PrimoCast 497 | COMO O TESOURO RENDA+ 2065 PODE TE DEIXAR MILIONÁRIO?
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No PrimoCast de hoje, recebemos Gui Guadonhoto e Eduardo Peres para explicar por que o Tesouro Renda+ 2065 virou uma das maiores apostas do mercado.
Falamos sobre como o título funciona, marcação a mercado, riscos, cenário político e quanto ele pode render nos próximos anos — do pior ao melhor cenário.
Ainda existe uma janela de oportunidade?
Se você não quer perder essa oportunidade, assiste esse episódio até o final pra entender tudo.
Ah, e eu quero ver quem já tá junto nessa! Se você já está posicionado, comenta aqui embaixo: EU ACREDITO!
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Guilherme Cadonhotto @gui.cadonhotto e Edu Perez @eduardo.finclass
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Tesouro Renda+ 2065funcionamento do título · vencimento em 2065 · conversão em renda mensal · comparação com IPCA tradicional · liquidez e transparência · estratégia de complemento de aposentadoria
- Dívida Pública Brasilcrescimento da dívida · primário fiscal · expectativas de mercado · impacto nos juros · controle de gastos
- Rentabilidade do Renda+ em Diferentes CenáriosCenário pessimista: perda de 10-25% em 3 anos · Cenário ok: ganho de 100% em 3 anos · Cenário muito bom: ganho de 200-300% em 3 anos · Cenário praia: retorno superior a 300-500% · Carrego (carry trade) como fonte de ganho · Simulações com mudanças de taxa de juros
- Imposto de Rendacontrole de gastos · superávit primário · arcabouço fiscal · endividamento público · reforma tributária
- Mercados Preditivososcilação de preço · componentes pré-fixados · antecipação de retornos · desvalorização com aumento de taxa · comparação com títulos de prazo curto
- Governo Lula e Gestão de ExpectativasFalta de comunicação sobre controle de dívida · Discurso focado em gastos sociais · Evitar parecer pró-mercado · Comparação com governo Temer · Impacto na confiança dos investidores · Efeito na Selic e juros de longo prazo
- EleiçõesFlávio Bolsonaro como candidato · Tarcísio do lado de fora · rejeição de candidatos · pesquisas eleitorais · impacto no mercado e investimentos
- IPCA e InflaçãoIPCA+ 7 como taxa de estresse · expectativas de inflação 2026 · IPCA+ 2,99 como cenário otimista · correlação com títulos indexados à inflação
- Expectativas do Mercadoimportância da comunicação do governo · discurso sobre controle de dívida · efeito nas taxas de juros · comportamento dos investidores
- Investimentos FinanceirosConvicção sobre não precisar do dinheiro nos próximos 3 anos · Prazo adequado para investir no Renda+ · Comparação entre renda fixa e renda variável · Previsibilidade da renda fixa versus ações · Risco versus retorno no Renda+ · Diversificação de carteira
- Renda Fixa vs. Renda Variávelprevisibilidade de retornos · oscilação de preço · vantagens de renda fixa · risco versus retorno
- Comparação com Governo DilmaDeterioração fiscal durante Dilma · Queda de PIB de mais de 3% em dois anos · Crise institucional e impeachment · Impacto no PT e perda de representatividade · Lições para governo Lula · Cenário de reeleição do Lula como 'último fôlego' do PT
- Experiência Pessoal com Renda+Investimento de Kaique no Renda+ · Rentabilidade atual de 28% em 1 ano · Investimento de Tiago (aproximadamente 10 milhões) · Aporte inicial de 390 mil reais · Posição atual próxima a 500 mil reais · Evolução do preço do título desde fevereiro
- Geopolítica do PetróleoConflito entre Estados Unidos e Irã · Fechamento do Estreito de Hormuz · Preço do barril de petróleo próximo a 100 dólares · Expectativa de redução do preço para 70 dólares · Impacto na economia brasileira · Greves de caminhoneiros e reajuste de alimentos
- Pressão Fiscal e Gastos PúblicosFiscal deteriorado com aumento de auxílios · Isenção de tributos no diesel · Subsidios governamentais · Aumento do salário mínimo · Gastos em juros e amortização · Orçamento destinado a serviços da dívida
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O Banco Central hoje, ele é composto por integrantes indicados pelo PT, tem tomado decisões técnicas e tem decidido manter a taxa selic no nível muito restrito. No programa de hoje, Kaique, a gente retorna com esse assunto que a gente tem muito interesse, que a audiência tem muito interesse, que é como o Tesouro Renda a Mais 2065 pode te deixar milionário. E para falar sobre isso,
estar aqui com o Gui Cador e outro, que ele é analista de investimentos há mais de 15 anos. E ele é Head de Alocação na Grão agora também. Estamos também com o Eduardo Pérez, que é analista de renda fixa na Finclass agora. E aparecendo muito lá no canal da Finclass, fazendo vídeos ótimos, excelentes. Você, ah Gui, eu tenho convicção que eu não vou precisar desse dinheiro, pelo menos pelos próximos três anos. Ok. Ah, então talvez você possa começar a investir nesse cara aí.
O cenário pra piorar um ponto percentual na taxa, tem que piorar muito. Então a gente pode comparar ali, historicamente, com o período do impeachment de presidente,
que a gente teve ali em 2015, 2016. Porque você ter uma expectativa de uma dívida crescendo é horroroso para o Brasil. E aí ele tira dinheiro de todo mundo aqui, todo mundo que está assistindo, porque a gente paga um custo para financiar o governo, para pagar a dívida. A impressão que eu tenho é que a política global, ela evoluiu muito desde os primeiros mandatos. E agora, nesse último, nesse terceiro, e se a gente estiver falando de um quarto, parece que ele não está sabendo jogar um pouco o jogo.
A expectativa importa muito. E o Lula é péssimo, ou está sendo péssimo, na verdade,
lá os expectativas. Tem um cara aqui na mesa hoje que de algum jeito ele me fez colocar 400 mil reais nessa parada aí, que eu tô querendo dar a próxima tacada de mestre. Você colocou 400 mil, Kaique? Coloquei 400 mil. Olha só. Eu quero dar a próxima tacada de mestre. Meu Deus, hein, cara. Será que vai virar poeira isso? Já deixa escrito aqui se você colocou uma graninha no Renda Mais. Fala assim, eu apostei no Renda Mais. Apostou não, né? Eu investi. Eu investi no Renda Mais. Uau, cara.
O cara ainda mexe agora? Eu investi no Renda Mais. Eu investi. Eu acredito. Eu acredito. Eu acredito. Eu acredito. E para falar sobre isso, óbvio, né? A gente está aqui com o Gui Cadonhoto, que lançou isso no Brasil, né? O Renda Mais, que ele é analista de investimentos há mais de 15 anos no mercado financeiro. E ele é Head de Alocação na Grão agora também. Cadonhoto, obrigado, cara. Valeu, hein? Obrigado pelo convite. Prazer estar aqui com vocês. Valeu, hein, cara? Obrigado, hein, cara?
pra deixar claro aqui, somos todos sócios e a gente se vê todos os dias. E a gente é muito próximo, a gente joga FIFA junto, então, tipo assim, tem muitas piadas internas, ele já tá dando risada. É, exato, exato. Estamos também com o Eduardo Pérez, que é analista de renda fixa na Finclass agora, e aparecendo muito lá no canal da Finclass, fazendo vídeos ótimos, excelentes. Edu, obrigado, cara, tá aqui com a gente. Pô, obrigado, eu que agradeço aqui a primeira participação, vamos conversar mais aí, o Renda Mais, né, a galera tá bem interessada, né, é uma taxa muito atrativa, pô, o mercado
o olho nisso. Vamos falar bastante dele. Pô, legal. Antes da gente começar, um recado muito rápido. A Finclass está fazendo aniversário. Aniversário de 5 anos da Finclass. A Finclass, se você não conhece ainda, é a nossa plataforma de educação financeira. 5 anos. É 5 anos de Finclass. Então você tem mais de 80 cursos, tem vários documentários, tem as carteiras recomendadas, ou seja, os analistas, eles colocam lá todas as recomendações. Então você investe sem achismo. Você vai investir
com a porcentagem, você vai jogar lá. Ah, eu tenho 50 mil reais. Quando você colocar isso na Finclass, já vai aparecer qual a porcentagem de cada coisa que você precisa ter e quais são os papéis que você precisa ter. Até mesmo esse tesouro renda mais aqui, a gente começou a falar na Finclass no meio do ano passado. Exato. Quando a taxa estava no ápice. Então, todo mundo que assinava a Finclass... Quem estava lá, pegou no comecinho.
Pegou no comecinho, conseguia falar com cada outro, cada outro estava lá toda semana, ela tirando dúvidas sobre esses investimentos. E a gente está te avisando aqui da Finclass,
faz 5 anos e você tá bobeando aí, cara. Olha só, às vezes você fica de fora a 10 por causa disso. E só no Primocast, Caim, a gente vai ter uma condição especial que você não vai ver em outro lugar. É só aqui. Que é o Vitalício. Isso é muito bom. Porque, ó, há 5 anos atrás, quem assinou o Vitalício, assinou uma vez só e não paga. E até hoje, até hoje, tá recebendo recomendação, a gente tá acessando a plataforma, assistindo as coisas e não precisa se preocupar. E se você quiser ter 5, 10, 20 anos de Finclass e pagar só uma vez,
você tem que aproveitar essa promoção agora. É, imagina, você assina a Netflix, assina a HBO, a Prime Video, você não precisa mais se preocupar, você tem uma vitalícia ali, não precisa se preocupar com o aumento, porque toda hora os caras aumentam, né? A finclass aumenta também, então se você assinar o vitalício, você não se preocupa mais com isso. Fechado? Vou deixar o link na descrição e o QR Code na tela para você se inscrever e para você receber essa oferta, tá?
Mas não fica moscando não, pelo amor de Deus, hein? É isso aí. Tá bom? Vamos lá, gente. Contextualiza para a galera, às vezes o cara fala assim, pô, eu caí aqui nesse programa, não tô
Eu estava sabendo do Renda Mais, não peguei esse hype. O que é isso? O que é esse título? Por que existem esses títulos? Boa. Não, eu vou começar então. Depois eu passo para o Edu. Mas, cara, o Tesouro Renda Mais é um título público... Tesouro Renda Mais é um título público criado pela plataforma do Tesouro Direto. Tá bom. E na sua essência, ele foi criado para complemento de aposentadoria. A pessoa coloca uma grana lá na data de vencimento. Depois que ele tem uma data de vencimento, não é que ele vence.
a conversão. Conversão para uma renda. Então, dependendo de qual é o montante que você tem, depois dessa data de conversão ou vencimento, dependendo do que você está vendo aqui, que você queira chamar, ele vai começar a te pagar uma renda mensal com base no patrimônio que você acumulou até então. Pá, comprei uma vez só. Então, vai corrigir esse seu aporte até essa data de vencimento ou conversão. Depois, você recebe uma renda com base nesse valor que você aplicou, que você tem aplicado lá nessa data de conversão. Qual que é o ponto?
ponto é que você consegue vender esse título praticamente a qualquer momento. E ele funciona basicamente como se fosse um IPCA mais normal, um tesouro IPCA mais normal, ou uma NTNB, né, que é o nome que a galera chama no mercado financeiro tradicional. E qual que é a grande vantagem desse cara? A grande vantagem é que ele sofre, ou a grande vantagem não, a característica dele é que ele sofre com o que a gente chama de marcação ao mercado, né, que é oscilação de preço.
Então, pô, a gente passa por um momento positivo, ele se valoriza, passa por um momento negativo, ele se desvaloriza,
Então, essa era uma característica dele. A grande diferença para os tesouros ou os títulos públicos anteriores indexados à inflação é que ele tem um prazo longuíssimo. Então, poxa, o que a gente está falando aqui do Tesouro IPCA, o mais longo que o cara consegue comprar na plataforma, acho que é um 2060 hoje, sem ser o Renda Mais. Só que ele paga juros semestral. Então, isso reduz o efeito de oscilação de preço nele. O Renda Mais, não. Ele tem essa conversão em 2065. Então, até 2065,
ele não te paga absolutamente nada. Só depois. Então, isso faz com que ele auxile muito mais do que qualquer outro título público disponível na plataforma do Tesouro. Então, acho que é isso. Foi um título criado como ideia de complemento de aposentadoria pelo Tesouro, mas que, pô, a gente notou que, cara, dá pra utilizá-lo como um ativo normal numa carteira de investimentos que tá suscetível ao balanço de preço. Então, acho que resumindo é isso.
Não tem mais alguma coisa, Edux? Não, eu acho que a proposta do Renda Mais, ele...
Ela foi muito boa, porque eu lembro quando eu vi as primeiras propostas ali de aposentadoria. Quando você está começando a investir, você vai ver plano de previdência. Cara, é muito burocrático, é muito burocrático. O gestor ou quem está fazendo a consultoria ali com você perguntar, você vai declarar imposto de renda simplificado ou não? Sei lá, tenho 18 anos, estou começando a trabalhar agora, não faço a menor ideia de como eu vou pagar.
E aí a proposta do Renda Mais é justamente, ou pelo menos ser um projeto inicial
aposentadoria. E aí depois, conforme você for evoluindo na sua vida profissional, você vai usar como um a mais ali. Só que tem esse outro lado que é muito bom, que é da marcação. E aí o legal, se você pegar outros títulos bancários de renda fixa, por exemplo, que são indexados ao IPCA, em tese você tem um espaço para ganhar bastante com a marcação também. Isso se você tivesse, se não existisse o spread bancário. Então assim, as corretoras podem oferecer essa recompra de títulos indexados ao IPCA, mas você acaba
perdendo muito porque elas cobram pra fazer essa intermediação. O Tesouro hoje é mais transparente, ele mostra pra todo mundo a mesma taxa, o mesmo preço. Então dá uma transparência muito boa e a liquidez, que é absurda, né? Que é um título do Tesouro, título do governo. Você tem muita gente negociando. Aí tá bom. Aí o GIF chegou e falou lá, ah, ele pode valorizar muito ou desvalorizar dependendo do cenário. Aí vamos recapitular aqui os últimos podcasts que a gente gravou, que o cenário é Estados Unidos jogando bomba no Irã e petróleo indo pra as
e isso vai impactar o Brasil no curto, médio prazo. Como a gente já está vendo aí notícias de greve de caminhoneiro, o pessoal já está esperando o reajuste nos preços dos alimentos e tudo mais. Eu acho que é importante que, só fazendo um parênteses no que você falou, Kaique, que quando a gente gravou com o Gui a última vez em relação a isso, que eu acho que foi em setembro... Não tinha nada disso. Não tinha nada disso. Não tinha nenhuma guerra, não tinha nada. Então, assim, muita coisa aconteceu. E a gente...
no ano passado não estava, de fato, na corrida eleitoral. E a gente está chegando cada vez mais perto na corrida eleitoral. Já está saindo pesquisa, estão falando que o Lula está quase empatando ali com o Flávio. Já saiu notícia falando que o Lula pode desistir. É, entendeu? Então, tipo assim, tem vários cenários acontecendo. E como que o Renda Mais está hoje? E o que pode afetar essas mudanças que eu falei? Desde greve, guerra e até mesmo cenário político.
Legal. Cara, a primeira vez que a gente falou disso, vocês lembram? Foi lá na salinha. Sim.
E parece que foi até combinado, mas não foi, né? Porque, pô, vocês receberam um checão, né? De um chefe que vocês têm aí, super benevolente e tudo mais, né? Ficaram felizes, choraram lá no palco, né? O Caco chorou. Sim. Legal, foi super legal. Eu falei, pô, acho que eu vou ajudar esses caras aqui também, né? Pô, tem uma oportunidade de investimento aqui legal. E aí eu mostrei na sala lá pra vocês. Que a gente chama de renda mais praia.
Renda mais praia. É o cenário, praia é. É o rei da praia. Internamente aqui a gente chama de praia. Não, aqui também a galera também fala.
Pergunta bastante. E aí, na vez que a gente apresentou, acho que era fevereiro, a taxa estava IPCA mais 7,40, IPCA mais 7,50. Eu lembro de eu falar o seguinte, cara, essa taxa é muito alta. As coisas podem piorar? Podem. Mas, pô, IPCA mais 7,40, 7,50, que na época que a gente estava falando estava, aguenta muito desaforo. Ou seja, aguenta muita coisa ruim. A gente estava falando no início do ano passado. Olha o que a gente estava passando. Guerra, Estados Unidos e Irã.
Estreito de Hormuz e tal. Pô, intensificando todo esse lado geopolítico, um lado muito negativo. Vasão na Venezuela. Banco Master, sabe? Pô, STF. STF, crise institucional no Brasil. E a taxa do renda mais? OPC é mais 7. OPC é mais 6,90. Então, assim, o cenário de lá pra cá, ele melhorou ou piorou? O seu nível de convicção de que as coisas vão pro lado bom ou vão pro lado ruim, como é que tá? Parece que piorou bastante. Parece que piorou bastante.
você não tivesse nenhuma informação de taxa, chegasse pra você hoje e falasse, Kaique, você aplicou lá. Como é que você acha que tá o preço do seu título hoje? Sendo bem sincero, o que você respondeu? Perdendo dinheiro, cara. Mas não tá. Você tá ganhando uma grana significativa. Sabe por que ele tem 400, Paulo? Porque ele aportou 300. E agora ele já tá com 400. Eu aportei 390. Não aportou 390. Não, eu vou puxar quanto que eu tenho.
Puxa lá depois. Eu tô no momento desse programa aqui, eu tô com uma rentabilidade de 28%.
aqui no Renda Mais. Legal. Boa. Isso no período lá de... É, foi que foi... De um ano, né? De um ano. De um ano. De um ano, 12 meses. 12 meses e 58% aqui. Perto disso. Que varia bastante. Varia bastante, exato. Hoje subiu. Mas qual que é o meu ponto aqui? Eu tô com 25%. Aí, tá vendo? O meu ponto é esse. Tô com quase 500 mil, tá? O meu ponto é esse. Depois eu aceito presente, Natal. Aquele Rolex vintage, né? Brincadeira, né, cara? Mas assim,
Se a gente for olhar só o que aconteceu com o cenário de lá pra cá, cara, pô, a gente não fosse olhar o nível de preço, a gente ia falar, pô, tá pior, tô perdendo dinheiro. Mas não, a gente tá ganhando. Então por que a gente tá ganhando, por vezes? Cara, porque o nível de taxa de 7,5 é um nível de estresse absurdo. E a galera não entendeu isso ainda. Por quê? Porque a gente tá há muito tempo nisso. Então parece ser algo normal.
Deixa eu comentar um negócio com você. A gente tá vivendo um cenário de guerra, né? Pô, os Estados Unidos estão lá em conflito com o Irã.
de petróleo em guerra. Pô, não tá passando 20% do petróleo comercializado ali no mundo em uma determinada região. E o preço desse título, do ativo, a taxa, tá mais baixa, significativamente mais baixa do que do início do ano passado. O que que explica isso, se não é o cenário? É o nível de estresse que a gente tava lá no passado. Putz, mas aí eu perdi. O 7,5 perdeu, mas e o 7? É um nível normal? É um nível de equilíbrio? Não é, cara. PCA mais 7 é um nível de estresse. Putz, mas sabe por quê, Gui?
Tá assim porque, de novo, a gente tem guerra, a gente tem essa crise aí do Master, envolvendo a classe política, a gente tem, pô, crise do STF institucional. Eleições. Cara, eleições nesse ano. Tá sete, eu falo justamente. É isso que tá mais sete, mas vamos lá. Você acha que o Brasil vai viver eternamente em instabilidade institucional, crise política, cenário eleitoral presidencial e o mundo vai viver os próximos 10, 15 anos em um cenário de conflito com o preço do petróleo acima de 100 dólares?
A pessoa vai falar assim, eu falo, legal, pois você é uma das poucas que acredita nisso. Porque o próprio mercado financeiro tem lá o preço do bairro do petróleo e você consegue ver qual que é a estimativa nos próximos meses. E a estimativa para os próximos meses é que ele volte a se aproximar daqui a um, dois anos, 70 dólares o barril. Se a gente ver até as notícias, o próprio Trump fala que ele pretende acabar com a guerra em maio, as eleições no final do ano a gente já vai ter uma decisão de quem ganhou ou não ganhou. E tudo tende a normalizar. Não dá para ficar vivendo no estresse,
muito tempo, né? E até, desculpa cortar aqui, a gente conversou com os analistas aqui da Finclass e o pessoal tem muito essa visão de que o mercado precifica errado em momentos de muito estresse. Então, assim, o mercado fica meio desfuncional. O preço do petróleo, se a gente voltar lá no comecinho da pandemia, que o pessoal falou, poxa, não tem demanda para petróleo, o petróleo acabou, agora é só outras fontes renováveis de energia.
Cara, isso aí foi uma mentira, assim, não se provou verdade. E aí, depois, o preço do petróleo chegou, o contrato futuro ficou negativo, foi uma coisa muito louca.
depois não estava dando conta da demanda voltando, e aí agora a gente entende que, pelo menos a maioria dos analistas, a gente não consegue medir exatamente o impacto do preço do petróleo no nível que está hoje, perto de 100 dólares, mas quando você pega ali o relatório Focus, e aí você puxa as projeções de mercado, o IPCA de curto prazo, ele subiu bastante a expectativa para o final de 2026, estava ali perto de 3,80, agora está em 4,10, o que o mercado espera, a mediana das expectativas, mas quando você puxa 2028,
29, não mudou nada. Continua dentro da meta, continua tudo certo. Então você pega um cenário, a gente tem que separar o que é curto prazo e o que é longo. O petróleo aqui afetando a inflação hoje, por conta desse medo dos analistas, dos investidores, vai impactar muito no curto prazo. E aí quando a gente fala curto prazo, sei lá, até um ano, um ano e pouco. Quando a gente está falando do renda a mais, a gente está falando, pô, 2065, cara.
Então, inclusive, eu encontrei o Gui outro dia, a gente comentou isso, foi na segunda-feira, depois daquele final de semana que teve os bombardeios, que eu falei,
assim, e aí Gui, IPCA mais 8? A gente falou zoando porque o renda mais, ele estava IPCA mais 7, 6,90, porque a ponta longa, a ponta com vencimento mais longos, ela não mudou tanto. Mas a ponta curta da curva de juros real, estava pagando IPCA mais 8. Então parecia que o mundo estava acabando quando você pegava um IPCA mais curto. Pô, IPCA mais 8 é bom, mas até 2030, se você comparar o que você pode ter de ganho no 2065 com uma taxa de 7%, 7,10, o que seja,
É muita coisa. E aí é o que o Gui falou, o carrego joga muito a favor. Então, imagina que se você segurar durante um ano esse título, se as taxas continuarem muito ruins em 7%, você vai ter um carrego bom. 7%, mas vou chutar 4% e pouco de inflação, fazendo conta de padaria, dá mais de 12%. Então, já é bom isso sem considerar qualquer mudança de taxa. É, meu. E para quem tem dificuldade ainda de entender um pouco dessa marcação ao mercado, porque acho que é legal a gente explicar isso. Até eu tenho dificuldade nisso.
entender o que a pessoa que vai investir nisso tem que esperar, tem que ter um pouco de estômago. Não é investir no Tesouro Selic. O pessoal tem essa ideia que Tesouro Direto é para investidor conservador, porque vem muito nessa ideia do Tesouro Selic. Tesouro, como é risco-crédito quase zero, praticamente zero, vai ser seguro e não tem problema. Aí pega uma pancada dessa, um título prédio longo, vencimento mais longo,
acaba tomando esse susto. Mas é uma operação dentro da renda fixa que é considerada mais arrojada. Você tem que entender a parte da matemática financeira ou a tese, o conceito ali, para conseguir aplicar da melhor forma. Senão, vai tomar susto. A última vez eu expliquei para vocês aqui a marcação do mercado como do salário, como do tesouro. Eu acho que é legal a gente voltar. Eu sei que vocês já viram até um corte que foi bem no episódio.
Para quem fala de investimento, lógico que vocês trazem os caras aqui falando de empresa, carro.
é melhor, mas enfim, né? Como é que é a marcação do mercado? Então, toda vez que você compra um título pré-fixado, que tem esse componente pré-fixado, o que é esse componente? É o IPCA+. Então, você tem duas partes desse título. Uma é o IPCA, que a gente chama que é o pós, você só vai saber o quanto que ele rendeu depois que efetivamente os meses forem passando. E você tem o componente pré-fixado, que você sabe o retorno antes do... o quanto que você vai ter de retorno antes do vencimento. Que essa parte IPCA+, é uma determinada taxa. Então, como você
Pô, IPCA mais 7. Eu comprei IPCA mais 7. Significa que você vai ter, você está contratando 7% a mais com relação à inflação, sei lá qual vai ser a inflação, durante os próximos 40 anos. Então você tem que fazer 7%, depois 7%, 7%. Soma tudo isso. Vamos pensar que o título, a taxa dele, você comprou ele hoje, IPCA mais 7. A taxa caiu para IPCA mais 3,5. Ou seja, metade. O que é que vai acontecer? O ganho que você contratou de IPCA mais 7, todo esse ganho, você vai antecipar. Pô, Gui, quanto que é esse ganho?
Estou falando aqui, fazendo conta de padaria aqui, vai dar mais ou menos 1.300%. Então, pô, se eu estou contratando 1.300% de retorno pelos próximos 40 anos, acima da inflação, a taxa foi para 3,5%, eu antecipo isso, estou falando de 650% de retorno nesse período. Pô, mas é os 650%? 650% mais o ganho do carrego. O que é o carrego? O período que passou e o quanto seu título se valorizou nesse período.
é isso. Pô, mas e se a taxa subiu? A taxa subiu para IPCA mais 8. Cara, você vai ganhar 1% a mais a partir de hoje pelos próximos 40 anos. Mas o que você vai ganhar a mais, você vai jogar como desvalorização do seu título hoje. Então, o mercado do seu mercado nada mais é do que você antecipando o retorno que você contratou no futuro ou desvalorizando o seu título para recuperá-lo a mais nos próximos anos até o vencimento do título.
Então, acho que é isso. Quando você... E o que dá para entender? Ah, quando eu tenho um título
de três anos, o ganho que eu tenho esperado nos próximos três anos é pequeno. Então, se eu antecipo... Ah, antecipei metade do que eu tinha. Pô, se eu tinha pouco pra ganhar nos próximos três anos, eu vou antecipar pouco. Agora, pô, antecipei o que eu tenho pra ganhar nos próximos quarenta. Putz, nos próximos quarenta anos, você contrata um ganho relevante. Então, se você antecipa metade disso, é um baita de um ganho pra você.
Então, marcação do mercado nada mais é do que isso, cara. Tipo, você antecipando o retorno que você contratou no futuro ou desvalorizando o seu título pra recuperar ele lá na frente, né? Ah, se eu não
Não é você que está fazendo isso, né? É o mercado, dado a taxa que ele está negociando esse ativo. Então é um negócio... É complexo, mas o que eu digo, né? Pô, Guinho, aí eu prefiro ir para ações. Eu prefiro... Legal, é uma preferência sua, mas qual que é a vantagem da renda fixa, né? Porque a galera pensa o seguinte, a vantagem da renda fixa é que oscila pouco. Enquanto a renda variável balança muito. Eu falo, puta, essa não é a vantagem, né?
Qual que é a vantagem? A questão é a seguinte, renda variável, ninguém sabe eu te dizer qual que vai ser o preço de uma ação,
daqui a um ano. Ninguém, cara. Eu posso te dar todas as premissas. Eu posso falar o seguinte, ó, a Selic vai estar em tanto, a inflação vai ser de X, o CEO vai ser esse mesmo cara, vai tudo continuar igual, o lucro da empresa vai ser esse, as despesas vão ser esse, posso dar o balanço daqui a um ano. Eu falo pro cara, me fala aí, quanto que vai ser o valor da ação? Ele vai falar, 30, fiz as contas aqui, 30. Você chega lá, no dia daqui a um ano, é 20, 25.
Por quê? Porque, sei lá, mudou, o cara entrou um concorrente novo e tudo mais. Agora vamos pra renda fixa.
Na renda fixa, você comprou um título, renda mais, balança pra caramba. Eu falo o seguinte, a inflação vai ser de X e a taxa desse título vai ser de tanto. Eu falo, ele vai valer exatamente isso daqui. Você vai ganhar exatamente esse valor. Ele vai se valorizar exatamente 100% ou 80%. O cara fala, pô, como é que você consegue fazer isso? Essa é uma característica única e exclusiva da renda fixa. Você não encontra nenhum outro ativo.
Nem ações, nem fundo imobiliário, nem cripto, nem nada. Então essa é a vantagem da renda fixa. Não é que o título balança menos,
Não, a vantagem é que eu tenho uma previsibilidade gigantesca de quanto que eu posso ter de retorno. E aí que eu falo, por que você se sentiu confortável em colocar 400 pau no seu dinheiro lá? E não no 400 pau em uma ação que você... Que a gente pode ter a mesma convicção. A gente pode ter uma convicção que vai subir. Mas por que você não sente tão confiante? Cara, já teve experiência em ações, né? Era um cenário maravilhoso e era isso. O mercado inteiro falava uma coisa e aconteceu outra coisa com o papel.
E, cara, quando você fez a reunião com a gente, literalmente, você mostrou sete cenários possíveis. E o pior cenário que você mostrou era muito bom ainda. Então, eu falo assim, pô. É. Entendeu? Não era muito bom, calma aí. Era bom, era bom. Em três anos, se a taxa foi para a IPCA mais 9, ia perder 20%. É, mas era muito bom no sentido, tipo assim, risco versus retorno. Exato. O pior cenário era um cenário, tipo assim, pô, ia perder muito pouco próximo do que eu ia ganhar, que é sete vezes no melhor cenário possível, que é muito difícil.
Exato, exatamente. O melhor cenário possível que a gente coloca, que é o praia, é voltando no final de 2019. Ali, basicamente, né? 2019, que a taxa bateu IPCA mais 2,99, IPCA mais 3. Meu Deus. Então, assim, pô, esse cenário é o cenário praia que a gente fala, que a gente não vai estar aqui. Vai estar na praia. Acabou, fechou o PrimoCast. PrimoCast, PrimoCast Verão durante um ano. Vai estar o Tiago lá também, né? Vai estar, pô, sei lá.
Puts, aí o Tiago, hein? Vai estar bem, cara. Vai ser o quê? Grupo Primo Acapulco?
Ele aportou, ele aportou publicamente, né? Quanto que foi? Eu acho que ele tava fechando em 10 milhões, cara. Caramba. Publicamente. 10. Acho que ele tem 10 hoje. Então, assim... Tipo assim, o Thiago no cenário... Porra, deu ok. Quanto que o Thiago ganha ali? Ah, em 3 anos. Deu ok. Voltou pra média. Acho que em 3 anos o Thiago fica com 25. Milhões. Dando esses 10 até 25. Bom, né? O cara dobra mais um pouco, meu irmão. É, eu acho que é legal a gente falar isso porque eu quero sempre reforçar, né? Eu sei que a gente tava...
falando disso agora mesmo, mas, cara, o cara olha a gente falando disso e ele acha que ele tem que ficar segurando. O negócio até 2065. Quando a gente começou a conversar disso, eu mandei até num grupo de amigos. Falei, gente, mandei vídeo para os caras, mandei vídeo seu, mandei vídeo do Tiago. Falei assim, gente, entende aqui o negócio. Eu não vou ficar explicando para vocês, entende o negócio e presta atenção nisso. Aí os caras, pô, 2065, vou estar nem vivo, não sei o quê, para. Falei, gente, faz o negócio. Tá vendo? Se tivesse meu ouvido, vocês...
Já teria ganhado pelo menos os 28% aqui. É, daqui a pouco a gente vai querer ir para Miami, você não vai poder ir para Miami. Então, assim, o que a gente estava falando era de um cenário médio prazo ali. O que vocês veem em relação a esse cenário? O que é um cenário médio prazo? É três anos? É cinco anos? O que as eleições podem influenciar no resultado disso? Legal. Pode começar. Para mim, na renda fixa, abaixo de dois anos é muito curto prazo. Pensando aqui em mudança de cenário, né?
Uma operação dessa aqui que a gente está pensando em ganhar na marcação ao mercado, eu entendo que, pô, é um título que vai vencer em 2060, 2065, dependendo de qual que o pessoal conseguiu pegar. Pô, mas de um a três anos, a partir de hoje, ainda é um cenário que você consegue pegar bastante expectativa mudando e o cenário muito bom. O problema é que a gente não consegue ter uma ideia do ritmo que vai ter essa melhora. Só que aí, de novo, a tese que foi muito bem embasada para fazer essa recomendação
essa. O cenário, para piorar um ponto percentual na taxa, tem que piorar muito, muito. A gente pode comparar ali, historicamente, com o período do impeachment de presidente que a gente teve ali em 2015, 2016. E mesmo em período eleitoral, a gente não acredita que vai piorar tanto que justifique, pô, vou tomar uma pancada tão negativa. No pior dos casos, a gente pode alongar ali o período que a gente vai ficar com ativo na carteira e espera o carrego fazer o trabalho. Porque aí você tem como se fosse uma curva ali, uma curva onde você
Mesmo com aumento da taxa e desvalorização do preço, o seu carrego começa a ficar quase que sempre positivo a partir de um determinado período é que a gente não consegue cravar na vírgula. Mas ainda assim, eu diria que, não sei se o Gui vai concordar, a partir da data que você compra, pensando na marcação, entre dois a três anos, me parece um prazo ok, pensando que é um curto prazo. Para renda fixa, acho que longo prazo é 30 anos para mais.
Tatiana, se você fala assim, ah Gui, eu não sei se eu vou precisar desse dinheiro três anos ou menos, eu falo, então não compra. Por quê? Porque em três anos, cara, pode dar muito barulho. A gente pode ter um cenário eleitoral que não favoreça o ativo, né? E aí você fica um período ali vendo ele se desvalorizar 20%, 30%, começa a ficar desesperado, desesperada, fala, pô, vou precisar desse dinheiro e você realiza o prejuízo na pior hora.
Você não vai ter recurso para depois aportar e pegar a recuperação. Então é ruim pra caramba se você
você não tem a convicção que você não vai precisar desse dinheiro nos próximos três anos. Isso é muito ruim. Agora, assim, esse é o meu ponto. Se você... Ah, Gui, eu tenho convicção que eu não vou precisar desse dinheiro pelo menos pelos próximos três anos. Ok. Ah, então talvez você possa começar a investir nesse cara aí. Qual que é o ponto aqui do cenário eleitoral? Cenário eleitoral, cara, para mim, ele vai ser determinante para dizer o seguinte.
Se a gente vai ter um cenário muito bom, um cenário ok. Porque assim, na última vez que a gente gravou,
a gente tinha uma esperança de ter Tarcísio na jogada, o que seria um cenário muito bom. O cara, pô, fazedor, tem um branding de ser mais responsável, não sei o quê. O mercado financeiro fica mais otimista com ele. Fica mais otimista. Tudo mudou para, pô, vai ser Flávio Bolsonaro. Que eu sei que tem ganhado força, mas não tem o mesmo apelo. Não sei se tem o carinho ali dos vencedores ainda. Não sei, não sei, entendeu?
É, eu acho que naquela época a gente conversou sobre isso, que seria Tarcísio, e eu acho que minha opinião e opinião de uma boa parte dos cientistas políticos é que se o Bolsonaro tivesse escolhido o próprio Tarcísio, como esse cara que vai me representar, meus planos e tal, votem nele, que a gente teria uma convicção maior de que seria um cenário mais fácil, digamos assim, da oposição derrotar o atual governo que vai concorrer à reeleição.
reeleição, muito provavelmente. Então, esse era o cenário. Então, a gente vinha caminhando pra isso. Aí, ele indicou o Flávio Bolsonaro. E o que que, no primeiro momento, o mercado precificou? Putz, a rejeição do Bolsonaro, ela é quase tão alta quanto a do Lula. Então, vai ser um embate bem mais acirrado do que se fosse o Tarcísio. Sim. E aí, normalmente, a galera que tem essa visão contrária, né? Normalmente, tipo assim, apoiadores mais ferrenhos do Bolsonaro dizem, não, tá louco e tal. Mas o Tarcísio, ele era pouco conhecido, normal. Porra, muita
gente era pouco conhecida, até o cara se lançou candidato a presidente. Até o próprio Bolsonaro. Não era um cara, pô, extremamente conhecido. Reputado federal, né? Cheguei a vídeos polêmicos, em grande parte, assim, né? Era um meme, né? Super pop, exato. E aí, pô, o cara veio e virou presidente. Então, assim, isso não é um argumento válido de que, ah, o Tarcísio não é muito conhecido. Fora que ele é o governador do maior estado do Brasil.
Então, assim, se tem alguém que era conhecido e que poderia fazer frente ali muito forte ao Lula na reeleição, era o Tarcísio. Mas o Tarcísio saiu
do páreo assim, ele não vai realmente... A gente só vai poder cravar, cravar efetivamente em abril, porque assim, em abril o Tarcísio teria que sair do governo do estado de São Paulo pra, pô, anunciar a pré-candidatura à presidência da república, tá? Mas muito provavelmente ele não vai concorrer, né? Acho que o Bolsonaro já falou, ó, é meu filho. E aí tem até uma questão de, acho que é relevância no cenário político, né? Na minha cabeça, acho que o Bolsonaro pode ter pensado, cara, se eu aponto o Tarcísio,
exercício, como o cara que vai herdar aqui minhas ideias e tudo mais, meus planos para o futuro do Brasil, e ele vence, depois como é que vai ficar a família Bolsonaro, né? Tipo assim, Bolsonaro já... Cresce demais, né? Ele quis manter o legado. Sim, essa é uma visão, né? De que tipo, pô, senão tem que ter o legado Bolsonaro aqui, e aí vai ser com meu filho, que inclusive é o Bolsonaro, é Flávio Bolsonaro, né? E tudo mais. Então no primeiro momento o mercado reagiu muito mal, porque, putz, esse cara vai herdar a rejeição do pai e tudo mais,
sabe quais são as ideias dele, como é que ele vai montar o governo. Só que de lá pra cá, o que que parece é que ele tá se aproximando muito, pô, de bons economistas, de caras que tem essa ideia de responsabilidade fiscal, que a gente chama, né? Tá fazendo um rebrand ali. Fazendo um belo rebrand. O Bolsonaro fez isso, né? Lá atrás também, né? Chegou lá no Paulo Guedes, então, pô... Montando uma equipe, né? Robusta. Pro mercado. Robusta e chuta, né? Bota astronauta. E sinalizando pro mercado, né?
Moro. Exato. E eu acho que é isso. Então, pô, o que o Flávio vem fazendo agora, acho que é esse movimento de aproximação, demonstrando que, pô, ó, vou montar um corpo técnico e tudo mais, se aproximando, acho que, da Faria Lima. Sim. Falando um pouco mais das ideias dele e tudo mais. Mas acho que ele tá até meio apagado, porque ele tá surfando um momento muito bom, né? As notícias estão muito ruins pro atual governo, né? Você tem escândalo de corrupção, que querendo ou não, tá acontecendo no governo Lula, tá saindo
no governo Lula, enfim. Isso pega muito mal pro governo. Ah, o preço do petróleo e da gasolina vai subir. Ah, mas é porque a guerra não interessa, né? Tipo assim, pô, o cara tá lá pagando a bomba, ele vai lembrar do quê? Ah, do Trump? Do Irã? Ele vai lembrar do Lula, pô. A cara do Lula vai vir na frente dele e vai falar. Então, o Flávio tá quieto. Por quê? Porque esse momento tá excelente pra ele. Eu fui almoçar com um amigo que é economista, trabalhou muitos anos na política.
Ele fala, cara, um candidato, ele só sai a público pra falar quando as coisas estão ruins pra ele.
tá quieto. Se ele tá lá trabalhando nos bastidores, é porque as coisas estão caminhando bem. Você viu o Flávio Bolsonaro dando entrevista? Tá indo nas redes sociais, postando V. Tá sumido. Por quê? Porque as coisas estão excelentes pra ele. O cara tá subindo na pesquisa sem fazer nada. Tá saindo pesquisa que ele já aponta ele empatado tecnicamente com o Lula no primeiro turno. Pô, a frente, mas empatado ainda tecnicamente com o Lula.
Então o cara melhorou sozinho, ficando quieto. Então acho que ele vai seguir essa estratégia até
que essa tendência positiva nele se esvaia. Mas acho que um ponto é importante para a gente ver, cara. Flávio Bolsonaro, se a gente perguntasse um ano atrás, dos possíveis candidatos que o Bolsonaro pode escolher para o representar, quem seriam os menos competitivos? Os filhos deveriam estar entre eles. Só que a gente está vendo que mesmo os candidatos que a gente tinha a ideia de que seriam os menos competitivos um ano atrás, estão extremamente competitivos contra o atual governo. Isso mostra uma força absurda
Flávio Bolsonaro? Não, acho que mostra duas coisas. Uma rejeição absurda, né? Acho que mostra duas coisas. Uma é a força do pai, né? Do Bolsonaro pai. E segundo é a altíssima rejeição ao atual presidente, ao Lula. Cara, escândalo do INSS que a gente esqueceu de colocar também, né? Então, pô, é filho do atual presidente viajando com o cara, com o careca do INSS. Aí o sigilo joga no mercado, depois... Não, não vale mais, vamos anular toda essa quebra de sigilo.
coisas que estão pegando muito mal pro atual governo, tá? E aí agora, entrando no cenário do Renda Mais, como é que isso pode afetar? Pô, então o Bolsonaro, querendo ou não, dos economistas que ele já tá se aproximando e vão sendo jogados na mídia como possíveis ministros ou formação do seu Ministério da Economia, são caras que defendem responsabilidade fiscal, controle da dívida, corte de gastos, reforma, sabe? Pô, são caras que querem.
É isso que a gente quer. O credor é isso que ele quer, né? Quando você empresta dinheiro, você quer o que um
cara que controla a dívida. E todos nós somos credores. Você compra o título público e você está prestando dinheiro para o governo. Quanto menor a sua dívida ou menor a expectativa da sua dívida lá na frente, menor essa taxa. Então o que a gente precisa para a taxa do renda mais fechar? Uma expectativa de que a dívida do Brasil no futuro seja mais baixa. Com o Flávio Bolsonaro, parece que esse cenário é muito mais factível do que com o atual governo.
O Lula. Ah, joga fora esse cenário de controle da dívida pública se o atual governo,
ele se reeleger, cara, eu sinceramente não acho que a dívida vai explodir se o Lula for reeleito. Não acho. E aí a gente pode entrar nesse mérito aqui. Mas, se a dívida explodir, a galera pensa, o governo vai dar calote. Não vai. Tem algo que sempre acontece antes de um governo decidir dar um calote, pô. Calote é a última opção. Mas tem um jeito muito mais simples de você pagar uma dívida, que é a inflação.
pra 10, 15, isso corrói a dívida de uma magnitude muito relevante. E aí você tem um ajuste do tamanho da dívida pública via o que a gente chama de inflação. Então, antes de dar um calote, se a gente vai... Pensa no cenário Lula. Ah, o Lula não vai ajustar nada, não vai resolver nada. Esse cara, pô, liga pra dívida e tudo mais. Pô, vai explodir. Vai explodir? Calma aí. Antes tem um negócio chamado inflação, que com certeza haveria primeiro.
11% em 12 meses. O que naquele período atenuou um pouco essa parte da dívida pública. Se a gente estava falando que o Lula não vai cuidar, isso voltaria a acontecer. E olha que interessante, você está no renda a mais. E ele é corrigido pelo quê? Pela inflação. Então, se é para correr risco na renda fixa, nesse cenário, você tem que correr risco onde ainda tem um colchão de proteção. E esse cara te dá isso. Puta Gui, mas a gente vai ter que ir pela inflação.
Legal, você está no ativo que é corrigido pela inflação. Nas nossas simulações lá,
na planilha, se eu coloco, ah, 10, 15, 20% de inflação, cara, você perder dinheiro é absolutamente difícil, fica muito mais difícil. A galera pensa, pô, mas essa inflação vai pra 15. Falo, cara, se for pra 15, vai ficar ainda mais difícil você perder dinheiro na marcação do mercado, com renda a mais, olhando num prazo de 2, 3 anos, tá? E aí, até contra-argumentando isso, né? A galera fala, pô, o Lula não vai ligar pra dívida, não vai fazer ajuste nenhum. Esquece. A gente precisa lembrar aqui, os dois primeiros mandatos do
ele fez o que a gente chama de superávit primário, né? Ele gastou bem menos do que o governo arrecadou durante oito anos num patamar muito significativo. 3% do PIB. Assim, isso aqui é absurdo. Se o Brasil tivesse isso hoje, a gente nem estaria discutindo isso aqui. A taxa do renda mais é IPCA mais 3. Ou IPCA mais 3,5. Os de longo prazo. Aí a gente tá falando, pô, será que IPCA mais 3,5 vai pra IPCA mais 2,5? Era essa a nossa discussão.
E a bolsa tava a 300 mil pontos. A bolsa tinha explodido. Mas a gente não tinha pegado, entendeu?
Só que aí a gente teve a Dilma. Trouxe os ministros, acho que novos ali e tudo mais, com visões um pouquinho mais... Que não eram, vamos colocar aqui, digamos, do mainstream, da galera da economia e tudo mais. Falando assim, não, não precisa ter esse negócio de superávit. A galera não fazia conta direito. Não, vamos gastar mesmo que depois o crescimento vai vir e vai compensar essa dívida mais alta. É quase como se eu te falasse o seguinte.
Não, cara, vamos se endividar. Vamos sair comprando apartamento. Vamos comprar uma casa do lado do Tiago lá. Por quê?
a mais, Lucão. A gente vai fazer o IPO, aí quando cair dinheiro na tua conta, você vai falar porra, essa dívida que você fez não vai parecer nada. Vai parecer peanuts, amendoim. Era quase comum que ser isso, lógico. Colocando nas proporções aqui de um país, estou simplificando muito o negócio. Fizeram isso durante o primeiro ano, e aí a Dilma quase perde aquela eleição, é reeleita, mas não aguenta. A inflação bate, a taxa de juros bate, desemprego começa a bater, o dólar explode,
Mas, assim, tudo muito ruim, ela sofre o impeachment. Todo mundo, a própria Dilma, quanto os ministros da economia da Dilma na época, a presidente do Banco Central na época, onde estão esses caras? Se queimaram no nível, o pessoal cogitou colocar o Mantega, que foi ministro da Fazenda da Dilma, na Vale. Cara, São da Vale despencou. Despencou. Já falou, pelo amor de Deus, não dá, esse cara não dá. Tipo assim, olha a Dilma. A Dilma, pô, vão dar um cargo pra Dilma, pô, lá em outro país. No banco dos BRICS.
dos BRICS, que era o Marcos Troirro, inclusive, que era presidente lá. Mas olha só o que aconteceu com a galera que estava envolvida. Então, a minha expectativa, a minha visão é... E aí o PT, de lá pra cá, caiu muito. Perdeu representatividade de Congresso, Senado, Prefeitura de Capitais, de cidades no geral. O PT... Não conseguiu criar outro nome, né? Não conseguiu criar outro nome. Porque, pelo menos na época da Dilma, ela foi criada ali pra seguir. Deu tudo errado.
conseguiram criar outra figura, né? Não conseguiram, mas por quê? Porque fizeram péssimo o governo. Se alguém chega e fala que o governo da Dilma foi bom, eu falo, por que métrica? Só olhando o governo da Dilma foi bom. Foi péssimo. A gente, pô, teve queda do PIB de mais de 3% dois anos consecutivos. Mesmo, governo mesmo. Pelo amor de Deus. Assim, como é que métrica que você vai falar que foi um bom governo? Só se você comparar com o Collor, pô.
Não tem nenhuma métrica que você diga que o governo foi bom ou o PT perdeu muita representatividade. Esse governo
do Lula, se ele for reeleito, é o último pro PT tentar ganhar um fôlego. Se ele faz o que a Dilma fez, não, esquece o negócio de superávit mesmo, esquece se vamos gastar, se endividar e tudo mais, tenho convicção. O PT vai morrer. Por quê? Porque a gente vai entrar numa espiral de dólar mais alto, inflação mais alta, Selic vai continuar pressionada, a gente já bateu o recorde de recuperação judicial de empresa agora em 2025, isso aí vai se deteriorar ainda mais em 2026,
vai subir, cara, vai ser um negócio insustentável. Pô, vai passar por uma turbulação, nosso renda mais deve voltar lá a subir um pouco, deve voltar. Opa, volta mais. Mas, em compensação... É isso aí. Se o cenário é ruim pra gente, o cenário pro PT é muito pior. Eles vão morrer se fizerem isso de novo. É, eu tava pensando aqui, né, realmente, a gente tem dois cenários aí pra esquerda, né? Vamos lá, eles podem ganhar e... Só que aí depois eles têm mais quatro anos de governo e eles não vão ter força pra criar outro nome,
eu acho, nesses quatro anos. Então, logo depois desses quatro anos, entra outro cara. Então, às vezes, você pode segurar o título aí, ele vai ficar cambaleando aí, não sei o quê. E se você tiver paciência, cinco aninhos aí, né? O que pode ser ruim é eles. Segura cinco anos aí, pode dar bom. Ou a gente já pode ter essa troca agora, né? O que pode... O que eu acho que é ruim, mais quatro anos, é se eles... Pô, não tem jeito mesmo, vou cair atirando. Aí eu cair atirando, vai ser difícil. Vou cair atirando na impeachment, cara.
Sem brincadeira. Vou cair atirando em impeachment, porque assim, e ser apoiado pela população. Ah, tem a galera falando, não, eu tô com o Lula até o final, meu amigo, na hora que você vê o dólar batendo. Se isso acontecer, se eu cair atirando, vou pro fiscal descarambar, pô, aumento de auxílio, cara, 50% no ano, os carambos. Arroz subindo, feijão subindo, cesta básica subindo. Cesta básica subindo, dólar subindo, pô, preço de tudo subindo, cara, desemprego subindo, taxa de juros alta pra caramba, empresa quebrando.
Pô, o nego vai chegar e falar, é, meu amigo Lula, eu gostava de você, mas eu vou pra rua também, não tem jeito.
as coisas estão muito ruins. Então, eu acho que eu tô... E eu não acho que o PT vai fazer isso. Não acho que o Lula vai fazer isso, tá? E pros caramba. Ele não foi agora. Ah, o fiscal não tá bom. Não tá. Mas vou te dizer uma coisa. Esse primário, que é o quanto que a gente gasta depois do que a gente arrecada, ele tá no melhor... Se a gente tirar ali uma parte da pandemia do governo Bolsonaro que deu uma bagunçada nos dados, mas se a gente tirar isso, cara, a gente tá quase no melhor momento dos últimos 10 anos.
anos, tá? Então assim, o primário, a gente não tá vendo uma deterioração igual a gente viu na Dilma. Pelo contrário, a gente tá vendo, lógico, subindo menos do que deveria esse resultado primário. Sim, subindo menos do que deveria. Mas a gente não tá vendo piorando, que é o que a gente tava vendo com a Dilma. As coisas piorando. E com o Lula já nesse mandato, de novo, não é o melhor dos mundos? Não é. Mas não tá piorando. Então não acho que ele vai voltar agora, no último, e falar o seguinte, ah não, agora eu vou degringolar. Não fiz agora no primeiro, não fiz nesse ano eleitoral.
mas agora, que são os meus últimos quatro anos, sei lá, vou fazer. Deixa pra lá, imprime dinheiro, aumenta o salário mínimo. E ficaria feio pro legado do Lula, porque, assim, vamos ser bem realistas, né? Tem a questão da etária aqui, né, do presidente. Cara, se a gente vê que ele teria quatro mandatos, pô, se terminar o quarto pagando a conta de um descontrole muito absurdo vindo do terceiro, ficaria, assim, historicamente o legado fica muito manchado. E aí não vai ter por onde fugir, porque aí, pô,
chega uma hora que não existe a matemática. Pessoal, às vezes, é o que o Gui falou, você consegue fazer uma transferência ali de, pô, eu vou aumentar a inflação com um subsídio aqui, por exemplo, o que o governo está sugerindo agora, para conter um pouquinho o aumento do diesel, ele está sugerindo uma isenção ali de tributos. Isso acaba virando inflação, por quê? Pode aumentar um pouco a dívida pública, porque menos dinheiro que vai para a educação, para a saúde, acaba indo para financiar o diesel. Isso,
o mercado acaba entendendo que não adianta se você, como governo, vai querer gastar mais via inflação direto ou por esse outro lado, por esse outro jeito. O mercado faz a conta e aí eles acabam meio que punindo quem acaba fazendo esse descontrole. Então, às vezes, a gente observa algumas soluções curtoprazistas para tentar dar uma amenizada ali no que está o tema mais quente da semana, que provavelmente vai ser gasolina até o período da corrida eleitoral. Só que,
É aquilo de novo, né? Você sacrifica o curto prazo agora pra depois de quatro anos se o Lula ganhar de novo. Cara, fica muito difícil dele conseguir sustentar essa imagem de um cara que salvou o país, né? Tipo, os dois primeiros mandatos, beleza, ele teve muita ajuda de um cenário internacional bom, só que agora tá tudo mais difícil. A impressão que eu tenho é que a política global, ela evoluiu muito desde os primeiros mandatos dele, os dois primeiros, e agora nesse último, nesse terceiro, e se a gente estiver falando de um quarto,
parece que ele não está sabendo jogar um pouco o jogo, sabe? Tipo assim, você não precisa criar tensão com outros países, você não precisa ter esse jogo político de falar abertamente e criar tensão entre mercados. E aí, uma das saídas que os próprios investidores aqui do Brasil acabam vendo é que essa troca agora, no terceiro mandato dele, para um governo de oposição, seria muito mais benéfico. E a gente sabe que no Brasil, assim, você precisa ter apoio de vários setores. Você tem que ter apoio do setor agro, do setor financeiro,
E aí é meio que um conjunto de investidores ali falando, cara, isso aqui para o país não está sendo sustentável, né? Vamos ver. E aí o problema do PT que eu vejo hoje é que você não tem uma figura boa para vice. Teria o Haddad, mas o Haddad já tirou também o dele da reta e falou que vai concorrer aqui em São Paulo, né? O que eu particularmente acho bom, porque o Haddad, eu entendo que ele não tem grande chance de ganhar em São Paulo. Então já é... Tem que olhar o copo meio cheio. E aí quem fica, além do Lula,
conseguir ficar no spotlight ali da esquerda. Na direita, por mais que você possa ver que eles são mais desorganizados, questão de, pô, agora vamos apostar todas as fichas nesse cara, agora vamos nesse. Pelo menos tem uns nomes ali, né? Se não der certo do plano, por exemplo, o Tarcísio. Um ano atrás, se alguém falasse que o Tarcísio não vai concorrer, eu ficaria assim, pô, agora lascou, agora não tem como, né? Mas aí a direita tem se articulado, né? Até o período de testes aí do comecinho do ano, né? Algumas notícias que saíam,
concorrer. Aí o mercado reagir. Ah, não, agora não é exatamente isso. Agora ele não muda de ideia agora. Ele vai concorrer até o final. Não, mas tem um preço. Então você vê que eles testam muito o mercado e aí vai na base do feedback, né? Que o mercado acaba reagindo. Eu acho que, cara, e o cenário com o Flávio é o seguinte, né? Qual que é o grande problema do Lula, tá, cara? Assim, pô, esse lance do primário, querendo ou não, tá perto da método que ele desenhou lá no arcabouço fiscal. Só que qual que é o ponto?
Se ele chegasse e falasse com mais frequência, cara, pessoal, a dívida pública, eu não vou deixar o negócio estourar, não, cara. Não tá louco, não vou deixar o negócio estourar. Isso aqui, pô, vou fazer o máximo possível, ele não fala. E eu não sei qual que é o prejuízo que ele enxerga de falar isso. Literalmente não sei. Porque assim, se falar, pô, eu não vou me endividar ao ponto de quebrar, porque quebrar é ruim pra todo mundo e isso é meio que óbvio, não sei por que que ele não chega e fala. Cara, eu não vou deixar.
narrativa de ele não quer nenhum momento parecer pró-mercado? Pode ser, isso daí é assim, é a única... O falar difícil, né, cara? Ele prefere ir pra pautas mais ideológicas que são fáceis, né, de todo mundo entender. E parece que a maioria do discurso deles é ele falando que vai gastar pro bem da sociedade, entendeu? Ah, vamos investir mais nisso, em cultura e naquilo, vamos gastar dinheiro nisso, naquilo e naquilo, mas em nenhum momento ele fala, tipo, alguma coisa que é pró-mercado. Mas até falando que na última
ele não falava sobre corte de gastos, controle orçamentário. Analista de mercado falando, não, agora esse terceiro mandato do Lula, ele vai fazer as contas, ele vai controlar muita gente vendida em dólar, né? E aí apostando no real e tal. E aí parece que foi assim, virou a chave. Dia 2 de janeiro ele assumiu e falou, eu nunca falei isso. E aí a gente teve um ruído ali nos primeiros meses de mandato dele, desse terceiro. Então o receio é justamente isso, ele tá quieto agora e aí eventualmente
pra um quarto mandato, ele fala, galera, quarto mandato, agora vamos aí, agora o Lula de volta. Mas são narrativas. O Flávio é o seguinte, ele já tá deixando bem claro desde agora. Se não, tem que controlar o gasto, tem que controlar a dívida, então isso já é anunciado há muito tempo. O que vai acontecer? No primeiro, se o Flávio ganha, ele assume, ou vamos lá, outro candidato da direita ganha e assume. Cara, no primeiro momento, o cara ganhando, antes de ganhar, inclusive, as pesquisas apontando, o mercado já vai melhorar muito.
Ah, mas não vai mudar nada no primário. Mas não vai, não vai mudar nada no primário, não vai mudar nada na dívida ainda. Mas o ponto é a expectativa. Eu acho que o Lula está trabalhando muito mal esse lance da expectativa. Ele poderia estar trabalhando muito bem. E isso ajudaria, ele ajudaria o país, inclusive. Porque você ter uma expectativa de uma dívida crescendo é horroroso para o Brasil. E aí ele tira dinheiro de todo mundo aqui, todo mundo que está assistindo, porque a gente paga imposto para financiar o governo, para pagar a dívida. Então é culpa do governo, porra.
Se o Lula estivesse falando, eu vou controlar essa dívida, não vou deixar esse negócio estourar e ressaltasse isso consistentemente, o juro de longo prazo ia estar mais baixo. Ah, não me interessa o juro de longo prazo. Lógico que interessa. É aí que o Brasil pega dinheiro emprestado, nesse nível de taxa. Então, o Lula não reafirmar, não virar público e dizer, ó, vou continuar fazendo o que eu tô fazendo, mas fiquem tranquilos, que eu tô de olho nisso aqui, isso daqui não vai descarambar, não vai descaralhar.
Cara, porra, o juro de longo prazo ia estar mais baixo. O Brasil ia estar gastando menos dinheiro do seu orçamento
juros do que ele tá gastando. Mas não faz. Não faz por quê? Ah, porque é ruim pro cenário eleitoral. Então pera lá, pô. Então aí, lascou. Porque você tá colocando o seu interesse pessoal, o seu interesse de poder, à frente do bem-estar do país. Então a gente tá gastando mais em juros porque alguém tá pensando mais no aspecto eleitoral da coisa, que aí isso vai ser ruim pra disputa de eleição do que porque o Brasil tá fazendo ou não.
E o PT é o mais vocal em dizer que o Brasil gasta, pô, não sei quanto do orçamento em juros
e amortização. Perfeito, gasta. Mas o que você está fazendo para reduzir isso daí? Porcaria nenhuma. Porque você continua gastando mais do que você arrecada, ou seja, aumentando a dívida, e você continua não falando nada que você vai controlar isso daí. E o que você quer que isso gera? Menos juros? Que jeito? Não tem como. O juro é uma consequência de como estão as suas finanças, de quanto você precisa de dinheiro emprestado. Se o Brasil organizasse suas contas e gastasse menos do que arrecada, ele não precisaria ficar pedindo dinheiro emprestado.
Ponto final. O juro ia despencar. Então, assim, não dá pra gente jogar qualquer que seja o governo a responsabilidade e falar o seguinte, ah, esse juro tá muito alto, é o Banco Central. Não, cara. Você tá gastando mais do que você arrecada, pô. Gasta menos do que você arrecada, você vai ver a mágica acontecer em um ano. Em um ano o negócio despenca. Ah, mas em um ano é muito tempo, não dá pra fazer isso. Tudo bem, mas diga e mostra o plano factível que você vai chegar lá em quatro anos.
De novo, a mesma coisa. As taxas de juros despencam. Foi o que o Temer fez. O Temer assumiu na Dilma. Crise absurda.
de dívida. A dívida do Brasil vai explodir, o Brasil vai acabar. O Temer chegou e falou, gente, calma aí. Tá aqui meu plano, ó. Teto de gastos. Com isso aqui em mente, em tantos anos a gente estabiliza e depois começa a reduzir a dívida pública. Reforma trabalhista também. O Mercador falou, porra, caraca, a dívida realmente vai estabilizar e vai cair. O cara fez a conta e falou, é, se seguir isso daqui, vai cair mesmo. Meu amigo, taxa de juros foi pra 4,5 a Selic. 4,5. A taxa do longo prazo, do taxa de juros de longo prazo do Brasil,
foi pra três, PCA mais três. Isso é um cara que fez um trabalho bom. Aí a gente fala o seguinte, porra, aí o Brasil deixou de gastar centenas de bilhões, trilhões de reais em juros e passou a ter um espaço de orçamento muito mais livre pra gastar infraestrutura, saúde, educação, o que ele quiser. Entendeu? Olha o trabalho. Só do cara fazer isso, apresentar um plano factível, que nem se concretizou, tá? Mas só a reforço de um presidente, de um cara lá,
tendo a expectativa, não, esse ano não vai dar porque deu isso aqui, mas cara, no ano que vem a gente volta pro plano. E no ano seguinte, não conseguia de novo. E falava, não cara, mas ó, não conseguimos, mas ficava tranquilo que o plano continua sendo aqui de controlar. Cara, isso ajudou pra caramba. Então o grande problema é esse, a gente não tem, mas de novo, se o Lula ganhar, ser reeleito, não acho que vai descarambar, eu acho que a gente vai seguir uma trajetória semelhante ao que a gente tem, acho inclusive que a gente tem uma melhora do primário ao longo dos próximos anos, não vai resolver o nosso problema, mas eu acho que a gente
vai vender essa trajetória de melhora comedida, como a gente viu nesse governo dele. Melhora bem comedida, tá? Não é o que o Brasil precisa pra estabilizar a dívida e tudo mais, mas não é o que vai fazer o IPCA ir pra IPCA mais 8, IPCA mais 9. Ah, mas se for pra IPCA mais 9, vai tomar calote? A inflação, meu amigo, vai subir tanto que eu acho que vai dar uma boa amortecida no teu prejuízo. É, gente, vocês têm que ter consciência melhor quando vocês vão votar nos candidatos pra gente parar de ser esse parente falido que fica pedindo dinheiro emprestado
mostrando um plano de negócio que não faz fundamento. Paradoxalmente, a gente precisou ter um presidente que não ligava para a reeleição para o Brasil dar uma melhorada de expectativa. Isso aí nunca vai acontecer. É tipo o Cometa Halley. A gente viu uma vez aqui, não sei se daqui a 70 anos a gente vai ter de novo alguém que não se preocupe com reeleição ao ponto de... Foi o caso do Temer. Foi o caso do Temer. Ele até deu uma entrevista recente falando eu fui o presidente mais impopular, mas eu fui o ex-presidente mais popular. Cara, se for ver melhora de
expectativa é isso. E aí até um ponto que o Gui tinha mencionado aqui, muitas pautas falando de questão de juros da dívida, dessa vez eu vejo que o Lula não pode usar uma das cartadas que ele usava muito para atacar a oposição, que era o Banco Central. Poxa, o Banco Central tem alguém que é inimigo do cidadão? Cara, o Banco Central hoje é composto por integrantes indicados pelo PT, tem tomado decisões técnicas e tem decidido, olhando ali as últimas
manter a taxa Selic num nível muito restrito. Mais alto dos últimos 20 anos. Mais alto dos últimos 20 anos. E aí, qual que vai ser a desculpa agora? É justamente isso. Só que, aí de novo, o Brasil é um país que tem muitos paradoxos. Então, a gente tem que ter um banco central que está disposto a subir a Selic em 15% para a ponta longa não estourar para acabar vendo IPCA mais 10, IPCA mais 12. Então, eu não sei se foi um tiro no pé que o Lula deu de indicar o Galípolo ali, mas eu sei que, do ponto de vista do investimento,
E até com o cidadão pensando que, pô, eu não quero uma inflação de 10%, foi um acerto ter a composição do Banco Central, a composição do Copom atual, tomando decisões muito bem técnicas. E acho que até surpreendeu o mercado, porque o pessoal falava, pô, tá saindo o Roberto Campos Neto, tá entrando o Galípolo, acho que agora vai ser na base da canetada. E surpreendeu todo mundo, não foi? Eu vou te falar, o Lula é o cara que mais atrapalha o trabalho do Galípolo, tá?
Porque se ele, de novo, se ele viesse falar o seguinte, cara, eu vou, gente, vocês estão muito loucos, cara.
Vou controlar essa dívida. Faz o XP, marca uma reunião aí que eu vou falar com os investidores. Vou fazer arroz com feijão. Marca aí uma reunião que eu vou falar com os investidores. Primo, vai com um podcast que eu vou aí falar com vocês aí, vou falar. E ele fala, ele mostra um plano que, cara, a gente está aqui, mas eu vou controlar a dívida, vou segurar, não vai estourar não. Meu amigo, as expectativas de inflação iam dar uma boa controlada. Se estão relativamente controladas nesse cenário que ele não fala nada,
Imagina no cenário com ele falando. Putz, cara, a expectativa de inflação ia estar muito controlada. O Galípolo, que é o presidente, ia falar o seguinte. Pô, cara, agora eu consigo reduzir a Selic de 15. Agora é praia pra mim. Praia pro Galípolo, 14, 13,5, 13. E, pô, o cara com esse discurso. Só que a expectativa importa muito, né? Sim. E aí ele não falando nada sobre isso, e toda vez que ele vai falar de endividamento, ele fala, esse pessoal da Faria Lima, que quer que não sei o quê. Pô, tipo assim,
ele joga contra ele mesmo, principalmente contra o Galipo, tem que manter lá o juro em 15%. Então, quando a galera fala o seguinte, tem muito economista, né, que a gente chama de heterodoxo, que fala o seguinte, o problema do Brasil hoje é o juro. Eu falo, é verdade. É o juro, cara. É o juro em 15%. Porque a dívida do Brasil, ela tá crescendo muito rápido porque esse juro tá em 15%. Mas aí você pergunta, por que o juro tá em 15?
O juro não é um botãozinho que você vai lá e coloca, ah, eu coloco em 15 porque eu quero. E eu sou malvadão. Não. Pô, você coloca em 15,
porque tem uma série de coisas que você tem uma meta de inflação para cumprir, você não pode deixar os juros de longo prazo no Brasil, que é o que importa de verdade, estourar. Então o cara faz esse controle. Então, cara, a expectativa importa muito. E o Lula é péssimo, ou está sendo péssimo, na verdade, em controlar as expectativas, cara. Péssimo, péssimo, péssimo. Se ele estivesse fazendo um trabalho legal aqui nas expectativas, pô, a gente ia estar com uma Selic mais baixa, não ia estar vendo essa draga que está a economia, recuperação judicial recorde,
em 2025, muito provavelmente em 2026, deve acontecer algo similar. Não tem previsão de melhora. Então, acho que ele mesmo é um dos caras que acaba atrapalhando principalmente o trabalho do Banco Central e ele próprio. Então, a economista heterodoxa fica falando que o problema do Brasil é o juro. O juro está alto porque esse governo não controla a expectativa de inflação. O problema é que o Brasil precisa pegar a dívida 15. Exato.
Está bom, está alto, então não pega. Mas é que aí você está gastando mais do que você arrecada. Então, assim, de novo, a matemática
Mágica não é o forte ali de... Quando você faz a conta na vírgula, cara, é muito bonito você chegar pro pessoal, pra população e falar, olha, eu gostaria que todo mundo tivesse todo ano ali inflação negativa, né? Deflação, queda de preço e tal, mas não tem como. Não é um mundo mágico. E pergunta final aqui, ó. Três cenários pra 20... A gente tá em 2026? 2028, 2029... Tô perdido. 28, 29 ali pra esse renda mais. Quantos por cento você acha que pode bater ali?
Cenário pessimista. Antes de eles responderem, só lembrando vocês que vocês podem ter essa recomendação que a gente falou lá na Finclass faz muito tempo. Então os alunos, todos os assinantes pegaram essa recomendação fresquinha quando a taxa estava lá, pô, no momento certo. E tem uma coisa que até é melhor que isso. E todos os assinantes semanalmente tiram dúvidas sobre os seus investimentos e os analistas entram, falam com eles, respondem um a um porque tem comunidade, porque tem as
porque tem tudo lá realmente protegendo os investidores. E você pode assinar a Finclass para sempre com o valor do Vitalício aqui, que é uma campanha que a gente está fazendo aqui do aniversário da Finclass. E só pelo Primocast você consegue assinar o Vitalício. Então, vou deixar o link na descrição para vocês. O QR Code assina para você não perder mais essa chance. Eu acho que você assinar a Finclass é um negócio que... Cara, olha quantas vezes que pode voltar seus investimentos. Você paga aí um valor
e depois, se você acerta uma dessa daqui, faz parte da festa aqui, olha só o retorno que você tem. Então, não fica perdendo tempo, não. Não, e detalhe, cara. Assim, a gente falou só do renda mais. Só de um negócio. Mas, pô, acho que o Evandro fez uma recomendação recentemente em uma ação que, desde a recomendação, subiu 50%, 60%. Exato. Quantos ativos que a gente recomenda na Finclass? Cara, são todas as classes. Então, na renda fixa, dependendo da carteira que você pega, a gente pode ter uns 5, 6 ativos diferentes,
sobreposição, por exemplo, na parte de renda fixa, a gente recomenda FIINFRA. Então, tem essa sobreposição. Mas é uma carteira bem diversificada. Eu vou colocar aqui por volta de uns 20 ativos, mais ou menos, entre 15 a 20. Costuma variar dependendo da alocação. Mas o que a gente comentou de cenário aqui, ele impacta positivamente a maioria desses ativos. Então, os que têm... Lembrando, o investidor brasileiro está exposto ao risco do Brasil, por mais que ele tente diversificar a carteira para uma parte mais
a expectativa melhora, a Bolsa já precifica isso antes. Então, é o que a gente tem comentado aqui. A expectativa começa a melhorar. Se as expectativas de hoje no mercado acontecerem exatamente como o mercado espera, já é um cenário mais benigno, já mais positivo. Agora, acho que a grande tacada é a gente pegar, fazer um posicionamento em alguns ativos antes das expectativas melhorarem ainda mais. E acho que é aí que entra essa capacidade do Renda Mais de entregar uma valorização que, cara, é porrada. Você pega assim,
fiz umas simulações até mais básicas do que a que o Gui fez, simulando ali um aumento de um ponto percentual e uma queda de um ponto percentual em relação às taxas. De um dia que eu tinha gravado, estava acho que o IPCA 2050, ele estava, se eu não me engano, perto de 7%. Era uma coisa assim, se subir, você vai perder, sei lá, 14% em um ano. Se cair um ponto percentual, você ganharia tipo 40%, 70%. Era uma coisa que, cara, o carrego, ele joga muito.
muito a favor do investidor, e mudança de taxa, assim, cara, você joga na ponta, assim, joga no Excel, faz a conta certinho, é a única coisa que a gente trabalha com algumas premissas, que aí é o que a gente comentou, né? São os diferentes cenários. Mas se a gente levar em conta a máxima histórica de taxa de longo prazo, pô, cenário praia ali, que acho que é PCA mais 3, eu não sei, eu não sei, mas eu torço, porque a gente já viu coisa parecida no passado, tá? E aí, pensando, vamos supor que a expectativa fique extremamente otimista,
aconteceu com o Temer. Mesmo que ela não aconteça em 2050, um IPCA médio de, sei lá, 3%. Cara, a gente pega o melhor momento, realiza na marcação no mercado o nosso lucro e aí a gente pensa em realocar. Então, não necessariamente o investidor pode pensar, pô, mas eu não acredito que a inflação vai ficar em 2050 em 3%. É, tudo bem, mas se as expectativas ficarem demasiadamente otimistas, a gente consegue pegar uma oportunidade boa.
Legal. E aí, Gui, quantos por cento você acha? Não, eu vou colocar aqui, ó, cenário péssimo, 3 anos. Cara, eu acho
você perderia... Ah, IPCA mais 9, acho muito difícil. Muito difícil mesmo. Eu coloco na planilha porque eu falo, é muito difícil, é improvável, mas sei lá. Nunca aconteceu historicamente. Nunca aconteceu, não chegou nem perto de IPCA mais 9. E aí tem uma outra tecnicidade aqui, mas no próximo episódio que a gente for falar, quando a taxa já tiver IPCA mais 6, a gente fala sobre... Quando a gente vai vendendo aqui. Cara, concorrente de ouro aqui, tomando champanhe. Cara, eu acho que assim,
cenário em 3 anos, cenário ruim, você perderia 10%. Que hora. Com esse investimento, 10, 15%. Pô, ah, 20, 25, aí é indo pra IPCA mais 9. Aí realmente é, mas aí eu acho que esse cenário é muito improvável. Pô, num cenário ok, eu acho que você ganha em 3 anos 100%. 100%? Sim. Ah, ok. Ah, voltou pra média histórica. 5,5. IPCA mais 5,5, IPCA mais 5. Será que eu coloco mais 100 mil? Não, tô falando da taxa agora. Isso. 100%? Não, e aí,
E, cara, eu tô colocando cenários aqui. Pô, cenário muito bom. Puta, aí, cara, em três anos é 200, 330. Nossa! Aí é... Pô, cenário bom, sabe? Não vou colocar o cenário praia aqui, porque, pô... Já vai virar um negócio surreal, né? Cenário praia é... Aí a galera vai querer colocar muito dinheiro e tudo mais, depois se der errado no meio do caminho. Mas esse cenário muito bom é quantos por cento, a Selic? Vai pra... Preciso ir pra quanto?
Não, a Selic vai pra cinco. É que deu longo prazo. Pô, aí é cinco anos. A gente tá falando, pô... Que é mais ou menos o movimento que a gente teve
da Dilma, quando entra o Temer, né? Temer, depois o Bolsonaro da continuidade ali, com o teto de gastos e tudo mais, durante o seu primeiro ano ali de mandato, em um curto espaço de tempo, a Selic saiu de cara 14,25 e foi pra 4,4,5. Então, porra, isso é impossível? Não, acho que é impossível. É improvável? É, é pouca possibilidade, mas aí você tá falando de retorno de 300, 200 pra mais. Você tá falando de multiplicar por 4, 5 vezes o dinheiro que você tá colocando.
em cinco anos, sabe? Mas aí é um cenário, cara, que de novo, a gente não... E pessoal, isso só acontece... Ah, 400, 500%, eu não consigo nem ver a chance de isso acontecer. De fato, você só vai conseguir multiplicações desse nível de patrimônio em ativos, seja ações, fundo imobiliário é muito difícil, mas sejam ações, ativos de renda fixa, ativos de renda variável, qualquer um, onde você mal consegue ver o cenário onde isso seja possível.
Então, se você perguntar para o cara da Apple lá atrás, que ele conseguiu uma multiplicação de cinco anos, você fala, cara, você consegue enxergar a Apple?
tipo assim, dominando o mundo, fazendo de receita só com fone de ouvido, que ela nem tinha lançado na época, mais do que a Samsung faz com aparelho telefônico, o cara ia falar, impossível. Pois é, se isso acontecer, a Apple vai se multiplicar por cinco vezes. O cara vai falar, porra, mas não consigo nem ver, você está falando de um fone que nem existe, sabe? Tipo, eu não consigo ver. São nessas coisas que você consegue, dar porrada de cinco, seis vezes.
Então, o que eu estou falando é, você não vai conseguir enxergar o cenário. Você não vai conseguir, ah, mas se acontecer isso e isso, é muito difícil.
Se estiver claro, todo mundo já relata. Se estiver claro ou fosse muito possível, taxa ia ser outra. Então, realmente, esse nível de ganho só acontece em cenários que, cara, são muito difíceis de acontecer. Quase que a gente não consegue enxergar um caminho para ele acontecer, como foi na Dilma, porra. A Dilma estava lá e falava o seguinte, cara, em quatro anos você vai ter mais dois anos de Dilma e aí talvez, porra, tenha uma reeleição ou outro membro do PT. Acabou, lascou. Porra, ela sofreu um impeachment em dois, três anos.
Teto de gastos, a gente mudou da água para o vinho. Então, dá para isso acontecer? Dá, pô. A gente já viu, né? É fácil? Não, né? Por isso que essa taxa está aí, tá? Então, é isso, cara. O cenário muito ruim para mim, 3 anos é menos 10. O cenário ok é perto de 100%. O cenário ok é o quê? Voltando para a média histórica. Saindo desse nível de estresse que a gente está, tá? E cenário muito bom para mim, eu vou colocar aqui 200, 300%. É isso aí. Muito bom. Bom, está dado aí, hein, gente?
Falou aqui, estude sobre isso. Não foi o Eulucan que está falando, são os analistas. E você também pode acompanhar essas recomendações lá dentro da Finclass. Então não perca tempo, beleza? Um grande abraço, até o próximo episódio e tchau!
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