PrimoCast 507 | COMO CONSTRUIR RIQUEZA MESMO SENDO CLT
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No PrimoCast de hoje recebemos Leanderson Reis, planejador financeiro há 16 anos e mentor dos planejadores da Grão, e Marisa Faustino, professora por 18 anos na rede pública que virou planejadora financeira e em apenas 6 meses de trabalho part-time já empatou o salário que levou quase duas décadas para construir.
O papo vai direto ao ponto: como o CLT pode construir riqueza real, e por que ganhar mais não resolve se você não souber para onde o dinheiro vai.
A gente fala de gastos invisíveis, do método das 5 caixinhas, da diferença entre pensar no mensal e no anual, e de por que o comportamento importa mais do que qualquer produto financeiro.
A história da Marisa é prova viva de que dá para mudar de vida sem largar o emprego do dia para a noite. Se você é CLT e acha que enriquecer não é para você, esse episódio vai mudar sua visão.
Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa
Convidados: Leanderson Reis @leandersonreis.cfp e Marisa Faustino @marisapilhalarmi
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- Planejamento FinanceiroMétodo das 5 Caixinhas · Diferença entre Pensar no Mensal e Anual · Gastos Invisíveis · Importância do Comportamento Financeiro · Orçamento e Desperdícios · Planejamento de Aposentadoria
- Propósito e RiquezaEstratégias para CLT · Aumento de Renda e Qualidade de Vida · O Papel da Consciência Financeira · Perini e a Construção de Patrimônio
- Investir com plano e objetivoReserva de Emergência · Projetos de Curto, Médio e Longo Prazo · Reservatório Cantareira (Independência Financeira) · Política de Investimentos
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O propósito que eu tenho aqui de ajudar as famílias é muito intenso. É transformador. Se eu não tivesse cometido esse erro, estaria muito melhor. Olha quem no final nem cometeu o erro e tomou todas as decisões inteligentes. Como é que foi? Como é que você vira essa tomada de decisão de você virar uma planejadora da Grão? Pra de repente entrar numa outra que ainda é um pouco desconhecido, dá um certo medo. 50 reais a mais acumulando, você vai aumentar mais 2, 3 anos a aposentadoria, aí entra a consciência financeira.
Foi um percurso muito intenso, porque eu consegui atender muita gente nesse período. Quando você economiza, por exemplo, uma família que tem 10 mil de renda e economiza 1.500 reais por mês, você está falando de um salário a mais. Quantos anos que eu levaria para chegar nessa renda? Tudo ali vai convergindo para uma aposentadoria do jeitinho que a pessoa planeja.
Estamos aqui com o Leanderson Reis, que é planejador financeiro há mais de 16 anos, é fundador da Serafim, que atendeu mais de 15 mil famílias e desenvolveu a metodologia de planejamento referência no Brasil, tá, Kaique? Ele é professor e mentor dos planejadores da Grão e já formou mais de 7 mil profissionais. Caramba!
Tem Anderson novamente aqui com a gente. Legal, muito bom. Então, mais uma vez, obrigado. A oportunidade de estar aqui de novo, disseminando consciência financeira, falar um pouco também de carreira, planejamento. Aliás, com um agradecimento, um presente para vocês. Ah, temos livros. Esse aqui é para a Ike e para a Bianca, e para a Laura e pela Vínia.
E esse daqui pro Lucão. Então são dois livros que eu participo em coautoria. São vários profissionais, que inclusive foram alunos meus, mentorados, planejadores financeiros. Ah, esse aqui é muito bom. Esse aqui eu vou ler primeiro. Enriqueça enquanto dorme. Eu vou ler esse aqui.
Legal, então. Esse aqui é bom. Puta, esse aqui eu estou usando muito agora que eu sou pai, né? Na volta a gente compra. É, bem útil. A gente passa aqui depois na volta para não ficar carregando sacola. Pô, legal. Então tem a dedicatória para vocês aí. Tá bom. Agradeço mais uma vez a oportunidade. Vamos falar sobre isso também, sobre esses livros aqui, que eu acho que tem conteúdos muito pertinentes aqui para o nosso episódio.
E estamos aqui também com a Marisa Faustino, que ela é formada em matemática e pedagogia, foi professora da rede pública por 18 anos e coordenadora de pedagógica no SESI por 7 anos. Ela é planejadora financeira hoje na Grão, desde 2024, já atendeu 190 famílias, Kaique, e é mentora de outros 40 profissionais aqui na casa da Grão.
Ou seja, referência. De 2024 pra cá, ela virou mentora dos caras. Marisa, muito obrigado por estar aqui com a gente. Eu que agradeço o convite. É um prazer enorme estar aqui compartilhando a experiência. Sou aluna do Leanderson até hoje, inclusive já li esses dois livros e meu filho está lendo também. Recomendo. Muito bom. Deixa eu perguntar uma coisa pra você, Marisa. Como você estava aqui, já começando o episódio aqui, né? Você já compartilha, link na descrição. Segue. Segue. 5 estrelas. Assim...
Faz tudo aí que você tem que fazer, que a gente sempre fala. Eu já queria começar, porque eu fiquei curioso aqui, desde 2024, né? Fica parecendo que é muito tempo, a gente tá em 2026. Como é que foi? Como é que você vira essa tomada de decisão de você virar uma planejadora da Grão?
Foi uma... Aqui no Grupo Primo, no planejamento financeiro, é tudo muito intenso, né? Então, falar de 2024 para 2026 parece um período curto. Só que nesse período, o que a gente faz é muito transformador. Então, quando eu assisti a live que vocês gravaram lá do Tiago, informando dessa nova profissão, que até então ela é muito pouco disseminada, é pouco conhecida no Brasil.
Eu me interessei, até porque eu sou da área de exatas. Eu falei, caramba, é uma coisa que eu já faço. Eu ensino crianças, ensino professores, e agora eu posso ter a oportunidade de ensinar famílias a construir os sonhos também. Eu achei super interessante.
Mas o que mais me chamou a atenção é a oportunidade de eu começar part-time. Porque eu não tinha certeza absoluta de como seria essa profissão nova. Então, você largar uma carreira de muitos anos, sólida, para, de repente, entrar numa outra que ainda é um pouco desconhecida, dá um certo medo. Ah, isso é legal. Você tem 18 anos de profissão. Você tinha na área... É, para entregabilidade agora. É como que muda tudo. Pede demissão de um emprego seguro.
Exatamente. Do nada, né? E você conseguiu conciliar as duas profissões? Sim, no começo foi assim. E aí, de cara, eu já me encantei. Eu falei, é, isso é pra mim mesmo. Então, mesmo no início sendo part-time, eu já entrei com a cabeça de ser full-time. E aí eu dei foco total, completo, assim. Claro que eu tive um apoio gigantesco da minha família. Então, eu trabalhava com grande parte das pessoas, né, que tá assistindo a gente CLT, oito horas por dia. Eu fazia isso também.
Na hora do meu almoço, eu entrava em contato com os clientes, na prospecção que a gente faz, e agendava as reuniões das 5 da tarde às 11 da noite, meia-noite, sábado e domingo, dedicação exclusiva. Sábado é dia útil para quem é part-timer. É.
E o bom é que os clientes que a gente atende, eles não sabem que a gente tem essa disponibilidade. Então foi um percurso muito intenso, porque eu consegui atender muita gente nesse período. Só que esse período que eu me dedicava é o período que a maioria das famílias queriam mesmo atendimento. Que é a hora que eles estão em casa, tranquilos, descansando com a família, tal marido e a esposa junto para ouvir sobre finanças. Então foi um...
um bolo e muito grande, né, que eu consegui fazer. E aí, com seis meses que eu já estava aqui trabalhando com comitante nos dois lugares, aí eu tive que tomar uma decisão, porque com seis meses eu já tinha mais de 86 famílias que eu estava atendendo. Que isso, mas simultaneamente? É, simultaneamente. Meu Deus do céu. É. Aí eu tive que colocar na balança, né, porque a parte financeira...
Na onde eu estava trabalhando, eu tinha um teto. Tá, sim. Não teria como eu conseguir mais do que aquilo ali, porque existe um limite, né? Claro. Agora, aqui não. Então, dependia de mim. Então, como planejadora financeira, o valor que eu vou ganhar depende do tanto de famílias que eu quero atender.
Então, isso foi uma virada de chave que eu falei, não, realmente, eu nasci para isso mesmo. O propósito que eu tenho aqui de ajudar as famílias é muito intenso, é transformador. Então, juntou essas duas coisas, né? O meu objetivo que eu tenho particular financeiro com mais a construção ali das famílias que eu estava atendendo, eu falei, é isso que eu quero para mim. Então,
E na parte financeira, quando que empatou ali? Que mês que empatou o salário que você tinha ali na sua profissão com esse novo trabalho?
Dia 1º de maio do ano passado. Foi quando eu fiz seis meses, dia do trabalho. Em seis meses você já empatou o salário? Seis meses eu empatei. Aí eu vi que não fazia mais sentido, né? Porque não tinha por que eu trabalhar oito horas lá se não ia mudar além daquilo. Então eu falei, não, minhas horas valem muito. Então eu preciso ficar focada no lugar que realmente vai me trazer um retorno muito maior para o meu propósito de vida também. Aí inclusive foi no dia do trabalho.
Que aí eu virei full time do ano passado. Fiz, nesse dia que foi um feriado, né? Nesse dia eu fiz oito reuniões. Fechei quatro clientes novos nesse dia. Então, foi bem assim, um sinal. Veio um sinal e falou, não, realmente você está no caminho certo. Espera aí, espera aí, que a Marisa é muito humilde, né?
Aí veio outro sinal que no final estava muito claro a diferença de você atuar part-time, numa transição, e quando você se dedica, quando você queima os barcos e vai de cabeça. Nesse mês de maio, ela bateu o recorde de vendas, 28 contratos em um único mês. Caramba. Mais novos, 28 clientes em um único mês, dedicando full-time, e aí acelerou e foi seguindo a carreira. Até uma pergunta que eu queria fazer para você, porque, cara, tem muita gente hoje que se dedicou por anos numa faculdade e tudo mais,
e às vezes não consegue chegar num salário dos sonhos. E às vezes com uma transição de carreira que provavelmente... Se você fez isso em seis meses, então você estudou, fez a formação, pegou a certificação e, tipo assim, conseguiu fazer tudo no período de seis meses. Sim. É normal isso acontecer? Qual que é a média ali nos planos de educação? Até mesmo antes da gente começar a falar como que a galera fica rica aí no CLT.
Legal, vamos lá. O que acontece? Nós temos aqui um curso de especialização que torna uma pessoa, independente da área que ela é, planejadora financeira, ou seja, capaz de começar a atender famílias, não todas, mas sim começar a fazer atendimentos em quatro a cinco meses.
Por que isso? No final, todos nós deveríamos fazer o nosso planejamento financeiro. Então, o primeiro cliente de todo planejador na formação é ele mesmo. Então, você pratica todos os conceitos da sua família consigo mesmo e aí você entende como você vai começar a atender as famílias. Claro que como se fosse um médico residente, né? Você vai atender famílias com uma certa complexidade menor e conforme você vai evoluindo na carreira, pois a Marisa agora que já vai completar daqui a pouco dois anos, ela vai passando por uma educação continuada.
E isso tem muito a ver também com o próprio princípio do CFP, Certified Financial Planner, a Certificação de Excelência Global, que é a referência para essa profissão e que nasceu lá em 1969 nos Estados Unidos e hoje é difundida por todo mundo. Então, a certificação também fala da educação continuada.
Você começa planejador e você vai estudar pro resto da vida. Igual o médico. O médico é residente, ele sabe fazer muita coisa, mas ele não consegue entrar numa sala de cirurgia e fazer uma cirurgia sozinho em alguns meses de formação. Vai levar algum tempo pra ele seguir nessa direção.
Então, um planejador está apto a começar a atender famílias, assim como a Marisa começou a atender as primeiras ali no início, e ele vai passando por uma educação continuada, vai aprendendo mais conceitos, vai conhecendo temas mais complexos que famílias, talvez com patrimônio, uma complexidade maior, vão exigir. E aí sim, ele vai passando de uma senioridade, de um planejador júnior para um planejador pleno, para um planejador sínior, master.
Mentora, que agora também a Marisa é. Então, ou seja, um planejador mais experiente, ele consegue atender as maiores complexidades, ter uma profissicação melhor. Mas sim, é possível em 4, 5 meses se especializar e já começar a atuar. Uma média assim, quanto que a galera está ganhando nos primeiros 6 meses ali? Ótima pergunta. Aí depende se vai começar part-time ou full-time. E a Marisa acho que não é muito referência. Mas é porque a Marisa fez como se fosse full-time mesmo.
Mas assim, o part-time... Até se a Marisa puder abrir números, nos seus primeiros 6 meses você ganhava quanto, Marisa? E aí
Ah, ele equilibrou o meu salário líquido ali, dava quase 8 mil já. Em seis meses? É. Legal, hein? Então, em cada um, né? Porque a minha... Dobrou a renda, né? É. Eu sempre coloquei metas pra minha carreira. Isso em tudo. Então, a minha primeira meta era pra poder deixar de ser part-time e virar full-time.
Quando eu assinei o contrato, eu vi que a gente tinha um prazo, um período para isso. Aí eu falei, ah, legal, então em um ano eu quero virar full time. Só que eu vi que estava muito acelerado. Então, com seis meses eu consegui. E aí eu pensei, quando eu equilibrasse, já é hora. Equilibrei. Assim que eu equilibrei e virei full time, a minha próxima meta foi, agora eu quero 100 clientes.
Aí, assim que eu atingi o 100 clientes, eu falei, agora eu preciso da certificação CEA, da Ambima, que isso é importantíssimo para a nossa carreira. Porque não adianta só evoluir a quantidade de famílias que você atende sem ter uma evolução do mesmo lado ali do seu conhecimento.
E assim, no meu caso, eu sempre fui muito estudiosa, muito dedicada, sou da área de exatas, tenho uma facilidade. Então, eu fui estudando muito, inclusive a Finclass, uma baita de uma referência para todos os planejadores, além das certificações mesmo que a gente tem para poder exercer a nossa profissão. Então, eu fui colocando metas. Aí, atingi o Céu. Eu falei, agora meu foco é virar mentora. E aí, com um ano e pouquinho, eu virei mentora também.
Em números, então, um planejador part-time dedicando minimamente, não tão intenso quanto a Marisa, mas pelo menos dedicando ele por volta de 20 horas por semana. Que são as noites, os horários disponíveis, as de manhã, sábado, talvez domingo. Ele vai conseguir alcançar uma renda de 5, 6 mil ali em um ano. Lembrando que a Marisa chegou em 8 mil em 6 meses. Cara, mais um ano.
De renda extra no final. E uma renda extra que se soma à renda da família. Um planejador começando full time, que vai conseguir atender a demanda que a gente tem aqui de famílias, querendo falar com o planejador das 8 até as 5, 6 da tarde, ele vai conseguir facilmente alcançar entre 10 e 12 mil no primeiro ano.
Não, então, mas isso eu tô falando, né, muito, porque... Cara, a gente fez faculdade, né, Lucão? Sim. Três anos de faculdade... Quatro anos, pô. Não, não, eu falo pra começar a poder fazer estágio. E se você consegue um estágio que paga mil reais, você, tipo assim, você ajoelha, junta as mãozinhas, tipo assim, graças a Deus. Exatamente. Então, caramba, realmente... Claro, tem que se dedicar, tem que estudar e tudo mais, mas, cara, é uma realidade boa ali.
É, realmente. É porque se for para comparar nesses 18 anos meus de funcionária pública, estatutária, como professora de matemática, nossa, em quantos anos que eu levaria para chegar nessa renda? E então não tinha nem como comparar. Se tivesse 18 anos de planejadora... Nossa!
É, agora sim, gostei. É interessante até pelo tema aqui do podcast, né? Então, dá para enriquecer como CLT? Dá, fato. Qual que é a diferença do CLT para o empreendedor, para o empreendedorismo? Eu falo que é o trade-off, né? Então, tem vantagens e desvantagens em cada lado. Mas o empreendedorismo, uma carreira empreendedora, ele pode tirar algumas amarras ou algumas limitações, porque depende muito mais do seu esforço.
da sua ralação ali do seu suor, do que de fato, né, uma trilha já programada. Tem um colega nosso aqui também, né, que também é mentor, ele já participou no episódio 156 lá dos Economistas, que é o Charles, e ele era comissário de bordo. É, o que ele me atende, o Charles me atende. Inclusive, seu planejador financeiro. É sim, meu planejador. Que foi o meu mentor também. Olha só, exato. Charles é fera demais. Ele é. A Marisa já cria do Charles ali, né? Exatamente. E olha só, o Charles era comissário de bordo.
Então imagina só em que momento que ele começou a atender clientes. E ele começou part-time. De uma viagem para outra, por exemplo, ia para Lisboa, no hotel, esperando o próximo voo, ele ia lá e começava a atender clientes. Então ele conseguiu por volta de uns 50 clientes, mais ou menos ali, enquanto era part-time, isso alguns anos atrás. E aí conseguiu equilibrar, equiparar o salário dele com a renda que ele tinha como planejador. Ou seja, ele dobrou a renda.
E uma vez que ele conseguiu equiparar essa renda, deu a confiança, mais de fato comprovar que é isso que ele queria fazer da vida, o propósito, realmente atender famílias, a facilidade em fazer essa atividade, exercer essa profissão. E aí ele pediu a demissão. Quando ele pediu a demissão, aí você libera todo o tempo do mundo. E ele começou a acelerar. E na hora que ele começou a acelerar a carreira dele...
o objetivo dele como comissário era um dia ser comandante do avião. E para ser comandante do avião, ele já tinha, inclusive, o brevê de piloto. Ele teria que ser copiloto por 15 anos até ser comandante.
E isso já é uma trilha definida. Então, por isso que muitas vezes, nem sempre, quando você tem uma carreira CLT, já existe uma trilha bem definida. Como eu era engenheiro também, eu sabia o que ia acontecer na minha carreira. E ali, em três anos, ele se equiparou ao salário do comandante.
Ou seja, ele adiantou 15 anos da vida dele, porque só dependia dele, da dedicação, o quanto ele conseguiria realmente se dedicar e desenvolver a carreira. E ali ele conseguiu antecipar isso. Então, a carreira empreendedora, muitas vezes, vai dar errado, pode dar certo, mas a grande vantagem de uma carreira empreendedora são as amarras. E no CLT, muitas vezes, pode ser a base, a propulsão para você, de repente, buscar...
novos horizontes onde você pode ter o seu próprio negócio, onde você pode ganhar dinheiro como CLT para depois conseguir colocar em práticas e um sonho, um projeto, empreender, como é o caso dos planejadores que usam a carreira CLT para preparar para a transição. Em um mundo cheio de respostas, escolhemos fazer as perguntas certas. Somos a Trilha. Fazemos perguntas que movem negócios com dados e inteligência aplicada. Saiba mais sobre a Trilha em trilhab3.com.br.
Olá, aqui é a Ana Paula Padrão. E como empreendedora, eu recomendo a Claro Empresas. Se você é micro, pequena ou média empresa e quer ir ainda mais longe, bora com a Claro Empresas. Soluções completas e inovadoras para transformar o seu negócio. Saiba mais em 0800-720-1234 ou acesse claroempresas.com.br Claro Empresas. Bora fazer juntos.
Agora vamos focar ele no CLT, né? Eu quero só passar para quem quiser fazer a formação, quem quiser se tornar um planejador aqui da Grão, quem quiser seguir esse caminho, quem quiser encurtar o caminho, a gente está falando de alguns casos aqui, vou deixar para vocês um link na descrição, um QR Code na tela, para você fazer a formação que já formou aqui mais de 1.500 profissionais, Kaique.
Olha só, que legal, hein? E aí, como a gente já deu alguns exemplos aqui, se você tem outra profissão, não tem problema, porque você pode começar a estudar e começar a atender ali sem pedir a demissão ali, conciliar os dois trabalhos, e você pode ter um caso feliz, igual a Marisa, de abandonar um e ficar só com outro ali que der mais dinheiro. Muito bom. Mas vamos lá.
Um dos motivos que a gente trouxe esse tema aqui também, a gente dá para ficar rico sendo CLT, é porque, além de eu e o Lucas ser CLT por muito tempo, a gente ganhou muito dinheiro com isso, a gente vai usar até como exemplo a gente, que mesmo a gente, tendo todo o conhecimento que a gente tem, conversando com tanta gente assim, a gente é cliente. A gente é cliente. A gente é cliente do planejamento. A gente tem planejadores, a gente senta lá mensalmente. Eu sento com o Fred, o nome do seu é?
O meu é o Charles. O Charles, a gente sempre... Inclusive o Charles está nesse livro também. Ah, é? Você pôde um capítulo nesse livro. Aí o Fred lá mostra como eu sou um idiota porque eu não segui o plano do mês anterior. E é assim que a gente fica, né? Tipo, a gente fica pedindo desculpa ao planejador. Não, cara, desculpa. É que tinha um casamento do Lucão. Eu tinha que gastar 3 mil reais a mais sem planejamento. Por culpa do Lucão, né? Eu falei do meu planejador financeiro nos meus votos de casamento.
Cara, eu não sabia, hein? É, porque a gente fez a reunião com o Charles, né? E aí ele falou assim, pô, Lucão e Dani, né? Na onda da minha esposa. Pô, vocês compraram um apartamento, reformaram, a reforma tá acabando aqui, vocês já pagaram tudo legal.
Então, a partir do mês que vem, vocês vão ter um fluxo muito menor aqui já de cartão de crédito e tal, né? Dá pra gente voltar nos aportes mensais ali, né? Ele tava, né? Pô, legal. Agora vocês vão ter o resto do ano aí muito tranquilo. Um fôlego, né? É, um fôlego. Aí passou dois dias, a minha esposa me acorda, era minha noiva, né? Me acorda. Ele falou assim, ó, eu decidi que a gente vai casar. E aí eu falei assim, putz. Eu já acordei, tipo assim, pensando... Que eu vou falar pro Charles, né?
ela. Não entendeu nada do planejador. Tudo bem, a gente fez um esquema muito bom. Eu economizei, gastei muito menos do que poderia gastar num casamento hoje em dia. Deu tudo certo, mas eu preciso sentar com o Charles lá pra, de novo, ele tá atrás de mim. Ele ficou me mandando mensagem. Eu que dou um sumiço nele porque eu tô fazendo tudo errado. Aí eu às vezes desabajo. Tem que dar uma sumida porque a gente fica envergonhado de falar com o nosso planejador que a gente tá planejando.
Mas eles são bem treinados, eles vão correr atrás de vocês. É, ele vê no corredor aqui, às vezes que ele passa aqui, tá... Isso aí também é um... A gente tá no grupo primo, né? E a Grão fica aqui também. Às vezes o meu planejador, ele vai na minha mesa. E você, assim, não tá me respondendo, hein?
Cadê, né? Cadê dinheiro. Mas planejador, é isso mesmo, gente. É de pegar no pé, às vezes puxar a orelha, dar bronca. Teve uma cliente minha que eu falei, você vai fazer o seguinte, você vai arrancar todos os seus cartões de crédito da sua carteira, você vai entrar no WhatsApp, imprimir uma foto minha, colocar no lugar.
E aí, cada vez que você pensar em gastar alguma coisa, você olha para a minha foto e fala, não, não posso, a Marisa não determinou esse mês essa meta. Não, mas eu acho que é interessante que também tem muito papel do planejador, de uma certa forma, uma intimidade com a família, com o médico da família. Ele está muito próximo ali, ele está muito próximo das decisões, projetos de vida, enfim.
Eu lembro na época que eu atendia, tinha um casal que estava programando viagem para Paris. Para a França, enfim, especialmente Paris. E na época que eu era engenheiro, eu morei em Paris. Então, eu conheço um pouquinho ali, dei algumas dicas do que fazer. E eles tinham uma verba. Vamos colocar aqui um número na época, sei lá, 20 mil para a viagem. E perfeito, lá, programado, ok. Vai lá, passa bem, manda umas fotos. Só que aí, lá na época, inclusive, era muito frequente o Facebook, eles foram postando fotos.
E eu olhando as fotos, olhando os restaurantes que eles estavam indo, os passeios, eu mentalmente já fiz essa conta, vai estourar. E eu só fui dar um like, like, like. E aí na reunião pós-viagem, né? A reunião de acompanhamento que o planejador faz, para ver se está tudo em ordem, tem alguma correção a ser feita ali da rota. Eu lembro que eles chegaram e falaram, eu sei. Eu sei que você sabe que a gente estourou. Eu falei, não tem problema estourar, a gente só tem que saber como compensar.
Se estourou aqui na viagem, onde que a gente vai compensar para não estourar o orçamento do ano? Porque esse é outro conceito bem interessante. O brasileiro não enxerga o orçamento, ele não enxerga as contas em termos anuais. É, sim. Uma empresa, por exemplo, aqui no Grupo Primo, sempre vocês vão olhar quanto vai faturar no ano, quanto vai sobrar no final do ano de duplo líquido. E aí, mesa a mesa, você vai construindo esse resultado.
As famílias brasileiras vivem no mensal, não vivem no anual. Quanto você vai ganhar? Tem muita gente que nem sabe quanto ganha por ano. Só imagina que é o mês. Não sabe. A gente faz muito esse exercício com todo mundo aqui, porque como o grupo primo tem uma característica de o cara recebe um salário e o upside dele está ali mais no variável semestral, então a gente sempre faz esse exercício para a galera...
Fazer o total comp, né? Total comp, que chama aqui, né? Porque aí realmente você consegue ter uma visão muito mais apurada do... Exatamente. Da sua vida financeira, né? Você chega para um americano e pergunta quanto ele ganha, ele vai falar o total comp. Ele vai falar... Só que esse modelo mental para gastos deveria acontecer também. Ah, mas R$500 é pouco. Não, são R$6.000 por ano.
Então, que você economiza. Ah, 100 aqui, 200 ali. Então, quando você vai vendo, o mensal parece pequeno, anual já parece interessante. De repente, você não está viajando porque você está gastando 500 reais com, sei lá, pedindo um aplicativo. E aí, a gente vai fazendo aquela projeção futura. E daqui a 10 anos, daqui a 30 anos. Aí, você está falando de milhão lá na frente.
Quando você faz a reunião de planejamento, quando você está nessa fase de... Primeiro você tem que identificar que provavelmente todo mundo precisa, tá, gente? É bem raro o caso das pessoas que não precisam. A não ser que você seja um planejador, né? É, aí beleza, provavelmente você vai se procurar planejamento, mas todo mundo precisa, gente. Eu estava pensando, Kaique, que talvez essa seja a estratégia perfeita, a gente precisa tornar as nossas esposas planejadoras financeiras.
Porra, isso é uma boa, tá? É? É uma boa. Porque aí eu acho que resolveria o problema. É uma boa.
Porque assim, o que é que acontece? Eu resolvi isso. A minha esposa é planejadora de financeiro. Olha aí, ó. Caralho. Todo mundo pensa assim, ó. Todo mundo tem aquela ilusão de falar assim, ah, não. O problema é porque eu ganho pouco.
Quando eu ganhar 10 mil reais, quando eu ganhar 15 mil reais, quando eu ganhar 20 mil reais... Aí resolveu. Aí resolveu. Irmão, não resolve. Jamais. Não tem fim, né? Não tem fim, porque o restaurante de que você gastava o prato 15, você vai gastar 30, aí depois você vai achar... Ah, não, já dá para ir no de 100. Aí quando você vai ver, você está indo no coco bambu todo final de semana gastando 3 anos de gasto. É essa a realidade.
E vira hábito. E é fácil mudar o hábito, né? Pra cima é fácil. E tudo que é gostoso, depois você não vai querer regredir. Boa, já tá tomando vinhos melhores, comidas melhores. Você não vai. Depois que você tá comprando lá pasta italiana pra você fazer a sua macarronada de domingo, você não vai querer comprar Renata com farinha e ovo, tá ligado? Não, você não quer. Você não quer. Então fica difícil. Então todo mundo deveria fazer. Ponto.
Aí a questão é, quando você está lá fazendo a reunião, uma coisa que eu acho incrível é realmente a plataforma que vocês usam. Porque isso aí é o que você falou, cara, tangibiliza muito. Todo começo de ano, eu faço uma revisão geral nas contas bobas, de assinaturas, internet, tudo, porque anualizado dá muito dinheiro. E é igual a unha, né? Se você não for corretando, vai crescendo, você nem percebe.
E até queria falar um pouco para vocês como que funciona a metodologia que vocês usam. Porque eu lembro que no começo do ano eu fiz cortes bobos de tipo assim, eu tinha uma internet em casa, uma internet de celular e uma internet de celular da minha esposa. Aí eu descobri que tinha um plano melhor que dava para sair uma conta só e eu economizava tipo 200 reais no mês. Só que cara, quando você pega 200 reais no mês, você está falando de 2.400 reais no ano.
Então a gente fez esses cortezinhos, várias coisas. Do nada a gente achou 6 mil reais. Tipo assim, 6 mil reais que eu não vou gastar esse ano. Como que funciona a metodologia de vocês? E como vocês chegaram nesse modelo?
Legal, vamos lá. Primeiro tem que contar um pouquinho da história do planejamento financeiro, mas ser bem sucinto. O planejamento financeiro, a metodologia de planejamento holística, que é você olhar todos os temas financeiros de uma família, nasceu em 1969, consolidada dentro de uma certificação que chama CFP, Certified Financial Planner. E olha que interessante, ela nasceu nos Estados Unidos, principalmente por profissionais que já atuavam com famílias em temas mais complexos, por exemplo, a parte de proteção, sucessão.
Então eram, ou seja, profissionais na área de seguros, contadores, porque o imposto de renda nos Estados Unidos é um pouquinho mais complexo do que aqui. Então vários contadores que eram próximos das famílias, várias pessoas na área de sucessão que tinham que discutir temas muitas vezes mais difíceis e profundos com a família.
E ali eles perceberam que a família confiava tanto que eles queriam depositar ali todo o atendimento e a visão deles ali nesses profissionais. E dali nasceu a certificação CFPIC, tecnicamente falando, e depois eu vou explicar na prática o que a gente fez aqui.
diz que um planejamento financeiro, ou seja, uma família que de fato declara que faz o planejamento financeiro, ela tem que olhar com atenção e tomar decisões em seis capítulos. Gestão de ativos, gestão de riscos, planejamento tributário, planejamento acessório, planejamento orçamentário, planejamento de aposentadoria.
E normalmente, talvez um ou dois temas desses que os brasileiros vão prestar atenção. E no final é tudo conectado, como você vê lá, por exemplo, na plataforma, que no final é uma tradução do CFP. Então, o que a gente fez aqui, ou o que eu fiz lá atrás, lá em 2010, foi justamente pegar essa metodologia, então pegar o que dita tecnicamente o CFP e traduzir para a média do brasileiro.
Ou seja, aqui tem uma realidade da nossa economia, tem uma realidade de como é a nossa educação financeira. Infelizmente, o brasileiro não aprendeu na escola, no colégio, na faculdade, a lidar com dinheiro. Cara, isso é muito ruim. Por exemplo, conversar com um americano médio e falar isso para ele... Eu, por exemplo, tive a oportunidade de conversar dentro dos congressos que eu participo de planejamento financeiro com alguns responsáveis da educação financeira americana.
Então, lá em Washington. E na hora que a gente comenta sobre como é a educação aqui no Brasil, que não existe nas escolas, talvez em alguma outra particular, agora é obrigatório ter, mas leva um tempo, não tem replicadores para isso. Então, a gente vai aprender aonde? Finanças, planejamento terceiro com a vida e muitas vezes com o erro. E às vezes é tarde demais para corrigir ou o preço é muito grande para corrigir a rota, como a gente fala.
Então essa metodologia de planejamento financeiro, ela veio sendo construída, aperfeiçoada, 15 mil famílias através da Serafim, mais 10 mil famílias agora com a grana, então 25 mil famílias já impactadas. E ela está embarcada dentro de uma tecnologia. Uma tecnologia que tem que ser também muito fácil da pessoa entender.
Porque se olhar 6 mil páginas do CFP para estudar, é muito técnico. Como é que eu vou fazer um cálculo de planejamento futuro, trazendo a valor presente, a taxa de juros reais? Isso é muito complexo. Ninguém, nenhum brasileiro médio vai entender. Mas na hora que você simula lá e mostra com R$50 a mais, ou R$50 a menos de gastos, R$50 a mais acumulando, você vai aumentar mais 2, 3 anos de sua aposentadoria?
e isso ser feito de maneira muito rápida, aí entra a consciência financeira. Agora eu entendi. Agora eu entendi o que eu tenho que fazer. E a partir dali as pessoas começam a tomar decisões mais inteligentes. E especificamente em um desses seis capítulos, que é o planejamento orçamentário, as pessoas não têm a mínima ideia para onde o dinheiro vai.
Então, menos ainda categorizar de uma maneira inteligente. Um orçamento possui cerca de umas 40 macroeconomias. Desculpa, macrocategorias. Entre gastos obrigatórios, não obrigatórios, projetos, financiamentos e por aí vai. Então, na hora que você tem, em questão de minutos, a clareza para onde o seu dinheiro está indo...
e você conseguir fazer os microajustes, aí você consegue realmente ter uma economia. Por exemplo, na nossa média, na primeira passada, no raio-x que a gente faz nas finanças das famílias, a gente consegue muito facilmente fazer com que a família economize 10% a 15%.
sem mudar praticamente nada no hábito da família. Primeiro porque parte do dinheiro, como você bem comentou, está indo para gastos que a pessoa nem sabe que está gastando. Nem lembra. Tarifa bancária, cesta básica de banco para poder ter talão de cheque. Tem gente que nem conhece talão de cheque. E você está pagando algumas coisas ali que não faz sentido algum. Um tempo atrás, a gente pagava para fazer DOC, TED. Transferência bancária.
Hoje tem Pix. Anuidade do cartão. Pô, eu peguei aquele cartão Black bacana, fez sentido, me ofereceram, era gratuito. Só que era o primeiro ano.
Aí quando passa um ano, tem um gasto lá de R$160, R$180, pode custar até R$200, é mensalidade do cartão. Isso dá mais de R$2.000 por ano.
E tudo isso está lá como mal invisível. Um dia desse eu estava com um colega aqui, também aqui na empresa, que também faz planejamento financeiro aqui com a gente na Grão. E ele falou que na hora que eu conectei a conta, eu descobri um Spotify que eu achei que eu tinha cancelado e estou logo pagando. Não sei há quanto tempo. Já aconteceu isso comigo. Uma vez eu paguei 40 reais para ver uma luta do popó.
Aí eu achei que eu tinha cancelado. Jura, eu paguei um ano combate. Paguei um ano combate. Pra ver o Bambam e o Popó. Não, eu assisti 30 segundos numa luta. E no final das contas, tipo assim, num ano eu paguei 500 reais pra ver uma luta. Por quê? Porque eu não conseguia... Tipo assim, eu achei que eu tinha cancelado.
Aí tava vindo lá, não vi, aí quando eu fui, eu falei assim, caramba, eu tô há um ano pagando esse negócio. Mas é bem comum, né? Assim, quando a gente conecta assim de cara, é muito comum. Eu já vi com vários clientes a gente pegar a plataforma e puxar os dados e a gente vê coisas que as pessoas nem imaginam, mesmo caso seu. Só que eu já vi coisas, por exemplo, da pessoa pagar três vezes. Porque a hora que eu olhei a página de assinatura, porque eu faço um filtro aprofundado, o que é essa assinatura, né? Aí eu vi lá, Amazon Prime em três dias diferentes.
Aí eu falei, peraí, dá uma olhada no extrato do seu banco. Ela falou, é. E aí eram valores baixos que não estavam fazendo diferença ali, ela não estava percebendo, porque ela via Amazon Prime. E aí ela tinha três assinaturas da mesma coisa, mas assistia, usava uma só.
E aí eu tenho um caso de uma cliente que eu fiquei, meu Deus, quando a gente puxou, ela tem uma renda muito alta, né? E aí a hora que eu puxei a assinatura, deu 3 mil reais. Eu falei, não, imagina, tá errado, isso daqui não é possível. Ela falou assim, então, é porque eu tinha um monte de assinatura de um desenho que o meu filho gostava, mas eu não sabia exatamente qual. Aí um dia eu fui lá e quis cancelar. Só que aí ele começou a chorar por conta do cancelamento, aí eu fui e assinei tudo em dobro de novo. E aí tinha um monte que estava assinado, tudo repetido.
Então eu falei, meu Deus, olha o absurdo que chega a isso. Por mais que a pessoa tenha uma renda alta, imagina isso por ano. Está rasgado. 3 mil por ano, 36 mil por ano. Por mês, 36 mil por ano. 3 mil por mês, 36 mil por ano. E aí extrapola esses 30 anos lá na curva. E esse é um ponto interessante que aí sim tem, dentro do orçamento também, essa analogia de ter o olhar clínico do orçamento numa primeira passada e já conseguir entender o que é mó invisível e os desperdícios.
faz com que a família não só já pague o planejamento, já veja o valor, mas começa a entender onde vai sobrar. E tem muito desperdício. Então, ou seja, tem muito desperdício de... Streaming é muito comum. Você vai lá, assina um, assina outro. Às vezes é redundante. Às vezes você é muito otimista de querer contratar um pacote de canais da TV. Total. E no final vai assistir um, nenhum, porque trabalha para caramba. E fica aquilo lá. É R$100 aqui, é R$50. De 40 microcategorias.
Se a gente economizar em 10 delas, 50 reais, já deu 500 reais. Ou seja, e é muito fácil. E também tem a questão dos hábitos. Muitas vezes que a gente vai colocando no dia a dia e nem percebe. E algumas mudanças pequenas de hábitos fazem uma grande diferença. Então é muito conveniente a gente pedir no aplicativo. Muito conveniente. Todo mundo faz, eu faço. E é um ano fazer isso. Eu chego em casa, não quero cozinhar, vou lá e vou pedir alguma coisa no aplicativo. Só que a gente não percebe que de repente a gente pediu 10, 15 vezes no mês.
Quanto que é um pedido no aplicativo? Quanto em família, por exemplo? Ah, é... Difícil... 100, 150? Difícil dar menos de 100. Exato. Então, que seja 100. Você está falando de 1.500 reais. Então, a ideia não é sair cortando tudo. Então, parou. Você nunca mais vai pedir no aplicativo, vai ficar depressivo. Não, não é isso.
Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.
Aquela história ainda de analisar, tá gente? Se você gasta mil reais por mês, você está falando que você gasta 12 mil reais no ano. Com isso. Está confortável gastando 12 mil reais no ano em aplicativo? Então imagina que você pede 15, então que seja 1.500 reais. Vamos ajustar para em vez de ser 15, serem 10?
Então dá para viver com 5 a menos? Dá para viver. E eu não estou cortando metade, mais a metade, cortando ali um terço. De novo, 500 reais, aí já deu aí seus... Já deu seus 6 mil reais por ano.
Aí é R$6.000 por ano aqui, mais R$3.000 aqui, no final você tem, sei lá, R$20.000, R$30.000 de economia. E é fácil isso acontecer. Se você economiza 15% do seu orçamento, eliminando o que você já desperdiça, que é gasto que você nem está usufruindo do benefício. Aquele dinheiro que você nem sabia que gastava. Em um outro ajuste, quando você economiza, por exemplo, uma família que tem R$10.000 de renda e economiza R$1.500 por mês, você está falando de um salário a mais.
Tem. Então, ou seja, é como se ela ganhasse um décimo quarto. Um salário a mais que ela está desperdiçando no meio do caminho porque não tem visão, não tem consenso, não tem clareza. Então, o que o planejador financeiro faz? Primeiro, ele tem uma metodologia, que é o planejador nosso aqui, ele é formado nisso, para você ter tecnicamente o que olhar.
comportamentalmente, como direcionar a conversa para você mostrar para pessoas prioridades e entender o que faz sentido. E tecnologicamente você precisa estar munido de algo que a pessoa tenha clareza do que está acontecendo. Posso pegar uma folha sulfite e bater papo aqui? Posso. Posso pegar uma HP12? Posso pegar aquela ferramenta que era... Assim quando a gente não usa, que era aquela ferramenta que os incas, maias, aztecas usavam para fazer orçamento familiar?
Negócio verde lá, Excel, não é? Excel, planilha, assim que chama. Eu não leio mais. Então, dá para fazer? Dá. Inclusive, eu não vou cuspindo o prato que eu comi, porque em 16 anos de carreira, 10 anos eu usei planilha para atender umas 10 mil famílias. E funciona.
Só que aí quando você soma tudo isso, uma metodologia testada, um profissional bem treinado tecnicamente e comportamentalmente e uma tecnologia que consegue trazer isso em questão de minutos em uma primeira reunião, pronto. Aí a gente consegue impactar muito rápido a família.
E a gente consegue começar a liberar ela para começar a poupar. Lembrando que esse é só um dos capítulos. Aí entra investimentos, aí entra segundo. A gente pode falar de todos os capítulos aqui. Mas o orçamento é um grande tabu. E é ali que já começa uma grande parte do erro da grande parte dos brasileiros. Aliás, um outro dado interessante. A gente fala, por que a grão cresceu tanto? Por que o planejador financeiro tem essa carreira tão acelerada? Vamos entender, então, dentro das profissões, onde o planejador de fato atua.
Então, uma família que tem zero reais de investimento, zero, tem nada de investimento, ela consegue contratar um consultor de investimentos?
Não, não tem dinheiro. CVM. E eu sou consultor também. Não tem dinheiro, né? Se não tem dinheiro, eu vou cobrar um percentual do quê? Se é zero patrimônio, eu não tenho nem como ajudar essa família. Por isso que consultores de investimento vão ajudar famílias a partir de um certo patrimônio. Porque faz parte do trabalho dele e ele é remunerado por isso. Mesma coisa com um assessor de investimentos. Um assessor de investimentos, como é que uma família vai contratar um assessor se ele é comissionado quando a família investe? Então,
nem toda família vai conseguir contratar um consultor porque tem zero reais de investimento. Ele não está nessa fase ainda. Ele não está precisando de consultor. Agora, pergunto. Quantas famílias brasileiras, nesse exato momento, hoje é dia 6 de maio de 2026, tem zero de investimentos? Quantas famílias brasileiras não têm nada investido hoje?
Tem os percentuais. 70% do país. 80% do país, 80% do país. Vamos melhorar um pouco esse número? Quantas famílias têm até R$50 mil investidos? Que basicamente é o início da formação de carteira, é a reserva de emergência, talvez o preço de curto prazo.
Sei lá, deve ser 5%, 10% no máximo. Não, deve ser para menos até. 5% para menos. Então, se a gente for olhar, nós temos aqui dezenas ou centenas de milhões de brasileiros que precisam de um planejador ou de algum outro profissional que talvez seja em uma fase um pouco mais avançada. Total. Então, ou seja, a quantidade de brasileiros que precisam de um planejador para fazer esse olhar clínico, organizar os hábitos da família, tirar os desperdícios, renegociar dívidas.
Muito brasileiro não sabe que você pode, por exemplo, retabilizar um financiamento.
Eu contratei o financiamento e vou para o resto da vida. Mas o mercado é cíclico. Dependendo do momento que você contratou a taxa, como, por exemplo, nesse momento, numa época de uma que também a taxa estava muito alta, quando essa taxa vem para baixo, outros bancos têm interesse de pegar um spread menor, mas pegar ainda um spread e te arrastar.
por longo prazo. Então, essa portabilidade é um tema que a gente discute também. Quando vem uma pessoa que tem um financiamento, vamos buscar um outro banco e ver uma proposta. Se eu tenho uma dívida, como é que eu troco por uma dívida mais inteligente, que eu pago menos juros? Será que eu sei as possibilidades de crédito que eu posso...
Cara, e tem muita gente que não faz isso por desinformação, né, cara? Com certeza. Tem um monte de gente aí que está com financiamento caro aí. É porque os bancos não vão ficar informando isso, né? Não, acho que não, né? Mas é só, tipo assim, literalmente... É igual o negócio da conta de celular, cara. Provavelmente você deve estar pagando 300 reais aí, mas você ligar na sua operadora já deve estar atualizado. Virou 150. É. Banco é a mesma coisa. Você liga lá, às vezes você renegocia no próprio banco.
Fala assim, ó, eu quero fazer portabilidade, quero sair... Não, não, a gente diminui a taxa aqui, não precisa sair. Acontece muito isso. Até um negócio de assinatura que você falou, que é uma coisa que está muito na moda, que a galera justifica muito o trabalho. E eu sei que não é o foco aqui, mas IA. Cara, eu lembro quando saiu o IA, eu acho que eu gastava uns 500, 600 reais por mês com o IA. Mas calma que agora com o MyHub, não sei que não é o foco aqui.
Mas, cara, às vezes você também tem que olhar isso, porque às vezes no seu trabalho, você está...
se justificando, não, não, mas é para o meu trabalho, você deve estar gastando uma grana sem precisar, porque hoje tem consolidadores como o MyHub que te dá um monte de assinatura para uma assinatura muito menor. Então tem que tomar cuidado com essas coisas pequenininhas mesmo. Vocês veem que assim, né...
Às vezes a pessoa está assistindo a gente aqui e ela tem na cabeça que o cara mais enrolado financeiramente é o cara que ganha pouco ou o cara que não tem dinheiro. Mas pelo que a gente está falando aqui, na verdade, a gente está falando de desperdícios, né? De desatenção. Então, o que a gente está querendo dizer é que quanto mais você ganha, é mais fácil de você ir se perdendo nesse caminho. Certo? Vocês concordam com isso? Com certeza.
No caso desse exemplo que eu citei da minha cliente que ganha muito bem, que gasta R$ 3 mil por mês e nem sente. Uma coisa que a gente faz logo no início é fazer uma simulação pensando no futuro, aposentadoria, quanto que seria legal a gente começar, mesmo que seja para criar o hábito do investimento. E aí a gente fala, não, nem que se for assim, por exemplo, uns R$ 50, R$ 20, R$ 30 para a gente começar. E a gente já consegue enxergar lá na frente valores presentes, quanto que isso daria.
E muitas vezes eu faço isso com a pessoa, assim, vamos lá, se a gente for fazer uma simulação de passar por muitos anos investindo 200 reais, lá na frente eu vou chegar em não sei quantos mil. Aí eu faço essa pergunta, né? Quantas pessoas que você conhece de 65 anos no Brasil que tem esse valor na conta dando sopa? Ixi, quase ninguém.
E aí, no caso dessa cliente, que ela ganha muito, ela se percebeu toda enrolada, por isso que ela procurou a gente. E aí eu fiz uma meta inicial com ela de investir pelo menos 2 mil reais. Então, caramba, de onde ela ia tirar 200 reais? Ela não tinha, porque a hora que a gente fez o orçamento...
Ela estava ganhando mais de 100 mil reais com a empresa que ela tinha. Só que naquele momento, com tanto de compromisso que ela fez, ah, 100 mil reais, eu não preciso colocar isso no papel, porque é muito dinheiro. Então eu posso fazer várias dívidas, vários compromissos, financiamento de casa em outro país, eu posso fazer o que for. E quando a gente foi somar, isso daí deu obrigatoriamente mais de 130 mil.
que ela precisava para manter esses compromissos. Então, aí que entrou. Por isso que a gente foi ver as assinaturas. Então, assim, ela percebeu que já não tinha nem esses 2 mil inicial para a gente começar investindo, mas só de assinatura gastava 3. Entendeu? Então, assim, é muito amarrado o que a gente faz.
Porque às vezes você fala assim para a pessoa, até que ganha pouco mesmo, fala assim, vamos juntar dinheiro? A pessoa às vezes não tem uma motivação do para que ela está guardando dinheiro. Vou economizar quanto, mas por quê? Quem não tem planejamento não vai ter uma noção do que ela faz. Então quando a gente amarra isso, olhando para a aposentadoria, olhando para os projetos, a gente chega num número...
No seu caso, eu acho que seria legal se a gente começasse guardando uns mil, mil e quinhentos. Aí faz sentido para ela ter uma motivação a mais para ir lá no orçamento e cortar. Porque só cortar por cortar é muito rápido para a pessoa. É que nem vício de chocolate.
Aí rapidinho a pessoa volta a comer de novo, porque não está vendo o resultado. Agora, quando você amarra com o que você vai fazer, qual é o propósito que você tem lá na frente, aí é uma coisa que fica mais ajustada e você consegue continuar a educação. E fora que dá para se realizar vários sonhos quando você faz planejamento.
Por exemplo, eu que tenho uma família nova ainda, minhas filhas são pequenas, lá você consegue fazer a caixinha, tipo assim, cara, essa caixinha aqui é o dinheiro que eu vou comprar o carro das minhas filhas quando elas forem 18 anos. Esse dinheiro aqui é para fazer uma viagem para a Disney daqui cinco anos. Então você consegue fazer vários steps que você não...
Tem até uns gráficos lá que você fala assim, cara, Kaique, seu objetivo financeiro para você se aposentar é tanto. Mas se você viajar para a Disney aqui daqui cinco anos, não vai impactar o seu futuro. Então você pode gastar esse dinheiro sem dor de cabeça. Isso é uma coisa legal. Como que funciona na parte de planejamento? Porque a galera fica muito tipo assim, tem que guardar para o futuro, futuro, futuro. E a galera fica tipo, nem sei se o futuro vai chegar. Mas tem uma caixinha ali que é para usufruir sonhos. Como que funciona isso?
Legal, bacana. Aí a gente entra no outro capítulo aqui, que é a gestão de ativos, que envolve toda a estratégia de investimentos para chegar nos projetos, aposentadoria e os objetivos de curto prazo. Vamos lá. Os dois números mais importantes de qualquer planejamento.
Então esse a gente traz logo no início do processo. Os dois números mais importantes são, primeiro, quanto que você precisa alcançar em termos patrimoniais para que você não precise mais trabalhar, ou seja, o patrimônio da independência financeira, é o pico da montanha, quando a gente vai lá na curva, um milhão, dois milhões, três milhões.
Parece longínquo, mas quando a gente olha a longo prazo, dá para perceber que esse número que é grande, ele vai se construindo com o pouco todo mês que a gente aporta. Então, o quanto você precisa ter a prender empresa financeira e o segundo número mais importante é o quanto você tem que poupar todo mês para alcançar este projeto e todos os outros no meio do caminho. Porque tem uma compensação. Porque quando você vai comprar um carro, você não vai pegar desse montante.
Então, você vai ter que aportar um pouco mais para os seus projetos no médio prazo para eles acontecerem. E aí
Então, essa metodologia chama GBI, Gold Basement Investment, ou seja, investimentos baseados em objetivos, que basicamente simplifiquem muito o nosso patrimônio. Meu, seu, de todos nós aqui, deveríamos olhar o patrimônio da seguinte maneira. São cinco caixinhas. Uma caixinha que é reserva de emergência, que é como se fosse essa caneca aqui de água que fica na capiceira da cama. Se esvazia, você enche. Se está cheio, deixa lá. Você só usa quando for necessário.
Depois, a gente fala de três caixinhas importantes, de projetos de curto, médio e longo prazo. A gente fala um ano, dois anos, três, quatro anos e projetos acima de cinco anos. Os investimentos aqui são temporários, porque a gente vai usar esse dinheiro. Se eu vou dar entrada em um carro ano que vem, eu vou ter que colocar algum tipo de investimento que tenha liquidez, a segurança necessária para que esse dinheiro seja disponível lá. Então, parte do nosso aporte é para entrar nessas caixinhas dos projetos.
que é como você comentou, a caixinha do carro, a caixinha das viagens e por aí vai. E depois tem uma caixa gigante, como se fosse... Até brinco sempre a usar esse termo, que é o reservatório cantareira. Então, ou seja, é algo... Se fosse pensar em caixas d'água e piscinas, ali é o reservatório cantareira. É o volume que você vai ter que acumular lá para o final da vida para que você usufrua desse dinheiro lá no momento da preservação, lá no momento da independência financeira.
Então, uma vez que você calcula essas cinco caixinhas, quanto seria a reserva de emergência que deixaria minha família segura, em caso de qualquer imprevisto? Quanto que eu preciso ter de dinheiro para realizar meus projetos de curto prazo?
E quanto que eu preciso no pico da montanha para aposentar? Aí sim, tudo isso chega num cálculo. Por exemplo, R$2.000 da sua cliente, como você comentou. E aí, se essas caixinhas estão vazias, eu vou escolher como preencher. Como se fosse em baldes que você vai... O calibre da mangueira é o quanto você vai apontar todo mês. E qual caixinha você vai preencher depende das prioridades, depende da programação. Por exemplo, podia ser R$500. Se você não tem nada...
Mesmo assim, você já tem a política de investimentos. Isso se chama política de investimentos. Eu sei as caixinhas, eu sei onde eu quero chegar, sei meus projetos e agora eu sei quanto eu tenho que poupar. Poupar eu procuro no orçamento, encontrei os R$ 2.000, agora eu vou fazer uma programação. R$ 500 na reserva de emergência, R$ 1.000 nos projetos e os outros R$ 500 para a longo prazo. E se algum projeto sai do plano, pô, eu queria comprar um carro, não quero mais.
Eu readeco essa política, readeco meus aportes, às vezes tem até que cair um pouco o aporte, porque eu não vou mais comprar aquele carro, e eu vou ajustando no meio do caminho.
Então, quando a gente fala de alocação patrimonial, alocação de investimentos, eu vou colocar meu chapéu aqui de consultor de investimentos. Eu sou consultor também há 15 anos. Acessor e consultor. Então, quando a gente vai fazer uma alocação patrimonial, 80% do sucesso dessa alocação tem a ver com tudo isso que eu acabei de falar. E 20% tem a ver com a filosofia de investimentos que vai ser utilizada, como, por exemplo, a Arca, e ali dentro, a escolha dos produtos.
que é menos relevante a escolha dos produtos, mais relevante a filosofia, mas sem uma política de investimentos, aí você investe eleitoramente. Por exemplo, a pergunta que eu mais recebo quando eu faço palestras em empresas, ou, por exemplo, online, é, Leandro, se eu tenho 100 mil reais, o que eu faço com o meu dinheiro? Onde é que eu invisto? Qual é a boa?
Aí eu respondo, eu não tenho a mínima ideia onde você coloca o seu dinheiro. Eu não sei quanto você ganha, eu não sei quanto você gasta, eu não sei se você vai comprar um carro ano que vem, eu não sei se você vai reformar seu apartamento ano que vem. Se você vai usar esse dinheiro daqui a seis meses, é uma coisa, é líquido e não tem que mexer. Não vou colocar em criptomoeda. Mas se esse é um dinheiro já para longuíssimo prazo, aí tem várias outras possibilidades.
Então, a política de investimentos é um tema bem interessante que quando a família tem essa consciência, fala, agora eu sei para onde o meu dinheiro deve ir. Agora eu sei que cada dinheiro, de fato, tem um rótulo. Ela tem um dinheiro parado. Não existe dinheiro parado para quem faz planejamento. Ou esse dinheiro é para reserva de emergência, ou ele está alocado para você realizar algum projeto que vai acontecer nos próximos anos, ou ele já está sendo dedicado para longo prazo para a sua independência financeira.
E essa simplificação, entre aspas, de algo tão complexo é o que faz qualquer brasileiro médio entender. Agora, é claro que está acontecendo. E agora eu entendi que meu dinheiro estava todo aleatório. Não tinha nenhum objetivo. É porque senão também, quando a gente vai, que é o que normalmente todo mundo faz, começa a juntar dinheiro, não sabe para quê. Aí vai juntando muito aleatório. E aí vira patrimônio dente de serra, que a maioria das pessoas fazem. Junta, junta, junta. Agora quero comprar meu carro. Volta para trás.
Junta, junta, junta. Ah, quero viajar. Volta para trás, porque não tem objetivo definido ali, uma clareza. E isso vai atrapalhando. A construção do patrimônio não sai do lugar. Então é difícil quando você não tem um planejamento ali organizando.
Tem três passos que a gente fala que, de uma forma de outro, o planejador financeiro proporciona para todas as famílias atendidas. Talvez vocês possam ver se isso aconteceu com vocês, espero que tenha acontecido também. Mas, basicamente, toda família que passa por um processo de planejamento financeiro, o planejador proporciona essas três etapas logo no início. A primeira etapa é uma etapa de aumentar o nível de consciência financeira das pessoas, que significa mais educação e conhecimento.
Então, no começo do processo de planejamento, é tanta coisa explicada para a família que é passado para a família que está sendo atendida aquele conhecimento que ela deveria ter adquirido, talvez, na escola, no colégio sobre finanças, que infelizmente não teve.
Explicar uma cor futura, explicar esse conceito das caixinhas, explicar um orçamento, obrigatório, não obrigatório, proteção, tudo aquilo que a gente explica, o planejador explica no início do processo. Então, aumento de consciência. Com esse aumento de consciência, vem a segunda principal entrega, que é ajudar famílias a tomarem decisões inteligentes. E decisões inteligentes geram melhores resultados. Quais decisões? Absolutamente todas, baseado em tudo isso que eu falei.
fazer um planejamento de aposentadoria, saber quando tem que poupar todo mês, para onde vai esse dinheiro para render o máximo possível, com menor risco e principalmente alinhado aos objetivos do cliente, e não de terceiros. Na hora que eu vou contratar uma proteção, seja patrimonial, seja saúde, seja invalidez, seja vida, eu tenho que pagar o menor valor pela maior cobertura possível, e o valor exato, eu não preciso pagar duas, três vezes mais cobertura que eu não preciso.
na hora que eu vou fazer o orçamento, como a gente comentou. Então, como esquadrinhar o orçamento de uma maneira inteligente e ajustar ele compatível com o seu momento agora para poupar dinheiro. Então, são tantas decisões. Se eu vou financiar, qual é a melhor forma de financiar?
Se eu vou comprar um carro, será que é melhor comprar ou assinar um carro? Nesse momento. Casa, é melhor alugar agora ou melhor esperar um tempo e comprar uma casa mais alinhada com o que você quer para longo prazo? Então, são tantas decisões em um planejamento financeiro que cada decisão dessa tomada de maneira inteligente e racional faz a família ganhar dinheiro. Paga menos juros, paga menos impostos.
investe melhor o dinheiro e por aí vai. E no final, por que todos nós? Porque eu há 16 anos, a Marisa agora há 2, parece 10 anos. Parece 10. Porque os 800 planejadores da Grão acordam todo dia. Para que aí no fim de tudo isso, a gente consiga fazer com que as famílias alcancem seus sonhos e objetivos de vida. E não é piagas, é de fato ajudar a realizar sonhos e objetivos de vida. Reformar o apartamento, construir a casa, comprar o carro, pagar pela educação que você realmente quer e deseja para o seu filho.
Você ter a saúde adequada, viajar todo ano, a qualidade de vida que você quer. Então, no final, todo mundo quer realizar ações objetivas.
E é aí que o planejador financeiro vai passando por toda a metodologia, mas para o final entregar isso. E eu costumo falar que sonhos são infinitos, desejos são infinitos, mas recursos são finitos. Isso que a gente deveria ensinar para as crianças. Inclusive, com 5, 6 anos é onde a gente começa a educação financeira dos filhos. Acho que talvez eu já tenha comentado aqui ou não, mas a minha filha agora está com 5 anos. Então, Maria Luísa, inclusive, beijo para você.
E eu ensino ela desde hoje que é recurso finito. Quando a gente vai viajar, ela tem três cofrinhos.
Um cofrinho que é de lazer, que a gente chama, que quando a gente viaja, leva o teu cofrinho. Porque se você quiser comprar picolé, é aquele dinheiro. Claro que a gente organiza ali para compensar alguma coisa. Mas quero comprar um unicorn de pelúcia? Beleza, vamos ver o dinheiro. Ah, eu vou te emprestar, depois você me devolve.
porque esse dinheiro é finito, então você vai gastando e a gente vai te dando. Tem o outro que é de investimentos, que vai multiplicando magicamente ali, ela entende que bota o dinheiro e vai multiplicando, depois ela vai entender que é de os compostos, e um que ela utiliza para doações.
Então, olha que interessante. Ela já tem noção que os recursos são finitos. E para uma criança de 5 anos, então, acho que suas filhas daqui a pouco já estão... Um pouquinho menor ainda. Um pouquinho menor, porque vão chegando ali, mas querem tudo. Sim. Então, elas querem tudo. E se não entender que o recurso é finito, ela não consegue priorizar. Você quer o picolé ou você quer o unicorn de pelúcia? Os dois não vai ter. Qual que é melhor? O que você quer mais? O que você deseja mais?
E a gente brinca na criança assim, mas adulto não é isso. Você quer relógio, você quer carro, você quer viagem, quer a TV LED de 80 polegadas. A gente quer tudo. Claro que a gente quer tudo. A gente é um ser humano. Só que o recurso é finito. E a gente tem que entender que dentro desses projetos tem um projeto que justamente as pessoas esquecem, negligenciam, por isso que formam o Dente de Serra, que se tivesse lá um projeto, boleto da independência financeira, R$ 500 vai ter que entrar para essa caixinha?
Aí o dente de serra nunca iria para o zero, porque sempre essa daqui está enchendo. Mas a gente só pensa no curto prazo. Tem um projeto zero, tem um projeto zero. A gente postaiga 10, 15, 20 anos e quando a gente vai ver, a compensação para fazer isso é cada vez maior. Vamos dizer assim, tem cura, tem tratamento. Dá para a gente realmente corrigir a rota. Mas quanto mais tempo você correr na estrada errada, você colocou no Waze a estrada errada, mais tempo você vai ter que voltar àquela estrada e ir para a estrada correta.
Então, por isso que a gente fala que quanto antes realmente entender que a rota está na direção errada e corrigir melhor. Fica até um convite aqui. Não sei se posso colocar esse convite aqui, mas em nome da Grão. Todo mundo que quiser, inclusive, uma consulta gratuita com um dos planejadores financeiros aqui da Grão. Então, depois a gente compartilha aqui um link na descrição. Vamos deixar o link. E aí, sim, é só entrar no link, se inscrever e a gente concede uma consulta gratuita.
Só nessa consulta, a quantidade, o nível de consciência financeira. Muita dica, né? E direcionamentos do que está errado e para onde ir e para onde ir.
já ajuda a pessoa a pelo menos entender para onde ela vai. Agora, se ela quer e ela consegue, ela tem confiança de ir sozinha, ótimo. Já cumpriu a nossa missão. Mas se ela não conseguir fazer sozinha, aí sim o planejador vai estar lado a lado acompanhando essa trajetória. Nessa consulta, eles vão conseguir... Tipo assim, ele vai conseguir falar eu tenho um sonho, um objetivo de chegar no primeiro milhão. Vocês vão conseguir calcular para ele tudo o que ele precisa fazer para chegar lá?
Sim, é como se fosse um diagnóstico. Beleza, você quer chegar em um milhão, mas como é que está hoje? Como é que está o seu orçamento? Ah, é incrível. Mas e o seu projeto do ano que vem? Ah, eu quero ter filho ano que vem. Então, primeiro, vamos entender como é que a gente vai estruturar o nascimento do seu filho, o que precisa para agora, tem reserva, quais são os riscos e projeto de curto prazo, médio, longo e o longuíssimo. Mas tem um diagnóstico. Então, no final, é como se fosse uma consulta médica.
Por isso que eu falo consulta, porque de fato é uma consulta médica. Quando a gente está com muita dor e vai no médico, o que o médico faz logo no início da consulta? A triagem, né? E começa a perguntar. Ali é a anamnese, né? Então me conta, o que está acontecendo? Como é que foi a origem dessa dor? Então deixa eu ver quais são as possibilidades de tratamento. Ali é a mesma coisa. Então a gente vai fazer um diagnóstico e falar, esse é o caminho, fazendo comigo, eu vou te acompanhar nessa trajetória, usando tecnologia, metodologia, enfim, sozinho, é isso que você tem que buscar.
E nessa primeira reunião não tem custo nenhum pra galera. Aqui não. A gente vai presentear todo mundo com uma consulta gratuita pelo link que a gente vai colocar aqui. O Lucan vai colocar o link aqui embaixo. Tem até umas perguntas aqui da Roteirista que eu achei interessante, que é pra falar um pouco da realidade do CLT brasileiro, né? Quanto tempo um CLT médio demora pra juntar o seu primeiro milhão? Vixe. Tem várias variáveis aí, né?
É, até no caso do cara que se planeja mesmo ali, né? E se você tiver um dado do cara que não se planeja?
É interessante que é só o próprio Perini, que ele conta. No Exército, com a renda ali, de certa forma, mais limitada, ele conseguiu alcançar quase um milhão, num certo período ali, fazendo as decisões inteligentes, que é não trocar de carro enquanto não trocou. Ou seja, colocar um carro zero, ele continuou usando o carro usado.
Cara, inclusive essa história aí, eu assisti um Reels de um cara... Você viu esse Reels? Vi, vi. Um soldado lá, né? Um soldado que ele fez... Soldado. Um militar, né? Não sei qual era a patente dele. Não sei a patente dele. Que ele fez... Sargento. Sargento. Que ele fez... Ele entrou no exército junto com o Perini.
E ele falava, tipo assim, cara, quando eles começaram a ganhar melhor, ele mesmo comprou um carro melhor. E todo mundo debochava, porque o Perini andava com um carrinho velho. E todo mundo aumentando o padrão de vida. E ele segurando uma foto do Perini, ele falou assim, esse cara aqui, manteve tudo igual. Aí ele até deu um conselho para a galera jovem lá, falou assim, hoje esse cara é sócio do Thiago Nigueira, é milionário. E eu estou aqui com vocês.
Olha que interessante. Coincidentemente ou não, eu conversei com o dia de manhã, o Diego Reis.
E ele estava justamente colocando esse, o que a gente fala do despertar da consciência financeira. O Perini, junto com ele, mesma formação, mesma renda.
E o Perini teve despertada a consciência do que fazer, como poupar. Então, evitar esses sonhos ou esses projetos, acumular tantos projetos ao mesmo tempo, e que evite que ele comece a poupar. E esse não, ele foi justamente cometendo ali talvez os mesmos erros que os demais. Ele foi nos sonhos, né? Só que é o que acontece. Ele acabou, ele fala no vídeo, no caso, então ele se endividou.
E na hora que ele percebeu, ele tomou consciência, começou a estudar o tema, ele viu o erro que ele cometeu e ele não queria que os outros colegas cometessem mais esses erros. Então, por isso que nesse vídeo ele está ali, junto com a tropa, enfim, junto ali com os colegas do Exército, falando, eu cometi esse erro.
Se eu não tivesse cometido esse erro, eu estaria muito melhor. Olha quem, no final, nem cometeu o erro e tomou todas as decisões inteligentes. O Perini. Agora é multimilionário, enfim. E ele seguiu, só que antes de empreender, ele justamente conseguiu juntar lá quase um milhão, o Perini comenta, para poder fazer a transição. Então, ou seja, ele usou o exército, usou a renda dele, que não era algo tão alto naquela época, para justamente buscar o sonho.
Então é aquilo que a gente falou, às vezes a plataforma CLT ou a estrutura CLT pode ser que ajude você a realizar algum projeto de vida que faça sentido, algum projeto empreendedor. Mas como CLT você pode sim juntar dinheiro, que independe da renda, depende muito mais da sua consciência. Por exemplo, nós temos aqui uma fase da vida que é a fase...
onde a gente já começa a trabalhar, passa pelos primeiros empregos, começa a se especializar e, de repente, o salário começa a inclinar. Sim. Então, a gente pode falar que é 30, 35 anos, uma fase logo depois da fase inicial que a gente entra no mercado de trabalho.
E na hora que o nosso salário começa a aumentar, existe aquela compensação. Eu falo isso em palestras também. Eu não quero mais comer no bandejão. Eu quero comer no rastroante bacana. Eu não quero ir mais no litoral aqui, no litoral norte. Eu quero agora viajar para Paris, para a Fernanda de Noronha. Então, quanto mais você gasta, mais você ganha. Justamente agora, nesse momento que você tem uma rampagem ali na sua renda e que você poderia começar a poupar, é muito mais fácil transformar todo esse aumento de renda em qualidade de vida.
Quando alguém tem um aumento salarial, eu costumo dizer que só tem três opções. Vamos pensar que você teve um aumento de R$2.000 na sua renda. Certo? Então, aumento de R$2.000 de renda, você só tem três opções. Uma opção. Você pegar todo esse dinheiro e agora investir. Imagina investir agora R$2.000 todo mês, que era justamente a meta do seu cliente. Então, todo o aumento salarial desse ano, eu vou colocar para investir na caixinha de dependência. Essa é uma opção. Integralmente investir.
A opção contrária é esses R$2.000 eu vou absorver como qualidade de vida. Dá para absorver como qualidade de vida? Tranquilamente. Tranquilamente. Você troca de apartamento, para de ir de ônibus para o trabalho, começa de Uber. Exato. Então, ou seja, é muito mais fácil fazer isso. Sim. E é o que a grande parte faz, até porque não tem essa consciência e o impacto que isso causa no futuro. Dá para fazer meu tema? Deixa eu botar uma decisão talvez mais inteligente aqui. Metade eu vou absorver como qualidade de vida. Eu mereço.
Trabalhei muito, agora eu também quero ter um conforto a mais, quero ter o carro, não quero mais algo com transporte público, enfim. Mas a outra metade eu vou investir. Então existe a opção. E é tão simples quanto. Só que aí as pessoas vão absorvendo com qualidade de vida, até porque não tem a clareza, não tem essa visão futura. Aqui, a nossa rotaíria se colocou uma também, que é importante para esse tema aqui. Quantos por cento dos seus clientes vão se aposentar do jeito que sonham?
Nossa, eu acredito que todos ali. Todo mundo seguindo o plano ali? Seguindo o plano. A galera que engaja ali no planejamento segue normalmente o plano bonitinho? Sim, porque o que a gente costuma fazer, uma coisa que vocês até falaram no início,
que a pessoa acha que não vai ter o futuro, né? Ah, eu vou ficar juntando dinheiro, mas o futuro, o futuro e o hoje. O que a gente precisa, na verdade, é inverter o jogo. O dinheiro tem que trabalhar para você, não para os outros. Então, uma coisa que a gente sempre faz ali é fazer a pessoa refletir, pensar um pouco lá na frente, no sentido assim, hoje meu carro é zero, meu carro é quitado e eu não quero nunca mais saber de carro.
Quem garante que daqui a uns quatro anos, que esse carro já vai se desvalorizar, logicamente, já vai começar a se depreciar, você não vai querer trocar de carro. Então, o que eu falo sempre é, não é assim, ah, é um belo dia, eu acordo, daqui a quatro anos, quero trocar de carro. Não. Tudo que a gente desconfia, que lá na frente a gente vai querer, não é lá na frente. É agora que a gente já começa a planejar. E quando a gente começa a inverter o jogo, ter essa consciência...
Tudo ali vai convergindo para uma aposentadoria do jeitinho que a pessoa planeja. E a gente traz isso a valor presente. Ah, eu quero me proteger ali com uma renda de 10 mil reais. Por quê? Porque como que a gente vai ter certeza de como que vai funcionar a aposentadoria do governo lá na frente, o INSS? Será que vai ter? Então, é melhor a gente se proteger trazendo uma renda passiva, buscando com melhores decisões.
E seguindo esse planejamento, a rota correta ali, sim, eles têm plena confiança de que vai atingir sim. Deixa eu trazer um pouquinho também da minha experiência atendendo clientes. Então, de 2010 até 2015, eu atendi centenas de famílias. Aí, a partir dali, eu comecei a me dedicar para menturar com armar profissionais até então. E dessas famílias que eu atendi, o que eu mais escutei foi por que eu não conheci você antes?
Por que eu não conheci você antes de reformar aquele apartamento? Por exemplo, por que eu não conheci você antes de pedir, por exemplo, a demissão e começar a empreender e ter me preparado melhor? Então, no final, o que acontece? As famílias, como a gente acabou de comentar, o primeiro passo é a consciência financeira.
Então, quando a pessoa realmente enxerga o que ela estava fazendo de errado, eu até brinco que elas não conseguem mais desver aquilo que elas viram. Agora eu entendi o que eu estava fazendo de errado. Agora eu entendi que era esse ponto. Por que eu não pensei nisso antes? Por que eu não fiz isso antes? Então, se o despertar da consciência realmente aconteceu no início do processo, é para sempre.
Ninguém segura mais. Ou seja, a pessoa realmente entende agora o poder de R$50, o poder, como você mesmo comentou, de todo ano, cada mês, olhar alguns gastos, ver se tem alguma coisa errada. Então, o poder do dinheiro no longo prazo. Quando você entende a capacidade de juros compostos, que no começo você não consegue enxergar ele. É muito mais o poder do seu aporte do que os juros compostos. Quando ela começa a perceber aquele dinheiro crescendo sozinha, então ela começa a se conscientizar e, principalmente, ela começa a se engajar muito mais.
Então, se a família realmente despertou a consciência, depende do profissional que está junto com ela, essa família vai para a aposentadoria com certeza e arrasta todo mundo. Eu tenho um caso de um cliente meu, que inclusive é curioso, não sei se eu comentei aqui ou não, mas eu atendi um cliente, ele fez o planejamento e ele mesmo começou a perceber a família toda fazendo tudo errado.
Ele começou a perceber que o pai estava com decisões erradas para a sucessão e para investimentos, que o irmão estava casando, estava alavancado, não ia ter dinheiro e já queria ter filho no ano seguinte e já ia começar tudo endividado. Imagina, para fazer o casamento e depois realizar o que ele queria, vai colocar em risco o filho que vai querer nascer logo na sequência e não tinha reserva. Mas é muito raro e acontece sempre.
E aí, tanto é que esse cliente, quando ele percebeu isso, ele mesmo diagnosticou a família toda, ele virou um planejador financeiro. É aquilo que você falou. Se você realmente fez planejamento, você vira um planejador. Nem que seja para você mesmo, para a sua família. Sim, você vira. E quando ele percebeu que o irmão dele estava tomando decisões que talvez iam muito contra os projetos logo na sequência, ele falou o seguinte. Cara, eu ainda ia ajudar.
Eu ainda corroborar. Eu ia ser cúmplice do erro do meu irmão. Eu ia comprar uma geladeira para ele de R$7 mil e duas portas.
Cancelei a geladeira. Vou comprar o planejamento dele. Que é muito mais barato, inclusive. Vou comprar o planejamento financeiro. Meu presente aqui é uma caixinha, um voucher. Você vai fazer um ano de planejamento financeiro lá com o Leanderson. E isso vai transformar a sua vida inteira.
imagina o ROI disso daqui, e não somente dar mais um bem de consumo para o irmão. Então são casos onde a família, quando realmente desperta a consciência, ela vai até o final. Então quantas famílias vão? Aquelas que realmente conseguiram despertar, e a gente tem a capacidade de fazer isso muito rápido, em um, dois encontros, e apresentando todo o cenário, a família entende o que está acontecendo.
E o legal também é sempre passar isso para as crianças, né? Vocês que têm filhos pequenos, né? Porque eu tenho um caso, por exemplo, de um cliente que ele comentou que ele tem uma estratégia muito boa para o filho dele. Ele quer fazer um aporte de 400 reais por mês na Previdência.
Legal, excelente a estratégia. Só que ele falou que quer só entregar esse dinheiro quando ele tiver 40 anos. Eu falei, tá, legal, é um baita de um presente. Só que o problema é onde está. Ele não quer contar para a criança. E aí eu falei, só que é o seguinte, se você não der a educação financeira que essa criança precisa até chegar lá, imagina o que ela vai fazer com esse dinheiro.
O cara vai pegar milhões lá na frente. Fazer a festa de 40 anos e acabou. Exatamente. O rascão. É. Então, é uma coisa que a gente precisa muito, muito... Eu sempre comento isso com os clientes, né? Tudo que você aprende, ensina para as pessoas que estão próximas a você. Porque tudo bem que você faz para os outros, volta em dobro para você. E isso é uma coisa interessante. Porque a gente não tem educação financeira, como o Leanderson falou, do jeito que deveria na escola.
Não é muito interesse que a gente tenha mesmo. Então, quando a gente consegue ter uma visão assim, passa principalmente para os filhos. Legal isso. É das famílias que eu atendia, quando eles tinham filhos ali entre 10 e 15 anos, eu pedi em algum momento para participar da reunião. Então, chama o seu filho na próxima reunião. Deixa eu trazer um pouco dos conceitos, claro. De uma maneira mais didática, mais lúdica. E aí, deixa eu desenhar e mostrar.
E eles adoravam. Primeiro, os pais olhando o filho, aprendendo algo que eles deveriam ter aprendido lá atrás.
E os filhos começando a cobrar os pais. Ah, já investiu? E o cofrinho? E não sei o quê? E a estratégia? Então o próprio filho tem a se despertar. O meu despertar da consciência financeira foi ali aos 15, 16 anos. Que inclusive foi um acaso, né? Por um acaso, eu acabei caindo com o livro Pai Rico, Pai Pobre. E na hora que eu li o livro, duas grandes descobertas eu fiz que mudaram completamente a minha forma de ver dinheiro. De ver dinheiro a partir daquele momento.
Primeiro, eu descobri a partir do livro que eu ia trabalhar durante muitos anos da minha vida.
pelo dinheiro, para ganhar dinheiro, até que em algum momento o dinheiro trabalhasse para mim, que é a tal da independência financeira.
Então, eu aprendi isso antes de ganhar meu primeiro real. Então, quando eu comecei a trabalhar, eu sabia. Eu vou começar a juntar cinco reais, depois dez, depois vinte. E esse negócio, esse bolo vai crescendo, porque eu aprendi esse conceito, por um acaso, lá no livro. Mas o segundo conceito que eu acho que conecta muito com o nosso papel aqui de planejador financeiro, é que quando eu li o livro, e olhando ao redor, inclusive na minha família, as pessoas próximas, eu ficava imaginando por que as pessoas lidam com o dinheiro de uma maneira tão emocional.
Sendo que o dinheiro é uma ferramenta lógica, matemática. É só ganhar menos do que ganha, sobrar dinheiro e investir estrategicamente pronto. Fácil, né? Só que o que acontece? O dinheiro é um meio matemático, ele é um meio lógico, objetivo, mas que o fim sempre mexe com as nossas emoções. A compra do carro, a reforma da casa, boas viagens e por aí vai. Então, quando o fim é emocional e o meio é racional, pronto. Mistura tudo, as pessoas se perdem nas decisões.
E esse papel comportamental é muito importante. Por exemplo, na nossa formação de planejadores e de todos os planejadores que eu formei ao longo dessa década e meia, tem três pilares fundamentais. Habilidade técnica, comportamental e empreendedora. A técnica é o que a gente já falou aqui, fazer todos os mapeamentos, todos os cálculos. Só que eu sou categórico em dizer, a habilidade comportamental é muito mais importante que a parte técnica. Tanto é que o planejador financeiro tem que ser especialista em pessoas.
Sim. Talvez na audiência aqui tenha muita gente que seja da área de humanas, né? Ah, mas eu não sou engenheiro, não sou matemática, não sou administrador. Será que eu vou ser planejador? Talvez você tenha até mais vantagens para ser planejador. Exatamente. Porque no final, 95% do planejamento é ciência humana. Quer ver um exemplo? É fácil entrar no shape? É fácil ter a barriga tanquinho? Não. Isso é difícil pra caramba. Não, é muito simples.
São só quatro coisas que você tem que fazer. Se alimentar bem, com um certo déficit calórico.
fazer exercício disciplinadamente dormir bem, dormir cedo e talvez praticar um jejum intermitente o resto da vida mas na prática racionalmente é muito fácil falar o que tem que fazer na prática, quero ver a coisa da manhã, quero ver na hora que você está estressado, você não vai lá comer um chocolate e por aí vai, é muito mais comportamental
Por isso que sozinho é muito difícil. Mas se você estiver, por exemplo, querendo entrar no shape sozinho, você tem que passar por tudo isso. Porque lá dentro é comportamento. Agora imagina você querer entrar no shape e do seu lado você tem o Renato Cariani, o Júlio Balescini te acompanhando e o Paulo Muzi. Total. Como médico.
Ele vai te engajar, vai te mostrar o que está acontecendo, vai adaptar, vai fazer tudo que tiver que fazer. Então, só complementando, a parte comportamental de conduzir as pessoas para mudar um hábito nocivo, por exemplo, para ela, tem muito mais a ver nessa condução de realmente mostrar a parte matemática, mas olha, o que acontece se mantiver dessa maneira? O que você está abrindo mão quando você está tomando uma decisão ruim?
Que outra decisão melhor que você poderia estar tomando que você não está percebendo?
E como a pessoa está no estado emocional, às vezes psicológico, ali impactado, não é um problema, um endividamento, seja o que for, então a gente traz esse racional, mas conduzindo a conversa. É, e eu vou te falar que o planejador é um aliado. Por exemplo, a gente fez esse casamento relâmpago, comentei agora, que eu casei esse ano.
E agora eu pensei, beleza, casei, economizei o máximo que deu ali. Foi uma redução de danos no sentido de, puta, não gastei uma fortuna. Beleza. Aí minha esposa falou assim, mas agora tem que ter uma lua de mel. Eu quero ir para a Grécia, não sei o que lá. Eu falei, putz. Aí eu falei, já sei. Aí eu já mandei mensagem para o Charles e falei assim, Charles, a Dani está querendo ir para a Grécia. A Dani está querendo ir para a Grécia, então eu queria fazer uma reunião para entender se a gente pode ir.
E aí, porque ir lá... O abrimão do quê pra ir pra lá? Exatamente. Ele consegue montar um plano pra, se a gente quiser realmente ir, tá bom, você vai ter que parar de gastar 5 mil reais de restaurante por mês, que você consegue ir pra Grécia lá na frente e gastar 45 mil reais nessa viagem.
Então, o planejador é bom que é... E é um bom ponto que você colocou porque às vezes as pessoas vão pensar o planejador vai vir e vai podar tudo. Vai podar tudo, vai cortar tudo. Na verdade, a gente está aqui para ajudar você a realizar os seus sonhos. Quer ir para a Grécia? Perfeito. Que outros projetos tem? Quais são os mais prioritários? Quais são os menos prioritários? Que ajuste tem que ser feito? E pode ser um ajuste para esse ano para o ano que vem.
Então, isso é importante do planejador criar os cenários e mostrar tudo que é possível. Espero que ele fale que a gente tem que ir ano que vem.
ou... Vamos fazer uma... Fica a dica aí, Charles. Vamos fazer um bem bolado aí. O que eu... Vou pagar mais pra você. É o clichê que você sempre escuta, né? O que eu mais me arrependo é não ter começado o planejamento antes da minha obra.
Porque teve várias melhorias que foram caras que hoje não mudou nada na minha vida, que provavelmente eu não teria feito, porque a gente também tinha uma outra vontade de ter viajado esse ano para fora com as crianças e tudo. Sim. E eu tomei a decisão de, junto com o planejador, de não fazer. De comprar 20 mil reais de prateleira.
É, porque a gente tinha estourado muito o orçamento por causa da obra. Logo, tipo assim, cara, gastar mais 20, 30 mil reais numa viagem internacional seria uma cagada ainda maior. Então, provavelmente, se eu tivesse feito a minha obra aí com planejamento, o Fred ia falar assim, meu, torra 30 mil reais, não ia mudar nada. É, e a mesma coisa. E eu já falei isso para o Caio. As vezes ainda tem umas brigas. É.
Que nem eram desnecessários. Sim. E eu já falei isso pro Kaique. Eu falei, cara, às vezes a gente fica pensando, né? Ah, viagem internacional, né? Porque a gente fica, não, é muito caro, não é pra mim, não sei o quê. Mas na verdade, pô, eu falei, cara, 30 mil reais você deve gastar um monte de besteira aí. Um monte de besteira. Um monte de besteira. Nos seus meses aí, entendeu? Então se você ajusta isso daí, você consegue viajar todo ano aí tranquilamente. É porque, sei lá, no nosso caso aqui, você tem... Tipo, pô...
É economizar 3 mil reais por mês. Provavelmente deve ter 3 mil reais de restaurante. Bobagem. A gente gasta por mês. Com certeza. Vocês veem muito... Eu estava falando aqui da minha esposa. Vocês veem muito essa parceria dos casais na hora de se planejar? Ou vocês...
financeiramente, ou vocês ainda veem uma coisa assim, cara, o marido tem medo de falar para a esposa o quanto ele ganha, a esposa esconde o quanto ela ganha, o quanto ela gasta. Vocês acham que tem muito disso ainda? Os casais não abrem números? Não está transparente, cara. Você não sabe o quanto seu marido ganha. Você fala para sua mulher quando você ganha? Você fala para sua mulher quando você ganha? Você fala para sua mulher quando você ganha?
Não, minha mulher sabe tudo. A gente tem quanto conjunto. Minha mulher sabe tudo.
Existe casos assim. Eu já tive um exemplo de um cliente que aí eu tive que colocar meu chapéu ali de psicóloga. Porque foi meio que um choque quando os dois decidiram abrir o que cada um gastava. E o marido que contratou ele, que veio atrás do planejamento, mas ele não tinha uma noção de como estava a situação da mulher. E eles tomaram essa decisão juntos de realmente abrir. E quando ele viu...
Aí, né, deu um pequeno conflito ali no caso. Regalou os olhos, né? É. Aí deu um pequeno conflito e ela falou, não, eu vou mudar, vou mudar, mas aí já tinha feito muita coisa. E ele me ligou, falou assim, olha, você precisa conversar com ela, porque mulher se entende, né? Então você fala na linguagem dela.
Aí o que eu fiz ali? Coloquei os dois, né? E eu coloquei a decisão do casal na mão dela. Por quê? Porque ela estava errando com o dinheiro dela. Mas quando ela tinha uma responsabilidade da casa inteira para ela cuidar, né? Então aí ela mudou completamente o comportamento. Ela viu a necessidade, a importância de realmente estar alinhada com o propósito da família, não só o dela. E mudou da água para o vinho.
Então, assim, a gente percebe que a gente sempre orienta, mas a decisão é do cliente. E a decisão é muito comportamental mesmo. No caso de um outro exemplo que eu tenho de uma cliente que ela passou por uma situação complexa, ela se enrolou para caramba no cartão de crédito com uma taxa de juros de 18% ao mês.
E aí a gente, eu ajudando eu ajudando ela a conversar com uma gerente dela e reduzir trocar uma dívida mais inteligente por um juro muito menor assim que o dinheiro caiu na conta dela ela já ligou pra mim e falou assim, Marisa, então já tá tudo certo, o dinheiro tá aqui mas eu tô com o óculos, meu ele tá um pouquinho velho, será que daria pra trocar? Eu falei, não é possível, a gente acabou de resolver um problema, tá vendo? Isso é completamente comportamental E aí
A gente resolveu uma situação, mas o comportamento dela ainda precisa de ajuste. E esse comportamento entre famílias, muitas vezes, é a solução de um casamento ali, quando a gente entra com o planejamento. Porque se vocês forem olhar na estatística, número um de divórcio ali...
é as finanças, né? Então, o planejador financeiro, ele vem para agregar mesmo, para ajustar o objetivo das famílias. É interessante você colocar, né? Eu coloquei o chapéu de psicóloga, porque no final, o planejador tem que ter uma certa especialidade nisso mesmo para conduzir as conversas mais difíceis.
E o que é muito comum acontecer com o casal, tá? Aí falando dos casos que eu atendi, um caso foi bem emblemático também. Normalmente o casal tem perfis diferentes, já entra no perfil comportamental, às vezes um é mais pragmático, outro mais emotivo, enfim, então já tem uma questão ali de comunicação. E o que acontece muito é confundir ou competir projetos individuais com projetos coletivos.
Então, tinha um casal que foi a esposa que chamou o planejamento, tanto que o cara já veio com o cara mais emburrado. Ele não estava querendo estar ali na reunião no início. E ali eu fui explicando e fui mostrando como é que eu ia ajudar eles. E no final eles toparam ele, talvez começaram a ser salvas, mas toparam seguindo o planejamento financeiro.
E o que eu fui detectando, para resumir a história, que ele gostava de carro e o próximo projeto dele, eu lembro até hoje, uma BMW 328i, na época, zero. Bem. Bom projeto, hein, cara? Isso, uns 6, 7 anos. Já era um carro ali que ele estava desejando muito.
E ela também tinha as questões particulares dela, bolsa, enfim. Então, eles competiam com os projetos particulares. O dinheiro vai comprar carro, vai comprar bolsa, não sei o quê. E os projetos em comum, inclusive o filho que eles desejavam ter, eles não tinham filhos ainda, estava meio escanteado. E outros projetos, enfim. Os caras botaram o filho no dashboard e falaram, ah, não, é BMW.
É que no final não tem essa consciência do que vai acontecendo. Consegue olhar alguns anos à frente e ver que as coisas vão talvez não serem viabilizadas. Então o que acontece? E eu, de novo, chapéu de terapeuta ali, psicólogo, o que eu comecei a fazer?
Eu comecei a mostrar para eles que sim, dá para comprar seu carro. Sim, dá para comprar sua bolsa. Mas vamos pensar primeiro nos projetos em comum de vocês? Aí eles começaram a lembrar. Tem viagem, tem não sei o quê, tem tal, tal. Tem um filho que eles queriam já conseguir no momento. É um pouco caro. E aí no final... E de fato, acho que eles nem queriam ver o valor disso porque eles ainda estavam olhando muito o mediatismo. Moral da história, eu fui ajudando eles, fui mostrando os projetos, que tudo ia ser viabilizado de alguma maneira e principalmente ele foi reduzindo a guarda.
E fui falando, poxa, ok, então não estou aqui para minar, por exemplo, um projeto de vocês. É mais para sim conciliar tudo. Depois de dois, três meses atendendo essa família, na época era até presencial. Eu lembro até como se fosse hoje, uma reunião ali umas 8, 9 horas da noite. Estava lá no escritório, uma mesa como se fosse essa, atendendo. E o marido foi para o banheiro. Então, eu tinha ido no banheiro, a mulher pegou meu braço bem firme.
O olho bem vermelho, segurando o choro e falou, você salvou meu casamento. E a gente só vai ter filho por sua causa. Olha isso. Então é nesse nível de impacto que a gente causa. Então, ou seja, porque a conscientização, fazer as conversas mais difíceis, conduzir eles para convergirem em família para o que eles queriam.
era o planejador financeiro que realmente conseguiu fazer com as habilidades comportamentais. Por isso que eu reforço tanto, porque isso é um dos três pilares fundamentais, inclusive nossa formação de planejadores aqui no Grupo Primo. Muito legal. Eu tenho gravado muito na rua, e a gente vem assistindo uns vídeos americanos de referência.
A cultura americana é muito aberta para você falar de dinheiro, né, cara? A cultura brasileira... Cara, eu gravo um vídeo na rua perguntando para o cara qualquer coisa de sala e tudo mais, o cara, ele, tipo assim, ele fica assustado, assim, porque realmente as pessoas não falam... O que você tem a esconder, né, cara? É, a pessoa não fala de dinheiro. Então, realmente, é um trabalho muito maravilhoso mesmo, porque é isso, as famílias não falam de dinheiro dentro de casa, né, cara? É um tabu muito grande.
É interessante que as famílias que passam pelo processo de planejamento começam a falar sobre o tema, começam a tentar ensinar as famílias, os parentes, por exemplo, principalmente parentes de primeiro grau. E não é à toa que a gente tem um volume muito grande de indicação.
de clientes que são os próprios familiares. Total. Uma vez que você entendeu tudo o que você está fazendo errado e corrigiu, você olha para o lado e não quer que meu irmão continue cometendo erros. Você quer salvar todo mundo. Não quero, por exemplo, uma pessoa com mais idade. Não quero que meu filho, que agora está com 30 anos, já estou vendo os erros que eu cometi, por isso que estou nessa situação. Eu quero que meu filho faça planejamento.
E, tecnicamente, precisa envolver a família. Sim. Porque o patrimônio, de uma forma ou de outra, passa pela estratégia de sucessão.
passa pelas estratégias, por exemplo, tributárias. A família tem um imóvel alugado na física. Poxa, alugar na física já está pagando 27 mil por cento de imposto. Poderia pagar 11 a 14. Tecnicamente faz mais sentido estar na jurídica, uma hold familiar. E isso você já está atrapalhando a sua sessão, tributário. Então, todos os temas são correlacionados. Por isso que o planejamento é familiar. Começa com uma pessoa e normalmente acaba envolvendo outras pessoas.
Eu recomendo muito a galera comprar para os pais, cara. Porque os pais vão ser bucha sua se você...
deixar isso explodir lá na frente. Então é muito comum isso. Compra o planejamento aí para os seus pais, por favor. Ô Marisa, eu queria que você desse um conselho para a galera que assistiu a gente aqui, está aqui ouvindo a gente há mais de uma hora, aí ainda está meio assim, não sei se eu quero fazer a formação de planejador, não sei se é para mim, será que eu mudo, estou com medo. Que conselho que você dá para essa pessoa?
Olha, eu acho assim, todas as pessoas poderiam, teriam condições de experimentar e se encantar. Porque eu estou realmente encantada com a profissão. Porque eu acho que traduz muito o nosso reconhecimento quando, por exemplo, a gente fica muito próximo, mas muito próximo mesmo das famílias. Um neném lá acabou de nascer e manda foto no mesmo dia ali para você em primeiro lugar.
Então, eu já tive clientes que foi pedir a noiva e ela nem sabia disso em casamento lá em Gramado e mandou a foto ali na hora para mim participar. No dia 30 de maio mesmo, eu vou participar. Eu fui convidada para um casamento que eu estou ajudando a planejar. Então, é muito legal. Eu já ganhei um prêmio aqui no Grupo Primo de indicação. Então, não tem coisa melhor do que isso. Então, a nossa profissão aqui hoje, ela é muito, muito recompensada nesse sentido. Porque não é só dinheiro.
Se fosse só dinheiro, poderia fazer qualquer outra profissão que também pudesse me trazer isso. Mas essa recompensa que a gente tem é dificilmente se encontrar em outra profissão tanto carinho de tantas famílias que você ajuda efetivamente. Então, se você busca um propósito de realmente equilibrar sua vida financeira particular em ajudar as pessoas, eu acho que eu não vejo uma profissão mais bonita do que essa. Muito legal.
Pessoal, baita aula que a gente teve aqui. Se você quiser participar na formação de planejador, vou deixar o link na descrição para você, QR Code na tela, se inscreva e saiba mais.
Ver se é pra você, tá bom? Lembrando que você não precisa sair do seu trabalho. Não precisa, você pode começar ali part-time, né? Ela começou ali meio período. Em seis meses ela viu ali o que... Vai molhando o pé, vai experimentando, né? Dá pra fazer, tranquilo. Se quiser me perguntar no meu Instagram também, tô à disposição. Ela trocou uma carreira que ela tinha 18 anos de carreira.
E aí ela foi fazendo ali, em seis meses ela já empatou o que ela ganhava em 18 anos de trabalho. Eu não queria falar isso não, mas ela demorou 18 anos pra chegar no salário e depois de seis meses ela já alcançou o salário que ela demorou 18 anos. Depois já trocou. Exatamente. Muito bom. Parabéns. Dobrou agora, né? É. Aí daqui 18 anos a gente conversa de novo.
Vamos ver. Muito legal. Gente, obrigado pelo episódio. Como acham vocês as redes sociais? Legal, vamos lá. Então, meu Instagram, minha rede principal é leandersonreis.cfp. Então, quem quiser falar sobre carreira, quem quiser também discutir um pouco mais sobre a profissão, uma transição, eu estou lá sempre disponível. E a gente vai compartilhar aqui o link para quem quiser agendar uma consulta gratuita com a Marisa, o Pão 1, dos outros 800 planeadores aqui da Grão. Perfeito. E você, Marisa?
Meu Instagram é arroba marisapilhalarme. Não é um código secreto, não é? Vai deixar tudo escrito na descrição. Meu sobrenome. E realmente mandem no Instagram todas as dúvidas sobre a profissão, porque a galera que está de frente ali, treinando todo mundo, eles vão tirar todas as suas dúvidas tranquilamente. E se você está precisando parar de gastar dinheiro com bobagem, melhorar a sua vida financeira sendo CLT... É isso aí.
Tem aqui um link para você fazer uma reunião 100% grátis para você fazer um planejamento de futura aposentadoria e tudo mais. Você pode fazer o planejamento ou virar um planejador. Tem de tudo. E a gente tem um time super treinado, ansioso, lá esperando para ajudar mais famílias ainda. É isso aí.
É isso aí. Então, não esqueça de curtir, compartilhar, né? Deixa o seu... Se inscreva, né, Caí? Se inscreva no canal, por favor, se temos uma meta agressiva. Você vai bater 2 milhões de inscritos no YouTube esse ano aqui do Primocast. Dá 5 estrelas se tiver no Spotify. Grande abraço, até o próximo episódio. E tchau.
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