá, não sei o quê lá.
Então, ou seja, o posicionamento do Adib como um bilionário CEO vendedor, o dia a dia e a força de vendas da CME, isso que era o conteúdo da época, foi o que chamou atenção, criou coragem para o cara abordar ele, que foi virar uma collab que construiu um dos maiores produtos da CIMED hoje.
Mas então, com certeza agregou, mas nesse caso, cara, agregou assim, digamos, não na originação direta do cliente, mas em relacionamentos, em parceiras comerciais aqui.
Hoje, para mim, o Adib, ele consegue conversar mais com os farmacêuticos, com os donos de— desculpa, ele consegue conversar mais com os empreendedores de farmácia Porque os caras conseguem seguir ele. Então mudou a relação dele com os donos de farmácia média e pequena, mudou a relação desses caras com a CIMED por conta dessa conexão de intimidade que a frequência cria, porque intimidade é frequência. Então esse é o primeiro ponto.
Segundo, atraiu uma série de oportunidades de collab. Hoje, cara, tu pega o Adib na Copa, os influenciadores queriam estar com a CIMED na Copa, as marcas querem fazer coisa com a CIMED. Então a CIMED virou uma marca maior do que a farmacêutica.
Então é muito louco porque, cara, a EMS, por exemplo, é muito maior que a CIMED, mas publicamente a CIMED é muito maior que a EMS, né? Se você perguntar para qualquer pessoa hoje, a pessoa vai— tem duas— me fala o nome de farmacêutica, vai falar CIMED.
E é por causa da marca, por causa da marca, não do negócio. Então marca e negócio são duas coisas completamente diferentes. É, total, que obviamente se conectam, mas são diferentes. Então o Adib, ele conseguiu. E aí ele entendeu que ele tava jogando, quando ele foi para TV, se tem promoção, tem João, aquela coisa toda dele para TV, ele entendeu que tudo que ele vinha fazendo e construindo esse ativo de atrair talento, né, porque foram várias decisões que o Adib fez que não é que nasceram, mas que vieram desse movimento dele.
Então, pô, Qual é a farmacêutica que tem um escritório no meio da Faria Lima, num prédio de tecnologia? Pô, isso facilitou ele atrair talento, profissional de marketing, é uma série de coisas. Então eu acho que o Adib, ele vem, ele e a Carla, né? Acho que a Carla, o outro grande case da CIMED, a Carla encontrou a identidade dela, o lugar dela, e virou a pessoa da Carmedi. Hoje a Carla, ela fala muito mais de Carmedi, o Adib fala muito mais da linha de produto.
Então meio que eles se dividiram ali para poder ter mais frequência na mensagem baseada no mesmo produto.
E aí, cara, você aproveitando esse gancho, eu acho que eu tenho um superpoder, porque eu posso pegar meu celular agora, fazer um Stories e falar, galera, clica aqui e um consultor vai te ligar. E um Stories desse, sem nenhum custo embutido agora, sem nenhuma mídia, por causa do investimento de talvez 15 anos produzindo conteúdo e aprendendo a fazer isso, Cara, eu com certeza vou captar alguns belos milhões de reais aqui para o nosso grupo.
E assim como talvez o Adib agora, talvez não, mas com certeza o Adib agora, você também, etc. Então isso aqui eu acho que é um baita benefício que os empresários têm.
Para mim é um patrimônio empresarial.
É um patrimônio. E cara, para você, igual a gente falou no começo sobre os pilares talvez de como construir uma máquina de vendas, O que você diria que seriam os pilares hoje de um founder-led growth ou de alguém que de fato quer construir autoridade para servir como um canal de aquisição para o seu próprio negócio?
O primeiro e mais importante, a disciplina do conteúdo. Então, cara, não tem jeito. É primeiro um jogo de definir quantidade, depois você dimensiona naquela quantidade qual nível de investimento você quer para manter qualidade, E quais são as tuas métricas de sucesso? Para mim, são 4 coisas fundamentais aqui para você fazer dar resultado. A primeira é a quantidade. A quantidade vai determinar a qualidade, que é o quanto você quer gastar com isso.
A qualidade, você precisa entender quais são as métricas que você quer mensurar de sucesso. Eu posso contar as minhas, o meu, eu não me importo de abrir meu case. E por último, CTA. Que é exatamente, beleza, mas cara, qual é a jornada de CTA que eu quero ter no meu negócio para eu conseguir alcançar? E aí você vê que volta tudo, né? Então, cara, qual o CTA que eu quero fazer? Eu quero levar o cliente para onde? Se eu quero levar o cliente para onde, eu tenho que ver quais métricas.
As métricas vão meditar se a qualidade é boa, e a qualidade vai me falar quantos eu aguento fazer nessa coisa. Então é meio que um IT mirror o que eu construí. Primeira coisa é identificar, é encontrar sua identidade, cara. Quem é você? Por que que você é diferente? Que que você faz? O que que você gosta? É, cara, qual o seu mundo e qual sua identidade? A verdade sempre vende mais. Então não adianta você querer se tornar um personagem, isso é outro jogo.
Founder-led Growth não dá para te tirar da tua verdade, da tua identidade, porque senão isso vai dar merda alguma hora na tua empresa. Depois você define o teu posicionamento, cara. Que que é o posicionamento? O que que eu quero mostrar? O que que eu não quero mostrar? O que que eu quero falar? O que que eu não quero falar? Exemplo: se eu falasse de política, ia dar mais engajamento? Provavelmente ia ter mais alcance.
Ia.
Mas o meu posicionamento, como eu sou um cara que tenho prazer em trabalhar com marcas, porque eu gosto de exercer o meu lado publicitário através dessas parcerias, O meu posicionamento é não falar de política. Beleza. Outra coisa, se eu falasse dos meus carros, dos meus relógios, ia dar mais engajamento?
Provavelmente.
Você conhece, você viu meu patrimônio. Se eu falasse do meu patrimônio público, ia dar mais engajamento?
Acho que sim, cara.
Você acha que a internet tem noção do meu patrimônio?
Aí é um mix de feelings aí. Alguns sim, outros não.
Mas é uma decisão de posicionamento eu não usar o meu carro, meu relógio. Para mim são cenários, não são assuntos. Então posicionamento é uma decisão, é o que eu quero mostrar, o que eu quero ser, o que eu, e como eu quero vender. Beleza, feito isso, entra arquitetura de canais, que é o quê, cara? Pô, quem é a rede de influência que forma opinião do meu cliente? Para quem eu tô me comunicando? Como eu vou me comunicar? Qual é o estilo de conteúdo?
Qual é o canal? Esse canal para topo de funil, por exemplo, vou dar um exemplo aqui. Que eu tenho usado muito. Eu não comecei o YouTube para audiência de YouTube, eu comecei o YouTube para minha audiência consumir um conteúdo meu mais longo. Então é natural que eu não vou ter a viralização no YouTube.
Você tá produzindo um conteúdo animal no YouTube, né?
Tá bem maneiro, mas é 100% focado em quem me conhece, quem já me segue, ver com mais profundidade como eu funciono. Então é um conteúdo de meio de funil para minha audiência usando o YouTube como plataforma. Aí agora eu vou começar a produzir conteúdo para o YouTube. Então é o que você me ensinou, vou pegar um assunto que tá viralizado no YouTube e eu vou sentar, falar para câmera, pá pá pá. Aí eu vou produzir conteúdo para o público, para o algoritmo do YouTube entregar.
E existe o terceiro conteúdo Que é o que eu quero que a internet fale de mim. Então hoje, por exemplo, eu criei um conteúdo que eu gosto de produtificar o conteúdo para ganhar produtividade, que é o escritório do G4. É um conteúdo, todo mundo quer conhecer o escritório do G4. Então eu pego, meu time fica procurando canais e falando, cara, quer mostrar o teu escritório do G4 com Alfredo no teu canal? Então hoje, se você abrir a internet, botar conhecendo o G4, vai ter uns 20 vídeos meus apresentando o G4.
Por quê? Porque no meu canal eu falo uma coisa, em outros canais eu posso falar de outras coisas, não tem problema. Então eu tô sempre olhando para esse lado. Então eu faço esse exercício por funil. Aí entra o terceiro, o quarto pilar, que é o pilar da arquitetura social, que é ambientes e pessoas que eu quero me relacionar, que eu quero me associar. Por quê? Porque associação acelera. Então, pô, é natural que você tenha que tomar essa decisão.
Até porque o follow the lead growth não acontece só na internet. O follow the lead growth acontece num evento que você vai, num jantar que você é convidado, numa comunidade que você participa, num evento que você palestra, numa feira que você vai. A gente foi na Expert, foi animal. A tua ideia foi brilhante, uma loucura, né? A galera ainda vai ver, mas assim O que tu fez foi bizarro, mais uma vez inovando. Daqui a pouco geral copia, mas você já tá acostumado com isso, cara. Aquilo é um foda-lá-de-growth físico, porra.
E ela foi loucuraça, né?
Você juntou, olha a inteligência desse maluco, 5 caras de audiências diferentes, autoridades em assuntos diferentes, para ir numa feira física, para uma visita numa feira virar um conteúdo de internet, irmão. E aí tem YouTube, corte, Instagram.
E onde todos eram clientes, e a gente ainda foi ganhar o prêmio de melhor conselheiro do Brasil, né? Então assim, foi legal, juntou tudo.
Então falando da LED Growth, galera, não é só internet, existem outros posicionamentos. Não é só o que tu fala no Instagram, é o como você fala numa palestra, é a roupa que você vai num jantar. Que você vai, cara, você pega um jantar lá na casa do furla lá, que é chicão lá, ele leva os cara poderoso, cara. Você chega lá de moletom, é um posicionamento, você tá dando uma mensagem ali para aquela situação. Então esses são os pilares ali.
E aí, obviamente, o último pilar é como você transforma tudo isso em negócio, né? Que aí é, pô, você quer o quê? Atrair parceiro? Você quer gerar lead? Hoje, por exemplo, o teu founder lá de Growth não é só mais cliente, Você tava me contando que o teu objetivo é atrair jovens com conhecimento financeiro para criarem uma carreira no mercado financeiro. Ou seja, teu follow da LED Growth não é mais lead para investir na Portfél.
Você agora tem um novo follow da LED Growth, que talvez eu seja o cara que, pô, consigo te ajudar nisso. Um stories no teu perfil é um tiro muito grande para atrair esse tipo de cara. Mas um Stories no meu perfil é o cara perfeito, que é o jovem empreendedor que me segue, que quer montar um negócio, quer começar a trabalhar, e que eu posso falar para ele, falar: cara, tu já levou em consideração criar carreira no mercado financeiro?
Anyway, é isso aí.
Eu olharia para esse programa que a Portfél tá criando para transformar jovens em consultores financeiros.
Muito bom. Cara, deixa eu te perguntar uma curiosidade. Você falou aqui de identidade e posicionamento. Identidade é quem é você, qual a sua verdade. E o posicionamento, como que você me vê nesse mundo de Founder-Led Growth, quando você olha para a minha identidade e o meu posicionamento?
Esse aqui está um desafio, tá? Esse podcast está mole não, puta que pariu. Cara, eu...
Pode ser sincero, cara? Pode, pode ser sincero, lógico.
Tá, eu acho que você tem— eu acho que você distanciou do teu público porque você ficou muito grande e teus investimentos começaram a ficar muito grandes, tanto na física quanto na jurídica. Isso automaticamente criou um pouco de distanciamento para esse cara que te segue, que sempre viu no Thiago a disciplina do começo. Então acho que o Thiago hoje precisa encontrar alguém do Grupo Primo, como Grupo Primo, para preencher essa lacuna do começo da vida do investidor, porque você e Perini não representam mais esse lugar e esse lugar ficou vazio.
Então não sei se às vezes pegar um funcionário aqui dentro, um jovem, mas tá faltando um pouco essa, olhando como grupo, tá? Tô olhando como grupo primo. Tá faltando um pouco esse lugar do começar a investir. Porque ao mesmo tempo que você vai falar pro cara começar, você tá comprando uma carta que pra tua realidade é o tipo, é o tamanho de negócio que você tem que fazer pra ter tesão de fazer. Porque senão não muda o teu ponteiro.
Então eu acho que teve esse deslocamento e aí eu acho que ficou aqui um abismozinho. Eu acho que ele tem que ser preenchido de alguma maneira. Por essa, por essa persona. De resto, eu acho que tem vários elementos do Thiago que eu acho que você fala pouco, né? O elemento do cara líder visionário que você é, você não fala muito de visão de mundo hoje na rede social. Então acho que, porra, a galera não tem noção do Thiago empreendedor, empresário que você é, né?
Porra, eu gravei lá o Plano Perfeito com você e vi o quanto você é um cara completamente obcecado é por essa parte de produtividade. Então eu acho que, óbvio que o teu conteúdo tem que ser 60%, 70% finanças, mas eu acho que você como celebridade que você acabou se tornando hoje no Brasil, é, cara, acho que o teu nível de popularidade deve ser uma, não tenho dados, mas deve ser bizarro de olhar tua cara e saber quem você é. Eu acho que te coloca no espaço de poder falar de outras coisas, né?
Então acho que hoje tem a parte de paternidade, eu acho que tem essa parte do Thiago empreendedor, investidor anjo, né, de negócios. Eu acho que você tem mais repertório do que você usa hoje. Essa é a minha conclusão. Você, Thiago, tem um repertório maior que você não tá usando. Então eu vejo você falando muito do investimento da notícia, da carta, e muito raramente colocando ali coisa pessoal. Eu acho que você tem mais repertório aqui que constrói uma autoridade pra galera entender que você é muito mais brabo do que a galera acha.
Muito bom, cara.
Você não é bom só com dinheiro, você é bom em fazer dinheiro, em... é, fazer dinheiro, em multiplicar o dinheiro. E eu acho que você não tá explorando o lado do fazer dinheiro.
É, você sabe que é engraçado, né? Porque quando eu vou num evento, você acha que as pessoas me perguntam sobre o quê?
Fazer dinheiro.
Fazer dinheiro. Em ordem de prioridade é fazer dinheiro e depois é Deus. Acredita? Finanças, a galera não pergunta.
Porque tu tem uma— aí eu vou te falar como amigo, a gente tá convivendo muito mais agora Você tem uma sensibilidade muito diferente, isso é um fato.
Como assim?
Ah, cara, não sei, mas acho que você tem um nível de conexão assim, uma sensibilidade de falar. Tipo aquele dia que você me ligou para falar daquela situação que aconteceu, parece que as coisas, parece que estar do teu lado, parece que você carrega uma coisa que as coisas acontecem perto de você. Tu já deve ter sentido isso. Eu conheço várias pessoas que eu pensaram em Deus diferente depois de algum papo contigo. Você sabe do que eu tô falando, e essas pessoas admitem isso.
Então eu acho que tem um pouco dessa parada de você atrai acontecimentos que te dão insumo para quando tu fala para pessoa, a ficha cai.
Que louco, cara. É, pensando agora, tem algumas coisinhas mesmo, né?
Entendeu? Então, tipo, pô, imagina acontecer aquilo naquela situação no dia depois de ter Tipo assim, mano, porra, só não acredita quem não tem conexão nenhuma. Quem tem conexão na hora fala assim, mano... Com certeza. E porra, e eu estar indo te encontrar para aquilo ali virar insumo para você pegar e botar o dedo na ferida? Foi muito foda mesmo. Tipo assim, se tu não entende isso como uma sensibilidade, eu estou te falando, de fato é.
Cara, e assim, olhando esse momento assim, é que a ficha caiu. Falou assim, cara, olhando para frente aqui assim, o que que você acha que são seus próximos passos?
Ah, cara, eu acho que eu tô muito focado ali em— eu tô curtindo muito essa fase de produção de conteúdo que eu tô vivendo, porque eu acho que isso eu tô sendo bem remunerado para aprender. Para me tornar uma pessoa melhor, um profissional melhor, e fazer outras empresas terem mais resultado de forma mais sustentável, que é a nossa proposta até na operação Lucro 2X que a gente resolveu fazer junto. Então eu tô, cara, literalmente vivendo meu lugar de potência.
Eu tô muito feliz com isso, principalmente por estar sendo a minha identidade. É, se eu for falar, Thiago, eu me orgulho muito de eu poder— o meu posicionamento praticamente é minha identidade. Isso é muito raro. Todo mundo, na hora que encontra a identidade, vai definir posicionamento, tem que limpar muita coisa. E eu não preciso limpar muita coisa. Você pega o meu Instagram, tem eu lá dançando com a minha mulher, dando risada, e a galera falando, mano, tipo, que maneiro.
Só que, tipo, eu não tô preocupado em fazer um conteúdo e poder estar com uma roupa ou me arrumar. Ou eu tô conseguindo fazer as coisas muito dentro da minha própria identidade. Então é como se meu posicionamento fosse não falar de coisas. O resto—
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Não, muito foda. A gente tá fazendo um baita trabalho.
Então eu tô muito amarradão e eu acho que é isso. Meu próximo passo é, pô, é conseguir impactar essa nova geração de empreendedores que tá vindo, continuar construindo a minha relevância e provando pro empresário ser mais intencional, educar os empresários a fazer marketing que dá resultado, não que é legal. E gerar muito valor através do G4, tanto para empresa quanto os nossos alunos, porque o nosso sucesso é o sucesso dos nossos alunos.
É para a gente conseguir fazer o G4 cada vez botar mais poder e criar uma geração de empresários, gestores, não só empreendedores, que consigam criar empresa que eles tenham estratégia, que não é só apagando incêndio.
Cara, e você tá animado com o nosso projeto?
Cara, tô muito animado. Primeiro, pô, sempre quis trabalhar com o time de vocês, que sempre me mentorou muito nessa parte de conteúdo. Então, pô, Lucão, Kaique, sempre foram pessoas que a gente, graças à relação, acessou muito para poder aprender, né? Afinal de contas, é o principal case. Você também sempre foi me ajudando ali do jeito que dava, na agenda corrida. Sempre que eu precisei, um ponto de inflexão, você tava sempre compartilhando.
Então, cara, os bastidores tá sendo uma grande faculdade para mim, par de conteúdo, de resultado, de, cara, onde pode melhorar, onde tá falhando. E aí é muito legal, né, cara, tá falando isso com o Nardão, quanta oportunidade tem na mesa ainda, né? Quanta avenida de crescimento tem para a gente construir. E eu acho que a gente tá fazendo, na verdade, um grande bem para a sociedade brasileira, que é entregar isso tudo na live de forma estruturada, né?
Porque conhecimento por conhecimento, a internet tá cheia de conteúdo de frase motivacional, cara que tá começando a vida dando lição de moral. Pô, isso é o que mais tem da internet, né? É o cara que vive de ensinar os outros abrir negócio do negócio que ele abriu. E eu acho que a gente conseguiu fazer isso criando empresa, criando o equity, o mercado validando, né? Afinal, vocês têm sócios de empresas listadas. Então a gente já fez negócios desse tipo antes.
Então assim, no nível que a gente já tem de negócio, acho que nunca ninguém entregou conteúdo de gestão. Não é conteúdo—
não, cara, a gente tá assim, a gente até nem— você falou de abrir estratégia, né? Claro que a gente vai abrir, talvez um pouco mais detalhe no dia 11 na live, mas Tem algumas coisas que não tem problema de abrir. Então, por exemplo, a gente criou um puta projeto que é o Plano Perfeito, onde a gente aplica um pouco daquilo que a gente vai ensinar ao vivo. Então, juntou, imagina, eu, você, o Thales, Nardon, Perini, a gente pega os negócios, mentora os negócios ao vivo, cria um plano para eles.
Aliás, esse último aqui a galera te elogiou para caramba, o da hamburgueria foi animal. E lá é um gostinho do que a gente vai talvez capacitar quem estiver com a gente na live. Onde a gente vai anunciar o nosso novo projeto. Então, vai ser muito legal.
Que para mim vai ser o maior projeto pró-empreendedorismo do ano de 2026.
Com certeza, cara. E é muito legal, porque a gente pensou muito em o que poderia ser uma promessa do nosso projeto. E talvez a melhor forma de a gente agrupar tudo isso seria chamar de Lucro 2X, onde tem realmente a missão de aumentar os lucros, de multiplicar os lucros dos empresários, porque Se você for parar para pensar, Alfredo, eu já falei uma vez no seu podcast lá que eu falei, pô, Alfredo é um mentorzão, o cara é animal.
Eu com certeza pediria conselhos para o Alfredo, traria ele como meu mentor de alguma forma. E só falar com você já aumenta o meu resultado. Então, nas últimas duas semanas eu peguei vários insights, várias coisas que a gente conversou. Uma delas foi o que você falou esses dias para mim, que eu deveria quebrar mais objeção no meu Instagram. São coisas pequenas, mas realmente são muito poderosas.
Igual você, você falou, cara, foto no perfil, numa carona, ele falou, cara, isso, isso, isso que você tá dando mole, você tem que mudar isso, isso no teu conteúdo. Eu fiz final de semana, dobrou o resultado.
Dobrou. Bizarro. É bizarro. E às vezes são coisas sutis, né? E aí, pô, isso daqui já aumenta o meu resultado, falar com você. Aí, pô, você imagina. Aí, pô, você pega um pouco de visão, cultura com o Thales, que, pô, é o cara que você Falou para caramba dele aqui, talvez muito à frente do G4. Você pega a minha expertise nas minhas áreas específicas de produção de conteúdo, geração de receita, pega o Perine. Você junta todo mundo aqui, não tem como você não ter um resultado de aumentar o seu negócio, não tem como.
Vender mais, melhorar margem, diminuir custo, trazer vida de crescimento, novos canais de aquisição, não tem como.
Eu acho isso, cara. Eu acho que a gente... Todo o conteúdo que vai passar, eu nunca vi algo tão completo para o empreendedor. Por isso que eu falei, para mim é para tua empresa, faz uma convenção no dia 11/08, bota todo mundo numa sala, aluga o auditório do teu prédio, bota na tela e você não vai se arrepender.
É isso. Então, turma, você que está aqui até agora, dia 11/08 a gente tem um encontro. A gente não terminou ainda. O que a gente vai apresentar, mas a gente está nesse momento, a gente está desenhando, a gente está preparando, a gente está planejando e assim está ficando incrível. Então, a gente espera você dia 11/08, vai ser ao vivo. Então, a gente está fazendo um dever de casa para quando chegar dia 11/08, é 8 horas da noite, né?
8 horas da noite.
8 horas da noite, a gente te apresentar uma coisa de uma forma organizada, estética, aplicável para você e para a sua companhia. E vou deixar um link na descrição aqui no podcast, Você pode clicar, se cadastra para a gente te avisar e você não deixar de participar. Clica aqui embaixo, esperamos você ao vivo dia 11/08. Alfredo, você quer dar algum último recado para a turma?
Cara, não, queria agradecer por estar aqui trocando essa ideia com você. Acho que a gente falou de vários temas. Como você falou, o poder de uma conversa boa faz você refletir muitas coisas. Às vezes o conhecimento que você precisa está dentro de você, você só precisa acionar ele para que você reflita sobre aquilo. E essa, para mim, eu saí desse podcast com essa provocação do cara: mas e aí, qual é o teu sonho, né? O que que me provocando cada vez mais, tipo assim, pô, o que que você quer, né?
O que que eu quero botar para frente? E cara, sou muito grato aí por estar junto com vocês. Acho que a mensagem final para galera é a frase que eu ouvi no IPO da Vetex na Bolsa de Nova York, quando a gente abriu capital da empresa: tenha mais paixão pelo futuro que orgulho do passado. Então acho que essa frase é a mensagem que eu gosto de levar ela adiante. Foi o discurso do Mariano pra gente. Eu acho que o futuro previsível é sem graça.
Você tem que declarar o teu futuro e entender que as decisões de presente, elas têm que estar alinhadas para construção do futuro. Então se você quer chegar lá com 100 anos, você tem que começar a se cuidar agora. A Billie falava isso, né? Meus 80 anos começou com 30. Se você quer se ver lá na frente cheio de netos, tem que ter mais filho agora. Então a vida tem várias decisões de presente que elas não são para agora, elas normalmente são para quem você quer se tornar.
E eu acho que quanto mais intencional você consegue ser, quanto mais repertório você tem, quanto mais intercâmbio intelectual você tem, mais você consegue ser essa pessoa que domina o seu crescimento, que controla ali, é, que desenha o teu futuro, né, que tem essa capacidade. Óbvio que vai ter imprevisibilidade, vai ter Mas se você for um bom gestor, seja um gestor da sua vida. Não é só sobre o seu negócio, sobre você saber gerenciar a sua vida, sobre você ter métricas da sua vida também, como a gente, né, tem de emagrecer, de passar tempo com a família, de viajar.
Tudo isso no final do dia é sobre gestão. E você se tornar um gestor melhor vai com certeza melhorar a sua vida e das pessoas que vivem com você.
É isso aí, pessoal. Sigam o Alfredo nas redes sociais, ele está estourado, como diria não eu, mas como diria todos os jogadores de tênis que a gente encontrou junto, falando que ia assistir a ele, todo mundo também na XP. Então sigam o Alfredo nas redes sociais e a gente tem um encontro dia 11/08, tá bom? Grande abraço, turma, até o próximo episódio e tchau. Close your eyes, exhale, feel your body relax, and let go of whatever you're carrying today.
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