Episódios de IAP da Vila

O sexto selo | Pr. Willy Corrêa

09 de maio de 202659min
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Participantes neste episódio1
N

Nestor Pereira Jr.

HostPb.
Assuntos8
  • Finitude e fragilidade humanaConfiança excessiva nas estruturas humanas · Ciência e tecnologia como refúgios · Deus abalando estruturas
  • Abertura do Sexto SeloTerremoto e fenômenos cósmicos · Reação dos reis e poderosos · O dia do Senhor
  • Chamado à perseverança e vigilânciaViver com temor, esperança e perseverança · Não se distrair na jornada espiritual · Preparação para o encontro com Jesus
  • A oração finalOnde está a estrutura da sua vida? · Preparação para o encontro com Jesus · Refúgio e estabilidade no Cordeiro
  • Sinais do ApocalipseCrises intensificadas · Deus no trono da história · Jesus como Senhor da história
  • Fuga de Deus como autofugaTentativa de esconder-se de Deus · A onipresença de Deus · Correr para Deus em vez de fugir
  • A Cidade de Deus de Santo AgostinhoQueda do Império Romano · A confiança no reino de Deus
  • Os Sete SelosOs quatro primeiros selos (cavaleiros) · O quinto selo (almas debaixo do altar) · O sexto selo (juízo divino)
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A paz do Senhor Jesus, queridos irmãos e irmãs. Nossa leitura hoje é num texto tanto quanto difícil do Apocalipse. Capítulo 6, a partir do versículo 12. Abra sua Bíblia, conecta sua Bíblia aí, por favor. Apocalipse 6, a partir do verso 12.

Nós ainda estamos na abertura dos sete selos. Hoje nós estamos no sexto selo da revelação do Apocalipse. Observei quando ele abriu o sexto selo. Houve um grande terremoto. O sol ficou escuro como o tecido de crina negra. Toda a lua tornou-se vermelha como sangue.

E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como figos verdes caem da figueira, quando sacudidos por um vento forte. O céu se recolheu como se enrola um pergaminho, e todas as montanhas e ilhas foram removidas dos seus lugares.

Então os reis da terra, os príncipes, os generais, os ricos, os poderosos, todos os escravos livres, esconderam-se em cavernas, entre as rochas das montanhas. Eles gritavam as montanhas e as rochas, caiam sobre nós e escondam-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do cordeiro. Diante desse texto difícil, oremos, oremos.

Pai querido, obrigado, Senhor, por tudo que o Senhor tem feito por nós. Obrigado, Senhor, por esse privilégio tremendo que nós temos de concluir essa semana, no dia do Senhor, prestando o nosso culto, o nosso louvor a Ti, Senhor. Obrigado, Pai, por seu cuidado, por sua graça, que tenha sustentado as nossas vidas todos os dias, Senhor.

Depois de tudo que nós já vivemos nessa manhã, esse é o momento em que nós estamos diante da sua palavra. E o que nós te pedimos, Pai, pelo nome santo do Senhor Jesus, é que a sua palavra vá ao nosso coração, Senhor. Invada as nossas vidas.

Nos desperte para questões eternas, Senhor. E nos ajude, Senhor, a alinharmos as nossas vidas. Para nos prepararmos para o dia do nosso encontro contigo, Senhor. Encontre nossas mentes, nossos corações diante de ti nessa manhã, Senhor. E fale, Senhor, diretamente ao nosso coração, pelo nome do Senhor Jesus. Amém. Pode sentar, por favor.

O livro do Apocalipse, ele é um livro que chama a gente para a realidade da vida. O livro do Apocalipse, ele é um livro que está despertando a gente sobre o que, de fato, é a nossa vida aqui. Porque, de fato, por vezes, a gente começa a construir na nossa mente uma ideia, o tanto quanto ilusória, a respeito do que será a nossa caminhada enquanto nós estivermos nesse mundo fora de ordem.

Não é à toa que tantos movimentos evangélicos sem evangelho ganham forças entre nós. Talvez movimentos mais focados no bem-estar, igrejas terapêuticas, entretenimento, são tão fortes em nossa realidade, porque, de fato, o nosso coração, por vezes, é seduzido por uma ideia de que, de alguma maneira, Deus, de fato, satisfará os nossos desejos e sonhos e nos dará a plenitude de vida enquanto nós ainda estivermos nessa realidade.

O livro do Apocalipse, ele vem chamar a gente para a realidade do que é a vida enquanto nós estamos aqui. Ele nos chama a enxergar a existência a partir da revelação. E o que esse texto está mostrando para a gente é que as coisas não vão melhorar aqui. Não sei se essa é a boa notícia, mas é a notícia da realidade a respeito desse mundo e do que vai acontecer nesse mundo. A revelação é que as crises que nos alcançam nesse tempo se tornarão mais intensas com o passar do tempo.

E que nenhuma força fora de Deus pode nos dar a estabilidade e a paz que a gente tanto procura. E talvez a pergunta que venha sobre nós é qual é a boa notícia desse livro? A boa notícia do Apocalipse é que Deus está sentado no trono da história. A boa notícia desse livro é nos dizer que, apesar das desordens, apesar do caos que cerca a nossa existência, enquanto nós ainda estamos vivendo aqui, o Deus a quem nós nos servimos está sentado no trono e que as coisas estão debaixo do seu domínio e controle.

Ele não vem nos mostrar que, por vezes, essa ideia que nós desenvolvemos, de que existem no universo duas forças ativas, como se Deus estivesse numa queda de braço com Satanás, que essa ideia não existe. O livro do Apocalipse revela-nos que existe um único Senhor da história, que Ele é Jesus. E que Ele é o Senhor de tudo o que acontece, e que, inclusive, as forças do mal estão submissas ao governo desse Senhor e Deus soberano.

Bom, sobre o momento em que nós estamos estudando do Apocalipse, capítulo 6, a gente entra na abertura dos selos. Nós vimos que agora João está nos céus, ele viu Deus, o Pai, sentado no trono da história, e ele viu que nas mãos desse que está sentado no trono, tinha um livro, um livro que tinha todo o projeto de Deus para a redenção da história.

Depois de algum clamor e vozes no céu, esse livro é entregue nas mãos do cordeiro, que morreu, mas venceu, ressuscitou, e que tem agora autoridade sobre a história. E, ao receber o livro nas suas mãos, ele então começa a abrir os selos desse livro que está selado com sete selos. Cada selo que se rompe, cada selo que é quebrado, representa um movimento sobre a história.

Quando ele abriu os quatro primeiros selos, o que nós vimos foram cavaleiros, que saíram correndo sobre a história, e eles representam forças que atuam desde que o mundo esteve em estado de queda, e está em estado de queda. Esses quatro cavaleiros representam movimentos como guerra, crises econômicas, um mundo marcado pela fome, um mundo marcado pela violência, e um mundo que, por vezes, nos levará à morte.

Eles sinalizam sinais, eles sinalizam realidades que mostram um mundo fora do Deus eterno e do Deus soberano. O quinto selo, quando ele abre, João viu as almas que estavam debaixo do altar. Uma imagem forte. Porque o altar, que é representado no Apocalipse,

É um altar representado dentro do contexto do Antigo Testamento, quando os animais eram colocados no altar e oferecidos como sacrifícios a Deus. O que João viu foi que aqueles que se dedicaram a Deus até morrer por Ele,

que a vida daqueles que foram fiéis, mesmo quando isso custou a própria vida, representa sacrifícios diante de Deus. Mas essas vozes que estavam ali, representadas no sangue debaixo do altar, elas nos mostram que Deus não esquece dos seus. Que aqueles que entregam a sua vida pelo reino e pelo evangelho são como vozes que continuamente estão na consciência eterna de Deus, clamando por justiça.

É uma maneira de Deus dizer, não só àqueles que se entregam pelo Cordeiro, mas há uma maneira de Deus dizer que nenhuma injustiça foi esquecida aos olhos do santo e justo juiz. E que, no momento certo, na hora certa, ele mesmo se levantará do trono para trazer justiça sobre todas as coisas. Bom, hoje nós estamos, então, no sexto selo. São sete selos. A minha ideia era pregar tudo em uma pregação só. Estou na terceira pregação, num só capítulo. Então, ficou um pouco mais longo do que eu imaginava.

Mas agora a gente entra no sexto selo desse livro que João está vendo o Cordeiro abrir. E aqui as coisas ficam mais difíceis, porque até aqui a gente vê caos que se manifestam de forma genérica sobre a história de um mundo que está fora de ordem. A partir do sexto selo, o que a gente percebe é o Cordeiro se tornando agora o verdadeiro juiz, que se levanta para trazer justiça sobre toda a injustiça cometida na história.

Esse dia, dentro do contexto da revelação bíblica, ele expressa como o dia do Senhor. Tão conhecido no contexto da revelação do Antigo Testamento, é o dia em que Deus começa, então, a se posicionar para julgar, para punir tudo aquilo, ou todos aqueles que persistiram em viver distantes do Deus sustentador e criador do universo. E qual é o grande propósito da revelação do sexto selo? O grande propósito da revelação do sexto selo é nos mostrar por uma parte de uma grande propósito de Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi Devi

que nenhuma estrutura dessa vida, que nenhuma estabilidade que a gente encontre fora de Cristo, é capaz de nos preparar para o dia em que nós estivermos diante dele. Que não há um refúgio, que não há uma estabilidade que a gente encontre fora de Jesus, que nos proteja, nos guarde e nos prepare para o nosso encontro com Jesus. A ideia do sexto selo é mostrar o colapso das estruturas humanas.

A ideia do sexto selo é mexer com todas as estabilidades que a gente tem procurado fora de Deus. É mostrar a incapacidade humana de resistir ao juízo de Deus se eles não tiveram o próprio Cristo, que nos salva, nos guarda e nos protege. Bom, o que a gente aprende, então, a partir desse sexto selo? O que o sexto selo nos ensina? Primeiro, o sexto selo revela a fragilidade de toda a estabilidade humana que a gente tem encontrado fora de Deus.

Voltando ao texto, você vai perceber que João viu aqui um colapso que vai se manifestar por todo o universo. Ele diz assim nessa revelação, os três primeiros versos que nós lemos. Observei quando ele abriu, isso é o cordeiro que está abrindo selos, e ele abriu o sexto selo. Houve o grande terremoto. O sol ficou escuro como um tecido de crina negra. Toda a lua tornou-se vermelha como sangue. E as estrelas do céu caíram sobre a terra.

Como figos verdes caem da figueira, sacudidos por um vento forte. O céu se recolheu como se enrola um pergaminho.

e todas as montanhas e ilhas foram removidas dos seus lugares. Você percebe que João está vendo aqui uma catástrofe que alcança todas as dimensões das estruturas do universo. Ele está falando sobre terremoto, ele está falando sobre o sol escurecendo, ele está falando sobre a lua se transformando como um em sangue, ele está falando de estrelas caindo do céu, como frutos que maduros caem soprados pelo vento de uma árvore, ele está falando do céu sendo recolhido, ou a estrutura que nós estamos vendo desaparecendo.

Ele está falando de montanhas e ilhas completamente abaladas. O que João está vendo aqui é uma linguagem muito forte, onde ele percebe que todas as estruturas do universo estão entrando em colapso nesse momento. Que aquilo que naturalmente acontece no sol, que nasce todos os dias, os ciclos da vida, do ano, de repente começam a perder o seu ritmo natural.

E essa linguagem de mostrar que no dia do juízo de Deus, as estruturas estariam abaladas, era muito comum desde a revelação do Antigo Testamento. Muitos profetas falam que no dia do Senhor, ou no dia em que o Senhor se levantar do seu trono para julgar o mundo e julgar a história, abalos sísmicos, abalos do universo acontecerão. Coloquei dois aqui para a gente perceber a semelhança desses textos.

Quando a gente olha, por exemplo, para a revelação de Joel, mostrarei maravilhas no céu e na terra, sangue, fogo, nuvens e fumaça, o sol se tornará em trevas, a lua em sangue, antes que venha o grande temer o dia do Senhor. Isaías também proviu algo muito semelhante, apontando para o dia em que Deus se manifestará. Veja um dia do Senhor e está próximo, um dia cruel.

Dia de ira e grande furor. As estrelas do céu e as suas constelações não mostrarão a sua luz. O sol nascentes crescerá e a luz não fará a sua luz. E a lua, o finalzinho, o sol nascerá, o sol nascentes escurecerá e a lua não fará brilhar a sua luz. O que a gente percebe é que o que João está vendo, os profetas do Antigo Testamento também viram.

Não são novas revelações, são confirmações daquilo que os profetas já estavam dizendo, desde o contexto do Antigo Testamento, a respeito do dia em que Deus vai se manifestar, e quando as estruturas do universo serão abaladas diante dessa manifestação. Mas a pergunta que a gente tem que fazer diante dessa questão é o que esse texto está nos ensinando.

De que forma a palavra de Deus está falando com a gente aqui? Porque esse texto é escrito para a igreja. E o que Deus está nos ensinando quando Ele nos mostra isso? E a gente poderia ficar aqui tentando adivinhar como essas coisas acontecerão. Isso é interessante. Se nós parássemos assim, como assim? As estrelas cairão do céu. Imagina você esse momento em que você está andando, de repente, e cai uma estrela do céu. Como seria isso?

Como seria assim a gente tentar imaginar o sol se escurecendo? O que seria do universo sem a luz do sol, sem o calor do sol?

Como nós sobreviveríamos diante dessa realidade? Nós poderíamos ficar aqui imaginando o que seriam esses terremotos. Será que o Brasil, que apesar das lutas que nós enfrentamos, mas não é abalado por grandes terremotos, será que essa realidade também vai alcançar agora a gente, a nossa nação, o nosso mundo? A gente poderia ficar aqui discutindo. Como assim o céu será recolhido? Será que em algum momento eu vou olhar para o céu e não vou ver mais o azul do céu ou as nuvens?

O que isso representa? E o fato é que a gente não consegue definir isso com precisão.

E eu acredito que Deus não quer que a gente tente fazer isso. Eu acredito que Deus não quer que a gente fique aqui discutindo como e quando essas coisas acontecerão. O que Deus está revelando para a gente aqui é que esses abalos cósmicos acontecerão. E que as estruturas desse universo serão abaladas quando o Cordeiro de Deus se manifestar.

Mas o que, de fato, importa para a gente quando a gente olha para essa realidade? O que Deus, de fato, está mostrando para a gente? Ele está mostrando que todas as estruturas desse mundo um dia serão abaladas. E que, por vezes, os lugares onde a gente tem buscado e encontrado a nossa estabilidade não são, de fato, capazes de nos oferecer segurança e estabilidade na vida. Na verdade, esse texto, ele confronta a nossa autonomia.

de tentar encontrar estabilidade, segurança, fora do Deus Criador. Talvez seja essa a grande mensagem que esse texto está dizendo para a gente. O Stott, ele olhava para esse texto, ele dizia assim, o homem moderno, ele perdeu o senso de transcendência divina, porque passou a confiar excessivamente nas suas estruturas. Alguns sociólogos, eles dizem que nunca houve uma geração que confia tanto na sua própria capacidade como a nossa geração, por conta do desenvolvimento humano.

A gente confia na ciência. Aliás, coisas extraordinárias estão sendo oferecidas para a gente. Uma cientista brasileira, vocês viram isso, conseguiu encontrar caminhos para pessoas que um dia tiveram a medula rompida voltarem a sentir, a andar. Isso é extraordinário. Cura do câncer. A estabilidade da vida ou o tempo de vida tem aumentado cada dia mais. As pessoas estão voltando a viver 100 anos. Que coisa incrível isso.

A gente confia na estabilidade do mercado de trabalho. Se entrar uma força certa, a gente vai ficar bem, a gente vai conseguir ter emprego, a gente vai ficando mais confiante quando a gente tem esse cenário. A gente confia na tecnologia. É assustador, a IA é uma bênção. Mas a IA me assusta, porque ela tem resposta para tudo. Vocês já perceberam isso? E rápido.

Antes, quando eu precisava estudar um assunto, eu pegava aquele monte de livro, que é a Simone Amas, meus livros, Simone Amas, porque não tem mais onde colocar. E eu começava a abrir as páginas, e a procurar onde esse autor falou sobre isso, hoje eu falava assim para Iá, procura para mim onde todos os teólogos importantes falaram sobre esse assunto, ela traz tudo pronto para mim. Gente, você até me arrepia de tão abençoado com esse negócio.

Não é verdade? Coisa linda, tudo. Eu não leio em inglês, ele lê tudo para mim em inglês, é maravilhoso.

Mas, ao mesmo tempo, a gente vai começando a encontrar a nossa estabilidade nas coisas. A gente confia nos governos, a gente confia nos algoritmos, a gente confia nas coisas. E o que esse texto está lembrando para a gente é que toda a estrutura que o ser humano está construindo, ela será abalada. E ela não garante, de fato, segurança para a gente. Aliás, há uma questão muito importante. Não se assuste quando Deus decidir mexer com as suas estruturas.

Não se assuste com os momentos que, por vezes, Deus vai tirar você da sua zona de conforto. Porque, assim, quando as coisas estão bem, quando as coisas estão bem, a gente acha que, de fato, nós estamos no controle da vida, nós achamos que nós somos fortes, nós achamos que nós somos crentes maduros. Fala a verdade, quando está tudo bem, você tem uma postura, você fala, eu acho que eu sou o cara. Mas é justamente nesses momentos onde uma doença bate na porta, nesses momentos em que a gente tem que se deparar com o desemprego.

É justamente no momento de uma crise conjugal. Em momentos que você vai dizer, eu já não sei mais o que fazer por esse relacionamento, se depender de mim, eu não consigo. É justamente nos momentos em que um filho, porque a gente chorou, ensinou a vida inteira, toma um caminho diferente, que a gente percebe a nossa incapacidade. É justamente no momento da crise, da perda inesperada, nos momentos de medo e insegurança, que a gente lembra que, sem Deus, a gente não é nada. Portanto, não se assuste.

Quando Deus decidir mexer nas suas estruturas. Porque é justamente nesses momentos que a gente lembra de quem, por quem nós estamos sendo sustentados. Aliás, quando a gente lê a narrativa bíblica, a gente percebe tantas e tantas histórias de pessoas que tiveram um encontro verdadeiro com Deus na crise. Já percebeu isso? Na crise.

Aliás, a mais extraordinária e conhecida é a de Jó. Um homem que era um cara gente boa, um homem crente, um homem que tinha filhos extraordinários, um homem que estava bem financeiramente, um homem que tinha uma saúde legal, até o dia que Deus falou assim, acho que eu vou colocar Jó no liquidificador. E esse cara perde saúde, esse cara perde os filhos, esse cara perde os bens. E o que nos assusta é Jó terminar as suas lutas dizendo assim, antes eu conhecia Deus, Jó ouvi falar, mas agora eu estou vendo Deus.

É justamente na crise, é justamente na luta, que a gente lembra que nós não somos nada sem Ele, portanto, não estranhe quando Deus decidir colocar o dedo nas suas estruturas, porque é justamente nesses momentos que Deus está quebrando os ídolos do nosso coração. E Ele nos faz lembrar que sem Ele nós não somos nada, que nós somos completamente dEle, e dependemos dEle para tudo e em tudo. Primeira lição desse texto.

A busca por estabilidade fora de Deus é falsa. Seja lá onde for, você tenha achado que isso vai trazer paz para a tua vida, para o teu coração, isso é falso. Vai chegar um momento, um dia da manifestação no Cordeiro, que todas as estruturas onde a gente tem encontrado o nosso refúgio serão abaladas. Mas há um que nos guarda, é aquele que está no centro, no trono da história. Segunda lição que o sexto seno nos traz.

O sexto selo revela que ninguém consegue fugir da presença desse rei. E isso é extraordinário, porque o texto continua. No verso 15, ele diz, Então os reis da terra...

Os príncipes, os generais, os ricos, os poderosos, todos escravos e livres, esconderam-se em caverna entre as rochas das montanhas. E eu não sei se você percebe aqui, mas o João está percebendo todas as classes sociais. Ele viu os pobres, que já sofrem, no decorrer da história. Mas aqui ele fala, eu vi, eu vi reis, eu vi pessoas que estavam à frente dos governos. João está dizendo, eu vi os nobres, aqueles que tinham a melhor vida.

que andavam com a elite social da época, o que aparentemente, aos olhos humanos, eram os mais protegidos e mais guardados. Eu vi os ricos, eles moravam nos melhores condomínios, eles tinham as melhores estruturas. João está dizendo, eu vi todas essas pessoas apavoradas diante da manifestação do Cordeiro de Deus e do Juiz. Eu vi, João está dizendo. E aqui uma questão extremamente importante, porque o Apocalipse... ...

ele vem justamente para quebrar essa ideia de que existem estruturas nessa vida que podem nos guardar e nos proteger. Porque nós somos assim. A gente pode dizer que não, mas nós achamos que é assim. A gente acha que, de fato, se a gente tiver dinheiro, a gente vai estar mais seguro. A gente acha que, de fato, se nós tivermos uma boa influência, nós estaríamos guardados por pessoas. Não foi à toa que o maior calote da história do Banco Brasil...

que esse autor tinha tantas alianças importantes com tanta gente importante, porque esse sujeito não só encontrou um caminho para uma fraude dentro do seu poder de influência, mas, de fato, ele acreditava que estar diante de pessoas influentes o protegeria do dia do juízo do julgamento das suas fraudes. E essa mentalidade está em nós. A gente acha que estruturas humanas podem nos guardar e nos proteger.

podem nos dar estabilidade enquanto nós estamos aqui. Mas o Apocalipse, ele vem justamente para confrontar essa busca por estabilidade humana fora de Deus. Mostrando que as estruturas que nos protegem hoje, nada servirão para o dia em que nós estivermos diante de Jesus.

Essa é uma grande revelação que ele nos coloca aqui. O Enrich White, ele dizia assim, o apocalipse, ele desmonta a arrogância dos impérios humanos. Pois por quê? Porque ele revela que nós estamos completamente expostos diante de Deus e que um dia nós estaremos diante dele, dando conta de tudo que nós vivemos. E não tem como a gente fugir dessa realidade. Eu gosto muito de pensar que esse texto é escrito para um texto, para uma igreja que sofre a impressão romana, a opressão romana.

Esses irmãos que estão recebendo o Apocalipse, eles estão debaixo de um império que tem a maior força militar de uma época. Esses irmãos que estão recebendo esse texto, eles estão debaixo da maior força econômica do tempo. Eles estão vivendo aqui diante da maior força política. Os maiores reis, os maiores governantes estão aqui diante desse Império Romano. E João, de repente, escreve essa revelação dizendo que as estruturas deles serão abaladas, eles não são eternos.

Essa revelação me fez lembrar muito de Agostinho. Eu gosto muito de Santo Agostinho. E Agostinho viveu num contexto em que Roma, o Império Romano, começou a cair. Esse mesmo império que esteve no primeiro século começa a desmoronar lá para 400 depois de Cristo. E, diante desses abalos, quando ele começa a perceber, a sociedade começa a perceber que Roma está perdendo a sua força de governo, toda a sociedade fica completamente instável. Porque eles dizem assim, e agora?

Existia dentro daquele contexto uma aparente cristianização da sociedade. Constantino, em 312, 13, se declarou cristão, o imperador romano se declarou cristão. Se ele se converteu de fato, até hoje a gente não sabe. Se foi uma aliança para favorecer a política, a gente não sabe. Mas ele se declarou cristão. E, aparentemente, a sociedade romana começa a ceder ao cristianismo e a vida dos servos de Deus começa a ficar mais tranquila.

Mas aí, de repente, toda aquela estrutura romana, justamente no momento em que parece que a igreja está ficando mais confortável, começa a desmoronar. Imagina a cabeça desses irmãos. E naquele contexto, ele está em Roma. E ele viu em 410, Roma, que dentro da mentalidade romana era a cidade eterna. Ele viu Roma sendo invadida e destruída. E, de repente, Agostinho olha para a igreja e vê a igreja completamente abalada diante dessa realidade.

E perguntando, escuta, quem vai proteger a gente? Onde nós encontraremos o nosso futuro? Quem vai proteger a nossa sociedade? E é nesse contexto onde ele percebe o pavor dos irmãos, que ele faz uma série de sermões, que depois foi conhecido de A Cidade de Deus. Onde Agostinho para diante da igreja e ele diz assim, vocês achavam o quê, irmãos? Vocês achavam que algum império romano, algum império político seria transitório?

Vocês achavam, de fato, que as estruturas políticas são eternas? Vocês, de fato, achavam que o que garante o futuro da sociedade, o futuro da igreja, o futuro dos seus filhos, é alguma força política? De onde vocês tiraram essa ideia? E Agostinho se levanta para dizer assim, há o único reino em que nós podemos colocar a nossa confiança, e esse rei é Jesus. Há o único reino que jamais deixará de existir, e esse reino é o reino de Deus, e é nele que nós precisamos colocar a nossa confiança.

Aliás, ele não só fala desse conflito, esse texto que existirá nesses grandes poderes da história, mas ele também fala sobre para onde eles terão que correr quando o juiz se manifestar. E João disse, eu vi, eles se esconderam em cavernas, entre as rochas e montanhas. Eles se escondem. Diante da face do cordeiro, eles se escondem. E é interessante, porque desde que o pecado entrou no mundo, o que mais um ser humano tem feito é se esconder da face de Deus.

Quando a gente vai lá para o Gênesis, capítulo 3, a narrativa dos nossos pais foi justamente essa depois do pecado. O homem e a mulher esconderam-se da presença do Senhor. Desde que o pecado passou a ser uma realidade das nossas vidas, o que a gente mais faz é fugir da presença de Deus. Porque a consciência dos nossos pecados nos faz ter medo diante da presença daquele que é santo, santo, santo. Mas há uma questão tão importante para a gente. Quem, de fato, pode se esconder da presença de Deus?

para onde nós fugiríamos? Como disse o Davi, se eu subir aos céus, lá está, Senhor. E se eu fizeste a minha cama na sepultura, está lá também. A nossa tentativa de esconder-se de Deus me faz lembrar quando meu filho tinha dois anos de idade. E ele falava, pai, vamos brincar de esconde-esconde? Ele falava, vamos, filho, vamos brincar de esconde-esconde. Ele se escondia assim, olha. Está me vendo, pai? Não, filho, não estou te vendo.

Mas essa é a nossa tentativa de esconder a presença daquele que preenche todos os cantos da nossa existência. Deus nos vê em todos os lugares. Deus conhece em todos os lugares. E talvez a sua pergunta que a gente tenha que fazer é o que a gente faz diante da realidade de um Deus que nos vê em todos os cantos da existência. Sabe o que a gente faz? A gente para de correr de Deus e a gente corre para Deus. Porque essa é a grande notícia que o Apocalipse também está nos dando, irmãos.

Jesus é o juiz que há de se manifestar no fim da história. Mas Jesus é o Cordeiro de Deus.

que antes de se levantar para julgar, deu a sua própria vida numa cruz, chamando todo ser humano de volta para si. A mensagem que o Evangelho nos traz é, não corra, nesse momento você não precisa correr de Deus, você precisa correr para Deus, porque a tua cura, a tua transformação, a tua salvação está nele. Está nele. A gente desenvolveu no nosso contexto social uma ideia diabólica.

onde a gente diz para o nosso próprio coração, assim, primeiro desfrute da vida, primeiro desfrute dos prazeres da vida, por vezes pais dizem isso aos seus filhos, primeiro você tem que ter muita maturidade, para depois você se entregar para Jesus, irmãos, que prazer maior nós podemos ter fora de Cristo, Santo Agostinho uma vez falou algo que eu acho extraordinário, nas suas confissões, ele falou assim, quem primeiro espera o corpo adoecer mais, para depois curá-lo?

Qual é o pai que vai olhar para um filho doente e dizer assim, quando você estiver mal, quando você estiver moído, aí o papai vai te pegar, vai te... não, não. Ele diz assim, trate o quanto antes. E a ideia é justamente essa, corra para Cristo o quanto antes, porque em Cristo a salvação, em Cristo a transformação, em Cristo a restauração da nossa vida, em Cristo a tudo que nós precisamos. E a segunda revelação que esse texto traz para a gente, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo,

É que nós jamais seremos capazes de fugir da presença de Deus, quando Ele se manifestar. Mas, ao mesmo tempo, Ele está dizendo para a gente, a porta está aberta para que a gente corra para Ele enquanto ainda é tempo. Porque em Cristo há salvação, em Cristo há transformação, em Cristo há cura necessária que a gente procura.

Terceira e última revelação desse sexto selo. O sexto selo chama a igreja a viver com temor, esperança e perseverança até o dia em que ela vai se encontrar com Jesus. O versículo 16, ele é difícil. Ele diz assim, eles, esses que fugiam da face do cordeiro e do juiz, eles gritavam, eles gritavam as montanhas e as rochas, caiam sobre nós e escondam-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do cordeiro.

E eu preciso dizer isso mais uma vez. Por incrível que pareça, o Apocalipse não foi escrito para colocar medo em você. Aí eu sei que você vai ler isso aqui e vai dizer assim, mas como assim? Ele está falando de um momento de tanto pavor, de tanto medo, que as pessoas pedirão as montanhas que caiam sobre elas e tirem a própria vida porque elas não suportarão esse dia. Como assim? Mas a gente tem que lembrar que esse texto, ele é escrito em uma igreja em perseguição.

onde muitos dos nossos irmãos estavam morrendo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Quantos e quantos crentes sendo queimados vivos em praça pública pelo Império Romano, como um show público que eles faziam nos Coliseus Romanos. E quando Deus fala assim, não fique com medo e não se assuste, porque um dia, todos esses que causaram o mal intencional estarão diante do juiz e eles pagarão pelo mal que fizeram, é uma maneira de Deus consolar aqueles que sofrem.

É uma maneira de dizer, um dia todos nós, todos um dia estarão diante desse santo e justo juiz e eles darão conta pelo mal que fizeram. Mas, ao mesmo tempo, essa revelação desse cordeiro que julga com ira, desperta-nos como igreja. Por quê? Porque ele é o cordeiro de Deus. Ele é o cordeiro de Deus que deu a vida por nós numa cruz para nos salvar. Mas ele também é o juiz. Que em breve há de se levantar.

E vai julgar a vida de cada um de nós, que um dia, mesmo que nós tenhamos dito, confessado que nós pertencemos a ele, mas ele vai julgar a maneira que nós vivemos, diante da graça que nos alcançou. E sabe qual é o grande problema, irmãos? A gente pode se distrair nessa caminhada. A gente pode se distrair nessa caminhada. A gente pode fazer da nossa jornada espiritual, enquanto nós estamos aqui, um entretenimento espiritual. A gente, de fato, pode se acostumar com o pecado. A gente pode, de fato, se acostumar com uma vida espiritual superficial.

A gente pode acostumar-se com uma vida onde a gente não tem oração. A gente pode se acostumar com o tipo de religião que nos gera, de fato, transformação de vida, mas que simplesmente nos coloca numa zona de conforto. Aliás, o próprio Senhor Jesus nos alertou a respeito disso. Ele disse, vigiem, para que vocês não sejam, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor.

E aqui Jesus está falando sobre esse dia. As palavras de Jesus em Mateus 24 é justamente sobre isso que o Apocalipse está dizendo. Mas ele está dizendo para os seus próprios discípulos, cuidado, cuidado, não se distraia, ande atento, não brinque com a sua jornada espiritual.

Porque a grande mensagem que esse texto nos traz sobre nós é quem poderá resistir ao dia do Senhor? Quem poderá resistir ao dia em que o Cordeiro de Deus se levantar do trono para jogar todas as coisas? E resistirão aqueles que lavaram as suas vestes no sangue do Cordeiro. E resistirão todos aqueles que lutaram todos os dias para viver esperando o dia do Senhor.

Ao mesmo tempo que esse texto do Apocalipse nos traz uma mensagem extraordinária de graça e salvação que nos alcança hoje. Esse texto nos faz lembrar de algo muito importante. Muito em breve, meus irmãos. Muito em breve. Nós estaremos diante de Jesus. Muito em breve nós estaremos com Ele. E a questão é como nós temos vivido a nossa vida até o dia em que nós nos encontraremos com o nosso Senhor. O que Ele está fazendo aqui é justamente nos mostrar que hoje, hoje é dia de nós olharmos para a nossa caminhada.

que hoje é dia de nós mostrarmos verdadeiro arrependimento. Hoje é dia de nós nos posicionarmos e nos prepararmos para o dia em que o nosso Senhor e Deus se manifestarão nos céus e virá nos salvar e nos buscar. Coloquei aqui só duas questões para a gente fechar a nossa reflexão de hoje. Primeiro, onde você tem estruturado a sua vida? Com toda sensualidade, eu queria que você parasse um pouco e pensasse sobre isso. Porque talvez a sua segurança venha dos seus recursos.

Talvez a sua segurança venha da sua saúde, que está perfeita. Glórias a Deus por isso.

Talvez a sua segurança venha... Se é um líder político que você entende que, se ele estiver, você vai estar seguro, e a sua família também. Qual a revelação desse sexto selo? A revelação é mostrar-nos que todas as estruturas dessa vida em breve serão abaladas.

e que não há nenhum lugar e nenhuma pessoa que nos garanta o porvir e a vida no seu próprio Cristo que reina sobre a história. Eu queria muito que você parasse e pensasse hoje onde você, de fato, tem encontrado a estabilidade da sua vida, onde você tem colocado a sua confiança. Segunda pergunta, coloquei só duas hoje. Você tem se preparado para se encontrar com Jesus? Com toda sinceridade. Quanto você ainda pensa nisso?

Porque isso revela o quanto, de fato, nós estamos aguardando o dia do nosso encontro com o Senhor. O quanto você ainda pensa no dia em que você estará diante do seu Senhor, onde todas as coisas serão reconstruídas a partir da manifestação do rei. Você tem se preparado para esse dia? Se você olhar para a sua vida hoje, para a maneira que você tem caminhado,

Isso revela que, de fato, essa esperança ainda é acesa no seu coração, que o Senhor Jesus, por sua graça, que hoje abriu a porta da graça, encontre, de fato, as nossas vidas alinhadas à vontade dEle e preparadas para o nosso encontro com Ele. Pelo nome de Jesus. Amém? Fiquemos em pé.

E aí

E aí

Ao Rei eterno, onipotente Deus, que se assenta sobre os querubis.

Em sua destra estão força e poder. E faz da terra estrado de seus pés.

Os anjos, os homens, os céus, se prostram pra Ti adorar. E confesso que Tu és Senhor, sou o rei toda a vida.

Mude em seus fontes, ação de trombões Que se calem das nações Usam os mares e crevem trombões Pra que todos

Ao rei eterno, onipotente Deus. Que se assenta sobre os querubis. Em sua destra, questão, força e poder.

E faz da terra Piscado de seus pés Os anjos, os homens e os rãs Se prostam pra te adorar Confessam que tu és Senhor

Curve-se os montes ao surdo e tua voz, e se cabem as nações. Concha os mares, brilhem tua voz, pra que todos saibam que...

Se prase diante do rei, adore a presença do rei. Levanta as suas mãos e exalte o seu nome.

E se calem as ações, oujam os bares e grito em tromões, pra que todos saibam que nosso Deus é céu.

Onde esses montes eu sou de tua voz. E se calem as nações. Anjo aos mares e grito em trocões. Pra que todos saibam que nosso Deus é sério. Nosso Deus é sério.

Nosso Deus é Santo

Glória a Deus. Sexto selo é uma maneira de Deus se aproximar da gente com uma pergunta muito direta. Onde está a estrutura da sua vida?

O que você acha que te guarda, o que você acha que, de fato, tem dado segurança? O que você acha que vai garantir o futuro da sua família, dos seus? Onde você tem encontrado a sua estrutura? Porque o que ele está dizendo para a gente é que nenhuma estrutura dessa vida é capaz de, de fato, nos guardar e nos preparar para o dia do nosso encontro com Jesus.

Mas é extraordinário a gente pensar que, ao mesmo tempo que esse texto revela que vai existir um dia onde as pessoas fugirão da face do cordeiro, ele também está abrindo uma porta dizendo, ele é o cordeiro, ele morreu por você, ele quer você de volta, ele te aceita, ele te ama. Que antes de trazer juízo, Deus está trazendo graça e chamando todo ser humano de volta para si.

Eu queria muito que você saísse daqui hoje, com essa voz de Deus te suando sobre o seu coração. Deus quer você perto dEle. Tudo que Jesus fez para você foi para que a comunhão, o relacionamento fossem restaurados. E que o único que, de fato, vai te dar segurança eterna, hoje e sempre.

É esse que morreu por você numa cruz. O rei do universo, o rei da história, que quer ser rei da sua vida e guardar você desse dia tão tremendo que será o dia do juízo de Deus. A nossa oração nesse momento é que Deus nos ajude a encontrar refúgio e estabilidade no Cordeiro, que deu a vida por nós. Que quando ele estiver no seu dia, no dia do Senhor, ele nos encontre debaixo das suas mãos, vivendo debaixo da sua graça, que nos acolhe, nos salva e nos sustenta em toda dimensão da vida.

Oremos, Deus e Pai, pelo nome santo do nosso Senhor e salvatore Jesus Cristo. Mais uma vez nós estamos aqui, Senhor. Como é tremendo a sua revelação, Senhor. Como é tremendo saber que nenhuma injustiça, que nenhuma maldade, que nenhuma desordem, Senhor, passa despercebida diante dos seus olhos que tudo vem e tudo conhece, Senhor.

Como é importante, nós sabemos, que antes de ser o juiz, que um dia se levantará sobre a história, Senhor, Tu és o Cordeiro de Deus que deu a vida por nós e que tem chamado todo ser humano de volta para si, Senhor.

Pelo nome de Jesus, Pai, venha nessa manhã desconstruir todos os ídolos do nosso coração, Senhor. O Senhor é o Deus que nos conhece, o Senhor sabe onde a gente tem encontrado a nossa estabilidade e a nossa segurança, Senhor. Mas pelo nome de Jesus, Pai, destrua os falsos ídolos das nossas vidas, Senhor. E nos coloque diante de Ti, plenamente confiantes em Ti, sabendo que o único que nos guarda, Senhor, é o Cordeiro de Deus, que nos salvou e que nos chamou de filhos e filhas eternos do Senhor.

Deus querido, nos ajude a ouvir durante essa semana essa voz, que nos chama todos os dias de volta para si, Senhor. Para que a gente corra todos os dias por teu braço, Senhor. Para que a gente perceba que o nosso verdadeiro refúgio, que a nossa única estabilidade, vem da certeza de que o Senhor nos ama e de que nós estamos nas suas mãos, Senhor. Pelo nome de Jesus, Pai. Ajude, Senhor, corações que talvez encontrem barreiras, Senhor, para correr para ti, nesse momento, em nome de Jesus, nosso Deus e nosso Pai.

Para que aqueles que precisam correr para ti o quanto antes, Senhor, encontrem portas abertas, Senhor. Para que a sua salvação e a sua graça os alcancem de maneira poderosa e especial, Pai. Assim nós oramos e te glorificamos por tudo que o Senhor tem feito e fez por nós, Pai. Pelo nome santo do nosso Senhor e Salvador Jesus. Que a graça do nosso Senhor Jesus, o amor de Deus, nosso Pai, a comunhão e as consolações de espíritos estejam sobre nós. Hoje e sempre. Amém. Seja o meu sonho. Amém.