EP 793 - REPÓRTER TOURETTE E FELIPE MOSK
Samuel Santos, o Repórter Tourette, é humorista, repórter e criador de conteúdo que conquistou o público ao unir humor e conscientização sobre a Síndrome de Tourette em entrevistas cheias de autenticidade.Felipe Mosk é humorista, comediante de stand-up, roteirista e produtor. Com um humor baseado em histórias reais e situações do cotidiano, ele também esta a frente do projeto Na Budega.
- Síndrome de TouretteTiques vocais e motores · Diagnóstico tardio · Relação com perda de visão · Tratamento e adaptação · Ecopraxia e Ecolalia
- O valor dos cobertores e enxovalCusto de vida e mobiliário · Airbnb e aluguel de imóveis · Ceará
- O papel do 'campeão' no desenvolvimento de um comedianteTrabalho como roteirista · Influência de Ceará na carreira · Produção de conteúdo e edição · Ceará
- Relacionamento OnlineTinder · Grindr · Gaydar · Casamento e divórcio
- Ser brasileiro no exteriorLugares preferidos para morar · Gastronomia local · Maceió · Fortaleza
- Possíveis causas do acidenteAcidentes de trabalho · Recuperação e resiliência · Queda de telhado
- Problema de saúde e aspiração bronquialSequelas de saúde · Comparação com COVID-19 · Fernanda Young
- Polícia e cultura periféricaAbordagem policial inesperada · Reação policial à síndrome · Entrevistas com policiais
- Experiências em call centerLidar com clientes e colegas · Adaptação e humor como defesa · Entrevistas de emprego
- Viagens e PerrenguesProcesso de obtenção de visto · Entrevista e aprovação · NBA · Kings League
- Relação com Ceará e Magia do BotecoSaída do projeto Magia do Boteco · Acusações e descontextualização · Impacto financeiro e pessoal · Ceará · Lelê em Miami
- Orgulho e humildadeViver offline vs. online · Humildade e simplicidade · Síndrome de Tourette e fama
- Humor e saúde mentalConscientização através do humor · Lidar com o preconceito · Humor como ferramenta de adaptação
Uau, uau, querido Marcos Chiesa! Estamos ao vivo, mais um TikTok. Uau, uau, os lelé que estão aqui hoje, tá ligado? Hoje é aquele programa que você sai e vai fritando para casa. Eu já Tô no modo cansado de trabalhar que nem um maluco.
Repórter Turei Moschi, meu amigo.
Felipe Moschi aqui hoje.
É maravilhoso.
Então você pode, por favor, inscreva-se no nosso canal. Inscreva-se no nosso canal, já vai aí, já dá aquela curtida, aquela compartilhada. A gente quer você aqui com a gente. Temos a plataforma, temos tudo aqui para você. Faça o que você quiser, meu velho. Nós estamos aqui, tá bom? Lembrando que eu vou estar em Porto Alegre.
Bate, bate!
Como é que é? Bate, bate, bate!
Aí, cala a boca! Desculpa, perdão.
Aí, dia 31 eu vou estar em Porto Alegre, nessa sexta às 8 da noite, no Teatro Henriques.
Imperdível!
Dia 1º em Bento Gonçalves e dia 2 Caxias do Sul, domingo, na Ux aí. Então espero vocês aí, meus queridos. Quer comprar seu ingresso? O link tá na descrição. Corra, tá certo? Para você conseguir assistir espetáculo. E lembrando que agosto vou estar em Campinas, boletar, fechada. Tem um monte de agenda nova chegando aí.
Que coisa boa! Aí sai boa, fechado.
22 e 23 de agosto estarei em Campinas, no Iguatemi, lá na Oficina do Teatro, Teatro da Oficina. Isso, tá bom?
Boa!
Hoje recebendo Felipe Moschi e o nosso querido, né, nosso querido repórter Toretti. Como é que é o seu nome? Samuel Samuca, nosso querido, um beijo para você. Você assistia muito a Xuxa, brother?
Cara, não sei até hoje de onde vem esse tanto de beijo, cara. E eu me incomodo demais.
Pode levantar o microfone assim?
Nunca foi carrossel não, que o carrossel ele fica, né? Carrossel, carrossel. E foi carrossel, cara, porra, cresceu na carroça, né? Exatamente, o cara puxa ali.
Antes era pior, eu mandava beijo para frente assim, ó.
Não, calma, calma. Mas nunca ninguém quis te agredir, irmão?
Não.
Você mandava pra mulher de alguém?
Eu já, eu já.
Tipo, a mulher de Adem também não? Não.
E o Batesé, por que que veio Batesé?
Você acredita que não tem uma história por trás? Tipo, eu tava lá em Porto Alegre, eu viajei muito pra Porto Alegre, mas eu peguei no Rio de Janeiro o Batesé.
Cheguei no Rio... Porque geograficamente o tique dele não sei o quê.
Ele lá...
Deu no Rio.
A merda deu no Rio.
Treinada, bem treinada. Conta aquela do uau que tu foi no Top.
Do banheiro do shopping. E eu tenho esse tipo de falar uau. Não, eu fui dar uma mijada, né? Quebrar um litro. Aí a hora que eu cheguei, passei pelo dormitório assim, tinha um negão mijando. Eu olhei para ele e tipo, meu uau é assim, ó, uau. Eu falei uau, olhei para o negão assim, ó, falei uau. E hoje é pior ainda, que eu não tenho falado alto tanto, mas eu mando muito beijo. Aí eu entro no banheiro, tá cheio de macho lá, eu mandando beijo pra todo mundo.
Puta, mano, situação iminente.
Aí a gente ainda não identificou o que que é tique e o que que é fetiche.
Ah, não dá pra saber ainda.
Não dá pra saber, sabe?
Como é que resolve, né?
Como é que resolve?
Você tem razão.
Não é?
Você tem razão.
Tô te falando, ele tem razão.
Não dá pra saber.
A gente não sabe o que que é tique e o que é fetiche.
E agora?
Mas tu falou do bate, a gente tava falando aqui antes de começar das gírias do Piauí. Guri, guri dos guri da ilha, e o manezinho da ilha, que o carioca imitou igualzinho.
Manezinho da ilha foi tudo assim bonitinho, os guri, os guri dele que é nascido lá, isso, quem nasce na ilha de Florianópolis e geralmente tem descendência dos açorianos, tá ligado?
Açorianos é que são os portugueses da ilha, é tipo, eu sou paranaense, eu sou paulista, nasci em São Paulo, quem nasceu nessa ilha chama-se manezinho da ilha, de Santa Catarina, Florianópolis nativo, que fala, que fala desse jeitinho, tudo bom?
Como é que tá?
Manezinha da ilha.
Nossa Senhora, é Manezinha da ilha.
Eu achava que era quem surfava.
Manezinha, quem nasceu mesmo na ilha de Florianópolis.
Eu achava que era quem surfava.
Ah, desculpa, caralho!
Como é que abaixa?
Eu vim sentava aqui.
Quer abaixar um pouquinho?
Aqui. Você imagina dividir o quarto de hotel com esse cara?
Você tá dividindo o quarto de hotel com ele?
Parece que tem uma sala lá.
Você tá dividindo?
Os vizinhos falando: é suruba a noite toda.
O moço que tá mandando manjuba nele.
Não, e ele tem um tique, ele tem um tique, viu? Ó, Como é que é? Não, aí, ó, ele não consegue, pô, não tocar no outro braço.
Não, não é que não tocar no outro braço, eu tenho TOC. Eu não sou diagnosticado, né? Eu só falo que é TOC para identificarem melhor, melhor. Mas se tocar em mim em algum lado, eu tenho que tocar do outro também.
Então tenta mais uma vez espelhar.
Não, sempre vai.
E faz sambinha.
Eu tenho que fazer exatamente o que fizeram.
Olha que doideira! Então ele, quando ele for fazer o exame de TOC, vai ter que fazer duas vezes. Não, porque já é no centro, né?
O médico vai, depois faz ele.
Deixa que eu vou resolver.
Que loucura, hein, brother.
Que situação.
E quando é que você descobriu?
O toque?
Não, o Tourette. O Tourette. Quando é que foi diagnosticado o Tourette?
Diagnosticado em 2024.
Porra, demorou tudo isso?
É, demorou. Eu passei todo esse tempo sem saber. Não, eu sabia o que era. Fui diagnosticado, fui num profissional e fui diagnosticado. Peguei o laudo. Porque nós participávamos de muitas, de muitas reuniões. Aí então a empresa me orientou, eles não disseram, ó, você tem que fazer, eles me orientaram. Vai lá. É, ó, Samuel, acho que é melhor você ter um lábio.
Mas quando você era criança, Muca, era a mesma coisa ou era mais leve?
Eu não tinha.
Você não tinha?
Não, não tinha. Eu fui ter depois dos 20.
Que loucura, irmão.
É, que não é normal.
É muito louco isso.
O psiquiatra disse que pode ter sido por conta que eu perdi a visão com 19. Aí foi nessa, tipo, foi no finalzinho do 19, do 19 para o 20 começou, começou. Que loucura isso! Os tiques começaram.
E tu não conta quantos anos hoje?
Quantos anos?
Tenho 29.
Então há 9 anos apareceu do nada?
Sim, do nada.
Você não tinha tique nenhum?
Que loucura, meu!
Tu não conta? Num intervalo de 4 meses eu já era cego e tinha Tourette.
O Dileira fala que ele é desde criança.
Desculpa.
O Dili era fraco desde criança.
É, a síndrome de Tourette é um transtorno que aparece, é que nós nascemos com a predisposição genética e ele aparece geralmente na infância, entre os 7 a 11 anos ali. Pode acontecer na adolescência e raramente dá para fazer.
Uau, para fazer luta tem Tourette?
Não tem o laudo. Mas e o soco?
É que eu tomei um soco e fiquei cego.
Pô, que Quem te deu um soco, cara?
Um primo meu.
Ah, que primo legal, velho.
E acabou desencadeando os superpoderes dele, cara.
Mas por que que ele te deu um soco, irmão?
Então, eu cheguei, na verdade ele chegou bêbado na frente de casa, ele me chamou, eu abri o portão e pá, tomei. Foi um só, não foi nenhuma briga. Foi falar, foi numa briga? Eu falo, não, briga é quando os dois se atracam lá, né? Foi só—
Também tomou um soco, Mosca?
Não, não, eu já dei um soco. Que isso? Meu olhar preto assim, mano, todo mundo Todo mundo, e aí, tiazinha?
Eu tô tentando até hoje pegar a Tourette. Toda semana ele pede pra alguém dar um socinho.
Depois que eu vim aqui, todo mundo me chama de tiazinha. O porteiro me chama de tiazinha. E aí, tiazinha? Ei, velho, baixa a bola aí também. Mas aí, toda vez que ele foi, que ele— quanto tempo tu escondeu ele? Porque ele escondeu. Eu gosto dessa história.
Ele escondia até começar a ir nos podcasts. O povo perguntou, eu comecei a falar.
Mas esconder?
Não, ele escondeu que era cego.
Não, na minha família ninguém sabe. Que eu sou cego. Só sabe se tiver assistindo agora, mas não sabe. Minha mãe não sabe até hoje que ele é cego. Meu pai não sabe.
Você tá sabendo agora?
É, não, meu pai e minha mãe não assistem.
Como chama o vagabundo, seu primo?
Eu não queria falar.
Então tá bom. A gente é assim, a gente é xingar eles. Sou vagabundo.
Será que foi o soco que desencadeou o carrete?
Não, deve ter ajudado. Deve ter ajudado.
Porra, que sofrimento, cara. Por não ser uma parada normal, o psiquiatra falou, Samuel, pode ter sido por conta do trauma. É que eu tenho uma cicatriz em cima da retina. Tipo, eu não sou aquele cego que não enxerga nada. Eu enxergo, tipo, 95%, porque não dá pra identificar nada. Eu não consigo identificar. Eu sei que tem alguma coisa perto de mim, eu não consigo identificar o quê.
Você vê um vulto.
Isso.
Não, mas assim, pelo que eu já operei o olho...
Bate! Para.
Eu me assusto, eu me assusto.
O outro olho compensa, né? Dá uma compensada.
Não tem cirurgia nada.
Você acredita que o oftalmo— eu já fui em 4 ou 5 oftalmos, eles disseram— porque eu falei, ó, eu acho que eu preciso usar óculos, o meu olho dói demais, por isso que eu fico assim. Você olha para mim, eu tô assim, ó, porque dói, porque eu fico assim, meu cozinho pretinho. Desculpa, porque ele fica vesgo, fica vesgo. É, ele fica vesgo do nada. Eu tô aqui falando com vocês e tô olhando para câmera aqui falando com visual.
A Ju não acredita, é que ela não conhece o PCO.
Olha que ela conheceu.
Aí ele disse assim, não, não existe.
Não, cala a boca. Não, não. Aí o oftalmo disse que não tem o que fazer e não precisa usar óculos porque minha visão da direita enxerga perfeitamente, compensa. Aí eu falei para ele, eu falei assim, mas aí Eu acho que é por isso que minha visão dói, minha vista dói, porque o olho compensa. E não, o olho continua enxergando da mesma forma de sempre, ele não precisa se esforçar pra enxergar porque o outro não enxerga, entendeu?
É, ele compensa, cara.
Isso que ele me disse.
É, leva um tempo, né? Lembra que quando eu operei...
Bate! Para, Samuazinho.
Você ficou galo cego.
Eu fiquei com um olho 6 graus de astigmatismo com hipermetropia e zerei esse. Era uma cirurgia, eu operei os dois olhos. Era pra operar um, depois operar o outro. O médico falou, ah, deu rápido e vou fazer o outro.
Opera os dois.
Deu errado.
No primeiro momento, a córnea, então eu tinha que bater. Eu bati nas coisas, velho, no começo. É isso, eu dava na porta, pá, sabe?
Ia passar no lugar, a profundidade, você perdia no primeiro momento.
Não, aí ficou meio descompensado, eu fiquei com 6 e 0. Imagina, eu fiquei quase louco, eu tive que arrancar a lente desse óculos.
É que o meu foi engraçado, meu era pouco, não era muito grau, mas quando eu operei miopia O Dr. Reais falou, vou operar um olho teu para longe. Então vamos ver, pode ser que o outro compense, você não precisa operar o outro. E compensou.
É muito louco.
Aí meus dois, eu enxergava de beleza com os dois olhos, porque um ele operou um e aí acabou ajustando.
E se adapta, é o cérebro do caralho.
E aí hoje voltou de vermelho.
E aí eu operei 3 meses depois Cara, em 99, isso aí há 26 anos atrás.
Você operou com bisturi?
Com laser.
Até eu já era meio lasique.
Bisturi? Eles faziam com bisturi?
Antigamente era bisturi.
É, eu operei com lasique. Lasique, que deve ser até hoje o lasique ainda, né? Eu operei com laser também. Obviamente mais aperfeiçoado. Mas eu lembro, cara, que no começo tava difícil, mas depois foi adaptando.
Mas essa questão da profundidade é muito real. Eu não tenho noção de profundidade e sou goleiro.
Mas aí... Melhor que ele, que é cirurgião plástico. Melhor que ele, velho.
Não é goleiro, sou goleiro.
Você toma bolada na cara, irmão.
Na cara, na nuca.
Já pensou a bola vir, ele—
Goleiro com Tourette e cego do mundo.
Imagina, o VAR vai chamar toda hora a FIFA, mano, expulsar aquele menino assim, cara.
Goleiro cego do mundo.
Mas essas informações, tô me sentindo tão confortável agora de saber que você tava fazendo curva a 120 naquele seu carro, Dini.
Ele dirige normal, assim, normal não é bem a palavra, mas eu dirijo tranquilo.
Mas você não vai querer um louco.
Não, não vai. Aquelas conversas, 120 que mostrava no painel, a síndrome de Tourette. Eu falei, você não tá com sono não? Ele é o Tourette.
Não, mas aí a gente acaba prestando muito mais atenção.
Claro, eu me senti muito seguro.
Se bobear, você deve ter até menos tique de Tourette quando tá assim. Ou não?
É, dirige, não é? Eu não posso colocar música no carro. É, se eu colocar música, aí ataca.
Vocês vieram, vocês vieram de onde?
Puro fogo, santo e poder.
Eu tô aqui, ó.
Quanto tempo de estrada? 7 horas sem ouvir música.
Sem ouvir música.
Ele deu assim, só um outro contando história e outro bota o fone.
Eles têm a síndrome de TikTok, ele tem, que se ele escutar música, larga o volante. Não, e já era em curva.
Às vezes eu bato palma.
Isso que ele fez, foi? Ele bateu palma, mano.
É, tô dirigindo, pá, bata uma palminha.
Os anjos não entendem nada, os anjos não entendem nada. Ele tentou segurar, tá ligado? O que que ele tava falando? O anjo da guarda do cara ia batendo palma a 100%.
Não entende, já pega no volante assim, né? Cara, mas é que loucura, irmão.
Mas é justamente por isso que a gente consegue se adaptar melhor às coisas. A gente tem que prestar atenção 10 vezes mais do que vocês.
Exatamente.
E eu nunca tive nenhum acidente, porque ainda bem.
É, não, aquele, aquele do, do cara mais famoso do mundo que tem Tourette, por que que ele não pode se— ele tem qual é a religião dele?
Ah, o muçulmano lá é o Muqul Tourette.
É o que se benze. É, cara, ele é maravilhoso aquele cara.
Que deve ser um inferno. E ele bebe, ele é muito.
E dá beijinho no microfone.
Ele faz as suas coisas, as Receitas também.
Ele faz receita, cara.
Imagina cozinhar aquele tarrã, maraca. Mas dele é brabo, o Tourette dele, meu.
É brabo muito.
Tem uns níveis, Samuel? Tipo nível?
Não tem, não é, não tem. Digo assim, o médico não fala, ó, o seu nível é 3, Super Saiyajin 3. Tourette é Tourette. Só que a gente sabe que tem a intensidade.
Que aquele cara fazendo comida, ele pega, ele esmurra as coisas.
Ele é pior do que eu. Aí tem pessoas que são muito melhores que eu. Porque a maioria das pessoas com Tourette, tem gente que julga e fala assim, ah, se encontrar um cara com Tourette assim, eu vou fazer não sei o quê.
Eu vi outro dia uma menina, não sei se você viu.
Ei, meu cozinho! Desculpa.
Eu vi uma menina outro dia, não sei se você viu no Instagram, uma alemã que tem Tourette, mas o dela é feio. Ah, eu vi. Ela manda uns Hitler.
Hitler!
E ela tá falando, Hitler!
Os cara, ela manda uns puta Hitler do nada.
Do nada, do nada.
Aí, tadinha, tem Tourette, já vê que é uma vergonha.
É foda.
Mas a maioria das pessoas que tem Tourette Os tiques são vocais, são vocais, são mais assim, ó, fazer assim. Tem muito, e só de bater o olho a gente vê.
Mas você pega coisa nova, irmão?
Tipo, é tipo, qual a novidade da última vez?
Alguma coisa aconteceu aqui, você pode pegar?
Posso, mas não vai aparecer agora. Que pode acontecer agora? Que pode acontecer agora é que existe uma parada chamada ecopraxia, que você realiza um movimento e quem tem O sintoma da eco.
Entendi.
Dá uma demonstração assim para ele, ó. Presta atenção na gente, ó. Ó, vai, bola. Faz assim, ó. Pera aí, faz assim, ó. Isso.
Aí eu boto ele dirigindo ele desse jeito assim, né? É, o cara tá se lascando.
Vamos ver se vai dar isso.
Quem tem eco, quem tem ecopraxia, é na hora, tipo assim, do nada, ele repete. Eco é de repetição. Praxia é movimento. Aí ele repete o movimento.
É com aquele delay, é tipo um—
Aham. Aí ele repete o movimento, mas é na hora. Aí tem a ecolalia, que repete o que você falar. Às vezes você fala alguma coisa e eu repito na hora.
O papagaio, será que tem Tourette?
Pode ser.
O papagaio tem Tourette?
Repete, velho.
É, o papagaio tem Tourette, né?
Dá um recado rápido aqui pra você que tá assistindo a gente. Coisa rápida.
Coisa rápida.
Cultural.
Presta atenção, o Shopping Cidade de São Paulo tá rolando a Casa da ProSógia, tá?
Imperdível, rapaziada.
Isso, pra você conhecer tudo que a Sógia tem de legal.
Milho.
Isso aí, Casa Pro Soja. Não sabe?
Vai aprender então.
Então é muito legal, vai conhecer, tá lá até sábado. Aproveite, você que tá aí por São Paulo, Shopping Cidade de São Paulo, Casa Pro Soja, lá na Praça Central. Você vai conhecer tudo que nessa casa é feito pela soja e pelo milho, tudo que o agro brasileiro produz que você nem imagina. Você acha que é só óleo de soja ou só milho para pamonha e pipoca?
Não, não.
Tem tudo que tem, basicamente muitas coisas ter na sua casa.
Venda, entrada, exato, cozinha, isso, quarto, banheiro, isso aí. Aí você, em cada lugar, tudo que você tá vendo aí em cima da mesa é produzido com soja e com milho. Tem soja e milho no meio, isso aí. Remédio, desinfetante, eu não sabia. Então foi muito legal visitar a casa.
Vai lá, pega seu filho, sua família, até sábado a Casa ProSója tá lá. Você vai conhecer, eles vão explicar tudo direitinho, sustentabilidade, tudo legal, cara. Que os produtores da ProSócia Mato Grosso fazem. Então essa casa é bem legal e é cultural e educativa, tá certo, Boletá?
Bom, mandou bem, carinho. Então é isso aí, leve a família. Susto da porra, velho!
Ô louco, eu tava segurando aqui para não atrapalhar. Obrigado, obrigado.
Ô, Moaschi, como é que você tá, meu velho?
Eu tô vivendo e achando bom.
É, você tá bem?
Tô bem, tô bem. Como que tá? Mas é, o nordestino vive à base de traveco.
É mesmo?
É comida típica que fala. E o travesti de Curitiba é o mais procurado porque por causa do frio aí.
Que bicho que gosta!
Você tá morando lá?
Moro em Cotiriba lá.
Tá morando lá?
Tô lá, não conseguiram me arrancar de lá.
Vou tocar naquele assunto, pode?
Que assunto? Você sabe, né? Não sei. No chat botaram superchat a R$150 hoje, né? Você quita tuas contas.
Daqui a pouco você pode mandar sua mensagem entre nossa plataforma que tá aí. Pode mandar, pode mandar. Daqui a pouco nós vamos liberar o telefone para você também, então aproveite, entra aí. Plataforma, tem um link aqui no chat. Mas não, eu, eu assim, eu não falei contigo, eu não falei contigo, mas quando aconteceu a parada com a Emerson, eu tentei ajudar de alguma forma, entendeu? Porque eu fiquei triste por vocês terem se separado.
Foi um baque absurdo, né?
Eu fiquei triste, cara, porque eu acho que vocês combinam tanto, e às vezes Galera fala demais, vê você que você sabe como que é, né? Então, mas aí tá difícil. O que que aconteceu, cara? Por que que, porra, eu não queria que vocês— vocês, puta que pariu! Eu fiquei triste com a separação de vocês.
Eu costumo dizer, cara, que ninguém ganhou nada com a minha saída. Ninguém ganhou nada, nada. Sabe o que é nada? Ninguém ganhou, ninguém ganhou. Todo mundo perdeu. Se você parar para ver, tipo assim, é até agradecer vocês pelo espaço que vocês— porra, chegou um convite daqui para vir, eu fiquei de cara demais. Por que que você ficou de cara.
Como assim?
A gente gosta, você é nosso amigo, eu é minha ação também.
Não, amei, amei.
A gente aqui não tem nada a ver com isso, não tem, entende? Mas ao mesmo tempo, eu, por exemplo, queria muito que isso não tivesse ocorrido.
Eu fui, foi um susto, até porque você vira meio que um leproso, né? Eu nunca tinha passado por isso, cara, imagina. E aí eu nasci fazendo piada, fazendo minhas piadinhas, contando minhas histórias, um travesti aqui, ali, um feijão tropeiro, um negócio, né? Mas assim, cara, pegou pegou tudo, todo mundo de surpresa. Eu, por exemplo, assim, a galera sempre fala assim, ó, Mosca, mas por que que acabou? Aí eu sempre falo assim, cara, você tinha que saber como que começa, como que começou, por que que deu certo.
Eu ouvi isso de um cara, ele falou, sabe por que que deu certo vocês dois? Porque tinha amor na mesa. Você amava o Ceará e o Ceará te amava. E era real, a gente era fã um do outro.
E ele foi um cara muito importante na tua vida, né, cara?
Mudou minha vida, porque era Uber, né, para caramba. Assim, eu faço comédia, é porque tipo assim, eu agradeço até o espaço, porque assim, a galera acha que eu virei, Fiquei conhecido, óbvio, na Magia do Boteco, mas eu faço comédia desde 2018, fazendo show de stand-up, né, fazendo show para o lanche, pão com frango. O cara que faz stand-up é mesmo, foi lá, não, lá foi. Só que assim, eu já abri uns shows do Ceará, né, já abri uns shows do Ceará lá em Curitiba, não, em Brasília.
Eu moro ali em Brasília. E a minha relação com o Ceará, ela começa com admiração muito grande. Tipo, eu vi o Ceará, o Ceará, eu já falei isso aqui, o Ceará tornou o sonho possível. Caraca, com Ele consegue, pô, tu conseguiu mudar a vida da tua família, pô, será que eu consigo isso também? E aí um dia eu conheço o Ceará, e tipo, Ceará, a gente, a gente tinha um respeito, um carinho um pelo outro. Mas uma coisa que era muito doida era, sabe o quê, que a gente tinha divergências, tinha, sabe?
Por exemplo, uma das primeiras, o Ceará queria muito que eu fosse embora de Brasília. Vai embora daqui, mano, vai embora desse lugar, cara, esse lugar tu não vai fazer nada aqui. Só que ele nunca me chamava para ir, sabe? Você tava apontando, não apontava a direção, mas não ajuda. Foi na época que eu falei que eu quase ia morar dentro comprar um carro aqui em Curitiba, lembra que eu falei? Então eu não sabia para onde ir porque a comédia não dava.
Aí passou um tempo tal, e aí ele me contrata como roteirista, cara. Isso que eu tava lembrando ali para você ter ideia. E tipo, a comédia é— todo artista tem seu ego assim, mas a comédia, cara, parece que fere o ego de algumas pessoas. Eu comecei a escrever para o Ceará e eu lembro a primeira vez que tentaram me queimar para ele. Olha só que loucura! E eu nem morava em Curitiba ainda. Eu escrevi uma piada para o Ceará. Olha só, na verdade eu tinha essa piada que eu Eu nunca tinha visto um Apple Watch.
E o Apple Watch, o amigo meu tinha, e caraca, que legal, mano! Aí tem um sensor de queda no celular, no Apple Watch. Olha que doideira! E aí eu falei assim, sério? Como assim? O que que tem a ver? Ele falou, não, é porque se o coroa cair, ele muda o batimento, ele avisa a polícia, os bombeiros. Aí eu falei assim, pô, porque foi feito na gringa. Se fosse feito no Nordeste, quando o véio caísse, ele dava um grito e depois ligava, porque o Nordeste não tem isso de E aí nós contando, não sei o quê, o Ceará, porra, que piada da hora, tal, não sei o quê.
Pô, fez essa piada, porra, massa para caramba a piada. Pô, eu vi tipo a plateia rindo, eu, caraca, mano, será que eu dou conta, velho, de viver disso um dia? Imagina viver disso, nome do meu solo, por isso que chama. E aí beleza, eu tô em casa de boa uma vez, aí conversando com o Ceará lá, tipo jogando Fórmula 1, e aí chega o Ceará, fala, pô, os cara falou que tipo tu tá copiando piada gringa, velho, tá traduzindo piada E isso para um roteirista e comediante é um crime, não é?
Depende, mas ela traduzida no pé da letra, né? Tudo depende, né? Aí o que que acontece? Eu falei, ué, mas como assim? Aí ele não falou o nome de quem tinha falado. Porra, eu conversava com um cara que era amigo dele, eu não conhecia o cara, mas eu conversava com o cara todo dia, pô. Aí o que que aconteceu? O cara falou, olha aí, mandou um vídeo de um gringo fazendo essa piada. Só que o cara não fazia essa piada, o cara fala, tem um Apple Watch.
E o cara fala, pô, Apple Watch me diz como eu tô. E o cara falava, porra, eu tô com Rolex, eu não preciso te dizer como é que eu tô, eu tô excelente. E aí, tipo, aí eu falei, pô, mas quem aí, o que que eu fiz, mano? Eu fiquei muito triste, eu falei, cara, será que a piada era diferente? Era muito diferente. O que que eu fiz? Eu fui na data que eu fiz a piada, que eu coisei, e falei, eu fui atrás do gringo, eu nunca achei. Achei o vídeo, o cara tinha postado o vídeo no canal perfil dele oficial 4 meses depois.
Eu mandei para ele, eu falei, aí, irmão, aí tem uma música que fala que a mente é talentosa e logo assim. Então, tipo, eu falei, mano, fala para galera, vocês não dá conta de fazer piada, eu dou conta. Aí, tipo, gerou aquele murmurinho de tipo Tipo, pô, eu nem cheguei lá ainda que ele já tinha me convidado, os cara já estão tentando me queimar. Então eu fui para Curitiba nesse sentido.
Inveja.
Exatamente, cara. Então quando eu chego lá, cara, porra, mano, eu e o Ceará, a gente deu muito certo, porque tipo ele era um cara que tipo era, eu lembrava o Ceará de histórias. Tu vê como que era aqui, ó, puta, eu era o gatilho na cabeça dele. Tanto que eu falo do Ceará nos lugares, o pessoal fala assim, mano, eu tenho admiração para o Ceará. O meu único contato que nunca me bloqueou de quem trabalhava com a gente foi o Ceará.
A gente vê, vê os status um do outro, tá ligado? Então, tipo assim, eu nunca bloqueei o Ceará.
Você deu oi? Já deu oi depois disso?
Eu mandei uma berinjela e um foguinho. Mandou?
E uma aguinha.
Sem perguntar, ele é viadado?
E ele mandou uma merda.
Diga churrasco.
Mas, porra, você falaria com ele?
Muito. Tanto que eu sempre falo, tipo assim, o Ceará, eu deixei, eu mandei mensagem para ele depois. Eu preciso deixar essa porta aberta, sabe? Saca? Só que assim, eu tinha um convívio com ele, o programa virou um sucesso. Só que as pessoas que viram, mano, as pessoas que viram, bola, a gente, a gente se ferra. Eu me ferrando, pô. Cheguei em Curitiba, morava só, pô, no frio do caralho. Por exemplo, a galera tirou muita coisa de contexto, áudio fora de contexto, porra.
Eu já quis desistir várias vezes, pô. Eu já quis ir embora de Curitiba. Eu cheguei em Curitiba morando sozinho, passando frio, fome, tipo fome não, mas eu digo assim, frio. O nordestino sempre fala, mas era assim, eu não tinha, pô, eu morava, Curitiba é caro. Eu até racho o bico de rir do Ceará. Ele vem para cá, para Curitiba, que é barato. Barato. Quando eu cheguei lá, o preço da gasolina quase 7 conto. Ele falou, é barato para mim que tem dinheiro.
E aí eu, pô, começo, tá ligado? Então quando ele vê a situação que eu chego, aí o Ceará fala, mano, o que que você tá precisando? Aí a gente teve uma discussão uma vez, eu com 40 dias, a gente teve uma discussão porque o mesmo cara tentou me queimar no Ceará, pô. O mesmo cara invejoso tentou me queimar, falou, pô, tem que ter cuidado com esse cara. Aí eu, pô, provei para o cara.
Ele trabalha com Ceará hoje em dia?
Não trabalha.
E aí ele quer então esse trouxa?
É porque tipo assim, bola, Você, você tem um podcast de sucesso, você tem um podcast de sucesso, esse é meu advogado, ele tem um podcast de sucesso, você lembra as pessoas que são frustradas de que elas fracassaram, você entendeu? Eu sempre, a gente, o Ceará já falou emocionado uma vez, a cadeira do lado do Ceará sempre teve vazia.
Mas é tão legal você lembrar a pessoa do jeito que ela fez sucesso, não do jeito que ela fracassou.
Pois é, cara, é difícil, é difícil.
Mas aqui o chat, a galera tá na bronca, né?
Muito.
Mas por que que você tá com tanto hate assim, cara?
Porque se eu tivesse feito o que as falsas acusações disseram, porra, eu tinha que ter me fodido mesmo, cara. Eu não estaria sentado aqui se eu fosse o cara que a galera acha que eu sou. Eu não estaria, vai me desculpar, eu não estaria. Eu não hypei, eu não sei, tá ligado?
De verdade, a gente nem sabe direito. Eu só vi, sim, sim, mas eu agradeço pelo fato do Ceará e fiquei triste. E o impacto do vídeo dele, não quero saber, cara, no sentido de que, porra, problemas, amigos, relacionamentos, casamento, Cara, é uma coisa de louco.
O primeiro vídeo que eu vi de você, já falei que não, você tem que trazer eles aqui.
Pô, eu fiquei tão feliz, mano. Eu sempre falo, quando eu comecei, quando eu comecei a fazer meu, editava meus próprios vídeos. A galera fala, o Mosca gravava e ia embora, porque eu editava meus próprios vídeos. Eu não tinha editor não, irmão, eu editava. Eu edito até hoje. Tipo assim, ó, as pessoas falam, ah, porque o Mosca gravava aqui e ia embora depois. Eu faço meu logo, mano, eu ia trabalhar. Eu, sabe qual é a melhor hora para o editor?
É de madrugada. Eu editava até 6 horas da manhã e postava meus vídeos. Eu achei muito engraçado quando os vídeos começou começava a viralizar, eu tava sempre dormindo, pô, porque eu programava meio-dia, eu acordava 2 da tarde. O, poxa, um monte de seguidor! O que que você acha disso, mano? Aí eu ia ver que o vídeo deu certo, o próprio, o próprio vídeo que tu mais viu. Então, tipo assim, beleza, eu tô fazendo minhas paradas, tal.
Eu cuidava. O que que eu virei, cara? Eu fui contratado para ser roteirista. Só que o que que eu vi? Eu percebi isso. Eu digo isso, eu tenho, infelizmente, é o que tem que dizer, mas eu tenho as provas tudo. Tipo, quando eu cheguei em Curitiba, o canal do Ceará, ele era um canal que era postado Ceará, mas não tinha thumb, não tinha nada. E o Ceará falou, mano, eu preciso botar coisa no meu canal, vamos fazer. Só que o que que eu tinha?
Eu tinha, eu tinha um podcast em Brasília que eu fazia tudo, eu editava, fazia as thumb, e eu passei a gostar. O que que eu fiz, mano? Vamos aplicar o que eu fazia no meu no teu para ver.
Ó, que legal!
Aí ele passou, mano, eu tinha, eu gerenciava o canal do Ceará, o TikTok do Ceará, eu virei o social media.
Devolveu a senha para ele?
Devolvi a senha para ele. Eu tô cuidando da Tuturete agora. E a galera, a galera sempre zoa. Isso é o cara que parou na rodoviária. Ô, mosca, tira uma foto comigo. Eu tirei. Cadê a senha, pô?
Mas você devolveu a senha?
Claro. Mas aí essa parte da senha, pô, eu sempre falo assim, o que que aconteceu?
Eu não sei.
Eu posso contar?
Eu vou contar o que que acontece.
Eu chego em Curitiba, tarará tarará, e eu tive uma discussão com o Ceará muito feia, uma discussão com o Ceará, tarará. E ele me chamou, pô, me pediu desculpa. Eu tenho as desculpas dele, eu até imprimi, ficou ali para tu ver.
Eu não quero ver isso, é triste, é triste, é triste.
Eu não quero. Mas o que que acontece? Aconteceu. Ele me pediu desculpa, 5 da manhã o Serasa pediu desculpa, falou, mano, vou fazer uma reunião com você. Aí chegou lá, falou, o que que tá acontecendo? Falei, não, porque eu fui para Curitiba com dívidas em Brasília, então eu tava pagando minhas dívidas. E aí eu falei, não, mano, é porque eu tô com uns problemas, cara, então eu não quero te envolver nisso. A gente já veio com acordo para cá, eu tenho 40 dias aqui, eu não quero mudar nosso acordo.
Toda vez que eu precisar de alguma coisa, não tem que falar com você não, você não é meu pai. Aí ele falou, não, mas você tá precisando de quê? Eu falei disso. Ele falou, quer mais trampo? Eu falei, quero. O Ceará nem tinha o TikTok dele, nem com ele fica, porque o Ceará não edita, o Ceará é humorista, comediante. Aí a menina que cuidava me ligou e falou, o Ceará falou o que, que quer que te passe o TikTok. Aí ele me passa o TikTok, eu começo a cuidar, porque eu editava o TikTok do Ceará e tal.
Eu fiquei tão feliz, porque eu não sabia como funcionava, só monetiza vídeo depois de 1 minuto. Aí eu contava pro Ceará, ele não sabia também.
É mesmo?
Que massa! Ele não sabia, pô. E aí beleza, como que o TikTok funciona? Ele só paga todo dia R$15. Não sei se tu sabe, tu tem TikTok?
Tem, mas não tem. Até um dinheiro lá para receber, tem que ir lá pegar.
Se quiser passar, aí beleza, eu começo, eu começo, eu começo.
Vou ligar para um cara chamado Emerson, indicação do trabalho. Emerson, tudo bom?
Tem um cara aqui chama Felipe, chama ele de vida, vida, ele já vai saber que foi eu. Aí o que que acontece, pô, eu comecei e o Ceará aí começou a dar bons vídeos que eu editava para o Ceará. Aí o Ceará falou, mano, tu viu que o vídeo bateu 1 milhão?
Continua.
Aí ele falou assim, vi. Ele falou, pô, aí a gente postava no TikTok, no Instagram dele. Ele falou, pô, meu sonho é um vídeo de 10 milhões. Aí eu falei assim, ó, eu vou colocar um. Eu não, ele falou, meu sonho é um de 5 milhões. Eu falei, eu vou colocar um de 10 milhões no teu Instagram. Caraca, tu vai ver, nós vamos fazer uma piada, um acertar uma edição, vai ver. Tem um de 20 lá, que beleza, irmão!
Entendeu?
Mas Instagram não paga, né?
Não paga. Mas se pagasse, meu irmão, tá jogando lá embaixo. Aí por que que deu esse B.O.? Quando Isso, isso é bem, bem louco assim. Por que que dá esse B.O. explicar esse da senha? O que que acontece? Eu cuidava de tudo, será o canal do YouTube, o canal do YouTube, a produtora dele me deu, a produtora dele me deu o canal dele para eu cuidar e tudo, eu que gerenciava tudo. Beleza. Quando eu saio de lá, a alegação do Ceará foi assim, a nossa conversa foi, ó, a partir de hoje você não faz mais parte da Magia.
Eu, o quê? Como assim? Igual nós tá conversando aqui, ó. Falei, por quê? Não, porque disseram que você disse que alguém disse que você fala mal de mim em todo canto.
Disseram que alguém disse que você—
porra, vou dar aqui um ponto, tá? Quem não trabalha com alguém que não fale mal? Desculpa, tá sendo hipócrita. Bola já deve ter falado mal de mim várias vezes.
O que que você fala de falar mal?
Porra, eu tô puto com bola.
Eu não vou te difamar nunca na minha vida.
Sei, mas veja, Bora, Samuelzinho!
Desculpa, o carioca é bem louco. Isso não é falar mal, sério, né? Não, não, não, não, não, essas coisas é normal, é normal.
Todo mundo que tem um relacionamento com a esposa, namorada, chega para um amigo, porra, tô puto com o Fábio, Fábio tá foda, não tô aguentando mais, você tá mala do caralho.
Esse ali vem fumando dentro do carro com os vidros fechados.
Eu falei, porra, gordo, para de fumar, cara.
Então, mas isso aí é É, é, tá inerente ao ser humano, do convívio do ser humano.
O que você não pode é prejudicar o outro, exatamente.
Você não pode difamar a pessoa, desabafar, normal, normal. Meu irmão, descontextualizaram tanta coisa. Ou eu coloquei a mão na cara, velho. Eu queria muito ter esse vídeo, mas foi na casa dele. Eu coloquei a mão na cara, eu falei: como assim falar mal? Não, disse que você fala mal de mim todo canto que você vai. E eu fiquei, mano, eu juro para ti, eu travei, viado. Eu tenho uma foto do Ceará nas minhas geladeiras Pô, mas tem prova disso? De quê?
Que você fala mal dele?
Aí não tem. Ué, aí o que que os cara fizeram? Olha, para você ter ideia como foi tudo tão amado, tudo tão amador. O que que acontece? Os cara fala: não, ele falava mal do Ceará. Me prova aí, me prova aí que eu falava mal. Aí ele falou: não, mas disseram que você disse. Aí eu falei: não, será? Vamos fazer o seguinte. Quem falava? Ele escondeu. Eu falei: faz o seguinte, coloca todo mundo sentado na mesa aqui, bota eu aqui, ó. Se eu não refutar nada que ninguém disse aí, você pode me mandar embora.
Aí ele falou, não, não, Mosca, você não tem que se desculpar não. Aí eu comecei a puxar daqui, puxar dali, puxar daqui, cara, destruiu. Eu escrevia para o Ceará, o Carioca. O Ceará tem uma história nossa que ele conta no Faustão, pô, cara. Eu tenho esse vídeo da minha família assistindo essa história, pô. Para mim é um dos maiores troféus que eu tinha. Falava, caralho, mãe, essa história é tua. O Ceará tá contando, mano. A minha mãe, eu tenho esse vídeo, pô.
Eu tinha orgulho disso. O que é que for dizer para ele? Pô, Mosca chega no lugar falando que todos Não, mano, eu dava direção nas ideias do cara. Tu sabe como funciona o roteirista, não sabe, cara? Claro, o roteirista ele bota as ideias, é igual um técnico.
Caraca, mano, se tu falar isso aqui, mas isso aí, olha só, eu até vou te dar um toque assim. A gente sabe, não precisa também— é assim, cara, é uma dupla. O Bola faz muito por mim e eu faço pelo Bola. Ele fez muito por você e também por ele, entendeu?
Entendeu?
Isso faz parte. Isso é meu, isso é seu, é complicado. É uma dupla. Quando existe uma dupla, não tem autor. Os nós fizemos.
Sim, é isso que eu fiz, né?
Óbvio, eu vou contribuir uma coisa, o Bola contribui com outro, o Papai contribui. Cada pessoa que trabalha aqui ajuda o outro. Você não faz só, Renatão, Yalpi, todo mundo, o Zaque.
Então assim, quando você faz parte de um time, né, uma equipe, É, tem não, mas nessa época eu não morava em Curitiba, eu escrevia de Brasília, eu era Uber e fazia minhas paradas lá, entendeu? Até eu chegar em Curitiba foi um negócio. Aí eu chego e sabe o que que é mais engraçado? Que Deus é bom o tempo todo. Hoje faz 2 anos que eu tô, cheguei em Curitiba na madrugada de hoje para hoje, hoje faria 2 anos que eu cheguei Morro de Curitiba. Olha como destino é doido, 2 anos depois.
E como é que você tá adaptado lá? Tá adaptado?
Quer ficar por lá? Um frio da porra, do caramba.
Mas você tá morando com Toretti?
Deus me livre, Nossa Senhora me defenda. Mas só para contextualizar esse final da piada que ficou para sempre, a piada que ficou para sempre. Então assim, beleza. Só que assim, carioca, todo mundo que aparece na internet, o telespectador acha que Você Mais Rico. O cara que faz o vídeo sem camisa, todo mundo acha que ele é o Whindersson. Então o que que eu fazia com o Ceará? Caralho, Ceará, todo dinheirinho que eu ganhava, viado, eu gostaria, eu gostava que ele soubesse para onde tava indo.
Porra, tu falou agora e eu lembrei, eu paguei a cirurgia do outro olho da minha mãe. A primeira quem paga é o Ceará, não tinha condição. A segunda quem pagou fui eu. Porra, tu tem orgulho para caralho do que eu fiz, velho. Eu paguei a cirurgia. Então todo dinheiro que eu pegava, eu falava, caraca, mano, eu posso ajudar meu irmão nisso. Essa do TikTok TikTok foi o que mais doeu, porque o Ceará sabia quando é que o dinheiro do TikTok— o TikTok dele pagava R$1.000 e eu pagava a cuidadora do meu pai.
E aí, entendi, como é que eu faço? Você tá fora de um dos maiores podcasts do país, derrubaram meu canal, derrubaram, tomaram minhas redes sociais.
E aí, tomaram mesmo?
Não, era a rede social dele que fazia dinheiro. E aí derrubou o meu canal do YouTube, eu não tinha renda Não tinha, irmão, eu não tinha renda.
Então, então vou te explicar como é que funciona.
Aí o que que eu fiz? Mas só para você entender, então quando eu me vi dia 28 de janeiro, 28 de janeiro, todo mundo me atacando na internet, aí tu vai para onde? Quem que eu tenho em Curitiba para dizer assim, não, irmão, aqui não, não tinha ninguém. Então o que que eu fiz? Caralho, como é que eu sei que vai entrar dinheiro? Não vai entrar. E a enfermeira, meu pai é acamado, então todo dia 15 eu pago a enfermeira dele. Sabe quando é que o TikTok paga?
Dia 15. Quando meu pai teve, no mesmo dia, quando meu pai teve o AVC, eu contei para o Ceará, pô. Ele sabia, pô. Ele entende o seguinte, o que a galera tem que entender, que eu não era um funcionário do Ceará, a gente fazia parte da mesma família, pô. A minha mãe adorava o Ceará, o meu irmão adorava, tá? Não, adora, adorava o tempo verbal, entendeu? A minha mãe era apaixonada pelo Ceará, meu irmão ligava de vídeo. O Ceará pagou o, como é que chama, deu um chá de bebê, sei lá, as roupas para o neném do meu irmão no dia do último show nosso, pô.
O Ceará não mandou um cara embora que sentava numa mesa. Ele manda embora um dos cara que tava na vida dele tipo 90% do dia, pô.
Então tem que conversar com ele também.
Só que assim, ele ficou triste. Mas aí o que que ele fez? O que que ele fez? Ele foi nos cara mais invejoso que tava ao nosso redor e disse: como é que era o Mosca? O que que eles fizeram? Pegaram o áudio descontextualizado meu no dia que eu quase quis desistir, pô. Eu quis ir embora várias vezes. Eu quis ir embora várias vezes.
Claro, é o desabafo, faz parte. Você desabafou com a pessoa errada, né?
O invejoso do cara Caramba, os cara carioca, a gente ao redor nosso era tão amador que o cara foi comprar uma BMW, ele prometeu um arroba meu e do Ceará para os donos da concessionária se os cara desse o emplacamento e o filme para o cara. Chegou lá, e mano, tem como tu fazer uns arroba para essa concessionária? Por quê? Não, porque eu comprei um carro lá, peguei emplacamento, isso, filme, revisão. Era amador, pô. Aí o que que a gente falou?
Não, pô, começar a fazer isso.
Foi isso, tá vendo?
Eu vou comprar as coisas, você faz o arroba ali.
Mas a parada Eu faço.
O que que você precisa? Aqui é fechamento, caralho. A parada mais doida, pegou o quê, uma roda lá?
O cara fazendo arroba só pelo limpador. Limpador, faz um arroba para o cara do semáforo ali que ele tem um limpador. Então, tipo assim, o que que o Mozka quis, mano? Eu sou, mano, a minha luta é o seguinte: sair de um dos maiores podcasts que tinha, de humor, que eu adorava fazer. Só que a minha luta, eu não sou desonesto, só isso. Que que você quer fazer? Não quero mais nada. Eu quero continuar meus bagulho, eu continuo minhas parada, ando com os doido com laudo agora.
Não tem justiça, nada nessa parada não, né, de vocês.
Quando ele posta o vídeo, dá quase 2 milhões. Tu tem noção do tanto de advogado que entrou em contato comigo?
Acredito.
Tu tem noção do tanto de gente que, mosca, vi dessa treta sua aí, quer depor contra ele num processo que tá rolando? Sabe o que foi que eu fiz? Falei, não, irmão, muito obrigado. Deus é bom, diabo não vale um Cheirinho Bão. Eu peguei e falei o seguinte, mano, eu não vou processar o cara por nada, nada. Que bom, não vou processar.
Eu acho que é um bom sinal.
Só isso aí já bastava. Eu, o que que acontece, o mesmo cara do @carioca, sabe o que que foi que eu disse não para o cara, mano? Divulga esses linkzinho aqui de jogo em chinês, R$150 mil os cara ia pagar em 3 meses. O carro que eu dirigia em Brasília custava R$49 mil no Pix, era um Gol na época. Eu compraria 3 carros fazer isso? 3, sabe o que foi? E o cara ganharia 30% desse valor. 30% de R$150 mil dá o quê? R$40 mil, R$45 mil, né?
R$45 mil. Sabe o que foi que eu falei para o cara? Não vou fazer, irmão. Sabe por quê? Porque a nossa audiência é CID.
R$115 mil?
Não, R$150 mil. Eu falei não. Ou seja, eu tirei da mão de um cara R$45 mil. Esse cara vai olhar para mim com que olhos?
É verdade.
E aí, quem que puxa meu tapete?
É uma versão, é uma versão. E a gente tem que ouvir todos os lados.
Não sei quem é, mas que cara filha da puta, hein, meu irmão.
Não, fica em paz. Deus é bom, que Deus abençoe Deus é bom também, entendeu?
Então assim, para a gente, né, você não entrar na justiça já é um grande passo.
Muito obrigado, carioca. Obrigado.
É um grande passo, mas é isso, cara. É tudo bem, pode até ter rolado uma injustiça, mas por exemplo, vamos lá, então aprenda uma coisa na sua vida, como a gente aprendeu aqui também com as burradas que a gente fez. E você que tá em casa, vai começar qualquer negócio, principalmente com amigo ou pessoa que você gosta, para tudo antes de começar. Advogado, contrato, vamos fazer os termos aqui, como é que nós queremos os termos.
Senta todo mundo, a gente começa, a gente começa a jogar.
Aqui demorou 4 meses para começar, começa jogando do zero, não tinha nada, podia dar muito errado, mas a gente fez certinho. Por quê? Porque quando tá tudo zerado Não tem problema, entendeu? Aí começa a virar e a dar resultado, aí começa. Mas eu disse isso? Não, você disse aquilo não.
Eu falava para os cara, eu fui fazer, eu fui fazer show em BH, eu falei, foi para os cara na mesa, todo mundo ficou rindo. A gente terminou um show em BH, a gente era o único, lógico que vocês fizeram com sarro depois, mas a gente que foi o único podcast que tinha um show no teatro, pô.
Sim, olha que do caramba, era uma fusão, né?
Era absurdo, mano. A gente tinha duas, quando eles, a gente tinha duas sessões esgotadas em Salvador, pô. Eu vi, a gente foi fazer um show chegar em BH, viado, o nome do meu show é Imagina Viver Disso. Porque quando eu andava com o Ceará, quando eu cheguei em Curitiba, ele ia fazer show ali em Criciúma, ali ele ia de carro, ele: bora, Marreio, moço! Agora sem conversar besteira, viu, dentro do carro. Eu digo: eu vivo disso. E aí, mano, a gente chegou lá e uma vez os cara pedindo para tirar foto com nós, que me reconheceram, e eu falava assim: caralho, Ceará, tu imagina nós vivendo disso?
Aí ele começou a rir, ele falou: quem não vive é tu, miséria, eu já vivo. Então nós tinha essa zoeira de viver disso. Quando a gente chegou em BH, mano, que eu vi a ideia. Pô, a galera ia com frase com nós, com camiseta com nossas frases, as capinhas, nós beijando travesti. A galera tinha, pô. E eu falei isso, eu falei isso na mesa, era real, pô. Eu falei, cara, eu faria isso aqui de graça, viajar pelo país e fazer o show de graça.
Eu sou feliz com que eu tenho em Curitiba, velho, de verdade. Aí os cara até olhou para o Ceará, falou, por que que você não falou isso antes? Não sei o quê e tal. Então eu era muito feliz fazendo aquele negócio ali, eu sou muito feliz. Tanto que eu sempre falo para o Ceará, tipo assim, o contato meu é mano. Quiser me ligar, comer um pão de alho lá no Costelão, lá no Curitibano, lá no Água Verde, 3 horas da manhã, que nem nós fazia para trocar ideia, falar bobagem, é só me ligar, cara.
Eu torço. A gente não sabe realmente o que aconteceu, a gente torce, só que é uma grande judiação ter acontecido.
Era um negócio muito bom, cara.
Tipo assim, se você quer uma prova, se sentar você e o Ceará hoje, só vocês dois, vocês conseguem se resolver? Consegue. Aí eu pergunto, isso já prova ou não prova que é inveja de quem tá ao redor?
Ué, cara, então resolve. Aí é igual eu, nem que vocês, olha só, nem que vocês não venham mais trabalhar junto, leva o Samuca intermediar.
Samuca vai dirigindo, também nem chega lá, cara.
E assim, eu dormi tranquilo muito, muito tempo. Hoje quando eu boto a cabeça no travesseiro, velho, mano, é igual a galera fala assim, porra, o cara, porra, me chamar, chamar o cara de desonesto tem que ser um filho da mãe, velho. Mas é o seguinte, ó, eu trabalhava para um cara, eu trabalhei 6 que eu fiz com mudança, viado, na pior época da minha vida, eu ferrado, pô. Sabe quando você ganhou dinheiro, você tá tão triste que você só quer beber?
Eu falo, você é a pior coisa, nego desonesto. Isso eu gosto muito. A pior coisa que tem no mundo é isso, é nego vagabundo, safado, desonesto, cara, querer tirar vantagem.
E aí o que que acontece? Eu trabalhava com um cara que ele— eu trabalhei 6 meses, me chamava de Pablo, mano, nem meu nome o cara sabe. Cara, eu ouvia grito desse cara, ele tinha quinta série, tira o pé do chão, Pablo! Eu com sofá na cabeça, velho, maravilhado ali. Eu falo, caralho, que doideira, velho! Tinha uns amigos, ele não sabia nem meu nome. Aí eu falei, não, irmão, meu nome é— meu irmão não tem que saber teu nome não, tu tem que levar o sofá da mulher.
E aí eu levava o sofá da mulher. Então, tipo assim, e amigos meus mexendo com coisa errada e ganhando muito mais que eu, pô, muito mais que eu. Então eu, caralho, que doido! Não, irmão, é o certo pelo certo a vida inteira, o certo pelo certo. Deus é bom o tempo todo, mano. Vai, vai contra a criação. Por isso que eu, a gente fala, a gente era padre em casamento, junto, eu e ele, tava marcado eu e ele, padrinho de casamento do Gui, pô.
Do Gui?
Eu e o Ceará era padrinho de casamento dele, do Gui Santos, caralho.
Joga basquete?
Joga basquete.
É mesmo?
A gente era padrinho de casamento dele, ele não foi, o Ceará não foi, pô.
Do Gui Santos?
Sim, pô, ele casou. Aí eu era padrinho do casamento, fui lá no casamento do cara, tipo padrinho, sei lá, não foi. Então tipo assim, a gente, mano, a gente fez um ecossistema, mano, a gente juntou uma galera. Já pensou hoje jogando eu, tu, Gui Santos, o Ceará online jogando alguma parada, zoando. Imagina uma live de um bagulho desse, otário. Tu lembra que eu joguei contigo CS? Meu irmão, eu mandei print para o meu irmão, ele falou: eu não acredito que tu tá jogando com o cara.
Faz tempo que eu não jogo, mano.
Não, e tu nas lives, tu com os botão assim, pô, eu muito feliz fazendo isso, pô. O nome do meu solo não é à toa. Imagina viver disso, pô. Então eu só quero continuar meus bagulho.
E você se juntou com o Repórter Tourette agora?
O Repórter Tourette, eu até perguntei para ele no carro, digo: por que que vocês me ajudaram, que me chamaram para fazer umas loucura aí, que a gente grava uns conteúdos?
Eu tenho um Fusca Pô, também, que legal!
Eu tenho um Fusca 72.500, aí eu gravo dentro, eu tô começando a gravar uns negócios dentro. Aí eu não, o galera tá me xingando lá porque faz esse barulho, porque eu não boto microfone, que eu acho bonito o barulho do Fusca no vídeo. Não, aí ele tira o barulho, é mais gostoso o perrengue, né, velho? E aí o repórter, eu chamei ele para gravar um dia lá uns negócios, aí pô, a gente começou a trocar. Esse cara é muito louco mesmo.
Já teve treta com alguém, irmão? Você é da paz, né?
Da brigaria igual mostra. É que eu não saio de casa, eu não saio de casa, não tem como arrumar treta sem sair de casa.
Conta a história quando você era atendente da lanchonete, da sorveteria, do skin sorvete.
Não, mas é que eu não saía de casa. Ah, é que teve uma vez, tentaram me desviver.
Desviver?
Já é a segunda, né?
Teve um soco no olho, tentar. Você é um cara da treta também.
Acredita que eu não lembro? É, não foi antes que eu enxergava com os dois olhos ainda. Mas é que eu tenho uma vida antes e depois do soco, né?
Pré-soco, o cara tem vida pré-soco, a vida depois do soco. O primo dele quer 10% da carreira dele.
Eu que te dei essa tureca. Mas eu namorava uma menina e eu, cara, eu tava na minha folga, eu fui para casa dela e eu não saía à noite nem ferrando, sempre fui era cagão de bicho. Eu não era nem cagão de gente, de, ah, vai te assaltar.
Não, é cagão de fantasma mesmo, lobisomem.
E eu tinha 17 anos, 18, namorava menina, eu morria de medo de fantasma, essas coisas. Não saía à noite de jeito nenhum.
Meu irmão, onde é que tu morava na novela do cadeirudo?
Ele tá ligado, mas nem ferrando. Aí eu saí da casa dela, era umas 11, 10, 11 horas. Casa, para ir para minha casa. A primeira vez que eu saí à noite, a primeira vez na minha vida que eu saí à noite assim. Cala a boca! Desculpa. A primeira vez na minha vida que eu saí à noite, eu voltando de bike, aquelas bike de 26 marchas, e o fantasma atrás de você. Não, hein, eu aqui, ó, só olhando para os lados. Numa dessa de olhar para os lados, uau!
Eu olhei para trás e tinha uma moto vindo lá de trás, tipo uns 2, 3 quarteirões para trás de mim.
Você viu só o farol?
Vi o farol e tipo, é rua iluminada e tal, aquele enxergava bem.
Se ficar cego, então olhos de águia, o Falcon.
Eu tava prestando atenção para ver se não era fantasma, tá ligado? Aí eu vi que o cara tava vindo devagar e não tava olhando para os lados. Não justificaria ele andar devagar Devagar. Sim, pô, eu achei que se eu tivesse olhando para o lado, olhando para o endereço, exato. Mas não, o cara veio assim na minha direção e eu aqui, ó, cala a boca. E eu aqui andando de boa. É, eu falei, ó, porque eu olhei para o lado depois, o cara tava mais perto, tava vindo um casal. Eu falei, eu vou chegar perto do casal para não perder, para morrer nós três.
Não achar a sina aqui, né? O cara maluco sozinho, o celular dele é melhor. O cara fala, tem que correr mais que o casal agora.
Aí eu achei o cara querendo me roubar. Falei, o cara não vai me roubar perto de outras pessoas, né? Aí eu coloquei naquela marcha mais leve e fui, que a bicicleta vai assim e tal. E o casal chegando perto, e ele, eu olhei para trás, o cara mais perto, tava um quarteirão já.
Pô, os olhos de águia tá Tá brabo, era um medo, cara.
Aí eu aproximei, passou o cara, não parou de me seguir. Cheguei perto disso, foi essa história toda em 3 quarteirões assim, eu andando de bicicleta. Aí eu vi uma lanchonete na esquina, na esquina, na esquina, e tava tudo iluminado, cheio de gente e tal. Eu cheguei perto da lanchonete, aí eu coloquei de volta na marcha mais leve. Falei, vamos ver qual que é a do cara. Se ele me passar, tá de boa. Ou ele me passa, ou ele me passa, né?
Aí ele me enquadrou aqui, ó. A hora que passou da iluminação aqui da lanchonete, ele me enquadrou. A hora que ele foi puxar alguma coisa, que eu não paguei para ver, só deitei a bicicleta e saí correndo. Aí entrei dentro da lanchonete.
Aí, meu cozinho, pratinho.
Desculpa. Aí eu entrei dentro da lanchonete, entrei dentro da lanchonete.
A gente sabe o que que o cara queria atrás. Já descobrimos, já.
O cara veio atrás de mim falando que ia me desviver. Então, então, de graça? Exatamente.
Assalto é o cara intimida?
Não, assalto não. Tinha muito mais gente lá fora.
Eu larguei a bicicleta lá fora.
É, mas o cara de moto roubar uma bicicleta, ele tá precisando muito, né?
Tá acabando a gasolina.
Estranho, né?
O cara de moto roubar bicicleta.
Mas poderia ser o celular, né?
Que é o celular.
Sim, sim.
Aí o Desculpa. Aí ele começou a xingar lá e falando assim, eu vou te pá. Aí ele saiu. Aí a mulher, a mulher, a hora que ele desceu, ele subiu a avenida, a dona do, da lanchonete falou assim, corre, corre, corre, corre, vai por aqui que ele foi por lá. Eu tava desesperado, mas também não era tão besta, né? Falei, não, ele quer que eu desça aqui, que ele vai pegar lá. Ele, não, que não sei o quê lá. Falei, não, eu não devo nada, eu nem sei quem é esse cara. Ela falou assim, e a bike jogada na rua, e a bike eu nem queria saber.
E a mulher deve Sim, na lanchonete aqui tá R$4,55.
Você tem como falar com o Felipe Motti que ele deixou uma conta aqui para ele pagar?
Para ele pagar? Deixou a pindura. Só dia 15 eu pago.
O cara veio subindo e a mulher sai lá fora assim: você não deve nada? Eu falei: que isso você está fazendo aqui então? Você não deve nada? Tava nós dois agachados junto lá.
Você também não deve nada.
E o cara gritava Fazia o quê?
Não, aí ele voltou de novo e começou a xingar de novo. Ele falando assim, eu vou te—
vou te—
ele tinha burete também, o cara.
Então, cara, mas ator, irmão?
Não. Aí depois eu descobri que esse cara, eu chamei um colega meu que eu morava na favela bem antes, quando eu cheguei em Sarandi, que é a cidade onde eu moro hoje. Morava na favela, eu conhecia bastante gente, eu era criança e tal. Chamei um cara, falei, ô, tem como você ver para mim o que que aconteceu? Aconteceu porque um cara ali tentou me perseguir, tentando, tá, né? Ele passou 2 dias, ele me falou que o cara disse que tinha uma, um cara vendendo droga lá, que no caso era eu, que não estava vendendo nada, tava voltando na casa da minha namorada, no ponto dele, sendo que eu só tava voltando de bicicleta de boa.
Como tem gente louca, né?
Sorvete era ruim mesmo, que eu vendi, vendendo droga no sorvete mesmo.
Bateu isso, irmão?
É, não, ele tava noiado, noiado. É, cara noiado aí, loucura.
O cara matou o outro que ele tá noiado?
Não, sim, ele achou que eu tava vendendo droga lá, entendeu? Porque eu pensei assim, eu fiquei pensando, o que que eu fiz de ruim para alguém a ponto de a pessoa querer, né, me matar? Exatamente, desculpa. Exatamente, exatamente. Aí, porque eu trabalhava no Chiquinho, ia para igreja, E isso não é sinônimo de nada, né?
Mas sim, cala a boca.
Desculpa, mas eu não fazia nada de errado, pô. Eu tinha um Play 3, ficava jogando o dia inteiro, ia para casa da minha namorada, voltava, cala a boca, cala a boca.
Tinha medo dos fantasmas à noite.
Eu era muito, eu sempre fui muito na minha, nunca fui de treta.
Teu videogame era bloqueado ou desbloqueado?
Era bloqueado.
Ah, era a regra correta mesmo. Não tem mais desbloqueado, não existe mais videogame desbloqueado.
Não, não tem mais.
Play 5, tá doido, meu irmão.
O Play 4, Play 5, acho que não chegou. O 4 e o 5, ainda bem, né?
Até o 3 tava meio fogo mesmo, porque era lá no Mario Joe lá, vendia até o 3. A gente era Instant Center, lembra?
Pô, no Play 2, Play 2 foi o que mais, cara, Play 1 e Play 2, velho, tinha um Shark, lembra do Shark? Shark era um memory card, você colocava, era um CD que rodava antes, aí ele reinicia. Desbloqueava, aí você colocava o jogo.
Deus me livre! Não, eu tinha medo de queimar o videogame.
Lembra do Shark Ball? Era o sharkzinho.
Tu já viu? Lembra? Tu jogava futebol, lembra da história do Bombapete?
Tem desbloqueio de Play 4.
Bombapete é bom demais, né?
Golden Race chama o bolo, mas não joga online. Recebi do Brunão aqui a informação. Mas eu me lembro de desbloquear, mas não joga online.
O 4, o 5 não tem.
Não sei, mas me perdoa, desculpa, cara. Mas você vê que a infância hoje ela vai ser mais legal. O moleque que não, não, o que acontece, que ele quiser, ele encosta. Eu quero ver você fazer a mesma sequência de propósito. Mas assim, o cara que quer jogar um jogo, o cara fala, o moleque entediado hoje tem Xbox 360 que tem um cast de jogo. Não é foda. Como é que deve ser ele quebrando um, hein? Será que é metade com a mãe, metade com a outra, tá ligado?
Não, não é não.
É para um cara, é com a mãe, para ele é com a outra. Ele dá as meia bomba, cara.
É com as duas aqui, pô.
Ai, meu corpo preto!
É com as duas, irmão.
Mas eu vi vocês também fizeram um show no teatro também aqui, né? Você, homofobia, era tu, Sarro e o Boleto. Mano, eu vi uma vez vocês tinham botado uma galera no palco, não sei quem era, uma galera bem doida também.
Sim, mas sempre o Manuel Gomes, foi ele, o Manuel Gomes, velho.
Cara, eu adoro aquele negócio.
O Manuel não é pré-candidato ainda?
É, eu acho que é.
Você é de esquerda, de direita? Eu sou mais na minha, eu sou mais na minha, velho.
Sou mais na minha hoje.
Mas assim, eu não sei, não tô lá ainda, eu vou aprender lá.
É, a escola é lá. Mas como que foi, Carioca, para tu voltar a fazer teu show solo? Meu show já tava, mas Mas assim, mas teve um tempo que tu não tava fazendo, quando tu saiu por causa da pandemia, né? Mas tu voltou logo depois?
Aí eu demorei quase 2 anos.
Pois é isso que eu tô te falando.
Quando eu vi, era sempre mais pilhado.
Cala a boca!
Ainda não, não era o Carioca ao Vivo. Aí eu criei em 2024 o Botando Pilha.
Quando eu saí lá, eu queria encerrar esse ano, mas acho que vai ter mais, graças a Deus, né?
Esse ano é a Elgin, né? Hipoteca. É, aí vamos ver o que que acontece.
Quando eu saí lá da Magia, eu fui fazer meu show solo também. Aí eu juntei uma porrada de história que eu tinha, eu digo, eu vou contar. Por isso que é uma Imagina Viver isso, mano. Aí eu entrei, quero até mandar um abraço para o Bruninho. Bruninho, mano, lá da BM, mano, da produção menina. Aí ele falou assim, mosca, tu quer viajar com alguém? Eu digo, não, eu vou viajar só. Porque o meu público não era do stand-up. Eu parei no semáforo uma vez indo para o coma, eu tinha vendido pouco ingresso, e os cara no semáforo, ei, mosca, tá fazendo o quê aqui?
Comendo viado? Não sei o quê, vai fazer show aqui. O cara: show de quê, viado? Vai te foder! Os cara não sabia que eu era comediante. Aí foi engraçado, tu falou da manezinha da ilha. Aí eu falei para a menina da produção: foi um dos melhores shows que eu já fiz em Floripa. Quando eu fui fazer o show e eu falei para a menina: ó, pode me— porque assim, você só aprende quando você passa perrengue. Eu falei: pode me marcar no Floripa, mas me bota numa hospedagem onde você quiser, a mais barata que tem, para você ter história. Manda. Ela me botou.
Aí eu fui pegar o destino na rodovia Cheguei lá, fui de ônibusão, mano.
Os Uber tudo me conhecia, velho. Caraca, mosca aqui do caramba! Eu falei, mano, Uber Black me conhecendo. Ele falou assim, mano, tu é o case de sucesso dos motores de aplicativo, tu conseguiu largar Uber. E eu nunca, mas eu não quitei meu carro, né? Porque o Uber, quando ele quita o carro, ele é o chefão, ele quitou o carro. E aí eu fui, mano, eu não fiquei na ilha, tem a ponte, fica do lado de cá, né?
No continente ali em Coqueiros.
É Coqueiros, mano. E eu fiquei num hotel estreito, estreito, ficou no estreito.
Eu tô conhecendo tudo aquela porra lá.
Eu fiquei no hotel, Era uma pousada que tava em reforma, mano. Pô, que beleza, mano! Eu entrei, os pedreiros tava rebocando a parede do corredor, viado.
Deu cagada. Vou fazer uma ponta aqui, viado.
Eu falei, porra! Aí eu vi que não tinha servente, né? Eu digo, ó, vou tirar uns 50 aqui. Aí beleza. É água. Ah, tem aqui, tem aqui, tem aqui água.
Aí eu tô, água! Aí, ó, isso é ecolalia. É repetir o que a pessoa fala.
Água! Aí, cara, eu com os pedreiros era água, 2 horas. A galera quer, a galera A galera quer colocar bordão na boca dele.
Mas é 2019, começa a falar nome de empresa achando que eu vou ficar repetindo nos programas. Philips, Philips, cala a boca! Desculpa, funcionou.
Essa aí ele falaria sem ser Tourette.
Por falar em Philips, Boleta, eu queria já dar um recado agora que esse episódio de hoje é patrocinado pela Philips. Então você entra aqui no QR code, conheça os produtos da Philips Audio e Vídeo, né, Boletão?
Tecnologia máxima, áudio e vídeo é com a Philips, rapaziada.
É isso aí.
Televisão Ambilight TV, espetacular. Temos a nossa Boom Beach, Philips Boom Beach. É um negócio, cara, que é um presente mais legal que eu ganhei até hoje.
É isso aí, Philips Boom Beach. Você pode ter na sua casa, você leva para qualquer lugar, 15 horas de duração de bateria.
Impressionante.
Serve de power bank para o seu celular, então dizer a música não para. E o grave, esse DDB, é um som grave maravilhoso. Maravilhoso, é o melhor custo-benefício. Então conheça, brincadeira, QR code tá aqui na tela, aqui, ó.
Conheça os produtos, troque sua TV, você vai ver que imagem que tem uma Ambilight TV.
Isso, o link na descrição, encontra aí o produto da Philips Audio Video. Tem Party Box, Party Box, tá ligado? Party Box, aquela caixinha de festa, aquela alta com cor e tal.
E lembrando que a Ambilight TV é tecnologia mundial, que só a Philips tem, mais ninguém tem a luz atrás da TV, mais ninguém tem, tá?
É uma delícia, é uma delícia.
Tem, né? Que o filme faz assim, ela faz também.
Porra, tomei um golpe de uma vez, gente. Presente para vocês, esse fone é muito bom, cara.
Caraca, esse aqui é pica, tá vendo? Cala a boca! Desculpa, cala a boca.
Esse fonezinho é excelente.
Caraca, obrigado, amigo.
Obrigado, viu? Caixa, fone, tudo.
Acesse o QR code, conheça toda a linha áudio e vídeo da nossa querida Philips, tá certo? Hoje esse programa espetacular com repórter Toretti e Felipe Moschi, o O que é bom, acho que você ter rodado de Uber ou não?
E você me perdoa?
Desculpa, perdoa.
É verdade, todo mundo quando eu saí falou, vai virar Uber. Eu digo, eu nunca paguei os aplicativos, otário. Um bando de conhecido, meus haters lá dizendo, ah, vai rodar de Uber. Nem carro tu tem, trouxa. E eu tinha, eu tinha o Fusquinha, mas não aceitou. Botei, não foi, não foi.
Você não rodou mais?
Não rodei, eu não rodei o tempo inteiro. Porque Deus é bom, o diabo não vale um bombom. Porque assim, lembra que eu falei que o telefone tocou? Não tocou só para coisa ruim, tocou para coisa boa também. E tocou, tocou para coisa boa mesmo, mano. Foi, foi um período da vida assim. Por que que eu parei de postar vídeo em relação à treta? Porque alguém muito importante para mim disse isso. Eu peguei o telefone um dia para gravar um vídeo assim, não, eu tenho que responder.
Aí pegou no meu braço, falei, faz mais não, deixa quieto. É, quando é que isso vai parar? Aí eu olhei assim, eu falei, cara, é mesmo. Quer saber, meu irmão, o justo não se justifica não, irmão. O tempo vai. Aí só que aí eu usei uma filosofia numa época errada, porque assim, o tempo cura tudo e quem cala consente. Aí fudeu, né? Porque aí fudeu, aí deu conflito de interesse.
Eu gosto do Emerson, cara, acho que é um cara sensacional.
Sabe uma história que eu adoro contar? A pessoa fala assim, mano, uma vez nós foi fazer show em E aí a magia do boteco já tava rodando. Aí o Ceará, mano, não tinha bar aberto e a gente foi a pé para o hotel, eu, ele e o produtor, a pé. Passou no cachorro quente.
Vocês não tinham medo de fantasma?
Não, não tinha nessa época, não tinha não. Fantasma era eu ou o Ceará, o cadeirudo, mano. A gente passou no cachorro quente, mano, passou no cachorro quente. O cara, pressa aí, 4 salsichas. E botou costela dentro, tinha um x-tudo que eu lembro, botava uma concha de feijão dentro, mano. Um x-tudo, velho.
Que nojo!
Não, que nojo o quê, mas x-tudo, carioca.
Tudo é tudo.
Era tropeiro aquele com farinha, não era, coisado? É uma cinta, tô te falando. Lá em Curitiba tem o dog da sapatão. Ela também faz, pô.
Como chama?
É dog da sapatão. Ela, o que que acontece?
Como que é o dog da sapatão lá?
Ela é a salsicha, é tudo picada porque ela é sapatão. Aí, Zé, é brincadeira, ela não gosta mesmo, mas assim, ela já bate, carioca, o suco de laranja com Dorflex, mano. Se tu for de ressaca, ela já bate. Aí tem uns adicionais, dipirona, Dorflex, tu já põe tipo 15 gotas, 30 gotas, porque aí tu já cura da ressaca. E lá em Cruz de Ciuma, acho que era Cruz de Ciuma, a gente passou, comprou os cachorro-quente, e os cara, nós postou história, aí os cara, pô, mostra que o Ceará deve estar mó loucaço, mano.
Não tinha nada para nós, comendo um hambúrguer com feijão.
Subiu, não, para viagem ainda. Aí subimos no quarto do hotel, o mesmo corredor, e o Ceará Aí o Ceará, isso era tipo meia-noite, aí o Ceará, vai dormir, velho? Não, vou ficar tomando uma cerveja que eu trouxe aí. O cachorro quente, eu vou ficar em teu quarto. Lá atrás o Ceará, o lençol dele para o meu quarto, mano. Se deita, bota aqui. Eu botei o streamer na TV, botei Constantino para nós assistir, velho. Aí o Ceará fumando, comendo um cachorro-quente, 2 da manhã assim, ó.
Eita porra, velho, daquele filme do Constantino do Keanu Reeves. E o Ceará, tu sabia que vai sair o 2, né, mano? Todo mundo é iludido, vai sair o 2 do Keanu Reeves, nunca vai sair aquele Constantino, né? Não tem sim, Pô, e ele me mostrando um trailer de IA e dizendo, aí, eu dou, não sei o quê. Então, tipo, a gente tinha isso até de madrugada. Ele saiu lá do meu quarto, foi dormir, 4 da manhã era batata palha no meu travesseiro, era cinza de cigarro em cima, não sei o quê.
Então a gente tinha isso de ficar nesses rolê assim, tá ligado? A gente, eu me lembro muito disso. Quando eu saio, por isso que eu falei do show, eu fui fazer um show, você passa uns perrenguezinho que é legal. Esse que eu fui fazer, os cara tava reformando e os pedreiros eram meus vizinhos de quarto, mano, porque eles não era de lá, era do outro canto, mano. Os pedreiros, eles estavam dormindo na obra e da empresa. Aí o que que acontece?
Quando eu fui sair para o show, os pedreiros saindo para um forró. Aí o pedreiro olhou para mim e falou, moço, eu falei, e aí, mano? Cara, assisti teus vídeos, não sei o quê, eu vim fazer. Quando tu voltar, nós vai voltar tipo umas 11 horas. Eu digo, eu também. Eu voltei, eu fiquei bebendo, mas os pedreiros que tava rebocando as paredes da pousada lá, mas os cara comendo calabresa frita que os cara trouxeram, que doideira. Então você passa por umas loucuras assim. O Turek tava querendo fazer também Ainda, achou?
Sim, sim, fazer.
Não tô fazendo nada junto ainda.
Não, não, não, eu fui no podcast dele.
Mas vocês têm que fazer, tem que fazer.
Você não tem um laudo não, irmão? Eu não tenho laudo.
Mas você fala que você tá resguardado. Não fui eu quem falou.
Eu achei que estavam fazendo já.
Não, mas ia ser do caramba, hein?
Porra, puta que pariu!
Olha aí, Cleiton, devagar demais o Cleiton.
Nossa, esse foi triste, viu? Nossa, mano, tem hora que eu também não me aguento não. O povo fala assim, nossa, eu falo, mas eu também não me aguento.
Ele na churrascaria agora, ele deu o dedo na cara da mulher.
E para explicar, cara, aí ela falou assim, ó, e eu ouço muito isso, você é humorista, né? Até eu explicava, não, eu crio conteúdo, mas é que eu tenho, eu tenho tique mesmo.
Fazendo o pedido do almoço, ele na cara da mulher, e a mulher olhou, não entendeu, falou, eu tenho um Tourette. A mulher, não, torresmo não tem. Ela entendeu o cara mesmo, porra.
É, ela perguntou: quer limão e gelo? Não! Dedo bem na cara e chega bem perto assim, ó.
Mas tu sabe o que é louco que ele conta? Às vezes ele trabalhava em call center.
É, eu era vendedor de seguro no call center.
Mas você ainda não tinha?
Quero não, vai tomar!
Ele tinha tórax.
Mas você gritava?
Gritava, xingava.
Call center que não dá bom para qualquer negro, qualquer pessoa.
Nunca, nunca O que que ia falar? Nunca expliquei para ninguém na ligação que eu tenho Tourette, porque ia ser muito difícil da pessoa entender. É mais fácil ela desligar.
A pessoa não desligava antes?
Lógico que não. Por isso que eu digo para você que a gente tem que se adaptar às pessoas, porque aí eu xingava e já emendava alguma coisinha ali, a pessoa rachava o bico e ficava por isso mesmo. A gente tem que usar isso a nosso favor.
Ele contratava, ele que era, como é que chama quando tu contrata?
Eu era diferente. Eu vou falar assim, nas entrevistas, se liga, vai vendo o boletar. O povo, uau! Então você pergunta, e nas entrevistas de emprego? Fala, então, quando eu entrevistava, ele entrevistava o povo, entrevistava a galera, chegava a entrevistar 50 pessoas por dia e xingava todas as 50.
Entrevista o Mosca, vai.
Ai, cala a boca!
Vamos ver como é que era.
A minha entrevista sempre foi básica, eu sempre fui muito de apertar. É que call center é o seguinte, Caiu lá a carteira de trabalho, a gente contrata, né? Que hoje em dia tá difícil, mas era assim para saber mais sobre a vida da pessoa, sobre a— se tem filho, como que é, como que funciona. Desculpa, já deu cu?
Perdão, o cara tá entrevistando você, pergunta se você já deu cu.
Já acontece muito e o povo responde. As mulheres precisando de emprego, já. Não, não faz parte. Desculpa, desculpa, não. E é sempre um constrangimento, é sempre constrangimento.
É uma pessoa que é honesta, né?
A mulher fala, tipo, precisamos, precisamos.
Já dei, já dei, vim de circular ainda, vim de ônibus, porque dá cuia andar de ônibus.
É sempre um constrangimento porque às vezes eu preciso advertir alguém e eu tinha que ficar pedindo desculpa. Então você tem que manter a postura. Ó, já falei que não pode limpar a bunda com a toalha do banheiro. Aí meu coisinho, me perdoa. Aí o jogo vira para ele, entendeu? Tipo assim, não fica aquele clima de que eu tô dando uma bronca, fica eu pedindo perdão para pessoa.
Mas a culpa é de quem te botou lá como gerente, mano, tá ligado? A culpa não é dele, tá ligado? Tu imagina ele sendo corretor de imóveis, mano, esse cara.
Meu sonho, cara, sempre foi meu sonho.
O cara vai embora na hora, irmão.
Não, repórter de Tourette agora é o repórter do tempo, como é que que tu fala do personagem?
Ah, Maju com Tique. Imagina, Maju Coutinho, Maju com Tique.
Muito bom.
Imagina ele dizendo que vai chover agora e não sei o quê.
E os alertas aí que a galera recebeu? Tá rolando vento? Tá brabo?
Não, dá mais tempo.
Eles investiram uma grana forte, mas vamos ter que usar, né? Bate um ventinho, pô.
Mas é bom nos Estados Unidos, é assim também. Às vezes não vem, só que lá não, mas vem umas tempestades mais fortes, eles avisam também. Eu acho importante porque, por exemplo, vai que, né, pelo menos a galera tá avisada.
Uma região que alaga, né, bom que tem árvore.
Vocês viram que deu furacão no Rio Grande do Sul?
Acabou com tudo.
Eu achei que nós era café com leite. Aí eu olhei lá no vídeo, furacão gigantesco.
E no Paraná, aquela cidade do Paraná, eu lembro, lá do Paraná, recentemente deu uma ventania.
Aquela cidade lá do Paraná, quando A gente tava em gravação lá, aí, pô, até ajudei lá o pessoal na época, até ajudei os policiais que falou de mim nos lugares. Esquecer de dizer que eu tinha ajudado lá também, pô. O cara só lembra das coisas ruins, também fiquei meio chateado também. Chegou a hora que cansa, né, Carioca?
De quê?
De bater e devolver e apanhar. De um cara falou assim para mim, mosca, sabe que quando tem um governo no poder e o outro vem, geralmente ele consegue tirar isso que tá, porque é muito fácil bater. Defender é muito difícil, defender, sabe? Eu parei.
O lance, o de mais difícil, o mais difícil é quando você é acusado de algo. Por isso que existe justiça, porque o juiz vai julgar, olhar as provas, com provas, com todas as regras. Mas as pessoas condenam antes. Meu Jesus amado, ajusta, ajusta, velho. Tem medicamento não para ajustar?
Não tem. Tem, não tem, tem vários. Eu tomava Risperidona, que é antipsicótico, mas eu ficava muito assim, ó, dormindo. Aí diminui muito. Imagina dirigir, mas é que eu fico desativado. Eu trabalhava viajando muito, aí eu tenho volta dirigindo.
Não, eu tô, não, que eu fui com ele, eu digo, pode ficar aí, mano, tu, tu, se tu cansar, tu me avisa. Aí eu olhei 7 horas para Curitiba, sai meio-dia daqui. Aí não, mano, quando tu cansar da tua vida. Eu falei, fui 5 anos no Uber, irmão, você pode dormir até o Acre aí que eu dirijo esse seu carro aqui até.
Deu 5 minutos, eu já tava aqui, ó.
Cara, tem um cara, você mora em Curitiba também?
Não, moro em Maringá. Maringá, na verdade é Sarandi, só que ninguém conhece Sarandi.
Eu conheço, conhece Sarandi? É a terra do nosso amigo Faúr.
Ah, é Sargento Faúr?
É, ele é de Sarandi.
Maringá é muito legal, da hora demais lá.
Uma das partes mais legais de ser artista é viajar e conhecer outros lugares, né? Qual o lugar que você mais acha legal do Brasil?
Puta, tem um monte, irmão.
Mas assim que tu fala, pô, eu moraria aqui.
Maceió, já foi em Maceió?
Bom demais.
Desculpa, isso, isso.
Vou para lá em breve. É uma delícia. Eu adoro Alagoas, Norte Alagoano.
Então Fortaleza é legal.
Não, Norte Alagoano é absurdo. É de tirar o caiu o cu da bunda.
Aí, ó, porra, é uma das partes mais legais assim. Às vezes você vai fazer show nos lugares, o pessoal fala, pô, a gente foi em Manaus, o pessoal comeu costela de tambaqui. Eu falo, cara, não deu nem tempo, a gente chegou no hotel, chega, trampa e volta. Exatamente, caramba.
No pânico era assim, a gente ia para o lugar e não conhecia, não conhecia, que ia gravar e vir embora.
Que doideira, velho! Dá tempo de, cara, vocês viajam, chegaram a viajar para fora do país sem ser sul-americano?
Para, eu viajei para Cara, a era do Spring Break.
Spring Break, eu viajei para Nova Orleans. Muita ereção ali assistindo.
Muita ereção assistindo.
Muito quê? Muita ereção assistindo.
Mardi Gras, eu viajei para gravar o Carnaval de Nova Orleans.
New Orleans.
É.
E onde eu fui mais? Fui para Ibiza.
Mano, isso é muito doido. Viajar o mundo é um negócio que tipo, eu tirei o visto, cara. Pelo amor de Deus, cara. Olha para mim.
Te deram?
Olha para mim, irmão.
Viso da onde?
Viso da onde?
Deram B1 ou B2? B1 e B2 te deram?
A hepatite, é o tipo do visto.
Mas você tirou visto para os Estados Unidos?
Olha só que doideira, eu conheço o Gui, aí o Gui falou, tem que vir para cá, não sei o quê. Aí beleza, aí ele foi, se firmou lá na NBA, tá no Golden State. Aí ele se firmou lá, eu falei, pô, já pensou? Aí, pô, tava com uma graninha, meti ele. Aí eu peguei aqui a Summer Visa, ainda meti o povo coisa aqui agora. Primeiro, eu tirei com os cara porque o Sarro postou, o Sarro postou uma agência, aí eu mandei mensagem, aí os cara já mandou, você tem interesse?
Que aí o cara me conhecia, pô, assisti os vídeos, que da hora, tá não sei o quê, ah, vou pagar aqui, vou tirar. E marquei, só que eu marquei, carioca, final do ano passado, não, eu marquei para agora, era agora, meia-abril, era 2 de abril, eu marquei antes de todo turbilhão da minha vida, né? E paguei uma grana, beleza, tá lá, mano, eu tô aí, tava tava fazendo show. Aí a menina me ligou, ó, seu visto é dia 2 agora. Eu, caramba, mano!
Eu olhei na agenda, eu tinha um show no fim de semana antes com a Nani Pipo aqui em Ibiúna, só que era em São Paulo. Aí eu, cara, eu posso ficar até dia 2 porque eu vou tirar, fazer entrevista do visto lá. E a produtora, mosca, visto, diabo é isso? E eu vim, mano, eu fiquei. Aí era assim, eu não entendo porque que a foto é num dia e a entrevista é só no outro. O teu foi assim?
É porque é, você tem que ir na Vila Mariana e depois lá no Brocante.
Aí o que que eu fiz?
Renovar não, Não, mas no começo você tem que primeiro fazer o cadastro, ficha, fazer, e depois vai para embaixada ali no Brooklyn para eles te entrevistarem e saber se você, o que que você vai fazer lá, faz o que aqui no Brasil, você tem fonte de renda. E você já fez isso?
Aí o que que eu fiz? Eu cheguei, as fotos era na terça-feira, eu tava livre segunda, foto terça e quarta, e eu livre segundo em São São Paulo, inventei de ir naquela Kings League. Fui na Kings League para dar uma olhada. Cheguei, o cabra do Bar, entrei, o cabra me conhecia, os seguranças. É, Mosca, toma uma lapada de uísque. Eu tomei uma, duas, o jogo começou a ficar gostoso. E um pouco eu tava no meio da torcida, eu comprei, e eu com bandeirão, eu com bandeira de um time que eu nem sei quem era, na Kings League balançando.
Aí o povo de faculdade chegava, é, Mosca. Aí eu falei, eu tinha que sair, né, porque você compra o ingresso para 2 jogos, Eu saio aí, mano. Eu falei, mano, tô indo, cara. Não, você vai ficar aqui com nós. Me deram uma pulseira dourada, eu tinha acesso até. Aí eu me empolguei, eu. Aí o Whisky, eu arrochei no Whisky, o Whisky, o Whisky.
Os caras disseram, acordou o dia seguinte.
Não, beleza. Peguei meu Uber, uma chuva em São Paulo. Ele é lá em Guarulhos, eu tava bem aqui perto de Congonhas. Vim, tô à distância, olha a distância, mano. Eu pedi para o Uber para vir dirigindo o carro e ele rindo. Até o Mosca, até o Mosca Mano, maior resenha! Eu ligo o aplicativo teu aí, moço, que eu liguei, começou a bipar corrida e o cara rindo para caramba. Chegamos no hotel, deitei no hotel lá no Airbnb.
Que horas que era o visto?
O visto era 9 horas da manhã. Putz, não, a foto. Aí eu, celular um monte para despertar, meti ele lá, dormi. Tava em obra o corredor, mano. Dormi com ar-condicionado ligado, viado. Eu acordei com os olhos inchados de de alergia, de ressaca de uísque. Eu não cortei meu cabelo para tirar foto do visto. E eu fui, mano, eu cheguei, imagina isso, quando eu tirei a foto aí tinha um cara fazendo uma chapa na frente do lugar neles faz uns café.
O cara falou, nem fodendo que vou aprovar teu visto, olha tua cara, moço. O cara conhecia, mano, eu com a cara de mico, parece que eu tinha, eu não fui pelo México, eu tinha voltado na poeira, tá ligado? Eu tava assim, mano, tirei a foto. Aí os cara, os cara fizeram um café, o Motobank pagando, fizeram, mandaram fazer um café para eu tava numa ressaca, mano. Aí beleza, entrei lá, tirei as fotos, passei o dia ruim, mano, para ir no— e o cara me convidou, vi lá na Kings League, ei, Mosca, vai no evento amanhã que tu tá aqui, sou teu fã.
Quem disse que eu aguentei ir? Depois eu fui ver os stories, tava o Edilson, Vanna, Peça, todo mundo. Eu não fui por causa da ressaca. Beleza, fui tirar o visto, cara. E aí, e aí eu não sabia como funcionava, não podia levar celular nem nada, tava em obra lá, mano. Então você ficava em pé vindo e vendo os cara na obra, e até, mano, como é gente, mano. E era Pré-Copa.
Nossa, o dia tá muito lotado. Pré-Copa e pré-férias também de julho.
Que bagaceira de gente! E outra, é um nível de tensão nos guarda lá, né? Não pode entrar com celular, não pode fazer um monte de coisa. E o nível de tensão assim, o cara olhava para mim, eu com os meus papelzinho na mão. E modéstia à parte, eu tinha uma carta de recomendação da NBA para poder tirar meu visto.
Você tinha?
Digamos que eu conheço alguém que conhece alguém, né? Assinada pelo diretor.
Isso é bom.
E só Só que você só pode dar o documento se lhe pedirem. Sim. E eu com ele era o primeiro da pasta. Eu assim, eu andava assim com ele, o logozinho da Airbnb aqui, e eu andando, andando, andando, andando. Aí, mano, 3 horas numa fila em pé, uma dor na coluna, o uísque de 2 dias ainda não tinha saído do acendedor.
Se tivesse Tourette, entraria lá na frente.
Eu tenho que andar, é mastuto, é o amuleto.
Cara, imagina ele na embaixada, mano, andando dentro do rolo com os policial, velho.
Sempre eles liberam rápido. Porque muda o foco. Eu chego, aí eles perguntam, ah, vai ficar quantos dias? Eles ficam olhando assim, eu falo, não, I have Tourette syndrome.
Como é? Como é? Como é?
I have Tourette syndrome.
E não mostra nada?
Nunca me pediram.
Nem eu vou aprender.
Me pediram, me pediram acho que numa entrada de show, que paga meia também, né? Eu falei não. Eles perguntaram qual que é a sua deficiência. Eu tenho síndrome de Tourette. Que que é isso? A gente precisa do coisa. O povo não tá liberado.
Já deu um já.
Ele não é carteirado, ele não é carteirado.
Eles começam a mandar o bebê no morro já. Eles começam a falar e como que é ter Tourette? E que não sei o quê, tal, tal, tal, tal, tal. É que eu fiz só para entrar em Portugal e na na França, perguntaram só tipo sobre a Tourette, pá, tá liberado.
Caramba, só isso? Eu não tenho o quê?
Sempre eu tenho o laudo, né?
Mas só no celular?
Só no celular.
Por que não faz a tattoo?
Ah, porque na palma da mão não, não, não, não. Vai ficar igual Vinícius Júnior, o povo tentando.
É verdade, cara. Tu tem que andar com QR code aqui, ô filha da puta.
Não, não, não, mas para que que eu vou andar com QR code se eu já mostro o lado?
Tem na nuvem, na nuvem, pô, né? É igual o teu documento digital.
É porque é um documento digital, você tem teu RG, tua placa, não tem? É quando tem uma alergia, né? Porque se desmaiar, a pessoa fala intravenoso, né?
Já usou?
Você põe alergia? Você põe um piscilina?
E eu também tenho.
Da camisinha?
Da camisinha, isso. É o que é isso?
A psilina, porra.
Como que descobre que tem alergia a uma psilina?
Mas é antigo também, né? Nem bola, nem usa mais a psilina.
Usa?
Não sei, cara.
Mas é para quê?
Dá o quê?
Não, mizoa. Mizoa é ruim.
Quem tem alergia a dipirona? Acho que é o Danilo, né?
Que ele morreu.
Tu tem?
Quase morri criança da edema de glote, fecha tudo. Eu tenho alergia de pirona.
Caralho, é mesmo? Eu descobri que eu não tinha alergia a nada por causa dos acidentes que eu sofri, que fiquei internado na UTI. Aí me deram tudo, mano, me davam no drink assim, ó.
Acidente do quê?
Hoje tu não sabe não? Aqui, ó, a pancada aí, a bagaça. Isso foi um corte aqui só para fazer a cirurgia, fazer o cabelo. Meu rosto não era assim não, mano. Meu rosto, eu era mó bonitão antes de trocarem. Aí, ó, é aqui, ó, o corte grandão. Eu era bonitão, viado.
Você sabe que o rosto é daqui para baixo, né?
Então eles só abriram aí, aí o cara tava tava precisando de um rosto bonito lá. Aí eu tinha um rosto dele ali, ó, do Ariel lá.
Foi montado no desmanche, pegaram pedaço de desmanche e montaram. Eu tinha um olho sobrando aqui.
Não, mas o que que acontece, fiquei na fila 3 horas e os cara é gringo, né? Eles falam português assim, ó: você vai fazer o quê nos Estados Unidos, cara? Aí eu cheguei para tirar o visto, mano, e o cara já tava assim, um casal de lua de mel que ia negar para ele sair chorando. Aí eu fiquei, mano, e o cara já tava assim, ó, para mim olhando do pé à cabeça. Eu, pô, tudo, já me lasquei. Aí eu cheguei com o negocinho assim, né, para poder o cabra ver.
Aí ele, passaporte. Aí eu passei. Aí ele, trabalha com o quê? Humorista. Aí ele, ó, não tô achando seu canal aquele do YouTube. Aí eu, não, grava com o quê? Aí eu, tanto, com puta. Como é que fala travesti em inglês? Aí ele E tal, não sei o quê, mano. Eu juro para ti, tipo assim, ele, ele—
para, Samuel, cala a boca!
Aí eu juro para tu, ele pegou o papel, que dizem que eles não devolvem o visto, eles devolvem o papel quando é aprovado, né? Aí ele pegou o papel e falou: conta uma piada aí para mim. Como é que conta uma piada para um gringo?
Ele pediu, ele pediu para eu contar.
Eu juro para ti, eu em pé, o sol quente, eu há 3 horas na fila, e eu meti um what, né? O quê? Aí ele: conta uma piada para mim. Mano, eu não conseguia pensar, é lógico. Aí eu tipo tinha uma piada tipo de sacanagem das antigas, eu acho que quem até é uma piada do outro cara, que ele falava assim: como que se chama um encanador no México? Aí ele: não sei, o mexicano. Aí ele ficou olhando para mim e eu parado assim, eu digo: meu Deus, tomara que essa porra tenha dado certo.
Tomara que ele entendeu, né?
Aí ele passou o papel e ele falou: visto aprovado, moço. Falei, esse filho da puta me conhece? Eu fiquei pensando, porque ele falou meu nome. Visto aprovado, Mosca. Aí eu, oxi, peguei o papel e saí.
Ah, ele deve ter visto seu canal que você mostrou.
Mas ele chama o Mosca certinho, né? Aí eu saí assim. Aí eu, mano, aprovaram o visto. Minha mãe me ligou, aprovaram o visto. Eu digo, eu acho que sim, porque, mano, chegou em casa, mano, a foto do meu visto, viado.
Pior que a minha não é.
Você não tem foto no celular?
Acho que tem, deixa eu ver.
Não, mas a piada desse tempo— não, a minha do visto é bizarra. Eu acho, não, a minha foto do visto eu tinha acabado de operar, mas não tá vendo? Eu tava careca, todo cortado, com a cabeça inchada.
Como que, como que aprovaram?
Não manda para a gente pôr aqui, por favor.
Nossa, não me dê pena, puta!
Como é que aprovaram? Olha isso, olha o cabelo, cara.
Cara, caralho, que cara é essa? Calma, cara, tá foda dele, tá muito suspeito.
E aí, quando a gente tava gravando, o final do ano passado me deu ansiedade, pô, e me percebi no YouTube que a minha sobrancelha tava caindo. Então só tem, não tinha sobrancelha.
Como é que aprovaram? Não tem, só tem um tequinho, é, cara, que doideira, mano.
Vai, aí aprovaram, pô. Aí você começa a pensar, caralho, desde moleque eu nunca tive o sonho de ir num lugar assim fora do Brasil e tal para ir. Aconteceu com um casal de amigo meu que foram para comprar coisa para Argentina e a mulher levou a identidade.
A gente não precisa passaporte, mas aí ela só levou a identidade.
É, na identidade não é CNH, não tem que ser a identidade. Exatamente, a mulher do cara levou a CNH, não serve. E aí tá escrito, válido em todo território nacional. Eles não puderam entrar e curtir a festa, tiveram que voltar e não curtiram.
E vence, né?
A vista é bizarra.
RG, não sabia que vencia identidade. Vence 10 anos, eu acho 15. O quê?
O RG?
A identidade.
O meu RG, acho que eu preciso fazer meu RG, não.
Meu RG Não, eu tenho que fazer o novo agora. É um Cadastro Único, é o teu CPF agora. Não acabou o RG, né? Vai acabar, né?
E eu não decorei o meu até hoje. Faço no Poupatempo.
Vai no Poupatempo e faz agora.
É um RG que ele veio ainda.
O meu também, mas eu uso muito a CNH, né?
Eu também.
Caralho, então daqui uns anos nós vai dizer: eu sou do tempo que existia RG.
Vai estar no gov.br, entendeu?
Mas é difícil conseguir entrar, hein?
É foda, né?
O cara não sabe.
Os caras dificultam suas salas.
Minha mãe tem um ditado que ela fala assim: ei, meu querido, vocês vivem é bem, eu sou da época que não existia KYC.
Aí eu: oxe, e eu não seco, irmão.
Que diabo que essa velha tá dizendo? Ela na sala de casa, eu tava lá no quarto. Eu digo: o quê, mãe? Ei, meu amigo, vocês pegaram época boa, eu sou do tempo que não existia KYC. Aí eu falei assim: mas como assim?
Nesse nível aqui, ó, só para você entender, é isso aqui, ó.
Eu também não sei o que esse cabelinho—
eu tava assim, mano.
Nossa, parece um dedão, né?
Meu visto é a coisa mais bizarra.
Mas só para minha mãe não parecer meio louca, ela falava: eu sou da época que não existia KY. Eu falei: mãe, como assim não existia KY? Ela falou: KY entrou no alfabeto em 2009. Ela tava falando das letras.
Ah, letra K e letra Y, porra.
E o W, ela ainda fala. E o W também, né, que não existia, né? Mas você explicou para ela que KY é outra coisa, porque ela vai constranger ela em algum lugar aí, né? Ela foi lá agora, mano, foi dançar, mano, me encheu o saco, tá lá em casa, viaja e volta, mano.
Podia ser Mosky com KY, é bom, Felipe.
Mosky com KY, é Mosky com KY, mano.
Ia ser bonito, bonito, né?
Como é que se escreve? M-O-S-K-Y.
É verdade. O do Caizão, o Caizão tá fazendo uns episódios comigo lá no podcast, lá no Nabucodonosor. Bodega que eu faço. E o do Caizar é K-Y-K-Y, é Caizar Dador. Aí eu falei, cara, esse com K-Y dá dor, imagina sem. Vai no seco, vai no seco. Que paróquia foda!
Tem telefone aí, Boleta? Temos telefone. Agora a gente atende telefone aqui.
Puta que pariu, logo na minha vez! Aí é loucura, cara.
Tá com medo?
Não, com medo não. Quem? Do Júlio? Sem medo, sem medo para caralho.
Tem que botar O cara na janela, foda-se.
Senão não teria vindo aqui, tá louco? Com tranquilidade. Eu sou um operacional, até para morrer eu sou tranquilo.
Você tem até visto, pô.
Agora tem visto. Você tem visto?
Não, ele é cego de um olho.
Nossa, piadinha, você entendeu?
Tem visto, mas eu não tenho mesmo, não tenho. Preciso tirar.
Entendi.
O Samuel é bom, o Samuel é bom, claro.
Você não planeja viajar? Matei um vídeo.
Não, e também se, ah, vai ter uma viaja aí, porra, demora. Passaporte você tem?
Passaporte tenho.
Já foi demorado o quê, uns 6 meses?
Demora 6 meses para marcar. Hoje em dia não sei, 6 meses para marcar. Não, mas o Samuel mesmo sabe que ele passou a noite todinha entrando e saindo e vomitou, né? Do quê? Meu pau. Vou anotar. Alô, alô.
Fala, irmão, tudo bem?
Tô bem demais, vocês aí?
Coisa boa. Fala de onde, meu velho?
Falo de Atlanta, na Geórgia, Estados Unidos.
Atlanta, eu tenho visto, eu tenho visto, eu tenho visto. O que que você manda, Lucas?
Só passando aqui, primeira vez que eu tô falando com vocês, falar que acompanha vocês desde o Pânico na TV, coisa muito legal. Não tenho pergunta, nenhuma, mas é um prazer demais falar com vocês, acompanhar vocês aqui.
A gente que tá no— desculpa, obrigado, irmão.
Porra, aqui a gente que tá nos Estados Unidos aqui ouvir vocês e tá mais pertinho do Brasil através de vocês é sempre uma honra.
Que que você faz aí, irmãozão?
Eu sou, eu sou project manager, gerente de projetos em uma empresa que faz manutenção comercial focada em clínicas médicas aqui. Então a gente contrata os multiátios e os multiátios vai, faz reparo, faz elétrica, faz o teto, construção civil, troca telha, tipo mestre de obra. É mais ou menos isso aqui, coordena aqui os nossos amigos, os mecânicos mexicano.
Eu tava na casa do César e trocando a telha, os multiat lá em cima, né? Aí eu tava tomando café, meia sorte, não é tão alto assim, mas de repente você vejo o cara, falei, mano, o cara caiu do telhado, velho! O cara tomou um rola, caiu do telhado, estampou na grama.
Falei, mano, aí o cara falou, relaxa, é normal.
Tô bem, eu falei, porra, puta susto, mano!
Acabou.
Bem que ele falou na entrevista que era maduro.
Eu conheço os dois venezuelanos aqui que também caiu do roof no chão lá no Texas, pacotou no chão, 2 meses depois tava passando massa na parede. Os cara não para não, viu?
Esse aí, irmão, ele levantou e continuou.
Aqui no Brasil, cara, tinha pegado um vergalhão.
Aqui cai nos vergalhão assim, ó. Ô louco, aqui vai para o saco já, aquele vergalhão que já enfica, já finca, né?
Boa, Lucas, obrigado, irmão.
Muito bom, tenha vida aí.
Valeu, galera, prazer.
Valeu, querido, um abraço.
O brasileiro, vocês que viajaram muito, o brasileiro realmente ele é mais carente de brasileiro?
Tipo assim, eu acho que as pessoas sentem saudade do país mesmo, porque é o teu país, cara, é diferente, é sua casa, é sua pátria. Então lá você pode ser importado, você deve ficar em alerta sempre.
Mas se tá ilegal, eu tenho visto, cara.
Não, mas você pode ter visto e ficar ilegal, tá?
Eu posso?
É porque tem que ficar até 2 meses, Bola, 1 mês, 1 mês, né?
Não, você pode ficar 6 meses.
É 6 meses?
B1, B2, 6 meses. Isso tudo?
Isso tudo. Aí você tem que sair.
Boa tarde!
Ah, que susto! Foi mal.
Pera aí, irmão, eu tô aqui com você. É você, caralho!
Não foi nem tique, eu tomei um susto agora, achei que era fantasma.
Tudo bem?
Tudo bom.
Eu sou o carioca, eu sou o carioca do Engenho da Rainha, apareci de novo, cara.
Opa, Engenho da Rainha, como é que tá aí? Beleza? O Engenhão, esse é o Engenho de Dentro.
Engenho de Dentro é outro, é o Engenhão do Botafogo, Engenho de Dentro. Isso, eu sou aquele que falei que casei com a mulher que eu conheci no Tinder, a gente conversou já uma vez. Mas, cara, tu, eu entrei aqui primeiro para falar que eu sou parceiro do Dino, me amarro na tua. 2 anos já casado, cara, tá tudo dando certo.
Porque a gente tem uma desculpa, já apaguei.
É isso aí, apagou. É, pô, porque o cara ainda fica, né?
Eu sou o Felipe aqui e, cara, entrei hoje, Carioca, para te falar que eu vi ontem a entrevista com a Miley Pico e eu vou te Deixa eu te falar, cara, eu tenho 42 anos, passei a vida vendo Jô Soares de noite, e o teu programa virou meu Jô, cara.
Que bom!
Toda noite eu tô assistindo lá, cara. O teu programa tá muito legal, cara. Entrei só, não é puxar saco não, mas é porque eu curti esse espaço que faltava para mim, sacou? É desse tipo de carioca, tá igual.
É uma coisa lightzinha para você dormir tranquilo, é isso, é para dar um relax.
Mas é diferente, mas a tua pegada é diferente, cara, dos talk shows que tem por aí. Entendeu? Eu acho que não sei explicar, cara, mas tá muito maneiro, cara.
Nem o diretor do programa sabe.
Eu vou lá e faço, eu vou me divertir nessa. Essa é a ideia.
Olha, desde que eu morri e voltei, é o talk show que eu mais gosto.
Muito obrigado.
Valeu, meu amigo.
Obrigado. Muito obrigado. E você curte o Repórter Toretti?
Curto, curto, cara. Eu vou te falar, cara, há um tempo atrás eu tive uma situação meio doida parecida, cara, antes da Em 2000, eu fiquei 15 dias em coma, que eu tive uma crise de asma grave. Tive duas paradas cardíacas, fiquei em ré de buceta. Não, parada de—
ele me ouviu, perdão, cara.
Eu ouço. Quando eu voltei do coma, cara, eu fiquei com a memória muito zoada, cara. Eu não lembrava minha senha do banco, assim, eu fiquei um tempo meio—
quiser passar para mim, eu vou te passar aí, cara.
Muita gente teve, mas eu vou te falar, mas o meu, o meu Carioca, foi 6 meses antes da pandemia. E quando os médicos não sabiam o que que eu tinha, quando começou a pandemia, eles falaram assim, cara, o povo que tá entrando aqui parece muito com o estado que você entrou quando você tava mal.
Caramba, foi muito doido, muito doido. Que para de fazer isso, mas já tá zerado, né, Felipão?
Não, tô zerado agora. Eu corro, quer dizer, uso aquela bombinha de asma mais, porra.
Deu asma, cara?
Eu sempre tive asma, só que assim, é o que eu entrei no hospital, segundo eles, foi uma crise de asma grave como nunca haviam visto. Na época que eu tive isso foi bem a época que aquela diretora, não, a criadora do Jornal Mais, ela faleceu também de uma crise de asma na mesma época que eu tive, cara.
Fernanda Young.
Fernanda Young. E foi assim, na época que eu tava em coma ela faleceu com a mesma coisa que eu tive, exatamente a mesma coisa.
Entendi. E você não descobriu o que foi?
Cara, até hoje entra como crise de asma grave. Eu fiz traqueostomia, fiquei esperando por aparelho tipo muito tempo até sair. Mas assim, o que parece de verdade, eu fiquei parecido de verdade com um paciente extremamente grave graves de COVID. Então foi 6 meses antes do COVID aparecer.
É, eu acho que foi um teste, um trailer.
É, particularmente, é lógico que a gente não pode falar isso, mas eu acho, cara, que de repente já era um vírus, uma cepa muito fraca que já tava no ar e que tava pegando outras pessoas.
Eu acho que tu pegou foi no Tinder.
Casado, não fala isso não, né?
Mas é porque ele ficou incubado o vírus.
Mas o Tinder é legal, carioca?
Não vem com essa, cara.
Eu até comentei da outra vez contigo, eu fiquei 10 anos casado, né, cara? Então quando eu entrei no Tinder, assim, a verdade é que é um ambiente muito doido, mas assim, tem pessoas querendo vários tipos de coisa ali, né? Eu na época até expliquei que era uma forma de eu conhecer gente, porque eu trabalho home office, então não tinha o contato da rua, de encontrar pessoas na rua, no trabalho, não tinha aquela carinha dele.
Facebook não, tu não tem um Facebook não, pô? Tem, mas às vezes você precisa explorar.
Não, cara, mas às vezes você precisa explorar pessoas que não estão no teu círculo, cara, entendeu?
Você precisa encontrar.
Olha, rapaz, não, mas o hospital é viciado dentro lá. Por algum motivo.
É verdade. Valeu, meu irmão, bom falar contigo, viu, gente?
Valeu, cara, valeu, obrigado, um abraço, meu irmão.
O carioca é desenrolado para falar, né? Se deixar, vai até amanhã.
Você viu que o povo responde? Todo mundo responde.
Mas olha só, você falou do Tinder, você tem Tinder?
Não, me mandaram eu baixar aquele Grindr. Já viu o Grindr? Olha, a mulher riu ali. Explica para mim. Não tem, ela não pode ter, ela não pode.
Tinder de gay?
Ah, é Tinder só gay, viado. Igual eu tava dirigindo Uber lá e o cara: você tem ursão ativo com local?
Ursão ativo com local.
Tem um amigo meu que tá moreno dinamite lá, o dele. É porque uma vez eu tava dirigindo Uber e o cara: porra, que chato, não sei o quê, dia de trabalho. Mas você tem Insider? Aí eu, não, o que é isso? Não sabia. Depois eu pesquisei.
Eu descobri uma vez que eu não vou revelar que nomes, mas tinha uma pessoa no quarto do— eu tava me vestindo para gravar, a gente viajava, o pessoal, né, o pessoal maquiando, fazer o personagem.
Sim.
Aí do nada Essa pessoa falou assim: tem alguém aqui perto, tem alguém aqui perto, fantasma, que preciso, tem um preciso de um companheiro perto de mim.
Ah tá, entendi, cara.
Eu ri para caralho porque a gente ganhou quem era a fita.
Ah, vocês descobriram quem era?
E ele descobriu, e era um dos nossos, entendeu?
É mesmo?
Miguel, eu te falo quem é, mas acho que hoje ele é assumido. Ele não assumia, mas hoje ele é assumido.
É mesmo? É, puta merda!
Mas ele é assumido hoje, acho que ele é assumido.
Ele é sumido ou assumido?
Hoje é assumido.
Porque tu tava procurando?
Não, não era o meu. Aí do nada tem alguém aqui, tem alguém, e era esse Aquele aplicativo que mostrava por proximidade, cara.
É o Gaydar, que é o radar de gay. Gaydar, que é o radar de gay. Quando, quando, quando, quando, quando, quando, quando? É, vê aí, atender ligado de novo.
Aí vem a lua.
Era não, não era não.
Alô, tô ouvindo uma ligação.
Oi, alô, quem tá falando?
É o Rafael aqui do Rio Verde, Goiás.
Valeu, Rafael, tudo bem, mano?
Medline, Rio Verde.
Tudo bem, bola, carioca, um prazer estar falando com vocês.
Aí.
Eita, porra!
Calma, calma, que o Samuel também louco. Que que você manda, Rafael?
Cara, eu tinha umas perguntas para fazer aí para o repórter Tourette aí sobre o dia que ele teve com a polícia.
Putz, cara, o enquadro com a polícia foi no Flow. Eu saindo do Flow gravei.
Uau!
Cala a boca, cala a boca! Ai, meu Tava eu, Dileira, Piscil, e o segurança do Flow.
Ou ele, o Dileira e o Piscil.
Cara, meu Deus, não, não tava algema. Eu esqueci o nome, o pai preso.
Não tinha algema para todo mundo, não tinha, não tinha, não tinha.
Aí o, a gente no carro lacrado, esse é novo para mim também, vou anotar Tá aqui no repertório. O carro lacrado. Aí passou uma viatura da polícia com os faróis tudo apagado, tudo apagado. Aí eu não lembro quem foi que falou: podia enquadrar nós, tá? Podia enquadrar nós. Podia muito, tal, tal, tal, tal. Dito e feito, passou a Blazer, voltou, porque o carro tudo lacrado. É nervoso, a gente tá torcendo para enquadrar até enquadrar.
Eu comecei a me tremer e a gente sob pressão, nervoso, Nervoso, começa. E o Dileira lá atrás, a polícia abaixa ele.
E o Dileira é aquela?
Não, o Dileira e o Piscinho no banco de trás, os dois. A polícia enquadra. Aí o cara abriu o vidro. É, o que vocês estão fazendo aqui? Abaixa os vidros de trás. Eu já dei um grito, eu tava segurando, só quando a gente dura muito, uma hora sai. É, e eu, aí eu tenho esse vídeo inclusive, depois eu vou ver. Uau, biscoitinho, biscoitinho! Ai, meu cozinho! Desculpa. Aí o cara falou assim, quem que é esse doidão aí? Cara, quem que é esse doidão aí?
O policial, cara, de brabo. Aí eu falei assim, ah, eu tenho síndrome. Fiquei assim com o dedo e eu não destravava. E eu, meu Deus do céu, Eu vou tomar mesmo querendo, não destrava.
Você sabe o que você tá fazendo?
Eu tenho, eu tenho síndrome de Tourette. Ele falou assim, o policial falou: Tourette é minha rola, é meus ovos, vaza, rala.
Esse policial deu nota, né?
E os policial de trás rachando o bico, porque o único que não sabia, não conhecia, era o que tava então tava jogando a gente. Aí nós vazou. Mas cara, que medo! Não, aí os dois de trás, e os dois de trás lá xingando, cara. Os dois foi, saiu xingando, e os policial nem aí. Eu não sou tosco, mas eu também, ele é tosco. É, da outra vez eu fui perguntar, fui pedir para o policial, fui falar para o policial assim, uau, uau! Eu fui perguntar para o policial se eu podia entrevistar eles.
Eu tava gravando com óculos. E ele não viu que tava gravando. Sim, eu gravo conteúdo para internet. Eu não gosto de dar spoiler que eu vou falar. Eu gravo conteúdo para internet, para internet. E eu posso fazer uma entrevista rapidinha com vocês aqui? E nisso que eu tinha 3 policiais da Rotam, Rota, Rota ou Rotam, é Rotam lá no Paraná, Rotam aqui, viatura preta com a flecha É os bigodão assim. Nossa, é só os nervoso, cara. Eu falei assim, eu posso gravar entrevista?
E já mandei o dedão aqui, ó. E o dedo ele vai que a mão chega a tremer assim, ó. Posso gravar entrevista? Aí o cara, ele tava tipo, não tava no clima amistoso até eu mostrar o dedo. Os cara já ficou sério. Aí o outro falou assim, é o sargento.
Sargento tava falando que ia se lamber, né?
Eu falei, ah, eu tenho síndrome de Tourette. Ele falou, é, eu tô sabendo. Uma vez você me encontrou na feira, perguntou se eu já dei o cu. Quase que eu te dei um socão na boca.
O que que o senhor tava fazendo na feira também? Comprando leguminosas. Eita, vai que ele dá enquadra nós aqui.
É não, essa época eu não gravava o conteúdo ainda, mas ele falou, você perguntou se eu já dei o cu. Eu falei, caraca, cara, que livramento! Porque eu não expliquei, provavelmente, não sei o que aconteceu, eu não gostava dele? Que eu pergunto para tanta gente, né?
E tinha muito tempo, tinha perguntado?
Eu não sei, eu não lembro.
Então tinha dado tempo dele ter, ele ter, aí depois ele conheceu.
Porque eu também entrevistei um outro policial uma vez. Mas é mais ou menos isso, a minha vida, cara, tendo que se explicar sempre.
Isso é muito doido, porque o público que a gente atingiu foi muito para polícia também, mano. Eles gostam, pô. Policial me envia aqui do caramba, velho. Esses dias eu tava lá em Curitiba. Aí o Fusca, como é que chama aquelas luzinha que tem um farol e tem o sivile? Mano, só que o meu ele funciona quando ele quer.
A buceta da sua mãe, Biscate!
Meu advogado tá aí, calma, calma, calma. O que que acontece?
O farol acende quando ele quer.
Não, e outra, só que eu puxei, aí ele não acendeu. Aí eu girei o botão, menino, ele deu uma fogo, um lingueta de fogo para dentro do Fusca. Falou, acho que eu desbloqueei uma função nova aqui.
Porque a aviação tá boa.
Olha, quando o dia que eu peguei o Fusca, o cara me entregou o Fusca meia-noite sem bateria. Eu nunca tinha dirigido um Fusca, nunca sabia onde era um farol, irmão. Eu peguei a porra do Fusca, cara. Nós tá falando e o cara do Rio Verde ouvindo, tá ouvindo.
E aí, irmão, tô aqui ouvindo tudo.
Ah tá.
E a pergunta, a pergunta, ele já fez, dá para ele contar na blazer.
E tá o comentário aqui, o pessoal falando lençol de R$2.500, que parada é essa, irmão?
Eles estão falando de R$2.500, já subiu R$500 já.
Inflação, né?
É, os cara gosta e virou uma piada, porque, mano, é uma das coisas mais loucas que tem, sabe?
R$2.500 por cobertor, galera tá mandando aqui, mano.
Um beijo para vocês, meu hater, meus fãs, todo mundo aí. Deus é bom, diabo não vale nada. O que que acontece? Essa história dos R$2.000 de rede coberta é o seguinte, vai ser Vai ser difícil. Aí cobriu o cu dele com coberta. É o que que acontece, o que que acontece, ó, mano, é outra, é treta de novo.
Vai, bora, vai, vamos lá, bora.
O que que acontece, todo ano o Ceará contrata uma galera para ajudar ele a escrever, mano. E é o que que acontece, nós foi jogar, jogava muito online, lembra que eu contei a história aqui? A gente jogava muito online. O que que aconteceu? Ele conheceu o meu squad, o squad que joga. Aí os cara já começa a se sacanear. Vocês jogavam junto? Vocês disseram que aqui começou jogando junto, né? E aí beleza, o Ceará vai, conhece um amigão meu, para, Samuel, cala a boca, desculpa, perdão, um dos melhores amigos meus, melhor amigo meu, e fala, pô, gostei desse cara.
Mas o Lemos, ele não é comediante, ele só é um cara, mano, que ele é engraçado e ele desperta em mim umas ideias de piada absurda. E aí nós jogando e o Ceará, mano, passa o contato do Lemos aí, não sei o quê, mano, e começar a se sacanear, começar a se sacanear, zoando. Aí quando chegou na data de escrever, de escrever o coisa, o time, o time dos roteiristas todo ano, a senhora falou, viado, vou chamar o Lemos. Eu, caralho, sério?
Aquele bicho é bom, viado. Aí eu falei, mano, mas ele não é comediante, então porra, é foda a pressão pro cara chegar aqui ver só roteirista, ver nós, pô, é foda, é pressão. Aí ele falou, não, vamos ver, aí vamos ver o que dá, vamos trazer ele, pô, foda-se, eu gosto dele. Beleza. Aí beleza, eu morava no centro de Curitiba, no Eu morava no Água Verde em Curitiba, mas meu apartamento era do tamanho dessa mesa de vocês aqui, aquela história, o cachorro roubando o rabo para cima, tá ligado, que é pequeno.
Aí beleza, os cara, o Lemos vai vir, cara, mas assim, o Lemos, a minha mãe considera ele como filho dela, tipo, porra, o Lemos, caralho. Então olha o que que a comédia tava fazendo, Carioca. Eu tava morando em Curitiba, morando num apartamento com elevador, um dos melhores amigos meu vai vir, tudo pago para, mano, era como se indo para Disney. Eu falei, mano, imagina, eu vou levar ele nas cachaçadas, nas costeladas que tem lá, que do caramba.
É onde você, mano, imagina, para mim, pô, era um negócio. Mas o Lemos ia na minha casa para nós jogar Mega Drive, Play 2. Nós não tinha, nós não tinha parede no banheiro, mano. Nós não tinha parede no banheiro, tá ligado? Lá em casa era um fio de cobre e um lençol, porra, a parede do banheiro. O cara tá vindo para um lugar, caralho, mosca, tu virou comediante, pô. Tu paga conta com Aí beleza. Aí eu perguntei ao produtor nosso, aí eu falei assim, mano, quantos roteiristas vem?
Vem 4, tu já tá aqui 5. Aí eu falei, mano, onde que eles vão ficar? Vai ficar no centro. Quanto o aluguel? Aí por isso que entra os R$2.000. R$2.000 quanto os 10 dias que ele ia ficar? Eu falei, pô, mas o cara tá ouvindo, né? Aí o cara ia ficar no centro da cidade. Aí eu falei assim, porra. Aí o que que acontece? Por que que entra essa confusão da galera? Eu morava num prédio e embaixo, bando de arrombados do caralho, tinha um Airbnb embaixo, no andar de baixo.
Meu irmão ficou lá e quando a minha mãe foi me visitar Eu não tinha grana para ela ficar. O Ceará pagou. O Ceará falou: deixa tua mãe no Airbnb que eu pago 10 dias. Ele pagou para minha mãe. Então quem vinha me visitar não ficava no desconforto da minha casa, sim, você entendeu? Ficava no andar de baixo, no apartamento igual o meu, que era um prédio igual, mas só para pessoa, só era só para uma pessoa. Aí o Ceará pagou, minha mãe ficou lá, minha mãe ficou feliz para caramba.
Eita porra, não sei o quê, felizão, porra do caramba, tal. E aí beleza, aí eu falei: mano, quando ele vier, eu lembro, ele pode ficar lá no apartamento? Não, viado, porque nós já vai pegar o mesmo Uber, vamos tomar as cachaça, vamos chegar bêbado, jogar Play 2 lá em casa, Play 5, tal, não sei o quê. Todo mundo deu junto com ele. Porra, cresci, eu vou levar ele nos lugares melhores. E no dia de folga a gente vai ficar. Aí o Ceará pegou e falou assim, cara, eu não vou pagar Airbnb não, porque Airbnb é mais caro. Aí eu cotei lá no Airbnb quanto que dava, aí dava R$4.000.
Caraca!
Aí eu falei assim, então faz o seguinte, tu não vai pagar R$2.000 lá no centro? Ele falou assim, abate os R$2.000 daqui, eu pago R$2.000, eu boto do meu bolso, eu boto R$2.000. Pô, meu amigo, não é tipo o que ele já ia gastar lá, o que ele Aí ia gastar lá. Aí fui, aluguei o apartamento, pá! Caralho, mano, passei meu cartão, nunca tinha passado R$4.000, dividi em tantas, pá! Pô, meu, aí porra, mandei o print para o moleque, mano, tu vai ficar aqui não, mano, já fiz um roteiro.
Beleza, isso foi, e tem tudo isso, eu postei um vídeo mostrando tudo isso, mas a galera não quer saber. Aí beleza, postei, agendei, tranquilo. O Será me liga e fala, viado, me mudei, tô morando aqui nessa rua. Aí eu fui na casa dele visitar ele, isso uma semana depois falou, viado, olha que do, mano, que felicidade ver a casa do cara, viado. Porra, tinha tudo, liquidificador, air fryer, é aquele negócio que assa tudo, perfeito.
Falei, pô, que do caramba, mano, tem que sair lá do centro, viado, vem aqui para São José perto da gente, pô, vai perto do aeroporto. Aí eu falei assim, cara, ele, pera aí, a dona desse apartamento tem um apartamento na minha rua aqui, na mesma rua, vem morar aqui, pô, mano, o dobro do preço. Eu falei, não, Não vou, viado. Ele: não, mas vai pelo menos lá olhar. Vai. Ligou, o cara já foi lá me mostrar. Mano, eu cheguei no apartamento, pô, eu me perguntava mesmo assim: caraca, será que realmente eu sou merecedor?
Não sei, começa aquela síndrome do cachorro magoado. Era um apartamento, mano, que era mais caro que o meu, era 3 quartos, pô. Tinha quarto de hóspede, tinha, mano, tinha 2 banheiros. Era um negócio tão incrível. Tinha hall de entrada, pô, tinha hall de entrada. Aí eu fiquei, aí eu olhei, aí o cara falou: mano, se você é amigo do Ceará, não vou te cobrar calção eu não vou te cobrar nada, tu só vai entrar e tu paga o mês referente, tarará, fez o contratinho e tal.
Eu, sério, sério. Aí eu fui, mano, juro para ti, era o dobro. Mas aí eu, aí o Ceará falou, vem, pô, tu vai economizar em Uber. Quando tu chegar no aeroporto, fica 3 minutos, 5 minutos do aeroporto, vem, pô, fica aqui. Eu falei, tá, mano. Eu fui olhar apartamento num dia, 3, 4 dias depois eu me mudei. Eu que fiz a mudança do Ceará lá, buscando as coisas dele no carro, e ele foi buscar as minhas. Pô, eu feliz desastre, tá ligado, mano?
Quando eu cheguei, mano, eu tô lá na van comprando as paradas para fazer e falei, pá, porra, viado, comprei minhas paradas, tô em casa um dia, minha mãe me liga.
Mas você não tinha feito Airbnb?
Exatamente, só que eu fui lembrar depois. Eu tô, porque ele não mora, ele mora em Brasília. Eu fui lembrar depois, aí eu liguei para minha mãe, pô, mãe, que do caramba! Aí eu ia passar férias em Brasília, que era o último show lá. Isso era dezembro, e era mais ou menos dia primeiro. Eu falei, pô, mãe, me mudei Eu não contei, eu fui contar para ela felizão. Aí ela, pô, que legal, não sei o quê. Aí, e aí, como é que vai ser? O Lemos disse que vai para aí.
Aí eu falei, vem para cá em dezembro. E ele vai ficar onde? Eu, caramba, Airbnb, eu esqueci, porque faltava 3 meses. Aí eu, caraca, o Airbnb! Mandei mensagem, tem no vídeo que eu postei. Mandei mensagem para mulher, oi, tudo bem? Eu queria saber se eu posso cancelar isso aqui. Tinha taxa, porque R$4.000, imagina se ela cobra metade. Aí ela falou, oi, Felipe, tudo bem? Eu vi que você já alugou alugou outras vezes, que ela morava lá no prédio.
Vi que você já alugou outras vezes, fica tranquilo. Aí eu cancelo o Airbnb. Qual que é o normal? Porra, eu numa casa com 3 quartos, ficar na tua casa na Rua do Ceará, o moleque vem, fica. Eu não peguei o dinheiro que eles falam, que eu comprei as coisas, eu já tinha comprado as paradas para casa. Aí beleza, isso normal. Fomos para Brasília, todo mundo tomando cachaça. Aí o cara falou assim, é, tu vai mesmo? Vou ficar lá no Mosca mesmo.
Porra, vai ficar lá? Mas cuidado, viu, não sei o quê. Não, mano, vai lá, Vamos lá, nós tomar umas cachaça. Aí a escrita começava dia 12, numa segunda. No domingo, o Ceará foi lá em casa. Aí ele chegou lá em casa, nós tava jogando FIFA, fazendo churrasco, tomando cachaça, mano. Eu, por feito, eu, a moto dele ficou lá em casa do Ceará, ele foi buscar. E a gente entrou lá em casa, pô, jogando FIFA. Pega uma cerveja aí, mano. Eu fui mostrar minha casa para o Ceará.
Que do caralho, velho! Porra, eu era o cara que pedia licença para tomar água no camarim do Ceará 3, 4 anos antes. Eu tava num apartamento, cadê? Eu ligava para mim. Quando eu comprei minha TV, eu não sei se aqui vocês que tem cara de rico. Eu nunca entrei numa loja para comprar uma TV, viado, e eu entrei, eu comprei, e eu comprei uma Ambilight, que as luzes de trás. Por isso que eu tô falando, eu liguei para os cara emocionado, eu liguei para os cara emocionado, viado.
Você mandou a melhor do mercado, mano.
Comprei, comprei, fui lá, comprei. Aí feliz para caramba, mano. Aí eu falei, ligava para os cara, mano, os cara que trabalhava. Mas tá aí, aí você tá muito Calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, calma, cal dele assim, ouvia.
Beleza, ele foi embora. Passa a semana nós escrevendo solo. No sábado, a galera, aí a gente era folga. No sábado, um dos mediadores que inicia essa treta por inveja, não sei, por se sentir excluído porque eu não morava mais perto dele, enfim, é um cara que tava comigo, a minha família adorava o cara. O cara me ligava de vídeo no mínimo 12 vezes por dia, 15 vezes por dia a gente conversava. Esse cara foi lá e falou, não, será, cuidado com o Mosco, o Mosco é assim, o Mosco passado, começou a distorcer tudo e ficou.
O Ceará me chama para conversar no domingo, eu chego lá da forma como eu falei, você não faz mais parte do projeto, tal. Eu não acreditava. Beleza. Aí eu falei assim, eu moro na tua rua. Eu tinha tomado umas 4 latinhas, falei, eu vou para casa, amanhã nós conversa normal. Fui para casa, beleza. Na segunda-feira não quis papo comigo, na terça nada. E eu não conseguia contar para minha família que eu tinha saído. Aí passa um tempo, ele postou foto no aniversário dele, a galera começou a mandar mensagem, ô, Mosca brigou com o Ceará, que não tá no aniversário dele, brigou Já foi dito em outro lugar, o Ceará não ia fazer aquele vídeo.
Pessoas ao redor dele falou: não, você não pode, porque assim, ó, se eu saio dessa forma, eu saí por fofoca, para o nosso público é pouco, não pode, mano. Como assim por fofoquinha? Tem que ter um negócio. Aí já foi dito em outros lugares: não, eu pedi, ele fez o vídeo porque eu quis. E aí, o que que você vai me acusar?
Mas o cobertor—
não, exatamente. E o cobertor, quando ele faz a acusação, não Não tinha acusação, não tinha. Ele, nenhuma acusação que tinha no vídeo que o Ceará fez, ele disse para mim nenhuma, porque eu refutaria todas. Eu tinha tudo. E aí ele falou não, e ele fez. Aí, porra, e o Ceará, porra, é um cara que tipo, para, Samuelzinho, cala a boca!
Tô ficando ansioso, desculpa, perdi um pouco.
Tem muita gente ao redor do cara, muita informação. O cara pegou e falou não, e ele fez isso para se beneficiar e pegar os cobertores, você entendeu? É por isso que virou essa piada. Eu jamais faria uma parada dessa, tá ligado? Então tipo distorceram a parada e virou uma piada, entendeu? Uma piada, muita tramoia para falar isso do cobertor. Então tipo assim, é uma parada que tipo a galera que trabalha comigo falou, mano, você tem que chegar lá e bater e falar nos cara que não sei o quê e tal.
Eu falei, não, mano, eu vou falar o que realmente aconteceu, tá ligado? Eu não vou falar o nome de ninguém que não seja eu e o Ceará. Eu não falo o nome de ninguém. Para mim, se as pessoas todas Igual eu falo, Bola, todo mundo perdeu com a minha saída. Eu perdi para caramba, todo mundo perdeu, pô. Shows em teatro, a gente ganhando.
Quanto é o cobertor, Bola?
R$2.000.
R$2.000 quanto cobertor? Agora tu já mobiliou casa, tu sabe quanto que custa um enxoval?
É caro, é caro, é caro. Nós precisamos comprar um edredom e uma roupa de cama lá. Falei, vamos na loja.
Vamos.
Pai, tem a loja bonita. Feita, o caralho. Tanto isso aqui, isso aqui é mil fios egípcio, o negócio era quatro pau. Eu falei, filha, área.
E agora que tu falou, bom, R$4.000, é bizarro o preço de cama, mesa e banho.
Não tem condição, é caro.
E agora que eu me lembrei, a casa que eu me mudei já tinha as coisas já. Então, velho, aqui eu me mudei, já tinha, já era mobiliado. Isso é uma cidade analógica, que isso? Essa piada Não existe. Mas assim, é caro para caramba. Tô zoando, mas é caro para caramba.
Olha, esquece.
Tem lugares, bora, vamos na Havan, que o preço é justo, a qualidade é boa. Não, já foi embora.
Tem lugares que você consegue comprar antes da loja do shopping. Ah, sim, que é o mesmo produto. E você não, mas tá louco.
Entendeu?
Tem lugares que você consegue.
Entendi, entendeu?
Vamos mais um telefone aí, boletar. Hoje você vai ter alguém mais perguntando preço do cobertor.
É o que vai ter, mano. E é boa essa piada. O padre foi no meu show e falou isso, viado. O padre foi no meu show.
Opa, Alain!
Nossa Senhora! Já foi para o saco, já foi, né?
Tava, tava aparecendo, eu tô parecendo índio, tava muito café, é muita.
Alô, quem fala? Rafael Tivo Boleta. Fala, Rafael Tivo, tudo bem, irmão?
Graças a Deus, bola, tudo em paz.
Um prazer falar com você, mano. Prazer é nosso. Fala, fala de Responde, irmão.
Eu falo aqui da Zona Leste de São Paulo, bairro da Ponte Rasa.
Aí sim, irmãozão, aí sim! Que que você manda, Rafa?
Pô, bola! Primeiro eu queria aí mandar um grande abraço para você, para o Carica.
Tô hiper feliz desde o tempo do Pânico. Primeiro para o Mosca.
Opa, o Mosca, diga, meu homem!
As meninas da vida que participaram do programa, você saiu com alguma?
Morango. Se eu sair com alguma, meu, ficava por lá mesmo. Saí para onde, pô? Nós já tava no lugar certo, não precisava nem sair. Você não podia dar o tempo delas pensar muito, saca, mano? Tá ligado? Você pensa tipo assim, ela decidiu já querer, eu vou levar para outro canto, no caminho ela vai dizer, rapaz, olha esse bicho!
Não dá, meu irmão.
Quem foi sua que é morango?
Qual?
Você falou quanto que você escova a flauta? Tem dia que é R$400.
É o primeiro. Que dia Cara, mas eu vou te falar, a gente, as meninas que criavam os conteúdos delas, mano, elas agradeciam a gente para caramba. Falou, Mosca, eu divulguei meu trabalho e as suas piadas no meio. Ou esse ano a gente tinha um projeto, um contrato assinado, a gente ia ter plataforma nossa lá dentro. O primeiro episódio com a menina era no nosso canal, e aí ia chamar para assinar o nosso canal dentro da plataforma. Aí é bom, eu ia jogar Já fiz strip com elas.
Porra, pô, eu mesmo.
Mas um abraço para você aí, tamo junto. Mas saí com pouca, só caminhoneira.
Com quem?
Caminhoneira.
Demais.
Agora eu queria fazer uma pergunta para o Tourette. Na época de infância, qual foi a pior situação que você passou assim referente a esse problema que você tem? Cara, na infância eu não tinha, eu não tinha Tourette.
Começou com 20 anos, começou com 20, pode ficar cego, você acredita?
Caralho, é com 20 anos, ele falou aqui. É, foi o mundo que ele levou, tudo por causa do primo, a socada do primo.
Mas o Tourette, é sempre que a galera fala, o Tourette ele nunca vem só, ele vem acompanhado de um outro.
Bem, tanto o toque, cara, toque é o que mais vem acompanhado.
Cala a boca, cala a boca, cara!
Eu tenho um toque forte. Faz com o dedo também, passa em cima da cabeça, mano. Eu me divirto aqui. Ai, cara, uau! Essa o povo pede para eu fazer. Faz aquele tique lá. Eles acham que é com comando, tá ligado? Não, puta, aqui, ó.
Quando a gente chegou, o carioca foi fazer um vídeo aqui, falou: dê quando você dá uma segurada.
O cara não consegue segurar aqui se mordendo. Eu achei que ele ia fazer um vídeo mó engraçado. Ele falando: pô, tal, tal, tal, tal. E eu Segurando o stick.
Mas um abraço para você mesmo, obrigado por acompanhar o trampo aí.
Obrigado, viu? Um abraço para vocês aí, Deus abençoe, que vocês continuam tendo muito sucesso na vida de cada um.
Você também, meu brother, fica com Deus aí, tudo de bom, parceiro. Vamos para o Super Chat, vou ler.
Manda bala!
Onde que é o Super Chat de vocês aqui?
Trintinha, 30 a partir, a partir de, mas aqui tem IA. Aqui tem, o cara pode mandar áudio, a voz dele, ele escolhe a voz da IA que ele quiser ler. É isso aí, a partir de, vamos lá, vamos lá.
Não foi, foi, deu tempo.
Enviou uma mensagem importante, sempre ouvir os dois lados.
Parabéns, Carica e Bola.
Ei, Bola, você adivinhou, meu neto É menino. Aê, lembra que ele ia fazer a festa de—
lembro.
Bobô, Jociande, valeu, irmão! Acertei!
Boa, Jociande!
Valeu, irmãozão! Saúde!
Ele escolheu não sei que personagem aqui.
É o Mickey?
Eu não sei o que que é. Parecia ele quando tá falando assim, mas ele aqui é incrível, carioca.
Não tem mais.
O Juninho enviou uma mensagem, falou, falou, falou e falou. No fim não falou nada, comprou R$5.000 de coberta. O teu semblante já diz tudo. Infelizmente isso não tem como esconder. Deveria ter vergonha na cara, pedir desculpas, assumir seus erros.
Olha aí, que bravo, velho! Você vê que a super inflação já era 2, era 2,5%, agora já é 5, já é 5 pau, cara.
Juros tão altos.
Eu sei, eu sei. Eu tenho que responder uma parada que é assim, cara, é igual eu trabalho com um cara, ele falou assim, você demorou tempo para falar dessas paradas. Eu falei, cara, porque eu sou humorista, pô, tá ligado? Eu achei que com o tempo o respeito voltaria, tá ligado? Os cara ia ver que tipo, mano, o impacto que a gente fez na carreira do cara, então vamos diminuir. Os cara conhece, mano, era as famílias que se conhecia. Eu fui para o Nordeste, passei 10 dias lá com a família do cara.
Você não explicou isso que ele falou? Falou não.
Explicar o quê?
Não, não é, mas não tem que explicar. Acontece, a vida é assim, cara.
É só, cara, tipo, eu falo o seguinte, você errou em confiar, mas no que eles me acusaram não. Mas eu acho que eu errei muito em outras paradas, em outras paradas, tá ligado? Por exemplo, era, não era para eu ter, de certa forma eu fui deixando que o tempo fosse afastando eu e o Ceará. A gente não só fazia coisa mais só nós dois, sempre tinha alguém junto, tá ligado? E a cumplicidade era isso, era Só eu e o Ceará, a gente entrava para jogar, trocava ideia, saía para beber junto.
Então acho que a gente juntou muita gente junto, tá ligado? A gente botou muita gente junto. Então, e outra parada que eu falei, até o mano falou ontem, mano, mas isso é errado. Por exemplo, no final o Ceará tava com muita coisa na cabeça dele. Será um dos maiores comediantes do país, pô. O Ceará tava com problemas pessoais dele, na vida pessoal, tava com problemas no restaurante dele, tava em todo canto. Aí o que que acontece?
Tinha com uma coisa que que o Ceará fazia, às vezes, ah, me incomodava em alguma parada. Só que eu falava, não, quem que se incomodou foi eu. Eu não vou nem expor para o cara agora porque ele tem tanta coisa para se preocupar. Ah, é só, putz, vamos gravar mais cedo, vamos ficar gravando. Por exemplo, eu me preocupo, eu me preocupava muito com a saúde dele. Isso foi um dos incômodos. Ele se irritou, pô. Ele se irritava com produção, com todo mundo.
Você se incomodar. Ele disse, no dia que ele descobriu diabetes, eu tava com ele, você entendeu? Então, tipo, meu erro foi não manter a gente mais próximo como a gente era. Aí isso, aí o que que a galera quer? A galera quer que eu chegue aqui, seja o meu próprio advogado e diga não, porque eu não vou falar mal de ninguém, irmão, não vou. Eu não, eu só não fiz o que me acusaram, simples.
Eu continuo trampando, tá explicado, irmão.
O tempo vai mostrar aí para vocês. Aí, Deus abençoe.
Não, eu torço para que vocês retornem.
Eu também, eu também. Era uma dupla muito legal, velho.
Ia ser do caralho, hein?
Porra, não, tá merda. Não é que nem tudo que a gente quer acontece, mas a gente torce.
É igual a galera quer que o Pânico volte um dia, né?
Aí é improvável.
Não, o Bola tem que ficar bêbado e pular do avião de novo. Vamos enterrar o Bola de novo. Não vai, meu irmão.
Na primeira já morro, na primeira.
E assim, você se explicar para quem não gosta de você, mano. Um cara falou isso para mim: se você não tem hater, você não é grande o suficiente. Tem que ter hater, velho.
Tem que ter.
Ninguém é amado, velho, tá ligado?
E também tem uma frase boa também que diz o seguinte: quando você tá lá, postou alguma coisa, a pessoa vai lá e faz uma maldade falando algo de você, fala muito mais sobre a pessoa que tá escrevendo do que você que tá ali.
Exatamente.
Eu me sentia mal no início.
Você sentia mal?
Sim. Quando eu comecei a criar conteúdo, povo comentava as coisas, e é sempre uma coisa absurda, cara. Eu tava lendo um comentário. O Facebook é o pior lugar do mundo para você ler os comentários Só encerir lá no link, cara. Eu fui ler, aí um cara comentou assim, é, deveria quebrar as mãos e pernas. Que isso, cara? Eu sou deficiente, pelo amor de Deus, mano. Tá bom. Aí no começo eu comecei a me chatear, aí depois eu comecei a conciliar as coisas boas com as coisas ruins.
Falei, cara, não compensa. Aí eu parei de responder essas pessoas e só postava a cara delas lá e o print deles. Aí, ó, otário.
Mas é o que ele quer aparecer, né?
E a galera quer mais.
Eu tô nem Essa é a cara dele mesmo, que eu tô nem falando.
O Léo Lins postou esses dias, um cara postou assim: você é a pior escória do mundo e não sei o quê. Ele entrou no perfil do cara, tá escrito a legenda: seja gentil. No perfil do cara é sempre, mas é para chamar atenção.
O cara quer atenção, carente. A bio dele com versículo bíblico, é sempre a mesma coisa.
O cara me xingou todo no Instagram, não sei o quê, no comentário. Quando eu entrei no perfil dele, tá lá: assembleia Assembleia Legislativa, não sei o quê, de porra. Eu, caralho, o cara da Assembleia de Deus, ele tá xingando. Não, de Deus, de Deus, não de Deus. Eu achei legal. Nossa Senhora, deixa eu ver aqui, eu vou botar aí.
Mas vamos lá, o cara foi xingar pelo Xandão.
Tem o último aqui, vamos lá.
É Assembleia Legislativa.
Eldon Pimentela enviou uma mensagem. Samuca, Você escolheria viver sem Tourette e sem fama, ou do jeito que está? Manda um beijo com o dedo do meio para Tiziana, sua fã.
Tiziana, um beijo.
Isso aqui, cala a boca. Desculpa. Ai, cala a boca. Desculpa.
E a pergunta dele, qual foi a pergunta?
Já me fizeram essa pergunta, mas sem fama, cara, com certeza. Mas aí eu escolheria se eu tivesse a lembrança de quando eu tive Tourette, porque uau, você entende?
Tipo assim, se hoje acabasse, se eu tiver normal, você vai tomar esse remédio, vai ficar curado.
Com certeza. Eu, com a lembrança do que eu passei, para eu passar a mensagem para as pessoas.
Entendi.
Porque no início eu não queria, eu não queria nem criar conteúdo. Aí na época o meu patrão, que hoje é meu empresário, ele falou assim: não, Samuel. Ele tinha um podcast, falou assim: Samuel, entrevista as pessoas. Ai, meu cozinho pretinho, desculpa. Entrevista as pessoas que vão no podcast, é mais fácil, você não precisa sair procurar e tal, tal. Porque eu falei, não, eu não quero gravar. Aí eu comecei a gravar conteúdo, sofri um hate, porque isso é normal.
Só que no meu caso eu não tava acostumado com isso, cara. Eu sempre fui aquele cara de ficar em casa jogando videogame e tranquilo, jogava CS e ficava lá tranquilo no meu mundo. Eu não era exposto para as pessoas. Sim, eu, eu nas mesas de reunião, as pessoas sempre entendiam, davam risada e tal. E quando eu fui para internet, eu comecei a sofrer, eu comecei a sofrer esse hate. E de uma certa forma isso me atingiu, porque eu nunca fui um personagem.
Quando você tem um personagem, por exemplo, e desculpa, você que teve bastante personagens, se alguém falasse mal do seu personagem, cara, você tinha um escudo, que era ela estava falando do seu personagem, não da sua pessoa.
Ah, mas eles falam da pessoa.
Ah não, é, mas no meu caso, que eu não tenho personagem, Merda, esse personagem merda. A pessoa tá falando de mim, da minha índole, porque você não é um personagem. Exatamente, entendeu? Então com isso eu sofri bastante e eu gostaria de manter as memórias para passar uma mensagem para as pessoas que ainda não conhecem a síndrome de Tourette, que isso, cara, não vou dizer que é uma coisa normal, mas não, mas dá para a gente normalizar.
Eu digo que não é normal porque não é normal você tá aqui, a pessoa tá lá no canta tia, é, né? Você sabe que tem alguma coisa diferente. E nós temos uma coisa diferente, assim como você tem uma coisa diferente. Você, você, lógico.
Então, então sim, eu escolheria a cura, não ter fama, mas lembrar para você passar.
Exatamente. Adiante. Exatamente.
Eu acho, eu acho sensacional.
Cala a boca! Desculpa, perdão.
Tá susto da porra, meu Deus!
Desculpa, perdão.
A gente conversou, mas muito obrigado.
Ticiane, Ticiane, beijo! Desculpa, um beijo.
A gente conversou aquele dia lá que se tu gostaria de largar e viver offline, lembra que tu falou uma vez?
Sim. Então, viver offline, cara, é difícil, porque aí não teria como eu passar mensagem nenhuma pros outros. E a fama que eu gostaria era de quando alguém— biscate, perdão— uau! Alguém falasse assim: não, eu conheço assim Síndrome de Tourette. Eu gostaria que essa pessoa falasse assim, ó, conheci através do Samuel, assim como fazem hoje em dia. Eu entendo, por causa dele. Ah, nossa, o Samuel, aquele famoso lá. Não, eu não quero, longe disso, cara.
Eu gosto, meus amigos me zoam porque eles falam, porque uma vez nós estávamos jogando videogame na casa de amigo, na casa de amigo, cara, 5 negros sem camisa jogando videogame FIFA 25. E eu falei, cara, os cara assim, cara, o Samuel é humilde, Zuando eu, né? O cara podia estar lá conversando com o Adriano Imperador e tá aqui jogando videogame com a gente. Falei, cara, mas eu gosto é disso aqui mesmo, eu gosto das coisas simples, eu gosto de chegar e ficar jogando meu CS em casa e não sair para o shopping para tirar foto e tal. Tirar foto é legal que mostra uma admiração das pessoas por você.
Claro, eu concordo. Ó, fala o seguinte, tem recadinho produtinhos aqui. Atenção, você aí, a ProSója Shopping Cidade de São Paulo, passa lá para conhecer a casa do agro, passeio cultural.
Isso, você sabe de onde veio? Não sabe, né? Você vai entender um monte de coisa legal, um monte de coisa que você usa no seu dia a dia. Isso aí, veio da soja, veio do milho, veio do agro, meu amigo.
E também a nossa querida Philips. Obrigado por esse episódio maravilhoso, sensacional. Conheça os produtos, QR code na tela, tá aqui. Só produto top, fique à vontade. E atenção, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Tô chegando Porto Alegre, Bento e Caxias do Sul. Domingão, sexta, sábado, domingo. Porto Alegre sexta, sábado Bento e domingo Caxias do Sul.
Posso agradecer o Murilo?
Fica à vontade. E o Murilão, olha que bonito isso aí, a réplica do meu Fuca.
Aí, essa é a réplica, ganhei um e ele fez outro. Então vai lá. Aí o Brunão que te deu aí, o Brunão aí, chutar ali, você viu ali já?
Aí tá ali, ó.
Esse vai até Escuta, assusta do caralho, quase cabaça.
MCM Colecionáveis, é isso aí. Obrigado, Philips. Pô, vocês são demais, a gente adora vocês. Eu tô adorando meu quarto com a minha Philips Ambilite.
Eu amo minha Ambilite, amo minha.
Eu toda noite vou tomar banho ouvindo na minha bumbite, é uma delícia. Lembrando, pessoal, amanhã o programa começa às 11 da manhã. Por favor, teve uma mudança porque o nosso querido amigo Rogério Morgado tem um filme, teve câncer, uma gravação. Então Morgado A gente vai remarcar, mas amanhã o TIC é ao vivo, 11 da manhã, com TK, né, Boleta?
TK sensacional, gente boa.
TK vai estar aqui. E vocês não acreditam quem vem aqui amanhã, Boleta.
Quem vem aqui amanhã?
Thiago Brava.
O Thiago é gente boa.
TK e Thiago Brava.
O Estrutura, tem que ter Estrutura.
O Estrutura.
O Estrutura. Thiago é gente boa.
Thiago Brava e TK ao vivo, 11 da manhã.
11 da manhã, rapaziada.
Excepcionalmente 11 da manhã. Amanhã, tá bom?
Beijo, beijo, obrigado, até amanhã.
Valeu, cara, valeu, Bosque, valeu, Toretti, obrigado.
Philips
Audio e Vídeo