EP 767 - RICARDINHO ACF
Ricardinho ACF é engenheiro mecânico, preparador automotivo e criador de conteúdo.
Reconhecido por seus projetos de performance e conteúdos técnicos no universo automotivo, ACF está sempre trazendo novos projetos e inovações no meio automotivo.
- Aniversário do podcastTicaracatiCast 5 anos · Expectativas para a Copa · Torcida pelo Brasil
- Gasolina com EtanolEconomia de combustível · Manutenção do motor · Sustentabilidade · Emissão de gases
- BioID: revolução em mobilidadeTecnologia de baterias · Segurança e eficiência · Mobilidade para todos
- Carro Antigo e PersonalizaçãoGol GT e GTI · Passat Pointer e GTS · Escort XR3 · Kadett Conversível · Corsa GSI · Uno Turbo · Opala SS e Caravan · Fusca
Quem vai de etanol no carro flex vai por quê? Primeiro, vai pela economia. Etanol ajuda a cuidar do motor do seu carro. Ele acumula menos sujeira no motor e isso gera menos custos de manutenção. Sem falar na economia do dia a dia mesmo, né? E depois, pela sustentabilidade. Etanol é biocombustível, vem de planta e emite 90% a menos de gases do efeito estufa. Quer economizar e ajudar o planeta? Vai de etanol!
com o carro. Começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório. É a base. Bateria, chip, motor, software. Tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros pra poucos. Criamos mobilidade para todos. BioID. Uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Olá, turma amiga. Salve, salve. Salve, salve. Fala, meu querido Marcos Queza. Beleza, tudo certo. Temos aí mais um dia com alegria e diversão. Quase cinco anos, hein, Bola. O que é isso, hein? Passou rápido. Menos de um mês, menos de um mês. Tá que paralho, hein, meu? Menos de um mês, cinco anos do TicaracatiCast.
Estamos aqui pensando num programa especial de 5 anos. A merda é que no meio da Copa, né? Podemos fazer depois também. É, acho que temos que fazer depois que a Copa acabar. Porque na época da Copa vai ser uma tristeza, né? Não é? O nego só quer ver jogos, só quer falar de Copa. Copa, jogo, Brasil, bebê. Não adianta querer fazer um, mas podemos fazer depois. Churrar.
Brasil inventa qualquer coisa pra fazer festa, né? Churrasquinho. Qualquer motivo pra fazer um auê, né? Pra dançar, pra ficar aí no pagode. É. Pra não trabalhar. Porra, tudo que o cara... Não, mas o farre é bom. Farrear é bom também. Hum. Né? E a Copa do Mundo é um evento excepcional, né? 4 em 4 anos. É diferenciada. É um evento excepcional. É um momento divertido do Brasil, pelo menos. Sim, sim, sim. Né? Mas como disse Cosme Rímen, vai ser uma passagem rápida. Não será.
Será? Será? A tua cara. Não. Não fala assim. Ai, caralho. Não, não fala assim. O cara já mandou. O Cosme é fodido. Porra, passagem rápida. Tá doido, porra. Não, Brasil. Primeira fase eu acho que vai ser meio teta. Eu acho.
Eu também acho, porra. Se perder pra Haiti. Não, não dá. Não dá. Pô, pelo amor de Deus. Não dá. É sacolada. Sacolada. Aí a segunda fase já começa a complicar. Mas enfim, estamos na torcida. Vamos torcer, vamos torcer. Eu falo a minha opinião, eu acho que vai ser campeão. Você acha? Eu acho. Nós dois, vambora. Bora. Deus te ouça. Logo você, boleta.
Eu tô botando fé. Vambora. Ó, então a gente pede pra que você se inscreva no canal. Você já sabe, né? Curta, compartilha, ative o sininho, dê o like, chocolate. Vai lá. Ajuda a nós que nós precisamos de vocês. Este canal e o canal The Cortes. Eu sei. Então tá bom. Obrigada. Faz isso aí pra nós, canalzinho de corte. Vamos chegar a trêsão. Trêsão, vai. Vamos, vamos. Corrente pra frente, Brasil. Quebra essa pra nós. Isso. Você vai lá, se inscreve no canal e vamos que vamos. Né, Boleta?
Como que vamos? Pode tornar-se membro se quiser ajudar também. Temos a nossa plataforma, temos Spotify, temos Amazon Prime, tá certo? Temos, temos tudo pra você. É isso aí, é só você entrar lá. E temos o Carioca botando pilha. Exatamente, estaremos em Floripa, Criciúma, Joinville, tá aí, a agenda tá aí, obrigado aí você.
compra logo que acaba tá acabando, Floripa tá acabando, graças a Deus tô avisando Criciúma, alô Criciúma, alô Joiville vamos que vamos estarei com vocês, vai ser bem divertido é um show bem legal né
É muito louco. É isso aí. Eu queria agradecer um presente que a gente ganhou aqui. Reginaldo de Campinas. Esse cara é brabo. Esse aí é treta. Ele tem umas carangas lá sensacionais. Arroba Reginaldo de Campinas. Ele tem uns carros raros. Raríssimos. Raro e zero. Obrigado pelo presente, Reginaldo. Raro e zero. A questão nem é a raridade às vezes. A questão é que ele tem um troço. Parece que ficou.
Ele acha os caras que compraram e botaram uma bolha. O GT-80 é pouco de 2 mil quilômetros. É. Deve ser um absurdo de cara o cara desse.
É o preço da raridade, irmão. Tá aqui, obrigado pelo vinho, adorei. Que legal. Obrigado, Reginaldo. Mandou um kit bem bacana aqui. Show de bola, irmão. Reginaldo de Campinas é sensacional. Um L-Nimigo, um belíssimo vinho. L-Nimigo. Gosto muito. Gosto muito com as tacinhas. Muito obrigado. Sigam aí, Reginaldo de Campinas. Tem um trabalho... O cara é braba, velho. O cara tem um trabalho no Instagram de... Ele vai estar em Águas de Lindóia, né?
Vai ser bem legal. É, Águas de Lindóia em julho, né? Você vai estar lá, Ricardo?
Eu não vou conseguir, olha, não sei, né, se eu vou conseguir ir ou não, Boleta. Mas tem a Copa. Porque tem a Copa. Então eu tô na dependência dos nossos queridos compatriotas que vão estar lá jogando, né? Ô, ô, Reginaldo, obrigado e parabéns aí pelo seu trabalho. Parabéns pela loja, parabéns pelos carros, parabéns por tudo, irmão.
É, a regional de Campinas é bem legal. É brabo, o bicho é brabo. Você pode seguir aí que você vai ver cada carro. Putz. Que dá um... Você fala, meu... Isso não existe. Sabe o que eu me sinto? Quando criança. É. Quando eu vejo. Você não é condicionado. Não, mas o sentimento é o mesmo. Em que sentido? Quando eu era criança, você não tinha condição de comprar o carro. Ah, não. Hoje, olhando os carros, eu também me sinto na condição de não conseguir comprar.
Uma vez aconteceu um negócio tão engraçado comigo, velho. Minha mãe tinha um Gol BX, que ele era ar. Sei. Não tinha a tampa do porta-luvas, só tinha a quebra-sol do motorista. Minha mãe já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já já
Era tudo cheio de... Certo. Tinha que pedir tudo opcional. E, pô, eu fui levar pra revisão. Na Sabrico. Porra, Sabrico. Sabrico. Nunca me esqueci. Levei pra revisão que ela falou, amanhã você vem me buscar. Falei, tá bom. Aí eu voltei no dia seguinte com o papelzinho, falei, me buscar o carro da minha mãe e tal. Ah, tá bom, já vou trazer pra você. Já foi revisado, tudo certinho. O cara me traz um Gol GT vermelho. Eu falei, puta.
Achando que é o carro da família. O que que aconteceu? É, eu falei, será que eu pego, vou embora? Não tô roubando o carro. O cara me entregou o carro, caralho. Será que alguém vai perceber? Eu não tô roubando nada. Eu não tô roubando da minha mãe o meu x. Gol GT, bola? Gol GT vermelho. Vê se acha aí que só dá. Era um sonho. Que ele era sonho, velho. Era o primeiro tampa preta do Brasil. Que ele tinha ali entre as lanterninhas.
Puta, bicho, eu olhei e falei pro carro. Falei, bicho, minha mãe não é esse carro não, irmão. É. Ai, tá errado, velho. Tá errado, velho.
Mas a roda desse carro era bem legal. Tudo, era tudo tesão. E esse carro tem aquele câmbio curtinho, né? Ele tinha esse falo de milha quadradinho embaixo. Acha ele aí, Isaac. Tudo aqui pariu, velho. Gol GT vermelho. 1.8, né, bola? 1.8, 1.8. O GT tinha aquela manopla de câmbio que parecia a bolinha de golfe? De golfe furadinho, né? Era ele. Era esse aí, ó. Porra. Esse aí. Ah, mas eu pensei que fosse aquele tela grade preta.
Não, esse é uma... Isso é uma nave. Isso aí na época era uma nave. É. Olha os milha redondo. É. Mas eu gosto do GTI. É o GTI? O GTI é mais pra frente. Vem depois, vem depois. A EAP. É mais pra frente. Isso, isso. Olha ele aí, ó. Esse é o Gol GT. Esse é o GT. Mas isso era uma nave. Mas o carro é muito legal. Vê se você acha o GTI 2.0, né? O GTI, não é? O GTI era 2.0. O GTI era de injeção. Já era 2.0, né? Isso aí não é injeção? Isso é carburador?
Não lembro. É caburador, tem caburador, não tem caburador. Santana. O marimbondo. Eu nunca me esqueci disso, cara. Esse não é o cano curto. Esse é o GTI. Esse é o GTI, olha lá. Esse é o original, tem uns lá que você fala. É 300 pau. Pô, você não viu o cara que veio aqui outro dia? Como é que é o nome do seu amigo aí que vende carro antigo aí? Um cara que esteve aqui, eu esqueci o nome dele agora. O... O Hague. O Hague.
Porra, ele me mandou um Passat Pointer. É. Ele te mandou também? Impressionante. 580 pau. Falei, que isso, gente? É. 500 pau. Até o Opala que os negros vêm em quase um milhão, pô. Não, pega esses Passat. Aí, ó. O cara que tem o Passat Sulano. O pessoal da Larte, que legal. Na cara, mas eu não tava falando desse, não. Tô falando do GTI. Eu acho mais bonito o anterior. Um tem quatro faróis, assim. É, mas esse aí é o... Esse é o 92. Quatro faróis? Golf ou Passat? Gol, gol.
Com quatro faróis? É o Gol GTI, não tem? Passat, eu lembro que tinha Gol com quatro faróis. Não, o Gol não tinha? Eu acho que era o Passatão. Eu também acho que era o Passatão. É, cara, que era quadradinho, dois cada lado. Não é o Gol GTI, era o Passat. Passat. Passat Iraquiano, não era? E o GTS. Porra, Passat Iraquiano foi sinistro. Vê se haja foto do Passat e GTS, pro cara eu comparar.
Não, esse é o Gol Bolinha, pô. Isso é o Bolinha. Isso é feio. Bota aí, Gol GT 89 ou 91. Pô, eu vou passar de GTS pro cara acabar. Não, eu sei qual que você tá falando. Tem quatro faróis. Isso. O Gol nunca teve quatro faróis. Eu acho que não. O Gol nunca teve? Não, o Gol não. Não é mesmo? Nunca teve. Eu jurava que, igual o Passatão Pointer, porra, achava Village. Isso então. Lembra o Village? É, mas o GTS era esportivo, pô. Lembra o Village? Lembro. Tinha o Iraqueano, quatro portas. É.
Só se lá em Macaé o pessoal fazia lá. Pode ser. Bateu de frente. Esse é o passado. Isso é nave também. Esse é o quê? Pointer? Esse é o Pointerzão. Que ano é isso aí, você acha? Puta... Final de 80, né? 88. 88. 88. Isso é nave, velho. Esse é sonho de consumo, hein? Puta que pariu. O cara mandou 500 pau um carro desse, velho. Então, mais zero, né, cara? Mas esse não é o iraquiano, né? Não. Não.
O Iraqueano é quatro portas, estofamento vinho. Porra, esse carro aí, esse é sonho de consumo, hein? Isso aí, é aquela coisa, né? Eu nunca me esqueço, eu fui pra Pós de Caldas, e o irmão do amigo meu já tinha, eles tinham dinheiro, tinha 18 anos, nós fomos com Monza, Rete, Marrom, mas era lançamento, esse é o Iraqueano. Esse é o Iraqueano. Nós chegamos lá, o primo dele com GTS Zero, irmão.
A gente... Mas GTS o que? Gol? Não, o Passat. Passat GTS 0? A gente não sabia o que fazer. Que ano é? Ah, não lembro que ano era, Carioca. Mas chegamos na imposta de casa de Monza, achando que tava... Monza? GTS não tem GTS? GLS. Monza do meu irmão, o primo dele com um pointer. Passat pointer GTS 0. Ele me ligou aqui lá, eu falei meu Deus, porque a gente não via. Isso era nave espacial, né, meu?
porque era uma época que o Brasil tinha poucos carros importados, né? Era muito fechado. E a indústria nacional tinha aquelas opções de carros que na época eram o nosso supra-sumo da engenharia, né? Então, você pega ali, cara...
Escortão, quem tinha um Escortão XR3. Puta que pariu. O cara era boy. Eu lembro de um amigo meu que tinha um XR3 92, assim. Porra, aquele... Foi a primeira vez que eu vi um carro com CD, tá ligado? Primeiro que eu vi, eu nunca me esqueço. Ele viajava com som de CD no carro, eu falei, cara, que delícia de som. Eu fazia objetivo na Paulista. Aí o irmão do ser, o Leonardo, estudava lá.
E tinha um XR3, né? Aí chegou e falou, bicho, saiu metade do colégio pra ver o carro dele, o XR3 laranjinha. É. Esse, mas o laranja. Puta! Isso aí... Isso aí na época. Saiu metade do objetivo pra ver o carro, irmão. Tinha a edição dele, o XR3 Fórmula, que tinha os amortecedores magnéticos, cara. É o troço que a gente tem nos carros mais pica hoje.
Caraca, velho Eu lembro que tinha ali E uma vez também, não sei se você tava na rádio Que uma estagiária Ela tinha um cadete conversível, irmão Nossa Olha lá o Fórmula Ah, mas eu acho que assim Esse Scott já perdeu a bossa Que ano é isso aí?
Comecinho dos 90. Comecinho dos 90. Eu gosto do XR3... 91. Eu gosto do XR3 86. Raizão, raizão. É, 86 amarelo. 86 amarelo pra mim. Nós descemos todo mundo. Amarelo ovo, sabe? Omelete. Nossa, aquele carro achosa. Pra ver o Cadete conversar o painel digital. Puta que pra nave espacial. É. O Bola teve um carro bizarro. Qual?
cadetão que você teve? Eu tive um Corsa. Eu tive um Corsa GSI. Vermelhinho. 16 válvulas. Isso aí é legal. É legal. Eu cheguei em São Paulo, quando eu conheci o Bola, ele tinha esse carro. Aí a gente foi fazer uma viagem pra Ribeirão Preto. Eu já babei. Eu falei, mano, eu não tinha nem carro nessa época. É da hora, o body kit dele já é invocadinho, assim, ele já é mais baixinho. O banquinho recaro. É, pô.
Era uma época que tinha muito carro legal. Gosta GSI, né? Gosta GSI, é, vermelho. Mas hoje tá mais legal, não? Ah, eu vou te dizer, esse aí, sempre vai ter... Sempre vai ter aquela nostalgia da coisa, né, Carica? Mas... Exatamente isso. Naquela época, eu acho...
que eles não se importavam tanto com o quanto ia custar fazer uma versão legal. Hoje em dia é muito na ponta do lápis, entendeu? Naquela época, porra, hoje o cara vai lá e vai botar, pô, vamos ter que fazer um banco só pra esse modelo. Não vale a pena, né? Os caras não fazem.
Não vale a pena. Eles fazem os adesivos, porque daí é o mesmo carro, só que tem adesivo. Adesivado. Porra, aí vem... Eu lembro que na época eu fiquei puto pra caramba. Eu gosto da Fiat. Porque eles não têm receio em inovar. Então, eles sempre trazem umas coisas assim que só os caras acabam trazendo. Mas aí eles fizeram... Lembra o Palio 1.8R?
Quando veio aquele palhozinho 1.8R. Bonito, legal, bacana. Esportivinho. Aí o troço tem o cinto vermelho e tem um cavalo a mais do que o palho normal. 1.8 HLX. Eu falei assim, cara, é a calhordagem. Puta novidade.
só por causa do cinto vermelho é, aí é tipo, é os adesivos é o cinto vermelho, tem um cavalo a mais é muita calhordagem o cara me soltava um negócio desse que maneiro mas porque a gente entrou no maneiro é legal, um calhozinho um carro dos meus sonhos que eu nunca tive era o Uno Turbo ali, porra, Uno Turbo é legal sonho, sonho inclusive eu vou te dizer sonho
Uno Turbo era meu sonho até hoje. Eu já pirava, eu pirava. Olha pra você ver a minha humildade. Humildade. Em 85, quando saiu o Uno 1.5R. Esse, ó, esse, ó. Caralho, que legal, hein? O YouTube é um carrinho, velho. O YouTube.
E eu vou dizer, eu recentemente fui lá pro Japão Sei lá, umas duas, três semanas Tô vendo que você tá com a camiseta braba aí E aí, é, isso aqui é um carrinho que eu montei Faz uns dois anos Eu fui lá pro Japão, primeira vez que eu fui pro Japão Não tinha ido e pra quem gosta de carro Pra quem é amante de carro, pô, o Japão é um Cara
Um mar ali, um paraíso de um monte de coisa legal. Rapaz, você acredita que o primeiro... Saí do hotel, falei, vou ligar a live. Comecei a fazer uns IRL e tal, aquele negócio. Fazer uma live aqui pra galera ver como é que é o Japão. Rapaz, eu ando três quadras...
Dou de frente com o Uno Turbo. Não dá. No Japão, amigo. É mesmo. Um Uno Turbo. Se duvidar, assim, porra, tu vê Skyline, vê um monte de carro que é raro. Se duvidar, o Uno era mais raro. Eu tive que ir atrás, eu persegui o cara. E depois, a internet é muito legal, né, cara? Eu, assim...
Tô hoje trabalhando com a internet também, né? Além de ter a minha empresa de reprogramação, mas há quatro anos que eu virei funcionário do canal mesmo. Trabalho todo dia, acordo e vou dormir em prol do canal. Pensando no canal. É, deixa a gente apresentar você, que a gente acabou puxando o papo e não apresentou. Não, mas aqui fala de carro, a gente vai. Ricardinha CF hoje aqui pra você. Paula, situa a audiência. Quem é essa figura, essa persona aqui? O cara é preparador, ele é tudo, mano. O cara é apaixonado por carro.
por carro, gosta de um monte de carro. Engenheiro. Sabe tudo de carro. Então você pode seguir o cara lá no... Qual é o teu canal do YouTube, Ricardinho? ACF Performance ou no Instagram RicardinhoACF. É isso aí. Fácil. É só você colocar lá. Tá lá, Luiz, tá ali. Fácil. Se você curte carro... Preparação. É isso aí. O cara faz umas loucuras, irmão. É.
as coisas desnecessárias. Não é possível o cara fazer isso, ele vai lá e faz. Então, dá uma olhadinha, a gente vai botar o link aqui do canal dele no YouTube pra você acompanhar também, tá bom, Ricardo? Obrigado por você ter não, é nós, estamos juntos. Seguindo a trilha do Japão. E aí, fui atrás do Uno, peguei, eu falei, pô, não quero apavorar o cara, eu também, no Japão, né, porra, a gente já fica meio receoso.
É, porque porra, lá o camarada, você quer dar uma pitada, você pitou fora do pinico, já a polícia te dá uma multa. Eu vi um negócio tão louco no Japão, vocês viram no Instagram, a caixinha de chiclete... É, é, vem post-it. Vem post-it.
Que porra é essa, velho? Você masca o chiclete, na hora que você quer jogar fora, você tira o post-it, põe no papel, o chiclete e joga no lixo. Com post-it. Com post-it. Você não jogar o chiclete no chão pra não grudar no pé de ninguém pra nada. Você cospe já no papel que vem dentro da embalagem.
Papel de fazer rolo de sushi. Ah, não. É um bloquinho de post-it mesmo. É um bloquinho de post-it. Você não quer mais ser corte no papelzinho. Nossa, nunca imaginava. Eles são muito loucos. Eu fui, enfim, aí... Foi atrás.
Fui atrás, gravei assim, meio que passei pelo cara, o cara fez um retorno ali, uma conversão e tal, de boa. Os caras não acharam o Instagram do cara? A internet foi atrás, no Japão acharam, o cara era um rapper famoso.
lá do Japão, e o cara é alucinado por carros, ele tem um Citroën raro também, eu acho que é um AX ou um ZX GTX. ZX é muito louco, hein? É, pô. Assim que eu cheguei em São... Não, esse não é o ZX, esse é o... Exterçar a roda traseira é o... O Ksara VTS também faz isso. É, o Ksara. Mas é um sistema que tem umas buchas, ele não é uma caixa de direção, mas a hora que você entra na curva, ele tem umas buchas que se chama CAT.
Aí ele dá uma apoiada, tanto que é meio estranho. Eu quando cheguei em São Paulo em 98, nosso amigo Frangolino tinha esse carro. E eu vou te falar que eu me apaixonei por esse carro, cara. Mas era carro caro, meu. Era caro, bolo? Era caro. Era tipo como na época, a boleta? Puta, bicho. Aí ele aí, ó.
Era tipo... Esse carrinho era sensacional. Era meio um esportivinho, sabe? Branquinho, lindo. Tempa turbo. Era mais ou menos nessa faixa de preço. Era caro assim? Era caro. Tempa turbo? Era caro, caro. Era carrinho caro, não era barato não, velho. É, o branquinho, esse aí. Porque era tudo importado, velho. Esse carro era maravilhoso, cara.
E anda pra caramba. Aí eu vou concordar com você. Você pega a Citroën hoje, perto do que era nessa época, era um carro mais premium, né? Ah, sim, não tem a dúvida. E hoje não é mais um carro premium. Não tem a dúvida. Pega o próprio Xantia, que tinha aquela suspensão. Isso. Xantia. Xantia com a suspensão pneumática ali. Esse carro era, quando chegou aqui no Brasil, era tipo carro absurdo. C5. A gente tem muita coisa. Não é o C5? C5, puta verdade. Puta barco ali. Puta barco ali. Olhavam a Mercedes.
intermediária, topo de linha, tu olhava um C5 daquele, tu ficava meio balançado sabe, pô, eu vou, será? Será? E você começou a tua paixão como por carro, irmão?
Ah, bola, eu acho que é igual todo mundo, como criança, assim, eu já lembro que eu ganhava... Cara, o meu pai, ele gostava de carro, mas ele era meio que... De boa. Ele era numa boa, não era num nível cracudo, assim, igual eu sou, igual eu sei que você é também. Eu gosto, eu sou igual você, eu gosto. Eu ganhava os carros de Natal ali, os carros de controle remoto, e desmanchava os carros. É, já assim?
É, pra ver como funcionava, era muito curioso. Tá cara louco, bicho. E aí, lógico, eu nem ganhava uns carros muito legais, porque eles já sabiam que eu ia descangalhar o carro todo. E com a idade que foi passando, eu comecei a aprender a remontar depois. Isso que eu ia falar, depois você remontar. É, porque você tem 10 anos de idade, isso é porra. Ah não, é se desmonta e... Cupim.
Não, um pouco antes eu tava comendo minhoca e cocô, que eu achava no chão, entendeu? Então assim, naquela época ainda me carecia de um pouco de conhecimento. Não ia remontar o bagulho. Mas eu estragava tudo, mas pra descobrir como é que era. Aí fui entrando na adolescência, você vai aprendendo mais coisas na vida e tal. E aí eu comecei a me interessar mais em... Pô, pegava um carrinho, fazia um barco de isopor, fazia isopor, botava um motorzinho no carrinho, botava... Isso aí clássico, né? Um volante pra...
fazer o lema, aquelas papagaiadas que a gente faz quando tem tempo livre, né? Adolescente com tempo livre. E aí, com o passar do tempo, carro pra mim, eu gostava, mas meu pai era daqueles que assim, ó, 28, a equipe de dois, meu engenheiro projetou o carro desse jeito, não mexe.
porque o troço é desse jeito. O meu pai era assim também. E eu tipo, porra, pai, mas bota uma caixa ali no porta-mala, faz não sei o quê, faz assim, faz assado. Porra. E ele falou, o dia que você tiver o seu, você mexe. É isso aí. O meu é original. No rela. E se eu quiser um carro que faça mais coisa do que esse, eu vou na concessionária e compro um outro que faz essas coisas. Melhor. Exato.
Então ele era dessa... Que louco, velho. Ele era dessa filosofia. Mas era um cara que curtia carro, a gente acordava todo domingo de manhã pra assistir corrida. Então ele gostava de automobilismo. Carro também, mas ele, na época dele, mais de molecão, teve os Opala SS, teve os Fuscão Mexido, teve essas coisas. Opala SS, dói o coração, hein? Nervoso. Reginaldo tem uns lá. Tinha uns Opala legal lá. Aí veio o preço. Nossa, nosso amigo lá também tem, a MF Import, já viu o coração? Tem, pô.
é legal demais. E tem uns Opala esse de doer o coração, né? E é umas coisas assim que só tem meia dúzia fabricado, umas cores que não saíram. Na verdade saíram, mas é limitadíssimo. Tem um pessoal de Curitiba, né, que é especialista só em Opala e caramba. Acho que T7 que chama, não é? Ih, garoto, T7, garoto. Como é que é? É só em Opala e caramba. Tem um perfil deles aí, Isaac. Olha isso, cara. Puta que pariu. Tá aqui o parouca, isso é, isso é, 4.100, bom. Tá aqui o parouca, velho. Eu gosto disso aí de uma laranja.
Eu gosto de cor de bosta. O laranja desse carro... Não, o laranja desse carro aí pra mim... O duro é que um bagulho desse é o Zóio da Cara hoje em dia. E esse aí é dos primeirinhos, ó. O pisca era ali embaixo. Esse aí dói na alma. Isso aí já é 7.9, 7.8. Que carro. Isso aí é nave, hein. Esse é nave.
Esse retrovisor aí. Cheirão de gasolina, hein, bola. Com o pesão ali, aquele vidro traseiro que desce e fica tudo aberto assim, ó. A lateral inteira aberta o vidro ali, ó. É. Louco esse cara. Isso aí na época, quem tinha um troço desse aí era muito... Era muito patrão. Era muito patrão. Meu pai tinha uma 78, uma caravan caramelo. Porra, lindo. Uma caravan caramelo.
4.100 com molas aspirais e direção hidráulica e ar-condicionado. Mas meu pai teve isso em 85. Era tudo opcional, né? Sim, era colocar depois. Mandar colocar. Mandar colocar. Condicionadinho ali embaixo, gelar saco ali, saia meio por baixo.
Esse mesmo. Não, mas não era nem por baixo, já é embutido, já. Essa aí. Não, mas é essa aí. Essa aí. Só que era roda... Roda... Roda tipo... Roda de magnésio. Roda de magnésio.
Não tinha essa roda não, o papai era mais nervoso. Essa é calotinha. Essa é calotinha, o papai era roda nervosa. Mas é exatamente isso aí, 4.178, o papai tinha esse carro. Isso era um puta carro. Exatamente esse carro. Era um puta carro. Só que... Pra época, né, meu? É. Não, também não era tão exagerada. E era mais clarinho. Aí é do Ricardinho já, isso é do Ricardinho. Não, não, é isso aí, né? Já socou no chão. Não, mas não tinha varol amarelo.
Essa aí tá muito... É, essa tá muito mexida. É outro estilo, isso aí é outro estilo. Mas o retrovisor era isso aí. A do papai era um bege mais clarinho, não era esse marrom, não. Era tipo aquele mais clarinho, assim. Porra, legal pra caralho, meu. Que saudade desse carro. O papai tinha um tojo nesse. Colorizador tojo. Não, esse cara, era essa cor. Essa aí. Exatamente essa cor, mas não era rebaixada. Beijo de areia. Do T7 garagem, que eu falei aí, ó. É.
Os caras lá de Curitiba, os caras são bons demais. Era exatamente esse carro, só que a alta e a roda também era diferente, mas era isso aí. Isso é nave, né? 4.100, até hoje é um negócio legal, né? Mas apodrecia. Esses carros apodreciam. Eu lembro. Nós também. Tinha que ir direto fazer coisa, reparo, alimbar. Tinha que cuidar, é. E a gente gostava de lavar.
Olha o interior, olha o ar-condicionado ali, olha. É, olha lá. O Ricardo falou gelar saco. Ele mesmo. Maravilhoso. O joelho ficava... Porra, geladão. Quem tinha artrite reumatoide tava fudido. Puta que pariu. Ia no joelho ali, olha. E meu pai tinha as carvas, mas era...
O banco inteiro com o câmbio aqui. Câmbio no volante. Porque a gente andava todo mundo na frente. Se batesse morria a família inteira. Mas essa aí já é o câmbio embaixo. É, essa é o câmbio embaixo. O que me deu saudade agora, cara, vendo o engraçado ver as coisas, né? Esse buzininho aqui...
A buzininha E a E a giração do Porta-luva Pegava um buraco mais forte Ele abria Pô, bateu uma saudade Tô olhando os detalhes Vem uma nostalgia, cara Esses carros Muita nostalgia
Esses carros são muito... Tanto que até hoje é uma paixão, né? A gente vê ali o nível... Aqueles duas luzes ali embaixo, direto. Você vai, você vai. Quando dava merda, aquela luz... Acendi, é. Puta, aquela luz vermelha ali embaixo. As duas embaixo. Tá vendo ali? Aham. Puta, já fudeu. Você vai. E é caindo a bateriazinha de óleo da bateria.
Quem nunca foi, se vai pra Lindóia, passa mal, irmão. Com a qualidade dos carros. É o negócio. Eu sou duro pra levar meu irmão lá. Não é, ele vai enlouquecer. Ele vai enlouquecer. Porque é uma das feiras mais legais do mundo. Não é que é do Brasil. É do mundo, cara.
Eu tive a chance, inclusive no ano passado, eu fiz um projeto com uma caravan, né? Lá no canal, a gente faz, mexe, pega os carros e tal. Na verdade, é uma desculpa que eu inventei pra falar pra minha mulher que eu tô trabalhando, entendeu? Então...
Pô, bela desculpa, caralho. Não é porque mais um carro, eu falei, amor, mas é pelo conteúdo, é tudo pelo entretenimento. Eu preciso trabalhar, é lógico. O pessoal quer ver. O pessoal pede. É, o pessoal pede, eles querem ver esse negócio. O podcast também nasceu pra eu tomar um negocinho no meio da semana. Aí a cara avançona aí. Essa é a minha.
Essa daí... Mas você tava mexendo, né? Que tá sendo limpador, tá sem as coisas. Isso aí a gente tava... Isso, essa daí ela foi... Foi feita uma reforma nela. Qual que é a história? Eu... Tem uma feira lá nos Estados Unidos, em Las Vegas. É a maior feira de carro customizado do mundo. Que é o Sema Show. O Sema Show.
então todo mundo que mexe com carro customizado nos Estados Unidos, um ou outro que vem de fora, tá lá e o mundo inteiro vai pra lá pra ver todas as tendências e tal, o que tá acontecendo, as montadoras fazem os projetos com os carros lá pra montar esse negócio.
E aí, eu tinha ido, inclusive no outro ano, eu montei esse Mazdinha aqui, que é um RX-8. Eu peguei e comprei. Porque é aquele negócio, né? Eu falei, pô, vou alugar um carro pra ficar... Mas você achou aqui no Brasil. Não, lá, lá, lá. Você comprou lá, tá? É, porque eu ia fazer a cobertura lá do Sema Show, ia ficar uns 15, 20 dias ali, porque tem a etapa DNHRA, que é o campeonato de arrancada. Inclusive, deixa eu já... O que você tá armando aí? Ó.
Trouxe de presente pra vocês aqui. O que é isso aí? Puta, um cilingrão? Isso é um pistão. Pistão? Pô, bola, esse é seu. Isso aqui eu não vou nem... Isso aí, ó. É pistão de que isso aqui? Aí que tá. O NHRA é o principal campeonato de arrancada americana. Esse pistão aí é um pistão de um motor de 11 a 12 mil cavalos. É um V8 de um top fuel.
11 mil cavalos. Mas como 11 mil cavalos? É um V8ão. Bota aí, top fuel dragster. Você vai ver o que é. Nós vamos porcaria. Isso aí é um pistão de um motor desses e toda puxada, toda puxada, os caras desmontam o motor inteiro. Porque arrebenta, né? Só dura uma puxada. Esse aí ainda ficou bonitinho. Uma arrancada. É, uma só. Desmonta tudo. Aqueles carros com o motorzão pra fora.
Ele tem dois tipos de top fuel. Tem o Dragster. Tem o Dragster e tem o Funny Car, que ele tem uma bolha. É basicamente o mesmo chassi por baixo, mas ele tem uma... Por uns 11 mil cavalos é o demônio, né, irmão? É muito. Não, mas não tem como o carro ter 11 mil cavalos. Tem, tem. Não tem como. Mas qual que é o combustível disso aí? Praticamente 100% nitrometano. Esse é o Dragster. Ah, tá ligado. Isso aí é um pistão disso aqui, ó.
Que loucura. Usou uma vez e acabou. Acabou, desce tudo e é engraçado, porque o bloco do motor normalmente permanece o mesmo. Sai de escapamento. E isso aí é um troço que em 300 metros dá mais de 400 por hora. Saindo parado. Não é que ele veio ali. Isso aí deu ruim.
Aí deu azia. Você acha que dá pra recuperar o motor ou não? Só uns pedaços do motor voando, velho. Não, e assim, é que esse camarada provavelmente perdeu. Puta que demais, velho. Esse camarada provavelmente perdeu, né? Mas quando eles fazem a puxada, os caras têm tipo meia hora pra voltar e alinhar de novo pra próxima. Então os caras têm... É muito interessante. Os caras encostam no box, motor tudo ainda quente.
Cada mecânico já tem exatamente o parafuso onde ele vai atacar. Ele já tá com a máquina ali. Em coisa de menos de 20 minutos, eles estão remontando o motor inteiro. Eles desmontam tudo, tiram a pistão, tiram a biela, abre tudo, fica só o bloco. Isso é um funny caro.
Isso eu acho demais, cara. Que é mais ou menos a mesma ideia, só que o motor fica na frente, né? Fica na frente do piloto e não atrás. E quantos metros é essa arrancada aí? Era 400 metros, que é quarto de milha, né? 402 metros. E eles encurtaram porque o troço estava ficando numa velocidade muito alucinante. Então eles falaram, eu acho que esse par vai dar...
É, 400 por hora, eu acho que já tá bom, né? Se tiver um vídeo desse aí no TikTok, de um carro desse arrancando, se tiver um pedaço, né? Bota aí que você vai ver. Mas tem que botar com barulho. Carioca é uma coisa. Eu cresci em João Pessoa na Paraíba. Tinha carnaval, micareta, aquelas coisas. Você fica do lado de um trio elétrico. Já dá um negócio, né? Dá um negócio.
O deslocamento de ar de um negócio desses não tá nem perto... Puta, o motor, velho. Não tá nem perto do que é o deslocamento de ar... De um negócio desse aí. De um troço desse. É literal... Assim, eu já sabia o que era. Olha o pistão ali, ó. Não, ali são os dois magnetos. Os dois magnetos de ignição. Olha o tamanho da correia, bicho. Meu Deus. Correia do Supercharger, né? Que ele tem o Supercharger ali.
Quantos? Oito que você falou? 11 mil cavazes. Não, não, não. V8. V8, V8. Isso aí é um V8ão.
e o deslocamento de ar, eu cheguei na pista. Você chegou na pista? Eu fui, exato. Porque uma semana antes do Sema Show, rola a etapa de Las Vegas do NHRA. É tipo como se fosse o Brasileirão dar arrancada pros caras. E é um esporte assim, assim como o NASCAR. A arrancada dos caras é assim, os caras vão de motorhome e acampam lá pra ficar assistindo.
os caras correm desse negócio. São tipo uns pop stars. Os pilotos disso aqui, que é a categoria mais top que tem, que eu chamo de top fuel, os caras são o Mick Jagger do troço. O nego para, assim, a fila de autógrafo gigantesca. Tem um cara que é fodido e agora a filha dele corre, né? É. E os caras, assim, é muito doido, porque você... Assim, depois se achar o vídeo lá, o pessoal bota. Você é catapultado.
num troço que dá 400 por hora. 400 por hora. É, muita velocidade. Em 300 metros. Em 300 metros. A aceleração é tipo um caça, um avião acrobático, a força G que os caras sofrem. Então é meio que fim de carreira. Fim de carreira no sentido, você correu de Fórmula Indy, você correu de NASCAR, fez 50 e poucos anos, não morreu ainda.
você vai parar nesse negócio. Mas sair aí precisa ter bala, hein, irmão? Cada puxada é tipo 250 mil dólares. É mesmo. Opa! Se der tudo certo. E às vezes não dá. Mas tem patrocínio, óbvio. Óbvio, óbvio. Óbvio. Lota o lugar, lota. Lota, lota, lota. Ah, então se paga. Então se paga. Tem uma liga disso aí. Tem. Não, é fodido. É um puta campeonato. O troço é um campeonato animal.
É um puta campeonato. E aí eu fui fazer a cobertura desse campeonato, que é uma semana antes do Semachou, e depois fiquei lá em Las Vegas pro Semachou. Com a tua carava. Era... Não, calma, nesse ano ainda não tinha carava, foi um ano antes. E eu falei, porra, vou alugar um carro. A mente do lasanheiro, ela funciona de maneiras misteriosas. Isso aí é um arrancado, olha isso. Olha o que afina o pneu. Isso é em ponto morto, ó.
Eles limpam a tica da tica do pneu. Tira o negocinho. O tiozinho tá dando a regulada ali. Vê se o paraquedas tá ok. Olha lá. O pneu afina de um jeito. É mesmo, bola? Você vai ver. Isso na Arizona, né? Parece, né? Ou Nevada, sei lá.
É um deserto. Parece com Las Vegas. Isso aí eu acho que é Las Vegas, tá? A montanha lá atrás. É. Vamos ver, vamos ver. Olha lá, olha lá. Agora vai. E os pneus vão de bicicleta na frente? Não.
Olha o cacete. Que isso, cara. Já foi, acabou. Acabou. Olha lá. 3.71 segundos ele percorre 300 metros. Hã? 3.71 segundos ele faz 300 metros. Meu Deus. Saindo parado. Que abisso. Aí puxou nessa 250 mil dólares pro saco.
É isso aí, desmonta tudo. Tanto que isso aqui, ó, quando a equipe chega lá, eles desmontam tudo e botam umas caixinhas. Mas você falou, esse aqui tá inteirão. Esse tá inteirão, esse tá inteirão. Esse tá inteirão, esse tá bonito. Mas você vê que ele já deu uma... Se você olhar a saia dele, que é a lateral ali, você vê que ele deu uma agarradinha já, ó. Tá arriscado, tá arriscado. O outro lado ali mais um pouquinho, ó. Mas isso aqui já invalida o... Não, não...
já total, aí não serve mais isso aqui não serve mais isso aí, eles deixam numa caixinha assim, na frente do box pra galera pegar e levar de souvenir mesmo que legal, cara não sabia disso não porra, isso aqui, essa peça já tá moída já não vale mais nada
Tá brincando, mas tá muito zero ainda. Mãos riscos aqui, velho. Ah, mas o risco aqui já faz a diferença. Já era. Já moeu. Já era. Porque é muito... Pra você ter noção, carioca, só pra entender, esse carro aqui, a hora que ele arranca, tá? A gente sabe que pra ter a combustão, você tem que ter uma vela. Sim. Que dá a faísca lá e faz ele explodir. Pra quem mais. Esse camarada, a vela, ela começa e ela não termina.
Quando o carro arranca, a vela derrete por causa da temperatura e o motor vai embora. Você sabe como desliga? Eu não. Acaba o combustível. Se não cortar o combustível, ele vai embora. Caralho, que loucura. Porque é tanta temperatura.
que ele vai embora. O derrete a vela. Vira tipo, vocês gostam de aeromodelo, esses negócios? Sim, eu adoro. Os modelos que é combustão funcionam mais ou menos no mesmo princípio, que ele não tem uma vela que dá faísca, é uma vela que dá temperatura. Você tem que botar lá aquele cachimbinho pra dar aquela esquentada na vela, pra dar partida com ele frio? É a mesma ideia. Só que esse camarada roda pela própria temperatura da combustão, ele vai embora. A vela só serve pra ele alinhar, fazer o burnout ali, depois a vela derrete.
Uma pessoa normal não consegue andar um bagulho desse, né, irmão? Eu acho que não. Eu acho que não consegue. Não, e ali deu tudo... É muito ignorante. Ali deu tudo certo. Sim. Eu tava lá na corrida, o cara deu uma desgovernada pro lado.
Ele bateu com o pneu num cone, cone de plástico. Só que o pneu é só a lapinha de borracha. O pneu explodiu a 400 por hora. O cara em três rodas a 400 por hora, segurando aquela porcaria que é uns tubos de cromomolibidênio, é fino igual um bambu. O carro em vega inteiro. O cara em três rodas e o cara segurou ali. Cara, mete o paraquê até agora.
Não bateu, aí você vê que os caras são realmente... Sem contar com o volante, aqueles dois que você pega arredondo. É só duas coisas. Esse aí, será? Olha o barulho, velho.
Olha isso, o fogo, cara. Quatro correndo. Isso aí é a Z-Max. É uma pista que tem quatro pistas de arrancado. Cara, que demais. É a única nos Estados Unidos que corre as quatro pistas. Que demais isso. Pô, mas é louco que dura quatro segundos só, né? É. É uma ejaculação precoce.
E 250 mil dólares cada acelerante. Ali foi um milhão de dólares, só essa largada aí. Foi um milhão de dólares. Um milhão de dólares. Putas, que paroca, bicho. É, o americano tá rasgando o dinheiro. Mas assim, sem querer puxar aqui uma coisa que passa pela minha cabeça...
Hoje, o carro mudou, tá mudando. Isso aí vai ser uma coisa que vai entrar em extinção, né? Você acha que isso ainda vai existir. Porque isso aí foi um desenvolvimento. Carro a combustão cada vez menos. Eu acho que o mundo vai produzir cada vez menos carro a combustão. A motorização elétrica, como é que você vê isso? Como é que você pode romantizar? Ou o motor elétrico é muito Nutella? Como é que você vê essa evolução do carro? Porque pra mim...
desde que eu sou moleque, é a grande disrupção da indústria automotiva, tem sido dos últimos quatro anos pra cá, cinco anos pra cá, com as baterias e os carros elétricos. É um caminho sem volta.
A turma tá bem feliz com a Ferrari, né? Tá tão felizaz, meu amigo. Tão super feliz. Botaram as ações, inclusive, tão ó. Caíram. 8% em um dia só. O Luca de Montezemolo falou. Perdeu 5 bi. Tem que tirar o cavalinho do carro. Não pode deixar o cavalinho no carro. Mas botaram o cara do iPhone pra projetar. E você viu o Briatore falando? Nossa. Ele falou, tem uma coisa boa, o cara de Ferrari lançou o primeiro 100% elétrico.
O Beto falou, tem uma coisa boa o carro. Nem os chineses vão querer copiar. Eu falei, caraca, mano. É mesmo. É horroroso. É mesmo. É um negócio que a Ferrari lute. Ferrari Elétrica? É isso, né? Eu não acho horroroso. Só acho que não é uma Ferrari. Não é uma Ferrari, exatamente. Não é uma Ferrari. Boa.
Se fosse qualquer outra montadora, poderia ter... Assim, é um carro. É um carro elétrico, ok. Tem um design bacana. Luce. Ferrari Luce. L-U-C-E. Luce. É. Mas não é uma Ferrari. Mas não é uma Ferrari, né? O Luca de Montezemolo falou, vocês têm que tirar o cavalinho desse carro. Não deixa o cavalinho ali.
Tira. É mesmo. Falei, caraca, velho. Mas foi lançado. Tá aí, ó. Ah, legal pra caralho. Não é uma Ferrari. Não é uma Ferrari. O carro pode ser muito legal. O Ricardo falou, não é uma Ferrari. Mas isso aí não pode ser uma Ferrari. Não é uma Ferrari, velho. Desculpa.
Você espera isso aí? Talvez, lembra, tem um filme futurista, pô, eu esqueci agora, até com o Wagner Moura, porra, que os caras moram num negócio no céu, que aí os caras tinham, lembra que tinha um, acho que era um Bugatti futurista que eles fizeram, tipo, um negócio? Beleza. Bonito, Bola, não? Não é não. Gostou não, Bola? Não é não, é feio. Você achou feio? Ah, mostra a traseira, vê se tem uma foto da traseira.
A única coisa legal é que ficou menos pior que a Mercedes AMG Nova elétrica. Puta que eu postei. Ali foi... Putas que... Putas que pariu, hein? Mas quem que senta numa mesa de reunião... Eu não sei e aprova aquilo. E fala assim, não, puta bagulho legal. Ah, legal, bola. Você tá de brincadeira, mano. Ah, eu curti, hein? Tá que pariu. É que assim, o grande barato da Ferrari... O Ricardinho definiu muito bem. Eu concordo com vocês com uma coisa. Não é uma Ferrari. O grande barato da Ferrari é o motor Ferrari, né?
Não, mas eu não tô dizendo nem o motor. O design. O design, pô. Eu tô dizendo que o carro não é uma Ferrari, cara. Ô, Carioca, se você pega uma testa roça dos anos 80 e bota um motor elétrico, ia vender. Muito. Muito. Porque o carro é lindo. Porque o carro é lindo. O carro é lindo. O carro é maravilhoso, as linhas do carro são...
Sabe, magníficas. Ali, cara... Mas a Taikan nego desceu a... E ó, sucesso, hein? Ô, tá mal? Taikan é sucessão. Botaram, quanto custa uma Taikan? Ah, não sei, mano. Usada é 50%, da VIP. Deixa eu ver quanto é uma Taikan usada. Mas não é sucesso não, velho.
Taycan é um carro legal, hein? Não é sucesso, não. Eu acho, assim. Só que são conceitos diferentes. Vamos lá. Então, falando sobre esse tema dos elétricos, porque é bem recente e é um papo que sempre vai continuar. Mas essa é outra. Isso aqui é outra. Isso aqui é o que eles fizeram. Inclusive, isso aqui, você viu que os caras arrumaram isso aqui? Pintaram esse negócio preto de pintar vermelho e ficou maravilhoso. Oh, bicho.
Tem umas 500 pau aqui, ó. Umas Taycan. E é uma milha zero. 2020. A bateria deve ser muito curta, né? Não, pior que não é. Assim, vamos lá. Carro elétrico, número um. Pra carros custom... O carro elétrico não vai acabar com o mercado de customização. Ponto.
Não vai, também é. Então assim, o pessoal, pô, mas ele defende carro a combustão e tal, porque bababá, bababá, porque o negócio dele... Não vai, é igual a turma lá que falava que quando lançou o Gol GTI, que a injeção eletrônica era uma porcaria e que tal, é uma nova tecnologia que está vindo. E a injeção eletrônica não é, a porcaria está aí até hoje. E cada vez melhor, lógico. Exato. Mas a minha crítica bola sobre isso, o Carioca também,
é que a gente dentro do motor de combustão interna, a gente tem tanta tecnologia que não está disponível na rua.
Entendi. Pra melhorar um motor de combustão interna. E aí, falar que o combustão interna vai acabar em detrimento do elétrico e tal, eu acho que não vejo isso acontecendo no futuro próximo. Não, pro carro do dia a dia eu acredito. Agora, pra supercarros não faz sentido acabar. O grande brato dos supercarros é o motor, né? Mesmo num carro de dia a dia. Vou te dar um exemplo. Você acha que a motorização elétrica não vai suprir? Não.
dificilmente, principalmente num país como o Brasil né, a gente tem países ali mais desenvolvidos pega os Estados Unidos, por exemplo por que que funciona, por que que o Tesla lá é um caso que vende muito, né, mesmo na Europa também, porque antes deles lançarem os carros numa escala comercialmente forte, você tinha pontos de recarga rápida infraestrutura, infra pra fazer aquilo ali, o Brasil pra variar, tá com a
carroça na frente dos bois. Não, mas o Brasil tem uma qualidade que as pessoas não se atentaram. Qual seria? O Brasil é um país rico de energia. Então, né? Total. Temos energia de sobra. Não é de sobra. A gente tem potencial hidrelétrico pra produzir e é uma energia limpa. Não estamos queimando carvão, não estamos fazendo outras atrocidades. O Brasil tem espaço pra fazer placa. O Brasil, país com bastante sol. O Brasil tem muito... Cara, o Brasil é um país prontíssimo.
pra... Mas nós não temos a infra, cara. Mas a infra tá crescendo a cada dia, você não acha? Eu acho que tá melhorando, Carioca. Mas, novamente, lá os caras fizeram primeiro a infra... Mas lá os caras fazem sempre isso, né, irmão? Tem dinheiro. Aqui vai muito no... O empresário brasileiro, por questão de altos impostos e tal, o brasileiro fica aqui assim, ó.
Será? Não tem muita aposta. O cara fez lá, porra, tá pegando o carro elétrico. Por exemplo, em um ano no meu prédio, só eu, há três anos no meu prédio, só eu tinha ponto elétrico. Só eu. Há três anos, tá? Só eu tinha carregador em casa. No meu prédio, sei lá, tem tem sim, tem 48 apartamentos lá. Só eu. Fiquei dois anos só eu.
Em um ano, já tem sete pontos, oito pontos. Em um ano. Quer dizer... É, de uma compulsiva. Porra, em um ano. Menos de um ano, oito caras já colocaram. Quer dizer...
Aí os caras vão acordar pra infra, colocar... Tá indo. Por exemplo, ponto... Mas eu acho que se você tem, por exemplo, em casa, você resolveu. Eu, por exemplo, adoraria ter um carro elétrico pro meu deslocamento urbano. Porque eu acho que faz muito sentido. Mesmo um híbrido, né? Pega um híbrido desses plug-ins ali, que tem a bateria grandona, e ele funciona muito bem. Mas no meu prédio não dá nem pra botar condicionado.
É, não tem. Não tem estrutura. É uma visão meio retrógrada, exato. E nem é tão antigo assim. E é um caso que eu acredito que tem muita gente. Quem tem a chance de botar placa solar, puta, aí é óbvio. Mas é casa, né? Aí é casa, exato. Tem que ser casa. São Paulo aqui é treta, a gente sabe. No teu prédio, você não vai conseguir botar uma placa solar. Não, mas, cara, eu gasto 200 reais por mês, cara, no meu carro e eu rodo. Eu acredito. Eu rodo 60 quilômetros por dia. Eu acredito. O lance é...
Se tivesse, e agora está crescendo, uma infra de postos de gasolina, postos de abastecimento elétrico, dizer, não é gasolina. Não, mas vai ter, eu acho que o posto de gasolina, os atuais, eu acredito que vão começar a ter bombas elétricas ali. Como é nos Estados Unidos. Sim, o Tesla é isso aí. No próprio posto de gasolina tem área. Lá tem espaço, aqui os postos não tem nem espaço com as bombas. Não, mas o cara vai ter mais bomba, o cara vai pegar duas quadradinhas daquele e vai ser carro elétrico.
como foi o GNV no Rio que pegou que pegou, no Rio pegou a gente que é uma bosta, desculpa aquilo é uma bosta, mas no Rio de Janeiro então, e carro elétrico eu acho que no Rio vai explodir porque o Carioca ele tá sempre preocupado, até por questão financeira de diminuir o seu custo diário ali, o seu custo mensal e o carro elétrico ele vai diretamente
primeiro, no IPVA do cara tudo que o cara puder economizar ele vai fazer rodízio, pô cara, economia de combustível de deslocamento é muito mais barato então o cara vai se o cara metia gás, estragava o carro botava aqueles kit gás podre nos carros explodia
O lance da economia... Aquilo é podre. Aquilo é podre. É, o lance da economia, ele realmente existe, principalmente se você tem... Na sua casa. Na sua casa lá, os painéis solares. Se você, eu por exemplo, iria usar um carro elétrico, assim como eu uso o meu carro combustão. Eu ia baixar a bateria, ia encostar num posto desse de recarga rápida.
Botava lá? Olha aí, Carico, que beleza. Pô, Rio de Janeiro, ele tem essas bombas nucleares no carro. É que o Rio de Janeiro, na real, ele tem uma isenção de IPVA, né? Mano, uma duas puta... Ele tem uma puta isenção de IPVA. Aí o cara pega Ferrari, pega Porsche e bota...
Isso pra economizar no IPVA É, eles botam pra fazer o O cabalacho do IPVA Porque pô, quanto é o IPVA da Ferrari? É um caralhão de dinheiro Aí o cara vai lá Mete um tambor pra dizer que tem O cara quer a bola lá, vai na vistoria Tica-ra-ca-tica
você sabe que quando a minha irmã faleceu tinha uma menina que tava com um bebê no colo no banco de trás, explodiu, matou a menina lógico, cara, lógico eu fiquei mó triste, falei, cara, e tem a cena, né cara a cena de posto de gasolina, os carros explodindo cara, é um perigo não sei nem como é que isso aí era aprovado, cara
Esse GNV é um perigo e isso é uma coisa que o carro perde muita performance. Puta pra caralho. Horrível. Mas eu vou te dizer, você sabe que em teoria o GNV ele é um combustível que ele tem a capacidade, principalmente nos motores de injeção direta, de gerar mais potência do que etanol, do que gasolina? É mesmo. Ele tem mais octanagem. Mas não parece não. Porque a galera faz meio que na moda caralha.
Entendi. Porque todos que andaram, subiam, o cara tinha um botãozinho que ele mudava pra gasolina. Os kits de última geração... Pô, eu não sabia disso não, velho. O negócio é principalmente com carros de injeção direta. Você consegue tirar mais performance do que ele na gasolina. Caraca! Só que a gente não tem muito essa cultura aqui no Brasil, né? Porque o brasileiro bota pra economizar mesmo. Não, o que ele falou é, mano, aqui em São Paulo não tem nada.
Porque um kit desses é caro, né? Principalmente pra você usar lá com motor de injeção direta. Mas o GNV aqui, a turma botava lá um acerto, mal menos, pro carro funcionar. A Fiat não fez um que veio com... Tetrafuel. Siena Tetrafuel. Eu lembro que não virou, né? Rodava até comigo.
Até com lixo. Ele vende em fábrica. É verdade. Puta que loucura, cara. Mas, enfim. Daí, eu não teria um uso de um carro elétrico tão legal quanto poderiam ter outras pessoas. Então, eu ainda estou esperando. Hoje, eu poderia botar o carregador, por exemplo, no galpão lá no meu canal. Aí, eu chego lá, boto para carregar e fico de boa. Ainda assim, o custo é um pouco mais barato do que eu pago na gasolina. Mas a... Mas assim, o custo é um pouco mais barato do que eu já faça.
O ponto em que eu quero chegar é... Você chegou a fazer traque day já, Boleta? Já. Com qual carro? Vamos botar lá, que você andou na pista. Fiz de BM, velho. Fiz de BM. De M3. De M3, beleza. M3, andou em Interlagos? Andei no Velocitar. Velocitar. Velocitar. Ele fala igual com o poderoso. Parece. Morra, você anda de carro, você anda de carro.
Você é da torada. Você é da torada. Porque você está lá na pista, o consumo de combustível de um carro desses é muito alto. É. É muito alto. Tem razão. E aí você olha, vou botar aqui um Sandero RS.
é um carro de 150 cavalos, vai andar lá em Interlagos, ele vai fazer cerca de 2,5, 3 quilômetros por litro. Não mais do que isso. Até um pouquinho menos, de pé trancado. Mas você está dizendo, um cara carcando o fundo. Isso, numa pista, no autódromo. E tem 150 cavalos.
Se você pega um carro de Fórmula 1 hoje, e vamos desconsiderar a parte bateria, vamos só fazer a parte combustão, os caras dão 60 voltas, 60 vezes 4 quilômetros, que é o que tem ali, pode botar 240 quilômetros, com 100 quilos de combustível, que vai dar ali pouco mais de 100 litros.
Então você vê que um Fórmula 1 que tem mil cavalos... É mais econômico do que o Sandero. É mais econômico do que o Sandero com 150. É. Porque o nível de engenharia que os caras já têm naqueles veículos... Mas é o que os caras estavam falando. De otimização de energia. Não chega na ponta. Os caras estavam falando que eles querem voltar ao V8, que dá pra voltar ao V8 porque tem combustível limpo, que polui muito menos, e o que você falou, o gasto de combustível é muito menor. Você vai conseguir... Não é que eles oitam que faziam um por um. É.
E aí você olha que se você aplicar esse tipo de tecnologia pra os motores de rua, você consegue ter um motor de combustão interna muito mais eficiente do que a gente tem hoje. Mas aí a gente entra numa conversa de que, porra, o nego tá comprando, até o dia desse a Chevrolet tava botando motor de Monza no raio dos carros, pô.
Mas eu acho que... O Vectra, o Astra foi 25 anos com o motor do Monza lá, mudava aquela capa de plástico em cima lá, tirava a capa e falava, ó, é o Monza. E o mesmo motor, é. É, mas eu acho que a indústria, a indústria, né, cara, que é o que você falou, a indústria não quer saber de prejuízo, apesar de ter... Lógico.
o carro hoje essa concepção do carro elétrico ele tem 3, 4 vezes menos componente pro cara colocar tempo de fábrica menor 100% elétrico pro cara, ó, é mais tudo bem, tem um problema Carioca, Carioca não? você acha que não? a Ford entrou num fumo de alguns bilhões nessa conversa de elétrico você acha? não é eu acho, tá no balanço dos caras cara?
Eles deram ré. A Porsche deu ré. A Porsche deu ré. A Ford deu ré. Tá todo mundo dando ré no... E a Toyota já falou. E aí o chinês vai comer todo mundo. Sim e não. Porque de fato, qual é o cerne da questão de um carro elétrico? Carica. É a natureza. Ele nasce daquela forma, né? É um projeto. É a bateria. É a bateria. E quem é que faz bateria pra Deus o mundo? China. Então...
Não é óbvio que os caras vão estar na vanguarda desse troço. Não vão dançar em lugar. Porque desde sempre eles estavam fornecendo bateria para todo mundo. Eles nasceram daquilo ali, né? Exato. Então, eles estão conseguindo fazer carros baratos e eficientes, cara. Aí pronto, isso aí é uma merda. Por exemplo, é um carro que eu amo, que é o Seal. Porra. Tu já andou nesse carro? Já, porra. Porra, é muito legal. Legal, legal pra caralho, velho.
E o pré 250 pila, um carro que se fosse de uma outra marca, custaria, sei lá, 600, 700 paus.
É, pela performance concordo totalmente. Não é? O lance que eu acho é, num país como o Brasil, se eu tiver que ter um único carro, eu talvez não escolheria um full elétrico. Porque daí, beleza, eu tenho meu deslocamento aqui na cidade e tal, viajar com esses carros ainda requer um certo planejamento. Isso se eu tivesse um único carro. Se eu tiver a chance de ter dois...
Aí lógico, aí eu pego um outro carrinho, combustão, pra viajar e tal. Tu me esquece que aqui é Brasil, né? Mas muita gente fala essa coisa de viajar. Ah, mas o carro não viaja. Vou dar um exemplo. Aí você vai ver o carro, você viaja quantas vezes de carro por ano? Duas vezes. Porra, anda com o carro na cidade, economiza a roda, aluga um carro e vai viajar. Não, total. Total. Tô falando em se você tá preocupado com grana. Sim, sim, sim, sim. Né? Ah, eu vou viajar cinco dias.
Vai ali, cara, na hora com o celular. Você pega o da Turb lá, você pega o carro na hora e vai viajar. E é onde os chineses entraram. Por que o negócio da Porsche não foi tão pra frente? Na minha humilde opinião. Porque eles estão vendendo carro pra quem tem um milhão pra gastar.
Quem tem um milhão pra gastar, amigo, ele não vai querer alugar um carro. Não vai, não vai, amigo. Não, não, não. Entendeu? Aí os chineses acharam um nicho no Brasil que é maravilhoso, que é o Dolphin de 100 conto, é o Quora da GWM, é o carrinho compacto, cento e poucos mil reais. É isso aí. O cara vai lá, é preço de um polinho, é preço de um pois é.
E ali, meu amigo, o cara se realiza naquilo ali. Tem economia, economiza e tal. O cara entrega de banco que aquece, o carro tem... Eles podem botar vários fruflus ali. O meu ponto é, esses camaradas fazem baterias em motores elétricos há muito tempo. Porque é eles que fornecem pra galera. Mas esses caras fazem carros há pouco tempo.
E aí é onde entra o X da questão. Tanto que, sabendo disso, eles começaram a comprar montadoras que já faziam carro há mais tempo. Claro. Pra pegar o expertise. A Volvo é dos caras. Volvo, um monte de montadora dos caras. Dile lá. Mais um monte, exato. Se você pegar os conglomerados dos caras, tem participação de um monte de coisa. Mas não são bestas, né? Não são. Pra pegar esse know-how de fazer carro. Lógico.
Só pra você ter uma noção, eu tive na China ano passado. Fui lá em Xangai, no salão do automóvel. Teve agora, inclusive, agora há pouco. Mas foi em Beijing, não foi em Xangai. É, é, não foi. Eu fui no de Xangai. Uhum.
Eu fiquei chocado com a quantidade de alemão que tinha lá. Os caras do tipo assim, cara, a gente precisa aprender com esses caras a fazer. Mudou. Os caras tão dando aula. É a bateria. E lá é assim. Só por exemplo, a BioID tem 110 mil engenheiros. 110 mil na firma. É os caras...
focado em desenvolver. Sem parar, 24 horas. Então você fala, porra, velho, os caras tão metendo o all-in, metendo ficha pra caralho nessa, acreditando que vai mudar o jeito. Mas é onde eles têm que investir mesmo, porque no combustão eles não têm como peitar. No combustão eles não têm como peitar, os caras têm desenvolvimento hoje, se você pegar, vamos pegar montadoras de legado?
é muitos anos que os caras estão ali pega a própria a Ford com V8 o Coyote é um motor que já está sofrendo atualizações ali cada ano que passa os caras deixam mais econômico e mais cavalo então assim, é difícil você peitar uma montadora dessas, mas no elétrico os caras vão nadar de braçada mas ainda acho assim
Que hoje, no Brasil, a gente tem uma realidade que eu concordo em gênero, número e grau. Nós temos a capacidade de gerar eletricidade em abundância. Não temos a infra para distribuir, para capilarizar isso aí. Está sendo desenvolvida, né? Está sendo desenvolvida. Hoje, ponto de recarga, cada dia mais. E eu acredito que cada vez vai ser mais rápido.
Você vai carregar o carro até mais do porcento em 15 minutos. Mas eu acho que a gente ainda tá... Acho não. Nós estamos muito atrás ainda de Estados Unidos e de Europa. Ah, mas sempre foi, né? Mas se você olhar o tamanho do nosso mercado...
O sonho não é tão relevante. Se você pegar os números de vendas de carros elétricos chineses aqui, no geral, aqui no Brasil, tem sido números relevantes. Nós não temos Tesla. Então os baianos tretando com os chineses lá no meio da pedaça de pau lá na fábrica. Por que eles, em vez de botar a grana lá, trazer os chineses, não trazem pra montar posto?
A Volvo fez isso, pô. Tem que tirar o chapéu pros caras da Volvo. A Volvo pegou e peitou e bancou um monte de carregador elétrico ali Brasil afora. Chinês, né, também. Mas a Volvo é chinesa. As pessoas... Não, não, mas antes. Porque a Volvo já tá com os elétricos há mais de 10 anos aqui no Brasil, pô. Há 10 anos, há 10 anos. A Volvo, a Nissan trouxe os Leafzinho na época, a Renault trouxe os Oi. É, mas a Biodia, ela veio... Ela veio com uma estratégia muito forte. Mas pra vender.
Entendeu? Pra vender. Por que que ele não pega e bota pra infra? Aí tem que perguntar pro Alixane Baldi. Infra, infra deixa com os outros. É, exato. Isso. Mas vamos lá. Pra vender, ué. Quando a Volks vende um carro, correto? Ela não faz o posto de gasolina. Ela entende que o mercado vai... Vai...
Como é que se diz? Mas já tem imposto, já é um mercado consolidado. Mas lá atrás, eles não se preocupavam. É um outro setor. Mas por que a Tesla fez? É. Mas é que o Elon Musk teve aquele pensamento de... De monopólio. É um outro pensamento. Não é nem do monopólio, porque lá você tem Rivian, lá você tem Lucid. Ele teve o mesmo conceito da Apple. Qual que é o conceito da Apple? Não é só vender iPhone.
conceito da Apple é te prender dentro do sistema, do iOS. Tudo você operar com o iOS. Ninguém entra aqui. O Tesla partiu do mesmo princípio. Ele falou, cara, eu vou criar um carro aqui que você não vai se preocupar com nada. Mas isso não é bom?
Isso não é monopólio, isso é pensar na ponta, no cliente que vai comprar. Você vai comprar teu carro, sai tendo que carregar, sai tendo tudo. A Sony fez isso a vida inteira com os produtos dela. Eu só vou vender aqui a câmera, mas o card só... Não é universal. E quebrou a cara algumas vezes. Por quê? Ela montou um sistema, o cabo era diferente, o cartão... É o tamanho da fita. Ela bolou um... Eu não sei o nome disso. Tem um nome, não é organismo, não tem um sistema, não tem um... É um ecossistema.
ecossistema. Um ecossistema próprio. O Tesla, ele falou assim, cara, eu não vou vender o carro. Eu vou vender um ecossistema que vai conversar com o X, que vai conversar com a SpaceX. Ele monta um lance em que ele quer meio que tudo, o robô dele. Então ele tá montando uma parada...
Eu vou ser o dono do mundo, é um outro projeto. É que imagina... Porque imagina, Carioca, se a gente tá aqui e tem um monte de opção de posto de recarga elétrico aqui, que seja da BYUD, porque o Tesla, inclusive, quando eu tava lá, eu comprei um. Você acha que não é função da Shell, por exemplo?
que tem os pontos em Piranga, a Raizen está fazendo. Que é para vender petróleo. Não, bola, olha só. Não, não, vamos raciocinar. Mas a própria Raizen tem vários eletropostos que estão começando ali. O lance é, pode ser que seja a função da Shell, não tem problema. Por quê? Porque é um problema imobiliário, você concorda? Ou não?
Também, tem N. Inclusive, antes, a gente tá falando de alguns anos atrás, a própria legislação brasileira não permitia você vender eletricidade. Tinha que ser a, né, sei lá, a concessionária. A eletropal. Entendeu? Então, assim, existiam vários embrólios.
tinham vários embrólios ali pra se resolver a gente tá caminhando num lado positivo, mercado livre eu acho de eletricidade entrou naquilo ali e aí agora você pode revender eletricidade você tem painel solar, você pode vender pra rede esse tipo de coisa, mas o ponto é
O próprio estudo que eles fizeram, vamos lançar um carro elétrico. A Tesla já existia, inclusive o Holdster. É antes dele ser do Elon Musk. Muito antes. Por que que o cara, o Holdster, ele era tipo um Lotus elétrico. O Lotus Elise elétrico, tá? Andava 3km, mas era elétrico. É, exato, era elétrico. Por que que o troço não virou?
Porque tinha a pecha de você ter que carregar, a carga era lenta e tal, aquele negócio todo. A sacada do Elon não foi um monopólio, foi ele pensar que qual vai ser a primeira coisa que quem vai ter 100 mil dólares, 80 mil dólares pra dar lá no Model S topo... É dinheiro, hein?
Quer dinheiro? Vai ter. Porra, porque eu paro em qualquer posto de gasolina e carrego. Então o cara, antes dele pegar e fazer tudo aquilo ali, ele fez a infra pra carregar. Quando ele faz a infra pra carregar, quem comprou os Model S quando foi lançamento, tinha recarga grátis. É.
Você não pagava, você encostava num supercharger lá, 40 minutos, supercharger é o supercarregador da Tesla, 40 minutos, puf, você ia lá, ia embora. Você viajava os Estados Unidos inteiro. Botava, ai, tô lá em Nova York e quero ir pra Los Angeles. Você botava no GPS, ele já te falava, ó, tal lugar, vai lá e tal. Eu usei isso aí, eu fiquei impressionado.
Chega lá, o teu carregador tá disponível. Ele tem essa inteligência. Ninguém ocupa a vaga. Não, o sistema, ele cobra por minuto. Ele já calcula. Ele cobra por minuto. Mas é que agora ele passou a cobrar. Por quê? Porque tem, provavelmente, os brasileiros faziam Uber. Que deram uma gambiorra. É lógico. Os caras compravam esses Tesla que não pagavam eletricidade, meu irmão. Era 24 horas, nego sentando com a tiripapo no Uber lá fazendo dinheiro.
Sem pagar nada, lógico. E tanto que a Tesla recompra esses carros. Ah, é? É, pô. É caro esses carros lá. Porque tem, por mais que a bateria hoje já esteja com alcance bem mais baixo, né? Porque o troço já tá há 10 anos no mercado, pô. Os caras recompram porque... E aí eles passaram a cobrar e recentemente, inclusive, agora qualquer carro elétrico...
você pode ir lá, comprar o adaptador e você carrega no carregador da Tesla. Usando a mesma infraestrutura, entendeu? Antes não podia. Então, se a gente tem uma montadora ou alguém que investe nisso aqui, porra, abrir um eletroposto do lado do meu galpão, ali no comecinho da rodovia Anchieta, porra, sempre tem gente carregando carro elétrico ali, cara.
Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você, escuta aí O GG na área pra dizer o seguinte O Magalu e eu queremos convocar Todos os brasileiros pra gente Voltar a se ver do tamanho Que de fato somos gigante Chega de se ver pequenininho Bora botar o Brasil no telão
Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia. Tem uma Juscelino, tem uma elétrica do outro. Amigo, isso aí não vai ter jeito. E aí acaba, acaba isso, porque se você consegue ter a facilidade e a oferta de aonde carregar o seu elétrico no meio de uma estrada...
Cara, acabou, tá resolvida a questão. Você consegue utilizar, aí você pode ter um único carro e um único carro elétrico. Aí é onde entra, por exemplo, hoje na minha opinião, se eu tivesse um único carro, eu escolheria um híbrido. Talvez um plug-in. O meu é híbrido, plug-in. Porque eu teria a facilidade de um elétrico naquele alcance urbano.
E quando eu vou pegar uma estrada... Beleza, pode ser lento, o pessoal fala. Ah, é, acaba a pilha e tal, tudo mais, bababá. É, cara, é que nós temos, como diz o Barce, putecar, nós temos filosoficamente opiniões distintas sobre isso. É, mas, por exemplo, você, o seu trabalho... Podendo acompanhar aqui o seu trabalho, se tiver corte dele no TikTok, eu queria ver aqui, meu querido Zacarias.
É um outro conceito. É um trabalho mais artístico. Mais pra apaixonados por carro. Detalhes, customizações. O que eu faço é customização, né? Então, é um hobby. Mas é o que ele falou. Um carro pra quem curte mesmo. É, pra quem curte. A gente tá conversando aqui é sobre...
O cara que, no meu caso, um pouco, é muito isso. É um meio de transporte. Isso, e é um carro que trabalha pra mim, e não eu pro carro. Porque tem muita gente que é apaixonada pelo carro. O cara faz pelo carro, que é a tua galera. Que é o cara que, vou rebaixar o carro. Porque o teu pai era contra. Vou botar uma roda. Se o engenheiro já pensou desse jeito, pra que você vai mexer? Que é um puta mercado, tá? É um puta mercado. Mas ele, cara apaixonado. Mas lançava um carro mais bacana?
Sim. Ele ia lá e fazia. É que hoje o mundo mudou da época do meu pai. Mas ainda assim, mesmo quando acaba a pilha num híbrido, o carro se locomove bem.
Então a galera baixa o cacete lá e tal, ele perde potência, mas ainda se locomove. E pra mim esse é o ponto principal. Eu preciso chegar no meu destino. E precisou parar num posto, abastece e vai embora. E segue a viagem. Não vai dar 200 por hora, mas também não tem onde dar 200 por hora. Tu se locomove dentro do limite da via e chega no teu destino. Então pra mim hoje e durante os próximos anos, no Brasil a gente ainda vai ter essa realidade onde o carro híbrido, ele é um carro... Mais apropriado pra gente. Exato.
Se você pega muito na estrada... O problema do híbrido, eu já conversei com pessoas do setor...
O problema do híbrido é o custo dele de fabricação. Que são os dois, né? É, o custo fabril é muito alto. Os dois sistemas ali. O lucro ou prejuízo da montadora é muito perigoso. Então assim, pra montadora... Mas se der um bisil, imagina que deve ser mexido. Manutenção, você tem toda a manutenção do combustão e toda a manutenção do elétrico. Elétrico é ridículo. Então assim, o carro híbrido, pra montadora, ainda é muito custoso.
Concordo com você. Mas para o consumidor, eu acho que ainda é para ter um único carro. Mas não é a transição? Eu acho que a transição, enquanto não tem a infraestrutura, vamos de híbrido. Até a hora que tiver a infraestrutura, a gente vai de elétrico. Estamos aguardando... A gente é muita gente. Estamos aguardando... Como eu disse para o Silvio Luiz uma vez, a gente é muita gente, carioca. Estamos aguardando a transição. Mas eu entendi que você falou isso mesmo.
Sabe, é uma transição, é uma ponte, né? A turma tá vendo o que vai dar. Ah, por exemplo, São Paulo. Então vamos no híbrido. São Paulo. A hora que ele sente que... Tanto que o Japa, há três anos, cara, eu juro por Deus, eu sou uma pessoa feliz. Porque há três anos eu não tenho rodízio. Cara, isso é divino, cara. Há três anos eu não sei o que é rodízio. Sim. Isso é delicioso, brother.
tem essa vantagem. Eu não sei o que erro disso. Tem algumas vantagens, mas enfim, vamos aguardar. Eu acho muito difícil a gente prever as coisas, e muita gente já falou de diversas coisas ali.
Eu acho que é muito difícil a gente prever o futuro. Mas, os indicadores, pelo menos das grandes montadoras que apostaram, Porsche deu a win, Audi deu a win. Você acha que eles deram a win? Porra, deram brabo. Como deu a win? Com uma cam... Os caras falaram que 2030 não ia ter mais combustão.
Ah, a Volvo. Ah, a Porsche meteu essa? Não é Porsche? Todos os europeus? Todos. Assinaram. Ah, mas ali era aqueles acordos de Paris, os lacradores lá. É. Eu acho que eles meteram o quê? O modelo. Já deram ré, já deram ré. Ah, não tem como. Já deram ré. Desculpa, Porsche pra mim é carro arte. Como o Ferrari é, como o Lamborghini. Não, tudo bem. Mas é que a Porsche cascateia pra baixo. Porque Porsche é Volkswagen.
Entendeu? Então ele cascateia pra baixo. Então quando o CEO assina, ele tá assinando não só pela 911, ele tá assinando por toda a cadeia que tá lá pra baixo. Porque se o cara... Por que que a Audi tá querendo... Por que que a Fórmula 1, ela convergiu pra, por exemplo, agora um carro que tem 50% da potência vindo do elétrico? Porque muita montadora tava querendo entrar lá, porque eles pegam essa expertise e transplantam pro carro de rua. A tecnologia é...
Entendeu? Porque o pessoal tava cobrando desenvolvimento pra esse lado. Sim, sim. E aí você pega que quando eles deram a win, essas europeias, as americanas vieram na sequência e já todo mundo deu ré que falou, ó, o negócio... Segura a onda. O mar não é como pintam os poetas, nem sequer ele é azul.
Então o pessoal deu uma segurada. Vamos com calma. Vamos com calma. Vamos com calma. Talvez a gente tenha o carro elétrico no futuro funcionando. Talvez. Tem algumas questões que precisam melhorar. Eu acho que o combustão vai continuar existindo durante bastante tempo. O que eu acho que vai ser um tiro, uma facada no coração. Eu do Bola, por exemplo, que temos carro como uma paixão.
Não é o carro elétrico, é o carro autônomo. Esse aí... Ah não, aí também é. Esse aí, esse é um papo que realmente é, vai ser chato. Vai dirigir sozinho. Porque ele vai dirigir sozinho e o problema não tá em dirigir sozinho. Porque quando você tem um carro autônomo que se comunica com outro carro autônomo e todos eles estão comunicando e sabendo... Interligados. Interligados. Concorda que você não precisa ter mais semáforo de trânsito?
Porque ele sabe que aquele outro carro tá chegando ali. E ele pode passar muito perto um do outro e não vai colidir. Aqui no Brasil... Qual é o problema? Vai ter força. Qual é a razão? Isso aí, vai demorar muito. Calma. Só ia pra 100 anos. Agora, o carro autônomo é em 10. Eu acho que o carro autônomo vai estar aí em 10. Vai ter pra vender. Carro autônomo. É, porque já tem, na verdade. Já é uma realidade. Tem experimentos. Não, porra. Você pega nos Estados Unidos, o Tesla já tem o Full Self Drive.
Há tempo. Você tem os táxis que funcionam sem motorista. Ainda é meio uma coisa experimental. Ainda é uma coisa experimental. Qual é o problema pro carro autônomo? O motorista.
Porque é a única coisa que ele não pode prever. Um carro autônomo com outro carro autônomo, eles se comunicam, se conversam, eles vão passar tirando uma fina um do outro. Sino bugar, né? Isso também. O outro dirigindo, o outro... Agora você pega o tiozinho lá, seu Clóvis. Seu Clóvis tomou um Dreyer ali antes do amor. Com sua Brasília ali. Seu Clóvis vai ver aquele meio de transporte cheio de radar assim girando. Vai querer dar uma ultrapassada.
Nego tá se acidentando pra acender pisca dos carros. Você viu que babaquice, bicho? Que os carros agora, mas eles têm um troço que você passa perto dele. Sim. Você chega rápido na traseira e ele começa a piscar. Os caras criaram o desafio pra passar perto, pra dar um pio. Eu falei, pô, os caras se acidentando. Mas você não acha que é uma coisa interessante ou não? O quê? O pisca.
Não, o pisca é. A babaquice é o cara fazer de propósito pra acionar, porra. Meu cara fica tirando sarro. Lógico, é Brasil, caramba. Pô, isso é Brasil, cara. Ele fica acendendo no teu painel. Ele fica perturbando o dono daquele carro. Não é feito pra isso, porra. Porra, tipo... E assim, eu já... Aconteceu de eu estar, tipo, querendo passar o cara e o cara...
E assim, passar numa rua, rua esburacada, eu tô a 40 por hora, o cara tá meio devagar, só que era tão sensível, que eu falei, opa, tem alguma coisa, eu parei atrás do cara. Aí fui de novo, que porra é essa, velho? Mas enfim, então assim, o Brasil ainda é um caso a ser estudado, mas os carros autônomos eu acho que aí é onde realmente a coisa vai...
A coisa vai evoluir. A gente vai ver isso acontecer. Eu também acho que é daqui a muito tempo. Não, carro autônomo eu acho que em 10 começa... Não, eu acho que em 10 anos. Eu penso em 10. Começa a ter. Faz 5 anos que nós vamos fazer. 5 anos eu preciso de uma aposta pra bola. Bola, em 10 anos, vai ser fabricado mais carro com motorização elétrica do que carro a combustão.
daqui a 5 anos falta 5 100% elétrico rapaz é bom os caras correr é bom correr mas o que correu em um ano que já influiu em um ano
Eu acho, mudou muito. O mercado em um ano acelerou muito. Portanto que hoje o Minidolf é um dos carros mais vendidos do Brasil, velho. Já. Uber. Calma. Já. Calma. Uber. Já. Calma. Foi o mais emplacado. O carro mais vendido do Brasil é a Fiat Strada. Sim. Ele foi mais emplacado em São Paulo. É. Então assim, calma. Não fica nervoso, velho. Exato. Mas estamos indo pra lá. Estamos indo pra lá. O caminho é esse.
Para mim é esse. Estamos indo. É um carro com um bom custo-benefício? É um carro com um bom custo-benefício. Tem as suas vantagens para quem consegue ter, principalmente, como eu falei, painéis solares? Sem sobra de dúvida. E não pense duas vezes. Quem é motorista de aplicativo, também não pense duas vezes. Mas ainda não é no Brasil um carro para qualquer um. Tem que estudar bem ali o que você vai ter para também não decepcionar, né?
Porque tem muita gente, não muita, mas tem bastante gente que comprou. Vou contar entre os dez.
é foi o Strada o primeiro é o que ele falou, cara Polo, Argo, Onix, Tecroz Creta, a realidade é dura, né tá em sétimo, Dolph Mini falta só um pouco mas é bastante um carro 100% elétrico há um ano atrás ele não tava nem entre os 20 ah não, mas é que se você pegar não, não, total vou botar aqui, ó abril de 2025 assim oco
O pessoal de aplicativo compra muito. Vamos ver em abril de 2025. Sim, assim como a Estrada, ninguém compra a Estrada. Ele nem aparece entre os 10. É. Tá em sétimo agora. Agora tá em sétimo. Tá em sétimo. Você entendeu? Então, tipo... Lógico.
É um carro que está servindo bem para a turma. Exato, é igual a Fiat Strada. Pô, você não vê muito aí, mas quem compra para trabalhar, frotista, compra de monte. De porrada. É, compra de paulada, por isso que ele é o carro mais vendido. Você vê muito mais polo aqui rodando em São Paulo do que Fiat Strada.
né, mas quem toca o game ali é frotista e tal, aquela coisa, o pessoal que compra, a empresa que compra lá, compra de baseada, assim como o próprio BYD, é a galera dos aplicativos que tá sustentando o negócio. Eu acho que a estrada, a estrada, ela é vendida assim...
posso ter equivocado, eu vejo hoje um mercado de entrega muito grande, né? Tipo, o cara pega um carro desse, se filia ao mercado livre, lá lá o caralho, o cara vai meio fazendo um rolê, vai fazendo as entregas de pacote e tal. Sim, sim, sim.
O cara meio que vira um cara de logística, né? No fim do dia é o carro que melhor... E o Priory, que coisa legal, né? E tem o pessoal com as vanzinhas elétricas também fazendo entrega. Pensa que... Tem as vanzinhas elétricas da hora. Então, mas pensa que antigamente... Olha como é que a tecnologia é uma coisa legal. Assim, se o cara... Né?
pensar. Antigamente a gente via muito fila de desemprego. Lembra? A gente passava assim, tinha aquelas filas. Classificado de jornal. Envelope na mão, aquelas filas. Você ficava triste. Falar, cara, o cara de repente tá três, quatro meses aí sem grana, tá nessa fila. Tá correndo atrás. Hoje, se o cara pega a indenização, por exemplo, ah, foi demitido, pegou a grana, comprou uma Fiat Strada.
Meu irmão, passa fome, o cara não passa. Ele vai trabalhar. O cara passa que vende pra caralho. O cara aluga, pô. Várias empresas que estão alugando pro cara fazer isso aí. Não, antigamente era uma transportadora, que ainda existe. Mas o cara pode fazer um bico aqui. Porra, vou fazer isso, isso, isso. Vou trabalhar aqui. Pô, vou pegar três, quatro horas do meu dia. Várias. Só pra fazer entrega e vou dar um complemento na renda.
Com certeza. Isso aí, pra mim, eu acho que foi o brilho dos aplicativos, seja de comida, seja de transporte, seja transporte de pessoa. Cara, isso aí foi um baita de um adianto, porque a gente estaria hoje numa situação muito pior, porque, cara, desemprego...
é, tá brabo é, porra, a gente pega anos 2000 ali porra, era triste essa situação que você olhava ali e era fato eu lembro quando eu tava na faculdade, eu entrei em 2008
Logo depois veio uma crise no setor automotivo, o nego demitindo em massa. Cara, era ali... Você falou fudeu, né? Era complicadíssimo, pô. Um monte de gente que tava... Onde é que eu vou me encaixar, né? É, exato. Era uma preocupação da galera. E hoje, na real, porra, você só fica em casa se você quiser.
Porque mesmo que você não tenha grana pra pegar e comprar um carro, uma moto, que seja... Você falou, você aluga, você vai fazer suas coisinhas. Você tem o nome limpo, tá legal, bota lá, tá montado numa motoquinha elétrica pra fazer entrega, tá numa bike. Tá, porra, e o cara vai se virando. Isso aí eu achei fantástico. E é legal essas coisas, por exemplo, o cara que é motorista de aplicativo... Muita oportunidade pro cara. É, porque o cara ficou desempregado e tal ali, tá numa situação. O que eu acho legal é que o cara entende a economia liberal.
A economia liberal é um tesão, que é como é nos Estados Unidos, né? Então ele pega o carro, aí trabalhou pra cacete, fez uma grana, falou assim, vou pegar o meu final de semana pra viajar com a minha família, porque eu fiz uma grana. Se ele tem um emprego comum, ele fala assim, não, o Valdeci... Tá a hora aqui. Não, o Valdeci não me liberou a minha folga, ou um casamento, ou um compromisso. Quer dizer, você começa a ser dono do seu tempo.
Não, se ele quiser trabalhar três dias por semana, ele trabalha. Quando você é CLT... O cara entende isso, que quanto mais eu trabalho, mais eu ganho. Porque às vezes no CLT, o cara também, como funcionário, não tem essa mentalidade. O cara tá preso mesmo. E às vezes ele tem um patrão que também não enxerga isso aí. O cara trabalha muito mais do que deveria e também o cara tá lá só... Não tem recompensa. Exato. É, o CLT, o cara é meio escravo, vamos dizer assim.
O cara às vezes tem que ir pra firma sábado cumprir o horário. Aí às vezes nem tem um tanto trampo assim, mas o cara tem que tá lá, bater o ponto, tá lá, senão não vai ter problema. O cara que quando ele manda no tempo dele, ele trabalha de acordo com a demanda, com a necessidade dele. Não sei, é um pensamento... Não, não é isso mesmo. Tá certo.
Eu concordo, muita gente se dá bem nisso e tem gente que também não serve pra isso. O cara vai lá, faz o dele e tal. Acha que não é pra ele, larga a mão e acabou. Larga lá e volta pra ter uma carteira assinada. Bom, você vai fazer um busão pra Copa. O que é essa loucura, irmão? Rapaz, bom, eu... É que a gente vai falando de tanta coisa. Naquele ano, eu em vez de alugar um carro, comprei... Estava falando, é. Em vez de alugar o carro pra fazer aquela cobertura da arrancada e do Sema Show, eu comprei um carro e ali fiz...
modifiquei o carro lá nos Estados Unidos. A cabeça do cara é meio doentinha, então falei, vai ser mais barato comprar. Onde você usou mexer no carro? Na oficina de um amigo meu, lá em Las Vegas mesmo. Ele tem oficina? Do Jack. Aí envelopamos o carro, botamos rodinha, não foi muita coisa não. Mas ficou legal aquele carro.
E aí eu falei, bom, vou pegar e vou fazer um projeto pra essa feira lá de Las Vegas. E aí eu tinha na minha garagem uma caravan, tinha alguns carros, mas entre eles essa caravan. Aquela marronzinha. Aquela que vocês viram que tava lá sendo reformada. Aquele carro, a caravan e o Opala são carros que só existiram no Brasil. É mesmo? É verdade. O que eu vou levar pra uma feira de carro customizado nos Estados Unidos? Que os carros não conhecem.
Porque se eu fosse pegar uma picape, porra, só tem tudo que é tipo de picape, de jipe, de tudo. Cara, eu vou ter que fazer um troço, e é a maneira mais estúpida, porque eu vou ter que comprar as peças lá, trazer pra cá, ou seja, pagar todo o imposto de importação de todas essas peças, fazer a alteração aqui no Brasil, e depois levar pra lá de volta.
né? Vou fazer lá já, pô. Como é que tu levou esse carro pra lá? Calma que nós vamos chegar nisso. E aí vai entrar o busão. Vai entrar o busão. Calma que o busão vai chegar nessa história. Aí eu falei, porra, vou pegar e vou fazer o projeto na cara, porque daí eu não vou precisar, ou seja, o carro por si só já vai ser um chamariz. O cara vai passar e vai lá...
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Que carro diferente. Que pôr de funerária é essa aqui? Uma mistura de cheve nova com alguma coisa assim. Os caras não viram esse carro, né? Então, eu apostei nisso. E aí, modificamos esse carro. A minha especialidade é a parte eletrônica. Pra expor no cima. Pra expor no cima, show. Levei lá no Betoneiras, né? Que é especialista lá em cimento, massa, gesso. E aí, ele deu um tapa no carro. Fez ali um... Tchau, tchau. Tchau, tchau.
Um barroco rococó ali na estrutura. Deixou tudo gratinho, bonitinho. Tapou os furos de ferrugem. E aí eu fiz esse carro com um motor de Honda, tá? Então é um motor VT-Cão de... Caraca! É uma base K24 de acorde com cabeçote de Civic SI. Turbão. Seis caneco? É... Quatro. Quatro caneco. Quatro. 2.4. Tá.
E beleza, turbina, câmbio de BMW, automático de oito marchas, então é uns F8. Que loucura, velho. E o controle dele, inclusive, é um controle de simulador, sei que você gosta de simulador e tal. Sim, eu gosto, tu vai frente pra trás. Não, é alavanca de oito marchas da Fanatec.
Tu meteu da Fanatec? É. E ele troca as marchas ali no negócio. Não. Tu fez uma gambiarra foda. Não. Pô, tu já viu esse câmbio da Fanatec? Não, não conheço. É bom, né? Se eles tiverem, acho que deve ter algum vídeo, alguma imagem ali. Que aí mostra lá, eu trocando. E eu posso tanto trocar ele no sequencial, que daí você flipa aquela chavinha, ele fica clac, clac, clac, clac, pra frente, pra trás. Ou eu flipo a chavinha de novo e ele fica em H. E ele tem Ré.
E sete marchas pra frente. Então é às oito que eu preciso. Que loucura, velho. Né? E... Aí fizemos aquilo ali funcionar. E aí falei, bom... Levou pro cima. Vamos pro Sema Show, mas vamos tentar ir andando com essa lepra. E... Isso é muito louco. É, óbvio que deu merda, né? É óbvio que vai dar merda. Uma cara, uma 79, toda enjambrada. Adaptação de motor, de câmbio e tudo mais. Mas tinha saca, tinha tudo o tempo. O carro tá tudo legalizado. Olha lá. Olha lá.
Olha o painel da cara. Pô, ele meteu um iPad, mano. É, isso aí é uma FT700 Plus. É o último grito em injeção eletrônica que existe. E tá ali o Anderson Duck, que é o nosso... Engraçado, é o ar-condicionado na tortada aqui. Ele tá meio tortado ali, o ar-condicionado. É, esse ano saiu assim. Esse ano saiu assim. Tá meio tortico.
E aí nós começamos a fazer a viagem rumo a Las Vegas. Eu queria descer pra Porto Alegre porque eu precisava cruzar a Cordilheira dos Andes. E ali é uma das partes mais chatas que tem. E, porra, quando a gente tá num carro pouco confiável, a gente precisa ter local lá, ó. Aí ele tá no sequencial, ó. Tá vendo? Aí eu venho metendo uma... Aí você saiu da onde?
Saí aqui de São Paulo, desci pra Porto Alegre pra passar lá na FuelTech, tá? E aí, na sequência, a gente ia passar a cordilheira ali entre Mendoza, Santiago, ali embaixo. Você queria chegar em Vegas com a cara, mano. É, porque eu queria pegar a carreteira pan-americana, que vai lá da Terra do Fogo até o Alasca.
tá? E aí eu falei, é uma estrada que deve ter mais infraestrutura, porque os caras fazem isso, pô, o Churastei fez lá de Fusco, uma galera faz esse caminho, né? Tem um cara que tá vindo de mula do Texas, viu isso aí? De mula? De mula, velho. Tadinho da mula. Tá aqui paroca, bicho. E aí...
Eu falei, vou fazer esse rolê. No meio do caminho, começou a juntar os brother. Fala, não, eu vou. Eu vou também, eu vou também. E aqui no Brasil começou a virar um troço. O rei, um monte de desocupado. Uma carriata. Virou um frenesi isso. Saindo de Porto Alegre, eu acho... Você chuta o quê, Arturito? Lá junto, andando com a gente? É. Saindo de Porto Alegre.
Muito mais de mil carros. Mil? Muito mais. Mentira. Não é. Você não tá entendendo. Pra ir pra Vegas? Na live, a live, a gente fez a transmissão. Ali tinha um Starlink no teto, celularzinho aqui no banco traseiro. Tinham 48 mil pessoas simultâneas assistindo aquele negócio.
Que loucura. Caraca. E aí a gente pegando estrada, porque... E foi assim, vários dias, chegamos na Argentina, aí na Argentina tem um amigo que decidiu... Mas carro de tudo que é tipo. Moto, carro de tudo que é tipo. O pessoal fazia, tipo, batedor. Ia na frente, um outro atrás. Tem imagem disso? Tem, pô. Tem, se colocar lá no canal, tem a saída lá da caravan de Porto Alegre.
Foi um troço assim emocionante das coisas na minha vida, talvez a que eu mais a mais forte de emoção assim, porque o que que acontece? Ali a galera a galera comprou o barulho de que tem um brasileiro, e aí detalhe
Rola uma competição nesse show, nessa feira. E foi a primeira vez que eles permitiram um estrangeiro competir lá. Não sei porquê, mas tá na regra. Não pode competir estrangeiro. E os caras deixaram a gente participar.
Então a galera comprou esse barulho de um brasileiro que tava pegando um carro, que é um ícone. E inclusive até fiquei meio... Falei, pô, será que os caras vão ficar chateados? Porque os puristas vão olhar aquilo ali. Ah, não, o painel, é... E eu tô descangalhando o carro original, né? Mas a grande maioria entendeu que como era uma feira de carro customizado, tinha que ser diferente.
Tinha que ter alguma coisa diferente. E aí, começamos essa jornada, a galera comprou o barulho, acompanhou, ficou na torcida, e todo mundo sabia que era um desafio. Tivemos algumas quebras no meio do caminho, algumas coisas que a gente teve que fazer. Na Argentina, lá, teve um amigo que ia só até Porto Alegre.
E aí ele não tinha, deu um pepino de documento, ele tava com a carretinha, daí a carretinha tava no nome da empresa, daí ele não podia dirigir. Tá confusão. Aquelas tretas lá. Tá confusão. Que ele, aí eu falei, porra, o cara veio até aqui, bicho, até a Uruguaiana, lá na fronteira, tá andando com a gente faz dez dias. Falei, porra, não vamos abandonar o cara. Falei, tio.
Larga a carreta aqui, vai lá pegar seu passaporte. Voltou pra Porto Alegre, voltou no dia seguinte com o passaporte de emergência. Continuou com a gente. Só que ia arriscar, não dá tempo da gente chegar lá. Pra feira. A gente tinha dois dias pra sair ali, mais ou menos, da fronteira da Argentina ali. Eu acho que era Passo de Los Libres. Até Cartagena.
porque ali a gente tem que botar num container, porque não tem estrada ligando o Panamá com a Colômbia. É um trecho de 60 km ali, o estreito de Dario, que não tem estrada. Então tem que meter num container, né? Tem que meter num container, e isso aí leva tipo três dias antes pra carregar o container na Colômbia, seis horas de navio pra chegar no Panamá, porque é nada ali, e mais três dias pra desembarassar o negócio. Não tem balsa.
Não tinha balsa. Ano passado, um ano antes, nem um ano, quatro meses antes, fecharam lá a balsa. O esquema da balsa. Puta trampo, velho. E aí virou um trampo. Falei, cara, esse negócio vai azedar como eu sou o primeiro. Imagina, eu sou o primeiro estrangeiro que os caras deixaram competir. E aí o cara não aparece. Já vou dar essa falhada. Então, não é nem que eu vou me lascar. Eu ainda vou lascar todo mundo que pode vir depois, entendeu?
que talvez pode aproveitar essa porta que eu abri. Que a gente permitiu esse lazareno pra vir e nem apareceu. Aí o que eu comecei? Eu falei, bom, então vamos mandar essa porra de avião. Vamos mandar essa porra desse carro de avião. Cotei pra mandar de Santiago, porque daí eu faria essa estragéria da Cordilheira, que eu acho que deve ser muito louco. Você cruzar lá no meio da neve e tal. Deve ser aquelas estradas lá que você faz a curva, a roda vai caindo no meio do precipício. Olha lá, isso aí é nevada. Olha lá, o Texas.
Não, mas vamos lá. Você meteu no avião. E aí eu coloquei no avião, só que Santiago era 38 mil dólares pra mandar. Meu Deus. Barato. Pros Estados Unidos. Barato. E saindo de Viracopos, tava 20. Ou seja, quase metade. Você voltou. Aí eu falei, amigo, vamos fazer o seguinte, vamos pegar aqui, vamos rasgar por dentro da Argentina, vamos sair lá em Foz do Iguaçu e vamos pra Viracopos tocar essa porra. Só que em vez de mandar pra Los Angeles...
O que que eu falei? Porque qual era o meu medo? Não era parar pelo carro parar. Era parar por algum vagabundo de aduana. O cara, porra. Não permitia a entrada. Você precisa estar apressado, né? Está apurado. Gastou um dinheiro no carro, né, filho? Dá uma moeda na mão do tio, né?
Falei, infelizmente a moça do carimbo volta só daqui quatro dias. Sabe como é que é? Falei, isso eu tinha muito medo. Então vamos fazer o seguinte. A burocracia, né? Vamos mandar, e eu ainda fazendo live e o cara não se toca, imagina a merda que ia dar. Vamos mandar esse troço pro lugar longe, mas dentro dos Estados Unidos. Porque aí eu sei que lá dentro a gente não vai ter tanto problema nesse sentido, porque uma vez que você entrar com o carro lá tudo papelado, bonitinho... Mandou pra onde? Mandei pra Miami.
E aí cruzei os Estados Unidos de um lado ao outro, porque Las Vegas é praticamente do outro lado do país. Sim, é o Oeste, né? É. E aí fizemos esse caminho. Nisso, os amigos começaram a se juntar. E aí nós vamos chegar no busão.
Porque, porra, os brasileiros tudo, o pessoal dos canais de carro, do YouTube, todo mundo... Mas ninguém mais mandou carro, só você. Só eu tava com carro. Aí uns caras começaram a comprar carro, comprar o carro e tal, aquele negócio. Porque lá é um pouco mais barato, né? Pouco.
o rato borrachudo lá o rato? o rato, o ratão engenheiro, beijo o ratão o ratão comprou um hammer que queria lembra do ratão? ratão borrachudo, gente boa pra caralho o ratão, foi demais o h2, motor ls
Era o carro que ele queria, assim, dos sonhos. Comprou aquele negócio, juntou mais uns outros brasileiros, todo mundo com carro. E tinha um camarada, e aí a gente foi. Fomos indo. Só que no meio do caminho, ali perto de Atlanta, o diferencial deu pio. Eita. Aí, por sorte, o Anderson Dick, que é o dono da FuelTech, ele tinha um Opala lá, porra. Porque qual é a chance de eu conseguir uma peça de um carro que só foi fabricado no Brasil?
ferrou, ele tinha um Opala lá, velho, e aí ele não, encosta aqui com a cara, que nós vamos tirar, arrancar do meu Opala e você vai pra esse negócio que gente boa, hein, cara, pô, todo mundo paramos lá na FuelTech, nisso aí tava todo mundo assim, pô e o Lucas Fontana também tem um tem um canal de carro e tal era um dos apresentadores lá da AutoSuper, hoje ele tá lá com o canal dele Lucas Fontana ele pegou e tava sem carro assim
E a galera na live, porra, vamos comprar um carro, vamos comprar o carro. Abrimos o site das lasanhas lá. Pra comprar. Pra comprar um carro pra ele. Rapaz, a hora que a gente viu um ônibus escolar.
2.500 dólares. Puta, meu. Aí ele, não, porra, não tenho dinheiro, não tenho dinheiro, porra, não tenho dinheiro. Tinha 14 mil pessoas, 15 mil pessoas simultâneas. E a gente, isso era jantando, assim, a câmera ali. Falei, meu irmão, se cada um der um real, já deu, nós compre essa porra desse busão.
Mas foi um transe coletivo naquela noite, assim. Mandou pics. Meu irmão, o nego descobriu no Jus Brasil, sei lá que diabo que era lá, o CPF do cara, sei lá, descobrir os pics do cara. Até conta que ele nem sabia que ele tinha, começou a pingar. Pingar dinheiro. A mulher dele, perturbada, falando, Lucas, o que você fez? Porque deve ter apitado também nas contas conjugadas com ela lá, caindo dinheiro, o dinheiro... Blah, blah, blah, blah, shhh.
Eu sei que em 40 minutos nós levantamos quase 15 mil reais, né?
Levantamos 15 mil reais. No dia seguinte, de manhã... Que demais. Não, pra você ver, a gente não sabia o endereço do ônibus. Não sei como. Onde estava o ônibus. É, só tinha o anúncio e o cara não respondia. A gente mandou, era no Marketplace. A gente mandou mensagem lá pro cara no Facebook, o cara não respondeu. Os caras não rastrearam com imagem de satélite pelas fotos. Aonde era o busão?
ó, é nessa empresa aqui, ó, pode ligar na empresa, nós aparecemos lá de manhã, o cara achando... Onde tava esse busão? Tava na Georgia, ali perto de Atlanta. Isso eu tava arrumando o diferencial da minha carva. E os cara me chega com um busão escolar gigantesco. Compraram o busão. Compraram o busão, o rato...
aquela máscara em cima do capô, pendurado do lado de fora. Parecia trem ali, trem do Rio de Janeiro, os negros pendurados pro lado de fora, os dois no teto. Bicho, vocês são muito loucos. E aquele ônibus foi um dos carros que escoltou a caravan.
A Ombro estava andando tudo direitinho, estava de boa. Rapaz, aguentou todo o caminho, foi para Las Vegas, depois eu voltei. Tem vídeo do busão aí? Tem, pô, tem. Saiu até no AutoSport essa porra desse busão ali, porque os caras fizeram a matéria da Caravan, estava o busão lá atrás, assim. Mas parecia um comboio, parecia Twisted Metal, parecia vigilante. Mas qual que é a ideia para esse busão? É dar uma fuçada no motor e fazer o que? Vamos lá.
terminou essa presepada toda aonde a gente enfia essa pôr esse busão, essa é a cagada comprar o busão, foi da hora bacana só que depois o Lucas voltou todo mundo voltou, o busão ficou lá virou um estorvo, aí eu assumi o negócio, falei não, então dá o busão pra cá levei ele de volta pra Orlando e eu queria fazer um motorhome
Entendi. Queria fazer um motorhome pra eu pegar, guardar, pra guardar um carrinho lá dentro, eu ia fazer tipo uma plataforma de guincho pra botar o carrinho lá dentro, no ônibus, e a outra metadinha, uma caminha e tal, caramba, olha lá. Meu Deus do céu. Olha que gente louca, bicho. Isso aí foi na empresa do cara, que o chat passou a cal, aonde ficava a empresa do cara, bicho.
Mas tá inteirão o busão Achei que era meio zoado Bonito o busão É o busão clássico Escolar Isso aí você pode rodar com ele de boa 2 mil dólares esse busão Tiramos o quinhentão Os caras pagaram 2 mil dólares Tá inteiro mesmo
E a tua ideia era fazer um motorhome Era fazer um motorhome E aí Vocês são muito loucos Aí nesse meio caminho eu falei Porra, vamos fazer Vamos pegar e vamos Não tem juízo mesmo Vamos pegar e vamos fazer Alguma coisa pra Copa
Pra gente pegar e, porra, acompanhar. Eu nunca consegui acompanhar. Nem a Copa do Brasil, eu tava trabalhando, era CLTzão ali, tava no corre e não conseguia acompanhar. O cara comprou o ônibus. No dia seguinte. Sem saber o que... Não, onde guardar essa porra, velho. Sem saber o que ia fazer, velho. Mas enfim, viajamos com esse ônibus e aí... O que vocês resolveram fazer? Os caras falaram, porra, tu não tem ônibus? O ônibus não tá contigo? Vamos pegar o ônibus e vamos acompanhar a seleção.
Isso foi o Rato e o Igor, o 3K. Acompanhar a seleção. É. Aí eu falei, porra, eu tenho um ônibus. Pá!
aí começou falei, porra eu olhei, eu falei, não, vamos aí a gente arranca as cadeiras, bota não sei o que faz meio que um esquema ali cara, eu sei que até a mesa do podcast tá lá dentro do ônibus tá lá dentro do ônibus agora fizemos uma mesa, vai fazer live de lá vamos fazer a live, vai tocar o flow vai fazer de lá o flow vai tá dentro do busão
na rabeira do busão, churrasqueirinha, fizemos um deck em cima do busão.
É... Se... Quem quiser... Bota lá no... No... No Instagram da Tony Mac e tem as imagens de como que tá o... Bicho, isso é muito louco. Como que tá o busão agora. Olha lá, ó. Ó, isso aí é o interior do busão agora. Olha lá. Aí. Tem as mesinhas pra galera ficar trabalhando. Escadinha pra ir pro deck. É, pô. Arrancar os bancos. Tá onde fazendo essa... Tá em Orlando. Tá em Orlando. Tá em Orlando. E tão mexendo agora. Lá tão lá metendo bronca. Já tá praticamente 90% pronto. Tem alguém lá agora?
Agora, agora eu acho que não. Ah, porque senão ia pedir pra... Os caras voltaram ontem. Pô, podia ligar ao vivo aqui, pô. É, ligar ao vivo pra ver como é que tá o óleo, né? É, olha, olha, olha. Olha lá. Olha o deck lá em cima. Caraca, velho. Vocês são muito loucos. Vocês vão fazer tipo um trio elétrico? É tipo isso. E onde o Brasil joga, vocês vão atrás, é isso? Nós vamos. E assim, porra, nós podia correr atrás. Mas vai dar tempo, velho.
Não, isso aí já tá... Isso foi processo ainda. Ele já tá bem finalizado. Tem iluminação, já tem tudo. Mas tem vídeo dele finalizado? Tem, pô. Tem, daqui a pouco os caras vão chegar ali. É, porque legal é... É...
Ele não tem os finalizados. Se você mandar aqui, a gente... Manda lá pra ele, lá. É, eu acho que no Instagram tem lá. Que loucura, cara. Não, cara. E aí, você vai meter umas caixas de som também? Caixa de som, botamos umas televisão. Lixo. Com as televisão Philips. Ambilight, 86 polegadas. Meteu as Ambilight. Você botou a melhor, né? Metemos as televisão ali na lateral.
vai tipo Brasil, joga em Nova York vai até lá, vai jogar não sei aonde você pega o busão e vai embora semana que vem eu já tô indo lá pra fazer os últimos arremates de tudo tem que fazer a pintura, graças a Deus o ônibus já é amarelo, então só vou gastar com a tinta verde
E aí, nós vamos pegar esse busão e rasgar lá pra Nova York. É, então. Pro primeiro jogo. Meu Deus do céu. E o negócio... O segundo jogo é onde? O segundo jogo é na Filadélfia. Aí vai pra lá. Que é ali perto, 150 quilômetros, é pertinho. E o outro vai ser em Miami.
o terceiro jogo da eliminatória. E as outras sazes, jogar no México? Daí nós vamos ver, porque daí, dependendo do Haiti, se depender do Haiti, ou nós vamos pro Texas, que ainda tá de boa, agora você imagina a gente cruzando ali o Rio Grande, na fronteira do México, pra nós ir assistir o Brasil lá no México, bicho. Os caras já não tão muito amigáveis na fronteira, imagina. Oito brasileiros, e assim, tem esse... Tudo com um cara normal.
Tem o busão. Vocês não vão ter um ônibus de apoio assim? Comprar uma limusine. De apoio. Uma limusine véia. Vai ser o carro de apoio. Não. Compramos, compramos. Uma limusine vai atrás. Uma limusine véia. Não, tô falando assim. Eu pensei que vocês fossem pegar um motorhome pra ir atrás, pra dormir, pra poder descansar. Não, não, não, não. A gente não faz essas coisas. Vão dormir no busão. Vocês vão dormir no busão? Não. Não dá.
Assim, estúdio. Como é que vai dormir no estúdio? A ideia é... Olha lá, ó. Olha isso, cara. Olha como é que ele tá.
Porra! Ó lá! Ó o telão ali, ó! Mas cadê o som? Ainda não tá instalado. Essa é a parte que eu vou ir fazer lá. Quando é que você vai pra lá? Semana que vem. Vai ser os últimos arremates. É as cadeiras que a gente mandamos aqui do Brasil e o som também. Puta sistema de som que a gente vai botar lá do lado de fora. E aí esse... Tá no pintor de verde ainda. Não, ainda não. Esse corrimão aqui...
Ele desce, porque lá tem as pontes. Imagina Nova York, aquelas pontes baixas. Pô, a primeira ponte lá, nós já vamos arrancar. Imagina, o negócio engaiar ali embaixo da ponte. Vocês vão ter que descer. Ele dobra, ele dobra, então ele fica mais baixinho. E aí tá faltando. Quase um trio elétrico. Fazer um trio elétrico ia ser legal.
A ideia é justamente, nós podia pegar, comprar os ingressos e tal, mas nós queremos fazer a bagunça com quem não tem os ingressos, entendeu? O estacionamento. E aí, assim, muito da inspiração do que a gente quer fazer lá, é o que vocês faziam no pânico. É o clima, o clima ali do jogo. Você, porra, era o Amauri Dumbo na festa, sem o ingresso. É lógico, porra. Eu fiquei extremamente chateado, porque eu tinha já entrado em contato com a sósia da Virgínia pra brotar lá na frente do CT, agora não vai mais rolar.
porque acabou ela é repórter especial mas eu queria atrair eu falei, ô Vini, chama o Vini lá na frente do CT e tal e aí assim, porra massagista, massagista, fala com a gente que demais, cara, vocês são muito loucos e vai ser ali um uma
acho que vai ser uma maneira muito legal da gente viver essa Copa do Mundo. Eu nunca consegui acompanhar mesmo. Acompanho pela TV, pelos jogos, torço. Mas se acontecer igual o Cosme falou aqui, o Brasil sair rápido... Uma rápida participação. Vocês vão continuar... Melhor ainda pra eles, né? Desculpa.
Ah, menos mal, né? Porque pra quem gera conteúdo, quanto mais tempo, melhor, né? É, então. Mas, assim, estamos preparados pra tudo, né? Mas vamos ficar com o Brasil. Ponto. Se o Brasil pular fora... Ficar ou não? A galera, porque vai ter uma galera dentro desse ônibus. Então. E tá todo mundo indo com a mentalidade de acompanhar o Brasil. Se quem quiser continuar acompanhando a Copa...
Que pague o diesel e vá ser feliz, que isso aí bebe um petróleo desgraçado. Bebe, bebe, bebe. Bebe, bicho. Isso aí é 2,5 por litro de diesel. Caraca! Aí a limusinha... Olha a carro de apoio, bicho do céu, velho. Olha o tamanho da limusinha, bicho. Mas eu pensei no motorhome disso pra vocês dormirem, né? Não, mas aí fica fácil. Aí é gostoso, carioca. Os caras são tudo loucos, bicho.
E aí nós vamos parando as cidades no meio do caminho ali, vamos tentar ver se a gente consegue falar com alguém. Vocês vão pintar de verde e amarela uma limusine também? Quantas pessoas vão, irmão, no total? Dentro do ônibus, por legislação, só podem oito pessoas simultaneamente, né? Em movimento. Então a gente tem ali a limusine pra dar um... Vai ter uns 15, 20, acabou. Tem mais um outro carro de apoio lá. E vocês vão dormir onde?
Nos hotéis da cidade? Vamos caçar ali, qualquer boca de porco lá, a gente encosta. Um hotel?
É, isso aí. Eu pensei em vocês usarem o... Low cost. Não, eu pensei em vocês... Low cost, exatamente. Vocês locarem aquele puta daquele... Home. Home dorme no lugar mesmo. Não, mas aí é pro Adib, porra. Aí é muito chique, é. Aí é pro João Adib. É muito chique. Não é muito chique não lá nos Estados Unidos. É que na Copa vai estar inflacionado. Não, os caras vão dormir no motelzinho. Mas lá, cara, lá tem tanto motorhome, tanto motorhome. Tem uma estrada que você vai de... Eu nunca vi tanto motorhome na minha vida.
Acho que é uma fábrica, que você vai pra tampa ali. Hum. Que tem uma fábrica, é. Porra, cara. Tem uma fábrica. Sabe onde é isso aí ou não? Acho que eu passei, eu vi o mundo. Você perde de vista. Perde de vista. Você fala, não é possível que tenha tanto motorhome aqui assim nos Estados Unidos. A cultura do caravanismo lá nos Estados Unidos é muito forte. Muito forte.
Eu tive numa feira... Os caras tem os busões de milhão de dólares. Milhão de dólares. Você para o busão, o busão dobra a largura. Ele abre. Milhão de dólares. Eu fui numa feira em Oshkosh. Lá em Wisconsin. De aviação? É a mal do mundo. É animal. Cara, eu passando com o avião assim em cima... Né?
tinha mais de 150 mil pessoas, cara. T-Motor Home devia ter, sei lá, mano, uns 30 mil. Vai ver a Fórmula Índia agora. Os caras fazem tipo... A Indianápolis, 500. 20 mil, 30 mil. O que vai de nego. Aí, tudo com lugar demarcado, os caras vão enfrentando. Tudo certinho. E a feira, assim, os caras vinham com o avião próprio, do interior. Aí o cara põe o avião e põe uma barraquinha do lado.
Eu falo acampando. Eu fui, mano, os caras que são muito loucos. No próprio evento de arrancada, é mais de 10 mil motorhome. Do cara que vai pra Las Vegas, encosta com o motorhomezinho, e você vê a galera na estrada. Ele vem um motorhome, normalmente puxando um jipe, ou qualquer coisa ali.
O cara tem a locomoção no local, né? Uma motoca atrás, enfim, cada de lado. É isso aí, o cara se locomove lá. Então a estrutura dos caras e a mentalidade do americano pra viajar nesse aspecto é fantástico. Eu vi o cara com esses busão de mais de milhão de dólar, aí o cara abre a traseira, desce o negócio, desce a Bugatti do cara, assim. Não. Falei, pô, o cara tá meio caído. Bugatti. Tá fraco. Tá fracão.
A firma ali tá... A firma tá apertou. Deve tirar uns quatro conto limpo, mais VR no fim do mês. Mas, por exemplo, se eu vou mudando de assunto, então você vai poder acompanhar no Instagram... A Copa do Mundo. Do Ricardinho. Do Buzan. Aventura, uma aventura. Vocês vão lá pra Copa? Não, não vamos. Eu vou pra Nova York, vou estar em julho em Nova York, mas eu não tô indo pra Copa, tô indo pra uma outra coisa. Tá.
Não, se estiver lá e quiser fazer um aoê, uma festa lá com a gente... Mas vocês vão estar na Flórida? Onde vocês vão estar mais ou menos assim, a base? Começo de julho. Começo de julho? Começo de julho? Aí depende de onde a gente vai estar, porque começo de julho podemos estar fora da Copa, podemos estar, eu acho, nas quartas.
tá? Aí tem que ver, mas pode ser que a gente jogue lá em Nova York. Eu vou estar em Nova York no começo de julho. É maravilhoso. Eu vou estar no começo de julho em Nova York. Mas... E também fica o busão à disposição, porque essa porra vai ficar estacionada em algum lugar. Então, assim, se vocês quiserem pegar pra dar um rolê depois e fazer conteúdo... Pelo amor de Deus.
Podem pegar lá, é tudo nosso, cara. Meu irmão, vocês são muito loucos. São muito loucos. A pergunta que é, por exemplo, agora mudando de assunto, voltando pro teu core business aqui. Eu tenho um Corsair, o CTT2, eu tenho. Da hora.
Vou dar um exemplo. Eu quero procurar o seu trabalho para restaurar. O que você faz? Você faz isso, pessoal. O teu barato. Restauração de antigo. Ou customização. Como é que você faz? Vamos lá. Vamos lá. O que eu particularmente defini como área de atuação é a parte eletrônica. Então, eu estava até falando com o Bola Maiscê. Ele falou...
pô, mas não dá pra fazer remap no carburador do Fusca e tal. Eu falei, cara, hoje a gente tem maneiras de conseguir modernizar carros antigos sem perder a essência do carro antigo, o que é o que eu acho fantástico. Recentemente a gente fez a A20 do Bitelo.
É um motor 6-limbio Opala. Você fez o Opala do... Opala do Menzinho. Tá, agora o Mustang do Cossiello tá lá também. Então a gente consegue modernizar esses carros sem perder a essência dele. Então é um negócio muito legal, você pega, você põe lá, parece um carburador. Você olha o carburador, só que é injeção eletrônica. Entendi. E tem todas as funções. O meu Cossiello ia ser uma boa, né? Ou não?
Se você quiser botar a injeção... O problema do meu corcel é platinado, velho. Mas é o problema de quase todos os carros antigos. Você tira tudo, cara. Então, essa questão de volta e meia, ele liga meio quadrado. Você vai abrir lá o capô, você vai ver um carburador ali.
O cara não mexeu, mas é onde... É, mas meu carro está no Rio, até hoje não voltou. Por baixo... Não volta nunca mais. Por quê? Meu irmão falou que ia melhorar o carro, meu irmão adora mexer também. Fica maluco. É fudido. Pô, isso aí dá pra fazer, porque todo mundo sabe que o Bola curte esses negócios. Eu tenho um fuqueta. Mas vou mostrar meu carcel pra você. Deixa eu ver esse negócio aí.
Eu tenho um fuquê. Não, mas ele tá bonito pra caralho, tá? Não, eu acredito, pô. O Fusca, esses dias eu tava vendo o vídeo lá do Tecar, e lá seu Fusquinha, ainda, pô, te chamou num dia de chuva, pô. Pô, fiquei puto, velho. Não, mas eu falei, eu vou. Porque não tava dando chuva à tarde.
Falei, beleza, dá pra eu chegar lá Aí meu corcel aí, ó Pô, Carioca, isso aí é? Dá pra eu chegar lá sem chuva No meio do caminho caiu um mundo Isso aí é legal pra caramba Isso aí é legal pra caramba, Carioca É, então, mas esse carro tá funcionando Se você vê por dentro, tem foto dele por dentro aí, Isaac? Que motor que é isso aí, Bola? É o original É o... CHT? Eu acho que...
O meu irmão vai saber. Se eu ligar pra ele aqui... Vamos ligar pro meu irmão, que ele é engraçado. Pica pra louca, pra corra pra não falar umas bestezas. É, pode deixar. Massa e é louco. Eu vou dizer aqui que a gente tá ao vivo. Peraí. Aí meu irmão fala tudo errado, meu maluco. Liga, liga, liga, liga. Vamos ver se ele vai atender. Não sei se ele vai atender. Ele tá meio aloco, pade. Aquele jeito dele. Aí por dentro. Olha, na caixa. Carioca. Isso aí é da hora demais. Aí, aí o painelzinho.
Ele não atendeu. Tá meio bravo comigo, eu acho. É, ou ele tá querendo ficar mais tempo com o Corsair. Tá ligado que você tá ligando pra... É, é. Mas vamos ver. Daqui a pouco ele me atende aqui. Ele vai me ligar de volta. Mas isso aí tá... Cara, é relíquia isso aí, Carioca. É. Olha lá o painelzão de frente aí, ó. Aí. 72 esse aí.
Só que assim, tem platinado. Meu irmão vai saber tudo o que está sendo feito. Meu irmão adora carro. É maluco. Porque isso aí dá pra você repaginar. Deve estar ocupado bater em alguém. Não pra ele... Não é turbinar e nem nada do gênero. Não, é só funcionar. Mas é só pra você ter a tranquilidade de usar o teu carro como um carro moderno. Tu não vai precisar ficar lá. Será que vai ferver? Será que não vai ferver? Porque daí a injeção eletrônica já faz todo o monitoramento pra você, entendeu?
É bater na chave e rodar. Talvez você ganhe um pouquinho de potência, talvez você ganhe um pouquinho, mas mais porque ele está afinado, entendeu? Do que qualquer outra coisa. Deixa eu mandar aqui. Mas enfim, então é isso que eu faço. Hoje no canal, óbvio que a gente tem contatos para fazer um pouco de tudo.
Então pega o carro do Igor, pô, a gente troca a roda, pinta o carro, coloca body kit, a gente tem amigos hoje e parceiros que estão ali pra fazer todas as outras modificações, né? Mas o que eu realmente sou especialista é na parte eletrônica, né? Então, pô, você pega os projetos dos carros lá de Água de Lindóia, acho que os últimos três ou quatro anos eu trabalhei no ganhador lá do melhor projeto. Que legal, véi.
Que são carros que eles pegam. É um corpo antigo. Então, tu pega um Ford 32, 34. Fordinho T. E aí, o cara bota um V8, um Coyote lá. Câmbio moderno. Suspensão, freio. Tudo moderno. Na verdade, você percebe, né? Se quiser, até deve conseguir encontrar ali. Se eu quiser ir lá. As picapinhas. Meu irmão, aqui, ó. Você faz a pergunta se você quiser pra ele. Aí, ele vai saber. Márcio, o nome dele. Pica-pau. Pica-pau. Pica-pau louco.
Vamos ver se ele vai me atender. Beleza? Tô aqui com o Ricardinho ACF, tá ligado? Que mexe em carro. A gente tá aqui no Tica ao vivo, viu? Só pra você ficar ligado no que você fala. Não, não vou falar nada. Fica tranquilo. Tô aqui com boleta também. Fala, Marcião.
Fala aí, querido. É aquele baixinho, né? É Ricardinho ACF. É um baixinho no seu aniversário, né? Não, não. Aquele é o TK. Você tá viajando. Aquele lá vem de Land Rover pros caras que são desentendidos. Ó, esse aqui é louco. Esse mexe em carro. O que ele quer saber? O Corcel tá contigo, certo? Qual motor? Ele quer saber o motor do Corcel. Qual que é? Qual que é o motor que tá no Corcel? Ele é o Coint 1.4.
1.4, né? Tá tudo original, pica-pau? Tá tudo originalzinho, 1.4. É, que eu falei lá pro carioca aqui, eu falei, pô, o carro tá na caixa, bicho. Botar uma injeção nesse negócio ali pra arrancar esses platinados. Injeção não, pô. Injeção você tem que dar na sua veia. No carro não, pô. Olha lá, ele é do discurso, mas calma, calma que hoje você consegue ter a estética do carburado.
Só que mantendo tudo, exato. Mas não gosto. Vou te falar um negócio pra você, Ricardo. Eu tenho um tipo de pequeno. Tem 72 anos. Eu não lipo esse carburador. Desde 2002, olha. Eu te provo até o nível de manhã.
Eu nunca vi coisa igual. Você dá duas pedaladinhas e você na lenta. Ele pode ficar um ano parado. Ele nem mexe, nem aumenta, nem altera. Esse carburador do Corcel... Eu já vi até... Já tô me ligado em você, já. Já tô ligado. Esse carburador do Corcel é aquele 228 do FV. Isso não aborrece não, cara. Não aborrece não. Pé de ferro, né? E quanto você vai devolver o carro, Marcião? É, tem que acabar o negócio.
Vamos levar o carro aqui com o vizinho aqui pra levar o carro. Não, queremos dar uma volta nesse corcel aí, porra. Hã? Queremos dar uma volta nesse corcel aí, porra. Vai dar, vai dar. O vizinho aqui que eu tô... Agora que o carro do rapaz aqui saiu, que eu vou botar um corcel aí pra fazer, pra tá levando. O que você tá fazendo nele agora?
O que tem que fazer nele agora é porque o rapaz que fez o carro botou o tanque inteiro. Não pode ser, tem que ser bem partido. Tem que ter uma borracha ali pra você tirar o copo. E eu botei ignição eletrônica.
Inguição eletrônica. Tirou o platinado. Caprichou. Caprichou. Eu ganhei da Motocraft, meu amigo, que me deu. Eu fiz muita coisa nele, entendeu? Pô, não, dá pra ver que o carro tá ali, porra, na caixa. A hora que eu vi as fotos ali... Na caixa? Não, tá, porra. O carro tá bonitão, porra. Eu queria melhorar a direção dele, é muito dura, velho. É muito dura a direção.
O Arcel pesa, a linha Volkswagen. Você quer ver? Tem direção assim demais. Olha só, vamos botar uma direção hidráulica nele? Bota uma elétrica, tem umas de BYD ali que dá pra adaptar, porra. Porra, cara, que elétrica mesmo. Bota esse carro original, vai pra mim, vai na mão desses caras nossos que é só um maluco, ó. O carro tem que ser original, cara. É porque você botou um pneu radial no carro, cara. O carro pesa. Faz isso. Tem que ser direcional, né, porra?
também, a direção já não tá com aquele peso que tava a direção mecânica aí de Marvel aí a direção ela tava com tanta sede que ela não tinha uma gota de óleo dentro de uma caixa de direção, o cara sem que ela não ficou aí também o cara força amizade, né pô que beleza, hein entendeu? Ó, pra você ter ideia o cara botou o ponto do carro certinho que esse carro é Cleofonte, o primeiro começa lá pra trás, o carro tava com o primeiro pra frente, aí, fala pra mim aí engasga, não desenvolve, bebe pra caramba, pô assim
Não, bebê não tava bebendo, não. Tava normal. Tava dando assim uma estretinha ao carro. Acertou o carro, cara. Muitas coisas eu fiz aqui, cara. Entendeu? Agora o que tem que fazer é o painel. Eu vou ver se eu tenho tempo pra tirar esse painel aqui porque eu ando muito ocupado, sou dono de loja, não tenho tempo pra nada. Entendeu? Fico irritado com o negócio de loja, mas fazer o quê? Paciência. Mas ele tá reclamando que você não devolve o carro, Marcelo.
Não, eu não tô reclamando. Eu já entendi. Tá demorando lá o cara que não pega o vizinho.
Não, mas vai pegar, não. O vizinho também não tem culpa, não, tá? É porque um outro carro que tava lá, ele vai mexer no carro. Vou tá levando o carro. Fica tranquilo. Fica tranquilo. Você tem que ver o Opalão que ele mandou pros Estados Unidos com painel digital. Ah, o Opalão é bonito, né? Gostei do Fusca do Mola. Cara, meu Fusca... Mas tu viu o painel digital? Ele botou uma tela de LED no painel e ficou muito louco, velho. Câmbio, C-C... No Opala. No Opala. É uma caravan.
Rapaz, esses carros estão valorizados pra caramba. Quando eu te mandei pra você aquela caravan, falei, Marcos, essa caravan tá com preço legal. Tá crescendo muito o valor de carro. Câmbio de BMW. Câmbio de BMW. Sim, o pessoal faz muito. Da 321, né, que o pessoal bota, né? É. Mas aqui, você tem que ver o painel de LED que ele botou na frente. Ele tirou o painel original. Uma tela, ficou lindo.
Ah, é? Eu gosto do carro original, cara. Igual você vê aí, o Opala hoje. Aquele seno de plaqueta. Plaqueta, seis cilindros. Os seis cilindros. O 4.1. E tem o... O que que acontece? Tem o seis cilindros, que é o primeiro 4.100, que foi em 75. Que ele é 250. Esse por quê? Porque ele tem válvula dupla, comando, camburador 4, 4.6 e volante variável.
Bloco cinza. Ah, não, esse bloco cinza é uma bosta. É uma merda. O verde que é o que presta, pô.
Não, senhor. Não, senhor. O pico é vermelho, filhão. Você tá menino. Você tá menino. Entendeu? O bom, o bom. Você tá virgem de Opala. O bom. O bom. Vou te falar logo. Opala, quando saiu em 68, foi no final. Ele começou em 69. Ele veio com motor 3,8 cento. Aí que 151.
Aí o que que acontece? Ele vem com 3.800, ele foi até 71, 72. O que que acontece? Tava levando o cacete dos outros cilindros. O motor 6 cilindros empurrava a janta no Maverick, né?
É, aí o que que acontece? Aí eles fizeram em 72 a 74, fizeram outro 4.100. Aí ficou com 140 cavalos. Aí sim. Tomou cacete de novo. Aí tomou, não, aí tomou cacete. Aí o que que eles fizeram em 75? O primeiro 250S. Aí demorou a armadera todinho. Entendeu? Mas isso aí não foi o dinheiro que eles pagaram lá pra revista pra dizer que andava mais, pô?
Mas anda, filho. Mas anda. Eu tô falando pra você que eu sei que anda. Eu sei que anda. Anda. Ô, Marcião. Esse motor 302 do Maverick é um cocô. Ô, Marcião. Cocô. Você já trocou o Scania pelo Volvo ou não?
Nada, isso é isso. Cada um gosta do seu. Agora, eu, particularmente, eu gosto do motor 4100, 6 cilindros, 150S. O pior tiro que deu, o que acontece? Eles fizeram até 87 esse motor. Aí fizeram 88 o motor cinza, não, para uma porcaria do carburador 3E, que é do Gol, que é uma porcaria aquele carburador.
Aquele carburador não é bom. Dentro do Opala ele passou o quê? Trabalhar sufocado com menos 30 cavalos. Porque o 250S tem 171 cavalos, filho. E soltaram com 140, né? Hã? Soltaram com 140 depois amansado. Ficou bobo. O carro aí, o que que acontece? O carro ficou o quê? Com o retentor, sem a graxeta. Com o retentor.
Aí foi até o 92, ele anda. Aí tem o quê? O diferencial que é Brasecho. O mais antigo é o diferencial Dana. O diferencial Dana, ele é rápido. Ele é todo com a projeção de arrancar igual um cavalo louco. Ele sai igual um cavalo louco. Agora, o Brasecho, na final, ele vai andar mais. Mas é um diferencial, vamos dizer assim, mais frágil. Entendeu? Mais frágil, Brasecho. Então a gente espera para modernizar esse corcel, tá bom?
Aí você faz o que você quiser aí, só que tem que eu vou acabar aqui o que tem pra fazer. Eu já até falei com o vizinho aqui, tá? Mas pra outra semana não passa, deu prazer. Não, olha só, eu tô brincando. A gente não vai modernizar, não. Vai deixar do jeito que você achar que tem que ficar, fechou? Acabei o calmozinho, cara. O carro melhorou muito. Agora, Tuninho botou. Não fala senão pela morte.
Não, eu preciso encerrar o programa. Eu preciso encerrar o programa. Depois a gente conversa é isso. Mas só pra agradecer aí, Márcio, um beijão pra você, viu?
Valeu, fica com Deus. Beijo em todos aí. Valeu, Marcelo. Um abraço. Pica-Pau Logo veio dar uma entrevista, hein? É, ele quer vir. Se vocês querem uma entrevista do Pica-Pau Logo aqui, fala. Tem que vir, tem que vir. Leva ele lá no galpão, depois ele vai falar, pô. Mas é sem gozação. A gente tava gozando com a sua cara aí, ô Marcelo. Ó, segue ele aí, ó. Ricardinha CF, não é? É. Ricardinha CF. Segue ele aí.
Eu sou da resenha, eu não ligo pra brincadeira, não. Não, tamo junto, tamo junto. Fizemos pra pegar no teu pé, que ele falou ali que você realmente ia pegar um ar. Mas essa direção elétrica do B.O.I.D. nós vamos investigar, se não dá pra botar ela, ficar mais macia. É melhor, pô, dirigir o corcel com a calcinha, Ricardinho. Valeu, Marcio, beijo. Beijo, irmão.
dirigir calcinha ele, Ibermão é doente, ó, fala ele é purista, ele é purista e eu ainda joguei as cascas de banana ali e ele, opa, eu tô ciso aberto é, é ele desmonta ele monta, desmonta autodidata, nunca estudou engenharia nada, ele é só isso aí tem que juntar ele com o alemão da cara é
Junta ele com o alemão da cara Fala pra ele Gravar o conteúdo com meu irmão Vai ficar muito engraçado Porque meu irmão é engraçado e meu irmão é teimoso É gente boa Metódico Vai ficar engraçado pra caralho Meu irmão é louco, ele fala um negócio engraçado E ainda agora o alemão da cara A mulher dele compõe um cio
Plotô de rosa lá e tal pra aprontar com ele. Ficou pistola, velho. Cara de opala. Tipo, meu irmão, ele é muito opaleiro, assim. Cara vem opala. Raizão, raizão, pô. Mas ele é desesperado, entendeu? E aí imagina chegar aquele BYUD lá e aí desce no BYUD o alemão da cara. Nossa, velho.
Não, é um cara engraçado. Você pode... Vamos marcar um dia dele vir aqui? Vamos, é. Pra trazer o Ricardinho pra falar de carro. Bora, fazer essa resenha, cara. Dá um papo bom, hein? É, porque ele manja. Dá um papo bom. Carro antigo, de motor. Aí trazer umas coisas pra mostrar. Bora, bora, bora, bora. Mas fala pra trazer o Corcel, pô. Não, ele vem de Corcel. Então... Aí te mostra o vídeo dele com o Corcel. Ele é maluco, ele pegou...
Ele foi me encontrar em Campo Jordão, de São do Rio, com aquela moto, a moto mais... A bis. Não, que bis. É uma... É uma... Pop. Pop, sim?
Krypton. A pop não dá pra pegar estrada. Ele pegou, ele foi de pop. Ele me encontrou. De pop, velho. Não pode. Botou as coisas na mochila, amarrou atrás da moto. Não pode, não pode. Subiu a serra com a pop. A estrada é 25 pra cima. Não pode, é proibido. Ele foi de pop. Puto, pica-pau louco é muito louco, velho.
com o motor, linguiçinha, assim. Eu falei, mano, você é louco, cara. Como é que ele subiu a seta? Sei lá, cara. Ele foi lá de pop, cara. É, nego sobe de bicicleta, né? Bom, é verdade. Exato. Ele foi de pop. Bom, vamos agradecer ao Ricardinho. Segue o cara aí. Ricardinho, adorei te conhecer, cara. Adorei te conhecer. Vamos lá também.
Eu sou teu fã demais, irmão. Eu sou fã demais do trabalho de vocês aqui. Arrebenta na Copa do Mundo lá. Desde quando começaram aqui o Tica. Obrigado, irmão. Cara, realmente assisto aqui assiduamente. Todos os papos de carro. Dedo do Abib. Vem agora esses dias o Rubito tava aqui também. O Rubito tava aqui, é. Bom, o Rubito também é sócio aqui. Maravilhoso. Maravilhoso.
Batedor de carteira aqui. Puta cara maravilhoso. E sempre são papos muito legais, divertidos, continuem aí com o trabalho que vocês fazem. Amor, tamo aqui. Você vai voltar com o pica-pau louco. O que precisarem... Não, ele vem com o pica-pau louco. Tem que vir. Não, junta... Se juntar o pica-pau com o alemão... Então. Então, traz o mermão pica-pau no alemão. É cripto... É, vai ser legal. Ali, bicho, pode botar que é estouro. Mas sabe o que é legal? Não sei se a gente consegue, tá?
Eu acho que seria um programa muito diferente, boa lá. Será que a gente consegue? Eu acho que ia ser do caralho. Dois ideias boas, pô. A gente põe aqui dois opalão aqui na garagem, um ônibus, a gente fala com o Iosef e faz uma câmera móvel e eles vão explicando as coisas, sabe?
Ah, o motor. É, ali fora. Eu acho que seria louco. Experimentar um negócio diferente, entendeu? É, com certeza. Uma câmera móvel com internet. Sim, sim, sim. Que vai ali, mostra. Aí ele com o microfone e fala assim, aqui, porra. Aqui, você mexe aqui, cara. Eu acho. Só com o alemão da cara é outro nível, né? Não, mas traz dois carros aqui. O alemão põe mil cavalos. Não, Ivo, mas ele tem os que são originalzinhos também. Ah, então.
Não, aí a gente faz um desafio. Carregar e vim com o nevo. Não, não, a gente faz um desafio. Vai ficar do caralho. Bota esse aqui do carro a pilha.
Você tá naquele Camaro 68 Não aguenta, não aguenta Ele bota um ovo O que? Eu acho que seria um programa muito legal Aí a gente fala com o alemão Põe um defeito no Opala
O pica-pau vai ter que descobrir. O pico-pau vai ter que descobrir. O que que não é original desse Opala? Isso. Não, aí de mexer, ele vai fazer o carro funcionar. Ele vai botar algum defeito. Vai ter que solucionar. Porra. Porque meu irmão, ele é autodidata. Ele nunca estudou. Nunca estudou. Meu irmão foi expulso de cinco escolas. O cara é muito louco. Muito louco.
E vitinho a quinta série cinco vezes. O cara é mó loucão. Mas ele com essa coisa de carro antigo... Ele até mandou um vídeo aqui do jipão dele. Ele é um louco. Ui, é um Willis. É, ele é louco. Mas ele gosta de mexer. Entendeu? Ele gosta. É dos nossos. É dos nossos. Bota no grupo, pô. Rural.
Ele ama rural. O painel. O painel é legal. Ele vai ali, ó. Se cambia. Você acha que ele vai querer um painel digital? Ele é a ruta. Porra, o negócio ali é... Tudo fudinho. A única coisa eletrônica que tem é uma lampadinha pra falar que fudeu, tá ligado? Nada mais. É, entendeu? Acende quando acaba o óleo. É.
enfim, ó, agradecer a você que tá aí assistindo a gente obrigado pela audiência, Ricardinho, adorei te conhecer vai ser nosso sócio aqui também parceiro, boa copa pra vocês lá, acompanha a copa, esses caras da copa Ricardinho ACF, no Flow também o Flow vai tá lá também, vai ter um monte de criadores lá no Muzão, nosso querido o Igão do Flow, um beijo pra ele que eu tô com saudade dele, preciso ir lá no Flow também faz tempo que a gente não vai lá que eu tô com saudade dele
verdade. Vou lá dar um abraço no Igor, que é um cara que eu gosto muito, desde o começo, sabe? A gente criou essas amizades com o Flow, o Podpá, toda essa galera, a Vilela, toda essa galera... Ele também tem uma amizade boa, né, o Flow, o Podpá? Tem. Tem, eles se gostam muito. É, tem, tem essa amizade aí, querida. Eles se gostam bastante. E agradecer a você aí pela presença, até o próximo programa. Beijo, valeu, muito obrigado. Bom final de semana aí pra galera.
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