PrimoCast 494 | SEGUIR SEU PROPÓSITO VAI TE DEIXAR POBRE (e ninguém admite isso) | Paulo Vieira
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Você passou anos buscando seu propósito. Leu livros, assistiu palestras, mudou de emprego. E ainda assim algo não encaixa.
E se o problema for exatamente isso — a busca?
Nesse episódio do PrimoCast, Paulo Vieira, criador do Método SIS e um dos maiores especialistas em inteligência emocional do mundo, quebra um dos maiores mitos da nossa geração: o de que ter propósito é suficiente para você ser feliz e próspero.
Com 26 anos de experiência e 2 milhões de pessoas treinadas, Paulo revela por que 95% das pessoas que dizem viver com propósito estão vivendo o propósito errado — e como isso silenciosamente destrói famílias, casamentos e fortunas.
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Paulo Vieira @paulovcoach
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Propósito e RiquezaPropósito não garante felicidade · 95% das pessoas vivem propósito errado · Propósito orientado por traumas e ego · Múltiplos propósitos simultâneos · Propósito encontra você, não o contrário
- Prosperidade Multidimensional11 áreas da vida · Sinergia entre áreas · Saúde como base para resiliência · Relacionamentos como suporte · Equilíbrio como riqueza real
- Felicidade vs AlegriaFelicidade é intangível e eterna · Alegria é momentânea e monetizável · Confusão entre conforto e felicidade · Dinheiro não compra felicidade · Experiências vs consumo
- Dinheiro em ViagemDinheiro instrumento, não objetivo · Obsessão por ganhar destrói vidas · Qualidade de vida através do dinheiro · Pressa para enriquecer · Dinheiro para propósitos maiores
- Memórias e IdentidadeMemórias constroem identidade · Sete experiências fundamentais · Ausência cria vazios emocionais · Experiências moldam crenças · Importância da presença parental
- Mentalidade de EscassezPara ganhar alguém tem que perder · Sacrifício obrigatório em áreas da vida · Competição ao invés de sinergia · Pensamento cartesiano vs holístico · Crença limitante de impossibilidade
- Inteligência EmocionalEmociones dominam comportamento · Método CIS e transformação · 2 milhões de pessoas treinadas · Cura emocional vs racional · Traumas e dores emocionais
- Trauma e ComportamentoErros hereditários entre gerações · Vítima de outras vítimas · Filtragem de traumas · Caráter para não transferir danos · Cura da descendência
- Consumo de Luxo e FelicidadeAvião a jato não traz felicidade · Casa maior não muda satisfação · Ferrari menos confortável que Suburban · Padrão temporal de adaptação · Experiências familiares vs objetos
- Humildade como ForçaHumildade oposto ao orgulho · Orgulho causa todas as guerras · Pessoa humilde continua aprendendo · Reconhecimento de falhas · Blindagem financeira por humildade
- Doação e AbundânciaDoação de 20% da renda mensal · Criação de mentalidade próspera · Dopamina através da generosidade · Resultados sinergéticos da doação · Oportunidades atraídas pela generosidade
- Relacionamentos FamiliaresPapel austera do pai · Papel fofa da mãe · Autorregulação no córtex pré-frontal · Falta de limite gera disfunção · Opressão mediática do homem
- Saúde MentalEmoções alteram comportamento · Observador cria realidade · Física quântica e mente · Auto-sabotagem racional · Transformação de crenças
- Crises e ResilienciaChegam sempre em algum momento · Saúde como apoio em crises financeiras · Relacionamento como suporte · Preparação multidimensional · Interdependência entre áreas
- Visualização e DopaminaPoder da visualização científico · Pilotos de Fórmula 1 usam visualização · 20+ estudos científicos · Dopamina através de visualização · Saída da zona de conforto
Que merda de vida é essa que eu vivo pra ganhar dinheiro? Tua vida, se resume a isso, o professor não gosta de dinheiro. Gosto, mas gosto de dinheiro como meio, não como fim. E as pessoas estão buscando viver essa loucura da alegria, alegria, balada, balada, festa, festa, conquista, conquista, meta, meta, meta, meta. Cara, e não estão vivendo a felicidade. No programa de hoje, Kaique, a gente vai falar sobre propósito. E não é só qualquer propósito.
A gente vai falar que o seu propósito não vale nada. Não vale nada. Então a gente tá aqui com o Paulo Vieira, que ele é criador do Método CIS,
treinamento de inteligência emocional do mundo. Ele também é escritor, palestrante, faz um monte de coisa. Nós nos sabotamos, nós procrastinamos, nós sabemos que devemos fazer e fazer muitas vezes o contrário que deveríamos fazer. O que nos faz verdadeiramente feliz é acessível a qualquer pessoa em qualquer momento. Não dá pra estar acusando ninguém. Nós somos todos vítimas. A pergunta, Lucas, é onde é que vai parar os erros hereditários?
Quem é que vai curar a sua descendência? Nesse episódio a gente vai falar muito de prosperidade,
vai falar muito de dinheiro, construção de patrimônio. E olha só, eu tenho aqui uma promoção para você que vai te ajudar muito nesse caminho, tá? Você vai ter a Finclass, com mais de 70 cursos, tem carteiras recomendadas, ou seja, analistas ali trabalhando para você, para você não precisar investir com achismo. E você também tem a My Hub A, que é um compilado com mais de 11 ferramentas de A. Tem vários cursos lá também para você aprender. E tudo isso por R$ 79,90 por mês.
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mas essa campanha é por tempo limitado. Vou deixar aqui para vocês um link na descrição e um QR Code na tela, fechou? E olha só, você que está assistindo a gente aqui, gosta do PrimoCast, já curte, compartilha, se inscreve, né, Kaique? Por favor, o mais importante é se inscrever aqui no YouTube. O mais importante é se inscrever, né, Kaique? Se inscreva, por favor, porque a gente tem vários vídeos aqui com milhões de visualizações e não está batendo com o que a gente tem inscritos aqui.
Não está batendo, então se inscreva no canal. Certo? Beleza? Paulo, vamos lá. Cara, esse negócio de propósito,
é uma coisa que se fala há anos. É um negócio que sempre aparecem vídeos sobre isso, livros sobre isso. A galera acha muito que é isso que vai trazer um sentido para a vida delas. O que você pode falar para a gente sobre isso, pensando que você já tem quantos anos de experiência nessa área, estudando pessoas? E treinando, né? Só de método CIS são 2 milhões de pessoas treinadas. Tá bom.
E deles já são 26 anos, só de método CIS. 26 anos, só de método CIS. O que você pode trazer pra gente quando a gente fala de propósito? Quando eu digo que o propósito não vale nada, não vale nada primeiro se for o propósito errado. Porque muitas pessoas estão vendo um propósito. Mas um propósito de ganhar dinheiro a qualquer custo. Um propósito de dar fama a qualquer custo. Um propósito de sucesso a qualquer custo. Esse é meu propósito. Propósito, pró, quer dizer que é pra fora. Tá entendendo? Que é além de si.
propósito se atingir outras pessoas. Agora, não adianta eu ter um propósito se é o propósito dos meus traumas emocionais, se é o propósito do meu ego, da minha vaidade. Cara, você vai ganhar dinheiro, mas vai perder sua casa, seu lar, vai ter sucesso profissional e vai perder seu casamento. Que propósito é esse? Então, a primeira coisa é, eu posso dizer que 95% de qualquer pessoa que diga que vive o propósito, ela está vivendo um propósito que não é o propósito certo, não é o propósito correto. E o segundo, e esse talvez seja o maior erro de todos,
bater no peito e dizer que tem um propósito. Como assim você tem um propósito? E teus filhos não fazem parte do teu propósito? Teu casamento não faz parte do teu propósito? Tá entendendo? O teu trabalho, ah, meu trabalho faz parte. Mas é o teu trabalho ou ganhar dinheiro através do teu trabalho? Ou ganhar fama através do teu trabalho? Ou é o que o teu trabalho vai deixar pras pessoas que é teu propósito? Então, quando a pessoa diz que tem um propósito, eu já me assusto. Porque pressupõe que ela tá deixando um monte de coisa largada aí. Então,
Você tem que ver. É o propósito certo? E aí eu estendo. São os propósitos certos que você está vivendo? Aí sim. Se você vive os propósitos, aí você está no caminho certo. Mas precisa ter propósito? Por exemplo, se eu estiver numa etapa da minha vida que a minha motivação seja simplesmente ganhar dinheiro. Eu quero ficar rico. Isso é uma coisa menos nobre do que eu pensar. Não, pô, eu quero ajudar as pessoas, o planeta. Eu quero ajudar as crianças na África. Deixar um legado. Deixar um legado. Isso é menos nobre?
menos importante do que eu simplesmente querer viver minha vida aqui e resolver o meu? Posso ser sincero, assim, dentro da minha concepção? Claro, por favor. Dentro de uma filosofia, dentro de uma concepção espiritual, neurológica e até filosófica, né? Que droga de vida é essa? Pode falar a palavra, não? Pode falar tudo. Que merda de vida é essa que eu vivo pra ganhar dinheiro? Isso é uma merda, tá entendendo? O cara que vive ali obcecado, eu vou ganhar dinheiro, meu prazo vai ganhar dinheiro, agora tem um relógio melhor, tem um carro melhor,
melhor. É pra isso que você vive. Pra comprar um carro melhor. Pra ganhar mais dinheiro, comprar uma... É isso. Tua vida se resume a isso. Cara, eu não queria nada desse dinheiro de uma pessoa dessa. Eu não queria uma fração da vida de uma pessoa dessa. Esse é o teu propósito. Daqui a pouco você vai morrer e nem teu filho vai lembrar de você. Porque eu vou ser esquecido, eu vou ser esquecido. Tá entendendo? Eu tava na Itália uma vez, com toda a minha família.
Aí tinha uma foto da década de 50, de um baile. E tinha umas pessoas ali por volta, muito chique. Pessoas na pova de
40 anos. Aí eu fiz as contas, quase 80, 40, 120, 130 anos. Já morreu todo mundo. E o que restou daquelas pessoas foi uma foto num quarto de hotel. Tá entendendo? E eu sei que meus álbuns, as minhas viagens, cheguei agora da Tailândia com os meus filhos, com a minha esposa e tal. Fizemos um álbum muito bonito. E eu fico perguntando, quem vai jogar meus álbuns fora? Alguém vai jogar meus álbuns fora? Eu acho que nem meus filhos vão jogar.
Talvez nem meus netos, porque os filhos deles, os pais deles estão no álbum. Cara, mas não vai.
esses alunos vão chegar nos meus bisnetos e logo eu vou ser esquecido. Mas ser esquecido, tudo bem, mas não deixar nada nessa humanidade que perpetua e dê valor à minha existência, que não seja ganhar dinheiro, eu não queria essa vida. Mas aí isso não vai um pouco contra ao que a gente fala até em questão de prosperidade, você tem que ser o cara provedor, você tem que buscar ganhar mais. Você mesmo posta bastante conteúdo, enfim, carro, viagem, relógio, você não vai um pouco contra?
Claro que não. O que é um pensamento escasso? O que é pensamento escasso? Ele acredita que para ele ganhar, alguém tem que perder. Ou então... Como é que é aquele... Às vezes você ganha, às vezes você perde. Como é que é? Tem até um ditado. Mas é um pensamento escasso. É um pensamento bem comunista. Que para alguém ganhar, alguém tem que perder. Tem pobre porque tem rico. Para eu ser feliz numa área, eu vou ter que ser infeliz na outra. É tipo assim.
Não dá para ser feliz em todas as áreas. Se contenta que você está ganhando dinheiro. Fazer sacrifícios. Se contenta que você, pelo menos, tem um casamento. Se contenta com isso porque não dá para ser feliz. Isso é uma bobagem. A ciência, a neurociência, explica que quanto mais realizada a pessoa, mais próspera ela se torna. Mais próspera ela se torna. Então existe esse dogma que para eu ser feliz em uma área, eu tenho que abrir mão de outra.
Que para eu ganhar dinheiro, eu tenho que abrir mão da minha saúde, de ser pai, de ser marido, de ser esposa. Não.
Existe uma sinergia, e essa é a minha tese. E essa é a minha tese. A minha tese é, nós temos uma roda da vida com 11 áreas, e tem pessoas que abrem mão de várias áreas para prosperar numa financeira, normalmente financeira e profissional. A minha tese é, eu posso, nós podemos prosperar olhando para todas as áreas simultaneamente. E essa é a grande prosperidade. Esse é estar completo. É você, eu estava viajando agora, e todo dia eu olho para os meus filhos e vejo o amor dos meus filhos, um com o outro. Isso não aconteceu.
um acontecimento. Eu fiz isso acontecer com a minha esposa. Paulo, quanto vale isso? Quanto vale ver meu filho de 10 agarrado com meu genro, que minha filha de 22 agarrada beijando meu filho de 19, ver a relação da minha filha com a minha esposa, meu filho que pula, o de 19 pula em cima de mim, me enche de beijo. Quanto vale isso? Que dinheiro paga isso? E aí as pessoas estão olhando pra um pagamento puramente monetário, tá entendendo?
Qual é o preço? Eu tenho um pai e mãe vivos. Ontem, não sei quem estava comigo no carro, e meu pai... Filho, eu te amo, filho. Meu pai todo durão. Filho, eu te amo, cara. Você é um caba incrível, filho. Pô, eu te amo, filho. Qual é o preço do teu pai estar dizendo que te ama, repetindo, eu te amo, eu te amo, eu te amo? E as pessoas estão olhando só para as cifras. E aí o problema é que as pessoas acreditam que para ter a cifra monetária, tem que abrir mão disso. Não é real. É uma mentira. É uma mentira da escassez. Que para...
Abre mão de outros, porque você não vai conseguir ser feliz em todas. E essa é a minha... Eu persigo isso. Ser feliz em todas as áreas. Ah, Paulo, isso é uma utopia. Não. É uma jornada. É fácil? Não. Mas é possível? É. Tá entendendo? Cada um de nós, você vai ver pessoas que têm muita facilidade pra ter um corpasso, atleta. E o cara do lado mal consegue ter... E aí você vê que pra um... Uma área da vida pra um é fácil, pra outro é difícil. É isso mesmo. Então... Só que parece que de repente é fácil.
forte, atlético, talvez não seja fácil ter um casamento feliz. E pra esse gordinho aqui, o cara tira o casamento dele de letra e é feliz. Então nós temos áreas que nós temos facilidades naturais e outras que nós temos dificuldades naturais. Mas o que acontece com as pessoas? Elas costumam investir apenas na área que elas já têm uma facilidade natural e abrem mão das outras. Aí pega essa área boa do corpo saudável, aí faz como se só isso lhe fizesse feliz.
Exibe o corpo, mostra o corpo, olha como o meu corpo é bonito, sou atleta, faço triátil, faço aeromento,
Aí vai pegar o outro que tem uma vida estrambelhada, mas tem dinheiro. Aí ele posta o dinheiro dele, tentando se convencer que aquele dinheiro apenas está lhe fazendo feliz. É uma merda de vida, tá entendendo? É uma merda. Sim. Você falou dessa jornada, né? Que você ter essa vida, né? Você ter sucesso em todas as áreas é uma jornada. Mas essa jornada, ela é uma coisa que você enxerga que é linear, assim, ou não? Em algum momento vai ter um desequilíbrio muito grande.
Em algum momento você vai ter vários atritos no casamento, em algum momento você vai ter o seu sossego financeiro, em algum momento você vai descansar mais. Como que você vê isso? Até complementando, se você conseguir colocar um pouco do que foi pra você essa jornada. É, exatamente, né? Primeiro você tá certo, não é linear. Não é linear. Porque o ser humano, ele não é racional. O estoicismo é muito bonito, como uma teoria. Mas quando traz estoicismo, essa racionalidade de causa e efeito pro ser humano, nós nos sabotamos, nós procrastinamos,
Está entendendo? Nós sabemos que devemos fazer e fazer muitas vezes o contrário que deveríamos fazer. Então, é uma cura emocional. Não é uma cura racional, é uma cura emocional dos nossos traumas, das nossas dores, das experiências. E essa é a jornada. Essa é a cura. Está entendendo? É uma cura, uma construção emocional, uma construção na alma do ser humano. E essa cura é real. Essa cura é possível. Está entendendo? É o que a gente ensina no método CIS, é o que a gente vê no método CIS. Recorrentemente a gente vê isso no método CIS.
uma jornada, né? Tem pessoas, cara, faz metros dez vezes, né? Pô, tu não aprendeu ainda em dez vezes, você fez metros seis? Pois é, cara, no último eu só tinha 500 milhões, agora eu tenho um bi, agora eu faturo um bi. É um caso real. Agora eu faturo um bi. E só consegui faturar um bi depois do décimo segundo, do décimo segundo. Minha família já perdeu 80 quilos. Eu, minha esposa, meus três perdemos juntos 80 quilos. Meu casamento era disfuncional. Hoje eu tenho um casamento feliz. E esse cara estava retratado,
porque a pessoa gozou dele, né? Pô, tu não aprende não, precisa de 10 metros pra aprender e tal. Ele disse, não, mas eu fui aprendendo em cada um. Em cada um eu trabalhei uma área, trabalhei outra área, aí cai aqui, eu levanto aqui, e aí isso vai se equilibrando, vou amadurecendo, vou me curando e vou conquistando algo que não impede ganhar dinheiro, que não impede, pelo contrário. A minha tese é que todas as áreas positivadas, elas têm uma força sinergética que uma acaba ajudando a outra.
dinheiro, mas não deu atenção à saúde. Ok? Você é jovem. E quando você estiver 34, você vai ter uma crise de saúde. Concorda comigo? Em algum momento? Vai. Você vai ter uma crise de saúde, o Brasil vai ter uma crise financeira, você vai ter uma crise com seus pais, você vai ter uma crise com seu irmão, vai ter uma crise no seu relacionamento. Você tá preparado pra suportar essa crise? Porque elas virão. Elas virão. Tá entendendo?
E quando eu tô na crise financeira, quem é quem dá força e reforço pra aguentar uma crise financeira? É o meu corpo, é a minha saúde. E você cuidou dela?
emoções. E você cuidou dela? É tua esposa. E você cuidou dela? Aquela mulher que vai te apoiar? Pra você vencer aquele problema financeiro no momento crítico da empresa, da sociedade e do Brasil? Não, porque eu só olhava pra essa área. Numa mentalidade escassa, achando que, cara, vão os anéis e ficam os dedos. Tá entendendo? Que o importante é competir. Essa é a mentalidade. Que não dá pra ser feliz em todas as áreas. Então abre mão, cara.
Esquece. Não dá pra ser feliz em tudo. Então, pô, tu já tá bem financeiramente profissionalmente? Abre mão do resto. Esquece.
dá pra saber disso tudo. Isso é uma mentira. Uma mentira diabólica, inclusive. Interessante isso. E o que você falou de o cara só teve que fazer 10 métodos cis, eu acredito nisso, porque acho que a cada momento de vida dele que ele fez, ele enxergou algo diferente ali, né? É tipo ler o mesmo livro várias vezes. Ler o mesmo livro, você assiste o mesmo filme e fala, nossa, eu nunca tinha visto isso, né? Eu acho que isso acontece muito.
E aonde que entra o dinheiro em tudo isso, então? É, porque tem uma coisa que a gente falou muito que beleza. Só isso, né? Só isso, só que
A gente não pode ser hipócrita de falar que o dinheiro não é importante em toda essa jornada. Muito importante. E fica uma coisa tão tangível ali, né? Ele materializa o sucesso. Ele materializa o sucesso, igual você falou do cara que faturava 500, hoje faturou um bi, mas eu acho que é um 360 de tudo. Cara, é muito mais fácil você ter uma família harmônica quando você não tem um problema financeiro latente todos os meses. Você tem tempo de qualidade para viajar, que você viajou agora.
É muito mais fácil. É mais fácil você cuidar da sua saúde, é mais fácil você fazer tratamentos, entre outras coisas, né? Onde que entra esse pilar?
consegue fazer esse pilar crescer sem virar aquele ganancioso que só quer trabalhar com a força do braço pra crescer esse bolo sem propósito nenhum? Quando eu vejo alguém, vou te contar duas coisas. Quando eu vejo alguém exasperado pra ganhar dinheiro, aceleradíssimo pra ganhar dinheiro, obsessivo em ganhar dinheiro, eu ponho a mão no ombro da pessoa, olho nos olhos, assim, como se eu pegasse você e olhasse nos olhos e dizia, irmão, você tá indo aonde com tanta pressa?
Onde você tá indo com tanta pressa? Hã? Hã? Onde você tá indo com tanta pressa? Aí ele fica assim, você é casado?
Sou. A tua esposa consegue te acompanhar nessa velocidade? Eu sei que tem filhos, teus filhos estão acompanhando essa velocidade que você tá nessa sua corrida ao pote de ouro. Onde você tá indo com tanta pressa? Quanto esse dinheiro a mais vai te fazer feliz? Essa é uma coisa que eu tenho perguntado pras pessoas. Pô, Paulo, parece que você não gosta de dinheiro. Gosto, mas gosto de dinheiro como meio, não como fim. Eu não quero dinheiro pra dizer que eu tenho dinheiro.
E se alguém vê que eu tenho dinheiro, é porque eu tô nesse mundo midiático que as pessoas valorizam.
as pessoas não valorizassem, as pessoas não iam ver. Eu não ia me esforçar pra mostrar, e eu me esforço pra mostrar a minha riqueza, que eu tenho um avião a jato, que eu tenho duas casas nos Estados Unidos. Eu me esforço pra mostrar isso. Mas por que o mundo exige isso? O mundo doente exige isso. E aí, como nós, eu vendo o que a pessoa quer comprar, mas entrega o que ela precisa. Sim. Responsavelmente. Eu vendo o que ela quer comprar, mas responsavelmente entrega o que ela precisa.
E aí, eu tava com um rapaz, tem uns 10 anos isso, eu tava olhando o relógio pra comprar, tava com eu e dois rapazes,
sobrinhos, né? Dois sobrinhos afins. Aí, tô com um sobrinho que não tinha um real guardado, mas tinha seis Rolex. Não tinha um real guardado. Aí tem o outro que tinha recebido uma antecipação de herança, uma pequena antecipação de 200 milhões de reais. Tô falando dez anos atrás. E aí, o que não tinha um real, mas tinha seis Rolex. E aí, tio, vamos comprar um relógio e tal e tal. É, filho, eu tô procurando esse relógio, né? Aquele Rolex com a pulseira de borracha, né?
De ouro, pulseira de borracha e tal. Pô, o tio aí entrou na internet, mostrou. Aí o outro,
que tinha recebido 200 milhões de reais de herança antecipada. Já tinha muito. Uma antecipaçãozinha. Não tinha nem 30 anos nessa época, rapaz. Tio, você é louco. A dinheiro de hoje, o relógio deve ser uns 180, 200 mil. Você vai gastar 200 mil, tio, num relógio desse, tio? Esse filho não vai me fazer falta. É como se um prêmio, pelo que eu tenha realizado, né? É um marco, uma conquista, uma celebração e tal. Tio, e aí? E o dinheiro?
Deixa eu te perguntar. O que você faria? Tio, eu tenho todos os cinturões, todas as certificações financeiras, tio.
Eu ia reinvestir. Eu disse, legal. E se você investisse esse dinheiro um ano? O que ia acontecer na tua vida? Aí tu pegou a calculadora financeira. Um ano, tio. No padrão que eu tenho hoje, teria tanto. Eu disse, e dois anos depois? Eu teria tanto. Legal. E três anos depois, reinvestindo esse dinheiro? Teria quanto? Eu disse, faz o seguinte. Dez anos depois. Tinha tanto. Eu disse, sim. E depois? Eu investia de novo. Sim. Depois? Quando você tiver 50 anos.
Pô, tio, eu investi de novo. E eu disse, e depois? Ele parou, olhou, é, eu não sei. Tá entendendo? Não tinha um sentido pra aquele dinheiro ali. Um não tinha um real comprando Rolex. O outro não tem o que fazer com dinheiro nas gerações dele. E economizando dinheiro, porque ele tem que aplicar e fazer mais dinheiro. Quando se eu consigo olhar o dinheiro como um meio, a terceira história que eu vou te contar, o dinheiro como um meio. É, chegou, meu, eu tenho uma assessoria financeira,
um family office, e o cara disse, Paulo, tem um cara aqui que quer te conhecer e tal, e ele tá trabalhando com um cliente meu, parece que fez um trabalho muito bom, né? E ele tem uma modalidade de investimento, né? Previdenciário e tal, inteligente, internacional, tá bom. E aí ele tá pedindo alguns números, esses teus números. Posso dar? Você confia? Confio. Pode dar. Deu. Marcamos a reunião. Aí o cara chega, né? Disse, olha, Paulo, já vou chegar dizendo que você não tá sendo nem um pouco diligente,
seu dinheiro, você está sendo tanto quanto inconsequente com o seu dinheiro, para não dizer irresponsável. Eu disse, puxa, eu nunca me imaginei irresponsável com o meu dinheiro. Cara, eu tenho liquidez, eu tenho dinheiro nos Estados Unidos, eu tenho dinheiro em todo canto, eu faço, eu tenho uns 80 produtos, esse cara tem 80 produtos, a gente tem renda variável e tal, e cara, o cara está dizendo que eu sou irresponsável. E eu disse, por quê?
Porque se você, em vez de doar, 20% você ganha todos os meses, e não é 20, é 22. Nos últimos 10 anos você doou 22% do seu prolabore.
Fora o que a empresa doou. Aí ele fez um cálculo previdenciário de tudo que eu teria. Putz, eu olhei assim, né? Eu olhei pros meus números, eu olhei pro meu patrimônio, Brasil, patrimônio fora, patrimônio imobiliário, rentabilidade de tudo. Olhei assim. Aí ele foi muito grosseiro. Eu disse, amigo, eu te mostrei. Você sabe o meu patrimônio. Agora eu quero saber o seu. Não, mas essa não é a questão. Não, eu quero saber o seu. Mostra aí no sistema.
Clica. Eu quero ver. Aí o cara, ele tinha sido muito grosseiro comigo, né? Ele disse, pô, tu não tem acesso ao dele?
Mostra o teu. Aí ele envergonhado, clicou no celular dele, apareceu. Você tem quantos anos? Ah, a mesma idade que eu. Então eu faço o seguinte, me ensina a sua previdência. Não me ensina a ser rico. Nós temos a mesma idade, eu tenho 30 vezes mais do que você tem. Me ensina a sua previdência, não me ensina a ser rico. O que eu quis dizer com isso? Doar 20% do meu prolabore bruto mensal me fez mais rico. Mais rico, eu creio, mais rico monetariamente, mais rico como homem, mais rico como pai, mais rico de todas as maneiras.
Aqueles 20% que eu dou todos os meses da minha vida, desde quando eu era pobre, não me subtraiu. E provavelmente os 20% que você doa te deixa mais feliz do que você ficar 20% mais rico hoje. Não, mas é aí que tá. O mundo financeiro, ele tenta pensar, ele pensa de uma forma cartesiana. Tá entendendo? De uma forma cartesiana. Um mais um é dois. Dois mais dois é três. Dois mais dois é quatro. Três mais três é seis. Não é essa a lógica. Não é essa a lógica.
os dias. Quando você doa e doa com alegria, as tuas crenças são transformadas. E você adquire uma crença de prosperidade. Porque só dá quem tem. E eu dou e não faz falta. Eu crio uma crença de prosperidade, uma crença de riqueza, que eu conheço pessoas bilionárias que não tem. Você tá entendendo? Conheço pessoas bilionárias que não tem. Tem bilhão. Fatura bilhão. E não se sente próspero. E essa crença, e essa crença, quando eu dou o dinheiro, esse exercício, como quem
o braço, todo mês doando, doando com alegria e felicidade, isso como me convence em termos de crenças, padrões mentais, que eu sou próspero. Isso vai me fazer tomar decisões certas. Isso vai me conectar com as pessoas certas. Isso vai me fazer receber todos os prêmios que eu já recebi. Congresso Nacional, governo de São Paulo. Nunca bati na porta de um governador. Eles me chamam pra conversar, pra pedir conselhos. Tá entendendo?
Nunca bati na porta, eles me chamam. Prefeitos das maiores cidades me pedem ajuda nas suas campanhas.
Eu nunca bati na porta. Mas quando você vive dessa maneira, você expande uma aura, uma mentalidade, uma reputação. Eu treinei 65 mil detentos gratuitamente. Imagina quanto custou pra treinar 65 mil detentos. Treinei 25 mil policiais gratuitamente. Imagina quanto isso me custou? Gratuitamente. Tô na praia do Rio de Janeiro e vêm dois ex-detentos. Tô na praia do Rio. O último metro seis foi em novembro. Chegando no Rio, parei o nosso avião no Galeão.
Vem ali pela beira-mar, ali em Ipanema. Cara, vou tomar um mate. Pare que vamos tomar um mate. Vamos parar, vamos relaxar, vamos tomar um mate, indo pra Barra. Parei ali, aí vem dois caras. E aí, paizão? E aí, paizão? É tu, hein, paizão? É tu, paizão? Eu tava enjaulado aí, paizão. Aí a gente filmou os caras, me agarrei dois vezes de detentos. Cara, e eu não tô falando que isso me fez bem. Eu tô falando que aonde isso tem me colocado. E eu poder olhar pro meu filho e criar um mundo melhor pra ele. Tá entendendo?
ao meu filho e dizer, pai, eu quero ser igual a você. E eu não tô dizendo que me fez feliz. Eu tô dizendo quanto isso mudou as minhas crenças, um padrão comportamental, um padrão decisório, tá entendendo? Que vai me fazer monetariamente mais próspero. E eu me pergunto, e se eu não tivesse doado, não doasse os 20% com tanta alegria, com tanto, eu teria o dinheiro que eu tenho? Eu tenho certeza que não. Até pegando esse gancho que você tá falando muito do poder da mente, você acha que tudo tá na mente?
Tipo, a possibilidade da pessoa ser rico ou pobre, ser próspero ou não, se ganhar... Tipo assim,
Só depende dela? Tá tudo na mente dela? É uma questão de mentalidade, né? Olha, é o que eu vou te perguntar. Você conhece alguém que sabe que deveria trabalhar com mais empenho e não trabalha? Sim. Racionalmente ele sabe que deveria trabalhar com mais empenho. Mas algo, e esse algo é emocional, se não é racional, é emocional. Ele não trabalha. Você conhece alguém que sabe que deveria se alimentar melhor? Ele sabe, tá doente, tá pré-diabético.
O médico já falou. Ele sabe, racionalmente sabe o que deveria fazer. Mas ele não faz. E de novo, por quê? Emoção. Eu sei que não deveria fumar.
Eu sei que não devia fumar. E fumo. Eu sei que não devia beber. Morri e bebo. Eu sei que devia ser mais presente com a minha esposa, mais carinhoso. Que eu tô machucando o nosso casamento. Eu sei disso. E eu sei o que eu deveria fazer. Mas não faço. E todas essas demandas são emocionais. Tá entendendo? E eu tô falando de emoção só no comportamento. Eu tô falando de emoção só no comportamento. Só que a emoção interfere na estrutura quântica dos acontecimentos.
Na física quântica, e hoje ninguém questiona a existência física quântica, quem cria a realidade que nós vivemos,
é observador. Eu, enquanto observador da minha estrutura, da minha vida, eu saio criando a minha realidade. E eu não olho com esses olhos. Eu olho com os olhos da mente. Como eu me enxergo? Se eu me enxergo próspero, qual é o mundo que eu crio pra mim? De prosperidade. E mesmo agora eu com dinheiro, eu me enxergo escasso, avarento, qual é o mundo que eu vou criar pra mim? Então a emoção, ela altera teu comportamento, mas ela também altera as questões, os acontecimentos quânticos. Isso ninguém questiona. Tá entendendo?
Então tem. Tem um mundo pra se conquistar. Não dá pra gente dizer o ser humano, biblicamente falando, ele é espírito, alma e corpo. E eu me empenho, ensino isso, eu vou trabalhar o meu espírito, minha conexão com Deus. Todo dia, ou quase todo dia, eu tenho aí 30 minutos de uma conexão com Deus. Eu busco isso. Como quem exercita o braço. Eu exercito o meu lado espiritual. Como exercito também espiritual, minha alma, razão e emoção. Todo dia, meia hora, trabalhando minhas emoções.
Todo dia, todo dia. Eu estava agora lá no consulado para fazer meu passaporte. Três horas lá. Três horas. Pelo menos uma hora eu passei orando aqui. Orando, orando, orando, conversando com Deus. Depois, pelo menos uma hora, exercitando as minhas crenças, a minha mentalidade. Os exercícios que eu ensino, que eu estudo. Eu tenho muitas publicações científicas sobre isso. E exercitando. Estou lá. Tem algum exercício que a gente pode fazer prático aqui?
de maneira simples começar hoje pra que ela se sinta mais próspera, por exemplo? Fortalecer a mente, né? Cara, é difícil, né? Pra uma pessoa sozinha, sem uma orientação. Sim, claro. E sem uma rotina, né? É como se você faz exercício, você vai ficar com o braço forte. Se o cara nunca fez, ele vai ficar meio que perdido e até faz alguma coisa, mas não vai ter, não vai fazer direito, nem vai ter aquela rotina necessária pra você ter um corpo forte.
coisas. Você pode estar visualizando, e hoje no Método SIS eu mostrei quantos? Uns 20 trabalhos científicos, em revistas científicas de altíssimo nível, mostrando o poder da visualização. Boa parte dos pilotos de Fórmula 1 hoje usa a visualização. Quase todos atletas de alta performance usam a visualização. E a visualização para preparar-me para o desafio, mas também para criar realidade. Eu posso visualizar o meu objetivo.
acontece quando eu visualizo o meu objetivo realizado? Ok? Não é uma boa pergunta? Eu vou fechar aqui e vou ver o meu objetivo sendo acontecendo. E vou tentar trazer veracidade a isso, sinestesia a isso, né? Sentir o cheiro, ver, tocar, sentir a emoção. E eu entro num exercício desse, me associo à imagem. O que que acontece? Você vai ter uma descarga de dopamina. Ok. Prazer. Passou a visualização. Teu corpo, teu cérebro gostou desse prazer?
Gostou. O que ele vai te cobrar? Que você faça algo pra realizar esse objetivo, pra sentir esse prazer novamente. Uma das coisas que mais tiram as pessoas da zona de conforto, usando a dopamina, tem dois circuitos, usando o circuito positivo da dopamina, é a visualização. Porque o teu corpo vai te tirar do estado letárgico pra você fazer algo, porque ele quer sentir esse prazer de novo. E na teoria mental é, você vai ter que fazer tudo que você fez, fazer as coisas certas pra ter esse prazer.
novo dopamina. Poucas coisas tiram a pessoa da zona de conforto como visualização de resultados, de metas alcançadas, de objetivos alcançados. Tem como trabalhar a mente de maneira extraordinária. Muito legal isso, né? No fim, aqui a gente foi dando várias voltas aqui. Retomando aqui a questão do propósito, no final, que exercício que a pessoa tem que fazer pra ela entender realmente qual que é o propósito dela, o que que vai fazer a vida dela fazer sentido? Ou ela precisa ficar procurando isso, esse
esse sentido, esse algo maior. Lucas, olha só. As pessoas chegam pra mim, a pergunta mais frequente. Paulo Vieira, como eu encontro o meu propósito? Deve ser muito, deve ser muito. Tempo inteiro, né? Aí eu digo, você nunca encontrará seu propósito. Aí a pessoa fica assim, nunca, nunca. Mas como assim? Você não vai encontrar seu propósito. Por quê? É porque é o propósito que te encontra. Kaique, você um dia pensou fazer o que você faz hoje?
Ah, com certeza não. Você tá entendendo? Não foi sua escolha. Ah, com certeza não.
Eu acho que, sei lá, eu com 20 anos jamais ia imaginar que eu ia estar num programa na internet falando sobre negócios, finanças e mentalidades. Impactando a quantidade de pessoas, você impacta. Você não escolheu. Lucas não escolheu, eu não escolhi. Mas à medida que nós vamos criando e fortificando a nossa identidade, identidade de quem eu sou, quando eu falo identidade, é a crença de identidade, crença de quem eu sou, o propósito vai me encontrando.
Se você está nesse nível de identidade, uma identidade precária, quando eu falo identidade, são as características que me definem.
Generoso, bondoso, fiel, forte, determinado, aguerrido, persistente. Quando eu vou construir uma identidade, boa ou ruim, essa combinação da identidade vai atraindo um propósito. Quantas pessoas têm o propósito de assaltar banco? É um propósito. E o cara se orgulha, celebra, agradece a Deus porque deu certo o assalto ao banco. É um propósito. E esse propósito veio da configuração da identidade daquela pessoa. Entendi. À medida que eu vou curando a minha identidade,
extraordinário. E qual é o propósito que eu creio que é o extraordinário? É o propósito de Deus. E qual é o propósito de Deus? Crescer e contribuir. Paulo, como assim? O propósito de Deus é amar o próximo como a ti mesmo. Paulo, quando é que eu tô vivendo meu propósito? Quando eu consigo amar cada pessoa que passa perto de mim. Quando eu consigo ajudar cada pessoa que passa perto de mim. Contribuindo com o próximo. Concorda? Se eu te dou um abraço, eu tô te amando.
Se eu te dou comida, eu tô te amando. Se eu te sirvo, eu tô te amando. Se eu te ajudo, eu tô te amando. Então, quando eu
Contribuo com o próximo, eu tô amando com a pessoa, eu tô contribuindo com o próximo. A Bíblia diz, amarás ao próximo, como a ti mesmo. E se eu consigo, o meu propósito ficando perfeito à medida que eu curo a minha identidade, eu consigo cada vez mais me amar e amar quem tá perto de mim. As pessoas que passam perto de mim. E aí é o propósito. E, de novo, não é você que escolhe isso. Se você ainda usa toner pra imprimir, tá na hora de você saber que o principal componente é o plástico.
Um ano de impressão com toner em todo o mundo equivale a 20 bilhões de sacolas plásticas.
Muito plástico, não é? Chegou a hora de reduzir o plástico nas suas impressões e ainda diminuir também o consumo de energia. Mude para uma impressão toner free, escolhendo as impressoras empresariais de jato de tinta Epson Workforce, com a tecnologia Precision Core. Você não vai querer continuar usando impressoras com toner, vai? Saiba mais em epson.com.br barra toner free. As estimativas da Epson são baseadas em dados internos e de terceiros.
Cara, eu queria, até nessa linha de propósito, porque eu já passei por isso, o Tiago me ajudou muito, mas todo mundo tem uma parte da vida ali
que é uma crise existencial gigante, que você fica perdido, que você fica, tipo assim, cara, você fica nessa lista de eu não achei meu propósito, ou eu perdi o meu propósito, eu não vou dar certo, eu não vou chegar lá, que realmente é uma falha ali de, tipo assim, provavelmente deve ter muitas pessoas passando por esse momento agora, de crise e tudo mais. Nesse momento, o que a pessoa tem que fazer? Porque no meu caso ali, eu tive o privilégio de conhecer o Thiago, e o Thiago me ajudou muito, me indicou,
conversava muito comigo, eu assisti o Código da Riqueza, lembra? O Código da Riqueza me ajudou muito. E eu estava sempre nesse ambiente que a gente está aqui hoje, então foi muito fácil sair disso. Para uma pessoa hoje que está em casa, que tem acesso a... tem todos esses acessos de internet, acesso a livro e tudo mais, o que a pessoa pode fazer para sair dessa briga com a mente dela mesmo? Porque às vezes quando você está solitário e tudo está dando errado, tem uma vozinha na sua cabeça que vai te afundando cada vez mais. E é difícil a pessoa se resgatar sozinho.
a conseguir se levantar desse momento? Eu vou falar do que eu creio. Espírito, alma e corpo. Se conecta com Deus. Busca uma... Esse livro aqui, eu trouxe neurociência, né? Eu trouxe neurociência, trouxe comportamento humano e trouxe espiritualidade. Que é como eu vivo. Eu busco a ciência, conecto ela com o comportamento humano e valido ela de forma espiritual. Uma conduta espiritual. E eu acredito que isso vai te ajudar muito. Você conectar com Deus é uma força muito forte.
É uma força sobrenatural muito forte que eu acredito que isso é um primeiro passo e um primeiro bom passo. O segundo é se curar emocionalmente. É se curar emocionalmente. Ai, Paulo, como é que eu me curo emocionalmente? Aí eu vou dizer assim, vai pro método cis. Vai pro método cis que você vai ter uma transformação radical, sobrenatural, real, real. Agora eu posso dar uma dica pra quem não tem a oportunidade de ir pro método cis, pra quem não vai buscar espiritualidade, é que eu chamo da metanoia.
a metanoia, mudança de mente mais segura, que é você ir pro lugar certo, com as pessoas certas, e obter o conhecimento certo. Então, quando eu tô no lugar certo, tá entendendo? E me afastando dos lugares errados, quando eu me conecto com as pessoas certas e obtenho delas, do ambiente, o conhecimento, puff, você tem um romper. É o que você me descreveu. Quando eu estive nesse ambiente, com o Nigro, obtendo o conhecimento que ele me falou, minha mente mudou. Foi isso ou não foi o que você falou? Expandiu, né? Eu tô traduzindo
passo a sua solução. Aí você vai me perguntar, Paulo, mas pra que lugar eu devo ir? Com que pessoas eu devo me conectar? E que conhecimento eu devo buscar? O lugar? Aquele que você quer passar o resto da sua vida. Vai pra ele. Migra pra ele. Se esforça pra ir pra ele. Paulo, que pessoas? Aquelas pessoas que você quer se tornar igual a elas. Se aproxima delas. Paga o preço. Paulo, e conhecimento? Cara, é aquilo que você quer falar, que você quer viver.
É quem você quer se tornar. Então, se você consegue se dispor, se esforçar pra ir pros lugares certos,
e se afastar dos lugares errados. Ok? Se você se conecta, se dispõe e não é fácil buscar estar perto das pessoas certas e necessariamente se afastar das pessoas erradas, Paulo, mas quem são as pessoas erradas? Aquelas que não se parecem com quem você quer ser. Ah, e você sabe. Você sabe qual é o lugar errado, você sabe quem são as pessoas erradas. Você sabe. A pessoa só fica se enganando. Ah, mas é meu amigo. Ah, mas sei lá o quê.
Não, você sabe. Para. Olha só, você estaria vivendo hoje se você não tivesse acessado os lugares,
do Primo Rico, o próprio Negro e esse conhecimento todo, isso mudou da vida. Como mudou a minha vida. Mudou. Então, se você quer essa mudança e não vai buscar espiritualidade, ok, problema seu. Se você não vai trabalhar suas emoções de forma objetiva, fazendo método cis e tal, ok, problema seu. Mas, pelo menos, vá para os lugares certos e pague. Aí a palavra que eu falei foi pagar. Se conecte com as pessoas certas e pague. E busque o conhecimento certo e pague. Quando eu falo pagar, é pagar por esse acesso.
Você vai ter que pagar por acesso. Não tem jeito. Você vai ter que pagar por acesso. Ou com tempo, ou com dinheiro, ou com... É dinheiro mesmo. Paulo, por quê? Porque o cara que tá nesse nível aqui, esse lugar, não quer o cara que vive nesse lugar. E se o cara que vive nesse lugar quiser acessar aqui, ele vai ter que pagar por isso. É um curso, é um restaurante, ele vai ter que pagar pra acessar esse lugar. Tá entendendo? Não tem jeito.
Esse cara que tá aqui, esse médico, esse cara da área de finanças, tá entendendo? Esse cara do marketing que tá aqui, vai estar se conectando
um cara do marketing que está aqui? Não vai, não faz sentido. Não faz sentido. Não tem ganho para esse cara. Não tem ganho, não tem mérito para esse, não tem ganho para esse. Esse cara, se ele quiser estar aqui, ele vai ter que pagar para estar nesse evento, pagar para uma mentoria, vai pagar para estar no ambiente que esse cara está. Então, se você quer acessar e não acessou, só tem um jeito. Ou você vai ter algo muito bom para contribuir, algo muito bom para contribuir, ou você vai ter que pagar por acesso.
Por que você conectou com o Nigro? Porque você tinha algo muito forte para contribuir, verdade? Sim. O que te deu acesso? Ah, Paulo, no início eu não tinha dinheiro, mas você tinha algo
pra dar, pra entregar. Então isso te deu acesso. Então você tem algo muito poderoso e valioso pro cara que tá aqui pra entregar pra ele, pra ele te dar acesso. Ou então você vai ter que pagar pra ter acesso. E qual que é a maior armadilha hoje do propósito, cara? É boa, hein? É boa. Porque tipo, sei lá, às vezes a... Eu já vi muito isso, tá? A pessoa parece que ela achava que não tinha um propósito, mas ela tinha um propósito. Tava tudo certo. Ela rebuta a vida dela inteira por uma fanfic
criando a cabeça de propósito e começa a dar tudo errado. Tem muito essa fanquique, hein, cara? Tipo assim, qual é a armadilha do propósito? O cara é tipo assim, ele... E às vezes parece que... Parece que eu tô até respondendo quase, mas é tipo... É só ele olhar o que ele tem ao redor. E o cara fica imaginando o que pode fazer. Como é que fugir dessas armadilhas? Eu vou contar um caso. Uma história. O cara tem grandes sete montanhas no mundo.
E o K2, normalmente é a última. A penúltima é o Everest. A última é o K2. Que é pela costa oposta do Everest.
o cara subiu a primeira montanha, então ele trabalhava seis, sete meses, passava dois, três meses, quatro meses nas montanhas, subindo montanha. A mulher em casa, os filhos em casa, subiu a primeira, segunda, ele levou seis anos para fazer as sete montanhas, até ir para o K2. Quando foi para o K2, essa grande montanha, talvez a mais difícil de todas, seis, sete anos depois, perdeu dos melhores amigos, perdeu logo três amigos de cara, morreram, um na subida, na descida e tal, ele perdeu a ponta do nariz, perdeu os dedos,
a mão direita, quase todos os dedos da mão esquerda. E quando voltou, quase morto, sobreviveu. E quando chegou em casa, a mulher deixou ele sair do hospital, chega em casa e disse, agora quem tá saindo sou eu. E esse cara, na grama de casa, ajoelhado, com a mão na cabeça, mas sem dedo, gritou alto, subi a montanha errada. Subi a montanha errada. E era o propósito de subir as sete montanhas. Era o grande propósito da vida dele.
Mas quando ele subia a última, desesperado, perdendo tudo que ele amava na vida, saúde, filhos, mulheres,
dinheiro, tava quebrado, ele bota a mão na cabeça e subia a montanha errada. Esse é o grande perigo do propósito. Porque se o propósito for errado, você vai ter subido a montanha errada. E lá na frente, tendo chegado ou não, você vai ajoelhar na grama ou na areia, voltar na cabeça e vai dizer, subi a montanha errada. É forte, né? E depois que você faz, você tá no errado, às vezes você não tem tempo de voltar, né? Mas você acha que com o tempo a gente vai modelando e mudando esse propósito? Ah, o cara agora tem um propósito
ou acaba sendo se confundido com o objetivo. O cara tem um propósito total agora, depois ele vai mudando, depois ele já conquistou tudo o que ele queria, ele entra num momento de give back. Como que você vê isso? Lucas, eu acredito que o mal da humanidade, o mal humano, as guerras, a gente está vendo guerra aí, Iraque, Ucrânia, Rússia, agora Irã atacando todo o Oriente Médio, Estados Unidos e Israel atacando Irã,
terroristas resbolar, fazendo terror mundo afora, né? De onde vem todas as guerras? Do orgulho. A pobreza? Do orgulho. A morte precoce? Do orgulho. O divórcio, adultério? Do orgulho. Filhos abandonados pelos seus pais? Orgulho. A mentira? Do orgulho. Então, pra mim, todo caos vem do orgulho. Se todo caos vem do orgulho, toda solução vem da humildade. A humildade real, tá? O cara humilde, ele vai crescer uma pessoa melhor. Um cara humilde, ele vai olhar pra ele e vai perguntar o cara, o que é que eu tenho que melhorar como ser humano?
que eu tenho que aprender de novo. Um cara humilde, ele não vai dizer, cara, esse jogo não é só sobre dinheiro. Está entendendo? Esse jogo não é só sobre patrimônio. Esse jogo é maior. O que é que eu tenho que mudar? O cara humilde vai buscar ser uma pessoa melhor. O cara humilde vai pedir conselhos. Ele vai reconhecer suas falhas. Ele vai pedir perdão. E nesse processo de tornar-me humilde, tornarmos humilde, é o crescimento.
É quando você levanta a mão e diz, cara, eu preciso de ajuda. É nesse momento que você vai encontrar seu propósito.
propósito, o real propósito, porque só aprende quem é humilde, quem é humilde, meu amigo, olha o que eu tenho de dinheiro, meu irmão, é um pateque, filho, que isso, tu quer me ensinar o que, quem é você pra me ensinar, tá entendendo? Eu tenho um sócio, a gente estava em Orlando, nós temos uma sociedade na área imobiliária, muito grande, um grande ecossismo imobiliário, e aí eu cheguei no escritório dele em Orlando, ele chegou de Roussois, eu cheguei na minha Ferrari, aí eu parei, olhei pra ele assim, e ele é um aluno nascido, eu disse, cara,
Você é o único dono de Rolls Royce que senta como aluno, cara. Eu não conheço nenhum dono de Rolls Royce, zero quilômetro, sentando como aluno. Quem é que eu conheço que sentou como aluno para ser um pai melhor? Para ser um homem melhor? Para ser um marido melhor? Não conheço, você é o único. Aí ele encheu os olhos de lágrimas. Aí ele disse, cara, eu não era assim. Eu não era assim. E eu pago preço até hoje por isso. Quem é que você conhece que tem um avião que senta como aluno?
É difícil, hein? Tá entendendo? E é essa humildade que nos constrói. Que vai nos tornar uma pessoa melhor.
Inclusive, vai nos blindar financeiramente. E é essa humildade que nos blinda ao longo do tempo. O que faz uma pessoa cair? Orgulho. Nem eu, nem vocês, nós não conhecemos ninguém que não tenha perdido sua fortuna, que não tenha sido por orgulho. Ninguém. Eu desafio, pode ser qualquer nome. Me diga qualquer nome. Eu vou mostrar. Esse cara perdeu a fortuna dele por causa do orgulho. E pode ser desde líderes eclesiásticos, pastores, que só caíram por orgulho. Líderes empresariais só caíram por orgulho.
Todos, não tem ninguém que não tenha caído por orgulho. E esse orgulho, e essa humildade, que é o oposto ao orgulho, e tem como trabalhar isso, que vai nos blindar. Talvez não vai me fazer crescer assim, nessa curva de crescimento. Cara, mas vai me fazer crescer assim, ó. E é eterno. E levando tudo que eu mais amo junto comigo. Isso é extraordinário. Perfeito. Pensando que prosperidade não está conectada só a parte financeira, você acredita que a gente tem que ter um teto de ambição? Eu pergunto muito isso no Primocast.
Porque o cara... Ah, não, cara. Eu quero, assim, cara, para mim, o topo da minha vida, se eu tiver uma casinha lá, sabe, num sítio, 300 mil reais guardado, dois fios, para mim, é zere a vida. Aí tem outros caras que vão, não, cara, eu quero ir até os 100 milhões de reais, não sei o que, a mansão, eu quero morar na Fazenda Boa Vista, avião, caramba. Você acha que a pessoa tem que setar um teto na cabeça dela ali de, cara, eu vou até aqui, até aqui que eu vou? Ou isso...
Não, isso pode ser um pensamento de escassez. Eu falo assim, ah, não, cara. Pra mim, 200 mil reais tá bom demais. Cara, são dois escassos. Você falou, descreveu dois miseráveis. Dois egoístas. Duas pessoas só pensam nela. Só que um é preguiçoso e outro é disposto. Eu prefiro o disposto, que vai ganhar os 100 milhões. Tá entendendo? Mas são duas pessoas escassas. Porque quando eu vou estabelecer minhas metas, todo ano eu estabeleço minhas metas com a minha esposa. Todos os anos. Cara, tá a minha meta de patrimônio.
esse ano, quase que 2025, 428 milhões de reais. Caramba, legal, parabéns. É, chegamos a 24% de lucro, revoltado, porque eu queria 35, mas vamos bater esse ano, se Deus quiser, 38, né? E é uma meta, e pra mim é importante. Tá lá. É meta de faturamento, debita, lucro, ok, tá lá. Mas essa é uma das minhas metas. Eu tenho a meta do corpo saudável, eu emagreci 20 e tantos quilos, tá entendendo? Tô com 58 anos. Você ficou bem mais jovem, hein? Tô com um corpo que eu nunca tive na vida, aos 58 anos.
Isso também era uma meta. Minha filha casou com um rapaz maravilhoso. Daqui a pouco vai estar grávida. E daqui a pouco eu vou estar celebrando. É uma meta minha ser avô, ser pai, de uma família estruturada. Então a ambição, ela não precisa ser só ambição financeira. É muito pouco. Nós podemos muito mais que isso. Nós podemos infinitamente mais do que isso. Tá entendendo? Olha só. Comprei um avião há três anos atrás. Paulo, você ficou mais feliz?
Zero. Zero. Zero. Mas no começo é muito legal. É confortável. É mais confortável.
É muito confortável. Mas me fez feliz? Ele não apaga os seus problemas, né? Acho que isso é um pouco que as pessoas confundem, né? Aí, eu vou tangibilizar mais. Aí, eu tenho uma casa, tenho uma casa, ainda tenho seis quartos, seis, sete suítes nos Estados Unidos, em Orlando, ali, no melhor lugar de Orlando. Aí, comprei uma casa duas vezes maior, em janeiro, do ano passado. Cara, é... A casa é um negócio. Me fez feliz, mais feliz.
Se eu te disser que fez uma vírgula mais feliz, eu tô mentindo. Aí, comprei uma Ferrari. Julho, do ano passado, comprei uma Ferrari.
Saiu duas semanas e depois falou assim... Cara, saiu duas semanas. Cara, eu tenho outros carros lá. É tão mais confortável dirigir uma Suburban. Tá entendendo? Dirigir uma Mercedes GLE 350. É tão mais confortável dirigir a Suburban. Uma Mercedes. Cara, vou ter que andar, cara. Tenho que andar nesse carro. Não me fez feliz. Tá entendendo? Cara, Deus é tão preciso que nada que te faz feliz é inacessível a qualquer outra pessoa. O que nos faz verdadeiramente feliz é acessível a qualquer pessoa.
em qualquer momento. O que nos faz verdadeiro feliz está ao alcance dos nossos braços. O resto é meio, é o algo mais, é uau. Mas o que nos faz feliz nada mais está uma vírgula além do que teu braço ou meu braço, o braço que é que pode alcançar. O que nos faz verdadeiro feliz. É porque eu acho que a galera confunde muito felicidade com conforto, né? Ou com alegria. É, com alegria. Porque, por exemplo, hoje de manhã foi muito engraçado. Minha esposa me deu uma carona aqui, me deixou aqui no escritório.
A Lavínia tava atrás, ela tem dois anos e sete meses. Aí ela fala assim, ela perguntou, aonde a gente vai? Aí a Bianca falou assim, ah, vamos levar o papai no escritório. Ela, ai, tá bom, então ele vai descer, eu vou dar um beijo nele. Cara, eu fiquei tão feliz. Que foi assim, caramba. Vai, faz o seguinte, paga isso. Não dá pra pagar. Não dá pra pagar. Não dá. E eu sou obrigado, toda vez que eu chego ou saio, eu tenho que abraçar e beijar ela, a Laura, que é a irmã dela e a mãe dela. Senão ela não deixa eu seguir o meu dia.
Isso. Tá entendendo? Sim. E isso não é dinheiro. Isso é acessível a qualquer pessoa. Então, que nem o que você falou da casa. Provavelmente a casa maior não te deixou feliz. Mas se você escolher passar um Natal com a família inteira nessa casa... É um meio. Aí você vai ficar feliz. É um meio. Tá entendendo? É, vai te deixar mais feliz nesse sentido. O resultado. Às vezes você anda com a Ferrari e você não vai ficar feliz. Mas você fazer aquele passeio na orla da praia com a sua esposa, aí vai deixar você feliz. Eu vou pegar isso que você tá falando. De repente vai ficar...
até quem está nos assistindo, possa fazer sentido. Uma coisa é felicidade. Outra coisa é alegria. Alegria é aquela coisa do momento. Eu pegar na minha casa, a minha casa é na beira do lago. Pego o jet ski, vamos passear jet ski, fazer wakeboard. Cara, isso me deixa alegre. E tem valor. Aí faço um churrasco, me deixa alegre. Mas a tua filha, dizendo papai quer dar um beijo, isso te deixa feliz. Alegria passa. Alegria é momentânea. Alegria custa dinheiro. O churrasco custa dinheiro, o jet ski custa dinheiro.
A casa custa dinheiro. A Ferrari custa dinheiro. E é um momento. Puf! Passou. Você tá até agora com o beijo da tua filha. Sim. E não vai pagar nunca. É eterno. O que nos faz feliz é eterno. Não é monetizável. Tá entendendo? Isso é felicidade. É teu esposo olhar pra você à noite, te dar um beijo, um abraço, dizer que te ama, que tem orgulho. Cara, quanto vale isso? Isso é eterno. Isso é eterno. Isso é felicidade. Ah, Paulo, fiz um grande negócio. Pô, celebramos as metas batidas. Cara, isso é alegria.
demais é bom. E vamos ser alegres. Faz parte. Só que as pessoas não estão vivendo a felicidade e estão tentando compensar a felicidade intangível, que a gente falou, com coisas alegres. Aí é a balada, é o jet ski, é a meta batida, é a viagem pra Paris. E tá tentando compensar uma felicidade que ela não tem com tudo que o dinheiro pode comprar. É a balada, é o uísque, é o relógio, é o carro, é a meta batida. E aí vai. É mais ou menos assim. Pega uma picanha. Poderosa. Uau.
Paulo, a gordura é fundamental? É. É ela que vai dar o gosto. Mas o que te alimenta e nutre? É a carne. A carne. E as pessoas estão comendo só gordura pra ter aquele gostinho. Estão morrendo intoxicadas da gordura, da alegria. E não estão comendo a carne, que é a parte nutritiva, a parte que vai te sustentar. E as pessoas estão buscando viver essa loucura da alegria, alegria, balada, balada, festa, festa, carro, carro, relógio, relógio, conquista, conquista, meta, meta, meta, meta. Cara, e não estão vivendo a felicidade.
E o tempo tá passando. A felicidade escorrendo pelas mãos. E o cara buscando ser alegre. Alegre. Alegre. E tudo que chama a luz escorrendo pelas mãos. É. Interessante. É pesado isso mesmo. Porque realmente é isso. Eu tenho... Agora que eu sou pai, assim, eu tenho algumas preocupações que é, tipo... Eu tenho muitas lembranças legais com meu pai e com minha mãe. E eu tenho ficado preocupado, assim, cara, será que eu tô conseguindo gerar boas lembranças pras minhas filhas?
Uau. Porque, tipo, é um pouco disso mesmo. Não, cara, ela tem um ano e a outra. Elas não lembram de nada.
Ah, papai. Eu vou te dizer, eu tô sendo cruel aqui. Sabe o que, cara? A primeira lembrança que eu tenho com meu pai, eu nem lembro quantos anos eu tinha, mas eu imagino que eu era muito novinho. Era meu pai, tipo, me colocando no pescoço e correndo na chuva, numa rua de terra, lá em Guarulhos, sabe? Tipo assim, nem devia ser, tipo, saudável o que ele fez. Provavelmente eu fiquei doente, caí naquela água de telha, assim, em cima de um barro, sabe?
É, mas eu fiquei tão feliz, tá ligado? Então eu fico um pouco nessa preocupação. E às vezes, até por causa do meio que a gente vive, a internet do jeito que ela é, a gente se perde um pouco realmente e fica correndo atrás de algumas coisas que às vezes você para para pensar e você fala assim, cara, beleza, eu estou correndo atrás disso, mas será que isso é o mais importante de correr atrás? E eu fico às vezes realmente me perguntando isso.
E tem um pouco disso, cara. Você acha que a internet deu uma acelerada nas pessoas para ficar buscando coisas que não fazem sentido?
É pesado. A primeira coisa é falar pro Lucas. Quem o Lucas é, quem o Kaique é, quem o Paulo é, são nossas memórias que construíram quem nós somos. A qualidade das memórias que você construiu pra sua filha, eu tenho uma tese, que acho que foi meu segundo mestrado, que é chamado Teoria Geral das Memórias, com as sete experiências. Olha o nome. Você falou lembranças. As sete experiências que viram memórias. Você quer uma filha forte?
Enche ela de experiências. E eu mapeei as sete experiências fundamentais pra sua filha ser feliz, forte.
Eu tenho sete experiências mapeadas que vão transformar a sua filha numa leoa. Uma leoa. Uma leoa. Se você conferir as sete experiências pra sua filha, você vai ter uma leoa. Uma mulher feliz, forte, saudável, espiritualizada. Então a gente precisa dessas experiências. Aí quando eu olho pra você, Lucas, eu não conheço você, sua história de vida, conheço só a internet daqui pra cá. Seus pais se separaram? Sim, sim. Você tá entendendo o que eu tô dizendo? Isso é nítido em você, quando eu olho.
E agora eu vou fazer outra pergunta. Você lembra o dia que seu pai saiu de casa? Lembro, lembro. Como é que eu sei disso? Que eu sou um insensível? Não, porque... Porque a gente grita, nosso corpo grita nas nossas experiências. Você lembra exatamente como foi o dia que... Você tinha uns cinco anos quando seu pai saiu de casa? Eu tinha uns oito anos. Você lembra quando seu pai saiu de casa, você tava lá? Como é que foi a sua reação quando você viu seu pai indo embora de casa, quando você separou da sua mãe?
Ah, foi ruim, né? No começo, assim, é muito estranho, né? Me descreve. Me descreve aquele momento que seu pai foi embora de casa.
caso. É, porque assim, na verdade ele... Na verdade ele conversou comigo na época que isso ia acontecer. E aí eu me lembro, inclusive, que eles me deram, na época, assim, pra dar uma, né, jogar uma cortina de fumaça, assim, eles me deram um videogame na época, um Playstation 1. Assim, ele me deu a notícia que eles estavam meio que se separando e ele me deu videogame junto, assim. Então ficou uma coisa meio... Meio embaralhada, né?
Então eu não vi ele saindo de casa, mas depois eu lembro que, pô... Ele não voltava mais, né? Então,
Qual foi a sensação? Ah, uma sensação é ruim, né? No começo você fica muito perdido, assim, né? Você quer ver seu pai, uma coisa assim, você vê a pessoa todo dia lá. Agora, você tem a memória. Qual a memória? Da ausência dele. Como é que foi crescer com a ausência do seu pai em casa? As memórias que não existiram, não foram consternidas. Tem um peso muito grande. Tem um peso. Eu acho que, assim, mesmo meu pai sendo muito presente na minha infância, porque eu acho que acontece um pouco disso, né? Tem pais que acabam falando assim, ah, cara, agora...
com a mãe, tchau, né? O cara meio que se livra do problema e tem pais que eles acabam se conectando até mais, né? Acho que meu pai, ele foi bem presente, mas eu concordo que... Cadê o beijo? Mudou a história pra sempre. Cadê o beijo na hora de dormir? Mudou a história pra sempre. Cadê o beijo na hora de dormir? Cadê que você chegar pra contar pro pai homem, você homem, contar pro seu pai homem, a briguinha no colégio, aquilo, adolescente, a prova, e ele não tá lá.
Então as memórias são fundamentais. E você aí construir nós, construir memórias,
memórias poderosas. Essas sete são sete. Na sua esposa, na sua filha, uma blindagem. É uma blindagem espiritual, emocional, física, saúde, genética. É algo poderoso. É algo poderoso. Muito legal, hein? Olha aí. É, e eu até conversando com o memória e falei assim, cara, pra criar memórias... Aqui a galera às vezes viaja também, cara. Tipo, tem filho que tem que gastar dinheiro. Eu falo assim, cara, pra criar memórias você não precisa gastar nada.
Não precisa gastar nada. Tem final de semana que eu fico em casa, eu vou na piscina, sabe?
que dá ali. Vou te falar um negócio que a Lavínia tem dois anos e sete meses, que ela fala até hoje. Eu fui palestrar em Sorocaba e aí a gente estava lá, eu palestrei de manhã e a gente jogou na internet pra ver o que tinha de entretenimento lá. Falei assim, vamos ver se tem alguma coisinha pra fazer. E a gente achou um zoológico na internet. Eu não conhecia, a gente foi lá, descobri que era um zoológico da prefeitura, pagamos quatro reais pra entrar. Até hoje, a Lavínia fala do elefante que come banheiro.
Até hoje. O paradoxo não é o macaco, é o elefante. Ela fala assim, eu quero ver o elefante. Porque o elefante, ele come banana assim. Viu o tigre. Até hoje ela fala. Então, tipo assim, cara. Ela teve uma experiência com um bicho que custou 4 reais e que vai levar pro resto da vida. Posso ajudar? Ela não teve experiência com um bicho. Ela teve experiência com um pai. Com um pai que foi pertencente. Que fez ela se sentir... Ela se sentiu pertencente a você. Ela se sentiu importante.
porque você levou ela pra ela, foi pra ela aquilo. Ela se viu conectada em amor. Ela sentiu sua generosidade. E você começou a construir uma estrutura de experiências nela que são eternas. Porque são essas experiências, são as experiências que constroem nossas crenças e a nossa mentalidade. São as experiências que vão nos fazer só correr atrás de dinheiro. São essas experiências que vão nos fazer só correr atrás de dinheiro. São essas experiências que vão nos fazer fazer o mundo melhor ou fazer o mundo pior.
Terminado de experiências. E aí está a tese que eu levo para o método CIS. Está em cima disso. Uma estrutura neurológica de uma construção de experiências que vão produzir crenças. Daí pessoas que perdem 100 quilos. Tinha lá uma pessoa que tinha perdido 100 quilos. Um outro cara que tinha perdido 60 quilos. Lá com a gente. Paulo, tomou mão de ar? Não, não tomou mão de ar. Foi só reprogramação das suas crenças. Uma nova mentalidade.
Mas tomar mão de ar dá uma acelerada também. Eu não sou contra não. Sou a favor. Qual é o padrão de pessoas que buscam esse tipo de ajuda?
Você tem muitos anos de experiência. O que você vê que é um padrão? Você fala assim, cara... É muito parecido isso. Essa estrutura sempre é assim. Sempre o cara está nesse estágio da vida. Cara, são dois padrões. E eu vou dizer que 80% de quem está no método CIS, porque é muito intenso. O cara chega às 10h30 da manhã, no primeiro dia sai às 2h da manhã. No segundo dia, chega às 10h da manhã, sai às 3h. Que isso, cara? E no quarto dia chega às 11h da manhã e sai às...
9 da manhã. De 9 da manhã às 11 da manhã do dia seguinte. Isso é o método CIS. Que isso, Paulo. E tinham 7.100 pessoas no Iambi agora, esse momento de semana que passou. Uma rave. O cara vira à noite. Uma rave de transformação humana. Total. O cara vai pra rave, se embriaga. Faz um monte de besteira. E se arrepende depois? E só tem prejuízo, o cara vai pra minha rave e o cara sai transformado. Minha rave é do bem. Que loucura. E 7.100 pessoas presencial. 13.000 pessoas.
online, mas 4 mil e poucas pessoas nas unidades afebracias espalhadas pelo mundo. Sim. Quase 14 mil pessoas. Caramba. E aí, quais que são os padrões que você vê? Então, primeiro, 80% de quem tá lá foi arrastado por alguém. 80%. Cara, ninguém vai e só faz uma vez. E ninguém vai e não leva ninguém. Pô, você foi, você teve a vida transformada e vai ter a vida transformada. O cara leva o irmão, leva a mãe, leva o cunhado, leva... Pô, tem gente que leva 200 funcionários. 200 funcionários por edição. Por edição. Tá entendendo? Eu tava agora na fila lá do...
do passaporte. Aí o cara que tava atrás de mim, pô, eu sabia que conheceu o Paulo Vieira, sabia que conheceu o Paulo Vieira. Meu patrão vive dizendo porque eu tenho que fazer o método cis, eu tenho que fazer o Paulo Vieira. Ele já me fez ler todos os livros e tal, e eu tenho que fazer o método cis. E seu patrão? Cara, o cara me tirou dez vezes o faturamento da nossa empresa. Antes ele era truculento, grosso, um cara suave, um cara que conversa.
Dez vezes. Quanto tempo? Três anos. Dez vezes o faturamento em três. Isso é normal. Antes truculento e agora um cara sedoso, um cara carinhoso, um cara que conversa com todo mundo.
10 vezes o faturamento. Tá entendendo? Então, quem tá lá é quem foi levado por alguém. 80%. E 20% é o orgulhoso que já tentou tudo. Na força do braço. Aí diz, cara, não vou conseguir sozinho. Então, pô, tá todo mundo falando aí? Eu vou pra essa droga aí? Tão mandando? Tão dizendo, eu vou pra essa droga. Mas geralmente a galera tá mais destruída na vida pessoal ou profissional? O maior problema é disparadamente financeiro. Principalmente hoje a gente vê isso, porque a gente faz, entende?
Nós somos bem científicos. A gente acompanha tudo. Tem tabulações e tal. O problema é descaradamente financeiro. Esse é o problema. Tá entendendo? Mas o maior problema. Mas não é a maior dor. Tá entendendo? A maior dor tá entre relacionamento e o emocional. A dor. Mas o mais que abrange o maior número de pessoas é o financeiro. E piorando a passos largos. Legal. Ô Paulo, você falou que a gente é o que... Nós somos as nossas memórias.
O que a gente vem construindo a partir das nossas memórias. A gente falou muito da relação aqui com os pais. E aí eu te pergunto, até que ponto o adulto, a pessoa que a gente se tornou hoje, ela é culpa dos nossos pais? Uau. Isso é bom, hein, cara? Você fez terapia? Não fiz. Não, eu fiz, eu cheguei a fazer já terapia. Confessa que você fez. Já fiz terapia, lógico. Quem nunca fez? Confessa. Ninguém me engana, amigo. Não me engana.
Porque o terapeuta sempre vai atacar, né? Ele sempre vai lá, você fala assim, cara, eu tô com dor no pé.
Mas como é que tá o relacionamento com o seu pai? Você tem ligação, velho? Você tocou num ponto muito importante. Da cura humana. Da cura humana. Meu pai tá vivo, tem 84 anos. Foi aquele que ontem no carro... Foi um pai truculento, grussão. Mas, cara... E meu pai errou. Errou bem. Minha mãe errou. Mas veja bem. Ah, Paulo, você foi uma vítima deles? Fui. Leveu umas surras meio desproporcional.
surra desproporcional. Ele veio uma surra meio desproporcional. Cara, mas então, Paulo, você é vítima? Eu sou. Mas eu sou vítima de outra vítima. Se eu olhar pra história do meu pai, meu pai foi um herói. Se meu pai tivesse descido o que ele recebeu, se eu tivesse me transbordado do que ele recebeu pra mim, cara, eu era um bandido. Se o que o meu pai recebeu tivesse transbordado pra mim, eu seria um bandido. Então, pra mim, meu pai é um herói.
Porque ele, cara, o que ele recebeu, ele filtrou, filtrou, filtrou. Minha mãe filtrou, filtrou, filtrou. Então, eu sou vítima
de outras vítimas. Então como é que eu posso acusar alguém de erro se ele também é vítima? E como eu posso acusar ele de erro se eu também erro? Que juiz é esse? Aí meu pai errou comigo e tu não errou pra caramba e não vai errar com teus filhos também? Como é que você tem o caráter? É falta de caráter. Eu acusar meu pai de ir numa posição de perfeição quando eu erro pra caramba, pra mim é problema de caráter. Tá entendendo? Ou de muito trauma.
Não dá pra estar acusando o pai. Ele é vítima também. Se você é vítima, ele foi vítima primeiro e pode ser.
Ele foi mais machucado do que você. Pode apostar nisso. Bem mais. Então, quando eu olho para o meu pai, ele diz, ah, então foi meu avô. Ih, cara, esse meu avô. Ah, meu avô foi carga torta mesmo. Esse foi. Mas também foi vítima. Não dá para estar acusando ninguém. Nós somos todos vítimas. A pergunta, Lucas, é onde é que vai parar os erros hereditários? Quem é que vai curar a sua descendência? Em que geração vai curar a descendência?
Eu quero acreditar que fui eu que curei. Fui a minha geração que curou a minha descendência.
tá entendendo? Uma descendência mais saudável, mais feliz, mais próspera. Em quem vai parar? Todo mundo é vítima de todo mundo. Vítimas de outras vítimas. Até puxando até um pouco mais pro final aqui do episódio, você falou muito de tipo assim, cara, de você, que eu entendi aqui, você assumiu até alguns erros dos seus pais. Você acha que hoje a sociedade ela tá muito infantilizada? Porque eu tô vendo muito adulto marmanjo que não tá conseguindo assumir suas responsabilidades e tá achando que
todo mundo é vítima e ele é vítima. Isso distorce um pouco do que você trouxe. Total. Você acha que um dos problemas que a gente está vendo muito hoje da pessoa ter muito problema, problema emocional e tudo mais, é porque é uma criança que não se curou e virou uma adulta criança que não tem responsabilidade de nada? Eu tenho uma tese, livre para estar errado. A minha tese é a seguinte, nós temos uma sociedade midiática que oprime o homem. Os problemas são do homem. Quando uma mulher mata um homem,
ninguém diz nada. E tem muita mulher matando homem. Quando um homem mata uma mulher, feminicídio é um negócio. Pode dizer que tá certo? Claro que não, tem que ser preso. Matou qualquer pessoa, espancou, qualquer um tem que ser preso. Independente de gênero, independente de raça, tem que ser preso. Tá errado. Mas aí vem uma máxima que o homem é o problema da sociedade. Que o problema da sociedade é a paternidade. Como é que eu entendo isso?
Tem uma força que oprime o homem, que diz, mulher, você pode tudo. Mulher empoderada, ninguém manda em você, ninguém pega aqui em você, você faz o que você quiser,
não tem homem melhor do que você, põe a moral na sua casa. E nós vemos mulheres no nível de competição com o homem, exacerbada, brigando, gritando, disputando poder com os homens. Só que existem funções para cada um. E quando eu vejo essa mulher disputando poder com o homem, disputando força com o homem, dentro de casa, então você imagina, mulher disputando força com o homem dentro de casa. Aí tem uma criança aqui no meio. Só que a natureza da mulher, e isso é uma coisa minha, livre para estar errada de novo,
70% fofa e 30% austera, ok? A mulher é fofa, estrógeno, mas é 30% austera com seus filhos, deveria ser. O homem era pra ser 70% austero e 30% fofo. É ele que dá limite, ele que briga, ele que põe na cama, ele que está errado, ele que disciplina. E é o papel do pai fazer isso mais do que a mãe, tá entendendo? Só que nessa sociedade, a mulher, a sociedade tem calado o homem na sua paternidade, tem gritado com o homem.
Tá entendendo? Disputando poder. E o homem pra evitar... Fraco. Homem fraco. E pra evitar confusão. Vai se calando. Vai se calando. Agora a mulher tá meio que sozinha pra educar seu filho. Só que tem um problema. Ela é 30% austera. E 70% o quê? Fofa. Fofa. Quem dá limite a esse filho? Quem diz não? Quem diz que ele tá errado? Quem diz não pode? Quem diz que ele saiu da tela? Tem saído... Quem diz? Ela é 70% fofa. E ainda tá na rua trabalhando direto. E tá tudo bem.
E o papel que o pai ia fazer de 70% austero, não consegue fazer, porque aí vem bichinho. Todos os amigos dele estão na tela. Por que ele não pode? E agora? E a mãe tá certa, porque esse é o papel dela. Ser 70% fofa e 30% austera. Só que o papel do pai foi anulado. Do 70% austero e 30% fofo. E agora esse menino não tem mais limite? Ele vai dizer, eu me pareço com uma cobra. Então tudo bem, você parece uma cobra. Não, você não parece uma cobra. Você é gente. É um problema de identidade, falta de limite.
Ah, eu sou um cachorro. Não, filho, você não é um cachorro, você é um ser humano. E alguém não te disse, bem galto, no teu ouvido, você é um ser humano. E tá deixando você acreditar que você é um cachorro. Você não é cachorro, você é um ser humano. Cadê o limite pra essas pessoas? Ou vem me dizer que você é normal? Na psiquiatria, na psicologia, vem dizer que você é normal. Não é normal. Cadê o limite? O córtex pré-frontal de um jovem só está formado depois dos 21 anos. E é o córtex pré-frontal que nos dá essa autorregulação. É que dá sentido.
nossos pensamentos, as nossas ações e reações. Se o pai não autorregula e impõe limite, filho, você tá largando do seu filho a sua própria sorte. Ele vai achar mesmo que é um cachorro e vai te convencer. E vai te morder. E vai morder. Tem gente que tá vendo na internet, filho mordendo pai. Porque ele acha que é um cachorro. E sabe o que o pai faz? Nada, porque é um cachorro. Cara, se meu cachorro morder, bicho, vai levar uma varada.
Tá entendendo? E vira um monte de adulto disfuncional. Um monte de adulto disfuncional. Meu Deus do céu. Muito bom.
papo bom demais acho que ajudou muito a nossa audiência escreve aqui nos comentários se você quer o Paulo Vieira no 24 horas que é o nosso quadro aqui do PrimoCast que a gente segue a rotina de uma pessoa de sucesso a gente já fez uma primeira temporada foi muito legal acompanhe procure aqui no canal e agora a gente tá começando a gravar a segunda temporada né Kaique e o Paulo Vieira acho que seria um bom nome pra gente fazer um episódio isso é verdade a gente já gravou algumas pessoas que a gente ainda não vai falar mas em breve vamos lançar um teaser é isso aí não esqueça
seguir o Primocast aqui. Se inscreva. Se inscreva, né? Se você estiver no Spotify, dá cinco estrelas. Paulo, quem quiser conhecer você, mais o seu trabalho, o cara tá, sei lá, o cara foi descongelado hoje e ele não conhece o Paulo Vieira. Né? Sei lá. Chegou hoje na Terra. Primeiro dia dele. Aí ele não conhece. Como que ele faz? Onde ele vai? Cara, vai em qualquer livraria e compra meus livros. Qualquer livraria e compra meus livros.
Esse é o meu último lançamento. Poder e riqueza. Muito bom. Vai nas redes sociais, YouTube,
Instagram. Mas se quiser me conhecer mesmo, faça o Método CIS. Método CIS. Aí você vai me conhecer. E vamos ver se a comunidade é forte. Se você já fez, comenta aqui embaixo como isso mudou sua vida. Fala aí, pessoal. Não me decepcione. Até mesmo. Olha só. O Lucas comentou isso aqui em off. A gente faz tempo que não sorteia livros. Então vamos fazer assim. A gente postou uma artezinha lá no nosso Instagram. Arroba Primo Rico. Livros autografados.
Isso. Se você fez ou deseja fazer até o Método CIS do Paulo, comenta lá que a gente vai escolher um comentário.
e vai mandar um par de livros para você. Fechado? Muito bom. Obrigado, pessoal. Até o próximo episódio. Um grande abraço e tchau!
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