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PrimoCast 503 | COMO SE TORNAR UM HOMEM SÁBIO E PRÓSPERO (Guto Galamba e Filippe Holzer)

27 de abril de 20261h43min
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No PrimoCast de hoje recebemos Guto Galamba e Filippe Holzer para o papo mais completo já feito no canal sobre masculinidade, prosperidade, disciplina e alta performance.

Nesta conversa você vai entender por que a geração atual está criando homens fracos e como reverter esse processo, o que significa prover, proteger e liderar, e por que esses fatores definem o homem inteiro.

Falamos sobre a relação direta entre performance física e performance empresarial, o papel da esposa na prosperidade masculina, como cortar ambientes tóxicos e a importância das artes marciais na formação do caráter masculino.

Se você quer entender como homens de alta performance pensam sobre dinheiro, família, saúde, fé e decisões difíceis, este episódio é obrigatório.

Hosts: Kaique @kaique.editor e Lucão @lucaszafraa

Convidados: Guto Galamba @gutogalamba e Filippe Holzer @holzerfilippe

Sua marca no PrimoCast: publicidade@timeprimo.com

Participantes neste episódio4
M

Matheus Ueta

HostAtor e influenciador
M

Miguel Alencar

HostEmpresário e influenciador
F

Filippe Holzer

ConvidadoEmpreendedor
G

Guto Galamba

ConvidadoEmpresário
Assuntos5
  • Crise da MasculinidadeTríade do homem inteiro · Papel da esposa na prosperidade · Importância das artes marciais · Desenvolvimento de caráter masculino
  • Desafios e Curiosidades da MissãoAnsiedade e depressão · Dificuldades de identidade
  • Música e CulturaDestruição da cultura musical · Música e formação de caráter
  • Feriados e suas escolhasImportância do caráter · Complementaridade entre sócios
  • Educação de FilhosImportância da disciplina · Crenças limitantes na infância
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Quando o ambiente me induz a qualquer um pode ser o que quer. Agora eu sou homem, agora eu sou mulher, agora eu sou um beija-flor. Quem é tudo não é nada. Se a gente não alertar a população pra isso, vai ser um caminho sem volta. As pessoas vão simplesmente vegetar. O que quer dizer um homem próspero?

Estamos aqui com o Guto Galamba, que ele é empresário, mentor e criador do movimento Anti-Obesity, Kaique, e também do Make Brasil Healthy Again e cofundador do Grupo GH. Nós estamos também aqui com o Felipe Roser, que é empreendedor, escritor, lutador e especialista no digital. Você não tem culpa de ter nascido numa família pobre, mas se uma família pobre nascer de você, você tem uma parcela de culpa nisso aí sim. O cara que ainda não tem um filho porque está esperando ficar pronto, ele não entende qual é a transformação da vida de um cara quando ele tem um filho.

Porque a minha visão de futuro sobre o que eu quero construir é muito clara pra mim. Então é muito tranquilo eu percorrer o caminho hoje. Como é que faz pra construir essa visão clara? Cara, primeiro. Vamos lá? Bom, gente.

O que quer dizer um homem próspero? Dá pra gente começar dessa forma? O que isso quer dizer, né? Será que vamos no título mesmo? O que é um homem forte, sabe e próspero?

Cara, essa é a tríade do homem inteiro. Porque muita gente acha que, na verdade, você precisa ser completo em alguma coisa. E o título do livro tem a ver com uma busca. O livro não esgota o assunto necessário para você se tornar, de fato, homem forte, próspero. Mas ele incita pessoas que têm um ponto cego em relação a esses fatores para que eles busquem isso.

Então, essa tríade, quando está junta, ela forma um homem minimamente inteiro. Porque, por exemplo, se você tem um cara que é muito sábio e muito próspero, mas ele não liga para o corpo, não liga para o fortalecimento, não liga para a arte marcial, esse cara, em alguma situação, ele vai sentir que não está bem. Então, ele começa a sentir um vazio. O que está faltando? Ele começa a não usar bem o dinheiro dele. O dinheiro começa a ir para a saúde.

Isso, de certa forma, demonstra que ele não está sendo tão sábio assim, porque sabedoria é um pilar que está sempre conectado tanto com a prosperidade como também com a força. Então é um pilar que, se faltam deles, realmente deixa o homem não tão inteiro assim como deveria. Muito bom.

Eu gosto muito da filosofia estoica. O estoicismo prega a eudaimonia. Ele coloca quatro virtudes como cardeais. Só que como o estoicismo não é tão teísta, e eu sou crente em Deus, eu acredito em Deus, na existência de Deus, Jesus Cristo, eu incluí mais uma virtude ali. Então, eu acredito que o cara próspero, sábio e forte é o cara que acredita em Deus, é corajoso, é temperante, ou seja, autocontrolado, é justo e...

Coragem, justiça, sabedoria e temperança. Então, quando a gente inclui isso, eu consigo começar a tomar um poder melhor sobre as rédeas da minha vida, sabe? Eu pego para mim, porque a gente está vivendo uma era de velocidade de informações tão grande hoje que as pessoas se impactam com qualquer coisa que é dita sobre elas ou que possa vir a ser dita sobre elas. Então, quando eu não tenho esse autocontrole, essa temperança e essa coragem de assumir quem sou e quem quero ser, eu começo a fugir de certas situações.

Ah, eu não vou gravar uma live porque podem rir de mim, o que é que vão pensar de mim. Tem gente que é um puta profissional e não está ganhando dinheiro na internet hoje em dia porque tem medo da opinião dos outros. Isso não é ser sábio, isso não é ser forte, isso não é ser próspero. É ele fugir da responsabilidade que ele tem com os dons ou ferramentas que ele tem. Porra, se eu sei resolver um problema, o problema é meu, pô. Eu tenho que saber resolver aquilo ali, entende? Eu acho que é muito mais por aí, mas isso começa numa parte interna, como o Rose muito bem disse. E eu tenho um ponto aqui que a gente pode provar.

Vocês conhecem bem o Tiago? Sim. E aí, o quanto vocês acham que o Tiago performou melhor? O quanto a curva das empresas, o quanto a curva de tudo que ele fez na vida melhorou depois que ele cuidou do corpo? Nossa, melhorou muito. Não, foi muito melhor mesmo. Mais confiante até. Muda tudo. É outra coisa, irmão. É inexplicável a não ser a pessoa que está passando por aquilo. Porque nunca é comparar...

Alguém fora de forma com alguém em forma. É você com você mesmo. Se vocês tiverem 70 quilos a mais agora de sobrepeso, de gordura, você vai estar todo bagunçado. Sua capacidade de racionalizar aqui vai ser pior. Sua capacidade de conversar vai ser pior. Sua gestão de grana vai ser pior. Seu relacionamento vai ser pior. Sabe? A sua insegurança com diversas outras coisas vai aumentar. Então, porra, se isso aqui depende de mim...

eu melhorar isso aqui em mim, eu me tornar mais forte, não só fisicamente, mas intelectualmente, uma pessoa mentalmente mais forte, uma pessoa sem crenças limitantes de identidade, capacidade, merecimento, isso me torna a pessoa mais sábia pra dizer, pô, onde é que dá pra entrar aqui? Qual o tipo de conversa eu consigo ir até o limite dela pra me forçar aquilo ali? Só que a gente vive numa geração muito ansiosa, o Brasil é o país mais ansioso do mundo, mais depressivo da América Latina. Então a gente vem de uma geração...

que em vez de se colocar intencionalmente em situações desconfortáveis pra saber gerir melhor esse desconforto, ela foge o tempo inteiro. Ah, isso é difícil, não quero. Ah, isso aqui é difícil, não quero. E ele fica buscando facilidade o tempo todo. E quando eu faço vivo dessa forma, irmão, quando aparece uma dificuldade real, pegou.

Por que vocês acham que é tão difícil criar essa consciência? Porque a gente falou de coisas aqui que parecem muito elementares, parecem óbvias. Por que é tão difícil a gente criar essa consciência, entender que esse é o caminho? Acho que começa pela comunicação em massa que existe hoje no Brasil e no mundo. Mas se a gente pegar o Brasil hoje...

A música está completamente destruída. A gente não tem mais artistas, pelo menos em palco, que de fato são artistas que estão buscando uma cultura verdadeira. Cada vez mais batida, cada vez mais batida. Quando você fala de música, que estaria dentro da sabedoria, porque é uma arte...

Você começa a pensar, a música não é só batida, a música tem harmonia, a música tem progressão, a música tem um conjunto de coisas que vai formar uma boa música. E aí hoje você tem uma música no Brasil que é só batida. Só batida. E a partir do momento que uma cultura da música de qualquer país começa a ter só batuque, é onde começa a degradação de fato dessa cultura.

E aí quando tu coloca as letras que vêm aparecendo hoje, existem estudos da psicologia comportamental que dizem que música molda caráter. A música chega a criar uma cicatriz emocional no cérebro da pessoa. Sabe quando a gente lembra de uma música nostálgica? Da adolescência? A gente sente aquilo que a gente viveu naquela época. O que está sendo construído para essa cicatriz ser formada hoje?

não está sendo construída uma cicatriz emocional positiva. Está sendo construída uma cicatriz emocional ruim, negativa. Entende? Então, essa música vai moldar o caráter das pessoas. Você tem que entender o seguinte. O córtex pré-frontal, que é onde a gente toma a decisão, onde ocorre a tomada de decisão da gente, ele começa a ficar mais bem formado a partir dos 25 anos de idade. Então, essa galera antes, eles não têm, fisiologicamente falando, uma capacidade alta para tomar boas decisões.

Quando o ambiente me induz a qualquer um pode ser o que quer. Agora eu sou homem, agora eu sou mulher, agora eu sou um beija-flor. Quem é tudo não é nada. Se eu posso ser qualquer coisa, eu sou o quê? Então, a minha identidade começa a ficar muito confusa. Sim. E quando qualquer...

coisa vem, dê encontro à minha identidade, irmão, é como se tivesse uma guerra na minha cabeça. Então essas coisas são elementares pra nós que não temos crença de identidade. A gente sabe quem é, quem precisa deixar de ser pra se tornar quem a gente quer ser. A gente sabe disso, tanto é que a gente todo dia percorre esse caminho. Quem tá meio perdido e tu falar qualquer coisa contra, é como se você tivesse ferido a identidade da pessoa. E aí o racional dela por sistema de defesa se desliga e o emocional toma conta.

Aí vem, ah, você me agrediu, você fez... Não, pô, só disse que tu não é um beija-flor, pô. É elementar dizer isso, não é, Paulguém? Só que você fere a identidade dela, por quê? Porque ela foi construída no escopo social que diz que você pode ser o que você quiser. Não pode, pô. E a gente tem que ser corajoso e forte mentalmente pra assumir a responsabilidade de fazer a próxima geração ser melhor que a nossa, pô.

Esse livro é plantar tâmara. A gente não vai colher isso. É o filho do filho da gente que vai colher. Só que a gente tá fazendo agora já. A gente tá pagando a treta agora. Entende? Isso aí, virtudes, princípios e valores, são coisas que você tá disposto a perder dinheiro, perder amigo, perder familiar e a criar inimigo pra defender. Isso é princípio e valor. Isso é posicionamento assertivo. E não é só no digital não, irmão. É na vida. Entende? Tá faltando isso nas pessoas. Tá tudo muito fácil, pô.

Não tem desconforto pra nada. Tem que ter desconforto. Tem que ser difícil. Comida tá no iFood. O Uber sempre precisa ter mais carro. Tudo tá no aplicativo. E agora tem pessoas que pensam eu não preciso mais estudar porque tem chat GPT ou o Claudio agora que vai pensar por mim. A gente tá indo pra um caminho que se a gente não alertar a população pra isso vai ser um caminho sem volta. As pessoas vão simplesmente vegetar.

Imagina o quanto uma pessoa perde na vida de nunca ter, de fato, feito um treinamento e ter descoberto do que o corpo é capaz. Imagina, cara, você saber que você viveu a vida inteira e você não experimentou a capacidade do teu corpo. Imagina o quão é complexo um corpo humano e você negligenciar isso, e você não treinar isso, e você não ter a mínima...

clareza de entender como o seu corpo poderia chegar em determinados níveis. Não estou dizendo para você se tornar o cara que vai para um palco de autofilismo, não estou falando para você ser um faixa preta de jiu-jitsu, mas minimamente entender o que o seu corpo é capaz e não viver vegetando ali. E tudo na vida agora na palma da mão, através de um aplicativo, através de facilidades. Então, isso é uma das coisas que o livro propõe, é abrir a mente da pessoa para...

Pra liberar essa consciência, né? Não é fazer o cara pensar que nem a gente, mas é gerar um ponto de inflexão pro cara dizer, caralho!

Será que eu estou certo? Porque os comportamentos da gente, eles são muito robotizados hoje em dia. E a maioria dos comportamentos, eles vêm de crenças que não são nossas. O cérebro da gente é que nem um telefone celular. O pai e a mãe da Apple, a fábrica do iPhone e a Apple, disse, cara, é interessante eu colocar alguns aplicativos aqui para o meu usuário usar, vai ser bom para ele. Mas eu posso não usar, eu posso botar novos aplicativos, eu posso apagar aplicativos. Só que se eu só coloco informação para dentro...

o telefone trava, ele fica lento. Tem hora que ele vai, não vou desligar. É quase uma refatoração ali do software, da coisa. Eu tenho que fazer aquele reboot, aquele reset. Então, o teu pai e tua mãe eram a tua fábrica, pô. Como é que tu se porta? Como é que tu se sente em tal situação? E esses aplicativos foram colocados na tua cabeça. Se tu não para pra entender o que é que tem que ser retirado pra tu performar melhor, tá ferrado, pô.

tu vai viver com as crenças da vida que o teu pai e tua mãe teve. E aí tu não performa bem. Mas você acha que essa geração mais atual, elas vão conseguir ser o que o adulto de hoje é? Porque, tecnicamente, eles não vão passar por nenhuma dificuldade. Ou não estão passando por nenhuma dificuldade. Eu lembro que na minha infância lá, eu via meu pai...

Tipo, hoje eu entendo que no mês que meu pai não tinha trampo, meu pai se virava para descascar fio, fazer alguma coisa, para conseguir trazer grana para casa para resolver os negócios. A gente passou, né? A gente foi a última geração que passou do analógico para o digital, né? Tipo assim, a gente começou a ter tecnologia com 12, 15 anos. Então, tipo, a primeira infância ali foi brincando realmente na terra de bicicleta, fazendo outras coisas. Vocês acham que essa geração nova, eles vão conseguir, tipo, cara, virar adultos funcionais?

Eu acho que essa não, a outra sim. Essa aqui vai fuder com tudo. Essa é a transição. Essa é a transição. Porque, para pra ver, a gente foi a primeira geração que teve infância, pô. O pai da gente trabalhava, pô. O avô da gente trabalhava. A gente foi a primeira geração que teve infância. Foi. Então a gente fez merda com essa geração de agora. A verdade é essa.

Quem destruiu essa geração de agora e tornou ela mais burra foi a facilitação de tipo, cara, eu não quero que ele passe pelo que eu passei. Então vou botar tudo pro meu filho, vou facilitar a vida dele. Não, pô, tem que dificultar a vida do teu filho dentro de um limite aceitável pra não prejudicar a segurança dele. Mas tem que deixar difícil, pô. Sabe isso desde pequeno? O João Bernardo, meu filho, tá começando a andar agora. Mas meio medroso, né? Tem um ano e ele... É, é, aí dá a mãozinha. Não, você consegue, pô.

Vem até aqui, aí levanta, cai, chora, vai de novo, levanta. Porque se eu sempre der a mão, ele só vai andar sem a mão. E aí ele vai se tornando uma criança que, pô, não vou explorar isso aqui, porque toda vez que eu caio, minha mãe me agarra. E isso acontece, é uma construção. E essas crenças estão sendo colocadas na cabeça da criança. Agora, quando o corte superfrontal dela, está aprendendo. Qual é a melhor fase para uma criança aprender outra língua?

É, é a primeira infância. É pra aprender qualquer coisa. Tu tá ensinando naquele momento como ele deve viver a vida dele. É doido isso. Só que a gente tem que começar a entender que essa geração, tu vê, ela tem uma dicotomia muito grande, né? Ou ela tá performando muito bem, ou ela é uma idiota comendo milhinho na internet. Não tem o meu termo, percebeu? Não tem o mediano. Ou o cara é, meu Deus, que crânio, multimilionário com 16 anos, ou ele é um bosta.

Então, essa transição, ela vai ser importante pra gente resgatar valores que estavam perdidos. Valores de identidade. E principalmente valores que só o tédio traz pra gente. A gente não sabe o que é ter tédio hoje, Lucão, Kaique. Não sabe. É. Fica 20 minutos calado em silêncio aí. Começa a surtar, pô. Acho que eu não consigo tirar um elevador se você pegar no celular. E isso é treino. E outra, teus filhos percebem isso. Se tu não consegue, ele vai te imitar, irmão.

Então a gente às vezes passa coisas para os filhos da gente que a gente não está percebendo. Eu vi esses dias uma mãe com uma filha, ela faz um treino, uma filha de 7 anos. 5 minutos por dia. Ela volta o celular para filmar aqui, liga o cronômetro e fica as duas, um do lado da outra em silêncio, sentando na cadeira. Não pode falar. E não pode ser da cadeira. Isso é treino para o corte espécie frontal. Saber lidar com o teto. Estou ficando irritado. Calma. Está tudo certo. Nem tudo é uma emergência.

Tá tudo certo, pode ir devagar, tá tranquilo. Calma, desacelera. Aí eu vou me trazendo pro presente. Aí minha ansiedade vai diminuindo. Minha tomada de decisões fica mais fácil de ser executada. É isso aí, tem que ser treino, desconforto. Até que ponto vocês acham, vou fazer uma pergunta que é meio psicólogo aqui, né? Até que ponto vocês acham que é a culpa dos pais e aí chegam num momento que falam assim, não, cara, agora não adianta mais se culpar dos pais. Você tem 30 anos de idade, pô. Esquece isso.

É que tem muito jovem adulto chorando, né? Que os pais não prepararam eles pro mundo. A gente tem um trecho no livro que a gente brinca sobre o famoso Enzo, né? Cara, basicamente, em determinado momento da vida...

Esse cara tem que tomar rédea da vida e entender que ele tem que ter autorresponsabilidade. E a autorresponsabilidade vem, quando a gente fala de transferência de conhecimento dos pais, com exemplo. Então, se teu filho estiver na época lá atrás, eu tive muita sorte hoje de não ser fumante, porque a minha família inteira fumava, cara.

Minha família inteira fumava. Do meu pai, meus avós, todo mundo fumava. Então, para mim, era normal ver uma pessoa fumando e para mim era normal você fumar porque o que é que tem de errado se todo mundo fuma?

Hoje, o cigarro de hoje são as telas. Então, minha filha hoje de três anos, eu evito ao máximo ficar... Ela tem regra, né? Conta aí. É massa isso aí. Ela tem... Hoje, ela tem 20 minutos de tela por dia. Então, ela vai dividir cinco minutinhos ali de manhã. Se a babá ou se minha esposa precisar fazer alguma coisa, precisa que ela pare um pouco.

Então é 20 minutos por dia. E desenho específico, porque tem desenhos hoje que, pelo amor de Deus, cada desenho que, cara, tem desenho que realmente vai levar a criança a ter atitudes bem ruins. E não é porque o desenho é violento, porque o pica-pau tava aí e ninguém ficou maluco nem doente por causa do pica-pau, mas é o volume de estímulo. Tem desenho que troca de cor a cada...

10 segundos, cara. Eu já falei isso aí pro Lucão. Em casa lá, a gente só assiste filme de 2 mil pra baixo. Exato, pô. É 2 mil pra baixo. É Toy Jerry ali, sabe? Pica-paula. É 2 mil pra baixo. Ainda com um brilho baixo. O Fred lá da água, que era do Desimpedidos, falou que Toy Jerry... Cara, gostei do jogo. Mas o Fred usa saia também. Valeu, tamo junto. Joga muita bola, macho.

Vocês são os maiores especialistas do Brasil de YouTube. Vocês sabem o quanto a retenção é importante. Os desenhos estão cada vez mais trocando de cor numa velocidade e tendo uma narrativa muito fraca, muito ruim, que é pra prender a criança ali e não tem nada que, de fato, agregue. Então, tela pra gente é um negócio que tem que ser, inclusive, desenho escolhido, cada um dos desenhos são bem escolhidos, a Babá já sabe, não pode colocar esse, não pode colocar aquele.

Por mais que ela queira, hoje, com um ano, ela já sabia pular anúncio, pô. É, bizarro. É loucura. E ela sabe e sabe arrastar, sabe fazer tudo, cara. É um absurdo. Minhas pequenas, a gente conseguiu ensinar que elas não podem pegar no celular. E quando alguém fala assim, não, não. Ela recusa ou ela fala assim, ah, não, isso aqui é do papai. Ela vai lá e entrega, assim, tipo... Top. Ela só assiste na TV e... Tem um horário específico. Qual é o intuito de qualquer comunicação?

gerar uma emoção no outro. É só esse intuito que tem. Através da minha comunicação, eu quero gerar uma emoção em você para te levar para o estado emocional que é interessante para mim. Senão, não estou me comunicando, pô. É só falar, jogar a palavra para fora. Qual o objetivo de uma comunicação extremamente veloz? É não dar tempo de você assimilar os seus sentimentos e só ficar preso onde eu estou.

É o que a galera tá fazendo hoje. A criança fica... Ela não aproveita o desenho animado. Ela fica anestesiada com a quantidade de informações que tá tendo. Ela se perde. Aí coloca um carrinho pra ela brincar no meio da rua. O tédio surta. Porque é muita porrada. Dopamina tá no talo o tempo inteiro. Quando ela acaba, ela não sabe lidar com aquilo. Porque ela nem assimilou aquela informação pra gerir as emoções dela. Corta o pré-frontal da gente, formado. A gente às vezes se pega puto com alguma coisa merda.

Imagina uma criança. Então, assim, é culpa dos pais nesse começo, mas é feito o Ender o que fala. Você não tem culpa de ter nascido em uma família pobre, mas se uma família pobre nascer de você, você tem uma parcela de culpa nisso aí sim. Você tem que assumir a responsabilidade. Tem 30 anos na cara, não tem um emprego fixo, passou por 7 faculdades diferentes porque não sabe o que quer.

Pô, tá na hora de tu se colocar numa situação desconfortável. Mas até esse, ah, eu não sei o que eu quero. Pô, na minha época, eu não tinha muito isso, não. É porque eu não tinha tanta opção, Kaique, também. É, não sei se pode ser por causa disso. Mas era tipo assim, cara, eu lembro que na minha faculdade, ou eu ia fazer alguma coisa que eu gostava, ou eu ia ter que fazer a DM, porque eu tinha que arrumar um emprego. É isso aí. Era essa a cabeça. Era tipo assim, cara, independente do que eu quero, eu vou ter que arrumar um emprego. Então, o que vai me dar um emprego? É o que vai me dar um emprego? Tem uma frase de um...

um filósofo, um matemático inglês, na verdade, eu nunca lembro o nome dele, que ele diz o seguinte, quando a quantidade de informações tende ao infinito, a tendência do conhecimento é tender ao zero. É tanta informação que eu faço o quê? Unidurité? Eu não consigo filtrar aquilo ali. Então, a gente vive hoje, o Hugo Harari fala isso em 21 lições para o século XXI, a gente vive hoje a era de maior abundância de oportunidades da história da humanidade. É a maior de abundância de oportunidades. Antigamente era o quê? Medicina e engenharia direito. Se não fizer isso, você vai morrer de fome, tá?

O cara hoje pode ganhar dinheiro com 14 anos com o YouTube. Então, é tanta oportunidade que o cara fala, fodeu, o que é que eu faço? Não sei, não sei do que eu gosto.

Eu gosto de quê? Ele não sabe do que gosta. Por quê? Enquanto criança, não foi oportuno ele experienciar outras coisas. Tipo, vai fazer esse esporte. Por quê? Porque é bom, velho. Eu falo isso, né? Vai fazer esporte. Por quê? Porque eu mando em você e é bom pra você. Eu acho que falta essa rédea da coragem de desagradar o próprio filho. Sabe? De botar intencionalmente. Ah, eu te odeio. Quando tiver mais velho, tu vai entender. Vai, faz. Do mesmo jeito. É daí que vem a importância dos pais colocarem os filhos numa arte marcial logo cedo. Porque a arte marcial, ela ensina disciplina.

Desde o começo, é entrar no tatame, você tem que pedir licença ao professor. Imagina uma criança entrar no tatame com sandália ou sapato. Vai levar uma reclamação, porque existem regras ali dentro. Vai você ficar conversando durante a aula do professor. Vai você não entender que, para ganhar uma faixa, você precisa ir todos os dias, você precisa se esforçar. Então, os conceitos milenares no arte marcial, elas vão se aplicar a qualquer coisa da qual ela vai ter sucesso na vida. Então...

A gente tem aí um problema grande de mães que estão criando filhos solteiros. Elas pensam, nossa, como é que eu vou fazer? Coloca o filho na arte marcial, irmão. Ela vai ter contato com homens ali, ele vai ter contato com pessoas que estão buscando disciplina, força, vai ter contato masculino, vai ter contato com esse ambiente que vai formar esse menino. Se o pai é ausente, se o pai não está presente, ele precisa ter...

uma rede de apoio masculino, seja tio, seja um irmão mais velho, mas ele precisa ter referência. E aí, se a pessoa não tem essa referência na vida, ele vai buscar no YouTube, vai buscar no funkeiro, vai buscar em pessoas que não têm, de fato, as virtudes necessárias para desenvolver essa formação.

imagina que, na nossa época, boa parte da TV aberta era parte da nossa formação. O que passasse ali, a gente acreditava que era verdade, que aquilo era bom, né? Era loucura valendo, né? Era muito demais também. O domingo legal, meio-dia, era nem a culpa aí de fora, pô. Mas é doido, por quê?

Eu não sei vocês, mas não passavam a ideia de sexualização. Apesar de ser. Passavam a ideia de resenha. Eita, apareceu o respeito. Eita, que não sei o quê. Mas não dava. Ai, meu Deus, que não sei o quê. É louco isso, né? Porque eu acho que era tão longo, a quanta de informações era tão...

lenta de ser passada, que também normalizou. Normalizou a parada. Era normal. Era tipo assim, uma mulher na TV, hoje você abre o Instagram, sei lá, 50 mil meninas de Olifãs, caramba. Passava domingo legal, ia ter peito de fora, mas você ficava doido pra ver a Manoel de meia-noite. Que era o mesmo peito lá de fora.

Não tinha nada de diferente. Mas aquele dava um estímulo, porque a construção do audiovisual daquilo ali te preparava... O Google era resenha, irmão. Entrava um pá de Marcelo, e depois eu peguei fora, pô. É. Era bem isso mesmo. É muito doido. Então você não hipersexualizar, porque o contexto era muito mais uma doideira do sexo em si. Aí você trocava pro Faustão, aí tava tipo assim, a bancada inteira da novela das nove comendo sushi numa mulher. Era basicamente isso. Mano, é verdade. Era basicamente isso. Meu Deus, meu irmão.

é doideira a geração tava todo mundo preso agora pânico hoje em dia não existiria nunca nunca irmão por isso que acabou né não tinha como perseguir era um monte de mulher de bifini ficar rebolando na câmera é doideira mas porra foi uma geração que preparou a gente no sentido de a gente consegue discernir hoje que eu não faria hoje o que meus tios fazem essa playboy aqui eu não falei isso com meu filho de 10 anos nem fudei sim

E antigamente era normal. Então, são várias tretas que a geração anterior coloca na nossa que a gente tem que identificar que essa treta faz mal e não passar adiante. Mas não tentar se blindar pra dizer, eu nunca vou traumatizar o meu filho. Vou. Com outras tretas. Com as tretas que eu acho que estou fazendo certo, mas estou fazendo merda. E não com a treta que meu pai passou pra mim.

É, provavelmente nossos pais devem ter filtrado coisas também, por exemplo. Claro! Meu pai deve ter trabalhado absurdo na infância. Exatamente. Meu pai, ele fez eu trabalhar, mas sabe quando eu levo o filho para o trabalho, eu sou ajudante? Igual eu. E era um trabalho, tipo assim, pai, filho, pega uma chave ali para mim, pega um negócio para mim, que era mais tranquilo. Então, eu acho que de geração em geração, os pais vão blindando com seus filhos. Eu fui batizado João Bernardo agora, aí o padre me deu para falar, na hora eu estou emocionado, eu disse, olha, eu vou lhe traumatizar muito, mas com nenhum trauma que eu tive.

Eu acho que é isso que é fazer a próxima geração ser melhor. Vou entregar o meu melhor, identifiquei quais foram as coisas desfuncionais que minha família proporcionou para mim, que toda família faz isso, normal, ninguém é perfeito. Isso aqui eu deixo para trás, irmão. Isso aqui eu não levo para frente, não. Isso é uma decisão. É aí onde tem que vir o autocontrole e a temperança. De quê? Espera aí, pô. O que é que é meu aqui? Quem é que eu quero me tornar? Tipo, na minha live de hoje de manhã, eu disse, vamos supor que você queira ser muito rico de dinheiro, muito forte fisicamente e ter uma família próspera.

Você não tem que querer isso. Você tem que querer as habilidades que essa pessoa tem. Essa pessoa é disciplinada. Essa pessoa é paciente. Essa pessoa é persistente. Essa pessoa é temperante. Essa pessoa é corajosa. Tu tem que buscar isso aqui, pô. Não é sobre conseguir, é sobre o que eu tenho que perseguir. Quem é que eu tenho que me tornar pra ter a responsabilidade de lidar com essa porra toda?

Porque não é sobre dinheiro, irmão. É sobre quem tu se torna para lidar com dinheiro. A gente estava comentando aqui, está com 21.4 bi aí sobre gerenciamento. O Tiago, quando começou, ele não tinha condições de gerenciar 21.4 bi, concorda? Ele é quem ele se tornou. Agora ele tem condições. Então, se ele tivesse perseguido o dinheiro em vez da busca pelo melhoramento dele, talvez não tivesse chegado. É sobre o que eu tenho que fazer, que habilidades eu tenho que ter para conseguir ser esse cara que vai ter isso que eu quero ter.

Mas assim, a gente está numa geração extremamente ansiosa. Certo. A maioria dessas buscas que você falou é tempo. E a galera está numa ansiedade que não... É muito bizarro isso, porque do mesmo tempo que não tem tempo para nada...

Tem tempo pra tudo. Tem tempo pra tudo e não faz nada. Exato. É sempre um paradoxo. Na verdade, o tempo é o mesmo. É, o tempo é o mesmo. Mas é tipo assim, cara, não tem tempo pra nada e tá ansiosa e não dá mais tempo. Tem jovem de 20 anos achando que tá atrasado. Tem jovem de 27 anos que mora com os pais e tá tudo bem. Que na minha criação é uma loucura. Mas tipo assim, cara, o que faz nesse mundo meio ansioso que tudo isso que você falou demora de 3 a 5 anos pra você conseguir desenvolver qualquer habilidade dessa?

Se você for pensar um pouco, a gente falou isso em outras palavras agora. Ansiedade é quando eu quero alguma coisa antes do momento que ela deveria estar comigo. Então, por exemplo, eu posso ficar ansioso por uma próxima faixa. A gente está aqui falando de Jiu-Jitsu. Cara, eu tenho que me apaixonar pelo processo. A partir do momento que eu me apaixono pelo processo e gosto do processo e quero me forjar durante o processo...

É consequência. Eu lembro que quando eu estava na faixa branca, eu tinha uma pressa, uma ansiedade de pegar a faixa azul, que era ridícula. Eu chegava ao ponto de, será que se eu treinar dez vezes por dia isso vai ser mais rápido? Será que se eu for mais amigo do professor isso vai ser melhor? Será que... E vinham, sabe, duzentas possibilidades para alcançar alguma coisa mais rápida. E quando você, por exemplo, chega numa faixa que está mais perto da preta, você começa a dizer, cara...

já está chegando. É o contrário, porque você entende que talvez o processo da marrom para a preta seja muito curto e você precisa de mais foja, você precisa de mais tempo. E é muita gente, me corrija se eu estiver errado, o professor está ali, muita gente desiste na faixa marrom com medo de chegar na preta e a responsabilidade que vem com isso, porque você deve, quando você pega a preta, você carrega em si uma responsabilidade muito grande.

Não só socialmente falando, mas a partir do momento que você é preto, você vira alvo ali dos azuis, dos roxos, que são mais bem treinados. E eles querem pegar um preto pra dizer no final do treino. Peguei o faixa preto ali. Existe esse negócio. Falando por experiência própria, é só perguntando. Não, não, não.

E aí o que acontece? Esse cara começa a dizer, cara, não estou pronto. E ele começa a entender, eu não treinei o suficiente. Ele começa a entender, à medida que o jiu-jitsu vai fazendo parte da vida dele, que a foja é mais importante do que o resultado. Chegar lá é importante, mas o caminho bem percorrido...

É o que realmente importa. Então, tem várias definições, várias pessoas querem definir a felicidade de alguma forma. A felicidade, para mim, é a vivência desse caminho. Para mim, felicidade é gostar de estar construindo algo, é gostar de estar no caminho. Se eu não encontro felicidade no caminho, na forja, quando você tem, aí vem o tédio de ter. Cheguei lá, e agora?

Se eu não tiver um novo capítulo, uma nova foja, um novo caminho para ter um processo dentro da minha vida, eu vou cair nesse lugar de o tédio de ter. Como você para para ver, me faz muito sentido. Você falou, dentro da psicologia, é exatamente isso. Felicidade não é uma linha de chegada, é uma forma que eu escolho viver a vida. Porque tem duas coisas, tem a realidade e tem a verdade. A verdade é mais importante que a realidade.

Exemplo, tô aqui, aí o Kaique me xinga. Eu falo muito isso em palestra. Guto é um idiota. Eu, caralho, durou dois segundos só. Eu vou continuar o podcast, meio aqui assim, depois eu chego em casa e minha mulher, como é que foi o podcast? Pô, foi massa, mas Kaique me chamou de idiota, pô. Aí, falei de novo. Aí meu pai, opa, podcast sai quando? Pô, Kaique me chamou de idiota, pô. Gostava tanto de Kaique. Eu comecei a alimentar o negócio que virou um dia inteiro de um negócio que durou dois segundos.

cara, será que eu sou idiota, velho? Que merda que eu falei? Aí é a verdade que eu tô me contando. A realidade foi uma só. Dois segundos, Guto é idiota. Qual outra verdade eu posso contar? Cara, o Kaique não deve estar bem hoje. Vou fazer ele dar uma risada. Vou contar uma outra história. Vou puxar o Kaique pra mim. O Brasil é o país mais ansioso do mundo e mais depressivo da América Latina. O Kaique deve estar ansioso ou depressivo. Tá dentro da estatística. Faz sentido a minha forma de pensamento. Minha verdade foi outra.

As pessoas hoje se contam verdades que não fazem elas prosperarem, fazem elas estagnar. E as palavras têm um poder muito forte. Porque todas as palavras que eu uso, elas geram pensamentos, certo? Esses pensamentos vão gerar sentimentos que vão gerar comportamentos. Esses comportamentos geram resultados. Quando a gente pega uma palavra...

E aí eu vou pesado agora. Prostituta. Carrega um peso social muito negativo. Exploração sexual, subjugação da mulher, perda de dignidade. Muda a palavra. Criadora de conteúdo adulto. Cara, é quase uma empresária de sucesso. Muda o peso. Você pega uma pessoa obesa, porra, obesidade, doença, uma coisa doentia, muda o nome pra corpo livre. Olha que bonito.

Muda o peso. Então as palavras... Mas é verdade. As palavras que a gente usa com a gente, elas têm que ser usadas para nos contar uma verdade que faça a gente prosperar e não estagnar. Por isso a gente tem tantos termos e ditos. Claro, quando eu mudo a expressão, eu mudo o peso dela, pô. Isso é estratégia de comunicação. Uma narrativa. Porque o estado emocional da pessoa muda o que está ouvindo. É, corpo livre é coisa de gordo. Você vê um cara no shape e fala assim, cara, eu estou no shape, eu estou no corpo livre. E olha como fica bonito, corpo livre. E antes estava o quê?

Ninguém lhe acorrentou em canto algum. Entende? Então, quando eu mudo a narrativa, por que isso acontece? Isso é um fenômeno psicológico chamado de dissonância cognitiva. Quando uma narrativa fere minha identidade, porque uma coisa é tu falar, eu estou gordo. Quando tu falar, eu sou gordo, fodeu. Porque a palavra vai gerar um sentimento que isso é sua identidade. Quando a doença faz parte da tua identidade, irmão, qualquer coisa que venha para te curar vai te destruir. Tu coloca para longe.

Entende? Não é cartesiana essa construção. Mas você coloca pra você, espelhe. E você tem que atacar que ele tá te destruindo, pô. Por isso que é gordofobia. É não sei o quê. Não faz o menor sentido isso.

E o livro convida muito para você destruir um pouco da sua identidade atual. Porque a identidade que a gente tem hoje é um conjunto, um empilhamento de crenças que a gente foi absorvendo ao longo da vida, que formou essa identidade. Então, a partir do momento que eu me abro, que eu me torno ali vulnerável para mudar essa identidade e deixar uma nova identidade entrar, aí a gente tem abertura para se tornar alguém que está pronto para o próximo nível.

Cara, isso é bizarro de classificação. Eu e a Bianca temos muito... A gente sempre pensa muito o que a gente rotula as nossas crianças. Mesmo ela sendo muito pequenininha, mas eu nunca falei para a Lavínia, que ela vai fazer três, eu nunca falei você é bagunceira. Porque isso pode rotular na cabeça dela um dia, de tipo assim, eu sou bagunceira mesmo, então tudo bem. Tipo, você é birrenta. Porque isso aí parece coisas bobas, só que, cara, o seu filho vai crescendo.

E, por exemplo, minha mãe falava um bagulho muito que era ruim pra mim, que ela me chamava de preguiçoso. É horrível. Ah, você é preguiçoso. Olha seu primo. Seu primo tá... E eu sempre fiquei muito comparando com meus primos. Cara, hoje, felizmente, deu tudo certo, mas tipo assim... Os primos trabalham pra tu. É. Tadinho dos meus primos. Eu ajudo eles. Kingos, cara.

Mas é tipo assim, cara, por muito tempo, até adolescência, eu ficava me sentindo um merda, porque meu primo tava fazendo várias outras coisas legais e eu tava tipo assim, caramba, cara. Pô, será que eu realmente não consigo? E era tudo porque, cara, porque minha mãe ficava me chamando. E tadinha, minha mãe não sabe. Não, não sabia. A crença é assim, pô. Ela instalou um aplicativo na tua cabeça. Você é preguiçoso. Olha como o seu primo é incrível. Isso te gera uma crença de identidade e capacidade.

Cara, eu não vou conseguir fazer, porque eu sou completamente diferente do meu primo. Então, eu já não sou capaz de fazer isso. Eu não quero nem tentar.

Aí ferrou, irmão. É doideira isso. Aí Kaique foi atrás do primo mais rico. Sou sócio do primo mais rico. Arrumei outro primo. O problema era aquele primo. Era aquele primo. Olha só, Kaique, antes da gente continuar, tem uma coisa que faz o homem ficar mais próspero e evoluir. Com certeza. Que é se vestir melhor, ficar bonitão. Olha como os caras estão bonitos. Os caras estão bonitos. Não dá pra ser próspero e andar de qualquer jeito.

Olha só, Kaique, a Reise é uma parceira aqui do Primocast. Já, pô, vários podcasts. A gente tem o tênis pro Bentimol. O Bentimol tá usando o Reise. Usou em palestra. Tá usando, hein? Usou em palestra. Cara, vamos usar também. Vai que a gente fica rico. É, vai ficar bilionário. Então, a gente vai dar pra eles aqui os tênis da coleção Avanti. Esse aqui é do Guto. São tênis bem bonitos. A gente tem eles expostos aqui na mesa também.

Você que está ouvindo a gente, pode entrar, acessar o site da Raze e colocar o cupom PRIMO para você ter 10% de desconto em compras acima de R$ 497.

Banteninhas lá. Lá você já vai ter desconto. É. O negócio dos caras é o... Baladão bonitão, velho. É, o negócio dos caras é o tênis. Caramba. Olha aí, ó. Olha, bonito aí. Tá igual, igual? É, sabe o que que é legal? Cara, que bonito. Ah, ele não tem cadastro. É só aquele elástico aqui, né? É, ó. Puxou. Ó, que bonito. É bonitão, Ivan. Legal, né? Lá ele. Porra de graça.

Chocando depois. Que frase horrível, hein? Irmão, corta essa frase na moral, velho. Não, não, não. Aqui a gente não corta nada. É Raze ou Raze? Raze. Raze, top. Obrigado, Raze. É isso aí. Usarei e postarei vocês, viu? Obrigado.

Vou deixar pra vocês o link na descrição, o QR Code na tela, pra vocês ficarem bonitos também. A gente ajuda a nossa audiência aqui a ficar mais próspero. Só não dá pra fazer um tênis pro meu professor de jiu-jitsu que o pé dele, meu amigo, não tem condição. Eu nunca ia perder de falar isso aqui. Tô ferrado na aula amanhã. O pé dele parece uma mão, irmão. Ele faz a pegada com o pé, assim, também.

O cara é um gorila. Eu vou te mostrar as fotos, meu irmão. O fera do X-Men. É diferente. O fera do X-Men. Mestrão, não me mata mais. Eu te amo, velho. Penta fazer uma botinha nele, pô. Calma, eu sou faixa branca. Calma, calma. Inclusive, turma, salva de palmas pro Guto. Aê, porra, um grau, pô. Pegou um grau hoje.

Agora já sai, já vai no supermercado de baixa. Não, mas quem não sentiu que vou foi ele, velho. É, né? Pô, o prédio da... Vocês foram lá já. É do lado da aliança. E aí todo dia eu... Ah, amanhã eu vou. Amanhã eu vou. Aí um dia a gente passou o dia gravando, deu mentoria. Quando eu tava saindo, entrando no carro, aí ele falou, porra, por que tu não se matricula na aliança aqui? Eu disse, não, amanhã eu vou. Ele falou, você vai agora. Ele pegou no meu braço, entrou, aí eu, porra, apaguei.

Aí eu disse, pô, quero fazer aula particular, velho. Porque eu sabia que a curva de aprendizado ia ser diferente. É perigoso e tal, você tava com medo. Não, não, não, não era nem isso. É porque eu já tinha feito testes antes. Treino não, eu já tinha feito testes antes. E, porra, eu meio que morgava. Você até consegue, na loucura, na força, passar a guarda de um cara mais, mais, mais. Mas eu faço o que agora?

Porra, pra mim era broxante. E aí disseram, tem vários faixas pretas aqui. E eu ia dizer, tá, qualquer um aí, Rosetta. Mas quem é o principal? Ah, não, o principal é o João. Fim, tô marca com o João. Aí eu cheguei no outro dia, comecei, meu irmão. Aí tô na trigésima aula hoje. E aí, um grauzinho e agora sai o limite, né? Agora sai o limite, irmão.

É isso aí. Vamos fazer um treininho. A gente faz um treininho da galera aqui em Alphaville. Tem o Perini, tem o pessoal aqui do escritório. Perini e Caio, eles têm uma personalidade muito diferente. Eu coloco no Instagram. Meu objetivo é bater no Perini e no Caio. Aí o Perini reposta. Tenta sorte, irmão.

Aí o Caio manda, ô amigo, tão feliz que você tá treinando. É, o Caio é mó fofinho, cara. É muito gente boa, porra. Ele é demais. E os dois são bons, viu? Os dois são duro, cara. Mas a parada que eu faço essa brincadeira com o Bruno e o Perino, eu tiro onda com o Rose também, não é sobre eu chegar neles. É sobre... São dois caras, família pra caralho. São dois caras bem financeiramente. São dois caras comprometidos em se melhorar fisicamente. É o perseguir, sacou?

Eu não vou chegar, porque os caras estão três anos à minha frente. Mas se eles continuarem, eu tenho o que perseguir mais próximo. É diferente de eu olhar para um faixa preta. É muito longe da minha realidade. Um azul é mais perto. Então, eu tenho vários micro pessoas para tudo isso. Quem é que está mais perto de mim? Dinheiro. Vou mirar nesse cara. Porque, porra, o Jangue é um dos meus grandes amigos. Mas não tem como mirar em Jangue. É, Jangue não. Para onde eu estou.

Eu morgo. Então, ponto referencial de performance, tanto pra trás quanto pra frente, tem que ter uns próximos. Tipo, sair da família que eu vi quebrado de grana. É muito longe de onde eu tô hoje, mas eu não quero voltar pra 2021 quando eu tava morando no dialogão fudido, quebrado. Então tá mais perto do meu palê, eu não quero voltar, não. Então vamos cuidar melhor desse dinheiro aqui. Então esse ponto de referencial, não tô me saindo, Perini. Vou te bater ainda, viu? Olha aí. Vou fazer o Reels. Eu vou ter que...

Alinhar as expectativas aqui. Eu já vi o Perinho treinando. E o João vai ter um trabalho duro. Ah, não, beleza. Perinho é foda mesmo, cara. Ele é um cara que tem pelo menos uns 25 quilos a menos que eu. E, cara, ele...

Mas é porque ele é muito metódico pra tudo. Ele é massa, eu gosto disso. Ele me bate pra caramba. Ele treina, sei lá quantos anos, ex-militar, o cara é rígido. É, ele me bate pra caramba. É difícil, viu? É difícil mesmo. Eu soube que na última rola ele tava te finalizando e contando uma história da Grécia Antiga. Exatamente, enquanto ele sentava na cabeça. Só antes de ir pro tópico, tem um vídeo do que o Thiago gravou com o Mika?

Ah, nossa. Mas o cara ali é covardia. Sim, sim. E o Perini vai fazer um rola com o Mika enquanto o Mika tá conversando com o Thiago. E o Mika tá conversando aqui e blá blá blá. Do nada. Do nada. O Perini já tá, tipo assim, com as mãos penduradas. Tá, tá flutuando. Mas aí não dá, né? Tá flutuando já. Aí o Perini fala assim, meu, eu não sei o que aconteceu. Do nada já tava, tipo, flutuando. Aí não dá. E deixa eu perguntar pra vocês.

Eu queria puxar um ponto... Claro, meu amigo. Cara, beleza. A gente viu ali na parte de ansiedade e tudo mais. Só que também eu sei que é importante, porque até eu e o Lucas estão fazendo um tratamento lá na clínica, que é uma clínica que a gente vai falar já já, que a gente descobriu que a gente estava muito ferrado. Certo. Hormonalmente e vitamina e tudo mais, cara. O quanto isso impacta... Uma barriga, né?

pra você ser uma pessoa forte e próspera, cara. Porque, tipo, assim, tem muita gente hoje que joga desculpa, e a gente já foi assim, joga desculpa 100% no trabalho.

Pô, cara, eu tô... Não dá agora, eu tenho que focar no trabalho, eu vou trabalhar, eu vou trabalhar 12 horas por dia, 14 horas por dia, joga, sai de lado, não treina, não come bem, não faz nada e fica podre. O Guto viu como que a gente tava. Tava gordo, com os olhos fundos, todo fodido de vitamina. O que mais melhorou em você foi o aspecto de descansado que você tá. É absurda a diferença. E olha que hoje a gente tá cansado, né? Hoje a gente se olhou e falou assim, nossa, cara, essa semana aqui a gente tá meio cansado. Não, vocês tão bem... Eu tava morto. A pele de vocês, pô. Sério, real. Tchau.

ou estão mais jovens mais sadios parece que caralho os caras estão querendo tá ligado sim cara é tão real essa história de a gente acreditar no princípio da força que meus mentorados eles entram gordos às vezes no pensamento de

só de prosperar, porque a mentoria do Black Monster é de marca digital, né? De lançamento, de funis. E quando você entra lá com 110 quilos, dentro de seis meses o ambiente molda e você começa a querer buscar, cara, por que Bale? Vocês conheceram Bale depois que a gente cuidou dele, pô? Você não tá entendendo. Bale? Era gordão? É, era, pô. Não sabia, não. Mano! Pelo amor de Deus. Aqueles gordos criados com vó, comendo chocolate de tarde.

Mas Ruivo Gordão? Mano, Ruivo. Sim, velho. Ruivo. Puta, meu. E esse bicho foi fuleiro, né? A gente não era sócio ainda, eu fui dar uma palestra pra ele. Ele fez, irmão, faz um favor. Tem um mentorado meu aí, que tá gordo, e ele tem um potencial assim foda. Bota uma pressão nele, velho. Aí eu disse, Rose, a chance dele pedir cancelamento da mentoria é alta. Ele fez, pode ir. Ele disse, beleza. Pô, quem se garante subir no palco falar do seu próprio produto agora? Aí eu sabia que ele ia levantar a mão. Ele levantou a mão. Aí ele aqui, ó.

onde ele tava subindo no palco, eu fiz, peraí, peraí, peraí. Tu subiria sem camisa? Nossa, mãe do céu. Aí ele, porra, não. Eu disse, por quê? Ele, ah, porque eu não tô bem. Eu disse, legal. Então tu tá me dizendo que a tua forma física tira a tua confiança? Aí ele disse, é, eu fiz, por que tu não muda?

Só falei isso. Irmão, não deu seis meses. Vocês viram. Você tá forte, pô. Tá treinando. Não parece que ele era gordo. Porque é uma escolha, pô. Ser gordo é uma escolha. Ser obeso, não. Eu nasci com a condição genética da obesidade. Você tem uma doença crônica. Mas o sobrepeso é o efeito colateral da obesidade. Se assim não fosse, o cara ia nascer com 120 quilos já.

Então, ser gordo é uma escolha. Existem pessoas que nasceram com caráter genético da obesidade e são magros, mas ele continua sendo obeso. Entende a diferença? Essa é a sacada. Então, o que você estava falando, do quanto isso influencia na performance. Porra, se eu estou gordo, meu cortisol está alto, cortisol é hormônio de estresse. Minha testosterona está baixa, eu já estou mais frouxo. Eu estou mais irritado. Minha dopamina desregulada. Eu estou com uma bagunça tão grande que a minha tomada de decisões fica ruim, pô.

Então, eu vou fechar um negócio. Eu não sei avaliar bem se esse negócio é bom ou ruim pra mim. Então, às vezes, não vale nem a pena você trabalhar 12 horas por dia, porque todo o resto... Zero. Mas, irmão, é igual a treino. Eu cheguei pra junho hoje, né? Aí, ganhei um grau pra mim. Posso fazer três aulas contigo por dia? Ele fez... Tu puder pode, mas... Você tá indo bem, irmão.

Acho o pace, acho o flow ali. Calma, né? É sério, tá ligado? Calma, um grau, calma. É, mas... Vai colorir esse desenho aqui, vai. Tu não fica assim, não, tipo, viciado, salvando... Eu quase chorei na hora que eu ganhei um grau. Mano, caralho, que linda, bosta, né? Já tá lá, Lucão, BJJ, não. Eu quase chorei. Lucão, BJJ. Caralho, mano. Isso aqui é muito importante. Lucão, BJJ é muito bom. Eu lembro que quando eu morava em Floripa, uma galera, né? Floripa, o beat tênis é muito forte. Aí tem categoria A, que é o foda, aí depois é profissional, mas tem B, C e D.

Aí tava lá, beach tennis player. Aí eu disse, véi, tu nunca ganhou um real com beach tennis. Beach tennis salvou a minha vida. Tu morava onde? Na Capolândia era. Que vida ruim, véi. Prazer que o beach tennis salvou. Hoje já tem uma visão diferente. É melhor ser ruim no tênis do que bom no beach tennis.

É verdade. É melhor, pô. Lógico. Então é isso, velho. É sobre a possibilidade das tomadas de decisões serem mais assertivas. Então existe uma relação direta e proporcional entre alta performance física e alta performance empresarial.

Não tem pra onde fugir disso. Antigamente a gente não tinha essa consciência. Os empresários ricão passaram por uma fase tudo gordo. Existem fases que você vai trabalhar tanto que você vai prejudicar a sua saúde. Mas tem que prejudicar num ponto que não seja irreversível ou de um passo que seja muito complicado de voltar. Tipo, o meu sono pra mim é regrado. Mas não é sempre que eu consigo dormir bem. Mas tá tudo bem. Eu tô numa fase de fuder isso aqui agora pra ter outra coisa. Tem que ter uma deadline ali. Tem que ter um até onde dá pra ir, sacou?

Quando a gente conheceu, a gente conheceu lá em Floripa, a gente falava que você não trabalhava direito, né? Quando você mudou pra São Paulo, mudou muito? Muito? Esquece. Nossa. Não. Isso aqui respira trabalho, pô. Posso falar? Posso falar? Vai, vai, vai. Aí o Guto sempre aparecia, tava com umas bermudinhas, com a camiseta... Morava numa ilha, irmão. Bem caissara mesmo, tipo assim. Morava numa ilha, mano. Com uma regata presa nos shorts.

Ele falou assim, pô, Guto, você quer gravar com a gente aqui? Aí ele aparece, pô, claro, não tô fazendo nada, tava gravando o beat tennis, agora é pouco. Eu amo muito isso, velho. Sempre disponível, né? Sempre disponível, né? Aí eu falei, Guto, quando você... Que cara gente boa. Aí eu falei pra ele, ele falou assim, Guto, quando você vai parar de brincar de praia e vai trabalhar de verdade? Ele meteu a nessa pra mim, velho.

O Edel falava isso a mim e a... Você vai trabalhar de verdade? Quando você vai pra São Paulo? Aí ele vai dizer, ah, não sei, São Paulo, eu gosto daqui, meu estilo. Verdade. Cara, o Kaique... Cara, a gente marcava reunião e ele sumia. Ele tava jogando beach tennis, pô. Aí eu dizia que tava ocupado com outra reunião. Aí ele dizia que tava em reunião. Diz que reunião, porra. É verdade, verdade.

Cheio de areia, né? O ambiente, velho. Porra, acordava em Jurerê. Solzão aí. Bom demais. Eu ia o 10 da manhã. Vou nada, velho. Eu tô meio doente aqui hoje. Praia. Bom demais. Pô, a vida é foda. A vida é do caralho. Ganhava um dinheirinho massa pra morar numa mansão. Carro massa. Só que aí vem as responsabilidades, né? Foi quando soube que ia ser pai. É um negócio que a gente fala muito hoje. Pros mentorados da gente. Principalmente os médicos. O doutor Marlon tá aí. É sócio da gente hoje.

Começou como mentorado. O modelo de negócio que eu tinha era um automóvel de duas rodas. Errou uma bike. Se eu parasse de pedalar, quebrava, irmão. Qual é a segurança que minha família tem nessa porra? Qual foi o meu objetivo ao vir para São Paulo? Construir uma base de negócio que não dependa da minha performance o tempo inteiro ali aparecendo. Porque vai digital, vocês sabem. É doideira. Pô, vocês são um canal do YouTube e conseguem ter haters?

É louco isso, pô. A galera quer odiar só. Por quê? Porque a vida dela é só uma merda. Então ela tem que despejar ódio em alguém. Sabe? Pô, quando eu vejo a gente, acaba o podcast, os caras falando mal dos meninos, entrevistando. Que povo retardado. Os caras, gente boa, falaram super bem, mas tem que achar um defeito, tá ligado? Sim. Vou reclamar do tema. Esse tema em cima da mesa não deu pra ver vocês direito.

é o cúmulo. Então, assim, tem que ter uma performance mental e física muito boa pra lidar com isso. Então, quando eu vim pra São Paulo, foi mais ou menos por isso aí. Mas você regulou muito quando você veio pra São Paulo? É o quê? Você regulou muito quando você veio pra São Paulo? Não. O quê? Saúde? No começo, sim. Até eu achar o flow, sim. Então, hoje, irmão, por exemplo, a gente tem uma reunião 10 da manhã em São Paulo hoje.

Eu não vou. Bota online. Por quê? Porque às 7h30 eu chego no escritório, faço minha live e em 9h eu tenho o treino de jiu-jitsu, irmão. Eu não posso abrir mão disso, Kaique. Senão eu não ia estar bem aqui, não. Eu não performo bem. Então, se eu já sei quais são as atividades-chave que eu tenho que performar bem para que o resto performe bem, eu não posso abrir mão delas.

Agora, Guto, vai ter um episódio do PrimoCast um dia de sete da manhã, que não vai dar pra tu fazer tua rotina. É um dia só e é importante pra caralho? Beleza, dá pra abrir mão. Mas eu não posso fazer disso virar uma rotina. Eu sempre tô abrindo mão do que me faz ficar bem. Entende? Eu vi muito... Sobral falou isso uma vez. Perguntaram a ele como é que ele... Pedro Sobral, tá ligado? Sim, sim, sim. Como é que ele diferencia a rotina dele do trabalho. Ele fez minha rotina, é meu trabalho.

Porque os meus clientes esperam que eu esteja na minha mais alta performance. Então eu treino todo dia, eu durmo bem todo dia, eu me alimento bem todo dia. Por quê? Porque isso me faz performar bem, pô. Não tem como dissociar mais o digital do offline. É a mesma coisa. E a gente que tá nessa há mais tempo, a gente sabe que é de mentira já, né? Ah, sabe. Uma galera ficou pelo caminho e tenta hypar de novo. Só que a gente que se conhece fora da câmera, olha e diz, irmão, vai por aí, não que é merda.

que ela se ajuda já hoje. Sim. Então, não tem mais como de sol, não dá pra enganar mais. Já era, irmão. A gente sabe quem é de mentira hoje. Então, eu vim pra São Paulo, eu achei que eu ia sentir falta pra caralho de urerê. Senti zero, porque o volume de trampo aqui é tão grande que, pô, não dá tempo de pensar na praia. E aí, eu tava me sentindo mal do tempo que eu perdi. O cara, eu tava muito vagabundo, irmão. Tava mesmo. Tava mesmo. Calma. Calma. Calma, faixa marrom. Meu professor tá ali, ele bate você, viu?

Não, é foda, é foda. Mas, porra, o ambiente, né, velho? Mas pra mim foi sensacional. Sensacional. E aí, eu conversando com minha esposa, eu me dei cinco anos pra fazer essa performance acontecendo. E construí coisas que não precisassem da minha performance o tempo inteiro. Pô, eu tô há um pouco mais de um ano e a gente fez.

Então eu tenho quatro anos pra performar melhor. E não pra fazer o que eu disse que vai... Já tá feito, tá ligado? Isso é sensacional pra mim, velho. O quanto que a esposa ajuda o homem a ser próspero? Porra, fala aí, mano. Cara... Aí é doideira. Esposa e filho, irmão. O cara que ainda não tem um filho porque tá esperando ficar pronto, ele não entende qual é a transformação da vida de um cara quando ele tem um filho.

Aí ele fala, e onde vêm as pessoas? Olha o doutor Barlan. Eu queria, mas o Guto me deu uma mão de bomba, não dá agora. Guto me deu. Olha aí, galera. O médico tá aqui. Eu só levei ele até o médico. Opa, me fudiu. Agora não dá mais. Cara, eu... Eu devo a vida que eu tenho hoje ao meu filho.

Loucura, né? Tiagueira. Meu filho hoje tem 22 anos. Como assim você tem filho 22 anos? Eu fui pai com 17, irmão. Parece o que ele, Rosane? Ao caralho. É igual. Não, é igual. Você não tá entendendo, velho. Assim, aparentemente, no tênis não. No tênis não.

Cara, eu, quando eu soube que ia ser pai, eu larguei um monte de curso que eu estava fazendo aleatório, foquei numa faculdade, fiz supletivo para entrar na faculdade mais cedo. No segundo período, já estava trabalhando. Comecei a buscar muito mais do que eu buscaria. Eu poderia estar, talvez, hoje, sei lá, em 10% do que eu conquistei ou menos, cara. Não tenho a menor dúvida de que a melhor coisa aconteceu na minha vida. Foi da melhor forma?

Não. Mas, com certeza, isso tem um peso absurdo na vida de um homem. Os dois já tiveram... Eu tenho dois. O Lucas é pai de pet, por enquanto. Mas isso aí, seu exemplo, irmão, mostra muito do cara que você decidiu ser. Porque com 17 anos, o cara pula fora, é muito fácil. E entendível, tá ligado? Todo mundo ia dizer, ah, mas era só uma criança. Tá tudo bem. Mostra muito de quem o cara quer ser. Hoje em dia, os marmanjos com 20, 40, 30 anos, tá pulando fora?

Cara, você não tem ideia de como é legal, e o Guto já está visualizando isso, ele fala isso direto, como é legal treinar como é filho, cara. E você deixar de ter filho muito tarde, você não vai ter essa vivência. Não estou dizendo também para você ter tão cedo, também não leve ao pé da letra. Mas se você deixar para ter muito tarde, quando o teu filho tiver 20 anos, a diferença é muito grande. Sim, sim. Interessante isso, hein? Então, assim, o... O Lucão já está ali, é bom, compra sushi hoje.

vai, vai, vai vai que tem acabou aqui tá tudo tá uma passa é bom do nível e agora que ele se deu a noção de que eu existo né é porque tem um período antes disso tem um período meio ingrato ali né cara e aí a mulher fica puta com o cara mas o cara não tem o que fazer

A Bianca falava assim, você dá mais atenção pra Lavine do que pra Laura. A Laura não tem nenhum ano, ela nem sabe o que eu sou. É o cara de barba que me atrapalha. É o cara que às vezes me faz dormir e eu não gosto. E aí assim, por mais que ele tá numa fase de apego à Rebeca hoje que, véi...

Ele tá com a babava e a mãe... Você acaba de chorar porque quer a mãe. Beleza. Todo mundo fala... Filho é dois, cara. Um pai é um, com a mãe é outro. E aí eu faço questão, né? Às vezes a gente tá em evento, aí vai parar pra almoçar com o mentorado. Meu irmão, vou em casa ver João, se eu não vejo ele hoje. Pego o carro, vou até em casa, aí brinco com ele um pouquinho, volto pro evento. E agora eu tô na fase de voltar pra almoçar em casa, depois do treino, depois da musculação. E aí ele tá dando a sonequinha dele, ele acorda meio dia 15 ali, mais ou menos. Aí eu vou lá no quarto e acordo ele.

vamos levantar. Aí ele aprendeu a brigar. Ele vai... Aí vira pra mim, tira-se o peito e faz... E bota na boca e dorme de novo, tá ligado? Aí eu pego ele e boto no peito. Aí brinco de lutinha. Aí ele fala assim, vai passar minha guarda não. Aí eu já dou uma porrada nele. É muito irado isso. E aí você olha aquilo...

E eu vejo a doação de Rebeca nesse sentido. Pô, Rebeca é uma pessoa que saiu da casa dos pais pra ir morar em outro estado com um cara que pediu ela em casamento em um ano de namoro, irmão. Ou seja, eu não tenho dúvida do quanto ela é minha parceira. Sacou? Era muito fácil. Ela disse, tu é doida, acabou de se conhecer, pô. Não vou arriscar isso tudo. E quando se mudou pra Jureneu, eu disse, tem que mudar pra São Paulo agora. E ela...

Bora. E, pô, a grávida, pô, abrir o mundo do emprego, das amizades, é muito difícil pra ela. E às vezes eu não entendo isso também. E aí eu digo, pô, meu, eu passei o dia trabalhando, pô, meu irmão, tô sozinha.

Eu botei babá, mas não é isso que ela precisa. Sacou? Vou pegar o telefone da sua moeda pra mim. É isso. Ela precisa de amiga. E é normal isso, pô. Sacou? É normal isso aí. A gente que é pai e as moedas ficam se ferrando com o filho, a gente se entende. Tem que botar as moedas pra ser amiga. Tem que botar junto mesmo, velho. E de uma galera que é massa, entendeu? Então, assim, ela é parceira no nível, velho.

Tudo que eu construí até agora, assim, mais alto é porque eu olho pra ela e pra João e digo eu quero morrer tranquilo que vocês vão estar bem. E você pensa já em emendar outro já? A gente quer, velho. Já quer.

Nos dias que ela tá muito alegre comigo, ela fala, não, vamos fazer outro. Aí nos outros dias ela fala, não quero mais. Aí tá tudo bem, vamos começar. A Bianca agora colocou um shape, ela tá tipo assim, pô, amor, não sei se eu quero. Ei! Aí ela falou, não sei se eu quero. Tá bom, já tem dois, cara. Não, mas teve um profeta uma vez que falou que é três. A gente podia tentar. Tenta mais uma vez, vem gêmeos.

Esse é o problema, cara. A gente vai... Tá num prazo de cinco anos. Elas são bem próximas, essas duas novinhas que você tem. Uma de três e uma de um ano e meio. É, pô, dá mais um tempo. O prazo é cinco. Se em cinco a gente não tiver, aí eu vou lá no médico, corto fora, tudo certo.

tá certo tu corta fora o que? o pinto? não caralho caralho eu tô usando essa merda a gente falando eu não sei pra nada isso aqui não sai pra nada isso aqui corta a habilidade de procriar só o babalhão ainda fica de boa

O Guto estava falando de um período aí que ele estava um pouco mais soft aí, trabalhando um pouco mais... Fofo, né? Fofo. Mas mesmo assim, já era um cara bem sucedido, né? É que você está fazendo uma comparação com o que você é hoje. Existiu um momento na vida que vocês...

estavam do outro lado, assim, se sentindo perdidos, vocês não estavam... Cara, não eram prósperos, não conseguiam estruturar uma família, estavam num caminho errado. Aquela frase lá, tipo, o que eu tô fazendo na minha vida? O que eu tô fazendo? Vocês já se sentiram assim? Porque às vezes o cara tá assistindo a gente aqui e ele fala assim, pô, meu, mas parece que os caras já nasceram assim, estão prontos. Fala isso da gente. Fala isso da gente. 2021.

Eu morava em Jurerê. Cinco anos atrás. Agora, pô. 2021 pra 22. Eu entrei numa crise existencial, velho. Isso aqui não é vida não, pô. Você vai pra um lugar, galera, só fala merda. Sabe? Ninguém... Não tem uma conversa de business, negócio. Era os caras, aí eu peguei fulana. Aí, mulher, ai, que não sei o quê. Só coisa merda. Só me incomodar. Eu não conhecia a Rebeca ainda. Aí, em 22... Eu tava com quantos anos nessa época aí?

Eu tô com 41 hoje, faz as contas. Eu sou educação física. Eu tava com 35, então. 35, 36. Então, já é uma idade que você fica tipo assim, puta, o que que eu tô fazendo? É, tipo, tá ligado? Grana, ok. Nada, ah, tô rico pra caramba. Mas, pô, eu já andava perto da galera. Eu já era amigo de Anguier, eu já era amigo do Enda. O Rose eu não conhecia direito ainda, mas sabia quem era. Assim. Então, eu frequentava os ambientes dos caras, mas não tava lá ainda, sabe?

E aí eu disse, eu preciso fazer alguma coisa. E eu estava estudando muito comportamento humano. Foi quando eu me especializei em psicologia, ciências do bem-estar. Eu começava a aplicar essa porra em mim. Não faz o menor sentido eu usar para os outros. Então as minhas especializações, fora emagrecimento, foi para usar em mim. E eu comecei a aplicar. E aí veio uma frase básica. Ambiente é soberano.

O ambiente é soberano, ele vai moldar teu comportamento, teu comportamento vai moldar teu resultado. Se eu vou deixar todos os amigos pra trás, eu não vou mais andar em canto nenhum aqui. Eu fiquei, mano, sem andar com ninguém mais de Floripa, de Jureirê, sem ir pra balada nenhuma, pra eu ser uma pessoa diferente, velho. Aí foi nesse ano que eu disse, quer saber, eu vou fazer uma live. Dia 1º de janeiro de 2022. Fiz uma, duas, três, quatro, cinco, seis, emendei, pô, eu fiz 279 lives seguidas, sem errar um dia.

direto. Então me deu um ânimo diferente, porque eu tinha que me obrigar. Pô, não posso dormir tarde, já não vou pra balada, que eu tenho um live amanhã. Me comprometi. Eu começava a contar umas verdades na minha cabeça que me faziam prosperar e não faziam estagnar. Aí em janeiro de 23, conheci a Rebeca. Pô, fiquei com ela, nunca mais soltei. Junho de 24, pedi namoro. Dezembro de 24, pedi em casamento.

Foi assim. Mas, velho, eu tive que ter essa consciência, essa temperança, esse autocontrole de dizer eu não quero isso pra minha vida. Eu preciso ser maduro pra tomar uma decisão. Maturidade não vem com idade, irmão. Maturidade é uma decisão. E decisão é cortar. Quem eu tenho que cortar na minha vida, o que eu tenho que cortar e quais locais eu tenho que cortar.

Porque nesse primeiro momento, você não vai achar locais e pessoas novas. Você vai passar por um limbo solitário ali. Sim. E tá tudo bem. Tem que aguentar a onda, irmão. Porque daqui a pouco você se tornou outra pessoa que vai frequentar outros locais. Não é sair daqui e vir pra cá. E a galera que fala isso da gente, fala, ah, você vive numa bolha. Todo mundo vive numa bolha, só que a nossa é legal. Vem pra cá. É, você escolheu uma bolha ruim. Você escolheu uma bolha ruim. E tipo...

Eu acho que a vida, eu encaro assim, é uma constante furada de bolha. Só que toda vez que você passa pra bolha nova, você tem que ter decidido quem tá tudo bem ficar pra trás. Porque não é todo mundo que quer ir. É. E tá tudo certo. Aí vai ser pai, vai ser mãe, vai ser um amigo, vai ser sócio. A gente já nem só sócio, que é amigo nosso, mas tem meu irmão, tô indo pra outra parada. E esse cara dizer, cara, pra mim não faz sentido ir pra lá porque eu tenho esse outro negócio. Tá tudo certo, pô. Mas eu não posso deixar de ir. Sim.

Não quer dizer que você nunca mais vai falar com essa pessoa. Não saio, falo, tomo vinho, mas não é mais o momento, porque eu tô indo pra outro canto. Não é um canto melhor nem pior, é outro lugar. Que pra mim faz mais sentido. Então, pra mim é muito fácil levantar e ir embora, hoje em dia. Porque a minha visão de futuro sobre o que eu quero construir é muito clara pra mim. Entende? Então é muito tranquilo eu percorrer o caminho hoje. Coisa, hein, cara. E como é que faz pra construir essa visão clara? Cara, primeiro, o homem.

Ele... Guarda essas três letrinhas aí. É PPL. E aí, como eu vim de lançamento, PPL... Eu jurava que tu ia viajar agora. Mas eu sabia que tu ia. O homem tem que saber que ele tem a missão de prover, proteger e liderar. Se ele tiver essa noção e ele buscar isso, dificilmente ele vai ser um cara infeliz.

Porque o que acontece? No mundo que a gente vive hoje, as pessoas estão buscando... Ah, eu preciso ser feliz. Eu nasci para ser feliz. A minha vida gira em torno de ser feliz. Ser feliz é o que importa, né? É a frase que a galera fala. E, na verdade, quando você entende que você está nesse mundo enquanto homem para prover, proteger e liderar, então você vai buscar as habilidades para isso acontecer.

Como é que eu vou prover? Eu preciso ser próspero, cara. Como é que eu vou prover uma família? Ter filho não é barato. Já calculou quanto é ter filho em São Paulo? Meu Deus. É, eu nunca calculei, por isso eu tenho duas. Porque já está bem devido, né? Não precisa... A gente para de fazer umas contas bestas, tá ligado? Para, para. Cara, tipo, meu pai, quando vem para cá, ele olha no Google qual o mercado mais barato, ele dirige 20 minutos para fazer compra. Tem o mercado lá da minha casa.

Mas é a cabeça dele, eu não vou discutir. Mas eu não faço mais isso, irmão. Eu vou no primeiro mercado que eu vejo, tá ligado? Então, se o papel do homem é prover, ele precisa ter a habilidade de fazer dinheiro. Não tem pra onde correr. Ah, mas dinheiro não traz felicidade. Porra, é melhor você sofrer de um agai que você levou lá em Paris do que você... Eu não vou dizer porque o Guto tem uma cidade bem específica que o Guto sempre menciona aqui de São Paulo, que tem muita gente que mora lá, cara. Tem que ter cuidado com isso. Vamos parar.

É, porque tem um negócio do dinheiro também que traz umas facilidades, umas melhorias para a vida. Traz uma paz, né? Por exemplo, eu lembro que quando a Lavínia era bem bebezinha, ela caiu e, cara, por eu ter dinheiro, eu conseguia passar no Einstein, que era tipo assim, 15 minutos de casa, que é um faville. Se eu não tivesse dinheiro, eu ia ter que levar ela num hospital lá em Osasco, sei lá, eu ia ter que demorar muito para fazer isso. Ele usou a cidade também.

Eu sempre falo, sempre os osásicos, velho. Ah, que não sei o quê, eu vi o tumor em osásico. Irmão, cala a boca, porra. Falar de quem, velho? Mas o dinheiro ele traz uma facilidade que, tipo assim, cara, tem alguns confortos para você dar para a sua família. Exato. E não é só o conforto, é a segurança. Segurança, eu acho que é essa palavra. É a segurança, porque se teu papel é prover, não é só agora, é planejar o futuro do teu filho, o futuro.

Por que os casamentos acabam? Não é por conta do dinheiro, é a falta de intimidade com o dinheiro. Você tem que conversar com sua esposa, cara, sobre dinheiro, sobre quanto você ganha, sobre o que vocês vão fazer, qual o plano de vocês para os próximos 12 meses, 5 anos, 10 anos. As pessoas vivem uma vida meio que no agora, porque o Guto dificilmente vai acabar a sociedade comigo. Porque eu mostro para ele visão de 5, 10 anos, cara.

Verdade. Eu não digo, ah, o que a gente vai fazer esse mês? Não é assim, é pinto o cérebro. O que vamos fazer hoje? Cara, a gente tem um plano de 5, 10 anos. Verdade. Se esse plano de 5, 10 anos não fazer sentido, aí beleza, a gente conversa e cada um segue o seu caminho. Mas se a gente entende... Calma, calma. Já tá me dispensando no meio do podcast. Caralho, velho.

Tá acabando comigo ou você tá terminando? Começa assim. Você tem cinco anos pra mostrar resultado. Você tem cinco anos pra mostrar resultado. E final você tá fora. Caralho, vai arrumar outro sócio. Cinco anos é muito tempo. Caralho, velho. Assim, a partir do momento que eu tenho essa visão de futuro, não é só a empresa que tem que ter visão, não é só a empresa que tem que ter cultura. Muita gente fala de cultura na hora de falar sobre a empresa, mas esquece o que significa cultura. Cultura significa cultivar.

cultivar todos os dias. O que é que eu estou cultivando no meu casamento todos os dias? O que é que eu estou cultivando com meus filhos todos os dias? O que é que eu estou plantando todos os dias? O que é que eu estou adubando? Como é que eu estou adubando essa vida? Só que qualquer...

safra que você for buscar, não é um negócio que você planta hoje e vai vir amanhã. Demora, cara. Às vezes você mora um ano. Se for tâmaras, você nem vai colher. Vai ser outra geração que vai colher. Então, o cultivo é muito importante. O dia a dia desse cultivo pra você poder, todo dia, lembrar que você tem um plano. Pra onde você tá indo? Pra onde a gente tá indo junto? Então, as pessoas não têm essa noção. E aí, a mulher fica... E aí, a mulher fica...

Meu marido não é provedor. Então eu vou ter que começar a trabalhar. E ela começa a se mexer. Começa a querer trabalhar também. Irmão, a mulher é importante, principalmente se ela quiser trabalhar. É muito importante. Se ela quiser, ela tem que fazer o que ela quer. Mas se ela ficar trabalhando no pensamento de que se ela não conseguir dar conta, o marido não chega junto, esse que é o problema.

Então ela tem que trabalhar talvez para somar, ela tem que trabalhar talvez, deixa que eu pague essa viagem. Ela tem que trabalhar para dizer assim, deixa que essa bolsa aqui dessa vez eu compro, eu quero fazer um mimo aqui.

Mas os dois dividirem o fardo igualmente, isso tende a dar merda, com certeza, porque a mulher precisa de paz para ter libido. A mulher precisa estar relaxada. A mulher precisa estar tranquila. É diferente do homem. O homem, quando está estressado, ele quer... Ah, hoje eu vou dar uma. Hoje eu vou... A mulher não é assim, irmão. A mulher precisa estar tranquila. Precisa estar... É, eu concordo.

Então, tem gente que acha que é preliminar, começa ali no... Começa de manhã, como você trata sua esposa, como você passa o dia, o que é que você faz pra isso acontecer. Então, faz muito sentido pensar nisso e resolver esse problema. Por isso tu me estressa todo dia pra melhorar o meu casamento.

mas dinheiro tem uma relação muito direta com felicidade relação direta e proporcional, só que até um certo ponto porque o cara que ganha 5 mil começa a ganhar 25 o acesso dele muda muito mas o cara que ganha 200, começa a ganhar 200 e 25 não muda nada porra nenhuma, aí o cara tem que ter um autocontrole pra dizer, tá valendo a pena perder esse domingo de manhã pra ganhar 25 a mais? não, ele tem que saber dizer não é difícil dizer não pra 25 pontos lembrando de onde você veio não, ele tem que saber

Mas é aí que começa o jogo de verdade. Porque quando você já tem a segurança estabelecida, que é levar no Einstein, o plano de saúde, a segurança básica estabelecida, tipo, se der merda agora, eu seguro seis meses. Está de boa, está tudo certo. Agora o que difere é a velocidade que eu realizo sonhos. Sonho dá para esperar um pouquinho mais, pô.

Preciso comprar todos os relógios do mundo. Eu tenho uma regra comigo. Eu só posso ter ao mesmo tempo cinco relógios. E se entrar um real, tá? A menos do que o programado, eu vendo um relógio. Aí entrou. Eu prometei isso no outro mês, fez o quê? Cinco mil a menos. De uma palestra que eu fui, o cara pediu um desconto. Não era esse. Aí vem minha consciência. Vendo relógio.

Mas eu não precisava vender. Só que aí o autocontrole, é a coragem, é a justiça, é a sabiência de que... Ensinar pra minha cabeça que eu faço o que eu digo que eu vou fazer, pô. Sucesso é isso, pô. É fazer o que eu disse que faria. Aí eu fui e vendi. Tá aí, não. Brasileiro. Vendeu pra mim. Só que eu também fatorei 5 mil a menos. Foi o Roger que falou, né? Putz, cara. Os caras vão pagar 5 a menos. Eu acho que ele mandou 5 a menos pra eu vender o relógio barato a ele. Puta, passa o relógio aí, cara. Mas foi. Aí vendi outro, nesse mesmo princípio. Porque é legal isso ir acontecendo.

Porque, velho, eu vi um negócio na internet, eu gosto dos podcasts gringos, assim, que vem aquelas frases de coach meio merda, mas faz um certo sentido. O cara diz, velho, sucesso financeiro sobre coisas que você tem é o que é que eu teria se todo mundo achasse que era falso o que eu tenho. Eu brigaria pra ter aquilo ali, sabendo que todo mundo não tá nem aí pra mim, ou se ninguém soubesse o que eu tenho. Aí eu olhei pro meu relógio, pô, esse aqui eu caguei, vou vender. Aí vendi. Tipo, esse aqui, se todo mundo achasse que era falso, eu ia dizer, tá tudo certo.

Porque eu curto ter. Você gosta mesmo desse. Eu gosto pra caralho desse aqui. Então assim, porra, trabalhei pra caralho. É caro, tô pagando ainda. Acabou de chegar o boleto aqui pra pagar. Mas, mano, é uma parada que eu teria. Aí sonho material pra mim ficou assim. O que é que eu teria se ninguém soubesse que eu briguei pra ter? Aí eu vou atrás disso. Agora o resto, tô nem aí. Entendeu? Eu não preciso mais provar. Tô de boa. Às vezes ele bota os relógios que eu digo Ih, quebrou. Um caço do Silvio Santos de calculador assim, tá ligado?

É lógico que caro pra caralho ele já tem. Não precisa mais provar as paradas pra ninguém. É igual o faixa preta. Eu não preciso falar que eu sou bom de porrada, irmão. É só olhar pra minha orelha. Acabou, velho. Não tem que ficar provando mais. Mas a gente, quando começa a ganhar grana, o emergente precisa mostrar alguma coisa. E aí vem...

Uma coisa que é muito importante. Dentro da psicologia positiva, existe uma virtude chamada de transcendência. E a transcendência dentro de lá tem uma força de caráter chamada de apreciação ao belo. A gente aprendeu a vida toda dizendo que beleza é subjetivo, né? Não é.

A sua capacidade de apreciar o que é belo é que pode ser maior ou menor. Ou seja, a sua capacidade de apreciar que é subjetiva. O dinheiro, quando me traz mais acesso, me dá uma possibilidade maior de mais cultura, mais inteligência, mais conteúdo. Quando esse dinheiro vem muito rápido, que é o que a gente vê na geração de hoje, essa capacidade de cultura não acompanha. Aí eu preciso botar um pingente dourado desse tamanho no pescoço para dizer cheguei. Eu preciso andar todo de Gucci para dizer consegui. Para para ver quem é rico há 10 gerações, como é que se veste? Como é que anda? Pô, a gente fez o vídeo.

com as... Pubasse. Com o Bentimol. Com o Bentimol. E aí? Como é que os caras... Os caras estão bem aí, mano. O cara relógio de garmin, tênis que eu dei pra ele aqui. Ele está com o Raze. Entendeu? Não, eu trouxe mais uma... A capacidade de apreciar o Belo é que é subjetivo. O Belo é Belo. Fim para... E o carro dele era, sei lá, 2024. Era um bom carro, mas era tipo assim, era um carro pra...

Tudo que a gente viu, o padrão de vida dele, o padrão de vida dele, tipo assim, ele tava vendo que nem me digo. Porque ele tem de dinheiro, ele tava vendo que nem me digo. E a gente conhece gente com muito menos dinheiro que a gente fala assim, mano, esse cara é louco, esse cara tá dez vezes alavancado. É que eu acho que ele, ele não...

ele não estava ostentando, né? Uma caçadinha de normal. Tipo assim, pô, você vê que ele tem os looks dele de roupa, né? Sim. Camiseta da XP. Mas aí uma provocação. Não, mas ele tinha um relógio que custava uns 200 mil reais. Jogado num... Eu vi, eu vi. Num cinzeiro lá. Eu vi.

Agora essa pedra aqui do Everest. Eu não estou dizendo que ele não seja assim, até pelo estilo de fala dele, é muito comedido, é muito de boa. Ele é um cara extremamente analítico, ao meu ver. Eu preciso analisar muito antes de tomar uma decisão. Eu sou muito controlado. Mas, cara, faz parte também... Se esse cara estivesse andando de Vacheron, já tinha uma porra toda, a galera ia achar o quê? Se falou, uma puta roubando o meu dinheiro.

Aconteceu agora. Porque a galera fala merda já de todo jeito. Se ele mostrasse o que ele pode ter, que seria justo ele viver isso, ia ser um tiro no pé. Mas eu acho que como ele já é de um berço... É uma construção muito grande, que tem 25 anos de legado, empresa e tudo mais.

Ele já não precisa mostrar isso em qualquer lugar, entendeu? Ele não gosta. Ele deve usar esse relógio, mas quando ele tiver um evento específico, ele vai estar usando isso. Não quando ele vai comprar pão, não. Ele deixa ele usar o relógio de... É. Não é o Guto que treina de Rolex, né? Ele vai de jato para os lugares. Mas não para um lugar que ele fala assim, não, pô, mas é meia hora de casa. É um jato para meia hora de casa. Quer comprar, Bestebol? Pode ser seu. Aí, ó.

A gente que tem muito contato com uma galera, a gente vê que uns caras muito ricos, bilionários, que é uma coisa mais construída a longo prazo, o cara não ostenta. Ele usa, mas ele não ostenta. É engraçado, entendeu? É porque faz muito... Meu irmão, faz parte do cara, né? Imagina que a gente está conversando agora com alguém que ganha um salário mínimo. Ou menos que isso. E a gente dissesse, não, pô, eu te levo no meu carro.

É igual uma amiga minha que dizia, eu te levo no meu helicóptero. É a vida da pessoa, não é a ostentação, pô. É a rotina dele. É natural, né? É natural, a rotina dele tem aquilo ali, pô. A rotina dele tem também de botar um brinco que é 5 milhões de reais, velho. Mas faz parte da rotina da pessoa, tá ligado? Sim, sim. É foda isso. Mas eu acho que não é dele.

E eu não acho que ele faz isso pra não ter uma reflexão negativa. Mas, pô, o cara que se priva de desfrutar as coisas pra não dar uma impressão real da posição deve ser uma merda a vida do cara. Às vezes a gente esquece de perguntar à pessoa se ela quer, né? Porque a sociedade vai impondo que nossa, pra você sentar numa mesa tem que estar de rolar. Esse cara é o maior babaquice do mundo. É verdade. É o maior babaquice do mundo. Se você não gosta de relógio, irmão, não compre relógio. Não compre. Porque isso não abre porta nenhuma.

Hoje, para você diferenciar um Rolex realmente bem feito, estruturado, de primeira linha, falso, de um normal... Elevado o cara. O cara tem que abrir o relógio. Isso não vai abrir porta nenhuma. Isso é o maior babaquice do mundo. Agora, esses caras que já faziam há muito tempo, eu entendo. Cheguei no nível de sabedoria. Aqui é onde eu entro o pilar de sabedoria. Eu não preciso mostrar isso para alguém.

Cara, eu sou o cara que construiu um negócio de alguns bid e dólar. Mas seria muito engraçado, né? Se um cara bid e dólar só andasse com o relógio falso. E ninguém ia falar nada. E ninguém ia falar nada. Claro que não. Mas existe uma frase no mercado sobre isso. Que o relógio falso depende do braço de quem está. É. Mas isso é bem ridículo. Porque a questão do relógio e de carro também.

Depois que você consegue acessar e você tem sabedoria pra entender o maquinário de um relógio, eu tô aqui com um relógio que tem um turbilhão. Porra, o turbilhão tem toda uma história. E aí você pega e diz assim, cara, eu gosto desse assunto. Eu coleciono porque eu gosto de fato. E eu coleciono porque se eu precisar, eu sei a quem vender, eu sei qual é o mercado que compraria ele. Tem gente que fala, você comprou um relógio de 500 mil reais. Amanhã, se eu precisar, eu consigo vender esse relógio.

E às vezes eu consigo até ter lucro em cima dele. É até engraçado que nossos mentorados acabam comprando relógios meus e do Guto. Pô, tu tá prosperando, tá na hora de ter um relógio? Não, cara, pô, vou comprar um relógio teu. Verdade. E quando eu venho, eu ganho ali 10%, 20% e o relógio me desapego dele. Porque a primeira coisa pra você ter coisas como relógio, como carro, é não ter apego, irmão.

Se você comprar, ah, eu consegui chegar lá e comprar um relógio. E no dia que você precisar vender, você está apegado a ele, então a sua sabedoria está zero. Sabedoria é, eu possuo o relógio durante o momento. Se acontecer alguma coisa, o relógio tem liquidez, eu posso vender esse relógio, eu posso realmente realizar e ficar tranquilo. Agora.

Tem que saber comprar, porque tem umas bombas que se você comprar, você não vende depois, nem pela metade do valor. É porque eu acho que a comunicação do relógio não é o relógio, é tu entender do que tu tem no braço. Que relógio é esse? Sei não. É Rolex. É relógio caro, qualquer um compra. Sim ou não? Qualquer um com dinheiro compra um relógio caro. Agora, entender daquilo ali, gostar daquele assunto. Por exemplo, quer ver uma habilidade que supera dinheiro, relógio, shape, qualquer coisa e domina qualquer mesa? Idiomas.

Tu é bilionário, tu tem o shape foda, tu tem os relógios mais caros. Eu falo sete línguas. Todo mundo olha pra mim, irmão. É outro game. É outro game. Por quê? Porque minha capacidade comunicativa foi pra sete lugares diferentes ao mesmo tempo. Quando eu falo de relógio, eu falo de relógio. De dinheiro, de dinheiro. De shape, de shape. Sete línguas? Esquece. Eu comecei em inglês e francês agora. O inglês eu já falo, mas comecei em francês agora. Eu quero ficar fluente, irmão. Depois eu quero fazer outra língua. Porque isso eu percebi que domina o mercado.

E agora ferrou, né? Sim. Agora ferrou. Mandarim. Próximo. Tem uma coisa que ferra muito a galera aqui. O cara fala assim, cara, preciso ficar próspero, preciso ganhar dinheiro, então... Vou mudar para Alphaville e tal, vou abrir um negócio, não sei o que lá. Não mude, não venha, não pare para ninguém. O cara cai no anúncio do networking Alphaville. Calça na canela, porta gigantesca, Porsche verde.

No começo era assim, velho. No começo era complicado. Aí o cara quer, putz, eu preciso disso, vou abrir um negócio, vou juntar com uma galera. E às vezes ele cai numa enrascada de, pô, escolher o sócio errado, entrar numa enrascada, numa furada. Pensando que vocês são sócios, tem vários negócios juntos aí. O Holder é sócio de pelo menos mais umas 400 empresas, né? Como que vocês passariam um conselho aqui pra galera pra escolher o sócio certo, entrar no negócio certo pra prosperar?

Cara, a primeira coisa é caráter. Não só pra sócio, mas pra contratar também. Porque a habilidade se desenvolve. Então, o sócio que não tem caráter, ele vai passar a perna em você em algum momento. Isso é assim, é só esperar. Vai chegar algum momento que esse cara vai lá e vai te passar a perna.

Então, se ele tem caráter e ele tem também habilidade, porque não adianta ter... E aí você diz, não, mas eu tenho dinheiro. Dinheiro é habilidade, irmão. Para você fazer esse dinheiro, você precisa de uma habilidade muito importante. Então, ou eu tenho habilidade ou eu tenho a grana para investir como sócio. Beleza, vamos trazer esse cara.

Esse é o primeiro passo. O segundo é, esse negócio faz sentido? Então, para a gente, o negócio precisa ter uma margem muito boa. Dificilmente eu entro em negócio hoje que não tem uma margem alta, porque a gente, de fato, conhecendo o digital, é difícil você ter qualquer outra coisa que vai ter a margem que o digital tem. Então, qualquer negócio que seja físico, a gente busca uma margem que seja parecida com o digital. Por quê? Porque é algo que, de fato, se você errar uma vírgula,

Pode dar errado. Eu conheço... Meu pai teve esse mercado a vida toda. Irmão, esse mercado é 3%, irmão. No bom. Você imagina você ter 3% do negócio. Se um funcionário seu errar o preço de um produto, te quebra no mês. Tem noção? Doideira. E aí você tem... Por exemplo, um sócio seu, ele tem que ser bom, e alguma coisa você enrola. Tem que ser complementar. Todo mundo faz a mesma coisa.

o que é que de bom vai ter na sociedade? Então, o cara ser complementar é muito importante. Então, a gente se complementa muito em vários aspectos. O Guto é um comunicador exímio. Eu sou um cara mais do background ali, um cara mais do bastidor. Então, eu estou fazendo um papel ali mais perto de um CEO. Ele está fazendo um papel mais próximo ali do cara que está entregando. Hoje, dentro dos nossos produtos, eu também entrego, mas o meu perfil é mais...

de cozinha, de arrumar a casa. O perfil dele é mais externo, é mais de ir pra fora. Cada vez que ele não tá no escritório, eu poderia pensar assim, caralho, o Guto não tá no escritório de novo. Mas aí ele chega e fala, ó, fechei o negócio. Eu vou reclamar por quê, irmão? Sacou? Então, às vezes, eu tô no domingo, ele nem sabe, tô no domingo ali trabalhando pra caralho, nem digo, pra ele também nem dizer assim, caralho, mas eu não tô trabalhando, foda-se. Ele vai ali numa conversa e traz uma empresa pra gente.

Então, é uma habilidade que é importante. Demais para o negócio. Então, para mim, seria isso. Para você, Guto, que seria importante. Meu irmão, é decisão de escolha. Sabe? É igual sociedade na minha cabeça. E uma galera vai discordar. É tipo, imagina todo dia tu chegar em casa e pedir para ver o celular da tua mulher. Que porra de vida é essa, irmão? Eu não peço para ver uma conta da empresa, porque eu já decidi que eu vou confiar nele.

Se eu tiver... Agora, irmão, manda só um brief aí, porque ele é humano. Pode errar também. O financeiro pode errar também. Agora, desconfiança. Eu não quero viver assim não, irmão. Eu prefiro ter paz. Então, eu escolho não me estressar com esse tipo de coisa. E vou focar no que eu sou bom de focar. Porque senão eu começo a contar umas verdades na minha cabeça.

Eu digo, fudeu, pô. Caralho, e agora? O que é que vai acontecer? E aí, porra, aí Roser viajou. Aí, cara, se ele for fechar um negócio, será que ele vai fechar comigo? Vai fechar sem mim? Meu irmão, que merda de vida é essa? Que tua mulher não pode ir na academia. Será que ela foi mesmo?

Isso não é vida, irmão. Então a galera vive hoje no nível de estresse justamente porque sócio não é um cara que só vai te levar pra um lugar melhor. É um cara que vai te levar pra um lugar melhor do jeito que vocês combinaram que devem ir. Porque eu acredito que todo mundo consegue ficar rico, irmão. Como ficar é que pra mim é mais importante. Como ficar. Eu podia estar agora anunciando um bet pra todo mundo o que eu recebo de proposta. Só que pros meus princípios, isso é errado pra caralho, pô. Pros meus.

Sacou a parada? Para os meus princípios. Como eu quero viver a minha vida. Eu acho errado. Acho errado pra caralho OnlyFans. Acho errado e falo. Isso é coragem de posicionamento. Acho errado, não me envolvo, não me associo. Uma marca de suplemento famosa aí veio me contratar. Durante a reunião eu disse, irmão, tudo bem, mas eu não gravo com prostituta. E na sua marca tem muita.

Aí, pô, Guto, mas a gente tem que fazer cross de conteúdo. Eu não gravo. Não fechou o negócio. E pra mim tá tudo certo. Porque, velho, o empresário é conseguir dizer não, perder o dinheiro e dormir em paz. Isso, pra mim, é ser um bom empresário. É estar na pressão e aqui, ó, dormir em paz. Por quê? Porque eu defendi o que é mais importante. Eu tô disposto a perder dinheiro, criar inimigo, perder amigo e perder familiar pra defender como eu quero viver a minha vida. Entende? São esses meus princípios e valores. E aí fica muito fácil tomar decisão, pô. Sim. Muito fácil, pô. Escolher como eu vou viver. É isso aí.

Cara, como eu acho que eu só fui sócio de uma empresa, que eu sou hoje do Grupo Primo, eu nunca tinha parado pra pensar nisso. Porque os caras me mandam... Eu confio 100%. Melhor coisa que você faz. Eu nunca pensei em... Melhor coisa que você faz. Agora, tem umas red flags. Tu olha ali de caralho. Será que dá pra... E às vezes eu vejo o red flag que ele não vê, ele vê que eu não vejo. Ele chega pra gente e diz, irmão, eu acho que esse cara vai fuder a gente. Mas por quê?

Mas eu já decidi qual foi a primeira decisão. Eu confio nele. Pô, talvez ele esteja vendo uma parada que eu não tô vendo. Eu disse, não, beleza, então. Aí, às vezes, eu chego pra ele, meu irmão, tu tá vendo isso aqui de uma forma diferente. Ele que caralho é mesmo. Já deu merda já? Já, pô. Já. Bom que deu merda rápido. É, foi a merda rápida. A gente contornou, assim, brilhantemente. Não, a gente foi foda, irmão. Foi, tipo, meio milhão de reais de roubo.

E a gente ignorou esse princípio do caráter. Porque a gente tinha tudo para dizer. E era uma coisa muito clara. A gente tinha tudo para dizer. Realmente, não vamos entrar. Não vamos entrar, exatamente. E por alguma razão, a gente não olhou para. A gente é muito bom. A gente conhece muita gente. Às vezes eu olho e falo assim... Você é pilantra. Esse cara é golpista. Picareta, né? É, esse cara é picareta. Não sei, mas é melhor a gente dar uma olhada. Você viu o Thiago e o tamanho da casa dele? Acho que ele não está dividindo em três com nós, não. Melhor a gente dar uma olhada.

pelo menos um jogo de alterna o Thiago ele tem uma bondade tão boa dele assim que a gente direto ajuda tu já me contou algumas coisinhas não vai isso, é estranho já teve gente que eu briguei feio mesmo, não dá teve uma galera que chegou aqui do nada tu me contou isso uma vez

Então, tipo assim, o Thiago é muito bom coração pra algumas coisas. E é bom essa parte de sócio que, mano... Tem que ter uma percepção de tipo... Não é nem de maldade. Mas, pô, eu já passei por esse perrengue. Gato de caldade tem medo de água fria, irmão. Quando você olha o mesmo sistema, se forma, você olha e tem uma fuleiragem aqui, ó.

Liga um alerta e deixa o alerta ligado. Não precisa não falar com a pessoa, mas, porra, falou uma, falou duas. Dá uma corda. Cara, já teve várias reuniões que eu e o Lucas estavam juntos, aí o cara começa a falar assim, aí a gente fala assim, puta que parou, vou ficar uma hora aqui pra esse cara falar um monte de mentira pra mim, vou cumprimentar ele e vamos embora. Foda. É, vem isso aí, velho, vem isso aí. Sabe uma coisa que eu gosto de fazer logo no começo? Vamos fazer alguma coisa nova com alguém, vamos? Frustra o cara.

com uma pequena coisa, intencionalmente, e vê como é a reação dele em relação à frustração que tu causou. Se for desproporcional por pouco, irmão, imagina quando for por muito e por dinheiro. Frustra. Combina uma coisa e não faz. Coisa pequena, que não vai foder o negócio. Pra ver como ele reage. Isso é importante demais, pô. Porque é como o cara reage a um vacilo teu que vai determinar como vocês vão em frente juntos, pô.

Se o cara reage de maneira desproporcional a uma coisa que tu diz, pô, eu não quero mais não fazer isso. Vamos pensar em outra coisa? Pô, não gastou dinheiro, não gastou tanto tempo. Não teve nada, é só pivotar. E o cara surta. Ih, irmão. Imagina que não tiver milhões na mesa. Esse cara vai me fuder, pô. Sacou? Tá doido. Então, intencionalmente, dá uma frustrada ali, eu faço isso direto. Faço isso direto. Pra gente encerrar aqui, a gente fala um pouco de sabedoria também. Quem que foi o cara mais sábio que vocês já conheceram? E por quê?

Tirando a gente, né? É, não pode falar a gente. Porra. Cara, é porque eu escolhi uma pessoa, eu vou desonrar várias outras. Mas eu vou seguir a minha intuição. Foi a primeira que veio aqui agora. E é um cara que me ensinou muita coisa no sentido de como escolher viver, como desacelerar, para onde ir. Que é um cara que eu amo assim, de pachouca, Murilo Gan, irmão.

Ah, o Murilo não. Cara, eu gosto do Murilo de uma forma inexplicável. E eu não sei como é a relação de vocês com ele, mas ele manda pra mim, irmão, te amo, saudade. Foi um dos primeiros caras que divulgou o Primorcast. Aí quando eu respondo, ele tem dois anos pra responder de volta, que é no flow dele, né? Acho que foi o primeiro cara grande que divulgou o Primorcast. Cara, o Murilo, eu conheci ele quando ele fazia o Reaprendizagem Criativa. Eu fui da turma três ou quatro. E ele abriu pra afiliados. Eu disse, pô, eu vou divulgar esse cara. Eu nunca pensei em ganhar grana, porque eu já ganhava grana.

E eu divulguei. Eu vendi tanto que ele... Quem é esse cara, velho? Quero me conectar com ele. Pô, isso em 2015, 2016, eu acho. E a gente foi para o RD Summit junto, que ele era apresentador do RD Summit. E ficamos amigos pra cacete. Foi para o aniversário da filha, da Tina dele já. Isso muito... Foi para o meu casamento. Então, ele é um cara extremamente sábio e à frente do tempo.

Quando você para para ver, o Murilo criou o iFood quando não tinha internet. Era no fax. O Murilo começou a falar de criatividade há 10 anos. Criatividade está sendo como uma das principais coisas usadas agora. Ele já falava disso. O que o Murilo está falando agora antecipa a crise, irmão. Vai acontecer daqui a uns 5, 6 anos.

Então, está muito à frente do tempo. O Schopenhauer diz que bom é aquele que acerta um alvo que ninguém consegue. E gênio é aquele que acerta um alvo que ninguém está vendo. Eu acho que o Murilo é muito gênio. Muito bom. É, o Murilo é incrível. E você, Roser? Quem você tem aí em mente? Cara... Não vai ser dessa vez.

Se a gente for falar de sabedoria, eu tive um sócio, meu segundo infoproduto, ele é de Recife, o nome desse cara é Sávio Neiva. E o Sávio, ele tinha um nível de sabedoria e eu tenho talvez um espírito velho que eu tenho uma amizade com. Do nada! Senta aí, senta aí. E aí? Tudo bem? Deixou o negócio na sua mesa lá. Você deixou? Claro. O Sávio tinha uma boa alma para deixar o botão dele.

Não deve ter nem o Kaique nem o Lucão. Pode ter deixado um negócio legal. Inclusive, no começo da semana eu fui lá na sua sala e peguei um pacote de Whey para mim. Eu tirei alguma coisa, não coloquei alguma coisa na sua sala. Você não pode fazer. Você precisa depositar algo também. Não é só retirar. Então depois eu dou alguma coisa lá. Tem umas dicas. E aí, como está a resenha? Está maravilhosa. Já trincou os meninos. Estão bem, não estão?

Então melhor não. O Lucão, ele virou uma arma branca agora. Tô sabendo. O problema é que ele quer me bater agora. Não pode falar pra dele. Eu trouxe meu professor. Não tem como ele me bater agora. Trouxe o cara e ele vai me direto, só ando com ele. A gente tava na pergunta aqui. Qual que é a pessoa mais... O cara mais sábio que você já conheceu na vida? Nossa, cara. Sério? Primeiro, o que vocês responderam? Não posso falar.

Sério? É, senão você vai copiar. Na vida inteira? Sim. Cara, eu... Tem um cara que eu conheci, mas antes dele eu preciso contar a história de alguns dos mais sábios que eu já conheci. Posso contar? Tem cinco minutinhos? Lógico, claro. Você chega causando o podcast aqui? Não, não. Depois o Roger continua dele. Sinta-se em casa. Fica de conta que é nosso. Cara... Tem até um tênis para terminar depois aqui. Porra!

Caraca, animal demais. Cara, assim, eu tive um grande... O maior privilégio que a fama me deu foi poder acessar pessoas muito mais incríveis do que eu. Pessoas muito sábias. Como nesse podcast, a gente conversa com a galera e vai aprendendo sobre várias áreas. Tem mentoria toda semana aqui. E de todas essas pessoas, duas que eu sempre fui muito fã, sempre foram, cara, Flávio Augusto e Graham Bestemol.

Porque o Flávio, a minha história com ele é que antes de eu conhecê-lo, ele tinha um livro que ele escreveu que se chama Geração de Valor. E aí uma vez eu estava na praia e eu li esse livro. Era Geração de Valor 1, era um livro de desenho, lembra? E aí eu lendo isso, falei, cara, aquele animal faz muito sentido. Aí eu aprendi o que era equity.

E aí eu entendi que eu estava fazendo tudo errado. Porque eu era um assessor de investimentos na época, tinha cinco caras na minha empresa e a gente pegava o contador, dava R$500,00, dividia por cinco. Aí a secretária dividia por cinco. Aí o café dividia por cinco. Então tudo dividia. E tudo que a gente ganhava no mês, a gente tirava para a nossa conta.

Então não era uma empresa, entendeu? Então a gente não estava construindo nada. E aí quando eu li isso eu falei, entendi. Aí eu voltei, mudei tudo e falei, a gente precisa dividir agora as funções. E aí a gente começou a separar funções. Não era todo mundo que fazia tudo, a gente começou a separar por áreas. Então tinha a área de cold call que ligava, a área de hot call que fazia reunião e a área de atendimento que atende o cliente.

Então a gente criou um processo em cinco meninos e aí naquele ano a gente foi o escritório que mais captou dinheiro no Brasil inteiro em cinco meninos muito jovens. E aí mais pra frente eu vendi esse meu escritório por três milhões de reais na época e atingi minha liberdade financeira com 26 anos. Por que isso aconteceu? Flávio Augusto.

porque eu aprendi o conceito de equity e de escala com ele. E aí eu lembro que depois eu entrevistei ele e falei, cara, eu vou entrevistar o Flávio Augusto no estádio dele em Orlando. Eu estava, sabe? Impossível isso acontecer. Eu virei muito fã dele. E aí, quando eu vendi o escritório, eu virei sócio da XP.

E aí eu comecei a conhecer mais o Benchimol. E a primeira conversa que eu tive com ele também foi aquela conversa meio... Caraca, o Benchimol, que coisa louca! E aí eu conversei com ele e ele era muito diferente, dava conselhos diferentes. E aí comecei a trabalhar muito, comecei a dar muito resultado, comecei a fazer lançamentos digitais. Cara, fiz o primeiro errado, o segundo tomei prejuízo, o terceiro fiz R$600.000.

Quarto lançamento fizemos mais de milhão. E aí a gente já estava junto, você também, inclusive. E aí a gente fez mais de 10 lançamentos seguidos, fazendo mais de 10 milhões de reais de resultado, sem gastar nada em tráfego.

Porque a gente era muito bom em audiência orgânica, lembra? Bons tempos. Fizemos TV. Você sabe que é 16, 17? Eu acompanhava as lives 5 da manhã ali. Por aí, não é? Era muita gente, irmão. Era muita gente, cara. Sempre tento orgânico. E aí começamos a ganhar muito dinheiro, começamos a crescer. Cara, comecei a crescer na XP, viri um dos 30 maiores sócios da XP, fazia parte do grupo de controle da XP e fizemos IPO.

também ganhamos dinheiro. E eu olhei para o Benchimol e falei, caraca, esse cara é muito foda também. E aí eu comecei a criar uma figura de cara. Essas daqui são as duas figuras que eu mais admiro no mundo dos negócios no Brasil, só que são completamente diferentes.

Completamente. Completamente diferentes. Um tem a cabeça de... Cara, não. Esquece. O negócio é para vender. Tudo que está construindo é para vender. Não importa. É para vender. E o outro é... Está louco. Não é para vender nem a pau, cara. Constrói o negócio lá para frente. E aí, olha. Quem ganhou mais dinheiro? Bem chamou a construir um negócio que vale, sei lá, 60 bilhões. O Flávio ganhou dinheiro, ganhou bilhões algumas vezes. Então, os dois estão muito bem sucedidos. Até eu conversando com um amigo meu e falei, você precisa tomar uma decisão. Quem você quer ser?

você tem que ser ou esse cara e ou esse cara. E eu tive uma decisão, eu tive que tomar essa decisão. A gente tomou junto, numa lousa. Porque, cara, acabei ficando muito amigo dos dois, pessoalmente, pessoas que eu admiro muito. E aí, um me chamou para fazer um negócio. E eu falei, caraca, dá para eu ganhar bilhão.

Aí eu levei para esse outro. Ele falou, não, não, faz aqui. Eu falei, caraca, dá para eu ganhar bilhão. Aí o outro veio e falou, não, faz aqui, faz aqui. E eu me vi no meio da discussão de ter que escolher entre os dois maiores ídolos no mercado de negócio para mim. E era uma decisão que não era trivial. Aí, para aí, o Tiago chama todo mundo numa sala que a empresa era o board.

Tiago, Kaique de 24 anos, Lucão de 24 anos, Hugão de 19 anos, Gui de 22. Esse era o nosso board. Esse era o board. E o Tiago contando essas duas coisas. A gente fala assim, meu Deus do céu, como que o Tiago vai resolver esse problema? A galera com mil reais na conta, como é que eu resolvo para onde eu vou de bilhão agora?

É isso. E a gente lá... Só que aquilo que a gente construiu lá atrás aconteceu agora há dois anos, né? Em partes. Então, assim, essas são duas das pessoas mais sábias que eu já conheci no mundo dos negócios. Em cada área, eu acho que você exige um tipo de sabedoria. Mas, recentemente, eu conheci a pessoa mais sábia de todas. Opa. Cara, aqui, eu não falei para vocês. Eu estou super apaixonado pelo mundo de colecionismo.

Então, é um mundo que, para quem não conhece o que não gosta, parece uma coisa louca. Muito. Uma carta foi vendida por 16 milhões de dólares. Eu vi o vídeo e ele é doido. Cara, é muito louco. Eu vi ele é maluco. É, mas que nesse caso ele ainda é ser maluco. E aí a gente conversou, fiz call com ele, é o A.G. Scaramucci e tal. Mas aí, enfim, no meio desse mundo, eu entendi que existem várias empresas que fazem graduação de cartas.

que é quem pega a carta e dá uma nota para ela. Uma carta sem graduação pode valer às vezes 10 mil dólares e uma carta graduada pode valer um milhão de dólares. Então é uma diferença muito grande. São empresas muito grandes lá fora e uma dessas empresas que eu conheci chama Tag, que é um incumbente novo que está vindo com tecnologia. E aí eu fui para a Califórnia e fiz uma reunião com o fundador, o Steve Cass. E esse cara tem 79 anos, mano.

79 anos? 79 anos, cara. Mas ele não parece. E eu fiz a reunião mais longa da minha vida. Parecia um podcast com o Rodrigo Silva. Só que o maior podcast que a gente já fez aqui foi o com o Rodrigo Silva e durou quase 7 horas. A minha reunião com o Steve Cass durou 14 horas. Ah, mentira.

Eu nunca vi isso. 14 horas durou a reunião. Eu nunca vi isso. E aí é um cara de 79 anos, já fez IPO, já fez várias operações lá fora e tal. Eu lembro que eu fui falar com o Fernando. Aqui um dia eu falei, Fernando, eu acho que esse é o cara mais especial que eu já conheci no mundo dos negócios. Tipo, eu nunca conheci alguém assim. Então, para mim, ele é o cara mais sábio que eu lembro de ter conhecido na área dos negócios.

É, cara, é muito legal. Se um dia quiser participar do PrimoCast aqui... Esse bicho é bom do Storytelling. Eu não preciso trabalhar com isso. Tem um potencial gigante. O cara tem um potencial gigante. Os caras me expulsaram do PrimoCast. Os caras querendo ir pra casa dormir e tipo aqui. Vai mudar o podcast agora. Você vai ficar aí depois que eu falo com você. Coisa séria.

Porra, do nada. É o climão que tu fez, bicho. Porra, nada a ver, né? Porra, velho. Coisa séria. Não, o Kaique vai comigo. Coisa séria, né? Ah, é verdade. Coisa séria. Não, então é resenha. Eles têm gatilhos para conseguir falar comigo já. Na verdade, eu vim puxar eles para gravar um vídeo. Ah, você quer gravar o vídeo do... A gente está marcado às quatro horas agora. Você quer gravar o vídeo do PCA? Vocês que estão atrasados. Que é um vídeo, Guto, assim, quando a gente... Sabe a história que eu falei agora do Benchimol e tal?

A gente acabou tomando uma decisão junto de que a gente iria acabar construindo o negócio. A gente acabou falando um para os dois depois. E a gente montou o grupo primo. E aí, a gente tinha um combinado de a gente vai crescer, a gente vai vencer, a nossa empresa vai valer bilhão.

E aí a gente fez uma rodada há quase dois anos. Onde a gente foi avaliado em mais de bilhão e a gente vendeu 17% da nossa empresa. E aí quando entrou essa grana, eles são sócios, obviamente, mas não eram tão sócios assim para capitalizar tanto nessa venda. Então a gente pegou e eu fiz um cheque de um milhão para cada um. E aí a gente fez uma conversa aquele dia, a gente gravou do que eles iam fazer com esse dinheiro. E eu falei, galera, faz isso com o dinheiro.

E o vídeo de hoje agora é para pegar e questionar se fizeram isso ou não. Que risada, caramba.

Vende a Porsche. Esse é o vídeo que a gente vai gravar agora. O Kaique comprou aquele relógio do Patrick e Bob Esponja. Porra, Fabio, que relógio. Pô, vamos lá. Irado, velho, irado. Mas não vai dar mais tempo, cara. Tinha que ser às quatro. Às quatro e meia eu tô me mudando. Vou ver uma casa agora. Não, não, não. Você não pode ir. A gente precisa falar. A casa ficou pronta? Não.

descobriu que vai demorar mais do que a gente imaginava você sabe que um dia minha casa parecia a sua, destelhada? eu te conheci, eu conheci o Guto num vídeo, mano, eu falei, o que é esse loucão o tornado pegou a casa dele foi loucura o vídeo é maravilhoso

O cara é louco, mano. E tal. E aí eu me vi nessa mesma situação. De madrugada, a porta, caiu o vento. Caraca. Minha casa é do galamba. É loucura. É isso. Só que eu descobri que minha casa vai demorar mais para terminar. Vai demorar seis meses para terminar a reforma agora. Mas a pergunta que não quer calar. A gente já pode se matricular na academia?

É, pô! Cara, é assim, a gente tem uma... Eu pedi para o time fazer já... Está ficando pronta já a landing page do Primo Pass. Cara, vai ter preço promocional de abertura. Só que a promoção só vai durar 24 horas, 50% de desconto no plano anual. E tem alguns bônus ainda.

Tem os bônus. Você está louco. Tem bioempreendância inclusa. Bioempreendância inclusa. Pulseirinha da tecnologia. Câmeras de 4K já posicionadas para você fazer o seu Heels. Fazer seus criativos tudo. É loucura. Segura aí, vamos gravar. Esquece essa casa aí.

Tá bom. Não vai dar pra gente gravar, mas eu tô esperando pra essa resenha séria. Tá bom, né? Coisa rápida. Espero que tenha uma participação. Qual que é o tema do podcast? Aqui, ó. Homens Fortes. Ah, o livrozão do Holzer, né, mano?

Melhor parte é o prefácio. Oh! A melhor parte do livro é o prefácio. É verdade, é verdade. Muito bom, hein, velho? O Roser é o cara, mano. Sabe que o Roser fez todos os lançamentos da Maíra? Eu tô sabendo. Lógico, cara. O Roser tem 450 sócios só em Alphaville. Só o Roser é só de todo mundo, né? Não é? E o engraçado, toda vez que sai um lançamento, só ele troca de relógio. Os sócios não conseguem. Estranho, né, cara? Roser é igual mesmo, né? Tudo que é meu é dele, tudo que é dele é dele.

maravilhoso. Tudo bom, testo pra você. A gente vai lá. Valeu, Thiagão. Rosé, desculpa, eu te interrompi, cara. Você estava falando da pessoa mais sábia que você conheceu. Quero ver tu ganhar agora depois disso. Foi difícil. Fala uma parada mais impressionante. É, por favor. Para terminar o podcast.

Cara, eu conheci, quando eu estava lançando esse cara, ele é especialista hoje em steel frame. Então é um negócio que está pipocando agora. Em 2016, ele já era o cara que construía em light steel frame, fazia casas que demoraria um ano. Ele construiu essa casa em um mês. Eu já fui gravar esse cara para ele construir a casa em um dia. Loucura, isso em 2016. O nome desse cara é Sávio Neiva. E esse cara hoje deve ter seus 70 anos. Na época que eu conheci ele, ele tinha 60 e poucos.

E esse cara já passou por tudo que você imaginar na vida. Esse cara já foi multimilionário, já teve avião, já quebrou, já se reergueu. Já foi um cara que era mulherengo, depois foi um cara que, sabe, certo no casamento. Então ele passou, ele viveu. Sabe um cara que você conversa com ele e você diz assim, cara, esse cara viveu. E ele faz inveja a muita gente no sentido do que ele já fez.

E esse cara hoje, ele comprou um Ares, ele vive num lugar mais afastado, numa espécie de um sítio. Loteou, todo dia pinga algum boleto do loteamento, vive numa vida tranquila, mas ele teve a vida mais agitada de qualquer pessoa que eu já conheci. E ele falou assim, Rosa, a árvore cai para onde a gente se inclina. Para onde é que você está se inclinando?

E essa frase foi a frase que... Foi uma das frases que mais mudaram, de fato, na minha vida. Que legal isso, hein? É verdade, hein? Foda. Fez todo sentido isso, hein? Profundo, né? Manda aí bem? Tu sabia que ia ter essa pergunta porque tu decoreceu, não precisa? É sensacional. Mandou bem, mandou bem. Ele fala muito isso.

Pessoal, que programa, hein? Hoje foi demais, hein? Até o Primo na thumb agora. Resenha boa, tudo mais. Siga o PrimoCast, compartilhe com todo mundo. Compre aqui os tênis da Reis, nosso parceiro aqui. Use o cupom PRIMO para você ter 10% de desconto em compras acima de R$ 497. Siga o Guto Galamba, siga o Felipe Roser, compre o livro para você se aprofundar mais no tema.

E é isso. Vocês querem dar alguma mensagem final? Cara, mensagem final é siga também a Clínica Mitos. É onde a gente cuida de todo mundo aqui no PrimoCast. A Clínica Mitos aqui em Alphaville. Eu e o Lucão somos pacientes. Lá na nossa esposa também. Que a gente estava mais gordo.

Perceberam que a gente tava mais gordo e agora a gente tá melhor? A gente tava gordo, acabado, vitamina tudo fudido. Eu descobri que o meu cortisol tava abaixo do normal porque o meu corpo tava com estresse crônico. Aí tipo, porra, tudo umas cagadas que eu não descobrivia. O cara de barro ali, velho. Tipo, o cara era um zumbi, velho. Eu não descobriria se eu não fosse a Clínica Mitos. É isso aí, velho. Eu tava com a cabeça baixa, tava tudo zoado. É isso. Tamo junto. Obrigado por tudo. Grande abraço. Até o próximo episódio. E tchau.

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