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PrimoCast 508 | COMO SUPERAR DIFICULDADES E CRIAR UM NEGÓCIO MILIONÁRIO DO ZERO (Geraldo Rufino)

18 de maio de 20261h16min
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No PrimoCast de hoje recebemos Geraldo Rufino, fundador da maior empresa de reciclagem de caminhões da América Latina, pra falar sobre como superar as dificuldades e construir um negócio do zero.

Geraldo perdeu a mãe aos 7 anos, começou vendendo carvão aos 8, entrou no mercado sem saber ler e foi de office boy a diretor em menos de 10 anos. O negócio dele nasceu de um acidente, e hoje desmonta um caminhão a cada 3 horas.

Um episódio pra você que tá no meio da batalha e tá precisando lembrar por que começou.

Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa

Convidados: Geraldo Rufino @geraldoarufino

Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com

Assuntos10
  • Desafios do EmpreendedorismoHistória de Geraldo Rufino · Superação de dificuldades · Construção de negócio do zero · Espírito empreendedor · Educação financeira
  • A importância das decisões e bifurcações na vidaMentalidade próspera · Livre arbítrio · Copiando o ambiente · Fazer o certo
  • O valor do trabalho e da açãoTrabalho de 16 horas · Legado · Servir ao próximo · Produtividade
  • Mentalidade EmpreendedoraPrimeiros empreendimentos · Aprendizado com modelos · Atitude de dono · Crescimento na carreira · JR Diesel
  • O Papel da Fé e EspiritualidadeRelação com Deus · Deus habita em nós · Gratidão · Humildade
  • Lidar com arrogância e vaidadeVaidade · Arrogância · Humildade · Autoconhecimento
  • Valores familiaresImportância da família · Hierarquia · Legado familiar · Valores
  • Desafios de desenvolvimento de IA no BrasilPotencial do país · Crise como oportunidade · Mercado de reciclagem · Brasil
  • Inteligência ArtificialFerramentas de IA · IA como ferramenta · Futuro da tecnologia
  • Negligência e falta de responsabilização
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Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho. Que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais. Em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.

A minha vida toda eu fui importante. O dinheiro eu fui ganhando por consequência, mas ele nunca ficou maior que eu. Como superar as dificuldades e criar um negócio milionário do zero? Quantas vezes você quebrou? Quebrou? Não, eu nunca quebrei, eu só fiquei sem dinheiro. Estamos aqui com o Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, a maior empresa de reciclagem de caminhões da América Latina.

É que ele é feito para poder despertar nas pessoas o espírito empreendedor, a educação financeira a partir de si mesmo. Em algum momento você acha que o dinheiro acabou te corrompendo de alguma forma? Empreender só para ganhar dinheiro? Você tem um preço? Só serve se tiver dinheiro? Rufino, você acredita que você teve sorte? Sorte é o movimento que você faz, que por consequência você chega no resultado, no objetivo baseado nos seus valores.

E quando começou a sua relação com Deus? Então se eu tivesse que começar de novo, eu seria um ser humano mais humilde. Então, na realidade, as vezes que eu quebrei, eu sei exatamente o que eu fiz. Foi vaidade.

Estamos aqui com o Geraldo Rufino, que ele é empreendedor, palestrante e fundador da JR Diesel, a maior empresa de reciclagem de caminhões da América Latina, Kaique. Olha só. Rufino, obrigado, cara, por estar aqui com a gente. Eu quero agradecer o carinho, a gentileza e poder fazer parte desse grupo que leva informação, conhecimento.

E prosperidade, que é para as pessoas perceberem que a oportunidade existe. É o ponto de vista que as pessoas precisam olhar. Eu acho legal quando eu venho para cá e quando eu assisto vocês, para ver que as pessoas estão recebendo informação que vai fazer com que ela olhe para dentro e desperte o espírito empreendedor que está nela.

Então, ou seja, tem mais dinheiro do que a nossa capacidade de circular ele, tem mais gente para ser servida do que a nossa capacidade de atender, mais gente para poder ser atendida do que a nossa capacidade de servir. Então, eu acho legal no PrimoCast que vocês levam informação que tem a ver com produtividade, resultado, materialização. O cara materializa seu sonho colocando o pé no chão e produzindo.

Inclusive, um tempo atrás, eu vi que eles estavam meio que batendo um pouco em vocês por causa daquela coisa de 16 horas trabalhada. Gente, é aqui, é na mente. Não é 16 horas trabalhada. Eu vi que... O primo me citou, mas é assim.

Não é 16 horas carregando pedra. Você consome energia 24 horas, porque você é um ser de luz movido à energia, porque você é uma luz, é um ser de luz. Então, você é movido à energia. Então, quando você dorme, essa energia está sendo consumida. A hora que você levanta, se você produzir só 6 horas, essa energia não vai parar em pé.

Então, se você quer uma coisa só, é só você fazer pouca coisa. Se você quer ter coisas a mais, você produz um pouquinho mais. Mas produzir é tipo o que nós estamos fazendo aqui. Nós estamos produzindo informação e conhecimento para compartilhar com alguém, para ajudar alguém a olhar para dentro e empreender, servir, pegar direção, se fortalecer. Então, isso é um trabalho. Então, quando se fala em trabalhar 16 horas por dia, não quer dizer que você tem que carregar pedra.

Quer dizer que você tem que pensar, acreditar em você, olhar para dentro, copiar e usar essa ferramenta para prosperar e trazer mais alguém. É nesse sentido que se trabalha 16 horas, não é na escravidão, não. É o prazer de fazer. Então, para mim, empreender, que nem você, chega uma hora que você chega no estágio, que você não precisa, muito rápido você não precisa trabalhar 16, 18 horas.

Mas isso não é trabalho. Quando você entende que aquilo ajuda você a prosperar, aquilo se torna prazer de fazer, paixão pelo que faz. Então não é um trabalho, não é um sacrifício. Então quando eu falo trabalhar 16 horas, eu não estou convidando ninguém para você ser escravo. Estou convidando as pessoas para olhar para dentro e deixar um legado. Fazer com que as outras pessoas se beneficiem do seu espírito empreendedor, da sua ideia, daquilo que você produz, da sua locomotiva, que vem e puxa mais alguém. E esse alguém não erra vagão.

Então, cara, se transforma em outra locomotiva. Então, quando eu vi o comentário de você, eu falei, cara, as pessoas não estão entendendo. Não é se matar 16 horas. É usar o tempo que você tem para deixar um legado que sirva para mais alguém. É ser um ser humano importante, que é a ponto de fazer a diferença e acrescentar na vida de outro ser humano. Por isso que esse podcast de vocês, a importância que eu acho nele...

é que ele é feito para poder despertar nas pessoas o espírito empreendedor. A educação financeira a partir de si mesmo. O seu comportamento. Eu acho que isso faz toda a diferença e isso fortalece o país. Porque se você fortalecer o ser humano brasileiro, é extraordinário. Você fortalece o país inteiro. Então, um prazer estar com vocês.

muito obrigado mas o Vinó, olha só, você falou assim ah, pô, vocês levam muita informação pra galera então assim, o cara já tem um atalho aqui, né, ele já recebe um negócio aqui, pô, de mão beijada uma informação super legal a gente traz um monte de gente legal, são sete anos já fazendo o Primalcast, mas você quando você começou lá atrás

Que tipo de informação que você tinha acesso, cara, para começar a sua vida, né? Até queria puxar aqui. O nosso roteirista aqui colocou uma cronologia aqui, cara. Queria puxar daquela época lá mesmo. 50, 60. Como que foi a sua trajetória até chegar aqui, cara? Ah, é simples. Eu nasci rico. É fácil quando você nasce rico. Eu nasci com sorte, com sucesso, porque senão você não tinha vencido 70 milhões de espermatozoides.

Então você já tem sucesso. E aí você precisa acrescentar nisso humildade. Como é que você faz isso? Lembrando que você é só uma porrinha que deu certo. E aí você começa a usar essa humildade e a gratidão porque você nasceu. Agora você tem espiritualidade. Então eu não acredito que ninguém começa do zero.

Não tem zero. Eu comecei já no topo. Eu tinha Deus. Ah, Jesus. Então, Jesus não foi embora, não. Ele habita em você. Então, eu já nasci com essa parceria. Então, isso não é começar do zero. Isso é começar gigante. Só que aí você precisa de informação. Como é que você pega isso? Com mentoria.

Onde é que você pega a mentoria? Copia. E eu tinha uma mentoria extraordinária, que é assim, top das mentorias. Eu tinha a mãe. Eu ouvia a mãe. Ninguém gosta de você mais que a sua mãe. Energia feminina dentro de casa, que orienta, que dá direção, que te dê o ouvido e cuida da vida. E eu comecei a ouvir. Eu comecei a empreender a partir dali. Então, na realidade, eu copiei o que a minha mãe fazia. Ela não sabia ler e escrever a nossa condição social.

eram instalados numa favela, e nem por isso nos impedia de ajudar o próximo. A gente ajudava com comida os vizinhos que tinham vergonha de buscar o final de feira. Final de feira é sensacional. Jogam fora porque não vale a pena levar de volta. Eles doavam aquilo para a gente. A gente alimentava a família e os vizinhos. Ou seja, eu já servia lá. Eu já empreendia lá, porque empreender, do meu ponto de vista, não é ter um CNPJ. É ter um comportamento que gera energia, gera positividade. Ou seja...

gera possibilidade de ajudar o outro. Empreender é servir o próximo. Então, a minha mãe fazia isso sem saber ler e escrever como diarista. E eu copiava. Então, na realidade, quando a minha mãe foi embora, eu tinha sete anos e meio, mas eu já estava pronto. Por isso que eu digo que eu nasci rico. Com sorte e sucesso, eu só não tinha dinheiro. Gente, esse é o menor dos problemas. Por isso que nessa hora que eu falo, não tem pobreza que resista 16 horas produzindo.

Aí você ganha dinheiro. Você quer ter dois smartphones, duas casas, dois carros? Ah, não quer? Então tudo bem, não precisa produzir não, tá? Agora, se você quer ter alguma coisa a mais, quer ter um filho numa boa escola, então aí você precisa produzir mais, tá? Com seis, sete horas, oito horas só não dá. Por quê? Porque você consome 24. A sua família consome 24.

Como é que você consome 24 horas de energia e quer produzir 6? Isso eu aprendi com a minha mãe. Ela produzia muito mais. Ninguém precisa mais que 8 para dormir. Então, é ali que começou a minha escola. Então, dali, eu vim para cá. Dali, eu ensaquei carvão como empreendedor. Eu comecei a empreender com 8 anos, porque empreender para mim era ter atividade produtiva. Então, eu produzia ensaquiando carvão. Eu era importante porque eu conseguia pôr o café da manhã em casa. Depois...

Eu continuei sendo um ser humano importante porque o tempo todo eu fazia para atender outro ser humano. Então, a minha vida toda eu fui importante. O dinheiro eu fui ganhando por consequência, mas ele nunca ficou maior que eu. Por isso que eu digo, quantas vezes você quebrou? Quebrou? Não, eu nunca quebrei, eu só fiquei sem dinheiro.

Vai, volta. Mas eu nasci sem dinheiro. Então qual é o problema? Por isso que é nessa hora que eu digo, gente, trabalha um pouquinho mais, produz um pouquinho mais, é que o dinheiro acontece, porque assim, tem dinheiro demais. Tem dinheiro demais. Olha esse mercado que vocês são bons na área de investimento, de financeiro. Cara, copia. Vocês ensinam o tempo todo. O cara precisa aceitar ouvir. Não é só ouvir o que nós estamos falando aqui, gente.

É pôr na prática. Se cada vez que eu vejo um programa de vocês e eu vou ver o que vocês estão fazendo aqui, gente.

Quem ouvir colocar na prática, ele já acha um caminho. E ele vai entender que ele não é um banana, que ele não é um bosta. Ele é um ser humano extraordinário, mas ele está ouvindo coisas que não fortalecem ele. Ele tem que acreditar nele. Então, assim, não é mimimi, não. É vida real. Então, quando vem aqui, você vê que vocês estão prosperando porque vocês acreditam, mas produz 12 horas por dia, 16 horas por dia.

Ah, o primo rico? Então, ele também nasceu rico. Agora, como é que faz para ficar rico? Para se manter rico? Trabalha 16 horas por dia. É o que vocês fazem. Então, gente, essa receita funciona em qualquer lugar do planeta. Você não precisa sair do seu país, do seu município, da sua casa, da sua profissão. Você precisa mudar a mentalidade e acreditar. Mas acreditar, como diz o Giojota, acreditar, mas você tem que pôr paixão, que aí você põe o pé, Deus põe o chão. Muito bom.

Mas, não sei se você tem alguma coisa engatilhada aí, Kaique. Eu ia perguntar, né? Você falou, putz, eu cresci na favela e tal, tudo mais.

você gera uma boa mentalidade num ambiente desse que às vezes pode ser muito hostil? Pode ser um ambiente que está totalmente contra essa questão de uma prosperidade, de um ambiente que te joga pra frente. Como é que você constrói essa mente próspera num ambiente que não é favorável a isso? Copiando. Todo ambiente tem opção.

Todo mundo fala de liberdade. A liberdade, liberdade. Então, você nasceu com essa liberdade. Deus te deu o livre-arbítrio. Você pode escolher. Todo ambiente tem os dois lados. Você pode escolher. Então, na favela tem o lado A e o lado B. Na política também. No mercado financeiro também. Cara, tem os dois lados. É as escolhas que você faz.

Por que eu escolhi na favela o lado bom? O lado bom não, o lado certo, o lado honesto. Não é porque eu sou mais inteligente ou especial. É porque eu ficava reparando o movimento e geralmente quem fazia essas escolhas boas, escolhi o lado certo, era um próximo, durava mais.

Na favela, só que interessava era ficar vivo e ficar livre. Então, a liberdade, para mim, é essencial para a minha existência. Então, ficar livre. Quem fazia certo na favela estava livre e durava mais. Quem fazia errado não ficava livre e durava menos.

Eu queria durar mais. Então eu comecei a copiar na favela o ambiente que realmente eu quero para mim. Gente, está tudo pronto. Você pode fazer o que você quiser. Em algum lugar do planeta, do seu lado, na porta do vizinho, tem alguém fazendo o que você faz melhor que você. Vê o que você quer daquilo e copia.

Só copiar. Não precisa mudar, não. Do seu lado dá pra copiar. Então, onde você vai, você leva você. Você pode ser o melhor onde você está, com quem você está, porque quem muda o ambiente é você. O ambiente não faz você. Você faz o ambiente. Então, quando eu morava na favela, eu resolvi fazer boas escolhas, porque os meninos eram sensacionais, aqueles que carregavam marmita. E aqueles que achavam que era mais rápido e de outra forma, não iam muito longe. Eu copia os que carregavam marmita.

muito bom, é uma boa dica essa, fazer o certo e como que foi essa trajetória inicial aí, você ficou quanto tempo morando na favela até começar as coisas aparecerem e derem certo de algum jeito até você sabe, olha, pra mim na realidade as coisas deram certo desde o começo, porque eu ganhei dinheiro sacando carvão com oito anos ganhei dinheiro catando latinha com nove até os onze, ganhei dinheiro trabalhando na feira vendendo limão dos onze aos treze e eu tinha uma banca na feira deu certo a vida inteira olha, olha

Aí com 13 eu arrumei um trabalho. Gente, você quer empreender? Não precisa ir por risco, não. Arruma um emprego. Eu fui empreender com 13 anos no CNPJ, que não era meu. Eu fui educado profissionalmente por famílias italianas, austríaca, japonês, judeu.

E eu copiava o que eles faziam, porque eu queria saber por que eles ganhavam dinheiro. Eu copiei de cada um o modelo. Do alemão, eu copiei disciplina. Do japonês, eu copiei valores, que é aquela sequência que manda quem tem mais conhecimento dos mais velhos. Respeito.

Do italiano, eu copiei uma coisa que está na minha essência, que é a família, a base, a família, a força da base, que são as mulheres, a família. Eu tinha um patrão que era europeu, e eu copiava dele o glamour, a vaidade, o carro bonito, a roupa bonita, e eu copiei de todo mundo tudo. E aí o que acontece? Eu usava proporcionalmente para mim aquilo que eu copiava do outro.

Então, na realidade, eu fui buscando modelos. Até hoje, eu copio. Vou dar um toque para você. Como é que você nasceu? Você não nasceu de quatro? Quatro patinhas, lembra? Você andava de quatro. Por que você levantou? Porque você viu alguém andando. Você achou que você podia também. E você tentou levantar e conseguiu. Deu três, quatro passinhas e caiu. Levantou de novo. Hoje você anda com duas patinhas. Se a sua mãe andasse com você de quatro, você estava andando de quatro até hoje.

Se todo mundo que veio primeiro, ninguém resolvesse levantar, estava todo mundo na rede de quatro. Então, copiar é da nossa natureza. Não tem que ter vergonha, não. Tem que copiar. Demora muito para reinventar a roda. Tem roda demais, copia. E eu vim copiando. Eu vim copiando passo a passo. Eu empreendi, ganhei dinheiro nessa sequência toda. E quando chegou nessa empresa com 13 anos, que eu arrumei um serviço de CLT. Todo mundo fala da CLT, CLT.

CLT é extraordinário. É o seu comportamento que muda. Eu não fui trabalhar para esses caras. Eu fui trabalhar para mim.

espírito empreendedor, atitude de dono. E eu cresci lá, entrei sem saber ler e escrever, me obrigaram a ir para a escola. Eu estudei lá, cresci lá, de office boy, com 13 anos ganhando um salário, a diretor com 23 ganhando 121 salários.

neguinho da favela. Então, cara, ser negro não é um problema. É que estão pondo na sua cabeça que vai ser um problema. É um privilégio. Cara, mas você não tem problema? Mesmo hoje na condição social que você tem, você não tem problema de ser negro? Por que que teria? Minha mãe disse que era um privilégio. E eu aprendi a agradecer. Eu não tenho culpa se tem gente com pressa pra nascer e nasce desbotado.

Não é problema Muito bom Uma coisa que você falou, Rufino Que você vem falando aí Que eu tô achando muito legal Que é você copiar o ambiente Putz, eu tava modelando ali Eu via o italiano, eu modelava uma coisa Eu via o alemão, eu modelava outro Eu via o outro chefe, eu modelava outra coisa Como que você desenvolveu essa sensibilidade De...

de olhar ao seu redor e que dica que você dá pro pessoal, porque eu acho que às vezes as pessoas têm uma mente muito fechada. Como é que eu faço isso? Elas não conseguem desenvolver essa coisa. Às vezes o cara vê o vizinho bem-sucedido, comprou um carro novo, às vezes ele desperta mais, a inveja é a ira.

Do que tipo assim, caramba, o que esse cara fez pra comprar esse carro novo? Olha que legal, né? Você falou do vizinho, né? Hoje, vocês são jovens, mas já se cansou de ver falar da grama do vizinho que é mais verde, né? É, sempre é. Agora eu vou dar um toque pra você. Pra você hoje que tem muita informação, você vai ver que... Vai conferir o que eu vou te dizer. A grama do vizinho é mais verde, tá? Mas sabe o que acontece? É Iá.

É tecnologia, é fake, é plástico, é sintética, não é real. A grama real é a sua. Então, se ela está amarelinha, vai goar a sua grama.

Para de olhar do vizinho, porque ele pinta da cor que ele quiser. Você não sabe como é que ela é, porque só ele conhece a grama dele. Então, ao invés de você achar que ela é mais verde, não, ela é mais verde. Só que você não entendeu que ela é mais verde. Por quê? Você nem sabe se é de verdade. Hoje o Iá faz o que quiser. Então, para de olhar a grama do vizinho, que é Iá, tá? Olha a sua, o gol é a sua. Então, você falou, olha, o que eu sempre fiz? Olha para você.

O que você pode fazer? Quem é você? Você conhece você? Você tem um potencial extraordinário, que eu mais gosto de mostrar para as pessoas. Mas como é que é isso? Então, mostrar para as pessoas que é o simples. Gente, eu não tenho nada de especial, não. Sou perdidão, sem noção. Minha mulher manda em mim. É um negócio assim, como todo ser humano. Não tem nada de especial, não. Eu sou perdido no planeta. Mas só que feliz da vida. E eu olho as coisas mais simples. A força está em dois lugares. Na gratidão.

na humildade entregue com simplicidade. Não é a gratidão, não é porque você ganhou o smartphone, não, é porque você ganhou o dia, um diamante, 24 horas para lapidar, agradecer hoje.

Aí põe humildade nisso, a humildade tem uma força extraordinária. Aí você entrega com simplicidade e não complica, não. Porque o que eu posso fazer, você pode. O que os meninos aqui podem fazer, o que o primo pode fazer, todo mundo pode, tá? É só copiar. Pra que você quer reinventar se você pode copiar? A sua volta tem coisa pra copiar positiva. Você quer desenvolver algum negócio? Dá uma olhada no seu smartphone, busca tecnologia.

Hoje a informação chega rápida. Pergunta pra inteligência artificial e dá um toque daquilo que você quer. Olá, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha

centenas, milhares de lugares que já faz aquilo que você quer fazer. Copia, desenvolve aquilo, traz pra sua realidade e na sua possibilidade. Agora, se você tem uma grande ideia, tem um grande projeto e não tem dinheiro, arruma emprego. Então, na realidade, é o simples. Olhem pra mim e falam, Rufino, você é brilhante. Falo, todo mundo é. Ah, mas a sua história é sensacional. Toda história é sensacional. Senão, você não tinha chegado até aqui.

Então, não é a minha história. O que eu tô fazendo com ela? Não é a sua história. O que você tá fazendo com ela? Você não chegou até aqui?

Que diferença que faz o retrovisor? Não é para lá que você vai. Para de olhar lá que você vai bater. É o parabrisa. É para cá que nós vamos. O parabrisa é 100 vezes maior. Tem espaço para todo mundo. Vem para cá. Vem para o parabrisa. Agora, quanto você já fez hoje? Já deu primeiro bom dia?

Estou falando de motivação e de ganhar dinheiro. Você já conquistou o primeiro ser? Já fez o primeiro relacionamento? Porque para você vender, para você negociar, para você crescer, para você prosperar, você precisa vender. Para vender, você precisa se relacionar. Já deu o primeiro bom dia dentro de casa? Já serviu o primeiro café?

Já cumprimentou Deus na portaria? Abriu o portão para você? Então, cara, eu acredito que essa energia que faz a gente levantar de manhã e ter um dia extraordinário, olham para mim e falam como é que você faz? Eu faço o simples. Ah, mas é o simples bem feito? Não, o simples bem feito é coisa de internet. É o simples feito de coração sem esperar reciprocidade. Não faço mais que obrigação. Eu só faço.

E aí eu me fortaleço, porque quem faz é locomotiva, você não nasceu vagão. Então comece a puxar. Está pesado? Agradece, porque você é locomotiva. Se tiver leve, alguém está puxando você. Você quer ser puxado? Vão te levar para um lugar que você não sabe, vão olhar para o fundo do poço e você não sabe voltar. Porque você não sabe a planta, foi alguém que puxou. Ou alguém que empurrou, porque você não assume que é seu. O problema é meu, o problema é seu. Aí ele fica pequeno.

Então, na realidade, eu não tenho nada de extraordinário, nada de espetacular, nada. Eu só sou um ser humano que acredita, tenho uma fé extraordinária. A pessoa fala de Deus, ficou colando a mãozinha e olhando para o céu. Deus não passeia de jato, não. Quem passeia de jato é o primo. Cara, Deus não tem essa vaidade. Ele não fica passeando de jato lá em cima. É aqui embaixo, tá? É aqui que você faz as coisas, é aqui que você interage, é aqui que você encontra Deus todo dia. Onde? No ser humano.

Todos nós temos um Deus que habita em nós. A hora que você encontra Deus, então, não tem diferença. Cada um escolhe um propósito e vai buscar materialmente aquilo que ele quer com horas trabalhadas. Mas não tem nada a ver com isso, não. Eu acho que a grande riqueza está quando você fortalece de dentro para fora. Quando você se torna um ser humano melhor, um ser humano mais descolado. Descolado não é ser doidão, não. Descolado é você entender que você não é maior que ninguém. E nem menor.

descolado, tipo assim, você vai pra onde você quiser, livre-arbítrio, e você desperta o Deus que habita em você. Eu ando com isso o tempo todo, e eu nunca tive um problema maior que eu. Por que o outro tem, se nós somos semelhantes? Então, na realidade, gente, só pra vocês entenderem, pra resumir.

Não tenho nada de especial que você também não tenha. Então, como é que eu faço a vida inteira? Eu só faço. E como é que eu faço? Copia. E aí você vê se cabe dentro da sua realidade, dentro da sua possibilidade, e seja o melhor naquilo que você copiou. Meus filhos copiaram de mim. E são melhores que eu. As empresas deles são melhores que as minhas.

Minha mulher copiou de mim. Ela faz a gestão do negócio e ela é melhor que eu. Meu gerente, meu diretor é melhor que eu. Porque eu aprendi a delegar muito cedo. E o que eu faço? Eu procuro aprender novas coisas para compartilhar novas coisas. E aí eu continuo. Eu sou especialista. Eu fiz um treinamento em Harvard e me especializei em fazer nada. Não precisa. O outro faz. Ninguém é maior ou menor que ninguém. Compartilha, ajuda as pessoas a crescer.

E elas puxam você. Você nasceu locomotiva. Só que a hora que você traciona... E aí E aí

você puxa até um tempo, até a página 2, porque o outro lá atrás que está sendo puxado, ele também é locomotiva. Se você aceitar ouvir, aprender, ter humildade de aprender, põe no filtro, depois traz para você, você vai ver que você também é locomotiva, porque ninguém nasce vagão. Ele está vagão. Ele também é locomotiva. Aí, na hora que você começa a puxar aquele acorda, ele percebe que ele é locomotiva. Olha que interessante, eu estava puxando.

Passei conhecimento e deleguei para o próximo. Ele percebe que ele também é locomotiva. O que faz um locomotivo que vem depois da outra?

Empurra. É por isso que eu ando leve. Eu tenho tantas locomotivas na minha vida que eu fui, no meu trajeto, no meu legado. Deixando pronta, que hoje eles empurram. Meus filhos, se eu precisar ser empurrado, eu só preciso queimar combustível, tá? Eles empurram. Muito bom. Kaique, onde que a gente parou na história aqui? Você que estava nos guiando.

Cara, beleza, Office Boy. Aí tem a que comprou o primeiro carro e virou gerente de fliperama no Playcenter. O que foi isso? Caramba. No Playcenter me deram a oportunidade de deixar eu ganhar comissão.

De office boy eu fui ser chefe de pipoqueiro. Depois, chefe de... Um troço que chamava... Quem é você? É um negocinho, um computador que dizia a personalidade da pessoa. E eu já tive umas meninas que eu tomava conta que eram recepcionistas. Uma delas é a minha opressora. Minha esposa. Então, eu conheci ela, ela tinha 14. Eu tinha 21.

A irmã dela trabalhava comigo. Eu já era gerente. A irmã dela faltava e eu colocava ela no lugar para a irmã dela não perder o emprego por causa da condição social que eles precisavam do dinheiro. E aí eu fazia aquelas manobras e tal e conheci ela fazendo isso. Conheci a irmã. Elas eram muito parecidas. Eu punha no lugar da outra. E aquilo foi virando uma convivência. E aí eu tomei um golpe. Estou golpeado até hoje. Faz 45 anos.

Caramba. Foi pego. Eu tenho a mesma opressora faz 45 anos. Dona Marlene Rufino. Parabéns. Parabéns.

E como que foi a... Lá eu virei supervisor, encarregado, supervisor, gerente, diretor. Lá eu cresci. O tal do cavalo... Como é que é o primeiro milhão, o avião, o carro alemão? Cara, eu já tinha carro alemão lá. Não precisa ser tão CNPJ pra ter um carro alemão. Eu tinha lá. O CNPJ deles, o passivo era deles, o dinheiro era meu.

E como que era? O que você fazia exatamente ali? Você falou que foi a primeira vez que deram a oportunidade de ser comissionado. Qual que era o trabalho ali? Cheio chefe de pipoqueiro. Tinha dois carros de pipoca no aeroporto de Congonha. Eu vendia pipoca. Os dois carros de pipoca e os dois meus pipoqueiros eram impecáveis. E nós vendíamos pipoca assim. Hoje tudo é cartucho. Naquela época não tinha cartucho, era saquinho. O Playcenter desenvolveu o cartucho. Era do grupo Playcenter.

E aí os carrinhos de pipoca todos bonitos, tipo Disney. E eu tinha no aeroporto de Congonhas, depois no Shopping Guatemi, depois no Shopping Dourado, depois uma área de lajei chamada Playland. E eu comandava tudo aquilo no país inteiro.

Caramba! A Playland, então? A Playland. Caraca, eu já fiz um aniversário no Playland. Sete anos. Aquilo era comando meu. Eu ia trabalhar com meus filhos. Eu deixava os filhos com o supervisor da área, ficavam brincando e cuidando das crianças, enquanto eu trabalhava. Eu trabalhava de segunda a domingo.

Sem interrupção, tá? Sem férias e sem interrupção. Fiz isso 16 anos. Sem férias e sem interrupção, de segunda a domingo. 16 não, porque eu comecei a chefiar com 15. Eu entrei com 13, comecei a chefiar com 15 para 16. Bom, eu fiz isso 14 anos por aí. De segunda a domingo.

área de entretenimento, o maior movimento é na semana, mas como era shopping, abre de segunda a domingo, eu trabalhava de segunda a domingo, e ele deixava eu ficar com um pedacinho comissionado. Eu faço isso com o meu time hoje, tá? Meu time ganha bem. Eu não pago o salário mínimo pra ninguém.

Mas não sou eu que pago bem, eles ganham. Porque eu motivo eles a ser dono da empresa, eles trabalham para eles. Eu tenho gente comigo em média com 15 anos, mas eu tenho gente com 35 anos. Cresceram lá, moram em Alphaville como eu moro e trabalham comigo, só que trabalham para eles. Espírito de dono. O que eu falo, eu só falo daquilo que eu faço. Meu time, agora, olha que interessante, como é que eu fortaleci meu time? Como é que eu preparo meu time com o tapete vermelho? O tapete vermelho é colocado para o meu time.

Mas e o cliente, o fornecedor e o parceiro? Vem depois. Primeiro eu põe o tapete vermelho para o time. Aí passa a minha... Não é o time de linha de frente, o marketing, vendas, o operacional. Não, não, não.

A faxineira. A primeira pessoa que pisa no meu tapete vermelho é a minha faxineira. Depois o segurança, depois a manutenção, depois vem o vendedor, vem o gerente. Pô, vem todo mundo, tá? Agora o tapete vermelho tá pisoteado pelo time todo. A hora que o cliente aparece, o parceiro aparece, o meu tapete vermelho tem vida, tem energia, tem espiritualidade, tem calor humano. Aí, que ele absorve o cara e ele deixa de ser cliente e passa a ser uma pessoa conquistada pelo time.

Porque quem atende a pessoa não sou eu, é o time. Quem tem que ter força é o time. Quem passa essa força sou eu. Eu faço isso desde pequenininho, desde 15 anos, quando eu ganhei a minha primeira equipe, que eram os dois pipoqueiros. Meus pipoqueiros eram tratados com excelência. E nós fazíamos o maior volume de pipoca. Minha meta era 0.8, eu fazia 0.36. Aí me deram mais coisa para cuidar. E quanto que você ganhava nessa época aí, gerenciando as Playlander? Não, eu comecei ganhando um salário, depois dois salários, depois comissão.

Cara, aí, quando eu saí de lá, em 88, 89, por aí, eu ganhava 121 salários. Nossa. Nossa, mãe do céu. Caramba. Aí, com detalhe, 121 salários com liberdade de fazer o que eu quisesse. Porque as metas que me davam era café pequeno. Eu nunca liguei para a meta. A meta para mim sempre foi tipo assim. Então, obrigado, viu? Meu propósito está muito além da sua meta.

É, como você era comissionado, né? Quanto mais você girava ali, mais ganhava. Mas antes de ser comissionado, eu era o primeiro que chegava na empresa, olha a vez. Antes de ser comissionado, eu era o primeiro que chegava. Eu queria saber como é que aqueles caras ganhavam dinheiro. Porque eles chegavam muito cedo. Por que eles chegam tão cedo se são ricos? E eu comecei a chegar mais cedo que eles. Queria saber o que eles faziam.

E por que eles não vão almoçar, não usam a hora para comer? Eu parei de usar a hora para comer. Ninguém precisa de uma hora para comer. E descobri lá.

Aí, eu falava assim, mas deu seis horas, apitava todo mundo embora. Eles não iam fazer reunião, que no silêncio era melhor fazer reunião do dia com a diretoria. Eu ficava lá para ver o que eles faziam. Eles viram que eu ficava muito tempo e não era mais trabalho.

E deixaram eu ganhar. Eu só continuei fazendo a mesma coisa. E hoje o que eu faço dos meus negócios? A mesma coisa. Eu comecei a empreender, gente, pequeno. O que eu continuei fazendo no CNPJ do outro? Espírito empreendedor. Eu trabalhava para mim. Comportamento de dono. Sustentabilidade. Hoje todo mundo fala sustentabilidade. Eu entro num banheiro e economizo papel num banheiro público. No estádio de futebol.

Eu me instalo em qualquer hotel que é cheio de estrela e cheio de toalha, eu uso uma só. Eu faço sustentabilidade para mim. Para minha mente, para o meu cérebro. Eu tenho comportamento de sustentabilidade. Eu sou sustentável comigo mesmo. Porque, cara, é dali que começa tudo. Quem é você?

Você quer enganar quem? Você não vai enganar ninguém. Cara, você não engana uma criança de dois anos. Você não consegue enganar. Se você sorrir para ela e for médio, ela mostra a língua para você. Se for de verdade, ela dá sorriso para você. Ninguém engana ninguém. Então, procure ser você a melhor pessoa. E, por consequência, você vai dar o melhor resultado naquilo que você se propôs a fazer. Nós nascemos muito foda. É que as pessoas põem na nossa cabeça que agora vai ser difícil e tem gente acreditando. É mentira.

A maior promoção de ferramentas de inteligência artificial do Brasil está chegando. O MyHub IA reúne 18 IAs, ou seja, 18 plataformas de IAs para você conseguir fazer tudo o que você precisa na sua semana. Seja conteúdo, seja organizar seu trabalho, seja fazer os seus vídeos, fazer os seus posts, tudo o que você precisa para deixar o seu trabalho com muito mais performance.

Em uma única assinatura, o que você tem? Você tem texto com uso ilimitado do chat GPT 5.4, você tem o Cloud Opus 4.7, você tem o Gemini 3.1, você tem o Grok, você tem o DeepSync, você tem o Perplexity, você tem o Lhama 4, você tem o Kimi, tem um monte aqui, você tem o vídeo do Vimeo 3.1, você tem o Kling, você tem o Sora Pro.

Tem coisa pra caramba pra você usar. E olha só, tudo numa única plataforma. Ou seja, você não precisa ficar administrando um monte de conta, não precisa ficar perdido, não precisa gastar uma montanha de dinheiro. Se você tivesse que assinar tudo isso sozinho, porque muitas plataformas, inclusive, tem o preço em dólar, você gastaria mais de 38 mil reais, tá? E aqui eu tô te fazendo tudo isso por R$59,90 por mês. E olha só, só os meus primeiros aqui ainda vão ganhar e olha só, só os primeiros aqui.

O Figma, o Notion, o Canva e o AutoCAD e mais de oito ferramentas de graça, tá? Mas é só nesse dia e para os mil primeiros. Então vou deixar um link na descrição, QR Code na tela, para você assinar o MyHubIA no aniversário da plataforma e ter tudo o que você precisa para seguir o seu futuro com a inteligência artificial, tá bom? Muito obrigado. E depois que você saiu do Play Center, qual foi a trajetória?

Ah, não, então, eu só saí do Play, não fui pro risco, tá? A gente tinha caminhão, eu sempre empreendi, eu ganhava muito bem, empreendi na minha família, minha família foi toda crescendo. Eu tenho uma família de 150 pessoas, tem 121, 101 CNPJ, não tem nenhum, coitadinho, tá? Nós estamos ajudando um por um, todo mundo está na minha favela. Um ajudando o outro, ajudando o quanto? Com dinheiro? Não. Com ideia, oportunidade e exemplo e sensação de segurança. Fome, você não vai passar.

você está comigo, não tem ex-irmão, ex-primo, ex-pai, ex-mãe, vem todo mundo junto. E nós fomos trazendo todo mundo. Eu investia e eles trabalhavam, parceria. Os caminhões, eu comprava, um dirigia, tinha um motorista, e a gente rachava o resultado.

Quando os caminhões bateram, eu fui proteger a credibilidade. Por isso que eu digo, eu nunca fali, eu nunca fracassei, eu nunca fiquei sem credibilidade, eu só ficava sem dinheiro. Quando os caminhões bateram, nós quebramos. Mas tinha as peças dos caminhões, porque não dava para recuperar os caminhões. Fomos vender peça, porque mesmo não tinha oficina, fomos vender peça. Desmontaram o caminhão e fomos vender peça. Para vender certinho, teve que formalizar, legalizar. Então nós abrimos uma empresa chamada JR.

que é a empresa que nós temos até hoje. E aquilo virou... Para vender aquelas peças, a pessoa compra mais peça. Aí a pessoa compra outro caminhão. E aquilo foi tomando forma e hoje é a maior empresa de reciclagem de caminhões da América Latina. Desmonta um caminhão grande a cada três horas. Caraca! Foi acontecendo. E eu só saí do meu trabalho e fui lá junto com eles desmontar caminhão, porque eu precisava pagar as contas, deixei em ordem, aí ficou seis funcionários. Olha que legal você cuidar das pessoas.

Para os caras não ficarem sem emprego, inclusive três eram meus parentes, para não ficar sem emprego, eu mantinha a empresa aberta, ficava com os dois trabalhos. Ia nos dois. 16, 18 horas por dia. Nos dois trabalhos. Até o negócio que eu tinha de peça ficar sustentável a ponto de poder ficar sem o primeiro trabalho. Aí eu fui negociar com meus patrões para eu poder sair. Porque eu tinha respeito por eles, eles cuidavam de mim e eu cuidava deles. Não deixaram eu sair. Demorou dois anos para autorizar eu ir embora.

E eu fiquei lá, obedecendo a ele dois anos, e não fui embora. Quando ele falou que agora pode ir, mas se precisar, volta. Eu já tinha a sensação de segurança, se precisar, tinha emprego de volta. Eu fui tocar o meu negócio. Eu não fui por risco, tá? O meu negócio é um acidente de percurso, que foi quando os caminhões bateram. E desse acidente de percurso, eu copiei. Eu vi que naquele mercado de peças tinha roubalto, gente fazendo coisa errada, gente fazendo aquilo tudo bagunçado. Eu achei que aquilo podia ser feito de forma diferente.

Quando meu filho veio, Arthur Rufino, quando Arthur Rufino veio, ele veio com ideias, com tecnologia, com inovação, andou nove países para saber como é que funcionava a reciclagem lá fora e inovou o nosso negócio. Por isso que nós somos referência até hoje e só faz igual a nós, ou às vezes nem tão bom, nos Estados Unidos e no Japão. E mesmo assim nós fomos copiar para melhorar o nosso.

E como é que funciona na prática o negócio? Tem um caminhão lá, não dá mais para usar, como é que funciona na prática? Não, não é que não dá para usar. Nós compramos justamente aquele que é bom. Porque se você desmontar um caminhão velho, ninguém quer uma peça velha. A gente pega os caminhões de seguradora que bate.

Bateu e estragou a gabine, mas o caminhão está todo lá. Deu PT no caminhão? Às vezes nem deu PT, é que fica caro para arrumar, porque peça de reposição na construtacionária é muito caro. O cara resolve vender. Nós damos baixa nesse veículo, dá baixa no certificado e vende como peça.

caminhão seminovo. Nós não vamos lá buscar caminhão com 20 anos de uso. Isso é velho. Ônibus, a mesma coisa. Ônibus urbano, com 10 anos tem que sair da linha. Não pode rodar mais. Então não é velho. A gente desmonta os ônibus e vende peça, porque a parte de baixo é igual caminhão.

Entendi. Então, é um processo. E eu não falo abertamente, porque o nosso mercado tem muita oportunidade. Por que as pessoas não crescem nesse mercado? Nós somos número um e não conseguimos absorver, ou seja, tomar conta nem de 2%, 3% do mercado que existe. Então, tem muito mercado. Só que quanto mais gente se formalizar, mais forte fica. Por isso que eu falo abertamente. Tem muita gente para ser atendida.

além da nossa capacidade de atender. Então, quem quiser vir para o mercado, vem um mercado extraordinário, crescemos. Às vezes que eu quebrei nesse mercado, é porque eu inventei moda. Eu não sou bom em peça usada, para que eu fui comprar concessionária? Está procurando quebrar. Para que você foi comprar filial, não sei aonde? Ei, você não é bom no seu negócio? Agora você tem uma rede de negócio, tem franquia, tem não sei o quê. Mas você ganhava 15%, 20%, agora você ganha 2%, que vantagem tem?

ficou inchado, agora você está sujeito a quebrar. Porque é difícil voltar. Então, na realidade, às vezes que eu quebrei, eu sei exatamente o que eu fiz. Foi vaidade de você querer abraçar o mundo e fazer mais não sei o quê, porque estão dizendo que você é o cara. Não, você é o cara idiota que vai quebrar, tá? Você põe, investe, fica gigante, a bolha fura e você está enrolado.

Então, preparei meus filhos para vir junto, que eu acho super importante. A família vir. Meus filhos aprenderam a trabalhar comigo desde os sete, dos nove anos. Nasceram no carpete e foram trabalhar cedo. Uma empresa familiar, então. Familiar, totalmente familiar. Meus filhos têm... Cada um tem o seu próprio negócio, mas todo mundo aprendeu comigo. Lá. A cultura é a mesma. Os valores são os mesmos. Os valores de família é básico.

E meus filhos têm liberdade e foram educados com democracia cubana. Sabe como é que chanciona? Direito de concordar com a mãe não pode sair. Eu fui criado assim, deu certo. Meus filhos foram criados assim, deu certo. Ah, não é o tamanho do negócio dele. Então, ele não pode sair de casa, passar em frente à minha casa ou à empresa sem dar beijinho.

Os valores foram preservados. Eles se tornaram boas pessoas. E até hoje, por exemplo, em casa não se pode andar de moto. Mas os caras são tudo, andam de carro esporte, estão bem sucedidos. Então, moto a mamãe não quer, tá? Então, não anda. Eu estou falando de bebê de 41 anos, tá?

que já é escritor, já é palestrante, já é mentor. Ele não pode comprar a moto que a mamãe não deixa. É, tem uma hierarquia, né? E hierarquia, aprendi com os japoneses. Cara, quem tá cabelo branco, esse cara tem mais conhecimento, então ouve ele primeiro, tá? E a gente faz isso, e nunca teve DR, não tem falta de respeito, tem carinho, e na hora que eu quero dar conselho na empresa dos meus filhos,

Em vez de eu me posicionar, dizer que eu sei, que eu faço, que eu aconteço, que eu já vivi, que não sei o que lá, eu só dou uma risadinha e falo, papai não quer, tá? Papai não quer. Ele começa a rir, o negócio é dele. Papai não acha legal. Papai, você é louco. Já acertei com o meu sócio e tal. Você que sabe, papai não acha legal. E eu vou embora e ele não faz.

Só o acho. A confiança, a parceria, o carinho, o beijinho. Sabe o que é você subir num palco? O seu filho subir em seguida e a hora que você se encontra no meio do caminho, num público de 1500 pessoas e o hábito é tão grande que você nem sabia nem percebeu onde você tava e ele é maior que eu e ele baixa pra dar um selinho. Selinho. Um negão de 41 anos. É. E ele dá selinho. Cara, quais são os valores? Não é quanto você tem, não. É quem você tem.

Porque o quanto você tem, você não vai levar. Não é seu. Só tá com você, você não vai levar. Mas esse legado, eu vou levar. E os meus netos... Eu nasci no chão batido. Meus filhos nasceram aqui nessa bolha chamada Alphaville. E meus netos nasceram na própria bolha.

mas ninguém mudou a referência de valores. Meus netos também. E a mamãe fala, isso pode? Isso não pode. Então, isso é certo, isso é errado. Do coleguinha, do coleguinha. O seu, o seu. Então, se você puder, doa para o outro.

valores, quais são os nossos valores? Quanto tempo nós ainda temos? Nosso tempo vai acabar, não dá pra voltar fita, não tem replay, não tem segunda chance, não tem plano B, não foi hoje, então nós podemos sair desse bate-papo melhor que nós chegamos, pra você que tá ouvindo você pode sair desse bate-papo melhor que chegou qual que é o segredo? É não ter segredo, olha pra dentro

não tem nada encoberto, é transparente, olha pra dentro e se conecta com você, você é extraordinário, para de acreditar que é difícil, para de acreditar que não pode, para de acreditar que no meu caso é diferente, todos os casos são diferentes, não tem dois DNA, dois códigos genéticos, não tem duas IRIS, não tem duas impressões digital, é tudo diferente.

Mas é semelhante. Então, se eu posso, esses meninos podem e o primo pode, por que você não poderia se nós somos semelhantes? Acredito em você. O conteúdo desse podcast que eles fazem aqui é feito para você se instruir, para você se fortalecer, para você perceber que tem dinheiro para todo mundo. É o jeito que você se movimenta, é o jeito que você encara o problema, é o jeito que você... Olha, esse país é o cavalo.

Não é cavalo de calendário chinês, não. É o cavalo. E se tem esse cenário que vocês veem de crise, desentendimento de política, de poderes... Então, esse é o estrume. Se tem o estrume é porque tem o cavalo. Para de olhar para a bosta. Olha para o cavalo. O cavalo chama-se Brasil. E o cavaleiro é você. Então, multa e vai. Acredita e vai. Você não acredita... Olha...

Esse ano, já estão dizendo para todo mundo que vai ser difícil por causa do feriado, por causa da política, por causa da Copa. Que conversa? A Copa circula dinheiro. Traz turismo. Os feriados aumentam o turismo. Nosso país é turismo de ponta a ponta. Você conhece o seu país? O seu país é extraordinário. O mundo todo precisa de nós. O agro é só um pedaço. Tem muita coisa sensacional nesse país, além do turismo. O feriado ajuda a fortalecer o turismo, que movimenta um monte de segmento. Aí tem política sensacional.

Um monte de gente que quer ficar na cadeira gasta dinheiro para ficar. Solta o dinheiro, porque o dinheiro é nosso, está lá. Só que ele circula quando tem política. E você consegue ajustar o seu ponto de vista e pegar um espaço para ganhar o seu.

Agora, e quem não está na política? Põe dinheiro para entrar. Todo mundo se movimenta. É um ano espetacular. Mas já estão pôndo na sua cabeça que vai ser difícil, você está acreditando. Crise é que nem fé. Só funciona para quem acredita. Para de acreditar nessa bosta. É possível. Para mim, para qualquer um. Eu não tenho nada especial, não. Por que nós crescemos todo ano? É porque a gente levanta de manhã e vai fazer. Olha a crise e vê onde é que está a oportunidade.

Porque todo lugar que tem um strume tem um cavalo. Nós precisamos parar de olhar para o strume. Olha para o cavalo.

20 países em guerra. Nós somos a bola da vez. Um monte de gente não produzindo. O nosso águia precisa produzir em dobro. Tarifácio? Quem é que já viu falar de tarifácio? Todo mundo fez propaganda de tarifácio. Mas ninguém está fazendo a propaganda que o nosso águia está batendo todas as metas que você puder imaginar para mandar comida para o mundo inteiro porque o mundo não está produzindo. Eles estão fazendo guerra. Nós estamos produzindo. Nós vamos vender para eles. Cara...

Nós somos sensacionais. O que você está esperando? Ajusta seu ponto de vista, ouve o que eles colocam aqui e traz para você aquilo que importa, aquilo que interessa, aquilo que está dentro da sua possibilidade. Não adianta você ouvir e querer amanhã ou depois investir o primeiro bilhão. Como assim o primeiro bilhão? Você não ganhou o salário do mês? Vai fazendo dentro da sua possibilidade, o dinheiro vem por consequência. Mas eu nunca deixei meu patrimônio ficar maior que eu.

Então, quando eu fico sem dinheiro, é só sem dinheiro. Eu agradeço. Eu nunca tive um problema que o dinheiro não comprasse. Então, se o dinheiro pode comprar, o problema é pequeno. Você precisa ser maior do que o seu patrimônio. Então, se o dinheiro pode comprar, agradeça. É o único problema que não deixa sequela. Você resolve e passou. Coloca um tapete vermelho para você. Agora você está sem grana. Tira um tapete vermelho. Agora você trabalha, trabalha, trabalha. Arruma a grana. Eles põem o tapete vermelho de volta, tá?

É só dinheiro, gente. É possível. Como é que faz para o cara não se sentir perdido? Porque, principalmente se ele está empreendendo, é normal que ele tenha altos e baixos. Dificilmente você vai ter uma empresa, vai ter um negócio que só vai para cima. Claro que tem altos e baixos. Todos nós. Como é que faz para o cara não perder a cabeça? Porque muita gente acaba ficando pelo caminho por conta disso. Lembra o seguinte, você nasceu sem nada.

Agora, na hora que você está numa situação assim, vai, volta, o seu tempo acabou ou não acabou, você se encaixa num UTI. Não importa a qualidade do hospital, num UTI. Agora, lembra, para você que conhece um UTI, se você não conhece, baixa o aplicativo aí e se informa. É uma TV que fica assim.

UTI. Ele ficou olhando a batida do seu coração pra ver se parou ou não, né? Então, altas e baixas. Altas e baixas. Altas e baixas. Se ficar reto o seu tempo, acabou. Então, doutor, se tá em altas e baixas, você tá vivo. Vai! Vai que dá. Olha, altas e baixas. Abaixadinha. Deus não sacaneia ninguém. Abaixadinha pra saltar. Você consegue se imaginar saltando sem primeiro dar uma abaixadinha? Então. É o processo. E se você nunca baixou, é porque você não tem anticorpos.

Uma hora você vai precisar baixar e talvez não consiga levantar. Então, há altas e baixas que faz você se preparando, ganhando anticorpos, informação, conhecimento. Vai pro retrovisor. No retrovisor, até o antequerido que você perdeu tá no retrovisor, você não traz de volta. Então, baixa a bola. Agradeça de você poder dar uma baixadinha. Depois você foca, em vez do retrovisor, em vez de lamentar tudo que você passou, foca no parabrisa e lembra, tem tanto antequerido no parabrisa que você não dá bom dia. Já passou a mensagem pra sua mãe hoje?

Ela te deu vida. Ou você acha que você não tem tempo? Você se acha? Porque você tem a bosta do smartphone? Então, a mãe não sabe? Já passou cordão umbilical, só se corta fisicamente? Já pegou mentoria de casa? Da mãe, do ajudante dela, do pai? Gente, humildade, simplicidade, gratidão, paixão, põe o pé, Deus põe o chão. É possível pra mim, todo dia da minha vida. Eu nunca tive um problema maior que eu.

Os tempos não são difíceis, os tempos são diferentes. Há pouco tempo atrás você andava um quilombo para achar um orelhão. Agora você para na favela, qualquer favela. Favela não é carência, é potência. Você para na favela, tem uma criança com smartphone que você faz negócio com a Asi. E agora está difícil?

Difícil para quem? Para onde é que você está olhando? Tem mais gente para consumir do que a capacidade de produzir. Presta atenção nas vilas, periferias, favelas e comunidades. Aquilo é uma potência extraordinária. Eu sou de lá, eu vivo conectado com o Corfo, com o Gerardo Falcões, com as pessoas que frequentam empreendedorismo na favela. Lá tem gente que consome, tem gente que produz, tem gente que manda para tudo quanto é lugar.

Não saia do seu município, não precisa nem sair da sua favela. Usa a sua tecnologia e avança.

Aqui não tem ninguém mais inteligente que você. É que aqui tem gente fazendo e você está esperando que alguém faça. O governo é uma escolha sua. É só uma escolha de representação pública. A sociedade é você. Para de olhar para a sociedade e achar que ela é difícil. Cara, a família é um senso de pertencimento. Você saiu de lá. Traz a família junto. E para de olhar para o defeito. Para de olhar para o defeito. Cara, lembra.

E resgata a sua fé. Você tem um Deus que habita aí. Você só não tá olhando pra ele. Tá aqui, ó.

dá bom dia, conversa com Deus, ele habita em você, acredita em você, e você contagia o universo todo a acreditar também. Você está fazendo universidade? Você vai fazer Harvard? Eu tenho orgulho de dizer que eu sou representante, embaixador de Harvard e de MIT. Gabei de ganhar esse título. E quando eu fui fazer um papo lá, ganhei o título. Harvard e MIT. Me nomearam embaixador dessas entidades históricas. E... E aí E aí E aí

Na hora de eu fazer o discurso no Teatro Municipal para agradecer, eu disse para o cara assim, gente, aquele monte de autoridade, gente de todo mundo e tal. Um deles era um ex-prefeito de Nova York. Todo mundo lá. Aí o cara pediu para eu subir para eu agradecer e fazer um discurso. Falei, gente, vocês sabem o que tem em Harvard, em MIT?

Eu fico muito feliz que eles estão deixando eu representar e ir para cá nas vidas periferia, falar a ela, e dizer o que é Ravro e o que é Maiti. O cara falou, é, Rufino, você ficou lá, você ficou um tempo lá treinando umas coisas, o que é que tem lá? Eu falei, porra nenhuma. Eu estou falando de escudo e agradecimento de ser embaixador. Você sabe o que é que tem lá? Não tem nada que não tenha aqui. Eu estou feliz e o cara de Ravro começou a rir. Ele entendeu.

Eu estou feliz de poder falar para a nossa comunidade aqui numa favela e dizer que ele pode fazer Harvard aqui. Porque só veio o emblema, eu sou só embaixador. Mas quando o cara entende que tem uma conexão com Harvard, ele começa a acreditar. É o que se faz em Harvard lá. Lá as pessoas acreditam, mudam o comportamento, não pegam o smartphone enquanto o professor fala, pegam um papel no chão se ele estiver andando no campus e põem no lugar certo.

E aí a mudança de comportamento e mentalidade, o acreditar, ouvir o professor, acreditar que ele está no melhor lugar, transforma a mente dele e ele se torna um cara sensacional, porque desperta ele. Não precisa ir para lá, acredita aqui. Que bom que a Rafa veio para cá, porque eu fui lá e lá não tem nada que não tem aqui, tá? Só que lá eles têm fé e põe na prática.

Eles acreditam e vão fazer. E aí eles saem de lá e o mundo todo quer quem fez Harvard. Então, o mundo todo vai querer você se você acreditar em você. É simples assim. Então, você precisa acreditar em você. Não precisa mudar de endereço. Não precisa fazer universidade do outro lado do oceano. Onde você vai, você leva você. Então, seja um ser humano melhor. Um ser humano que acredita, que tem atitude, que tem iniciativa, que tem comportamento empreendedor, que tem espírito empreendedor, que tem educação financeira, que você consegue se articular.

Entre os seus, que você se torna uma pessoa melhor dentro da sua casa. Comece a empreender ajudando a mãe, lavar louça. Atitude de fazer, vai varrer a casa. Atitude de auxiliar. É isso que é empreender. Porque se você fizer empreender e não estiver fazendo para alguém, você não vai conseguir ter resultado. Empreender só para ganhar dinheiro? Você tem um preço? Só serve se tiver dinheiro? Não, primeiro vem a atitude, a espiritualidade, a vontade de fazer, a iniciativa e a determinação de querer ser um ser humano melhor. Aí produzindo mais horas, ganha dinheiro. É simples assim.

O que o A, o B, o C ou essa estrutura gigante de vocês tem de especial? A força do querer.

um recurso que determinadas pessoas têm, é só não fazer nada. Aplica. Por que estão fazendo? Isso é vida, gente. Isso não é trabalhar escravo, não. Isso é vida. Produzir significa viver. Você não quer viver mais? Começa a produzir. Aquilo vai pegando o seu tempo e põe paixão e você não consegue ver o tempo passar. A hora que você olha em volta, as pessoas, nossa, como é que você chegou lá? Pergunta para mim isso. O filho, como é que chegou lá? Chegou lá onde?

Eu sou o mesmo cara. Não tem que chegar lá. A minha idade mental é sete anos. Eu sou feliz. Eu já era feliz. Ah, você está rico. Eu já era rico. O que você chama de ser rico? O que você chama de ter sucesso? Eu reúno a minha família, onze e meia da noite do domingo e ninguém vai embora.

Todo mundo fica lá, meus netos correm, meus filhos, aquela bagunça. A cozinha produz que nem fábrica. E eles não vão embora. 11h30 da noite do domingo. E está virando a segunda e ninguém vai embora. Gente, não é possível. Então, o que é isso? Chama sucesso. Você consegue ter sucesso ou você só tem patrimônio?

Você consegue manter os seus em volta? Sem pressa de ir embora? Eles ainda querem você? Gostam de você? Querem ficar com você? Tem essa troca de energia? Tem a sensação de segurança? Que fome você não vai passar porque tem alguém que gosta de você e que se preocupa com você? Então, isso chama sucesso. Então, não é onde você está ou de onde você veio, é para onde é que você vai. E esse nosso bate-papo aqui permite que você vá para onde você quiser se você aceitar ouvir, humildade de ouvir e se tornar um ser humano melhor. Um ser humano melhor é bom naquilo que ele faz.

Conheça a Trilha, um negócio da B3. Impulsionamos sua empresa ao fazer perguntas certas para transformar complexidade em decisões claras, seguras e aplicáveis. Saiba mais sobre a Trilha em trilhab3.com.br Perfeito. Rufino, você acredita que você teve sorte? Claro, todos nós temos. Eu nasci com ela. Todos nós nascemos. Você acredita em sorte? A sorte existe. É, sorte, na realidade, é um jeito para justificar que você tem um Deus em você.

Como é que você é filho do cara e não tem sorte? Como assim? Claro que você tem sorte. A minha sorte ia ser filho de Deus. Então, eu posso o que eu quiser. Então, você tem que dar sorte, essa sorte sinteticamente falando, tipo assim, hipoteticamente falando, que você deu sorte. Não existe isso, gente. Sorte é o movimento que você faz que, por consequência, você chega num resultado, num objetivo baseado nos seus valores. E você vai criando aquela situação. Agora,

Você nasceu espiritualizado. Você é filho do cara que nem eu. Você acha que precisa de sorte? Você nasceu com ela. Você tem poder que é a sequência de Deus. Agora, você sabe quem tem esse poder? Ah, gente. Vocês conhecem o primo?

Eu conheci o primo antes e depois eu conheci o primo depois do relacionamento. Aumentou muito a sorte dele. Sorte é quando você anda numa companhia, quando você cresce de dentro pra fora, quando você desenvolve o seu emocional, quando você reconhece a força feminina à sua volta, a mãe, a esposa, o relacionamento que você construiu. Aquilo te guia, te dá a direção e você aumenta o seu grau de felicidade. Aí você ganha disposição e produtividade e você cresce. Todo mundo olha.

essa estrutura do PrimoCast e ver, ah, nossa, rico. Cara, é muito mais que isso. Olha a pessoa. Olha a família das pessoas. Olha os relacionamentos. Olha como é que as pessoas vivem. Olha como é que elas geram oportunidade. Aí o cara fica olhando, não fica olhando a materialidade, não. Olha o ser. Não é o ter, é o ser. Tudo no final. Ah, eu vou dar um toque para você. Não sei se você já se informou. O Google não faz sexo com o XGBT.

Sempre vai ser o ser. Sempre vai ser você. O IA é uma máquina, é uma ferramenta. A primeira veio, já veio uma segunda que está ultrapassando a primeira. Do jeito que o smartphone veio o primeiro, o outro já veio ultrapassando o outro. E sempre vai trocar a máquina, mas você está aqui. Então, fortalece você. Que, por consequência, você vai saber lidar com a máquina. Isso aqui é uma máquina de informação, de conhecimento. Vai vir para servir você. Mas você está disposto a ouvir?

Você tem humildade de ouvir? Ou você acha que é um mais um blá, blá, blá? É mais um internet? É mais um conteúdo de coach? Não, gente, é vida real. Se você pescar e tiver humildade de ouvir, você sai desse bate-papo melhor que chegou. E aí você olha pra dentro, filtra. Não fala de filtro, põe no filtro e pega. Então filtra isso.

E vê o que cabe para você. E eu vou ficar muito feliz se você conseguir pescar alguma coisa que sobra na sua vida. Meu propósito aqui é esse. Que alguém saia daqui melhor que chegou. E aí você vai perceber que eu não tenho nada de especial.

Você, cara, você é a pessoa. Então, cara, olha para dentro. Desperta o gigante que está em você. Olha um líder para você copiar. Eu copio o comportamento de Jesus. O melhor líder que esse planeta já teve. E você se torna um líder melhor. Eu copio as mulheres. Você tem noção da força das mulheres? Por isso que eu estava falando do primo. O que ele cresceu depois que ele conseguiu um relacionamento?

emocional? Olha, deixa eu falar uma coisa pra você. A força do amor, do carinho, da união, da família, a força feminina que habita...

E nós, nós só nascemos porque uma mulher quis. Vem Deus primeiro, depois vem a mulher. A mulher é criadora, nós somos criaturas. Se conecta com a mulher, a mãe, a esposa que nem te viu vida, mas vai interferir, vai influenciar, mas vai ajudar você. Você quer empreender, quer servir, quer crescer? Então quem decide as coisas são mulheres. Já aprendeu a lidar com mulher? Quem tem poder sobre a mulher é as crianças. Já aprendeu a lidar com criança?

Se torne um ser humano melhor. E você vai ser extraordinário naquilo que você se propôs a fazer.

Você vai ver que o que o Primo Cash faz é levar essa informação para você. Porque o conteúdo, a força, o potencial já está em você. Você tem um potencial extraordinário. Eu acho que esse nosso bate-papo é para poder despertar em você o gigante que já habita aí.

Ô, Fino, eu tô com uma pergunta que eu queria te fazer, porque, cara, teve muitas coisas que você construiu. Você é um cara mais velho que a gente, então você é mais sábio que a gente. Tem algo que você se arrependeu na sua vida, cara, que você pode passar pra gente, até pra gente aprender com você? Sim. Se eu tivesse que voltar a minha trajetória e começar de novo...

Eu terceirizei um problema quando minha mãe foi embora, que diziam que havia ela geladinha, eu queria levar minha mãe para casa, ela já estava morta. Eu não entendi aquilo. E eu achei que a enfermeira mandou eu ir para casa e quando ela ficasse quentinha, ela ia. Eu fui para casa, fiquei três dias no meu barraco esperando, até meu pai mandar sair da janela e dizer que mamãe não volta, mas a mamãe morreu.

E minha mãe me ensinava muito a agradecer o privilégio de cada dia. E eu entendi que ela me ensinava o valor do tempo. Eu entendi que o tempo dela acabou. Ela não ficou quentinha, não voltou para casa. Primeiro ponto. Nunca mais eu terceirizei o problema. Eu terceirizei para a enfermeira, achei que ela resolvia o problema, fui para casa. Não tem culpa, tadinha. Ela só queria que eu saia do necrotério. E eu fui para casa. Mas eu aprendi, aquilo me deu um sentimento de não deixar meu problema para o outro.

eu passei a assumir o problema. Por isso que nunca mais ele ficou maior que eu. Então, se eu tivesse que fazer qualquer coisa, eu faço isso. Eu não terceirizo mais o problema. Segunda coisa. Toda a minha trajetória...

No dia a dia, eu fiz muitas altas e baixas, como diz o gráfico. Mas todas as vezes que eu tive que ir muito baixo no gráfico, principalmente quando eu ficava sem dinheiro, é duas coisas que o tempo todo eu corrijo para evitar repetir. Eu fui vaidoso. A vaidade traz arrogância. Se eu tivesse que começar de novo, eu seria menos vaidoso, menos arrogante, menos prepotente. Eu seria mais generoso, mais solidário, eu seria mais humilde.

E por consequência eu seria uma pessoa melhor. É a única coisa que eu faria diferente no meu trajeto. O resto são coisas. Empreender, acertar, errar, com dinheiro, sem dinheiro. Isso faz parte do aprendizado. Faz parte de você conquistar anticorpos. Isso não é um problema. Eu acho que o problema nosso é espiritual e emocional. A fé e o emocional...

que fortalece você a buscar um propósito. Então você se torna gigante. Então o meu emocional, eu faria isso. Eu controlaria o meu emocional para não ser vaidoso, porque aí eu não seria arrogante, eu trataria melhor, eu me relacionaria melhor, porque tudo precisa de relacionamento. E eu já cometi alguns erros e eu tenho certeza que eu fui vaidoso. Eu tenho certeza que por conta da vaidade eu não ouvia mulher. Eu fui prepotente.

E, às vezes, não solidário. Porque você precisa compartilhar. Então, eu seria uma pessoa que corrigiria essas fraquezas humanas minhas. Então, eu deixei de ser vaidoso? Não. Mas eu já aprendi a lidar com isso. Eu sei quando começou a chegar a vaidade, e eu vou lá e me refugio.

na humildade. A humildade sempre vai se sobrepor à vaidade. É por isso que hoje eu tenho a sensação de segurança, que eu não preciso voltar muito para trás. Eu posso ir daqui para frente. Porque toda vez que eu tive que dar uma baixadinha muito grande, é porque eu fui vaidoso. Hoje eu aprendi a administrar a vaidade. Porque ela está em nós, tá? Ela anda com você. Você tinha uma bicicletinha pequenininha, você tirava rodinha, achando que você sabia andar. E caía. Tinha rodinha, tira a mão, tira o pé e tirava os dentes.

Então, a vida toda a gente faz isso. A vaidade faz a gente tirar as rodinhas. Hoje eu pus as minhas rodinhas de volta e eu não tiro as rodinhas. Porque toda vez que eu precisar acelerar na vaidade, eu lembro que tem uma rodinha que chama-se humildade. E eu volto para lá. Então, se eu tivesse que começar de novo, eu seria um ser humano mais humilde. E quando começou a sua relação com Deus? Nasci com ela.

Eu nasci, a minha mãe muito pequenininha, dizia que eu era filho do cara, eu queria entender, como é meu pai, filho do cara? É o jeito que ela tinha de me dizer que eu era filho de Deus. Essa relação vem lá de trás. Então, todas as imagens, religião, eu acredito que todas são boas. Mas, para mim, todas elas buscam a mesma energia que eu busco. Tem gente que não acredita em Deus, eu não tenho nada contra, mas quando eu ando de avião, avião balança, todo mundo chama o cara.

Então existe uma energia sobre a nossa e eu entendo que se não tem essa energia, não tem sentido a nossa existência. Não dá para explicar a nossa existência. Do nada a válvulazinha fecha. Como é que explica? Você quer uma explicação porque o seu tempo acabou? Por que ninguém foi pedir explicação quando você nasceu? Todo mundo achou você lindo. Presente divino. Ninguém pediu para Deus explicar. Agora que acabou o seu tempo, você quer que Deus explique? Então, na realidade, nós temos um tempo. Todos nós.

E nosso tempo acaba. Então, na realidade, a minha relação com Deus é a mesma relação que eu tenho com a minha mãe. Eu acho que o Espírito não morre, ele habita em nós. A minha mãe não morreu.

Que cordão umbilical só se corta fisicamente. A minha mãe ficou na mente e no coração. Imortal, inesquecível. E eu quero se tornar esse ser humano, imortal, inesquecível. Na mente e no coração das pessoas. Então eu construí isso em vida. Do jeito que a minha mãe fez comigo. Eu procuro todos os dias ter essa conexão. Isso só é possível se eu olhar pra você e ver o Deus em você. Porque se ele habita aqui, por que ele não habita aí?

Se nós somos obra de arte feita pelo mesmo artista. Obra de arte feita por um artista chamado Deus.

Por isso que não tem duas impressões digitais, não tem dois DNA, não tem dois códigos de energia, só tem você no planeta. Olha como você é bom. Olha quem é o artista que fez. Só que o artista que fez você é o mesmo artista que me fez. Eu olho para você e não consigo ver a obra do cara? Deus habita em você e habita em mim. Então, na realidade, qual é a minha conexão com Deus? A minha conexão com o ser humano. O Deus habita na figura viva. Então, não adianta você ir para o culto, orar e sair e chutar o cachorro.

Não adianta você falar de Deus e não dar bom dia para o porteiro. Não adianta você falar de Deus e nós estávamos todos reunidos aqui. Aí aparece Deus com a bandeja, café e água. Você não olha para Deus e não dá bom dia. Era a copeira. Porque Deus habita em todo ser humano. Eu aprendi a conviver com Deus. Eu levanto de manhã e o meu primeiro bom dia é para Deus. Por quê? Porque ele está em mim. Eu dou bom dia para mim.

É simples assim. E eu compartilho isso com todo lugar que eu vou. Porque todo mundo, todo ser humano que eu encontro no caminho, eu consigo enxergar Deus que habita nele. Se ele não viu, eu tento acordar ele para isso. Mas se ele não conseguir, está tudo bem. E eu vou continuar enxergando Deus que habita dentro de cada um de nós.

Você acha que o dinheiro, a partir do momento que você começa a ter um negócio bem sucedido, o dinheiro começa a aparecer. Em algum momento, você acha que o dinheiro acabou te corrompendo de alguma forma? Você falou um pouco de vaidade ou não? Você conseguiu lidar bem com isso? Porque você vai trabalhando e começa a... Todas as vezes que eu quebrei é porque eu fui vaidoso. O dinheiro engole você.

É porque, naturalmente, a nossa fraqueza, o ser humano é frágil. E o dinheiro, ele vem com a força tão grande que ele vai atingindo a sua fragilidade. Onde é que está a sua maior fragilidade quando você começa a ter dinheiro? Na vaidade. A vaidade é um sentimento que está em você. E se você vacilar, ele toma conta. Agora, a humildade impede isso. Um cara humilde não se arrebenta, não. Porque ele não começa a se achar, ele não começa a tentar alcançar voo mais alto. É isso que é fazer o quê na lua, fi?

Seu tempo não vai dar. Você não vai fazer nada com aquilo. Deixa os caras pesquisar para uma geração lá do século, não sei o quê. Mas o aqui agora não tem nada a ver com você. Então, cara, anda com o pé no chão. Você tem um tempo e o tempo acaba. Olha que negócio legal. Quantos anos você tem, Lucão? Eu tenho 32. Você? 32 também. 32. Então, vocês não têm. Olha que legal. Vocês já tiveram, já passou.

Todo mundo acha que eu tenho 32 anos. Não, você não tem 32 anos. Você já teve 32 anos. Nesse exato momento, todos nós aqui, os nossos ouvintes, quem tem o privilégio de poder filtrar o nosso papo, tem zero tempo, tá? É tipo, vamos dizer que como ninguém começa do zero, eu diria que você tem alguns segundos.

Você consegue garantir que você tem mais que alguns segundos? Não, não dá para garantir. Se você não garante, você não tem. Então, na realidade, você tem alguns segundos. É isso que a pessoa precisa viver. Gente, eu só tenho alguns segundos e eu não consigo nem enxergar o Deus que está em você.

Eu estou me achando, vou medir você pelo patrimônio, pelo seu curso, pelo seu treinamento, pela sua formação. Cara, não é possível que tenha alguma coisa maior do que você ser filho de Deus. Eu sou, mas você também é. Por exemplo, eu falo de Deus, eu acredito em Deus. Agora, só que é o seguinte.

Eu olho do lado e começo a achar um defeito em você. É gay, é preto, é branco, é esquerda, é direita, é pobre, é... Ei! Olha de novo. Você sabe de quem é que você está achando um defeito? No filho do cara? O que você acha que o cara vai achar?

Você está pondo defeito o filho dele. Você acabou de pedir para Deus se ajudar, olhou do lado, encontrou o filho dele e pôs um defeito. Cara, que hipocrisia é essa? Você não acredita em Deus? Então cuida dos filhos dele, tem um do seu lado. Não precisa ir para o museu, para Paris, para Misterdã, para ver obra de arte. Tem uma do seu lado e o artista é Deus. E você não olhou do lado.

E vai olhar uma imagem da Mona Lisa lá em Paris. Cara, olha aí do lado aqui. A Mona Lisa é um pedaço de papel. Aqui tem energia, tem espiritualidade, está do seu lado. E é filho do cara. Olha para ele, olha o Deus dele. E o reflexo volta, ele vai ver o Deus em você. E aí está feita a conexão. Não tem maldade. Eu paro no farol, abro o vidro do carro blindado. E o cara fala, e dou bom dia. Ah, mas se for um assaltante. Ah, ele pode até levar meu celular, mas ele não me dá um tiro depois de receber um bom dia, tá?

ele é humano, ele também tem um Deus dele, na hora que você dá o bom dia, você desperta o Deus que está no outro, e as pessoas estão passando por Deus e não dá bom dia, é só bom dia, eu passei na sua galeria, aquele monte de gente trabalhando que você tem ali, eu gritei, bom dia, o pessoal meio que se assustou e tal, a minha mulher veio, gente, desculpa, ele é assim mesmo e tal, eu saí de cada lugar que eu passei, eu gritei um bom dia, todo mundo respondeu.

energia. A pessoa percebe que é de verdade, que você não está de sacanagem. Você está vendo que ali tem um grupo de irmãos, filhos de Deus. Você passou e não deu bom dia. Quem você pensa que é? Por que as pessoas estão se achando? Por que as pessoas se acham maior que a outra? Isso é uma fraqueza humana. Eu não sou um fraco. Por que a pessoa quer ir para a rede social e mostrar o carro, o relógio, a mansão, o carro alemão, o avião? Não precisa.

Que insegurança é essa? Não precisa mostrar nada, não. Mostra o coração, mostra conteúdo, mostra alguma coisa que sirva para o outro. Você mostra um avião para o cara que está na comunidade e ele acha que aquilo não é para ele, que ele nunca vai chegar nisso. O que você ajudou o cara?

Não, cara. Motiva o cara que é possível. Ele já sabe que você tem coisa, não precisa mostrar. E você motiva para ele que é possível. Ah, o outro mostrou o que você tem. O outro pode mostrar o que ele quiser. Eu não vou mostrar nada, não. Eu mostro eu. E eu ando assim e eu consigo andar nessa energia, nessa sinergia, sincronizado com o Deus que habita em mim. Pensa num cara forte. Na pandemia, todo mundo se preocupava com o abraço, por causa da pandemia. Eu não estou preocupado, eu abraçava todo mundo.

Mas o filho, como assim? Eu não pego nada. Mas como assim? O vírus é invisível, eu falo Deus também. E não peguei nada. Eu só pego o que me interessa. Fé colocada em prática. Todos os dias eu tenho os dias extraordinários. É meu último dia. Ou seja, pode ser meus últimos segundos. E eu não vou cumprimentar Deus que passou do lado. Eu não vou deixar um legado. Eu não vou ser feliz hoje. Amanhã está muito longe.

Você está chateado, bem? É? Você está vivo e está chateado? Tem dois bilhões de pessoas no planeta que estão com a cabeça voando. Tem gente em Teirã querendo sair, o trânsito não anda e ele está com medo que caia o míssel. Nesses países que estão em guerra, o cara precisa sair da cidade, porque é lá que chegam os mísselos e ele precisa sair.

Ficar no campo aberto para alguém ver que ali não tem problema, não vai jogar missa lá. E aí o trânsito não anda. Ele está com uma linha nos carros, com os filhos, e o trânsito não anda. Então, aquele trânsito deve ser horrível, né? Agora você está reclamando do nosso trânsito?

Você vai para a escola, vai para o trabalho, vai ganhar dinheiro, vai fazer o network, vai viajar, vai para a praia e está reclamando do trânsito. Quem tem que reclamar do trânsito é esses caras, e esses caras a hora para Deus. E você, em vez de orar também, você reclama? Quais são os nossos valores? O que nós estamos fazendo com a nova geração? Fortalece ela. Nossa geração é sensacional. Mas estão dizendo para ela que ela não serve para nada, que ela não quer nada.

é responsabilidade nossa. Se a nova geração não quiser nada, é porque nós não estamos passando nada. Eles são brilhantes, mas já estão tampando na cabeça deles, que vai ser difícil. Já estão tampando na cabeça das pessoas que tem que ter esquerda e direita. Ei, você não é boi, não. Por que estão separando você? Esquerda e direita? O que vocês estão falando? Minha filha mexe com os boizinhos, todo dia na fazenda dela está separando os bois.

Filha, o que é isso? Não, pai, os da direita vai para o corte, aqui nós voltamos para o pasto, e depois? Depois vai para o corte. Quer dizer que no final vai todo mundo para o corte.

E eu comecei a rir. Falei, do que você está rindo? Falei, da política. Falei, como assim? É o que estão fazendo com o povo. Esquerda e direita. Depois vai tudo para o corte. Gente, para de separar as pessoas. Você precisa de todo mundo. Para com essa insanidade que estão fazendo com você. Você precisa de todo mundo. Cuidado para você não pôr na placa do seu negócio uma placa esquerdista não, direitista não. Você quebra. Você fica sem dinheiro no mesmo dia.

Então, para de separar. Nós precisamos de todo mundo. Precisamos conviver com os diferentes.

religião, gênero, cor de pele. Você acha que Deus vai te sacanear por causa da sua melanina? Você acha que Deus está com tempo para fazer isso? O que estão pondo na sua cabeça? Não é possível, gente. Até quando nós vamos nisso? A política é complicada. Você não vai escolher? Um cara sem noção vai escolher para você. Assume responsabilidade, participa, se envolva. Você não quer produzir? Alguém vai produzir para você? Você quer ser vagão se você nasceu locomotiva? Gente, não precisamos olhar para dentro.

E nos fortalecer. É assim que nós vamos mudar. Nós. A hora que você muda você, você fortalece a sua família. A hora que você fortalece a sua família, você precisa mudar de endereço. Você fortalece o entorno. E melhora a vida dentro deste país que é nosso. Você não precisa sair do país. Você precisa mudar a mentalidade. Não fuja do problema. Encare o problema. Ele é menor que você. Caraca.

Que aula, hein? A gente tem feito bons primocasts, hein, Kaique? Uma baita de uma aula. Eu queria que a gente fosse, indo para o final aqui, passando um pouco de lições, um pouco mais em relação a negócios. Por que você acha, Rufino, que o seu negócio deu certo? O que você fez? Foram pessoas? Foi o modelo?

foi a oportunidade? Por que que deu certo na sua visão? O meu negócio, como a maioria dos negócios que existem no planeta, é commodity. É só um negócio. Tudo que você fizer na vida, se dedicar ali, produzir, dá dinheiro, tá? O meu negócio é commodity. É um negócio como qualquer outro. Eu só copiei. Por que que deu certo? Porque você acredita e trabalha 16 horas.

Tem milagre. Ah, mas você é um gestor extraordinário. É nada, senão não tinha quebrado. É só um negócio. E como é que você começa de novo? Volta lá. Você não nos aprendeu a andar de bicicleta. Põe as rodinhas de volta, baixa a bola e começa de novo. Só que tem um detalhe. Todo dia eu começo de novo, no negócio que está. Nós somos a maior empresa de reciclagem de caminhões. Somos o número um. Quebramos. Abrimos o RJ. Concordar até RJ. E continuamos sendo o número um.

Porque é das besteiras que eu fiz, abrir a Jota e abrir uma gordata. Qual é as besteiras? Tentar comprar o mundo. Tentar abrir concessionária, abrir loja, abrir filial. Me perdi no caminho. Errei na estratégia. Peguei parceiro estrangeiro que do nada eles foram embora. Então, errei na estratégia. Começa de novo, porque você não desaprendeu na bicicleta. O que você faz agora? Trabalha um pouquinho mais.

e você consegue recuperar, e não fica sequela. Aí você usa os anticorpos para não repetir o mesmo erro. Não tem problema que você erra. Não pode insistir no mesmo erro. Hoje você vai quebrar de novo, não sei, mas no mesmo erro, não mais. Eu já aprendi. E qual que é esse mesmo erro? Sempre a vaidade vem na frente.

E achar que você pode abraçar o mundo. Não, você já tem o mundo. Abraça o seu mundo dentro da sua possibilidade. Por que você quer ter tudo? Cara, tudo... Você vai ficar com um monte de coisa, mais ou menos. Seja bom naquilo que você faz. Aprimora aquilo que você faz. E é sensacional.

Agora, arruma tempo para você fortalecer os seus valores, a base, a família, relacionamento, gostar das pessoas, cuidar das pessoas, não esperar nada de um amigo. Seja amigo das pessoas e não espere reciprocidade. Faça para as pessoas e não espere reciprocidade. Dê o bondinho e não espere a resposta. E você se torna um ser humano leve. Eu costumo dizer o seguinte, só tem medo da morte. Quem tem dívida com a vida não faz dívida com a vida. Anda leve. Crise. Vou repetir, é que nem fé.

Só funciona pra quem acredita. Ninguém para de beber, de vestir, de comer, de dormir, de nascer, de morrer. Ninguém para de consumir. Então você tem espaço pra produzir. Para de acreditar que a crise é um problema. A crise é um movimento que gera oportunidade pra você assustar... Pra quem tá com o ponto de vista ajustado pro cavalo. E é um problema pra quem tá com o ponto de vista ajustado pro estrume. Ajusta seu ponto de vista e olha pro cavalo. Muito bom.

Bom, você que ouviu a gente aqui, deixe o seu like, dá 5 estrelas no Spotify. Se inscreve no YouTube. Se inscreve. Eu duvido que você não vai dar 5 estrelas num puta programa desse. Duvido que você não vai fazer alguma coisa diferente na sua vida hoje, depois de ver esse programa. Se você não deu um chacoalhão em você, eu não sei o que vai falar. Aí não dá. Olha, se vocês fizerem isso, que os meninos estão pedindo...

Eu vou bater minha meta. Todo lugar que eu vou, eu procuro deixar uma informação, uma vivência, parte daquilo que eu faço no dia a dia. Gente, eu só falo daquilo que eu faço. Não é teoria, não é meus livros. Meus três livros, três best-sellers. Catador de Sonho, Poder da Positividade e Os Improváveis. Eu não falei de livro, eu não pus um livro aqui para te fazer propaganda, nada. Cara, eu só faço.

E eu falo com as pessoas só pra despertar nas pessoas o gigante que já habita nela. Então se você tá nos ouvindo e olhar pra você e você conseguir... Ah, eu, Rufino, você me transformou. Eu não transformo ninguém. É você que se transforma quando você tem humildade e olhar pra si mesmo. Porque o gigante já tá aí. Se eu conseguir que um de vocês olhe pra dentro e saia desse bate-papo melhor que chegou, eu bati a meta. Se eu conseguir dois, eu dobrei a meta e eu agradeço.

Muito bom, Rufino. Obrigado, cara, por ter vindo falar com a gente. Eu que agradeço. Como que o pessoal te acha nas redes sociais? Super prazer.

Redes sociais, Geraldo Arroba... Geraldo Rufino Arroba... É, acho que é isso. Geraldo, você acha Rufino? Joga Geraldo Rufino, você vai achar o verificado lá no Instagram. Rufino, você vai achar o Geraldo... Vou achar o negão lá e dá tudo certo. Você tem foco em produzir conteúdo ou não? O pessoal vai recortando, as coisas vão jogando lá? Ou você tem uma... Você tira um tempo para produzir conteúdo mesmo? Não, cara. Olha, de verdade...

Por exemplo, a gente bate o pop aqui, aí quando você passa pra mim a gravação, se você passar, o meu povo faz alguns cortes e põe na rede. Você faz corte e põe na rede. Aí você vai nos outros amigos, eles fazem corte e põe. E aí o meu time, quando eu faço o segundo, eu faço qualquer palestra ou evento, eles pegam alguns cortezinhos.

Qual que é o objetivo? Sempre vai ter uma fala diferente, porque eu não tenho um texto, não tenho uma sequência. Eu faço 210 palestras por ano e eu não tenho uma palestra pronta. Eu falo com as pessoas que estão lá. Eu vou nas grandes empresas, mas eu vou no presídio também.

eu vou na comunidade, eu vou em todo lugar, mas eu faço um monte. E aí eu falo com as pessoas, até para não ficar cansativo e repetitivo, eu falo baseado na energia, como aqui hoje. Nosso bate-papo está baseado na energia, na idade de vocês, no clima que eu encontrei quando eu cheguei aqui, na recepção que me fizeram, que é uma simpatia. A Lorena. A Lorena. Então.

Isso é que vai me formando pra eu bater um papo com vocês. É o aqui e agora, vida real. Então eu não tenho nada pronto, nada... Então, na realidade, eu vou fazendo e vou compartilhando. Eu tenho uma rede social que na hora que somar Instagram, Twitter, TikTok, tem 6,6 milhões. E eu nunca gastei... Olha o meu investimento nessa rede de impulsionamento. 100 reais.

Uma vez nós usamos 100 reais para fazer um teste. Nós nunca impulsionamos, não gastamos nada. É orgânico. Uma pessoa que passa para outra. Então, se ouviu o cash, achou alguma coisa interessante para você, compartilha e passa para alguém.

É isso que acontece nas minhas redes, é isso que acontece nas minhas falas. É por isso que as pessoas me recebem com carinho. E é isso que me faz manter. Porque eu sou sucateiro, com muito orgulho. Meu negócio continua firme, forte, flexível. Por mais que eu faça 200 palestras no ano, o meu negócio é o reciclagem, é os caminhões. Eu tenho prazer e orgulho disso. Então, na realidade, eu sou político.

Eu só não estou candidato. Está diferente. Mas assim, eu me relaciono com todo mundo, em todos os campos, em todos os lugares. Política de A a Z. Todo lugar que eu posso ir para contribuir, eu vou. Com o quê? Com exemplo de vida real. Para dizer que é possível nesse país. Gente, para de falar mal do país. Para de querer sair do país. Nosso país é extraordinário. É um diamante a ser lapidado. E você também é um diamante. Pensa comigo. Vocês são diamantes.

Como é que se forma um diamante? No lugar mais inóspito, tá? Como é que ele se formou? Com calor e pressão e tempo.

Ele recebe calor, ele recebe uma puta pressão e de carvão ele vira diamante. É o tempo. É questão de tempo. Então, é isso que somos. Nós nascemos diamante. Você nasceu diamante. Então, se você estiver recebendo pressão e calor, daqui a pouco você brilha. É isso que somos. E é isso que eu procuro todos os dias. Quando chega pressão para mim, chega pressão, pressão, calor, eu só espero o tempo e vou me movimentando.

ou então às vezes eu fico quietinho porque eu sei que eu sou um diamante como todo mundo, é questão de você olhar pra dentro e descobrir o brilho, o gigante o Deus, o diamante que habita dentro de cada um de nós é isso aí, foi de bola não deixe então de se inscrever mande pra todo mundo esse programa grande abraço, até o próximo episódio e tchau

O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

E aí E aí

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