EP 820 - RICARDO NUNES ELETRO + LÉO COSTA
Ricardo Nunes é empresário brasileiro, fundador da Ricardo Nunes Eletro e do Grupo R1. Com décadas de experiência no empreendedorismo e varejo, é reconhecido por sua visão estratégica e experiência nos negócios.
Léo Costa é ator, roteirista e humorista gaúcho, conhecido pelo personagem HenRICO Meireles, que satiriza o mundo dos negócios e dos gurus digitais. Também leva seu humor para eventos corporativos e apresenta seu próprio stand-up.
- O desafio do empreendedorismo no Brasil e a onda de 'empreender'dificuldade de empreender·estabilidade da carreira executiva·sofrimento do varejo físico·impacto dos marketplaces
- O impacto da carga tributária e a informalidade no Brasilimposto sobre produtos chineses·dificuldade de competir·falta de controle financeiro·reforma tributária e split payment
- Críticas aos 'gurus digitais' e mentores de palco no empreendedorismocursos de vender curso·teoria da prosperidade·linguagem com termos em inglês·falta de experiência real
- A importância da gestão e do conhecimento prático para o empresárioplanejamento e orçamento·fluxo de caixa·marketing e vendas·buscar mentores experientes
- A crise do varejo tradicional e a ascensão dos marketplacesfechamento de lojas físicas·dificuldade de grandes redes·Mercado Livre e logística própria·uberização do trabalho
- A história de Ricardo Nunes e o aprendizado com Samuel Kleindesorganização inicial da empresa·busca por conhecimento·encontro na Copa do Mundo·aplicação de gestão e crescimento
Maravilha!
Fale, rapaziada, tudo bem com vocês?
Maravilha, Boleta!
Beleza, e você?
Mais um episódio espetacular, graças ao Senhor, graças a Deus. Tudo certo, Boleta?
Tudo certo, e com você, irmão?
Graças a Deus, tudo maravilha.
Coisa boa.
Você tá bem?
Eu tô bem.
Você tá legal?
Tô legal.
É isso aí, tudo joia. Mais um dia maravilhoso aqui no Tica na Catica. Muito obrigado pela sua audiência. Crescemos bastante graças a vocês. Não sei o que tá crescendo nesse Brasil, Bola.
Difícil saber. É difícil saber o tanto de coisa que tá acontecendo. É difícil saber, hein, que tá, acho que, pô, crescendo mesmo.
É, não pode nem falar. Acho que no Brasil é difícil falar que você cresceu, você tem que ficar na miúda.
É praticamente impossível.
Baratinho.
Melhor não falar, é verdade mesmo.
Temos aqui um empresário maravilhoso, ele, um cara que tem uma história, é o homem elétrico. Homem elétrico, homem elétrico é perigoso. Ele que é um homem elétrico. E a gente falar no Brasil que você faz sucesso é delicado, é delicado.
Quem faz mais? Sabe quem faz sucesso no Brasil?
Quem?
A Philips.
A Philips, a Philips é um sucesso, sempre fez, né? Foi impressionante, já quase 100 anos de sucesso nesse país.
TV, Boom Beach, Party Box, Cara, Philips Audio Vídeo faz um sucesso que vocês não têm ideia.
Impressionante, né?
Qualidade, preço bom, é outro padrão, outro nível.
Tá aí, ó, é isso aí.
Tem presente para os convidados, cara.
Que legal, espetacular! Ricardo Nunes, né, melhor dizendo, Ricardo Eletro, é que vocês ficaram conhecendo ele. E Léo Costa. Eu não sei quem fez essa junção, de quem veio essa ideia maravilhosa, que o Ricardo, o Léo é stand-up comedy lá gaúcho, só que eu sou empresário, né?
Então acho que foi aí que eles pegaram. Exato, a gente veio fazer network ao vivo aqui.
Entendi. Você é, como é que chama a Faria Laimer lá do Rio Grande do Sul, de Porto Alegre?
É que na verdade eu sou um CEO, né, mas de MEI. Então eu tenho um ecossistema que é um business que fatura até R$6.000 por mês. Então o nome do meu personagem é Enrico Meirelles, porque é rico e MEI no nome, é bem próspero.
Quanto fatura por mês?
Até R$6.000, né, para não estourar o faturamento do MEI, pagar muito imposto. Imposto é roubo, não pode. Esse é o segredo, entendi. Esse é o segredo do business, cara.
E ele tem Aquele patrocínio do Banco Nacional, né?
Exato. Na verdade, eu entrei em contato com eles para conseguir um patrocínio, mas não me responderam até hoje.
Tem um banco bom para você tentar também, o Comindi.
Comindi, Bamerindus.
Pô, legal.
Bamerindus é um excelente banco.
Eu perdi o time do Master, né? Eu queria pegar forte. Queria pegar um pouco.
Como já quebrou banco no Brasil, né, Bola? Econômico, lembra? Banco Santos, econômico. Vamos lá, tem um monte. Banerj, tudo bem que fez a fusão, virou Itaú. Que mais, senhora? Banco pra porra, velho. Meridional, Banco Meridional, Banco Bandeirantes, Banco Real também não existe. Banco Real virou ABN Amro Bank, depois incorporou Santander.
Quando eu entrei na Transamérica, minha conta era no Banco Real.
Eu também, minha primeira conta era um bancaço, era um banco legal, Banco do Aloysio, né? Que era o cara da Transamérica, do Sorvete Labaschi, né? Dessa família. DC, né? Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não é construção. Como é que era o nome daquela casa de construção que sumiu?
Saiu, fechou agora também.
Fechou também? Não, aquela laranja e branca, pô, de construção, mano.
C&C, não, C&C, casa e construção.
É C&C, casa e construção.
Eu acho que era C&C, era dentro do mesmo grupo. Grupo grande, né? Banco Alfa, né? Depois. Mas o Banco Real foi minha primeira conta, que era conta universitária, limite de até R$250.
Você que adora. Eu não tô entendendo nada da conversa, que eu tenho 21 anos, né? Então não peguei essa fase ainda.
É o seguinte, tem um cheque, era uma coisa muito foda.
Eu lembro, eu nunca me esqueço. É um banco que era foda, que tinha um cheque de homem, de mulher. Banco Safra.
Banco Safra.
Mas aí, cheque de homem era não Você ter conta lá, você precisava dar o toba, né? Não, o cheque de homem era azul e o cheque de mulher era rosa.
Mas eu trouxe uma coisa que é das antigas aqui, que eu tô guardando minhas criptomoedas.
Tá gravando?
Tá guardando aqui? É só que como eu não achei nenhum lugar para ler isso, então perdi as criptomoedas.
Nossa, dupla face!
Isso aqui, pô, ainda tinha um menorzinho. Lembra que tinha mais dados ainda? Lembra que tinha um menorzinho do que esse? Ah não, tinha o maior do que esse, era um desse tamanho, de 1 mega.
1 mega, pô, lembra? Muita coisa para armazenar, né, cara?
Eu estudar, eu cheguei a estudar com isso aqui, cara.
É mesmo?
Eu ia para fazer publicidade, propaganda, para trabalhar com Corel. Aí cada um tinha um seu, aí você levava, colocava na escola, aí fechava aqui, aí abria o arquivinho que tava aqui. Eu sou dessa época aí, Ricardo. Você já fez balanço nisso aí?
Muito balanço. Sou da época do videocassete, né?
É mesmo, irmão?
E aí, meu, como é que você tá?
Pô, bom A gente te vê para caramba.
Mandando brasa aí.
Que tá fazendo de bom, Ricardão?
Tô com um método SGV aí, né? Hoje entrei no setor de educação depois que fechei a Ricardo Malletto. Estamos aí fazendo, ajudando os empresários aí, né?
É, a gente já tava combinando de eu fazer uma meitoria lá para a galera vender mais. Meitoria, que é a mentoria do MEI, né?
Então o MEI, explica para galera, explica para galera a diferença do limitado para o MEI, para o SA.
Pra tu me entender. Eu sei até o MEI, porque como eu faturo até R$6.000 por mês, ali é o meu limite. Não passa disso. Limitada, não curto muito, que eu acho meio limitado de fato, né? E eu sou ilimitado, sabe? Meu mindset vai além. E aí tem a sociedade anônima também, que é SA, né? Mas eu, como sou um cara conhecido, não posso fazer isso.
Não é anônimo, é.
Não é anônimo.
É verdade.
E aí quem sabe a gente conseguir sair futuramente do lucro real pro lucro dólar, né? Que eu acho que vai valorizar mais.
Bom, o Ricardo, eu queria saber de você, primeiro saber se você ainda pensa, queria falar um pouco sobre o varejo, queria falar sobre o comerciante, como é que tá o mercado, que o brasileiro hoje não tem, cada vez menos CLT, né? Muita gente fala isso, ah, o Brasil está vivendo um desemprego muito grande. Não é, acho que seja o desemprego, eu acho que as pessoas estão aprendendo a empreender. Então estão cada vez menos.
Tá fácil empreender nesse país, hein?
Não, é que o cara parou de— ele sacou que o tempo é dinheiro, né? É a uberização do trabalho, isso em grande escala. Eu acho que o mundo tá partindo para esse consultoria, eu quero prestar serviço, a coisa de atendimento online. Depois da pandemia teve um mindset aí, uma mudança de paradigmas em relação ao trabalho.
Né?
E eu queria entender de você em que momento nós estamos agora para o grande brasileiro, para massa, para massa Brasil. Como é que tá o povo? Tá no MEI, o povo fritando coxinha, o povo tá vendendo, é, é, é um puta sucesso esse marketplace. O cara tá se virando, né? O se virou virou o novo método de trabalho do brasileiro, né? Isso aí, ou eu tô completamente equivocado?
Você tá certíssimo, só que eu acho que é perigoso, porque empreender não é para todo mundo.
Você acha que não é?
Eu não acho. Eu acho que é difícil. Eu acho que a pessoa fazer uma carreira de executivo, ela tem uma chance muito grande de ser mais feliz e ter mais estabilidade, ter mais sucesso. Eu acho que criou-se uma onda de empreendedorismo aí, todo mundo empreender, e eu acho que as pessoas não querem mais fazer carreira e tá pagando um preço muito alto por isso. E aí vai para essa coisa de fazer qualquer negócio e sofre demais. Eu acho que Acho que tem que ter um meio termo.
Acho que o varejo, o futuro do varejo, o varejo tá sofrendo muito, mas o varejo físico tá sofrendo muito, porque hoje o varejo transformou muito dentro dos marketplace. Eu cheguei isso lá atrás, inclusive foi quando eu percebi que eu tinha que sair do meu negócio, porque eu tava percebendo que o marketplace ia dominar, já tinha dominado lá fora nos Estados Unidos com a Amazon.
Aí você se ligou.
A Amazon já tinha destruído Best Buy, tudo que é varejo nos Estados Unidos. Em 2018 eu percebi isso, foi quando nós vendemos a empresa. E hoje nós estamos sentindo de fato o que o marketplace tá fazendo com o varejo.
Mas por exemplo, eu tive em Nova York no meio do ano e a Macy's, que é uma gigante, né, Bola?
Gigantesca.
Cara, tá lá, um gigante, lotada. Ainda tem espaço pra lugares físicos, não pro pequeno, mas eu acho que as pessoas— É uma análise, o famoso passeio, né, Bola?
A Macy's tem 200 anos também.
Não, sim, mas tá sobrevivendo. No Brasil não sobreviveu uma, Mesbla, Mapa e tudo isso. Nos Estados Unidos isso se mantém. Por que que lá se mantém e aqui não?
Não, mas lá também sofreu muito, muito varejo. O que vai, o que não vai acontecer é acabar o varejo, né? Então a Macy's também hoje tá lá no marketplace violentamente vendendo a Amazon dentro, dentro da Amazon.
Mas a loja física em Nova York é assim, estrumbando, cara.
Mas aí você pegar, mas você pegar quantas lojas já fecharam. Vamos botar aqui, por exemplo, é verdade, deixa eu falar um pouco do que eu vivi, tá? Quando eu tava com 1.100 1.200 lojas dentro da Ricardo Eletro. Meu Deus, você imagina, 45 mil colaboradores. E tinha uma rua, uma rua, por exemplo, uma rua de Recife, uma rua de várias capitais do Brasil, nós tínhamos 6, 7, 8 lojas na mesma rua, na mesma rua. Então isso não cabe mais.
Você pega uma Casa Bahia, uma Casa Bahia que tá sofrendo muito agora, ela tá fechando muitas lojas porque tem rua, tem ruas nas capitais que ela tem 5, 6 lojas. Isso não vai funcionar mais. Isso não quer dizer que vai acabar o varejo, Só que o seguinte, o problema é que quando você pega uma Casa Bahia, como era a Ricardo Eletro, pra você mover esse navio, mudar a forma de fazer o negócio, aí custa muito dinheiro.
Não é tão fácil assim também.
Você não fecha, você fecha 500 lojas, que eu tinha que, na época que nós fizemos o plano da Ricardo Eletro, que nós vendemos pro fundo, o nosso plano que nós vendemos pro fundo tinha que fechar 500 lojas. Pra você fechar 500 lojas você vai gastar Meio bilhão.
Não, e agora o sindicato tá proibindo de fechar aí, o Ministério Público vai proibir a Casas Bahia de demitir.
Porque imagina, as Casas Bahia podia fazer Airbnb para fazer uma renda extra dentro do ecossistema. Eu acho interessante, já tem o branding da casa, já tem móveis, a pessoa pode morar lá.
O camelô pode fazer, né?
É um coworking do store, cowork store, já tá todo mundo amobilhado, geladeira e tudo.
Quantas lojas tem? Quantas pessoas, fodido, velho.
É isso aí, pode fazer.
Mas por exemplo, vamos lá, eu gosto muito da natureza do negócio. Eu acredito muito naquilo que é nato, aquilo que nasceu daquele jeito e cresce daquele jeito. Portanto que os grandes bancos têm dificuldade em se digitalizar. E pega um Nubank, que é um banco que veio completamente, ele vai embora porque ele já nasceu digital. C6, você vê que são bancos, né, cultura dele ali, aquela natureza. Vamos pegar aqui, por exemplo, a Casas Bahia.
Eu já não sei nem mais quem é dono. Ela virou um grupo de investimento que chega, vai ali e muda.
Primeira coisa é isso.
Aí você pega a Havan, o Luciano Hang.
Não dá para ter mais um dono.
Não, o Havan tá lá, ele não abriu.
Mas o Havan é um negócio muito absurdo.
Não, mas não é questão de ser absurdo, vamos lá, é natureza. É, ele ainda tá lá, ele é o dono, ele tá com a mão no negócio, ele não vendeu para grupo de investimento, ele não abriu, não abriu o olho. Ele não abriu para B3, ele tá ali naquele foco.
E abrindo cada vez mais loja.
E tá ali sobrevivendo e tá muito bem, readaptando o negócio dele, tá olhando. A Casas Bahia já foi dos Klein, não sei o quê, aí vende para grupo, fica essa vendeção aí, aí fica essa loucura, passa para outra. E Americanas a mesma coisa. E assim, a pergunta que fica é: o cara que ainda consegue manter-se na natureza, olhando o negócio dele, sem fazer essa esquizofrenia que esse equity aqui, não sei o quê, vende Valor Invest, fundos, fundos.
É diferente um cara que tem fundos do que um cara que tá ali olhando o negócio dele diariamente.
Não tem dúvida. Tanto é que é o exemplo, você pode falar que tá sofrendo também, mas que segura as petecas é a Magazine Luiza, que lá ainda tem um dono em cima do negócio.
É verdade.
Quando nós fechamos o negócio com fundo, e inicialmente era para ele ser sócio, O fundo ia ser sócio. Depois resolveram comprar tudo. E a maneira que o fundo entra é com aquela turma da Faria Lima. Uma das coisas que o fundo criticou quando eu tava dentro da empresa é que eu dava o telefone para 45 mil colaboradores, que todo sábado eu tava na loja, é que eu gastava R$750 milhões em publicidade, que não precisava disso. Só que eu criei aquele negócio, eu sabia cada tiozinho, por quê daquilo.
Quando eles entraram, a primeira coisa que eles fizeram foi diminuir a margem de 30%. Eu faturava 1 bilhão e 100 por mês. Nos primeiros 3 meses, a venda já caiu para 700 milhões.
Porque eles cortaram a verba do marketing?
Falaram comigo o seguinte, ó: você dá 500 milhões de lucro porque você quer. Essa empresa poderia dar 700 milhões de lucro. Era só cortar 200 milhões de publicidade que eu punha 200 milhões no bolso. E a conta matemática não é assim. De fato, então a gente que nasceu o negócio, que conhece o negócio, é muito diferente quando entra um fundo que vê a tuba da farinha limpa, que vem não sei quem, que vem seu força, seu osso, seu— eu ia falar um palavrão aqui, mas tudo bem, né?
$15 a mês.
E, como o creme de leite, ele não vai derramar na sua mão ou não vai parecer com a foto.
Alguém tem dinheiro?
Dá uma tentada em mintmobile.com/switch. Antecipação de $45 por 3 meses, $90 por 6 meses ou $180 por 12 meses. Planos obrigatórios, $15 por mês, equivalentes a impostos e taxas extra. Novo plano para início de plano, apenas 50 GB. Pode ser mais lento quando a rede está cheia.
Termos e condições.
Eu só uso roupas da C&A também por causa desse branding assim, Brasil.
Exato.
Que é toda certa, mas eu gosto de aplicar nos fundos de vez em quando também, que é importante.
Mas assim, o negócio da Havan também tem que entender que é um pouco diferente do negócio da Casabahia, que era da Ricardo Eletro, e diferente do que é a Magazine Luiza, porque ele criou um negócio que ele praticamente o shopping da cidade, ele verticalizou também, ele pega as cidades que são pequenas, pequenas, médias cidades e monta quase que um shopping da cidade. Então ali virou o shopping diferente, espaço de passeio, né?
Diferente assim, é aqui em Osasco, é diferente.
Comprei umas coisas, mas é o que você falou, você vai, tem eletrodoméstico, tem um teu diário, que o mix dele é um mix que vem muito da China, que tem uma rentabilidade boa, que é diferente do meu negócio. Meu negócio era Samsung, LG, eu ia para o Brastemp, esse povo não deixa ninguém ganhar dinheiro, não deixa ninguém ganhar dinheiro. A margem era isso aqui, ó, faturava 12 bilhões para ter 500 milhões de lucro. Você fala assim, ah, é bom, é bom nada, era 3%, 2%.
Não, e tem um problema aí Que pouca gente também não tá ligada. O cara chega na loja do Ricardo, comprava isso em 10 vezes, certo? Pô, 10 vezes em 10 meses, imagina aquele valor aplicado. Ele divide, só que aí a loja perde.
Não, na verdade, deixa eu contar o fato. O problema sério do varejo, a gente compra, que eu tava lá dentro, a gente compra do fornecedor com prazo médio no máximo 75 dias, tá?
Para você pagar, pagar o fornecedor, tá?
E se vende, e se vende com 10 vezes sem juros, porque se não vendesse 10 vezes sem juros, você não vende. Aí você vai falar, ah, tem um jurozinho embutido aí, mas é muito pequeno. Aí você tem que descontar o cartão de crédito pra você poder pagar o fornecedor. Quando o juros tá 3%, 4%, 5% no país, certo, a conta mais ou menos fecha e dá 3% de lucro. É, você tem noção, 2014, 3%, a minha despesa financeira, a minha despesa financeira na Careletro era de R$250 milhões em 2014.
Beleza, com juros em torno de 5,5%, 7%. Quando veio o impeachment da Dilma e veio aquela confusão toda no país, que o juro foi a 15%, sem aumentar, sem aumentar um centavo do meu endividamento, aumentou R$500 milhões a mais minha dívida, foi pra R$750 milhões. Ou seja, uma empresa que dava R$500 milhões de lucro passa a dar prejuízo. Só que tem um problema maior. Aqui que tá o problema do varejo. Aí a empresa dava R$500 milhões de lucro, entrega um balanço zero de lucro.
Que acontece com fornecedores? São todos fornecedores internacionais. Ele faz o quê? Ele puxa o crédito. Quando ele diminui o seu crédito, você tá com 1.100 lojas abertas, como é que você abastece essas lojas? Então este é o problema que tá acontecendo agora, por exemplo, com a Casa Bahia. E que aconteceu com a própria Ricardo Neto?
Eu não estava lá dentro mais, eu tive, e não tem o que fazer, né?
Não tem o que fazer. Não existe competência para virar um jogo desse. Não existe, não existe.
E aí agora o Lula tirou a taxa de novo. Você imagina, você imagina, que a taxa da blusinha que todo mundo fala é um dilema, não é um dilema?
Com certeza, com certeza, que agora não consigo mais comprar a blusinha, tô usando essa roupa todos os dias.
Mas assim, cara, é um dilema bom, porque veja, se você tira a taxa da blusinha, o chinês entra aqui e tira o emprego. A gente tem que fazer um cálculo. Como é que podemos calcular isso? Porque às vezes o pessoal, pô, mas a blusinha, pô, mas a blusinha quebra o comerciante aqui. Qual é o cálculo?
Tudo que é chinês é, não, mas sem pagar, é um absurdo.
Eu tenho que falar com o empresário brasileiro, é óbvio. Você imagina, você vai entrar dentro da loja da Renner, vai lá no caixa, compra paga e o cara tem que pagar 30 e tantos por cento de imposto. Aí o cara compra na China, que já é muito mais barato que produzir no Brasil, e não paga nada. Aí como é que sobrevive, cara?
Mas vocês não acham bom quebrar o negócio? Tipo assim, a gente é, porque eu acho que para cada negócio que a gente tá quebrando, mais próximo a gente tá do que vai dar certo. Então é um aprendizado, né? Então quantas vezes eu já quebrei? Pelo menos umas 8 nesse último ano. Então, e eu tô chegando no próximo business que eu sei que esse eu aprendi tudo como não fazer, né? Um deles é o jejum em pote, que são marmitas congeladas sem comida dentro.
Isso é zero calorias.
Sim, o Mercado Wellness tá em alta, zero calorias. Você abre, começa a fazer o seu jejum, entende? E aí a gente tá tentando fazer uma parceria lá com o Elon Musk, né, que eu tenho um network dele.
Mas não pode passar de R$100 mil de faturamento.
Não, não, não, senão flasca tudo. Exato. Mas eu tô no processo de criar, eu tô criando uma hold de mês, né? Aí eu vou—
como é que chama a marmita?
É jejum em pote. Jejum em pote, marmitas congeladas.
É só embalagem.
Exato. E aí você abre, começa a fazer o seu jejum. E aí, se você quiser escalar, por exemplo, agora junto com a SpaceX, jejum em pote mais SpaceX, a gente vai lançar o Marmita X, que a gente vai lançar marmitas espaciais, cara.
Olha só, é um gênio!
E é legal porque quando você abre a marmita tem uma frase motivacional ali dentro.
Com certeza você consegue, não desiste, campeão! Por que não?
Tem batata, tem tudo lá, só mental, né? Você se alimenta mentalmente.
Exato.
Você se alimenta de conhecimento. O governo saber disso tirar o imposto lá na China, e você tá perdido.
Aí você pode colocar a frase assim, ó: você poderia ter comido não sei quantos por cento de gordura para entupir suas artérias. Você hoje acabou de atravessar essa fase e exatamente está poupando saúde.
Você quer fazer um MMA comigo?
Eu acho que não. Vamos fazer uma collab.
Perfeito. Quem sabe esse B2B acontece, né? B2C e BioID também.
Ricardo, para a gente entender, existe um cálculo, né, entre a taxa da blusinha, que para o consumidor final a taxa da blusinha prejudicou a compra dele, só que a consequência disso gera desemprego no país, mas muito, muito. Quantos funcionários hoje tem no varejo?
Quanto a Renner tem de— você imagina uma coisa, você vai comprar, que eu tava falando, você vai lá comprar na Renner e a partir do ano que vem, daqui talvez no meio do ano vai começar a buscar o imposto na ponta. Passou R$100, tira já R$30, e só R$70 vai para renda e o resto já vai para o governo. E aí, enquanto que o cara compra lá, lá fora, certo? Compra lá fora e não paga nada. Aí você imagina que aí daqui uns dias o Mercado Livre, eu sei que a SmartPay do Mercado Livre vai fazer um centro de distribuição de 1 milhão de metros quadrados lá na China.
E aí vai fazer o seguinte, você não vai precisar de comprar lá Não vai botar, você vai botar dentro do Mercado Livre, Mercado Livre já entrega direto consumidor final. Então eu não sei aonde vai dar isso, é para matar todo mundo, é para arrebentar.
Mas não é a modernização também? Por exemplo, quem se adaptou bem ao novo mundo, por exemplo, pega o Mercado Livre, né, um argentino, né, um grupo argentino, pouca, não sei se todo mundo já nasceu assim, né, é o que você falou, é a natureza, o cara já nasceu, né. E ele também se deu bem, o Mercado Livre, porque com a incompetência da estatização dos Correios, né, com essa dívida, o Correio tudo atrapalhado, mal gerido. O cara falou, mano, vou dizer, uberizou a entrega.
Hoje o cara pega o carro dele, vai fazer entrega do Mercado Livre, ganhar graninha dele. E aí é, mas eu tô falando logística do Mercado Livre. O cara bolou uma logística própria, pode ver, você tem no dia, no dia, no dia.
Você compra de manhã, à tarde tá na tua casa.
O cara usou tecnologia e a galera que tá aí, ó, uberizou o trabalho. O cara deixa de ser CLT, o cara ganha mais hoje entregando, entregando pacote do que trabalhar de, sei lá.
Agora você falou um ponto importante, vocês falaram um ponto importante. Tem coisa que nasce que não adianta ser contra. É igualzinho na época, o varejo ganhava dinheiro, por exemplo, com carnezinho, que a Casa Bahia era carnezinho. Aí veio o cartão de crédito, não adianta nadar contra a maré. Cartão de crédito todo mundo brasileiro hoje tem no bolso. E aí o carnezinho acabou.
Mas como que faz você brigar com o Mercado Livre, irmão? Como que, como que é impossível?
Mas o Mercado Livre matou o pequeno comerciante.
É, o grande também, ué.
Não, não, mas o pequeno principalmente. Eu, por exemplo, você não vai mais numa loja ali comprar um negócio, você chama no Mercado Livre, amanhã chega na tua casa.
Mas esse pequeno tá vendendo no Mercado Livre, esse pequeno tá vendendo.
Isso é bom, que aí é bom. Você quer ver uma sacada legal que eu acho do Mercado Livre? Livre, que eu acho bacana. Até falei isso para o meu irmão. Meu irmão é pequeno comerciante.
Posicionamento, posicionamento, né? 360. Porque se alguém me vê desse lado aqui, eu tô posicionado. Se alguém me vê de lá também, eu também tô posicionado. E aí esse aqui é um RM, né? Eu vi, pois é, e o Patek Fernando também. Vocês estão falando bastante do Mercado Livre. Vou estar no evento deles, mas não sei se é bom divulgar agora, né?
Acho que eu perdi Mas assim, eu nem sei onde eu tava.
No, você tá falando que um pequeno vende dentro do Mercado Livre?
Não, eu acho legal uma ideia que eles têm é a seguinte: se eu tivesse um comércio pequeno, com certeza você pode ir lá devolver, sabe, para trocar. Se precisar trocar, é, puta, chegou errado, aí você vai numa lojinha perto da sua casa, ele diz ali, aí você vai na lojinha do cara só devolver. A tia tá com iPadzinho para fazer a devolução grátis. Você compra um bombom, você compra sempre um negócio no comércio, dentro de casa, no Mercado Livre.
De fato, de fato, você democratizou mais para qualquer pessoa começar a empreender e virar e vender produto.
Aí, ó, aí entra no seu segmento, com certeza. Eu tô tentando vender no Mercado Livre sem nota para ter um pouquinho mais de margem também, né? A gente consegue bater um pouco mais a faturada.
Mas agora é uma estratégia também, você mexeu num ponto que eu não ia falar, mas já que você falou, eu vou falar. Quando eu tava dentro da Ricardo etc. As pessoas começaram a vender dentro do meu marketplace. Dentro, nós criamos marketplace, nós não deixamos no Perdendo Time. Eu já tinha um marketplace, a pessoa vendia o produto que eu vendia, esse produto por R$100, a pessoa vendia dentro do meu marketplace por R$80. E eu não podia reclamar, porque eu reclamasse, eu falava assim: espera aí, eu tô na sua plataforma, você vai reclamar que eu tô vendendo na sua plataforma?
Não tinha reclamar. E ele lá não pagava imposto, eu pagava imposto. Como é que fazia?
Comprava dele daí, né?
A briga é desigual, né? A briga é desigual.
Para onde vamos, Ricardo?
Para onde vamos?
Qual é a tendência agora?
É que esse marketplace, Mercado Livre, vai acabar com esse varejo aí tradicional daquele tamanho que era. As pessoas vão ter, vai sobreviver o pequeno, vai sobreviver, vai sobreviver uma loja de shopping, 10 lojas de shopping, aquela grande rede ela grande rede vai sofrer demais.
É porque você acha que o Brasil tem jeito, irmão?
Tá difícil, tá?
Então, puta, porque tá foda.
Mas sempre foi assim, Bola. Qual foi o outro jeito que foi? Eu lembro de estar no ônibus quando era moleque, mudava o preço todo dia. O cara tinha até a canetinha.
Deixa eu te falar um jeito de mercado, sabe o que acontece? É o varejo, por exemplo, certo? Ele trabalhava muito na informalidade. É o que você falou. E o país também não tinha os seus controles, era tudo manual. O país, Brasil, profissionalizou na cobrança de imposto e o empresário ficou aqui, ó. Ele não sabe profissionalizar a empresa dele. Inclusive eu tô nesse setor, eu tô vendo, eu tô com 300 empresários todo mês.
Que legal!
Então o cara não tem um DRE, não tem um controle, não tem planejamento, não tem um orçamento, não tem nada. Ele continua na informalidade, naquela zona, só que o país aprendeu a cobrar o posto, porque tá tudo eletrônico. Então ele se perde, ele se perde.
E agora vai entrar, você viu isso aí, você que é MEI, vai entrar o split payment.
Que que é isso?
Ricardo pode explicar melhor. Ricardo, split payment, isso vai quebrar de vez. É para os caras, em vez de ajudar, eles pioram, né? A reforma tributária, você sabe como é que funciona?
Eu já expliquei Eu não lembro.
Por exemplo, hoje você tem um restaurante, certo? Quando o cara paga com cartão, você paga, emite a notinha para ele, tá certo? O dinheiro vem para o caixa do seu restaurante, quer dizer, para o caixa do cartão de crédito, no caso, que você, ele te paga com menos 3% porque ele abate os 3% da taxa dele, tá bom? Você recebeu, com aquele dinheiro você paga seus funcionários, Paga seus insumos, paga luz, energia, todo o seu custo.
O que sobra, calma que não acabou, que você tem que pagar o imposto a cada 30 dias, mês seguinte. O que sobrar é teu, tá? Ou você reinveste no negócio, você coloca no caixa, ou põe no caixa, deixa ali, né? Um dia que, sei lá, feriado, cobrir os buracos aí, certo?
Certo.
Provisionamento. Aí agora vai ser assim, ó, Quando o cara pagar, já vai direto para conta do governo a taxa.
O dinheiro, novembro, 28%, já vai para o governo. 28%, já vai para o governo.
Ah, vai quebrar todo mundo, velho.
O cara não vai ter mais fluxo de caixa, mas não dá para pagar.
Isso eu queria saber.
Mas ainda bem que não tem dinheiro hoje, ninguém recebe mais dinheiro.
Vai começar a voltar, vai voltar, porque o cara vai cobrar assim, ó, seu bife paga 50 no teu RSF, se tu pagar em dinheiro, tu vai pagar 42.
Mas não volta então?
Mas não volta em grana?
Claro que não.
Tem coisa que vai para frente e não volta mais. É igual cheque, vai para frente, não volta mais. Quando começou a ter os controles aí do governo no cartão de crédito, aí o povo que quis voltar para o cheque, que o cheque, o povo não tinha controle do cheque, e não adiantou. O cartão pegou aí, 70% da minha vida era cartão e acabou. Isso aí já diminuiu a sonegação violentamente de todo mundo aí. Agora, o que ele tá falando, além de 28%, e o governo já de cara, o problema é que esse cara, é problema muito maior que as pessoas não estão enxergando, é o pequeno e médio empresário, ele ainda está na informalidade, ele não paga o imposto.
Então a conta dele fecha porque ele não paga o imposto. Quando tirar lá os 28% dele, direto, ele não sabe, vai dar negativa para a empresa dele. Este é o pior problema. Eu tô lidando todo mês com 300 empresários, e dentro lá do SGV eu pego e pego lá e vou ver a formalidade daquele pessoal. 50% tá aí na formalidade ainda. E eu falo, amigo, por que você tá de formalidade? Porque eu não sei nem fazer o cálculo do seu emprego, dá lucro, não dá lucro.
Ele vai levando a vida. Aí ele hoje passa no Pix, tá sendo autuado pelo Pix. Você passa no cartão, tá sendo autuado pelo cartão. Então ele não sabe onde Então ele tem que aprender, ou ele organiza a casa agora, ele aprende a organizar a casa, estrutura, né? E não é do dia para noite, esse cara.
Mas aí ajuda, aí ajuda se ele souber usar, ajuda, né?
Com reforma tributária dessa informalidade vai sumir do mercado.
É isso mesmo, Léo?
É, eu vou pagar no dinheiro ou no arroba. Então já vou deixar aqui umas notinhas para vocês aí para ajudar, parece Fico feliz já para vocês começarem a não ser taxado a partir de hoje. Pode pegar, pode pegar. Valeu! Parece muito verdadeiro.
Me fala uma coisinha, onde você faz esse polimento de dinheiro?
É, então é muito polimento, é um contato aí que eu não posso passar agora nesse momento, que senão vai acabar minhas notas, senão vai acabar a empresa do cara aqui. Ele vai começar a ser taxado daí. Exatamente.
O Léo aqui, ó, ele entrou numa briga que eu tenho há 4, 5 anos que eu tô brigando.
Qual é a briga?
Contra os mentores de Paul Kuskowski. Eu queria que você falasse um pouquinho dos coaches, luta de palco.
É, então eu comprei muito curso de vender curso, né? E aí isso acabou me trazendo todo esse conhecimento para hoje fazer esse personagem que é o CEO de MEI. Aí eu uso as coisas, comprei muito assim, caí vários golpes para hoje ajudar as pessoas a não caírem, né? Pô, Rinode, tudo também. Meus amigos já me chamavam de— entrei também, Telex Free, Polishop. Não, não chegou para mim.
Nós somos dessa época, né, Ricardo? Tem um negocinho em casa para conversar com você, não sei o quê. Não, vamos fazer um evento lá em casa.
Até com 200 coisas na mala.
Que que é, velho? Aí não, vamos lá em casa, tem um negócio lá em casa que eu tenho que te apresentar. Falava assim, mas o que que é?
Não, meus amigos já me chamavam de faraó, que era tanto em pirâmide que eu tava entrando, que era todas. Só me mandar que eu comprava.
Mas você botava fé?
Não, botava dinheiro mesmo.
Você acreditava nessas porra?
Acreditava, cara. Eu sempre fui o cara que queria o atalho. Né? Dá para ir para Dubai vendendo perfume. Bora, lógico. E aí, nessa onda, nunca virei diamante em nenhum momento. E hoje os mentores de palco me chamam para eu zoar eles e ainda me contratam para isso.
Agora, é impressionante, né, como as pessoas, Ricardo, elas são suscetíveis a sonhos, né?
É impressionante.
Eu acho que assim, o que pega para essa galera, né, Bola? Não sei, É uma covardia, porque para mim é uma técnica chamada teoria da prosperidade, que é muito usada em religião. Então assim, os caras aplicam a teoria da prosperidade, ele capta aquele cara que tá perdido, sonhando, precisa, aí o cara vai ali mudar, vem com aquele travesseiro, aquele colchonete, deita aqui.
Eu faço Gente, já existe um sono maravilhoso, é um sonho aqui, você vai sonhar.
Só que eu acho que existe isso há muitos anos, mas na pessoa física, que é a pessoa, problema de casamento, eu tô com depressão, isso existe há muitos anos. Só que eles inventaram isso nos últimos 5 anos no empreendedorismo, fazendo o empresário acreditar nessa palhaçada.
E vou te dizer mais, a turma paga caro, cara, a turma paga caro, velho.
Deixa eu explicar porque que eu entrei nesse negócio de educação. Entendi, mas você ainda, cara. Mas por que que eu entrei? Eu tava, entrei, fechei a empresa, veio a pandemia, aí comecei a ver os negócios tudo fechado, comecei a levar meu conhecimento para poder fazer o ponto comum, faz assim e tal. Aí bom, aí quando eu pego lá e vejo as redes sociais, os cara ensinando toda prosperidade, acordar 4:59, tomar um banho gelado, abraça na árvore, repete comigo.
Eu falei, que que é isso, cara? Não é possível um negócio desse. Não é possível que tá acontecendo isso. Aí o senhor que mora em São Paulo, sou vizinho do Abílio Diniz, e ele falou, Ricardo, entra nesse setor de educação porque não tem ninguém de verdade. Eu dou aula lá no FGV e quando eu dou, leva prática de verdade, ajuda muitas pessoas. Aí eu fui fazer um raio-X. Quando eu fui fazer um raio-X nesse setor, aí eu fiquei pensando, é fé.
Eu falei pra um cara lá que tinha mil empresários lá, que me chamou pra palestrar, falei, meu amigo, Eu não vou palestrar aqui não, cara. Eu tô 2 horas aqui pra fazer minha palestra, esperando fazer minha palestra. Repete comigo, abraça, abraça a árvore, você não venceu o mundo e tal, olha a Ferrari que você vai sonhar e vai ter Ferrari. Aí eu falei, cara, espera aí, não, você tem que palestrar. Eu entrei, rasguei, rasguei, rasguei de verdade, revoltado, porque eu sou empresário, eu sei a luta que é empreender, cara, a luta que é você acordar de manhã cedo, tem que pagar duplicata, fazer isso, pagar imposto.
Aí Cara, resolvi entrar nesse setor de educação pra poder ir contra essa palhaçada dessa vagabundagem, dessa turma. É uma vagabundagem.
É coisa de gente que paga 100 pau.
Que aí, 200 mil, 300 mil pessoas no último curso?
É pra não mudar bosta nenhuma.
É o acesso.
Nada, nada, nada.
Você não sabe o que é planejamento, o que é orçamento. Você compra acesso a pessoas que pagaram 200 mil também.
Exatamente.
É o network, né?
E não sabem nada. É impressionante. Faz uma metodologia besta ali e fica pregando 60, 90 dias de férias, fica pregando que é só delegar, que é só isso, aquilo. Cara, é revoltante.
Pega o livro do Napoleão Hill e transforma numa palestra e vende por R$100 mil.
Aí ele fala, ó, você viu como é que eu tô bem com meu Porsche, com meu também, cobrando R$200 a cabeça?
Aí a autoridade dele é o seguinte, ele ganhou ganhou dinheiro com essa palhaçada, aí mostra que ele tem dinheiro e que ele pode acreditar no produto dele. Ah, pelo amor de Deus, cara, vai! Eu vou dar um recado aqui, ó, aproveitando que você tá aqui, meu amigo. Vá entender quem é essa pessoa, qual que é a origem dele, qual empresa, qual CNPJ que esse cara criou na vida. Qual CNPJ? É zero, é tudo filho de coto, pai de coto, mãe de coto, é tudo assim.
Se tiver calça curta e sem meia, cuidado, cuidado que é high ticket. Esses são os pula-brejo, ali já é um filtro. Porsche alugada, casinha maior, pula-brejo são brabo, velho.
E pior do que você falou, ele pega aquele empresário amador, empresário não, dono e dona de empresa amador que tá desesperado para buscar um caminho, que não tá sabendo o caminho, e cai nesse negócio.
E hoje que não dá para fazer nenhuma lei para você controlar isso.
Eles usam tal de PNL, que você fala isso?
PNL, Programação Neurolinguística.
Enquanto esses vagabundo tava fazendo isso, eu tava na China comprando, negociando, comendo barato lá na China. É assim, é isso.
Mas para comer barato na China também tiveram que fazer um PNL em você, né?
Tive, foi foda.
Imagina mudar a programação para aceitar, mudar o mindset.
O cara comer gafanhoto deve ser fácil não, velho. Mas você ouviu uma mão de coisa bonita, você acaba acreditando, irmão.
Ô Ricardo, tá acabando, né?
3 Tá, tá, qualquer ajuda.
Ô Ricardo, você pega, os cara tá ajudando a acabar.
Bom do Léo, ele tá ajudando.
Eu tiro dinheiro de quem tira dinheiro.
É isso aí, é isso aí, cara.
Você tira dinheiro de quem tira dinheiro dos outros. Mas a vida é assim, todo mundo é um tirando dinheiro do outro, é trocando para lá, troca para cá. Ô Ricardo, o seu trabalho hoje, por exemplo, Bola, vamos dizer que o Bola tem uma loja de pet shops e lá ali no bairro, ali no bairro, acessório, vende coisa para cachorro, Você, o cara te contrata para você ir na planilha do cara, você senta à borda do cara. É isso que você faz hoje?
Na verdade, eu faço o seguinte, eu pego, pego todo mês, eu tô com 300 empresários.
E o que que especificamente você faz?
Treino com esse cara, só que é o seguinte, vou começar a fundação da empresa desse cara. Então vou falar, meu amigo, como que você põe do zero? Primeira coisa é Passa assim, como é que você pode ter uma empresa sem um planejamento, um orçamento e um fluxo de caixa?
Isso tem um nome, como é que é? O plano?
O DRE.
Então fala, amigo, você fatura quanto? Então vamos levantar quanto você fatura, qual que é a sua margem, qual é a margem por categoria de produto, qual sua despesa aberta, qual que é o imposto que você paga, qual que é o lucro bruto, qual que é a despesa financeira, qual que é. Então descobrimos, tá? Agora, como é que a gente faz pra crescer isso? Como é que a gente faz? Aí nós passamos um dia inteiro na discussão de marketing, porque eu falo que marketing vende, vendedor tira pedido.
A minha vida foi baseada— se você me falar, Ricardo, como é que você construiu empresa bilionária? Eu falo, só tem uma palavra: marketing. Porque tá cheio de gente, produto ruim e vende muito, gente com produto bom e não vende nada porque não conhece marketing. E aí eu vou virar a cabeça desse cara para mostrar para ele que o marketing que faz poder vender.
Anuncia aqui no Tica, o Philips faz isso, vende. Tem que anunciar, galera, tem que mostrar sua carinha. Não vende, cara, não é verdade.
E depois nós vamos para o terceiro dia, que nós vamos falar toda estratégia comercial, como é que compra, como é que vende, como é que precifica, qual canal que vende. Então assim, é vida real, né, cara?
Você ajuda os empresários a crescer, a crescer, a estruturar, a entender.
Por exemplo, tô pegando hoje, por exemplo, por exemplo, Léo, os empresários sobre esse assunto que nós falamos aqui, é mais de 50%, eles não têm sequer um DRE. Eles não sabem se paga, se a empresa para de pé, não para de pé. Eles não sabem.
E eu venho nessa contramão, justamente você ajuda a crescer, eu ajudo a diminuir. Inclusive trouxe aqui, ó, meu e-book sem book, que só tem a capa, que é Do Milhão ao MEI. Isso aí, para você fazer. Todo mundo fala de playbook, né? Eu tô lançando o Stop Book para dar uma diminuída no faturamento. Às vezes quer ser menos taxado. Exato, é a prosperidade invertida. Então tô fazendo a divulgação aqui, assim que eu lançar o livro.
Só pensar nisso, cara. Exato.
Ah, isso aí é só comprar uma companhia aérea do bilhão ao MEI.
Exato, Malan House, por que não, né? Todos os empresários, como é que é, tem o playbook, né, para crescer o faturamento. Eu lancei o Stop Book, né, para dar uma diminuída.
Me conta uma coisa aqui, como é que os coaches falam? Como é que é o negócio?
Ah, então eu acho que quanto mais palavras em inglês você coloca, mais high ticket você fica, né? Se você— como é que tá, por exemplo, o CAC sobre LTV daqui, né? Se você tá fazendo um framework, um ROI, pipeline, né? Vai ter um overview ou não, entende? E assim que a gente vai brainstormando, né, dentro do follow-up, sem entender um caralho, mas vai falando. Exato. A gente não precisa saber o que significa. Esse segredo, né? Quanto mais palavras em inglês e menos você entender, melhor é.
Entendi. Você começa a falar tudo em português, a gente começa a entender, e aí é um problema, porque aí as pessoas sabem o que que você tá fazendo.
Tá certo.
Eu fui fazer palestra para um desses, e ele me chamou, porque quando eu fui fazer esse raio-X, as pessoas me chamaram para fazer palestra. Porque aí, de cada 10 palavras que o cara tava falando lá na frente, ensinando empresário, Claro, de cada 10, 9 palavras era isso aqui, ó, tudo palavra inglesa. Pra cá, caiu, e price, com price, ele tá, papai. Aí tinha um empresário do meu lado, falou pra mim, falou assim, Ricardo, você me desculpa incomodar o senhor, eu sei que o senhor veio cá pra escutar palestra do senhor, mas eu gostaria, o senhor é um empresário grande, que você me explicasse.
Tô 2 horas aqui, não entendi nada do que ele falou. Eu virei pra ele, falei assim, ó, meu amigo, eu também não entendi não. Aí falou assim, você é um empresário grande, meu amigo, eu não sei nem o que ele falou, nunca tinha que fazer uma O carinha das coisas, para mim construir empresa bilionária. Aí eu perguntei assim, de onde você veio? De onde você é? Do que que você faz? Eu falei, meu amigo, eu sou lá do Brás. E o cara tava falando sobre compraz.
Eu falei para cima, eu falei, volta para o Brás, cara, vai embora daqui, fora desse lugarzinho.
E hoje você faz um founder-led growth ou não?
Eu nem sei o que que é isso, pô, que você falou.
Nem eu sei.
Você já sabe isso? Nem sei.
Eu escutei um outro dia falando também que se uma pessoa não souber falar inglês, a pessoa não tem sucesso. Aí eu falei, eu tô precisando apresentar ele, o Wilson Mateus, do Mateus que fatura 70 bi, tem 45 mil funcionários igual eu tive, meu compadre da Dibi, equilíbrio, que eu vou apresentar os empresários da vida real para ele ver se algum fala inglês.
Vou falar inglês não é nem para falar com algum americano, por exemplo, né, para conseguir entender as siglas do que a gente tá falando.
Em inglês, ostentação. Exato, né, é os termos ostentação para ser high ticket, né. Como é que vai o dividendo?
E o lucro paga caro, né. Quem sabe a gente vai ter um cash out, onboarding, unboarding, tem vários.
O cara vai falando, lançando as palavras, e caiu nessa onda de todo mundo tudo empreender. Então tá vendo? Porque aonde, sabe de onde vem dinheiro? É o cara que começa a empreender, tá lá, achei que a vida vai ser fácil porque eles vendem facilidade. O cara nunca foi empresário também, era um CLT. Aí ele começa a empreender e fala: eu tô precisando mudar meu mindset, eu vou conversar com essa pessoa. E vai para lá conversar com esses coach para poder.
E esses cara fica estocando dinheiro nesse bandido, volta motivado sem saber o que fazer, mas pelo menos tá motivado.
Motivado tá para caramba. Maratona do tributo.
Motivação é bom para o cara, mas também depende do que o cara tá fazendo, né? O cara já tá errado, você continua motivando o cara, uma merda é gigantesca, né?
É desistir jamais, é uma brincadeira. Mas assim, por exemplo, calma que a gente, naquele processo que nós estávamos falando, Ricardo, que do novo imposto, split payment e pagar antes, falta de fluxo de caixa, a gente esqueceu de um detalhe detalhe muito importante. Além do lucro de 3% que ele falou, que é baixíssimo, tem mais dois itens que é para acabar o cara, para fechar o empresário de vez. O micro, então, meu Jesus amado, que é a dívida tributária do trabalho, é Justiça do Trabalho, entendeu?
O cara trabalhou, você pagou, pagou tudo direitinho, o cara ainda vai lá, te processa, tem que pagar mais ainda.
Por isso tem que botar IA na operação, que não tem direito trabalhista IA, enquanto elas não revoltares, né?
Por enquanto, você vê o pé de cada IA, vai ter.
É verdade. Você pode falar agressivamente com a IA, mas fala um por favor, sabe? Trata bem, porque se tiver uma revolta, pelo menos eles vão lembrar de você.
É. Olha para você ver uma coisa, vamos fazer conta matemática.
Vamos embora.
Você pega uma pessoa que tem uma loja, vamos falar loja ou clínica, o que for, mas vamos botar uma loja. O cara tá ali, fatura R$300 mil, R$250 mil, R$250 mil, vamos falar que tenha 5% de lucro. Eu tô falando que esse cara tem R$12 mil de lucro. Vamos botar um cara que tem uma loja de material de construção. Então ele montou a lojinha de material de construção dele, tem fatura de R$250 mil. Então 5% de lucro, ele vai ter R$12.500 de lucro, tá?
Por isso que eu falo, vendendo é para todo mundo. R$12.500. Aí eu pego e falo, meu amigo, você trabalha R$12.500, você vê aí, fala assim comigo, mas não tô vendo esse R$12.500, eu tô achando que eu vou ter prejuízo. Ele falou, eu sei que você não tá tendo, tá vendo uns R$12.500. Você compra lá um piso para você vender, vamos pôr 1.000 metros de piso, você vender lá R$700, sobra a ponta do piso. Aquela ponta você pagou o fornecedor, sobrou a ponta do piso.
Você compra 5 torneiras para vender, 2 vende, 3 não vende, a torneira fica no seu estoque. Você compra um saco de cimento, saco de cimento seu, de cada 10 não fura, fica lá, perdeu. Bom, aí um funcionário te leva na justiça, que saiu agora, te pega, qualquer um vai levar, arranca R$50 mil, você vai trabalhar 5 meses pra pagar um funcionário que levou na justiça. Então, meu amigo, me desculpa, vou fazer uma coisa: você trabalha quantas horas por dia?
Ele falou: cara, eu trabalho 16, 14 horas por dia. Inclusive não é só eu não, minha mulher também trabalha 14 horas pra mim. Aí eu faço a pergunta pra ele: você gostaria de ter um funcionário que trabalha 14, 15 horas por dia? Meu sonho. Então faz o seguinte: vende essa merda sua, arruma uma boa empresa e vai trabalhar 14, 15 horas por dia. Você, que daqui uns dias você vai virar gerente, diretor, e você vai ganhar 50 conto por mês.
A ver, tipo, para correr risco, sem ter a dor de cabeça, e o cara correr risco tributário. Então aí ele fala assim, mas então o que você tá falando para mim não empreender? Não, não, eu não tô falando para você não empreender, só tô te falando aqui, não brinca de ser dono e dona de empresa. Já que você quer ser dono de empresa, vamos saber fazer conta, vamos fazer planejamento, orçamento para você crescer. Porque se você ficar nessa luta, é muito melhor ser um CLT.
Eu tive executivo mesmo, ficaram milionários. Por que não? É, agora todo mundo tem que ter, todo mundo tem que ser patrão. Eu não entendo isso.
É, não vai ter.
Por isso que eu sou empresário, para não tomar processo trabalhista também. É uma outra, você é empresário.
Calma que ainda não acabou, tem mais, pô. Tá acabando, não, tô jogando um verdadeiro choque de realidade.
Bem otimista.
Qualidade de mão de obra, esse é o maior, a maior dor do empresário hoje. E o que eu ouço de microempresário principalmente Gente, é, não tem mão de obra.
Não tem mesmo.
Por quê? Porque lembra que ele falou que o cara pode processar, pipipi? O cara ainda pode desviar, ainda tem mais esse. E o cara sumiu coisa aqui, ganhar muito. Não, e sumiu isso aqui, ainda mais área de restaurante, né, meu irmão?
Que negócio, sabe quanto ganha?
Ele tá no balcão, ele tá servindo. Falei, Rafa, porra, cadê? Pô, ninguém quer trabalhar.
Você imagina quanto ganha um vendedor, quanto ganha uma pessoa para trabalhar nessa mão de obra tradicional que a gente tá acostumado a ver muitos anos, R$2.000, R$2.500, R$2.000. Mas, gente, muito melhor é ganhar o Bolsa Família. Para que que vai trabalhar?
Joga parado, isso aí, renda passiva, né?
Ainda engraçado, teve um aumento agora esquisito. Aumentaram agora, não aumentaram?
Para que que eu vou trabalhar, cara?
Então, aí, ou ele trabalha na informalidade para pegar bolsa, aumentaram mais que salário mínimo. É, daqui a pouco vai passar um negócio, é maior que o aumento do salário mínimo.
É, aí vai ficar difícil, né?
Mas vamos falar das coisas boas, tá?
Tem coisa boa?
Tem. Se a pessoa quiser empreender de verdade, com foco, e saber, vou empreender de verdade, que não é brincadeira, que é coisa que dá, que realmente ele souber fazer bem feito, também tem uma oportunidade, porque a maioria também é trabalhador. Então aquele que sabe empreender, que sabe crescer o seu negócio, tem jeito, ele também ganha dinheiro.
E é só fazer o F, o RGB.
RGB, não é só fazer o RGB não, primeiro tem que trabalhar muito.
É que eu pensei que poderia ser um criativo aí depois para você rodar um trabalho.
Agora vamos falar de um fenômeno, que eu fico feliz porque é um negócio brasileiro e que assustadoramente cresce e é consumido, é um sucesso, e tem que aproveitar tá, é a We Pink lá da Virgínia, né?
A We Pink é gigantesca, não é?
Tem que tirar o chapéu, né? Tem que tirar o chapéu.
Que legal, né, cara?
Eles fazem um trabalho muito bom, não é?
A We Pink é assustadora.
Produto bom com preço bom, não é?
Investimento do Tigrinho.
É, Tigrinho é legal, né?
Não, mas é o fundo, né? É o fundo.
Falando sério, falando sério agora, é, pô, eu tive na festa lá há 5 anos, tal, foi muito legal.
Trabalho muito legal.
E eu fico impressionado que é um produto brasileiro, né? Com, eu vou em Dubai pegar os cheiros e tal, os perfumes e tal.
E tem negócio bom, tem.
E pô, deu certo para caramba, né? Tá dando muito certo, né?
Tem muito empresário comigo hoje, graças a Deus, que estão ganhando dinheiro e tem oportunidade de ganhar dinheiro. Porque também, se for falar só coisa ruim, porque nunca foi fácil também, nunca foi fácil.
Exatamente.
O problema maior que eu vejo é que as pessoas, quando eu falo que empreender para todo mundo, é achar que é simplesmente sair da sala de treino e montar um negócio. Não é assim.
Mas o grande barato do e-pink é o que você também acha, que é o teu ponto, é o marketing. Marketing e a qualidade do produto também, porque não adianta vir com marketing e vir com merda. Mas pô, você vê hoje perfume, um perfume caríssimo, eles conseguem hoje fazer um perfume bem parecido por um preço bem mais enquanto que é o preço.
Tem que pagar o preço, né?
Não adianta, tem preço. E a mulherada hoje assim, pô, eu convivo com muitas mulheres, amiga das mulheres, e fala: ai, você tá cheirosa! Ah, não é da Dior? Não, cara, é igual, olha só, veja bem, é o mesmo cheiro.
E ela prega uma classe ali, CD ali, e vai por um preço ok.
Então você não vai pagar dar uma fortuna.
Exato. Mas são fãs do Vini Júnior também, que eu acho que dá uma bancada para o Vini.
Você curte um patinete?
Tudo que for elétrico, por isso que eu tô no bioid. Tudo, tudo assim, sem poluentes, né? Eu acho que é carbono, carbono, crédito carbono.
O caminho é esse.
É, eu acho que o caminho é esse, até porque São Paulo ele tá cheio de poluição sonora, né? Você anda num patinete elétrico, num bioid, você não vai ter um barulho ali atrapalhando.
É uma violência ambiental, né?
Exato.
Apertar ele aqui. Esse biodiesel deve pagar você, né?
Esse biodiesel ainda não. Depois a gente manda esse corte lá para eles. Eu vou mandar lá para o BioID.
E mas assim, já tem, viu?
É, não, a gente tá fazendo esse B2B aí, mas tá demorando, tá mandando para China ainda, tá traduzindo.
É, demora um pouquinho.
Mas nessa linha de carro elétrico, você não pensa em fazer o Ricardo Eletroposto? Porque é o Maurício.
Olha aí, ó, bom negócio!
Já valeu o podcast, né? Já valeu para caralho! Tá pago, né?
Deu uma dica boa aí, Cardão.
Eu adoro criar produtos, eu adoro criar produtos.
Eu tenho vários, cara.
Tipo o quê? Vamos lá.
Por exemplo, atendimento humanizado tá muito batido. Vamos desumanizar o atendimento através de uma casa de chás com robô IA chamado ChatGPT. Entende? Aí você pode assim vender assim público idoso, né? Fazer uma venda chuva, quem sabe. Tem várias possibilidades.
Eu colei um negócio esses dias que eu acho que é sucesso. Vamos entrar?
Shark Tank, bora!
Vamos lá. Hoje tem, cara, outro dia eu vi a minha namorada com hidratante de cutícula. Falei, não é possível, ela tem todos esses apetrechos. Ela tava assim, ó, com um negocinho assim. Eu falei, sabe pintar? Não, é um hidratante de cutícula, Paulo. Já viu isso?
Eu sei que tem hidratante para tudo.
Não, hidratante para cutícula nunca tinha visto.
Eu falei, não, não é possível.
Mas aí eu falei, pô, temos o sabonete íntimo para mulheres, não tem? O sabonetinho ali até do nosso amigo lá da MS, lá para limpar a choca.
É, tem da We Pink já?
Não, deve ter. Sérum é um sucesso muito grande, mas temos agora o sabonete íntimo do homem. Eu desenvolvi, você lava o Não, é o 5 contra 1. Você aplica como se fosse um ketchup na linguiça, é sucesso.
Quanto tempo deu, palhaço?
É para lavar, é para lavar ele com cremosidade, o perfume.
Mas para você lavar ou para parceira?
Para você, a parceira, para lavar a linguiça. É o 5 contra 1, é bonito, mas não é íntimo então. Não é dentro, íntimo na mulher porque é dentro, mas as partes íntimas aqui é uma parte, né?
É, mas é um bom produto, com certeza.
É um 5 contra 1, tem um shampoo 3 em 1, 2 em 1, tem vários, vários cheiros, tem vários cheiros, cogumelo, tem cheiro de linguiça, chapéu.
Tá vendendo mais para o público adolescente, eu acho.
Como é que você venderia esse produto, cara?
Eu acho que tem que focar no público adolescente, né, vendendo TikTok Shop ali, demonstração. Tem que pensar TikTok Shop ou sites adultos também, né, para mostrar demonstração.
Mas o 5 contra 1, bom produto.
Com certeza. Quanto tempo de duração assim dura? É de cada um.
O efeito em mentol para dar uma refrescada, já fica com hálito legal aí depois. Hidratante, sérum de sacola. Sérum de sacola tem muita ruga, alisa a sacola.
É, vai deixar essa sacola parecendo uma bola de bilhar, vai lá no joelho, vai. Puta, não dá, né?
Mais produtos, mais produtos.
Assim, eu tô pensando em pivotar, né, o Enercujá, que é o primeiro energético de maracujá, porque aí você tem ansiedade, mas você já acalma na hora assim, sabe?
Aí causa o quê?
Causa bipolaridade.
Não, é o equilíbrio.
Equilíbrio.
Você dá o negócio, mas já tem um pico de energia e já acalma.
Tem um burnout e calma.
Putz, tem umas ideias boas para caralho. É boa essa aí.
Tanto de coach, meteu de pó, que você não— qual o remédio para isso?
Qual remédio?
Para os empresários não pegar esse coach, qual que é o remédio?
Ah, eu acho que assistir meu conteúdo, assistir meu conteúdo, @leocoscomediante, todas as redes. Você já vai ver ali nos próprios vídeos, você vai falar, cheirinho de picareta aqui, sabe? Que eu tô sempre gravando alguma coisa. Toda hora põe comigo lá, ele tá falando assim, ó, ele tá reagindo ali porque tá bombando. Legal demais. Inclusive, já vou aproveitar o momento aí para divulgar meu show, né? Vou fazer um stand-up de alta performance aqui em São Paulo, dia 8 de outubro, ali na Avenida Paulista.
Cadê? Cadê? Tá aí, ó.
Temos aí, ó, temos arte. Olha aí, sou eu aí, não é IA, né?
Claro que é IA, não tem quase IA aí não. Gemini cantou alto aí.
É meio eu keep, né, de criação ali, ó. Esse é o de maybe to be, assim às 8 horas na Avenida Paulista, ali na Contentix, que é um ecossistema de—
vai estar na TED também ou não?
Ah, vamos, vamos aceitar.
Em breve na TED, quem sabe.
É como fazer um Founder Let's Grow sem saber o que é.
O TED é o Netflix do empreendedor, né?
Sim, assim que a gente valida, né, que a gente tá falando alguma coisa, é um pouco organizando o conteúdo.
Onde vai ser o show? Na Paulista?
Na Avenida Paulista, é em frente ao Teatro Gazeta, ali na Contentix, que é um espaço de evento corporativo ali, tem telão de LED, vai ter Vai ter, vai ser um mega evento, vai ser points a rodo, show de muita IA, muita IA e PowerPoint.
Vai dar no sábado?
É, vai ser numa sexta-feira, sexta-feira.
Posso aproveitar o vácuo também ou não?
Pode, depende, né, que vácuo você tá falando.
Eu quero divulgar o meu, cara. Bota aí, botando pilha. Se não for no mesmo dia, pode, não é no mesmo dia, mais para frente. Boa, boa, é novembro, tá aí, ó. Eu vou estar em Fortaleza e Recife, Rio Rio Mar, Teatro Rio Mar, Carioca Botando Pilha, e também São Paulo. Vai estar aí, vai entrar aí, ele tá rapidão.
Outubro não tem nada, cara.
Ó, que outubro! Ó, não, aí, ó, 14, 15, não teve aí, tá?
Fortaleza, Recife, foi mais real.
Que pilha é essa que você achou?
Que desse tamanho?
Aí é o gin, é o gin, é o gin, tá patrocinando.
Ah, híbrido de alta performance, claro.
Tá aí, ó, Rio 14 e 15 de novembro e 4 de dezembro em São Paulo. É isso aí, tá dado o recado.
E você então vai estar no dia 8, 8 de outubro, no Contentix, lá um espaço aí bem legal. Vai, vai comprar lá no meu Instagram, @leopostocomediante, tem lá o linkzinho. E também eu separei alguns convites, né, para a gente fazer network, né, para ser o acesso a grandes empresários. Exato, lugar especial, já fala com o Ricardão, com certeza, que eu já, já presença confirmada ali.
A gente já vai fazer uma mentoria para ele no Aproveitar e vou levantar a mão lá.
Boa! E aí eu vou te ajudar a escalar o teu business, cara.
É isso aí.
Ô Ricardo, você não tem vontade de— você, eu acho que tem vontade de voltar para varejo. Não, vocacionar, abrir. Você tem algum outro negócio hoje ou você parou com tudo?
Sempre.
Como é que é o nome?
RGV.
Tá aí, tá aí. Cadê?
Aí, gente, colocaram.
Tá aí, ó. RGV.
RGV.
Não é FGV, é RGV.
É isso aí, ó, todo mês, 29, 30 e 1 de setembro, são 3 dias, né? Isso, na verdade, as pessoas para descobrir isso aí vai no meu Ricardo, vai ser no Boti do Morumbi. É isso, é todo, todo mês tem 300 empresários comigo do Brasil todo aí. Aí lá eu vou falar, vou falar de verdade o que que é empreender, né?
Ele meteu aquele 2.0, né? 2.0 sempre ajuda, né?
Aí ano que vem 3.0, vai estar sempre renovando a logística.
2.1, né?
Tem que levar o Léo lá, o Ricardo.
A gente vai fazer esse negócio, vamos lá, vamos lá, vamos.
Ô Ricardo, você se aprimorou em— porque agora a IA tem sido um braço espetacular para o empresário, né, cara? Eu acho que otimizou o trabalho de contabilidade, de planejamento, olhar a planilha com atenção. Aí, é uma ferramenta, é isso, vai mudar o mundo inteiro. É muito louco isso. O problema é que aí do teu concorrente pode ser melhor que a sua e ele te devora. É, esse é um lance, né?
Mas só que tem um detalhe, né? Para ter uma AI boa, você tem que ter um conteúdo bom.
Sim, senão também, boa sem conteúdo não vai servir para nada.
É verdade. Então nós estamos com AI já, já dentro da nossa empresa. E aí ela faz a leitura daquilo que eu ensino. Então a pessoa pode pegar tudo aqueles 3 dias que tá comigo e ela leva AI. E ali é como é que faz o marketing explosão de venda, como é que faz um planejamento que o Ricardo Westwind ensina. E ali vai ser um planejamento prático e vai ter AI da teoria dessas cara que fica falando um monte de bobageira, que não vai funcionar também.
Exato.
Então é tudo, meu amigo. Parte primeiro pela gente, né? Eu acho que o ser humano nunca vai ser substituído. Afinal de contas, conteúdo que vocês têm aqui de vocês é inimitável.
Teve algum empresário que passou lá no teu método e que o cara passou lá, você deu um mindset nele, deu aquela bem dormido, pá, deu aquele, aquele chamado, e ele tá hoje aí bombando no mercado?
Não, graças a Deus, graças a Deus. Já passaram mais de 15 mil empresários dentro do time.
Mas tem algum case de sucesso?
Vamos lá, 80%, 70%, 60%, 70% quer fazer, faz e tem sucesso espetacular. E tem aquele, aqueles 30 que também não adianta, você pode matar o cara que o cara acha que vai cair do céu, não vai cair do céu. Você tem, eu, minha vida, minha vida foi buscar pessoas que havia passado aquela jornada, escutar uns casos, tinha passado aquela jornada, e ali ele, a pessoa me ensinou a como fazer fazer. Deixa eu contar um caso aqui rapidamente, que é importante.
Eu era dono de empresa, trabalhava 24 horas por dia, não tinha tempo para comer, para beber nem nada, com mais ou menos 5, 6, 7 lojas, não dava tempo fazer nada. Até que um dia eu cheguei para o irmão que construiu tudo comigo, falou, Rodrigo, ó, vamos desistir desse negócio de ser empresário, de crescer, não tem jeito, desorganizado, trabalhava 24 horas por dia, minha empresa uma zona, uma zona. Então cartazamento errado, uniforme errado, tudo que você imaginar de problema eu tinha dentro da loja.
Aí Aí eu falei assim, Rodrigo, fui pra casa dormir. Quando eu tava dormindo, eu tenho mania de noite acordar e anotar as coisas. Eu anotei assim num papelzinho, anotei no papelzinho assim, por que que a Casa Bahia tem 500 lojas e 25 mil funcionários? Cheguei de manhã cedo, falei, Rodrigo, por que que Casa Bahia tem 500 lojas e 25 mil funcionários? Meu irmão falou, você tá maluco que eu vou saber por quê? Não sei por quê. Aí eu falei, tá bom, então nós vamos lá pra São Paulo.
Não tinha Casa Bahia em Minas Gerais. E você vai entender. Aí passei numas 5 lojas, mostrei pro meu irmão, Rodrigo, olha Olha aqui, tudo arrumado, tudo organizado, tudo isso, tudo aquilo. Como é que pode o cara ter 500 lojas tudo organizado e eu ter meia dúzia de lojas dentro de uma zona? Aí cheguei num gerente da Casabahia e falei, meu amigo, me explica aqui, por que que, como é que vocês conseguem ter 500 lojas? Olha aqui, tudo alinhado, cara.
Ah, mas eu sou Samuel Klein, sou Samuel Klein. Aí falava 10 palavras, falava de novo Samuel Klein. Aí, problema de gente? Mas eu sou Samuel Klein, não sei o quê. Aí era Samuel Klein, não sei o quê. Aí eu falei, meu amigo, Rodrigo, quantas vezes o Samuel Klein teve aqui nessa loja Casa Bahia? Ele me disse, nunca, nunca. Aí eu falei, então tá bom, obrigado, Rodrigo, descobri a fórmula do sucesso. Rodrigo, cê tá louco, não como, quem que eu preciso?
Aí o Rodrigo começou a rir, cê tá falando que cê precisa do Samuel Klein? Eu falei, preciso do Samuel Klein. Ah, mas cê tá maluco, Samuel Klein vai atender você como? Não vai te atender nunca e papapá, foi falando na minha cabeça, eu fui diminuindo, diminuindo, e quase desisti de ser empresário. Aí no meio do caminho eu falei assim, peraí, eu não preciso saber qual é o caminho agora, mas eu já entendi o caminho do sucesso. Eu vou pegar um cara que tem 40 lojas e eu vou, na primeira indústria que chegar na minha empresa, vou pedir para que me apresente de outro estado para visitar.
Chegou a indústria da Arno, eu peguei na mão do meu amigo, eu preciso empresário, tem 40, 30 lojas. Ô cara, tem um cara lá e me apresenta, pelo amor de Deus, que eu tô totalmente perdido. Porque aí eu falei, então tá bom, te apresentar um cara lá em Chapéu, chama Vandelei Bernanda. Falei, pelo amor de Deus! Aí liguei para esse cara, esse cara, pode vir para cá. Eu fui para lá com meu time todo, o cara me explicou, não, passa aqui, tira o pedido assim, faz assim, faz assado, a logística é assim, aí contrata assim, o financeiro você tem que ter isso, tal, tal, tal. Eu pedi meu time para ficar lá uma semana. Bom, dali eu fui para 20 lojas.
Caramba!
Ou seja, conhecimento verdadeiro e prático. Mas eu era tarado, eu queria fazer acontecer. Então não adianta dar conhecimento pra quem não quer também. Mas calma lá no Samuel Klein. Me chega a Philips, por tudo que é sagrado desse mundo, me chega a Philips, essa empresa que tá aqui na mesa, e vira pra mim e fala assim: Ricardo, nós vamos levar 30 empresários pra Copa do Mundo, os 5 maiores do Brasil, 7 médios e 5 pequenos, Léo, e 5 pequenos.
Você tá entre os pequenos, só que a gente vê em você vontade, seus olhos brigam de crescer, e você tá. Só que você tem que pagar, você tem que passar, você tem que bater essa meta. Quando eu bati, olhei na meta, falei, pô, caramba, você tá brigando comigo? Esse radinho aqui, esse radinho aqui, eu vendo 50 peças, você quer que eu venda 5 mil? Aí é isso mesmo, se você quiser isso, tem que fechar essa meta. Eu virei a mãozinha para trás e falei assim: então tá bom, só quero uma pergunta, se o Samuel Klein vai estar lá?
Aí começou a rir. Samuel Klein? Que que tem o Samuel Klein com a meta? Só tô perguntando se você vai estar lá, porque se você tiver, eu vou bater a meta.
Eu tiro o pedido agora.
Aí ele falou: vai. Eu virei para minha funcionária, pode tirar o pedido aqui agora que eu vou estar na Copa. Bom, chego na Copa do Mundo, nunca tiro para o exterior. Caipira do interior. Cheguei, minha mulher, peguei a revista, falei, ó, essa aqui, esse cara aqui é o Samuel Klein, nós vamos lá buscar o Samuel Klein. Aí tudo bem, achou que era brincando. Cheguei lá na Copa do Mundo, cheguei, cheguei desorientado, eu estou focado, cadê o Samuel Klein?
Olha para lá, olha para cá, não vê Samuel Klein. Não, calma que nós vamos ter um jantar hoje, ele vai estar lá, de boas-vindas, ele vai estar lá. Fomos para o jantar, na hora que eu chego no jantar, olha para lá, olha para cá, lá, meu amigo, nada. Meu convite tá os 25 pobres lá de cá e os 5 poderosão lá no canto. Eu falei, eu sou boiocário, tá lá, você tá lá, você não pode não, lá você não pode não. Mas como? Mas eu tô vindo aqui é por causa de boiocário.
Minha mulher, não, não pode não. Mas espera aí, mulher, fica de olho que ele vai levantar para mijar ou para cagar. Fica de olho nele.
Minha mulher, pega no banheiro.
E o cara não saiu. Aí Nós fomos pro jogo do Brasil. Cheguei no jogo do Brasil desorientado pra pegar o Samuel Klein, e louco pra poder sentar do lado dele pra me aprender. Rodney, minha mulher, começou a ficar brava comigo. Que merda é Samuel Klein? Você veio cá pra assistir Copa do Mundo, que Copa do Mundo? Eu não sei nem quem tá jogando essa merda, eu quero é o Samuel Klein. Cheguei lá, todo mundo na arquibancada, nada do Samuel Klein. Cadê o Samuel Klein? Pra Philips.
Camarote.
Camarote. Puta merda.
Teve que comprar mais 5 mil folhas.
Aí eu falei, bem, na hora que esse jogo acabar aqui, na hora que esse jogo acabar aqui, 15 minutos, nós vamos lá, que eu vi que chegou 3 ônibus da Philips. Fiquei esperando o Samuel cair. Na hora que o Samuel cai vivo, eu falei, bem, entra, vou entrar no ônibus do Samuel. Na hora que o Samuel passou, eu entrei atrás dele, sentei do lado do Samuel Caio. Aí ele falou, ô, Seu Samuel, como é que vai o senhor? Eu tenho admiração demais pro senhor, que um dia...
Como é que o senhor vai? Ele tava querendo dormir, falou, como é que é o ritmo um show. Aí ele me disse, Samuel, acorda. Judeu, né? Acordar todo dia 4:30 da manhã. Samuel rezar, tomar café. Samuel rezar, tomar café. Deu 4:30 da manhã, eu pus o relógio pra despertar, minha mulher ficou brava, disse, vai fazer? Vou lá tomar café com Samuel Klein. Mas quem é aquele Samuel Klein? Ele falou comigo que é todo dia. Cheguei na recepção do hotel, tá o Samuel Caraca, velho!
Ele pega e senta com ele e faz: ó, gostei de você, menino. Anota aqui meu telefone, minha secretária. Chegar no Brasil, porra, sucesso!
É, pagou o preço, marcação alta aqui, né?
Aí pegou, chegou, só que tem que acabar a Copa do Mundo. E aquele ano o Brasil ganhou, que a Copa não acabava de jeito nenhum, aquela desgraça.
No Japão?
Não, foi nos Estados Unidos. 94, não ganhava Copa do Mundo. 94, 94, 94, não ganhava de jeito nenhum. Aí peguei, ganhou, ganhou. Aí eu cheguei no Brasil, liguei para ele, a secretária falou, vou ver se é verdade mesmo. Ligou, ó, você pode vir cá dia tal que o Samuel Klein vai atender você. Cheguei aqui em São Caetano, aqui perto, Samuel Klein, helicóptero que desce, tanto segurança. Cheguei para portaria e falei, ó, meu amigo, eu tô aqui com uma reunião marcada com ele.
Aí o pessoal falou, não, mas você tá errado, você tá enganado, a Casa Bahia é lá embaixo. Não, mas o Samuel é o dono. Não, liga pra secretária. A secretária falou, não é aqui.
Tá assim, tá assim.
Falei, você é desgraça, deixa eu entrar nessa merda aí, vou lá. Cheguei lá, o Samuel Klein, ô menino, era menino, tinha 22 anos, menino muito, Samuel Klein, conhecer Copa do Mundo, muito prazer em receber você aqui, Copa do Mundo aqui na Casa Bahia, menino muito inteligente, menino, muita vontade de crescer, tatatatá, e aí de contar maior, meu amigo. Aí falou, ô, seu Samuel, não tem como agradecer o senhor tá aqui comigo, não tem como agradecer o senhor.
Muito bom, minha vida, comecei, perdi meu pai com 10 anos de idade, aí comecei a resmungar de onde eu vim pra valorizar minha presença, que eu passei muita dificuldade na minha vida, com minha mãe, perdi meu pai com 10 anos de idade, papapá, comecei, ele me deu 3 tapas no Não, não, menino não ter sucesso, menino não ter sucesso.
Caramba, nunca aconteceu.
Não, menino não, você não sabe viver, né, Samuel? Ver pai e mãe morrer no serviço lá na Alemanha, na guerra. Samuel vir pro Brasil, ficar no navio, passar fome, chegar em país e papapá, papapá, papapá. Amigo, aí eu, não, Samuel, esquece, esquece, esquece, papai já morreu, papai já morreu, vamos para frente. Aí ele, aí ele saiu daquele clima e ele falou, vamos lá, então, o que que você veio fazer? Eu vim aprender, Samuel. Como é que você faz com gente assim, assim, tal?
Como é que você faz isso? Samuel, como é que eu faço para olhar 5 mil itens? Ricardo, olha os 5 mil itens, pega relatório do menino, entrega relatório do menino. Aí me deu relatório. Samuel não olhar 5 mil itens, Samuel só olhar 372 itens, 80 20, papapá, papapá, papapá, papapá. Como é que você faz para administrar loja? Não, vem cá, eu vou levar você em loja. Foi em loja, o vendedor não pensar, gerente não pensar, matriz fazer tudo, total.
Conclusão: primeira década eu montei 20 lojas, segunda década, Ricardo Aleto, 500 lojas.
Caramba, ele mudou o teu jeito de, ele escalonou, né? Então o que eu quero dizer, linha de produção é o Henry Ford, né?
Ou seja, onde eu quero chegar, Carioca, o empresário brasileiro, ele não é preguiçoso.
Não é, isso é verdade.
Eu tô com empresário. O problema dele é que ele bate cabeça, ele começa como dono e não sabe virar empresário. Ele tem que virar empresário. E pra virar empresário tem que buscar os Samoéis. Então Samuel foi o primeiro da minha vida, só que eu aprendi a buscar vários Samoéis. Abílio Diniz, Dona Luísa Trajano. A minha vida foi buscar estas pessoas que passaram me ajudaram de verdade e me deram o caminho. Agora fazer vai ter que ser você fazer, não tem jeito.
Você perguntou de case, vou dar um case para vocês aí. Quem tiver aqui pode pesquisar. Jurunense, Claudine Jurunense, Belém, material de construção. Chegou comigo faturando 20 milhões, entregamos ano passado com 300 milhões de faturamento. Esse cara aí, 55 anos comigo.
Beleza, irmão.
Como é que é o nome dele?
Claudina Jurunense, em Belém, material de construção. Hoje é a maior do Norte. Ele era pequenininho lá, nós transformamos ele no maior do Norte. O quê? Marketing, gestão. Então se você deu o caminho e a pessoa quiser de fato, assim ela faz. Agora a pessoa tem que querer, né?
Não existe lá.
Então esse cara você abraçou, você passou os ensinamentos, tem um monte, graças a Deus.
E ele vai estar aí nesse evento?
Esse evento tem novos empresários todo mês, 300, e tem aquele que vem para o clube que eu fico com esse cara, 1 ano, 2 anos, 3 anos, jornada. Aí eu trouxe todos os executivos, executivos que consultoria, consultoria que construiu comigo. Aí pega na mão dos cara e vai.
E Samuel te cobrou quanto para fazer essa consultoria?
Nada. Ele é um grande amigo, eu tenho grande gratidão por ele. Não só ele, mas ele foi o primeiro. Michel, uma família maravilhosa. Dona Luísa, a Jana Velha e a nova Luísa, a Dona Luísa. Essas pessoas que a gente tem que aprender É, cara, é com quem for mais feliz.
É isso aí, olha, skin the game, né? Como é que é skin the game?
O que que é isso?
É pele a risco, né?
Desculpa a história aqui, mas a história é boa demais, cara.
Boa demais.
Ou seja, busca as pessoas que realmente fizeram e vai trabalhar, né, meu amigo? É, não é só ficar aqui, como é que é?
Gesticulando, porque quando a gente tá gesticulando, eu conheço lá o gente boa.
Eu tinha que trazer ele aqui um dia, bola. O Júlio César, ele é muito bom.
Goleiro, imperador?
Não, ele é filho da— ele cuida da Cabum lá, o Júlio César da Trajano. Espetacular que a família, gente boa, todos eles, porque ela coloca os filhos também, eles vão tocando todos os braços. O Fred, eu conheço o Júlio César, é uma pessoa Fabrício, é tudo gente que aquilo ali, meu amigo, trabalhador, né?
Aquele é trabalhador.
O Julinho, tem que trazer o Júlio César aqui, é para bater um papo, para explicar o atual momento.
Espetacular, né?
Como é que é entender?
Não, é porque são pessoas que inspiram.
Exato. A gente, importante, a gente não tem que ouvir quem nunca construiu nada, né? Então a gente tem que ouvir quem já construiu alguma coisa.
Agora vai, vai começar o assunto sério.
Exato. Mas é por isso que os pedreiros deveriam ser os novos coaches, porque eles já construíram muitas coisas. Eu não sei, é o pedreiro, entende como?
Ou ir para igreja, porque são grandes obreiros. Ah, também, nossa, não é verdade?
Agora muita empresa virou igreja também, né? Porque bota religião no pitch ali, vende bem.
Ou o cara do agro que cuida do rebanho, sabe?
Aqui você pegou um chifre também, realmente o cara processinho de alta performance aqui. Aí você pegou rápido.
Exato, já tô com vergonha.
Bom demais. Mas eu acho que acordar cedo é uma das coisas fundamentais aí para ser alta performance. Ou dormir tarde, ou não dormir também é uma possibilidade.
Mas aí você mata a sua saúde.
Ah, mas saúde, exato, banheira de gelo, né? Só que facial, né? Que é só para 7, que o corpo inteiro não precisa. A gente não é um chefe, né, para estar congelado. Exato. É acordar 4 horas da manhã antes que o sol, porque, Deus me livre.
O Ricardo, que eu sei que é a vida de empresário, como é que tá a situação da Americanas? Porque foi um absurdo isso aí, né?
Essa é uma dívida monstruosa, né?
É o vocarua, né?
Você imagina você acreditar, botar dinheiro nas ações e o negócio desse estoura, o negócio desse. Você imagina quantas pessoas são prejudicadas. Esquece prejuízo de todos os fornecedores. E lembra de quem comprou a ação, porque ali foi duplo problema, né?
Botei R$6.000 do MEI lá, entendeu?
Ali é dois problemas.
R$6.000 do MEI, que é o all-in. Você botou tudo?
Eu não critico ninguém que quebra, que passa por dificuldade, porque empreender você tem o risco de quebrar, faz parte do negócio. Mas desde que você quebra porque com hombridade, né? Porque às vezes o mercado pode mudar virar um jogo de um jeito. Eu lembro que uma vez eu fui numa feira nos Estados Unidos e aí tava o presidente da Kodak e a pessoa levantou a mão lá pra trás, era 5 mil pessoas, e eles deixaram essa pessoa falar e perguntaram pro presidente da Kodak o seguinte: vocês não enxergaram que a câmera digital ia matar o filme?
Aí tal, tal, tal, tal, tal. Aí ele respondeu o seguinte: porque vocês quebraram uma empresa desse tamanho, isso é falta de competência, como é que uma empresa dessa quebra? E desceu o cacete mesmo. Aí esse presidente dos Estados Unidos muito fino falou assim, deixa eu te falar uma coisa pra você, isso que você tá falando é porque você não sabe o que é negócio de fato, empreender. Nós temos não sei quantos milhões de máquinas dessas de revelação de filme, no qual a Kodak vende essas máquinas, tudo financiado, cada máquina dessa custa 1 milhão de dólares, espalhado pro mundo inteiro, financiado há 10 anos, 15 anos, Certo?
E a pessoa comprou essa máquina. Aí eu venho cá e falo que a Kodak vai botar agora a câmera digital, que não precisa de revelar. Você acha mesmo que a Kodak não sabia da câmera digital? Ou porque infelizmente não tinha como virar um barco desse tamanho? Como é que você vira um barco desse tamanho? Ou seja, tem negócio que tem que só quebra, é só não tem, tem que quebrar e nascer de novo. Foi o que ele falou. E é o que tá acontecendo com esse varejo nosso, né?
Não tem Cara, eles não enxergaram? Lógico que chegaram, só que você não muda o negócio do dia para noite, não é fácil assim.
Mas a Kodak se adaptou, ela inventou a câmera digital e perdeu o mercado depois, né? Ela inventou, sabia? Depois ela inventou a câmera digital e perdeu o negócio. Só que hoje ela é a gigante em impressão comercial industrial, né, Bola? Hoje ela domina o mercado de embalagem, insumo para gráfica.
Tem presente, sempre é bom, hein?
Que que é isso aí? Que que é isso? Bola de kermesse? Que que é esse aí?
É um, caralho, só os 5% do Brasil de quem faz.
5% do Brasil de quem faz presentinho. É presente, sempre é bom, né? Presente ajuda muito nessa.
Eu vou ganhar também?
Não, como é que é? É o acesso, né?
Olha só, tem um colete aí, não tem? Bacana, colete do clube.
Ah, tem um colete de alta performance aí, ó, teu branding.
E o colete, caneca, boné, bonezinho do R1, seu clube.
Ah, isso aqui é legal.
Como é que é?
Crianças, as crianças fazem o que querem, adultos fazem o que precisa ser feito.
É isso aí.
Aí a frase tem que ter, né?
Tem que ter, tem que ter um impacto, né? Eu trouxe um presente também, eu queria apresentar aqui meu cameraman. Aí, se você pode vir para cá, pode vir para cá.
É o cameraman?
É porque assim, eu tô escalando a minha imagem através dele também.
Ah, é o alter ego?
Isso aqui, ó. Então ele, eu achei uma pessoa parecida comigo, contratei ela, usa, ó, isso, gesticula mais para eles aí. Fala uma palavra em inglês agora.
Boa!
É isso, mandou bem. Eu, Meister Mike, ele tá farmando aura e equity aqui também. Então se vocês precisarem, ele tá à disposição aí.
Aqui, ó, obrigado pelo presente.
Já tô, ó, já olha como é que eu tô inserido agora. Clube é bom para eu andar de patinete agora ali na Faria Lima com a minha bicicleta elétrica.
Agora tem trânsito lá, né? Já tem trânsito de patinete agora, né?
Tem engarrafamento de patinete e bicicleta elétrica, aquela, e o capacetinho.
Sucesso. Tem que ter, né, aquele capacetinho obrigatório.
É, mas é o mesmo, né, é padronizado, né, para proteger a mentalidade, né.
Entendi.
Pode perder a cabeça, né.
Empresário que é empresário não pode perder a cabeça, inteligência emocional, né, tem que estar em dia. E tem que, aqui, ó, ativação quântica. Não é o Paulo Vieira, tá? Tem gente que acha que eu tô copiando Paulo Vieira. Paulo Vieira aqui, ó, yes, yes, para cima, mais voado. Eu tô aqui aterrando, ó. E depois vem um, isso aí, quando vai aumentando a frequência, manda um au, que já lembra um pouco Legendário, já pega duas bolhas.
O Ricardo, mas acabou que você não contou o que que aconteceu. O que que aconteceu com Americanas, cara? Porque era o teu concorrente gigante, uma loja que começou em Niterói.
Eu não sabia.
É, começou em Niterói.
A história foi a primeira a botar o ponto com no Brasil.
Ele era o pioneiro, ele era para ser o Mercado Livre, ele era para ser a Amazon brasileira, ele era, a aposta dele era essa. É, mas aí o cara, como ele tinha muitas empresas, né, eu acho que aí o problema é esse também. Esses cara querem tudo. Agora eu vou te falar o que você falou lá, vou te falar, tem cerveja, o cara tem não sei o quê, aí tem aquilo meio lateral, aí não cuida frontalmente, é muito rápido, que é muito rápido. Exatamente isso que aconteceu.
Vamos lá, varejo com margem pequena não vive sem o dono, não vive sem dono. Ali não tinha dono, ali tinha executivos, toda hora trocava executivos, todo dia um executivo novo. E eu te pergunto, você acha que realmente um executivo vai aguentar enfrentar uma crise dessa de juros 14%, ter que lutar e batalhar? Na hora que o negócio fica feio, ele fala o quê? Deixa eu picar a mula. Aí entra outro, mas é isso.
Aí vai entrando outro, entrando outro, entrou, não tem É, e Americanas assim, cara, eu juro assim, de boa, eu tô aqui para fazer uma crítica construtiva, quero fazer uma crítica construtiva, não é falar mal, tá, Americanas, ou loja desorganizada, cara, toda vida, né? Por que que ela sempre foi aquela bagunça? Era tão legal quando eu era criança, tinha até hambúrguer, porra, na Americanas, vendia lanche, lembra disso ou não, Bola?
Lembra?
Os chocolates.
No meio do campo, você fazer um lanche.
Era uma loja, era um programa aí na Americanas, era legal.
Virou uma loja bagunçada, sabe? Lembra disso?
E lá na Americanas você pegava o chocolate, não precisava nem pagar, né? Era uma cultura da empresa.
Agora temos que—
o tanto de prejuízo que eles tomaram no varejo, né?
Temos que, por exemplo, uma coisa que me impressiona, a Cacau Show é uma coisa impressionante, mas ali é uma franquia com a margem fortíssimo produto, imagem alta, diferente de tudo, setor de eletrodoméstico.
Mas a arrumação da loja que nós temos hoje, um eletrodoméstico que é um case de muito sucesso, mas é um tipo de negócio diferente, que é Loja 100. Loja 100, interior de São Paulo. Mas o negócio dele não é nem eletrodoméstico, o negócio dele é vender no crediário. Ele manteve o crediário, tem uma carteira de 80 anos. Então o negócio diferente, entendi. Loja 100, tem aquela Gazin também, né, que é fora Acer, o Malt Brasil, né?
Mas o, mas aí tá onde que tá?
Ele tá ali em cima, na cidadezinha interior.
Então é outro mundo, gente.
O Brasil, o Brasil aqui embaixo é completamente diferente. Eu naquela época tava assim, ó, o sujeito ia comprar um negócio desse, chegava na loja minha, eu tinha uma loja, por exemplo, um shopping que vendia 4 milhões. O cara chegava, falou, ó, essa é iPhone 2010, 24 milhões. Chegar e falar, ó, eu já vi, eu vi essa televisão sua, esse fone não sei o quê, R$100, R$100 lá no seu ponto com, aqui na loja tá R$140. Ah, tudo bem, mas a loja tem custo, tem aluguel, tem isso, tem isso, tem isso.
Não, mas no seu ponto com tá por R$100, então não vou comprar aqui. Então é um conflito.
É, mas aí é a fuga tributária, né? É o drible, é o Ronaldinho Gaúcho da tributação.
É isso, você já sabe, consegue dar uma tributação diferente.
Mas é porque o cara coloca o galpão dele no estado que arrecada menos. Isso é Brasil, é maluquice, né, cara?
Todo mundo no Paraguai.
Tá outro assunto aí que eu entro com profundidade dentro da GV, é o tributário. Porque eu tinha operação em 27 estados. O nosso ponto comum, por exemplo, nós tínhamos benefício no estado de Minas Gerais, pagava 1,2% de ICMS, enquanto os outros pagavam 18%.
Se eu tivesse hoje, ir para o Paraguai.
Uma boa estratégia também que eu tô fazendo é vender palestra e dou em livro, né, que a tributação é menor também. Então aí eu já no primeiro, primeira palestra já sou best-seller, já vendeu 30 mil para empresa, já tá tudo embutido ali.
Você ganha em livro?
Dou em livro porque a tributação quase não existe, né?
Não faz a palestra.
Por isso que tem tanto livro de coach por aí vendendo bem, porque já tá embutidinho ali, ó.
Mas a parte tributária do nosso país é seríssima, tem que entender para ser empresário.
Falou tudo para caramba.
E essa reforma aí, só mais ver que você falou, vai Botar uma pá de calma. Quem não se preparar para ela, você já tá lá preparando a galera? Não, dentro do LGV, gente, eu falo com vocês, modesta parte, é sério, você tem que parar de ficar voando de helicóptero. Que que é viagem de helicóptero? Ficar só olhando em cima.
A gente tem que aprender voando.
Então lá dentro da LGV eu levo 10 executivos da área financeira, marketing, estratégia comercial, que construiu a Ricardo Aletto comigo lá dentro. Tem que ter um, leva um tributarista de minha confiança e um de contabilidade para a gente conversar desse assunto. A maioria tá no Simples achando, Simples Nacional achando que é bom. Você tá no MEI, né? A maioria tá no Simples Nacional achando que é bom e é uma ferrada. Então a gente tem que entender de tributário para ser empresário nesse país.
Exato. É porque assim, eu nunca vou ir para o Simples, cara. Eu sou complexo. Eu tô sempre buscando extrair o máximo de líquido do bruto assim.
Tem 3 regimes no Brasil, você sabe, né?
Sei, sei.
Qual que é?
Semiaberto?
Não, tem o lucro real.
Semiaberto.
Presta atenção, hein? Tem o lucro real.
Então, aí, ó, ó, como é que é? Como é que é?
Explica aí, explica aí.
Olha o meu dedo aqui, ó. Tem 3 regimes, ó. 3: lucro real, presumido e Simples Nacional.
É Simples Nacional.
É Simples só para o governo e contador.
O resto é complexo.
O resto tá pagando 3 vezes mais.
Como dói pagar tributo aqui, né? Acho que em qualquer lugar do mundo, mas aqui dói mais, né? Que você não vê de volta, você vê buraco. Você ainda tem que pagar o pneu do carro que dá bolha porque você passou no buraco.
Meu amigo, pneu, suspensão, roda, tudo. Falei daqui a última vez que eu tive você aqui, eu tinha 70 caminhões roubados por mês.
70?
70 por mês, Ricardo. Carga, caminhões lotados de mercadoria. Te contei o caso do Celso Sussumano, que chegou na porta da minha empresa, um monte de jornalista, aquela brigalhada, aquela confusão. Aí a secretária falou, ó, Celso Sussumano tá aqui, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Pô, melhor que eu vou receber. Não, nós vamos receber lá embaixo. Não, eu faço questão de entrar. Como é que ele entrou? Cheguei, como é que foi? Não, tem um problema aqui com esse cliente aqui de entrega, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal.
Perfeitamente, vamos sentar aqui na minha Beleza, por favor continua filmando para mim, por favor, que nós vamos olhar o caso dele. Me dá o seu CPF aí. Pois é, a entrega do senhor tava no caminhão que foi roubado. Aí o Celso: como assim foi roubado o caminhão dele? Tá aqui a ocorrência do roubo, inclusive quase que matou o motorista, certo? Dentro desse caminhão tinha mais umas 300 entregas, dentro desse caminhão mais 300 entregas, certo?
Mais 300. E aí o senhor recebeu um email para trocar o produto, para pegar de volta, não foi? Foi. Aí recebi, mas eu quero produto. Pois é, mas como é que eu tenho produto quando rouba um caminhão de mercadoria para entrega? Eu volto para o depósito, pode ser que tem entrega daquele produto, tem produto, não, porque o caminhão foi, pode ser que nem tenha mais o produto. E aí eu virei para o Celso Germano e falei assim, ó, agora eu queria saber o seguinte, você tá cheio com esse problema aqui, um não igual esse, nós temos 70.
Eu gostaria que você me pudesse, como deputado, como deputado, eu gostaria que você me pudesse me ajudar. Como é que faz para resolver este problema.
E ele não cobrou nenhum adão assim, não foi, não foi na favela.
E sempre dentro do país, cara. E se bobear, vai lá, desmoraliza. E vai lá, se bobear, desmoraliza a gente como empresário.
69 só no Rio, só no Rio.
Depois desse episódio, tô com vontade de ser CLT mesmo assim. Eu saí bem motivado daqui, cara. Eu acho que o negócio é CLT mesmo.
Esquece, você pode Apesar de ser que sabe gastar dinheiro.
E você tinha seguro desse caminhão?
Tinha seguro no primeiro momento, tinha seguro. Depois a seguradora não fazia mais seguro. Lógico, lógico, fazia. Tinha que botar batedor, batedor, confusão. Não fazia. É porque você faz, a seguradora não quer fazer mais seguro.
Ela tava vendo agora.
Agora eu vou te falar uma coisa, tá sendo mais assaltada que banco.
É por causa do Monjaro, né?
Vale a pena ser empresário desde que ele ganhe dinheiro. Ele tem que sair de dono para empresário. O que não dá, você ficar a vida toda como dono ganhando como se fosse um funcionário, aí não vale a pena. Você tem que ser empresário para ganhar dinheiro, e tem jeito. Mas se você ficar lá para ganhar R$5.000, R$6.000 correndo tributário, correndo de tributário e tudo, funciona.
Mas R$6.000 também, né?
Mas aí é bem, né?
É, mas R$6.000, ô Ricardo, Garantido.
Vamos dizer que alguém que tem assistindo a gente agora tem bolo de pote para vender.
Putas que pariu também, bolo de pote!
Eu queria o pitch, o pitch para bolo de pote.
Bolo de pote, bolo de pote, um bolo dentro do pote.
Isso é, o cara faz em casa para ganhar uma renda extra.
Agora, atenção Brasil, pela primeira vez esse bolo aqui foi feito pela receita da minha avó, que já faleceu infelizmente, mas nós temos essa receita que a gente não divulga nada. É o único, mas tem um detalhe: a gente faz apenas 100 bolos de pote. 100 bolos de pote. Se você quiser pegar esse bolo, bate aqui agora nesse QR code ou bota nesse número. Atenção, é somente uma peça por CPF. Não adianta vir cá querer comprar para tacado, é uma peça por CPF.
Corre!
Aí o sujeito corre para comprar o bolo de pote. Só que no lugar de ter 100, você vai ter 1000.
Mas tem que ser bom, né?
Você falou gatilho da escassez aqui, né?
Calma que ele fez um negócio mais importante do que a escassez. Ele fez um negócio mais importante do que a escassez, storytelling. Mas ele agregou valor na voz.
A voz aqui para ver o sucesso da empresa, receita da vovó.
Pequena.
Não, tradição, isso vende.
Mas, meu amigo, tem muita avó em logo, né? Hoje em dia assim, você olha a casa do pão de queijo, é uma avó de alguém, a gente não sabe quem é.
Você fala uma coisa, deixa eu falar outra, que é avó também.
Tem várias avós aí que estão, Batavo, não sei, tem umas marcas, ficaram ricas depois que faleceu.
Mas você fica falando, quando eu fui entrar nesse segmento de fazer a rede social digital, né? Aí a história Storytelling, storytelling. Eu falei, que porra é essa de storytelling? Eu falei com uma pessoa humilde, aí é só me explicar o que que é. Ih, meu amigo, isso é mais velho que a ressaca. Na época chamava marketing de história, é você contar a história do produto antes de vender. Isso é mais velho que a serra. Escassez é mais velho que a serra.
Escassez, é verdade.
Só tem um detalhe, esse é um ponto importante pros empresários. Eu falo lá do negócio do marketing, eu fico no SGV, são de 12 horas do marketing. Marketing, se você falar a palavra marqueteiro para mim, eu mando matar, modo de dizer, porque eu tenho horror. Marketing tem que ser de verdade. O que que é de verdade? Se falar que é 100, é 100, acabou, acabou. Eu fazia, porque se você fizer um marketing de mentira igual essa turma fala, você faz uma vez só.
Se você quiser fazer um negócio perene, você tem que fazer por causa da vida. Então fazer um marketing e Falava, ó, uma peça pro CPF, 100 peças por loja. Aí chegava, abria a loja 6 horas da manhã, chegava 7:30, o produto já não tinha mais. Aí veio depois o PROCON, ah, porque você abriu 10 horas da manhã, o cliente tá reclamando que não tem produto. Eu falei, quer 100, é 100, tá aí, acabou. Tá aqui as notas fiscais, quem chegou pegou, quem não chegou espera a próxima.
Se você não fizer de verdade, você esquece, porque um grande problema hoje É que para mim o segredo é prometer e não cumprir, né?
Eu acho que é assim que a gente escala qualquer negócio, chega no milhão. Eu sou bom em promessa, não sou bom de fazer. Não, não, fazer aí deixa para você fazer.
Sonhar é mais gostoso.
Exato. Eu tenho inclusive um curso online de promessa quântica. A pessoa compra o curso, aí chega lá, não tem nada, mas ela tem a sensação de que porque ela comprou ela já tá prosperando.
Duas coisas do cara, que a marmita e a promessa quântica.
É o mesmo branding Em produtos diferentes, cara.
Isso é genial, cara.
Então vende esse pote.
O jejum em pote é uma receita da minha avó também, então isso é uma coisa que escala mais, agregou valor. Gostei, vou copiar. Não vou copiar, eu vou modelar diferente.
Eu acho que vai ser a bisavó, vai começar a ser a nova vibe da próxima geração.
Uma fotinho da avó na capa ali, né? Porra, incrível.
1912.
É importante colocar, né?
Ganhou vários concursos de Pilates, alguma coisa assim.
1912 é um bom número, né?
E eu acho que a gente pode casar também com o Body Business, né, que é um concurso de bodybuilder para quem tem um negócio. É o bodybuild do business, que é o cara que é sarado e tem uma empresa. Então quem tem o melhor shape e um CNPJ Vários, vários.
E esse teu curso dá quantas vezes por ano, irmão?
Como é que funciona? São todas a cada 35 dias.
Cada 35 dias é quando vence a nota da fatura, a cada fatura.
Boa, boa.
Faz parte do carnaval ali que é complicado.
E no Brasil inteiro?
Não, sempre em São Paulo. Sempre São Paulo, sempre São Paulo. 3 dias de São Paulo.
Exato, é tecnologia. Vamos lá, vamos lá, que aí a gente vai escalar ainda mais o business da galera. Pessoal que é Mi vai ser Bi.
E aí, o negócio de carregar bom para ele, carregar bom.
É bom demais, é bom. Isso aí vai funcionar, cara. Inclusive, quando eu tive na CIMED, eu já dei alguns insights lá para o Adibe também, para o João, que ele tava tá falando hoje com todo mundo, né? E quando tá falando com todo mundo, não tá falando com ninguém. Então eu dei duas ideias de business. Uma é a Cimei, que é uma farmacêutica para quem tem um pequeno negócio, e vender remédio para quem tá vivo, todo mundo vende. Por que que a gente não faz a Cimedium, que a gente vende para um público que ninguém tá vendo?
Boa ideia!
É muito insight, cara, muito insight, é muito insight.
Você é genial!
Clique em saiba mais e compre meu curso. Já virou um criativo já.
Agora, uma coisa que é sucesso também, impressionante, é farmácia, né, cara? Meu Jesus, é uma do lado da outra!
Que loucura isso, né?
É um hype agora de remédio.
Nos Estados Unidos, a CVS, a Walgreens, você abre uma na esquina, a outra. Meu Deus do céu, impressionante, velho! Mas eu também, mas eu vi também, tá sendo mais assaltada que banco, farmácia.
Só não tá mais do que Oxô também, né? Que Oxô também, ali é um chamarismo, tem um funcionário e às vezes ele ainda tem que ir no banheiro, ficou livre, né?
Tem que botar para levar de praga de formiga, né? De tanto urso que vende. Aqui não aceitamos diabéticos.
Já segmenta o público ali, farmácia que tá barato, né?
Pô, uma loja que não vende nada para dieta, pô, caro para caralho, mô.
Ontem eu fui na farmácia, comprei as coisas que eu precisava, gastei um pau e meio.
Caraca, você gastou pouco?
Pau e meio.
Eu não vou falar o que você gastou na farmácia.
Não, mas só alguns, mas isso é só para mim, para família, só para mim, para família.
Tô todo fodido, é para mim, porra. Farmácia tá um negócio absurdo, cara, em uma caixinha né?
É um, é um, e aquela coisa da plástica é um produto, é um varejo, por isso que você tá falando, que sofre menos. Farmácia e supermercado.
Quando o problema do eletrodoméstico, as pessoas quebram tanto, mas não tem como você ficar sem o remédio, irmão. Pois é, farmácia, tá caro, vou parar de tomar. Você não vai parar de tomar, você tem que tomar, cara.
Você chega na farmácia, eles batem a meta. Parto então já, praticamente feliz.
Vocês não podem parar de tomar remédio, que vocês estão loucos, cara.
Ô Ricardo, outra dúvida: como é que funciona essa coisa de prateleira em loja? Porque tem um preço para o cara ficar na altura dos olhos. Tem isso? Como é que funciona?
Tem dois varejos que utilizam essa prática do marketing dentro da loja e cobra por isso, que é a farmácia e supermercado. O setor de eletrodoméstico não tinha isso. Não, não, não. É farmácia e supermercado.
Não tinha a gôndola ali, um melhor posicionamento na gôndola?
Não tinha, não. No varejo nunca teve isso. Tinha verba de publicidade que a gente ganhava das indústrias para botar em mídia, né? Mídia, jornais, tabloide, tudo mais.
Era dessa forma, violentíssimo.
Para você entrar ali no cantinho, a gente gastava em média 4,5% de marketing sobre o investimento, e a gente recuperava em torno de 2,5 a 3%. Então do bolso da Ricardo Andrade saía mais ou menos 1,5%, e 3% saía das indústrias que ajudava a gente a patrocinar.
Aquelas explosões, todo mundo, todo sábado, o Ricardo enlouqueceu, o pânico fez o Ricardo Ricardo Elétrico.
O Ricardo agora vai queimar o estoque. Queima! Você pegou da igreja, né?
Queima!
Você fez uma comigo que tá na rede social aí, que aquilo não tem não.
Ricardo Elétrico, você ficava, você ficava um tiro atrás do outro de promoção. Era muito bom, Ricardo Elétrico tinha lá.
Então é só o varejo farmácia, supermercado, tem essa cultura de comprar do olho, né, na frente do olho.
Você chegou a ter loja no Rio Grande do Sul alguma?
O único que nós tivemos foi no Rio Grande do Sul porque nós vimos fazer uma parceria com uma rede que chamava Colombo.
Você lembra, né?
É do Paraná, Colombo.
Muito cara.
Aí do sul, a Colombo não é da— eu pensei que Colombo fosse do Paraná.
É porque eu vi as ofertas na TV assim e saía para procurar, mas não Não tinha loja lá em Colombo não.
O único estado que nós não tivemos loja foi no sul e a capital de São Paulo, porque o ponto com já tava explodido já.
Mas você não teve loja?
Não, não chegamos a vender 3,8 bilhões de ponto com. Aí nós já tava segurando as lojas.
Eu via no Luciano, fala, pô, aqui não tem, cara.
Aqui não tinha São Paulo não, era só ponto com.
É verdade, loucura.
É loucura.
E o Vorkaro, hein? Que tombo, hein, maluco?
BH, né?
Ele é de BH. Você conhecia ele?
Não conheci, não, mas se tivesse conhecido, ele vai dar coisa.
Ou melhor, conheci um cocar uma vez aqui em São Paulo, um japonês, mas quando ele tinha acabado de chegar em São Paulo, eu era, eu tava dentro da Ecarleta ainda, ele não era nada de banco, não tinha nem banco, tinha nada. E de uma hora para outra explodiu, né, cara?
Na época era Jota, eu acho, né? Ele era Jota antes, não era?
Era o quê?
A Jota, não era?
Não, não, ele Eu acho que não, na época eu não sabia que tinha MC em São Paulo, mas tava mudando para São Paulo. Eu tava no Japonês, uma pessoa conheceu ele, me apresentou ele ali em pé ali e tal. E depois disso nunca mais vi ele.
Acho que a mesma tara que você tinha, a mesma tara que você tinha no Samuel Klein, as minas deviam ter por ele assim. Encontrar ele no Japonês, devia segui-lo, né?
Devia ter seguidores também, porra. Bicho era sério, tinha um particular.
O cara fez um, o cara fez um luau, a mina dele gostava de Ben Harper, o cara levou o Ben Harper no luau e cantou Fica difícil competir, né, cara?
Difícil, não tem como.
Esse cara, ele não jogava, era all-in também, toda rodada all-in.
Pode, pode, negócio desse, cara.
O dinheiro não era dele, irmão.
Mas mesmo, mesmo, é muita audácia, coragem, né?
A festa não foi 200 milhões, a festa dele, mas pelo menos uma coisa a gente pode dizer: ele viveu extraordinário.
Tá preso, mas viveu.
Viver o extraordinário, sem limite.
Esse tinha um cartão sem limite.
A última vez que ele pagou 50 pau para o cara correr com o relógio dele, tinha um Garmin, acho que mede o tempo de corrida e tal. E ele falou para uma suíça que o pace dele era 4 e pouco, que era 7. Ele não corria o que ele falou. Ele chegou para o cara, falou: você corre quanto? Ó, corre com o meu relógio, te dou 50 conto. Botou o relógio no pulso do o cara, o cara correr para marcar o tempo para ele.
Ó, querida, ó, o meu pace, eu sou rapidinho aqui, ó.
Que filha da puta! Ele fazia isso?
Eu vi, eu vi dizer. Não sei se é verdade, eu vi dizer.
Ele trocava o relógio para o cara fazer o pace para ele? Porque tem, como é que é, a turma do, tem a turma do pedal e aí a galera do running.
Dá para ver que eu não sou dessa galera, né?
Então acho que Eu também, eu também, eu também não sei se ele fazia isso, cara. Será que ele fazia?
O cara mentia até no relógio para pegar a Suíça, irmão.
Agora ele botou todo mundo para lá, né?
Todo mundo.
Endonismo em alta.
Eu acho que o jogo dele era tão assim de fome de dinheiro que não valorizava o dinheiro, sei lá o que ele fazia, porque Dinheiro não vale nada, o que vale é o quê?
É o acesso. Acesso é tudo.
Poder, poder, poder.
Pô, queria muito agradecer a presença. Eu que agradeço, meu camarada Ricardo Nunes. Então dá um recado, vamos lá, para galera.
Que dia que é o curso?
O RGV acontece todo mês, todo mês, todo mês. Aqui tá a data: 29, 30 e dia 1º de outubro. Mas todo mês Praticamente acontece aqui em São Paulo 3 dias.
Se o pessoal entrar no teu Instagram, consegue ver.
Ricardo Nunes Eletro, vai lá. O Eletro não pode sair nunca, né? Ali, ó, lá ele vai entender.
Já começou, na verdade, né? Que a gente vai com a— já começou, tá aí, ó.
É isso aí, ó.
É isso aí.
Todo mês tem RGV 2.0, método para você que aí tem uma máquina de vendas, uma máquina de vendas.
Tem que ter cuidado.
E detalhe, por aproximação, você tem que botar aquela camisa com símbolo do NFC aqui, absorção por aproximação, né? Porque a máquina de venda hoje é por aproximação, é uma seller machine, né?
Seller machine, né? Já bota em inglês que aí fica mais high-tech.
E o meu querido Léo Costa que tá aí, ó, cadê o evento do Léo aí?
Exato, o evento do Léo Costa.
Vocês vão agradecer a minha presença também? É só do Ricardo?
Muito, muito.
Só passar por agradecer a sua presença, cara. Obrigado, viu, pessoal.
Expande as suas ideias, irmão.
Você é sensacional.
Valeu, é um sonho estar aqui, tá? Isso aí era uma coisa que eu botei no meu quadro da lei da atração lá no início do ano.
Isso aí, bola. Vamos começar a vender sonho agora também.
Agora vai minha mulher comprar marmita, ela tá precisando.
Boa, boa. Ela acompanha bastante esse conteúdo, né?
É a marmita aí com frases motivacionais dentro da marmita.
Com certeza. Esse lance do branding da frase motivacional ajuda.
É, você vai comprar mais. Você vai colocar um papel ali para abrir. Não tem o biscoitinho da sorte chinês que você tira uma frase? Número e frase, número e frase. Agora vamos fazer isso dentro da marmita.
Boa, boa. Eu só não trouxe para vocês o jejum em pote porque esgotou, né? Eu fiz 3 unidades, vendeu na hora, e agora eu tô no processo de reprimir a demanda.
E a foto da avó, né?
Sabe o que é importante? Um cálculo de quantas calorias você deixou de consumir.
Exatamente.
Você compra um estrogonofe imaginário.
Quantos? Quantos?
Não é imaginário.
Não é imaginário, não é sensação, é que a mentalidade, ó, é o o estrogonofe, cara.
É um jejum, é o jejum, é isso aí.
Então o meu show, dia 8 de outubro, às 20 horas, link lá no Leo Cosmo Mediante, tá na bio no Instagram, todas as redes, Leo Cosmo Mediante, tá na bio, tá na bio, tá na bio.
É uma boa, tá na bio.
Cadê os convites?
Você falou que ia entregar os convites, é digital. Ah, tá legal, manda aqui, ó.
Só que é puro airdrop. Exato, é puro airdrop.
Você vai lá, Ricardo, vai chegar, já vai no seu email. A gente pegou teu lead ali na frente.
Eu quero agradecer o convite novamente com vocês.
Obrigado, irmão.
Uma honra.
Aí vocês ganharam o programa hoje, hein?
Muito legal.
Acho que engrandeceu a nossa audiência, né, querido Marcos?
É muito legal.
É isso aí. Abraço, galera. Até a próxima.
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