Episódios de TICARACATICAST

EP 731 - WILLIAN BRAZ + TIAGO VALENTIM

11 de março de 20262h8min
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Tiago Valentim é motoboy e criador de conteúdo que ficou conhecido por mostrar sua rotina nas ruas enquanto ajuda pessoas. Nascido no Brooklin, sempre teve paixão pelo pagode e por incentivo começou a gravar suas boas ações para as redes sociais.Willian Braz é criador de conteúdo e ativista social natural de Tangará da Serra (MT). Após viver cerca de 10 anos fora do país, passou a registrar nas redes suas ações de solidariedade, ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade.

Assuntos15
  • Início do trabalho de bondade de WilliamRetorno ao Brasil após 10 anos · Primeiro vídeo viral no supermercado (Sandra e o leite) · 50 mil seguidores no primeiro dia · Decisão de focar na missão de ajudar
  • Primeiros vídeos virais de Tiago ValentimRepostagem de vídeo de Flávio Brotas · Crescimento de 50 mil para 300 mil seguidores · Compra de câmera Insta 360 · Transição para ajuda em rua · Primeira ação que viralizou na Marginal
  • Ações sociais de William BrazNegócios de Vorcaro · Reconstrução do nariz de mulher com câncer · Cirurgias de alto custo · Apoio a pessoas em desastres naturais · Evac médica para Johnny (diabético com bomba de insulina) · Cadeira motorizada para cadeirante
  • Trajetória de William BrazVida de morador de rua aos 15 anos · Fuga de casa por abuso paternal · 3 meses nas ruas de Curitiba · Encontro com empresário Francisco · Vida em Londres e Manchester como motoboy · 10 anos morando fora do Brasil
  • Impacto social e reconhecimento públicoTiago reconhecido pelo capacete · William reconhecido por seguidores · Refeições pagas por terceiros · Dificuldade de circular · Movimento inspirando outros motoqueiros · Corrente de solidariedade
  • Desafios e perigos da profissãoAssalto presenciado por Tiago · Mulher assaltada na Marginal · Risco de violência ao tentar ajudar · Acidente de moto após ajudar vítima · Falta de proteção adequada · Moto nova presenteada por seguidores
  • Trajetória de Tiago ValentimCantor de pagode desde os 9 anos · Trabalho como office boy e motoboy · Protestos contra taxas da Rappi · Ascensão rápida nas redes sociais · De 2 mil para 2 milhões de seguidores em 1 ano
  • Rotina diária de Tiago Valentim ajudando pessoasSaída às 5-6 da manhã · Horários de pico · Ajuda de 1-3 pessoas por saída · Edição de vídeos · Postagem de 2 vídeos por dia · Sem dias de descanso
  • Resgate médico internacional de FabiolaMal súbito nos EUA · Necessidade de UTI aérea · Custo de 120 mil dólares · Arrecadação de 800 mil reais · Advogado oferecendo aeronave por 80 mil · Estado vegetativo da paciente
  • Monetização e parcerias comerciaisPatrocínios (Volkswagen, iFood, Madeiro) · Monetização do YouTube e Facebook · Site Link do Bem · Sorteios com prêmios · Influenciadores ganhando 400 mil por mês · Palestras
  • Musicalidade e pagode de Tiago ValentimCantor de pagode romântico · Banda de 5 músicos · Shows em feijoadinhas · Apresentação na Globo (Patricia Kogut) · Equipamentos próprios · Sem carro para transportar equipamentos
  • Experiência de William em trabalho no exteriorEUA - Nova York (engraxador de sapatos) · Engraxa sapatos de Hugh Hefner · Trabalho em Londres (motoboy) · Quedas frequentes em Londres por chuva · Manchester (entregas de carro) · Trabalho na Amazon
  • Mudança e melhoria na vida de WilliamMorte do avó paternal · Pai se transformando · Busca por conhecimento · Superação de traumas · Separação dos pais · Reconciliação familiar
  • O Papel da Fé e EspiritualidadeCrença em intervenção divina · Coincidências que parecem destino · Sinais guiando ações · Encontros considerados providenciais · Agradecimentos a Deus
  • Realidade da paternidade e pressão masculinaResponsabilidade de homem-chefe de família · Risco de prisão por inadimplência · Pressão social e legal · Abuso do sistema por ambos os lados · Dificuldade de ter liberdade para falhar
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Alô, alô, meu querido Marcos. Não, não, não, não. Me mandaram essa semana. Todo mundo sabe, eu tenho uma vida privada. Ele fica nervoso na hora. Ficou assim como eu, o Timóteo. Não, não, não. Respeito individualidade que não é o Timóteo. Eu sou que não é o Timóteo. Completamente equivocado. Completamente equivocado.

As minhas particularidades. Isso é uma das coisas mais maravilhosas da TV brasileira. Isso é uma das coisas mais maravilhosas. O tio quis dar uma goelada no outro e tomou. É foda, né? Tudo bem, carica? Maravilha, Marcos Kiesa. Mais uma semaninha pra nós aqui. Indo pra conta. Se Deus quiser, graças ao nosso bom Deus. E obrigado a você pela sua audiência, né, Boleta? Curta, compartilha, inscreva-se no nosso vídeo de canal. Muito obrigado. A gente pede toda vez, é chato, mas é pra

lembrar você, pra você ajudar a gente, ative o sininho, dê o like, ajuda a nós, esse canal aqui e o canal oficial de cortes do Tica também. É isso aí. Por favor, tá? É isso aí, Boletar. Certo, Carica. Muito obrigado a você mais uma vez. Sempre, sempre. É um ato simples, mas é um ato de bondade. E você que tá no Amazon, você que tá no Spotify. Isso. Pô, segue a gente lá. Muito obrigado, Carica. Segue a gente lá também. Boa. No Amazon e no Spotify, né, Boletar? É isso aí.

É importante você seguir. Também estamos, sabe aonde, Boleta? Aonde, Carica? Tweet TV. Opa, que beleza, hein? Tweet TV. Estamos com uma audiência bem bacana na Tweet TV. Que legal. Muito obrigado a você que tá aí na querida, maravilhosa Tweet TV. Onde tudo começou, né? Onde tudo começou ali dentro do meu escritório. Lembra que a gente fazia umas puta bostas, as danças. O vídeo. Ah, do quê? Ah, do... Lembra que era uma puta cegueta. A gente perdeu o controle de tanto rir. Como que era?

nada, eu não lembro, cara. Mas deu um negócio em mim no Carioca, nós perdemos uma estribeira, meu. Aquilo ali era sensacional. Ia até às três da matina. Mas aquilo ali me salvou na pandemia, né, cara? Na pandemia, é verdade. Na pandemia ali tava um negócio complicado, a gente quase enlouquecendo a mania de querer se expressar, né, Boletano? É. Tá certo? Muito legal, muito legal. Bom, é isso. E lembrando que esse episódio tem um patrocínio da nossa querida

áudio e vídeo, né, Boleta? Áudio e vídeo sensacional, que é produto de qualidade, primeiro mundo, tecnologia. Tá ali, ó, Philips. TV Ambilight. Philips. Ambilight TV da Philips. É um produto maravilhoso pra você. Você vê a Copa do Mundo com outros olhos. É isso aí. Faltam, sei lá, 90 dias pra Copa? No meio do ano, né? Já faltam 90 dias. Tá que absurdo. Já estamos no mês 3? A Copa é mês 6, já faltam 90 dias. A Copa do Mundo já tá batendo aí, então corre.

porque depois acaba que vai vender muito e você vai ficar sem. É isso aí. Essa TV é simplesmente sensacional. Som e imagem e o Ambilight em volta. Ambilight TV é uma TV espetacular, uma experiência única. E você merece uma TV nova. Então conheça Ambilight TV, que é recorde, está aqui na tela. Sabe o que eu acho legal, Bola? Você ia ter uma loja. Também. A hora que você vê ali ao vivar, você vai pagar um power. Ambilight é a patente única da Philips. No mundo.

Então tem fones, tem caixas, party box, boombox, que é a bombiche da Philips, que é maravilhosa. Que é espetacular. Com essa linha áudio e vídeo da Philips, você vai adorar. Tem presente para os convidados. E presente para os nossos queridos convidados. Esse fonezinho é espetacular. Vocês que vivem presenteando e ajudando pessoas. Vamos ganhar presente. Esse fonezinho é maravilhoso. Deixou um presente para vocês aqui, do Ticara Caticas, presente da nossa querida Philips.

Boa, é isso aí. Obrigado, Philips, estamos juntos. É nóis. Já já eu quero uma de 100 polegadas. Obrigado, Philips.

A de 100 é uma boa, hein, Bola? Você sabe que eu tava num apartamento em Floripa, passando o carnaval, a TV era de 100. Puta vida, gigante, né? É um telão, né? Pô, eu tinha uma de 100, é o caralho. Puta vida bonita. Filipe precisa de brincadeira. Gostoso. Parece que você tá do Cideba, né? Parabéns, Filipe. A Filipe lançou uma de 100, né? Lançou. Puta merda, que maravilha. Que maravilha. Tá lembrando a gente? Alô, Ari. Alô, Bruno Marari. Pra você falar aí, a gente.

A gente aceita. Vai ter em breve encontro lá da galera, você recebeu a mensagem? Não, não recebi. Já lhe aviso, já lhe dou o recado. Vai ter aquele igual do título? Ah, muito legal. Vai ter, vai ter. Vai ter, vai ter. Vai ter a turma. Boa. Bom, vamos começar o programa de hoje? Vamos embora, Carica. Um dos caras que estão chamando a atenção na internet. Sim. De uma forma... Muito legal. Absurda, né? Muito legal. O Valentim, o anjo. O anjo. Está bombando. O motoqueiro.

O nosso motoqueiro. O homem que fica aí... Cara, eu fico impressionado como... Como as pessoas te conhecem pelo capacete, cara. Pelo capacete e pela voz. Sim. Que coisa, cara. E o Valentim, ele fica andando de moto. Pela cidade, rodando por aí. E quem precisa de ajuda... Ele vê um carro padre e para pra ajudar. E aí ele só corre. Ele só corre. Exatamente. E tá bombando, né, velho? O teu perfil já tá gigante, né, cara? Tá, tá. Já tá.

Eu fiquei impressionado. Já tá com dois milhões, cara. Mais de dois milhões de seguidores. Em quanto tempo, Valentim? Em um ano, exatamente um ano, alcancei esses dois milhões aí. Mas o que você fazia antes de fazer isso, Valentim? Só pra gente entender um pouco. Primeiro... Sou de São Paulo? Sou de São Paulo. Sempre fui cantor. Cantor? Pagode, pô. Aí sim, não tem nada a ver com nada. Ele vai às vezes com o cavaquinho. Tô com o meu cavaquinho, tô vindo de um show aqui.

Que legal, mano. Eu falo nos vídeos. E aí, Canto Pagode, desde os 9 anos de idade, né? Aí depois dos 18, 19 anos, comecei a trampar de motoboy. Primeiro foi office boy, né? Office boy, é. Office boy, isso mesmo. A pé. É, a pé. Aí depois foi pra motoboy. E o motoboy, em geral, ele sempre fez o bem, mano. Sempre quando ele... Sim, o rapaziada é muito do bem, você tem razão. A não ser arrancar o retrovisor da galera, né? Aí quando você irrita o motoboy,

motoboy, né, mano? É. Aí o motoboy fica assim, mas... O motoboy sempre fez o bem, mano. Sempre... Sacanagem. Bicho dá risada já. Mas faz tempo que eu não vejo mais isso. Não, rapaziada é de boa, velho. Rapaziada é muito legal, cara. Já foi essa época aí, eu tenho que reconhecer. É uma fase. Eu sou motoqueiro também, sei da dificuldade que é, e é legal ver que o motorista, pode parecer loucura, mas eu percebo, quando eu tô de moto, que os motoristas já estão meio...

aprender a lidar um pouco mais com o mundo. O negócio da faixa azul é muito bom isso. Não, a faixa azul é uma maravilha. Um negócio espetacular. Mas eu falando quando tá a selva ali, a galera já libera um pedacinho. É verdade. O motorista hoje em dia já aprendeu a... Eu acho que hoje rola... A conexão tá melhor, mano. Tá melhor, não tá? Tá melhor, tá melhor. Tá melhor. Percebo isso. Enquanto um respeita o outro, vai ser tudo beleza, irmão.

É verdade. Não é boletar. É tudo beleza, é isso aí. E o nosso outro convidado, ele é o homem da bondade. O William. É o William da bondade. O William não anda de motoca. O William é bondade, hein?

Já andei, já andei. Já fez coisa de moto? Eu fui motoboy em Londres. Puta que indiferença. Eu caía, mas eu caía muito mais do que aqui no Brasil, porque em Londres o chão é molhado, chove muito, então qualquer freadinha que você der e não tiver freadinha, é tombo. William Bondade tem 3.3 milhões de seguidores. Puta que paralha mesmo. Fazendo ações sociais, é isso mesmo, William Bondade? E não foi comprado, hein? E não, que bom, que bom. Ele parece o nosso Marcelo Coloca, né? Ele lembra um pouco. É, um pouquinho.

Só que barbudo. Que legal, que legal. 3.3. William Bondade, tudo bem, cara? Seja bem-vindo. Você que é o homem das ações sociais. Como é que surgiu o teu lance com a internet? De usar a internet ou você já era uma pessoa com esse altruísmo bem desenvolvido? Primeiro o cara morou em Londres. Acabou de falar, cai de moto em Londres. A minha vida começou, eu morei, fui morador de rua. Você foi morador de rua? Morador de rua. Mas moleque? Molecão. Eu tive uma desavença com meu pai.

Você tinha quantos anos? Eu tava com uns 15 anos, mais ou menos. Brigou com o véio. O meu véio era bravo. Não era negócio na tranquilidade, era na porrada. Eu falei, você não vai... Acabou, aqui pra mim não tem mais. Vou sair de casa. E sair de casa. Foi me virar na rua. E aí foi uma das piores e melhores experiências que eu tive na minha vida. Porque você estando numa rua, onde alguns olham pra você, outros não, você fala, e agora?

A maioria não, né? A maioria não olha. A maioria, na realidade, deixa você ali e julga. Não é por medo, bondade.

é por medo? Olha, pode até ser por medo. Tem muita gente que eu acho que simplesmente não olha por medo, mas eu acho que também falta descongelar o coração de muita gente. Mais empatia, sabe? De pensar no próximo e falar, putz, eu não queria estar naquela vida ali. Eu não queria estar naquela situação dele. Por que será que ele tá ali? Será que é por causa de drogas? Ou será que é porque aconteceu alguma coisa? O que eu posso talvez fazer por ele?

Tipo, tem o caso, briga com a família. Briga com a família, fiquei um tempo... Mas nesse nível de ir embora de casa é... É, mas tu apanhava, né, mano? Tu vai apanhar, né? Apanhar, geralmente...

o cara foge porque toma um cacete, né, Bola? Hoje meu pai, ele é uma outra pessoa. Ah, que bom. Ele mudou muito. Na realidade, ele foi criado pelos irmãos. Então eram oito irmãos, ele apanhava dos irmãos e ele achava que era essa forma que tinha que educar a gente. E aí a rua me ensinou muita coisa, né? E tanto é que eu, graças a Deus, eu faço isso hoje porque eu tive uma vivência lá atrás. Eu falei, pô, eu não quero ver as pessoas passando isso. Você ficou quanto tempo na rua, irmão?

Eu fiquei na rua, deu quase três meses. Não fiquei morando um ano. Tá, não, tá. Ficou três meses na rua. Na rua, morando. E aí você foi fazer o quê? Você conhece o Couto Pereira lá? O Paraná? É, Curitiba. O estádio. O estádio, o Couto Pereira. Não conheço, mas sei eu de nome. Sim. Eu morava no viaduto que tem ali bem rente ao Couto Pereira. E aí teve uma noite, cara, eu falei assim, cara, não vou mais dormir na rua, não quero mais isso pra minha vida, e eu vou atrás de trabalho.

Mas você não tinha porra, não tinha dinheiro, não tinha nada. Tinha nada, tava sujo. E tava comendo.

A galera me ajudava, chegava no restaurante, comida a galera não negava. Comida não negava. Você tinha que comer o que eles davam, né? Você chegava no restaurante, era mais arroz do que qualquer outra coisa, mas tava ali. Mas tá bom, porra, puta merda. E me ofereceram nesse período que eu tava na rua, logo de início, trabalho. Ah, você não quer trabalhar aqui no restaurante? Não, cara, deixa eu refrescar minha memória. No começo você queria dar uma sossegada. Na verdade eu queria, talvez, pensando hoje,

meu pai, na realidade, né? Falei, vou punir meu pai morando na rua, quero que ele... Quero ele ver que eu tô fudido, ele vai se arrepender. É, mais ou menos isso. Entendi. Só que aí foi passando o tempo, e aí eu falei, ué, cadê? Não vem ninguém atrás de mim. Ele não vai se arrepender bosta nenhuma. Ninguém se arrependeu de nada. E aí... E sei lá. Eu fui ajudado por um empresário, cara. Nesse dia que eu acordei, eu cheguei numa loja todo sujo, vestido igual um morador de rua, e aí o dono da loja tava lá, eu falei, cara, ó, talvez você vai enxergar as verdades

Eu tô na rua, aconteceu isso, mas eu preciso de uma oportunidade. Preciso de um lugar pra dormir, tomar banho e trabalhar. Ele falou, cara, volta daqui meia hora que eu vou conseguir roupa pra você, um lugar pra você tomar banho e você vai trabalhar comigo aqui. Que legal. Foi esse cara que me ajudou a sair das ruas. Pode falar o nome dele? Francisco. Mas a loja é o que? Já não existe mais. Visomax. Era uma loja, uma ótica. Ah, uma ótica.

Na época vendia óculos e produtos importados. E aí ele foi que me tirou das ruas.

15 anos. Eu tava já com 15 pra 16 anos. Tá. E aí ele me tirou das ruas e falou, você vai trabalhar comigo. E olha que incrível. Nesse dia que eu tava na loja, que ele falou pra eu voltar dali meia hora, quando eu saí da loja, eu encontrei com a minha mãe. Caraca, irmão. Cara. Puta que pariu. Pra ela foi um baque. Imagina. Porque meio que ela seguia o que meu pai falava. Ela meio que... Sim, não tinha alternativa. Obedecia, né?

Obedecia. E aí quando ela me viu naquela situação, cara. Pensa em uma mãe te ver numa situação de rua. Puta, merda.

chorava, cara. Chorava feito criança. E ela falou assim, a primeira coisa que ela me perguntou, nem perguntou se eu tava bem ou não, ela falou assim, você tá com fome? Primeira coisa que ela perguntou. E falei, ah, tô com fome, vamos comer alguma coisa. E aí a gente começou a conversar, e aí eu voltei pra casa. Ah, você voltou pra casa. Voltei, mas e aí... Como um pedaço de porrete na mão. Com um grado de ferro, uma barra, uma chave de roda.

Eu voltei pra casa, mas não fiquei muito tempo. E aí, nisso, minha mãe já se separou do meu pai, deu um pequeno período,

Dois, três meses, ela viu que não dava mais pra continuar Se separou dele Pessoa tranquila Não, mas hoje Depois o pai dele foi comandar o Iria É, podia... Não, não, meu pai hoje é outra pessoa Um cara sensacional, mudou muito Foi buscar conhecimento Viu que algumas coisas não faziam ele prosperar na vida E afastava as pessoas que ele gostava E ele melhorou muito nesse aspecto É porque às vezes, cara Não tô querendo fazer aqui o advogado diabo Enfim

vai saber o que seu pai também tava passando, né? Porque um chefe de família, né, bola? É dureza, né? É o cara que tá tudo nas costas. Porque se o chefe da família faltar, fodeu. Ele vai preso. É, é isso que acontece. Não é? É. Ele vai preso. Você tem filho, Tiagão? Você não pode tá ruim. Quantos? Quatro filhos. Parabéns, hein? É, trabalha na noite. É um bando, é uma mamada. O cabaquinho rola. O cabaquinho rola.

Mas voltando ao papo, o chefe da família... Cara, quem é homem aqui e tem filho sabe disso. Se você falhar, você vai pra cadeia. Você se lasca. Não, você vai pra cadeia. Fato. E você é um merda. Não é porque você pode ter dificuldade. Você não pode ter dificuldade. Todo mundo pode ter uma dificuldade. A lei não quer saber. Não tá nem aí. O outro lado não quer saber. Não, não tá nem aí. Ó, pau no cu. Se vira. É um pai de merda.

que é pai ausente. É pai ausente, é um pai de merda. E mais da metade... Isso acontece, mas não na grande maioria. Isso acontece. Lógico que tem otário. Mas tem mais assim, pra início de conversa, o estresse desse homem vem muito dessa coisa do tipo, a partir de agora você não pode falhar. A partir do momento que você tem um filho... Sim, eu tenho que sustentar a minha família. Se você não fizer, você vai pra cadeia. Não importa a sua situação. Você vai pra cadeia,

E acho que a única coisa que dá prisão, pelo menos por 30 dias no Brasil... Na hora. É o homem falhar, né? Mas piora o caso, o cara vai preso e vai conseguir ajudar a família com... Pois é, cara. É que também tem muito cara que abusa. Sim. Como tem mulher também que abusa do homem no sentido de inventar história e prejudicar a vida do outro. Todo mundo pega a lei e... Tem pra todo lado. É, o direito ele é... Tem sacanagem pra todo lado. Enfim. E você, meu querido Valentim Anjo, que tá famoso, né?

O pessoal buzina na rua, conhece o cara pelo capacete, né, Bola? Que loucura, né? Que coisa, né, velho? Você não tá podendo andar na rua, né, cara? Não, tô. Não, sim. Porra, de reconhecimento em um ano, a sua vida mudou muito, né, cara? O reconhecimento tá rápido mesmo. O pessoal já me vê na rua, já para no farol, qualquer lugar. E no teu caso, você cantou de pagode. Como é que você partiu pra essa de ajudar a turma? Como é que aconteceu a primeira, irmão?

Mano, eu vou falar do começo. Começou no Autoboy, né, mano? Eu trabalho por aplicativo.

Pode falar o nome do aplicativo? Pode. O aplicativo da Rappi. E aí chegou uma época que a Rappi tava pagando umas taxas absurdas, ninguém tava concordando mais com as taxas. Não era só aqui em São Paulo, era em todo... Onde eles atuavam, no país inteiro, onde eles atuavam. As taxas muito altas. Tava muito baixa. Ah, muito baixa. É, taxa muito baixa. Pagando baixo pelo serviço de vocês. Tá. Não tava valorizando. Não, ó, a gente faz a compra, vai pro mercado, faz a compra. Empacota. Põe tudo direitinho.

leva pro cara. Leva pro cliente, faz todo esse processo, os caras querem pagar a taxa de 7, 10 reais e tal, né? Aí, beleza. Tivemos a ideia de fazer uma reivindicação, um protesto. Todo mundo? Todo mundo. Ali onde nós estávamos, no nosso ponto ali, que é ali no Brooklyn, né? Sou nascido e criado no Brooklyn. E aí, eu decidi gravar. Comecei a gravar os protestos e tal, e montei um canal no TikTok. E comecei a postar. Dessas postagens, começou a viralizar. Mas mais pra protesto?

Pra mostrar a parte de vocês. Correto. Entendi. Esses vídeos começaram a viralizar. Começaram a viralizar no país, mano. E outros lugares, outros... Começou a crescer. Outros entregadores começaram a entrar em contato. Falou, aqui também tá assim, tá desse jeito, tal, tal, tal. Aí eu tive uma ideia. Eu falei, meu, vou montar um grupo no WhatsApp e vou colocar o link do grupo no TikTok. Tá. E gravamos... Pra turma entrar. Gravamos o vídeo pra galera entrar.

Se você estiver de outro estado aí, pode entrar. O que tá acontecendo com vocês aí, pode entrar. E aí foi enchendo o grupo, foi enchendo o grupo, foi enchendo o grupo. Nisso daí, a gente abriu espaço pra quem? Pros pessoal da própria RAP entrar no grupo, mano. Aí o pessoal ficou lá, né? Tá tocando ela. Tipo dando uma investigada. É, mano, é. Aí o pessoal... Aí o que que aconteceu? Marcamos um dia de ter a paralisação. Ia fazer uma paralisação nacional mesmo.

Onde a RAP tava atuando. Não ia entregar mais nada. É, não ia entregar mais nada. Ia parar, mano. Aí paramos, né? Aí os caras tiveram a ideia de...

fazer um contra-ataque. Fizeram um pit stop. Onde eles trouxeram os outros motoboys que não iriam participar. Até mesmo os motoboys que estavam participando. Dar brindes. E nesse dia, as taxas que estavam sete, oito reais, a taxa foi para... Aumentou. Foi para cinquenta, setenta reais. Caralho. É. Aí os caras ganhou, né, mano? Lógico. Quem vai parar? Ah, quem vai parar? Não vai. O motoboy não para. Aí beleza. Aí acabou os protestos, acabou tudo e tal.

Eu não tinha mais vídeo pra postar. Mas a gente tem aí depois as taxas continuaram assim ou baixou de novo? Não, continuaram boas. Ah tá, que legal. Deu uma melhorada. Deu uma melhorada, é. Então adiantou, né? Mas a Rappi deu uma sumida, né? Então o negócio adiantou, né? Deu uma sumida, mas só pra quem gosta de trabalhar com a Rappi mesmo, né? O iFood. Eu não vejo mais. O Rappi antigamente tinha bastante. Eu não vejo mais. O iFood é forte.

O Uber também, né? Até o iFood tá caindo, mano. É mesmo? É, por causa da 99 e da Kita, né? A Kita chegou também pra investir em bilhões aí.

Quita. É, é Quita. Quita. É, o nome da nova aplicativa. Eu não conheço, eu não conheço. Logo, logo você vai conhecer. Vem pra uma promoção boa. Chinês, né? É. É, vem. Deve ser chinês. Chinês. Vem que vem. Ele vem com o país primeiro, depois ele resolve. Ele bota você viciado no sistema deles. É isso mesmo. Eles fazem bem isso aí. Eles sabem jogar, né, mano? Ué, é o jogo dos caras. E aí você continuou no Rappi. Não, aí o que aconteceu?

mano, no TikTok. Porque acabou o processo. Não tinha mais o que postar. Rapaziada também já não queria se parecer nos vídeos. Não, não posta nóis, não posta nóis. Falei, beleza, então tranquilo. O que eu vou fazer? Repostar vídeo. Comecei a repostar vídeo num belo dia. Tava em casa eu e minha mãe, que eu moro com a minha mãe. Aí eu repostei um vídeo do Flávio Brotas, mano. Aí o vídeo começou a viralizar, mano. Flávio Brotas é um outro motociclista que também ajuda as pessoas na rua. Correto? É a mesma coisa. Vê o carro quebrado e encosta.

ali. Isso. Isso mesmo. Tá. Aí ele começou a viralizar o vídeo dele e eu mostrei pra minha mãe. Mãe, ó, eu não tinha nem dois mil seguidores direito, mano. Viralizou, foi pra cinco mil. Caramba. Dez mil, vinte mil, trinta mil. Pouca. Duzentos mil. Só socorrendo a galera, ou só do Flávio. Não, só esse vídeo. Só repostando. Ah, só o do Flávio Brota. Só o único vídeo dele. Aham. Aí, beleza. Foi pra duzentos mil, trezentos mil seguidor.

Não, trezentos mil visualização. Cinquenta mil seguidor. Eu falei, mãe, o negócio tá sério aqui. Tá crescendo, né? Ah, é. Na mesma hora ali, minha mãe ficou assustada.

Falou, Thiago, apaga esse negócio. Apaga. Falei, não, apaga que o cara vai vir aí. Ela ficou com medo. Ah, entendi. Ela pensou que o cara ia vir processar. Ela achou que o cara ia ficar bravo com você. É, o cara ia ficar bravo, ia vir procurar, ia fazer uma... Tadinha, velho. Não, deixa o vídeo aí, mano. Apaga, apaga! Começou a gritar. Falei, não, mas deixa o vídeo aí. Beleza. Aí no outro dia eu fui e liguei pro Flávio. Falei, irmão, teve um vídeo seu aqui que viralizou aqui, mano, e tal.

Posso continuar postando? Falei, não, posta aí, só me dá os créditos e tal. Falei, beleza. Lógico. Inclusive, eu tenho uma câmera pra te vender.

uma câmera dessa aqui. Não foi essa. Isso, Flávio Brotas. Isso, Flávio Brotas. Falando pra mim. Eu tenho uma câmera pra te vender. Uma 360. É, eu tenho uma X4 pra te vender. Mano, ia o louco pra chegar perto dele. Falei, mano, vou querer comprar essa câmera aí. Sem dinheiro, sem nada. Peguei o cartão da minha mãe e falei, mãe... Tá parecendo você, William. Porra, velho. Falei, mãe, presta o cartão que eu vou lá comprar essa câmera desse cara.

Eu preciso chegar perto desse cara, mano. Esse cara tem uma energia boa. Preciso tirar foto com ele, abraçar ele. Que legal. Você sentiu o negócio. É, mano. Eu quero chegar perto desse cara, mano.

Nisso também eu já ajudava também, uns tempos atrás. Sempre ajudei, mano. Aí eu falei, mano, preciso chegar perto desse cara. Aí eu comprei a câmera dele, sem dinheiro nenhum. Ele me deu umas dicas de como iniciar. Trabalhar, como fazer. Deu uns 200 abraços nele. Tinha umas 500 fotos dele. Ele fez um precinho bom na câmera pra você? É, fez o preço da câmera, mano. Fez o preço da câmera. Que câmera é essa aí? Essa aqui é a Insta 360, mano. Aqui ela tá com a capinha dela. Tá protegida.

Posso ver essa câmera? Meu querido Valentim. Essa aqui, de que marca é essa câmera? Insta. Insta 360. Eu tenho uma dessa. Você tem bola? Você precisa fazer vídeo ajudando o povo na rua. Putadinho de mim. Se eu empurrar a moto com a perna, cai minha perna no chão. Mas Valentim, aí beleza. Aí você pegou a câmera. Aí comecei a gravar, mano. Comecei a gravar, postando, ajudando as pessoas.

ele faz. De início ele achou que eu não ia pra frente também, até mesmo eu também. Ah, mano, isso é só uma fase mesmo, só vamos ver, né? E aí, mano, foi dando certo. Foi dando certo, porque quem tem vocação pra ajudar, quem tem vocação pra... Ah, sim. Não tem a dúvida, mano. Dá certo. É o caso dos dois, hein? Quando você tem uma vocação, não esquece. E aí foi dando certo, foi dando certo, viralizou um vídeo, viralizou outro, viralizou outro.

Tudo que você já fazendo, não só replicando mais o foto. Aí você começou. É, eu parei de repostar.

Mas você já ganhava grana com isso ou você ainda tinha que tocar pra ganhar grana? Não, eu não ganhava, não ganhava, não tinha nada. Com vídeo nada? Nada. Foi acreditando e que vai dar certo. E tirando dinheiro do bolso, às vezes pra pagar uma gasolina pro pessoal e tal. E foi dando certo, mano. Eu vi que você dá o Pix. E a galera meio que ajuda você a ajudar outras pessoas. Correto, é isso mesmo. Essa é a ideia, Valentim? Essa é a ideia. Hoje em dia eu não trabalho mais. Hoje em dia eu não trabalho mais.

trabalho mais. Você só vive dessa função. E até diminuir as vendas dos meus shows, porque se eu vender, vamos supor, cinco, seis shows por semana, eu não tenho energia pra ajudar as pessoas. Como é que você trabalha? Como é que você trabalha? É porque é um trabalho, né? Vamos falar. Virou um trabalho. Você pega a moto, que horas sai de casa? Vou ajudar a turma. Mano, eu saio seis horas, cinco horas da manhã. Caraca, velho. Saio esse horário porque é horário de pico, tá todo mundo precisando, todo mundo saindo de casa pra trabalhar. Todo dia, Valentim.

dia, mano. Todo dia. Sem falta. É, aí eu ajudo alguém, uma, duas pessoas, vou pra casa, edito os vídeos. Edito as coisas. Não posto ainda. Eu só posto um vídeo anterior. Eu posto e já vou pra rua. Tá. Beleza. Aí chegou a tarde, quatro, cinco horas da tarde, eu saio de novo. Hora do rush. Hora da volta pra casa. Né? E aí eu vou lá, gravo dois, três vídeos também. Aí edito e já posto no outro dia. São dois vídeos que eu posto no dia. Tá. Isso é todo dia. E você ajuda quantas pessoas?

Passa por dia. Ah, cara. Depende, mano. Depende da sequência. Se vem um atrás do outro, eu vou adiantar todo mundo. Eu não paro, mano. Você sabe que... Por sua causa e por causa do Flávio... Eu fico olhando agora... Quanto nego tá fudido na rua, velho. Eu nunca percebia. Nunca? Puta menos. É o que você falou. É pra caralho. O olho não pega. Muito. Por sua causa e por causa do Flávio... Eu tô assim... Porra, se o anjo estivesse aqui... Cara, tem muita gente enguiçada, né, velho?

precisa, muita gente precisa, e não é só no trânsito. Eu acho dos cachorros da rua também. Ah, que legal. É, mano. Você vê um cachorrinho abandonado, você pega... Eu já tô com dois cachorros abandonados que tá lá em casa. Você adotou ou vai doar? Não, tá lá em casa, já era. Então você já adotou. Depois que entrou pra dentro de casa, já era, não sai mais. Qual o nome? Triângulo e chave de roda. Chave e roda. E piques. Piques e triângulo. Piques e triângulo. Que legal você fazer isso.

até o outro ainda tá escolhendo o nome pra ele ainda. Pix, porra aí, ó. É o Pix, é um bom nome. Que bacana. Doacão. Doacão. Doacão é bom. E se nós paramos, voltando pra casa, saiu de casa. Ótica, mãe, almoçando, voltei pra casa. Saiu de casa de novo, tua mãe se separou. E como é que você reparou na Inglaterra, irmão? Que porra é essa, velho? Depois dessa história de eu ter voltado pra casa, passou um período e eu fui com 18 anos morar nos Estados Unidos antes. Cheguei nos Estados Unidos,

Newark, Nova Jersey. Mas foi daquele esquema, né? Não, não, eu fui como estudante, eu juntei dinheiro, eu vendia sanduíche natural, juntei dinheiro, comprei um curso de um mês. Você vendia sanduíche natural? Sanduíche natural. Você é bem louco também. Louco, cara. Eu falava assim, o que precisa ser feito pra eu conseguir realizar a nossa... Eu ganhei uma grana. Aí é isso. Vou fazer sanduíche, foi embora. E eu mesmo que produzia.

Tá. E aí eu fui morar nos Estados Unidos, eu comprei um curso de um mês numa escola lá, chama-se EOS, que fica em Nova York, bem perto onde tinha as Torres Gêmeas. E ali era só...

sul-coreano que estudava ali, era só quem tinha grana. Era aula de inglês. E aí eu não tinha grana. Falei, e agora? Preciso achar um trabalho. Pô, em Nova York é uma cidade barata, né? Caríssimo, tudo caríssimo. Na época eu acho que era bem mais barato que agora, que eu tô voltando de lá. Cara, tá muito caro. Tá muito caro mesmo. E aí eu consegui um trabalho de engraxar sapato, cara. Cheguei num cara que tava na escola, conversando no celular com alguém, e eu falei assim, pô, irmão, você precisa me ajudar a arrumar um trabalho, senão eu vou ter que voltar pro Brasil. Ele falou, não, vai lá numa empresa de engraxar sapato, chama-se

Dr. Shine, vai lá e vê se você consegue um trabalho. Uma vaga. Cheguei lá, cara, consegui. Tá. Aí comecei a engraxar sapato em Nova York, na realidade é diferente, eu ia nos escritórios. Ah, você ia com a caixinha nos escritórios? A maioria dos escritórios já tinha caixinha. Tá, entendi. Então eu chegava lá, já tava... Já tá pronto ali, você pegava o... Que legal. Sabe de quem que engraxava sapato? Hug Hefner. É mesmo? Olha isso.

Da Playboy? Da Playboy. E era louco engraxar sapato dele, porque eu entrava na sala dele. Tinha porra.

O cartão se abrindo e você tendo a chance de levar o carro mais vigiado do Brasil pra casa. O Dili EX2, carro do líder do BBB 26, pode ser seu. Reserve agora com uma condição especial e ganhe mil reais em recarga. Mas atenção, o estoque é limitado. Dili, a marca de carros oficial do BBB 26. Clique no banner pra garantir o seu. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Olha o que o cara pensou. O cara com esperma no sapato. Ô carioca. Ô carioca, não apela, hein, mano. Por favor, cara. Olha o que o cara pensou. Eu já não, Jeffrey. Ai, está aí. Graças a Deus. Foi mal aqui, não aguentei. Não é branco, não. Não é branco, não, filho. Sai a cera que vem. Esse não sai mais. Cera natural. E aí você começou a fazer isso. Eu fazia isso.

E aí, beleza. Passou um período X, voltei pro Brasil. Só que eu não conseguia mais ficar aqui no Brasil direito. Eu falava, preciso voltar pros Estados Unidos. E acabou não dando certo. E fui morar na Inglaterra. Porque eu fui lá, reconheci minha cidadania italiana. Fui pra Itália, reconheci minha cidadania italiana. E fui morar na Inglaterra, que era um dos lugares que eu podia viver. Mas Inglaterra diz que é meio foda, né? É diferente, né?

A Inglaterra é muito frio. A gente tem um amigo nosso, o Vaco, que ele fez... Nunca me esqueço, faz tempo. Ele fez um MBA lá. Ficou uns meses.

Voltou depressivo. Não, tinha dia que ligar

Chove, né? Chove muito, preço pra comer um bife é um absurdo. Tem que saber aonde ir. Caríssimo. Ele falava pra gente mandar cigarro pra ele, que era caro pra caralho. Foda, ele ligava chorando. Eu já meti o pé, já. Não, todo mundo fala que a Inglaterra é difícil. É, mas depois você vai se acostumando. Eu fiquei 10 anos morando lá. 10 anos? Caralho, irmão. Eu trabalhei um ano em Londres, de motocoy. Caiu algumas vezes? Caiu várias vezes. Mas não me machucava muito.

Eu andava com uma Liberty Piadio, uma motinha, tipo Vespa, mas com aquelas roupas especiais que os caras usam aqui no Brasil, aquelas motonas. Eu andava assim, parecia um negócio cômico, eu com aquela roupa. Você com roupa de couro na Vespinha. É, mas eu acho que essa moto de aerodinâmica fazer curva, eu não acho uma moto horrível. Não, é ruim. É ruim, é ruim. É que dá uma volta, ela faz a curva quadrada. Não é pra isso, a moto é pra você andar muita distância. Não, mas é, a curva ela faz quadrada. É motinho pra você passear, não é?

Não completa a coisa, né? Não completa, né, cara? Você deitar, você raspa, alterar. Ela meio faz quadrada. Eu fui dar uma volta e eu, porra, meu irmão. Que coisa esquisita. Câmbio na mão? Era. Câmbio na mão. Horrível, porra. Tá esquisito. E aí eu fui morar em Manchester. Depois eu falei, pô, Londres é muito caro. A gente gastava, tipo... Fazendo o que, irmão? Essa é a nova, né? Essa é a mais bonita, pô. Essa é a mais bonita. A minha é uma 2011, acho que era, 2010.

E foi fazendo o que em Manchester, irmão? Em Manchester eu cheguei e continuei fazendo.

entregas, mas daí eu mudei pra, de moto eu mudei pra carro. Porque, olha a loucura, em Manchester, você não pode ter moto. Não dá. Como você não pode ter moto? Cara, na Inglaterra tem um grande problema em várias cidades, tem os teenagers. Já ouviram falar nos teenagers? Pra mim é moleque. Os moleques, os adolescentes. Cara, eles são uns peste, cara. Você deixa tua moto estacionada em qualquer lugar, quando você vai lá, não tá mais lá.

É mesmo. Os caras roubam e... Pink blinders, pronto. E aí, você às vezes tá com a moto e eles se atravessam na frente com uma faca

gigante na mão. Então foi no começo isso, os caras tentando me roubar várias vezes. Uma vez eu fui na academia levaram a minha moto, eu conseguia atrás dela, tinha o tracker, achei, mas já tinham quebrado toda a moto. Eu falei, cara, não... Só vândalo. Só vândalo. E aí, graças a Deus, eu consegui trabalhar na Amazon. Porra, caraca, mano. Aí foi... Que legal. Aí você era entregador da Amazon. No começo eu trabalhei na parte... De carro.

É, de carro, fazendo entrega. Então era muita entrega, era o dia inteiro, chegava seis da manhã.

e ia até 10 da noite, mais ou menos, fazendo entrega. Era... Era a moça gigantesca. É. Mas ali ganhava bem. Você trabalha bem. Mas ganha bem. Ganha bem. Hoje já não sei mais. Morava legalzinho, tinha uma casinha legal. Morava na casa boa. Mas também não morava na casa. Passava o dia inteiro fora. Só ia dormir. Só ia dormir no carro. Nem curtia a casa. Desmaiava. Nossa Senhora. Chegava, desmaiava. Tomava um banho, desmaiava. E aí as coisas foram melhoras.

Melhorando, fui aprendendo na época sobre investimentos, aonde investir, o que fazer com o meu dinheiro. E foi o pouco que eu ganhava já ia arrumando ali, fazendo aqui. E aí as coisas foram melhorando, foram fluindo. Até que chegou um momento que eu falei pra minha esposa, vamos pro Brasil, passar uns 3, 4 meses sabático lá. Vou chegar no Brasil tranquilo. Só descansar. Só descansar e depois a gente volta. Mas você podia fazer se você não tava empregado?

Eu podia. Então é de férias. Na verdade eu era... Há 3 meses? Eu era self-employed da...

Ah, tá. Entendi. Então era um autônomo da Amazon. Você podia tirar esses três meses. É, podia sair. Entendi. Era pro slot, então eu pegava os horários que eu queria trabalhar. Entendi. E aí nisso eu voltei pro Brasil e eu falei, eu vou... Uma porcentagem do que eu ganho, que eu fui ganhando, fui separando, eu vou ajudar algumas pessoas na rua. Eu vou, sei lá, ver alguém que tá precisando e vou ajudar. Porque você passou por isso e sabe como é que é.

Passei por isso e sei como é. Só que daí o que eu fiz? Tive uma ideia de ir num supermercado. Falei, vamos fazer um teste social? Ao invés de ajudar a pessoa, só dar o dinheiro e acabou?

Eu peguei um leite, cara. Esse vídeo viralizou muito. Peguei um leite e cheguei num senhorzinho no caixa e falei, será que o senhor não me ajuda a pagar esse leite? Eu até tenho dinheiro, mas eu não trouxe minha carteira. Eu tô sem grana. Sem grana. Ele falou, cara, pior que não. Bem grosso comigo. E eu falei, acabou o vídeo. Não sei mais o que fazer. Acabou com o meu vídeo. Fudeu o vídeo. E aí eu vi uma senhorinha passando a compra dela.

Vou correr lá pedir. Cheguei e falei, será que a senhora consegue pagar esse leite pra mim? Ela, lógico, pode passar aí. Ela passou o leite e eu falei assim, olha, não precisa pagar. Tua compra inteira eu vou pagar.

Pô, que legal. E aí, ela chorou, me abraçou e tal. E eu postei esse vídeo. Eu não tinha seguidor nenhum. Nada. Tínhamos construído um Instagram pra isso. E, cara, cresceu absurdamente. Assim, acho que no primeiro dia eu ganhei uns 50 mil seguidores. Por causa desse vídeo. Da senhorinha do mercado. Da senhorinha do mercado. Tem esse vídeo aí? Tem, tem. Vamos botar esse vídeo aí. Tem aí, Isaac. Como você tinha teu trampo lá na Amazon? Na Inglaterra. Ele vai procurar. E você veio passar esses três meses sabático.

pensando, engano, falando, não, vou fazer isso, mas depois eu volto pra Inglaterra. Não, ainda tava com a cabeça de voltar pra Inglaterra. Até porque minha esposa, ela é mais britânica do que brasileira. Entendi. Então ela queria voltar de qualquer jeito. E eu, com aquela vibe do Brasil, pô, o Brasil é bom demais, cara. E é mesmo, né? Com dinheiro, então, cara, melhor coisa. Com todo o Brasil ainda é... Eu não vi a hora de voltar.

A gente foi levar o menininho agora, o Pedro, o menininho, que eu cheguei pra ele e falei, em 10 segundos que você pediu pra mim, eu faço pra você.

Ele falou, eu quero que você me cure. Eu vi. Maravilhoso. Esse me quebrou. Como que eu vou curar? Eu falei, eu não consigo te curar, mas posso ser a ponte. E aí levamos ele pros Estados Unidos. Fez um tratamento contra o câncer lá. O último tratamento dele. E aí levamos ele pra Disney. Passeou na Disney. Muito legal, cara. Então assim, esse trabalho é um dom que Deus me deu. É uma oportunidade, cara. E foi meio sem querer. Foi sem querer. Você falou, vou fazer esse vídeo aqui.

do leite só pra dar um gás. Primeiro não deu certo, você falou, puta que bosta. Puta que legal isso, cara. É, porque a minha ideia era o seguinte, eu falei, tá, mas e agora? Eu ganhei seguidores. Como que eu vou fazer isso na Inglaterra? Como que eu vou morar lá? Exatamente, porque você queria voltar, você ia voltar. Ia voltar. E aí os convites foram surgindo aqui no Brasil. Algumas emissoras foram, ah, vem pra cá. E eu recusei vários lugares que me convidaram na época, porque eu falei, ah não, tô de boa aqui em Curitiba, não quero viajar. É esse aí? É esse aí. É esse?

Eu acho que esse é com o rapaz. Vou fazer uma pergunta certa. O senhor poderia me dar uma força? Comprar esse leite pra mim? E eu preciso enxergar esse leite em casa, cara. Não? Então, beleza, então. Valeu, obrigado. Deus abençoe. Aí você falou, não deu certo. Com licença. Aí foi na senhorinha. Você será poder me ajudar a comprar esse leite aqui? Eu não trouxe dinheiro. Na realidade, eu trouxe dinheiro, mas no senhor não enfiei o dinheiro.

E eu preciso levar esse leite pra casa. A senhora me ajuda? Pô, Deus abençoe a senhora. Pode passar esse leite. Pô, obrigado. Qual que é o teu nome? Sandra. Sandra? Obrigado, Sandra. Deus te abençoe.

Obrigado. Sandra, Sandra, tô em busca da bondade. E a senhora foi bondosa. E a pessoa que pagasse o leite pra mim, eu vou pagar a compra inteira da senhora. Então eu vou fazer questão de pagar pra senhora aqui. Tá bom? Ah, que legal, cara. Isso é muito legal. Momento de bondade? Lindo. Você vai ver. Aí você pagou a compra dela. O leite é da senhora também. Eu acho que deu uns duzentos e poucos, trezentos reais no máximo a compra dela. Sim.

Só que daí depois a gente fez uns dias especiais pra ela. A gente levou ela nos lugares, levou no salão. Essa mesma senhora. Porque ela viralizou, obviamente. Aí você falou assim, bom, agora eu vou pegar essa tia e vamos transformar. Vamos fazer dela uma estrela. Como é que é o nome dela? É Sandra. Sandra. E aí? Só que aí começou... Eu não tinha ideia da proporção que ia tomar. Eu não tinha ideia que eu ia conseguir fazer coisas grandes que é...

A gente faz... Chega a fazer, por exemplo, a cirurgia de 100 mil reais, cara. Eu não imaginava que a gente ia chegar um... Nesse nível. Nesse nível.

de empresas no Brasil inteiro apoiando a causa, e a gente ter esse poder pra poder fazer pelas pessoas. Legal, né, cara? Isso demais. Legal, porque tu pegou uma parada, porque assim, às vezes, posso estar equivocado, mas todo mundo quer ajudar um pouco. Sim, é verdade. Os bons são a maioria. Não tem a dúvida disso. Mas às vezes a gente tem medo de ajudar, porque não sabe pra onde vai, se realmente vai. Pode ser golpe. E todo mundo quer ajudar, eu sinto isso pelas pessoas, elas querem ajudar,

Não só por ajudar, elas querem transformar, né? Falar assim, eu queria fazer algo em que realmente a minha ajuda fosse útil, né? No sentido de... Ninguém quer ficar dando dinheiro pras pessoas. As pessoas querem que as pessoas se transformem. Eu acho que é isso, né? Sim. Igual o benefício aqui do Brasil do Bolsa Família, aqui no Brasil se comemora um aumento. Na verdade, a gente tem que comemorar quando diminuir, porque é sinal de que as pessoas estão tocando a sua vida, né? A truma usa pra jogo de tigrinho, né, irmão?

Isso que é dureza. Mas vamos lá, bondade. E a gente tá chegando a quase um milhão de reais em arrecadação agora pra Juiz de Fora. Caraca, que legal. Como é que faz pra Juiz de Fora? Como é que arrecada? É o que é o Pix? Você tá no teu canal? Eu tenho uma parceria com a empresa Vaquinha. Ah, a empresa Vaquinha. A Vaquinha, a gente cria junto uma Vaquinha e aí a gente o dinheiro cai no Instituto Vaquinha. E aí o Instituto distribui

pras ONGs que estão lá trabalhando. Então, tem várias ONGs trabalhando lá, e aí eles fazem a distribuição do dinheiro pra eles comprar os insumos, o que precisa. Você ainda chegou, você chegou em a Juiz de Fora ou não? Eu não cheguei, porque uma das ONGs falou, William, agora não é o momento bom de você vir pra cá, porque tem muita gente. Tá muito destruído. É, já tem muita gente, a gente precisa de material, a gente precisa de mantimentos aqui.

Gente já tem bastante. Aí você focou na arrecadação. Falei, vamos focar na arrecadação. É a melhor coisa. E aí, eu tava fora, né, então eu falei, ah, a hora que eu voltar pro Brasil... Mas é o quê?

Juiz? Juiz de fora. Juiz de fora. Foi uma piadinha, gente. Mas Juiz de Fora ali é zona da Mata Mineira, tem Leopoldina, tem bastante lugar. O bar, né? Diz que o bar foi muito zoado, né? Tá louco. O bar diz que foi muito destruído, né? A cidade de Ubar. Ubar. Foi feio o negócio. É. Muita chuva. Todo ano sempre acontece alguma coisa assim. É, ou é Porto Alegre mesmo. Porto Alegre. Petrópolis. Petrópolis. Mas Petrópolis, além de chover muito.

cada canto acontece. Na Petrópolis é meio que, os caras são meio suicida ali, porque os caras moram nos lugares, velho, que tipo assim, tá na cara que vai dar merda. Sabe pra onde que eu fui? Eu fui lá pra aquele rio bonito do Iguaçu, lembra? Que o furacão devastou a cidade inteira. Ah, tá, tá. Sei, do Paraná, né? Eu cheguei logo em seguida, eu cheguei uns três dias depois. É que você é paranaense, você tá ali do lado, né? Cinco arinhas, eu peguei e fui.

Cara, cheguei lá, parecia guerra. Destrumida a cidade, assim. E aí, eu falei, vou ver quem que eu posso ajudar aqui. A gente conseguiu, não dava pra

ajudar todo mundo ali, a gente pegou umas três pessoas, e aí eu vi um cara chorando, encostado num carro, assim, um cara desolado, assim. Eu falei, pô, posso trocar uma ideia contigo? O que tá acontecendo? O cara chorando, assim, ele falou, cara, tá vendo aqui, ó, aqui era meu supermercado. Puta, mano. Eu perdi tudo, não tinha seguro, não tinha nada, ficou só o terreno. Puta. E ele tá vendo ali, ali, é onde eu estava com a minha filha.

Foi o único lugar que não caiu. Eu falei, cara. Menos mal, né? Menos mal. Coisa de Deus, aí. Coisa de Deus. Coisa de Deus. E aí eu fiz, pra ele eu fiz uma vaquinha, a gente arrecadou, acho que uns,

Eu achei que... Porque as pessoas pensam muito, ah, não vou ajudar o empresário. O empresário não precisa de ajuda. Não é? Já é rico. É, pensei assim, falei, acho que as pessoas não vão ajudar. E aí fiz a vaquinha, acho que a gente arrecadou uns 40 mil reais pra ele. Que bom, cara. Então, assim, ele vai fazer a inauguração, a reinauguração do mercado e a gente vai lá filmar também. Puta, que legal. Bem legal. É um trabalho legal, cara.

Ô, Valentim. Pode falar. Aí tu foi na pegada do Flávio, né? Fazendo os vídeos que eles faziam também. Qual foi o teu primeiro? Você lembra, irmão? Mano, o primeiro foi um...

foi o primeiro vídeo que viralizou, né? Foi um vídeo feito na Marginal, uma menina que tava parada no meio da Marginal, aí um taxista parou pra ajudar ela, porque ninguém para. Não para. Ninguém para, todo mundo tá no automático. Mas não é que as pessoas estão no automático só, Valentim, vamos fazer juiz aqui. Todo mundo tem medo, né, cara? A gente vive num lugar muito violento, né? Você tem medo de... Você tem medo de parar ali o carro?

É verdade. Vontade de ajudar, acho que muita gente tem, a gente tem medo de ser um golpe.

O cara tá ali parado, na hora que você vai ajudar, o cara mete uma arma na tua cara. A gente tá num país muito filho da puta, rapaz. Nessa questão tá, né, mano? Mas vou falar pra você, tem muita gente que passa, olha que a pessoa tá precisando assim, mano, e não para, mano. Mas por que não sabe? Mas que nem no teu caso, irmão. A turma não assusta ver um cara de moto chegando? Já aconteceu no caso da Bruna, né? Uma vez só também.

Nunca aconteceu essa parada. Porque eu não dou um espaço pra isso, né? Eu paro na frente do carro,

Então eu faço um sinal, tá tudo bem e tal. Eu me coloco no lugar de vulnerável, porque se a pessoa acelerar, ele passa por cima de mim. Eu não paro do lado do vidro, não paro atrás do carro, sempre paro com espaço pra pessoa ter um contato comigo, né, mano? Então, assim, esse vídeo que eu falo pra você, o primeiro que viralizou foi na marginal, o taxista parou, colocou a menina na marginal, no cantinho da marginal ali, aí eu cheguei. Falei, mano, você tá precisando de ajuda?

tava parada ali e tal, no meio da marginal ali, eu trouxe ela pra cá. Falei, moça, vamos empurrar seu carro até um acostamento, porque tem uma parte da marginal que virou faixa. Antigamente era canteira, era acostamento, agora não é mais. Aí levei o carro dela até um certo ponto. Você vai empurrando com a perna ali, aquele esquema. Puta que pariu. E aí ela tava meio passando por um momento difícil, né, mano? A mãe dela tava com câncer, terminal, o marido tava terminando com ele,

ela, o carro quebrou, então desabou o choro dela. Lógico, né? Alguém, pelo menos alguém ajudou ela. Aí eu fui lá e ajudei. Fiquei com ela até o guincho chegar, porque a marginal era domingo. O dela não era gasolina. Não, o dela não era gasolina. Até o guincho chegar, que era nove, dez horas da noite, ela ia ficar sozinha ali. Lógico. Falei, não, vou ficar com você aqui. Que legal, irmão. Te acompanhar até o guincho chegar. Esse foi o primeiro vídeo que viralizou.

Que legal, cara. Tem o vídeo aí do Valentim? Não, esse especificamente não. Vamos botar um vídeo aí do Valentim Anjo aí, que

Pra gente entender. Cara, o trabalho que ele faz que é muito legal. Vamos lá. Roda aí, Zacaria. Roda. E lá vai ele. Nossa, isso aí. Ah, esse foi do assalto, não foi? Foi, foi, foi. O trecho é recente, meu. Olha lá, olha os vagabundos, ó. Gambada de filha de uma cadela. Esse moleque meio playboy, né, meu? Parece, parece. É, é, lazarento, velho. Ó a mulher, velho. Vamos parar ali, moça. Calma. Calma. Ó o estado que a mulher tá, irmão. Coitada. Coitada.

Que trauma, cara. Não sustem, irmão. Coitada, meu. Situação, velho. Então, vamos lá. O que é o que é? Baratinho, com milhares de ofertas. Tem frete grátis. É muito prático, com entrega rapidinha. E ainda tem cupons de desconto todos os dias.

dias. Valendo! E a resposta está certa! Essa tava fácil, vai. Então acerte você também. Clique no banner, baixe o app e aproveite. Lá vai você com a camerazinha no queixo. Pode vir. Para em frente o prédio ali, para você se sentir mais segura. Para em frente o prédio ali, você se machucou? Vamos só arrumar água para você passar no seu braço. Tadinha, velho. Sacanagem.

E os caras chegam em mulher, né? Covardia é tanta, velho. Poxa, moça. Ela sabia o telefone do marido. Se for, eu não sei o telefone de ninguém, velho. Eu sou o Valentim. Ah, que legal, cara. Essa água no seu braço aqui, ó. Tá cheio de sangue. Tadinha, bicho. Caramba, mano. Eu volto te acompanhando lá, tá? Não, fique em paz.

Aí fui no estacionamento do mercado. O marido dela chegou aí. Ah, tá.

Obrigadão, viu? Muito obrigado. Desculpa qualquer coisa, eu não consegui ajudar mais, mano. Obrigadão mesmo. Obrigadão mesmo. Que legal, cara. Muito top, cara. Muito legal. Triste, né? Triste a realidade, né? Eu desespero dela. Coitada, bicho. Aí depois os caras tomam o tiro. Esses moleques tomam o tiro. A morte de jovens. É só pra fazer uma cervejinha. Porque vai trabalhar, fila da pô. Tem que tomar. Tinha que ser uma policial.

Tu não foi trabalhar? É isso. Não tem desculpa, cara. Não tem desculpa. Não tem desculpa. Não tem.

Não tem, desculpa. Até pra sair das drogas, a gente tenta ajudar. É verdade, mano. Nesse vídeo aí, muita gente criticou. Por que você não passou por cima do cara e tal? Falei, mano... Mas de moto? Não dá. Falei, mano, até dava, mano. Até dava. Mas você vai se machucar. Mas você pode morrer, porque com a moto você cai no chão, o carro passa em cima. Mas o cara tá armado, ele não sabe? Entendeu? Você não sabe o que tá do outro lado.

É. Não sabe o que tá do outro lado. Então, assim, mano, eu saio pra rua, falei pro rapaziada, falei, mano, eu saio pra rua pra ajudar as pessoas, mano.

colocar minha vida em risco, mano. Não, tem toda razão, pô. Tem toda razão. Então eu não vou fazer. Não, você fez um... Você fez certo. Teve até um... Eu não sei como é que eu falo, um coronel da Marinha, mano. Da Marinha, me ligou. Valentim, você fez a coisa certa. Ó, sinta-se abraçado aqui. Que legal, massa. Você tá de parabéns, mano. Um cara da Marinha veio, me ligou. É, porque você vai... Se você tivesse carro blindado, é outra história, né, meu?

Ah, não, é. Uma preparação. Carro blindado, o nego já mete logo o Ludmilla, tá ligado?

Eu amo com a música da Ludmilla, que os caras caem tudo errado. É, meu, porra. Ali ele quebra a mão, quebra o vidro. Tem mais um vídeo do Valentim aí, vou botar mais um, é muito legal. O Valentim, bota o arroba dele aí, por favor, Isaac, também, pra galera poder seguir. Todos os dias esse cara tá aqui na Marginal, sempre na Marginal, né? A Marginal é 300 mil carro passando por hora. É muita coisa. E eu moro ali na região do Brooklyn. Você é meu vizinho praticamente, eu moro do outro lado.

Moro do outro lado. Só nascido e criado ali, mano. E o William já falou que tomou uns rol de moto. Já caiu muito, irmão? Já caí de moto. Já caiu essa moto. Mano, foi muito rápido a queda dessa moto. Eu parei pra ajudar um caso que tava tendo uma batida. Mano, o cara quebrou o punho. Destruiu. Destruiu ali. Ele bateu na traseira do carro, mano. Eu que tô passando, vi. Falei, nossa, vou parar. Tô freando. Só que tinha um destroço lá de algumas peças do carro que estavam no chão. Essa peça.

Pessoal, essa aí é a peça do carro que me fez cair ontem, tá? Com a moto, moto novinha, pô, me deu uma moda. Mas vamos lá. Ah, você caiu com a moto, velho. Porque o carro prata aí estava parado, esperando o farol abrir pra ele. Estava fechado, o farol parou no farol fechado. O rapaz, ele tá vindo em alta velocidade, bateu no carro aí e ocasionou esse acidente. No meu ponto de vista, no meu entendimento aí, quem ocasionou o acidente, né?

Tem que arcar com os prejuízos. O rapaz já estava imobilizado, só esperando o resgate chegar. Então, com ele estava tudo bem também. Graças a Deus. Olha o prejuízo do carro. A moto do cara praticamente não aconteceu nada, gente. Olha aí. Estou postando um vídeo só para vocês terem a ciência de o que aconteceu. E vocês me ajudarem aí. Puta porrada. Caraca, meu Deus. A moto do cara não aconteceu nada. Não aconteceu nada de grave comigo. Somente com a moto. Material a gente... É um filho de papel. Puta porrada.

O que vocês acham aí?

aqui ainda. Vai fazer um apoio pra ele, um travesseiro. Coloca aqui outro, aqui, ó. Esse é o cara do carro. Não, da moto. Ah, tá bom. Eita, porra. Eita, caralho. Foi a peça. Escorregou, é? Foi a peça. Olha a peça na roda na frente, ó. Que ligeira. Você caiu em pé, cara. Você não caiu, caiu a moto. A moto caiu. A moto caiu. A moto caiu. Mas me deu uma dó, mano. Você é louco, a moto novinha. Foi os meus seguidores que me deram essa moto.

Você sabia, Bolo, que os seguidores compraram a moto dele? Os meus seguidores que me deram

nessa moto. Você tinha o que antes? Eu tinha uma moto, uma 150. Tinha, não tenho ela. Eu tava com ela com 16 anos. Sou o primeiro dono dela. Caralho! Tá lá em casa. Inclusive, daqui a pouco... Daí tá rodada, bicho, hein? Teve uma loja que me ofereceu uma ajuda de reformar minha moto todinha, mano. Essa moto aí. Que legal. Teve uma galera também que já pediu pra comprar. Falei, não vou vender. Essa moto aqui é... Tem história, né?

Tem guardada, deixa guardada. Trouxe todas essas bênçãos. E quanto tempo você tá com essa X-Max aí? Mano, acho que tem um mês, mano. Acho que nem um mês direito. Tu já caiu.

Puta judiação. Pô, agora eu fiquei com a dó. Aí no outro dia eu já coloquei os ferros. Eu vi que você botou protetor ali. É, tem que ter, irmão. Não tem jeito. Eu não tenho na minha. Tem que ter moto pra tombar. Qualquer tombinho rala tudo. Protetor eu não tenho na moto. Mete o protetor. Fala como um anzito. Não, não. Será? Eu acho que não sei. É bom, é bom, é bom. Coloca, mano. Não é uma coisa muito bonita, mas é bom. É zero bonito.

Mas é bom. É bom. Qualquer tombinho que você leve... No meu caso. Você vai perder a carenagem.

você vai gastar um puta dinheiro. É verdade. No meu caso, como eu saio pra ajudar as pessoas agora, tenho essa consciência aí, não sei como é que pode estar na rua e tal, então você tem que estar com essa proteção aí, né? Você pega um acidente, pode ter óleo, pode ter um monte de coisa. Agora se for, você só vai pra algum lugar ou outro ali, pra padaria ou outro lugar ali, você pegar a motinha, tudo de boa. É, se dirigir tranquilo, né?

É. E é perigoso pra caramba, né? Porque ali você parou do lado da moça que quebrou, os caras roubaram, e a polícia pode imaginar

Imagina que você tá fazendo alguma coisa ali, né? Mano, essa foi uma das ideias do roubo ali, né? Aham. Então, eu conversando com os amigos, meu, eu falei, Valetinho, você fez o certo. Você não tem pregado os caras. Porque, de repente, você pega os caras, você tá brigando na mão com o cara ali, o alvo mais vulnerável é você. Da moto. Porque sempre quem tá brigando com o motoboy, o motoboy tá assaltando alguém, mano. É. Entende?

Aham. Então, aí, eu falei, pô, ainda bem que... Não, e você foi pra frente, você fez certinho. É, parei, esperei, mano.

acontecendo. E pro Bela Mecânico, você resolve também ou não, irmão? Não sei ainda. Ainda não sei, mano. O capô dá uma chave de fenda, uma chave de boca. O outro lá, ele é brabo. O Flávio Brotas, ele colocou esses dias um guincho, um guincho. Ah, ele vai com a carretinha. Não, ele tem negócio de bateria, ele tem macaco, ele tem chave de roda. Ele não colocou macaco, ele colocou um jacaré, mano. Um jacaré desse tamanho, assim, na moto. Aí ele parou, ele comprou uma outra moto.

de partida também, ele tem? Auxiliador de partida. Ele tem. Esse eu tenho, esse eu tenho. Esse eu ando na moto. Esse eu ando na moto? Esse eu ando na moto. Esse eu ando na moto. Como é que a Porto não te patrocina, né? Porra, devia na hora. Vocês chamam os caras da moto, os caras vêm assim, né? Os caras acham que não viam nós ainda. É, não é possível. A Surrai tem que ver você. Estão dormindo. Os caras não viam nós ainda. Porra, a Porto, toda vez que der problema, assim, vem um cara com a motinha e o cara vai ali, liga o carro. É meio parecido com a... O máximo que você faz é...

é buscar gasolina pra turma é, busca gasolina quebrou alguma peça específica você consegue pegar a peça empurra o carro batida também tem vídeos que tem acidente eu fico ali pra ajudar esperando chegar ao socorro que legal teve um vídeo aí que viralizou no país também o cara pensou que fosse eu que tinha batido fechado ele o cara tava vindo da mão dele

Casco bravo com você. Foi. E eu fui pra ajudar ele. E tinha um motoboy na minha frente. Ele foi e pegou a contramão. Quem tava vindo... O outro cara tava vindo... E, mano, ali depois eu vi que ele ultrapassou o farol vermelho. Ele bateu no cara da moto. Tentou desviar da moto. Bateu no guardi-rei e bateu no outro carro. Ali depois ele pensou que fosse eu. Foi no Natal, mano. E tem gente que não aceita ajuda, irmão? Já teve caso.

Puta, irmão, não quero, obrigado, vaza. É, já teve cara que... Já foi até ignorante.

comigo. É, porque... Mas é por medo. É o que eu falo, é o medo, cara. Mano, eu não sei, mano. Será? Eu acho que não, porque a maioria das vezes que eu ajudo... Você chega muito de boa. Isso é verdade. É igual o Guilherme chegando no caixa, né? Você tem que chegar de boa. É, depende do tom que você chega, da abordagem que você faz, né, mano? É. Então, assim, você consegue passar uma calma pra pessoa. Mas teve gente que já foi ignorante comigo.

Mas é, acontece, mano. Igual aconteceu com o Guilherme. Sim, sim. O Guilherme pediu pra o cara comprar um médio canal.

Então você fica até sem graça. Meio que acaba com o seu espírito naquele momento, né? Mas aí você continua e as coisas dão certo. Que legal, velho. Que legal. E é o que viraliza também, né? A pessoa sempre gosta de você. Claro, vai borrar o rosto dela. E aí o próximo, a pessoa fazendo ao contrário. Aí o vídeo... O teu foi perfeito. O cara não pagou a senhorinha boazinha. Teve um manoposto de gasolina, cara. Cheguei um galãozinho. Falei, cara, meu carro acabou a gasolina. Faz duas quadras daqui.

será que o senhor não consegue colocar um pouquinho de gasolina pra ele? Eu? Pra quê? O cara falou bem assim, grosso pra caramba. Pra eu botar no meu carro, pra enfiar no meu cu que não vai ser, caralho. Pra botar no carro, velho. E aí, o frentista falou assim, irmãozão, dezão, chega onde você precisa. Te ajuda. Te ajuda, o frentista, cara. Porra. Eu falei, ajuda, cara. Ele foi encher. Eu falei, não, não precisa encher, não. Daí, eu acho que eu dei duzentos reais pra ele.

Falei assim, qual que é o teu sonho? Daí, ele falou assim, cara, faz três anos que eu não vejo minha mãe. Minha mãe mora em...

a Ceará, se não me engano. A gente trouxe a mãe dele, levou a mãe dele pra lá. Que legal, cara. Fiz uma surpresa no aeroporto e tal, a gente fez o reencontro de mãe e filho. Essa é a tua missão hoje, então, é fazer isso. Essa é a minha missão. Quando você acorda, qual é a sua, assim, eu quero entender, você acorda, hoje você faz isso da sua vida. Eu faço isso na minha vida. Vamos lá. Eu tô sendo direcionado, na realidade, eu tô livre.

É isso que eu quero entender como é que você escolhe também, você sai andando na rua. Como é que é?

num posto, eu vou no mercado, como é que você faz isso, irmão? Ou você sai andando e fala, é aqui que Deus tá mandando eu ir, velho. Acontece muito disso. Teve uma vez eu chegando em casa e alguma coisa falava assim, vai lá numa praça, praça Osório, vai lá na praça lá e tal. E ele ficava na minha cabeça, praça, praça. Mas sábado à tarde não vai ter ninguém lá. Cheguei lá, cara, nessa praça, tinha um... Adriano é o nome dele, um cara tocando flauta em cima de um skate sem as pernas, cara. Sem as duas pernas.

Sozinho, pra ninguém, assim. E aí passava uma outra pessoa. E aí eu falei assim, cara, não é possível, meu. Vou lá trocar uma ideia com ele. Cheguei nele e falei, pô, cara, e aí e tal? O que eu posso fazer por você? Ele, cara, você podia comprar uma rodinha pro meu skate, um negócio assim.

Faz muito tempo o vídeo, mas foi mais ou menos nessa pegada. Ele falou, ah, beleza, é esse skate assim, é a rodinha assim e tal. E fui num shopping e comprei um skate pra ele. Novo. Novo. Aí eu cheguei e falei, irmão, não trouxe a rodinha pra você, eu trouxe o skate. Aí ele levantou o skate e falou, você devolveu minhas perninhas. Ele falou, vê assim, cara. Que legal, cara, porra. Então, uns negócios que acontecem assim, que eu cheguei no menininho e falei assim pra ele, o que você me pedir em 10 segundos eu faço pra você?

E o menininho falou assim, eu quero que você arrume o nariz da minha mãe. Arrumar o nariz da tua mãe? Como assim, cara?

anos sem o nariz. Ela tinha um buraco e ela ficava com um curativo e... Horrível. E o menino de oito anos podia pedir qualquer coisa pra ele e pediu que arrumasse o nariz da mãe dele. E aí, cara... Temos esse vídeo aí? Tem, tem. Tá aí? Tá aí, tá aí. Tem que dar uma procurada. Mas vai contando, a gente já põe aí. E aí, nisso, a gente levantou um dinheiro, né? E depende da situação, a gente levanta rapidamente. Em um dia, dois dias, a gente junta o valor. A turma é muito boa, velho. Boa demais. E aí, ela

passou por três cirurgias. A primeira cirurgia é pra fazer só uma montagem, porque ela não tinha nada. Então, tiveram que tirar uma cartilagem da costela, um osso da costela, um negócio assim, um pedacinho do osso da costela. Uma cartilagem da orelha. E aí foram montando o nariz dela. E graças a Deus, hoje ela tá com o nariz. Puta, que demais. Só que ela não cuida muito. Ela não cuida do pós-cirúrgico. Ela deveria cuidar mais. Ela vai precisar passar por uma quarta cirurgia,

conforme deveria. Ao invés de limpar, igual o médico falava que tinha que fazer com a espuminha e tal, e limpar, ela pegava e passava o sabão já na... Sabão em pedra na cara. Já arrancando o nariz. Limpo o toba, limpo o nariz. Agonia isso, cara. Tem uns negócios grandes assim que acontecem que eu fico de cara. Mas tipo, você faz isso todo dia, irmão? Ou você tem dia que você acorda e fala hoje eu vou fazer, hoje eu não vou fazer? Como é que

funciona isso. Esse aqui, ele acorda todo santo dia e vai pra rua. Todo dia. Eu geralmente, de manhã, eu faço todo o meu ritual. Primeiro eu acordo. Aí, carioca. Esse aí do nariz? Não sei se esses são os dois juntos. Eu compro pra você. Nariz da sua mãe? Sim. É isso? É. A gente precisa de uma reconstrução. E o que aconteceu contigo? Peguei uma bactéria já faz 10 anos. 10 anos que você tá assim? 10 anos. Mas e no SUS, você não conseguiu nada?

Não, tô na fila de espera até agora. Vou construir uma vaquinha no qual a minha audiência vai lá, já sabe aonde ir e vai fortalecer. E a gente vai levantar esse valor e vai te dar um nariz novo. Topa? Topo, amei. Em nome de Jesus. Conseguimos o nariz da tua mãe. E agora? Qual que é o teu sonho? É uma bicicleta. Uma bike? Sim. Que bonitinho, velho. Senta aqui. Qual que é o teu nome? Felipe. Quantos anos você tem? Oito. Ó, que demais, velho.

Aí, ó. Que demais, cara. Eu achei que só tinha ido pro lado da mãe, mas você ajudou o molequinho. Ajudou o molequinho. Que legal, cara. Porra. Bicicleta nessa fase da vida é a melhor... Vixe Maria. Melhor presente do mundo, né? E aí depois tem o outro vídeo da cirurgia dela, a gente lá conversando com o médico. Reconstruindo tudo. É. Porque trampolou. Porque você vai no intuito, você vai na criança, de repente o negócio muda da água pro vinho.

Não, ele já viu a mãe ali, a criança, o negócio no nariz, falou, tem merda aí, né, mano? Tu já tem o olhar, né, de entender o problema.

A gente já sabe, a pessoa chega e fala assim, me arruma um dinheiro e tal, eu não sou usuário, você já olha na mão da pessoa, você já sabe se a pessoa tá mentindo pra você ou não. De longe, a gente vai pegando uma malícia na rua, a gente vai pegando e entendendo ali como que funciona. E é um trabalho muito legal, cara, porque as histórias surgem, eu tava indo pros Estados Unidos dentro do aeroporto, cara, não sei como, um milhão de gente, um cara entrou no aeroporto e veio em mim, cara, ele falou assim, irmão, eu sei que você acha que

tô mentindo e tal. Já que aquele papo, né? Já te conhecia, te conheceu. Eu acho que não, cara. Ele tava em bem situação meio que de rua, assim, não sei como os caras deixaram ele entrar ali, porque geralmente dizem que proíbem, né? Entendi. E aí ele... Eu falei, o que que você quer? Ele falou, ah, paga só um café pra mim, um cafezinho pra mim. Eu falei, claro, paga um cafezinho. Daí eu peguei e fui ali, paguei um café pra ele e tal.

Daí eu falei, cara, tá tudo bem contigo? O cara começou a chorar. Puta, mano. Ô, irmão, ô, briguei com a minha esposa, 30 anos de casada, se separou, tô na

rua e tal. Toma merda. É. E eu falei, ah, cara, busca uma igreja, busca um lugar, né? Não fica sozinho na situação, porque senão você só vai se afundar mais ainda, né? Busca alguém que vai te levantar. E aí, sei lá, troquei só essa ideia, senti que ali eu só tinha que talvez dar um discernimento pra ele. E aí finalizei ali, troquei uma ideia com ele e segui o meu caminho, né? Pros Estados Unidos. Mas as coisas parecem que me perseguem, assim, sabe?

Porque eu acho que eu jogo pro universo que eu tô pronto pra poder fazer por alguém. Sim. E é o universo

ele se expande, ele fala, não, realmente a gente pode jogar algumas coisas mais difíceis de serem resolvidas pra ele, tanto é que tá vindo cada vez mais coisas grandes. Chegou uma história pra nós da Fabiola, que uma menina que teve um mal súbito lá nos Estados Unidos, e ela precisou de uma UTI aérea pra voltar pro Brasil. E é 120 mil dólares. Caríssimo. 120 mil dólares. Caríssimo. Saí daqui do Brasil, fui pra lá contar a história dela,

conseguiu angariar quase 800 mil reais. Brasileira? Brasileira. A gente conseguiu quase 800 mil reais. Aí, olha a loucura. Tinha um cara, um advogado, nem vou falar o nome lá em Orlando, falando assim, não, que eu vou bancar a aeronave, só que o seguinte, esse cara aí, marido dela, tá me suando meio estranho, né? O cara acha que é só empurrar o problema pro Brasil e ficar aí. E nisso, o cara, que o nome dele é Bira, o marido da Fabiola, falou assim, irmão, pode cancelar com ele qualquer aeronave, ele pode vir com qualquer aeronave que ele quiser, que vem de

Deus vem em paz. Não vem desse jeito. Falou bem assim pra mim. Cara, uma frase bonita essa, né? Vou levar pra minha vida. E aí, cara, deu uns dois dias com o mesmo nome dele, o cara entrou em contato com a gente, falando assim, eu tenho aeronave, eu faço por 80 mil dólares. Caramba. Fechou. Lindo. Colocaram, rapidamente, dois dias, colocaram ela dentro da aeronave, tava aqui, veio pro Brasil. A hora que chegou aqui, a gente falou, como que eu faço pra a gente te pagar, te transferir? Ele falou, irmão, Deus já pagou.

Puta merda, bicho. O dinheiro ficou todo pra família, aí o Bira chegando aqui no Brasil, ele comprou uma casa, comprou o que ele precisava ali, arrumou o quarto do jeito que precisava pra ela, e ainda provavelmente sobrou mais uma grana, e aí conseguimos trazer ela pra cá. Puta, que demais. E como é que ela tá? Cara, infelizmente ela ainda tá em estado vegetativo. Ela teve um mau súbito, é isso? Ela era... Foi um AVC? Não disseram que era um AVC, disse que foi um mau súbito, e aí correu pro hospital, o marido, o Bira,

Diz que provavelmente foi erro médico lá. Fizeram alguma cagada. Fizeram alguma cagada e vão empurrando. E aí eles queriam desligar o aparelho. Eles falaram, não, não vão não. Eu ainda tenho esperança que ela vai ficar boa. Tanto é que ela foi se recuperando, agora hoje ela não precisa nem de aparelho mais pra respirar. Mas está em estado vegetativo. Está em estado vegetativo ainda, infelizmente. E mora aqui em São Paulo? Rio de Janeiro.

Não, mora em Juiz de Fora. Juiz de Fora. Porque o Rio de Janeiro... É, caiu tudo ainda. Puta merda.

E aí eu voltando pra cá, pro Brasil, recebi uma história parecida de um cara que tá acamado lá, e ele era pastor. Lá nos Estados Unidos. Nessas horas a igreja não apareceu pra ajudar ele ali não. Ele precisando voltar pra cá, só com uma UTI aérea, e aí a gente angariou um valor ali, não deu muito boa, né? As pessoas não compraram, tem ideias que as pessoas não compram pra ajudar. Só que mesmo assim, com os contatos que a gente foi fazendo devido a Fabiola, a gente conseguiu ali esse contato.

contato também, e tá meio encaminhado já pra ele chegar entre essa semana e semana que vem aqui no Brasil. Só que o estado dele, o médico diz que não tem mais reversão. Ele descobriu um câncer no cérebro, fez um drabo, tiraram, daí passou, sei lá, um mês mais ou menos, cresceu de volta no mesmo tamanho, e aí infelizmente, e aí o sonho dele, que ele falou, agora infelizmente o meu sonho é ir embora a partir dessa vida do lado da minha filha. E a filha tentou ir pra lá, só que aí negaram o visto

Entendi. Tinha carta do hospital, um monte de coisa, mas negaram. Porque a família inteira já morava lá. E morava, acho que ilegalmente, não sei. Ah, entendi. A Chacamina vai morar lá também. Aí não liberaram. Ela aí. Mas hoje em dia, William, você faz tudo já por indicação, vídeo e tal? Ou você ainda vai pra rua, irmão? Vou pra rua, é o melhor. Vou pra rua, mas tem muito vídeo que chega. Então, imagina. Deve chegar vídeo pra cacete pra você. Muito, muito, cara. Vocês não têm ideia. Se abrir meu direct ali, é segundo.

que é triste de olhar. Você também já deve estar recebendo assim. É pesado. Tu abraçou uma parada complicada, né? Complicada. É uma coisa que sua vida vira... Você tem que saber separar. Difícil, hein? Eu chego em casa, às vezes você também deve chegar, eu chego destruído em casa. Sem energia nenhuma. Aí a primeira coisa que eu faço, eu tomo um banho, aí me desligo um pouco ali, faço a minha

orações, dão relax, aí vou fazer as coisas que eu gosto de fazer, e aí eu só agradeço a Deus essa oportunidade, Deus me renova novamente. Hoje em dia, depois desse tanto de coisa que você fez, você consegue ir pra rua de boa, ou você pisa na rua, já vem em tua casa, já vem pedir coisa? Demais, cara, eu saio na rua em Curitiba, então é muito mais, porque eu acho que entrega muito regional, né, então, e eu vou vir morar em São Paulo agora.

Esse mês mesmo eu já vou me mudar pra São Paulo. Vê se é uma boa, eu vou me mudar pra Jundiaí. Boa, boa. Legal, legal, legal.

Tem perto de São Paulo? Tô tranquilo. Mandou bem. Vai gravar junto? Vamos embora. Põe na garupa. Põe na garupa. A gente vai gravar junto e a gente vai escolher alguém ali. Que legal, cara. E vamos falar qual que é o teu sonho? Vamos realizar o sonho do cara. Boa. Isso não foi uma casa de meio milhão, né, cara? Não, porque assim, Jundiaí é aquela coisa, né? Uma cidade mais interior. A gente tá perto de Campinas, perto de São Paulo.

Tipo, é um bom lugar. A ideia é essa, é ficar num lugar mais de boa de noite e de dia vem aqui pra São Paulo. É. É isso.

O que que você exatamente, hoje você trabalhou, o seu trabalho hoje é só esse, William? É só esse. Só esse? Só esse. Mas como é que você se sustenta? Eu queria entender. Como é que você optou por essa vida de querer ajudar as pessoas? E a sua renda? Como é que você faz pra você viver? Porque a vaquinha você consegue, beleza. A vaquinha você consegue. Mas pra você viver. Isso. A gente tem alguns patrocínios. Ah, que legal. Alguns patrocínios.

Pode falar, pode falar. Claro, deve. A gente tem Volkswagen, a gente tem a Luzon, que é uma parceira da Volkswagen. Luzon?

A alusão mais regional lá em Curitiba. É uma concessionária da Volkswagen. Isso. A gente tem agora, tá entrando um novo parceiro nosso que é o iFood. Legal, o iFood é bom demais. A gente vai fazer um negócio legal do iFood junto com o Motoboy, vai ser um negócio de surpresa. Já mete o homem no meio aqui, pronto. Dia do aniversário do Motoboy, ele não sabe, ele tá indo buscar o bolo dele. Puta, que legal. Vai ser um negócio bem legal assim. A gente tem Madeiro, Madeiro é o patrocínio do nosso. Deu fome.

Não, vocês são meus combinados, Maria. É, o Diogo Portugal sempre dá uns vale lá. O Diogo Portugal é parceiro. Mas vale, boa, me deu vale, eu tava com a maior grana no vale, eu fiquei puto, velho. Eu tava com a maior grana no vale. Eu usei um teco, acabou. Não, o meu tinha um dinheiro pra cá, expirou o bagulho. É, o meu usei um teco, acabou. Eu tinha uns 800 reais. Eu tinha uns 600. Eu posso tentar renovar pra você. Não, de boa, irmão.

Aí, ó. Passa essa bondade. Pô, tá dando 800 reais, cara. Como é que o dinheiro sobe? Eu tinha uns 600. Eu vou lá, eu vou lá.

Eu fui felizão também no Totem. Inspirou. Não tem mais nada. Porra, bondade. Faz a bondade. Porra, o Diego me deu. Pô, se o dinheiro... Deu tá dado. Não, madeira é bom demais. Vamos lá, deu tá dado. Eu não pedi nada. Eu não sabia nem que expirar pra comer de convite. Eu também não. Aí eu cheguei lá, meu filho, ó, vamos comer aqui, caralho. Todo meninão. Porra, expirou. Como é que dá o dinheiro e toma o dinheiro? Não. O madeira é bom demais.

O madeira eu tinha que patrocinar vocês aqui. Eu também acho. Faça essa bondade.

é muito bom. E aí a gente vai dar um lanche. Não, você sabe que, cara, é uma coisa se pensar. Uma vez eu ouvi de um amigo nosso aqui, que ajudou a gente a implementar, uma época que ele tava ferrado na vida, eu achei isso do caralho. E ele foi, pô, fazer o corre. Filho pequeno, ficou desempregado, ele virou Uber. Virou motorista de aplicativo. Pra ganhar o troco dele. Isso. Pra ganhar o troco não, pra sobreviver, né, meu? É, filho pequeno,

desempregado. E o cara foi pro Uber. Acho que é o caminho de muitas pessoas hoje. Tá precisando de um extra ali, ou tá precisando... Deu uma merda. Antigamente a gente via as filas de desempregados, né, meu? Que era triste pra caramba. Uber e motoboy, né? Sim, sim. Aí o cara... Um dia ele tava, porra, não sei o que, conversando com um passageiro. Eu achei essa ideia muito legal. E aí o cara pegou, na época ainda era mais dinheiro, deu um cenzão pra ele. Falou assim, cara, tá aqui, cenzão, é...

Faz assim, ó. Tô te dando de 100zão aqui pra você ficar mais de boa, te ajudar no dia. Quando você estiver bem, você pega esse 100 e dá pra quem tá precisando. Então esse 100, ele tem que ser uma corrente. Vai girando, vai girando. De quem ali tá socorrendo o outro. Mas dá pra vocês fazerem coisa legal junto, irmão. Caramba. Puta, que legal. Eu morro de medo de ir na garupa. Vou ter que abraçadinho, cara. Vai te encoxando. Não, compra aquele...

Vai naquela moto que tem um carrinho do lado. Sai de cá. Hã? Sai de cá. É, compra um sai de cá pra ele.

Vai te encoxando, irmão. Vai ter que ser, vai ter que ser, Tiagão. Faz o side guy. Não, mas o William não... É isso, mano. Vai ser legal, que legal, cara. Mas o William, então é isso. Então seus patrocinadores você tem... E aí você sai do zero e junto com a internet, a tua profissão hoje é ajudar e realizar ações das pessoas. É isso. Isso. Você dedicou isso pra sua vida, como uma missão. Pra minha vida. E eu faço palestras, bastante palestras aí, que as pessoas querem saber tudo isso. Querem saber isso.

Como que funciona. Monetização, a gente ganha muito de monetização. Eu não sei se você já tá ganhando bem de monetização. Que legal. O Facebook, pelo menos, é um dos que mais paga. E a gente tem, criou um site que chama-se Link do Bem. Esse site, na época, lembra da rifa? Todo mundo fazia rifa pra lá e pra cá. Primeira vez que eu fui tentar fazer rifa, Globo já fez uma reportagem minha falando assim, o Will é da bondade. Será que é da bondade mesmo fazendo rifa? E aí eu falei, ué, mas todo mundo faz rifa.

pode fazer? E aí eu falei, cara, eu não quero isso pra mim, não quero ser considerado como o cara da rifa, taxado da rifa. E aí, foi criado esse site, Link do Bem, que é parecido, as pessoas podem, olha a inteligência desse site, as pessoas podem participar, concorrer a alguma coisa, sei lá, agora a gente tá dando, vai dar 3 mil reais por mês, durante 12 meses, e a pessoa participa de graça, ela não paga nada. Só que quando ela entra nesse site, e tem muitos cliques, ela abre pop-ups de propaganda. E esses pop-ups,

Google AdSense paga a gente. Entendi. Então, e é um valor bom. É como se fosse o YouTube pagando vocês, só que pensa em uma galera acessando o site. E aí, nisso, a gente tira a porcentagem dos prêmios e paga todos os influenciadores que divulgaram. Cada um tem seu link. Que legal. Cara, tem influenciador que faz, num mês, 400 mil. Porra. Sério. Eu fiquei sabendo que o negócio tá bombado aí. É TikTok Shop, né, Bola? Que eu vi a Gabi me falando. De venda. Eu não sei nem como é que funciona.

desistir. Eu achei que era muito golpe, cara. Parecia muito golpe. Uns caras assim, umas empresas revendedoras que eu nunca vi na vida. Não tem gente séria. É, tem gente séria. Eu não sei. Eu não sei nem como é que funciona isso. É puta. Na China tem uma foto, você viu aquela foto que eu te mostrei? Tem uma japinha vendendo as coisas. Tem 400 celulares na frente dela fazendo ao vivo. E ela vendendo. Meu Deus. É loucura. Lá teve um cara

que acho que... É o novo 011-1406. Só os velhos vão entender. Teve um China lá que acho que em dois dias ele vendeu, não sei quando, ele vendeu, acho que um bi. Mas tem que ser sério. Do 011-1406 você comprou alguma coisa? Lógico. O que você comprou? Você lembra? Ah, não lembro. E eu lembro que meu pai comprou o Obervision. Meu pai comprou. E vinha um outro. Eu não comprei, lembro. Eu achei horrível. Eu comprei as facas Guinso.

Você comprou? Comprei. Comprou. Você comprou sua mãe? Minha mãe comprou. A Guinso. E era boa mesmo?

Ah, nem lembro, cara. Não, eu lembro. Você não lembra disso não, né, Valentim? E tinha as meias Vivarina. Meias Vivarina, Facas Guinso e Amber Vigia. Você não lembra disso também? Era uma coisa amarela. 011, 14 e 06. Você vai dirigir à noite. Eu vou pegar a estrada antes, você pôr o negócio, a estrada virava dia. Eu comprei essa porra, meu pai comprou. Virava dia. Então, meu pai comprou e vinha um segundo, lembra? Vinha de brinde, é. Porra, e me deu.

O dinheiro horrível. Alguém de vocês tem o Meta Verso, aquele 3? Não, não tenho. Eu tenho o Meta Pro, o óculos virtual. Cara, que doideira. Eu comprei um pra mim. Você tá falando de filma? Não, o que você... Eu tenho o Meta Pro, eu tenho. E aí eu peguei, nem usei muito, coloquei dentro do avião. Falei, vou pôr. Eu tinha baixado uns vídeos pra assistir. Cara, faz uma tela gigante na tua frente. E você fica assistindo ali e não tem que parecer nada na tua volta. Que legal. Não, aquela invenção dos caras ali é sensacional.

Você tá usando no avião MetaPro? No avião. Offline. Mas a bateria acaba rápido, né? Você vai ter que ser um powerbank, né? Dura umas duas horas e meia, eu acho. É, tem que ter um... Eu tenho MetaPro, mas eu nunca tinha pensado em levar em viagem, não. Top, cara. Só que baixa o vídeo antes, no YouTube. Ah, mas o iPad pra mim já resolve, não? É, mas é que ali é top demais. É que ali, você tá com o iPad, você tá vendo todo um... Com o óculos você fica fechado no...

E parece que ele para até o barulho em volta, cara. Porque eu acho que tua mente se concentra tanto naquilo que você tá vendo, você não escuta criança chorando. Com o iPad você tá vendo no avião inteiro.

mexendo, passando. É, mas não dá uma incomodada aqui, assim? Não, não, não. Eu uso pra simulador. De voo e de carro eu uso. Eu uso pra isso. Ponto. Pra assistir Netflix. Cara, o bom é pra quem mora em casa feia, aí tem uma dica boa. Casa feia? Quem mora em casa horrível. Imagina, você vai ver uma Netflix, sua casa é horrorosa, não tem vista, não tem nada. Não tem nem televisão direito, não tem televisão pequenininha. Aí você põe no Metapro. Mas quem mora na cadeia, você não tem dinheiro pra comprar um Metapro.

É uns 300 dólares lá, 400 dólares, né? Eu paguei 499. É, é. 500 dólares. É, isso aí. Aqui é pra mim, pô. Não, mas aí você entra no Netflix, mola. Você entra no Netflix, caralho, você mora numa puta casa. Aí você deita na tua sala ali, entende a tua sala, aí tu toma uma puta tela aqui, aí tu faz assim, ó, um puta alpso isso aqui, assim, ó. Sei, que delícia. E continua vendo a série. Aí você mora num lugar horroroso. Entendi.

É legal, eu já assisti um episódio no Netflix, no MetaPro, mas eu achei que me incomoda um pouco assim na cabeça. Diz que dá pra comprar. Esse realmente que vem não é um dos melhores. Você pode comprar um na internet que diz que ele encaixa melhor na cabeça e não pesa. O meu MetaPro. Sabe qual é o MetaPro? Não sei qual que é o Pro. O teu Quest, Quest o quê? É, Quest 3S. É o meu MetaPro. Ah, então é... É, mas ele machuca assim, não é que machuca, incomoda, né, cara?

Aí compra pra você ajudar, se tu uma virtual, você vir, você tá na moto... É um... E você vai...

É que o meu já deve estar ultrapassado. Tem uns três anos que eu comprei, né? Ah, deve estar com certeza já, pô. Não, é o Metapro. Três anos. Só atualizar deve dar boa, hein? É, então. Ah, mas é muito caro. E assim, eu achei que ia ter mais funcionalidade. É uma coisa que eu não sei se eu compro o próximo. É, tem que ver se você usa esse. Se você usa bem esse, talvez, né? Pô, mas tá dez pau o Metapro aqui. Barato, pô. Você mora numa casa feia, você tem bastante dinheiro pra comprar um desse.

Gastar, torrar dez pau. Porra, tá dez pau o Metapro? Tá que pariu, velho. Caralho, o meu é esse aqui, ó. Metapro.

Só que, pô, eu paguei 500 dólares, 400 dólares. 11 pila, pô. Caralho. Puta que pariu. Lá nos Estados Unidos, não sei se Orlando ali, porque eu acho que tem muito turista, tá caríssimo tudo, cara. Você vai no mercado, um café, 10 dólares, 250 gramas de café, 10 dólares. Então tá mais caro que no Brasil, não sei quanto tá, 250 gramas de café aqui. Mas é um trambolhão, tá vendo, Bola? É meio grande pra você levar no avião, não é? Ah, esse novo, o Metaconect, o meu é esse aqui, o Metaconect.

Não, meu é esse aqui, Meta Pro. Puta trambolho. Trambolho, ó. Puta trambolho. Depois você desce ali, bola. Eu trouxe ali, depois você veio. Ah, tá bom, legal. Você vai viciar no negócio. Nunca vi isso aí. Ou não, né? Eu achei que era o óculos normal, o high-band. Esse aqui, né? Esse aí. Grava, esse grava. Grava, grava, grava. Esse aqui grava. Você gravou a gente aqui? Não, né? Fiz uma gravaçãozinha, galera. E não fala. Não. Que legal, falando as merdas que eu falei aqui.

Não, não, não. Isso eu não gravei. Ah, bem. Isso é um perigo, né, cara? Isso é um perigo.

Já fizeram entrevista comigo, transando o nego daqui. Filmando a porra toda. Já fizeram entrevista comigo na rua, trocando ideia comigo. Eu nem sabia o que o cara tava gravando. Ele tava com óculos. Põe pra gravar pra ouvir se dá alguma bandeira. Agora vai aparecer aqui. Tem uma luzinha. Isso aí chama atenção. Mas dá pra cobrir isso aí? Macetinho que eu vou entregar aqui online. Não, não dá. Mas dá pra cobrir. Mas se você cobrir normal, ele não vai deixar. Tem um macetinho. Mas não fala macetinho. Tem um macetinho. É porque é ruim.

né, cara? É ruim, é ruim. Você fica sendo gravado sem... Esse aí dá pra você botar... Você tem grau? Dá pra colocar grau também. Ah, então é normal. É, só pra ficar um pouco mais bonito. Ah, é mais estilo e gravação. É. Ah... Entendi. Mas dá pra pôr grau. Eu acho que eu vou comprar esse óculos pra botar grau. É muito mais fácil de levar do que esse trambolho. Não, não, mas isso aqui eu entendi. Pra um voo, é legal. Sim, mas... Mas é foda, né, carregar, entendeu? É um trambolinho, é um trambolho.

linha mais. Não, e a bateria, você vai ter que ligar o USB, o USB-C no avião. Na cadeira. É porque dura, a bateria dura muito pouco. Dura 2 horas. Nem isso aí se bobear. É. Dura pouco. A bateria dura 1 hora, vai. Come meio que... É. Mas você já conecta ali no avião mesmo, já pluga ali, já... Aí pode ser. Vai o voo inteiro. Vai embora, é. Vai embora. Será que eu vou fazer esse experimento? Faz o teste. Tem teste aí. Não, para o voo fora, de repente...

Teste aí. Leva um mochilão. Até jogo. Você consegue baixar, né? Deixar baixar o jogo e jogar.

Jogar num avião offline. É bom que você vai fazer assim, vai dar na cara da pessoa do lado. Jogar um tênis aqui, pá! Mas é uma invenção. Leva uma vez, faz um teste. Mas pra voo é maravilhoso isso aqui. Pra voo é muito louco. Isso aqui é o controle da mão. É da mão, é. Entendi. Você controla aí. Você pode também sem o controle, só com a mão mesmo. É, mas é ruim. É ruim, né? Você tem que chegar aqui pra dar o play, você tem que fazer assim.

Não, o controle é melhor. É. Pra trocar o filme. Eu gosto da pistolinha aqui pra dar o tirinho. Por 11 pau, eu tinha que fazer um chupisco.

Eu comprei por 500 dólares, 400 dólares, isso aí. É que o dólar devia ser menos, que é 11 pilas. Não, eu comprei até uns 3 anos. Ele tinha acabado de lançar. Tinha um Quest 2 na época, nem o 3 tinha. 500 dólares. O dólar tá 5 e quanto? 5 e 40, eu acho, né? Então, 5 e 40, o dobra. Tá louco. Mas assim, eu não sei se o Oculus, ele... Ué, o Metapro não está mais disponível? Como assim? Pararam de produzir? Lá quando eu fui comprar,

O mais avançado era esse que eu comprei, porque não tinha nem o Pro. O Pro não faz mais, acho. É de sal de linha, será? O que será, né? Deve ter alguma coisa especial ali. É, a pessoa ficar cega. Será? Não tem mais o Meta Pro? Que loucura. No site do negócio não tem. Deve ter uns... Galantia, seu idiota. É, será? Galantia, galantia. Ou será que a Meta vai sair desse mercado de óculos virtual? Pelo que eu tô vendo aqui, eles só estão investindo.

em óculos de gravação, né? Eu acho que ele, não sei se dá o que eles queriam, que desse audiência, que as pessoas entrassem no Instagram também. É, pode ser. Eu acho que não deu muito boa. Pode ser. É, não tem mais o MetaPro, tem o MetaQuest 3. É o dele. É esse aí. É o dele. Hum... É assim, cara, aquele negócio, né? Eu não sei se tem tanta funcionalidade assim, quanto eu achei que eu poderia ter, eu achei que a coisa ia... Acho que ia usar pra caralho. É igual aquele, aquela TV, lembra? TV 3D também? Puta, eu comprei. É.

filmes. Vê os dois filmes e acabou. Acabou. Não tinha utilidade nenhuma, né? Acabou. Foi aquele óculos. Tinha que carregar o óculos ainda. Ah, mas era legal também. Vamos combinar? Não era. Às vezes era legal. Ah, mas não era. No cinema acabou esses filmes 3D, 4D? Acabou, acabou. Não tem mais? Acho que não. Eu nunca mais vi nenhum anúncio. Mas é difícil, como antigamente passou. Normal, ainda tem? Qualquer filme, se é só catar o óculos, tá no catar. O filme tem que ser em 3D. Ah,

Mas tem isso. Também dá meio dor de cabeça. Eu gosto. Eu gosto de 4D. 4D eu acho legal. Que mexe a cadeira, mexe o cara. Tem um arzinho. No X-Videos? Olha aí, ó. O papai tá foda. O Valentim, você já tem algum patrocinador ou não? Não. Ainda não. Você precisa ter um óculos desse pra você gravar as coisas também. As coisas estão acontecendo recente agora pra mim. É tudo novo pra mim agora.

uma avalanche aqui de coisas novas pra mim. E eu não tenho nada disso. Agora a gente vai vir pro Líquido Bem, alguns patrocinadores já... Dá pra fazer um salário bom. É porque, assim, qual que eu achei interessante do Valentim e do William? Vocês estão fazendo um trabalho que o Estado deveria fazer. Pra início de conversa. Socorrer pessoas, se você paga IPVA, se você paga imposto... Mas se ele não socorre, quem vai é o CT.

errado? É verdade, o CT é que vai. É o Estado. Você sai pra multar. O CT sai pra multar. Não, e eles multam. Se o cara for pro pane de seco, eles multam, né? Sai pra multar. Mas isso tá na lei. Isso tá na lei. Se você acabar com as unidas, você é multado. É multado. Mas tem que multar, né? Vamos combinar? Você tá vendo o ponteiro ali, velho. A galera tá sem dinheiro, mano. Então, não sai de carro. O cara vai na fé, né? Ele vai, não, vai dar boa.

Vai chegar até lá. Teve um vídeo que viralizou esse dia. Eu vi do cara. O cara tava com a criança, né? Foram dois. Tava com a criança.

e tal, o moleque tava com a criança e ele não tinha dinheiro ali não, mano. Ele não tinha dinheiro nenhum, ele foi na sorte. E aí eu fui lá, comprei a gasolina pra ele e ele ficou de me dar o valor assim que ele chegasse em casa. Mano, demorou acho que uns dois dias pra ele me dar esse dinheiro. Ah, mas ele tirou. Deu, mas ele foi trabalhar. Foi ganhar o dinheiro pra poder... Ele era um, velho. Que legal, velho. Que legal, cara honesto.

Mas honrou, né? Honrou, exatamente. Teve gente também que não deu. Tem mais vídeo teu aí pra nós ver, irmão? Tem mais vídeo do Valentim aí, Isaac?

Que legal, quero ver você empurrando com a perninha aqui lá, deve ser foda, irmão. Porra. Tem isso aí que é uma periculosidade também no trânsito. É, então. É, porque se você não souber fazer isso... Exatamente. Você cai. Você cai na hora, velho. Teve gente que breca o carro do nada, tem gente que joga o carro do nada, então você tem que ter um... Aí você vai pra trás com a moto, você cai na hora, velho. A perna nunca pode estar totalmente reta, tem que estar sempre flexibilizada, né? Pra se parar, não dá um trem. Se parar, tem tipo... Vamos ver.

Que isso, cara. Ah, o cara achou que já sigiu você. Verdade.

Calma, mano. Faz isso não, mano. Você é louco, faz isso não, mano. Calma aí, mano. Você tá batendo no cara aí, mano. Calma aí, mano. Tá batendo no cara aí, calma aí, mano. Não bate no cara não, mano.

Cara, que confusão, irmão. Que zoeira, velho. O que aconteceu aí, irmão? A moto fechou o carro e o que aconteceu?

Vai, Corinthians! Olha a confusão, mano. Não, a confusão desgraçada, velho. Eu não entendi até agora o que aconteceu.

lá, aqui. Tá tudo certo, gente. É isso aí. Tendo o que fazer mais. Eu só vi o cara atravessando a rua e dando no carro... Aí, aí, aí, ó. O que aconteceu, irmão? Mano, o que aconteceu? Eu tava... Aquele carro preto deu num vermelho ali, velho. Foi, foi o seguinte. Isso aí foi Natal, tá? Foi no Natal. Passei o dia inteiro com a família. E aí eu falei, meu, dá aquela vontade de se ajudar. Como eu ajudo todo dia, eu falei, vou sair pra ajudar. Aí, cinco horas da tarde, seis e meia da tarde, eu saí. Isso no dia 24.

25. Ah, isso era no 25. 25, mano. Eu tava na minha mão, tinha um motorbike na minha frente. Bem nesse local ali, ali fecha, ali não dá pra você ir pra lugar nenhum. O que a gente faz? Até eu faço. A gente pega um pouquinho da contramão que já pega a faixa. Nisso aí o motorbike foi fazer isso. Não olhou, ele já jogou a moto. O cara do carro preto, ele ultrapassou o farol. Ele não tinha visto o cara da moto. Ele bateu no cara da moto. Perdeu o controle. Esse vídeo tem cinco partes. Isso é só um resumo.

Esse é só um resumo. Ele bateu no cara da moto, perdeu o controle, ele bateu naquele cara vermelho. Aí eu falei, mano, eu olhei, pra quem que eu vou ajudar primeiro? O cara da moto? O cara do carro? Ou o cara do carro? Olhei pro cara da moto, o cara já tava levantando, parecendo um gato. Falei, mano, eu vou no carro. Aí eu fui no carro. Aí o cara do carro preto achou que fosse eu, porque eu tava tentando ajudar. Eu vi ele apontando o seu.

Foi você, foi você. Não, mano, foi eu não. Foi o cara lá. Mas aí quem que tava batendo nos outros? Que confusão é aquela. Mano, o cara, ó, pra você ver. Doideira, né?

loucura. Você não entende nada, o cara já bateu o carro. Não entende nada, é, velho. O cara já tá machucado. O cara do carro preto, ele ultrapassou o velho fora o vermelho, mano. É nítido. No começo a gente não sabia o que tava, por que que ele bateu no cara. A cagada foi dele. Foi, foi dele e do cara da moto também. Que tava na contramão. Que tava na contramão, quer dizer, sucessão de cagadas. Certo, isso mesmo. Né? E aí ele bateu, né?

Eu fui lá pra ajudar lá e... Mano, me perdi agora no assunto. Não, o carro tava na contramão. Certo.

em vez de o cara ajudando a moto que já se levantou. Isso, verdade. O que eu tava batendo. O cara do carro preto bateu no carro vermelho. O cara do carro vermelho tinha um carro atrás dele. Bateu também no carro que tava atrás. E os caras não queriam saber. Os caras queriam bater nele, mano. Falei, não, mas não foi o carro. Eu falei, mano, não foi o carro. O culpado foi o cara da moto. Foi o cara da moto. Não bate no carro. Não bate no carro.

Por que bater no carro, né? É, mano. É um país que não é obrigatório o seguro. E sabe que talvez a pessoa não vai pagar.

Geralmente, quando acontece isso lá na gringa, você fala, tipo, vai pra seguradora, seguradora resolve lá e acabou. Aqui o cara acha que o cara não vai pagar, não vai ter dinheiro pra pagar, e eu acho que o cara, no nervosismo, acha que a porrada é a solução, né? É, tomei um puta prejuízo, mas vou socar esse lazarinho. Pra perguntar se ter valido alguma coisa. Uma porra, velho. E ali ficou um cara preso nas ferragens, mano. É, eu vi ali.

É, o de vermelho. E aquele cara aqui era pai do cara que tava nas ferragens ali. Caramba, velho. E aí o cara ficou fudido, mano.

Natal. E outra. Eles são lá de São José, mano. Ali era do Capão Redondo. Eles são de São José do Rio Preto. E eles estavam voltando pra casa. E coitado, o cara vermelho não tinha nada. Mas ele tá bem? Ele ficou bem? Você sabe? Ficou bem. O cara do carro vermelho tava parado na faixa dele. E acabou com o carro também, né? Destruiu, mano. E o cara tinha seguro, pelo menos, ou não? Isso eu não sei falar, mano. Ah, não devia ter. Aí, ó. Sub William Bondati. Olha o casamento. Você falou assim, alô, William.

um carro novo. Porra, quebrou o carro aqui, rapaz. Você vê. Pode dar um fit aí. Alô, William da bondade. William da bondade. Dá uma sequência de bondade. Tô lá, ajudei, passo a casa, bora pro William. Precisamos de uma dentadura. Sabe o que eu mais gosto? Eu gosto quando eu vou no restaurante, cara. Chego no restaurante. Sabe quando você sente que as pessoas estão te olhando? Vocês devem ser o negócio assim sempre. Mas você tem sossego, irmão? Então. Você consegue ir no restaurante sem alguém não te pedir nada? Então.

É difícil. Geralmente, se as pessoas descobrem que eu tô num restaurante, começa a aglomerar gente esperando pra pedir ajuda. Eu tive que me mudar de endereço, cara. Caralho, irmão. Descobriram onde eu morava, lá em Curitiba. E aí eu tive que me mudar e ir pra esse outro lugar que eu me mudei. Olha a loucura. Um dos seguranças do edifício tava de folga. Não. Toca a campainha da minha porta lá. Eu falei, ué, ninguém me avisou que tava chegando visita.

Eu achei que era meu irmão. A hora que eu abri, era um dos seguranças que tava de folga. Bêbado. Nossa.

que você não consegue me dar um dinheiro aí e tal, não sei o que. A turma acha que é assim também. Acha que é assim, falei, cara, eu não sou... Itaú. É, não sou uma ungue aqui que você pode bater aqui e pegar um valor assim. Um troco, é, diferente. Isso assustou minha esposa, porque a gente, o cara toda hora ficava coçando as costas dele, eu falei, esse cara vai puxar uma arma, vai querer assaltar. Puta merda, irmão. Então, assim, é muito difícil essa situação, mas tem coisas boas que acontecem, que é, por exemplo, você tá num restaurante e aí você vai, ô garçom, fecha pra mim lá, ele, cara, já deixaram paga a tua conta. Que legal.

Isso é muito bacana. Que legal. As pessoas querem ajudar também, né? Isso acontece mesmo. Sim, então. Imagina. Porque você ajuda muita gente. Umas querem socar a outra e umas querem ajudar. É, mas o Valentim, por exemplo, você dá um pix lá, porque você fala, olha... Eu vou pegar um galão de gasolina pra você. Não, esse perfil aqui, não, o perfil dele. Minha onda agora é fazer o bem. Sim. E se você quiser colaborar, a galera vai da internet pra ele poder continuar fazendo a parada dele. Porque hoje já não trabalho mais.

Só a galera que tá... Pô, te deram uma moto. Mas o que? Você foi vaquinha? Onde a galera pode te ajudar, irmão? No Instagram dele. Tá no Instagram o Pix. E aí os caras falaram, vamos te dar uma moto nova. Essa ideia surgiu de um seguidor. Você precisa de uma moto nova. Foi por causa do primeiro vídeo que eu te falei lá. Que eu não consegui completar a subida. Empurrando.

marginal mesmo ali no Panambi. A moto não tinha força. Não tinha força. E aí eu não conseguia. O pessoal, mano, você precisa de uma moto não, uma moto mais forte. Falei, ah, vamos fazer uma vaquinha. Aí fizemos uma vaquinha, mas demorou mó tempo também. Foi bem no começo. Agora é bom. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não. Não tinha nem 100 mil seguidores, acho que não tinha.

Ah, agora não. E aí foi incorporando, fui fazendo vídeo, fui fazendo vídeo, gravando vídeo, gravando vídeo. Aí agora no final teve até um, eu não posso falar o nome, teve no finalzinho um seguidor

me deu 12 mil reais. Quanto que precisa? Que legal, cara. Vou pagar a moto agora. Vou te ajudar. O cara foi lá e completou a moto. E você andando com essa câmera pendurada e tal, já aconteceu de você ser assaltado, irmão? Não, graças a Deus não. Que bom. Mas esse local não é perigoso pra você deixar a câmera, não? Mano, ela não fica assim, ela fica assim. Ela fica pra baixo. Eu gravo com ela assim. Então você tem o... A visão normal. Não dá pra pôr ela aqui em cima? Eu acho que não fica legal porque ela assim...

o rosto, né? Ela me viu o rosto, a expressão de tudo que tá acontecendo. É como é 360, ela pega a porra toda. É. Entende? Que legal, cara. É, eu acho que sei lá, dá-lhe uma porrada, não sei. Ou botar na moto, né? Não sei. Não, de dentro da viseira, né? Não sei se tem perigo. Não, assim, mano, eu achei um local legal, acho que é um local bacana aí. Não, meu medo é uma câmera pra dentro da tua cara, né? Não, não vai não, mano. É?

Vai não, eu vou devagar, eu vou devagar. Não, não, eu sei, mas... Acidentes acontecem, né?

felizmente. Deixa eu posso, não tô aqui, pelo amor de Deus, gente, não tô aqui torcendo contra, eu tô tentando ajudá-lo, tá? Prevenir é melhor do que... Aqui, ó, esse é o problema aqui, ó. Tá, mas ele não anda assim. Mas numa porrada, né, bola? Não, mas vai bater, ela vai entrar no queixo só. Não vai pegar no... Só no queixo. Só. Só tranquilo. Noel Rosa? Vai ficar boquita, é. Vai dar um Noel Rosa? É. Não sei, eu achei... Não, acho que ela vai fazer isso aqui, né? É. Deus, Deus ouça que não, eu pensei de botar ela aqui, ó.

Aí ela vai pra trás, né? Mas ele não pega a cara dele. Ele não pega o rosto. O Brotas... Não, mas aqui ela não pega? Não. O Flávio Brotas, ele tá colocando no guidão. Ele tá colocando no guidão. Ele tá colocando no guidão. Ele tá colocando no guidão. Só que aí você perde aquela dinâmica, né? De sair. A ação. Essa é uma câmera de ação, não uma câmera pra ficar parada, fixa. É verdade. É uma câmera de ação. Você desce, você vai no carro, vê se a pessoa tá bem.

É, você vê como é que fica a dinâmica do vídeo? É. É isso aí, irmão. Boa. Que legal, cara. Que legal. Esse capacete aqui, mano, eu gosto dele pra caramba.

Umas empresas aí já mandaram o capacete pra mim. Já me deram o capacete. Mas você não gosta? Eu não gosto. Gosto desse aqui, mano. Quanto tempo você tem esse capacete? Não, eu comprei ele novo. O modelo dele. Ah, o modelo. Ah, você não quer trocar o modelo. É, porque ele é meio motoboy, assim. É, o style. É, o style. É, o motoboy style, né? Samarino. Samarino. Eu gosto daquele capacete. Como é que você dá o nome, Bola? Sem aberta.

É, eu gosto do negócio desse. Escamoteável. Eu trabalhava com um desse. É esse. É o escamoteável. Eu tenho dois desse.

E aí eu já fiz até a furação também, mas só que eu não gostei. Da Nola. O meu é da Nola. Meu capacete é bonito. Da Nola. Conhece a Nola? Nola. O meu é show aí, japonês. O Bola é pica. O meu é italiano. O dele é japonês. O Bola é pica. O meu é italiano. O dele é japonês. O italiano também, né? Os caras sabem. É Nola, o meu. Aí abre aqui, ó. O meu parece muito de polícia, o meu capacete. Os chips? Não, de polícia. Eles usam o semiabeta. Não, policial aqui de São Paulo. Eles usam o camucho. Caraca.

o modelo, né? É bem da Rocan, assim. Ele é bem parecido com da Rocan, o meu capacete. Mas você anda com jaqueta? Eu vejo você sem, às vezes, né? Não, não tenho. Me deram a jaqueta, né? Mas tem que andar em segurança. Me deram luva também, o pessoal me deu luva também, mas eu não uso, mano. Você também tá um vagabundo, irmão. Muito quente, mano. Mas tem jaqueta de verão, cara. Tem, né? Jaqueta erada. Eu tenho uma erada aqui. Eu tenho duas jaquetas de verão.

O estômago não machuca nada, praticamente. Depende, claro, do que vai acontecer. Você tá protegendo as costas, pescoço, cotovelo. Começar a andar assim, mas eu não ando com nada assim. Deveria. Qualquer tombinho, você se rala todo, irmão. Qualquer tombinho besta. Você tem que ajudar muita gente ainda, cara. Mão, ralar os dedos, é uma bosta. Por exemplo, aliança, anel, não pode usar. Isso não pode usar também, né? Mas é bom você usar luva em um casaquinho. É complicado. É importante.

eu não uso, mano. Ganhei do pessoal da Tuto. Pô, Tuto tá Tuto, pô. Minha jaqueta é Tuto. A minha agora não é mais Tuto, é aquela outra marca lá, como é que é? Magna, Magna, não sei. A holandesa. É, Magna. Máquina, é Máquina, a minha é Máquina. Mas eu tenho Tuto também. A minha jaqueta é Tuto. O pessoal me deu, me deu capacete, me deu a jaqueta, me deu a luva. Usa, bicho, usa. Cara, a luva é muito importante, não mais que aquela proteção aqui, ó.

É para a mesa de segurança. Tem, você não precisa usar bota, mas tem uns tênis especial para você andar de moto. Você cai, você não torce o pé. Tem uns tênis especial para você andar de moto. Isso é preciso saber. Isso é bom para cacete. Eu uso o tênis. A primeira coisa que você faz é meter o pezão no chão. O tênis já sai voando. É mesmo? Lógico. O tênis não tem a firme. Não aguenta, né? Não aguenta. É uma bota, tem que ser uma bota. É uma botinha tênis. Para moto?

pra moto. Eu nunca ouvi falar. Eu tenho uma da Dainese. O Mamãozinho vende lá? Vende. Eu dei uma pro Zaque. Ah, é? Mas você usa o Zaque? Só pra viajar às vezes. Mas é a melhor coisa. Mas a Nacazinha tem. Tem, tem. Mamãozinho tu vende, pô. Eu não sabia disso. A minha eu peguei no Mamão. Eu não sabia. Inclusive. Nem sabia disso, que tinha sapato específico. Tem, tem. Pra moto. Pra moto eu também não sabia. Tem a proteção em cima se for moto de marcha. Tornozele. Tornozele, exatamente.

O anjo, você acha que a galera tem se apegado a você assim? A gente tá trazendo você aqui porque eu comecei a ver teus vídeos na internet e comecei a perceber como as pessoas te reconhecem pelo carro, cara. É meio impressionante assim, cara. A popularidade, porra, é impressionante, cara. E é engraçado que é um capacete preto, ele não é um capacete que tem tua foto, que tem... Acho que por causa das características que eu tenho, né, mano? O carisma,

que eu tenho com a galera, o pessoal fixa muito essa imagem, né? Então, pelo capacete o pessoal conhece, até pela bota, mano. Passa na rua o pessoal vê, na bota nova agora, né? Que legal, cara. O pessoal guardou essa imagem. E a galera sente quando é um negócio forçado, né? Sente, mano. E vou aproveitar aqui e falar, porque eu cheguei dos Estados Unidos, a hora que eu desci, recebido a mensagem, falando assim, pô, vou mandar o vídeo pros caras lá do programa, e aí você falou, pô, bora comigo no programa. Que legal. Isso é uma...

uma humildade gigantesca, sabe? Que legal. Alguém pode falar, não, não vou colocar lá. É legal vocês estarem juntos, porque vocês fazem, entre aspas, a mesma coisa, de jeitos diferentes. É, é. Verdade, mano. Entendeu? De jeitos diferentes. Que legal, mano. Comigo mesmo, não tem essa parada de egoísmo, né, mano? Tem espaço pra todo mundo. Tem. Tem razão. Você é gigante, cara. Você tem toda a razão, irmão. É isso mesmo. Você entra, por exemplo, você tá tocando na noite ainda ou não?

Toco, toco. Eu tô até rouco, tô até rouco. Quais são os dias que você toca? Mano, ó, tipo assim, eu não vendo mais o meu show, que nem eu falei, eu não vendo mais o meu show.

Me procurou, eu vou lá... Você participa? Não, tipo, me procurou, eu vou lá e vendo o meu show. Mas eu saí, eu saía pra oferecer os meus shows. E aí eu breco aí pra um ou dois shows por final de semana, senão não tem tempo. Não aguenta? Não aguenta. Pra você ver, eu fiz um show agora. Domingo, cheguei duas horas da manhã em casa. Pelo amor de Deus. E tinha que estar às sete lá na Globo. Pra fazer um encontro. Sei. Como é que aguenta?

Aí eu cheguei lá rouco. E toma um gorona? Não, não bebo, não bebo, não fumo, não uso, não faço nada. E...

E aí a Patrícia falou, ó, você vai ter que cantar. Canta um pedacinho de sua música. Eu falei, como que eu vou cantar, mano? Zoado. Com a voz zoada. E não dá pra recusar ainda. Você tem uma banda? Como é que é, irmão? Não, eu tenho uma rapaziada que toca pra mim, né, mano? Tá. Você tem um time que toca contigo. É, tem. E qual é o nome da banda? Não, é Valentim. Tiago Valentim é o nome do... Você é o cantor solo. Você tem no Spotify também ou não?

Tenho, tenho música gravada, tenho tudo. É, a rapaziada te ajuda. Me ajuda. Tiago Valentim. É, eu pago eles, né? Tá.

São freelancers. São os músicos. São quantos músicos você pode fazer um sonzinho aí? Agora no time básico a gente vai em cinco músicos, mano. Dependendo do local, dependendo do que o cliente... Feijoadinha de tarde, vai ter um pagode, chama o Thiago Valentim. Pode chamar o Thiago Valentim. Agora tá mais caro o cachê agora, né? Agora tá mais caro. Não, a galera já falou, não, você não vai aumentar o cachê, você não vai aumentar o cachê.

Que estilo de pagode você faz, velho? Romântico. Tipo anos 90 ou não? É, 90 pra cá. 2000 pra cá.

essas paradas. É, belo. Eu sei. Belo, estourado. Eu sou uma massa negra. Recomeçar. Eu tô aprendendo que minha namorada é pagodeira, cara. Vai no pagode meu qualquer dia. A Galega é pagodeira? Parabéns. Qualquer dia me contrata também, pode ir. Mas você sabe que eu gostei desse Turma do Pagode? Turma do Pagode é bom. Porra, legal pra caralho, bola. Os caras tocam bem, velho. Puta banda boa. Puta som. Caralho.

anos 90 lá, ó. O Netinho. O Netinho. O Crigo. E o... Que estão com os três. O terceiro, que estão com os três. Pô, eles são gente boa demais, cara. Eu sei o que ele tá falando, mano. Ele só tava no Arte Popular. Isso, isso. É o Learte. Learte. Não era o Leandro Learte, não. Não, não é o Leandro Learte. É o outro, isso aqui da... É isso aí. É o outro. Pimpolho do... Pimpolho do... Pimpolho do... Pimpolho do... Pimpolho do... Pimpolho do...

Pimpolho do... Pimpolho do... Pimpolho do... Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimpolho do Pimp

demais, cara. E a gente tinha um cagaço do Netinho, que o Netinho picava a mão em nós, né? O Netinho é bravo, cara. O Netinho explicou aqui, foi muito legal. Esse pagode romântico, acaba o show. A merda é essa. Acabou o show que hora que acaba? Uma hora da manhã? Duas? Imagina ter que ajudar alguém depois. São duas entradas de uma hora. E outra, mano. Eu faço tudo. Você liga o som? Eu ligo o som, levo meus equipamentos e eu não tenho carro, mano. E aí? Não, peraí. Você vai de

Não, eu pago um cara pra levar meus equipamentos. Entendi. Teve shows, não é dano de coitado, mas teve shows, eu tenho até gravado aí. Teve shows, muitos shows, mano, que eu já fiz, que eu levei meus equipamentos na carroça de papelão, mano. É mesmo, irmão? Vários, mano. Cargando a pé? Caraca, irmão, que loucura, velho. Quem tá com a disposição de vencer isso aí? Tem, é isso aí. Tem toda razão. Você quer vencer, é isso aí. Eu já fiz vários shows assim. Aí não tem tempo ruim, velho.

Não tem, mano. É isso aí. Eu pensei que eu fosse crescer na internet pela música, mano. E aí teve essa volta aí. Que engraçado, né, cara? Como a vida dá volta, né, irmão? Até hoje eu não tenho carro, mano. Então, às vezes, não. Todos os meus shows eu pago um brother pra levar meus equipamentos. Entendi. Pra fazer o show, mano. Vaquinha pro carro, irmão. Vamos fazer, vamos fazer. Pô, William. De verdade. Caralho. Não, é rapidinho.

Vamos pegar uma fiorina, pô. Eu tinha feito essa vaquinha lá atrás, mas eu não era bem conhecido.

né, mano? E... E aí... Aí veio essa ideia de começar a ajudar as pessoas, aí eu esqueci da vaquinha do carro e fui pra vaquinha da moto, mano. É. E aí eu tô nessa. Porque a moto você tá usando mais, né? Entendeu? Exatamente. Mas vai arrumar uma carroça pra você. Fui nessa linha, mano. O William vai arrumar uma fiorina pra você. Alô, Volkswagen. Alô, meu ID. Olha lá. Robust. É. Olha lá. É sério, até hoje, mano. A galera que me conhece sabe disso aí.

Eu não tenho carro até hoje, mano. Minha mãe... Não, pegar uma picapinha, uma piruinha pra você.

pra você levar os equipamentos, é legal, cara. Eu tenho todos os equipamentos, todos, mano. Então, pô. A vida me deu essa volta aí, né, mano? Graças a Deus, agora tá melhorando as coisas. É incrível, né, cara, quando acontecem as coisas. Mas a história de vocês dois é muito louca. É legal, né, cara? Mas a de vocês também é, né? A gente começou do nada. Desde que eu sou pequeno, eu lembro de vocês. A gente que entrou na TV, achou que ia ficar seis meses. O cara vai falar assim, pô, tô velho, né, mas desde que eu me lembro de...

Cada um com seus corres, né? A gente tava no corre também, violento. O meu irmão tinha uma rádio online. E aí, ele fez uma promoção lá na região de Curitiba, que quem ligasse pra Jovem Pula e falasse o nome da rádio, ganhava um presente. Nem lembro o que era. E aí ligou, você que atendeu. E aí você falou, ah, deve ser uma porcaria numa rádio, deve dar uma bombita de presente. Coitado, velho. Foi incrível, cara. Pra nós foi a melhor coisa.

legal, cara. Isso é incrível, cara. A gente já comeu... Rádio online era legal, né? Era legal. Não durou muito, né? Não durou ainda. Tem muito ainda. Tem ainda, não sei. Isso aqui não é um rádio online? É, mas não toca música. Cabe reflexão, mas rádio precisa exatamente tocar música. A rádio geralmente toca música. A gente faz um programa de AM aqui. De AM. O famoso antigo AM, ou não? Não é, Valentim? Só bate papo, é. Valentim, e aí?

Quando tem feriadão, você mete na estrada também ou não? Mano, eu não tenho um dia, mano. Até no meu aniversário eu saio pra roupa

ajudar, mano. É mesmo? Você ficou meio viciado nisso, Valentim? É, fica viciado. Você pega essa mania e você não para, mano. Mas não tem nenhum dia que você fica de boça. Hoje eu vou ficar sossegado. Até hoje não teve, mano. Caralho, Valentim. Você não consegue. Que louco, irmão. Porque eu tenho essa constância de postar os vídeos. Entendi. De estar ali ajudando e postando os vídeos. Eu tenho essa constância comigo. Eu não paro, mano.

De verdade mesmo. Mas, por exemplo, você tá em casa de boa. Aí você fala assim, cara, eu preciso ajudar alguém. É meio... É assim, mano. Você monta na moto e vai

embora. Só agora, depois desse vídeo do assalto, que até hoje eu não consegui mais ajudar ninguém, porque eu tô, mano, foi uma explosão. Eu não tô conseguindo dar conta, não tenho assessor, não tenho nada, tudo só eu sozinho. Então, assim, muita coisa chegando. Mas a gente te chamou antes do assalto, hein? Foi, foi. A gente já tinha combinado antes. Mas só que aí veio essa... Eu imagino. Puta, você tava ali na hora certa, no lugar certo.

Estourou, mano. Foi rádio, foi... Depois de amanhã eu vou estar lá na rádio da Jovem Pan.

em Campinas, mano. Ah, em Campinas? Ah, certo. Que legal, cara. E aí, vê o rádio, vê o podcast, vê o emissora, tudo pra chamar, mano. Tá bombando. Domingo agora também, eu vou estar no domingo espetacular, mano. E você faz um trabalho muito legal, cara. O pessoal me chamou, a gente vai gravar, vou gravar junto lá. E vamos lá. Você faz um trabalho muito bacana. Tá bom deixar as coisas, né, mano? E tomara que apareça muita empresa pra ajudar, porque tem muita empresa que pensa assim, ah, não quero, no meu caso, por exemplo, não quero explorar. Me associar. É, parece que eu tô explorando,

a pobreza, parece que eu tô explorando alguma coisa. Pô, mudou muito já esse pensamento. As pessoas querem ver aquela empresa que tá ali na causa. Mas se ajudar os outros a explorar, pô. Você entendeu? Eu já recebi isso de uma empresa dizendo, a gente identifica como a gente explorando a... Flagelo humano, a tristeza. Cara, teu pensamento tá errado, mas eu aceito. E hoje em dia, muitas empresas estão vindo já pra esse lado de pensar em fazer o bem junto, não somente engalhar valores, né?

Fazer o bem é sinistro, né? Quando você faz o bem assim, quando você faz o bem com o coração, né? Por exemplo, a gente tem uma entidade aqui que a gente sempre, de certa forma, inclusive agradecer mesmo a galera que fortaleceu em fazer o Natal da Casa da Criança, que é uma casa que pega só crianças em situações extremas, tipo pai preso, mãe drogada, bebê, criança pequena, eles levam pra esse lugar e cuidam dessas crianças. Acho que são 80 crianças, né? Essa casa lá em Santo Amaro. E eles precisam fazer o Natal.

arrecadar com a galera do Tica aqui. Tinha arrecadou, tipo, 14 ou 13 mil reais por aí. Foi. Pra fazer o Natal e Ano Novo, a ceia da molecada aí. Valeu aí, a galera. Muito legal, cara. A galera aí. Rapaziada aqui é boa demais. Chegou junto, recebeu feedback. Ajuda pra cacete. Tiveram uma puta ceia pra molecada, tiveram brinquedo. Então, assim, é isso, né, velho? Um pouquinho de cada um a gente consegue avançar bastante, né? Reerguer alguém, né? Às vezes muita gente cai. Ele é só um

rãozinho, às vezes você consegue fazer o cara voltar pra vida. Teve um que a gente tirou, cara, o cara na rua mesmo, morador de rua. E foi o único que a gente conseguiu tirar 100% da rua, cara. Porque a maioria sai em dois, três meses, cai de novo. É mesmo. É, um, um. Porra. Posso contar lá no dedo só, cara. Um que a gente conseguiu tirar, Celso. O cara tava lá e eu quando faço aniversário, festa, eu convido ele, sempre vai. Que legal, cara. O cara, pra ele se sentir, né? Sim. Se sentir lembrado. Acolhido, né? Acolhido.

É isso. Mas é um trabalho massa, cara, que a gente faz. Eu acho que não só... Não, o trabalho dos dois é muito legal. Mas, por exemplo, no Natal, tipo agora, vai ter Páscoa e tal. Você fica mais solidário ou isso indiferente? Não muda em nada. Geralmente, quando tem algum Páscoa, eu vou lá e compro um monte de ovo de Páscoa e saio distribuir para as crianças mais simples e tal. Então, eu sempre faço alguma coisa assim. Uma ação especial. Uma ação especial. Tem mais alguma ação sua para mostrar aí?

Cara, tem várias, tem essa do post. Vamos ver aqui um pouquinho. Mais uma, Zach, põe aí pra nós. Do Williams. William da bondade. William da bondade. Você viu uma que eu fiz aí por último, cara? Eu tava num restaurante e eu vi um menininho. Vocês chegaram a ver esse vídeo? Não, eu vi. Isso é maravilhoso. Aqui tá, ó lá.

E também já aprendi a lidar com isso daí. Ah, eles faziam muito bullying com você? Ah, na escola era bastante. Qual é o seu sonho? Terminar o meu curso que eu estou fazendo de tempo. Estou fazendo na positiva e meu médico está tentando correr atrás da bomba da insulina para mim. Para pagar ela, ela é mais cara, é 14 mil e pouquinho. Meu médico está tentando conseguir no governo, é meio demorado. E essa bomba da insulina vai melhorar o que na tua vida?

Vai melhorar o meu desenvolvimento, vai crescer, assim eu vou aparentar a realidade que eu tenho.

Vai ajudar também com o meu tratamento da diabetes. Eu vou criar uma vaquinha no valor da bomba da insulina. Tenho certeza que os meus seguidores vão ajudar. Eu ajudaria muito. Como você falou que você ganhou 200 reais de gorjeta, eu vou te dar 400 reais de gorjeta. Que legal, cara. Que bonitinho, cara. Nem tudo é impossível. Esse eu vi. Se você se esforçar, você consegue tudo que você quiser na sua vida. Tem mais o vídeo dele.

Pô, eu fiquei com os olhos cheios d'água aqui. Isso é muito legal. Ah, tipo nesse caso, pra eu entender, irmão. Tadinho.

Você foi almoçar e você sentiu do moleque ou você sabia já? Arrepiei, cara. Não sabia. A gente foi numa pizzaria antes. E aí eu cheguei nessa pizzaria e comecei a suar. Comecei a passar mal. Começou a me dar uma ansiedade, assim. E eu acho que o lugar era um pouco claustrofóbico, assim, meio fechado. Não é baixo. É baixo. E eu falei pro garçom, cara, você não tem como ligar o ar-condicionado? Ele ligou e nada adiantou. Aí ainda chegou meu irmão com a esposa dele.

E eu falei, tá bom pra vocês aqui? Daí a esposa dele falou, ah, tá meio quente aqui. Daí eu falei, vamos pra algum outro lugar?

vamos pro Madaloso. Outro lugar. Outro lugar, dava uns 15, 20 minutos dali. Caralho, que coisa, velho. E a gente foi, era pra ser, a gente conseguiu a bomba de insulina dele. Sem saber de nada, que o moleque não trabalhava lá, nada. A hora que ele me serviu, eu falei, cara, o menor aprendiz aqui, né? Mas era quase oito da noite. E aí eu falei assim, mas esse horário, acho que não pode menor aprendiz, né? Daí eu chamei o gerente, falei, aquele menino ali, quantos anos ele tem?

Não, ele tem 18, ele tem uma doença, uma cina, sei lá. Eu falei, ah, então, será que troca uma ideia?

comigo legal. Daí eu já falei, posso gravar um vídeo com você? Ele falou, lógico. E aí a gente desenrolou. E aí essa bomba que ele falou que era uns 14 mil é 28 mil. E eu tinha feito uma vaquinha de 16 mil. Só que foi muito louco. Essa vaquinha chegou em 270 mil. Caraca, irmão. Porque começou a virar uma competição, as pessoas querendo fazer a bondade. Esse menino que eu vou ajudar. O curso ali, o colégio positivo, deu o curso pra ele. Que legal. Ele ganhou a bomba de 28 mil. Com esse dinheiro,

Mãe dele vai dar uma entrada numa casa pra eles. Ele comprou uma motinha elétrica que ele queria. Ele comprou um PS5. Mudou ali completamente a vida do menino, cara. Que demais, cara. Como é que é o nome dele? É Johnny. Porra, Johnny. Ele ainda trabalha nesse restaurante? Sabe me dizer que isso não é mão de Deus, irmão? É mão de Deus, cara. Ele ainda trabalha. Você sair do restaurante e ir pra outro sem saber de nada? Cara, é poderoso.

É mão de Deus, irmão. Porra. A pessoa que fala pra mim que não acredita em Deus, cara. Não, não tem essa. Deus prova a todo momento. Porra. Várias coisas na sua vida. Não tem como você falar que não existe. Pô, esse aí me pegou. É bonito.

Eu tinha visto já. Eu já dei aquela, sabe? Tremidinha. Isso é muito legal, muito emocionante. Um biquinho já, dando um biquinho já de... Tem mais um? Vamos ver mais um aí. Mais um do William Bondade. Pode seguir o William aí, se você tiver com o coração pra dar, né? Esse menino é incrível, cara. Eu olhei ele na esquina vendendo as balinhas dele ali. E aí eu fui abordar ele pra ver o que ele trocava ideia. Aí passou... Isso era uma quarta-feira, semana que eu gravei.

no sábado, eu já tava com a cadeira na mão e fiz esse presente pra ele. Ah, que legal, vamos ver, vamos ver. Manda. Qual é o seu maior sonho? Pra uma cadeira nova, cadeira motorizada. Tenho gratidão a Deus por tudo que acontece na minha vida, todos os momentos bons e até mesmo os momentos de dificuldades.

Porque tudo é um aprendizado, né, cara? Então eu sou eternamente grato a Deus e não tenho nenhum problema com a minha deficiência. Pelo contrário, graças a ela eu tive a oportunidade de conseguir muitas coisas, conhecer muitas pessoas. Então, só alegria. Dois reais ou um presente misterioso? Um presente misterioso, certeza? Ah, você já sabia? Não, eu já explico. Tá.

Aí sim, meu. Que demais, cara. Tem que arrumar uma tomada nas lojas que ele fica pra carrega. Pra dar aquela carrega, amigo. Se você quiser fortalecer vídeos assim, corre lá nos stories e participa. E não esquece que os bons são maioria. Fui! Aí você viu, o cara já sabia da história, né? Não, foi assim. Eu tava andando ali no centro de Curitiba, caçando uma história nesse dia. E aí eu encontrei uma menina, a Daiane. É uma menina que perdeu uma perna.

pro câncer. Ela teve que amputar uma perna e eu consegui uma prótese pra ela, uma das mais tops do mercado, inclusive a empresa aqui de São Paulo. E aí, ela falou assim, William, tem um rapaz na esquina lá vendendo balinho que eu acho que a história dele deve ser legal. E aí eu fui, daí de longe eu olhei assim e tal, falei, ah, vamos trocar uma ideia com ele. Vou lá conversar. E eu não conversei muito com ele, assim, ali pra não, porque eu sabia que ali não ia acontecer o vídeo que eu queria.

Tá. Eu falei assim, ah, você tá aqui sempre, tá aqui todo dia. Ele falou, não, eu tô vindo todo dia e tal, eu vou ficar em Curitiba. Sempre aqui.

É, sempre aqui. O motorista do Uber me traz e me coloca aqui. E aí, aqui eu fico porque minha cadeira não me ajuda. Eu falei assim, o que você quer na tua vida? Ah, não, eu tô juntando dinheiro pra comprar uma cadeira pra mim. Ah, beleza, você vai estar aqui tal dia? Porque eu preciso fazer um negócio agora. Ah, mas você já planejou. Já planejei. Que do caralho. E aí, nisso, chegou a cadeira rapidamente. A gente embrulhou ela de presente.

Aí, no dia você foi. Fui e fiz a entrevista com ele de novo. E aí, entregou a cadeira pra ele. Cara, pra mim.

Que demais, né? Foi sensacional. Que demais, né? E ele é um menino, assim, que ele não reclama das coisas, assim, sabe? Não deu a perceber. Ele só fala coisas boas. Ele queria conhecer o Geraldo Rufino. Você conhece o Geraldo Rufino? Sim, o Rufino, daqui do caminhão, das peças. Isso, isso. O Rufinão, o Rufinão. Teve aqui? Já, o Rufinão é maravilhoso. Gente, boa demais, né? Daí eu mandei mensagem pro Geraldo, falei, Geraldo, quer te conhecer, tal.

Ele foi lá conhecer o Geraldo, o Geraldo gravou um vídeo com ele. Que legal. E hoje ele roda o Brasil.

Ele vai nos lugares, faz palestra. Esse moleque? Aham, só que ele não consegue fazer muito dinheiro com palestra ainda. Então ele vai, vende as balinhas dele e se sobra ali um espaço em algum lugar, ele vai lá dar uma palestra. Ele não tem ninguém pra cuidar dele, cara? Não tem, cara. Ele é sozinho, daquela deficiência. Não é possível. Tem a cadeirinha elétrica agora? Agora tá a cadeirinha motorizada. Porra, não é possível que esse cara...

Sozinho, né? Cara, a gente podia pensar numa vaquinha pra ele de ter um cuidador pra ele, 24 horas,

Sabe uma galera pra cuidar do cara? É, não sei se ele ia... É isso que eu ia falar, precisa ver se o cara quer também. Ele é desenrolado. O cara chega numa independência, então. Mas ele tem lugar de morar, todo direitinho. Ele fica em hotel, cara. Então, esses dias eu falei com ele, ele tava em Brasília. Ah, ele é meio ciganão, então. Vai de busão. Demais, cara. Entra no ônibus, vai pra Brasília. Chega lá, ele desce, faz a venda dele das balinhas ali.

Faz a palestrinha. Vê se surge uma palestra, come e essa é a felicidade dele. Monta no busão e volta. É, é isso. Que louco, cara. É, porque, pelo visto, ele não tem os membros aí.

Nenhum membro. Ele tem uma má formação, né? Bem pequenininho, assim. Mas ele é meio pinguim que era do pânico, né? Ele consegue mexer ali na banquinha. Ele consegue mexer na cadeira dele ali, mas é isso. Ele não tem muita locomoção ali, não. Então... E às vezes, acho que na realidade quando eu ajudo, cara, acho que alguém, eu sou ajudado, né? Porra, puta que pariu. Porque às vezes você tá meio reclamando de alguma coisa da vida. Ah, hoje trânsito, cheio de trânsito, não sei o que.

Demorei. Demorei, o cara me fechou ali, e aí você encontra uma história dessa. Eu sinto, por exemplo, no seu caso, que eu tô tendo a oportunidade de conhecer seu trabalho, do Valentim, eu tenho percebido que ele vai chegando nos lugares, já tem os motoqueiros fazendo exatamente o que ele faz. Meio uma corrente, você tem percebido isso, Valentim? Aumentando essa corrente aí, o pessoal tá ajudando, e ainda quando eu chego, o pessoal fala, ô, eu tava pensando em você. Ô, Valentim, tava pensando em você. Teve um caso, teve um vídeo,

Cheguei pra ajudar, o cara já tava ajudando. Pô, eu pensei em você agora, Valentim. Começou a trocar ideia. Aí, mais à frente, tinha um outro pessoal ajudando uma mulher. O cara do caminhão parou pra ajudar a empurrar, né? E tinha uns motomoy também. Eu cheguei pra ajudar também. O pessoal falou, mano, tava pensando em você agora. Vamos tirar foto. Que legal, cara. O cara parou de andar pra tirar foto. Ah, vem na hora, né, irmão?

Vem na hora, né? Vou fazer o que o Valentim faz, né? Bom, vamos agradecer a nossa querida Philips, né, Bola. Audi, vídeo, Copa do Mundo tá chegando aí. Então, troca essa TV, né, Bola?

que você precisa. Compre uma TV legal pra você ver a Copa. Compre uma caixa legal pra você ouvir tua música. Exato. A Philips tem tudo de ponta, meu amigo. A Philips, eu divido os fones. Não tem pra ninguém. Eu uso o meu fone às vezes pra dormir, bola. Você acredita? É bom. O pequenininho ou o grande? O grandico. Eu uso o pequenininho. Porque a ticaracatica não guarda barulho pra dormir. Então você põe o fone... Aí eu põe o fone quando eu já converso com a TV Philips.

Aquela qualidade. Aquele bluetooth gostoso. E eu jogo. Aí dá aqueles assim, né? Tá ligado? Acorda assim, é.

A corda é meio torta. E a minha corda fala, mas você tá louco? Eu tô assim, ó. Não, mas a Philips é sensacional. Então, na boa, entre no site. É. Procura lá o que você precisa. Você vai achar o produto perfeito pra você. Exatamente. Philips Audio Video. Maravilhoso. Eu, se eu fosse você... Não marcar a bobeira. Conheceria Ambilight. Pô, viu um negócio legal da Philips. Não é Audio Video. Mas é uma fechadura eletrônica da Philips. Já existe, é. A tomar no meio do todo. É, boa. Porra.

É boa, é? Com câmera e o caralho. É mesmo? Eu vi na internet. Vou procurar saber, vou procurar saber. Porra, irmão. Tá certo? Então conheça toda a linha, áudio e vídeo da Philips. Boa. Você vai adorar. Tá bom? É isso aí, obrigado. Valentim, porra, prazer te conhecer. Ó, siga o Valentim. Conta com nós. Siga o Valentim, dê um pix aí pro Valentim, porque o Valentim, a vida do... Tamo junto, tamo junto sempre, cara. Cadê o arroba do Valentim aqui? Mete o arroba do Valentim. O Valentim, ele tá na rua.

A vida do cara, Thiago Valentim. É ajudar os outros. É ajudar. E também o pagode do Thiago Valentim. Você pode contratar também. Pode contratar, mano. Que o cara ajuda todo mundo. Então, se você curtir um pagode, chama o Thiago Valentim pra fazer o seu churrasco. Quer alegrar o seu ambiente. Quer alegrar o seu ambiente, chama o cara. Ele tem uma boa turma do pagode, Thiago Valentim. E o nosso querido William Bondade. Cadê o arroba do William Bondade?

Siga... Eu tô te seguindo. William Bondade. Arroba o William Bondade. Eu fiz essa bondade. Eu tô te seguindo. Vou começar a acompanhar mais o seu conteúdo. E era William Kindness.

Só que as pessoas me chamam de kinder. De kinderness. Aí eu tive que tirar a cabeça de kinder. Essa cabeça de kinder novo. E você mora em Curitiba? Tô me mudando pra cá, mas ainda tô em Curitiba. Então, William Bondade, siga o William Bondade, que ele está sempre aí pra fazer o bem, realizar o sonho das pessoas. É importante que existam pessoas assim e que a gente crie uma corrente mais positiva.

com mais anjos, com mais bondades, porque a vida é isso, né, velho? Ela é uma só. Não tenha dúvida. E às vezes a gente tá bem e a gente não tá parando pra pensar. No próximo. Que às vezes a pessoa tá tão perto de você, com tanta cagada, e é uma coisa simples de você se mover um pouco. Então, parabéns pelo trabalho de vocês. Dos dois, dos dois. Parabéns mesmo, de verdade. E tomara, querido anjo, que apareça mais patrocinadores pra você, ligadas a moto e a marra. Carro. Capacetes, empresas de... Arrumar um carro pra você. Porra, pra você.

crescer cada vez mais, tá bom? Lembra dos anjos do asfalto? Era a pica, né? Lembra disso aí? Já teve um anjos do asfalto? Eu não sei se chama isso ainda. Mas era top, lembra? É isso aí. Vamos nessa? Bora, irmão. Então até mais, galera. Valeu. Muito obrigado. Beijo. Valeu.

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