EP 778 - HÉLIO CASTRONEVES
Quatro vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis e um dos maiores pilotos brasileiros da história, Hélio Castroneves construiu uma carreira brilhante no automobilismo mundial. Agora, ele chega para compartilhar histórias e bastidores que você nunca ouviu.
- Pilotos e pilotos famososHélio Castroneves · Tony Webber · Emerson Fittipaldi · Gil de Ferran
- A evolução dos carros de Fórmula Indy e a tecnologia híbridaHélio Castroneves · Marcus Armstrong · Caio Collet · Indy 500
- Anel da Indy 500Louis Malle · Rolex · Mario Andretti · Emerson Fittipaldi · AJ Foyt
- 500 Milhas de Indianápolis500 Milhas de Indianápolis · Pista de tijolos
- Carreira de Milton LeiteLouis Meyer
- Homem-Aranha· EntretenimentoHélio Castroneves · Marlboro · ESPN
- A trajetória de Hélio Castroneves no automobilismoHélio Castroneves · Stock Car · Fórmula 1 · Indy Lights · Fórmula 3 · Kart
Olha aí, salve, salve, salve, salve! Hoje dia especialíssimo, aniversário do nosso querido Boleta.
Obrigado, rapaziada, tamo junto! Muitas mensagens, tô muito feliz.
Dia de São João, comemorar com meu irmão, comemorar aqui no Tica.
Que é minha casa.
É isso.
Tenho muito orgulho de estar aqui, pode ter certeza, cara. E hoje com um convidado foda.
Não, hoje é dia assim de Jogo do Brasil mais tarde. Com Elinho Castro Neves, é Brasil.
Puta que pariu.
Que orgulho, né, Bola?
O que mais eu quero, meu amigo?
O que mais você quer de presente de aniversário?
O presente que eu não te dei. Uns 3 milhões de dólares ia ser bom.
Mas vou agilizar lá aquele metinha para você. Estamos no corre lá. É um bom presente, hein?
Parabéns, Bola.
Parabéns, que honra, viu, estar aqui.
A honra é toda minha, irmão.
Grande abraço. Obrigado, rapaziada.
É isso aí, obrigado para todo mundo aí, valeu, muita saúde e sucesso.
Você é um irmão que a vida me deu, já estamos juntos aí, meu amigo.
Como é que você vai comemorar hoje então?
Puta, na cama vendo o jogo, na cama, bola. Eu não vou para lugar nenhum, vou jantar com a minha senhora. Ah, vai jantar depois do jogo e vou—
Vai jantar depois do jogo?
Depois do jogo.
Vocês vão sair para comer?
Na hora do jogo é muita muvuca, cara.
Mas depois também, viu, porque fica aquela galera aí já—
Se marcar eu peço uma janta pelo iFood, arroz e feijão. Arroz e feijão, cara.
Eu adoro os feijão.
Comi no almoço.
É isso aí, é isso aí. Bom, e hoje estamos aqui com a lenda, Bola.
Esse cara não é fraco não, irmão.
Que orgulho entrevistar esse cara.
Mais conhecido como Homem-Aranha.
O Homem-Aranha, o Spider-Man do automobilismo.
Esse não é fraco não.
Eu acho que o Hélio, eu acho não, tenho certeza que o Hélio é o maior piloto brasileiro nos Estados Unidos da história.
Olha, interessante essa daí, não sei, não posso confirmar, mas...
Não tem a dúvida.
Por exemplo, quem ganhou as 500 milhas? Tony Webber.
Quantas vezes o Tony ganhou? Uma. O Emerson ganhou duas e eu ganhei quatro.
Então desculpa, Emerson, o rato das pistas, mas a turma é boa, o resto todo mundo é bom.
Quantos campeonatos da Índia?
Na Índia não ganhei campeonato.
Você não ganhou campeonato? Não é possível!
Terminei 4 vezes em segundo. Caraca, velho!
Pois é, já o Tony ganhou um, o Gil ganhou dois e o Emerson acho que ganhou mais um.
Mas na Índia o que vale não é o campeonato, é a Indy 500.
É, é o Super Bowl, é o Super Bowl, Copa do Mundo, as Olimpíadas ali, é impressionante.
É, 500 milhas tem uma repercussão nos Estados Unidos gigantesca.
Olha aí, ó, esse anel, rapaziada, cada cara que vence ganha um anel desse.
Pô, que moral, hein?
São pouquíssimos anéis desses que tem no mundo, rapaziada.
É verdade, é verdade. Você sabe a história do anel, que interessante?
Não sei.
Em 1933, quando Louis Malle ganhou a primeira corrida, teve um pessoal, um um joalheiro lá que falou: vamos fazer um anel. E o outro: vou dar um relógio, que era o Rolex, né? Eles começaram a fazer isso, só que a Indy não ficou contente com isso porque eles estavam infringindo com as leis, né? Tinha que pagar name rights, como eles dizem lá.
Entendi.
Aí ele falou: tem que pagar. O Rolex não falou: não vou pagar. Mas a joalheria falou: vou fazer. E o cara fez esse design com essa bandeirinha aqui, que bacana, muito legal.
E até hoje é assim?
Não. Aí em 1989, uma outra joalheria comprou os direitos e mudou. Só que os caras, né, os reis, os— eu digo são os deuses do automobilismo, o Mario Andretti, o Emerson, AJ Foyt, todos usam esse anel. Aí, poxa, eu fui para o cara que desenhou esse anel, já morreu, mas o filho dele tem uns, como se diz, o desenho. E agora todo mundo faz esse, cara. Não tinha esse, não tinha esse, tem original. Por isso que eu pus as datas aqui das 4, entendeu?
Então ficou legal.
Então Pode ser uma história interessante.
Pô, que legal, velho.
Quer dizer, e a NBA tem isso também, né? Também.
Não, agora todo mundo.
E ainda a outra coisa, outra curiosidade.
O anel começou com a índia ou já tinha outro esporte americano? Você sabe?
Porque hoje tem no basquete, tem em todo lugar.
É, a NFL também tem. Mas será que começou com a índia ou começou em outra, alguma categoria?
Isso aí não sei.
Pergunta no ChatGPT, pô. Aí a gente vai saber, né?
Pergunta na DAP, tem que ver.
Você sabe por que que virou Homem-Aranha, cara? O apelido Homem-Aranha que eu usei.
Vocês escalavam as grades.
Então, mas eu escalei a grade Aí o pessoal, né, tava começando o filme naquela época, nós estamos falando em 2000, né, foi a primeira vitória, tava começando a lançar o filme. Um repórter da ESPN falou: "Poxa, você agora é o Homem-Aranha das pistas?" Falei: "Gostei, cara." E aí ficou, cara, só que eu era patrocinado pela Marlboro. E aí, cigarro.
Com super-herói no Warner.
Super-herói não dá, não é lindo.
No Warner, irmão.
Que dor de cabeça que deu pro pessoal.
É mesmo?
Eu não podia falar. Todo mundo podia, mas eu não podia falar. Mas vinha criança, cara, de vestido de Homem-Aranha.
Homem-Aranha com Malboro.
E queria tirar foto comigo, cara. Eu tinha que tirar, não falar: "Ó, vocês podem falar com os advogados aí." Que loucura, Elinho. Detalhes, né, cara, que a gente nunca sabe.
Outra coisa engraçada que é da Índia é o tal de tomar leite no final. Por quê, irmão? Então... Porque a turma comemora com champanhe.
O mesmo cara que tava morrendo... Naquela época, 500 milhas, hoje a gente faz em 2 horas e meia, 3 horas, foi a última desse ano. Era 8 horas, né? Os carros não andavam tão rápido, né? E quebrava também, era uma coisa, confusão total. E esse cara tava morrendo de sede e ele falou: quero um whole milk, buttermilk, que é o que sai direto da vaca, né? Fresco, fresquinho. Foi lá e tomou. Aí o pessoal da região olhou, analisou, falou: poxa, vamos fazer, vamos patrocinar. E aí começou.
Que loucura! A Índia é muito legal, cara.
Tem tradição do leite, tem tradição. Ainda tem um teco da pista de tijolo, não tem?
Isso, exatamente.
Gente, mais ou menos 2 metros de distância, que é como se fosse a pista, tem mais de 110 anos, né? Então quer dizer, como se fosse há 100 anos atrás, tudo tijolinho. E aí você tem a tradição também, quando você ganha, beijar os tijolos da pista original. Olha que legal, cara, eles fizeram, os maiores vencedores, eles concretaram tijolo com o nome. Então o nome tá lá, cara.
Puta, que demais! Ó, isso não tem preço.
Tradição dos anéis, meu querido, já chequei aqui na data. A tradição dos anéis começou na NBA, mas não é bem assim, quando o Boston Celtics venceu. Porém, se considerarmos a origem mais ampla dessa prática, ela tem raiz ainda mais antigas no beisebol.
No beisebol? Não sabia do beisebol.
O primeiro anel de campeão foi entregue em 1907.
Caramba!
Isso no beisebol. Aí quando Detroit Tigers venceu World Series, ok. Aí depois já NBA, que popularizou e expandiu em 1949. Aí a NBA popularizou. Aí eu pedi para ele dizer quando é que começou na Índia. A partir dos anos 60, 70.
Ah, então foi aquele.
Hoje todo mundo usa.
Então em 1907 o beisebol tornou uma tradição.
Os anéis, ok, usa Usa também, acho.
Pegou todo mundo agora.
Ó, aqui, eu vou perguntar aqui, como é que é o nome da liga de NHL?
NHL. NHL, é. Eles também são, né? Deve usar, acho que usa agora, pegou todo mundo.
É tradição, é.
É muito legal essa ideia do anel.
Até a Stock Car agora também tá fazendo anel, que eu acho legal. Sabia?
A Stock Car?
É, começou a fazer anel agora.
Que legal, cara.
Anel de seguimento do motor.
O campeão ganha o anel.
O campeão tá ganhando o anel agora.
Que legal, não sabia, cara.
É um símbolo bacana.
É uma joia, né, cara.
Eu entro nos aviões e os caras pensam que eu sou um drug dealer, né, que vê com uma bandeirinha assim, fala: que que é isso?
Esse cara aqui não sabe.
Não, mas pera aí, pera aí, é muito engraçado, cara.
Ô Hélio, você é muito popular nos Estados Unidos, né, cara?
Eu tenho uma história muito boa, bicho, muito boa. Eu tava na casa do Tony lá em Miami e depois eu ia ver a corrida no Canadá do Rubinho, tá? Mas ficamos uma semana em Miami para aproveitar tal, e passeando com o Tony, pô, aquele cara maravilhoso, né? E passeando e vou. Aí um dia chegamos no apartamento dele, entramos no elevador, Tinha dois gringos, tava eu, o Tony e o Nandinho. Aí entramos assim, eu olhei, sabe o gringo assim?
Falei: "Puta, o gringo conheceu ele, meu." Aí o gringo olha assim, juro por Deus, fala assim: "O Tony." O cara falou: "Elinho?
Elinho é o caralho, vai se fuder." Cara, eu não entendo, cara, que a galera confunde a gente. O cara tem uma napa, bicho, desse tamanho. Confunde com outra pessoa, não com ele, cara.
E eu falei, bicho, Tony, ele é o caralho!
Eles me chamam de Tony, eu chamo o Tony de ele, porque acho que a gente tem a mesma altura, brasileiro, né?
Aqui chamam de Ceará.
Ah, é normal?
Para caralho, você já nem— você é, tá bem, que nem você. Eu falo porque a gente andava junto, a gente sempre tava junto, então o pessoal acaba—
lembra que eu ria tanto, cara?
É muito engraçado. E agora ele mora em Indianápolis, né? Ele tá lá em Indianápolis, 4 filhos, agora ele comanda a McLaren da Indy. Ele tá dominando lá o cara.
O Tony é gente boa demais.
Cara, você é um irmão que eu...
Você continua em Miami, irmão?
Eu continuo em Miami, é. Não dá para sair de Miami, né, cara?
Não dá. Como que você faz com ele? A equipe está baseada onde?
Em Ohio. Não, mas eu sou sócio minoritário, quer dizer, o pessoal que comanda lá, eu vou para as corridas, aí ajudo os pilotos, eu dou uma... Porque tem um piloto novo agora que é Marcus Armstrong, ele está indo super bem, é o segundo ano dele. Você vê que você tem que dar uma assessoria à molecada. Eles vêm preparados já porque tem tanto a experiência da parte do simulador. A molecada hoje já vem meio que sabendo muita coisa, sabe?
O caminho para Indy qual que é, irmão? Porque a Fórmula 1 a gente sabe mais ou menos qual que é. Fórmula 3 ou Fórmula 2?
Lá tem a Fórmula USF 2000, USF 2000, né, que eles falam. Aí você vem a Indy Next. E aí você tem a Fórmula Indy, né?
Não tem mais Indy Lights?
Chama Indy Next, né? Eles mudaram o nome, mas é a Indy Lights. A nossa época era essa.
Já podia correr.
Isso. E hoje a molecada tá indo, o pessoal tá tendo chances, viu?
Que legal.
Hoje nós temos o Caio Collet, que tá indo super bem. Ele veio da Indy Next e tá indo super. Nós estamos conversando com ele para colocar na equipe lá. Aí sim, né?
Mas quem tá de brasileiro hoje lá?
Só ele?
Só o Caio Collet?
Só o Caio Collet agora que entrou.
O Tonico parou.
O Tonico parou. Eu corro uma etapa que é a Indianapolis.
Você correu esse ano?
Eu corri esse ano. Quebrou o carro no 4ª volta.
Mas como que você treinou o ano inteiro pra correr uma Indy, irmão?
Que a Indy é foda, cara. É verdade. O interessante é que nós temos uma semana de preparação. Então isso ajuda muito. Aí, bola, é como se fosse andar de bicicleta.
Nessa semana você consegue, não esquece.
Entendi. Aí você anda mais um dia, dois dias, você já tá no ritmo. É o último, né? E esses dois últimos anos entrou o híbrido. Então a única coisa que eu tava me confundindo às vezes é a hora que acionar o híbrido, né?
Generar aquela coisa que é meio, é meio, é meio a mistura rica mistura pobre, vamos dizer assim. Se você raciocinar como era as misturas, mais ou menos.
Só que quando você regenera ele, é como se fosse um freio. Então você tem que saber a hora que você vai fazer isso. Ele dá uma segurada para carregar, você perde uns cavalinhos ali, você perde quase uma milha. De velocidade. É bastante, cara, que a gente tá falando em milésimos, né? Ele perde 1 milha, 0,7, vai, vamos dizer assim, mais 2 milhas. Não, 0,7, menos de 1 milha. Mas, mas enfim, mas quando você tá ali, é um freio, é uma diferença muito grande. Não, nós estamos andando a 304, 308 km/h. É rápido, cara.
Mas quando tu liga a mistura do híbrido, ele anda mais?
Ele anda mais.
Quantos quilômetros a mais?
Aí são, aí a mesma coisa, mais Pelo menos 1,5 milha, né? Então aí tem outras técnicas também, que você aperta a embreagem do carro, que o carro é como a embreagem do carro não tem mais no pedal, é na mão, né? Como se fosse moto. E aí você aperta a embreagem metade, ele regenera devagar, aí já não perde tanto, mas demora também. Você demora umas 2 voltas. Você tem que fazer tudo isso, eu não lembro. Fala do rádio, entra no É complicado fazer tudo isso a 300 e tal.
É, e você vai mudando, você vai mudando a marcha e você vai acionando. É interessante.
Agora, quer dizer, metade da embreagem ele carrega pela metade.
Isso, é devagar, você demora mais para carregar. Você pode fazer duas voltas, mas não freia tanto, né? E aí, se você aciona o botão, aí ele recarrega numa curva, mas ele segura muito.
Mas aí que tá, né? Porque assim, ele não acumula. Exato, você tem que ficar usando a prova inteira. Chato, não dá para automatizar esse sistema não? Não pode, cara, não pode automatizar.
Exatamente, mas deveria, né? Mas você tem os sistemas que você sente confortável, que você ajeita, né? A parte técnica lá é legal.
Mas por exemplo, você solta a embreagem quando tá na curva, porque aí ele também ajuda a frear um pouquinho, ou não?
Na reta você pode fazer a curva inteira com meia embreagem.
É reta no cacete, é, ou você segura É muito bacana. Imagina, na reta você come a bateria e na curva você segura, você carrega.
Isso, exatamente.
Aqui você precisa mais de trás, tira o pé e volta.
Porque se você acionar aí quando tiver fazendo, é muito pouquinho. Aí você tira aquela vantagem que você teve. Agora, quando você— mas tem um cara atrás também, cara, porque se ele pode estar em outra estratégia que você, ele te passa.
Tá carregado, ele te passa.
Ele te passa. É, não é, gente, aí você vai só acelerar, cara.
A gente vai mudar a faixa do CD quase quase bate o carro. Você imagina esses loucos, eles têm que falar no rádio, e sistema elétrico, e muda não sei o quê, e muda não sei o quê.
Não, é complicado. Esse tá sendo interessante, mas foi legal, foi um ano bacana. Olha que interessante, eu sou dono de equipe, né? E a minha equipe, Maya Shank Racing, é MSL, Honda. E aí o cara que ganhou a corrida é o meu companheiro de equipe, né? Então, cara, e o meu carro quebrou faltando 4 voltas, né? Aí quando eu saí, eu vi os dois carros brigando aí, que eu falei: "Cara, nós vamos ganhar a corrida, não tô acreditando", sabe? Então foi um sentimento meio que encontrado, né? Desencontrado.
Triste, alegre.
É, porque eu falei: "Pô, era pra eu estar lá". Não, mas a minha equipe tá lá, foi muito legal, foi muito bacana.
E você é sócio dessa equipe?
Eu virei sócio dessa equipe porque eu ganhei com eles em 21. Foi a última vitória.
Quer dizer, é uma equipe nova, você foi um azarão, né?
Não, foi totalmente uma coisa inesperada. Eu saí de uma Penske que tinha 500 funcionários, que era a Ferrari, a Ferrari, né, a Mercedes, só para vocês analisarem a comparação, e fui para uma que só tinha 20 mecânicos. 20! Não, cara, era impressionante.
Quantos carros na equipe?
Você imagina, eu na Penske, os caras levavam meu capacete, né, aquela coisa. Cara, eu esquecia, eu saía, cadê meu capacete? Aí eu tenho que pegar meu capacete. Mas a gente pôs o pessoal no mapa, né? Quando venceu a prova, pô, fiz uma corrida e venci. O cara nunca tinha vencido, cara. Nunca tinha. Foi muito bom, cara.
Tu é bizarro no— você falou nunca ganhei o Mundial de Indy, título do campeonato, título do campeonato. Mas pelo que eu tô assim, você é um cara especializado em oval, né? Assim, oval é tua, é tua praia.
Sabe aquele circuito que você não precisa fazer muita força? E aí quando você se especializa, aí fica, vai ficando bom. É mais ou menos esse estilo com Indianápolis, sabe?
É uma pista que não sei, a gente tem impressão que dá meio sono no piloto, sabe?
Que ele fica só, cara, tem uma vez que eu espirrei uma vez, cara, porque tem muita alergia, tem muito pólen lá, né? E meu, você fecha o olho, cara, pô, você tava na reta, nossa, coisa totalmente diferente. Pessoal fizeram uma pergunta aí, 'Não, desculpa, eu acabei de espirrar.' 'Não, para no boxe.' Aí você para no boxe, 'Não, dá um lenço aí que tá escorrendo tudo aqui.' E a turma da Fórmula 1 vem aqui e fala que mija no macacão.
Você também, Tony? Ou Elinho?
Eu não, eu nunca, eu não consegui, cara. Mas eu tinha um companheiro de equipe que fazia isso, no macacão mesmo. E o cara é meio, como é que é, germofóbico, que tem problema com limpeza, sabe?
Que ele quer lavar a mão 20 vezes.
E imagine, parou a abandonei porque eu quero fazer xixi, cara. Aí os mecânicos falam: poxa, a gente não pode tocar na sua garrafinha de água e a gente tem que limpar o seu xixi, pô, não dá, sacanagem, né?
Mas assim, só para voltar para Indy, que eu acho que é muito interessante ouvir isso de você que é mestre, ela é uma prova. Quais são os segredos? Porque, por exemplo, às vezes você tá em 12º, 15º, aí do nada Como é que é a matemática? Porque tem boxe, parada, mistura rica, tem muitas variantes e é difícil demais. O azarão pode ganhar, é verdade, não é?
Tem volta que você vê o cara tá lá atrás, aí duas voltas.
Qual que é o mental? Porque às vezes eu fico tentando entender o mental. Você tá lá em sexto, eu falo: será que vai dar pro Elinho e tal? Pô, entendeu?
A situação é a seguinte: é uma corrida mais longa, né, comparado com as normais, né? Era uma hora a mais. Então são 5 a 6 pit stops. Aí normalmente nas corridas que eles andam são de 2 a 3 no máximo, então é metade. Então o que acontece? O pessoal se fica mais ansioso. Então quando chega no terceiro pit stop parece que você vai terminar a corrida. E aí é que as besteiras começam a acontecer. Então você tem que ter uma maratona, você tem que ter uma situação que você entenda que falei, ó, ainda dá tempo, ainda vão ter calma.
E essa é uma pista que você começa a ficar confortável. E que acontece? Você começa a ficar relaxado. E quando você começa a ficar relaxado, aí é que as coisas também você começa a começar a errar. E aí você bate, porque você tem que respeitar essa pista.
E ali é bom que você bate devagar, né, irmão?
Pois é, cara.
Você não bate de boinha, machuca.
Nego, os dois caras que machucaram, quebraram uma parte do outro, da perna lá, que disse que o perigo te pegou forte, cara.
Diz que o perigo é a turma querer consertar o carro, pois é, que não tá acostumado. A hora que vai dar a bateada, né, e Chega de frente.
Então você é, mas é uma reação normal também, você conserta e tenta segurar.
Mas quem tá acostumado não conserta para deixar bater de traseira, é lorota isso.
Normalmente se sai, se chega nesse ponto, deixa aí, já vai bater, não tem jeito.
E larga a mão do volante, tem que largar, senão quebra, né?
Machuca o pulso, machuca o dedo. A situação é que nós temos, nós não temos volante hidráulico, né? É tudo aqui mesmo, é pesado o volante. Então quando bate, nossa, dá uma, vira o negócio de uma maneira que machuca mesmo, não tem jeito.
E então a reação é essa, você já mete aqui.
Você tá louco, só que o carro tá a 300 e tralá lá.
Teve uma que eu dei, aqui não tem aí, mas se você fazer no YouTube, tem uma que eu dei uma capotada, o carro virou. Capotou, cara? Nossa. Eu achei que ali já era. Quando eu vi o céu, mas era num treino, né? Quando eu vi o céu, falei: e agora ferrou!
Você viu o asfalto de cabeça para baixo?
Eu vi, cara, eu falei: nossa, ali deu uma trincada, sabe?
E aí machuca as costas, não passava nem Wi-Fi aí, né?
Imagino!
Mas aí machuca as costas.
Não, cara, eu dei uma sorte, o carro deu, ele pousou, literalmente pousou assim, cara. Eu saí que nem um penteado mudou, sabe? Foi uma coisa, não, aí o pessoal 5 horas depois montaram o carro, tava de volta.
Mas por exemplo, você tá lá em 6º lugar, tá lá faltando 15 voltas, ok? Qual é o raciocínio ali? Conta, por exemplo, da tua primeira vitória. Você lembra exatamente o cenário e como você deu o jump para vencer? Eu quero entender essa lógica, né?
Estão falando de 2001 para 2021. 1, né?
São, sim, mas não era nada de dar essa desenhada para gente, o mental, vai.
Naquela época, nas últimas 50 voltas, você tinha que estar entre os 3 primeiros, 6 primeiros, vamos dizer assim, tá? Para ter chance de ganhar, nas últimas 50 voltas, que aí era situação de pit stop, aí você escondeu, bandeira amarela, você tinha que se pôr nessa posição. O carro naquela época, quando você abaixasse mais a asa na pressão aerodinâmica, você andava mais. Então você tinha condições de segurar sua posição ou passar aquela situação toda.
Já 20 anos depois, se você tá liderando, esquece, porque você vai ser ultrapassado. Porque o carro hoje tem muito arrasto aerodinâmico. Então quem tá na frente vai—
isso de trás carregou a bateria, você não vai passar.
Entendeu? Então agora é o seguinte: a corrida inteira você tem que estar entre os 6 primeiros, não é as 51 voltas. E nas últimas 2 voltas é onde você tem que estar na posição de segundo lugar para fazer o vácuo.
E aí você escolhe a última volta para passar, a última volta.
Aí você não conta a distância que ganhou, pô, foi 1 centésimo, foi isso aqui, cara.
Foi uma bobagem.
Escolhe a última volta fica no vácuo ali o tempo todo.
E aí você começa a fazer zigue-zague para tirar o vácuo do cara.
Você tá louco!
Não, cara, é uma, é uma, é uma situação, uma neurose.
Você tá andando de carro há 2 horas já.
Exatamente.
Você tendo essa paciência, mas ali adrenalina, esquece, amigo. Tá chegando ali, falta uma volta, tu atrás. Meu Deus do céu, tá do caralho! Aí que tá bom.
Motor ainda é V8?
Não, é 6 agora.
6 turbo.
Isso.
Mas Elinho, vamos lá, aí nessa tua primeira vitória você passou na última volta?
No meu caso eu li que eu vi uns tráfego, um pessoal na frente do primeiro, então eu passei faltando 2 voltas porque aquele tráfego me puxou no meu ventre, aí eu peguei um vácuo e o cara não passou mais. Mas isso foi na hora ali porque o meu plano era passar na última volta, então quando eu vi o tráfego Falei: cara, tem que passar agora, senão ele ia abrir de você.
Então não é muito boa ideia você estar em primeiro na última volta?
Não, se não tiver ninguém na sua frente, não. Se tiver tráfego, se tiver tráfego, aí tudo bem.
Você pode pegar vácuo também.
Você imagine, quanto mais carros você tiver atrás, mais difícil fica o cara. Por exemplo, segundo não é tão difícil, terceiro já fica um pouco complicado, que a turbulência do ar vai te tirando a estabilidade do carro. O quarto, esquece, já lascou, já tá.
Por isso que geralmente são os 3 primeiros, o quarto dá uma afastadinha. Exatamente, ele dá uma leve turbulência.
Presta atenção aí, esse ano o primeiro tava na frente e o segundo e terceiro lado a lado. Então quem acabou ganhando foi o terceiro, mas não por esse fato, foi porque ele ficou lado a lado e na última curva ele passou. É, foi legal.
E eu já vi também que os caras, não sei se eu tô falando merda, mas geralmente o cara que tá em quarto, tá em quarto assim, é, ele quando vem para a curva ele vai lá por fora, tenta pegar um ar limpo. É, ele vai lá por fora, aí ele costura e vai embora, né?
Não, para estabilidade, né?
Para não pegar isso, a sujeira do ar.
É que tanto na Fórmula 1 como na Fórmula Indy, obviamente, a asa dianteira e asa traseira, como se fosse mais de avião, só que de ponta-cabeça, né? O no avião é para subir, no nosso caso é para ficar mais estável na pista. Quando vem esse ar turbulento, cara, faz, nossa, parece que o carro sai, deu problema, furou pneu, sabe? Porque se você tiver muito próximo, que escapa da sua, do seu controle.
A inclinação ali, você sabe?
As curvas são de 3, depende, né? São 4 curvas, são 3 a 6 graus. Acho que os 6 graus é na curva 3 e 2 graus na 1 e 1,2.
Fiquei impressionado com Daytona, é uma puta pirâmide.
É, não é, sobe a pé, é difícil.
Então inclinar, mano, que isso? Como é que os cara faz?
Por isso que é Daytona.
Ah, porque deita. Você não pescou, entendi. Daytona, é por isso que é Daytona.
O carro vai deitar.
Não, mas é impressionante a inclinação.
Mas antes que eu esqueça, tem um presentinho aqui para você.
Tem para você também.
Aqui, ó, presente para você. Vou dar para ele aqui.
Vou fazer uma confissão.
Hoje chegou coisa em casa.
Esse é seu e um especial também porque é seu aniversário.
Pô, aí sim, meu.
Caraca, velho.
Vê se você gosta desse aqui, Bola. Esse aqui.
Esse é pro Bola, presente pro Bola.
Aniversário dele, né? Você tá certo. Não é? Você não—
Eu caguei com meu amigo, Bola.
Não cagou não, não cagou.
Cara, você sabe que eu sou cliente assíduo.
Eu também.
É o único lugar na internet que eu compro é Mercado Livre.
Não é? Eles são fera.
Opa, eu sou—
Pessoal da Black Tuesday.
Você não tem a menor pinta de piloto, essa cara de mecânico, meu bem. Olha lá no vídeo, é piloto ou mecânico?
Olha que bonito, cara.
Olha isso, ó, esse aqui, meu Deus, coisa linda, bola!
Tirar aqui.
Mas que carro é esse, Alinho?
Desculpa, esse é o estoque que eu tô correndo agora, né?
Vocês estão na estoque também?
O Mercado Livre, né?
Que legal, bacana, né?
Imaginando, né? Toyota, é isso.
Obrigado. Para autografar, né?
Opa, tem que autografar! Esse é especial, viu? Não tem não, viu?
Deixa aqui na mesa aí por enquanto. Deixa aí. Quando você for lá no meu programa da Jovem Pan, você faz, né? Já olha para a galera.
Esse é meu.
Aí, galera, aí, tá vendo?
A galera aí, deixa aí. A gente põe lá também na mesa, sabe?
Deixa eu ver o que que é isso aqui. Ah, essa é uma credencial que você tem passe livre. Oi, lá na Stock Car você pode entrar passe livre. Mentira, até o final do ano, né?
Botar no pescoço.
Para essa temporada, você tem que ir nesse ano, né, pô? Pô, vou lá, cara.
Vamos lá, cara.
Em qualquer etapa?
Qualquer etapa. Que legal, cara. Semana que vem, semana não, mês que vem.
É bom, eu tenho os advogados, são bons, velho.
Ó, bola! Você também tem bola.
Ah, mas eu tenho minha namorada, né?
Então bola empresta, vai sozinho.
Bola empresta, bola empresta.
Não, mas legal, né?
Ah, que legal isso aqui, hein?
Pessoal da Black Tools, pessoal da X.
E pode ir no boxe, tudo?
Pode ir no boxe, ó, a bailinha da Soldiers, tá todo mundo junto aí, ó.
Que legal, cara.
Obrigado, Elinho.
Legal, né?
Pô, e vem cá, você já correu na Stock? Eu ainda não.
Corri, pô, terminei em 9º agora, a última corrida em Cuiabá, corrida à noite, cara, bem bacana, muito, a pista incrível.
Cuiabá foi o, ah não, foi Goiânia, a MotoGP.
É, a MotoGP teve o você vem para cá toda corrida.
Nossa, é mesmo, 8 horas, bola.
Aí tem um aviãozinho dele, vem, né?
Meu G6, né? Tá, tá, tá, tá, tá, tá aqui perto.
Ronaldo tem um, é.
Você tem seu avião?
Não, tô brincando.
Cara que ganha 50 vezes a Fórmula 1.
Esse cara ganhou hoje o Max Verstappen aí, 100 milhões de dólares. Pô, a gente lá é tão assim, tá difícil lá, né?
E você nunca correu em outra categoria sem ser Indy-Larmon assim? Tô dizendo, um WEC, um—
Eu corri, eu corri os protótipos, ganhei Daytona, corri na Daytona 24 horas, 3 anos seguidos. Foi legal para caramba aquele Rolex bacana, cara. Eu não trago para cá que é meio complicado, o braço, o braço, o braço, né?
É Mercado Livre Racing, é isso?
O caraca, tá mais contente que o Mercado Livre do que ele tá aí. É bom demais, cara. Eu sou, é sério, cliente assíduo.
Não, não, eu sou cliente do Mercado Livre, eu sou um dos pioneiros. O Bola, eu lembro que eu falava na época de leilão, brother.
Ô louco, é verdade.
Aí eu falava: Bola, olha isso aqui. Aí o Bola tinha medo.
Não, você é, não, que o projeto fez esse negócio.
Eu nunca comprei. Sabe o concorrente dele? Ele, eu nunca usei, até porque dá problema demais de golpe, né? Mas o Mercado Livre já teve problema. Mercado Livre, eu vou te falar porque, Alinho, isso aqui é um testemunhal, é um testemunhal, como é que eu posso dizer, que vale a pena. Poucas empresas eu falo que, por exemplo, Porto Seguro, cara, eu nem olho outra seguradora, porque Porque os caras são bota firme. Não, vai na sua casa, funciona.
O Mercado Livre funciona, vou te explicar por quê. Uma vez eu, algumas vezes acontece, como é marketplace, tem sempre os cara malandrão. Eu comprei papel fotográfico, sabe, de uma marca chamada Kodak, é para tirar foto. Eu falei, pô, vou comprar um papel Kodak para imprimir foto maneiríssimo de filho, fazer o porta-retrato. Só que aí veio meio violadinho, Tá ligado? Aí eu desconfiei, eu falei, pô, isso aqui vem com aquele lacrezinho, tava abertinho, mas tava bem embalado. Aí eu puxei o plástico, eu falei, cadê a marca d'água da Kodak?
Um merda!
Cadê a marca d'água da Kodak?
Não tinha.
Eu acho que o tiozinho que me vendeu foi tentar dar uma driblada. Cara, juro para você, o Mercado Livre foi lá, eu avisei, Tirei a foto, mostrei, mas não deu 5 minutos. Falou: pode ficar com isso aí e devolver o dinheiro, escolhe outra, velho. Entendeu? Eu falei: cara, olha isso, nem me cobraram. Impressionante. Tipo assim, se o vendedor lá não for ponta firme, eles garantem. Isso é legal, né, cara? É o risco do negócio, né?
É porque hoje o trabalho, né, nesse mercado, você não vê, né? Você só vê no computador.
Eu ainda sou Melly Byze aí.
Olha só, muito bem. Gostei. Então é importante ter essa confiança do cliente, né, em relação aos produtos do Mercado Livre. Nossa, eu fui no golpe.
E é legal isso, eu nunca tive pepino com eles.
Cara, impressionante.
E é legal eles apoiarem o esporte.
Muito bacana.
Se apoia esporte também, eu já gosto mais ainda. Não, esse atleta, esporte, aí pronto, aí deu meu coração de vez.
Um projeto muito bacana com eles e a gente tá muito contente.
Pô, que legal, legal que eles Tão aí patrocinando e trazendo o cara do teu quilate, cara, do teu calibre, né? Pô, você é um ídolo.
A Stock é uma puta categoria legal, velho. Muito bacana, muito bacana. Como é legal Stock, cara? O pessoal tá fazendo um trabalho legal, o Espinho tá, o Piquet, o Massa, tá junto.
É só nome, hein?
Puta, é só o som, né, mano? Só faltou o Ingão, velho. Se botar o Ingão lá, ele corre, velho.
Dá pau na galera, bicho.
Dá pau na galera. 12 vezes campeão lá, velho.
O Cacá Bueno também tá lá correndo. Quem é muito meu amigo é o Abreu, Atila Abreu.
Aí o Rubinho tá correndo, que o Nelsinho junto, eles 3.
Um beijo pro Atila Abreu, que eu acho sensacional. Ele já me convidou, Boleta, porque eu acho demais o que o Atila Abreu faz. Eu sou muito fã do Atila Abreu. Além de correr muito, não, e ele vai pilotando os cirrus dele para cada etapa, né? É, ele vai, ele mesmo pilota. Ele já me ofereceu uma carona ótima. Vamos armar, eu vou de bonde com você.
Eu não estou acreditando. Tem uns amigos que voam com esse avião, é muito bacana.
É de paraquedas, esse que é bom.
Esse é o melhor, né, meu filho? Se for pro saco, você puxa ali e tá tudo certo.
E lá nos Estados Unidos esse avião é relativamente barato pra se ter.
É verdade.
Ah, sim.
Lá, aqui não, mas lá tem um preço ok, né?
Aí o pessoal lá, inclusive, quando eu fui voar com esse pessoal, ele falou: se der algum pepino aqui comigo, sei lá, se eu desmaiar, alguma coisa, você aperta esse, esse, e o avião pousa sozinho também. Não precisa nem só o paraquedas, ele pousa sozinho. Eu falei, ah, mano, toma água aí, bicho, sei lá, mano, não vai desmaiar não, por favor. Eu não quero, não entendi nada que você falou, eu quero só ir chegar lá no lugar. É exatamente, todo Todo mundo, cara, quando eu entro no carro, o meu carro tá fazendo um barulhinho.
Todo mundo pergunta, gente, não dá para entender. Se eu paro na baliza, alguma vez, sei lá, errei a baliza. Porra, mas você não é piloto, cara? Não sou, eu não sou valer, cara. Eu sou, eu trabalho, eu vou dirigindo, cara. Não tem essa. É difícil, viu?
O sistema chama-se IntelliSafe.
Você aperta, ele vai Ele avisa, tá tudo de um King Air, fez isso, deu problema, a mulher apertou o botão, pousou sozinho. É hoje em dia, tem, já tem o novo, né, o novo, o novo, os novos, né, porque sistema é meio ursinho também, entendi.
Mas um beijo para o Atila Abreu, boa sorte também, muito bacana.
O nível tá muito alto, da categoria tá muito toda vez você vai numa corrida, é, puta, é gostoso.
O César Ramos, o Thiago Camilo, que também, gente, boníssimo.
Já mexeu, já mexeu, já mexeu.
Ele é fera também, ele dá 400 corridas.
Ele acabou de comprar 400, meu, quase 20 anos.
O cara tá aí, ó.
Se bobear, o Kaká também, também. E o Ricardo também é das antigas. Ricardo Maurício, porra, esse aí, o que que é?
Eu que ensinei a dirigir.
Ah, é mesmo?
É, de kart.
É mesmo?
O pai dele me contratou para ser coach.
Aí, ó, pô, fez bem, irmão.
Puta merda, tá dando pau agora, pô.
Elinho, eu queria contar um pouco da sua trajetória, da onde você veio, como é que você chegou, como é que virou automobilismo na sua vida, como é que foi?
Meu pai tinha uma equipe de stock car em 1980, né? E aí, os Opalão, exatamente, era marcas e pilotos. Maior, Alfredo Guaraná Menezes, Paulo Gomes, essa época, né?
Chamava-se Marcas e Pilotos, era antes de Stock Car. Não foi a Marcas e Pilotos que virou Stock depois?
Não, o Andréas Mateus coordenava Marcas e Pilotos.
Ah, não, Stock era só o Opala.
Ah, eu pensei que Marcas e Pilotos...
Marcas e Pilotos você podia correr carro diferente.
Isso, é isso aí.
Eu achava que Marcas e Pilotos com o tempo virou Stock.
E aí, cara, eu comecei a ir nas corridas e para mim foi muito bacana, porque eu não podia entrar.
Você era o quê, 5 anos?
5 anos, eu não podia entrar criança até hoje nos boxes, só que meu pai me colocava no porta-malas do carro, passava pela segurança e colocava. Eu adorava essas coisas, né? E aí eu comecei a gostar e comecei a ver, tinha um macacãozinho que eu lembro que eu ficava brincando ali atrás do volante do carro e tudo. Eu falei, poxa, um dia eu quero pilotar. E um desses pilotos foi o Fabinho Souto Maior, me deu um kart kart. E aí adorei, cara.
Para mim foi uma— nossa, eu parecia que eu era o rei da cocada preta, né? Então, e entre andar— eu sou de Ribeirão Preto— e andar em São Carlos, né? Tinha uma pista abandonada lá, a gente andava. Meu pai levava o pessoal da empresa dele, a gente fazia churrasco, uma turma, cara. E aí foi, adorei, criei paixão, ganhei meu primeiro troféu. E aí não queria parar mais.
Você tinha quantos anos, Hélio?
Eu comecei com 11 para 12 anos. Aí eu conheci o Tony, aí ficava na casa dele aqui em São Paulo, a mãe dele levava a gente para pista. Quer dizer, olha que legal, cara, a gente praticamente como se fosse escola hoje, que o pessoal vai levar no futebol, natação, só que o nosso era kart. Então a tia Miriam levava a gente lá para fora correr de quê? Aí eu fui para a Fórmula 3 britânica, que foi o caminho que o Rubinho fez, né, a galera toda.
E aí quando eu cheguei na Inglaterra foi um choque muito grande porque eu não falava inglês, né, você saindo, sabia Eu fico até emocionado, lembra que ele falou que ele dormia no chão da oficina, velho? Pô, eu ligava pra ele, cara, e eu falava: "Tony, e aí, cara?" "Meu, tô aqui na oficina." Eu falei: "Cara, nossa, muito difícil." Porque você fica sozinho, você começa a aprender as coisas sozinho, pagar conta, morar sozinho. E aí o dia que saiu errado, o pessoal obviamente—
Não, e sem falar a língua direito.
Tem um certo preconceito, você veio de fora, não fala a língua, você não tem a cultura. Então tudo isso, cara, foi pra mim o automobilismo A parte do esporte, a parte de corrida era o mais legal. O mais difícil era toda essa estrutura, você aprender tudo isso. Então eu cresci muito, o automobilismo pra mim foi uma lição de vida, né?
Então vamos lá, aí você com 11 anos você ganhou o kart. Aí foi campeão o quê? Paulista?
Brasileiro, Paulista, Campineiro. Pô, era bom, rapaz, de kart.
Tu andava de kart?
Andava de kart, fiquei 5 anos no kart. Aí fui pra Fórmula Chevrolet que veio aqui pro Brasil.
Qual era? Corsinha ou era o...?
Não, não, era um carro de Fórmula.
Era um Charlotinho, o Vectra.
Isso, era um Charlotinho. O motor era do Vectra.
É o carro charuto, né?
Tipo Fórmula Ford. Era o Fórmula Chevrolet.
Aí tinha a Fórmula 3 Sul-Americana naquela época. Foi quando eu corri na Fórmula 3 Sul-Americana e eu era para ser o campeão. Só que aconteceu, na última etapa eu tinha que ganhar e o cara que tava disputando comigo tava em quinto e ele tinha que chegar em segundo para ser campeão. E eu lembro que eu passei a linha de chegada, o segundo, terceiro e quarto pararam o carro e deixaram o cara passar, cara.
Nem fudendo.
Não, foi uma, foi um assassino.
Argentino, ele era argentino.
Ah, tá explicado, né?
Eles fazem Isso, né?
Pessoal, e acabou.
Sabe por que na Argentina não tem terremoto, né?
Por quê?
Que nem a terra engole eles.
Aí eu fui pra, fiz mais um ano e fiquei na Fórmula 3 brasileira e fui pra Inglaterra em 95. E de lá eu fui para os Estados Unidos correr de Indy Lights.
Nossa, você correu de Indy Lights?
Você foi pra Fórmula 3?
Isso.
Mas o teu desejo era a Fórmula 1 no primeiro momento?
Era a Fórmula 1. Só que chegou num ponto que aí aqui lançaram o Marlboro Brazilian Team, lembra? Lembro! Aí eu era patrocinado pela Marlboro na Fórmula 3, mas só um pouquinho, né? E o pessoal falou assim o seguinte: poxa, a gente quer que você faça o teste para ver se você passa nesse, para fazer parte do time. E eu falei: poxa, eu queria ir para Fórmula 1, quero ir para os Estados Unidos, aquela coisa toda. Aí eu fui testar, inclusive eu e Tony, Afonsinho Giaffone, Oswaldo Negri.
Pô, que galera!
Tinha uma galera naquela época, tinha uns argentinos, tinha um chileno também, também. Enfim, e eles queriam contratar Malboro Brazilian Team, não era, perdão, é Latin America. Aí queriam os ticanos também lá, né. Só que eu passei no teste, só que eles adicionaram um carro para mim, que só eram 2, adicionaram um carro. E aí eu falei, não, eu quero ir para a Fórmula 3000 naquela época. Eles falaram, não, 3000 a gente não te patrocina, te patrocina aqui. Aí eu tive que mudar de rumo.
Quer dizer, É, na hora da decisão que você tinha o sonho da Fórmula 1, pintou oportunidade nos Estados Unidos e você fala, cara, posso perder, é difícil a decisão.
Mas foi a melhor decisão que eu tive na minha vida, cara, porque não só eu continuo correndo, mas eu tive oportunidade, eu fiz um teste de Fórmula 1 com a Toyota em 2000, fiz, foi super legal, foi super rápido, o carro era uma maravilha, inclusive inclusive quem acabou assinando no meu lugar foi o Cristiano da Mata, lembra?
Lembro.
E que aconteceu? Um ano depois eles arrancaram o Cristiano da Mata e acabou, né, praticamente matou o cara no automobilismo. Então imagine, olha só, essa—
e eu, você tá até hoje aí firme.
Você que sabe. Eu falei, não, vou ficar com você, não vou sair de uma peixe.
Esse velhinho é fudido.
Onde você vai nos Estados Unidos, aquele caminhão, pensa que não é? Você vê peixe que toda hora, ó, tem dinheiro, vai O que que é a Penske? É uma, é uma sobrenome dele, né? Não, não, não, mas a empresa que tem caminhão a rodo nos Estados Unidos, tipo aluguel, aluguel de caminhão, de caminhão, de van, caminhão, 350 mil caminhões. Não, onde você anda nos Estados Unidos tem Penske a rodo.
Ele foi comprando, ele era o terceiro lugar, foi comprando o segundo, comprou o primeiro e dominou o negócio.
Tem coisa para cacete.
Você anda nos Estados Unidos, você vê de caminhão Penske nas estradas.
U-Haul. Não sei se vocês lembram, né? Ele comprou lá o U-Haul e foi indo.
Foi fraco ele.
Não, ele foi—
então ele faz rentam de caminhão para caminhoneiro, aluguel.
Esse é um dos business, né? Mas ele tem a Detroit Diesel, que foi quando ele lançou no mercado financeiro, que era a parte de caminhões. Ah, ele tem tantas coisas gigantes. Ele tem 1 bilhão de dólares, cara.
Bom, aí você aceitou fazer parte do Marlboro Brazilian Team.
Era você, o Tony, eu, Tony, Luiz de Palma, Aí tinha o André Ribeiro, pô, lembra?
Lógico, saudoso. Uma pena, morreu novo, né, bicho?
Passou pela essa doença sozinho. Nossa, foi, foi uma pena muito grande.
Ele ganhou aqui no Rio, né, cara?
No Rio, cara.
Eu tava lá, pô.
É, eu também. Ele era um exemplo pra mim, ele era um cara exemplo não só na parte, principalmente na parte de como lidar com as pessoas, patrocínio. Ele é um super cara, né? Então foi É uma pena. Inclusive, eu ganhei em Indianápolis, eu pus um, que ele faleceu um dia anterior, eu coloquei um adesivo dele no meu capacete.
Que legal!
Em homenagem a ele. Que legal, cara, que realmente fez a diferença aqui no mundo para nós.
É, ele foi exemplo.
Aí segui, aí fiquei na Indy Light 2 anos. Aí eu e o Tony disputando campeonato por 2 pontos, 3 pontos, coisa. E o Steve Horn, que era o dono da Tasman naquela época, falou: olha, quem ganhar o campeonato vai ganhar a vaga. E aí ele ganhou, mas ele foi justo porque ele falou: os dois vão fazer o teste, cara. E ele ficou junto. Nossa, eu e o Tony, cara, a gente sempre lado a lado, né? Até nos tempos, né? E hoje, e a gente brincava nessa época que eu vim aqui para São Paulo ficar na casa da mãe dele, a gente ficava: poxa, olha, se eu não chegar lá, eu vou ficar carregando teu capacete, né? Ah, eu também. Então ninguém precisou disso, cara. Isso aqui é muito bacana.
Tipo assim, se der certo para um, eu tô com você, seja como for, tamo junto.
Não precisa, graças a Deus os dois deram certo.
Que bacana, bicho. Aí você, que ano foi isso? Você entrou na, você foi pra Indy Lights, né?
91.
Indy Lights, é isso.
Quem que você era fã nessa época, irmão, de piloto?
Ah, eu gostava muito dos Anardi naquela época.
Porra, eu lembro dessa corrida da Alemanha, eu tava vendo essa corrida, cara.
Cara, você vê, as pessoas não lembram, mas os carros, como tão seguros ultimamente, mas naquela época, cara, sempre foi um esporte de risco, óbvio. Mas poxa, quando o cara deu aquele, aqui pegou no meio, rango, nossa, foi aquela corrida, cara.
Eu lembro que foi de manhã aqui no Brasil.
Isso, e tinha acontecido, né, o Setembro 11, lembra? Foi uma semana depois.
Sim, eu lembro, tá em casa, e essa corrida eu tinha DirecTV ainda, olha, e essa corrida só passava na DirecTV. DirecTV. E eu tinha, eu falei, cara, eu adorava.
Bom, já tinha DirecTV, cara, naquela época.
Já era rico, cara.
Já, imagina, o avião dele tá parado ali atrás também, né?
Eu vou te falar porque que eu tenho DirecTV nessa época. Eu, meu sonho era ser engenheiro de telecomunicações. Verdade? É, eu estudava para isso, estudei para isso, me especializei em banda C. E aquilo tinha acabado de surgir, banda K.U., né, que é o nome dessa banda. Que é a banda que transmite a DirecTV, assim que chegou. Realmente era caro, só que assim, eu peguei um dos meus primeiros salários e comprei, de tanto que eu gostava.
Legal, pô.
Aí eu mesmo instalei o Sublime.
Aí você assistiu a corrida por lá.
Eu assisti esse fatídico dia na Alemanha, as duas mortes assim pesadas, inclusive eu assisti a dele, e depois você vai contar a história do Greg Moore.
É, paulada.
Eu tava vendo com o Frangão, que foi até aniversário dele ontem.
Bateu de lado.
É, bateu numa mureta aqui, eu lembro, eu assisti corrida também.
Que coisa, bicho!
E o Zanardi foi na Alemanha.
Mas ele não morreu, né?
Não, não, perdeu as pernas. Morreu agora, né?
Morreu agora, morreu agora. Mas que pena. Mas ele, o do Greg Moore, foi em Fontana, né? A gente tava super rápido, uma pista muito rápida. E eu lembro que duas voltas antes eu também quase rodei ele, porque tinha um vão meio que na pista, e o carro, meu carro, eu perdi quase o controle. E eu, quando eu vi ele passando alto, ele falou: ele vai passar naquele lugar, vai se dar, vai se dar mal, vai dar um bump. Ele deu Cara, nossa, quando eu vi ele rodando na minha frente, foi muito impressionante.
Você tava na pista aquele dia?
Tava na pista, foi, foi forte, foi uma situação.
Que ano foi aquilo?
Foi 99, foi na última corrida. Ele tinha quebrado o braço, não precisava correr, já tinha assinado com a Penske, não tinha necessidade.
O cara não aguenta, né?
Não dá, não dá. É o destino também, né?
Não tem jeito.
Quando é sua hora, é sua hora.
Quando o barbudinho chama.
É, exatamente.
E você acabou entrando no lugar dele.
E acabei entrando no lugar dele. Você vê, mudou a minha vida. É, eu já ia embora para casa, já tava com a maleta, com as panelas, embora. Vou para Ribeirão Preto, vou cozinhar lá, vou falar, comer uns feijão lá.
Olha que loucura que é a vida, né? A morte do Greg Moore mudou a sua vida.
Pois é, cara.
Que coisa, cara.
E essas são os mistérios de Deus, vamos dizer assim, né? Nessa não dá para a gente questionar essa essas situações. Mas o mais engraçado, cara, você vê todos esses anos, sabe o que o pessoal me conhece mais nos Estados Unidos? Por duas danças. Dança dos famosos.
Eu tô ligado.
Você acredita nisso?
Acha o vídeo dele aí.
Pô, mas tu dança pra caramba, velho, cara. Você viu a minha parceira? Carlinho de Jesus, cara. Brincadeira, você é o Carlinho de Jesus.
Não, você é melhor. Eu perguntava, você nunca viu?
Acho que não. Eu vejo ele correndo, não gosto de ver dançando.
Então eu perguntava meus amigos, você viu eu dançando? Não, Eu não vi, eu vi ela dançando, pelo amor de Deus, meu filho. Ela era a sweetheart dos Estados Unidos.
É linda, ó. É linda, ó. Eu vou te falar, de todos os famosos que eu já vi dançar, ninguém chega perto. Acho que o Victor Sarro chega um pouco perto.
Um pouco.
Um pouco.
Mas você sabe que vive na mesma rua. Vai em carma agora, né? Qualquer casamento, bar mitzvah, tudo, o pessoal: "Pô, o Daniel da dança, vem cá." Aí vai falar: "Gente, eu aprendi uma coreografia, cara." Não, não dá, tá louco.
E você dança qualquer coisa, irmão.
Não, velho, como é que eu vou dançar qualquer coisa?
Não sei, ué.
Não dá.
Mas eles só mostram imagem de ritmo.
Ah, não, sim, sim, é foxtrot. Eu não sei como é que traduz foxtrot. É valsa.
Foxtrot.
Foxtrot, valsa, tinha... Mambo, salsa. Rumba.
Rumba.
Tinha samba, mas o samba era diferente do que a gente tá acostumado.
É simba.
Simba, né. Não tem nada a ver.
Como é que você se enfiou nessa, irmão?
Pois é, cara. O pessoal me chamou, convidou. Eu falei, eu achei que tinha que fazer, como é que se fala? Casting? Teste. Teste. Eu falei, eu não vou fazer teste, cara. Eu não sei dançar. Aí o pessoal, não, não.
Peraí, peraí, peraí.
Você não sabe dançar?
Não, cara.
Que mentiroso.
Não sei dançar, cara.
Não, não, é assustador.
Aí o negócio foi, é que eles te ensinam. É como criança, cara. Vai te ensinando passo por passo. Pô, você ficar 6 horas, 8, até 10 horas dançando, é uma maratona. Eu pensei que ia para as Olimpíadas da dança.
Mas, Elinho, na boa, é que você também tem aquela predestinação de campeão.
E o teu trabalho é o luta, eu ficava estudando, né?
Mas é, eu quando eu vi esses vídeos de você dançando, é um negócio, não, é sério, você acha que ele pode ir para Olimpíada, sabe assim? Não, tu vai assustar, tu vai "Você está..." Eu fiquei: "Cara, que filha da puta!
Você descobriu um talento, cara." Eu realmente percebi que se você pôr sua cabeça pra trabalhar e sua dedicação, você pode fazer qualquer coisa. Sim.
Mais ou menos ali, ó.
Isso foi o que eu tirei proveito dessa situação, desse exemplo.
Saiu uma louca de dentro de você. Não, é do caralho. É do caralho, você vai chocar. Eu nunca vi um cara famoso dançar numa dança famosa igual ela.
Olha só, se liga, é um— nossa, é rápido! Olha, olha, você tá de máscara!
Olha isso, olha isso, bola, que bizarro!
Olha lá, ó, o salto! Eita, ó, olha isso! Eu não acredito, eu dançar! Olha que legal!
Ó, pô, você manda bem demais, velho!
Não, mas essa aí de colado, eu gosto quando você dança com ela. Ela do lado.
Ah, mas isso aí, meu, não é bizarro?
Não, foi bem legal, cara. E o mais engraçado, cara, é que você tinha que ficar com o estômago colado no estômago dela, porque senão você perde ponto.
Fora que a tia, mano, a tia é ótima.
Não, cara, tu não casou com ela não? Não, não rolou isso. Não peguei, não peguei.
Não, mas olha isso aí, bola, olha isso aí, olha isso aí, olha isso aí.
Então essa coreografia, ela queria dar um beijo, cara. Eu falei, então vamos dar um beijo Só que a gente não treinava o beijo, então foi na última hora que a gente deu um beijo, cara. Eu falei: como é que eu dou o beijo? É de língua, sem língua, de beijo? Como é que é? Ah, vou beijar agora no final, quer ver? Ó, agora eu viro, agora eu beijo, ó. Aí a gente deu aquele beijo meio e joguei a mulher no chão, cara.
Dança muito, mano.
Essa aí eu acho que foi 10, foi, foi. Nossa, essa daí ficou marcada. Você sabe que eu fiquei com o uniforme, eu falei: ó, vocês 'Give me the uniform.' Não é possível essa roupa. É porque eu falei, ó, do máscara, fizeram assinar para eu não vender, não sei o quê. Não, não vou vender não, quero ter porque é uma lembrança muito bacana, né?
Foi campeão, foi campeão.
E ficou falando, lembro, ela ficou em segundo, ela ficou brava, cara, comigo. Eu falei, mas meu bem, não tenho culpa, cara, é votação também. Pô, foram 350 mil dólares, cara.
Não, mas a popularidade do Elinho, mas isso aí era 25 milhões de pessoas.
Aquela época não tinha YouTube, não tinha social media, não tinha nada, né? Era só televisão mesmo. 25 milhões de pessoas assistindo segunda e terça-feira, cara. Até hoje, cara, a pessoa: pô, adorei você dançando.
Pô, tem outra aí, Zaque, você achou?
Legal, hein, cara.
Não, é impressionante. Acha mais aí, que é muito legal, cara. O teu negócio ali, eu fiquei—
eu lembro de segunda, acho que era segunda, segunda Era Mambo, acho que era Mambo, era bem legal o Mambo, cara.
Velho, é impressionante, você tem a postura, sabe, certinho.
Ah, mas eles ensinam, eles têm uma ferramenta que põe aqui para você ficar, para acostumar, é para você ficar, tem que, é que tinha que ter a, não só a postura, os passos, você tinha que liderar com o calcanhar, não podia pôr a ponta do pé. Ela me ensinava você olhando para cima, porque normalmente o pessoal vai olhando para baixo, para ver o pé onde tá. Aí ela me ensinava olhando para cima.
Vamos ver mais uma do Elinho aí, o Grand Freestyle. Aí, ó, não é bizarro, mas foi legal para caramba, tá maluco, velho. Você nem diz que o cara é piloto.
Esse aí, cara, teve um problema que a Marlboro não autorizou. A gente tinha feito o negócio da Marlboro, eles tiveram que colocar um negócio no meio, e aí a gente arrancava a roupa. Olha que legal, cara, era um macacão em cima do macacão, ó. E a gente, e a mesma parceira, a gente troca de roupa, aí fica tudo com Olha, saiu, dancei bem também, cara. Ó, ó, aí o jacaré que tinha, eu tinha que virar para ela, mas ninguém percebeu, meu.
E para eu levantar essa mulher, cara, ela deu uma cambalhota em cima do meu ombro, cara. Você vai ver, é uma coisa eu não conseguia fazer, não conseguia fazer. E nessa última, e fez aí, cara, não sei como entrou.
Mas olha isso, como a clássica que você tem para dançar, velho, tá maluco.
Ele tá bem demais, não é, bola?
Porra, tu não diz! Ó, eu tô ferrado agora, tudo vai rolar. Ó, ó, olha isso, gente! Caraca, mano, pesada, cara, é músculo!
Era, nossa, gostosa no bom sentido. A gente pode falar, tem conteúdo.
Não, mas bicho, que loucura!
Ele dança muito.
Não, cara, foi bem legal. Corrida, você não pode, não pode, bola! Eu vou ser aqueles sairia daqueles cruzeiros, sabe?
Olha isso, olha isso, ele meteu um street dance ali, velho.
Ó, é, a Bully teve, né?
Sabe de quem?
O Gil de Ferran, né? Esses caras, eles é forte.
Tu viu que ele fez ali um, um giro ali impressionante no chão, né?
Impressionante, descobriu um talento.
E isso tornou E o Elio ainda mais, muito popular.
A categoria ganhou 1 milhão de viewers no ano seguinte porque o pessoal queria saber o que eu tava fazendo no ano seguinte, entendeu? Foi uma coisa absurda.
Eu lembro direitinho disso, o cara olhou e falou: Elinho, putz, Tony, entendeu? O cara achou que era o Elinho.
Você ganhou quantas Indies depois disso aí?
Ganhei duas. Ah não, ganhei mais duas.
Mais duas.
Putz, aí foi mais absurdo ainda.
Foi loucura, foi loucura.
E o lance deve ser assim, a TV americana: é lindo, dance with the stars.
Ou é lindo dance with the stars, né, presidente?
E o Tony falou uma coisa uma vez, ele falou: cada vez que eu pego um pódio, meu nariz diminui. Acho que ele fica mais bonito.
Ele podia passar, né, Tonico? Você podia dar uma limada, né?
Deixa o cheiro quieto.
O capacete, cara, ele encostava o nariz no capacete e falava: meu, não é impossível, cara. Será que o capacete dele é menorzinho, né? Não, mas é que o nariz grande mesmo.
Tem em casa um capacete que ele correu na Índia e me deu.
É, eu tô nela, guardado em casa.
É maravilhoso.
Eu queria que você contasse assim, por exemplo, você entrou no Marlboro Team com a morte do querido canadense, né, o Greg Moore, né? Tu entrou no lugar, mas você começou na Indy Lights ou na Indy já?
E foi, não, aí nessa época eu fiquei 2 anos na Indy Lights, eu entrei, lembra que o Steve Horn deu a vaga Antônio. Sim. Aí passou 2 anos, eu fui em 2 equipes anteriores que elas fecharam a porta. Então realmente eu ia, eu tava indo embora, cara. Aí a situação passou, o Roger, né, me chamou, falou: eu queria conversar com você. E aí foi quando eu conversei com ele. Cara, eu tava tão desorientado por tanta coisa acontecendo que não entendia nada.
Sabe quando você vê a pessoa falando e você nem entende? Aí Aí contratei um advogado, a gente pegou, e aí praticamente o advogado era do Greg Moore, né? Já tinha feito o contrato de 300 páginas, eu lembro, na época. Só mudou algumas coisas e a gente assinou o contrato e eu segui. Então foi um destino mesmo, não tem o que, como colocar da situação, né?
Mas, por exemplo, uma situação dessa como Greg Moore, você ali na pista.
Então eu na hora falei, cara, não sei, Eu tô meio confuso. Aí o Roger falou: se não for você, vai ser outro, vai ser outro. Exatamente. Quando ele falou isso, pô, cara, aí me deu, sabe?
Mas não tem a dúvida.
É, então, se não for você, assim, uma morte na pista abala demais, né? Nossa, eu tava desorientado, cara, porque você é brotherzão, cara. Nossa, ele me deu, dava, a gente chegava nas pistas, no aeroporto, aí ele falou: vem aqui, entra aqui, vamos junto para pista. A gente era parceiro de motor, que ele, eu andava com motor franceses. Então a gente foi para os eventos juntos e tudo. Então foi, você fica desorientado, sabe? Fica, meu, não acredito que isso tá acontecendo.
E será que se eu falar? Eu só fui ficar mais confortável quando cheguei em Toronto e eu fiz a pole. E o troféu era troféu Greg Moore, e a mãe dele que me deu o troféu. E eu falei, olha, desculpa, mas eu até hoje eu tô incomodado com a situação. Ela falou, era o seu destino. Nossa, quando ela falou isso, cara, nossa, eu comecei a chorar, né?
Eu falei, puxa, eu lembro E aí me acalmou, do tipo, é ruim, é oportunidade, mas é uma condição.
Que na hora você viu que o cara tinha ido embora, né? Que tem porrada que você saca, né?
Eu falei, machucou. A hora que ele bateu, eu disse, pô, deixa eu nem olhar, porque a gente continua corrida, né? Eu lembro que eu passava, eu fechava o olho, falei, machucou isso, machucou, machucou os cara, deve ter quebrado alguma coisa.
Mas foi muito feio.
Nossa, foi, é que ele bateu assim na muleta, né?
Ele bateu no meio, ele tava meio alto, né? Então, nossa.
E o carro parece que pegou no gramado, e aí o Carrão ainda foi voando assim, bateu de chapa, né?
Que porrada feia, é violento. Inclusive comigo, né? O Will Power, que é um outro, ele entrou porque eu também fui lá nos Estados Unidos, eu tive um problema, né, com a corte nos Estados Unidos. Ele me acusaram de invasão de imposto, um monte de coisa aí. E ele tava meio que stand-by, né? Ele fez uma corrida que eu não fiz, que eu tava lá passando por esses problemas. E aí ele foi bem, o Roger falou: vou fazer um terceiro carro para você.
E aí como ele seguiu assim. Então quer dizer, tem situações de pilotos que, né, oportunidades acontecem, inesperado, né?
E que você ficou um ano sem correr?
Não, eu fiquei, não, fiquei uma corrida, cara. Nossa, foi um perrengue, cara. Puts, mas a gente conseguiu passar.
Resolveu essa parada?
Resolveu, aprovamos tudo. Eu lembro que eu tava no restaurante esperando, né, a, não a Mas aí, cara, eles me chamaram. Você tem que comparecer em 15 minutos, você tem que estar lá na corte, né? Aí eles me chamaram, falei: ai, meu Deus, me deu uma dor de barriga, cara. Aí eu chegando na— e você não pode atrasar, né? Chegando na sala, tinha um banheiro.
Aí falei: é aqui mesmo, não vai ter jeito. Aqui mesmo.
E tinha aquelas plaquinhas, sabe, interditado, que o cara tava limpando. Aí eu entrei, falei: moço, desculpa, né?
Tô nervoso, cara, meu, vou dar agora.
Eu não sei vocês, mas eu não sou muito bom de fazer banheiro público não é minha praia, cara.
Não é também meu spot também, né, cara?
Eu, se me der vontade, eu cago até na rua.
É mesmo? Ah, eu não.
Nossa, eu só meio que me agachei, né? Meio que—
Sim, de cócoras.
Mandou uma—
Como diria o saudoso Costinha: "Bora lá, chuva com rajadas frescas." Eu olhei pra trás e falei: "Cadê?" Meu, eu errei a—
Nossa, cara, eu só sei que eu saí dali, cara, eu olhei pro "Desculpa, tio." Eu dei $100 pro moço, falei: "Me desculpa, cara, mas..." Quando eu cheguei na corte, tava todo mundo: "Cadê você? Cadê você?" Eu falei: "Eu tive uma emergência, né?" "Como assim, não pode?" Aí o juiz falou: "Não pode atrasar." Eu falei: "Fala pra ele da emergência, vai lá no banheiro lá." "Vai lá ver a emergência que eu fiz." Eu lembro do...
Eu tava vendo um documentário esses dias no Netflix do julgamento do Michael. Não sei se você já viu. Foi exatamente parecido, porque o Michael tava doente. Aí, ó, ele tava no hospital, ele teve uma crise, não dormia e tal, ele tava internado. Imagina, nervoso, falou: se ele não aparecer, eu vou dar voz de prisão.
Levaram o Michael de ambulância, ele foi meio que com soro, o caralho, violento o negócio lá.
Tem que ir lá, tem que ir, não tem esse negócio de achar que ele tava protelando.
Agora tô limpo, bora, vamos seguir adiante.
Mas foi, foi, durou quanto tempo esse inferno aí, cara?
Foi, olha, o processo Processo, o processo na corte foi um mês, mas a, mas toda foi durante um ano e meio, né, cara? Que situação! Nossa, foi muito ruim, cara.
Olha que chato, velho.
E o mais legal de tudo isso é um mês depois fui lá e ganhei Indianápolis, cara.
Pô, essa foi, essa foi, aí chega para corte, tá pago, amigão, tá aqui, ó.
Essa foi, depois que eu fui, eu fui conhecer o juiz, né, os meus advogados Vamos lá agradecer e tudo. Cheguei lá, cara, o cara tinha uma foto na NASA de capacete. Eu falei: "Mas como assim?" Ele falou: "É, não, eu adoro corrida." Mas porra, mas tudo que você falava, que a gente falava, era objective, objective, não deixava passar nada. Pô, Vanell, tem que ser justo, né? Mas eu adoro corrida.
A lei é a lei.
A lei é a lei, mas foi muito engraçado, cara.
Aí você vê que é porque que os caras dão certo, né?
É verdade.
Dão certo porque não tem curva, né? Lá não tem curva, a lei é sagrada, né?
Ah, pois é, foi, foi.
A lei é sagrada, né?
Provou, provou.
E lá é verdade isso, é, Linho. Diz que o maior pecado capital que tem lá é a mentira, né?
É, você tem que, você não pode mentir, você tem que falar, velho. Por isso que às vezes você fez um, vai preencher alguma coisinha no papel, aquela coisa, você pergunta idiota, é, mas você tem que, porque no final vai acabar voltando para você.
É mentira para eles, é um crime bizarro.
Você não pode ouvir. Outro dia, não sei se você viu no Instagram, uma menina tava na frente do juiz aí com aquela roupinha laranja. Aí ela, o juiz dá $5.000 de penalty, de pênalti, né? Ela dá risadinha, faz assim para ele, vai rindo. Ele falou: volta aqui, você viu? $10.000.
Aí ela manda ele para aquele lugar.
Dá um dedo rola para o Não, eu falo, que que você fez? Ela, né, não sei quantos meses de cana. Eu falei, nossa, toma trouxa!
Não, mas também, né, não tem condições.
É, lá não dá para brincar, irmão.
Aproveitar o momento, fale, irmão, vamos falar da nossa querida Philips.
Opa, e presente para mim!
E presente, só você ganha? Não, vamos dar um presente. Não, não, vamos mais, vamos mais.
Olha que legal, vamos mais. Sabe que eu não tenho isso aqui?
Não, não, como você entregar nos Estados Unidos para ele.
Você tem residência aqui ou não?
Não, não tenho ainda, mas você consegue levar? Tô procurando. Você leva uma dessa assim? Uai, eu levo, claro!
Essa aqui é exclusiva nossa aqui.
Isso é a bunda pintado assim?
Não, uma preta.
Você quer pintado assim?
Eu acho bacana, né?
Então fala ali com Bruno Morari. Fala assim: Bruno Morari, Bruno Morari, fala assim, ó, ali, olha para aquela Castro Neves, se houver a possibilidade, eu escutando e dançando.
Olha só, hein, dançando com uma caixa dessa.
Acabou aí, ó. Então já tá dando recado pro Bruno. E vamos fazer, já que você tá com Mercado Livre, maravilhoso, já que você tá com Mercado Livre, vamos fazer uma casada. Faça. Você pode comprar uma Boom Beach no Mercado Livre aqui, ó. Acabei de ver, o preço tá excelente, tá aqui, olha aí. Tá aí, ó, a melhor caixa, 15 horas de autonomia.
Que que é isso?
Serve como power bank, karaokê, pode ser karaokê, você liga o microfone, o grave maravilhoso. E a melhor, e a Boombox com o melhor preço do mercado. A concorrência chora, chora. E detalhe, resistente à água, pode deixar no banheiro. Então é o seguinte, BoomBeat você pode comprar comprar aí no Mercado Livre.
Elinho vai levar uma para Miami.
E a Copa do Mundo também tá rolando, tá? Você pode comprar Ambilight TV também. Aproveita que ainda tem Copa, ainda tem mais 20 dias de Copa. Nossa, tá demais!
Que nem um cinema!
Eu tô alucinado! Ontem até postei Ambilight à noite, meu querido Bola. Eu postei Ambilight à noite.
Vou postar um dia também.
Não, não, porque eu tava assistindo.
É muito boa!
Eu tenho uma mania, Elinho, escrota. Eu assisti o Fantástico de 1980 Eu tenho essas neuroses. Ah, porque tem uns brinks.
Cada louco a sua mania, né? Exatamente.
Não, não, mas é legal. Não, não, vou te explicar por que que é legal.
Por quê?
Porque você volta um pouco na história para saber o que que aconteceu, por exemplo, do Ayatollah Khomeini. Tem uns dados históricos. Aí do nada surgiu uma reportagem chamando o cara de louco. Quem era o cara?
Henri Christophe. Ah, vá, mano! O Henri Cristo, pai, desde aquela época.
Não, e ele fazendo a memoração, eu chorava. Ele em cima de uma pedra assim, pai. Ele invadiu uma igreja em Belém, e um monte de multidão atrás dele. O Fantástico cobriu, bicho, e ele: "Cala a boca!" É muito bom, eu postei nos meus stories, tá? Então, ó, daquela época, Felipe já levou uma.
Muito obrigado, Bruno.
Vai depender se vai mandar pintada com a bandeira do Brasil. Corre ali, quando é que você vai embora?
O quarta-feira, hein?
Quarta-feira.
Então até quarta-feira nós vamos acionar o Bruno agora, mas eu volto, eu tô indo, eu tô voltando.
Tudo bem, mas ele tá fazendo essa coisa da Copa, né? Por causa da Copa, ele é esse artista plástico aqui, ó. É linda, né? E você representa o Brasil, né? Olha que bacana, coisa linda, feita com carinho. É exclusivo aí para Copa do Mundo, é um artista chamado Dan Roots. Fica linda, né? Essa caixa é demais.
Parabéns!
Bruno trouxe.
Pois é, eu vi, eu falei: nossa, que bacana!
É muito bem feita, customizada exclusivamente para os influenciadores da Philips. E eu trouxe por causa do jogo do Brasil, hoje tem jogo do Brasil. Eu trouxe a BoomBeat do Dan Roots. Então vamos correr atrás aí, se der. Bruno, Bruno Morari é o nosso diretor de marketing da nossa Philips. É isso aí, Philips, estamos juntos! Bora, Brasil! Bom Dia, eu já vou assistir o jogo. Então assistindo a Copa inteira na Bom Dia, o jogo da Colômbia ontem, né?
Minha mulher é colombiana, né? E eu, pô, e eu mandando mensagem para ela: não acredito que tá ganhando a Colômbia! Pô, a Colômbia tá indo super bem, cara, nossa senhora!
Então imagina, pô, então tá aí, tá dado o recado. Philips Bom Bit, parceira, pode comprar no Mercado Livre. Pronto, a gente já faz o—
já vai lá, já Compra, chega no mesmo dia, tá?
A gente faz a colab de patrocínio.
Agora chega pro jogo, irmão.
E é isso aí. Se for na corrida e pega um autógrafo, tem 10% de desconto.
Como é que é mesmo?
Como é que é?
Se for na corrida e pega um autógrafo do piloto, meu autógrafo, do Thiago Camilo, do César Ramos, você tem um QR code que você pega 10% de desconto.
Ah, você tem um cardzinho?
Isso.
Olha que legal, mano.
Você tem ele aí? Aí?
Não temos aqui, temos.
Eu quero, eu quero, eu acabei de comprar, o Mercado Livre chegou hoje de manhã.
Agora fica essa porra de falar.
Eu comprei uma sanduicheira.
Sabe o que eu comprei? Carregador de bateria. O meu Fusca acaba toda hora, eu comprei um repõe lá porque eu esqueci de ligar.
Fica parado, você tem que ligar para o alternador funcionar e carregar a bateria. Você fica na chupetinha, fica agora, agora você bota a chupetinha.
Aí chegou, é bom.
E chega aquele Mercado Livre, a vozinha. Hoje, cara, eu comprei essa, se eu te falar que eu comprei essa sanduicheira Primeira, ontem 8 horas da noite, hoje 11 horas da manhã já tava na minha casa. Muito rápido, né, brother? Entrega grátis ainda. Então faça isso com a sua bombita, se quer uma bombita para Copa. E detalhe, eu assisto a TV da Philips com áudio, que aí fica gravando para os dois. Claro, Bluetooth.
Ai, que bacana!
Eu faço tipo um home theater no meu carro, entendeu? E pai, vamos que Vamos aí, leva para o banho, para tomar um banho e tal, ouvir uma música. Eu gosto de ouvir música, não danço tão bem quanto o Elinho, mas gosto.
Música é foda, né?
Não tem como botar um sonzinho ali, Elinho.
Se concentra, né, parceiro? Antes de correr, escuta música. Eu não, eu prefiro meus pensamentos.
Tem piloto que não gosta, né? Você viu o Tsunoda na Fórmula 1? Vi ele, viu? Ele dá umas puta bronca nos cara, ele tá correndo Os caras: "Matcha, matcha." "Não fala comigo agora, caralho!" Dá uns xingos, né?
Mas ele é meio ignorante, ele tá fora, né?
Ele pega mal, né?
Saiu de um boxe de Ferrari.
Tem pilotos que incomodam. É difícil.
Você acompanha a Fórmula 1, Elinho?
Acompanho, claro.
Cara, esse, por exemplo, aí que você vê que o Verstappen é um gênio, né? O Tsunoda andou nessa, na Red Bull, não viu? Vixe, é assim mesmo.
Mas só ele dirige lá, velho.
Como é que ele consegue fazer aquela parará?
Cadê o moleque novo agora? Não tá andando nada.
Não é ruim mesmo, só ele, certo? Eu já participei, eu já tive essas situações, inclusive com o Will Power, que é meu companheiro muito bom. Você começa a desenvolver o carro e o cara que tá indo mais rápido, aí você começa a usar as coisas dele. Aí você chega num ponto que você não se adapta, entendeu? Você vai pegar o tênis do Bola, você fala, pô, não dá, não é minha época. Então aí começa essa, você tem que se adaptar a essa situação. E aí tem gente que não consegue.
Mas você prepara teu carro mais para oval, porque vocês andam em misto também, não anda?
Não, mas aí quando vai oval muda a suspensão, é outra coisa, totalmente diferente. Larga o volante, ele vira para esquerda, né? Porque o carro é, o setup é todo para virar para esquerda no circuito misto. Aí é normal. Mas mesmo assim tem, sei lá, suspensão, óleo, essas coisas, que aí você se adapta da maneira que você se sente confortável, da maneira que tem gente vira agressivo, tem gente que é mais suave. Então aí é onde, onde esse acerto acaba mudando.
E como são os carros de corrida, são parecidos, são iguais, aí, ah, se serviu para ele, vai servir para você também. Não necessariamente. Aí essa, por isso que o Verstappen, né, ele tem um estilo de corrida mais agressivo. Então ele, aí isso muda muito, né?
Pilota muito esse cara, né, velho?
É outro nível.
Simulador, tudo, nossa senhora. Aí iRacing.
Você usa muito simulador, Elinho?
Cara, eu sou péssimo, péssimo, péssimo, péssimo. Eu não sei, eu também não. É que na minha época eu treinava, então eu aprendi a sentir o carro aqui, sabe? E quando você vai no simulador, você tá treinando com visual, é incrível, é virtual, né? Mas eu não, quando eu freio, eu não sinto o carro frear, eu tenho que ver a roda travar, aí eu viro. Mas aí você já perdeu o tempo no simulador, entendeu? Então é, para mim é adaptação entre o mundo virtual com o mundo real, hoje a molecada consegue fazer isso.
Caramba, eu sou old school, como a gente fala, né? Não dá, não consigo, não consigo me adaptar nessa situação. Mas é legal, mas aprende muito. A pista, por exemplo, a Stock Car, eu voltei a correr aqui, eu tive que fazer um simulador para entender. Então aí ajuda, ajuda. Pelo menos quando você entra, você já sabe para onde virar. Ah, sim, é verdade, ajuda muito. Mas você não vai acertar o carro aí, não, né, simulador, que não Não dá certo, entendeu?
A Stock pode treinar bastante ali ou não?
Também não, também não. Hoje em dia, bola, ninguém, né, treino por causa de custo, né?
Fair play financeiro, né? O tal do fair play financeiro.
Lá nos Estados Unidos, você alugar uma pista de corrida custa mais ou menos 15 a 20 mil dólares, vai. Aí tem um dia, aí tem a não só os mecânicos, hotel, tem passagem, tem comida, aí vai, cara, e aí vai subindo, tem o custo de pneu, Então num simulador você paga R$1.500, sabe? Numa situação de um, na sala deles, aquelas coisas todas, é muito mais barato, cara. Então não vale a pena você, o custo é muito grande.
É, e hoje com o advento do simulador, não, ficou muito real, muito real.
E aí realmente muda muito a dinâmica de como é essa nova geração, diferente.
Não desgruda, já vem preparado.
Ó, tem meu sobrinho, meu sobrinho tá correndo vendo, né, de NASCAR Brasil. E o que acontece, ele vem, já sabe as pistas, já conhece. Eu falo, pô, impressionante, né?
A Toyota botou uns moleque de videogame depois para correr, não botou?
Acho que foi Nissan, não foi?
Foi Nissan, foi Nissan. Lembro que era algum japa.
É, mas ainda tem, sim, a parte física, né?
Ainda tem a parte física e o famoso fusquete. Quem tem o fusquete Nada, nada. Um carro lado a lado, freia lá dentro.
Fusquete, nada substitui.
A coragem virtual é diferente.
Tá curto, aí tira o pé, entendeu? Quando dá aquela travada.
Eu adoro CS, que é um Counter Strike, que é um jogo de tiro. Nunca encostei numa arma, só para você entender. Aí, ó, ó, nunca cheguei perto de arma, não suporto. Mas o Counter Strike eu curto demais.
É verdade, é verdade.
O simulador é apenas um mapa, uma referência, né?
Ajuda muito a você já chegar preparado, mas ainda não é a realidade. Mas é legal, é bacana.
Ano que vem você tá lá de novo, irmão?
Na Stock Car?
Na Indy 500?
Também, os caras tão falando em, não sei, os caras tão falando em aposentadoria, não sei o quê. Quero não, cara.
Você quer correr.
Eu adoro correr.
Puta, que legal, irmão.
É uma situação que é difícil você trocar o capacete por chapéu de dono de equipe. É, não, eu acredito que eu vou.
Você tá lá?
Não, por mim eu vou.
O cara tá inteiro, o físico do cara, impressionante. Você tá em dia.
E tá acelerando, e tá, o bom é isso, tá acelerando.
Eu falo com o Rubinho, né, a gente conversa, fala, meu, segue, não deixa os outros falarem, segue, segue. Então é legal.
É que a 500 milhas dá, né?
A 500 milhas dá por esse processo, você tem uma semana, você se preparar e tal. Se for de assim também de uma vez. É meio que loucura, né, que você fica um ano sem correr.
E vai ter alguma mudança de regra?
Não vai ser só dia 28, só o ano 28, só no ano 28, 27 ainda mantém a mesma coisa. Por isso que a gente tá, então, beleza, mesmo carro, mesmo carro, mesma coisa.
Vamos ver, que legal, tô conversando. Belas chances de mais um anel, hein? Você tem que ir para lá, pô, é muito legal, é uma ideia, mas não é uma ideia não, deve ser muito louco.
Não é uma ideia não, eu tô pensando, cara, Criar uma suíte grande lá e chamar as pessoas.
Deve ser muito louco. É uma ideia, né? Você vê aquilo passar, falam que isso nasca, né? Muito louco.
São 350 mil pessoas num lugar só.
Deve ser muito legal.
É muito louco, cara. Mas é, e a experiência que tem lá na área do pessoal que faz festa, que tem shows.
Eu falo, quando a gente fez no Rio aqui com a Jovem Pan, transmitiu do Rio. Eu Trabalhei, é outra história.
Mesmo aqui em São Paulo, que a Fórmula 1 é muito, né, é meio cheio de dedo, daqui não passa.
Puta, ainda sendo no meio dos caras, você tá aqui, o piloto passa, você cumprimenta o cara. Legal.
Mas a Fórmula 1 tem isso também, tem um horário, mas tem um horário, mas aí é um hospitality um pouco mais caro.
A Índia é toda hora, cara, é muito caro.
Aí você tá no meio da galera, mas tem aquele fundinho ali de Interlagos, aquela meiuca ali atrás, você paga e você pode ficar ali.
Os caras vão A Indy não precisa pagar, a Indy é menos, né?
Menos, é, a Fórmula 1 fatiou para poder custar caro e botar pouca gente.
Sabe que a Liberty Media, que é dona da Fórmula 1, ela é sócia da equipe que eu tô?
Ah, é? A Liberty? Que legal!
É muito legal, cara, os caras são uma máquina.
Eles revolucionaram a Fórmula 1.
Eles não são donos da Indy?
Não, então eles entraram na equipe porque eles queriam comprar a Fórmula Indy, aí não deu certo, aí eles queriam comprar a NASCAR lá dos Estados Unidos. Aí o pessoal falou: não, não é só chegar com dinheiro aqui, vocês têm que fazer parte do—
Mas a Liberty mudou a Fórmula 1.
Estão na NASCAR e na Indy ou não?
Não. Então o que aconteceu? Eles só estão na minha equipe. Aí eles foram para Fórmula 1, compraram a Fórmula 1, e olha o que deu.
Você já andou de NASCAR ali?
Andei, andei o ano passado, Daytona 500, cara. Bola, é muito louco.
Deve ser muito diferente.
Muito louco. Nossa, ali, por exemplo, você já vai direto para classificação. Falei: mas como assim? Eu nem conheço o carro direito. Direto para classificação e você aprende na corrida. E, cara, nossa, eu lá, os cara batendo, e eu: nossa, como, que lado que eu vou? Tentando experimentar, 3 lado a lado, é uma confusão total, né?
São quantos carros no grid?
É 43.
Meu Deus do céu, é um engarrafamento. É uma loucura, cara.
E um atrás do outro.
Cara, o cara vai te empurrando e você tira o pé, o cara vai te empurrando, você fala: "Meu, freia, não freia." Bate no outro da frente: "Não fui eu não, desculpa, cara." É uma confusão, cara, uma confusão. Foi muito bacana. É incrível da maneira que eles fazem o show, né? Donald Trump foi lá, cara, com o avião dele, passou o Air Force One no meio da pista, a galera vai louco.
Americano sabe fazer festa, né? Sabe fazer festa. É com eles mesmo. Puta merda, bem legal.
Foi uma experiência fantástica.
Durante uma corrida, eu fui um dia num jogo lá do Orlando Magic, o time uma draga, né? Mas fui falar, tem que ver um basquete, nunca vi. Irmão, eu saí com boneca, camisa, torcendo pra caramba, nem gosto de basquete. Mas é uma festa tão legal que os cara faz, se empolga, né? Você se empolga muito, cara.
Show.
Os cara tava em Daytona, olhei aquilo, eu falei, Gente, imagina você ver uma corrida aqui, que loucura que deve ser isso aqui, velho.
É incrível, realmente é um parque.
Aquele gramadão cheio de trailer, cheio de... Deve ser muito louco aquilo, velho.
É, o pessoal sabe fazer. Você tem os seus motorhomes lá que você passa, que é uma casa fora de casa, né? Você passa muito tempo em Indianápolis, você fica quase um mês lá, né?
Tudo isso?
É, não, pô... E você fica em motorhome? Fiz em motorhome. Tinha uma época anterior que eram os treinos todos os dias. Dias. Nossa, aí era demais, cara. Nossa, tinha um ponto que você falava, cara, eu falei, troca a primeira marcha aí, nem, não é nem a sexta, troca a primeira, porque nem usa, só para sair do boxe. Mas é porque você cansava, cara, era muita coisa, era muito tempo, muito tempo. Mas é incrível.
Se você tiver oportunidade de ir, eu tenho, eu quase fui, eu quase fui na época da Band. Então a Band voltou a transmitir agora, transmitindo É, a Rosana falou, ah, vamos, não sei o quê, ventilou. A Rosana falou assim, puxa, mas aí acabou, acho que não rolando. O Pânico não liberou também, não dava. É porque, pô, vou ficar uma semana em Indianápolis, é complicado, né? Você tem que trabalhar, né, meu filho? Mas aqui a gente pode se programar, aqui dá para armar um esqueminha. Pô, vamos, bora!
Eu acho que você deveria ir.
Vamos, pô, pega as patrona, vamos!
Já não quer mais viajar, né?
Aí, pô.
Não, Bola, a gente vai sair daqui numa terça, volta na segunda para ver uma Indy 500, pô.
Então, o Tony tá lá com a McLaren, maravilhoso.
Já vai ser da hora, a gente sai para jantar.
Nossa, vocês vão dar muita risada, gente.
É que vocês também estão no foco da corrida ali, né?
Ah, pô, agora é mais relaxado. Naquela época—
E aí, Boletá, o que que você acha da ideia?
A ideia é sempre ver corrida, é sempre bom em qualquer lugar, irmão.
É o problema, mas aí a gente teria que alocar um motorhome, você acha que é legal ou não?
Hotel, hotel.
Hotel, né, cara?
Motorhome, você é doido, hein?
Motorhome também é legal, hein?
É outro esquema pagar o lugar no campo, tem que alugar.
A gente já, a gente arma um esquema.
Já, ele já conhece os paranauê. Ele passa a fita dos Redneck.
Você tem que economizar no banho.
Aí você vai cagar a fé do motorhome. Não, não, o cheiro da merda é para onde?
Não, ele tem aquele exaustor, você tem os tanques, você tem Os tanques, mas o problema é que você tem que estar chamando, não sei.
Não, não, tem uns cara, eu já fiquei lá, é assim, ó, a cada uma hora passa o tiozinho com trator recolhendo esgoto. Você dá uns dólar para o tio, ele recolhe o esgoto.
É verdade, eu prefiro ficar no Ibis.
Tá bom, então a gente fica no Ibis.
É legal também ficar na cidade, que é a mesma coisa.
Mas deve ser muito louco.
Se você der uma cagada, eles vaziam metade de Indianápolis. A turma vai embora, bicho. É igual o Elinho chegando na corte.
Ele já ia ter chamado o Bola na corte. Pô, tchau, e a juíza ir embora.
Não, bicho, os caras, eu falar cold brown, ataque químico, vambora, gente! Pelo amor de Deus, que loucura, irmão!
Não, o motorhome ele é meio chato para essas coisas, mas ele é muito conveniente pelo fato de chover, não sei o quê, você vai parar ali, motorhome fica na sua casa, descansa, cozinha, eu acho maneiro, é legal.
Eu vivi essa experiência em Wisconsin.
Ah, é?
Na Ai, caralho, Oshkosh, que é onde tem o show aéreo lá.
Legal, legal. Ficou num motorhome, ônibusão.
É um ônibus home, é um ônibusão.
R$1 milhão de dólar, né, meu?
Mas não sei, é um ônibus gigante, é uma puta sala, geladeira, o negócio, puta busão, aquele que expande a lateral.
Eles são brabos, eles são brabos. Não, mas esse que eu tô falando, sei lá, eu vou saber, pô. Não tô entendendo Motor, qual que você quer? É um furgão?
Não, eu acho que eu acho que um desse para alugar é baratão.
Não sei, não dá para fazer, não é assim também, não é tão caro assim não.
É, dá para fazer, você estuda, é barato.
Não, não é assim, não é assim, não é que eu sou esses cara assim também não.
Calma, bola, calma, calma. Mas não é também isso tudo que você acha que lá tem muitas empresas, tem uns contatos lá que aluga. Amigo, o homem bate o fio, Ah, é verdade, né?
Não, pô, já são 26 anos que eu vou lá, né, cara? Então, bobagem, né?
Já, já fala assim, familiar, a gente vira primo dele na hora, irmão. Na hora, Márvio Castro Neves e Marcos.
Eu coloco a gente sem credencial já agora, cara.
Agora eu fiquei, você tá grandão, tá patrão, irmão.
Que tem uns caras de camisa amarela que eles são os terroristas. Todo um chato demais. Pô, os cara me vê, cara, por favor, entra. Eu falei, nossa, então eu acho que eu conquistei alguma coisa aqui hoje.
Agora é outro patamar, bola, do negócio, não é?
Tem nome de rua, pô.
Você tem nome de rua?
É o nome de rua lá, cara, dentro da pista, pô.
Você tá de brincadeira? Isso aqui é Hélio Castro Neves, rapaz.
Tá fraco não, hein?
Quem ganhou 4 Indy nos Estados Unidos? São quantos pilotos só que ganharam isso?
4, 3. 3, né? Quem? Você, americano, 3, 4. Você, eu, o AJ Foyt, Rick Mears e o Alan Sir Senior, o Senior Bigodinho, que já morreu, não tá mais aqui.
Só os fracos, irmão.
Porra, esses caras são—
nem o Michael, nem o Mario Andretti.
Mario Andretti só ganhou uma. Michael não ganhou nenhuma. Caralho, velho, que foda, hein, mano. Andretti só um ganhou. Não, é impressionante, cara. É realmente aquele lugar é o meca do automobilismo, né? Mágico. Eu falo que é mágico. Pessoal acha que Disneyland é mágico?
Não, não.
Ali deve ser foda. Para nós é mágico, cara.
Ali deve ser um negócio, só de você chegar deve dar uma coisa, né, irmão?
Arrepia, porra, é bem, bem legal. Por isso eu sugiro que vocês vão, porque vamos marcar. Tem bastante coisa para vocês fazerem lá, muitas coisas.
Eu tenho, eu queria muito viver essa experiência.
Legal, a cidade é muito legal.
Nossa, evoluiu muito, tem muita festa, muita coisa.
Pô, tem desfile, a gente faz um desfile na cidade, é muito bacana. Os restaurantes, tem uns restaurantes com as fotos dos pilotos e tudo. Não, é bem loucura, se come bem hoje lá, muito gostoso. Os hotéis são muito bacanas, não, é top.
Aí, bola, você escolhe, a gente pode ir. Se eu falar isso para Dona Aline, ela agilizada, minha mulher, a minha mulher é, imaginei, é falar hoje, amanhã ela já tá mantendo o projeto, já vendo o voo, já vendo Brasil. Ela é, ela vai adorar, cara.
Ela é boa.
Como é que chama isso aí? Ela é com ela mesmo? Não, não, ela é organizada, ela é boa.
Tem um museu também de avião ali do lado, 40 minutos da pista, cara, é surreal.
Qual é?
Ai, não sei qual é, cara, mas é da Segunda Guerra e tal. Aí bora. Os aviões, todo mundo, meus amigos vão, eu nunca fui, cara, mas eles chegam de lá, cara, que incrível o museu. Legal mesmo, é bem bacana. Dá para você fazer várias, vários, como se diz, percursos, né? Não é só corrida também. Então vale a pena.
Vamos pensar com carinho, seu aniversário, rapaz, e vamos torcer para você, né, meu?
Poxa vida!
Ah, isso aí, lógico, né?
Vamos, Boleta!
Hoje é muito cedo para falar.
Calma, não é hoje aí que a passagem está barata, meu irmão. O ano que vem é verdade, porque vai deixando para ir de todo mundo, vai ficando caríssimo. Agora você vê, agora, daqui a 3, você consegue um preço ok. Faz o plano de uma data assim, ó, faz em 10 pagamentos, né?
Aqui tudo faz em 10 pagamentos, né? Não faz, não é verdade? Lá não vai, lá não tem. Planeja aqui tudo, quantas parcelas aqui faz? Aonde que que é isso?
Ó, quem planeja viagem com antecedência paga muito mais barato, paga 30, 35% mais barato.
É verdade, é isso mesmo.
Eu, a minha viagem de janeiro, tá ficando caro, rapaz, pelo amor de Deus. Puxa vida, é que você chega em cima da hora, né?
Muda tudo, né? Ah, tem que ir aqui, tem que ir ali.
Mas aí Mercado Pago, né?
Mercado Pago resolve.
Mas essa coisa de— mas por exemplo, você que faz esses voos, você deve ter um, como é que se diz, uma, o esquema de ganhar as milhas, né?
Milhagem.
Não, você já é um, como é que se diz, um passageiro Platinum.
Tenho de todas as companhias, tem de tudo, só que toda vez que chega no Brasil nunca Não funciona, não entendo o que acontece. Aí eu falei, mas tá aqui, ó. Não, mas é porque é dos Estados Unidos, não é do Brasil, tinha que ser da Latam, não pode ser da Delta. Aí eu falei, mas aí vira uma confusão.
Foi ele, os pontos que aumentaram.
Ah, é? Eu fiquei muito feliz. Fiquei com ódio.
Por quê?
Porque eu ia virar uma categoria que eu ia ter um monte de vantagem, e no dia que eu fui virar, mudou a regra, aumentaram os pontos. Aí eu vou ter Eu fiquei pouco puto.
Puta merda, bicho!
Mas acontece. É, aí eu fiquei certo, eu ia ganhar aquele, aquelas vantagens. É, primeiro na fila, já no jeitinho. Eu já nem sei, né? Eu vou fazer o voo, não mudou ontem.
Pois é, isso que acontece.
Vai dormir, né, mano?
Dá vontade de mandar dormir mesmo. Fiquei um pouco chateado com a Latam, mas Mas continuamos, né? Mas por exemplo, você é um cara que provavelmente por voar muito e ter essa coisa, você vai, tem que prestar atenção, né? Ver as regras ali para poder ter os benefícios.
Quando eu vejo esse negócio de regra, falo: "Ah, vai aí, faz aí, paga e vambora, vamos para frente." Porque não dá, você fica pensando. Tem gente, tem uns amigos meus que adoram ficar, tem paciência, qual cartão que vai dar para ter mais milhas.
Ah, meu, eu faço porque a minha namorada mora em Santa Catarina, eu tô indo toda hora também, então fazendo aprendendo isso aí você economiza, né, velho? Porque no final, na ponta do lápis, no final do mês, né, pô? Não, mas no final eu vou quase toda semana, tô indo amanhã. Então tipo assim, tô meio aqui, meio lá. Então se você não ficar esperto, uma das 500 mil vai embora do prêmio. O anel já vai embora, o prêmio ainda é 1 milhão de dólares, irmão?
Não, foi 4 milhões esse ano, cara.
Putas que o paraca! 4 milhas?
É, esse ano foi 4 milhão. Tô esperando meu cheque chegar lá também, a porcentagem.
Agora você tem aquelas fotos com o paredão de dinheiro assim, quando você ganha?
Eles pararam de fazer isso.
Tem fotos aí, pega a foto aí.
Foi o último que fez em 89, aí eles pararam.
No meio da pista com uma parede de dólar atrás deles.
O liability era muito grande, os cara falaram não, não vamos fazer mais isso não. Mas foi legal aquela foto. Foi legal pra caralho, eu também achei muito bacana. Se continuasse isso agora, é, desse ano acho que foi o recorde, 4 milhões, cara, na bolsa da premiação.
E aí você divide com os mecânicos, como é que funciona isso?
Aí tem a porcentagem do piloto, tem a porcentagem da equipe, a equipe também divide com os mecânicos, porque é importante todo mundo ter esse incentivo, né? E aí muita coisa também às vezes fica no caixa para o ano que vem, né? Entendi, já deixa guardado, deixa guardadinho para os dias chova.
É, pô, os barbeiros que porra o carro e dão prejuízo.
Exatamente.
Entendi.
É, hoje eu, por exemplo, ontem teve um teste, o meu piloto bateu o carro.
Ah, parabéns! Eu queria saber, o Elinho tá aqui no Brasil, ele vai lá no mercado do carro comprar umas peças.
É isso aí, Mercado Livre entrega na hora. Já pedi.
O Elinho, quanto custa uma porradinha dessa aí, só pra gente ter uma ideia? Vai, dá uma noção aí.
Depende de nossa suspensão, suspensão lá.
Essa, por exemplo, é uma fileira de carro, irmão.
Dá uma ligada, é verdade.
Olha essa foto aí, olha que bacana! Nossa, essa é desse ano? É desse ano.
Você consegue se reconhecer aí?
Não dá. Acho que eu tô ali passando, tá vendo? Dois, um do lado do outro. Acho que sou eu do lado de fora ali, ó.
Tá vendo?
Aquele acho que é meu carro. É esse mesmo.
E a Mercado Livre te patrocina lá também?
Eles, eu fiz um agrado para eles, eles não patrocinaram esse ano, mas eu coloquei eles lá no meu capacete. Que legal. Parceiro, né? Parceiro a gente é, sempre ajuda.
Mané chato.
Chamando, né, mano?
Mas olha a quantidade de gente que tem, olha, gente.
É muita, olha no meio da pista, velho.
Olha lá, cara, ó, é muita gente. Tô falando sobre 350 mil, que eles contabilizam. Acho que tem mais, pode falar a verdade.
Ó, Interlagos aqui, o meio já é careca, cheio de zoado. Olha atrás, é um tipo um golfe ali. É uma grama de golfe.
É isso mesmo. Que isso, cara!
É muito bem cuidado. Ah, eu vi isso em Daytona, velho. No museu.
Ô, Bola, vamos boletar. Vocês têm que vir, gente.
É tudo muito bem cuidado.
Vamos ano que vem?
É muito legal.
Vamos ver se ele sai.
Vai ser legal, cara. Puta experiência, pô.
Isso é muito legal. Tem que estar no seu... Lá nos Estados Unidos eles falam bucket list, né? Olha aí que bacana, ó. Isso é um desfile na cidade.
É uma parada, né? É uma parada.
É um desfile na cidade e os pilotos vêm atrás. Mas você vê, são bem patriotas, é uma coisa.
Ah, mas é um negócio que é mundialmente foda mesmo.
Aí, ó, teve um ano que eles foi aquele B-12, não sabe qual. Nossa, é monstro, hein? Aquele avião preto, né, que tudo só de ver.
Se você for correr, eu quero ir.
É, eu vou, eu vou levar a bola, vai.
Eu acho que ele vai. Que legal!
A gente arma porque as nossas mulheres também são amigas. Vai dar bom.
Vocês vão adorar, cara. Só vou mudar essa parte. Para em Miami antes, entendeu? Eu acho, eu aconselho, depende, vocês querem ir para Chicago, em Chicago pega um carro, vai dirigindo, ou pode conhecer Chicago.
Quanto tempo de Chicago?
Ah, dá o quê, 10 horas de viagem também, não é muito. É daqui até lá 10 horas. Não, não, Chicago para de carro é 2, desculpa, de avião é 3 horas, 2 horas e meia. Olha, olha, isso foi muito legal, cara. Caralho, velho, você olhava para cima assim, cara, os cara tão aí passando com esses helicópteros. Olha a gente, olha o tanto de gente, olha o mar de gente que é, cara.
É absurdo, cara, é absurdo.
Vocês vão assistir lá naquele pagoda lá na suíte ali, ó.
Tá rolando uma enquete aqui no chat: quem é mais bonito, Hélio Castro Neves ou Tony Canaan? Tá essa enquete rolando. Boa, tá aqui. Vocês decidem quem é mais bonito, o Hélio, o cheiro, o cheiro, o Hélio.
Cara, vamos ligar para o Tony de repente.
Vamos, vamos. Dá para, dá para colocar ele no vídeo aí, Zacarias. Aí avisa, você pode ir lá com, chama ele aí, pergunta se ele pode atender. E aí a gente, eu fazia live com ele na Twitch na pandemia, cara. Não acredito, é porque ele Ah, ele é um puta maluco de simulador, porra. As lives dele, eu não sei se ele ainda faz live.
Conta a história de Limeira. Imagina que eu vou contar a história de Limeira.
Chama ele aí.
Ó, tá tocando, vamos ver.
Não, mas aí fala que a gente vai ligar dali, melhor. Vamos ver se ele atende.
Que horas são lá? São, ah, fala: para de trabalhar aí, atende de nós aí, deve tá trocando o pneu do carro, cara. Agora é da McLaren, pô, ele manda, ele manda, ele contrata e descontrata.
Ele só pede para o Zac Brown só.
E a quinta que ele passou lá no gramado, você viu?
É um pizza, cara. Não, é louco, cara. Quando eu vi aquilo, eu pensei, tá louco, né, cara?
É porque ali se roda, ali é uma panca forte, pô. Atende aí, Pergunta se ele atende, a gente chama ele aqui. A gente chama o Tony Canaan, que pô, tem uma história de vida também. Programa com ele aqui foi maravilhoso.
Ele é muito engraçado, cara.
Ele é uma puta figura.
Esse aí não tem dois, não tem.
Pô, eu gostava muito do piloto lá da, que eu gostava da Fórmula Índia, era o Alain Sert Junior, velho. Esse também era brabo, né?
Esse aí é grande também. Nossa, esse era muito fera.
É Bob Hayhall.
Bob Hayhall também.
Esse correu até os 60 anos quase, se bobear, 50 e blau.
Ele tinha aquela aparência de parecia um senhorzão. Esse tocava o—
ouvindo o Bob Hayhall, sabe aquele parece, ele parece um engenheiro da NASA, né?
Esse cara foi impressionante, maravilhoso.
O avatar dele da corrida parecia um cara da NASA. Não, o cara tinha um puta bigode preto.
É esse aí, meu.
Professor de matemática, meu. Puta PC Farias style, meu.
Professor de matemática.
O avatar dele na corrida corrida assim, você fala, pô, não orna.
E corria pra caralho, não combina. E corria muito, bicho.
Foi ótimo, gente. Ele era igualzinho PC Faria, velho.
Quer atender uns telefonemas?
Podemos, é importante. Aqui a galera, a gente tem. Aí, ó, pô, mas aí, ó, o Antônio tá judiado aí, tá derretido. É Monjaro, sei lá.
Tô todo bonito com as flores. Acabou de trocar 3 pneus do carro. Coitado, botar uma foto do Tony judiado, velho.
Uma enquete de quem é mais bonito. Vou falar para ele. Ai, que demais!
Quem tá falando?
É o Lucas.
Fala, Lucas, tudo bem, irmão?
Tudo ótimo, cara. Pô, primeiramente, feliz aniversário, cara.
Muito obrigado, irmãozão, de coração. Obrigado.
Parabéns, gordinho.
O que que você manda, meu velho?
Eu tô até sem ar aqui, cara, tô emocionado. Eu sou fãzão do Hélio. Obrigado. Quando eu era adolescente, tem um amigo que é mecânico, até pedi sabe aquele velho, mandar um abraço para ele, Felipe Rodrigues, mora lá na Espanha. Ó, grande Felipe, tá acompanhando a gente já no podcast agora, mandou um abraço para ele lá, né? Isso, e ele era mecânico de Marcas e Pilotos lá em Interlagos. Olha aí, ó, era dia da gente assistir a galera correndo lá, e quando voltava para casa aí assistia você, o Pô, que legal! Obrigado, cara, obrigado pelas palavras de carinho aí. Ai, que bacana!
Aquilo era demais, né, velho? Puta emoção aquilo, velho.
Que bacana! Você gosta muito de corrida? Pô, gosto. Hoje eu moro na Inglaterra. Eu moro— olha aí, que parte da Inglaterra? North Yorkshire. North Yorkshire. Ai, eu morei aí em Milton Keynes.
Conhece?
Não, Milton Keynes não conheço. Milton Keynes é onde a sede da Red Bull hoje. É, morei aí um ano. Poxa vida, não gostei muito não. Chuva, frio, ninguém gosta de uma terra, aquela luzinha amarela às 5 horas da tarde que dá a tristeza. 35 graus aqui, cara, tá louco da porra, velho, aqui não tá aguentando.
Verão, né, brother?
Nossa, as casas ficam quentes, é complicado, mas obrigado aí, cara.
Obrigado, Lucas.
Só mais uma coisa, fala. Outro dia alguém ligou aí e falou, né, a importância do trabalho de vocês para galera que mora fora, e eu quero reforçar isso, cara. Tô aqui na Inglaterra já fazem 6 anos, e pô, a gente sente muita falta dos amigos do Brasil, né, irmãozão?
Obrigado, cara.
É isso aí, mano.
Companhia, cara, no trabalho, quando a gente vai na academia, todo lugar.
Você não sabe, não sabe a alegria que a gente sente, irmão.
Porra, cara, saiba que, ó, eu vou falar. Como é que é o teu nome mesmo? Desculpa, Lucas. Eu vou falar, pô, eu sei que é outro país, outra cultura. Eu também sou um cara que saí do meu lugar de origem e fui atrás dos meus sonhos, certo? Então, cara, mantém-se firme, porque eu até fui no podcast do Rafinha Bastos uma vez, uma parte que viralizou, porque ele me fez uma pergunta que me doeu muito. Ele falou: você tem algum arrependimento?
Arrependimento. Eu não tinha parado para pensar. Aí quando veio aquela coisa assim, cara, há 27 anos eu saí da casa dos meus pais com meus amigos, larguei tudo para trás para viver um sonho. E se tem um arrependimento, esse arrependimento é esse, de não poder estar tão perto da minha mãe, dos meus, sabe, da minha família, do meu irmão, dos meus irmãos e tal. Mas coloca uma coisa na sua cabeça, cara: você tá vivendo o teu sonho, está vivendo a sua realidade, o seu aqui, né?
Afinal de contas, quando a gente ficar velho, ficar doente, é a gente com a gente. Então, cara, vai cuidar da sua vida, é isso aí. Então mantenha-se forte e firme, viu, Lucas? E continue na tua fé, no teu corre aí, cara, no teu sonho. Não desanima não.
Esse ano, graças a Deus, a gente conseguiu alcançar alguns objetivos aqui. A minha esposa, a nossa casinha aqui.
Boa!
Aí sim, é isso, velho!
Parabéns! E aí só tem uma uma frase que eu ouvi, carioca, rapidinho, que você morar fora é a mesma coisa de você sorrir e não ter os dentes, entendeu?
Então sempre faltou alguma coisa.
Hoje em dia você compra os dentes, irmão, você compra os dentes, cara.
Você não imagina o tanto que eu tô querendo ser banguela, irmão. Eu tô com uma vontade de ser banguela, velho.
Compra os dentes, pô.
E mais uma coisinha só para finalizar.
É, não tem pressa, chega, mas de boa, vai. O Hélio tá bravo.
É verdade, foi bom te conhecer, Lucas.
Até logo, Lucas. Um beijo, irmão.
É irmão do César Tralles.
Um beijo, se cuida.
É o Hélio Cacho Tralles.
Não, cara, já fizeram.
Sabe que eu não conheço?
Eu queria conhecer o César Tralli, cara. Eu sou muito parecido com ele. Falei, pô, vamos lá, vamos conhecer.
É verdade, você parece muito o César Tralli mesmo.
O pessoal fala isso, eu já vi também.
Falei, é parecido mesmo. Alô, alô, fala, quem fala?
Aqui é o Thiago Paes falando aqui de Osasco.
Fala, Thiagão, tudo bem, irmão? De Londres para Osasco.
Osaka.
Pois é, isso aí.
Isso que é audiência, irmão.
Nós estamos no mundo inteiro, irmão. No mundo inteiro. Brinca.
Primeiro, feliz aniversário aí, Bola.
Muito obrigado, Tiagão.
Parabéns também aí vocês, o Carioca também, né, pelos 5 anos de podcast.
Mas vamos lá, verdade, é lindo.
Bom, queria falar, contar um pouco para vocês. Na semana passada eu tive a oportunidade de estar em São Carlos, na fazenda da família do André. O Pedro, que é tio dele, nos recebeu lá e pô, poder ver os carros de que ele correu, né? Tem uma, uma Penske lá também do Gil, e a Tasman, que para mim é a pintura mais bonita da Indy, é aquela Tasman que ele ganhou no Brasil em 96. E aí, ali, não sei se você vai lembrar, mas eu sou muito amigo da Mariana, que trouxe o Hans de Weist pro Brasil.
Ok. E a pergunta que eu tenho para você é a seguinte: se você se sentiu uma cobaias quando teve a corrida da Stock lá em Ribeirão, que os caras se colocaram para sair na pista e tu deu aquela panca. Nossa, pelo amor de Deus, porque quebrei minhas pernas lá. É mesmo? Nossa, porque a pista era muito curta. E aí o que aconteceu? Estava superaquecendo o óleo do freio, fiquei sem freio no final da reta, matei um na parede. Que não foi a única marca que eu tenho de corrida hoje. Nossa, essa foi, olha, na na realidade é só— bom, como é que é o nome dele?
Thiago.
Thiago, prazer, Thiago. Na realidade não foi cobaia, foi que eles me deram meia hora para me adaptar na pista, no carro, entendeu? Então foi legal, não corri, né, obviamente, mas foi essa a intenção. Infelizmente, como eu disse, a pista não tinha a refrigeração correta, reta suficiente para poder esfriar os freios, mas realmente aquela do eu. Exato.
Obrigado, obrigado, Tiagão.
Eu que agradeço, Elinho. Seu livro é um cabeceira que eu tenho aqui. Eu achei que eu tinha perdido ele na mudança. Foi, eu tive na sua sessão de autógrafo lá na Livraria Cultura. Foi até uma oportunidade legal de conhecer o André, você é um grande fã meu. Pô, sou um grande fã seu, cara.
Ele também é um grande fã teu, irmão.
O cara é fã mesmo, hein.
Quando você lançar um livro, ele vai aí ver o livro, tá?
É isso aí.
Boa, Tiagão.
Espero poder ir lá na Índia e ver ele subir no alambrado ao vivo. Ah, obrigado, Tiago.
Tomara mesmo isso aí ser verdade. Obrigado, Tiago. Obrigado, Thiago.
Valeu, pessoal, um abraço.
Um abraço, valeu.
Legal isso aí, né, cara?
Resgatando o tempo do rádio, trazer a sua audiência. Do cara ter o poder, eu tenho contato, né? Falar contigo, pô.
É Fábio.
Fala, Fabião. Fala de onde, irmão? Tudo bem?
Posso te caldas?
Posso de carga, terra boa. Que que você manda, irmãozão?
Eu ia fazer perguntas para o Elinho, na sua primeira, agradecer aí por estar falando com vocês nesse dia especial, né?
Obrigado, obrigado, obrigado. Que dia legal hoje, cara.
A minha pergunta vai ser mais sobre esse circuito oval. Eu perguntava lá para o Elin explicar aí para audiência as diferenças, né, de habilidade do piloto num circuito oval em comparação com um circuito misto, né? E aí já emendando outra pergunta, se se você vê que há espaço para ter circuito oval na Fórmula 1 e também se existe um circuito oval aqui no Brasil que poderia. Olha aí, Flávio, né?
Ele é o Fábio.
Fábio, desculpa, Fábio, prazer em conhecer, prazer em falar com você. O seguinte, o oval, você tem que, a maneira de você guiar o carro no oval, você tem que ser bem mais suave porque qualquer movimento brusco você pode se colocar em situação de problemas. Agora, no circuito de misto ou de rua, você começa a cortar as curvas, ser um pouco mais agressivo. Então a pilotagem é um pouco diferente. No caso aqui no Brasil, o único oval que eu conheço, acho que é lá em Curvelo, que é meio que um estacionamento que eles fizeram, que é o oval.
Mas é inclinadinho?
Não, é um estacionamento, é plano.
Estacionamento, irmão?
Eu lembro de uma corrida que teve no Fórmula 1, mas ela é Stock Car, né?
É, lembra?
Eu não tava aqui, ó.
Você viu isso aí?
Foi legal, não lembro.
No Galeão, acho que eles fizeram no Galeão.
Lá tem várias.
Eu achei sensacional no Galeão, cara. Então não, não, e fica 8 carros um do lado do outro, a pista é larga, né, velho?
E não tem, então aqui não tem. E na Fórmula 1, para ter oval na Fórmula 1, os carros são muito mais, acredite ou não, são mais fracos do que na Fórmula Indy. Então se tivesse eles colocarem isso ia ser problema assim que tem que mudar muita coisa na técnica, no aerodinâmica é toda engenharia do carro totalmente diferente.
Você viu que essa equipe agora bola?
Obrigado Fabião!
Valeu Fábio, um abraço, valeu carioca, valeu braços, obrigada! Você viu que na Fórmula 1 eu não sabia disso os cara agora ficam em túnel de vento 24 horas e também não sabe É, porque eles ficam testando 24 horas. Por exemplo, o cara tá no túnel de vento, não pode ser, é muito caro, cara, é caro para cacete.
Limitaram, é, não pode.
24 horas o cara ficar acertando a milímetro, porque pode ver cada corrida agora o carro tem um upgrade. É, sim, os caras ficam ali, bota o ventinho rolando e vai na carenagem, fala: porra, aqui o vento tá fazendo isso, vai fazer isso, vamos testar.
Isso faz, né?
É, não tá mais assim.
É, tá vendo aí?
Conforme a classificação do campeonato que o cara pode usar.
É, aí eles ficam ali, cara, cada corrida tem uma atualização. Você vê que às vezes a McLaren tá meio mal assim, aí na outra corrida o carro tá bom, você fala: porra!
Eles vão no circuito de rua, por exemplo, Mônaco, eles desenvolveram uma outra asa. E aí, porque é uma pista completamente, não tem muita reta, isso sim.
Isso é só, ainda tem muita mudança?
Não, ainda é aquilo ali É uma categoria spec, né, como uma categoria base, né. Todo mundo tem o mesmo carro, todo mundo tem os pneus, os motores entre Honda e Chevrolet, mas o resto é só a parte mecânica, suspensão, que é onde você muda. O resto é tudo igualzinho, pneu igual para todo mundo, todo mundo.
Aí por isso que é igual para todo mundo.
Não, mas aí você desenvolve o carro, né, o carro, cada carro diferente. Um do outro, cada equipe, né? No nosso caso, motor diferente, tudo igual. Então aí, por isso que eu acredito que no caso a Indy, a competição é muito maior, porque não é, é o conjunto, é o pit stop, é aí que é a equipe preparando o carro, piloto também, que são pistas diferentes, oval, circuito de rua, circuito misto, oval pequeno.
É mais competitivo, vamos dizer assim, é mais competitivo. Na Fórmula 1 tem aquelas 3 equipes e um abraço.
Exatamente, você tá na hora Certo? Pô! Mas o Verstappen agora parou de ganhar... O cara desaprendeu— Não é né?! Do Lewis Hamilton eu lembro que ele ganhou 8 campeonatos e não ganha mais nenhuma corrida.
Os caras me mandam o cara embora da equipe do Red Bull? Como manda aquele cara ir embora!?
É Hornet!!! Tá na Aston Martin.
E fez um carro terrível lá no Brasil.
Não, não, não, não: Engenheiro Adrian Newey.
Ah você tá falando dele.
Eu tô falando chefe de equipe.
Tiraram o Christian Horner. Mandaram-o embora!!
Teve aquela treta com o pai do Verstappen, o pai do Verstappen foi de lá.
Sim, parabéns, né? Parabéns, a treta deu bom. Começamos a mexer muito com aquele Marco lá, o coroa lá.
Também saiu, não?
Não, não, saiu não.
Marco tá lá.
É o De Marco lá, o coroa lá. O velhinho, velhinho, velhinho. Real Madrid Marco.
Quando começa muita confusão, irmão.
Aí o pai do Verstappen com o Christian Horner, aí pronto.
Aí lasca.
Aí a equipe tá sem o Adrian Newey e o Christian Horner. Pronto, acabou a equipe. É fato, não tem conversa.
Quem que é chefe de equipe da Red Bull?
Nem sei também, era o Christian?
É o italiano agora.
Não, é o Marco.
É um italiano que eles colocaram, o cara tá aguentando as pontas lá, né?
Não, tá juntando os remendos que deu, né?
Provavelmente.
Eu vi que o Horner pode ser o chefão na MotoGP, né?
É na MotoGP que eles vão?
Na MotoGP.
O Christian Horner? Da geral?
Da geral.
Ah, mas eu queria ele de volta, eu gosto muito dele. Eu sou, eu sou Verstappen lovers, eu gosto da Red Bull.
Não volta que o pai do Verstappen mandou ele.
É, agora eu tô falando que ele vai para Mercedes, né?
Será? É um lugar do Toto?
Não, não, não, não, o Verstappen. Do George, do inglês.
Aí sim, ele e o molequinho lá.
Molequinho tá mandando bem, né, cara?
Molequinho, você viu só, cara?
Vai dar bom, hein? Se for Verstappen e o Kimi, puta merda.
Que puta equipe, hein?
Aquela coisa de decorar pista que ele tem. Você viu um vídeo dele que ele sabe todos os tempos dele, de todas as corridas e dos amigos.
Aí é que vem o simulador, tá vendo?
Cara, memoriza tanto que memoriza.
Aí ele falou assim: qual foi seu tempo na corrida, no tempo de classificação em Mônaco ano passado? Ele: 1:28.172. E o teu amigo? 1:28.164. Ele sabe o milésimo. Ele, ele é maravilhoso.
Simulador.
E ele fecha o olho memoriza de um jeito que você também tem esse hábito. Ele tem um hábito de fechar o olho, imaginar todas as curvas assim.
Trabalho de mentalização, né? Eu não lembro que eu tomei de café da manhã hoje. É, tomei café, nem tomei café da manhã.
Quer mais um aqui, Carica?
Não, eu queria ir para o Super Chat.
Boletar só mais um aqui, então vai mais um. Já apertei o botão, é que tem Super Chat a rodo aqui. Então vamos lá para o Super Chat. Alô!
Alô, demorou, bora lá.
Não respondeu. Ah, desliguei na cara. Desculpa, Diogão.
Vê se ele aparece aí, aí você pega ele de novo. Vê se ele aparece aí, pega ele. Sacanagem, pô, com o cara.
Mandou um abraço para o Zé. Você lembra o Zé, o fotógrafo?
Pô, Zé Mário Dias, maravilhoso.
Sigam o Zé Mário no Instagram, rapaziada, por favor.
E o cara que acho que Ele falou com você, eu conversei com ele, ele até agitou você vir aqui. Eu vou pegar aqui o nome dele. Ele tava em Mônaco, Zé Mário é fodido, Zé Mário não brinca, sabe tudo, bicho. Aqui é o nome dele, ó, Marco Carvalho.
Ah, esse aí, ó, Marco Carvalho, ele que também foi fera. Isso é fera aí, valeu.
Marco Carvalho, hello! Ele que agitou, não foi? Foi ele que agitou, falou comigo aqui de você vir, e ele tem umas fotos bacanas suas também, né, de histórias e tal.
Aqui, ó, obrigado, Zé, um beijo.
Ele, esse figura aqui, ó, ele não, aí, ó, é esse figura aí. Um abraço para o Marco Carvalho aí, Marco. É ele que agitou o Elinho, a gente começou a falar para o Elinho vir aqui, fez a ponte que a gente chama, né?
Boa.
Bom, não apareceu, né, Bola? Vou chamar o Super Chat então.
Valeu, manda bala, manda bala.
Perdeu oportunidade, agora só enviar lá para você poder ir. Vamos lá, Josmiril Dias enviou uma mensagem.
Lembrando a história de Ribeirão Preto que o rapaz acabou de citar aí, eu lembro que naquela ocasião eu dei uma volta na pista com o Elinho e com o pai dele.
Ele nem sabia quem eu era.
Eu sei que eu saí dali emocionado num nível, cara, de ter andado com o Hélio Castro Neves no mesmo carro, que foi um absurdo assim. E hoje em dia tá trabalhando com ele, é incrível, cara.
E outra coisa que eu não falei, me sigam aí no Instagram, cara, @josémariodias. O trabalho dele é sensacional. O trabalho do Zé é sensacional. @Josemarodias.
Ó, abaixa aí, abaixa aí, porque tá dando a história de Ribeirão Preto que o rapaz acabou de citar aí.
Eu lembro que naquela ocasião eu dei uma volta na pista.
Não, é porque é aí, ah, aí, ah, que lê José Josmirio, não sei por que que ela leu Josmirio. Como que era do Rubinho?
É fun, fun, fun, é que eu quero botar, vai, é fun, fun. Sim, Rubinho, como o Zé foi vencer na FUN. Não é FUN, é F1. Ele lê Josmiril, é bom.
Agora gostei, rapaz. Josmiril, @JoseMarioDias. Rapaziada, sigam o Zé, por favor.
Posso soltar aqui, Isaac? Eu já acabou aí. Ok, ele tá dando duplicidade, eu não sei por quê. O Isaac Barbosa enviou uma mensagem aqui.
Josmiril Barbosa do Presta ou Despresta. Bola, parabéns, cara, que Deus te abençoe de muitos anos de vida, saúde, felicidades que você quer.
Muito obrigado, irmão. Nos divertindo por muito tempo, e que seja muito bem recompensado por isso. Obrigado, irmão.
Emocionalmente, que você tenha cada dia no seu coração essa alegria de ser esse comunicador incrível que você é.
Que que é isso?
Parabéns pela entrevista.
O Hélio, além de um grande piloto, ele também fala com paixão, com amor.
Ele gosta do que faz realmente.
Você tem toda razão.
Muito obrigado. Muito obrigado.
Amém, meu garoto.
Cara de fidança pouco e cagou na corte nos Estados Unidos.
É É outro nível, é outro nível.
Fora do vaso, tá? Chupa, corte! Vai, carioca!
Agora é o Zé Mário de novo.
Se cagou na corte, velho.
É o Zé Mário de novo. Josmiril Dias enviou uma mensagem.
Fala, seus lindos!
Feliz em estar participando mais uma vez com vocês.
Boa, Zé Mário! Esse ano mandando uma mensagem especial para o Hélio, que eu me sinto muito honrado em estar sendo fotógrafo oficial dele esse ano na Stock Car. Pô, aí sim, é muito peso, que me traz uma responsabilidade muito grande.
Em homenagem ao programa de vocês aí, eu fiz uma galeria no meu Instagram especial só com fotos do Hélio Castro Neves desse ano.
Então valeu demais, grande abraço a vocês. Obrigado, José.
Josmiril, valeu, Josmiril.
É puta fotógrafo, sigam ele que ele tem um trabalho incrível, rapaziada.
@jose, com Mário Dias, tudo junto.
Boa!
Ele é fotógrafo de automobilismo há muito tempo. Temos mais aqui, ó, soco o pau, mais um Josmiril aqui.
Mais um Josmiril.
Breno Machado enviou uma mensagem: na minha opinião, depois da era Senna, ele é o melhor piloto brasileiro que tivemos. 4 Indy 500, 3 24 horas de Daytona, O Antônio: existe a possibilidade de você correr no WEC? Temos uma etapa em Interlagos.
Sou fã.
Na WEC, na WEC.
Entendi, não sei, eu não, acho que não.
Lembrando, você nunca fez Le Mans.
A Acura, que é o carro que a gente tinha na equipe, eles vão terminar esse ano o programa, então não vai, acho que agora os protótipos, mas são uns carros, parece o carro o Batman, cara. É uma coisa tão legal. Aí você tá falando de tecnologia ali, é maior que a Indy, tá entre a Fórmula 1 e a Indy, sabe?
Mexe os botões, é sensacional. Quase que a gente foi, lembra? É verdade que pintou aquela oportunidade, ia ser muito louco, né?
E aqui para divulgar aqui tem uns protótipos, né? Tem a LP2, e mas é o que a gente, o que eu fiz lá nos Estados Unidos foi os protótipos que, uau, são uma máquina, uma nave.
Vamos lá, soltei mais um, vamos ver.
José Luiz, né, ele enviou uma mensagem. José Luiz, Rio Verde, Goiás: hoje é meu aniversário, manda um parabéns, estou completando 26 anos e acompanho vocês desde o Pânico. Me cago de rir com o Bola de Pablo Escobar. Parabéns, Bola, um grande ídolo Tudo de bom para mim.
Obrigado, Zé. Parabéns a você também, tudo de bom, parabéns, porque Rabin. Obrigado, Zé, um beijo, irmão.
José Luiz Nery, parabéns para nós. Marcos Eduardo, vamos lá. Marcos Eduardo S enviou uma mensagem: boa tarde, bola e carioca, parabéns, bola, Deus te abençoe, irmão, felicidades.
E muito sucesso, programa top, chama o Paulinho Mixaria. Quem é o Paulinho Mixaria?
Paulinho Mixaria, pediu para chamar o Paulinho Mixaria.
Boa, obrigado pela dica, irmão.
Marcos Eduardo, obrigado pelos parabéns, valeu, valeu, Marcos Eduardo. Não entendi, convidado, chama o Paulinho Mixaria, algum convidado, é uma figura da internet. E aqui você vê que agora foi a voz do Bolsonaro.
Você que põe isso daí, esse programa?
Não, não, a pessoa escolhe, ela pode A gente manda mensagem, olha, escolhe na IA, pessoal.
Ela escolhe com a voz dela, ela põe uma voz que ela quiser.
Às vezes entra do Xandão aqui, maravilhoso. É só escolher a voz.
Que o Tesla, cara, tem um sistema no carro do Tesla que você chama Gronk, que aí você pergunta, tipo uma Siri, né? E você pergunta, mas tem uma, um canal que é como se fosse sem filtro. E aí você pergunta, manda umas puta barbaridade, você fala, você fala com "Eu sou a vagabunda, me fala aí o lugar que eu tenho que ir." Cara, xinga pra caralho. E xinga em todas as línguas.
É mesmo?
Quer dizer, não só em português, em inglês, você põe lá a língua que você tá. Cara, você racha de rir a maneira que fala, que vai te xingando, cara.
Que cigarro você dirige em Miami, irmão?
Ah, eu tenho o Acura, que eu sou patrocinado agora. E agora tô procurando pro Bentley.
Pro Bentley, boa, boa.
Com o Julio Iglesias.
Vamos lá, maravilhoso! Vamos embora!
Rafael Lucena enviou: parabéns, bola! Hoje também é meu aniversário. Que legal! Parabéns! Comemorando hoje você, eu e Messi. Pergunta para o Messi também: compara sobre a época dele pré-Indy e a atual, se falando das categorias de acesso. Tínhamos muitos pilotos nos anos 90. Abraço!
Abraços, abraços.
Não tem tanto brasileiro em categoria de acesso.
Olha, acho que teve um problema da transmissão, que por uns anos só parou, né? Ninguém ficou transmitindo. Os carros eram uma marca, aquela época, os carros eram incríveis, né? Tinha muito patrocinador, tinha corrida aqui no Brasil também. Então tudo isso ajuda, né? Você tem um próximo, a próxima safra, vamos dizer assim, né? Agora Caiu o colete que tá começando. Espero que isso, a bandeira antes volte novamente, empresas brasileiras voltem também. O dólar muito, muito alto, né? Começam a ficar complicado.
Eu vejo na Disney, mas será que vai ter na Band de novo? Eu assisto a corrida na Disney Plus.
Ah, é?
É a corrida da Índia na Índia.
Acho que é ESPN que passa então, né?
ESPN.
É, eu vejo na Disney a corridinha.
Eu vejo GP lá. Então por isso, pessoal, mas é que você gosta, né, cara?
Aquele, pois é, mas olha só, eu já acompanhei mais a Indy, eu tô um pouco afastado porque justamente antigamente era meio assim, e hoje tem tanta coisa, a gente, Fórmula 1 não, eu tenho a F1 TV, eu sou nerd. A corrida foi 7 horas da manhã, a hora que eu acordo às 11 eu nem olho internet, eu já ligo como se tivesse rolando a vida mesmo. Eu vejo todas as etapas, mas eu tenho F1 TV. Tem isso da Indy, porque isso ajuda muito, cara.
A Fox transmite, transmite, eles têm o aplicativo.
Não, mas a Fox, tu já viu como é que é o F1 TV?
Essa diferença, né? Isso também eu brigo com o pessoal para melhorar a facilidade para o pessoal se interagir.
Cara, eu vou te falar, a língua que você quer, tem os melhores momentos e tem, não, cara, tem a telemetria e tem dentro do carro também, né? Porra, eu adoro ver os tags, eu ponho na TV e ficam no iPad de dentro do carro do cara vendo os pegas. Eu acho isso aí, já há anos eu uso assim, eu assino bonitinho porque eu curto, entendeu?
É o que a categoria precisa.
É que quando eu corria de simulador era mais empolgadão, porque eu tenho simulador em casa, mas faz 2 anos que eu não pego, mais de 2 anos. Mas eu tenho Fanatec bonitinho, corria no iRacing.
Olha que legal.
Quem faz os putz simulador é o Tony, né?
É, o Tony é doente, o Tony é outro É, e eu na época a gente saía, ele já ficava no computador, cara, as setinhas, lembra?
Setinha do lado, puta bosta, porcaria.
E eu uso o Meta Pro, cara, é muito legal. O óculos virtual, ô louco, é porque dá profundidade, entendeu? A chapa, a tela aqui é muito chapada.
Você é viciado também então?
Já fui, agora eu dei um tempo, faz 2 anos que eu não encosto. Tá lá, eu tenho que montar tudo.
Por que que você não monta? Você gosta tanto, velho.
Porra, bola, não tô tendo tempo, eu tô em casa só para ir dormir e ir embora. E aquilo ali requer tempo, configuração.
Lá para Floripa, pô.
E o iRacing é corrida de hora em hora, então você tem que ficar treinando, treinando.
Tem muita coisa.
Aí você tem que ficar um dia inteiro de boresque, como a gente fala, de bobeira, só para fazer só isso aí, tá ligado?
É diferente, por isso que simulador para mim não é o—
Não, e você tem namoro, filho para cuidar, Então sim, e mulher e simulador não é o caso da minha, mas companheira e simulador você tem que negociar bem, né?
Você tem que ser bom nisso aí, é porque você fica, né?
Eu tenho 6 meses que eu não ligo.
Então a PlayStation é uma delícia, eu gosto de jogo de tiro. Bom, tá tudo certo aí, Isaac?
Deixa eu ver, você mandou no WhatsApp, Zacarias bonitinho.
Tem um negocinho para você, a surpresinha.
Para mim?
Pode soltar, meu querido.
Vamos lá.
Fala, Boleta! Parabéns pelo seu dia. Eu perguntei: será que o Bola já fez 50? Eu descobri que, olha, já passou de 50. Você tá bem, Boleta?
Ô, gordo, tô aproveitando esse momentinho de trânsito aqui para poder te mandar um beijo.
Sou fã desse cara, velho.
Feliz aniversário!
Obrigado, meu bem!
A gente se vê pouco, mas quando a gente se vê é sempre a mesma alegria da primeira vez.
Fala, Boleta, tamo aqui de novo. A produção do Ticaricata em Cast bolou que tem que ter homenagem todo dia. Ontem foi dos 5 anos de programa, hoje do seu aniversário. Cara, tá saco cheio já!
Pode me chamar, porque o Bola merece homenagem todos os dias da minha vida e da minha existência.
Obrigado, Dani.
Você é um cara tão foda na minha vida, a gente tem tantas intimidades que se eu contar aqui talvez você me apresa.
Melhor não.
Porra, Papito!
Pô, Papito, que legal, cara. Obrigado, Supla.
Esse cara é fera, mano.
Obrigado, Supla, que legal, velho.
Hoje é dia do seu aniversário.
Harry Johnson, caraca!
Nossa, velho, ele me ama esse povo.
Obrigado, irmão, ouvindo de você, porra.
Bem-humorado, deseja você muita saúde, muita paz.
Obrigado, velho, que legal, velho.
Olha ele aí, ó. Aê, ó. Beijo, saúde. Ó, tá lá em Indianápolis.
Quem é mais bonito?
Maravilhoso que você tem.
Eu também, Tony. Eu também, Tony. Tá em Miami, ó. Ah, urra, puta, que legal, cara! Obrigado, irmão! Esse é gente boa no último grau. Obrigado! Que legal! Porra, Falcão! Porra, eu amo esse cara, velho! De São Paulo. Grande abraço, meu amigo, parabéns para você. Obrigado, Falcão. Muitas felicidades, muitos anos de vida, já dizia Machado de Assis. Obrigado, Falcão.
Ô, bola, parabéns aqui, Zé Américo. Feliz aniversário para você.
Que legal, muito especial.
Eu sei que é um momento muito legal, são 5 anos do Ticaracati Cast e hoje é teu aniversário.
Parabéns, muito sucesso, muita saúde e que você continue sendo esse cara espetacular que é amigo dos amigos.
Um abraço, tudo de bom.
Obrigado, irmão. Boa, Mateusão! Figura, muita entrada no ano, felicidades, tamo junto.
Sempre que eu tiver por aí, eu tô passando.
Vamos comer seu bolo.
Valeu, Boleta, tamo junto.
Obrigado, irmão.
Só você, bola, para me acordar às 11 horas da manhã.
Mas tudo bem, vale a pena.
Parabéns, meu amigo, tudo de bom.
Você é um dos caras mais legais que eu já conheci em toda minha vida. Um cara que é tão legal que parece que faz um favor de ser legal, de tão legal que é.
Quem que é isso? Tô longe disso.
Obrigado, Deus te abençoe.
Amo você, irmão. Obrigado, Igor. Olha, obrigado, Igor, velho. Parabéns, bem-vindo a você, meu amigo. Parabéns, João Peta. Quem não ama o Bola? Você é a pessoa mais legal do planeta, Bola. Que honra você ser um amigo camarada. As coisas que nós já vivemos, verdade, cada uma, e dias de muita alegria, felicidade, risada sem parar. Um beijo para todo mundo aí e muitos anos de vida, que você viva mais e mais. É um prazer viver na mesma dimensão, na mesma época que o Bola. Pô, que legal! É uma mãe do cinema, uma colosso do seu tempo.
Eu tô contando história, quem é que faz a alegria do povo? É o Bola! Meu fechamento, Bola! Aniversariando hoje, e eu tô aqui contigo te mandando aquele beijaço, te dando aquele abraço bem apertado.
E você é um trabalhador especial, quero te agradecer.
Eu sei que você tem por mim. Continue te abençoando abundantemente, diariamente. Que você tenha uma vida muito mais feliz do que você já viveu.
Obrigado, irmão.
Ó, você é fechamento! Valeu, Bola!
Olha, tamo junto, irmão.
Deve estar chegando aí uma torta de mandioca enorme para você saborear. Valeu, fechamento! Quem não tem dinheiro conta história. Um abraço, Bola!
Hoje, pô, que honra! Eita, Murilão! Obrigado, irmão! Olha só que alegria! Pô, quanta gente legal, cara! Que legal!
Maravilhosa! Um dos caras que já mais me fez dar risada na história do Rio.
Aonde, velho? Eu aprendi a xingar muita gente com você. Muita gente tomando no cu e para o inferno com as suas palavras.
Eu agradeço muito Por isso, feliz aniversário, bola!
Obrigado, irmãozão! Ô Maurício, Copa do Mundo e só falam de você aqui. Bambu, muito boa na bola!
Obrigado, um beijo, bola!
Beijo, irmão, obrigado!
Caraca, deve tá rindo. Valeu, abraço!
Bolinha, bolinha, meu amor, acabei de acordar, acabei de dar meu cu, de dar meu de dar meu cochilinho, passando aqui para te mandar um beijão, te desejar tudo de melhor na sua vida.
Fala, bola! Parabéns, meu amigo!
Alegria, felicidade! Sabe que eu sou seu fã demais, né? Obrigado, irmão!
Esse país é a sua, disparado!
Tamo junto, meu irmão!
Alegria é nós!
Que honra! Obrigado, cara! Feliz aniversário! Espero que tenha um dia muito mais feliz que o que tu fez hoje e os outros dias. Que surpresa boa, velho! Botou, consertou o coração para viver um monte, né, cara? Eu espero que você consiga mesmo, tá bom? Obrigado, meu irmão. Um abraço para você e continua aí. Felicidade, beijo. Obrigado, irmãozão. Nosso querido Bola, Boleta, esse irmão maravilhoso.
É isso mesmo, ano que vem, 30 anos.
Verdade, cara, querido.
É aquele cara que quando amiga e amigo verdadeiro.
Perde amizade até com outros amigos se achar que o amigo foi injusto com outro.
Bola, te amo, parabéns, feliz aniversário! Comigo, vamos lá, 1, 2, 3, 5, 6, 7. Olha, a gente sabe que é um cara metido quando ele resolve nascer no meio da Copa. Sucesso sendo chamado de Bola que nós conhecemos não precisa Esse é fera, velho!
O Bola é aquele cara que a gente quer colocar debaixo do braço, sem ser uma bola, levar para casa, levar no coração, levar para todo lugar.
Bola, a gente ama você, obrigado, irmão! Você como amigo, um beijo no seu coração, abraço na sua alma. Que tudo que desejarem de melhor hoje você receba todos os dias da sua vida.
Bola, feliz aniversário para você!
Eita, nós agora sim!
Feliz aniversário, meu amigo!
Obrigado, irmão. Nani, maravilhosa, amo.
Parabéns, felicidade, saúde, prosperidade. Deus te abençoe ainda mais.
Obrigado, Nani.
Você continua sendo esse cara lindo, querido, amigo, companheiro, sobretudo parceiro. Deus te ilumine, bola. Te adoro muito, devo muito pelo seu testemunho.
Que felicidade, cara.
Legal, hein?
Desejo tudo de bom para você na vida.
Obrigado. Do Nani.
Um beijo!
Esse é fera, velho! Tá malandro! Obrigado, malandro! Pô, sou teu fã, irmão! Obrigado também, irmão. Muito obrigado. Porra, Charles! Esse não podia faltar, bicho, da felicidade. Tamo junto, meu irmão. Um beijo para você, amo você. Você tem um irmão, eu também. Charles, aproveita muito o seu dia.
Se tiver festa, opa, tudo bom?
Chama nós!
Beleza, meu amigo Bola!
E é teu aniversário, e eu tô aqui para mandar um grande abraço para você, desejar que você continue sendo esse cara maravilhoso, esse sorriso contagiante, para todos os seus amigos e todos os seus seguidores. Esse recado é para o meu irmãozão. Vilela, obrigado, viu, cara. Nem parece, né? Obrigado, Vilela.
Tô aqui na Copa Paris só para mandar um recado, tô eu e meu pai, que tem 81 anos. Fala parabéns, bola. Fala assim: parabéns, bola.
Parabéns, bola.
Obrigado, obrigado. Aliás, Emílio, desculpa interromper, informalidade. Parabéns para o Marcos, que hoje é aniversário do bola.
Pode ser fora de time, mas é de coração. Parabéns, Boleta!
Obrigado, mano!
Beijo, bola!
Obrigado, amigo!
O cara faz aniversário com o Benzinho.
Mas vamos fazer bonitinho, sozinho, comendo um grande bolo.
Parabéns, Boletinha!
Obrigado, amigo!
É isso aí, cara! A gente queria, puta, cara querido!
Bola, seu lindo!
Pô, Albani, obrigado, irmão! Victor especial!
Obrigado, irmão.
Que já estive aí no seu podcast algumas vezes, cara.
Venha mais vezes.
De verdade, você é um cara muito maneiro que eu gosto muito.
Obrigado, irmão.
Nunca vi ninguém falar Paul Bola, nunca vi, cara.
Ou seja, obrigado, Albani. Tamo junto. Fala grande, tamo junto. O Naldão teve aqui recentemente, cara. A gente Muito boa, no último grau. Que Deus te ilumine cada vez mais, te abençoe muito, você, sua família, seus projetos. Obrigado, irmão. Parabéns, parabéns. Obrigado, Naldo. Valeu, irmão. Ó, ó, chique, hein, meu querido amigo. Nasceu no dia 24 de junho de 1967, está completando hoje 59 anos de idade.
Bora!
Aqui é o Charles Wikipedia, meu querido amigo, meu irmão. Obrigado, irmão, muito feliz aniversário, parabéns, muitas felicidades, que Deus abençoe para você. Nós trabalhamos juntos no Pânico, verdade, muito Obrigado, esse cara é fera, velho. Esse é fera, velho. Obrigado, irmão. Porra, tu, meu velho, tem um cara desses, tem um cara desses que eu adoro. Esse é gente boa no último grau, velho.
É como se a gente se conhecesse há muitos anos assim.
É verdade.
E toda tua pureza, tua essência, tua entrega, tua generosidade, né? As nossas histórias ficaram mais engraçadas escutando Eu tô risado.
Obrigado, cara, por—
obrigado você pelas palavras.
Obrigado por tu estender a mão para mim.
E que é isso, que é um cara que eu oro todos os dias e que eu vou levar.
Muito obrigado, fico feliz.
Pessoas especiais na minha vida.
Tá ficando velho, hein, bola? Ô, Vinhete, uma coisa que eu não entendo é que você tá ficando velho e continua com essa decoração aí de bonequinho. Adoro, velho, brincando. De decoração infantil, né?
Você já é um cara com mais de 45 anos, já faz passado, e continua brincando de bonequinho. Pô, toma vergonha na cara! Decoração decente, seu fezes! Vamos botar o quê? Partitura de música? Obrigado, irmão! Obrigado, Lordão! Obrigado, extremamente generoso. É um cara que quando tá perto da gente parece que realmente se preocupa com a gente. Isso é legal de acontecer. Obrigado.
Sempre que você fala alguma coisa no sentido de perguntar da família, como é Como é que foi isso?
Então você é um cara incrível. Obrigado, irmão. Boa saúde, sempre busque a saúde assim como eu busco. É isso aí, irmãozão. Super bem. Eita, esse é fera, velho! Esse é fera, Edição!
Grande abraço.
Edson, eu que amo o trabalho de vocês. Hoje numa data especial, tá falando essa pessoa hoje.
Esse é fera, bicho! Obrigado, irmão! Porra, eu também, sabe disso, irmão.
Parabéns, que Deus te dê muitos anos de vida.
Bora, bola, minha parceria!
De pedir essa chance de dar os parabéns, cabra, de coração topado. Você é primeiro de luxo, um cheiro no seu coração.
Obrigado, Mussão, sou teu fã, velho. Você é maravilhoso, eu também te amo, irmão.
Bola querido, o teu sorriso de brasileiro, e quem não é brasileiro a gente conhece. Longa vida, mais gostosa.
Cara, figura também, esse é um figurácimo.
Beijo, irmão.
Como é que você tá? Eu tô passando para te mandar um beijão, abração, dizer que você é um cara, gente boa, meu único amigo famoso de verdade que posso chamar de amigo.
Pode chamar assim, irmão.
Mas todas as vezes que falta alguém aí, você sabe que é você que Obrigado, irmão!
Isso aqui que não cabe em casa mais, eu ganhei da pessoa que eu nem conheço.
Que filha da mãe, velho! Um beijo nesse coração lindo, que eu te amo! Valeu, também te amo! Obrigado, irmãozão! Porra, mano, uma palma! Obrigado, Bolinha!
Esse é um cara Manda uma mensagem de parabéns para o Bola, 7 horas da manhã.
Chato pra caralho! Chato, 7 horas da manhã.
6 vezes na vida.
Você tem que saber que as pessoas moram em outro país, tem que pesquisar onde é que tá o cara. Não vou acordar ele, mano. Também acho, irmão.
E aí, Bola, tudo bem?
Ô Danilão, caraca, velho!
Esqueci do seu aniversário, não.
Parabéns, irmão.
Bola, você merece, é um puta cara. Parabéns, tudo de bom, Bola.
Valeu. Obrigado, Danilão. O Ale Flit fez aniversário ontem. Eu também te amo, irmão, você é um cara especial, velho. Que Deus te dê muita saúde, muitas risadas, que você seja sempre esse cara incrível, muito feliz. Obrigado, irmão. Compartilhada a sua amizade com Beijo, obrigado, porra! Aqui é o Ricardinho. Obrigado, meu. Muita saúde, irmã da Gabi, minha cunhada e meu cunhado.
Você é uma pessoa tão querida, a gente ama tanto você e faz muita honra, meu.
Vocês são demais, meu.
Então desejo muitas felicidades.
Obrigado, Raquel.
Seu ano, sua vida. E tamo junto, um beijo, parabéns!
Muito sucesso, obrigado, irmão!
Mais sucesso ainda, muita saúde, muita felicidade.
Esses dois valem ouro, tá louco!
Feliz aqui por fazer festa, meu!
Porra, uma puta merda!
Olha aí quanta gente legal, cara!
Ô meu sogro e minha sogra, Vicentão e Cida, amo vocês!
Que Deus te abençoe muito.
Beijo. Obrigado.
É isso aí, Boleta, mais um aninho em cima do lombo, né? Graças a Deus a saúde tá boa.
Tá ótimo, Vicentão. Amo vocês demais, velho.
Mas estamos de boa, estamos juntos. Vicentão, seu cara muito querido aqui na família, chegou aqui, obrigado, te adora. Todos nós amamos você. Que Deus continue, dê mais saúde para nós, mais uns bons anos para frente aí.
Boa, Vicentão, tá bom?
Obrigadão vocês, meu Jesus te acompanha você no seu trabalho, nas suas caminhadas aí.
Valeu, obrigado, irmão. Um beijo, fica com Deus, amo vocês. Beijo, se doa.
Grande Marcos, que é isso?
Feliz aniversário, meu amigo! Que surpresa, velho!
É um abraço bem forte.
Ele foi nosso diretor no começo.
Demais, gente boa, que eu conheço.
Valeu, que é um grande abração. Amo você, irmão. Obrigado, pô. Muitas felicidades. Que legal!
Parabéns!
Feliz aniversário!
Obrigado, meu amor!
E você?
Vai, Jorginho!
Parabéns, tio Bona!
Obrigado, meu amor!
Tchau, beijo!
Olha só que coisa boa! Ô, Dani!
Irmão da Gabi, obrigado, irmão! Boa, mano! E que Deus te abençoe sempre e que você traga muitas alegrias para os seus fãs aí.
Tamo junto, irmão!
Tá certo? Vamos comemorar, né?
E ó, se você bebeu, beba, hein? Tamo junto!
Vambora, é nós, irmão!
Tomou uma água? Parabéns, boa data! Obrigado, Du!
Um orgulho imenso de ser seu amigo.
Porra, todo meu!
Que você seja mais e mais vitorioso nessa vida. Te amo!
Obrigado, Du, também te amo, mano! Eita, ó quem que é?
Estamos aqui para te desejar parabéns com uma bela dupla.
Amo esses dois, eu tô vendo quase Feliz aniversário, Caviola atrás. Obrigado, Renatão. Ei, meu irmão, Cadu, meu irmão, e tamo junto sempre, tá bom? Beijo, beijo.
Vamos gastar, vamos gastar.
Feliz aniversário, meu amor.
Meu amor, Deus te abençoe, mulher da minha vida.
Saúde, muito amor, muito sucesso, muita prosperidade, muitas coisas coisas boas. Você sabe, você é um homem maravilhoso, amado por todo o Brasil, e eu tenho privilégio de ser a sua esposa, de ser casada com você.
Todo meu, todo meu.
Acordar todos os dias com você, para mim é uma alegria sem tamanho. Com você eu descobri o amor e a felicidade, quando eu bem achava que nem existia.
Amo você, meu amor.
Só agradeço a Deus por ter você comigo. Desejo muitos anos de vida para você, muitas felicidades. Você sabe, pode contar para mim Aí, Boleta!
Parabéns, parabéns, parabéns, parabéns! É isso aí, Boleta, parabéns! Obrigado a galera do Tica. Hora de festa, de comemorar. Hoje tem Brasil.
É lindo, saiba que você tá aqui no seu dia especial.
É isso aí, é lindo. Boa sorte, que Deus te abençoe. Somos muito eu sou fã. Você é um cara que representa o Brasil, é um talento que o Brasil vai levar sempre para o coração. Hélio Castro Neves hoje aqui, aniversário do Boleta. E bora que hoje tem Brasil, hein? Bora Brasil nessa porra aí também! Obrigado a Philips, viu? E vou mandar lá a caixinha para você, viu? Obrigado, Gabi. Valeu todo time. 5 anos, dia de festa, bora comemorar! Beijo para vocês. Boletá, tudo muito bom, viu?
Obrigado, amigo.
Vamos nessa, vamos embora. Agradece a galera e vamos nessa, Boletá. Porra, quantos amigos você tem, hein? Até Chororó apareceu, Chitãozinho, no caso.
Fiquei tão feliz, cara.
Até você merece, meu irmão.
Ganhei o ano já.
Você merece, Boletá.
Obrigado, todo mundo.
Você é amado por todos nós. Você é amado por todos nós.
Que dia, que dia!
Até amanhã, galera, 2 horas da tarde.