PrimoCast 493 | EUA x IRÃ (a verdade REVELADA) | É PIOR DO QUE VOCÊ IMAGINA… (com Daniel Lopez)
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Em 28 de fevereiro de 2026, EUA e Israel lançaram a maior ofensiva militar no Oriente Médio desde o Iraque. Khamenei foi assassinado. Instalações nucleares bombardeadas. O Estreito de Ormuz — por onde passa boa parte do petróleo mundial — ameaçado de fechar.
Mas qual é o plano real por trás dessa guerra?
No PrimoCast de hoje, estamos com Daniel Lopez — jornalista, doutor, colunista de geopolítica da Gazeta do Povo e um dos maiores analistas do Oriente Médio no Brasil — para revelar o que a mídia não está mostrando.
Daniel já alertava desde 2023 que Washington estava determinado a derrubar o regime iraniano. Agora, ao vivo, ele explica: quem realmente ganha com esse conflito, qual o papel oculto de China e Rússia, e o que isso significa para o petróleo, para o Brasil e para os seus investimentos.
Essa guerra faz parte de um plano maior. Entenda antes que seja tarde demais.
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Daniel Lopez @daniell.llopez
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Conflito EUA-IrãAssassinato de Khamenei · Bombardeio de instalações nucleares · Operação militar de 28 de fevereiro · Ofensiva conjunta EUA-Israel · Destruição de infraestrutura iraniana
- Terceira Guerra MundialChina como rival dos EUA · Envolvimento da Rússia na Ucrânia · Escalação do conflito global · Possibilidade de guerra nuclear · Cenários apocalípticos
- Plano Pentagon derrubar paisesRevelação do General Wesley Clark · Lista de países alvos · Cronograma de 5 anos · Execução ao longo de 20 anos · Contexto pós-11 de setembro
- Estreito de Ormuz e energia globalFechamento do estreito · 20-30% do petróleo global em risco · Impacto no preço do petróleo e gás · Consequências para China e Japão · Segurança de suprimentos energéticos
- Conflito Irã-EUAEstratégia de regime change · Aliança EUA-Israel · Controle de rotas comerciais · Interesses petrolíferos americanos · Papel da OTAN
- Ataques Militares IraCapacidade bélica do Irã · Sistema Iron Dome Israel · Volume de mísseis lançados · Penetração de defesas · Armas de fogo iraniana
- Petrodólar e hegemonia americanaSistema de venda de petróleo em dólar · Tentativas de romper o petrodólar · Caso Saddam Hussein · Caso Muammar Gaddafi · Consequências para economia global
- Armas NuclearesPossessão de armas nucleares do Irã · Doutrina Sansão de Israel · Uso de armas nucleares táticas · Inverno nuclear · Destruição ambiental
- IA Operacoes MilitaresDrones autônomos com IA · Máquinas tomando decisões de morte · Empresa Anduril Industries · Palmer Lucky e tecnologia bélica · Guerra sem soldados
- Trump e permanência no poderPossibilidade de terceiro mandato · Jurisprudência legal · Palestra de Steve Bannon · Destruição da democracia americana · Ato Patriótico pós-11 de setembro
- Conflito Rússia-UcrâniaEnvolvimento da OTAN · Suporte americano · Mercenários estrangeiros · Coreia do Norte apoiando Rússia · Conflito global disfarçado
- Interferência CIA em paísesOperações de regime change · Financiamento de manifestações · Proxy wars · Recrutamento de agentes · Destabilização de governos
- Trafico Internacional de DrogasEnvolvimento CIA · Fort Bragg Cartel · Operações militares e drogas · História do tráfico na Vietnã · Documentários investigativos
- Carry Trade JaponesSistema de empréstimos com juros zero · Aumento de taxas de juros · Reverse carry trade · Trilhões em risco · Colapso potencial de mercados
- Urânio BrasileiroDesaparecimento de urânio · Navio iraniano no Rio · Monitoramento americano · Possível pressão geopolítica · Enriquecimento de urânio
Tá começando o PrimoCast, o podcast oficial do Grupo Primo. E no programa de hoje, Kaique, a gente vai esclarecer aqui tudo o que tá acontecendo nessa guerra do Irã, certo? Será que essa guerra começou agora ou essa guerra tem muitos anos e agora estressou? Será que essa guerra faz parte de algo muito maior do que está por vir? Será que tem mais gente envolvida do que tá aparecendo? Tudo isso e muito mais vamos saber aqui nesse episódio de hoje. Então já curte, já compartilha com todo mundo.
Deixa suas teorias da conspiração aqui também nos comentários, certo? Porque eu estava vendo comentários em vídeos e tudo mais e parece que até o Brasil está envolvido nesse negócio aí. Eu quero saber melhor. Muito bom. E para falar sobre isso, estamos aqui com o Daniel Lopes, que é jornalista, doutor em linguística e analista político. Daniel, muito obrigado, cara, por estar aqui com a gente. Valeu, é um prazer. Eu que agradeço o convite aí para retornar.
Legal para caramba. Muito bom. E olha só, antes da gente começar, recado rápido. Está rolando uma campanha muito legal.
que quer saber mais sobre IA, a gente lançou uma plataforma que é o MyHub, onde você tem um compilado de assinaturas. Então, você tem o ChatGPT, tem o Cloud, tem o DeepSeek, tem o Gemini, tem várias coisas lá. Então, imagina se você assinasse tudo isso separadamente, você já ia gastar uns 500, 600 reais por mês. E ainda a gente está numa campanha que é o FinHub, ou seja, você tem o MyHub com a FinClass. Então, a FinClass você já gastaria 79,90. Se você assinasse só o MyHub, você gastaria mais 69. Se o MyHub fosse...
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Dá para a gente aqui um panorama do que está acontecendo? Porque às vezes a gente fica vendo um monte de notícias. Ah, os Estados Unidos atacou. Ah, se uniu com Israel. O negócio lá está pegando. Por que o Trump decidiu agora, 28 de fevereiro, executar essa operação militar contra o Irã? Tem a versão oficial e a versão extra oficial. Primeiro vamos para o oficial. Vamos começar com o oficial.
agora de novo, porque eles atacaram na famosa Guerra dos Doze Dias antes, eles teriam armas nucleares em duas semanas. Essa é a versão oficial. Aí você fala, mas qual o problema disso, já que o Irã está tão longe? O problema é eles atacarem Israel, que é parceiro dos Estados Unidos, os países ali do GCC, que é o grupo dos países do Golfo, que são todos aliados dos Estados Unidos também, principal Arábia Saudita, e eles com mísseis balísticos intercontinentais poderiam atacar os Estados Unidos também.
segundo o Trump, ele está meramente se protegendo. Essa é a versão oficial. Tá bom, então ele está se protegendo ali, é uma ofensiva ali contra o que poderia ser contra Israel, contra os países europeus ali, então ele fala, cara, estou protegendo, polícia do mundo. Isso, isso. O que a gente já, essa história a gente já viu, pelo menos eu já vi, não sei a idade de vocês, da galera que está assistindo, mas em 2002, 2003, quando começa a guerra ao terror, depois do 11 de setembro,
eles inventaram um argumento que é muito semelhante de que Saddam Hussein tinha arma de destruição em massa. Eu acho que a única arma de destruição em massa que ele tinha era stilingue, pedá de pau. Não tinha arma nenhuma. Foi uma desculpa porque, na verdade, o Saddam Hussein estava vendendo petróleo aceitando o euro. Ele estava rompendo aquele fundamento do petrodólar, que é o acordo que os Estados Unidos fizeram com os países exportadores de petróleo para que os americanos oferecessem
em troca dessa regra de que petróleo só pode ser vendido por meio do dólar. Isso dá aí uma sobrevida ao dólar que deixou de ter lastra em ouro. Então, romper isso sempre foi um grande problema. O Muammar Gaddafi na Líbia também estava fazendo isso. Não apenas isso, ele estava fazendo pior, ele estava querendo criar uma moeda comum do continente africano e tirar completamente o dólar também do petróleo e inventaram que ele estava fazendo
maldade com a sua própria população, né? E aeronaves lá da OTAN, que é a organização do Tratado Atlântico Norte que protege a Europa, foi lá pra África jogar bomba na Líbia, né? É, pra proteger o povo, né? Porque eles são muito humanitários, né? Claro. Pessoas muito carinhosas, assim. Tô até quase substituindo, botando o apelido Trump de Trump, Madre Teresa de Calcutá, né? Sim. Ele é tão carinhoso, né? Cheio de boas intenções. É, na Venezuela, então, né? Poxa, tem que acabar com essa questão de tráfico de
entorpecente, né? Inclusive, no meio dessa confusão de Irã, os Estados Unidos acabaram de atacar o Equador, né? E aí os caras, pô, eles vão arrumar outra encrenca? Não, a gente tá só coibindo aqui o comércio entorpecente e tal. Falar, sei, é, vocês sempre foram muito, né, carinhosos com as pessoas nesse sentido, né? Pra quem não sabe, a CIA que comanda o tráfico internacional de droga, né, em muitos casos, então, eu acho que é pra tirar a concorrência, né, pra acabar com o tráfico, não. É mesmo? É, isso aí, se você quiser, a gente entra
Seara, tem muita bibliografia, por incrível que pareça. Vou indicar um único livro recente, The Fort Bragg Cartel, que é o cartel do Fort Bragg. Fort Bragg é a base americana onde fica ali todos os pelotões de operações especiais, né? Os Boína Verde e tal, Força Delta. E ali, só entre 2000 e 2025, houve 23 assassinatos dentro da base relacionada a tráfico internacional de droga, né? Tem uma história famosa de que durante a Guerra do Vietnã, eles mandavam droga
do Vietnã para os Estados Unidos, dentro do caixão dos soldados, né? Isso tá num filme chamado, em português, é O Gangster, em inglês é American Gangster, né? Que o Denzel Washington faz o papel do traficante Frank Lucas, né? Que teve uma brilhante ideia, brilhante nível satânico, né? Brilhante ideia de eliminar os intermediários e trazer droga direto do sudeste asiático para os Estados Unidos, né? E aí ele conseguiu fazer uma ponte com alguns generais lá e juízes, e eles botavam dentro do...
dos caixões, né? E quem organizava isso tudo era esse quartel Fort Bragg, né? Porque os caras são tão alto nível, né? De salvo conduto que os caras têm, que aí eles conseguem cometer crime e não acontecer nada pra eles. Aí quando dá algum problema, não, ele é um ativo de inteligência, no México ele não. Assim como aconteceu com o Epstein, né? Sim. Quando o Alex Acosta, que era o procurador da época, tava processando o Epstein, segundo ele mesmo disse, ele recebeu algumas mensagens falando no México ele não, que ele é um...
ele é do serviço de inteligência. Então, você falar que é do serviço de inteligência te dá salvo conduto pra você fazer um monte de coisa, né? Entendi. Então, a história é longa, né? Tô falando isso só pra galera não se iludir com essa ideia de que, ah, a gente quer combater o tráfico de droga e tal. Tem um documentário do 60 Minutes, cara, que eu acho que é de 1993, que é CIA Cocaine, se eu não tô enganado no nome do documentário. 60 Minutes é um dos maiores programas de jornalismo investigativo, né? Que era, a ideia era que eles queriam,
a CIA criou uma base na Venezuela, eles queriam acabar, entre aspas, com o tráfico na Venezuela, então eles infiltraram alguns agentes da CIA dentro do tráfico, e aí mandaram para os Estados Unidos cerca de duas toneladas de droga. Só que aí quando chegou nos Estados Unidos, o pessoal da DEA, que é o Departamento Antidroga, falou, agora a gente vai pegar essas duas toneladas e fazer uma apreensão. Ele falou, não, deixa rolar, deixa distribuir para a galera. Aí o juiz, que era trabalhar com a DEA, processou,
a CIA, porque a CIA tava deixando a droga entrar e não só fazendo, né, um trabalho de agente infiltrado, então, aí, ali que começa o negócio do cartel de Los Soles, né, o cartel dos generais lá de, é, lá da Venezuela, então, só pra... Uma aspas aqui, parênteses aqui, né, parênteses aqui, quem quiser se aprofundar, aí é o outro, The Fort Bragg Cartel, o autor é o Seth Harp, o parênteses, e aí a gente... Deixa eu voltar um pouco no Trump aqui, cara,
Só pra gente não desviar, ele falou assim que a história oficial era essa, agora a gente quer saber qual que é a história não oficial, entendeu? Porque a história oficial é, pô, não, os caras estavam construindo arma nuclear, daqui 15 dias eles iam ter isso, por isso a gente teve que intervir. Qual que é agora a história não oficial disso? Então, a história extra-oficial é que Israel já quer há muito tempo tirar o Irã de cena, né?
E a melhor maneira de fazer isso é os Estados Unidos fazer isso por eles, né? Então, eles estão pressionando o Trump já há muito tempo. Pô, me ajuda aí, cara. Não agora,
mas se a galera... 2020 ficou um ano da pandemia. Mas eu me lembro muito bem o que aconteceu no dia 4 de janeiro de 2020, quando o Trump ainda era presidente, que eu estava de férias com a família em Búzios. Falei, vou tirar uns dias aqui para pegar umas ondinhas e tal. E aí o Trump me vem com a ideia de matar o chefe da guarda revolucionária iraniana, o Qasem Soleimani, que era um herói nacional iraniano. Então, desde aquela época, o Trump está fazendo esses agrados,
eliminando devagarinho essa liderança iraniana, até o ponto de fazer o que eles realmente querem, que é a mudança de regime, o famoso regime change. Eles querem tirar o Ayatollah e colocar de volta o filho do Shah Raza Pahlevi, o Pahlevinho, Pahlevi Jr. Mas qual que é o maior ganho para os Estados Unidos ou para o Trump agradar tanto a Israel? Cara, não é nem um ganho não, é meio que quase que uma obrigação. Esse é um assunto delicado, tem coisa que eu nem penso.
um podcast, eu não me arrisco nesse ponto. Caramba! É, claro, pô. Não vou falar dessa parte aqui, eu vou ter que dar uma de carioca, matar no peito e fazer um gol, assim, de mão, assim, ou de barriga, igual o Renato Gaúcho fez quando era moleque. A ideia, assim, aí eu vou cortar a versão oficial pra garantir minha integridade física. Tá bom! Israel representa os interesses dos Estados Unidos no Oriente Médio, então é muito importante você proteger Israel e ter Israel bem ali.
naquela região. Então, é sempre bom manter Israel forte e protegido porque você tem um cara que está ali com uma procuração tua para realizar os seus objetivos no Oriente Médio, no meio de um mundo de 2 bilhões de muçulmanos que nem todos gostam dos Estados Unidos. Você tem um país ali que tem uma aliança forte com os Estados Unidos. Essa aliança, mesmo o pessoal de esquerda não consegue romper porque faz parte do interesse americano ali no Oriente Médio.
Em 2024 você tinha falado que você já tinha... Você tinha falado publicamente que a primeira coisa que o Trump ia fazer era realmente... Arrumar uma guerra com o Irã. Arrumar uma guerra com o Irã e tal. Isso está acontecendo. Exato. Você acha, então, que é um pouco do tema que a gente colocou aqui, você acha que isso realmente faz parte de um tema... Um plano maior. Um plano maior. Faz. Esse plano maior tem várias camadas também. A primeira camada é que quando teve o 11 de setembro,
que é um assunto também que tem uma toca de coelho brava ali. Depois do 11 de setembro, houve essa ideia da guerra ao terror, né? Vamos combater o terrorismo. A União Soviética saiu de cena, aí o Francis Fukuyama, professor de Harvard, escreveu aquele livro, O Fim da História, agora não tem mais história, não tem mais nada, porque a grande briga dos Estados Unidos e União Soviética acabou, mas aí surge um novo bicho papão, que são os fundamentalistas islâmicos, né? Então, com o 11 de setembro, foi a deixa que o Complexo
militar americano precisava para arrumar uma encrenca com os caras e assumir o controle não só do petróleo, do gás natural, das rotas comerciais, mas o controle da droga também, do ópio que vinha lá do Afeganistão, que foi muito importante para o sistema do comércio ilegal de entorpecente, que é a maior... A gente pensa em economia e finanças, mas a gente sempre está pensando em quem emite nota fiscal. De quem emite nota fiscal, o maior mercado do mundo é o mercado de arma,
industrial-militar, o segundo é o complexo farmacêutico. Mas venda de pessoas, de órgãos e de drogas gera muito mais dinheiro que isso. Então, a gente acha que o mundo é gerido por certa camada das finanças, mas tem uma camada muito mais poderosa por trás. Então, quando começa essa guerra ao terror, a gente fica sabendo isso depois, lá em 2006, quando um general que trabalhava no Pentágono, chamado Wesley Clark, ele diz o seguinte, olha, eu participei de uma reunião no Pentágono
em 2003, o plano era o seguinte, eles falaram, nós vamos derrubar sete países em cinco anos, começando ali com a Líbia, aí o Mamá Gaddafi foi para os passos, Síria, Etiópia, e o último seria o Irã. Então o mundo teve acesso a essa ideia em 2006, um plano que era de 2002, 2003, de derrubar esses países. Na verdade não é derrubar, é regime change, trocar liderança. Para que trocar liderança?
não é meu aliado, botar um aliado, assim como acontece na Ucrânia desde sempre. E ficou mais forte em 2013, quando houve ali um movimento chamado Euromaidan, que começou numa praça chamada Maidan, e aí esse movimento derrubou o presidente ucraniano que era amigo da Rússia, e eles colocaram no lugar um presidente amigo dos Estados Unidos, e assim continuou até com Zelensky, que também é aliado ocidental e inimigo da Rússia. Tanto que começou a guerra em 2020,
1922 é Ucrânia e Rússia. Então, a ideia da mudança de regime é você tirar um cara que não é teu aliado e bota um aliado. É isso que eles estão querendo fazer no Irã. Só que... Então, a ideia seria reverter o que aconteceu em 1979, com a Revolução Islâmica, lá com Ayatollah... Em Persia é Romene, mas a galera fala Comeine. Então, Ayatollah, o nome dele é interessante. Primeiro nome, Rukhola Romene. Rukhola Comeine, né? Ele fez essa Revolução Islâmica,
com o povo em 1979. O Irã era um país que as meninas andavam de fio dental, mini saia, os caras andavam de sunga na rua. Eu vi uns vídeos esses dias na Reels aí, achei até que era montagem. Os caras na água lá, surfando. Isso, isso. É, McDonald's e tal. Era um país normal. É, aí de repente, cara, literalmente, de repente o negócio mudou tudo. Fizeram a Revolução Islâmica em 1979. Então, desde essa época, os Estados Unidos
estão tentando fazer essa troca de regime, porque isso virou um problema para os interesses americanos ali no Golf Pass, que é onde está concentrada toda a energia do planeta, quase, pelo menos até então, até a galera achar a fusão a frio popularizar, e vários outros interesses geopolíticos também. Então, é um problema que está desde 1979 para ser resolvido, e agora parece que o Trump está determinado a resolver trocando esse regime. É engraçado que eu vejo alguns analistas falando assim,
assim, não, isso aí daqui a pouco vai acabar, porque o Trump vai fazer igual ele fez com a Venezuela, ele vai tirar o Maduro e vai largar a deriva. Falei, cara, que loucura é essa? Donald Trump, ontem e hoje, ele tá falando que o próximo líder iraniano, ele que tem que escolher, assim como ele escolheu a Delcy Rodrigues pra ser a nova líder da Venezuela. Ou seja, a galera ainda não entendeu que a Delcy Rodrigues, que era vice-presidente venezuelano, só está no poder
porque o Trump conversou com ela, ela já falou isso, eles combinaram que ela governaria. Então, assim, o Trump literalmente, ele tá decidido a ele escolher quem vai ser o próximo líder. Então, a botar um cara dele lá. Pra quê? Pra eles abrirem o mercado, acabar as sanções, igual tá acontecendo na Venezuela. Na Venezuela, a Delci Rodrigues já libertou os presos políticos, ela já tá abrindo a economia pra investimento estrangeiro. Então, é sempre que aparece uma notícia dessa, né, da Delci Rodrigues
assim que o Trump pediu, eu compartilho a notícia e boto assim, Trump agradece, pra galera entender que... Então é isso que eles querem fazer no Irã. Agora tem uma camada mais profunda ainda de que, se você pega o livro do Ray Dalio, que é o Princípios para uma Ordem Mundial em Transformação, como as nações crescem e caem, se não estou enganado. Nesse livro ele vai dizer que sempre que você tem uma potência descendente ou decadente, você tem uma potência ascendente e a que está caindo, a que está subindo, entrou no choque.
Aí você tem a Primeira Guerra Mundial, que acabou com o Império Turco Otomano, com o Império Austro-Húngaro, tem a Segunda Guerra Mundial consolida o Império Norte-Americano, e agora você tem a Terceira Guerra Mundial, que é Estados Unidos e China. Então a China é o grande rival dos Estados Unidos. Só que nessa estratégia geopolítica, nesse plano militar, antes dos Estados Unidos baterem de frente com a China, eles quiseram tirar o braço bélico da China, que é a Rússia, envolvendo a Rússia no conflito na Ucrânia, e agora tirar o Irã,
potência ali que traz energia pra China, né? Aí, se depois quiser, a gente fala sobre o Estreito de Hormuz, né? A questão energética. Então, aí, por um lado, tinha um plano de derrubar sete nações em cinco anos. Eles não conseguiriam em cinco anos, né? Demorou uns 20. Mas, aí você tá olhando, assim, com uma lupa só a questão do Oriente Médio. Mas, se você abre o Zoom, você vai descobrir que tinha um plano mais profundo do Pentágono, que era antes da gente brigar com a China. Tem que tirar a Rússia de cena, tem que
tirar o Irã de cena. Então a gente está na segunda etapa, ou na última etapa antes do que seria a Terceira Guerra Mundial contra a China. Até antes de aprofundar e descer um pouco mais esse iceberg aí, eu queria fazer uma pergunta. Porque o Trump, ele está acabando o mandato dele, tem mais poucos anos, e ele não pode se eleger de novo. Você acha que ele está fazendo isso para ficar marcado na história como um presidente que revolucionou e botou para foder em tudo? Ou tem um outro plano por trás
que eu já vi algumas teorias que ele não vai sair do poder. Não vai, não. Na minha opinião, ele não vai sair, não. Pelo menos agora, não. Ele está procurando uma jurisprudência, porque qual que é o argumento? Depois da Segunda Guerra Mundial, quando o presidente americano ficou quatro mandatos direto no poder, aí em 1953, o cara, não, peraí, vamos botar a regra que o cara só pode ficar duas, né? Só que como ele não ficou duas consecutivas, houve um intervalo, eles estão tentando argumentar juridicamente que a lei proíbe duas
consecutivas, não intercaladas. Tá tentando achar uma brecha pra ficar mais quatro anos. Uma brecha. Mas aí, a outra parte é mais tensa, porque no final de 2025, agora, né, dezembro, na verdade foi outubro, a revista The Economist, que eu acho que quem quer estar bem informado sabe o valor, a editora-chefe da Economist, junto com outro jornalista, eles foram até o Steve Bannon,
e foi sempre um apoiador e membro do comitê lá da gestão do Trump, não nessa segunda, mas na primeira. E o Steve Bannon, que é colocado ali como mentor político do Trump, ele deu uma entrevista falando que o Trump não vai sair e a gente já tem um caminho para isso, eu só não posso revelar agora. Que isso, cara. Na hora certa vocês vão saber. Está na entrevista lá no YouTube, na página da Icarat. Eu vi essa parada aí.
Estados Unidos entrar numa... que seria uma tirania, sei lá? Na verdade já entrou há muitos anos, né, cara? Depois do ano de setembro, quando eles conseguiram aprovar o ato patriótico, ato patriótico é uma legislação de que no direito se chama de direito penal do inimigo, né? Que é tipo assim, o cara que rouba uma galinha porque ele tá com fome, ele não quer derrubar o Estado nem a ordem vigente, né? Então ele é o amigo. Agora se um cara joga uma bomba no Congresso americano, ele tá querendo derrubar a ordem vigente. Então a gente não pode tratar os dois
Essa teoria do filósofo do direito alemão, Gunther Jacobs. Então, para o inimigo do Estado, o public enemy, com o nome daquela banda de hip hop, do professor Griffin, o inimigo público, o inimigo do Estado, ele não deve ter os mesmos direitos que o amigo do Estado tem. Quais direitos? A base da democracia, ampla defesa, contraditório, juiz natural, promotor natural, devido ao processo legal.
Estados Unidos deixaram de ter isso no 11 de setembro com um ato patriótico. Aí alguns vão falar, não, mas é só pra estrangeiro, né? Não, mas se um americano também for acusado de envolvimento com atos terroristas, ele cai no ato patriótico também. Então o cara, é aquela história que a literatura sempre antecipa, né? Esse é legal pra caramba. Se você pega o livro O Processo do Kafka, é exatamente isso, né? É um cara que tá sendo processado, ele não sabe quem tá processando, por que que tá processando. E o cara, pô,
eu quero ter acesso aos autos. Não, não pode. Então, essa é a destruição da democracia, né? Então, parece que existe um plano diabólico para destruir a democracia nos Estados Unidos, não só a democracia, mas a confiança nas instituições, né? Então, assim, quando George Bush, descaradamente com o irmão dele, Jeb Bush, roubar a eleição americana, né? Essa história é importante a gente lembrar, né? George Bush, o filho, né? George Herbert Walker Bush, ele estava disputando
Al Gore, que era o ex-vice-presidente de Bill Clinton. E aí, Al Gore venceu. Só que aí, ele pediu uma recontagem. Eles fizeram uma recontagem na Flórida. E, curiosamente, na Flórida, eles recontaram os votos e tiraram a vitória do Al Gore e botaram pro Bush. Só que aí, a gente não pode esquecer que quem era o governador da Flórida era o Jeb Bush, que era o irmão dele. Então, assim, camaradagem. Aí, isso tira a confiança da galera no sistema.
os caras, pô, você é marmelada, né? Aí o Obama chega no poder. Aí começa aquela história da certidão de nascimento do Obama. Pô, o Obama não nasceu nos Estados Unidos, não nasceu no Havaí, ele nasceu no Quênia. Ele é queniano, pô, e um estrangeiro não pode ser presidente. Não, a certidão de nascimento dele é forjada. Mostra a certidão, aí ele mostrou tipo um canhoto da certidão, não mostrou a certidão inteira, né? Aí, cara, nessa época que o negócio tava pegando fogo, tava todo mundo falando que o Obama é um presidente legítimo, que ele não é americano,
funcionária do cartório lá do Havaí que assinou a certidão de nascimento dele, tava num avião no Havaí voando de uma ilha pra outra um dia tranquilo de sol. O avião caiu no mar. Assim, na verdade ele não caiu, ele meio que fez um pouso forçado no mar, né? Todo mundo sobreviveu e tava a galera de coletim, salva-vidas, esperando chegar a ajuda. Os caras estavam a dois quilômetros do litoral, dava pra nadar tranquilo. Aí de repente ela, ai, ai, passando mal, morreu. Estranho, né? É.
As coincidências, né? É, cara, é um negócio muito estranho, né? Esse negócio é ruim. E voltando ali pro Irã, eles, logo no primeiro, no segundo dia de operação militar ali, eles informaram que eles já tinham matado o supremo líder lá, né? O que que isso gera de impacto no curto prazo, assim? O regime atual, ele já fica desorganizado ou não? É uma ilha, né?
já tem o cara no lugar, fica tudo, tá tudo em paz, tá tudo em casa, ou fica um negócio destrambelhado, cara, agora nós vamos, o Irã agora vai bombardear tudo, eu fico vendo uns vídeos que eu não sei mais o que é IA, que é tipo assim, cara, míssel supersônico, ataca Dubai. Porque numa visão leiga você pensa tipo assim, cara, o líder morreu, é tipo assim, cara, pegaram o meu líder aqui, então vamos escaralhar todo mundo, joga a bomba pra todo lado.
Vamos pro all-in. É, vamos pro all-in. Como é que fica isso? Eu vou pro céu, vou ficar com duas mil virgens lá mesmo, tudo certo?
Como é que fica isso, cara? Então... Na prática, né? Por um lado, a galera fica irada, né? Isso dá uma inflamada na população iraniana. A gente não pode esquecer que a maioria dos 2 bilhões de muçulmanos no mundo são sunitas, né? Só que o Irã especificamente é xiita. Então tem uma dificuldade ali deles se unirem num grande levante muçulmano contra o grande satã que é os Estados Unidos. Mas parece que um dos objetivos é esse.
em resposta a esse assassinato do Ayatollah Khamenei, unir todo o mundo islâmico, os 2 bilhões de pessoas, contra os Estados Unidos e o Ocidente. Então, esse que é o perigo e esse seria o prelúdio da Terceira Guerra Mundial. Mas é difícil unir, por quê? Muitos desses países, eles são governados por tiranos, né? Então, a população odeia o cara. E aí, quando o cara morre, a galera faz até um churrasco.
festa, né? Aconteceu isso lá, né? A galera, o povo, agora o governo, né? A gestão. O que a gestão tá fazendo? Foi um negócio meio trágico, assim, que eles mataram os generais e a parte da família e da boa parte dos 22 membros da cúpula do governo iraniano. Aí a galera que sobrou, eles se reuniram pra conversar aí quem que vai assumir e jogaram um míssel no prédio e mataram a galera também. Então, hoje, eles não estão querendo
nenhum novo líder, porque eles sabem que vai cair um míssel na cabeça do cara. Então, eles estão desenvolvendo agora uma gestão descentralizada. Está tudo espalhado, ninguém aponta um líder, porque senão o cara acorda com formiga na boca aí, de repente. Então, eles não estão... Mas nos Estados Unidos, ele está fazendo os ataques, mas não chega a ser uma... não tem invasão, né? É, porque a invasão ali é muito complicado, por causa da geografia iraniana. O Irã é como se fosse uma fortaleza
Ali é suicídio você entrar na terra ali. É complicado. Então o que eles estão fazendo? O Irã tem um problema que ele tem, dentro do território, ele tem várias etnias, vários povos que não se dão muito bem. Então o povo persa, que é o povo que governa, eles ficam mais concentrados no centro do país, mas em volta, ali como se fosse ali, se ele estivesse cercado, tem várias outras etnias, como é o caso dos curdos.
O que a CIA está fazendo, como eles sempre fizeram? Eles estão patrocinando os curdos. Os curdos estão invadindo Teheran e entrando por terra para fazer esse serviço sujo. Isso a gente chama no meio militar de proxy war, que é a guerra por procuração. Como se você desse a procuração para o cara e fala, vai lá campeão, faz o serviço aí para mim. Então, em vez dos americanos entrarem, eles estão mandando os bucha de canhão entrar por eles lá. É isso que está acontecendo agora. Vai ficar feio, porque aí é briga de...
homem a homem ali. Mas aí, você tem ideia de quanto que pode durar uma guerra dessa? Então, o Trump tá falando cinco semanas, né? Quatro, cinco semanas. Se a gente ficar quatro, cinco semanas estreito de hormônios fechados, já viu, né? Quem fez um call aí no dólar vai ganhar a grana. No dólar não. No dólar também, mas no petróleo, né? É, né? Graças a Deus, já tinha feito há muito tempo, né? Então, tô super tranquilo. Explica pro pessoal esse impacto no petróleo.
a gente está falando de uma estrada marinha, o Estreito de Hormuz, de onde sai o petróleo que é produzido no Irã, na Arábia Saudita, no Catar, no Kuwait, no Iêmen, Oman. Então, tudo que é boa parte do petróleo global sai dali. E a gente está falando de 20% a 30% do petróleo global. Se você arranca 30% do petróleo global de uma hora para outra, você vai ter um spike aí no valor, como já está tendo. No gás natural chegou a ter uma
aumento de 50% num único dia. Então quem tava ligado nisso aí se deu bem pra caramba. Mas o que é interessante é que boa parte desse petróleo que sai do estreito de Hormuz vai pra Ásia. Então você fechar esse estreito prejudica muito a China também. Japão tá ferrado, né? Japão você já bota uma velinha ali e fecha o caixão, que pro Japão a situação tá muito complicada. Japão importa 90% do petróleo, né? Que ele usa. E vende
de onde? Do estreito de Hormuz. O Japão já tá com esse carry trade todo destruído lá, né? Por causa do... Tiveram que aumentar a taxa de juros. Eu tô falando essas coisas assim, partindo do princípio que a galera sabe o que é carry trade. Vocês querem que expliquem aí? Não, é legal, é legal. Legal, né? Então, vou falar de uma forma mais mobral, assim, mais acrobática, pra ficar mais simples. Vamos supor que o Japão tinha juros zero.
Aí o cara pegava dinheiro, vamos supor, pega um milhão, vou adaptar pra dólar, porque se você tiver que adaptar
de iene para dólar é complicado. Vamos supor que ele pegou um milhão lá no Japão emprestado e ele investiu com zero de juros. Ele investiu em outro país como o Brasil que hoje paga 15% ao ano. Aí ele fez 15% no ano e devolveu um milhão e botou esses 15% no bolso. Isso é o carry trade. Agora, quando você tem... Isso só funciona se a taxa de juros do Japão estiver baixa. Se a taxa sobe muito, aí fica um negócio que daqui a pouco você não consegue nem devolver o que você pegou emprestado. E aí eu...
carry trade invertido, o reverse carry trade. E isso aí é um mercado de trilhões de dólares. Se isso quebra, meu irmão, aí é complicado. Então o Japão é um... Dentro dessa house of cards aí, se você arranca essa cartinha do Japão aí, cai tudo, meu irmão. É complicado. Fora o petrodólar, né? Você destrói o petróleo, você destrói o petrodólar, destrói o dólar. Aí é um problema para os Estados Unidos. Deixa eu colocar o Brasil nesse
Bota aí. Eu vi duas coisas na internet recente, que eu vou trazer só fatos de coisas que eu vejo na internet, que é teoria da conspiração, tá, gente? Uma delas era, meu, por que o Lula sempre ficar do lado errado da conversa, né? Tem um carrossel icônico que era ele apertando a mão do Maduro, aí passou um tempinho e o Maduro foi preso. Aí ele foi lá no Irã apertar a mão do cara, o cara levou um míssil na cabeça. E quando ele fala as coisas, você dá vontade de falar assim, cara,
tá comigo não, nós não tamo junto. É, entendeu? Aí eu falo assim, cara, nessa bagunça geopolítica, Brasil não tá se arriscando demais não? É, exato. Cara, Brasil aí é jogo de cintura, né, cara? Então é malandragem, é a lógica da malandragem. Então, qual que é a questão? Brasil faz um discurso anti-americano, a império americana e tal, olha que absurdo, mataram
o Ayatollah Khamenei, mas nos bastidores tá amigão dos Estados Unidos, né? Tão ali mil e uma amores, né? Mil e uma noites de amor. Porque o Trump começa com aquela arte da negociação dele de falar duro contra o Brasil, botar 50% de tarifa, depois sanções contra autoridades brasileiras, aí diz que vai fazer uma investigação comercial da sessão 301, e daqui a pouco encontra com o Lula e fala, pô, o cara é gente fina pra caramba, me amarrei nele. E aí o jornalista
muito pro Lula. E aí, rolou química? Ele fala, não, química não, rolou a indústria petroquímica. Foi maravilhoso. E aí o Trump tira as sanções contra as autoridades, tira as tarifas de 50%, deixou em 10%. Então, até então, parece que tava tudo bem a relação, né, entre Brasil e Estados Unidos. Eu acho que fica uma retórica anti-americana, mas uma prática de alinhamento com os Estados Unidos, né? Então, é aquele joguinho da malandragem, né?
Eu vou falar contra os Estados Unidos pra agradar minha base, mas na prática eu vou,
Trump falar, quero todas as terras raras do Brasil. Você me entrega? Claro que eu te entrego, lógico. Já viu o que aconteceu com quem não entregou, né? Entendeu? Então, eu creio que o Brasil hoje, aparentemente, para quem vê o discurso, parece que não está tão alinhado com a política americana, mas está alinhadaço na minha visão. Vale mais o que se faz do que o que se fala. Aí teve uma outra coisa que eu vi também recente, que é o urânio brasileiro sumiu. Cara, que louco.
isso aí eu me perdi. Até quando eu vi no roteiro aqui, navios militares iranianos atacaram o Rio de Janeiro em 2023. Que? Não, atacaram, atracaram. Atracaram. Ah tá, atracaram. Eu fiquei assim, cara, dessa guerra eu não fiquei sabendo. Aí tem duas coisas, falam que... Um Rzinho faz toda a diferença. Aí falam assim, que o urânio sumiu, aí depois de um tempo falou assim, sumiu, mas era quase nada. É, pode ser também, né?
sei que eu não fiz a inspeção no navio, mas quando esse navio iraniano aportou no Rio, uma aeronave americana, é um avião muito diferente que ele tem um radar que é um círculo em cima assim, ele veio pro Rio e ficou acompanhando essa embarcação iraniana porque ele é um navio de detecção de elementos radioativos. Ou seja, os caras estavam já monitorando se o Irã levou alguma coisa radioativa daqui. Aí, cara, existe uma lenda urbana
de que eles teriam levado e que o Trump tá usando isso como uma carta contra o Brasil. Tipo assim, olha, me entrega todas as terras raras aí de vocês, senão eu vou levantar essa bola aqui que vocês estão patrocinando o enriquecimento de urânio lá de Teherã e isso aí vai ficar ruim pro lado de vocês. Não sei, cara, aí é muita especulação, né? É difícil saber. Mas o senador americano Lindsey Graham, né, que tem muita força, ele tava tentando enquadrar o Brasil em outro problema,
o seguinte, o Brasil compra muito diesel da Rússia, apesar da Rússia estar sancionada e tal pelos americanos ainda. E aí o argumento era o seguinte, quem compra diesel da Rússia está financiando a Rússia na guerra da Ucrânia. Então ele tentou colocar o Brasil como um dos financiadores da guerra na Ucrânia porque comprava diesel russo. E a proposta que ele apresentou para o Trump era colocar 500% de tarifa em países que tinham esse tipo de atitude. Entendi. Então é aquela...
Bruno Perini gosta de falar muito da espada de Damocles, né? Que é aquela história do rei que fica com a espada pendurada assim em cima da cabeça. O cara fala, ser rei é fácil, ele senta no meu lugar. Aí bota a espadinha, né? Pendurado por um fio de cabelo. O Brasil, ele tá um pouco assim, né? É tipo assim, ó, se não me entregar o que eu tô pedindo, eu boto tarifa de volta, eu boto sanções de volta contra as autoridades, eu mando pra frente a investigação da Sessão 301, que é a investigação comercial,
E eu posso inventar que vocês estão financiando a Rússia, que vocês mandaram o urânio para o Irã. E posso até inventar que tem grupos terroristas que mexem com tráfico de drogas. Assim como eu joguei um míssel no Equador e capturei o presidente venezuelano, posso fazer isso com vocês também. Isso não é novidade. Fizeram isso com o Bolsonaro. Primeiro, o conselheiro de segurança nacional veio ao Brasil e falou, Bolsonaro, fica na tua.
ficar falando bobagem, a casa vai cair. Aí depois veio o secretário de defesa, que hoje é secretário de guerra, né? O Lloyd Austin, né? Na época ele veio e mandou essa também e falou, ó, fica na tua aí, não fala nada não. Depois o diretor da CIA veio ao Brasil pra conversar com ele e falou, fica na tua aí, meu irmão, tu vai sair, fica quieto, não faz nada. Aí ele ficou reclamando, né? Aí falou, eu não, vou reclamar. Aí deu no que deu, né? Então é um jogo complicado, né? E a galera não, assim,
com essa história estava dada a repetir os erros do passado. Assim, a Guatemala, em 1953, eles falaram que o país era comunista e os Estados Unidos invadiu o país e derrubou o governo. Só que, na verdade, é porque tinha uma empresa de fruta que era concorrente dos Estados Unidos. Que isso! É, foi só pra derrubar a empresa de fruta. Então, é pra eles... Que isso! É só pesquisar aí o caso da 1953, a Guatemala, né? Inclusive, tem outra questão interessante que...
Nessa época, hoje foi liberado o documento da CIA dizendo que a CIA orientou os veículos de comunicação a inventar histórias de alienígenas para desviar o assunto de que eles tinham derrubado o governo da Guatemala. Então sempre que você olhar alienígena é que eles estão querendo distrair. Pior que teve recentemente a história de alienígena. É sempre para desviar o foco. Agora eu acho que é uma coisa que está todo mundo meio apreensivo.
Você acha que existe uma chance real de uma Terceira Guerra Mundial? Eu acho. Não sou só eu, não. Pô, que tem de gente falando isso. Outro dia, um ex-agente da Ciendra, o Bustamante, estava falando que a Terceira Guerra Mundial já começou. Na verdade, tem um livro muito interessante da Cristina Martins Jiménez, que é A Terceira Guerra Mundial Já Começou. É muito interessante, faz sentido, porque se você pega a guerra na Ucrânia, muita gente fala assim, caramba, eu achei que a Rússia era mais forte. Como é que ela atacou a Ucrânia e não conseguiu vencer a Ucrânia até hoje?
nisso sempre. Eu também pensei nisso. Não, só que aí o que eu digo? Cara, não é uma guerra da Rússia contra a Ucrânia, é uma guerra da Rússia contra a Ucrânia, contra os Estados Unidos, contra a França, contra a Alemanha, porque o que tem de mercenário e de arma e de drone e de míssil chegando lá, entendeu? É uma guerra que é um contra 32 disfarçado de um contra um, pô. Porque tá todo mundo mandando, mandando bilhões. Ó, os Estados Unidos mandaram 140 bilhões,
pra Ucrânia, e eles só investiram 60 em defesa. Os caras falaram, e o resto? Eu não sei, cara, o que aconteceu? Sumiu, né? Então, assim, é muita grana entrando, é muita arma entrando, é muito mercenário entrando, é claro que aí a Coreia do Norte começou a mandar a gente também pra ajudar a Rússia. Então, se você pega, poxa, a OTAN tem 32 membros, aí você tem 32, mais a Rússia, com apoio da China, com apoio da Coreia do Norte, com apoio do Irã, você já tem o quê? 40
país. Isso já é guerra mundial. Entendeu? Meio que já tinha começado. Aí agora, os Estados Unidos, junto com Israel, mataram lá o Ayatollah Khamenei. O que o Irã fez? O Irã atacou o Bahrein, Oman, Qatar, Kuwait. De cara, eles atacaram 11 países. Aí você fala, pô, já tem Israel e os Estados Unidos. Dois. Você bota mais 11 e já tem 13. Daqui a pouco tem quanto? Tem 30, 20. A Alemanha falou que vai entrar. A Itália falou que vai entrar. A Reino Unido falou que vai entrar.
Portugal falou que vai apoiar também, já estão mandando tropas lá para o Chipre. Então, nessa situação que está tendo agora lá no Irã, você já tem uns 25, 30 países envolvidos. É claro que a gente tem quase 200 países no mundo, mas já é uma guerra de proporções, não é mais regional, já é um negócio de proporção mundial. Mas você acha que alguma das potências como Rússia ou China podem, de alguma forma, apoiar o Irã? Porque senão, eu fico pensando assim,
maneira muito simples, tá, gente? Pô, os caras, sei lá, a Rússia, a China podem falar, ó, Estados Unidos, os caras aqui estão causando mó bagunça aqui, vamos acabar com isso logo, vamos se unir aqui nós três, a gente vai, vamos acimentar os caras ali, acabou, entendeu? Nós vamos construir uma praça em cima do Irã, vai ser outra coisa, acabou e vamos tocar nossa vida agora, entendeu? Mas quem diria isso? A China? É, as grandes potências que dominam, tipo assim, a China, a Rússia, falam assim, olha, ou então, ou não, ao contrário,
China e a Rússia vão se incomodar com o que está acontecendo ali e podem apoiar a causa do Irã? Não sei. Porque aí seria catastrófico. Sim, tem gente que fala assim, não, a China adota mais uma postura de neutralidade, ela não quer se envolver, mas se dá mal também, porque está já sendo prejudicada no petróleo aí de uma forma muito forte. Mas o que eu acho que é um ponto que é pouco falado... Porque eu penso assim, só te interromper, não desculpa.
Fica à vontade. Para virar uma guerra mundial, assim que você fala assim, não, agora deu ruim,
entrar as grandes potências nucleares no jogo. Uma contra a outra, na verdade. Que seria a Rússia e China. Então, a ideia aqui é o seguinte, nos anos 70, o Henry Kissinger, que era o secretário de Estado, ele montou uma estratégia para conter a União Soviética, principalmente a Rússia, que era o seguinte, vamos apoiar a China, vamos fortalecer a China, vamos fazer uma aliança com a China, para que a China seja um amigo nosso,
soviético. E aí vem aquela visita do Richard Nixon à China, e aí o Henry Kissinger escreveu um livro chamado Sobre a China, On China, que virou um clássico da geopolítica. Então, a doutrina Kissinger era nós americanos, apesar de que ele era alemão, Heinz Kissinger é o nome dele, nós americanos vamos nos aproximar da China para conter a Rússia. Agora, a galera está chamando a atual postura americana de reverse Kissinger, Kissinger invertido,
E ao invés dos Estados Unidos se aproximarem da China para segurar a Rússia, os Estados Unidos se aproximarem da Rússia para segurar a China. Então hoje a relação entre os Estados Unidos e a Rússia, principalmente a relação Putin-Trump, é uma relação muito boa. Então a Rússia já não vai entrar. Eu acho muito difícil a Rússia entrar nessa jogada. E a China vai tentar ao máximo não entrar também, porque a China tem uma doutrina militar, mas a gente quer ganhar no comércio, a gente não quer ganhar na briga.
Inclusive porque os Estados Unidos controlam todos os gargalos da logística mundial. Controla o canal do Suez, tem como controlar o Estreito de Hormuz, o Mar Vermelho também, o Estreito de Bab al-Mandeb. Então, se os Estados Unidos quiserem, lembrando que a China importa muito petróleo e muita comida, você deixa a China sufocada. Você faz um bloqueio, tipo o que Napoleão tentou fazer com o bloqueio continental da Europa.
Ok, o naval contra a China, você destrói a China. Então a China sabe disso, das suas vulnerabilidades, por isso que ela está ali no sapatinho. Mas como é que essa guerra mundial provavelmente evoluiria? Na briga entre Estados Unidos e Israel com o Irã, nessa ideia dos iranianos de não vamos deixar barato, eles podem usar armas nucleares. E é isso que provavelmente eu creio que vai acontecer. Eu estou falando isso desde 2023. O que está no planejamento,
é esse conflito, e lembrando que Israel existe desde 1948. De 1948 até 2024, nunca tinha tido um confronto direto entre Israel e Irã. Uma encrenca direta entre Israel e Irã é um negócio inédito. A primeira ofensiva foi em 2024, e aí em 2025 teve essa guerra dos 12 dias, que os americanos mandaram aqueles bombardeiros B-2, que é o Stealth, que é tipo um triângulo, parece uma aeronave
alienígenas que explodiram lá as usinas de enriquecimento de urânio e agora está tendo essa encrenca. Então, assim como Israel tem uma doutrina que em hebraico eles chamam de Berretat Shemshon, que é a doutrina opção, opção sanção. O que é opção sanção? Na Bíblia, o sanção foi capturado pelos inimigos, os filisteus, foi cego e fizeram uma festa para comemorar a derrota de sanção. E aí 3 mil pessoas lá do alto escalão dos filisteus
Deus, se reuniram num palácio pra ficar zombando dele. Só que aí ele falou com Deus, pô, me dá aquela força que eu tinha de novo e tal. Deus falou, vai lá. E aí ele derrubou uma coluna principal do prédio e ele se matou, mas ele matou 3 mil líderes, né? Então a doutrina de Israel, chamada opção, sanção, é esse negócio. Se eu sentir que eu vou pro buraco, eu mando todo mundo pro buraco junto comigo. E não é só os países árabes, não. É mandar missão pra tudo quanto é lado. Até pra Europa também,
Tipo, não me ajudaram, vão se dar mal também. É claro que o Irã tem um negócio desse também. Mas aí você fala, pô, mas o Irã não tem armas nucleares. Aí que entra a questão. O Irã, ele não precisa desenvolver a sua própria arma nuclear para ter. Tem gente que diz que o Paquistão, que tem arma nuclear, passou algumas para o Irã. Tem gente que diz que a China, que tem arma nuclear, passou algumas para o Irã. Então existe uma teoria de que o Irã tem armas nucleares. E aí, se ele começar a usar essas armas nucleares ali
destruir os países em volta com esse argumento de que a Dubai é neutra, mas mantém base americana. O Kuwait é neutro, mas mantém base americana. E o Irã fica numa posição privilegiada, porque enquanto do lado de cá do Golfo Pérsico, onde você tem os amigos dos Estados Unidos, é um deserto plano, o Irã são montanhas, então eles escondem vários lançadores de mísseis lá. Então, se eles começarem a mandar com força total mísseis para cima de Israel e para o
Catar e pra esses outros centros de produção de petróleo e gás natural, os americanos vão ter que mandar bomba nuclear pra cima também. Aí o negócio vai ficando estranho. Porque quando a primeira nação usar arma nuclear, aí você rasgou a diplomacia, aí ferrou. Aí começa a terra sem lei, aí vira Mad Max. Mas acho que a maior preocupação é que qualquer bomba nuclear hoje é um estrago que ninguém consegue mensurar ali, porque tipo assim... Elas são muito maiores do que as bombas da guerra, né?
Não, mas essas teoricamente que eles usariam são as bombas nucleares táticas, que são as menores. Menores, que o impacto é menor. Mas mesmo assim o impacto é bizarro. É, mas o conceito de você usou uma bomba nuclear é um negócio assim que nunca aconteceu, a não ser no Japão. Só teve ali. Ninguém nunca mais usou numa guerra. Fizeram o teste. Então isso ia destruir todo o direito internacional, a geopolítica. Então aí você entra num território do desconhecido, do caos, entendeu?
como é que começaria essa terceira guerra. Aí você pode ter a China falando, cara, agora eu vou ter que entrar. A Rússia falando, pô, vou ter que entrar, entendeu? Porque virou bagunça. Os caras estão fazendo gol com a mão, entendeu? Acabou a regra, então vamos ter que retornar a regra aí, na brutalidade. Mas se a China e a Rússia poderiam ficar incomodadas dos Estados Unidos e intervir dessa forma? É, nesse sentido. De maneira nuclear.
De falar, pô, assim não vale. É igual você tá num jogo de futebol, o cara dá um tapa na cara do outro,
mãe, você fala, não, peraí, pô, aí você tá estragando o jogo aqui. É nesse sentido, né? Ó, se vier, eu vou te mandar um míssil atômico. Falar, manda, eu te mando outro também. Aí é assim que o negócio vai ficando estranho. É assim que a coisa, dentro das análises cenário, pode degringolar. É, imagina até o risco, né? Porque, mano, tudo é muito perto ali, né? Se os Estados Unidos derram a mão ali, você ferra mais de um país. Sim.
Não, e o que é muito estranho é que o Irã jogou mais mísseis no Qatar do que Israel. Então, isso aí eu ia perguntar, por que teve
porque, tipo assim, beleza, tecnicamente, quem tá no jogo da guerra ali é Estados Unidos, Israel e Irã. Sim. Por que teve tanto ataque? É porque... Eu sei que tem as bases, mas foi muito mais ataque do que... Então, hoje eu tava assistindo na Al Jazeera, né? Al Jazeera é uma mídia do Catar, que é o país que mais foi atacado, então tá maravilhoso você ficar o dia inteiro assistindo na Al Jazeera, né? Eu, se deixar, eu fico o dia inteiro só vendo ali. É inglês, né? Não precisa saber árabe pra entender. Então, tinham
dois professores universitários, eu não vou me lembrar o nome deles, e os caras falaram, poxa, por que o Irã está mandando essas mísseis para cima de nós, dos outros países? E aí um falou, não, está mandando só em cima das bases. Ele falou, não, cara, eles estão mandando drones em cima das refinarias nossas, tanto de petróleo quanto de gás natural. E aí um professor falou, isso aí é ataque de bandeira falsa. E eu falei, cara, eu também acho.
Como assim ataque de bandeira falsa? Estados Unidos ou Israel estão jogando as bombinhas nos amigos,
na culpa no mirando. Pra chamar esses caras pra briga, entendeu? Ou então pra gerar um caos mesmo, e todo mundo fala, pô, meu irmão, tu vai acabar com o gás global, pô. O Qatar, ele é responsável por quase 40% da produção de gás natural do mundo. E eles fecharam a maior usina lá de gás natural deles, já tem uns quatro dias que tá fechado. Isso aí é um caos, cara. Porque o gás natural, do gás natural sai até os fertilizantes, né? E essa que é uma questão mais...
que a coisa vai ficar sinistra. Por quê? Às vezes a gente pensa no Estreito de Hormuz só do petróleo saindo. Mas o petróleo sai e entram outras coisas, né? O navio que tá vindo pegar petróleo, ele já traz coisa. Comida, cara. Cara, ali, nos países do Oriente Médio, existe um cálculo que você faz assim, né? Um país consome 100% da água que a natureza oferece. Você fala, caraca, tá ruim, né?
20, né? Sobrar um pouco. Se você tá consumindo mais de 100%, significa que você tá importando água, né? Você consumiu toda a água que tem no teu país e mais uma que tá vindo de fora. Cara, esses países ali, Arábia Saudita, eles consomem, em vez de 100%, é 7 mil, 8 mil por cento. Ou seja, não tem água. É zero água. Toda água que a galera bebe vem de fora. E aí você impede o Navi de entrar com a água e com comida, a galera morre de fome.
E isso também pode ser uma coisa que gere uma comoção internacional. Pô, a galera tá morrendo de fome, de sede, isso é um absurdo. Isso é contra direitos humanos. Aí o negócio fica mais intenso, fica mais emocional, né? Precisamos defender a população iraniana. Aí os países começam a... Pô, mas os Estados Unidos é uma super... A mete uma bomba atômica logo em cima. Então é isso. É aí que fica a preocupação, entendeu? Se você ainda usa toner pra imprimir, tá na hora de você saber que o principal componente é o plástico. Um ano de impressão com toner em todo o mundo equivale a 20 bilhões
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Nesse caso até da população, cara, como que funciona nesse momento? Tipo, eu sei que tem muitos países que tem essa... tem a galera que não consegue
Mas, assim, tem países que orientam a galera a ir embora. Como que tá rolando lá no Irã? A galera tá podendo sair do país, ir embora, migrar? Tem países acolhendo a galera? Então, os países europeus, os Estados Unidos e Austrália, até a China, eles estão falando pra galera sair do Irã já tem uns 100 meses já, né? E teve aviso, né, uma semana antes de ter esse ataque do dia 28 de fevereiro,
polonês falou, poloneses, saiam todo do Irã que o negócio vai ficar ruim. Tem uma outra coisa estranha nesse sentido do que os líderes estão falando do conflito, só de curiosidade. Hoje saiu uma notícia dizendo que o governo australiano está orientando nenhum australiano viajar por Oriente Médio nos próximos cinco meses. Aí você fala, pô, os caras estão prevendo que vai demorar cinco meses, isso encrenca. Então, em tese, a galera está podendo sair. Mas é claro que com esse negócio de alistamento militar,
estar obrigatório, igual aconteceu na Ucrânia. O cara começa a não conseguir mais sair, né? Na Ucrânia eles estão, vocês devem ter visto a imagem, né? Eles arrastando o cara dentro de casa, levando pra uma van, né? Então, assim, começa a ficar um negócio triste. O cara que era esperto saiu antes. Aí você vê em Dubai também, a situação ficou grotesca, né? Os caras, o aeroporto fechado, não conseguia sair. Aí jato particular, eles estavam cobrando 300 mil dólares por passagem, né? Multiplicar por 5 aí,
Você estava dando uns 2 milhões de reais para você poder sair do país. Isso deve causar... Você pega Dubai, por exemplo, que é um lugar... Escala mundial. Vamos dizer assim. É o maior hub do mundo. Turismo, caramba. Um lugar em ascensão nos últimos anos. Mas acho que não é mesmo turismo. Tem muita escala. Tem países que você tem que fazer escala em Dubai. Vai para a Austrália, Japão. Agora deve ficar um negócio super frágil. Até mesmo o mercado do turismo deve ficar...
dizendo que Dubai acabou, né, cara? Porque eles poderiam ter jogado um míssel, um drone, numa base. Eles jogaram um míssel no hotel. No hotel. No hotel mais desejado. Sim. E aí, o que isso significa? Dubai, ele sempre teve aquele conceito de aqui é seguro. Tanto de guerra, quanto de finanças. Você traz teu dinheiro pra cá, pô, gente, aqui tu não vai pagar imposto. Tem vários incentivos fiscais. Então, aquilo ali foi um... Eles atacaram um símbolo, né? E é claro que Dubai,
um aliado dos Estados Unidos, um aliado ocidental, né? Um país que joga um jogo a favor dos Estados Unidos, mas tava ali, ó, mas eu não quero briga, tá, Irã? Tô aqui e tal, aí, pô, mas você tem base e você não condenou o assassinado do meu líder, então vai tomar ali um drone na cabeça. Entendeu? Tá nesse nível. É complicado. É meio tenso mesmo, né? Você pensar, tipo assim, cara, que, pô, Dubai é uma cidade bonita, preciosa, você fala, pô, tô aqui, tô seguro, né? Do nada, você tá no hotel lá.
tive várias vezes a oportunidade, convite pra ir pra Dubai, mas quando você olhava o mapa e via que Dubai, você atravessa o canal, o estreito de Hormuz, tem 30km de largura, dá pra atravessar nadando, você tá no Iran já, eu falei, não sei melhor não. Não, quando você vê toda a geografia ali, né, eu sempre fico curioso pela geografia ali. A geografia é interessantíssima. Você fica, você fala assim, cara, nossa, o próprio Qatar ali, você fala, meu Deus, é tudo, tá na bagunça. Acho que o cara não
Imagina, né? Pô, Dubai tá ali no olho do furacão. Tá no olho do furacão ali. É pertinho pra tu mandar ali um míssil ali. É tipo Niterói, Rio de Janeiro, só que um pouco mais afastado, né? A ponte Rio-Niterói tem 13 quilômetros. É claro que ela faz uma curva, né? Mas é um troço que é perto, cara. É, quando eu fui pra Israel lá, eu fui numa época que era um feriado tradicional deles lá, onde eles tocavam as sirenes na cidade. Tipo assim, cara, mesmo eu sabendo que era um feriado, alguma coisa, que são as sirenes até que de bomba e tudo mais, mano, é um mal.
Nossa, absurdo, cara. Que a cidade inteira é uma sirene absurda. Pô, imagina... Imagina você tá, tipo, de boa do nada, você escuta uma sirene absurda e você fala assim, mano, será que vai ser aqui? Será que vai ser do lado? Será que vai ser ali na frente? Sim. E até uma coisa que eu queria puxar, que teve um ataque que teve em Israel. Israel é bem conhecido por ter aqueles... Aquele sistema de segurança, de mísseis e tudo mais.
É, Iron Dome. Só que, cara, o Irã conseguiu furar isso e pareceu que até facilmente, cara. O que foi esse ataque, cara? Cara, é muito mísseis.
O Iron Dome não dá conta. É um sistema automatizado. Então, o que acontece? Cada míssel que chega, a inteligência artificial faz um cálculo. Vai cair onde? Se for cair no deserto ou no mar, eles nem atacam. Mas se você manda muito em áreas residenciais, urbanas, eles não têm capacidade de segurar tudo ao mesmo tempo. O Hezbollah, no Líbano, ali no norte, eles têm 180, dizem que eles têm 180 mil mísseis.
de uma vez não consegue pegar, né? Não tem como. Ele não tem capacidade. Sem falar que cada míssel do Iron Dome, se eu não tô enganado, era 60 mil dólares, né? Então é salgadinho, né? E agora você pega um drone desse aí que o Irã usa que custa 10 mil dólares, você vai usar um troço de 60 mil pra tentar derrubar um de 10, tá um jogo ali meio desfavorável. Então é complicado. Porque é muito míssel pra dar um overload no sistema. O sistema não aguenta. Cara, isso aí me impressionou um pouco, porque eu
Eu tinha... Você não chega tanta informação assim nesses países, né? Sim. E eu não tinha tanto conhecimento que os caras eram tão poderosos em arma de fogo, que tinham tanto dinheiro, porque, meu, é muito caro. Você se armar para a guerra é muito caro. É absurdo. Passou os números só desse ataque que os Estados Unidos deu, já foi mais de bilhão, tá ligado? Sim. Então, é por isso que o complexo industrial militar ou o setor militar mais movimenta dinheiro no mundo, que é muita grana, muita guerra, muito investimento.
inteligência artificial entrando na guerra, isso é um caminho, eu ia falar interessante, mas é meio aterrorizante, né? Como? Explica pra gente o que que tá acontecendo. Cara, quem quiser se informar um pouco sobre isso, bota assim, Elon Musk, West Point. West Point é a academia de cadetes dos Estados Unidos, é a formação de oficiais, né? Tipo a Academia das Agulhas Negras que a gente tem aqui, né? A AMAN, Academia Militar das Agulhas Negras. O Elon Musk, ele deu uma
palestra lá, cara, que tem o vídeo na internet, deve ter uma hora e pouca de palestra. Acho que foi meados de 2025 ou final de 2024. E ele falou, cara, ele tava dando uma palestra pros futuros oficiais do governo americano. Ele falou, olha só, as próximas guerras não serão guerras de pessoas no campo de batalha. Vão ser só máquinas, só drones. Por quê? Você mandar uma pessoa pro campo de batalha, você vai ter a certeza que você vai perder aquela pessoa. Porque
a taxa de acerto dos drones é 100%. Então você mandou alguém, você perdeu. Se você mandar mil pessoas, você vai perder mil. Então vai ser uma guerra de quem tem mais drone e os melhores drones. E aí ele começou a fazer uma conta de qual é a capacidade de produção de drone americano comparado com a chinesa. A chinesa é muito maior. Então ele falou, cara, a gente precisa de mais investimento no meio militar, a gente precisa de mais tecnologia e a gente precisa de reconstruir a nossa base industrial.
porque a gente tinha mandado tudo pro Sudeste Asiático, né? Pra pagar mão de obra mais barato quando surgiu o Made in China, né? Então, cara, e ele fala, essas máquinas, elas são aeronaves com inteligência artificial local. Aí o general que tava mediando, mas o que que é isso? Ele falou, cara, a máquina, ela toma decisão própria, se ela vai matar ou não. Então ela olha assim, ah, um cachorro, não vou matar uma pessoa. Ah, uma pessoa, mas é adulto ou criança?
É adulto. Ela tá com arma? Não, não tá com arma. Então não mata. Ah, tá com arma, mata.
Pô, mas não era arma, era um guarda-chuva, agora já era. Próximo. Entendeu? Vai ser nesse nível. E aí você fala, meu irmão, é videogame virando realidade. E aí é literalmente isso. Por quê? Qual que é a empresa hoje que tá mais bombando? Que eu, na minha inocência, fui pesquisar qual era o ticker dela pra investir, né? Mas não fez IPO ainda. Que é a Anduril Industries. Anduril, cara, é uma história muito interessante, já que eu falei que tá virando videogame. Porque o molequezinho gênio,
chamado Palmer Lucky. Ele, em casa, ele criou um óculos de realidade virtual. E ele que criou a empresa Oculus, né? Oculus VR, né? Virtual Reality. Então, o moleque gênio, 16 anos, ele inventa essa parada, ganha uma grana. E aí, ele, viciado em videogame, foi comprado pela Meta, né? Da Facebook. E aí, ele foi incorporado na Meta pra desenvolver o óculos da Metaverse. Então, ele tava trabalhando lá e tal. Só que aí, nas eleições de 2000,
2016, nos Estados Unidos, quando o Trump venceu a Hillary Clinton, ele entrou numa de botar uma postagem lá no Twitter, na época, a favor do Trump. Aí a galera toda da meta, que era super de esquerda, anti-Trump, fizeram um complô contra ele lá, um abaixo-assinado, tem que tirar esse cara da empresa. E aí eles fizeram um acordo lá, ele saiu, ele falou que no dia que ele saiu, ele ligou pra uma galera, pros amigos, falou aí, vou montar a empresa bélica. Cara, como é que vai ser? Ah, a gente vai
vai fazer umas armas aí estilo videogame. Mas cara, pô, o setor bélico é muito forte, é um setor muito fechado, cara, é difícil de entrar concorrente. Ele falou, não, já montei o plano de negócio. O plano de negócio é o seguinte, o governo americano abre um edital e fala, preciso dessas armas, preciso dessas aeronaves, preciso desses blindados. E aí as empresas recebem o edital, montam um projeto e apresentam na licitação. Ó, meu projeto é esse, o orçamento aqui. Aí o governo americano decide quem tem o melhor produto,
orçamento e fecha com um ou com outro. Qual que era o plano dele? Eu não vou esperar o governo americano abrir um edital pra eu apresentar a proposta. Eu vou olhar o que o governo americano está precisando e vou me antecipar e já vou abrir um cardápio e falar, eu tenho essa, essa e essa arma. Então o cara criou os drones mais loucos do mundo, as armas mais malucas que a língua de videogame. Você pode ter certeza que os drones tudo dele estão trabalhando a beça lá no Irã e a gente não sabe, porque é claro que isso é tudo classificado. Ele não vai chegar
olha o meu drone novo aqui que eu matei todo mundo. Não, eles vão falar, não, foi o B-2, o bombardeiro B-2 que matou. Cara, os caras hoje têm a cara de pau nos Estados Unidos para falar assim, ah, a aeronave mais avançada, mais potente que nós temos é da empresa Northrop Grumman, é o bombardeiro B-2, que ele é stealth, que é esse que parece um triângulo, parece uma nave ali. Parece o avião do X-Men ali. É, nesse nível. Cara, esse avião, ele é dos anos 70, ele foi apresentado ao mundo em 1980,
E os caras vão me falar que em 2026 essa aeronave mais moderna que eles têm? Ou tá me chamando de idiota, né? Claro que não é. Aí quando você lembra que todas essas empresas contratantes de defesa, elas têm um setor secreto que fabrica essas aeronaves completamente sigilosas pro governo americano. A maior de todas, que é a Lockheed Martin, ela tem o Lockheed Martin Skunk Works. Um dos ex-diretores da Skunk Works, a galera não sabe se ele tava zoando ou se era verdade,
Mas ele se aposentou e falou, aí, ele deu uma entrevista, né? Os caras falaram, pô, se você era diretor da Skunk Works, você deve ter visto muitas aeronaves, pô, diferentes, né? Que até hoje a gente não conhece direito. Aí ele mandou essa, ele falou assim, já viu Star Wars? O cara falou já. Aquilo tudo que tem ali, a gente tem. Quase que eu falei, até o Hiper Espaço, né? Estrela da Morte, né, velho? Tudo isso tem, a gente tem lá.
Cara, se você pega o canal no YouTube da Skunk Works, eles botam umas animações,
fala, deve ser zoação, né, cara? Acho que ele não deve ter isso, não. Mas, assim, cara, é onde tem mais dinheiro, onde estão os maiores gênios. Eles estão ali na Skunk Works da Lockheed Mart, eles estão na... A Raytheon, ela tem um setor secreto chamado Bike Shop, né, que é uma loja da bicicleta. A Boeing, Boeing é uma dessas empresas também que fabrica as aeronaves pro governo americano. A Boeing tem a Phantom Works, né, a Fantarma.
Então, cara, a Andoril tá entrando nisso e a gente não sabe o que esses caras usam.
O que ele mostra deve ser só a carrocinha, né? Só o charrete do cara, né? Então, é tudo com inteligência artificial. É tipo Skynet, Robocop 2.0. Negócio maluco. Se você for viajar assim, cara, pensa assim. Teve uma conferência na China de tecnologia que os caras apresentaram. É tipo um metal transparente, tá ligado? Irmão, você acha que nenhum militar pensou, porra, e se eu revisto um avião com isso? Você acha que ninguém pensou nisso, tá ligado? Com certeza. É o cloaking, né?
Cloaking Device. Isso aí tem com certeza. Existe essa invisibilidade do radar, né? Ela não aparece no radar por causa do formato da aeronave e o radar não consegue detectar. Mas tem... Visual também, né? Visual também, cara. Na verdade, até tem uniformes que são assim. Cara, eu fico muito assustado com a China, cara. Porque a China, toda vez que eles apresentam as tecnologias, é um saltos... É, absurdo. Absurdo, cara. E como eles não entram nas brigas... Sim, sim.
tem. Sim, não sabe. Ninguém sabe. A ideia é sempre estar 30 anos à frente, se você pegar a internet. A internet era um equipamento militar da ARPA, que virou da ARPA. Era a ARPANET. Em 1969. A gente começou a usar nos anos 90. GPS. Era da Marinha Americana também, em 1969. No Brasil, popularizou em 2010, eu acho. Primeira vez que usou GPS no Brasil era só pra localização de transporte de cargas de alto valor. E mesmo assim,
era de GPS que você tava aqui em Baroeira e falava que você tava em Osasco, né? Que é a precisão podre, né? É, porque era aquele GPS com TV, com um monte de coisa que tinha que levar pra atualizar. É, era horrível, era horrível mesmo. Mas assim, eu queria até, Kaique, que a gente, vamos deixar uma, vamos escolher depois uma única pergunta ou duas perguntas da galera aí. O cara faz um superchat aí. Qual que é valor mesmo? Só pra gente fazer uma pergunta de destaque, mas tem que ser em relação a esse assunto. É, por favor.
Já vi gente falando de Jim Carrey aqui. Não adianta. Mas até eu vi uma coisa aqui interessante que o Irã, ele tentou atingir a Turquia e a OTAN interviu lá e tudo mais. Só que tipo assim, cara, é um negócio meio grave, né, cara? Colocar a OTAN no meio desse bolo aí, porque tem aquele tratado lá que se realmente atacou um, atacou todos e alguém tem que fazer alguma coisa. Ninguém larga a mão de ninguém. É o artigo número 5.
O que os Estados Unidos, tipo, vai fazer se realmente for confirmado um negócio desse, cara? Então, eles já estão fazendo vista grossa, né, com relação a esse artigo 5º lá do Tratado da OTAN, porque já caiu a aeronave russa na Polônia, Polônia da OTAN. Se eles quisessem, eles podiam estar falando, agora é briga todos contra todos. Mas eles estão fazendo a vista grossa, né, porque se começar um negócio desse, meu irmão, aí já é. Então, é isso que eu fico pensando, porque se a gente for pra esse
caminho, é Mad Max. Acabou. Mad Max total. Aí tem o melhor livro de todos sobre isso, cara, é da Annie Jacobson, que também escreveu o livro The Pentagon's Brain, que é o livro que eu tinha acabado de comprar em inglês e saiu em português, que é Guerra Nuclear. É um livro sensacional. Aí você vai ver, é uma simulação de como seria uma terceira guerra mundial. Assim, é de isolação total, não tem conversa. Como seria? Me fala, assim, os steps. É, o...
nuclear caindo nos Estados Unidos. E aí você vai ver que os centros de comando e tal, eles estão muito aquém do que a gente acha. Então eles não sabiam quem tinha jogado, qual era a motivação. Eles suspeitavam que era da Coreia do Norte, mas aí não era da Coreia do Norte do território, era provavelmente de um submarino nuclear, então foi lançado em algum lugar no oceano que eles não sabiam. Então nessa que eles estão tentando entender quem foi, meu irmão, já estava vindo outro. Os caras falaram, pô, e agora? Aí eles mandaram o
antinuclear, né? Só que esse míssel tem uma precisão de 8%. Os caras mandaram 3 e não conseguiram segurar o míssel balístico. Eu não tinha essa noção, mas eu não sei se eu vou acertar o cálculo, mas ela falou, cara, um míssel balístico intercontinental, que é o negócio do tamanho de um ônibus, ele viaja 10 vezes mais rápido que uma bala no revólver. Como é que você acerta uma parada nisso no ar, meu irmão?
vê aqueles mísseis assim, você fala, ah, não deve estar tão rápido. A parada é 10 vezes mais rápida que a bala. Então o negócio sai em 10 minutos, sai da rua, chega nos Estados Unidos, você fala, cara, como é que eu intercepto uma parada dessa? Então o Trump tá tentando criar o Golden Dome, que é tipo um Iron Dome de Israel, só que versão americana. Mas é muito complicado isso, cara. Então você vê que se começa, pra acabar a humanidade é rápido.
Não durou horas, assim, aí acabou tudo. Morreu todo mundo. Deu um spoiler do livro, né, mas o livro termina.
Deve ser curto, né? O livro é longo pra caramba. A partir do primeiro ataque já acaba tudo. Mas tem um filme que conta que é uma simulação nesse sentido, cara, que é um filme. Um filme é tão tenso, meu irmão, que eu acho que eu fiquei até com pressão alta. Terminou o filme e eu tava sentindo meu coração batendo na nuca. Que filme que é? Indica pra galera aí. O nome do filme é com o Idris Elba. Se a galera quiser me ajudar aí. Idris Elba, que é o ator famoso, faz o papel do presidente americano.
Cara, aí tu vai vendo o filme, você acha que a coisa vai melhorar, só piora, piora, e você fala, ih, meu irmão. E aí tu fica tenso sem perceber. Você fala, ah, é um filmezinho, né? Daqui a pouco tu tá segurando a cadeira assim, trincando os dentes. Filme de ação. É, um filme, não é um filme tão rápido, né? Um filme mais, assim, no clima, né? De tensão. Cara, é triste o negócio. Aí você entende por que que os caras estão gastando trilhões, bilhões em bunkers ou pra fugir do planeta Terra, né?
está tanto querendo colonizar Marte. Você acha que as intenções dele são de... Não, explicitamente. Fugir? É, para ter um plano B, né? Ele já falou, a Terra aqui está condenada já. Ele falou, teve Primeira Guerra Mundial, teve Segunda, vai ter Terceira, só que Terceira é com arma nuclear mesmo. Terceira acabou. É, aí no mínimo você tem um inverno nuclear, porque sobe muita poeira e escurece o planeta Terra, fica frio pra caramba, tem comida pra todo mundo. Aí vem fome, doença, pandemia, tem que ter um plano B.
O objetivo é esse. Ele fala claramente. Se você pegar e pesquisar por que Elon Musk quer colonizar Marte, ele vai falar. É por causa disso. Eu assisti uma série recente que não era com guerra, mas tinha essa parada do mundo apocalíptico por causa do... Porque tampou o sol. Aí esquece, irmão. Aí entra numa geleira fodida. É, tem o... Eu expresso do amanhã. Os caras ficam num trem rodando o planeta porque um animal teve a ideia de vamos escurecer o sol pra resolver aquecimento global. Virou uma era do gelo no planeta Terra.
Parabéns, hein? Teve uma pergunta aqui. Antes da gente ler a pergunta, só lembrando a galera que a gente está numa campanha muito legal de Finclass mais o MyHubIA. Então você pode assinar a Finclass, que você tem lá vários cursos para você aprender a investir e cuidar do seu dinheiro. Tem a carteira dos analistas, então os analistas recomendando investimentos para você. Nesse momento, por exemplo, de guerra, de confusão geopolítica, a bolsa mexe, a criptomoeda,
você pode perder dinheiro. Então, os analistas, eles ficam fazendo conteúdos diários lá e fazendo relatórios para você ficar tranquilo e saber o que fazer com o seu dinheiro. Além disso... Tem o MyHub. O MyHub, que é uma plataforma onde a gente é um consolidador de IAS. Você paga uma única assinatura e você tem acesso a 11 IAS diferentes, totalmente atualizados. Eu uso muito para criar conteúdo. Então, ao invés de você ficar pagando o ChatGPT, o Cloud, o Grock, você paga, sei lá...
3 IAs dessas que eu falei, você vai gastar mais de 300 reais por mês. Mais de 300. E provavelmente ainda, dependendo do seu uso, você vai atingir os limites todos lá e você não vai conseguir fazer o que você precisa. Exato. E nessa promoção aqui, quanto que tá mesmo a assinatura? Tá 79,90, você leva a Finclass mais o MyHub que tem todas as ferramentas de IA lá, tem mais de 11 ferramentas. Fora 40 cursos pra te ensinar a usar IA, porque não adianta nada.
Porque não adianta nada, exato. Você fala assim, ah, beleza, eu tenho aqui uma puta ferramenta na mão, mas eu não sei o que fazer. Cara, tem um monte de
curso lá, e a gente tá atualizando sempre, tá, gente? Tá sempre entrando coisa nova lá, beleza? Então, vou deixar o link na descrição, o QR Code na tela pra vocês. Aí tem uma pergunta aqui, ó, em uma possível guerra, o Brasil teria poder bélico? Pra quê, né? Eu não sei, ele tá interessado. O que que ia acontecer com a gente, né? Não tem, não, mas o Brasil tá no olho do furacão, porque se a gente tá falando de uma disputa sobre água, energia, é Brasil, né? E comida.
vendo de braçada. Se o governo brasileiro chegar para os Estados Unidos, para o Trump falar não vou dar acesso, vai começar, no dia seguinte começa o movimento de rua, todo mundo vai achar que é espontâneo, mas é patrocinar pela CIA. Você pode ter certeza. Começa assim. Na verdade, isso que está acontecendo no Irã agora começou com a manifestação de rua. A galera estava na rua quebrando tudo. Falaram que eles mataram 30 mil pessoas.
A gente não sabe se foi 3 mil ou 30 mil, mas estamos falando 30 mil. Aí você vai ver quem
que tá incentivando essa galera, mandando grana. É tudo Estados Unidos, CIA. Eles que bancam isso. Pega um jovem lá e fala começa o movimento aí e tal, dando dinheiro. Aí teve uma pergunta aqui que não foi nada a ver do que você pediu, mas eu... Ah, não. Pô, então não, pô. Você quer ouvir? Você quer ouvir? Cadê o Jeffrey Epps? Fiz errado em adquirir uma Starlink. Moro no Brasil. Isso... Pô, cara. Não é o suporte da Starlink. Você tá no canal errado. Mas... Tinha que estar na live do Elon Musk.
Mas ele tá piantando e fez errado por quê? Dele ser espionado, é isso? É, porque, tipo assim, moro no Brasil e sou arca, mas... Sou o quê? Arca? Ah, então é meu aluno. É aluno. Então tem que dar uma... Faz aí, então. Qual que é o nome? Tem o nome? Tem o nome. Não é Michael Douglas, não. Não, não, não. É o Fausto. Michael... É... Michael O... Com O-W. Michael... É o Fausto. Ele falou assim que adquiri uma Starlink, mora no Brasil, sou da Arca, é... Mas como aqui...
é escasso de tecnologia, quero usá-la nas montanhas. Tá valendo, cara. Usa aí, meu irmão. É claro que todo mundo vai saber onde você tá, mas... Eu tenho uma Starlink também. Quem vai parar tudo pra te matar, né? Qual é o risco da Starlink? Cara, Starlink é um sistema de espionagem, né? Por que o cara botou 5 mil satélites e pega a minha internet? É que realmente é muito... Tipo assim, eu comprei porque a antena me custou 1.200 reais. Você tem o Starlink?
não usa sempre. A gente usa em emergência pra fazer uma live ou outra. É bom, pô. É maneiro. Mas, tipo assim, realmente era muito barato. Tipo assim, mil reais numa antena de satélite e uma assinatura ali de 300 reais pra ter uma internet surreal. Sim. Não, eu acho bom. Agora, o cara fala assim, eu não quero que ninguém saiba o que que eu tô pesquisando. Eu não quero que ninguém saiba onde eu estou. Aí, você quer, igual você quer comer doce e não quer engordar, né, meu irmão?
Aí faz a lipo aí depois, que não tem como. Entendeu? Uma coisa não bate com a outra, pô.
Tem gente que faz isso. O cara, eu sou sobrevivencialista. Eu vou pro meio do mato que o mundo vai acabar, eu vou sobreviver. Aí mete um Starlink e fala, todo mundo vai saber onde você tá. Vai vir um drone lá do Musk e vai explodir você lá, onde você tá lá. Não vai jantar nada. Realmente. Entendeu? Então, pô. Então, eu acho maneiro pra caramba o Starlink. Agora, se o cara quer ter um Starlink e ficar invisível do mundo, aí vai procurar um quadrado redondo aí que você me mostra o quadrado redondo, que é incompatível.
Muito bom. Você acha que tem mais alguma coisa que a gente precisa apontar aqui?
Kaique, tem alguma coisa que você gostaria mais de comentar, que você acha que faltou a gente... Eu sei que você resumiu bem as coisas. Cara, se deixar, eu fico aqui. Tem alguma coisa que você acha que a gente... É importante? É importante. A gente foi até uma camada do iceberg ali. É, a gente foi bem, né? É, eu queria saber se tem alguma coisa importante falar de uma camada abaixo ali. Mais obscura, você diz? Mais conspiratória, talvez?
É, você que me diz aí. Então, uma coisa interessante é que eu não acho que é coincidência o timing dos documentos do Jeffrey Epstein,
comprometedores do Trump estarem aparecendo, ele está começando esse encrenca agora. É claro que a gente já sabe que o Trump deletou 1.500 documentos onde tinha menções muito complicadas a ele, de coisas assim de maldade com criança, ele tendo intimidade com outras figuras como o Bill Clinton. Eu falei, pô, achei que era só a Monica Lewinsky que tinha essa coisa. Até o Trump e o Clinton tinham uma química entre eles. Está rolando isso nos documentos.
Pode ser tudo mentira, mas tem lá. Isso é o que saiu, que o Trump permitiu que saísse. Imagina o que foi limado. Então, alguns estão dizendo que ele escolheu esse timing agora do 28 de fevereiro para tentar desviar o foco. Aí tem gente falando, poxa, tiveram que arrumar uma guerra na Venezuela, uma guerra no Irã só para distrair a tensão dos documentos. É, mas se o cara é dono de tudo, o cara é dono da bola... Ele decide, ele que é o comandante em chefe das Forças Armadas.
a gente tem que atacar o Irã em algum momento. Ele fala, vamos atacar essa semana que está saindo as notícias meio chata contra mim. Então, às vezes, isso é algo mais profundo ali. Deixa eu ver outras coisas. Cara, se o Estreito de Hormuz fica fechado há muito tempo, vai ter impacto no Brasil, combustível, alimento, porque a gente tem, todo mundo fala, Brasil é o celeiro do mundo, mas a gente importa 85% dos fertilizantes. Sem fertilizante, não tem comida. Aí você fala, por que o Brasil não tem o próprio fertilizante?
dar uma sabotada, né? A Petrobras tá correndo atrás aí, tentando reativar as usinas lá de produtoras de fertilizantes. E tudo isso tem a ver com gás natural, cara. Quando você vê a maior empresa do mundo de gás natural, que mais produz no Catar, parando de produzir, se você tem uma escassez de gás natural, você tem uma escassez de fertilizantes e você tem uma crise alimentar. Isso é complicado, é preocupante. Ah, não, pô, mas a galera da alimentação orgânica já resolveu isso, né? Já tá tranquilo. Não, principalmente a galera que faz fotossíntese,
que se alimenta do sol, aí tá resolvido, né? Vai pra spray. É, a gente falou assim, caramba, você nunca ia ver um tomate na sua vida, né? Se não existisse o defensivo ali, o agrotóxico, né? É foda, né? Daniel, obrigado, cara, por ter vindo falar com a gente. Foi um prazer. Papo muito bom, a gente se conheceu naquele episódio do Egito lá, depois você já veio aqui gravar outras coisas com a gente. Venha mais. Quem quiser te conhecer, conhecer o seu trabalho, o cara não sabe ainda,
É Daniel Lopes lá no YouTube. Meu canal no YouTube. E no Instagram Daniel Lopes também. Lopes com Z. E eu faço live de segunda a sexta ao meio dia atualizando as notícias. Então quem quiser tá a par lá. Todo dia faça show, faça sol. Tô ali trazendo as novidades. Se quiser mandar um salve pra galera da ARCA aqui que tem muita gente falando. Isso aí. Pra gente, bastante aluno. Braço, galera. Obrigado a força, hein? Muito bom. Compartilha aí.
Dá uma força aí no vídeo aí pra galera chamar mais vezes aí, né? É isso aí. Um prazer estar com vocês aí. Pessoal,
obrigado por assistir. Deixa o seu like aqui, compartilha. Se inscreve, por favor. E depois, se você estiver no Spotify depois, você dá cinco estrelas lá também. E se inscreve, né, Kaique? É, tem que se inscrever. Pelo amor de Deus, vai. Se inscreve aí que a gente tá na meta aqui. Senão os caras vão cortar o salário do Kaique se ele não bater a meta de dois milhões de inscritos. Beleza? Obrigado, pessoal. Até o próximo episódio e tchau. Tchau.
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