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24 HORAS COM MANU CIT | A ROTINA DE UMA EMPRESÁRIA E MILIONÁRIA DE 22 ANOS

22 de maio de 202653min
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Participantes neste episódio4
K

Kaique Editor

HostJornalista
L

Lucão Zafra

HostJornalista
M

Matheus Ueta

HostAtor e influenciador
M

Manu Cit

ConvidadoEmpreendedora e Milionária
Assuntos6
  • Rotina de Manu CitAcordar cedo e rotina matinal · Lançamento de tênis Fila collab · Visita ao escritório da Guday · Terapia e saúde mental · Treino de corrida e maratona
  • Construção de Marca e EmpreendedorismoTrajetória de Manu Cit na internet · Fundação e crescimento da Guday · Estratégias de marketing e vendas digitais · Gestão de influenciadores · Importância de bons sócios
  • Decisões de Carreira e VidaAbandono da faculdade de medicina · Superação da vergonha e medo de julgamento · Definição de sucesso pessoal · Equilíbrio entre vida pessoal e profissional
  • Investimentos e Finanças PessoaisEstratégias de investimento de Manu Cit · Gestão de patrimônio e gastos · Investimento em imóveis · Importância de investir o que não se gasta
  • Marketing de Influência e Redes SociaisEstratégia de conteúdo no TikTok · Criação de perfis secundários (daily) · Parcerias com marcas e comissões · TikTok Shop e comissionamento
  • Desenvolvimento de Produtos e MarcasLançamento de novos sabores de suplementos Guday · Estratégia de marketing para o TikTok Shop · Estrutura de equipe e colaboradores
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Se você ainda usa toner pra imprimir, tá na hora de você saber que o principal componente é o plástico. Um ano de impressão com toner em todo o mundo equivale a 20 bilhões de sacolas plásticas. É muito plástico, não é? Chegou a hora de reduzir o plástico nas suas impressões e ainda diminuir também o consumo de energia. Mude para uma impressão toner free, escolhendo as impressoras empresariais de jato de tinta Epson Workforce, com a tecnologia Precision Core. Você não vai querer continuar usando impressoras com toner, vai?

Saiba mais em epson.com.br barra toner free. As estimativas da Epson são baseadas em dados internos e de terceiros. No episódio de hoje, vamos passar 24 horas com a Manu City. Que aos 16 anos, ela entrou na internet e viralizou alguns TikToks. E eu só fazia TikTok, eu não fazia Instagram não, porque eu tinha muita vergonha. Aos 19, ela entrou na faculdade de medicina. E aos 20, ela largou a faculdade para postar no digital.

Porque realmente é o sonho de muita gente. Só que é o de muita gente, mas não precisa ser o meu. E foi aí que tudo mudou. Foi aí que a Manozit se tornou uma das maiores influenciadoras fitness. Ela já foi maratonista, já fez meio aeromã. Hoje ela é empresária, fundadora da Good Day.

Uma marca que nasceu há menos de 3 anos e já virou referência no mercado. Hoje, aos 22 anos, sua empresa, Agudei, vende suplementos em goma e cresceu com um número que chamou a atenção. Mais de 5 mil pontos de venda, 120 mil potes produzidos em um único mês e mais de 60 milhões de faturamento em 2025. Isso é o 24 Horas da ManoCite.

Convidei vocês pra começarem o dia comigo, mas aqui eu não gosto muito de gente. De manhã. E aí eu filmei tudo no meu celular, se for ajudar. Ah, bom, você vai mandar pra gente então. Ai, esqueci de fazer de noite. Mas hoje eu pensei, nossa vai ser muito legal gravar backstage. Mostrar um outro planilho do meu quadro que já é famoso. Ai, eu acho que isso é perfeito pra correr um pouquinho antes.

Super velho Lá é 3, mas eu vou fazer 4 Sinto atrasada

Tô gravando o back dos 24 horas pra mostrar a realidade da coisa. Mostra a hora então aí. 6h59. Acordei hoje 5h16 especificamente. Por que não 5h15? Porque eu gosto de números estranhos pra acordar. Eu acho que fica mais interessante. Eu me sinto como se eu não pudesse clicar no adiar, sabe?

Tentei! Chegamos! Chegamos! Gente, eu vou tirar umas fotos ali. Tá bom!

uma sessão de fotos ali e tudo mais com a marca. A gente ainda não conseguiu falar com ela, mas a galera já tá engajada já. É oito horas da manhã, a cafeteria cheia. Ela tá lançando o tênis dela. Ela é patrocinada pela fila. É um lançamento de um tênis novo e a galera tá fazendo ali o book de foto, a gente já fala com ela já. Oi, gente! E aí, tudo bom? Tudo bom!

Tudo certo? Tudo bom? O que tem hoje aí? Explica pra gente aí o que tá acontecendo. Phil, você grava no meu horizontal, por favor? Porque eu tô fazendo o behind the scenes do 24 horas. Tá bom, legal. 24 horas no meu POV. Hoje a gente vai lançar a minha collab com o Fila, que é o Fila Racer Speed Zone de lápis. Que legal. Não, gente, é o tênis mais bonito da Fila. Ficou muito bonito. Não é por nada, não. Não é porque eu ajudei a fazer que é realmente o tênis mais bonito da Fila, da vida.

Você tem uns botãozinhos ali? É, ele tem esses pins. Assim, sorvete é minha sobremesa favorita, café é a minha comida alimentícia favorita, então pegamos tudo de favorito e fizemos o tênis mais legal de todos. E ele é muito bom, tá? Eu só corro com ele. Como eu tenho um histórico de lesão na corrida, eu uso só tênis sem placa e aí eu uso tênis de placa quando eu tenho prova. Então eu só treino com ele, até os treinos de 28, 30, 34, que a gente tá começando a fazer. E aí

Então a gente tem o lançamento até mais ou menos a hora do almoço, depois a gente vai dar um jeito de... Como a gente vai correr, né? Queria dar um jeito de tomar banho numa academia, fazer alguma coisa assim. E aí, porque a gente tem o almoço com a Luana, então eu tô com roupa na bolsa, tomara que dê certo.

Então eu acho que eu vou usar meu... sei lá. Eu vou ter que encontrar algum banheiro por aí. E me fala um pouco dessa negociação com a fila assim, cara. Foram meses de conversa. Como que vocês começaram a desenvolver esse projeto? A gente já está junto há quase dois anos. Então a gente está desenvolvendo este tênis faz mais ou menos um ano. A gente lançou uma collab de fila Congo Day, que foi um tênis que foi um super sucesso.

Esgotou super rápido. O Phil que ajuda a negociar tudo, né? Vem aqui Phil. Ele é meu comercial.

Ele que ajuda a fazer acontecer a mágica Que tudo tem uma negociação Além da idealização, né? É, porque naturalmente a gente vê sempre atletas Que não desenvolvem os produtos pra ele E o legal de Fila Foi que a gente falou assim Qual a chance da gente conectar a Manu de fato no universo da marca? E aí foi desenvolvendo A gente teve um primeiro que foi o roxo E aí foi uma cor dela E aí o verde já foi uma linha de gudeio E a gente tá nesse e a gente já tá desenvolvendo os próximos já também E aí

Mas aí voltando pra agenda do meu dia, aí de tarde tenho terapia e eu vou passar no meu escritório da Gudei, porque a gente tá lançando o novo sabor de matcha. Então a gente tem que bater algumas coisas ali de lançamento, campanha, press kit. Aí o escritório é tão pertinho da minha casa que eu sempre vou lá, mas não fico o dia inteiro, volto pra casa. Depois eu ainda tenho que treinar, porque eu tô em ciclo de maratona. Mas é um dia bem tranquilo, vocês vão ver que não tem nada dessa coisa de hiper produtividade. Na verdade eu sou mega tranquila. E pra você o que é ter uma rotina de sucesso?

Ah, é uma rotina que eu amo viver. Então, pra mim, isso é sucesso. Não é ter a rotina com mais horários apertados, cronometrados, compromissos importantes, assim. Se eu não tô feliz com isso, não é de sucesso. Eu acho que o sucesso é unir a realização com o que é gostoso de fazer. Porque, ai, ninguém dá conta, ninguém aguenta quando é extremamente exaustivo e too much pra pessoa.

E é bom conhecer os seus próprios limites. Então, eu tô vivendo aqui num nível que eu acho muito confortável, que eu acho gostoso, que eu me esforço, mas que eu não me exauro da rotina.

Você já se sentiu batendo num limite ali e você precisou voltar? Tipo, cara, eu tô exigindo demais. Já, principalmente quando eu fazia faculdade. Era faculdade, trabalho, minha empresa. E ainda tava palestra. Era muita coisa, eu não tava conseguindo dar o meu melhor em tudo, do jeito que eu queria. Não tava saindo do jeito que eu tava gostando de fazer. Então, a minha rotina não estava uma rotina de sucesso, porque eu não amava o que eu tava fazendo.

Aí eu parei pra repensar assim, o que não é essencial nessa rotina? Eu não me via exercendo a profissão que eu estava estudando para. Então, eu tranquei a faculdade. Foi uma decisão impopular na sua família, porque geralmente trancar a faculdade nunca é uma coisa legal pra falar pros pais, né?

Então, não foi tanto porque meu pai tava trabalhando comigo na época e ele viu que realmente era um negócio sólido que eu tava construindo. Não só gudei mais o que eu tava construindo na internet. Então, não foi tão impopular em casa porque eu já tava preparando terreno fazia um tempo. Claro que eles não amaram, né? Mas eles nunca ficaram bravos. Não, só não gostaram muito. Aí foi mais impopular na internet.

A internet massacou muito? Muito, muito. Mas é porque realmente é o sonho de muita gente. Só que é o de muita gente, mas não precisa ser o meu também, sabe?

Você conta um pouco pra galera como que você entrou na internet. Como que a Manocity começa a surgir na internet. E como entendeu, foi entendendo que isso poderia ser a sua nova vida, seu novo negócio. É, foram tempos muito diferentes que eu entrei na internet, porque eu sempre tive vontade de ser famosa. Então eu pensava em ou ir pro The Voice ou ir pro BBB. Porque eu via que eram os meios de uma pessoa normal se tornar conhecida assim exponencialmente. Tá bom, você canta? Mas aí você quer falar, você canta?

Eu posso dar uma palhinha hoje? Perfeito, perfeito. Teremos uma no sítio hoje cantando. Em algum momento ela vai cantar. Cantando, segura aí. Tchau.

Eu fiz aula de canto pra isso, inclusive, mas assim, não é o meu talento. Eu não sou talentosa pra cantar, eu só me divirto muito. Tipo, eu amo karaokê. E a estratégia do BBB era por quê?

Aqui do BBB as pessoas saem famosas. Elas ficam famosas. Tem estratégia. Claramente não tem estratégia. Você vê lá, vocês não tem. Mas você fica famoso. E aí, como eu não tinha 18 anos, eu vi uma oportunidade no TikTok. E aí, quando começou a pandemia, eu comecei a postar praticamente todos os dias. Porque o que mais me travava de tentar outras formas era vergonha. E era o medo do julgamento. Mas como eu estava na pandemia...

As pessoas não iam me julgar cara a cara, assim, eu não ia ver gente me olhando feio ou cochichando, porque eu não tava saindo de casa. E aí, o que podia acontecer por mensagem, eu barrei, eu pedi pras minhas amigas não me falarem.

Eu sempre fui a pessoa de vasculhar e procurar o que estão falando de mim, só que assim, sempre não tá falando. E aí, quando eu percebi que isso só me atrasava e não me ajudava a controlar, porque você não tem como controlar a narrativa dos outros sobre você. Então, uma fofoca é incontrolável. E eu achava que eu ia controlar se eu soubesse, mas quando eu sabia da coisa, além de eu não controlar, eu me sentia mal e aquilo me freava.

Falei pros meus amigos assim, eu não quero saber o que vão falar de mim, porque vão falar. Não quero que chegue em mim, só se for extremamente grave, uma pessoa que eu tenho consideração, pra eu não ser mais amiga daquela pessoa. E ficou por isso, então nunca chegou nada em mim, assim, quando eu tava começando. E as coisas foram dando certo, porque eu sempre fui muito de observar padrões. O que as pessoas que tão crescendo, elas tão fazendo?

Naquela época tava fazendo um trend, pegando áudio de viral, fazendo muitos vídeos. Então foi o que eu fiz e foi dando certo.

Mas você já tinha em mente em fazer o conteúdo que você faz hoje mais voltado pra saúde, mais voltado pra treino? Ou você começou com outra coisa e foi mudando no decorrer da jornada? Eu comecei com outra coisa. Eu tentei primeiro piadinha, coisas engraçadas, mas eu vi que não dava certo. Os outros não recebiam isso bem de mim. Não sei porquê, eu sou tão engraçada.

Não sei porque não deu certo Mas quando eu comecei a falar de academia Eu fui vendo que as pessoas recebiam melhor Como eu treinava fazia muito tempo As pessoas me viam como autoridade por causa dos resultados Então eu fui mostrando um pouco mais da minha jornada fitness Tava super começando naquela época E eu criei um quadro chamado Diário do Tanquinho

Aí o Diário do Tanquinho, ele bombou, assim. Muita gente me conhece desde aquela época, porque eu era extremamente regrada de postar todos os dias o Diário do Tanquinho. Foi o cara lá, um, dois, três, foi até o 80, sei lá, tem muito Diário do Tanquinho. E aquilo foi fazendo eu crescer e para além daquilo eu fazia outros conteúdos. Mas levando mais pra esse estilo de vida. Entendi, mas esse Diário do Tanquinho foi o que te deixou, foi o primeiro boom ali que gerou nas suas redes sociais?

Foi, foi a primeira bunzinha. Um divisor ali de água, você acha? Você postou quantos... Você sabe quantas vezes você postou até começar a dar certo mesmo? É, isso é importante pra galera saber, né? Porque o pessoal desiste, né? É, porque a galera chega ali, tipo assim, ah, pega um, dois meses, tenta, tenta, tenta e acaba desistindo.

Acho que foi mais de dois meses, viu? Mas na minha época, meu Deus, quatro, cinco anos atrás, quatro, cinco anos atrás tinha menos gente fazendo conteúdo, então era mais fácil. Parece que os vídeos tinham um divisor de águas com menos vídeos. Então eu acho que...

Foram 200 vídeos, 300 no TikTok. E eu só fazia TikTok, não fazia Instagram não, porque eu tinha muita vergonha. Mas fazer 300 vídeos é uma coisa assim... É bastante, cara. É muita coisa. Mas não tinha qualidade não. Era só... Eu só fazia. Preferia fazer não perfeito do que... Mas você postava, por exemplo, quantos por dia? Pelo menos dois. Mas tinha dias que eu postava cinco. Legal. E quando que apareceu o primeiro dinheiro? Quando você viu que dava pra ganhar a vida com isso?

O dinheiro mesmo. É. Eu tava no terceiro ano do ensino médio. Algo relevante. Porque antes eu tinha algumas comissões, assim. Eu ficava muito feliz quando eu recebia 100 reais. Eu ficava muito feliz. Você ganhou uma essência ali no TikTok. É... Ou...

Ou era comissão de produto mesmo? Era comissão que eu... Com cupom ManoCity, assim, que eu fazia um vídeo pra marca no TikTok. Por exemplo, Bold. Bold foi uma das primeiras que eu tive comissão. Só que na época da Bold eu já tava com o Instagram, que eu tinha criado um daily pra fazer o daily a parte do meu Instagram normal.

Porque no meu Instagram normal eu achava que as pessoas iam me zoar, porque todo mundo que eu conhecia me seguia. Então antes de eu criar o Daily, eu já tava acho que com uns 80 mil seguidores no Tik Tok. E aí que uma amiga minha que ela criava conteúdo pro Instagram também, ela falou assim Você tá deixando dinheiro na mesa, porque é no Instagram que as marcas contratam você. Quase ninguém contrata pra Tik Tok.

Aí a solução foi criar um novo Instagram, que daí só seguia quem queria, né? Se a pessoa que me seguia no outro quisesse seguir nesse, ela conseguia. Então eu postei, tipo, uma collab com o meu Instagram normal e alguns stories falando que eu queria um daily. Foi isso. Eu queria muito divulgar ele para os seguidores do TikTok, para eles seguirem no daily.

porque ali eu queria trabalhar. Então eu já tinha descoberto que as pessoas ganhavam dinheiro com isso, mas eu não sabia que era tanto. E aí já com o Daily, eu tive uma parceria de suplementos, que eu tava no terceirão assim, e eu tava estudando, abri meu computador, nananã, fui ver meu e-mail pra pegar meu acesso ao curso que eu fazia de tarde. Aí eu vi um pix, mas eu vi e-mail, não vi na conta bancária, eu gritei com a minha melhor amiga que tava na minha frente, eu falei...

Tô rica! E tipo, sei lá, hoje o meu menor contrato é cinco vezes aquilo. Então, nossa, eu valorizava cada coisinha, cada retorno, tudo que chegava, até hoje. Tipo, acho que não perder esse...

Tipo, essa felicidade com o retorno é uma coisa que sustenta muito, que faz não desanimar, porque a gente vai banalizando um pouco com o tempo. Vai virando rotina, vai ficando... E não se deixar banalizar é o que faz a gente continuar.

Ah, mas você deu uma dica muito boa aqui pra galera que quer produzir conteúdo, mas fica com vergonha de criar um outro perfil. Que aí vai sair os seus familiares dali, os seus amigos, né? Tem duas coisas que eu achei muito interessante, que era, ela insistiu muito, ela falou 300 vídeos, mas 300 vídeos é muita coisa. É bastante, é bastante. É muita coisa. Tem gente que posta 30, mas tem gente que hoje que posta 30 vídeos, fala, não dá certo esse negócio de internet e desiste.

Exato. Porque assim, cara, você insistiu muito. Posta 15 episódios de podcast e fala, pô, tá deu errado. Sim, quem quer começar na internet, precisa começar logo. Porque é muita gente querendo e é muita gente começando. Então, a competição fica cada vez mais difícil. Claro que tem formas da gente se destacar, mas...

Poxa, antes era muito mais fácil. Eu vi o meu crescimento e o crescimento da minha irmã, como é diferente, como é mais difícil para ela. Porque na época não tinha tanta oferta de influenciadoras para você seguir no meu nicho. Hoje tem muita, muita. E hoje aí, qual que é a sua agenda agora? O que você tem que fazer ainda aqui na Rolê?

A gente está esperando as convidadas chegarem para a gente fazer uma corridinha de 3km. 3km não é que não queima tanto, então vou comer de boa. Vai ter que correr, hein, Biel, junto para você acompanhar a gravação. Mas não é esteira na rua? Na rua. Biel, 3km do nosso cameraman vai acompanhar. Eu quero cada take, não quero que perca nada. Eu quero cada deitada. Não pode Zavan, não pode Zavan. Vieram prontos para correr?

Não. Vocês não vão? Vocês. Vocês, a gente não pode. Só musculação. Quando você for fazer uma musculação, a gente faz. É só 3 quilos. É só 3 quilos. 3, 2, 1. Agora a gente vai testar o tênis. Ai, é o tênis mais lindo do mundo, gente. Não é porque eu fiz, não.

Se eu terminar o treino, a parte forte, em x lugar sempre tem dor de desaquecimento. Você tem um controle, exato. Eu sempre vou conseguir chegar no meu pesado. Valeu! Podia juntar todo mundo e tirar uma foto ali?

E aí, parece que você deu uma volta só no quarteirão e tá tranquila. Você não fez nada. Todo mundo cansado e você fala assim, ah, gente, três quilômetros, porra. Não, foram quatro. Mas é que eu tô pensando agora no pós. Como foi tranquilo, eu tô pensando, a gente podia fazer cinco. A gente já ganha um quilômetro, porque essa semana tem casamento no sábado. E eu pretendo não treinar lá muito, assim, fazer uns dez quilômetros só pra suar no dia seguinte o álcool. E é isso.

Bem tranquilo. Bem tranquilo. Mas é que é muito treino, né? Então, tipo, correr assim, tranquila, vai longe. Dá pra fazer uma maratona mesmo. Você treina desde quando, Manu? Ah, corrida eu acho que faz... Não faz quatro anos, faz três anos e pouco. Mas você sempre foi de treinar?

Eu era mega sedentária. A minha vida era tipo farra, então eu não fazia muito exercício, eu comia muito mal e eu saía muito, assim, bebia muito, dormia muito mal. Hoje é completamente diferente. E vou te falar, hoje é muito mais feliz, assim, a minha vida é muito mais preenchida. Aquilo era muito...

Era muito ruim. Tipo assim, a bebida era uma bosta. Você acha que as pessoas têm uma falsa sensação que essa liberdade de passar a noite fora de casa, beber, festa... Dormir tarde. Isso traz uma felicidade que, na verdade, ela não é verdadeira?

É que toda felicidade que ela é embasada no prazer da carne, ela é falsa. Então nunca vai ser o suficiente, sempre vai querer mais e mais e mais, e isso nunca vai preencher. É realmente assim muito momentâneo, e não é nem alegria, é euforia. Então as pessoas confundem muito isso, mas essa falsa liberdade é...

Sim, é muito falso, porque você, na verdade, é escravo do prazer. É uma sensação que na hora é excelente, pode parecer excelente, mas depois você colhe o fruto disso. Que é um vazio, e é uma tristeza, e é de achar que a sua vida não tem um sentido.

Mas você acha que você deixou muitos amigos pra trás? Porque geralmente o que faz essa galera não ter uma mudança repentina ou mudar até de estilo de vida? É porque o seu ciclo de amizade faz... Todo mundo faz aquilo. Todo mundo sai, todo mundo bebe, todo mundo vai pra farra. Isso. E quando você faz algo diferente, você deixa de sair com essa galera, né?

Então, mas acho que as pessoas hoje estão mais equilibradas, né? É como se eu encontrasse os mesmos amigos de antes em outras ocasiões. Claro, as amigas de verdade que ficaram daquela época, porque muitas eu nunca mais ia na minha vida. Mas várias que continuam saindo, elas também vão ao parque, elas vão no café. Então, é cultivar as mesmas amizades em outros ambientes. E se a pessoa acha que não é suficiente, cara, novas amizades.

As amizades vão levar pra frente. Eu tenho tantos amigos novos, tantas meninas aí que eu, assim, não conhecia a...

nem três anos, tem amigas aí que são já amigas de nem um ano, que eu conheci na igreja, então são amigas que a gente compartilha tanto dos mesmos valores que foi instantâneo de ensinar bem. Você tem um almoço agora com uma amiga, que você está indo almoçar, que ela não é de São Paulo, que a gente conhece, que é Luana. É, ela está chegando hoje de viagem. Por exemplo, quando que você conheceu ela e por que você conheceu ela?

Eu conheci a Luana há uns três anos, porque a gente se falou no Insta, e é de uma admiração mútua, né? Então, eu admiro muito o que a Luana faz, e ela me admira muito, então, de admirar uma a outra, a gente se tornou amigas. Então, a gente combinou de se encontrar, eu acho que eu já não morava mais em Curitiba, mas lá de Curitiba, eu fui visitar a minha família, e aí eu fui conhecer ela, na própria casa dela, e aí a gente teve um jantar lá, e foi muito legal.

Mudança de planos. Ah, mudamos mesmo. A Luana vai chegar em São Paulo, chegar em Guarulhos, meio de e-mail. Então, não vai dar pra gente almoçar. Então, o que a gente vai fazer agora? Agora a gente vai terminar o meu trem de corrida no Ibirapuera. Aproveitar que aqui pertinho, eu já fiz quatro. Acho que eu vou fazer mais cinco, vou fechar nove. E depois a gente vai falar que, tipo assim, ela é jovem. E todo jovem não tem carro.

Você tem carta, pelo menos? Eu tenho, mas eu tinha carro, eu vendi. Em São Paulo, ela anda de Uber. Então, ela vai com a gente de van.

Bora de vã então pro parque. Ô Manute, eu te pergunto, você falou que vendeu o seu carro. Você vendeu o seu carro por questão de comodidade ou foi uma coisa assim, pô, eu precisava investir nas minhas empresas, precisava fazer um aporte? Por que foi essa escolha? Não, eu vendi por comodidade mesmo. Eu ganhei ele também, então não foi uma coisa que, ah, eu comprei.

Eu mereci, porque eu dei uma economia muito grande pros meus pais, assim. Eu desde o nono ano do ensino médio eu estudava nas melhores escolas, mas eu nunca paguei. Então eu nono, primeiro, terceiro, em pedacinho de cursinho, não paguei nada. Você tinha uma bolsa, isso, por ser uma boa aluna? Melhor aluna. Nerd, nerdmente. Eu era muito nerd. E aí eu economizava ali mais de dois mil por mês pros meus pais, então foi justo. Ganhou um carro. Ganhei um carro também, porque eu passei na Federal.

Entendi. Você tava morando no Rio. E aí quando você veio pra São Paulo, você falou, ah, vou vender o carro porque São Paulo você tá sempre parado mesmo, mas rápido não dá pé. Eu vendi no Rio, porque no Rio não dá pra usar carro. É pior do que aqui? Muito. Não, aqui é ótimo carro. Tá bom. Tipo, aqui eu até tô pensando em comprar um, mas tem o da minha irmã e ela usa pouco, então a gente acaba dividindo o carro.

É que geralmente quando o pessoal começa a ganhar dinheiro, a primeira coisa é trocar de carro ou trocar de casa. Pra você, teve alguma coisa que quando você começou a ganhar dinheiro, você gastou um pouco mais e falou assim, não, cara, aqui...

Olha, gastei dinheiro. O que você fez? Eu comprei um apartamento. Ah, mas tá bom. Ele tá ficando pronto agora. Foi um investimento também. Tá. Mas onde que é? Em São Paulo? Em Ipanema. Eu não tô indo muito pro Rio. Não porque eu tô só morando em São Paulo. Eu moro nos dois lugares ainda. Mas o meu apartamento do Rio, ele tá muito ruim.

E o meu apartamento daqui tá muito bom, então é muito mais gostoso dormir aqui. E pra mim dormir é tão importante e aí eu tô gostando mais de ficar aqui por causa disso. Entendi. E quando você comprou esse apartamento, você já tinha uma ideia de investir no mercado imobiliário? Ou você comprou realmente porque, ah não, eu preciso de uma casa própria e é isso? Ou você tinha essa cabeça de investimento, de acho que assim eu vou evoluir meu patrimônio?

Eu tinha cabeça de investimento e eu vi que ali no Rio de Janeiro a perspectiva é só aumentar e aumentar e aumentar e virar a cidade mais turística do Brasil exponencialmente. Então qualquer imóvel ali no Rio vai valorizar. Ainda mais nessas regiões. Exatamente.

Então a procura é muito grande e a oferta é muito ruim. Porque aqui em São Paulo tem muitos bons prédios. No Rio é muito difícil ter um bom prédio. Então qualquer lançamento lá no Rio de Janeiro, ele vai ficar bom. Porque é tão difícil ter bons prédios lá que...

acaba sendo um desejo muito grande das pessoas de morarem bem ou de irem pra lá e ficarem no Airbnb bom. Eu morei em alguns lugares no Rio de Janeiro e lá é muito difícil. É coisa de faltar água, faltar luz, elevador quebrar o tempo todo porque os prédios são muito velhos. Então a gente fica com vontade de ter um apartamento mais novo que a qualidade de vida é melhor. E agora você vai reformar? O que você vai fazer? Eu vou só mobiliar ele simplinho. Ele já é meio pronto pra morar. E como eu não vou ficar muito por lá... E aí

Eu vou mais lá pra cuidar da academia, pra ver as coisas da The Simple. Tá. Eu não acho que precisa ser, tipo, tão... Tipo, uau. A infraestrutura do prédio é muito boa. Então, ah, quero trabalhar, eu vou lá no coworking. Ah, quero fazer alguma coisa, eu vou em algum outro lugar. Quero fazer um vídeo de comida, vou no espaço gourmet. Acho que vale mais a pena do que eu reformar, porque eu não tenho nenhuma cabeça boa pra reformar, pra acompanhar a obra. Isso me estressa absurdamente, me tira muito do que eu tenho que fazer.

Mas deixa eu te fazer uma pergunta, você consegue ter liberdade nesses lugares um pouco mais públicos? Porque você, querendo ou não, você é uma pessoa muito conhecida. E a gente já vendo um pouco da sua rotina assim, você gosta muito de fazer as coisas até mesmo andando. Por exemplo, provavelmente eu uso uma academia particular, né? Que a galera às vezes, as pessoas têm uma academia em casa e tudo mais. Você consegue fazer as suas coisas ou às vezes até tem lugar que você não consegue ir porque te atrapalha muito? Que nem você vai correr agora num parque.

É que correndo as pessoas não param, porque as pessoas que estão correndo, elas sabem como é meio chato você ser parado no treino. Então ninguém tenta me parar nos meus treinos não. Eles falam, ah, oi Manu. Então é super bacana, assim. Eu não tenho nenhuma... É muito difícil eu ter uma interação desagradável na rua. Mas eu gosto muito de lugar público. Mas tem lugares que eu, de fato, evito um pouco mais por questão de segurança.

E esse é o objetivo da corrida? Qual o pace que você quer fazer? Quantos km você vai correr? Essa maratona que você vai participar. E qual é o maior objetivo ali que você comentou ali, que você tem uma meta semanal de 50 km. Por que essa meta? Como eu estou treinando para a maratona de Londres, que a maratona é 42 km. Aí as outras corridas de rua podem ser outras distâncias, mas o nome maratona é específico para 42. E aí isso vai sendo puxado pelo longo também, mas pelo que a gente faz ao longo da semana. Como a gente...

principalmente pessoas normais que nem eu, eu não posso correr com tanta intensidade todas as vezes, eu tenho feito muitos treinos de 8km para encher linguiça, só que não vão me cansar de verdade, porque o treino é importante, é o treino que eu trabalho ritmo, velocidade, é o que mais constrói. Esse aqui ele constrói mais base aeróbica, que é o que eu preciso, mas de fato o que vai construir o meu ritmo de maratona são os meus treinos com blocos mais fortes.

Legal. E o que você dá de dica para quem quer começar na corrida? Para começar, eu acho que você tem que não se comparar com uma pessoa que está, que nem eu, por exemplo, correndo há mais de três anos, super focada, eu levo muito a sério. Então, se eu não consigo treinar de manhã, eu treino à noite, eu consigo mexer a minha agenda, remanejar, mas eu não perco o treino, eu faço tudo certinho. Eu acho que tem que começar aos poucos e começar sem essa pressão de performar, já que nem uma pessoa que treina há muito tempo, porque não vai performar, vai se machucar, provavelmente.

Corrida é um esporte muito lesivo, então sempre tem que ter isso na cabeça. Mas esqueci de falar do ritmo de hoje. Hoje é bem levinho, hoje é um dia de 8 km leve. É muito bom ela falar 8 km leve na mesma frase, né? Não, mas é que é um ritmo mais tranquilo, é tipo um ritmo pra ir conversando e tal. Por isso que eu queria que vocês me acompanhassem pra eu ficar entretida. Entendi.

Aí a gente vai conversando. Mas hoje eu fiz quatro já ali com o evento, foi bem tranquilo. Então acho que eu vou fazer mais cinco e aí fechar nove. Eu vou ficar com um saldo de um quilômetro. É muito bom ter saldo, porque eu sempre fico devendo. No final da semana, tipo, chega sexta-feira e eu falo assim, ai, não quero fazer o desaquecimento. Se eu tenho saldo, eu não preciso pagar no outro dia. Se eu não tenho saldo, eu preciso pagar na outra corrida. Só que se eu vou pagar numa corrida de 28 pra transformar em 30, isso... É...

Tive muito ruim, agora transformar o item em 9 é mais tranquilo. E eu gosto de pagar, eu gosto de terminar a corrida, terminar a semana certinho como o meu treinador quer que eu termine. Eu sou bem metódica em isso. Então bora lá. Vamos deixar a Manu correr. Vamos correndo atrás dela. Você vai mesmo? Você vai mesmo? Você tá com o pé machucado.

Por enquanto não tá doendo, vamos ver. Você vem direto correr aqui no Imbira? Eu venho bastante até, mas eu tenho gostado muito de correr na esteira, porque eu gosto de correr lendo, ouvindo meu audiobook, no caso. Ah, porque eu falei, cara, muito boa. Eu tô ouvindo agora o homem mais feliz do mundo. Aí eu estudo o audiobook enquanto eu treino, enquanto eu corro. Leve. Então você é performático.

Não, não é pra performance, é pra entretenimento. Entendi. Se eu fosse performática, eu não estaria ouvindo. Porque o certo é correr sem ouvir. Tipo, eu não tô fazendo isso pra acumular uma coisa a mais, não. É porque eu acho que livro entretenho mais que música. Eu gosto de música quando a corrida é forte. Mas quando a corrida é leve, eu acho que a música, ela... Sei lá, eu acho que ela...

Não supri a vontade de fazer outra coisa. Esse é o pace que geralmente você... Qual é o hoje que você está mais... Esse é o leve. É o leve, que beleza. Ó, o meu ritmo de marotão eu estou construindo. Parece... Cartão Black Ultravioleta. Um só cartão para todos os seus momentos. Seja no modo cashback ou no modo Latam Pass, você escolhe como melhor aproveitar seus benefícios. Nubank Ultravioleta. Como deveria ser.

é bom hein? 40 e 10 quilômetros assim e vai ser em Londres que você falou né? aham estou muito animada, vou correr com a minha mãe vai ser a primeira maratona dela vai ser minha segunda e vamos dar uma cartão de esporte vai ficar muito forte vai ficar muito forte olha, normalmente o que eu faria no carro vindo pra casa eu leria

É, mas pode ficar à vontade, a gente... Não, mas é bom interagir quando eu tô com gente. Ai. Minha rotinária me serve pra forma solitária. Você faz exatamente as mesmas coisas todos os dias? Ou quase a mesma coisa todos os dias? Nada, tudo diferente. Vida de blogueira é todo dia diferente. Porque um evento desse eu tenho...

Um evento meu com o Fila tem duas vezes por ano Um evento de Gudeia tem umas 5 vezes por ano Só que aí vai somando os eventos das marcas Aí dá muito evento, dá tipo 4 eventos por mês Mas hoje tem evento, amanhã tem Shooting É totalmente diferente Um dia do outro Amanhã tem Gravação, tem dois shootings Amanhã tem para duas marcas, então eu tentei Conciliar a agenda Que marcas que são?

Pra Zaya eu tenho um shooting e pra Red Bull. Aí eu tenho o meu treino de corrida de de manhã, que tem que ser de manhã. Eu tenho uma reunião, porque eu tô abrindo a assessoria da Desse um Pontinho de corrida. Você tem hoje um social media que ele posta as coisas pra você e faz as coisas? Tenho. E você faz, parece que você gosta de fazer muito sozinho também.

Eu não edito nada praticamente hoje mais, só que eu tô muito afim. Cada ala tem a sua equipe. Aí o Good Day tem todos os colaboradores de Good Day. Aí The Simple, todos os colaboradores de The Simple. Comercial é uma empresa à parte, porque é agência. Então daí tem todo o pessoal de lá, que é muita gente, o fio tá lá.

se o Silvio vai almoçar com a gente e quer me apresentar algum projeto. Mas, eu não sei se eu... Se eu tô bem sincera, eu tô tão bem com... Me dedicando super a The Simple, bastante Agudei, é... Ao meu perfil pessoal, que eu acho que talvez dispersar um pouco de energia nesse momento... Eu acho que não é o momento pra eu abrir mais um... um leque de coisas. Sim. Almoçando com a Sophie no pecorino, que a gente adora.

Eu tô indo pra casa tomar um banho, lavar o cabelo e fazer terapia. Essa parte aqui eu vou me despedir um pouquinho de vocês, porque são mega privadas. Meu cantinho atual, favorito de fazer terapia, é esse chãozinho do meu quarto, que eu encosto aqui. Nesse puffinho. Por quê? Ah, porque a minha mesa simplesmente tem um agente ali. Por que virou favorito? Por obrigação. Como é que foi sua terapia? Foi ótima? Foi ótima, muito boa. Qual que é a importância de fazer terapia?

Aí a pessoa que não é perfeita precisa resolver umas coisinhas internas, né? E como ninguém é perfeito, acho que todo mundo tem algumas coisas pra resolver. Mas mesmo você que é tão autoastral, cuida bem da saúde, pô, parece ter uma vida tão boa. Nossa, que nada, tem muitas questões internas. Ninguém é...

Assim, por dentro só a gente sabe o que a gente tá passando, né? Até, sei lá, posso olhar pra você e secretamente sentir inveja de você e isso me corroer por dentro. Tipo, isso é uma coisa que eu preciso resolver pra eu viver bem. É uma coisa super minha. Independente de você ser a pessoa mais uau do mundo, ou uma pessoa que eu tô simplesmente projetando algo, eu tenho muitas coisas pra resolver, igual todo mundo.

Então eu acho muito bom fazer terapia. Principalmente pra quem tem a imagem exposta, pra quem é criador de conteúdo ou quer ser. Nossa, são tantas questões sociais, principalmente. Quando você mexe muito com o social, acho que você precisa se fortalecer muito nessa área. Blindar a cabeça, né? É, é muito fácil você se deslumbrar também nesse universo. Então tem que se blindar disso. Nada melhor que você se blindar por dentro.

Maravilha. Vamos na Gudei agora? Vamos na Gudei. Minha marca de suplementos. Simbora que eu fiquei sabendo que vocês estão sem patrocínio de suplemento. Vamos lá. Vamos sair com dinheiro. Não, vamos sair com Gudei. O contrato já traz o contrato. O contrato assinado. Dinheiro a gente conversa depois. Já traz o contrato, pessoal. Oiê, tudo bem? Vai todo mundo aqui no primeiro andar.

Um monte de marmanjo e lindonas. Sabe o que eu acho que eu vou ali fora gravar a publicidade? Agora? E aí eu já volto aqui enquanto você só descadastra. Acompanhe ela pela gravar a publicidade. E o recheio dessa aqui, ele tá diferente. Olha como é tipo uma geléia. Ela é sem açúcar, como sempre. Mas assim, tá mais saborosa do que nunca.

E muito macia. E eu acho que o de maracujá combina perfeitamente com chocolate branco. Mas esse crocante aqui também não tem explicação. É uma das melhores bolds que eles já lançaram. Quer provar? Tá muito boa. Eu tenho muitas. Eu devo estar com umas duas caixas em casa. Eu como muito. Eu como tipo uma por dia. Quer provar também? Ah, todo mundo quis gravar. Provar, né? Deixa eu mandar aqui pra eles pra aprovação.

Oi, gente! Ó, gente, cheguei aqui com muita gente, grupo primo, uns 10, umas 10 pessoas filmando. Então, gente, eu vou chamar os meus sócios aqui. Tá bom. Esse todo comercial aqui. Aqui o pessoal também de comercial, operação. E aqui a mesa do marketing. A Lica tá na salinha com os meninos.

Oi, Lica! Ai, que bom, você pegou uma japa hoje. Oi, tudo bem? É pra ir com a Manu, ela tá conversando com a gente essa semana. Ai, legal!

E aí? E aí? Meu Deus. É muita gente, né? Estão me sentindo muito. É um pouco imponente. É imponente demais. Não, mas é tranquilo. É 24 horas. Com o Mano City? Sim, com o Grupo Primo. Eles estão gravando. Ah, eu queria muito explicar um pouquinho da campanha de Matcha. Porque a gente está lançando. E aí vai ser muito bom para o pessoal conhecer. Tipo, de uma visão mais... Você é a talepante?

Eu quero que você me ajude a apresentar. Tá bom. Eu não queria fazer as coisas sozinhas, mas antes eu vou mostrar aos meninos. Eu já venho aqui, tá bom? Fique pronta. Oi, pessoal. Tudo bem? Tudo bem? Hoje tem câmera, hein? Tá doido. É imponente, né? Bom, tem alguma coisa pra me apresentar? Podia me apresentar os números, né? Já que faz um mês que eu não vejo. Mostra se você é vejaneiro fechado, não? Não. Deixa eu mostrar. Quantos influenciadores ativos você tem hoje na plataforma? Mexendo no... anunciando vocês?

A gente tem nosso time de embaixadoras, que a gente usa em flows, que são mais de mil meninas, que é comissão e recebe produto, né? E aí a gente tem um time de brain performance, que são meninas que trazem tanto venda quanto marca, Gudei como marca, que tem por volta de 25, 27 nomes. E a gente tem o time de performance, que tem 80 nomes. Caramba, é muita gente.

E como é que faz para o pessoal que está assistindo a gente aqui, tem muito empreendedor, muita gente criando a própria marca, como é que faz para montar esse time de influenciadores, vocês falaram mil meninas, como é que faz para estruturar uma operação dessa?

Tem uma lica. Não tem uma lica, a lica é nossa. Não, eu acho que assim, hoje a Lully, que me ajuda muito, eu não seria nada sem ela hoje em dia, a gente tem um grupo no WhatsApp com todas elas, eu acho que o que importa é você fazer com que ela sinta parte da marca, sabe? Eu acho que isso é muito importante pra que elas queiram estar interagindo e que elas queiram continuar estando, divulgando.

estando com você nos eventos. Então, óbvio que a gente tem a cara da Manu, então é muito fácil a gente trazer porque as pessoas querem fazer parte do nosso universo. Acaba que ajuda muito porque... Sim, elas têm uma inspiração. É, e vem como deu certo. Então é bom estar perto de quem deu certo. E a gente apoia muito as meninas que estão começando. É muito importante ter esses meninos que estão começando. A gente começou lá atrás, para o Nogodê, era só o time de embaixadoras, então era só...

a comissão e os produtos que elas recebiam. E isso é muito importante pra você formar uma comunidade que é quem vai te levar pra frente. O boca a boca realmente funciona muito. A top influenciadora, quanto que ela ganhou de comissão nesse mês aí, que foi um mês bom pra vocês? A Sofia é uma pessoa que vende muito bem pra gente também. Minha irmã. É, mas...

É isso, por volta de 25 mil de comissão. Caramba, é muita coisa. Elas também se dedicam muito. O Gudei é um produto muito fácil de vender, não é porque é nosso, mas é um produto muito fácil de vender, é um produto esteticamente bonito, é um produto que é fácil de consumir, é um produto prático. E como que faz pra separar o que são influenciadoras aí de performance, influenciadoras... Como performance e embaixador? Embaixador.

Assim, tudo pode mudar, a pessoa pode transitar entre esses três níveis. Eu acho que Brain Performance, a gente olha muito quem comunica Gudei como marca. E sim um pouco do número de seguidores. Performance, a gente não necessariamente olha para o número de seguidores. Olha para quem performa como marca, mas não só isso. Brain Performance, a gente olha muito para quem comunica marca. Então...

Valen Archer e Nathalie Ma, que são meninas que estão no ambiente da Manu, que é importante pra gente ter, e que comunicam a Good Day como a essência dela de marca, assim. É bom, né, que você consegue fazer aquele efeito de você pesquisa Good Day no TikTok, tem tipo assim, mil vídeos todos os meses, porque tem mil pessoas produzindo sempre sobre o assunto, né? É, no TikTok então nem se fala, porque a gente comissona muito bem lá.

E aí é outro time. O TikTok Shopper eu já vi muita gente falando da Gudei. É. A gente comissiona acima das outras marcas e lá a gente vende por um preço menor pra ter essa performance. Então lá é muito bom. Ainda a gente impulsiona os melhores vídeos. Eles naturalmente, não precisa ter seguidor nem nada, naturalmente eles vão nesse bolo de vídeos impulsionados. Então...

Lá é um lugar que é impossível não comissionar. Até eu, assim, porque como vai pro TikTok, e o TikTok ele distribui, até eu tiro comissão de lá. E os meus vídeos, do nada, impulsionam, porque é uma IA que faz impulsionar. Então o sistema de lá faz os meus vídeos serem super impulsionados e acaba vendendo muito. E do nada, cai na minha conta bancária e fica assim... E é muito fácil comprar, né?

É muito fácil comprar. Eu compro muito no TikTok Shop, vende muito no TikTok Shop. Assim, vídeo antigo meu sendo impulsionado, assim, a pessoa, ela cria pra Gudei, automaticamente, quando a gente coloca lá, sei lá, 30 mil em ads lá, vai rodar o ads, pode ir qualquer vídeo. Então, pra qualquer um vale a pena fazer vídeo no TikTok Shop, porque se o vídeo, ele tiver um mínimo de performance ali, orgânica...

o TikTok coloca ele no algoritmo de que aquele é um vídeo pra ser impulsionado. Então, pra pessoa é muito bom porque comissiona demais e é super, assim... Todas as marcas que querem ficar no TikTok Shopping agora, né? A gente é referência, ó. É realmente... Legal, muito legal. A gente tem de melatonina lá, é psar. Manu, qual que é a mais... que mais vende aí? É a de frutas vermelhas hoje. Sério? Frutas vermelhas? Sim, vou mostrar aqui pra vocês. Essa aqui é a que mais vende. Deixa eu ver se tá aberta.

Essa é a que mais vende? Essa é a que mais vende. Quer provar? Teve um dia que a minha esposa comeu as melatoninas achando que era creatina. Meu Deus. No meio do dia, tipo assim. E ela ficou com muito sono? Muito. E essa aqui é que a gente vai agora fazer o relançamento dela. Qual que é essa? É agora de maçã verde nova. Pô, maçã verde eu acho muito boa. Essa é boa. Gosto mais dessa até.

A gente vai relançar e vai melhorar. É uma creatina aí, Teru. Essa tá muito boa. A fera é antes da reunião. Temos um presente especial pra Nanu. Olha só. Nesse momento de escritório.

Temos um setup completo para você trabalhar aqui. Adorei! Ou da sua casa, que é um setup 100% portátil. Exatamente. Olha, gostei. Uma câmera. Uma câmera para você fazer lives, conteúdos aí. Um fonezinho para você fazer calls. E ainda tem microfone. E é tudo rosa, gente. Obrigada. Gostei muito. Adorei tudo rosa. É isso aí. Já valeu a pena. Obrigada, gente. E se você quiser também, produtos Logitech. Cupom Manusit. Usa o nosso cupom PrimoCast15.

Cupom PRIVOCAST15 e você pode adquirir tudo na Logitech Store, todos esses produtos aqui, inclusive esse kit aqui que a gente está dando para a Manu.

Obrigada, gente. Então, assim, de onde surgiu isso aqui? A gente começou o ano, pelo começo de ano a gente faz um All Hands, na real, todo mês a gente tem um All Hands, primeira e segunda-feira do mês, que a gente traz algumas pessoas para palestrar e conta um pouquinho mais de como vai ser o ano, quais foram as conquistas que a gente teve durante o mês. Começou o primeiro que a gente fez esse ano, vai ter bastante conquistas do ano passado ainda, fechamento de como foi o ano.

E como é que vai ser daqui pra sempre? Daqui pra frente, tá? É uma empresa muito nova, né? A Gudei nasceu em 2020, outubro de 23, dia 3 de outubro. A gente encameia, porque a gente começou a trabalhar 100% nela em janeiro de 24. No primeiro ano de empresa, a gente fez 10 milhões, isso sendo 100% online, com um produto só, né? Dois produtos, um produto só. O que você pode passar, assim, de conselho pra quem tá começando a montar uma empresa? Porque eu acho que...

Eu vejo que um dos maiores erros de quem está começando é achar que você está fazendo algo muito novo. O cara se apaixona muito pelo produto ou pelos serviços que ele está fazendo e ele sempre acha que ele está sendo revolucionário naquilo que ele está fazendo. Eu acho que o que vocês estão fazendo aqui realmente é. Mas muitos outros empreendedores, você logo de cara, você fala assim, cara, isso aí não tem nada demais. O que você pode passar de conselho para o cara logo de cara não errar nisso?

Velho, eu acho que eu me sentava na cadeia trabalhar, sabe? Eu acho que não tem outra coisa. Antes de começar a Gudei, eu tentei várias coisas que a gente quebrou a cara, várias vezes deram errado. Os meus sócios tentaram várias coisas também, só dizem que deram errado. Fiz uma empresa de roupa, não deu certo. Essa é clássica. É o clássico da faculdade. Então, eu acho que a inovação não está somente no produto, sabe? Eu acho que ela pode estar no serviço, no jeito que você trabalha, no jeito que você aborda as pessoas, no jeito que você tem a cultura organizacional da sua empresa.

Eu acho que tudo isso é inovação. Eu acho que para quem quer trabalhar, para quem está disposto a estar todo dia lutando por alguma coisa, tem espaço no que é lugar. Eu acho que, obviamente, se você tem uma ideia revolucionária, seu caminho vai ser muito mais fácil de alguém que não tem. Você vai ter muito menos competitividade, você vai chamar muito mais a atenção, talvez você vai ter atração para alguém querer botar um dinheiro em você para acelerar o seu processo ou não.

Mas eu acredito muito no trabalho. E como que você, Manu, entra aqui na Good Day? Como é que funciona isso? Porque eu imagino que deve aparecer várias oportunidades para você, várias pessoas querendo fazer negócio, vários tipos de negócio, querendo estampar o seu rosto, trazer você como sócia. O que faz você também... Conta um pouco da história de como você entra aqui e o que faz você escolher um negócio. Que pilares que você analisa, né?

Então, principalmente depois de Good Day, veio muita oportunidade, porque as pessoas viram que dá certo. Então, pegar uma coisa que já deu certo e continuar replicando é o sonho de todo mundo. Então, o que que fez eu aceitar a proposta dos meninos foi que eu tava num momento querendo empreender. Eu sempre tive esse ar de...

de querer fazer algo meu, então eu já estava trabalhando com outras marcas, eu já estava me sentindo bem sucedida com outras marcas, mas eu não tinha o meu. E eu tinha acabado de fazer outra empresa e não estava dando certo, então eu vi a vontade dos meninos de fazer acontecer. Uma coisa que eu sempre falo é, quando você não tem a segurança de que vai dar conta de começar sozinho, nossa, investe em ter bons sócios, divide para multiplicar, porque para mim foi o que fez o Day dar certo, não ser só meu. Então eu sozinha não teria feito isso acontecer.

Foi um trabalho de todos nós juntos. Pra acontecer tão rápido também pros meninos, que lidam muito mais com o operacional que eu, ter a minha imagem foi um impulsionador absurdo. E pra mim, ter eles no operacional foi um impulsionador absurdo. Então a gente se uniu muito e cada um foi muito na parte que mais domina mesmo. O Lion, por exemplo, é extremamente criativo. O Gabriel é extremamente comunicativo, faz todo o nosso relacionamento. E funciona tanto desse jeito, a gente se dividindo naturalmente.

E sempre trazendo boas pessoas. Acho que é uma capacidade muito grande que a gente tem também de atrair pessoas boas. A gente tem ótimas pessoas nos ajudando desde sempre. Pessoas que nunca pediram nada em troca. Então, parece que tudo contribuiu para dar certo.

E hoje, o jeito que eu escolho, eu não estou muito disposta a entrar em outras empresas, porque eu sinto que o meu tempo já está sendo muito bem utilizado com o que eu estou fazendo hoje. Então, eu tenho The Simple, tem Good Day e tem a minha marca pessoal que eu trabalho para outras empresas. Eu acho que abraçar mais do que isso e usar a minha imagem para mais do que isso vai ser dispersar energia, mais do que concentrar. Então, sabe o livro Essencialismo? Se eu concentro mais em Good Day, eu consigo levar mais longe.

Se eu concentro mais em The Simple, também levar mais longe. São duas marcas que não se conflitam em nada. Então, eu acho que consigo impulsionar. Agora, se eu fosse entrar em outra marca de suplemento, ainda que fosse outro suplemento, nossa, ia conflitar demais, porque eu ia estar dispersando a minha energia e a atenção das pessoas nisso. Então, esse ano eu tenho feito alguns movimentos de nem fazer tantas marcas, de trabalhar mais nas minhas e postar, postar, postar muito mais da minha de uma maneira criativa, de uma maneira diferente, de uma maneira que as pessoas não estão fazendo.

E por isso que eu estou tão orgulhosa da campanha de Matcha. Foi uma campanha que eu nunca vi em nenhuma outra empresa. Foi uma coisa extremamente fora da curva. E isso traz mais satisfação do que qualquer retorno financeiro, do que qualquer... Ai, tenho 20 empresas. Nossa, mas esse retorno emocional é muito maior do que só ter 20 empresas, 20 sociedades. Mas vem muito convite mesmo. Mas a minha disposição, a minha energia já está...

Sim, eu sinto que eu já estou sendo super bem exigida. Mais do que isso, acho que passa dos meus limites.

Gabriel, o que você consegue dizer também? Porque agora a gente está num momento, acho que isso veio crescendo muito, que é trazer uma influenciadora, um rosto famoso para dentro da operação. Como que você pode passar? O que você pode passar para os empreendedores assim, cara? Como escolher esse rosto?

Não adianta o cara ter um puto engajamento, ter uma puta audiência, o cara ter uma consistência muito grande de postagem, mas o cara não tem valores alinhados igual o seu. Não vai dar certo, sabe? Não vai pra frente. Vai chegar uma hora que isso vai travar. Eu acho que também tem vontade de empreender. Porque é difícil, é duro, vai ter dias que são horríveis. E a pessoa que...

não quer passar por isso, não vai gostar. Então, a gente viu recente, assim, algumas pessoas que tentaram empreender e não deram certo muito perto da gente, porque não tem esse quê de empreender e de passar pelas dificuldades, vencer elas. Então, influenciador, por exemplo, é muito mais fácil para mim pegar e trabalhar com uma marca, ter um contrato ali. O retorno é muito mais rápido. Garantido. É garantido, exato. E pode ser até maior. Então,

É muito fácil para o influenciador trabalhar do jeito que ele está acostumado. Abrir uma empresa é um universo completamente diferente. E é um caos completamente diferente. Então, acho que por isso que eu prezo tanto por ter boas pessoas ao meu redor. Porque eles nunca deixaram eu desistir. E mesmo que eu estivesse muito chateada, sempre teve a certeza de que a gente estava de mão dada, tentando resolver todos os problemas. Isso aí.

Muito bom. É isso aí, gente. Obrigada pela apresentação. Ah, que isso. Muito bom, gente. Obrigado pelo espaço aí de vocês. Obrigado a vocês. Quando quiserem, sejam bem-vindos.

Manu, qual é o seu próximo compromisso agora? Agora a gente vai à missa com as meninas, que eu combinei hoje de manhã com elas, e eu já ia à missa mesmo, mas aí está todo mundo das três indo à missa diária, e aí a gente combinou de ir na Nossa Senhora do Brasil. E de onde que vem esse catolicismo que você hoje frequenta?

Eu fui estudar sobre o catolicismo e eu me apaixonei muito. Eu não me sentia muito parte das igrejas que eu frequentava, justamente porque cada igreja é uma igreja, sabe? Não tinha uma unanimidade. Eu já tinha encontrado a Deus, já estava crendo em Jesus. Isso há um bom tempo, mas eu sentia que faltava algo e eu não estava encontrando.

E começando a frequentar a igreja, a conhecer e a viver, mas a igreja católica foi assim, um alívio tão grande, foi como se eu realmente tivesse encontrado aquilo que tava faltando. Você gasta muito dinheiro com coisas? Não, nada. Roupas, tênis, sapatos? Nada. Nada, nada. Eu peço pra ganhar. Quanto que vem uma fatura de cartão de crédito sua no mês, assim? É, vamos ver. Vai parecer que eu não... Agora pegou. Agora eu quero ver. Mas vai ter que fazer pi? Dá pra fazer pi.

Ah, é baixo. Baixo pra caramba. Muito pouco. Vocês acharam? Eu acho tão cara. Pelo que você faz... O Kaique gasta bem mais que você. Eu gasto bem mais que você e... Por quê? Nossa, acho que eu gasto horrores. E hoje você faz o quê? Eu sei que você tem uma parceria com o BTG, por exemplo, e aí você investe por lá, você é uma pessoa que investe em ações, fundos imobiliários, renda fixa... Eu investo tudo um pouco. Tá lá no BTG? Tudo um pouco.

Em cripto também. Olha, você é cripto também? Ação. Você investe quanto no seu patrimônio?

Tipo, 100% no mês, você gasta... Uma porcentagem, vai. Tudo, tudo que eu não gasto. Mas é que eu só faço gastos obrigatórios. Então, eu tento investir tudo. O que não dá pra eu investir, eu gasto. Você acha que você investe uns 90% do que você ganha no mês? Ah, acho que mais um pouco. Bom, hein?

Eu acho que mais de 90. Ah, tem uma coisa que eu gasto muito, que vai uns 500 reais por mês, que é livro. Eu leio muito. Muito, hein, gente? Meu Deus do céu. Valência. Pessoal, tapem os ouvidos, ela gasta 500 reais em livros. Meu Deus. Mas se você parar pra pensar, 500 reais em livro dá muito livro. Não, é livro pra caralho. É muito livro. 20 livros do mês. Não, não é pra tanto, o livro tá caro, tá tipo mais de 50 cada. Que isso. Meu Deus, a gente demorou meia hora nessa caminhada.

Tá atrasada? Tô atrasada. Gente, vou indo, tá? Vou tirar aqui o microfone. Tá bom, boa missa pra você. Tchau, tchau.

Cheguei no meu último compromisso do dia, agora vou fazer minha massagem e depois eu vou jantar e dormir, só simplesmente. Falar com a minha mãe também, mas compromisso, compromisso, esse é o último. Massagem no hotel que eu amo e tô muito animada, porque pra mim é tipo a melhor parte do dia.

Oi, eu sou a Manu Citi, sou empreendedora, influenciadora e esse é o meu 24 horas. Eu acho que num vídeo de rotina não tem um recado melhor que eu queira dar, que é... Cada rotina é única, você não precisa ter a rotina perfeita que a internet prega como...

Essa é a rotina do influenciador? Essa é a rotina do empreendedor? Não, você tem que ter a sua, a sua rotina autêntica, aquilo que te faz bem de fato, que faz você se sentir bem sucedido, tirando o ego, vaidade. Quem é você autenticamente? Porque eu tenho me tornado cada vez mais eu e tenho buscado cada vez mais o que de fato faz bem, não só pra minha pessoa física, mas também pra minha alma. Então, acho que é isso, a gente buscar sermos nós mesmos na nossa melhor versão. E você não precisa...

ser o melhor se isso não for de fato o que tá dentro de você. Eu não preciso ser a maior empreendedora, eu não preciso ser a maior influenciadora se isso não faz sentido com o que mora aqui dentro. Então, não é porque tem muita gente buscando isso, que as pessoas mostram isso na internet, é que isso é o certo pra todo mundo. Às vezes a gente só quer, sei lá, viver no campo, ser tranquilo. Cada um tem aquilo que mora dentro de si já, então cabe a nós descobrirmos, irmos atrás do que de fato faz a gente feliz.

Naquele momento, bicho, eu precisava ganhar dinheiro, competir em força ser melhor. Eu tô sempre promovendo desconforto pra mim. Eu acredito que o futuro, ele é magnético. A gente sempre se move pra aquilo que a gente acredita. A gente deixa ninguém dizer que você não pode, que você não é capaz. Ah, mas eu não gosto. Isso não me interessa, porque eu quero prêmio. Tava com saudade, Flávio? Tava com saudade? Tava com saudade, ó, 24 horas? Peraí, 24 horas.

Se trazer um custo pra dentro não pode ser em pico, não pode ser pular de uma onda, tem que ser core no teu business. Hoje o Caio Carneiro vai encontrar o maior desafio da vida dele. Quanto mais eu me aproximo de Deus, mais eu me aproximo da minha mulher. Minha esposa foi na grande aceleração. Performance é uma cultura de constância. Se pudesse deixar uma dica pra todo mundo...

Olá, aqui é a Ana Paula Padrão. E como empreendedora, eu recomendo a Claro Empresas. Se você é micro, pequena ou média empresa e quer ir ainda mais longe, bora com a Claro Empresas. Soluções completas e inovadoras para transformar o seu negócio. Saiba mais em 0800-720-1234 ou acesse claroempresas.com.br Claro Empresas. Bora fazer juntos.

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