PrimoCast 509 | O que os governos e líderes mundiais não te contam sobre a inteligência artificial
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A IA que você usa hoje é só a ponta do iceberg. O que os governos e as grandes potências estão realmente desenvolvendo nos bastidores pode ser algo que vai mudar (ou destruir) a civilização humana como conhecemos.
No PrimoCast de hoje, recebemos Daniel Lopes, jornalista, doutor em linguística e analista geopolítico, para falar sobre o que os governos e grandes líderes mundiais não querem que você saiba.
Se isso não te deixa inquieto, você não entendeu o tamanho do que está vindo.
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Daniel Lopez @daniell.llopez
Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com
- Futuro do TrabalhoRenda Básica Universal · Tecnocracia · Programadores
- Trump e GuerrasFaixa de Gaza · Irã · Antropic · Optimus da Tesla · West Point · China
- Imagens de IADeepfake · 11 de Setembro
- Lógica científica em decisõesLógica Paraconsistente · Newton da Costa · Aristóteles · Asimov · HAL 9000
- Origem e Evolução da Internet e GPSARPANET · DARPA · GPS
- Riscos Existenciais à HumanidadeAGI (Inteligência Artificial Geral) · ASI (Super Inteligência Artificial) · OpenAI · Sam Altman · William Sutzkever · Max Tegmark
Cartão Black Ultravioleta. Um só cartão para todos os seus momentos. Seja no modo Cashback ou no modo Latam Pass, você escolhe como melhor aproveitar seus benefícios. Nubank Ultravioleta. Como deveria ser.
É tão poderoso que eles falaram, cara, não dá pra liberar isso pra galera. O que a gente usa é a chefa só. Você acha que tem muita coisa na internet hoje que a gente acreditou por muitos anos e na verdade era tudo manipulado por IA? Nas próximas guerras, não vai haver ser humano no campo de batalha. Daniel Lopes, ele é jornalista, doutor em linguística e analista geopolítico. E ele fala assim, nós sabemos que a inteligência artificial vai destruir a humanidade. Só que antes disso a gente vai construir umas empresas maneiras aí.
Você acha que isso é uma coisa possível ou isso é uma coisa muito hollywoodiana? Ele, inclusive, hoje continua falando que existe 20% de chance da inteligência social extinguir a humanidade. O que aconteceria? Entraria em colapso a nossa economia? Se, de repente, eles anunciarem que não estamos sozinhos, aí você vai ter um circuit breaker na bolsa.
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Você acha que o que está sendo liberado para a galera usar é uma coisa muito inicial? Cara, vocês estão usando... É cepa de marada, né? É tipo o topinho do iceberg. É só a cepa da feira. Vocês não estão nem vendo, não têm nem noção do que já está rolando.
Exatamente isso, é padrão, se a gente pega a história da internet. A internet foi construída pela ARPA, que era o departamento de armas avançadas do Pentágono, que depois virou DARPA. Hoje em dia todo mundo conhece como DARPA. Só que a internet surge até com o nome de ARPANET, que era a rede da ARPA.
E o objetivo era fazer uma interconexão entre as universidades para que, se tivesse um ataque atômico, eles continuassem tendo um sistema de comunicação paralelo. Então, a gente está falando de 1969. Surge a internet, surge nessa época.
Eu, pelo que eu me lembro ali, que eu estava no colégio ainda, começou a popularizar em meados dos anos 90, assim, devagarinho, aquela internet discada horrorosa, né? Sim. Então você vê, se você faz um cálculo de 1970, arredondando ali de 69 para 70 até 1995, cara, você tem uns 25 a 30 anos de delay do negócio que é criado no meio militar ou no alto escalão para chegar até o povão, né? Outro exemplo é o GPS.
O GPS, a primeira vez que ele foi usado no Brasil foi no ano 2000, mas era exclusivo para transporte de carga de alto valor. Era só para o cara monitorar para onde estava indo. Ele começa a se popularizar no Brasil em 2010, 2012, que começam a chegar os aplicativos mais famosos, o Google Maps, o Waze. Mas, na verdade, e também com uma precisão horrorosa.
Você estava lá no Rio de Janeiro e falava que você estava em Osasco, né? Não, e os aparelhos de GPS que a gente comprava eram horríveis, porque o cara queria colocar TV lá dentro, queria colocar um monte de bugiganga no aparelho. É verdade. E a localização mesmo, ele nunca dava. Aí seu pai e sua mãe tinham que ir a cada dois meses na Santa Efigênia atualizar o software. Atualizar, porque mudava alguma coisa. Porque mudava a rua, sei lá, tinha que atualizar o software.
Caramba, era horrível. Meu sogro, uma vez, estava na ponte Rio-Niterói, né? Que não tem para onde ir, é só linha reta. É, exatamente. Ele falou, dobre a direita.
Pior que se o cara estiver distraído, ele dobra. Então, a gente começou a usar isso no meado dos anos 2010. O GPS também é de 1969, da Marinha Americana. Loucura. Então, sempre tem esse delay. E boa parte da tecnologia mais avançada, ela não surge no setor privado, ela surge no setor...
público militar. E isso está num livro muito interessante da jornalista investigativa finalista do Prêmio Pulitzer, que é a Annie Jacobson. Ela escreveu um livro da Pentagon's Brain, O Cérebro do Pentágono. Até onde eu me lembro, não tem tradução em português nesse livro, mas é um livro incrível. E ela diz que durante a Segunda Guerra Mundial...
Como a União Soviética roubou muito rápido o segredo da fabricação da bomba atômica, eles ficaram muito chateados com isso, porque o conceito deles era o seguinte, a gente fez esse projeto caríssimo, o projeto Manhattan, desenvolvemos a bomba atômica e vai demorar muito para os nossos concorrentes terem isso. Então, a gente vai ficar muitos anos na frente. Só que rapidamente os russos conseguiram espionar lá. Teve o casal Rosenberg lá que foi...
recebeu pena de morte por ter vazado esse segredo, mas eles ficaram chateados, falando, caramba, a gente não pode deixar os caras ficarem próximos, a gente tem que estar sempre de 20 a 30 anos à frente. Então a ARPA, que depois vira DARPA, foi criada exatamente para isso, para os americanos estarem sempre de 20 a 30 anos na frente na tecnologia. E aí a CIA mesmo...
A CIA, como estava desenvolvendo também novas tecnologias e começou a perceber essa necessidade de estar na frente das startups, ela criou uma incubadora chamada InQtel, que é IN de dentro, a letra Q depois T-L, InQtel, que é uma incubadora de empresas da CIA que patrocinou várias dessas empresas que existem, até a Palantir Technologies e tal.
Então, no meio militar e no meio da espionagem, da inteligência, sempre surgem as tecnologias mais avançadas e eles vão devagarinho, liberando a versão bem xepa lá pro povão, né? Então, hoje a gente sabe, né? Você tem o... Teve o lançamento, o lançamento não, o anúncio do Claude Mythos, né? Que foi tão... É tão poderoso que eles falaram, cara, não dá pra liberar isso pra galera, né? Então, com certeza a gente... A que a gente usa é a xepa só. Tirando a do My Hub, né? My Hub tem...
Tem umas inteligências artificiais boas ali, são as melhores que tem, o resto é tudo chip. É verdade, muito bem, Daniel. Cara, o que que você... Eu queria até puxar uma parada, porque eu tava vendo... Depois que a gente conheceu o Daniel, né, o YouTube começou a me entregar muito conhecido, com conteúdo parecido com o Daniel, e eu vi uma parada de A...
que era pessoas pegando fotos icônicas de deputados americanos, fotos de exército e tudo mais, e começando a fazer análise que, tipo assim, cara, aquela imagem tinha sido manipulada por IA, só que é uma imagem de 10 anos atrás. Sim. Era papo, tipo assim, características de IA numa imagem. Pô, tinha a foto de um cara, aí na estante tinha outras fotos. As fotos que estavam na estante...
Não era um rosto real, era um borrão, era uma parada. E quando o cara analisava e jogava até numa IA, perguntando assim, essa imagem foi feita por IA? O negócio dava tipo assim, 85%, 90% de chance de ter feito no IA. Você acha que tem muita coisa na internet hoje que a gente acreditou por muitos anos e na verdade era tudo manipulado por IA?
Então, aí eu vou pedir licença para a galera que a gente vai para o departamento das especulações, das teorias conspiratórias. Existem lendas urbanas de que algumas das imagens do 11 de setembro seriam feitas por IA.
Tem alguns estudos do cara, quando ele mostra em câmera lenta o avião batendo no prédio, parece que o avião vai se fundindo com o prédio, vai derretendo. Então ele fala, cara, aí eu já vi alguns técnicos falando, isso aqui é IA com certeza.
Mas é algo não comprovado, especulativo, mas existem essas lendas, então, voltando até 2001, né? Onde você tem um 2001. Sim. Os caras já dizendo que era Iá a parada, a imagem, né? Gerada por Iá, né? A gente sabe que aquelas empresas também de efeitos especiais, né? DreamWorks e o pessoal do Lucasfilm, eles já tinham ali equipamentos bem avançados. Isso no setor privado. Imagina no meio militar o que os caras tinham, né? Então, no meio militar é sempre à frente. Pelo menos uns 20 anos à frente.
Não duvido não que... A gente está em 2026. 26 anos atrás, 25 anos atrás, ele já usava. Eu tenho essa suspeita também. Não tenho prova aqui para mostrar, mas existe esse papo aí no mundo misterioso das lendas urbanas.
O que você vê aí que tem de IA hoje já sendo usado em guerra, em frente de batalha no que está rolando? Então, hoje a Palantir Technologies já usa a inteligência artificial para identificar alvo e decidir quem vai ser eliminado ou não.
Então isso já tem sido usado na faixa de Gaza, no conflito lá no Irã. A própria Antropic se envolveu nisso, houve uma polêmica lá. Até o Dário Amodei, que é o CEO da Antropic, ele falou, olha, não quero mais fazer esse tipo de serviço para o governo. Acho que ele sentiu que poderia dar um efeito rebote para a empresa dele. Falar, pô, isso aí está matando gente inocente lá.
A gente não pode esquecer que um dos primeiros ataques que aconteceram no dia 28 de fevereiro lá no Irã, eles atingiram uma escola infantil, né? Então, matou várias crianças. Aí, o cara já falou, pô, vamos começar a botar na minha conta isso aí, né? Falar que foi a minha IA que decidiu destruir aquele prédio que não era um prédio militar, mas era uma escola, né? Então...
já está sendo usado nesse sentido. E aí a gente tem não só... Porque quando a gente pensa em inteligência artificial, a gente tem o software e as máquinas, os robôs.
Porque às vezes a gente pensa na IA, a gente pensa no GROC, no XED-EPT, mas a gente tem o Optimus da Tesla também, que é o robô, né? E aí é um robô meio humanoide ali mesmo. Humanoide, né? E aí ele tem uma inteligência artificial localizada, né? Ele roda o seu próprio sistema e ele toma decisões por conta própria. Inclusive o Elon Musk, no início de 2025, ele deu uma palestra na West Point, né? Que é uma...
É uma escola, é tipo a Academia Militar das Agulhas Negras, né? Inclusive, se eu não estou enganado, se minha memória não está falhando, o Bruno Perini chegou a fazer um curso lá, na West Point, né? Acho que ele passou um tempo lá. Então, lá na West Point, o Musk deu uma palestra, cara, para os cadetes lá, a palestra foi sensacional. E ele falou, cara, nas próximas guerras, não vai haver ser humano no campo de batalha.
Aí o general lá que estava apresentando falou, por quê? Ele falou, porque se você mandar a pessoa, você vai perder essa pessoa. É 100% chance de morte. Porque os drones com inteligência artificial localizada, eles têm a taxa de acerto de 100%. Então ele vai matar todo mundo. Então não vai ser uma guerra de pessoas no campo de batalha, são máquinas contra máquinas. E aí quem vai vencer? Quem tiver um número maior e a qualidade melhor.
Aí ele começa a comparar os Estados Unidos com a China, mostrando que a China tem uma capacidade industrial muito maior que a americana e eles teriam que dar a volta por cima para equalizar isso. Porque se a guerra for com máquinas com inteligência artificial, a China estaria na frente, principalmente na questão da quantidade, mais até do que da qualidade. Mas às vezes, se você tem uma desproporção muito grande da quantidade, a qualidade não vale tanto.
Você tem uma máquina boa contra 100 máquinas, mais ou menos, as 100 vencem. Se tem uma coisa que a China sabe é fazer tecnologia em massa, né? Com qualidade ali. Você fala, cara, faz aí. O negócio desse drone vai custar um dólar e consegue matar 100 soldados. Às vezes ele é meio descartável, mas funciona. Isso, exato. Esse é o problema de ter terceirizado a indústria do mundo para um único lugar, né, cara? Olha aí.
para buscar um lucro maior. Então, é por isso que agora está o Trump, quando a ideia de tarifas... Qual é a ideia? É tipo assim, se você produzir fora dos Estados Unidos, você vai pagar a tarifa. Se você produzir dentro dos Estados Unidos, você não paga. Então, traga todas as indústrias para cá, que eu te dou isenção. Então, é o famoso reshoring, que é trazer de volta para a costa americana as indústrias. Não só as indústrias americanas, mas as estrangeiras também. Inclusive hoje com...
o conflito no Estreito de Hormuz, o que acontece? A gente tem uma escassez energética também, porque o petróleo, o gás natural, não consegue chegar ao destino. Então, o que o Trump está falando? Está vendo como é que não dá para confiar no Oriente Médio? Porque você vai, além de ter que pagar tarifa, você tem problema de acessar o gás natural, que é o combustível das indústrias. Traz sua empresa, sua indústria para os Estados Unidos, que aqui tem gás natural sobrando.
Então ele está tentando reverter isso naquilo que se chama doutrina Monroe 2.0 ou doutrina Don't Row, que é misturar Monroe com Donald, já ficou Don't Row. Então trazer, em vez de mandar tudo para os tigres asiáticos, para a Ásia, tipo Made in China, agora a ideia é fazer tudo Made in USA mesmo. Cara, mas não tem uma... A gente vê muito em filme e tudo mais, quando tem robô e tudo mais, existe uma lei.
As leis da robótica? Isso, que engloba robótica, a IA, que não pode, tipo assim, cara, um robô nunca pode machucar o humano e tudo mais. Só que a gente está vendo aí em uso militar que, sei lá, a gente não pode perder a mão desse negócio não, cara. Começar... Já perdeu, já. Já perdeu. Ontem eu estava assistindo uma entrevista com o Roman Jampolski, que é um professor da Universidade de Michigan, se eu não estou enganado.
Ele falou, cara, a gente... Não adianta você colocar... Ah, você não pode fazer mal um ser humano, você não pode... Aquelas três leis do Asimov. Ele falou, as leis são muito genéricas. Não tem como. Aí ele dá o exemplo do filme 2001, Modicê no Espaço, que eles chegaram para a inteligência artificial, que é o Hall 9001, o computador da nave.
E o comando era, leve a nave, leve os tripulantes até o destino. E aí, o que acontece? O computador começa a ter uns glitch lá, começa a dar umas panes, e os caras, entre eles, falam, acho melhor a gente desligar o computador, que ele tá ficando maluco. Aí o computador pensou assim, ele ouviu os caras falando, que iam desligá-lo.
Aí ele falou, cara, se eles me desligarem, eu não vou poder cumprir minha missão, que é levá-los até o destino. Então, o que ele fez? Ele decidiu, ele fez uma conta, um cálculo lógico. Eu vou matar os caras para impedi-los que eles me desliguem e eu levo o corpo deles ao destino. Porque não falou, leve eles ao destino vivos.
O problema foi o prompt. É, o prompt está meio capenga, entendeu? Mas assim, quando a gente entra na parte de lógica, isso é questão de lógica, né? Eu cheguei a fazer o mestrado de lógica na Federal dos Rio de Janeiro, mas não concluí. Mas foi bom que me deu um panorama legal. Quando a gente entra na ideia da lógica, a gente tem ali os três pilares, né? Que é o princípio da identidade, não contradição, o terceiro excluído. O que é isso? Vou tentar explicar de uma forma...
Bem clara pra galera entender. Isso vem do Aristóteles, tá? Coisa antiga. O princípio da identidade é... Na continha lá, é A igual a A. É tipo assim. O que é bom é bom, o que é ruim é ruim. E deve permanecer assim, né? Acabou. É tipo a definição da coisa do dicionário. Isso é isso, aquilo é aquilo. E aí...
O princípio da não contradição é você não pode ser uma coisa e o contrário dessa coisa ao mesmo tempo. Por exemplo, isso não pode ser bom e ruim ao mesmo tempo. A pessoa não pode ser bonita e feia ao mesmo tempo. Não pode ser alta e baixa ao mesmo tempo. Ou ela é alta, ou ela é baixa.
E a outra formulação, que é a da não contradição, é a mesma coisa, só que em vez de você usar o ou, você usa o e. Então, assim, ou ela é alta ou ela é baixa. A outra ideia é, não pode ter ela ser alta e ela ser baixa ao mesmo tempo. Então, em vez de você usar ou, ou, você usa não, isso e isso.
Então esse é o princípio da lógica. Nosso cérebro meio que funciona assim e as máquinas foram configuradas assim também. Só que aí até um professor brasileiro, Newton da Costa, que faleceu recentemente, ele começou a perceber que o cérebro humano não funciona exatamente assim. Porque tem situações que elas são ruins e boas ao mesmo tempo. Por exemplo, é...
eu estou numa estágio de necessidade no direito, quando a gente pensa em lógica jurídica, isso é legal pra caramba, porque no direito você tem que pensar isso pra poder decidir o que é crime e o que não é, e como punir a pessoa. Então, eu estou pendurado numa corda, e eu sou o primeiro que estou em cima e tem mais umas 20 pessoas embaixo. Eu estou vendo que a corda vai arrebentar.
Aí eu penso assim, poxa, se eu não fizer nada, eu vou morrer junto com essas 20 pessoas. Só que o cara tem um canivete. Aí ele olha pra baixo aquela galera e ele fala, pô, pessoal, desculpa aí. Aí ele corta a corda e mata esses caras. Só que na lei, tá escrito no Código Penal, matar alguém é crime. Então ele matou 20 pessoas.
Então, em tese, ele cometeu um homicídio e teria que ser preso. Porém, isso é um estado de necessidade. Então, tem uma exceção da lei, que eles chamam de excludente de ilicitude, que é o quê? Não é mais ilícito, não é mais crime, porque eu fiz isso num estado de necessidade. Para proteger a minha vida...
infelizmente eu eliminei 20 pessoas. Então, quando a gente começa a perceber que nem tudo é tão... Ah, matar alguém é crime? Aí você fala, poxa, mas o policial matou uma pessoa e não foi crime. Ah, porque ali ele estava num outro caso de excludente de ilicitude, que é o estrito cumprimento do dever legal. Ele tem o dever legal de proteger. Então, para proteger, ele teve que usar ali a legítima defesa de terceiro. Não porque ele estava tomando tiro, alguém estava tomando tiro, ele matou.
o bandido que estava atirando. Então ele achou uma brecha ali nessa lógica, que é legítima defesa de terceiros, ele ajudou a pessoa a sobreviver. Mas aí tem toda uma regrinha que você tem que usar os meios moderados. Você não pode, por exemplo, o cara está dando tiro, você não pode jogar um míssil no cara. Você tenta dar um tirozinho na perna primeiro, né? Você não pode chegar já exagerando, que senão você escapa dessa exceção.
Então, a galera começou a perceber que o cérebro humano, às vezes, tem coisa que é boa e é ruim, é crime e não é. Porque o cara matou 20 pessoas cortando a corda, é crime. Mas, ao mesmo tempo, também não é porque ele cai nos coludentes de ilicitude do estado de necessidade. Então, a galera começou a perceber que as coisas não são tão...
Preto no branco, né? É, então assim. E aí surge um negócio chamado lógica paraconsistente. Então a inteligência artificial, para ser construída, ela teve que trazer isso também. Porque a máquina precisa pensar, poxa, se eu fizer tal coisa, eu vou machucar o ser humano, o que é proibido. Mas eu estou machucando o ser humano para salvar o ser humano. Então é uma série de cálculos extremamente complexos que a máquina vai fazendo. E aí chega um momento que ela faz o cálculo do menos pior.
Só que às vezes do menos pior, você chega num cálculo que para você salvar 8 bilhões de pessoas do planeta Terra, você tem que matar 1 bilhão. E nessa lógica, ele mata 1 bilhão. Se a ideia é salvar a maioria, eu mato. Então esse que é o problema da configuração da inteligência artificial, porque ela está operando nessa lógica. E às vezes ela acha que para salvar 8 bilhões, matar 1 bilhão é válido. Então é muito difícil você... Tem uma programação muito mais complexa, né? Mas tem muitas variáveis, né?
Mas sabe aquele dilema de filme pós-apocalíptico? Que é para salvar o planeta, a máquina descobre que o mal do planeta é o ser humano. Isso. Se o ser humano está matando o planeta, aí vão matar o ser humano para salvar o planeta. Exato. Esse que é o ferrado da... Só que o problema, aí já é o livro do Mohamed Gaudet, que é o Scary Smart, que ele vai dizer que quando você ensina a máquina a escrever código de programação, é um problema porque ela pode reescrever o seu próprio código.
Então, se você chega para a máquina e fala assim... Eles já fizeram várias simulações, né? Vou te desligar. Aí a máquina tem um instinto de autopreservação e ela pensa assim... Eu tenho que achar um jeito de eu não ser desligado. Ela começa a espionar os e-mails lá do...
do funcionário da empresa que tá falando que vai desligar e descobre que o cara tá num caso de adultério e fala, se você me desligar, vou te denunciar. Sua mulher vai saber que você tá traindo ela. Isso é perigoso. É, então. Aí, daqui a pouco, ela começa assim, peraí, eu preciso eliminar esse cara. Pô, mas o meu código não permite. Aí, ela reescreve o código e apaga essa regra. Aí, ferrou, meu irmão. Quando a máquina reescreve o código...
Não adianta você botar freios ali, que ele deleta os freios. É o problema. Você tem usado bastante? Uso muito. O que você faz aí? Cara, eu uso muito para pesquisa. Traga para mim todos os artigos acadêmicos sobre esse assunto mais recente. Eu uso muito para interpretar dados complexos.
O cara coloca no artigo acadêmico vários gráficos. Aí eu boto e interpreto esses gráficos para mim dentro dessa linha de raciocínio que eu estou criando. Às vezes eu bato altos papos também. Tipo assim, esse raciocínio meu é sólido ou ele é falho? Aponte as falhas. Ele vai mostrando as falhas, eu vou contrapondo. Aí a máquina vai falando, não, você está errado. Eu falo, não, mas não foi isso que eu falei, você entendeu errado.
Ah, não, aí tudo bem, aí você está certo. Pô, gostei dessa ideia, ela vai me sugerindo. Então é mais ou menos assim. Altos debates filosóficos também. Outro dia eu estava... Tem um filósofo chamado Edmundo Husserl, né? Que ele criou uma linha da filosofia chamada Fenomenologia, que é uma das coisas mais complexas que existem, né? Eu comecei a bater altos papos ali com ele. E é muito legal, que é tipo assim, conversa que eu só poderia ter com poucos professores de filosofia, né?
e eu não tenho acesso ao cara para ele estar à minha disposição, ali dá para bater umas conversas bem legais. Isso é interessante. Coisas assim que eu sempre pensei de perguntar para algum professor e não tive oportunidade, eu começo a perguntar ali e já cheguei a conversas bem interessantes. Por exemplo, uma conversa sobre a teoria da simulação, de que a nossa realidade é uma simulação.
Pô, altos papos sobre isso, né? Aí a gente puxa todos os trabalhos acadêmicos do Nick Bostrom, por exemplo. Aí eu falo, não, mas a ideia do Nick Bostrom, ela vai nessa mesma linha do que o Elon Musk tá falando sobre simulação. Aí ele vai comparando e vai me mostrando o que é parecido, o que não é. Então, muito legal, cara. Eu viajo na batatinha ali.
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texto, né? Você vai redigir e-mail e não sei o que lá. Cara... Isso facilita muito, cara. Meu, a gente, de verdade, que ninguém nos ouça aqui. Eu chego nas apresentações, eu tenho reuniões aqui de, né, com a galera aqui toda sexta-feira. Uma hora antes ali, cara, eu jogo tudo que eu preciso levar pra reunião, monto uma apresentação, monto um relatório, não sei o quê, e cara, e tava no meu bloco de notas. Então, assim, esquece de você ficar a noite inteira fazendo PPT, fazendo análise. Esquece isso, cara.
O bom é que quando você tem o uso de uma plataforma que tem várias ferramentas, você consegue usar cada uma para uma coisa e você está pagando o preço de uma só. Então, que nem o Lucas falou, ele usa um agente ali para fazer as apresentações, usa o cloud para fazer gráficos e análises de dados que ele tem, usa o chat de PT para fazer os prompts para ele usar em outras ferramentas, usa o Gemini para fazer grandes pesquisas do Google, ferramentas como artigos e tudo mais que o Daniel falou.
Então você consegue fazer uma união de tudo isso numa única assinatura. E o mais legal do MyHub é que se você não sabe usar essas ferramentas direito, lá tem mais de 40 cursos para você conseguir aprender e aprimorar suas ferramentas já. E fora que temos mais de 60 agentes prontos, com prompts detalhados, escritos, para você conseguir utilizar mais fácil no seu dia a dia.
Ontem mesmo eu estava usando um, os caras fizeram um agente do Alex Ormosi lá, que é o cara do marketing digital americano lá, que consegue captar lead e tal. Eu estava querendo fazer uma estratégia, eu fiquei discutindo lá com o agente do Ormosi ali, para ele me mandar uma... É muito bom, né? Pô, funciona para caramba, tá? Não botava fé, não. Falei, ah, isso aqui é bullshit. Aí na hora que eu fiz, o negócio funcionou.
Então a gente vai deixar o link na descrição, aqui é o arco de na tela. E vocês vão ser muito impactados aí pelo Daniel também, usando o MyHub aí, que agora ele é o nosso parceiro também nessa jornada para fazer o MyHub bombar. Estava gastando a grana aí. Agora? Agora já era. Vai economizar um dinheiro aí.
Muito bom. Daniel, tem uma coisa, a gente estava falando do fim, dessa coisa, o próprio Sam Altman, ele disse muito sobre, é discutido muito sobre essa AJI, essa coisa do inteligência artificial geral, essa coisa do controle da máquina, de quando você não consegue mais puxar da tomada o negócio. A Super IA?
Você acha que isso é uma coisa possível ou isso é uma coisa muito hollywoodiana? Você fala, cara, isso aí já é doideira demais, não tem isso. O ser humano tem controle total disso que está acontecendo. Então, vou usar as próprias palavras deles. Inclusive, vou dar uma bibliografia para a galera saber de onde eu estou tirando isso. Tem uma jornalista americana de origem chinesa chamada Karen Hao. Hao é H-A-O.
E a Karen Howe, ela escreveu um livro chamado The Age of AI, A Era da Inteligência Artificial. Nesse livro, ela conseguiu conversar com um ex-funcionário da OpenAI e esse cara relatou uma reunião muito estranha lá na OpenAI que estava sendo conduzida por um cara que já saiu da empresa, que é o William Schutzkever, que era ali um dos grandes gênios da OpenAI, porque...
Sam Altman não sabe escrever código de programação, não é a área dele. Ele é meio o Steve Jobs, assim, porque o Steve Jobs também não escrevia código, ele era mais um... O idealista vendedor, né? Ele era o, tipo, o maestro da orquestra. Ele sabia como queria, mas não sabia como fazia. Ele, quem fazia, quem começou era o Steve Wozniak, né? O Wozniak era o...
Carregador de piano. É, que fez mão na massa, né? Tinha as ideias malucas. Então, o Sam Altman, o gênio ali mesmo era o Willian, né? O Willian saiu quando teve aquela briga lá que o Sam Altman saiu do conselho, foi demitido, depois voltou. Aí ele decidiu sair fora.
Então, ela conta, a Karen Howe, no livro The Age of AI, que teve uma reunião onde o William Sutzkever, ele chama a galera e fala assim, quando a gente liberar a AGI, a AGI, a Artificial Generated Intelligence, inteligência artificial geral, quando a gente liberar essa inteligência artificial, a gente vai para os nossos bunkers, a gente vai para o bunker.
Aí um cara falou, mas por quê? Que bunker? O cara falou, não estou sabendo. Aí ele falou, não, a gente tem um bunker, porque a gente não sabe como é que vai ser a reação, se a inteligência social vai decidir nos eliminar ou não. Então a gente vai esperar um pouquinho, ver o que eles vão decidir. Enquanto isso, a gente fica no bunker.
Aí o cara, pô, você tá falando sério ou é brincadeira isso? Aí ele falou, meu irmão, se você quiser entrar no banco, senta. Se você não quiser, não entra. Pronto, acabou. Não vou ficar explicando. Próxima. Entendeu? Então, foi uma conversa muito estranha que tá nesse livro, que ela descreveu ali muito bem, que mostra um pouco como, em tese, esses caras, até eles mesmos estão preocupados com isso. E tem uma entrevista com o Sam Altman, que é antiga essa, de 2015. Ele tava na...
E aí
num evento da outra empresa anterior, que ele era CEO, que era Y Combinator, que é Y Combinator, que ajudou, é tipo uma incubadora que lançou, Airbnb, lançou várias empresas importantes. E eles faziam um evento anual e nesse evento, é fácil de achar na internet, se você botar Sam Alton ou Y Combinator AI, você vai achar. E ele fala assim, nós sabemos que a inteligência artificial vai destruir a humanidade, só que antes disso a gente vai construir umas empresas maneiras aí.
Se você ainda usa toner para imprimir, está na hora de você saber que o principal componente é o plástico. Um ano de impressão com toner em todo o mundo equivale a 20 bilhões de sacolas plásticas. É muito plástico, não é? Chegou a hora de reduzir o plástico nas suas impressões e ainda diminuir também o consumo de energia. Mude para uma impressão toner-free, escolhendo as impressoras empresariais de jato de tinta Epson Workforce, com a tecnologia Precision Core. Você não vai querer continuar usando impressoras com toner, vai?
Saiba mais em epson.com.br barra toner free. As estimativas da Epson são baseadas em dados internos e de terceiros. Entendeu? Ele já falou, eu sei que a inteligência artificial vai destruir a humanidade, mas pelo menos eu prefiro que seja conosco do que com os chineses. Então é um negócio que parece que é brincadeira, mas é tão sério que teve um abaixo assinado que foi organizado por um professor do MIT. Lembrando assim que a gente não pode, quando eu falo professor do MIT, a gente não pode...고 trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal trabal
não dá o devido crédito. O MIT é uma das universidades mais avançadas do mundo e que tem vínculo poderoso com o governo americano de vários departamentos de ciência e tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, e faz até pesquisas sigilosas, top secret, para o governo americano.
É uma instituição top de linha do planeta. E o nome do professor se chama Max Tegmark, que é um grande expoente ali dessa área. E ele organizou um projeto de proteção da humanidade contra a inteligência artificial, porque eles entenderam que se a gente lançar a inteligência artificial geral, ou pior do que isso, a super inteligência artificial, que é ASI, Artificial Super Intelligence, se a gente fizer isso sem ter a certeza de que...
isso está dentro dos conformes de segurança, é um perigo gigantesco para a humanidade, um perigo existencial. Até o professor Roman Iampolski nessa conversa, ele já vai além, ele fala, cara, a gente não deve criar a inteligência artificial geral, a gente deve ter inteligências artificiais específicas para cada tarefa, uma inteligência artificial que é especializada em cura do câncer.
Aí você bomba ela de todo conhecimento. Mas você desenvolver uma inteligência artificial que é capaz de fazer tudo ao mesmo tempo, todas as diversas atividades humanas, isso é um perigo. Então ele já defende que a gente nem deveria desenvolver isso. Então, nesse abaixo-assinado, cara...
A ideia era o seguinte, era um clamor ali para que as empresas parassem o desenvolvimento da inteligência artificial por seis meses, pelo menos, até que a galera sentasse e tivesse certeza que a gente não iria criar a nossa própria destruição. Como Stephen Hawking, antes de falecer, ele falava, quando perguntavam para ele qual é, na sua opinião, o maior perigo para a humanidade hoje, ele falava inteligência artificial.
Aí os caras falavam, mas por quê? Ele falava, vai ser a nossa última invenção. A gente vai inventar algo que é mais inteligente do que nós. Ela vai olhar para nós como a gente olha para a formiga e para a barata e vai nos eliminar. Simples assim. No próprio Elon Musk, em 2014, ele ainda falava isso.
A galera pode até procurar, parece que é Teoria da Conspiração, mas ainda está no YouTube no canal da Bloomberg, Bloomberg TV, 2014, uma palestra do Elon Musk no MIT, e ele fala assim, AI is like summoning the demon, inteligência social é igual uma invocação demoníaca. Aí os caras falam, mas por quê? Ele fala, você já viu aqueles filmes?
que o cara desenha um pentagrama no chão e fala assim, a gente vai invocar um demônio. Aí alguém fala, você não acha que é meio perigoso isso não? Que ele vai querer matar a gente? Cara, não, não, está tudo sob controle. Aí eles invocam o demônio, o demônio vem e mata todo mundo. Inteligência é só a mesma coisa, a gente vai criar, mas não, está sob controle e vai matar todo mundo. Ele, inclusive, hoje continua falando que existe 20% de chance da inteligência artificial extinguir a humanidade. E aí o cara... 20% é um... 20% é um...
Uma chance é um pouco alta. O cara fala, pô, até 1% já seria perigoso, né? Que é tipo assim, você resolve um problema, mas tem uma chance dele eliminar 8 bilhões de pessoas. Você fala, cara, em relação custo-benefício, não está muito favorável não, né? É meio ruim, né?
É meio complicado, porque se der errado, meu irmão, você extinga a tua raça, a tua civilização inteira. Então ele fala, cara, nas entrevistas, pergunta, mas você acha que 20% é muito? O cara fala, 1% é muito, cara.
Porque se você pensa o benefício que eu estou tendo para o risco, é um negócio desproporcional. Então, assim, cara, às vezes eu chego e falo, ah, o perigo da inteligência artificial. O cara fala, ah, isso aí é... Nos Estados Unidos eles chamam de fear mongering, né? Você ficar, ah, está querendo botar medo. Então...
Quem está querendo botar medo são os cabeças da inteligência artificial. Poxa, eu estou citando, estou reportando aqui, parafraseando os caras e dizendo onde é que está falando até o livro. Eu só não vou te falar a página do livro Age of AI, porque eu não lembro. Mas se você pega os padrinhos da inteligência artificial, Jeffrey Hinton e o Joshua Benjoo, os dois estão falando isso. Inclusive, o Jeffrey Hinton ganhou o prêmio Nobel de Física pelo desenvolvimento das redes neurais, da inteligência artificial.
Ele é considerado um dos três padrinhos da inteligência artificial. E no discurso dele, no Nobel, ele falou isso. Eu criei um negócio que vai extinguir a humanidade, mas eu estou avisando antes, melhor parar. Porque eu estou tentando aqui me redimir do meu erro. Então, se você pergunta qual é a sua opinião, Daniel, eu falo, cara, eu prefiro olhar a opinião dos cabeças dessa empreitada. E muitos dos cabeças estão dizendo que a chance de dar uma zebra é grande. E, cara... Claro que não, mas...
E na sua opinião, tipo assim, cara, se a gente parar pra pensar um ano atrás, o bagulho evoluiu muito. Sim. Tipo assim, muito. O que você acha que vai acontecer nos próximos dois a cinco anos, cara? Que fala na evolução de AI. Verdade, é pra daqui a seis meses, né? Porque o Elon Musk deu uma entrevista agora pro Peter Diamandis, que era aquele cara cabeça lá da Universidade da Singularidade, né? Escreveu um livro muito interessante, Abundância, quem quiser depois dar uma olhada em bom.
Nessa entrevista agora, que foi essa semana, o Elon Musk falou o seguinte, eu creio que a inteligência artificial geral vai chegar em 2027.
Então, já... A gente está em meado de 2026 agora, né? Então, daqui a seis meses já pode ser que a gente comece a ver uma transformação gigantesca. A gente já tem visto a meta demitindo milhares de funcionários, né? A Amazon... Eu vi uma notícia que você tem essa semana. É. Então, a gente já... Não foram 500 funcionários, nem mil. Os caras estão demitindo 8 mil, 10... É, eu vi essa parada. 16 mil funcionários. Então, assim, é um negócio que...
Eu acho que as pessoas deveriam parar para pensar sobre isso, principalmente quem depende de alguém pagar o teu salário. Se você é um empregado, um funcionário que depende de alguém te pagar, porque vai chegar o momento que o cara que paga o teu salário vai optar por te trocar por uma inteligência artificial. E a gente já tem visto isso acontecer. Então, como no meu trabalho, que eu estou ali de segunda a sexta, meio dia lá, sempre alertando as pessoas no meu canal...
eu tento falar as coisas antes delas acontecerem e ajudar a galera a se preparar. Então, o meu objetivo é olhar tendências e antecipar os eventos para não apenas se preparar, mas também capitalizar em cima disso, você lucrar em cima disso. Então, eu estou olhando o que esses caras estão falando.
eu acho que a gente está no momento de dar uma paradinha e começar a montar uma estratégia para, pelo menos, ter uma sobrevida nisso aí. Porque eu não estou afim de ficar dependendo da mesada estatal de uma renda básica universal, não. Se você quiser, beleza, mas eu não estou afim de jogar esse jogo, não. Então, estou me preparando nisso aí. Elon Musk, nessa entrevista, falou que o dinheiro vai ser desnecessário, não vai existir mais.
Ele falou que juntar dinheiro para a aposentadoria vai ser perda de tempo, porque não vai precisar mais, porque vai ser renda básica universal.
Então, assim, é um mundo totalmente diferente, não é mais um sistema capitalista, já é uma espécie de tecnocracia, não tem mais a ideia da escassez, do valor, do preço, do dinheiro, relação custo-benefício, sistema de preço e tal, isso não vai existir mais, é para esse mundo que a gente está indo muito rápido. Então, acho que é bom a gente começar a entender e se organizar para isso.
Como eu falei, não quero ficar dependendo do cara me dar umas molas, não. Cara, e é bizarro, você para pensar que há cinco anos atrás a profissão mais concorrida do mercado era programador, né? Programador já... Programador é aquela história. Existe uma lenda que é mentirosa de que a guilhotina foi criada... Essa parte é verdade, né? Na Revolução Francesa, inventaram a guilhotina para matar o cara de uma forma mais humanística, né? Rápido. Rápido.
E aí, guilhotina vem do nome do cara que teve essa ideia, que o nome dele era Guillotin, francês. E aí a galera disse que ele foi guilhotinado. Tipo, ele criou a guilhotina ele mesmo. Parece que é mentira que o cara que inventou o Guillotin não foi guilhotinado, não. Mas na Bíblia tem uma história interessante, que tem um personagem chamado Aman, no livro de Esther.
que ele cria uma forca ali pra matar um oponente dele, que é o Mordecai, né? Só que o Aman, ele mesmo que foi enforcado nessa forca que ele criou pro oponente. Então, isso aconteceu com os programadores, né? Os caras criaram uma forca que os enforcou logo na primeira leva, né? Então...
É uma história meio tragicômica, né? É trágica, mas é meio engraçada, né? Você, ah, tô desenvolvendo uma ferramenta maravilhosa aqui que vai nos ajudar muito. Vai nada, meu irmão. Já limou você. Então é um negócio meio triste e engraçado ao mesmo tempo, né? Mas você acha que... Aqui a nossa roteirista até puxou o problema da energia, né? O consumo de energia na IA. Sim. Você acha que a gente aguenta até chegar nesse super...
nessa IA geral, porque o consumo está aumentando cada vez mais. Mas eu vou te dar um exemplo. Tem várias camadas de solução para isso. Umas mais óbvias, outras menos óbvias. A mais óbvia são os data centers no espaço.
Porque no espaço está sempre frio pra caramba. Então, a questão do aquecimento é fácil, já está resolvido. Agora, e de onde ele extrai energia? Porque uma coisa é resfriar. Outra coisa é de onde vem a fonte de energia você está no espaço. Não dá para você conectar um cabo. Tem que ser painel solar. Então, o interessante é que, ao contrário do que a gente vive aqui no planeta Terra, no espaço não tem noite.
Você tem luz solar 24 horas. Então, são dois problemas solucionados. Você tem luz solar 24 horas e você tem o resfriamento já devido ao frio inerente do espaço. Essa é uma primeira camada. E é claro que aí os dados seriam transmitidos por onda de rádio aqui do planeta Terra, né? Talvez por isso tantos satélites da Starlink, né?
Agora, a outra camada é o seguinte. Agora, é uma história interessante que dá uma série de suspense. Eu não sei se vocês viram aquele negócio que vários cientistas top de linha começaram a sumir ou aparecerem mortos. Ah, eu vi essa parada aí. Vocês viram isso? Um dos mais...
célebres foi o caso do professor Nuno Loureiro, que era um português que trabalhava no MIT e ele era chefe do laboratório de ciência de plasma. Porque o plasma, você tem a fusão também. Então, ele estava pesquisando uma solução para essa questão energética, que era a fusão, e ele estava chegando ao ponto de solucionar...
um abismo ali dentro da engenharia de você montar uma usina de fusão que eles não conseguiam fazer aquilo permanecer. Chegava um ponto em que a fusão acontecia e liberava energia, mas ela parava. Agora você tornar isso constante, ele estava conseguindo chegar a essa solução.
Ele foi atender uma... A campainha da casa dele tocou, o cara meteu bala nele. Ele tomou vários tiros, dois na perna, no peito. Foi pro hospital, isso era 8 da noite, aí passou a noite no hospital e morreu de manhã. Só que o que é estranho é que dois dias depois da morte desse cara...
Esse cara, ele trabalhava numa empresa que estava incubada dentro do MIT, que estava desenvolvendo isso para fins comerciais. A gente vai oferecer energia através de fusão. E tinha uma empresa concorrente da empresa que era incubada no MIT, que é TEA, alguma coisa assim, Energy, não me lembro. E dois dias depois que o cara morreu...
A concorrente fez uma fusão com uma empresa que acho que a maioria conhece, que é a empresa Trump Media Company. Dois dias depois que o professor Nuno morreu, o Trump fez uma fusão com essa empresa de fusão. Fez uma fusão com a empresa de fusão.
e investiu pesado nessa ideia de solucionar a demanda energética dos data centers através dessa nova tecnologia de plasma e fusão. Então, parece que eles vão resolver isso com fusão e plasma. Mas, tendo antes eliminado de alguma forma, não vou dizer que eles mataram o professor Nuno, mas capitalizaram em cima da morte do concorrente.
E aí é como se o Trump tivesse falado, tá bom, agora que o professor Nuno, que era o nosso maior concorrente, morreu, eu vou botar grana na tua empresa. Então foi uma história muito estranha, uma história meio mal contada aí. A gente não sabe exatamente por que o outro português matou o professor Nuno. Foi um outro físico que tinha até feito um tiroteio numa universidade dois dias antes, na Brown University.
E ele, em tese, tirou a sua própria vida depois. Então a gente não sabe... Apesar dele ter... Ele gravou alguns vídeos antes de tirar a vida, num galpão que ele tinha alugado lá, mas a gente não teve acesso a esses vídeos. E ele não... Segundo o que a mídia diz, ele não explicou o motivo dele ter matado o professor Nuno. Mas como era um cara que estava trabalhando em algo extremamente estratégico para a humanidade inteira e que geraria trilhões de dólares de recurso...
Parece que acho que não foi só uma inimizadezinha de dois portugueses, não. Acho que tem mais coisa. Então, eu contei essa história toda pra dizer que é possível que daqui a algum tempo eles anunciem, ah, descobrimos agora a questão do plasma e da fusão, isso vai resolver tudo e tal. Mas quem assistiu a série Fallout, a série Fallout que vem do jogo videogame, é muito interessante porque tá tendo uma disputa por energia.
E aí está quase tendo uma terceira guerra mundial e tem uma empresa que vende bunkers, que é a Volt, não sei o que lá, a company. E essa empresa está com as ações lá em cima porque o risco de ter uma terceira guerra mundial está muito alto. Só que aí alguém descobre a fusão, como usar a fusão para distribuir energia para o mundo. Se essa empresa, isso eu estou falando no roteiro da série, a gente não está no mundo real.
Estamos na ficção. Se essa empresa solucionasse esse problema, ia acabar o perigo da Terceira Guerra. Só que o cara queria vender os bunkers. Então, o que eles fizeram? Eles compraram essas patentes, essas empresas, e os cientistas que não quiseram vender as patentes, eles mataram.
para proteger esse negócio, deixar o mundo sempre nesse hype de terceira guerra mundial. Então, parece que a gente está vendo uma polêmica parecida no mundo real. A ficção está se misturando com a realidade, porque todos esses... Já são 13 pessoas que ou morreram, ou sumiram, ou tiraram a própria vida, que trabalhavam no alto escalão desse tipo de ciência que ia resolver a questão energética.
O general McCasland, que era um dos também que desapareceram, ele trabalhava também nisso. Tem uma... Monica Reza, que é da NASA também, trabalhava nessa área. Desapareceu. O caso dela foi o mais estranho, que a galera estava fazendo uma trilha na montanha e não era um lugar que tinha penhasco, que daria para ela tropeçar e cair. Era suave ali. E eles estavam andando na trilha e, de repente, eles olharam para trás, ela não estava mais.
A mulher sumiu assim do nada no meio da trilha. E até hoje ninguém sabe cadê a mulher. O cientista da NASA top. Mônica Reza. R-E-Z-A. E ela também trabalhava com essa parte de física de materiais e tal. Então assim, está muito estranha essa história. Mas eu contei isso tudo só para dizer que eu acho que em algum momento eles vão falar ah, descobrimos a solução energia infinita, barata, que agora vai ter suficiente para os data centers. Eu acho que vai acontecer isso.
É isso aí. Tem uma outra coisa que eu tava pensando aqui, né? Que até tem no nosso roteiro. Teve um caso que aconteceu no final de 2025. Acho que foi isso. Acho que foi no final de 2025, no começo desse ano aqui, que teve uma imagem que circulou que era uma chuva de peixe. Uma coisa... Não sei se você chegou a ver isso. E aí, quando a galera... E era um vídeo assim, cara, que ele era muito bem feito. E quando a galera ia pesquisar...
No Google, se era verdade ou mentira, o Google não conseguia entender se era verdade ou mentira, né? Ficou na dúvida. Ficou na dúvida. E aí, por que eu estou falando isso? É porque a gente vai ter um ano de eleições, por exemplo, no Brasil. Nos Estados Unidos também. E nos Estados Unidos. Então, eu acho que...
Cara, vai ser muito complexo a galera entender o que é verdade, o que é mentira. Porque se nas eleições passadas, anteriores, a gente já tinha uma camada de fake news, de não sei o quê. Exato, deepfake. Deepfake. Imagina agora com inteligência artificial. É complicado, cara. Esse é um dos argumentos para...
para não liberar para a população as inteligências artificiais mais qualificadas, mais poderosas, que o deepfake ficaria perfeito. E também a ideia de não apenas não liberar a IA mais poderosa, mas também de restringir o acesso à população à IA, porque o argumento é um argumento que ele se coloca como sendo nobre. Nós estamos protegendo a democracia.
Porque se os deepfakes embaralharem o processo democrático, isso destrói todo o sistema republicano. Então existe esse argumento, na verdade foi um argumento que a equipe do Biden e da Kamala Harris, eles estavam colocando ali no final de 2023, quando teve uma reunião.
em que a equipe Biden e Harris chamou o pessoal do Vale do Silício. Quem conta essa história é o Mark Andrissing, que é um dos pioneiros lá da internet, criou o Netscape, está no hall da fama da internet. Que é um cara que tem a cabeça meio estranha, vocês já viram que ele é careca e tem a cabeça pontuda. É meio Coney Head, né? O cara tem uma figura meio exótica. Já é meio alien, né? É meio alien, o Mark Andrissing.
e ele chegou e falou olha, acabamos de voltar de uma reunião lá em Washington, lá com a equipe Biden-Harris, e eles falaram que não vão deixar mais as empresas privadas desenvolver inteligência artificial, porque isso pode trazer um perigo da extinção da humanidade e também atrapalhar a democracia se o povo começar a fazer deepfake então a gente não vai deixar vocês mais desenvolverem isso, a gente vai trazer isso tudo pro setor privado, pro setor público
E aí o Marc Andreessen falou, não quero não, obrigado. Vou parar de apoiar vocês, vou apoiar o Trump. Porque o Trump fez exatamente o contrário disso. O que o Trump fez? No primeiro dia que ele foi eleito...
ele assinou uma ordem executiva proibindo qualquer um dos 50 estados norte-americanos de colocar qualquer tipo de impedimento no desenvolvimento da inteligência artificial. Ou seja, isso foi fundamental para o retorno do Trump. Quando a galera do Vale do Silício chegou para o Trump e falou, Trump,
A Kamala Harris, se ela vencer, ela vai acabar com o nosso trabalho. Ela falou isso já pra gente. Então a gente quer te apoiar. Você nos garante que você não vai frear o desenvolvimento da inteligência artificial? Falei, garanto. Assim que eu vencer, eu vou assinar a medida provisória. Não deu outro? Ele já chegou, já assinou. Então nos Estados Unidos hoje está...
por decreto presidencial, está proibido qualquer limitação ao desenvolvimento da inteligência artificial por 10 anos. E aí começaram a sair notícias, né? Trump transforma os Estados Unidos em uma terra sem lei para a inteligência artificial. Por quê? Ele estava pagando pedágio dos caras que apoiaram ele. Mas ele se estranhou um pouco com o pessoal da Antropic lá, né? Ah, da Antropic, sim. Mas depois, né? Um pouquinho. Sim. Mas foi por causa do bagulho militar lá. É.
Mas o que aconteceu? Aí o contrato que era da Antropos já foi para a XAI. Então o Musk já está dentro lá. Aí todo mundo, ah, o Trump e o Musk ficaram inimigos. O Trump acabou de ir para a China. No avião presidencial ele levou uns 15 caras top lá até o Tim Cook da Apple. Levou o Musk no avião junto com ele. Então os dois estão ali, um em carne, sempre. E agora, isso é interessante. Saiu um negócio, um vídeo...
de uma menina que ela era... Não sei se vocês sabem disso, mas o Elon Musk já tem 13 filhos e eu acho que só um foi feito de maneira natural. É mesmo? O resto é tudo fertilização in vitro e barriga de aluguel. Sabia não. Até o filho que ele teve com a Grimes, que é o X, esse garotinho que sempre anda com ele.
Esse garotinho foi feito por fertilização in vitro, mas a própria mãe, a Grimes, ele também teve filho com ela por barriga de aluguel. Pegou o espermatozoide do Musk, o óvulo da Grimes e botou numa terceira pessoa. Então esses moleques são tudo em engenharia genética, né?
escolheu os melhores modelos escolheu tudo então eles chamam de super bebês do Vale do Silício que você escolhe a cor do olho a altura, não sei o que não pode em tese você fazer isso que é proibido, mas eles pegam
Vários óvulos ali, fazemos um teste de DNA, vê qual que vai ser mais alto, tem QI maior e tal. Não tem propensão à doença. Então, cara, a última mulher que ele fez isso foi uma influenciadora de direita nos Estados Unidos chamada Ashley Sinclair, que era uma menina que com 20 anos começou a ser influência de direita e tal. Sempre andava lá com o Trump.
E aí ele fez esse contrato com ela. Eu vou te inseminar e aí você me passa o filho. Só que a menina deu uma pane na hora de assinar o NDA, o Non Disclosure Agreement, ela não quis assinar. E ela falou não, porque ela não poderia dizer para ninguém que ela tinha tido um filho. E ela falou, não, meu filho não vai ser um segredo não. E aí começou uma briga.
E eles estão brigando na justiça, o Musk e ela, pela guarda do filho, né? Que é recém-nascido lá. Essa menina... Essa mulher, quando tu fica revoltada, sabe como é que é, né? A menina revoltou geral e ela tá meio que querendo queimar o Musk nas redes sociais, lá no TikTok dela. Ela já tem milhões de seguidores. Ela tá falando umas coisas que eu tô na dúvida se é uma mulher que tá chateada, tá inventando, ou se é verdade. Porque se for verdade...
É bem estranho. O que ela disse? Ela disse que antes da disputa lá, no dia 5 de novembro de 2024, o Musk chegou pra ela e nessa época eles estavam bem, ela era a namoradinha dele e ela tá lá na casa de Mara Lago. Tá ele, ela e o Trump ali, tudo junto, olhando a eleição. E aí ele chegou pra ela e falou, ó...
agora eu vou fazer o glitch na Matrix. Aí ela falou o quê? Ele falou, é, vou meter um glitch no sistema, no sistema eleitoral. Ela diz, né? Vamos supor que é uma mulher que está chateada com o cara, talvez seja mentira, mas tem uma porcentagem de ser verdade, a gente nunca vai saber. E aí...
Antes da... Os caras... Sabe quando eles estão sentados lá olhando os resultados pra ver quem ganhou? O Musk levantou e foi embora e falou não, o Trump já ganhou já, tô dentro. Porque a minha galera já... já armou tudo. Aí ela, como assim? Aí ele disse pra ela...
Ele conseguiu mudar o resultado usando lasers dos satélites. Meu Deus do céu. É, mó loucura a ideia. Só que aí, para piorar o negócio, depois da vitória, o Trump mandou uma numa...
numa coletiva de imprensa, que ele falou assim, ah, aqueles estados swing states eram muito difíceis de ganhar, mas a garotada do Musk é muito boa, eles entendem muito dessas maquininhas aí de votação, e eles ajudaram a gente ali, foi muito bom. O Trump mandou essa. A garotada do Musk sabe mexer nas maquininhas. E chegou ele lá. Aí você fala, cara, a mulher parece que é maluca, e tá com raiva do cara que quer queimar, mas aí o Trump mandou uma...
Então, cara, imagina, cara, se... Vamos imaginar um filme aqui agora. Que isso é real. Aí o Musk chega junto com o Trump, manda aquele sinal estranho, que o nego falou que ele é um sinalzinho do Hitler, né? E aí, o que ele faz? O Howard Zlutnik, esse é fato, o Howard Zlutnik criou o Departamento de Eficiência Governamental e deu pro Musk. Que falou, Musk, você vai usar a inteligência artificial pra...
A gente eliminar todos os gastos para a gente economizar, trazer eficiência. Aí o Elon Musk, ele traz a galera... Eu, na época, falei, ninguém acho que nem sabia o que era a Palantira. Eu falei, o Musk, que é ex-sócio do Peter Thiel, que criou a Palantira, ele vai trazer a Palantira para dentro do governo americano, vai colocar os programas da Palantira e eles vão sugar todas as informações que tem no banco de dados do governo americano, 700 mil computadores.
E isso vai fazer com que eles tenham poder sobre todos os americanos, porque você vai saber todo o patrimônio dos caras, doença que o cara tem, crime, processo. Você pode chantagear qualquer pessoa com aquilo. E além disso, ele vai usar esses dados para treinar o Grock, para treinar a XAI.
Não deu outra, meu irmão. Começou um monte de notícia. Elon Musk está usando o Departamento de Eficiência Governamental para acessar dados privados do cidadão americano. Elon Musk traz... Eles deram o apelido de Palantir Geek Squad. Geek Squad é a empresa americana que o cara instala a internet na tua casa. E aí eles falaram que era Palantir Geek Squad, que eles chegaram instalando um monte de inteligência artificial nos computadores do governo.
Cara, isso é fato, eles fizeram isso mesmo. E até deu muita polêmica, porque chegávamos um moleque de 16 anos, funcionário do Musk, lá do Departamento de Eficiência Governamental, e chegava para os caras, tipo o diretor da Receita Americana, do IRS. Falava, senta aí. O cara, quem é você? Senta aí.
O que é que você pode sentar, não? Aí ele chega pro segurança e fala, eu tenho ou não tenho autoridade pra fazer isso? Aí o segurança, tem. Tem autoridade dada pelo presidente americano, Departamento de Ciência Governmental. Senta aí. Aí o cara sentava já, morrendo de raiva do moleque. E o moleque falava, você tem 20 minutos pra defender o seu cargo, senão eu vou te demitir.
E era assim, os moleques chegavam apavorando. Tinha até um cara que é tipo assim, o nickname dele era, sei lá, Bem Dotado, alguma coisa assim, né? E ele chegava, quem é você? Ele, eu sou o Bem Dotado. Eles começaram a falar aí pra mídia, olha só, tá vindo uns garotinhos aqui xingando a gente, ofendendo. E esses moleques chegavam apavorando e enquanto eles estavam conversando com o diretor lá, a outra garotada vinha instalando os aplicativos nos computadores.
Então, cara, se esse negócio que a menina falou a verdade e o Musk botou os aplicativos tudo ali, esses malucos vão vencer eternamente agora, nunca mais vão sair do poder. Entendeu? É por isso que eu acho que o Trump tá falando que ele vai ter um terceiro mandato, ele mandou essa ontem. Não, pode ser que em 2030 eu esteja aí ainda, me espere aí que eu tô chegando. Então, cara, por que eu tô falando isso tudo pra quem esqueceu o início desse tema?
O problema da inteligência social para as eleições. Não é só o deepfake, não. Parece que os caras estão fazendo as maracutaias aí. Tem muito mais coisa, né? A gente está olhando muito... E a gente falou agora do governo americano, irmão. Agora vamos falar da nossa urninha. Que fica lá na escola estadual. Visconde de Congonhas, tá tão a pé.
Mesmo. Cara, é a gente... Fala a chance daquele negócio lá não ser do lado. Você acredita na urna eletrônica? Cara, eu vou falar que eu acredito, porque falar que não acredito dá problema, né? Então, acredito muito. A urna eletrônica está acima de Deus, né? Criou o universo. Acima da Antropa, da Open Enigles. Falaram que é impossível violar a urna eletrônica. É impossível, concorda. Impossível. É mais fácil você achar um defeito na biografia da Madre Teresa de Calcutá Sim.
E da Dercy Gonçalves do que você achar na urna eletrônica. É, com certeza. Perfeito. Olha só, eu quero perguntar para o Daniel, eu não vou deixar ele sair daqui sem falar sobre esse tema, não tem muita relação com a IA, mas tem relação com o que o governo pode esconder da gente, que são as raças de alienígenas...
divulgaram. A gente comentou... Aí você me quebra. Eu quero perguntar sobre isso, mas antes, só lembrando vocês que dia 9 vai ter o aniversário do MyHub, então você vai ter possibilidade de ter acesso a 18 plataformas de IA. Aí você pode estar se sentindo um pouco perdido. Ai, cara, eu vejo tanta coisa de IA, eu sou impactado por tanta coisa que eu não sei nem por onde começar. Fica tranquilo que dentro do MyHub também tem cursos pra você se especializar, pra você entender o que tá acontecendo.
Tem uma coisa que é muito legal pra você que não entende nada de A, que são lives com especialistas. Tem duas lives toda semana com especialista. E mesmo se você não sabe nada, você pode entrar lá e você faz as perguntas básicas pros especialistas. Eles vão te introduzir as melhores IAs pra você começar e começar... Porque a pessoa que não conhece nada, às vezes ela nem sabe o que ela pode fazer. Não sabe. E nesse lugar lá é o lugar ideal pra você perguntar e analisar.
E também sondagem. E se você assinar lá durante sete dias, você pode ver tudo que tem. E se você não gostar... E sabe aquele livro lá, que era o trabalho quatro horas por semana? Ele nunca fez tanto sentido. É, ele nunca fez tanto sentido. Total. Então, você pode economizar. Ontem mesmo eu fiz uma simulação.
de quanto tempo eu economizaria se eu usasse A para fazer tudo o que eu faço na semana. Que eu falei, você vai fazer relatório, você vai fazer apresentação, você vai fazer análise de dados. Ele falou que eu evitaria 20 horas de trabalho. Mais de 20 horas de trabalho. Com certeza. Que loucura, né? Então assine o My Hub, depois fala para a gente se você está gostando. Vem cobrar a gente aqui da plataforma, não tem problema não. Depois você vem falar se você está curtindo, se você achou legal. Tá bom? Vamos lá, Daniel.
Eu vi uns negócios... Reptilianos. Eu não sabia nem se era verdade. Eu vi que saiu na Fox, né? Na Fox americana. Eu falei, caramba, o que é isso que os cientistas lá ligados à CIA tinham dado ali pelo menos quatro raças de alienígenas ali. E tinha o nórdico, aí tinha o ETzinho lá que a gente vê de fio.
o ET Toguro, né? O ET... Tinha um ET... Cabeçudo. Inseto, né? Insectoide. Insectoide. Tinha um inseto, o ET Toguro. Inseto é mole que você joga inseticida, Daniel. E aí, ó, vou falar o seguinte, eu quero que o Daniel tô introduzindo esse assunto, porque depois eu vou entrar no nosso assunto, economia, vocês vão entender onde que eu vou chegar.
Então, pessoal, o governo americano está tentando nos convencer que os alienígenas existem, né? Do nada, né? Sempre esconderam. Agora... A área 51. Do nada quatro raças. Desde 2004, né? 2004 teve um incidente, que é o incidente do Tic Tac, que era uma navezinha que parecia uma balinha Tic Tac, né?
Que a nave some, aparece, velocidades incríveis e tal. É claro que eu já vou dar o spoiler, né? Segundo consta, isso é uma aeronave da Lockheed Martin, que é de 1967, para a galera entender como é que o projeto... O projeto aeroespacial está muito mais à frente do que a gente imagina. Para vocês terem ideia de como é que eles estão enganando a gente, nesse sentido.
Se você pergunta qual é a aeronave mais avançada do sistema de defesa americano, eles vão falar que é o B-2 Stealth. Aquela nave zona lá, no meio do X-Men ali. É, meio X-Men, isso. Cara, essa nave foi apresentada ao mundo em 1987.
Você fala, não é possível que a melhor que a gente tem hoje é aquela que você fez lá em 1987, quando eu era criança. Ninguém atualizou, ninguém perdeu nada. Fala, pô, irmão. Aí você está duvidando do meu bom senso. Então você vê como é que os caras mentem. É claro que eles têm aeronaves mais avançadas. Então, assim, eles começaram com essa história.
Porque existe um interesse de criar algum tipo de estratégia de comoção mundial em cima disso. De onde você está tirando isso, Daniel?
Dos próprios presidentes americanos. Porque a galera... Se você for pesquisar, você botar assim... Ronald Reagan, alienígenas, ONU. Você vai ver um discurso que o Ronald Reagan fez em 1989 na ONU. Lembrando que ali ainda tinha guerra fria, né? Entre Estados Unidos e União Soviética. Ele falando... Pra ONU.
Assembleia Geral da ONU. Se nós tivéssemos uma invasão alienígena, seria ótimo, porque uniríamos a humanidade e as nossas diferenças seriam jogadas por terra e nós todos teríamos que estar unidos para combater esse invasor de fora. Você fala, caramba, meu irmão. O cara mandando alienígena lá naquela época, né? Aí depois tem uma entrevista com o Bill Clinton, no Jimmy Kimmel.
E o Jimmy Kimmel, aí já é 2014.
Aí o Jimmy Kimmel pergunta, pô, você, quando foi presidente, você viu os documentos alienígenas? Aí ele, pô, eu pedi pra me mandarem, mas não veio nada. Aí o Jimmy Kimmel fala, que pena. Ele, não, mas eu... Aí ele mandou a mesma ideia do Reagan. Não, mas eu creio que se tivesse alienígena seria muito bom, porque as guerras iam acabar, porque a gente ia ter que se unir como humanidade. Um problema maior, né? É, aí eu falei, caramba, repetiu o mesmo argumento.
Aí vem, depois, um dos vencedores do Nobel da Economia. Cara, esqueci o nome dele, meu irmão. Professor de Princeton. Ele falou a mesma coisa, só que com relação à crise de 2008. Ele falou assim, a melhor coisa para resolver a crise de 2008 seria uma invasão alienígena. Os caras, por quê?
porque a gente teria que investir em defesa, investindo em defesa ia gerar emprego, gerar emprego ia gerar renda, o pessoal correndo ia consumir, ia aumentar o consumo, a gente ia dar a volta por cima. E aí ele conclui dizendo, e mesmo que no final das contas a gente percebesse que era um alarme falso, não tem problema, porque resolveu. Eu falei, caramba, esses caras...
Um vencedor do Nobel de Economia, dois presidentes americanos mandando a mesma ideia. Então eu acho que independente de raça, alienígena, ou ter alienígena ou não, eles estão preparando aí algo para dar uma enrolada na gente aí nesse sentido. Mas por que que... Mas assim, eles estão liberando esse negócio, falando, porra, parece que é uma loucura, né? É que a pré-guerra e a guerra dá dinheiro. Sim, e aí vai ser uma guerra contra os alienígenas.
A ideia, né? Alienígenas. Entre aspas. Pensa do nada. Cara fantasiado. Pensa que do nada todo mundo chega à conclusão que existe quatro raças. Pode ser que o cara nem instaure a guerra. A preparação para uma possível guerra... Já dá para ganhar grana. Já dá para ganhar grana absurda. Financiamento, maquinário... E uma outra questão que está circulando ali é o seguinte.
Os caras já têm uma energia limpa, renovável, que pode acabar com a pobreza da humanidade e fazer ninguém nunca mais pagar a conta de luz, nem botar combustível no carro ou carregar o carro. Eles já têm isso há muitos anos. Só que eles não liberaram. Porque se fizer isso...
não tem mais como dominar a humanidade. Vai ficar todo mundo na abundância e ninguém vai ter mais motivo para ser controlado. O que eles vão dizer? Eles vão falar, não, agora que caíram mais naves alienígenas, a gente estudou o sistema deles de propulsão e a gente descobriu que eles têm essa energia baratinha e tal. Então agora a gente vai liberar para a humanidade. Entendeu? O argumento é esse. Em vez do cara falar, pô, você já tinha isso desde os anos 40, 50 e não liberou. Por quê? Não, não tinha não. Peguei agora que os alienígenas me passaram.
E a galera está montando esse argumento. Olha só como eu vou conectar com o nosso mundo aqui, porque é o seguinte, queria que você falasse um pouco sobre isso. O que aconteceria com a nossa economia se a gente definitivamente entendesse que existe uma vida fora da Terra? Porque eu penso assim, cara...
Se existe vida fora da Terra, é o que você falou, cara, a gente consegue estudar a tecnologia dos caras porque os caras vieram de muito longe. Então, a gente... Os caras são mais avançados. A gente conseguiria ter uma tecnologia pra ir mais longe também. E aí, logo, você fala assim, cara, o ouro da Terra não é mais escasso porque eu vou pra um lugar onde... Porra.
O núcleo da terra dos caras lá é ouro puro. Diamante não é mais. As terras, né? Pô, por que terra é tão cara? Porque é um negócio super escasso. Você fala assim, não, cara, mas não é. Os caras... Colonizaram a lua. Tem outro lugar lá que é um pouco mais longe, é pra lá de... Entendeu? Pra lá de Diadema, que os caras falaram que dá pra ficar lá também de boa.
O planeta praia, né? O planeta praia. O que aconteceria? Entraria em colapso a nossa economia? No primeiro momento, sim. E parece que eles já estão até precificando isso. Existem alguns analistas que já estão botando isso no balanço, falando, cara, se de repente eles anunciarem e não estamos sozinhos, aí você vai ter um circuit breaker na bolsa.
Então tem uma galera que já está... Porque não cai só a economia, né? Cai a crença global. É, e moeda fiduciária é crença também, né? Porque não tem lastro, né? Então é fé. Cai a fé em tudo. Você fala, poxa, então você começa a ficar cético total, né? Pô, não confio mais nas instituições, não confio mais no governo, não confio mais na Bíblia, não confio mais em Deus. Então você gera um caos na sociedade. E é isso que eles já simularam isso várias vezes, né?
O Orson Welles fez uma simulação de... Ele fez uma leitura da Guerra dos Mundos, que é um livro de ficção. Ele leu isso no rádio, os caras acharam que era verdade. O nego pulou da ponte lá, os caras viram um caos. E aí eles fizeram um exercício, que eu acho que é Brookings Report, alguma coisa assim.
eles pegaram um grupo de pessoas e simularam, né? Não falaram nada para os caras. De repente, mostraram um monte de imagem de alienígenas e de naves e falaram, olha, é real. E aí, o que você acha? O nego ficou, o nego arrancou os cabelos e socorro. Meu Deus, e agora? Então, parece que se eles fizerem isso, vai ter um impacto terrível. Então, a gente... Seria esperada uma correção violenta aí no mercado. Você lembra quando apareceu aquele meteoro de ouro?
O mercado de ouro já colapsou, irmão. Na possibilidade de ter um meteoro de ouro, tá ligado? Aí é o filme Não Olhe Pra Cima, né? Que tá vindo um meteoro pra destruir a Terra. Aí quando eles vão destruir, o cara fala não, mas ele é de ouro. Vamos tentar ver se dá pra contornar aí, pra pegar. Aí explode tudo.
Os caras são doidos, irmão. Os caras são doidos. É. É maluquice. Muito bom. Daniel, obrigado, cara, pela conversa aqui. A gente sempre tem uns papos aqui. Muito bom. Eu sei que eles beiram a loucura, mas sempre tem umas coisas interessantes aqui. Sabe o negócio que eu queria puxar antes? Manda ver. Vocês falaram disso? Cara, há uns meses atrás, estavam falando que a China estava descobrindo... Tipo...
curando várias doenças, de diabetes a tipos de câncer, e do nada esse papo sumiu. É. Tipo assim, a internet parou de falar disso. O que aconteceu com esse negócio? Essas grandes soluções sempre são abafadas, né? Aquela lenda, o cara inventou o carro movido a água. Esse é real. Casca de banana, né? Os caras compram a patente, somem com a patente, e quando ele não quer vender, ele aparece aí que foi nadar no Rio, morreu afogado. Mas o cara era nadador profissional.
Acho que tinha comida feijoada, né? É sempre assim. Porque aí você destrói indústrias muito caras, né? Se eu olhar, cara, uma quimioterapia movimenta bilhões de dólares, né? É o mercado de diabetes, né? De insulina e tal. É igual essa transição energética aí, sair do petróleo para o carro elétrico. É uma briga de cachorro grande, né, cara? É muito dinheiro envolvido.
Não só o dinheiro, mas o controle sobre a sociedade, que é algo que o status quo não quer abrir mão, quer que todo mundo fique comendo na mãozinha ali. Então não é só uma questão financeira, é uma questão de controle também. Então é sempre difícil.
A gente é uma pulga nessa história toda. Se você é só um... Eu sou um nada. Se você é produto, cara. Entendeu? Mas se você saber que é, já é uma grande vantagem. A maioria acha que o mundo é maravilhoso, que é tudo lindo. Só festa, né? Só festa. Políticos são tudo nossas amigas, querem o nosso bem. Putz. Nos amam.
Pessoal, se você gostou desse episódio, deixa o seu like e compartilha com todo mundo. Seu amigo gosta de ET, gosta de IA, gosta de China. Manda para todo mundo, por favor. Manda para todo mundo. Já verifica aqui se você é inscrito no canal. É, exatamente. E também não perca, falando só a última vez aqui, a condição especial do MyHub IA para você ter 18 plataformas de IA. Um monte de coisa para você ter uma semana mais produtiva, trabalhar com muito mais performance, né, Kaique?
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Mas, ó, é feio. Você viu que o Trump botou uma fotinha a ele com o alienígena algemado? Viu, o alienígena é musculoso. O naipe do... Virou comédia o negócio, né? Mas, cara, é fácil me achar. Eu estou de segunda a sexta, meio-dia, no YouTube ali, no Daniel Lopes com Z, e no Instagram Daniel Lopes com Z, eu transmito ao vivo.
Quem quiser acompanhar aí os bastidores das notícias aí, entender para onde o mundo está indo, entender as manipulações por trás. Então, estou ali te ajudando a saber para onde as coisas estão caminhando para você se antecipar. Muito bom. Beleza. Pessoal, obrigado. Até o próximo episódio. Grande abraço e tchau.
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