EP 789 - MAURÍCIO DOLLENZ
Mauricio Dollenz é ator, comediante, mágico e ilusionista. Com formação em atuação e técnicas de clown, já trabalhou em navios internacionais e fundou a primeira Escola de Magia de Valência, na Espanha. Hoje é presença frequente na TV, em podcasts e nos palcos brasileiros, onde combina humor, ilusionismo e improviso em seus espetáculos.
- Fraude e desonestidade em herançaGolpe da câmera digital · Golpe do iPhone de carga · Golpe do telhado · Golpe do policial federal · Pickpocket
- O futebol argentino na ColômbiaArgentina vs. Espanha · VAR e arbitragem na Copa · Messi · Diego Maradona · Pelé · Futebol argentino
- Viagens InternacionaisExperiencia no Canada · Mudanças na programação e lives · Viagem ao Chile · Trabalho no exterior
- Outras frentes de combate ao crimePoliciamento à paisana em Nova York · Reconhecimento facial em Salvador · Abordagem policial em assaltos
- Gastronomia ItalianaProdução de Carnes · Fernet Branca · Bar Dona Onça · Chimichurri
- Campeonato Brasileiro de FutebolDesempenho na Copa do Mundo · Falta de identidade e conexão com o povo · Melhores jogadores brasileiros de todos os tempos
- Controle Mental e MagiaLeitura de cartas de pôquer · Probabilidades e estatística · Hiperfoco · Escola Argentina de Mágica
- Táticas de FutebolTática do triângulo · Desmarcação de jogadores · Desempenho do Barcelona
- Artistas e apresentaçõesAgenda de shows no Brasil · Turnê internacional (Chile, Canadá) · Talk show em Balneário Camboriú
- Astrologia e NumerologiaNumerologia pitagórica · Significado dos números · Ticaracati Cast
- Tecnologia e percepção de realidadeMeta e ferramentas de IA · Tradução simultânea · Realidade aumentada em viagens
- Histórias de vida e superaçãoExílio do pai do Chile · Experiências de trabalho na Europa · Criação dos filhos
Os cara se fuderam, né?
Não, não, não, se fuderam.
Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né? Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né?
Os cara se fuderam, né Argentino agora tá dizendo que é chileno para poder não pagar.
É que tava todo mundo, não tinha nenhum argentino, tava todo mundo lá na Copa do Mundo. Então tem algum? Falou, tem um que nasceu lá e é nascido lá. É verdade, exatamente. Então, e tem documentação? Tenho documentação, sou raiz.
Olha, antes de tudo, só agradecer o Dedé Santana, Carica. Ele falou que ia mandar e mandou. Bonequinho já tá ali.
Ó, Dedé, obrigado, Dedé! Valeu, irmão, um beijo!
Muito obrigado, Dedé.
Ó, isso aí, Dedé!
Que entrevista legal, Dedé Santana. Que honra poder receber um Dedé Santana aqui, né? Tá louco, velho, tá maluco, né?
Sensacional, porra!
A gente é privilegiado para cacete. A real é essa, a gente é privilegiado, Boletá. É muito privilegiado, muito dos sonhos poder bater uma tarde, um papo com os nossos ídolos.
Não tem coisa melhor, mano.
Um gênio, né, do humor, da comédia, principalmente infantil, que é a coisa mais difícil, é fazer comédia infantil.
Hoje em dia não tem muito, né, cara?
Até tem YouTube, é que tá nichado, né? Hoje tem essa, a internet tem muito conteúdo, é que a gente não tem mais o contato, né, com a tela única. É o cafezinho do argentino. Ai meu, argentino que se foda!
Trouxe mate para beber?
Mate argentino, que delícia!
Não podemos ter muito sábado, mas é bom, eu falo, é bom ver a Argentina perder.
Nós somos penta-bola, Eles estão tendo que torcer em contra. Eu falo isso para meu filho, é brasileiro, eu falo, tem que torcer todos os outros, todos. Claro, França, Itália, tem que torcer contra Alemanha.
Itália, se ganhar mais um, empata com nós.
Argentina mais ainda.
Que bom que a Itália não foi.
E a Alemanha também se lascou.
Que bom que a Itália não foi.
Então que se lasque. Se a gente se lascar, é que se lá deixa a Espanha ganhar mais um, deixa a Holanda ganhar um, do resto que se lasque.
Você acha, Bola?
Ah, eu acho.
Que bom que a Espanha ganhou, pelo menos é bi, né? Não é penta. A Espanha é bi, é bi bem. É, ela é bi.
A Espanha é bi.
A Espanha é bi. Todo espanhol agora é bi, Gabi.
Pelo amor de Deus.
Mas que jogaram de bola, hein?
Nossa, uma aula de futebol.
Eu vi o segundo tempo só.
Me lembrou do Barcelona da época do Messi, do tiqui-taca, né?
Era o Barcelona, tinha 9 do Barcelona.
Cara, é muito louco.
Só dava eles no segundo tempo, nunca vi.
É muito louco porque assim, Eu fiquei observando, porque, cara, isso é um trabalho assim, eu acho, dentro do indivíduo. Não sou do mundo do futebol, não sou um estudioso do futebol, gosto, sou um consumidor de futebol desde criança. Mas assim, tem coisas que você percebe que é muito legal sacar nesse jogo especificamente. Porque repara, se você prestou atenção no jogo, eu gosto às vezes olhar, por exemplo, adoro ver o Messi no campo fingindo estilo de morto, do nada ele dá uma corrida, filha da puta.
Então ele, por que que ele não corre?
Eu acho Porque ele guarda energia para os últimos 15 minutos, aonde tá todo mundo sem perna, e ele o único que ainda tem para fazer alguma coisa.
E isso é óbvio, mas ele, ele faz uma coisa que o nosso saudoso Oscar Schmidt falava aqui. O que que ele fez tanta cesta no basquete? No caso do Messi, ele se desmarca, entende? Ele fica os caras vão para lá e vem para cá, ele se desmarca, porque quando ele se desmarca Deixar mais, tem que falar assim, porra, mas o Messi tá livre porque ele não— o time tá lá, Messi é o Messi, é um universo à parte. Ele não fala, olha, estamos aqui, 4 linhas, 3, 2, não, não.
Ele faz o— ele tá o tempo inteiro se desmarcando. Pode ver que a jogada tá lá, ele tá aqui atrás, ele tá observando, que ele fala, porra, se eu correr ali agora, aí do nada ele dá um sprint. Não é que ele dá, ele vai no momento que ele sente que Vai ser que ele vai aportar, vai dar certo. Então assim, e ele tá sempre livre, porque ele não tá, ele tá se desmarcando. O Oscar se desmarcava em cima dele, o Oscar do basquete, não sei se você conheceu.
Ele do nada ele se desmarcava e puff, marcava. Então ele treinava se desmarcar e arremessar muito rápido, para quê? Para que ninguém o marcasse. E ele tem essa característica, fazia pouco bem, né? Mas voltando à Espanha, sem querer me estender, não Que é o que o tiqui-taca faz legal. Pode ver, é o único time que sai com a bola do gol, que hoje todo mundo tem atenção no futebol, né, que a gente briga do dinizismo, né, dinizismo, né. Mas não é, ele tem sempre um triângulo. É muito louco isso, cara.
Ele sabe fazer isso, ele sabe fazer isso muito bem.
Só o triângulo, que é o tiqui-taca. Você sabe como é que funciona a bola?
Não.
O cara tá com a bola aqui, ele tem duas opções em triângulo.
Ah tá, sempre tem duas.
Pode ver. Então se um cara pegar na bola, já forma dois aqui, forma dois aqui. Então o cara tem opção de: vem um cara aqui, toca para esse. Aí esse cara marcou, toca para esse. Aí fica um triângulo.
Aí isso pode acontecer muito tempo até ele se cansar.
Isso eles vão fazer nessa porra e vai cansando os cara, até o cara dá uma displicênciazinha, faz o gol. Pode ver, o cara fez o gol lá cento e tantos minutos. Nós vamos fazer. Agora o controle é nosso, exatamente.
Não sabemos quando.
É muito louco, cara. É muito legal. E toca a bola, e toca a bola, e o cara vem dar o pinote, toca a bola e triangula.
E a segunda amarela que teve a Argentina foi justamente— o problema foi a primeira amarela. Se ele não tivesse tomado essa primeira amarela—
Mas aquele lance era para o vermelho direto, né?
Sim, não, concordo.
O cara quase quebrou a perna do outro.
Claro, o cara deu a pirueta também, mano.
Não, não, se tem uma pirueta— Mas imagina se não tivesse amarela. É nessa altura, pelo menos um amarelo, né? Não sei se vermelho direto, pelo menos amarelo.
Me lembrou um jogo do Botafogo na Libertadores que tava 40 segundos, o Gregory também entrou, deu uma paulada, foi menos que essa aí, foi expulso, e foi expulso com 40 segundos de jogo.
Beleza.
Agora, Argentina, você acha que, você acha que os caras ajudaram a Argentina, Bola, na Copa?
Não, a FIFA, porra.
Arbitragem, né, velho?
Tudo.
Você viu o levantamento sobre os dados?
Não vi, não vi.
Que bizarro, cara.
Mas se tivesse ganho, se tivesse ajudado, teria ganho.
Eu também acho.
Todos os times da Copa tiveram lances, veja só, contra, revisado pelo VAR.
Tá. Argentina não tinha.
Ela não teve nenhum na Copa. Nenhum.
Estranho isso, hein, Dolly?
Sabe, o cara deu um pisão, chutou, deu um soco, o VAR não chamou em nenhum momento, nenhum. Todos os times foram chamados 2, 3, 4 vezes durante a Copa. Argentina nenhum, praticando absurdos em campo.
Não teve lance surreais, foi tudo, foi muito doido, todo, todo o tempo inteiro.
E a favor dela foi a que mais teve na Copa. Entende? Por exemplo, o gol do Egito lá, que o cara deu uma— o próprio, o próprio gol lá que o cara fingiu, que foi legal aquele gol, foi legal, foi legal. O cara fez aquela cena, entendeu? Favoreceram os caras. Então, desculpa, o mundo inteiro, né, o mundo inteiro chiou.
O que aconteceu foi surreal. Tá chorando um pouco, um pouco, porque depois o que eles fizeram com Inglaterra O que fizeram com a Inglaterra, o que conseguiram fazer com eles. Ah, e emocionar o mundo. Eu acho que depois, óbvio, eu morei na Espanha também, eu criei, eu tenho coisas parecidas com Messi, só a conta corrente que não, sabe?
Se tivesse, você tem uma família grande.
Quando ele estava no Mediterrâneo, na Maciã do Barcelona, eu tava, ó, para você.
Muito bem, vem cá, vem cá.
Cadê a camisa? Vem cá, não veio hoje?
É inadmissível um brasileiro torcer para Argentina. É inadmissível, Renato.
Tem um monte.
Renato é o nosso diretor aqui.
Muito obrigado, viu?
Ele é aquele brasileiro que usa camisa da Argentina. Cara, você me desculpa, é inadmissível. Você assistia futebol na infância?
Tem duas camisas que eu não uso: do Corinthians e da Argentina.
Tá correto, tem que torcer.
Eu cresci assistindo, lógico. Você torce Maradona jogando no Napoli.
Não, não é que Argentina contra Brasil é diferente. Eu sei que vai ser difícil e hoje em dia tá dividido, mas meu filho falou: e se joga Brasil contra Argentina? Eu falo: torço pelo Brasil. Por quê? Porque quero ver o Brasil, quero estar no Brasil e ver o brasileiro feliz.
Entendi.
Isso eu não vi.
Entendi.
Entendeu?
Você é um cara legal, Dolens. Você é um cara bacana.
O Renato. Desculpa, Renato Coimbra é o nosso diretor artístico aqui do Ticaracati Cast. O cara que faz a parte artística, cuida aqui da curadoria de conteúdo deste humilde canal. Não é possível! Você, quantos anos você tem?
45.
Cara, tu é burro velho. Tu lembra de Simeone?
Lembro.
Você acha, você não sentia ódio na infância do que ele fazia com a nossa nação? Cuspir na cara, chamar de macaco, entendeu?
E você torceu para Espanha, a Espanha não faz nada disso.
Não, não, não, eu não tô falando da Espanha, eu tô falando Brasil e Argentina, não tô falando de nação, eu não tô falando do Brasil, tá tudo bem.
É só o Brasil saiu, eu tinha que torcer para alguém, eu torci para Argentina.
Mas eles são, mas eles nos odeiam.
Eu, se jogar Argentina, o time odeia.
Não é, tem um brasileiro que fala assim Puxem na internet que fala: o brasileiro ama odiar o argentino e o argentino odeia amar o brasileiro.
Né?
Falei tudo, não falei?
Falou tudo.
Mas não sei quem foi, um brasileiro que falou isso.
Se tiver um jogo doles Argentina e seleção do capeta, eu torço pro capeta.
Cara, olha só, não tenho nada. Vem cá, vem cá. Vamos esclarecer essa essa porra que tá pairando.
Não tenho nada contra, só futebol.
Tá pairando. É que Argentina pode muito bem. Eu trabalhei com argentinos, tive o privilégio de trabalhar com argentinos.
Mata o mate então.
Posso?
É bom isso?
Não tem, é amargo, né?
Não, eu gosto de mate. Eu trabalhei com argentino, Renato. São caras maravilhosos, competentes, metidos. Não, não, conhecem a cultura do Brasil. Mais do que 80% do povo brasileiro. É impressionante. A música, arte. Não, tô falando sério, eles conhecem muito mais da gente do que a gente deles, fato.
Ah, não tenha dúvida, tô falando sério.
Eu fiquei em choque assim, os caras são muito bons.
Alfajor, doce de leite e carne.
Então trouxe uma surpresa para almoçar que tá chegando daqui a pouco.
Tá bom.
Boa, para falar bem desse tipo de história, só para concluir, cara, os caras batiam, cuspiam, sempre foi assim, roubaram da gente, 78, roubaram, entregaram para o Peru, roubaram, entregou, compraram os cara, tiraram uma coisa, cara, botaram água na nossa bebida, botaram calmante na nossa água. Porra, cara, desculpa, os caras acabam a Copa, agridem os outros. Desculpa, é um jogo sujo, não é possível. Um brasileiro, então você não é brasileiro, irmão, vai lá para a gente.
Não, não, você me desculpa. A violência não era, a violência não é justificada, a violência não é justificável, mas assim É, não dá para negar que o Maradona foi um ótimo jogador, que o Messi, melhor que Pelé, não, torcer diferente, irmão. Ah, bom, reconhecer uma coisa, agora botar a camisa, dar o meu dinheiro para a AFA, o Messi hoje, assim como Messi hoje, é impossível você gostar de futebol e falar não, eu não vou torcer pelo Messi, que o Messi é ruim, não vou torcer pelo Messi.
Eu sabia que você era Maradona, irmão, eu sabia que você era Maradona.
Falando que pela, pelo número de coisas, o Messi é maior que o Maradona.
Mas não é maior que Pelé, não, jamais, longe, jamais. Agora, agora, uma coisa é você admirar o cara e respeitar o cara, outra coisa é você torcer por um cara que só te fode. Não dá, não dá.
Isso aí não dá. Maradona era amigo do Pelé, você viu esses vídeos deles falando junto lá na Europa?
Mas não são contemporâneos, mas não são contemporâneos, foram amigos. Irmãos, amigos, porém adversários e rivais.
Mas viu que ele, Maradoniano, você não pode torcer por um rival teu, tá? Mas vamos falar de futebol agora. Você não gostava do futebol dele, Renato? Você não gostava do futebol do dentro da quadra? Estamos falando do futebol dentro da quadra, perfeito?
Eu gostei mais dele fora depois que eu vi o documentário. Ele é um dos caras mais loucos que eu já vi na minha vida, irmão. Qual o documentário do Maradona? Maradona completamente xarope. O que ele fazia fora de campo?
Era rock and roll, né?
Rock and roll é Fischer, irmão. O Ozzy é bosta perto dele.
Maradona, ele é porque ele deu uma Copa lá para os argentinos desde 78, uma Copa ali assim, uma Copa com gol de mão, né?
Enfim, manito de Deus.
Bom, todas as Copas do Mundo tem uma história. E aquele gol da Alemanha que nunca entrou também tem isso, da Inglaterra. Então por isso que a Inglaterra é meia-meia. Exatamente.
Tudo bem, mas ali ali foi um erro. Hoje em dia esse erro não tem mais.
Foi um erro do juiz também.
E da última Copa, tem quantos erros teve que beneficiou a Argentina?
Todos.
Então, né, ganhar uma Copa para Inglaterra deve ser triste, ganhar uma Copa como não gol. Eles ganham a Copa, tá lá na história, mas é um não gol, né? Mas entenda, espero que esse não gol na Inglaterra seja Uma coisa, seja uma coisa, muito obrigado.
Eu trouxe umas coisas de idiota.
O que que você trouxe? Vou aplaudir aqui Maurício Dollens, aqui o ex-gênio argentino, né? Tá chorando graças a Deus. Se não tivesse essa Copa, não viria.
Eu nasci na Argentina, porque tive que mostrar meu documento, sabe?
A galera fala, não, mas você sim, sim, sou nascido na Argentina, mas fui criado no Chile.
Claro. Aí tô pequenininho com um coelho, éramos 4 irmãos, e O que que acontece, eu sou maradoniano igual que Renato porque eu toquei a Maradona, eu toquei ele.
Você tocou em Maradona?
Meu pai, meu pai quando era ministro de esporte foi jogar Maradona, foi a seleção jogar lá no Chile, e eu falei, eu quero ver a Maradona, lógico, ok, não quero ver. Ele falou, tá, beleza. Eu quero presidencial, a tribuna presidencial, pai.
Falou, não.
Meus filhos não vão sentar aí, você vai cortar ingresso. Fui cortar ingresso. Aí, como conhecia todos os que trabalhavam, fui e me infiltrei antes de começar o jogo. Sim, como me infiltrei nos camarinos. E olha as fotos que eu tirei. Canígia entrando no camarim.
Quem que é esse aqui?
É Beto Acosta e Gorocito. Acosta e Corocito.
Esse aqui é o Caniggia, claro.
É tu aqui, esse jogo com Caniggia. Caraca, velho, olha aqui o Caniggia aqui, ó, com Redondo.
Tá diferente.
Então entrei no camarim da seleção argentina enquanto tava fazendo o aquecimento. Caniggia não ia jogar, tava fazendo xixi no banheiro.
Aí eu pedi um autógrafo para ele e a caneta dele com mão de rola te assinou a caneta.
Aí Redondo, Fernando Redondo, aí Tirei a foto dentro do camarim, viu que tava Maradona aí.
Maradona aqui, ó, é verdade.
Eu vou ser completamente—
tá aumentando a foto, velho. Vê se a pessoa é normal, bicho. Esse aqui é o Maradona.
Começou o aquecimento. Maradona, Maradona fazendo aquecimento.
Don Diego Maradona.
Don Diego armando, sempre armando.
Batistuta.
Batistuta.
Aí entraram, irmão.
Aí foi o momento em que ele entrou pela porta quando eu tava saindo e tirei a foto da orelha dele e toquei a orelha dele. A orelha da Mariana.
Aí, ó, olha isso, tá aqui, ó. Você tem que digitalizar e mandar isso pra gente, cara.
Você tirou a foto da orelha do Mariana?
O que que é isso aí?
Minha camiseta de Boca Juniors.
Ah, quando você era criança?
É. Viu que na Copa teve muitas coisas de numerologia, de a data de 19, a data de nascimento, tudo beleza. Bom, eu, por exemplo, Dolenz, o sobrenome Dolenz, o sobrenome de Guaraná, quem é?
Não, esse é Dolly. Dolenz, Guaraná Dolenz.
O primeiro fundador de Boca Juniors, do equipe de Boca Juniors, Ludovico Dolenz, é o fundador desse desse time de Boca Juniors. Então meu sobrenome tem sangue de Boca, tem Boca. Então esse é meu vínculo.
Eu admiro, eu admiro o Boca Juniors, apesar que você estava no Allianz Parque naquele Palmeiras e Boca Juniors?
Eu estava, infelizmente.
Eu vou dizer uma coisa para vocês, foi o maior antijogo da história do futebol que eu vi num estádio de futebol. Muito sujo, muito sujo. Os caras não deixaram, cara. Se o segundo tempo teve 13 minutos, foi muito. Era goleiro segurando, aí um caía, aí o outro caía, aí um caía, aí o outro caía, aí o outro caía. Eu falo, gente, mas que porra é tudo? Caía tudo, não sei o quê, empurrava, arrumava confusão, e o relógio rodando. Só que assim, a malandragem ela passa do ponto, mas passa assim qualquer critério. Aí o juiz deu 3 minutos, eu falei, mano, foi mesmo, bicho, tá louco.
Não, você não tá entendendo. Desculpa, mas antes que tudo sou maradoniano.
Você é maradoniano?
Então trouxe a do Nápoles que comprei lá no bairro.
Legal, cara, jogou com alemão e careca.
Maradona aí, ó.
Lembra aquela vez que o Caniggia fez o gol contra o Brasil, 90? Claro, era para ter careca, ter brecado o Maradona.
Sim.
Aí perguntaram por que que você não parou, por que não quebrou ele? Falou, como vou danificar um cara que me deu tantas alegrias. Eu acho que ele foi bom. Enfim, continua. Mas também tem essa aqui, ó, carecão.
Tem que trazer o careca aqui, cara, ele é brother agora da seleção.
Credo, viu?
78. Essa camisa de, parece camisa de penitenciária.
Que bacana!
Não, isso é de penitenciária, com chocinho. Trouxe o meu chocinho também.
Ele veio, ele veio pronto, ele veio pronto, bicho.
Falaram, você é argentino mesmo?
Só, cara, ó, ó, uniformizado, bicho, ó, paramentado completo de Maradona, velho.
Deus, que bicho louco!
Então te zoando na rua aí ou não?
Não, mas por exemplo, demora, eu mando uma mochila para o costureiro e demora mais dias, já pede para pagar adiantado, aí eu volto, não tá, aí tá bom, eu vou começar agora, e aí vai, estica. Então já Eu já conto com uma margem de fodida.
Mas a turma tá brava em Buenos Aires, que uma menina postou os negócios.
Eu adorei Copacabana, eles apanhando. Achei tão gostoso.
A menina brasileira postou uns negócios tirando sarro. Uma TV mostrou as postagens, os cara mandando mensagem, a menina, que vão matar ela e o caralho.
É, os cara tão bravo, velho. Ô, Zaque, vê se você acha aí argentinos apanhando em Copacabana. Não, para, foi tão prazeroso.
Não, não, para.
Obrigado.
A cara dele, tá mostrando violência.
Obrigado, obrigado, polícia.
Militar do Rio de Janeiro por colocar a ordem.
Vamos falar de comida, porque assim, esse é um presente para você.
Não, não, eu acabei de almoçar, caralho. Não, vai ter que comer isso aí. Isso aí, tá meio empanada. Empanada é meu prato preferido.
Empanadas argentinas. Sim, eu quero que—
puta, que eu acabei de almoçar, Dolly.
Chimichurri, ok. Hamburguesa artesanal, senhor, ser preparada por uma argentina.
Carne argentina.
Uma empanada, uma para você.
Não, eu tô de— eu não sei, mas eu como empanada. Não, eu como empanada.
Do que que é empanada?
Puta, cheira de batata, meu.
Do que que é empanada?
Empanada de carne. Cadê o chefe?
Tá aqui? Ju, traz um pra— o chefe tá aí.
Vocês vão experimentar.
Vamos lá, ensina.
Traz chefe. Da onde você é, chefe? Vem aqui.
Rosarino. Isso, Rosarino.
Argentino?
Isso.
Argentino?
É.
De Rosário, da cidade de Messi.
Tá triste. Um pouquinho mais. Não fique triste, argentino, tudo passará. Relaxa, traz um pratinho. Somente 3 estrelas, não tem 5 estrelas. Ah, que poema! Nós também não temos 3 estrelas.
Você tem que conhecer El Patio, ok? Parrilha e bar.
Sim, aí tá o proprietário argentino também. Como está esse argentino? Argentino, vem cá, vem cá. Claro, como não?
Ele trouxe um Fernet Branca porque vocês possivelmente falem bem.
Vem cá, nós temos um time de merda, ele tá zoando os outros.
Faz a change aqui, ó. Aí ele não quer nem vir perto de mim, bola.
Ele foi lá, tá com medo.
Que que é isso aqui, caralho?
Essa bebida é perigosa, é perigosa. Explica, por favor, o que que é. Patrício, muito obrigado.
Isso é um bitter, parece um pouco amargo, né?
É bom para o fígado.
Faz um. Não faço a menor ideia, meu amigo.
É bom para nós.
Vamos ver se é bom.
Ele vai explicar. Explica você, vem aqui, vem aqui.
O nome, explica. Olha a cara dele de animação que ele tá. A carne da hamburguesa.
Animadão, vai te dar um cacete já já.
A carne, hoje é o dia de celebrar a nossa querida Argentina.
Essa aqui é do quê, bonitão?
Temos nossas empanadas, nós fazemos a massa, tudo é importado da Exportou da China, essas duas ali. Essa é de milho, nós falamos humita, pinga, é milho, é milho queijo, ele gosta. Empanada de milho, sim. E essa de milho também, milho também. Essa sua de carne, a famosa de carne, não sei a especialidade.
É para macho, É para macho, tá amargo demais.
Isso aqui faz bem, faz bem, faz bem.
Isso é gororoba, irmão. Sabe quando você tá duro e você bebe uma pinga?
Essa deve ser boa.
Ele tem gosto de amargo, é um amargo. Farma, mas que é o nome?
É como farma, é um Fernet.
Fernet, Fernet, Fernet.
Este Fernet branca, branca igual com minha filha.
Puta que pariu, hein?
É bom, hein?
De onde é a sua empanada? Fala a propaganda aí.
De onde? De El Patio, é Salameda Lorena 194, em Jardins.
El Patio.
El patio.
El patio. É Valbonita que tu tiene, ¿no? É, ele tem uma voz.
É o chefe, é o chefe, ok? Você tem que ver o aparelho. Não dá para trazer carne porque sabe o que quer dizer el patio?
El patio de españoles.
Que que é isso, Gilson, hein? Que que é isso, Gilson?
Escuta, a hambúrguer está feita de carne Angus. Explica esta daqui.
Angus.
Nós usamos carne de caña, caña e um mix de carnes cortada na faca, né? Na ponta da faca nós fazemos tudo, tudo na pontinha da faca. Na pontinha da faca, experimenta.
Eu amo isso aqui, tá? Você sabe que eu tenho costume de quando eu vou, quando eu vou à Argentina, que é um lugar que eu gosto muito de frequentar. A Patagônia eu gosto, é Patagônia, Buenos Aires, são lugares maravilhosos que vocês devem conhecer, né? Patagônia, Buenos Aires, Rosário. Eu vou num puta restaurante que é o seguinte, eu tenho a minha, a minha tática para saber se o restaurante é bom. O italiano, quando eu chego no italiano, eu quero um pouquinho, falo assim, me dá o alho e óleo, macarrãozinho ali, olha, um pouquinho.
Se o cara sabe fazer um alho e óleo com categoria, com categoria, o italiano já, o cara sabe fazer o alho e óleo. E o argentino, eu peço uma, uma de carne, uma empanada de carne e chimichurri. E bom, vamos aqui, puta, boa demais, velho!
É bom, né? Não é pimenta, é chimichurri.
Não é pimenta.
Ok, adoro com pimenta, né?
Puta empanada boa da porra!
Então, um pequeno, uma parte da Argentina está aí em El Patio Parrilla y Bar. Muito obrigado, meninos, adorei!
Vou lá, hein, vou lá comer, vai! Vou lá comer com a camisa da Espanha. Posso entrar? Posso entrar?
Imagina, imagina, Carioca, agora sério, imagina. Eu não, eu penso assim, se não fosse pelo carinho de um irmão argentino, eu não teria nascido.
Por que não?
Porque meu pai foi exiliado do Chile, apesar de que chileno traiu argentino. Nas Malvinas.
Traiu, traiu.
É claro, tem toda uma história dos ingleses, entendeu? Então, meu pai pediu asilo em algum momento e fomos para o Chaco, norte de Argentina, e aí eu nasci. Aliás, o lugar onde eu nasci hoje em dia é um cassino. E aí voltamos. Por exemplo, vocês sabem a numerologia de Chicaracachicas?
Não.
Eu fiz.
Você fez?
Eu fiz, já que tá toda a moda de números de 19 e tudo.
Muito bom. Vai, manda. Ele fez a numerologia do Tica.
Numerologia? Como é que funciona numerologia? Bom, para quem não entende, que eu também não entendo, numerólogo.
Não, mas inteligência artificial, você tem tudo. Você pede que segundo os números, por exemplo, Chicaracachi Cast, ok, tem 14 letras, o que já fala de movimento, ritmo e transformação constante. Não é uma palavra quieta, tá bom? A numerologia pitagórica é essa aqui. Ok, que é a mais usada.
Pitagórica, de Pitágoras. Ah, pitagórica.
Ok, obrigado por colocar o ritmo. Cada letra é um número, ok? Por exemplo, se eu falo pi, você vai falar 3,14, ok? Enfim, ok. 47, se eu falo 4 e 20 É o preço da cebola. Ah não, tem outro que fala maconha, entendeu? Não sabia disso?
Não.
O 421, o número do maconheiro.
Eu não sabia. Claro.
171, ladrão, estelionatário, viu? 57, ladrão.
Ok. Ó, xícara catricada, T é o número 2, e assim vai. Então a soma total é de 47. A soma total só da palavra xícara, que é xícara. Você falando de Renato, Renato apostou em você por uma coisa. Se reduz a 11. 47 vai para 11, que é o número mestre. E finalmente o 2.
Nós dois. Que legal!
Essa é a numerologia? Parte.
Não vou ler tudo, mas fica curioso tudo.
Defina, defina. Isso aí tá muito vago, pai.
Ok, é o número do pesquisador mental da Argentina em campo.
Zero.
O número do investigador mental, mente analítica que quer atender tudo, desarmar e voltar a armar. Muito inteligente, mas precisa aprender e concretar. 11, ok? Como se fosse uma vibração central do nome. A vibração mais intuitiva, sonora, ok? De todas, é a mais sonora. Tem tudo a ver com a tua palavra, ok? Que chicaracachicas tem que quase um mantra, um ritmo. O Onze é um canal, uma antena, a voz que impacta a outros, traz inspiração, magnetismo.
Parece argentino, é o que a gente sentiu, muita sensibilidade ao som. E a palavra.
Continua, continua, tá bonito, tá bonito.
Como resultado final, agora vai final. A energia que deixa é de diplomacia, musicalidade, dualidade e colaboração. É uma palavra que une, em que hace bailar, dançar a dois, que busca harmonia através do ritmo. Que bonito, que bonito!
A ida e volta. Tic Tac me lembrou a Espanha.
Viu que lindo esse futebol? Não tocaram, não tocaram, porque elas empurravam.
Vamos botar na numerologia aqui no Adapta? Vai, Espanha agora, no momento numerológico. Eu vou fazer isso agora, eu vou começar a fazer isso agora para minha vida.
Vê se tava, se foi comprada.
O Dólares me ensinou, Dolinho me ensinou. Dolinhos ali. Mas me conta uma coisa, você acabou trabalhando lá com Thiago Leifert Justamente no SBT, na Copa.
Isso, isso, é isso, isso. Aí o que eu falei, precisavam de um argentino, precisava bom de bola. Aí eu era bom de bola, sempre fui bom de bola. Antes do Mencinho, eu jogava futebol com Fred, Cocielo, caramba, Higão, Ventura, Agília, quarta-feira, claro. Eu fazia gol de bicicleta, que vocês chamam aqui bicicleta, é chilena, mas não vamos entrar nessa polêmica porque fica puto. É bicicleta, é bicicleta chilena.
Ó, o Chile nem foi para Copa, por isso ele tem que torcer para Argentina. Que merda, que lástima matar o Chile.
Puxou o passaporte argentino não, cara.
Quantos times foram sul-americanos para Copa? 6 times foram. Porra, o Chile não foi, cara.
Não, não foi. Como pode o Chile que tava pedindo o cerceio para receber, cara?
Terceira Copa que não vai, porra.
Terceira, é absurdo, terceira. Mas Europa ainda tem, sei lá, 70 seleções. No Brasil, mano, tem 10. Aí o cara não chega em sexto, a Itália tem 4 troféus. Faz rico desse, bom de bola. Chile é bom de bola, é bom de bola, sempre vai.
Mas não é tão bom que não foi. É, teve a geração dourada que já não tem mais, ok? Mas essa seleção de Argentina não tem como outra, foi, foi, acabou, né? Acabou, não acabou, ele não tem mais, acabou não.
O líder pode surgir um cara bom aí. Ah, mas não para, os cara tem raço, caralho, joga sujo, cospe na cara dos outros, dá pontapé, é aquele futebol catimba, né?
Futebol, 3 filhos, pode deixar 30.
Pelé deixou 8, e aí não vai jogar igual? Nunca esperou. Fizeram nessa resposta, o Adenho no gol.
Levar para casa.
Meninos, comam! Já eu vou comer, hein?
Come, come!
Eu vou comer porque é isso, não todos os dias.
Tô comendo de novo, puta merda! É que tá bom demais isso aqui, velho.
Eu tô puxando a Espanha aqui, o que significa no momento a Espanha.
Você experimentou hambúrguer?
Ó, a Espanha, soma de todos dá 64. Interpretação, liderança e novo começo. Para Espanha no momento, liderança, independência, novo ciclo, determinação e individualidade. Espanha no momento, isso pode sugerir um período de afirmação de identidade, busca por liderança em seus projetos, ou fase de renovação e reconstrução de suas prioridades.
Mas qualquer coisa que você botar vai também, vai, vai casar.
Quem que falou, né? Quem que falou que é número, o número 7 é um número da Espanha, campeã, não sei o quê? Pô, letra A igual a 5, letra S 19, P 16.
Quem falou? Tá falando óbvio.
A1, N14, é o carbono.
Que porra é essa? Ordem alfabética deve ser.
Ah, é verdade.
Não, agora começaram nas conspirações. De que Argentina não saiu do mesmo jeito no segundo tempo.
Como assim?
Estão falando de que alguma coisa aconteceu, que eles não saíram do mesmo jeito. Não sabiam disso?
Não.
Tem, tem vocês. Não sei se vocês que ficaram sabendo alguma coisa, Patrício, de que alguma coisa aconteceu Estranho, né? De uma coisa estranha aconteceu no meio tempo, no intervalo.
Eles voltaram para campo, teve Ronaldinho Gaúcho, um rolê aleatório com Madonna, realmente uma coisa estranha. E o Tim Maia com Justin Bieber e Pelé gritando 9. Pô, só deu Brasil na final, né?
Antes, antes de entrar no segundo tempo, o Messi falou com todo mundo como falando, vamos, vamos concentrar, vamos focar. E a forma em que ele falou tá sugerindo de que aconteceu alguma coisa aí, e no segundo tempo já eles saíram desmotivados.
Desmotivado numa final de Copa, irmão?
Porra, acontece. Olha o Brasil 98, esqueceu?
O Brasil tá desmotivado há 37 anos.
98, porra, contra a França, que o Ronaldo teve o piripaque lá, pô.
Mas assim, o cara teve uma puta convulsão, cara.
Sim, mas aí que deu ruim, né?
Nem se compara, ninguém passou mal.
E era Zidane do outro lado, né?
Então, e o Cabo Verde? Cabo Verde, Cabo Verde, Cabo Verde, Cabo Verde não jogou, não jogou maravilhosamente com a Argentina? Parecia o Brasil no melhor, na melhor época.
Cabo Verde jogou bem a Copa inteira, a Copa inteira. Empatou com a Espanha, irmão.
Não, você não sabe o que eu fiquei feliz com 2 a 0 do Egito, irmão. Acho que o momento mais feliz da minha vida numa Copa do Mundo.
Mas depois deu aquela, né? Porque foi gol, né?
Viraram o caralho.
Mas depois ia meter 3, meu irmão. Mas não, mas 2 ia meter 3, e aí não tinha jeito, não ia buscar. Pô, Egito contra Argentina, 3 a 0, porque anularam o gol dos cara, ia ser 3 a 0.
Não é Espanha contra Argentina, viado.
2 a 0 eles fizeram, não, 3, anularam um gol, anularam, ia ser 3, caralho. Aí eu quero ver o cara virar, não vira.
Do jeito que tava ia virar, ia virar o caralho, ia virar o caralho.
Do jeito que tava, 3 a 0 não virava. Agora 2 fodeu, né?
Mas jogou bonito, não parecia o Brasil jogando.
Jogou bonito, tem razão.
Tava jogando muito Cabo Verde, parecia Brasil.
Não, Cabo Verde, cara, é impressionante mesmo assim o futebol africano. Os caras jogaram solto, cara. Quanto a Argentina, esses caras jogaram absurdo. E o golaço do maluco do meio da rua? Que golaço!
Que golaço!
Eles sabiam que eles faziam, que ele fazia isso. Argentina sabia que ele fazia isso, eu percebi. E mesmo assim ele fez, cara.
Tem uma jogada da Argentina do Messi, que é muito maneiro assim, que ele saca um negócio. Ele entra na área e quase que ele fez o gol, tá? Foi o único lance de perigo da Argentina, em que ele vai para a área, a parte direita da entrada da área, e ele mete uma rosca na segunda. Ele já fez o gol, ele fez uns 2 ou 3 gols assim na Copa.
Ah, tá.
Ele mete de rosca na segunda, no segundo poste, e o cara vem. Faltou pouco para aquela bola entrar, meu irmão. O Messi falou, é aquela bola, tipo, ele pega.
Argentina perdeu um gol que chutou por cima do travessão, faltando 2 minutos para acabar o jogo.
Bem feito, Simeone. Eu não gosto do Simeone, desculpa, eu torço contra o Atlético de Madrid de tanto trauma de infância que eu tenho.
Com uma faca no dente assim.
Eu não gosto daquele que foi expulso, Martínez, ele tem cara de bunda. Bunda, sabe?
Não, mau caráter, é mais louqueiro. Enzo Fernandes, marrento, marrento, babaca.
Mas fomos segundo lugar.
Agora é muito louco porque vice é o primeiro a perder. Olha só, como diria Nelson Piquet, é vice.
Eu vi, meu filho me falou, eu fiquei triste porque a Argentina perdeu. Eu falei, filho, às vezes Você tá numa competição e às vezes tem um contratante que se identifica mais com o que você faz do que com o primeiro lugar e acaba contratando ao outro porque se identifica mais.
Gosta mais, é.
Em um congresso de mágica, primeiro lugar e segundo lugar, os dois são bons. Porra. Mas o diretor dos hotéis fala, cara, eu gostei do segundo lugar. Tudo bem que ele levou o primeiro lugar, mas vou contratar o segundo. Claro, eu não quero ter um primeiro lugar de um Sacou? Então eu sei que vocês são felizes, o argentino perdendo, com argentino perdendo, vende.
E sobre alienígenas, eu já cresci, mas vocês ficaram felizes antes, Brasil e Noruega, vocês ficaram felizes antes.
Eu não, isso eu tô falando como personagem. Agora, como Maurício Dolenz, eu tava torcendo pelo Brasil porque eu Não é que eu gosto, eu sigo, por exemplo, Matheus Cunha. Eu sigo Matheus Cunha com o trabalho que ele tá fazendo no Manchester United. O Rafinha, eu sei o que ele tá fazendo no Barcelona, eu sigo ele, sacou? O Bruno Guimarães, eu sabia que eu gosto deles, eles estão lutando para dar, sabe, para levantar o Manchester lá na Inglaterra, que tá muito ruim.
Levantar a seleção, cara, tudo bem, tudo bem.
Eu fiquei feliz que reconheceu Reconhecer, levantar o manto.
Eu fiquei feliz com o Ancelotti.
Olha só, a gente, nós como brasileiros, temos que reconhecer, porque eu nunca vi um time tão ruim de Copa. Nossa, ô Júlia, vê aí o nosso amigo que tá com a furadeira aí, puta que pariu, mano, instalando um quadro, tá com a furadeira. Dá um toque lá para o amigo. É, mas dá um toque que tá atrapalhando. Ele não para? Então mete advogado e faz ele parar, porque ele tá no horário do nosso trabalho, tem que respeitar.
Quero que eu vá xingar ele.
Não precisa, é arriscado você ser o fim.
Mas aí ele para.
Não, porque assim, quando tem um, as pessoas precisam entender que isso aqui é um, o cara vai descer na hora e vai parar de fuçar. Quando você tem obra, você tem que respeitar o barulho, porque aqui é o nosso, né? Ele tem que fazer a obra dele, eu tenho que fazer minha obra. Então assim, a obra dele tá atrapalhando a minha obra, ele tem que criar um isolamento acústico para fazer a obra dele. Tô errado, Bola? Ou eu vou ter que mudar? Então ele paga para mudar.
Talvez ele não ouça você falar mal do Brasil. Mas eu gostei da seleção, eu gostei da seleção brasileira.
Você tá de brincadeira?
Você tá tirando um sarro?
Eu torcia porque funcionava assim, mas também torci, por isso eu falo.
Mas você gostou da seleção brasileira? Pô, aí você foi demais.
E ó, é que eu me iludi.
Eu também.
No pior, eu tava a Copa inteira assim olhando o Brasil falando assim: esse time é uma merda, hein? Não tem meio-campo. Brasil não tem meio-campo, não tem volante, não tem criatividade, não tem. Tem que depender do Vini Jr.
Tava puta ela com o Brasil, tava puta com o Brasil.
É porque o time ruim, né? Ruim, time ruim. E aí eu, porra, né, nem a bola, time ruim. Aí contra a Finlândia eu falei, pô, o Brasil hoje tá jogando bem, tá encontrando o Noruega. Noruega, cismo de falar Finlândia, cara.
É um fim, faz um zoom na foto.
Não tava até o tio perder o pênalti, a gente tava indo bem para cacete.
Bom, Brasil tá jogando bem, eu falei, cara, esse time tá começando a ganhar atração. Aí vai lá e perde o jogo. De 2 a 1. Mas a gente tem que reconhecer, o Brasil nunca foi para uma Copa sem o povo conhecer os jogadores. Completamente falta de identidade do time, com a falta de conexão com o povo. E não é assim o futebol, porra, no Brasil.
Tá bonito, viu? Fez harmonização, tá bonito, você viu? Fez um queixão. É a preocupação deles, é essa, irmão.
Mas você jogou para caralho, ligando que ele perdeu a Copa. Ah, tá simbólico. Olha só, não é só o dinheiro.
Copa do Mundo, quantos jogadores voltaram para o Brasil no avião?
Não, mas não é questão de voltar para o Brasil.
Todo, todo time que viu, mesmo perdendo, chegava a seleção no país deles, todos dentro do avião. Aqui veio um, um filha da puta veio para o Brasil.
Então a CBF tem que criar uma regra em que dizer, olha, tem pior Copa, sai todo mundo, tem que descer no gareão. Eu também acho, eu também acho que fazer isso, chega aqui, vai unido e volta unido. É o Brasil, cara, concordo também, porra, concordo. Vê um cara, um mundo junto, só vem quando ganha.
Todo o resto chegou, todo mundo no avião, pousou no país, aí de lá só vem um jogador, né?
Um é o lateral, né, improvisado. Ele, como é que é o nome dele? O Zé Entregão lá, ele que veio, entregou várias bolas, filho da mãe.
Pode É, ninguém mora aqui também.
Aí o que perdeu o pênalti, teve carreata para ele passear na cidade dele, nego fazendo festa.
O Guimarães teve?
Teve.
Ah não, assim, o Brasil, o Brasil nunca teve um time tão bosta.
A última, ó, ó, o queixinho como era ele com a Virgínia, ficou bonito, não ficou?
Nossa, parece com um amigo meu, Felipe.
Fez um queixão.
Olha o da direita, é esse o antes e esse é agora, né?
É isso, é isso aí, tá? Ele lá, ele e os 3 brasileiros e o Neymar, o Neymar.
E esse é olho gordo com Neymar, sabe? Como todo mundo, eu faço uma brincadeira com um baralho que joga uma carta e fala, ô Neymar, E quando o outro vai cair, todo mundo grita antes de eu fazer nada: vai cair!
Aí ele cai, cai, claro.
Como que falou mais? Com esse eu olho.
Aí foi a Copa de 2018, né?
O Neymar ficou marcado por causa disso.
É porque ele apanhou pra caralho, né, velho? Eu acho que ele caía pra não se machucar, pra não se arrebentar, porque o nego vinha muito quente, aí ele pulava pra não—
o nego quase quebrou a espinha dele, porra.
Assim, Zúniga colombiano, claro, como esquecer. Quebrou, partiu a coluna do cara.
Tava de brincadeira, né?
Quebrou uma vértebra, pô. Vai se foder. Dentro do Maraca ainda, né?
Dentro do Maraca.
Bizarro, né?
Dentro do Maraca.
E a gente aceitou sair, os únicos a sair inteiro do Brasil. Não deveria deixar, ia quebrar a coluna dele também.
Não é fácil jogar contra Brasil no Brasil. Não é fácil, não é, não é fácil. É o mesmo que aconteceu com Argentina e Espanha. Dando um baile porque estão em casa.
Mas a Espanha não tava em casa.
Mas é que eles jogam no futebol, Messi eu acho que sabia disso, ele já sabia que ia ser muito difícil.
Mas o Messi jogou em casa, ele joga Major League, ele joga nesses estádios.
Ele se preparou tanto, por isso que ele se preparou tanto, por isso que ele foi lá, fez tudo que tinha que fazer para falar, cara, quem for. E agora Espanha, Espanha joga um futebol hermoso.
Joga, joga bonito, vai.
Não é hermoso, não é hermoso.
Joga bonito, joga bonito.
A França, em uma Copa do Mundo conseguem anular o Messi e a Argentina inteira, que vinham de ganhar a todo mundo, pararam tudo, parou tudo. Rodrigo parou tudo, apareceu o futebol dele. É o que eu acredito agora. Gostou da Fernet?
Gostoso! Nossa Senhora, eu tô bebendo pela Espanha. Não, não, não bota mais não, não bota mais não, viado. Mas tá gostoso, que eu ainda tenho que trabalhar hoje para caralho ainda.
Delícia!
Um pouquinho só.
Pronto, que é whisky, viu?
Já começou com um sotaque diferente. Sim, claro, segundo o Renê já.
Aí, ó, sim, sim, como não? Estou aí agora igual coisa ali do proprietário do Pato, El Pato de España, maravilhoso.
Pátio, você tem que ir porque aí a carne deve ser muito bom. Ah, é muito bom!
Pelas empanadas já é espetacular.
Tudo, tudo, tudo. E a carne vem especialmente quando você percebe que é outra coisa. O parrilheiro é uruguaio. É, aí terceirizaram, mas é inclinado, né?
Tamo junto! No Uruguai assa assim, né?
Começa a fazer carne bem.
É uma província da Argentina, acredito que sim, porque eu adoro parrilheira que os cara faz aquele morrinho, né, um morrinho de brasa, né, é um morrinho e assa meio em pé, meio deitado, meio inclinadinho.
Tem as manhas, né?
Tem as manhas, tem, tem. As carnes dos Pampas são diferentes por causa do pasto, né, da grama, né, é o pasto e não ter E ser plano, né?
E esse é como se chama? Caprécia.
Esse aqui é de tomate, açaí, açaí de caprécia.
E eu não sei, e eu não sei se vai chegar, vai conseguir chegar, porque pedi meia-luna.
Que que é meia-luna?
A meia-luna, meia-lua.
Ah, vá! Que que é mesmo?
O que, o que os franceses chamam de croissant.
Sorriso no Brasil, sorrisoles.
Mas é que é diferente porque só a massa não é O croissant você preenche com presunto.
Ah, esse é só massa.
A massa tá feita de uma forma, com manteiga, baunilha, tudo, que você só com um café e duas meia-luna, tá satisfeito, tomou café da manhã.
É a nossa torradinha com pão com manteiga.
Claro, mas aqui, por exemplo, imagina que massa é uma farinha que é 4.0, que é uma farinha especial. Deixa eu ver se eles mandaram.
Pô, você precisava introduzir, mano.
Ele é um puta iFood, esse argentino.
Por quê? Para que fale bem da Argentina, entendeu?
Ele é um puta iFood, meu amigo.
Eu tô amando.
O que que tem espanhol? Você não mandou nada para gente, mano?
É igual que Messi. Eu cresci aprendendo com os espanhóis. O argentino não.
Quanto tempo você morou lá, irmão?
Trabalhei 10 anos para espanhóis.
10 anos?
É, para espanhóis. E morei 2 anos em terra. Valência, Girona, Barcelona. Girona, Barcelona, Valência. Então, igual que ele, eu fui, eu fui, o talento meu, talento foi admirado na Europa durante muitos anos, sabe?
Agora, navio, né?
Por causa de navio, trabalhei no navio, mas trabalhava muito para empresas em terra também, e acabei trabalhando com grandes comediantes famosos. É como que você Foi contratado para ir fazer mágica, para fazer comédia para portugueses. E fica, e você encontra um chileno, nasceu na Argentina, que fica amigo. Será que a gente tem um carioca?
Será que a gente tem português assistindo a gente? Se tiver português assistindo a gente, manda Super Chat aqui, o link na descrição. E eu quero vir em áudio português, e eu quero saber se o português torceu para Argentina ou contra Argentina. Eu queria saber. Atenção, Portugal, se você estiver me assistindo, português torceram. Eu queria saber, você que é de Portugal, Super Chat tá aí, link na descrição. Inscrição, manda aqui pra gente ou liga aqui pela plataforma. Se tiver alguém de Portugal aí, bola!
Você já fez show em Portugal?
Ainda não.
Você vai ver que, acredite, eu acho que 90% do teu público, eu acredito, ou 60%, ele tem que falar português.
Tem que falar.
Eu fui fazer em Portugal, Coimbra.
Não foi ainda? Ele tem que falar o caralho, cara.
Eu pensei que era só brasileiro. Não, era português. 4 brasileiros. Era português.
Eu, quando eu fui a Lisboa passear, obviamente eu fiquei chocado com a TV lá, que eles falavam as notícias do Brasil metade com metade.
É mesmo?
Ah, falando do Ministério da Fazenda, o cara do governo. Eu falei, caralho, eles consomem muito a gente, muito. Tá, mas notícia aqui, tudo, eles vivem o Brasil.
Eu sei que novela nossa passa todo dia.
Não é novela, é o cotidiano brasileiro.
No Chile passa novela muito.
Eu cresci TV ficou lá, irmão.
Sim, mas aí ele fazia para português. O que eu tô dizendo é, o português, porra, fiquei em choque, cara. O português consome quase metade do noticiário dele falando do Lula, falando não sei o quê da política econômica do Brasil, São Paulo, não sei o quê. Eu falo, caralho, eles consomem a gente para caramba. Acho que por ele ser um país pequeno, por exemplo, o Brasil consome muito Estados Unidos. Eu tô errado? Conteúdo, é, porra, fala de Washington, de Trump.
Todo mundo consome isso.
Mas o Brasil é um pouco, Brasil um pouco exagerado.
Imagina como, qual é a grade de TV que tem em Portugal? Não é muita, muito variada. E Brasil é muito variado.
Aqui no Brasil isso é fato, boleta. Série americana, música americana, assim, os Estados Unidos dita aqui. A gente consome muito produto dos Estados Unidos. Eu tô errado?
Tá certo.
E os portugueses fazem a mesma coisa com a gente. Sacou? Então eles têm isso lá, né, de consumir Ticaracatecast.
Eles ouvem bastante, bastante.
Então assim, que legal, né? Mas e a Espanha? Como está? Teve a festa lá na Espanha ou não? Eu não vi ainda. O Zaque, você tem?
Receberam neles, foram na Praça Central, foi maravilha.
Eu não vi, eu não vi. Se tiver essas imagens, separa. Tem um cassetete da polícia em Copacabana, Zaque? Não, bota ali, põe na TV aqui, pelo amor de Deus. Eu preciso ver isso, eu preciso ver um pouquinho, alimenta minha alma.
Puta merda, que negócio de violência!
Não, contra argentino, porra, você tá brincando? Fazendo balbúrdia na praia?
Eu fui, eu fui a última Copa, levei meu filho, 95. Para comprar a camiseta. E falei, ó, tudo camiseta de Messi. Falei, ó, Lourenço, não quero camiseta de Messi, uma roupa de Messi. Ele olhou para o vendedor e falou, tem de Pelé. Como explica isso? Eu não ensinei isso para ele. Que coisa, vendo verso, claro. Ele falou, nós ganhamos 5, pai. Caraca, ele, ele, eu não ensinei, eu não incentivo a mãe, né? É que não é uma coisa que ela fala, filho, não ensina.
Claro, ela fala, ele sabe, ele sabe. Quantos anos tá seu filho agora? Tá com 9, já tá até vendo coisa que você nem imagina. Colocou um cordo lá, ele, o dia inteiro jogando.
Moleque, cara, é foda, mano.
Não, tá de férias agora em Santa Catarina.
Manda um beijo para família, manda um beijo para esposa que é maravilhosa.
Aí, aí tá com o meu sogro, Barriga Verde, pô, ele participou da peça.
Muito bom, líder, né?
Ele é maravilhoso. Aí o Lourenço solta umas pérolas no almoço que meu pai, meu sogro, e aí fica um clima, porque não tô eu. Então ele é o palhaço de turno, mas é muito parecido.
Aí eu fui, oi, Argélia? Não, e aí?
Sou um grande fã, um brasileiro vivendo na Argentina.
Atende aí. É um brasileiro vivendo na Argentina, isso é maravilhoso. Quero que ele conte esse clima.
Não, na Argentina pode ser, na Argentina, Argentina.
Ele mora na Argentina, provavelmente é o Nando. O Nando, ele vai estar na linha aí, Bola?
Tá aqui, já puxei ele.
Vamos ver se ele vai, se o Nando fala com a gente diretamente da Argentina. Olha ele aí, ó. Alô! Fala, Nando, tudo bem, galera?
Você vive aonde aí, irmão?
Eu moro em El Calafate, perto de Caxias. Caralho, tu mora em El Calafate? Porra, legal, hein? Perto do Ushuaia, no extremo sul.
Eu costumo dizer que o Ushuaia é o fim do mundo e aqui é o começo da falência.
É isso aí.
Você nunca ouviu falar de El Calafate?
Não.
El Calafate é lá no final.
O que que tem de sensacional em El Calafate?
Porra, é o Antártico, meu irmão. É o final da porra toda, é só gelo.
Do lado de Chiloé, né?
Aqui, ó, glaciais como Perito Moreno, é Espegazinho. A ligação tá congelando um pouco. Acho que tá tão frio, tá congelando um pouco.
E a turma tá animada aí com a gente. E a turma tá animada com a Argentina aí, irmão, ou não?
Tá muito triste aqui, né, galera? Ainda teve um pouco de festa na rua, um outro perdido pelo segundo lugar, mas ficaram bem, bem triste com o futebol.
Feliz não vai ficar, né, pô?
Detalhe, eu tava justo na hora do futebol, tava vindo do Glacial Perito Moreno com dois passageiros que eram dois espanhóis escutando pela rádio.
A felicidade, que beleza, hein, cara!
Eu tô para conhecer aí, viu? Eu tô para conhecer o Calafate e Ushuaia, viu? Tem estação de esqui aí? O cara, você tem que quebrar a perna, você não vai ter nada de esqui, moto de neve, essas coisas não. Não tem, El Calafate não tem, não tem esqui, mas em Ushuaia tem.
Em Ushuaia tem uma pista tremenda lá no centro invernal que é incrível.
Já trocou de camisa? Valeu, irmão, abraço aí para você da Argentina.
Qualquer, irmão.
Essa é a mão de Deus.
Tá bom, obrigado, irmão.
Um abraço, amigo.
Tá congelando um pouco.
Tudo de bom, né?
Apareceu alguma gente, algum português aí?
Vocês já foram, conhecem Chile?
Eu não conheço.
Então eu vou estar em agosto com a Turistando, que tá me levando, uma agência que leva brasileiros de aqui com tudo. Ó, experiência de vinho, vinho, degustação, aroma, nossa, maravilhoso! Dentro da Vinha Conceição, não, não é Vinha, é Cauzinho Macul, Cauzinho Macul. Valparaíso, você vai comer frutos do mar de Valparaíso. Neve, agora tá, a neve tá caindo, então dá para esquiar, hermoso. Sabe esquiar?
Não, eu esqueci uma vez, mas me machuquei. Então, mas vou esquiar de novo em janeiro, vou fazer curso.
Vai morder neve, é isso, exato.
Dói, dói cair na neve, dói duro.
Eu gravei uma vez, uma coisa que eu fiz, doeu o pé por causa daquela bota. Como dói o pé, velho! Putas que pariu!
Não, é demais, não é demais. E tem que ter cuidado com joelho, é para arrebentar em 2 minutos. O Tales da Turistando, que é um brasileiro que morou lá, ele conseguiu entender. Então recepciona todos os brasileiros aí, tem os chilenos que falam perfeito o brasileiro, e o brasileiro já tem um circuito, é Já, você fala que é muito bonito o Chile. É muito bonito quando tá, quando não tem poluição, né? E você dá para ver a cordilheira.
Senão é poluição o dia inteiro, catata. Claro, porque o dia inteiro é poluição, é poluição. É o que eu percebo. Aqui eu não coloco o dedo no nariz.
Lá eu chego e o dia inteiro a minha família parece só que limpando o salão.
Só limpando o salão. Eu falo, quando vejo um filho coçando o nariz, eu falo: ah, temos meia hora da catota, ou Lourenço liberou. Aí todo mundo começa, meia hora só, pronto.
Maravilhoso.
Tem um vinho do Chile que eu amo.
Vai, por que que não vai fazer show para brasileiros lá?
Nunca tenho.
Eu tô fazendo, eu fiz. Eu vou fazer um Coringa.
Você é um puta Roberto Carlos. Eu tenho lá tempo a fazer show e Chile toda hora.
Não, mas faz, vai turisteando, faz isso turistando, vai conturistando, turista, e com todo, com todo o pacote, o show do Coringa no final do, no meio do tour.
Eu adoro, eu adoro um vinho de lá chamado, não sei se você conhece, Amaina. Não, ele deve conhecer Amaina. Puta que pariu, uma bosta! Não, vai na minha, galera, pode comprar esse vinho, você que tá assistindo. O Mendocino falam que é muito parecido com o chileno, para Se você tomar com a sua esposa, você vai tomar a Maina. Eu nem sou muito fã de Pinot, mas esse é bom. A Maina com Y, a Maina Pinot Noir. Pinot Noir, vai na do papai.
É um vinho de qualidade que você vai se assustar. Para mim, um dos melhores vinhos chilenos. Obviamente não bebi os maravilhosos, mas esse é esplêndido.
Eu não bebo.
Você não bebe vinho?
Eu não bebo vinho também.
É porque você bebe vinho ruim, cara.
Não, eu não bebo vinho nem ruim nem bom, não bebo vinho.
Ah, mas botar um vinho foda na tua boca, tu vai pirar.
É, então não, eu sei distinguir um vinho bom, mas não bebo, não gosto de beber.
Esse bagulho é ruim, Jesus.
Não achei não, bola.
Faz bem para, sabe, faz bem para digestão. É que como eu faço mágica, eu não posso beber.
Eu não posso beber.
Ó, mas por que não posso?
Porque precisa do título aparecer para Argentina. Como é que faz?
Então, mágica, não milagre. Porque, por exemplo, o que falávamos dos números, 5 também é um número muito mágico. Ó, são cartões, cartões, sim. 2, falei que tinha muito parecido com Messi. 3, 4 e 5. Se eu tiro um cartão e guardo Quantos ficam?
4.
Não, esse é o problema. Fica 1, 2, 3, 4 e 5. Sim, e esses 5 é aqui, ó. M, segura na tua mão.
É Messi que ele vai dizer. É Messi, ele acha que eu não sei. Esse mês que vem tem título.
Se tivesse o título, mas se tivesse o título Mas você achou justo o prêmio no Rodrigo do Bola de Ouro? Foi polêmico, hein, cara? Eu acho que por anular o melhor jogador e a seleção, ele, o cara merece.
Eu não sei se você viu um lance que teve. Quem que acertou o título? O meu filho falou assim, pô, pai, a EA, EA que faz os jogos de videogame, eles acertam todo ano. Meu filho, toda Copa eles acertam o campeão, sempre acerta.
Quando que eles sabem?
Antes da Copa. Mas toda Copa eles acertam o perfil oficial. Você viu isso aí, Isaac? Meu filho, meu filho me contou e me mostrou. Aí eu fiz uma seguinte suposição assim, pô, por que que eles acertam? Porque eles têm os dados, os caras.
E o Carlinhos Vidente desmonta o jogo.
Futebol, a gente tem mania de ver Mas futebol é dado. O treinador, exato, o treinador, por exemplo, pega no voleibol assim, tem, pode ver que o Bernardinho tem sempre um radinho aqui, não tem?
Tem.
Ele não tem aquele negócio que ele arranca assim? Aquilo ali, aqueles caras estão contando o jogo inteiro. Então ele fala assim, o 12 já virou 12 bolas, esse cara vira 80% do ataque dele é na diagonal, fecha outra camisa, brother.
Essa é do quê?
É do título.
Não, essa é do Messi falsificada.
Essa é do Messi, não, do título, né? Do título. Aqui, ó, tá com brasão da Copa de 2022.
Exatamente.
É, continua. É só para te desconcentrar, tá bom? Não me desconcentra não. É como é a quinta vez que eles acertam a Copa. Eles estão falando, e eles fazem simulação.
Fazendo isso desde quando?
Há 5 Copas.
Já acertaram 5?
O Thiago Leifer contratou o Carlinhos Vidente, acertou tudo. Argentina não ganha, falou Argentina não ganha e vai um expulsado. Falou antes do jogo.
Mas assim, só para concluir, eu acredito que os caras devem ter um banco de dados atualizado assim com os scores dos caras, quanto corre um, quanto corre outro, eles sabem tudo de passe, de não sei o quê. E aí sabem tudo, né? O computador fala, cara, vai dar esse cara, porque esse time no momento é o mais completo. Por isso que eles acertam, eles estão com esses dados o tempo inteiro recebendo. Sabe a estatística do jogo de cada jogador?
Vai para o banco de dados do jogo e chega lá, o comprador fala, cara, esse time aqui dentro desses dados vai ganhar.
Por isso que eles acertam.
Que Copa que teve o polvo que acertava tudo?
É da África, eu acho.
É da África que deu.
É, o polvo acertava tudo, tudo, tudo, tudo, tudo. Tudo, tudo.
Sacou por que que aí eu acho que tá certo? Ela tem os dados, a informação, e o técnico, às vezes o treinador vai fazer uma substituição, né? E aí ele, ele, você fala, porra, ele vai botar esse cara, aquele cara, para ele faz sentido em algum dado, em algum lugar do campo que ele, você não tá entendendo, porque é dado. Vou dar um exemplo. Outro dia foi assistir um jogo de vôlei feminino e o treinador de um time é muito amigo meu.
Eu tava vendo o jogo, cara, porra, sou do vôlei, tava vendo o jogo, porra, atacou para caralho, não sei o quê. Eu fui, porra, acabou o jogo, ele me chamou. E aí, o que que você achou do jogo? Dentro do vestiário com a comissão técnica para ver que eu não entendo porra nenhuma. Aí eu falei assim, caralho, fulana jogou para caralho. Ele não, ele fez assim, olha isso, jogou porra nenhuma. Cada jogo ela acerta 18 ataques, ela fez 6 hoje, não jogou nada.
Então Então somos ignorantes. Exato, somos uns leigos.
Palpiteiro que fala, caga, que não tá contando. Os cara ali, isso, isso, simples caga-regra. A gente caga regra, retorce.
É, a gente não entende.
O cara é profissional, o cara, o salário do cara é aquilo, ele é um ofício.
Toda informação, né, meu amigo?
Pode ver, ele botou um cara lá no Brasil, lá, eu esqueci o nome dele, porra, o meio-campo lá que fez o gol. O cara entrou no Japão e fez o gol. Tudo bem, mas o cara sabe o lugar ali onde ele precisa pôr o cara.
Ah não, viu como Messi num momento começou a jogar sempre no fim do jogo, começou a jogar por uma parte só pelo lado direito?
Claro, mudou, mudou.
Claro, mas assim, a postura da Argentina hoje, eu tô falando para caralho, né?
Hoje é que não tá comendo, senão Você não viu a máxima?
Desculpa, gente, eu não entendi mais. O sul da Argentina era muito assim em todos os, praticamente os jogos. Eu não vi todos os jogos que eu tava sempre fazendo alguma coisa, eu tava viajando, eu tava trabalhando, quase não vi muito jogo da Argentina. Mas pelo que eu buscava ver, a Argentina ficava sempre meio retraída, aí tomava os gols primeiro, cara. Mas eles reagiam, aí elas reagiam.
Falavam que o Ayrton Senna, enquanto corria no meio da carreira, o nível de concentração dele permitia que ele pudesse jogar uma partida de xadrez simultaneamente.
Caraca, é mesmo? É.
Então eu acredito que esportistas de alto rendimento acontece a mesma coisa, tem um jogo psicológico atrás de tudo, com juiz, com tudo. Igual que às vezes como jogador de pôquer.
Eu li um negócio, não sei se é verdade, você deve saber. Um cara falou que ia ser até matéria disso, que o Messi tem um nível mais baixo de autismo. É o mais, é, tem tipo em pessoa, é o mais Baixinho ele tem, por isso que ele tem esse hiperfoco.
É o que eu ia falar, uma das coisas que eu aprendi, ele tem, é verdade, eu tenho um capanga da inclusão que é autista e vai de crachá, Gabriel Simas, ok, que apareceu no show do Léo Lins e começou a abrir meu show uma vez para um corporativo, 8 da manhã mandei ele para abrir o show num escritório e mandou bem. Ele se adaptou ao meu show E começou a tocar ukulele. Ele não tocava ukulele, e só para entrar no meu show ele tocou ukulele para tocar.
Nunca tenha medo. E aprendeu a mexer com as cartas rapidamente. E então uma coisa que eu temos que aprender é o hiperfoco. Se a gente tem hiperfoco para jogar qualquer coisa, para mágica, por exemplo, é mágica. O que você falava das das probabilidades. Ó, bom, esse é um baralho com números pequenos. Vou fazer uma coisa com números grandes para você ver, tudo bem? Tudo bem. Número pequeno não pode ser número grande, porque faz zoom, vai fazer zoom na carta, vou mostrar na carta. Que carta que é?
Ele vai fazer zoom, cara, fez zoom na foto, pô, completamente.
Lembra tua carta? Completamente xarope. Eu acho que eu não sabia o que era pegar numa foto, não Não sei quanto tempo.
A viagem, eu não tava vendo. Maravilhoso, bicho.
Desse jeito, ó, probabilidades, estatística. 52 cartas, tem um número de estatística.
Embaralhei, tá na tua frente, tem umas 52 possibilidades.
Não tenho coringa, ok?
51 possibilidades.
Vamos jogar com pôquer. Pega 5 cartas, eu falo assim, faço assim.
Para.
Não é isso. E você fala para quando você quiser. Aí pega 5 cartas, tá?
Para.
Pega 1, 2, 3, 4, 5. Mais uma falta. Ok, tá aqui. Você vai jogar pôquer bem embaralhada, claro. Olha como agora, por exemplo, viu como ele está olho no olho comigo? Agora ele mudou, olha, perfeito. Agora eu tenho que ver, ele não viu as cartas. Não, olha as cartas. Ele tá com a boca aberta. Continua, começa. Ok, olha tuas cartas. Aí eu começo a entender como, como, como ele se movimenta. Ó, foi para trás, entendeu? Uma sonrisinha de leve.
Aí eu começo a analisar de que ele talvez Tem alguma coisa, movimenta uma carta e outra carta para outro lado, talvez para, para, ok. Pode ser que ele tem um projeto de porra nenhuma, tá, ok. Se quiser trocar cartas, quantas pode trocar? Não sei quantas ele quer.
Ele pode trocar carta, cara.
Faz sua melhor, ok. Mas ok, perfeito, pode trocar uma carta. Sim, mas é baixa, né? Já sei que tipo de carta ele tem. Muito baixa, é muito baixa. Eu acho que pode ser baixa. Quem primeiro troca, troca carta baixa. O Foca já, o Bola já tá me entregando. Já sei que tem uma carta baixa.
Vai, vai, quero trocar. Ok, vai.
Vamos ver.
Quer trocar outra?
Eu não vou olhar para ninguém.
Vai trocar outra?
Vai trocar outra?
Se olhar, eu entrego.
Ótimo, perfeito.
Acabou, acabou, chega de troca.
Ótimo, viu? Agora é interessante, ele tirou 2 cartas. Com certeza ele talvez se descartou de um 2 que não serve para nada.
Descartei um 2. Não, errou.
Sério?
Errei, errou.
Um 6. Ok, descartei o 6 e um 7. Ah, muito bem, perfeito. Ó, podia ter pego qualquer Ok, mas pegou essa.
Podia.
Agora você já contou que tá na minha mão, você abriu o caralho.
Ah, você acha que eu abri?
Claro, você é hiperfoco. Perfeito, você abriu as cartas, você vê.
Então eu já sei que você tem um par de alguma coisa, né?
Provavelmente. Par de quê? Se você acertar, fodeu, aí é do caralho. Ok, par de quê?
Ele viu que ele tá continuando a mesma frequência, ele não tem uma jogada muito boa.
Não tem uma jogada muito boa.
Pelo menos um de paus tem uma carta de paus, né? Bem na vez, bem na vez que tu—
o chutômetro tá bom.
Ok. E um 4 de paus me dá?
Que filha da puta, velho!
E tem outro de copas, não tem?
Não, não, aí também não. Qual?
O 4 também. Eu acho que você tava confiante porque pelo menos um as você tinha. Você tinha, sabe? Eu falei você tinha, viu? Porque é leitura, tem que ser rápido igual que jogador de pôquer.
Vai.
Não, gesto tanto faz, já tem um par de 4. E aqui então tem o 2, né?
De quê?
Nem fodendo.
Não sei, ele olhou no baralho, filho da puta.
Não dá para olhar daquela rápida.
Vermelhinho é copa.
Tá aqui, pariu, bicho!
Ah, então você tava procurando um asso, um 2, um 3, um 3, um projeto de porra. Muito bem, muito bom, uma escala baixa. Muito obrigado, muito obrigado.
Caraca, irmão, porra!
Eu não podia ser ligeiro com o pé, mas tinha que ser com a mão.
Vai tomando, ficou bom pra caralho!
Escola Argentina de Mágica. É misturado com a espanhola, tá igual o Brasil roubando taça.
Você sabe do Júlio Rimet, né?
A verdadeira, o Rulis Rimet, que roubaram aqui quando nós ganhamos 3 vezes a Copa.
Em 70, veio para nós definitivamente aquela taça diferente, sabe qual é?
Chiqueira diferente.
Sim, roubaram no Brasil. Aqui não sabe, até hoje não sabe. Uma réplica, a original foi roubada dentro da CBF, cara.
É Brasil, irmão.
Foi roubada a original, a verdadeira taça.
Em vez de falar isso, eu falo: aonde tava?
Dentro da CBF.
Onde?
Que estado?
Que cidade? Quando fica um clima assim, eu canto: moro no país tropical, tropical.
Por que que argentino vem para cá? E para—
eu percebi que Buenos Aires Não, então eu tenho uma teoria. Pensa assim, geografia. Brasil, eu fiz de carro de Santos em um Corsa 1.0 até Santiago do Chile.
Nunca fiz de Corsa.
De Corsa fui e entendi que, por exemplo, a terra aqui é assim, ó. Isso é Brasil, estrada assim. Cheguei na Argentina, plano. Plano, plano, plano, plano. Parei, cheguei, passei por Rosário, Mendoza, a Cordilheira, me para, tive que subir, fiquei uma noite porque tava com muito neve.
Conseguiu subir de corsa?
Sim, fui de corsa, estourei só, tive que trocar pneus e estourei o radiador. Se eu tivesse sabido naquela época o truque do ovo que você coloca dentro do radiador, eu chegava aqui É verdade.
Como assim quebra? Não sabia.
Tem um furinho, você quebra um ovo, ele sai, cozinha, que a água é quente, aí tampa o furo.
E você falou do radiador?
Do radiador.
Eu não sabia disso.
Emergência, aí você vai embora.
Eu sei da batata.
Você troca pneu?
Você tem? Eu sei da batata, da batata.
Eu sei da batata, da batata.
Truque da batata, bom para caralho.
Qual o truque aí? Tô com medo.
Tá com medo de eu sacanear ele? Não é bom. Você viu? A batata no seu cu, batata quente no seu cu. Argentino é assim, ó, você pega uma batata, essa aí funciona para você também, essa é maravilhosa.
Quebrar o quê do carro?
Não, não, você pega uma batata inteira, corta no meio, aí você pega essa batata cortada ao meio e passa no seu vidro. Amido, a gente fazer essa máscara de mergulho, joga uma água A gente fazer isso, cara, tu vai até o Chile, sabe, óleo de caminhão vai grudar nada no vidro, o vidro vai ficar cristalino, não fica nada.
Impressionante, máscara de mergulho não é bom para caralho, amido, o amido da batata é muito foda fazer.
É o que eu falo às vezes, não sei se faz sentido vocês que também são, que moraram mais tempo do que eu na Argentina, aqui todo mundo fala vem aqui que aqui é fértil, aqui tudo cresce, e é verdade, é muito E por isso que talvez o brasileiro sempre, o convite é: vem aqui, tem fartura, tem, tem.
Não é deserto igual o Chile.
Argentina, quando olha para esse lado, não tem nada, é pampa, campo. Olha para lá. Por isso que falam que às vezes somos assim meio, mas pensa que geograficamente tudo isso é meu. E depois chega lá no Chile, que tem o cara assim, aqui tem o mar e aqui a cordilheira, não tem para onde ir. Então acredito que o ambiente, o clima, o ambiente faz grande parte. Eu sempre tenho lembrança quando eu cheguei no Chile, argentino, filho da puta, desde pequenininho, desde pequenininho, meu irmão.
Eu era pequeno.
Sempre, sempre. Cheguei na Espanha, mesma coisa. Argentino aqui, argentino falavam ou é psicólogo ou é doutor. Em Espanha, essa piada que sempre fazia. Aí depois cheguei no Brasil, aí é argentino, argentino. Então aprendi, aprendi e aprendi mágica com eles, sabe, a sacanear. Por exemplo, pensa no que você quiser, bola. Qualquer coisa.
Não entendi, desculpa.
Pensa em qualquer coisa, uma palavra. Pensou?
Pensei.
Vou falar no ouvido do carioca. Ele não falou nada para ele, não fala.
Ah não, não falo não.
Tá, o que você pensou eu vou falar para ele, tá? Antes de falar.
Tá bom. O que que ele fez?
Lambeu meu pau.
Esse eu aprendi na Argentina, em um congresso de mágico.
Filhos da puta! O cara vai—
vou falar pedrada.
Desculpa, mas a cara dele, que nojo, cara!
E o nojo, né? Você escuta, top, irmão!
Filhos da mãe!
Mas os cara me sacanearam.
Eu pensei, eu pensando aqui, sua foto é adivinhar a porra da palavra. Mas aí ele tá muito Não, mas faz, faz, faz.
Ninguém sabe desse.
Você pega assim, você tá falando de controle mental, né? Tem um esporte que é um pouco chato de assistir porque dá um pouco de sono e ele é muito longo, que chama-se tênis, né? É meio chato assistir tênis, não é?
Depende do jogo, é chato.
É 5 horas de jogo, aqueles cara trocando bola ali, é uma coisa meio entediante. Só que o tênis tem um negócio que eu acho foda no mental é assim: são dois caras muito bons. Tênis é um esporte de físico e de técnica, é de repetição de movimento. Então, cara, o que o outro cara top 1 e top 2 fazem, os dois, né, os dois meio que fazem a mesma coisa. Eles conseguem os mesmos golpes, as mesmas jogadas, os mesmos treinos, é muito próximo.
Só que eu acho que o tênis ele é um esporte em relação ao mental muito do caralho. Porque quando o cara tá para quebrar o serviço do outro, você tem que ter a mente, porque assim é trocação, né? Porrada, porrada, porrada.
Por isso que às vezes você se ofende nem por um gesto do outro.
É uma coisa simples, mas é ganhar no mental o que o outro impõe o jogo a você.
Entendi.
Por exemplo, já viu jogar, o cara tá empurrando a bola, o outro defendendo, empurrando a bola, o outro defendendo, empurrando, sabe? E aí daqui a pouco o outro começa a defender. Puta, você fala, caralho, é um jogo que o físico tem que estar ok, óbvio, a técnica treinada, mas é um esporte que é individual, que depende de você, e o mental, muito mental, cara. Exatamente, esporte mental.
Exatamente. Viu o Messi falando do Cucurelha, que o Cucurelha foi falar com a boca cheia e na hora falou, não, não, não, não, não me acusa, não me acusa.
Tampouco teve.
Por isso a malandragem até o fim, que a Copa do Mundo tudo vale, tudo vale. Exatamente. Me rasga um pedaço de papel.
Você viu o documentário do tamanho qualquer? Você viu o documentário do— falando em tênis, você viu o documentário do espanhol lá, Nadal?
Ah, é maravilhoso.
No Netflix você vai entender o que eu tô falando sobre o mental. Assistam Nadal é Bom para Caralho no Netflix.
Agora não vai ter sacanagem, esfrega no teu cabelo.
Que cabelo?
Não, mas aliás, eu tenho que colocar.
Você tem mesmo?
É para manter o personagem do Coringa, entendeu? Não é por— é bom. Tá feliz?
Quer um médico bom?
Sim, merece.
Doutor José Carlos Pereira.
Ok.
E ele é careca, tá?
Sem raspar.
Ele tem careca, ele é careca.
Ele prefere ficar careca.
Não, ele tem alopécia, ele é careca, mas ele é bom. Aí me perguntaram, pô, seu médico é careca? Eu falei, ginecologista precisa ter buceta para ser bom?
Então eu acho que pareceu, eu tenho um amigo cirurgião plástico, que poucos cirurgiões plásticos que eu conheci, mas Fernando é de Curitiba, ele é escultor em pedra.
Perfeito.
Eu acho que é o mínimo que se você é cirurgião saber esculpir em pedra, porque por proporção, lindo. Ó, energia estática, não estética, estática.
Bolão baseado essa porra. Viu o cabelo?
Tapete.
Caramba, que loucura, velho!
Filha da puta que era!
Olha, e o taladro?
É brincadeira, velho!
É um filho da puta, né?
É um menino, cara, teu filho deve amar viver com você, mano.
Imagina, eles entregam todas as minhas mágicas, eles entregam. Ah, por quê? Cala a boca, porque para eles é normal.
Vai, e o dentinho dele dá raiva, né? Tá, que parada de trouxa na sua cara, na frente, bicho.
A única vez que eu, falando nisso, que eu Duas vezes fui trouxa.
Aconteceu na Argentina, daquela banda.
Uma namorada que eu tive de Córdoba, eu fui visitar ela, cheguei Buenos Aires, estava doente. Cheguei lá, quando cheguei a gente se encontrou na estação de trem, descansei porque tinha viajado a noite inteira, descansei, ficamos aí num hotel e ela falou, tá bom, ó, Levantou e falou, eu tava dormindo, falou, eu vou pegar a moto e volto para te buscar.
Tá, só foi só pegar a moto, só nunca mais voltou para te buscar, não voltou para me buscar.
Primeiro golpe, nunca, não, nunca, não, ela supostamente não tava em casa, então tinha que ir em casa para buscar a moto. Falei, beleza, aí tá, fiquei na Argentina. E a segunda vez que tava com outra namorada, e era uma modelo E eu tava esperando ônibus na parada, e aí eu vim e peguei, e estavam começando a sair as câmeras digitais, tá? Então veio um cara, me venderam uma câmera digital que ligava e desligava assim, ó, dá para ver, tá com pouca bateria, te vendo, sei lá, R$300, por exemplo, não me lembro quanto que era o valor.
R$300. Falei, beleza, beleza. Não, não tenho. Tinha senha aqui no bolso, fez senha, eu pago. Mas não falei nada. Não, vai, vai, vai, vai. Não, não, não, não, não tenho senha, cara. Que senha? Aí, enquanto, enquanto ele negociava comigo e me mostrou uma vez, colocou num papelão assim, sim, embrulhou um papel, ele falou, ó, vai. Quanto tem? R$200? Não, tenho R$100. Tá bom, me dá R$100, mas não abre porque a polícia tá aí. Beleza, beleza.
Eu com a modelo aqui, fiz o melhor negócio, câmera digital, vou tirar foto para modelo. Subi no ônibus, abri um sabonete com a mesma forma e a mesma da câmera. Eu sentia que tava com a câmera. Voltou lá Tava dentro do ônibus.
Volto, desço, volto.
Não, porque trouxe eu, que era o mágico, era o mágico que sabe.
Você sabe, eu vou te contar uma história. Acho que eu já contei aqui do cara.
Perfeito, golpei perfeito, perfeito. Nova Reina, Nova Reina, sai daí também.
Tem um golpista que eu conheci em Maceió, esse foi pica, só que eu ganhei, eu ganhei, eu dei sorte que eu fiquei um pouco ligado porque Porra, eu, eu parto da premissa da lógica. Eu acho que quando você cai no golpe é lógica. Se você desconfiou, não faça.
Não, claro, é claro, óbvio que não é.
Se seu instinto bateu assim, cara, tá estranho, não faça negócio. Eu sou assim, tá estranho, caralho, tá estranho isso aqui, então para, espera. Não, não haja. Eu tava em Maceió, cara. Aí imagina, minha família, tinha uma outra família. Aí o cara veio conversar comigo pegando café da manhã no hotel, sabe? O cara, gente boa. Pô, sou dono da—
começou aí, começou aí.
Pô, sou teu fã. Porra, sou dono da Duda Lina lá de Curitiba, tenho loja, não sei o quê. O cara foi chegando. Aí ele, pô, queria ir para uma praia, você tem uma dica? Eu falei, cara, vai lá no Hibiscos. Que é do caralho lá em Maceió, Hibiscos. Conheço esse lugar em Maceió, uma barraca, melhor barraca de praia, melhor beach club do Brasil. E aí beleza. Aí Hibiscos é muito concorrido, só que os proprietários são amigos meus e eu tava indo para lá.
Aí eu falei, porra, vai para o Hibisco, pô, leva sua família, sabe? O cara ficou ali, gente boa. Falei, vou arrumar para você, você arrumar lá. Liguei para o Rodrigo, camarada meu e tal, Lá do seu Vanderlei e tal.
Rodrigão, pô, tal, arruma aí.
Arrumou para o cara e a família do cara. Só que eu não fui com o cara, ele foi no tempo dele, eu fui no meu. Quando eu cheguei lá, o cara ficou assim para mim: porra, peguei a barraca boa aqui, obrigado. Eu falei: não, cara, tô de boa. Não, tô aqui com a minha família. Não, vem cá, quero conversar contigo e tomar uma cerveja aqui, porra. Uma cerveja, você foi legal? Não, beleza e tal, tô ali.
E você com a tua família?
Polícia, do nada ele tava com a Polícia Federal ali. Não, na verdade eu tenho, mas eu sou policial federal.
Eita porra!
E esse cara também é da Polícia Federal e de Curitiba. Eu falei, porra, tava no auge, tava prendendo os cara, sabe? Sabe a PF de Curitiba?
Esquisito.
Não, até aí tava, tava, tava, não tava, eu não tava desconfiado, eu tava, pô, legal, você é policial federal. Aí do nada o cara começou a causar na praia. Os cara com pistola foram lá.
Ah, um cara?
Não, tinha ele, a família e mais uns 2 amigos dele.
Tava causando?
Não, os cara da Federal. O cara pegou a arma e foi na areia da praia para mandar parar o jet ski que tava perto. Falei, caralho, o cara foi porra!
Claro, ele teve você, ele se mostrou você.
Não, falei, os cara, pô, não, o cara foi lá realmente.
O cara, o cara da Polícia Federal, tem um babaca causando na praia, o cara pegou a pistola, botou aqui.
Ele é policial federal, foi lá.
Por isso que eu falo, você tem que tomar muito cuidado com quem você tá perto. Olha a cagada que virou isso aí. Beleza, o cara voltou, tamo ali, tamo ali. A gente aqui tomando uma, meus filhos pequenos aqui, a família aqui, as famílias e todo mundo ali naquele lugar. Daqui a pouco o cara anda para mim, porra, tu quer um iPhone de 3 conto?
Não existe.
Aí meu cérebro já, opa, opa, policial federal me oferecendo um iPhone barato, pegou de alguém, diz vir de carga, né? Aí aquilo já me cortou, do tipo, porra, já não gosto disso, alguém tá errado essa merda, porra. Aí eu falei, pô, mas como assim, irmão? Aí eu já, aí o cérebro já acima, agora eu vou inverter o jogo, vou tentar fazer a leitura desse filho da puta. Não, cara, é, é, desvide carga. Pô, você tá vendendo carga apreendida, velho?
Porra, não faz isso com meu coração. Polícia Federal de Curitiba é uma honra para o nosso país. Que coisa feia, irmão. Não vou comprar, não é, não parte do meu, eu não compro carga. Não, isso é apreensão, tem um leilão e eu consigo para você. Eu falei, não quero benefício, meu irmão, você tem que prender vagabundo. Vagabundo, não tem que me dar benefício. Eu quebrei o cara, falei, porra, mandei na cara dele. Eu falei, porra, aí eu já até caguei para o cara, fiquei puto, fui andando.
Só que esse amigo meu, Rodrigo, ficou ali também, cara. Acabou ali, pô, vamos embora, vamos embora, vamos embora. Tchau, fui embora. No outro dia ele voltou e eu fui embora, cara. Eu juro por Deus, eu tava no avião para ir embora, o avião decolando, o Rodrigo me manda uma mensagem, cara, O cara da Federal tá me vendendo iPhone, eu compro. Quando eu botei não, não foi, já tinha saído o sinal do celular. Só quando bateu aqui em Guarulhos que foi o não.
Ele já tinha comprado, fez a transferência, deu o dinheiro para o cara, 3 pau, e nunca chegou. Eu falei não, não compra, isso aí tá errado. Beleza, daqui a pouco ele me manda dinheiro. O cara me enviou uma caixa de iPhone com um tijolo, claro, se eles Pensa no peso.
É o peso no que te engana.
Eles sabem que você não, mas ele mandou pelo correio para o cara, mandou dinheiro, mandou, mandou depois. Claro, só que tem uma outra cagada, mas que tem que mandar o peso.
Mas quem que era esse cara? Federal mesmo?
É um pilantra, cara.
Armado, cara, sei lá.
Porra, mas outra, do nada, do nada. Olha o tamanho que virou isso. Eu recebi um email de uma mulher do Supremo Tribunal Federal. Não tô brincando, uma puta carta. Olha, o seu amigo é um contrabandista, que é um picareta. O cara me vendeu um tijolo, não sei o quê. Eu vi ele com você lá no lugar. Uma mulher lá, ele encostou, ele usou meu nome.
Sobrou lá do carioca.
Eu só mandei assim: ele não é meu amigo. Eu conheci esse cara nas mesmas circunstâncias que você. Agora, muito me admiro uma pessoa do Supremo Tribunal Federal querer levantar vantagem e comprar mercadoria suspeita. Você me desculpa, meu amor, quer comprar o iPhone, vai na loja. Me estranha. Eu não conheço esse cara, conheci assim como você. Ele me ofereceu e eu decentemente não aceitei. E você que trabalha, pode pensar, comprou. Ela nunca mais me respondeu. Agora, bicho, é foda.
É, esse foi o golpe do Bruno Lambert. Hoje eu tô com o golpe do Bruno Lambert, o mesmo momento do que utilizou com Danilo, que utilizava o nome de um famoso para dar golpe para outros.
Exatamente. Não, esse trocar a máquina, né?
Agora eu vi hoje no jornal, pô, que os cara faz negócio dos pedreiros, dos cara, tipo, ele toca na casa de uma idosa, fala: eu tô reformando o telhado da casa, teu telhado tá com problema, posso mostrar para senhora? Ele sobe com uma escada e ele embaralha as telhas e filma. Ó, senhora, tá aqui, ó, tá vendo? Tá tudo, precisamos trocar tudo, a senhora vai ter problema. A idosa fala: não, então pode trocar. Quanto vai custar? 5 pau.
Ela paga, o cara encaixa as telhas e vai embora. E vai na casa do outro e vai na casa do outro.
Segmento, faz um segmento.
Gente safada, gente pilantra.
Mas Deus não perdoa isso aí não.
É que no trabalho é os salsinhos.
Vai ter uma grangreira na perna, vai ter aquela do pâncreas, como é que é o nome? Uma diabetes para perder o pé, sabe? Essas coisas.
Tá aqui, gente, é só com idoso, que coitados aí não sabe, né?
Nego muito cuzão, né? Tu já foi filho da puta com a mágica?
Não, não. Diz alguém de sacanear, pegar mulher. Não, porque quando acabavam as minhas mágicas, elas iam atrás do cara que elas gostavam. Quando o show acabava, então por isso que aprendi a não fazer mágica para quem gostava.
Entendi.
Não, não, que por aí se conquista um período. Depois, é, o que eu percebi que, por exemplo, na Espanha, tava em uma ilha, morava em Tenerife, e entrava numa loja para comprar alguma coisa E acabava fazendo mágica porque tem uma idade que você quer fazer mágica para as pessoas, gosta. Tu comecei a fazer mágica, começou na hora de pagar, eu começo a fazer mágica, beleza, ó, altos momentos de felicidade, de impacto. Tchau, muito obrigado, muito obrigado.
Caminhei um quarteirão, não paguei. E aí eu volto, eu falo, desculpa, não paguei. E a galera fala, se você não tivesse falado, nem percebi, nem percebia. Então eu parei de fazer mágica antes de pagar, entendeu? E se alguém já me conhece, já vem, já entrou no outro, para não ter um problema de que, cara, imagina que você consegue burlar o cassino.
Por exemplo, você tá no cassino, tá rolando um 21, não, mas você consegue.
Eu conseguiria detectar talvez a uma máfia. Por exemplo, eu fui para a Cuiabá. Não sei se contei isso para você aqui em São Paulo. E fui para a estação de metrô, de trem, e eu fiquei numa posição que não era a de todo mundo que entra, que espera a porta para abrir e para subir, senão que eu fiquei como olhando para todos os que estavam entrando aqui. E aqui estava a entrada, a chegada da escada para subir, e percebi que chegou o trem, e quando chegou o trem já ninguém mais entrou na estação.
Tava todo mundo que tinha que entrar aqui dentro. Mas quando tá chegando, aparece um cara assim, um correndo assim como atrasado, assim, e chega e complementa a 3 caras que estavam no final da fileira frente a cada porta. Eu percebi justo esse momento que a gente tava falando de você, que é uma máfia, que era um time completo que trabalha de carterista.
Pickpocket.
Exatamente. Em Barcelona tem na altura da parede que fala pickpocket love tourist, os ladrões adoram turista. Então fica ligado, é uma forma de ligar. Então eu vi, falei, será? Aí fiquei olhando porque eles não me viram, eu ver para eles. Mas o cara que, o cara que era o quarto ladrão, tava atrasado, porque aí já começa o seguimento. Carioca foi seguido. Sim, eu quando me roubaram na modelo, né, na estação, eu fui seguido porque falou: não, esse trouxa que tá com essa bonitona, vai cagar, bichinho.
E esse PF, esse cara malandrão, é porque o cara, porque o cara vai me levar no lugar de bacana, um lugar mais concorrido aqui, eu vou lá, vou vender 10 iPhone.
Cara, o cara fez barbaridade, ainda viram com você. Ele ganhou, ele deve ter ganho uns 12 pau aí, ele pega a grana, vai para o outro hotel, vai curtindo a vida e vai dando golpe nos outros.
Que lazarento!
Aí eu entrei no trem, o Rodrigo levou um tijolo, mandou uma foto. Não, sabonete, tijolo.
E aí, tijolo, mas 3 pau é muito barato.
É, na época, né, o iPhone devia custar uns 7. Tudo bem, era metade do preço. Não era tão, não era muito pouco, mas era tipo, é carga de viagem.
E nesse momento que entramos no trem os caras começaram a fazer uma vítima só no olhar. E eu olhava tudo porque falava, eles estão olhando entre eles. Aí até que os 4 olharam para mim, já viram quem que ia atacar. Aí eles viram você, olharam para mim porque eu tava ligado, filmando nós, claro, tava vendo. Eu peguei a quadrilha, mas só no olhar. E só entre nós, destino a próxima estação para não tomar açúcar, claro, porque não era eu a vítima. Eu fui que curiosamente eles—
é horrível, né?
Claro.
E o ladrão, o ladrão, ele sempre vai pegar você na surpresa. Se você tá ligado, se você é uma pessoa que tá dirigindo, tá ligado, se você, cara, se você exerce o simples movimento de estar com atenção plena quando para no semáforo olhando— uma vez eu vi um cara, eu falei, mano, ele vai me assaltar. Mas eu fixei tanto meu olhar nele antes dele vir assim que ele desviou.
Mas ele— você abortou, abortou.
Ganhei você.
O fator surpresa não tem, claro.
Não vem não que eu já te filmei.
Já tô com você. Eu tinha um golzinho preto na época, naquela ruazinha bem filha da puta. Quando você sai da rodoviária Tietê, tem uma ruazinha, uma travessinha. Puta beco, velho. Caralho, eu dei de frente com o cara e fiquei eu e ele assim. E eu não piscava, não reagia. Fiquei olhando ele, olhando, olhando ele, olhando. Aí eu dei um farol alto do tipo claque, para ele perder um pouco da visão.
Eu me salvei de um assalto de um colombiano em Barcelona porque tava ligando para uma namorada no Chile e ele veio em cima de mim e me mostrou uma faca, mas como falando: ô, acabaram de brigar comigo, uns caras aqui, ó, tava com essa assim, meteram uma arma na minha cara.
Eu fui pego de surpresa sendo que eu ganhei o assalto. É muito louco. Eu tava dentro de um McDonald's da Bandeirantes com o meu New Beetle amarelo lá na época, e tava— eu parei no estacionamento, tava lotado. Eu parei para o pessoal descer pegar o lanche, nem o drive-thru dava de tão cheio que tava. E aí eu tava, que tinha um Audi A3 aqui, meu carro aqui na entrada da porta, entrada e saída da galera. Do nada eu tô no carro com DVD vendo as paradas.
Lembra até a banda que eu tava assistindo, Incognito? E vendo Incognito no carro, sonzinho gostoso. Do nada eu vejo um movimento brusco assim. Quando eu olho, achei que era tipo dois cara amigo se abraçando. Porra nenhuma, era o cara com Audi A3 e os cara agarrando o cara por trás. Aí eu, caralho, meu irmão, tão assaltando o cara e eu tô atrapalhando. Aí eu fui com um pezinho no freio, meti o Rzinho. Sabe quando o carro vai andando devagarinho sozinho para dar espaço para ele?
Foi, cara, ele precisa escapar. Niquei que eu tô fazendo assim, já entra um cano em mim aqui. Eu tô no assalto aqui, já me pegaram aqui no posto cheio com arma.
Os caras são sem noção, hein, meu?
Não, entrando e saindo criança.
E teu carro não é blindado?
Na época não. E arma na minha cara? Não, meu vidro tava meio aberto, tava tranquilo. E eu assim, meu Deus, eu Aí eu saí do carro, cara, mas o cara me surpreendeu porque eu tava ligado no assalto aqui. O cara me pegou aqui, mas levaram os dois carros, levaram o Audi e o meu, claro. E limpou, e limpou, e limpou. É pouco chamativo, nada. A polícia ficou puta, falou, cara, não é possível, essa quadrilha agora chegou no limite, estão assaltando aqui direto agora, New Beetle amarelo, eles estão zoando a gente.
Não tem violência, não tem nada.
Não, violência tempo, que é uma arma na cara, é foda, meu irmão.
Violência no quê? Não te bateram?
Não me bateram. Não, é, te pegaram na surpresa, então é melhor subir e tomar um cano na cara. É duro, meu irmão.
Não, sim, não, eu nunca tomei, mas é o que eu te falei, que o fator surpresa, que eu parei, né?
Eu só, eu, o que eu aprendi, e eu acho que as pessoas, eu aprendi isso com a própria polícia, entrevista, é que quando, se você um dia for assaltado, abordado, Você tem que narrar o que você vai fazer. Primeiro, acalmar o cara porque ele tá mais nervoso e falar: tô com cinto, posso tirar? Posso botar o freio de mão? Fica tranquilo, irmão, você vai levar, você vai fazer, você vai levar o carro, fica tranquilo. Posso, posso botar em pé?
Vou tirar o cinto, beleza? Vou sair do carro, fica tranquilo, meu irmão, tem ninguém te vendo, vai na boa.
Minha esposa é assim, minha esposa outro dia aí no Se vai dar certo ou não, não, mas o certo é isso.
Veio um cara com uma vela, vela, quebrou o vidro. Não, porque era blindado, mas eu tava falando com ela na videoconferência, ele bateu e ela falou: é isso aí, filho da mãe, quebra tua mão, quebra! Eu falei: o que que foi? O cara queria roubar meu celular, mas foi um— então aleluia, aleluia! Imagina, o celular dela tá tudo, cara. Não, é o ladrão igual que o mágico, vai, o princípio é sempre um passo na frente, é oportunidade. E o polícia tem que estar nessa frequência para pegar o ladrão.
Sim, por isso que os cara tá assim, porque tem que procurar a malandragem em todo lugar.
Por exemplo, eu tive em Nova York agora semana passada retrasada. E olha que legal que a polícia de Nova York fez. Você reparou? Você andou em Nova York uns bons dias, não tá tendo assalto, né? Não, acabou. Nova York não tem assalto, tem uma barra pesada, mas nego não te assalta. Cheiro de marofa, turma, não tá tendo assalto. Sabe o que a polícia fez para não ter assalto? 80% da corporação tá com roupa normal, a paisana. Maravilhoso, entendeu? Eles inverteram.
O nego não sabe se é polícia, se é Entendi. É bom isso, hein?
80% da polícia de Nova York hoje, aquela NYPD, NYPD, tava assaltando muito. E porra, os policiais não tavam pegando. 80% dos policiais de rua são turistas. E aí os cara fala: caralho, fodeu, é um jogo de xadrez. Mas lógico, entendeu a parada? E aí começaram a pegar os cara ali, entendeu? E os cara meio com câmera, sabe, dando aquela marcada bonita, celular, uma câmera, turistão.
Não sabia disso.
O cara vinha pegar os cara, os cara, cara, não dá agora, não dá para saber mais quem é polícia, quem é turista.
Não vamos arriscar, né?
Lógico, é uma estratégia e boa, boa, não é? E boa, porra, 80% meteram.
E a quadrilha de Mario Bros de polícias que tava no Carnaval prendendo também bandido fantasiado, muito bom. O método funcionou, cara, muito bom.
Então eu acho que por aí, cara, roubando celular e o Homem-Aranha lá prendia a turma. Muito bom, muito bom. E buscaria um fantasiado.
É porque aí o cara tá agitando, né? E aí o cara, pô, tem uma também bonita na Bahia que eles fizeram uma vez. Eles fizeram um teste com uma câmera, e aí eles deixavam uma câmera, e essa câmera já era de reconhecimento facial e passava os procurados. Aí o carrinho da polícia ficava assim, ó, tá vendo esse cara aí de não sei o quê? Traz ele no rádio. Aí o cara, qual? Esse aqui. O policial normal, boneco amarelo, vestido de esse aqui.
Esse mesmo, traz para cá. Aí o cara, ah, vem cá, já identificou que era não sei o quê, já catava, já pegava, já tirava sem ninguém perceber.
Aí trazer, prendia igual que bandido, sem que as pessoas percebessem. E foi, vem para cá. Vem para cá, pronto, fica quieto, desce do carro. É toda uma ensinação, tudo, tudo.
Aí os caras pegavam os cara, bola assim, a galera vê demais, entendeu?
Demais.
Já pegava o cara, já dava uma olhada.
Os de Nápoles, ó, tem um documentário de um ladrão de palco que ele pesquisou e buscou os ladrões melhores. Ladrão de pau, sabe? O pickpocket que ele falava, que o roubo— vou explicar como era. Eu vou sentar do teu lado e você venha, venha, Dolenz. Imagine que estamos no ônibus, tá?
Levanta.
Imagine que você tem dinheiro aqui, que eu sei que você tem dinheiro aqui, um fajo de dinheiro. Ok, como eu trabalho, vira assim para eles verem. Para eu roubar as coisas que você tem dentro do teu bolso, sim, eu teria que meter a mão assim para pegar o que tem aqui no fim, correto? Aqui tem a chave da moto, correto? Para eu chegar a chave da moto, sabe como eles roubavam? Imagina, você tá no ônibus aí, Jeep, e vai uma velhinha assim tranquila, que pode ser a ladra, ela faz assim Segura aqui sem você perceber e começa a levantar o fogo da tua causa.
Olha, teu fogo tá quase tudo fora. Então eu tenho tempo na viagem do ônibus até que eu sinto a chave. Quando eu sinto a chave, aí entra carioca, batem nas tuas costas, Você não sente nem tirar. Exatamente, entendeu? Que não trabalha um, trabalha mais de um. E para você, você não suspeita do cara que vai tirar. Exatamente.
Tipo aqui, eu tô no ônibus, eu dou um esbarrão nele, opa, desculpa.
Mas ele contou, a velhinha já puxa o fogo da tua calça. Porque se ele fosse, minha calça tá normal, você não consegue. Então ele falou, a velhinha vem aqui, ela vai.
Uma velha?
É a turma gangue. Maravilhoso, cara.
Que que você tem aqui?
Vou botar o fone, por exemplo.
Ótimo.
Para eu chegar no teu fone, tira a mão, tá no ônibus, ok? Então aqui, sim. Para eu chegar até o fone, eu teria que fazer assim, correto? Aí você percebe minha mão, tá? Olha como eu roubo.
É lógico que a pessoa tem mais a manha que ele, né?
O forro sube e eu já chego e eu subo até sentir o fone, aí deixa ali. Agora, com essa calça de bichona, tá ruim de pegar, tecido muito chique, macio, de Dubai.
É feito na Argentina, eu gosto dessa merda lá.
Calça de argentino, o desodorante é indiano, né?
Ó, escuta, viu?
Escuta, tá lindo, ó.
Escuta, viu que eu cheguei aqui?
Ó o fone, tô vendo. Então aqui já toquei o fone, bate nele.
Na hora do tranco, cadê o fone?
Na hora do tranco, agora, napolitano, essa merda tá, quebrou esse aí.
Tem que levar na Apple, chama cola.
Não, mas eu vou levar lá na Apple, já chamei os caras. Pô, nunca pensei que um AirPod podia quebrar assim, ó.
É que você, do jeito que você é delicadão, você deve ter aberto igual um dinossauro.
Não, e eu sou um puta cuidadoso, eu tenho os óculos da Meta. Eu também. É muito bom, né? É bom demais.
Assim que eu levantei a numerologia de vocês. Às vezes eu pergunto, meu filho faz a lição com óculos, e ele fala espanhol. Então tá programado em espanhol, meu filho fala em espanhol e as respostas vêm, sabe?
É muito fácil.
E ele fala da Pinacoteca de São Paulo em espanhol.
Será que o meu óculos transa com o seu óculos?
Tô brincando.
Que foi isso?
Tô zoando. É bom, né?
Coloca no teu.
Olha, coloca no teu. Como transa.
O teu é diferente do meu, o teu é fosco, o meu é brilhante. É muito bom esse aqui, né?
É muito bom, é muito bom.
O Bola, o pessoal da Denise vai— Óticas Denise, lá de Floripa.
Tô esperando, irmão.
Esse é bom mesmo. O teu não fala?
Ele tem que falar argentino.
Ah, esse é o— Ai, mas o teu é da geração 2? Ou é geração 1? Não sei, mas ele fala também isso aqui?
Fala comigo.
Ah, então é geração 2. É legal demais, né? Mas o teu, ele muda, ele fica de sol também ou não? Sim. Ah, também transition.
É bilíngue, é impressionante.
Linguagem, é bilíngue.
Mas viu, esses são os—
o quê?
É um brinquedo legal, é interessante. O meu amigo cirurgião, ele utiliza, por exemplo, para trabalhar. Porque são uma espécie de fones e um gineco trabalhando. Desnecessário, desnecessário total.
Um gineco, viu que ele foi pegar?
Se transa quer dizer se o meu se ativa no teu e o teu se ativa no meu.
Lá ele, aqui, ó, ele é diferente um pouco, que ele é mais, ele é, o teu é fosco, né?
Ei, Meta, manda as fotos proibidas do Carioca no meu celular.
Nudes.
Ok, pode ser. Obrigado. Já tava chegando aqui. A cara dele, a cara dele.
Ele não faz isso. Tu tem que precisar falar em argentino.
Pergunta se ele te conhece. Pergunta se ele te conhece. Se ele me conhece, tem que falar, ei, Meta, deixa ela encaixar, ela vai fazer um barulhinho primeiro, vai ligar.
Ei, Meta, você me conhece?
Não, você tem que falar que eu sou, eu sou o Bola. Tá pensando, mas posso te ajudar com suas Não conheço, mas pergunta assim: eu sou o Marcos Chiesa, você já ouviu falar de mim?
Já ouviu falar de mim? Pensando.
Entendi, como posso te ajudar hoje, Marcos?
Eu sou o Marcos Chiesa, você conhece Marcos Chiesa, o Bola do Pânico?
Tá pensando.
Muito bom.
Sim, conheço o Marcos Chiesa, mais conhecido como Pola.
Ele é um biólogo.
Olha, sou um biólogo. Obrigado, Meta.
E dá o coelho.
É sempre bom ver pessoas com tantas paixões e talentos. Puxou um sorriso aí, a cara ficou vermelha.
É bom ter É bom, é bom, é bom, viu? Legal, legal isso aí, bacana.
É legal, nunca imaginava que você tá dirigindo. E é bom assim, por exemplo, eu tava em Nova York, eu comecei a entrar numa neurose. Eu adoro história, eu adoro viajar. Quando eu viajo com guia, porque o guia é bom, né, cara?
Então vira um guia, ele é um guia.
Aí eu ficava assim, Meta, que que é isso? Pô, achava um prédio maneiro, falou assim, qual é desse prédio? Aí ele falava, o que que empresas tem aí? Eu descobri que naquele, no Empire State, no Empire State tem qual empresa mesmo, caralho? O LinkedIn é lá.
Ah, o LinkedIn, não sabia.
É, falei, quais são as empresas que tem aqui?
Netflix.
Aí ele disse, o escritório central do LinkedIn aqui, e falou um monte de outras empresas. Então olhava esse prédio, aí esse prédio é da CIA, trabalha. Eu ficava meio que, ele fica vendo e te informando e dando as informações. Ah, dura umas 5 horas direto.
Não, é muito bom.
Mas aí você põe no estojinho, carrega em 10, 15 minutos, entendeu?
Onde você carrega o estojo?
Aí você, USB aqui embaixo. Aí de noite você carrega o estojo, aí ele dura mais do que um dia.
E aumenta e diminui o volume daqui. Isso, o teu continua funcionando? O meu já não tá fazendo mais.
Você resetou?
Fiz, mas tem alguma forma com um aplicativo, aí a tecnologia já Mas não é, resetou ele, reseta, desliga, aperta o botão.
Eu descobri que tem um botão na esquerda, você viu esse botão?
Tem dois, é um que não, que desliga aqui, é desliga, aperta o botão e liga, e aí ele reinicia, resetar ele. Não, é muito, é muito interessante a ideia, né?
E agora o novo, você viu o novo? Não, o novo agora ele projeta na lente. Então, por exemplo, você tá andando na rua, ele, ele Eles te dão uma opção de fazer coisas, né?
Eu não sei como é que é para estudar. Eu tô utilizando para estudar muito, muito, muito, né?
Porque imagina, na viagem você fica olhando. Eu tava naquela praça explicando tudo, eu tava naquela Praça Colombo, né? A Columbus lá, Columbus lá do Cristóvão Colombo lá em Nova York. Columbus, é Praça Columbus, é aquela porra lá. E aí eu ficava olhando nos prédios, falei assim: qual empresa que aqui, qual empresa que ali, não sei o quê, sabe?
Sabe?
Eu pergunto por gírias, por exemplo. Tem uma que eu anotei aqui que fala: até explicar que boi deitado não é vaca. Eu pergunto isso, mas explica o que que é. Aí eu vou interagindo com eles, mas perguntando, tirando dúvidas, me ajuda muito.
É, e eu usei também para traduzir, viu, Bola?
Ah, usou?
É, alguns momentos eu fiquei sozinho na loja, eu fui lá, aí a pessoa não tava entendendo direito, eu explicava, falei Translate in my glass, speak. Aí eu falei que eu ouvia, loud, e depois eu, eu, aí eu ficava com o celular assim para pessoa, ela falando, ele dizendo, aí eu ia falando em português e aparecendo aqui para pessoa. Eu tava fazendo assim quando eu tava com dúvidas demais, porque meu inglês é uma bosta, né?
Não, é que então esse é um negócio, o como você explica uma coisa para Meta. Meta, me explica isso aqui.
Expressões que assim eu uso também o fone, às vezes ajuda. Aí eu não gosto o fone, mas é meio traduzindo.
Não.
E o 3 agora ele é mais direto, é mais rápido ainda. Ele, o meu 3, o teu 3, AirPod Pro 3. Então, mas o Pro ele não dá, ele dá direto, já vai, ele já vai, entendeu? O ideal é que a pessoa também estivesse, mas aí você põe o celular na mesa assim da loja, ela vai lendo.
Mas você não fala inglês?
Sério? Zero, zero não, mas é bem mínimo. 10, ok, 10, falta 90.
É como o que eu sou, da Argentina, 10%.
Tem telefone aí, boleto? Vamos lá, não atender Maurício Dollaz, esse monstro sagrado aqui hoje. Você tá fazendo show aonde, meu irmão?
Tô fazendo no My Fucking Comedy Club.
Que dia?
Tô em Santos.
Só um minuto.
Todas as quintas-feiras vou fazer. Agora essa quinta vou fazer, quinta que vem, dia 30, vou fazer o Coringa. Estou indo para o Chile para fazer para brasileiros, dia 18 de agosto. Tô indo para Rio Grande do Sul, Porto Alegre, tá toda a minha agenda no Instagram.
Eu estarei em Porto Alegre, atenção Porto Alegre, daqui a 10 dias eu tô Não perca, rapaziada! Atenção, Porto Alegre, não perca, assistindo a gente, botando pilha, Gauchada, Porto Alegre, bota na tela para mim, botando pilha com Elgin lá. Então, ó, presta atenção, dia 31 de julho em Porto Alegre, lá no Henriques. Dia 1º de agosto em Bento Gonçalves, dia 2 Caxias do Sul. Então convido todos vocês, gauchada, para o meu espetáculo.
Lembrando que em agosto estarei em Campinas, tá? 22 e 23 em Campinas. Alô, Campinas!
Bento Gonçalves e Caxias do Sul, imperdível!
Isso, Carioca Botando Pilha, tá bom?
E por que que não quer fazer lá no Chile, em um comedy club no Chile para brasileiros? Pode ser um comedy famoso.
Que dia?
O dia que você quiser, aproveita e conhece.
Mas aí eu quero contigo também. Você chama tua esposa, eu chamo a minha mulher e a gente vai.
Vamos, vamos.
Eu não faço show.
Não, mas você vai, vai assistir, tá bom?
Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, combina, combinadíssimo.
Mas é o quê, Santiago? Mas Santiago, mas tem que ser 2, 3 dias só que eu posso. Eu posso ir numa Não, faço uma quinta e volto no domingo. Ótimo, é o que dá para mim, tá?
Tá combinado. Ok, chama os seguidores que estão no Chile, brasileiros que moram no Chile. Vou estar dia 18 no Palermo, dia 18 de agosto, Palermo, é lá em Santiago.
Quando você vai fazer o daquele que eu vi, irmão? Ele é muito bom.
O caso acabou, pô, é, o caso acabou.
Ele foi muito bom.
Vou começar, vou começar, vou meter Você tá com um talk show, eu vou começar a fazer um talk show em Porão Comedy de Balneário Camboriú.
Que legal!
É um projeto novo, ok? Só vou falar isso por enquanto. Vai ter um talk show, vai ter um talk show que tem muitas surpresas, mas vou fazer em comedy porque eu acho que o ambiente dos comedies é único, sabe? É único.
Eu fiz o Floripa Comedy, é muito legal, é legal lá, legal mesmo. Tudo bem que jogaram a cadeira na menina esses dias, na Fernanda, mas é legal.
O Porão Comedy tem em Blumenau e tem em Balneário Camboriú. Eu vou fazer agora dia 1º e 2º de agosto também o Coringa em Blumenau e em Balneário Camboriú. Vou montar toda a cenografia, tela de LED, vai ser um negócio, ok?
Fechado.
Espero vocês também no Chile.
Vamos fazer esse rolê do Chile.
Sigam o Rodrigão, hein, por favor.
Rodrigo, vamos aí para o telefone boletar. Alô, fala, Rodrigo. Rodrigo, alô, fala, meu velho, fala, pessoal. E aí, como é que vocês estão, cara? Que honra falar com vocês, hein?
A honra é toda nossa. Que que você manda, Rodrigão? Fala de onde eu falo.
Dolence, adivinha de onde eu tô falando?
Argentina?
Não, da Espanha.
Olha, que viva a Espanha! De que lugar?
Nego Lazarento.
Eu moro, eu moro em Logroño, comunidade La Rioja. E aqui é um lugar que com certeza o carioca ia gostar muito de vir aqui, porque aqui é o melhor vinho da Espanha.
É que não é uva aí, papai.
Aqui é Tempranillo.
Tempranillo, que jovencinho. Tempranillo é como jovencinho.
Tempranillo. É a uva que a gente tem mais aqui. Eu trabalho também, né, com vinho aqui. Eu trabalho nessa área de vinho. E na verdade, cara, é um— aqui na Espanha, La Rioja é o melhor lugar para tomar vinho.
É lindo como ele fala La Rioja, porque não consegue La Rioja.
É La Rioja.
Para vocês é difícil. A Rioja, exatamente.
Se tu quiser, eu posso falar em espanhol também, né?
Muito bem.
Então, foi grande aí, irmão? A festa foi grande. O pessoal, é que a gente tá acostumado com a festa do Brasil, né, quando a gente ganha alguma coisa.
Mas mesmo assim, eles não fazem festa nenhuma.
Os espanhóis aqui fizeram muita festa, muita festa nas avenidas principais. É que eu moro numa cidade pequena, aqui tem 150 mil habitantes. Então, uma cidade pequena. E aí, mas o pessoal fez muita festa aqui, né?
Ah, que legal, cara! Então tá bom, Rodrigão, valeu, irmão!
Cara, um abraço para vocês aí, para você também. Aproveita o que você vai chegar, tome bastante vinho, que Deus abençoe vocês aí também, irmão. Beijo para Espanha, valeu Espanha! Valeu, toros! Los toros! Porra, bonito o jogo da Espanha, foi lindo, lindo demais.
Tá faltando você ir para Portugal, Espanha. Eu vou fazer show na Espanha também, mas eu tô curioso. Sim, tô curioso.
Quem pegou, pegou, hein?
Quem pegou, pegou.
Não sei se tem brasileiros fora de Portugal muitos, e não sei se tem muitos portugueses fora de Portugal. Isso eu tô curioso. Oi, quem é?
Alô, quem tá falando?
Caminhoneiro, é o Bira, caminhoneiro.
Tá onde, irmão?
Só tem caminhoneiro que liga aqui, eu nunca vi. Vai dirigir, cara, vão ligando, velho. Tô parado, tô parado aqui para descansar, pô.
Tá bom.
Ó, eu bato palma para os caminhoneiros do Brasil, porque, cara, galera do trecho, eu fiz muita estrada.
Hoje tá Tá o—
eu tô aqui na Espanha hoje, tá o— hoje tá o carioca, o Felipe Campos, o bola aí sem barba, tá parecendo o Felipe Campos, hein?
É igual, boa, velho, parece mesmo.
Eu tava olhando para esse, porra, eu tava olhando para esse argentino, eu falei, caramba, não, porque eu acompanhei pouco, eu tava olhando para esse argentino, eu falei, caramba, conheço argentino não sei da onde. Depois que eu fui ver que ele imita lá o Coringa, né? Ele faz aí a falsificação.
Maurício é bom demais, velho, a falsificação. Ele é espetacular.
Eu falo só bandido você reconhece, viu? O crime compensa.
É verdade, é verdade. Boa, Bira! Então tô dando uma descansada aí. Quer ver como é caminhoneiro? Dá uma buzinada aí, dá uma buzinada aí.
Você quer me foder, caralho?
Eu não posso buzinar, vou buzinar, se foda, vou arrumar problema aí, vou arrumar Não tem problema, viu? Tá bom, tá bom.
Parece brasileiro aí, alguma coisa.
Valeu, Bira, um abraço.
Falou, tudo de bom aí para vocês aí, tudo de bom. Obrigado, valeu, Bira.
Boa estrada para você, irmão.
Tem uma galera que fala para mim que quando me encontra me fala Você não tem noção da quantidade de vídeos teus que eu assisti cagando.
Cagando?
É porque todo mundo para no banheiro para assistir. Aí as mulheres dão risada, falam: é mesmo? Uma hora no banheiro assistindo teus vídeos? Aí eu vou fazer uma camiseta que eu vou fazer: para cagar derreiro.
Boa, boa, boa, boa, Dolly! Vai mais um aí, vai mais um aí, mais um aí. Ninguém de Portugal apareceu aí, pô?
Até agora não, porra.
E tá aí, me quebra. A gente elogia os cara de Portugal, os cara não é, não chegam junto.
Vamos comer um dia no pátio, vamos fechar a paz. Eu faço mágica de perto para as esposas de vocês.
Vamos marcar, vamos marcar. Bom demais, cara. Puta que pariu, bora!
Tem alguém aí?
Alô? Tá testando um aí?
Olha aí, olha aí. Tá cagando, irmão? Fala, irmão. Alô, porra, quem é?
Quem tá falando?
Tá falando muito alô, irmão.
Fala, Boleta. Fala, Ceará, beleza?
A Boleta ou Dili?
Beleza, irmão, e você?
Tá me falando do Dili? Fala, mano. E daí, tudo certo?
Fala de onde?
Tô falando aqui do Canadá.
Olha, mano, só liga os gringos para casa aí, parou isso, velho. Acho que eles têm uma preferência nesse bagulho aí.
Que lugar do Canadá você tá, irmão?
Muita galera.
Eu tô aqui em Winnipeg, é bem no meio do Canadá.
Tô ligado, minha prima morou aí, meu. Frio do caralho, hein?
É que eu já peguei, eu já peguei -45 já.
É verdade que tem medo do escuro lá em Canadá, que brinca que tem medo medo do escuro quando desliga a luz? Porque medo do escuro, não sei, fiquei sabendo isso, que quando desliga a luz canadiense não gosta, passa mal.
Isso eu não tô sabendo não.
Eu sei que Winnipeg é gelo na metade da casa, foi Olimpíada de Inverno lá, não foi?
Lá é frio para caralho, -45 já pegou.
O que que é isso, cara?
O problema, o problema é que aqui é pradaria, então é muito reto e é frio para caralho. Então é menos no inverno, inverno é -40 com vento aqui, é feio o negócio. Mas agora também, mas agora também no verão é, estamos tendo dias aí de 30, 35 graus.
E você faz o quê no Canadá aí?
Eu tenho uma empresa de pintura aqui, trabalho na construção civil.
Ah, boa, irmão, boa! Tá ganhando dinheiro, hein?
Só dando aquela pintada na turma aí.
Ainda estamos, ainda estamos aprendendo a ganhar dinheiro, mas tá, ainda não tá dando bem certo, mas estamos na luta aí.
Boa!
É isso aí, não desista, não desista.
Eu vi que nos Estados Unidos, principalmente na Flórida, tem muito brasileiro ganhando dinheiro limpando telhado, cara. Diz que é uma porra que dá uma puta grana.
Bastante disso, ó. De tempos em tempos é obrigado a limpar, não é que você precisa, senão você toma multa.
Como é aí?
Aqueles ganham dinheiro, limpa telhado, limpa calha, limpa chaminé também, ganha bastante, bastante trabalho.
Tem tudo isso. É porque o telhado tem que manter a estética, não pode ter telhado manchado, não pode.
Na Flórida é assim, obrigado a limpar. E se a telha foder, você tem que trocar a porra da telha toda.
É verdade, canadense.
Agora fala a verdade. Não tem como o Brasil, igual o Brasil, não tem, né, lugar.
Não, o Brasil, Brasil é Brasil, né? O clima do Brasil é fantástico, não tem comparação, né? Mas o que mantém a gente aqui é segurança, é tranquilidade. Dá para deixar a garagem aberta, bicicleta lá fora, ninguém vai pegar nada.
A garagem aberta não dá não. Não mete essa com neve, é tomar no cu. -45, o caralho que você deixa a clima tá na rua.
Ah não, mas no verão, não no inverno, né?
Então o inverno aí dura 8 meses, caralho. Você fica 8 meses trancado dentro de casa.
Mas dentro de casa também é 23 graus o inverno inteiro, então você não sofre, né?
É, e a conta de luz, $2.000, né?
Não, não, cara.
Cara, eu vou ter que falar, sabe quanto que eu gasto de luz aqui no inverno? $250.
R$2.000, caralho!
Não, mil e tantos conto, é o mesmo preço aqui.
Não, $250. Mas para nós aqui que a gente que ganhamos em dólar é quase, sei lá, R$250.
É dólar canadense ou dólar americano?
Dólar canadense, dólar canadense.
É mais barato que o dólar americano, dólar canadense? Eu não joguei ainda.
R$3,844, mas não.
Ah, então tá barato mesmo. Pô, é bom saber que para o Canadá é bom para comprar uns iPhone. Acho que funciona.
Deixa eu falar uma coisa para vocês aí, ó. Eu me mudei para cá em 2018. Eu me mudei para cá em 2018. Eu só queria falar que nesse tempo todo que eu tava aqui vocês foram, fizeram a diferença muito grande na minha vida aqui, de na hora de trabalhar ficar escutando podcast. Isso, isso deixa a gente próximo do Brasil, sabe?
Obrigado.
Vocês não sabem o bem que vocês fazem para nós aqui.
Pô, fica gente muito feliz, irmão.
Obrigado.
A gente também fica feliz de poder estar fazendo companhia para você aí trabalhando, meu irmão.
Conte com a gente, Ricardo.
Luta o dia que você quiser.
Então fique feliz. E mais uma coisa, eu queria pedir um favor. Carioca e Dolens. O Bola, eu sei que não faz stand-up, mas vocês podiam vir para cá fazer um tour aqui, né?
Uma boa ideia aí, ó.
Sim, tem uma empresa que quer me levar, eu tô negociando, mas já já esse ano, esse ano agora em agosto, vou anunciar o tour mundial. Eu vou tentar ir ao Canadá por vocês brasileiros que me surpreendem, porque Fui a Portugal pensando que tinha brasileiro e tinha portugueses, então agora tô atrás dos brasileiros. Achei no Chile, espero achar em Canadá, ok? E Miami também.
Então venha, porque aqui tem bastante brasileiro. O Fábio Porchat teve aqui outro dia, apesar de eu não gostar muito dele, mas cagou toda a conversa.
Agora não quero ir lá.
A gente nunca— puta que pariu, priorizando o da Inglaterra.
Pior que argentino.
Agora não quer ir mais lá.
Não, vai para Estados Unidos, vai para Miami.
Eu sei, mas ninguém conta. Obrigado, irmão, obrigado pelo carinho. Eu tô brincando.
Valeu, valeu, valeu, valeu, pessoal.
Te espero, hein?
Obrigado aí. Bom programa para vocês aí. Na hora que vier para cá, Dallin, né, ô carioca, não esqueça de passar em Winnipeg também. Que a maioria faz show em Toronto, Vancouver, e não vem para cá.
Vamos sim, obrigado, irmão.
Eles vão no inverno para aí.
Tchau, irmão.
Minha prima morava lá, agora mudou, mas o churrasquinho tá garantido aqui em casa para vocês.
Boa, Ricardão!
Valeu, irmão, abraço, viu?
Beleza, abraço.
Em companhia, valeu. Ó, vamos aqui para o Super Chat, posso fazer, senhor?
Vamos lá.
Vamos aqui buscar chat.
Paulo Rocha enviou uma mensagem: sou português, mas vivo em Cascavel, no Paraná.
Desde 2006 torci para a Espanha.
Ah, vá! Ah, vá! Desde 2006, só argentino torceu para Argentina, e o Renato.
É, Renato é uma decepção.
Reginaldo Bonfim enviou uma mensagem: Boa bola e carica! Manda um recado para Johnny e Dio do VGB de Pontaporã. Torceram para a Argentina e agora tá com cara de cu aqui.
Aí, ó, entendeu?
Mas torceu para Argentina, então, cara, bem feito!
Isso, Johnny e Dio, toma, Johnny e Dio de Pontaporã, VGB. São os Zé Ruela, amigos do Renato. Vai lá torcer para amigos do Renato, confraria do Renato da Argentina. Vai se foder! Quero papo não, mano. Argentina, Argentina, mano.
Enviou uma mensagem: Espanha amassou a Argentina, que tesão de jogo! Vice-campeão é meu ovo, primeiro dos perdedores. Odeio a Argentina futebolisticamente falando. Bola e carica, amo vocês, que Deus os abençoe e Infinitamente. Obrigado, Rodrigão. Obrigado, irmão.
Ele escolheu o futebol. Você vê que é uma dualidade aqui, né? Futebolisticamente, não, ele usou a palavra odeio de ódio, sim, e depois e Deus abençoe, tipo.
Não, mas é que futebolisticamente é esse o negócio, é esse o negócio, no desportivo, no lado desportivo.
Você joga bola? Jogo sujo, mas toma aqui a minha. Nando Flores. Enviou uma mensagem.
Carica e Bola, sou um grande fã de vocês. Moro em El Calafate, na Patagônia Argentina, terra de os glaciares. O que vem do Dolenz e de vocês, não perco um só vídeo. Grande abraço, espero vocês em El Calafate para provar as empanadas de guanaco. Vamos colocar essas aqui, são boas, hein? Puta que pariu!
Nós vamos lá, hein? O Alpacho da Espanha é o pátio da Espanha. Banado do El Pacho.
Me avisem antes, estamos indo. Não, não, vocês vão, estamos indo. Aí eu preparo, me visto e faço uma recepção de mágica de perto para vocês. Levem aqui quem você quiser, vou só por vocês para fazer essa recepção.
Maravilhoso! Acabou-se tudo, Zaqueu? Acabou-se tudo, Zacarias.
Desculpe então, vocês dão muita companhia ao mundo inteiro, é impressionante. Você também, porque começou começou com tudo, começou aqui.
E você não, e você não, meu irmão. Porra, você tá maluca, você é muito bom, velho. Ó, então o Dólares vai estar por aí, tem um monte de lugar. Santiago, isso eu nem sei mais de tanta comédia.
Comédia do Sul, Porto Alegre, Vento Gonçalves no Serra Comedy, o que eu te falei, Coringa vai estar em Porto Alegre e Blumenau agora, 1º e 12 de agosto. E vou anunciar o tour mundial daqui a pouco.
É isso aí.
Ó, amanhã, você é pica, meu irmão. Manda um beijo na patroa, que é maravilhosa, os filhos maravilhosos, seu sogro também, mano.
Ele já tá assistindo, ele gosta muito de vocês.
Vocês são lindos.
Amanhã teremos aqui Lucas Ferrugem, Felipe Valerim e Henrique Viana. São os caras comemorando os 10 anos da Brasil Paralelo. Então estão aqui, são os fundadores.
Como é que escolhe os documentários? Como é que eles fazem?
Vamos ver. Pô, 10 anos de Brasil Paralelo, né?
Bastante coisa incrível.
Você foi lá no jantar?
Não foi ainda.
Essa semana que vem?
Acho que é.
Tá. Então Lucas Ferrugem, Felipe Valerim e Henrique Viana amanhã. O Brasil Que Mostra a Verdade, Brasil Paralelo amanhã a partir das 2. E quinta-feira, Boleta, quinta-feira, César Menor que Fabiano aqui. Porra, puta que me larga, aquele velho!
Porra, César Menotti! Esses dois são maravilhosos.
Tem uma história boa com o cara, o diretor de pauta dele. Quase saiu na porrada o cara.
Conta no dia, não conta agora.
Ia matar o cara.
Conta, não conta não.
Meu Deus do céu, ia matar o filho da puta, velho. Mas quase saiu na mão, o show deles comendo suco quase saiu na porrada. Então, por que o Carioca quase saiu na mão com a pessoa da equipe do Quinta-feira? O cara simplesmente desligou meu microfone, eu no palco. Legal para caralho.
Parabéns.
Não, eu pensei que eu ia apanhar quando eu enfiei a língua na orelha.
Ai, que legal!
Ele gostou.
Não é?
Foi uma coisa, você vai ler isso no Dileira. Ai, pajé! Ai, Gugu! Agora é: ai, pajé! Tu viu essa cena? Ai, pajé!
Só os loucos para levar ele, bicho.
O pajé ali, é lógico, né?
Tá papelão, bicho.
Tchau, galera, até amanhã.
Beijo, muito obrigado.
Obrigado, bora.