EP 732 - ROQUE MALIAS E JOEY PONZI
Roque Malias é músico e criador de conteúdo que ganhou destaque nas redes com entrevistas descontraídas gravadas em bares. Após iniciar na internet há cerca de um ano, seus vídeos viralizaram rapidamente e conquistaram grande público, especialmente em colaborações com Joey Ponzi.Joey Ponzi é criador de conteúdo com mais de 15 anos de experiência na internet. Já trabalhou com canais como Porta dos Fundos, Broxada Sinistra e Galo Frito. Hoje ele produz lives, conteúdos para redes e da prejuízo dos bares do Rio de Janeiro.
- Criação de Conteúdo em BaresFormato de entrevista em botecos · Viralização em redes sociais · BBB (Big Boteco Brasil) · Patrocínio de conteúdo · Dinâmica de gravação descontraída
- Bares Botequins RioBar do Fernando (Bom da Barão) · Frequência em botecos · Cultura de bar no Rio de Janeiro · Ambiente descontraído para gravação · Relacionamento com donos de bar
- Carnaval e Escolas de SambaDesfile de escola de samba · Divisões das escolas · Carnavalesco Milton Cunha · Sapucaí versus Intendente Magalhães · História do Sambódromo · Passista no carnaval
- Dinâmica de Dupla em ConteúdoPrimeira colaboração em bar · Construção de amizade · Equilíbrio entre relacionamentos · Impacto na criação de conteúdo · Parceria profissional
- Trajetoria MusicalMúsico de rock · Guitarra e vocais · Decline do mercado de rock · Transição para conteúdo digital · Edição de vídeo · Trabalho em canais de humor
- Rio de Janeiro: Geografia e IdentidadeTijuca como região central · Grande Tijuca · Diferença entre carioca e tijucano · São Gonçalo versus Niterói · Significado de bairros do Rio · Identidade regional
- RelacionamentosNamorado recente · Filho não assumido · Relacionamento anterior de dois anos · Situação de amante · Família da namorada
- Mentalidade EmpreendedoraExpansão de bares R21 · Nove unidades no Rio · Novo bar em planejamento · Modelo de negócio de boteco · Parcerias comerciais
- Dinâmica de BBB em BotecoCompetições entre frequentadores · Prêmio de beber de graça · Participação de idosos · Dificuldade de gravar · Encerramento do programa
- Relacionamentos FamiliaresFilho que não quer morar com pai · Avó como cuidadora · Diferença entre pai e avó · Castigo versus convite · Relacionamento distante
- Saúde, Academia e CorpoTreino de perna · Leg press · Envelhecimento · Emagrecimento com Ozempic · Perda de público após emagrecer · Responsabilidade cardíaca
- Histórias de Infidelidade e Encontros em BarEncontro no camarim do Circo Voador · Situação de amante em bar · Dinâmica de relacionamento triangular · Reação de pessoas presentes
- Catolicismo e FeSão Jorge como padroeiro · Alvorada de São Jorge · Feriado religioso · Importância da fé · Imagem de santo em carro
- Hábitos e Comportamentos em BarLiberdade de beber até madrugada · Dinâmica de paquera no karaokê · Sandy e Junior como estratégia · Pagamento de cerveja por mulher · Dinâmica de flerte
- Diferença Entre São Paulo e Rio de JaneiroCultura de botecos · Relacionamento com bar · Liberdade e foda-se · Energia dos lugares · Experiência de vida
Salve, salve. Fala, rapaz. Grande Marcos Queza. Maravilha. Mais um episódio maravilhoso. Maravilhoso. Estamos aqui com toda a força e toda a glória, meu querido Marcos Queza. Toda a força, não sei mais. E toda a glória. Sempre força, claro. Como não? Como tá faltando o quê? Tá treinando, né? Voltou a treinar, tá doendo o músculo.
Porra, ontem eu treinei perna, mas eu dei meus migué. Deu migué? Não é migué. É que assim, eu tô com algumas máquinas de perna que eu tenho meio repulsa. Eu tenho uma que eu tenho repulsa, uma de agachamento. Também é ruim. É ruim. Uma que inclinada? Puta, é essa? A cama que você... Puta, essa aí eu fujo. Tá no papel, eu dou um... Eu já avisei o pessoal, essa eu não faço. Não, eu invento outra. Eu faço a outra, tal, mas essa... E agachamento com o passe intercalado e o peso na mão também. Essa eu faço.
Como é que é o nome dessa? Eu não lembro. Essa é braba também. Também é braba. Puta, dói tudo. É braba, é braba, é braba. Dói até a alma mesmo. Eu gosto aquela de empurrar também, meu Deus do céu. Eu faço, eu faço de boa. Não, mas 200 quilos, como é que é o nome? Deitado? É, eu sei. Leg press. Leg press, eu tô fugindo faz tempo do leg press. Eu faço, eu faço. Agora eu gosto da mesa flexora, eu gosto. É também. Extensora. Eu faço de boa. É, essas eu gosto. Mas é dureza. É ruim, é ruim, é ruim.
Caralho. Puta menina. Mas enfim, Marcos Chiesa se cuida. Temos que fazer. Você cuidando da saúde é a garantia de que estaremos bem aqui sempre. Precisamos de você saudável, gordo. Você também, pô, tá louco. Claro, eu também. Lógico. Fiz 50, né, velho? A gente acha que essa idade... Eu vou fazer 60, cara. Vou fazer 59. A gente acha que a idade não chega, mas ela chega. Chega bonita. Mas o importante é estarmos bem. Aí nego vem, é legal ficar velho.
Ah, puta bosta. Não, não é uma puta bosta. É uma puta bosta. É uma puta bosta. Por que bola?
dói tudo. Você fica tudo fodido, vem as doenças, vem os caralho. Onde que é legal você ter 20 anos, caralho. É. Legal você ter 25 anos. Ah, mas aí é um imbecil, né? Ah, tudo bem, mano. Meio imbecil. O imbecil consegue correr. 20 anos. Pô. Pegar a gonorreia também, né? Também. Pegar a gonorreia? Também. Com 25 anos, quem não teve uma pururuquinha no pau, não... É, né? Não teve um sucrilinho. Não viveu, né? E cria de corpos, né? Porque depois, meu irmão, depois dos 20, não pega mais doença.
25 anos é pra isso, pô. Eu já dei uma dica boa. Começamos bem já. Mas é isso, rapaziada. Eu queria falar pra vocês, cuidado com o agachamento, que é um dos maiores causas de hemorroida no Brasil hoje. É verdade. Mas hemorroida é quem fica no vaso, vendo o celular e jogando Candy Crush. Ele não joga Candy Crush, joga Angry Birds. Angry Birds cagando. Não é possível que tu acredite nessa história de
Instagram que ficar lendo no vaso é mais fácil teu teu cu cagar pra fora do que tu levantar 200 quilos, pô. Não, mas isso não dá hemorroida, não. Dá. É que, assim, se você fizer um bom exercício abdominal, você não vai ter hemorroida. Caralho, as pregas do cu é no bíblio, seguram o bíblio. Pode ver que quando você tenta contrair o umbigo, o cu mexe junto, ó. Tuxi também. O dele não mexe mais nada, não. Você viu? Tem uma ligação. São dois furos. O cu conversa.
Então quem tem tuberculose não tem uma roda. Não tem, porque o cu trava quando você tosse. É, ué. O cu não trava quando você tosse. Quando você for tossir, percebe. Graças a Deus a gente tá com um ginecologista aqui hoje. E esse é o famoso cordão cubilical, tá ligado? Que liga o umbigo ao corpo. É outra coisa. Tem uma ligação umbilical ao corpo. Óbvio. Será que tem uma cordinha? Tem uma ligação. Portanto que o umbigo sustenta o cu.
Tu acha que o quê? Que as mulheres botam aquele esparadrapo no umbigo por quê? Porque elas vão dar o cu, mas não vão dar o umbigo. É diferente.
São duas coisas. Então a galera que tem umbigo pra fora porque soltou o cu. Que isso? Hoje em dia tá falando até a suvanheta. É, suvanheta? Que isso, suvanheta é um clássico. O que é suvanheta? É, no suvaco aqui. É, tu bota aqui no jogo. Ele sabe bem. O nome já diz tudo. Peraí, como assim? Você faz a punheta na suvaca. Mas como punheta na suvaca? Deixa eu mostrar, peraí. Ah, não. Ah, ele que falou. Que isso?
É um sucesso. Se pra elas a pista tá salgada, pra gente tá doce, pô. O que tu pedia, a mulher tem que topar hoje em dia. Isso que eu tenho pedindo pros caras se inscrever no canal ainda. Ó como é que tá o papo, irmão. O papo já tá evoluído. Puta, esses dois são dois figuras. É isso aí. Olha só. É... Suvanheta, eu não convido. Ó, tô com vontade. Tô com vontade. Eu também não convido. Não, não faz sentido. Um especialista na trivete não fez o movimento.
Glorante? Ou põe um KY? Não, se botar tem que ser aquele roll-on, né? Não pode ser spray. O roll-onzinho, tá, entendi. Spray vai ficar tudo branco, vai te arder. Vai secar. Tem um dovezinho, né? Pra hidratar. E se passar o... Porra, aquele deve ficar bom, então. Aquele cânfora. Como é que é o nome? Minâncora. Minâncora. Minâncora, porra. Aí vai ficar com cheiro de velho. Aí é só 70 pra cima. Meu amor, dá pra trabalhar. Minâncora.
da época do conto rei, meu amigo. E já pensou se a mulher quiser te sacanear passar gelol? Nossa, velho. Eu sou da época do conto rei limão. Ninguém lembra disso. Desodorante? Lembra? Lógico que eu lembro. O limão. Eu lembro do conto rei. Porra, aquilo? Desodorante, sabor limão. Sabor? Limão. Sabor limão. Conto rei limão, não é que era desodorante, hoje é tudo moderno. Antigamente, ele molhava. É álcool puro. É uma caipirinha no sovaco. Isso. Já sai de casa pronto, tá ligado? Se tiver embalagem aí,
Aqueles de apertar, não tinha spray em nada. Era molhando. Sabe que você aperta o plástico? Era molhando. O subaco lavava até o pé. Cachimia, boquete. Eu lembro da época que o... Esse é o clássico. Eu lembro da época que o Didi fazia propaganda disso. Esse de apertar, eu molhava até o pé. Mas era álcool pulho. Esse aqui é um clássico. Um contorreio de mão. Isso aqui é porra. Né, bola? Esse eu tô te falando. Esses vidrinhos assim. Esse é spray ou não? Não é spray ou não? Aqueles de apertar.
Sim, esse aqui, ó. Tipo a bisnaguinha. Tipo as bisnaguinhas de carnaval, né? É. Porra. É esse aí, pô. Se você desse três chuchadas, lavava o corpo, meu. É esse aí. Esse tinha cheiro de... Não vou falar. Eu ia falar o mesmo. Olha ele, olha ele. Isso aí, pô. Isso aí é clássico. Você passava, você cheirava, você não precisava. Você pacol de pescoço, né, mano? O bagulho é tipo diferente. Você não precisava passar perfume nunca mais na vida.
Esse aí, você só molhava. Nossa, mas era uma bisnaguinha. Eu lembro da bisnaguinha. Eu lembro da bisnaguinha também. A bisnaguinha, bisnaguinha. Esse tá chique.
Esse ainda é chique. Esse ainda dava pra dar de presente de aniversário pra tia. Dava, dava. Isso é garrafa de uísque. Eu já bebi isso aí. Que vagabundo bebeu, né? Brincadeira. Isso aí eu já bebi. Colônia vende até hoje? Não vende. Não deve vender. O de hoje é o moderno. É, pô. Assim eu não quero. Mas não tem limão, tá vendo? Olha os nomes. Primeiro amor, suave lembrança, amor da minha vida e minhas memórias. Qual que você usaria? Ah, com certeza.
Eu indico pra quem tem cebola debaixo do braço, uma plantação de cebola. É quem morreu, morreu um pardal. É, porque tem gente que tem cheiro de cebola, né, velho? No ônibus, então, ali, cansei na ponte de Niterói, aquele perfume do luar, né? Amanhecer com o suvar. Eu tenho uma pergunta, você é de Niterói ou você é de São Gonçalo? Eu sou nascido em Niterói, mas criado em São Gonçalo, então eu me considero gonsalense, não me considero gonsalense.
Tu acha que numa disputa do maior gonsalense de todos os tempos, quem ganha é você, Vini Júnior? Vini Júnior. Ou Cláudia Leite?
Cláudia Leite só nasceu também. Tu acha que a Cláudia Leite é vergonha de São Gonçalo? Não. Ela é uma querida. Mas ela renega São Gonçalo. Ela é muito gente boa. O que ela renega é que a mãe dela tava passando por lá, ela nasceu e depois foi pra Bahia. Isso é renegar. Não, não é renegar. Que nem eu renego Niterói. Eu falo que eu sou Gonçalo Leite, mas eu só nasci em Niterói. No documento é Niterói. Por que você nasceu? Não tinha hospital?
Não, porque era a maternidade mais referência. Entendi. Então era Santa Rosa. Mas foi nascer lá.
Nasci lá. Já tirou dali. Já agora, mas nasci em Niterói. É São Gonçalem, né? É São Gonçalem. Mas tá no documento, tá em Niterói. É, tá bom, porque nasceu lá. Tem já lá uma rua com teu nome? Não, não morri. Mas essa é muito escrota na rua, a rua Carioca. Aí embaixo é escrito que no Rio... Marvio Lúcio. No Rio embaixo tem escrito. Teu nome. Explicando o que é a pessoa. Ah, tem? Não sabia. No Rio tem tipo assim, Carioca. Humorista.
Humorista, Marvio Lúcio. E vou ganhar um muro, vou ganhar um muro. Eu ganhei cidadão. Vou ganhar um muro.
Como ganhar um muro? Terreno baldio, Mário. Muro carioca? Não, é porque, assim, tem um projeto lá. Aonde? Em São Gonçalo. Eu ganhei um cidadão. Ganhei um cidadão. Ganhei um cidadão. Chave da cidade. É, tipo, a cidadania. E é um projeto que eles, quando dão a cidadania, eles fazem um muro todo bonitão, assim, entendeu? Tipo cobra, estilo cobra, tá ligado? Mas quem ganhou primeiro, tu ou a Cláudia Leite? Cara, eu não sei se a Cláudia Leite tem esse bagulho. Quem tem é o Vini Júnior. Já tem o muro do Vini Júnior.
Tu fica orgulhoso quando tu vê o Vini Júnior jogando bola? Caraca, esse é o Gonçalense. Não, ele é Gonçalense e... Do mesmo lugar que tu? Não totalmente, mas onde meu irmão mora, tem loja lá, onde meu avô... Alcântara? Não, Porto do Rosa, amigo, é triste. É triste. O cara aqui andando de BMW, comendo caviar e a mãe em Porto do Rosa pra loja de 1,99. Mas você sabe que... Mas você sabe que...
não quer sair de lá? Minha mãe não quer sair de lá? Eles gostam muito de vender vasilha. Tá acostumado. Não quer sair. É enraizado lá. Não tem nada... Tu não sabe, mas no Rio, uma das coisas que dá mais dinheiro, tu tem uma padaria em comunidade. Eu sei. É por isso que eles não querem sair de lá. Não quer sair de lá de jeito nenhum. É uma padaria... Mas já botou a sobrinha dele pra fazer farmácia, que ela vai tocar farmácia de lá.
Porque favela não tem farmácia. Então quem abre, meu irmão, fica rico. E o materialzinho de construção
que não pode faltar, né? É o ramo deles. É o ramo do meu pai. Eu cresci em loja de material de construção. Ali não tem jeito. O povo tá sempre construindo. Não tem jeito. O pobre não aguenta. Pode ter um terreno baldinho. Vamos fazer um puxadinho. O negócio tá vazio e já constrói. Vai embora. Mas o Vini Júnior tá sempre por lá, cara. Você acredita? Na loja de material de construção? Não, tá sempre lá no porra do rosa.
que ele vinha tanto assim. Vai direto lá. Sempre que tá lá, ele passa lá, joga bola com os moleques. E por que que a Virgínia não desfilou na Porta da Pedra, então? Poderia, né? Ou na Viradouro, por exemplo. É, foi na Grande Rio. É, também acho. Deu mó e podia ser campeão agora. Ah, foi a que convidou ela aí. É, a Grande Rio, né? E a Porta da Pedra, embaixo o tigre, né? Eu acho que tava mais certo, a Virgínia tá lá. É verdade.
É. Quem tinha pensado nisso, cara? Tinha esquecido. Os caras manjam de carnaval, hein, bola. Eu tô vendo. Pô, eu não saía da Viradouro quando era moleque. Esse ano eu desfilei em duas escolas. Ah, é?
Da quarta divisão do Rio. Da quarta. Eu fui lá na Intendente Magalhães. É muito maneiro. Olha só. É porque ali na Tijuca tem muita escola. Tem a... O Salgueiro, que é a maioria torce pro Salgueiro. Tem a Unidos da Tijuca. Tem a Vila Isabel. Império da Tijuca. Império da Tijuca. A Mangueira, eu não gosto, mas é na mesma área. É, na Morro da Mangueira. É mais perto da minha casa, inclusive, de Mangueira. E tem a minha escola
que é a Flor da Mina do Andaraí. Flor do Andaraí que existia. A quarta divisão do Andaraí. Desfila todos os moradores do Andaraí junto. É a reunião de condomínio de um bairro. Não é bloquinho, é escola de samba. Tem cinco divisões de escola de samba no Rio. Puta confusão, me explica. Aí assim, a primeira divisão desfila na Sapucaí. É o que passa na Globo. É o que passa na Globo. Aí tem a série Ouro. Que é a que o pessoal do Rio
fica puto que passa de São Paulo em vez de passar a série ouro. Entendi. Porque todo mundo preferia, sei lá, ver a série ouro do que ver o Império Serrano do que ver o Estácio. Que era a minha escola quando eu era pequeno. Estácio, porra. Porra, a tua escola era Império... Tu podia ser Cubango e tu é Império Serrano. Não, Cubango, caralho. Gostou de Cubango? Não, Cubango. Não, eu era Império Serrano por causa de 82, né? Com samba.
Suvaineta, como é? Suvaineta. Suvaineta. Mas a Império Serrano teve só esse ímpeto, 82 e mais nada. Não, a Império Serrano tem vários sambas bons.
Aí tem a Série B, que é essa que você tá falando. É a Série Ouro. Série Ouro. Que ainda é na mesmo dia de São Paulo. Tá. Aí, depois disso, tem na Intendente Magalhães, que fica no Campinho, que é um bairro super nobre do Rio de Janeiro. Aí, é numa rua que... É uma rua conhecida por vender carros. Aham. Roubado. Não. Aí, você tá crendo. Na sua interpretação. É. Carros paralelos. Não conheço, não conheço. Carros paralelos. Carro tá.
aí desfila a série prata, a série bronze e o grupo de avaliação. Mas é oficial do carnaval. Oficial. Tá. Aí, o que que acontece? Na Intendente Magalhães, você até pode comprar sua fantasia pra você garantir. Mas, caso você fale assim, ah, quero ir pra Intendente, tô sem nada pra fazer. Sexta-feira, depois do carnaval, nada pra fazer. Vou pra Intendente ver a quarta divisão. Vai passar alguém e fala assim, tu nunca pensou em ser baiana, não, Malias? E acontece, tá? É mesmo.
Desfila homem de baiana. Se o teu sonho era desfilar de baiana no carnaval. Pode ir lá que você tá garantindo. Só gira. Mas é igual, tipo assim. Não igual. Mas carro alegórico. Carra alegórico. Tem tudo. É mesmo. Tem até o próprio David Brasil deles. Eles têm tudo. Eles têm o Milton Cunha particular. O Milton Cunha, inclusive, já foi carnavalesco da Cubango. Que loucura, velho. Ah, ele já foi da Cubango? É, que você tanto renega, né? Que eu descobri hoje. Olha, querido.
Incrível é com o bango. Veio com o osum. O salar e salavar. Cara, é muito bom. Eu amo o Milton Cunha. Eu gosto tanto do Milton Cunha. É maravilhoso. E assim, o Milton Cunha... Eles falam uns troços que ninguém entende. O labaduaiê. Chegou. Tem uma roupaginada do carnaval pós-Milton Cunha. Eu acho que ele traz um outro colorido ao carnaval, cara. Chegou pro carnavalejo que ele só perdeu, né? Ganhou, né? Aí você vai falar... Não vai falar mal.
de Milton Cunha aqui com dois cariocas. Não é isso. Milton Cunha, ele é aquele carnavalesco que deu errado, mas que o comentarista deu certo. Sabe como é que é? Tem um monte de jogador. Ah, entendi, entendi. Como jogador. Uma bosta como um técnico. Não deu uma bosta, mas ele não foi. Não deu certo. Ele foi muito mais brilhante como comentarista do que como carnavalesco, sacou? Entendi, entendi. Os jurados nunca souberam reconhecer a genialidade.
É verdade, a cartela de cores que eu sempre implementei. E aí tem samba, tem, pô, desfile, carro alegórico, tudo.
Na quarta divisão? Todas as divisões. E pode entrar bebendo, que é uma coisa que faz total diferença. Porra, se for. Não vai rodar, meu irmão. Porra, se for. Agora é sério. Agora é sério. E aí eu desfilei em duas escolas, porque eu não tinha nada pra fazer. Sempre tive esse sonho de desfilar na Flor da Mina. Aí eu falei assim... Ele falou de flor, né? Não, não. Você sabe o que é uma passista, né? Sim. Então, na Flor da Mina, eu só peguei uma fantasia e desfilei. Cantei o samba, parará. Muito bom.
tinha uma outra escola que era a União Cruz Maltina, que lá, que nem aqui em São Paulo, no Rio as escolas também tem time. Agora, né? Eu fui de passista. Não. Eu fui passista na União Cruz Maltina. Mas com um pandeirinho na mão. Mas tem foto disso. Não, tá pra sexo, pô. Não, tem vídeo. Eu fiz um vídeo pro meu canal. Onde tá isso? Virozinho colado pra trás. Não, você não meteu. Tá dentro de uma live que eu tenho... Eu tenho duas lives.
Eu tenho uma jogando sinuca e outra comendo. Tá no YouTube, isso. Um amigo meu vai lá em casa e cozinha toda semana pra mim. Não tem como mostrar aí. Não, vocês são de passista. Passista.
não tem as fotos, vídeos, eu procuro aqui e te mostro. Mostra aí. Eu saí de passista. Mas não pode passar lá. Não, pode, pode. Não, normal. Manda aí, manda aí. Por que que é roupa normal? Tu não tá achando que eu saí de biquíni, né? É, caralho. Até porque o tapa sexo do gordinho é barriga, né, irmão? Botou aqui a gordinha. Porra, calma aí, pô. Tu quer ver uma foto minha de biquíni? Tu achou que eu tava com a bola de fora pra não aparecer? A passista vai como? Não, a passista é o cara com pandeiro.
Tem homem também. É, os caras com pandeiro, sabe? Os caras ficam na bunda da mulher. Aqui é passista. Ah, tá. Se dá bunda da mulher aqui, ó. Impelido. Pra Simone eu vou, hein? Tá decidido aqui, ó. Tô indo. Você é passista. E aí, as duas escolas que eu desfilei, elas disputaram pra ver quem caía. E aí? Caiu a Flor da Mina. Caiu as duas. Flor da Mina da onde é? Do Andaraí. Do Andaraí. E agora? Não vai desfilar no que vem? Vai no grupo de avaliação, estaremos lá. Onde é o grupo de avaliação?
Na Intendente também. Tudo acontece lá. É melhor ir pra Intendente do que... É muito melhor. É muito melhor. Pô, é outro rolê, velho. É muito melhor. O Defante fez vídeo na Intendente, esse ano o meu amigo Vinicinho também tava fazendo... Aí, não sei porquê, queria, queria, fui com dois amigos, fui eu e meu amigo Xeixa Xeixão, a mulher dele, aí a mulher dele queria sair de Baiana, não conseguiu. Não tinha estrutura, rapaz. E aí ela foi na ala de trás e viu uma porrada de candango de Baiana, ela ficou...
Que sacanagem, meu irmão. Doida pra ir de baiana na União Cruz Maltina. A baiana é um exercício, né? 60 minutos girando sem parar. É pesado. Cara, mas eu tive esse ano no Sambódromo. Fui nas campeãs. É impressionante o desfile. Tu não foi na Entendente. É, é isso que eu tô entendendo agora. Tu não foi na Entendente. A Entendente que é o lugar. Eu vi na internet onde tudo acontece. Mas é uma rua mais estreitinha. É bom.
Tem arquibancada e o caralho. Tem arquibancada. Puta, que legal. É, mas é bem... Não, deve ser lógico. É apertadinho. É pra quem gosta daquele som do rosto. É de interior. Sim, mas tem... Sabe aqueles gestinhos de escola de interior? Não, não é. Não é. É monstro. Não, não é monstro, não é. Tem carro... Cara, tem carro. Tem escola que... Mas no interior também tem. Tem caminhão. Tipo assim, imagina que tu é uma escola, sei lá, o Salgueiro.
Aí tu vai e fala assim, ah, esse ano eu vou abraçar alguma escola da Intendente, tu vai lá e ajuda. Entendi. Tem carnavalês,
que é carnavalesco de escola do grupo especial. E é carnavalesco também de escola da Intendente, porque do oba-oba, porque tu gosta. Que loucura, irmão. O meu negócio é pra Intendente. Tanto que várias alas não fazem sentido nenhum, Bola. E o samba é bom, tudo é bom. Bom pra caraca. Esse da Flor da Mina tava todo mundo cantando e caiu. Puta, que legal. Inclusive, um abraço aí pro Batuque que me botou pra desfilar. Cerveja de graça. Ainda bebemos... Eu não tava bebendo, mas o pessoal bebeu cerveja
de graça que tava comigo. Que beleza, velho. Desfilou, bebeu cerveja de gato, que é a coisa melhor que essa. Como chama a rua? Entendente Magalhães. O negócio é lá, velho. Não é Sapucaí. Sapucaí é alto nível. Sapucaí já virou... Não é Sapucaí que os caras vão... Virou comércio, é cinema, entendeu? É camarote. Personalizam a badá. Uma fantasia na Sapucaí hoje em dia é mais de mil reais. É, o camarote... Bota a ver como a Entendente é maneira.
O camarote que tinha na Entendente era da Pitu. Putaí, sim. Pô, eu sou da época. Caminha Pitu. Eu sou da época do
Carnaval do Rio que era legal pra caralho. A gente apresentou eles? Calma, a gente vai apresentar. Começamos falando de tudo. Fui eu que comecei a falar. Foda-se a abertura também, foda-se. O Carnaval do Rio era legal quando eu era moleque. Tinham dois lugares. Escalaguei? Escalaguei. Isso aí depois. Eu quando era moleque, eu ia pro... Era no Rio Branco. Ainda tem? Ainda tem.
Cacique de Ramos ainda de fila. Cacique de Ramos, Martim da Vila ia direto. Era legal pra caralho. É um bloco. É um bloco. Tem os blocos também. Tem o Badalo de Santa Tereza. Não, mas o Cacique de Ramos já tinha alegorias e tal. Já era uma coisa mais estruturadinha. Não, mas tem uma bateria, uma parada... É porque, tipo assim, imagina que tu, sei lá, é músico, toca caixa. Quer ir lá? Por exemplo, eu já toquei no Badalo de Santa Tereza.
música. Mas um amigo meu falou assim, vamos lá, pô. Ele tocava no Inocente Belfort Roche, tocava no Salgueiro. Inocente Inocente Inocente Inocente. E aí, pô, eu batuquei lá, só não atrapalhei o Sam, meu irmão, e foi. Foi embora. Desfilei, tem uma roupinha até hoje do Badalo de Santa Teresa. E do caralho. A primeira vez que eu desfilei foi assim. Aí eu tinha no Rio Branco, que era o carnaval bacanudo dos anos 80, assim. A vida é Rio Branco. Popular, mas ainda era mais
tranquilo. Era bacana mesmo. O lança que usavam lá era do Douradinho. Ah, eu não vou lembrar que eu era criança. Não sabia nem que era isso. Eu tinha de criança, dos Naguinha. E tinha o Praça... Cara, isso é da época que não tinha nem Sambódromo. Era Praça Onze. Que era uma pedra perto. Perto ali da Marquês de Sapucaí. Depois que o Brizola, em 84, fez a Marquês de Sapucaí. Em três meses. Com o projeto do Niemeyer. Oscar Niemeyer.
Oscar Niemeyer. Ele fez ali a Marquês de Sapucaí e depois fez a Praça da Portela. É doideira, porque aquilo tudo ali foi
construído em três meses. Puta merda, rápido, hein? Rápido. Caralho. Eu lembro da inauguração em 84. Eu tinha oito anos, cara. Caralho, três meses é cimento e coca, cimento e coca, cimento e coca, não tem como. E ali o projeto era fazer a Marquês e aqueles camarotes, as escolas, né? Tem duas escolas lá. Ainda tem? Tem, tem duas escolas lá. Cieps. Ainda tem os cieps lá? É. Onde tem o... Sabe onde fica os camarotes ali? Se você vê, a janela é igual dos cieps. É. É a janela de brisolão mesmo.
A janela de Brizolão. Ah, tá. A janela... Sim, sim. É a mesma coisa. É o colégio. Eles fizeram meio... Tem uma arquitetura de colégio estadual do Rio que é o CIEP, mas aí popularmente todo mundo chama de Brizolão. Entendi. É, o Brizolão. Então ele fez ali a Marquês de Sapucaí com o intuito de fazer escola também. Tá. Pra não ficar usando aquela merda dois dias por ano e ficar lá. Não, vira escola. Então... Aí mais pra frente fizeram a cidade do samba, né? Eu gostava de ver as porra dos bairros
de salão, que eu acho que não tem mais. Era bom, não tem mais. O Vermelho e Preto, o Galaguei, Monte Líbano. Pô, Monte Líbano, eu vi as tetas das tias, ficava feliz. Era legal, eu gostava demais disso também. Porra, mano. A maioria dos times de futebol do Rio fazia a maior parte da renda sempre. O Vermelho e Preto, Monte Líbano e o Galaguei. O América tinha o Baile do Diabo. O Galaguei engraçadíssimo. Tinha o baile de gala da cidade do Rio de Janeiro. Não, esse eu acho que ainda tem, Carioca.
da cidade do Rio de Janeiro. Mas esse era mais chique, era mais... Era no Scala também. Não, eu gostava dos tetão pra fora. Qualidade, né? Qualidade. Eu gostava de ver o Esquita. E o velho e o Mesquita no banheiro. Isso, eu gostava de ver o Mesquita e uns gringos assim muito avulsos, não entendendo que tava lá. Onde você tem, velho? 38. Ah, é. Tu já foi no Scala? Nunca. O Scala tinha um problema muito sério. Eu adorava. Porque se você ficasse muito... O Scala era um clube, era um
Salão. Uma balada. Uma balada. Mas muito chique. Tá. Como se fosse o Olimpo. Olimpo. Então. Olimpo. Tá. Olimpo aqui. Só que ele era meio na vertical, assim. Ele era uma... E aí, o que acontecia no escala? Não sei porquê. Eu fui... Eu já peguei a derrocada do negócio. Tá. Tinha muita chopada lá. Depois de um tempo que você tava lá dentro, ficava tudo inundado. Eu não sei se tinha problema no ralo. É banheiro. Caralho. Tu ficava andando em quatro dedos de água. É mesmo. De mijo.
da porta toda. Nem fudei o cheiro. Cheiro pra tu. Tu tá doido, cara. Quatro horas depois, cerveja liberada, pô, o cheiro. Chopada, pô. Alguém tá ligando pra cheiro? Não tem lá nada. Que loucura, irmão. Aí a gente chegava com o tênis em casa, tudo fodido. Tudo cagado. Era maneiro. Pô, já vi show do Lolo Santos lá, pô. No Escala. Pô, foi o primeiro, assim, que eu vi pertinho, porque era o Escala, era um lugar muito legal. Tinha muito show do Tim Maia.
Sim. A minha formatura foi lá. Eu lembro do Escala por causa do baile de carnaval, pô. Isso eu lembro. Não, o Escala era muito legal.
Leblon. É, hoje em dia virou um teatro de... Casa Grande, não? Acho que é. Virou um teatro de... Virou tipo um teatro de musical do Rio. Tá. É ali que é o Scala? Do lado do Shopping Leblon. Teatro Casa Grande, já fechou lá. Ali era o Scala. Então fechou no Scala? É isso. Não, não sei. Na alma do Scala. Na alma do Scala. Se tu não saiu pisando no teu mídio... Não era do lado, não, brother? O Teatro Casa Grande não era do lado do Scala?
O que eu sei é que virou o Casa Grande. Posso estar errado. Pesquisa aí, pô. Ou virou isso ou é um pedaço do Shopping Leblon.
bom. Porque é muito perto. É muito perto. O Shopping Casa Grande é maravilhoso. Eu adoro fazer show lá. O Shopping Casa Grande é bom. Aí ficou a energia boa do lugar. Mas o Shopping de Madureira, puta que pariu, irmão. É outra energia. É o mar pra frente, né? Cascadura. Porra, cascadura é uma delícia. Eu vivi vários momentos de cascadura na minha vida que, porra, meu irmão. Pô, vamos apresentar os caras. Pelo amor de Deus. São do canal Eu Malaquias. Eu Malaquias. Eu Malaquias.
melhor, hein? Malaquias é... Mas é... E o Malias... E o Malias, né? Isso. E o Malias, tá aqui o Roque Malias e o Joey Ponce. Joey Ponce, isso aí. Dois cariocas. Que figuraça, né? Dá uma seguida nos caras, bota o arroba aí pra mim. É muito bom, cara. Mas a gente trouxe um... Carioca não é embaixador da Tijuca. Tijuca. É diferente, a gente embaixou essa marca. Você que frequentou a Universidade do Chope. Universidade do Chope. Ninguém... Ninguém da Tijuca é carioca. Todo mundo é tijucano. É. Não é carioca.
É o maior barrismo que tem no Brasil. É o maior barrismo. É porque o carioca tem o direito de ter a brita mole. O tijucano não pode. Ele tem que fazer o serviço com qualidade. Entendeu? Existe uma expectativa, porque a Tijuca é responsável por quê? Maracanã, por Cristo. Tá tudo envolvido na floresta da Tijuca. Jorge Benjó. Tim Maia. Tim Maia. Então tem uma responsabilidade do cara que mora na Tijuca e ele vai e se vai. Aqui ó, Erasmo e Tim Maia. É, porra. Tijuca Tênis Clube. É, não tem.
Tem uma qualidade. O Guga jogou lá. O turma não é carioca, é tijucano. Tijucano. Até porque a gente virou a referência da galera. Os botecos conhecem a gente. Cara, por causa de lá. O negócio começou a acontecer lá. Eles chegaram aqui e foram bebendo um boteco. Inclusive a gente trouxe um presente pra vocês. Que veio lá da Tijuca. Espero que esteja ainda quentinho, rapaziada. O que vocês trouxeram? O melhor do melhor do mundo.
Abre o Sema aqui, ó. E é da Tijuca? Do resmo de dona Jurema. Isso é outra história, gente. Isso aí é feito no carinho, feito no amor. Era 45 minutos de voo. Eu falei, dá tempo.
O cara do nosso lado ficou meio chateado. Puta merda. Olha o cheirinho. Pá. Não grava mais nada hoje aqui. Grava mais nada. Grava mais nada. Pode provar. Só não... Eu só não trouxe o limão porque ia murchar. Não, mas eu joguei antes. Eu joguei. Bom bola. Bom. Já deu uma murchadinha, mas é bom. Mas também pegou o voo, né? Não. 10 mil... 10 mil. É igual o Vinícius Júnior esperando a Virginia. Dá uma murchadinha no meio do caminho, não importa. Mas é bom. Porra. Bom, hein, bola. Sabor. Sabor. Sabor. E largaram...
Deixaram ali a gente esperando na sala de espera. A gente teve que fugir. Eu vi. Achamos um bar que tem caça-níquel. Melhor caça-níquel do Rio de Janeiro. Tem um açaí. Inclusive, um abraço aí pro Joaquim, do Bom Baiano. Entregou pra gente. Você come só carne, né, Marlander? Não, só a pele. Só a pele, só a pele. Me largou o resto. É igual o frango. O frango só vale pela pele. Aquele franguinho de padaria que fica rodando. Trocante. Não, não é aquilo ali mesmo.
Aquilo ali tem uma suculência. Ah, o E-protein, creatina. Bom pra caralho. Bom pra caralho, hein? De Tijuca, né? Tijuca faz a diferença. Vou comer aqui a tua carninha pra ver se eu pego um pouquinho do talento. Começa assim, né? Vou comer a tua carninha. Cala a boca. Não me entrega não. Deixa eu entender um pouco vocês. Vocês são tijucanos, não cariocas. Os dois. Porque eu também não sou cariocão. Salenço não é carioca. Eu falo que eu sou da Clara.
Não, não sou da Gema. Entendi. É que todo cara do estado do Rio que vem pra São Paulo vira carioca.
imediatamente. Não, mas todo mundo que mora na região metropolitana é carioca. Ah, eu não vou falar que um maluco de Duque de Caxias é menos carioca que um cara do Leblon de Ipanema. Pelo amor de Deus. Não é, Leandro. Um cara do Leblon de Ipanema.
de São João de Meriti, pô, de Nova Iguaçu é muito mais carioca do que, pô, um malandro do Jardim Botânico, pô. Pelo amor de Deus, pô. É só tu ver, o jeito de falar é diferente, pô. Porque o certo ser carioca é quem? É que é cidade do Rio de Janeiro, como paulista e paulistano. Não, não, acho que carrega a essência. Acho que é aquilo que ele falou, é o cara que não vai... É que é o Grande Rio, São Gonçalo é Grande Rio, como se fosse Guarulhos, Osasco. Então, certo não é carioca, é São Gonçalo é isso.
Osasco não é paulistano. É, no Rio a gente consideraria o cara de Osasco mais paulistano do que, sei lá, o cara de Pinheiro. Porque é subúrbio, é suburbano. Escala de sobrevivência. Porque o que ele falou pra gente, todo mundo é carioca. Não, não é não. Vem pra cá porque é carioca. O cara que mora na Barra é emergente. Então, é diferente, é outra história. Entendi, entendi. Ó, por exemplo, aqui no Rio a gente chama de suburbano. Aqui chama de quê, Bola? O cara que mora na Perifa? É.
É, como é que chama? Na quebrada? Não. Como chama? Pobre, pobre. Pobre, isso é fato. Não, pobre não é, cara. Aqui no Rio é suburbano. Pô, eu sou do subúrbio. Mas nem todo suburbano no Rio é pobre. Mas aqui não fala subúrbio. Não, aqui não fala subúrbio. Aqui fala quebrada. Periferia. Perifa. Zonas periféricas também. Mas é porque o subúrbio vem do termo subúrbios da Leopoldina, que era onde passava a linha de trem. Aí, tipo, onde passa trem no Rio é subúrbio. Entendi.
Não necessariamente, sei lá, quem mora na Barra não é suburbano. E um tijucano. E nem todo carioca carrega esse orgulho de entender o que é o suburbano. Porque é um desenho social que a galera não tem. Quintino. Ninguém vai saber o que é Quintino. É a terra do Zico, né? É onde tem as casinhas, né? Ainda tem as casinhas lá em Quintino. Olha só, todo mundo que é carioca sabe onde é Quintino porque é da Alvorada de São Jorge. Da igreja. Porque, não sei se o Bola sabe, mas o carioca, no geral, ele é muito religioso.
Sim, sei. Seja pra ser crente, seja pra ser... E ele devolta São Jorge. Seja pra ser carioca. Tem que rezar pra todos os santos. E aí, o que que acontece? Tudo que o carioca pode, ele transforma numa festa. Por exemplo, São Jorge é feriado no Rio, sei lá, desde dois mil e pouco. Tá. Por que que virou feriado? Porque muita gente faltava o trabalho. Pra ir pra São Jorge. Pra ir pra alvorada de São Jorge. O que que acontece? Antes de virar o dia de São Jorge, vai todo mundo pra porta da igreja... Espera o sol nascer. E fica tocando pagode até o sol nascer. Entendi.
Aí tem missa de hora em hora e tu dá uma pausa no pagode. Faz a missa. Vai na missa, volta. Pagode. Hora e bebe, hora e bebe, hora e bebe. Se tu não é do pagode, tu não vai pra Quintino. Tu vai pro centro da cidade, que é onde tem a outra igreja de São Jorge. Entendeu? Entendi. Rio de Janeiro para com São Sebastião. São Sebastião é um entretenimento fora do comum. Que é dia da cidade também ou não? O Carioca, de verdade, não sabe que dia é o aniversário da cidade.
São dois. Se é 1º de março ou 20 de janeiro. É que, na verdade, é o seguinte... É porque ninguém sabe se é...
só, cara. Não tem dois. No Rio tem dois. São Sebastião é pai? São Sebastião é pai. São Sebastião. Agora pergunta aqui, qual o dia é qual? Qual o dia de São Sebastião? 20 de janeiro, São Sebastião. Será? 20 de janeiro, fato. Não sei. Eu sei, eu sei. 20 de janeiro é São Sebastião. Isso eu afirmo pra você. É que o Carioca é o seguinte, ele tem o pai como São Sebastião e ele é adotado por São Jorge de uma maneira diferenciada. É verdade.
Ele escolhe São Jorge. Isso. No meio de uma feijoada, tomando uma caipirinha, meu irmão, ele vai escolher São Jorge. Tu não comeu uma feijoada no dia
de São Jorge, é, pô, ele ia se ir. É mesmo? Não sabia. Ele nunca te levou pra comer feijoada no dia de São Jorge? Não, só é pro céu. Pô, que católico é você, hein? E eu fui virar devoto de São Jorge em São Paulo, olha que loucura. E tu nunca foi numa alvorada de São Jorge? Não. Pô, tu nunca foi numa alvorada de São Jorge? Não. Eu era devoto... Precisa ir tu e o bora, cara. Eu era devoto de Santo Antônio porque a igreja era do lado da minha casa.
Só vinha as negras... Cara, eu sou de Cosme Damião por uma casa, a igreja fica no andar aí, mas é porque meu pai e minha mãe casaram no dia de Cosme Damião. Setembro.
Se tu não é carioca e tem essa oração de São Jorge aqui na carteira, tu não é carioca. Eu tenho, tá? Porque não tem carteira, mas tá no carro. É isso. Todo mundo tem aqui, ó, o Santinho. Tem que ter, tem que ter. Tem que ter. Ele blinda qualquer boteco, tá? Se tem bar, tu tem que ter um São Jorge. É. Ah, não. Se não tiver São Jorge, o bar nem anda. Ele que tem bar sabe muito. É mesmo sem boteco. Pô, eu sou um sócio proprietário do caos.
Isso aqui é mega empresário, rapaz. Isso aqui é mega empresário. O que tu tá falando com um homem forte? E deixa eu entender. O Tijucano, ele é um playboy.
ou não? Sim. Claro que é. Pô, eu sou playboy, meu irmão. Mas o termo tá desvalidado. É, porque tem... Eu sou playboy. Eu sou playboy. Ah, nasci nos jardins. Ah, é playboy. Cara, é porque a Tijuca, ela carrega um estigma muito poderoso. A verdade é essa. Ela tem o coração pulsante do Rio de Janeiro. Tudo acontece na Tijuca. Irmão, Maracanã tá ali. Você que gosta de futebol, você tem que entender que tá acontecendo ali. Escola de samba, já falei aqui. Salgueiro, Mangueira, Virisabel. O início é Tijuca.
Grande Tijuca até então. Na verdade, ocupava até o espaço. O Jabel não é Tijuca, né? Grajaú não é Tijuca. É Tijuca. Grande Tijuca. Grande Tijuca. Grande Tijuca. Me fala onde começa e onde termina. Agora, Andaraí é um apêndice da Tijuca. Tipo assim, você vai somatizando. Andaraí é um apêndice, mas Grajaú não. Tem um zoológico, ainda existe lá o... Existe, pô. Existe o zoológico. Qualquer boteco que você vê, a gente é o zoológico.
Namorava uma menina na frente do zoológico. Namorar a menina fez zoológico? Tu foi muito assaltado ali, não foi não? Fui não. Duve. Então tu tava assaltando.
Tu e ela que estavam assaltando. São Gonçalo, o cara é ligeiro. É. O cara é sobrevivente. Ia lá namorar com a menina e voltar cheio de relógio em casa. Aqui, mãe, pra tu vender lá no material de construção. Cara, Tijuninho. Então, Tijuca é gigante, então, pelo que eu tô percebendo. É, a gente chama de Grande Tijuca. Grande Tijuca. Mas é porque tu não sabe onde começa. É porque no Rio é bem marcado geograficamente as áreas. Se o Tijucano fosse playboy, tinha praia na Tijuca.
A gente tem Rio. A gente carrega o maior Rio do Rio de Janeiro, que é o Rio Maracanã. Como que não tem praia?
de quem? A Barra é da Tijuca, mas ainda assim carrega um público que não pertence à Tijuca. Ah, fazer o quê? Tijuca tem praia, Tijuca tem floresta. Floresta é de quem? Floresta é da Tijuca, tá escrito? Floresta é da Tijuca. Ah, tu vai querer contrariar o português aqui? Vai aqui em Santa Catarina. Tem Tijucas também. Tem, tem Tijucas. Vocês já estavam antes de Balneário Camboriúdo. Tem empreendedorismo, é Tijuca. A Grouf é lá na Tijuca. É em Tijucas. É em Santa Catarina. Vocês compram aqui.
Que cura, velho. O que significa Tijuca? Tijuca é água podre. Não. Juro por Deus. Não é água podre. É água podre. Andaraí significa Rio dos Morcegos. Ah, é? É. E Vila Isabel é Vila Isabel porque é o primeiro bairro planejado do Brasil. Todas as ruas de Vila Isabel tem nome de abolicionista. Entendi. Todas. Eu não sabia disso. E a principal é a 28 de setembro. E aí tu quer cavar? Que todo mundo aqui sabe o que é dia 28 de setembro, né? Que é bairro de playboy. Não tem como. Dia da Tijuca. Não.
É a Lei do Ventre Livre. Lei do Ventre Livre. É o primeiro bar planejado do Brasil. É o Boulevard. E tem o shopping. O shopping Boulevard. É, o Boulevard. Ela criou um... Foi um projeto da Princesa Isabel. Não sei se é dela, mas é porque... Mas ela ainda frequenta. Tá lá. Tá lá, tá lá. Vila Isabel. Ela é forte ali. Que ela era uma abolicionista, né? Sim. Dizem que o império caiu por causa disso. Dizem. Inclusive é considerado o bar mais boêmio. É. Vila Isabel.
tem um negócio muito interessante. Não existe quarteirão em Vila Isabel que não tenha botequim. Todo quarteirão tem um. E acontece um fenômeno incrível em Vila Isabel. Tem uma área que a gente chama de quadrilátero. Que é um lugar onde, por um acaso, os bares do quarteirão são no mesmo cruzamento. Então tem quatro bares assim e vários bares na adjacência também. Mas não existe... Eu desafio você
em casa, me mostrar um quarteirão em Vila Isabel que não tem um botiquim. Não existe. Caralho, velho. Não existe. É uma ordem de estado, né, cara? Assim como o Zeca Pagodinho está em Xerém, Vila Isabel está, cara, Martinho da Vila. E estão pra fazer uma estátua do Martinho da Vila. Estão pra fazer? Estão só esperando ele morrer. Fala isso, quer matar todo mundo. Fala isso. Não é? Não se faz estátua em vida, ou faz? Não sei. Agora, por que as estátua não estão nada a ver, né? Hoje com as...
Cara, nenhuma estátua aparece com a pessoa. Então, fizeram Romário em São Januário. De bronze essas, não tem nada a ver. Fizeram Romário em São Januário. É que ele morreu pro futebol. Porra. Você não fala aí. Morreu pro futebol não. Ele não joga mais? Não, mas porra. Morreu nunca vai morrer. Tu acredita que ele falou que ia jogar ano passado? Eu peguei meu filho de 10 anos e falei assim, ele vai jogar. Aí fui lá pra Mesquita, o filho da puta não jogou, fiquei puta.
Ele jogou na batalha. Comprei a camisa do América pro meu filho. Porra, fiquei revoltado, meu irmão.
Pô, Mesquita é longe pra caraca, mano. Mesquita é longe pra caraca. Mesquita é longe. Pô, o Bola não tem noção. Ele tá rindo. Pô, até na feira de acaria eu passei pra ir pra lá no caminho. É tipo do Itaí Paulista. Longe pra caraca. Longe pra caraca. A gente chega primeiro em São Paulo do que em Mesquita. Caralho, mano. É outra história. Mesquita e Pavuna são duas realidades. Eu conheço no Rio de Janeiro, irmão. Eu conheço que eu ia gravar pra caralho.
Vila Mimosa? Ipanema. Não veio Mimosa, eu fui com o Carioca. Vila Mimosa também. Ele conhece. Renovou, renovou. Eu fui gravar. E eu acabava gravando Vila Mimosa.
cenas da minha vida, eu sempre falei pra esse aqui. É ele com o... Dicró. Dicró na Vila Mimosa. Levei o Dicró na Vila Mimosa. Quer dizer, ele me levou. Ele na Vila Mimosa. E Dicró tem foto, tem paredão em Mesquita. E esse aqui entrava na Vila Mimosa, bicho. Uma puta ânsia de vômito. Eu chorava de rir. Eu fui no Piscinão de Ramos. Piscinão de Ramos. Existe o Piscinão de Ramos. Vila Mimosa carrega o maior rei do bacalhau do Rio de Janeiro. Vila Mimosa carrega o maior rei do bacalhau do Rio de Janeiro.
Calhau do Rio de Janeiro. Irmão, é lindo. É maravilhoso. Não tem como. Vila Mimosa cria qualquer anticorpo. O menino que não vai à Vila Mimosa, ele tá errado. Seu filho já foi à Vila? Não, ainda não tem idade pra ele. Não dá pra levar. Quando ele vai, esquece. Daqui a pouquinho. Chernobyl é brincadeira. Ah, ficha. Ah, sexta-feira. Ficha, radiação. Cara, uma vez eu tava com um camarada meu e tava em Vila Mimosa. Tava em Vila Mimosa.
Em Vila Mimosa. Parece até uma cidade interior. Joãozinho, camarada nosso, garçom. Garçom de um bar nosso aqui, né? E aí, do nada, chegou uma pernetinha aqui.
Sem um braço e uma perna. E aí ela veio vindo na direção dele. Eu olhei assim, ó. Aí, ó. Oi, João. Aí eu falei, que é isso, João? Caralho. Essa aí, quando eu transo, parece um parafal. Pô, pô, pô. Eu falei, que é isso, João? Daqui a pouco tava ele com ela. Tu sabe que é um parafalho? É arma. É um fuzil. É um fuzil da PM. É um fuzil da PM. Irmão, democrático. Percebi. Percebi. Ali não tem capacitismo. Ali é só capacidade. Só capacidade. O negócio é amor. Amor livre. Ah, cara.
Esse cúdico lá foi sensacional, irmão. Não, eu sei. Lá deu mesmo. Tem um medo? Tem que ir com a gente, todo mundo conhece. Pô, sangue na parede. Mesas de quê? Misturação, pô. Ah, meninas trabalham. Ah, meninas trabalham. Eu lembro que eu... Mas eu trabalho muito, cheio de sangue. Que porra é? E o cara jogou um flipper. Com o chão. Tinha flipper lá, era um ótimo flipper que tinha lá. É mesmo? Eu ia lá só pra jogar flipper. Flipper é legal. Pra jogar flipper. Botar ficha, né?
Só botava ficha. O Cavalino caiu lá com dinossauro, pô. Matava a aula pra jogar um Cadillac com dinossauro, pô. Cara, mas ali tem uma cara de Detroit, de um bagulho meio robocópico. Destrói. Destrói. Você vai entrando assim. Você tem razão. Aquele viaduto que não funciona. Eu parei, eu parei, eu parei com o busão. Gato pra caralho. Eu parei com o busão balada no aniversário. Eu lembro. Eu lembro e tava com o... Com o Anão, com o Edu.
Não, eu tava com o Miel. Miel e o... Nossa, o Miel é muito foda. E o Stepan nesse ano. Nossa, o Stepan.
O Miele tem a cena mais do caralho do mundo com ele. E ele morreu um pouco depois disso. É maravilhoso, o Miele. Dentro do ônibus tava com o telefone dele. Ele microfonado. Alô, oi, querido. Tu é uma esposa dele. Tudo bem? Eu tô gravando aqui. Tem umas putas, uns anãos. A gente chorava de rir, velho. E vamos pra mulher dele, bicho. Esses dois eram dois figuraças. Mas tem muita gente que vai na mimosa pra não transar. Eu fui muitas vezes.
Só pra viver a vibe. Eu fui muitas vezes só pra tomar uma cerveja. Nós gravamos num boteco.
Mimosa é o corredor ali. É a rua. Uma rua. Nós éramos num boteco. Uma rua com um monte de galeria de puteiro. O Catra tinha um puteiro ali que era mosaico. E o Catra ensaiava com a banda de rock lá toda quarta-feira. É. Ele fazia o ensaio dele aberto ali. A gente gravou num boteco ali na Mimosa. Paramos um busão e gravamos ali. Eu lembro bem dessa matéria. Eu adoro essa matéria. É muito legal. Eu gosto muito dessa matéria. O Miele, o Estefano. O Miele é muito bom. O Miele é um clássico. Genial.
É o MC da putaria. Eu fico muito feliz que vocês regravaram isso com ele, porque, tipo assim, talvez uma geração abaixo não tivesse a chance de conhecer ele. É, porque o Miele... Porque ele não viu o programa dele, o Tintin, né? Não, o Coquetel. Coquetel, isso. Pô, isso era genial. SBT, Coquetel, com o Miele. Pô, isso era genial, cara. Tu lembra disso ainda? Porra. Mas ele é da geração disso? Cara, quem bebe lembra, né? Isso é mentira, quem não bebe não lembra. Porra, tu não é, tu era muito pequeno. Deixa eu ver quem não era.
Eu tinha acesso à televisão. Tu acha que o cara assistia a Priscila na TV Colosso? Tio Tio Cão? Eu lembro... Só informação de qualidade. Eu lembro que eu gosto de sertanejo até hoje porque eu ficava esperando o sabadão sertanejo pra ter aquele negócio da menina tomando bolha. O cara fazia uma taça. Era uma taça. Que ano você nasceu? Com a mulher dentro da taça. 87. É, tu lembra. É de 92. 91, 92. Era muito pequenininho. É igual a banheira do Gugu, cara.
Pra molecada. Ah, a banheira do meu ovo, você pegou áudio. Igual a banheira do Gugu, porra. Ali era bom, né? Era a teta pra fora do viado.
fiz a banheira do Gugu? Não. Não queira, por quê? Não foi exatamente. Mas é com o Luiz Ambiel? Com o Luiz Ambiel. Então valeu. Então valeu. Eu tenho que arrumar a foto. Eu tenho que arrumar a foto. Por que você fez a banheira do Gugu? Porque teve uma promoção da Jovem Pan no Rio. A gente montou ali na Barra da Tijuca. Ah, você não estava nem em São Paulo. Não. Fiz uma ação da promoção da Jovem Pan e a gente levou a Luiz Ambiel e fez uma banheira na Barra da Tijuca.
Ah, não foi no programa dele. Na Avenida das Américas. A gente fez ali perto da Praça 11.
programa. Não, foi maçã na rua. Ah, entendi, entendi. Ali perto da Praça Onze. Praça Onze não, pô. Praça Onze não, é. Cebolão, pô. É ali, como é que é? Onde agora é uma alvorada, né? Onde era o posto Onze, ali o... É isso mesmo. No Onze ali. Praça do Onze, sei lá, uma porra. Praça do O. Praça do O. Do O? É. É, mas a Praça do O é na praia. É na praia. Ah, então não foi na Avenida das Américas, pô. Na América não, Fernambetiva. Ah, tá. Perdão. Ah, então tá bom. O tempo faz você,
falar merda. Mas naquela praça do Wally... História e geografia. Em frente ao Onze. Você entrou com a Luísa na banheira. Eu fui um dos caras que eu entrei. Aí sim, hein. A gente fez uma... Tem foto? Tem foto. Tá com o Marquinhos Moreno. Vou pedir pra ele. Vou pedir pra ele aqui. Pede. Pede pra ele, por favor. É, eu vou pedir. Se puder, pedir pra Luísa Ambiel assinar também. Autografar, pô. Cara, era as duas, né? Era Luísa Ambiel, Nani Gouveia e Pepe e Neném.
Se você não tivesse passado por elas... Não. Você não era o Salgadinho. Você tem. É, elas tinham ali o...
o trâmite do negócio. Salgadinho tava lá direto. Salgadinho tava lá direto. Salgadinho direto. Direto. Tu não chegou aí, não? Não, não cheguei. Não cheguei aí. Porra, cara. Quando a gente foi no Google, a gente foi em 95. Ele já tinha entrevistado o PCC com ele mesmo? Não. Não lembro, acho que não. Não. Eu pedi aqui pra ele. Mas 95 tinha banheira, pô. Mas a gente foi cantar o CD do Pânico. Nossa, eu adorava aqui. Eu adorava Maca Caralho. Maca Caralho. Eu adorava isso. A gente foi cantar, foi lançar o CD do Pânico.
sabe muito disso. As únicas vezes que eu participei do Gu foi com o CD. É, nunca participei de outro jeito. Pô, tu podia muito ter ido na banheira, imagina. A mãe acho que não tinha mãe na época, irmão. Pô, mas... Tinha muita vergonha. Mas tu entrou na banheira com o Luiz Ambiel? Com o Luiz Ambiel. E ela te deu caldo? Ela te afogou? Me afogou. Ela é forte, né? E eu abracei também. Ela é moleque, cara. Eu fiquei louco. Cara, e tu vê que na época era a mina mais absurda.
Todo mundo só ia apanhar da Luiz Ambiel. Eu tive esse privilégio. Se ela me chama com a banheira ou agora,
Eu vou, eu tive largo tudo e vou. Eu tive uma honra de... Na hora, tu não iria? Calou em Zambiel? Porra, pelo... Pelo... Nostalgia. É. Olha isso. Pelo significado. Pelo significado. Eu tava em Copacabana, lançamento de um livro de um camarada, e aí tava o professor Pasquale. E aí ele me explicou... Ele me explicou o porquê que era... Dava caldo. Porque ela... Ah, caraca. Aí, dá um caldo, dá um caldo, dá um caldo. A ideia do português de dar um caldo,
É que tipo assim, nossa, isso aí dá um caldo. E aí eles pensaram nisso, de juntar as duas coisas e ter ali uma mina gata que dá um caldo. Eu falei, caraca, como é que pode um negócio desse? E ele tipo assim... E ela afogou muita gente, né, cara? Porra! Porra se afogou. Eu fiquei, eu só sei que eu fiquei louco. Ela tá afogando ainda, tá? Eu fiquei louco. Ela tá afogado. Durou, durou. A turma encoxava lá por trás. Deve ter durado uns três minutos, mas eu gostei bastante.
Outro dia eu mapeei o site. Eu vi um moleque abalado. Comigo é sempre assim. Outro dia eu mapeei uns três minutos.
Estoura a corrente rápido assim. Pô, que isso, cara. Você quer mais 3 minutos pra quê? 200 quilos do leg press ali em cima de você, porra. Caralho, eu não tô mais dando que nem você, não, cara. Tô pegando nada no leg press, não, porra. 3 minutinhos pra rebentar a corrente? 3 minutinhos e se finge de morto, igual um coelho. Caiu poladinho, já viu o coelho? Ele cai de lado. Tu segura assim pelas costas e cai de lado, porra. Um homem, quando apresenta a sua fragilidade, ele se entrega inteiro, né? 3 minutos, vocês querem mais?
três minutos pra quê, cara? Lambuzá, tem que, né? Pra você aproveitar. Ah, mas aí não conta, pô. Aí... Você tá falando só da... Pô, mas também... Eu acho que eu vou chupar... Três minutos eu vou chupar um boceto. Desculpa. Pode falar disso, não. Não tem problema. Tchau, tem uma moça aqui na sala. Não tem problema. Cara, o que a gente mais recebe hoje em dia é... Como é que descoloriu o bigode? E aí... É o pH. Hã? É o pH. É. O pH da... Da cachaça. Não.
O PH vaginal é ácido. É ácido. Vai clareando. E aí com 3 minutos... Quando tu vê aquele velho no bar que tem o bigode de duas cores... Já sabe. É a cerveja. Não, a cerveja tem o PH básico. O que descolora é outra coisa. É... Faz a diferença. Deixa eu ver se ele tem aqui o áudio. O PH básico. Deixa eu ver se ele tem o PH da Luiz Ambiel aqui. Ah, ele tá aqui falando outra coisa.
Tem nada a ver. Primeiramente, queria dizer que a sua filiação aqui é o partido. Já foi feita. Espero você para o nosso deputado federal aqui em Roraima. Goiânia, hoje Goiânia. Hoje a gente vai pra Goiânia. Se Deus quiser. Goiânia é terra boa, irmão. Dizem que mulheres são maravilhosas. Terra boa, porra. Goiânia é terra boa. Já se deu bem lá? Várias vezes.
As grandes afiliadas que faziam muito evento foi quando teve a jovem Pã Goiânia. Então a gente ia muito pra lá. Saudade dessa época, né? Saudade, irmão. Hoje eu tô feliz da vida. Não tem um bonequinho por aí perdido, não? Não tenho, graças a Deus. Tu sempre encapou? Sempre, sempre. Não é possível. Não tenho nenhum isso. Não teve uma falha nessa vida? Não, uma falha. 59? Vou fazer 59. Jogando sempre de armadura? Não é possível, não dá.
Não sempre, algumas vezes pé descalço, mas... Não dá, cara, não dá. Mas nunca tive.
tive. Nem, ó, eu tomei susto uma vez só. Não é possível, não é possível. Depois nunca mais. Não é possível. Ele falou, ó, que é minha. É, não, nunca mais. Um cara que é famoso há tanto tempo, teve tanta oportunidade, não teve uma vez que vacilou? Não, não. Uma vez só eu tomei susto, irmão. Não, eu sempre tive muito cago, assim, muita responsabilidade. Um filho é um negócio muito foda, cara. É. Ah, vou fazer um filho. Não é à toa que você faz um filho.
Eu tenho dois. É, eu sei. Mas você fez? Não, a mãe não quer que eu assuma. Ah, você tem filho assim?
Ele tem filho não assumido. Não assumido. Como assim a mãe não quer? É, porque o pai tem muito mais grana, cara. O pai tem muito mais grana, o pai é muito mais famoso. Tá, peraí, o DNA. Mas ela não quer fazer DNA. Ué, mas se você reivindicar, você consegue... Ele vai reivindicar pra quê, pô? Pra quê, cara? Ela não quer que assuma. Ela tá feliz com o cara. Ele banca tudo pras crianças. Deixa quieta, deixa quieta. O que eu vou fazer lá?
São quantos? Dois. Cara... Dois que a gente sabe. Dois que a gente sabe. É isso. Ela não quer, é claro. Deixa eu entender o que aconteceu.
Vamos voltar à história, meu irmão. Vamos lá. O ascendente. Vamos lá, meu irmão. O meu irmão rock. Rock Malias. Você tinha uma namorada, correto? Então, eu fui um músico durante muito tempo. Às vezes a namorada dele era a namorada de outra pessoa também. Eu era músico. A minha vida inteira foi viver da música. Mas músico tocava onde? Então. Alguém rio. É mesmo? Inclusive, preciso pedir desculpa ao Detonautas Rock Club hoje. Ah, eu tenho que contar essa história. Calma aí. Deixa eu contar essa história.
Isso vai dar merda. O... Primeira vez que ele teve a oportunidade, assim, de ter uma parada maior, Detonautas ia fazer um show no Circo Voador. Certo. E aí, pô, qual banda que vai abrir? Participou da parada ali, seletiva, parará. Ganhou. Banda dele. Porra. O pobre. Porra. Quando vê o Mel, se lambuza, né? Primeira vez no Circo. Aí, no Circo Voador, tem mais de um camarim, né? Aí, pô, tava lá, papinho vai, papinho vem com a menina, pum, entrou no...
olhou antes o camarim dele. Lotado. Uma merda. Mas tava lotado. Uma merda. Uma merda. Uma merda. Uma merda. Vamos falar a verdade. É uma bosta. Uma bosta. Aí chegou lá. Detonato Rock Club. Não tinha chegado. O senhor Tico Santa Cruz não estava lá. O que que ele fez? Entrou no dos caras. Falou, vem cá. Não. Vem cá. Você não fez isso. Cachos de uva. Cachos de uva. Maçã de cera. Nunca tinha visto maçã de cera. Mas da onde você tirou essa ideia?
Então, eu ia tocar, cara. De invadir o camarim dos outros. Eu ia tocar. O camarim dos outros.
Olha só, vou te explicar. Esse rapaz aqui, ele tem um problema sexual. Porque ele... Ele viu uma oportunidade, ele quer abraçar. Na hora. O que que ele fez? Achou a oportunidade. O camarim dele não dava, que porra, tava esculachado demais. E ele queria tirar... Pô, quem não quer tirar uma onda com uma mulher? Não quer, mas não no camarim dos detonautas. Então, mas aí... Se o detonautas não tá lá, tu detona o camarim dos detonautas mesmo.
Porta com porta, porta com porta. Porta com porta. Do lado, a gente, o detonautas.
Qual é o nome da tua banda? Linda Lobo. E aí eu falei, cara, vamos entrar aqui. Eu já tinha aberto, já tinha visto. E aí, cara, mesa de frutas, chapa, pizza. Mas isso não é a melhor parte da história. Aí eu dei empurrada aqui no cantinho das coisas, né? Botei a mina punk em cima. Ele tá lá, ele não trancou a porta. Não sei se não tinha chave, não trancou. Quem abre a porta? Calma, mas aí, calma. Eu tava ali, num serviço bonito. Quem que você acha que abriu a porta? Se esforçando.
O que você acha, cabrinho? A caroça... A caroça do amigo entra aqui, ó. Quem? Ricos Santa Cruz. O Rocher. Quando eu vi ele... Aí, o que que o babaca fez? Tô metendo. Penso no que faço no que... A música do cara, porra. Criei um elo de amizade com ele pra sempre. Aí o cara olhou, viu lá as uvas dele. O cacho de uva, a maçã de cera dele sendo profanado, só fechou a porta. Fechou a porta. Esperaram. Esperaram, esperaram. Foi legal, velho.
Foi legal. É, amigo dele até hoje, porra. Os caras entenderam. Foram parceiros pra caralho.
Primeira vez. Primeira vez. Um bagulho de um momento desse. E tava olhando. Penso no que... E ainda cantei a música do cara. Não tinha... Eu não queria falar o quê? Desculpa. Desculpa não. O fã de verdade... Pô, Renal Tess é arte do artista. Ele olhou com a lata. Renal Tess é arte do artista. Ele olhou com a lata assim. E cara, a cara dele era tipo assim. Aquele rosto que tá no meio da porta. O iluminado. Nossa. E a galera toda atrás.
A equipe, todo mundo. E pá, fechou a porta. E a minha cara, tipo assim, olhando pra Mina. E a Mina nem aí pra porra do... Foda-se. Continua.
minuto ali já, tá ligado? Eu falei, caralho, Chico, o senhor da Cruz me viu metendo, viado, cara. Fodido. Pô, do cacete. Mas tava falando do filho, você era músico, tocava pra caralho pro Brasil a foda. Tocava pra caralho, meu irmão, tinha uma vida totalmente voltada pra isso. Você tocava o quê, desculpa? Cantava, tocava guitarra. Guitarra, tá. E, cara, tipo, a parada foi indo pra um caminho que, na minha vida, foi interessante pra me colocar num lado mais de foda-se, de não ligar pra porra nenhuma.
A gente passou vários perrengues e vários momentos que, cara, a gente entendeu ali que é o processo
tisco das coisas. Sim, sim. Aí conheceu a Mina, a Mina tinha uma situação muito com... Como é que seria? Confortável. E aí, pô, eu tava ali de dublê de marido, né, cara? Eu era amante do negócio. Eu não era o jogador principal. Eu tava ali, Bebeto em campo, tirava Bebeto, entrava Romário, entendeu? Voltava Bebeto, voltava Romário e fiz. Entendeu? Só que aí a gente trocou ideia. Aí engravidou. E quem erra uma vez erra duas, né? Quem erra uma vez erra duas. Você tem razão. Aí,
Mas com a mesma moça? Com a mesma moça. É a mesma moça. Ou duas com a mesma moça. Tascaram. Era muito mulher, que era aquela parada de porra. Aí ela falou, tô grávida. É, e ela tinha uma condição muito positiva. Marido, olha só. Não pode falar nome, né? Não, sem nome, sem nome. Acho que não. Sem nome. Tem mais uma? Porque depois dessa aqui eu vou ter que beber outra. Toma, bora. Aquele marido que viaja demais, trabalha demais. Famoso demais. Ela era fãzinha da banda, parará.
moça era casada. Casada eu acho que é um termo muito pesado. Fecha muito a relação. Entendi, entendi. Ela era comprometida. Perfeito, perfeito. Hoje em dia ela é casada. Mãe de dois lindos bebês. Já levei ele pra ver. Fala tu. Lindos meninos. Filhos do Malia. A minha cara, a minha cara. Mas e aí? Aí você conversou com ela. Não, não, não, não. Não assume isso. Primeiro que se eu assumisse isso,
tirava lá de um conforto que é muito interessante. Ah, ia acabar com a vida da menina. Segundo que as crianças vivem uma situação que é muito positiva do cara que é integral do negócio. Entendeu? Negócio, porra. Bilingue mesmo. Ele vai daqui a pouco soltar. E aí... Gávea. E aí... E aí, tipo, foi isso, cara. Foi, tipo, entender que... E os moleques não sabem que tu é o pai. Não. Não, pô. Mas aí também, pô, tu quer matar... Pô, aí você quer acabar... Não, não tô bebendo. Na quaresma, eu... Ih, fez promessa. Ah, você fez
Ano passado eu parei de beber, só que esse ano ficou inviável com a minha vida. Caipirinha e punheta na quaresma. Nossa, eu vou parar com a cerveja e com a punheta e tá tudo certo. Suvanheta pode. Não, não, suvanheta é muito próximo da punheta. Pô, tu abriu uma brecha legal que eu não tinha pensado, cara. Então, pô. Caralho, irmão. Já pensou em ser advogado, cara, antes de ser comunicador? Mas tu fez, então, promessa na quaresma. Sempre faz, sempre faz. Sempre faz.
é bom você escolher alguma coisa. Você que é católico tá fazendo alguma... Tá me indicando de quê? Comer um cu. Nossa. Pesado. O carioca falou que tu falou um negócio pesado. Eu não tenho feito maldade. Então eu não me sinto com essa culpa. Não me sinto com essa culpa pra fazer um... Não, uma quaresma não tem culpa. Não tem essa. São 40 dias no deserto. Eu também não tô fazendo.
Fiz. Fez o quê? Aquarela. Num bebê refrigerante. Então, não precisa ser alguma... Mas assim, minha mulher faz todo ano. Minha mulher tá acordando quatro horas da manhã pra rezar com o Frei Gilson, todo dia. Cara, ele joga bola bem pra caramba, né? Pra caralho, irmão. Ele é craque de bola, velho. Será que ele vai ficar 40 dias sem jogar bola? Não, não fica. Tem que falar pra ele. Ele faz outras coisas. O que será que ele faz? 40 dias sem malhar vale?
Tu não malha, porra. Isso mesmo tá bom. Vale, vale. É isso. 40 dias sem malhar, porra.
Atravessar o deserto, tranquilo. Mas aí, caralho. Você vai criar uma penitência onde você carrega a sua alegria? Não, cara. Sacrifício. Treinar é um sacrifício. Qual é o sacrifício, cara? Não, quer dizer... O cara não vale e vai ficar quarta. Só pra voltar... Uma coisa que ele não faz, não vale. Só pra voltar pro assunto. E encerrar o assunto. Quer dizer, então, que você tem dois moleques que você não tem contato. É, sério. Porque ela não quer, né?
E eu entendo. Você não tem contato. Nota fria, nota fria. Nota fria. Você tem um fís? Não, o meu é. Você tem um...
Registrado ali direitinho, pô. Pelo amor de Deus. Você tem um filho? Tem, pô. Ah, entendi. Marra laço, um beijo. E você é casado? Não, infelizmente não. Infelizmente não? Por quê? Ah, o casamento é uma coisa bonita, né? É bonito, é bonito. Eu, por exemplo...
Eu não posso dizer que eu sou católico, porque eu não comungo há anos, né? Tô em pecado mortal. E, pô, você só pode comungar se você se arrepender dos seus pecados. Eu não me arrependo dos meus pecados. Então, a hora que eu arrumar uma boa esposa, eu vou poder casar e voltar a comungar. O arrependimento carrega aquilo que você não queria fazer. Você nunca casou na igreja? Não, jamais. Nem no papel. Nem no papel? Nem no papel. Morei um tempo junto com a mãe do meu filho, mas nem chegou a ser união estável,
de dois anos. Foi um ano e dez meses. Mas já perde tudo, né? Não, perde o quê? Tem que ter alguma coisa pra perder. Tem que ter alguma coisa pra perder, exatamente. Perder o quê? Só perdi minha paciência. Só se perder a vida, né, irmão? Não, e a pensão, né? Tem que pagar a pensão. Não, meu filho morava comigo. Hoje em dia mora com a minha mãe. Morou comigo até os seis anos. Ah, é? Morava eu e ele. Que legal, cara. Entendi. Agora mora com a sua mãe.
Agora mora. Minha mãe pediu pra morar com ele. E o moleque é de boa. Ah, ele é legal pra caramba. Pô, que legal, velho. Moleque ótimo. Mas não quer voltar a morar comigo de jeito nenhum. Por quê? Não quer nem fudendo.
Tu mora com a tua avó, tu vai querer voltar a morar com teu pai. Vai querer morar com o pai? A avó é do caralho. Eu sou o cara do não, cara. Eu só chego pra dar a mão. Vó é demais, cara. E vó só fala assim. Ele vai pra minha casa quase que... Obrigado. Não, é castigo. Tipo assim, ó. Não tá se comportando bem, tu vai passar um fim de semana com teu pai. A gente leva pro bar, sacou? Não, não leva pro bar, não. Fala o sinal. Tenta educar.
Fala o sinal. Vem ver um negócio aqui com a gente rapidinho. Fala o sinal. A gente leva pro bar. Fala o sinal. Nem conhece meu filho, nem conhece. Cara, um ano, um ano.
Você não conhece. A gente se conheceu gravando. Já vi foto. Você era músico e você fazia o que, moleque, irmão? Cara, eu era editor de vídeo durante muito tempo. Você sempre mexeu com isso, então? Não, sempre mexeu com internet. Apesar de estarem me apagando a minha história no YouTube, né? Por quê? Porque a maior parte das coisas que eu fiz sumiram. Ah, é? Como sumiram? O X-Vídeo não renova, né? Verdade.
É verdade. Passou, passou. Pirocaras antigas não moram em conheço. Tinha um canal em BH que chamava Satirismo. Até o João Carvalho hoje em dia, ele nem mete mais com humor. Ele é da política e tal. Tinha o João Carvalho, o Zaro, o Mordente, eu. Magalzão também fez parte durante o tempo. Magalzão, Magalzão. Então. E aí eu era editor do Satirismo e aparecia de vez em quando nos vídeos. Esse canal saiu do ar ano passado. Não sei porquê. Ninguém me... Eu cheguei até a perguntar, mas não me explicaram.
fingiram que não ouviram a pergunta. Eu falei, ah, tudo bem, né? Às vezes é melhor pra todo mundo sumir. O humor, né? O humor de, sei lá, 10 anos atrás, às vezes é melhor sumir pra não dar ruim pra ninguém. Eu fazia vídeo com o Magalzão Show. Magalzão Show é um brother meu. E eu fui editor do Porta dos Fundos também. E aí eu apareci... Você já viu aquele... Não sei se vocês lembram. Tem um vídeo bafo. Puta, eu não lembro. Esse era um dos 10, 20 vídeos mais vistos. Eu sou o ator principal.
Então, tipo assim, eu era editor e aí de vez em quando aparecia numa parada ou no outro. E aí o Magal fez o Brochada. E aí eu fiquei um tempo lá, um ano no Brochada. Aí depois fui ser de oi ponze, negócio de criptomoeda, essas paradas. Já me escuta coisa, cara. Já tive podcast de áudio também uns três anos, Plantão Inútil. Que legal. Com meu amigo Bigos, que é... O maluco é marombeiro, cara. Pedindo um cara gordo pra caralho. É um maluco fitness.
Conversando, era a gente conversando. Passou um monte de gente nesse meio tempo. Então, tipo assim, o plantão ainda tá lá, mas é áudio. Tá. O canal, os vídeos que eu fiz com o Magal sumiram. Satirismo sumiu. Que coisa. Eu apresentava um programa no canal da Edgama também uma época que era... O Edgama é maravilhoso. Quem disse isso é um murrão na tua cara. Muito bom. Muito bom. E aí tu tinha que dizer assim, ah, quem falou isso? Sei lá, Dilma ou não sei quem? Clarice Ininspector ou não sei quem?
Errasse. Não. Eu era o apresentador. Ah, tá. Era tipo o Ed Gama contra alguém. Eu era o Ed Gama. Eu fazia o papel de Ed Gama como apresentador. E era sempre o Ed Gama contra alguém. E aí as pessoas se batiam na cara quando erravam. E aí eu também não sei porque saiu do ar. Bate e regaça do pânico, pô. Bate e regaça. Bate e regaça do pânico. Exatamente. Formatação. Bate e regaça do pânico. Só que em Vila Isabel com o pessoal se murrando na cara.
Que legal, hein? Teve na bote. Teve os caras do La Fenne. Pô, o cara do La Fenne. La Fenne, você é loucaço. O Big John.
Não conhece o Big Jão? Não. Pô, vocês têm que trazer o Big Jão aqui. Do Fênix? Não, não. Big Jão é um... Não conheço o Big Jão. Cara, ele é um ator muito foda. Tipo, o filme dele quase foi pro Oscar, só que ele é da comédia. Ele faz stand-up, não sei o quê. Ele apareceu de vez em quando no canal do Defante, mas o moleque tem uma carreira de ator muito maneiro hoje em dia. Só que ele é engraçado pra caralho. Como é que é o nome dele?
Big Jão. Big Jão. Traz ele aí. Não, ontem ele tava comigo. Ele tava na minha live. É legal eles trazerem aqui. Ele é do Rio? Do Rio, pô. Mas ele grava no...
canal do Guaraná aqui, não é canal do Guaraná, sei lá, coisa nossa, uma parada dessa. Meu irmão, Big Jão, pô, esse moleque é muito engraçado. Niterói de curaça, velho. Pô, ontem eu saí com a cara chupando o dedo dele, acredita nisso? É mesmo. É? Terrível. No programa dele. No programa dele. Ah, eu tive um programa no meu canal que era o Cassino Ponzi, porque eu... Você gosta do Cassino Ponzi? Não, então. Piramideiros. É pirâmide. Não, Ponzi, eu não sei se vocês conhecem, o Charles Ponzi, né? É do Pirâmide.
Então, ele, no fim da vida dele, ele vivia no Brasil. Ah, o Pozzi vivia aqui? Eu não sabia. Tipo o Homem do Trem também? E aí tu acha que ele é filho de quem? Sou neto dele. Você é neto do Pozzi? Exatamente. Nem fudendo. Caralho. Tá com a biografia dele. Cara, que loucura. Carlos Pozzi. Você é uma pirâmide, então, humana. Mas, ó, tudo que ele fez, ele devolveu. Aí. Devolveu em X. Ele devolveu. Pra ele mesmo. Devolveu ou devolveu?
Vida pra ele mesmo. Banco Master é um pônus. O Banco Master é todos os poderosos do Brasil se unindo pra roubar o Brasil. E mais um pouco, irmão. Todos os poderosos e mais um pouco. Mas você já ouviu falar do esquema pônus, né, Bola? Você já ouviu falar do pônus. Já, já, já. Pônus é pirâmide inglês. Sim, sim, sim. Tu viu o Nicolas falando com a mulher na CPI? Não. Ele falou assim, ó, você não é um dos cabeças,
Eu, se fosse tu, não ficava nessa de não vou falar nada? Porque daqui a pouco todo mundo vai assinar o acordo de delação. Vai abrir a boca. E tu vai ficar de xereca aí, vai ficar preso ainda porque dos outros, que não tem nada a ver contigo. Entendi. Então, o Banco Master é os poderosos mais um pouco, mas esse mais um pouco, se não abrir a boca, vai se ferrar. Quer dizer que tu é neto de Charles Poans, então? Ele morreu, sabe onde ele morreu? Ele morreu no... No UPA. Não, não. Não, UPA. Tu conhece o Maracanã?
Conheço um pouco. Sabe, tem um hospital ali, o Badin. Antigamente ele chamava o Hospital São Francisco Xavier. Ele morreu ali. Ele morreu no São Francisco Xavier? Ele morava depois da Mangueira. Olha aí. O bairro São Francisco Xavier. Charles Poise. Ali, sabe onde é o Rocha? Clube dos Sargentos. Aham. Ele morava por ali. Olha que loucura. Amigo de Jorginho Guilhem, porra. Jorginho Guilhem, porra. Jorginho Guilhem, porra. Jorginho Guilhem é...
Bravo. Por isso que eu sempre falo que eu sou playboy, meu irmão. Não tem jeito.
Frequentador ativo de Copacabana Passa. Eu sei o que é bom, foda-se. Como é que tu vai ter vergonha de ser comparado com um cara que fez os cálculos de... Não, não dá, não dá. Porra, foda-se, não vou trabalhar, vou gastar meu dinheiro até... Qual é a média de idade aí? Ah... Não, e é melhor, porque ele errou o cálculo. Errou o cálculo. Porque no final tá fudido. O que é mais gostoso ainda é ser bancado. Ele errou, ele errou. Ele errou, ele não conseguiu manter.
É que na época que ele fez o cálculo, a média de idade era, sei lá, 58 anos. Aí ele falou, eu sou rico, vou viver mais uns 15. Bota aí que eu vou viver até os 17.
73. Quanto eu posso gastar? Aí trocou a moeda. Gastou. Não, mas até os 78 ele tava bem. Ali ainda sobrou 5. O cara fez um rolezinho com o Jerry Joplin. Mas o Copacabana Palace foi do caralho com ele, né? É outro momento. É o mínimo, né? É outro momento. Tu não acha que é o mínimo? Tu vai levar quem hoje, Zé Felipe? O Copacabana Palace deixou ele morar lá. Não, mas imagina tu... Não expulsou ele. Não, mas... Não, o Jorginho Guilherme. Ele tá falando do Jorginho Guilherme. Ah, mas ele é fudido.
Mas no fim ele não morava no Copacabana Palace, não. Ah, não morou? Ele morava em frente ao shopping da Gávea, no fim. Mas ele morou um tempão no Copacabana. Eu sei, ele morou um tempão, é. De favor disso. Cara, imagina, tu morou 50 anos pagando ali. Aí tem que falar assim, porra, onde é que eu vou meter esse velho? Não vou jogar o velho na rua. O cara mandava uma bandejinha de champanhe para a mina na praia, cara. Não vou jogar...
Isso é muito diferenciado, isso é muita qualidade de vida. Pô, tu imagina... É outro nível. Então o gerente do Copacabana Palace, o cara te deu o gorjeta a boa a vida inteira. Você vai tocar o cara de lá e não vai. Ah, eu não vou jogar o maluco com a espiranha no nido. Não vai, irmão
É uma puta sacanagem que fizesse isso. Ele é muito legal. Ele era uma coisa, uma figura... Aí deturparam a imagem do Playboy, agora o Playboy virou uma coisa ruim. Não, é nada. Negativo, eu sou Playboy. E você mexe com música até hoje, Rock, ou não? Graças a Deus, não. Por que que largou, irmão? Porque, cara, é um processo que é muito... Pelo que eu entendi, você foi um cara foda. Então, eu vivi o rolê de passar por todas as casas do Rio de Janeiro, Brasil.
Guitarrista. Cantava, tocava guitarra e era um rolê que era maneiro, que era rock. Era um bagulho que funcionou.
Mas o mercado do rock foi por causa do caralho, né, cara? A mulher cada descobriu outros momentos e outras modas de ser subversivo. O rock ficou quadrado na postura. Eu acho que, tipo, tem esse problema pra caralho. E agora tá começando a romper isso. As bandas de agora tão entendendo que, cara, é o olho do funk, cara. Tipo assim, a gente pode não gostar da sonoridade. Eu sempre falo pra todo mundo isso. Falo, cara, mas goste do estímulo. Eu acho que muito mais importante do que o som é você gostar do que estimular.
Só que o cara que, porra, a gente tava brincando, né? O cara que não come a feia, mas ela fode pra caralho. A feia fode pra caralho, irmão. Você pode não gostar daquilo ali, mas ela vai te estimular de uma maneira que é foda. Posso contar a verdade? Por que que ele largou o... Quero, quero. A verdade é a seguinte. Vem aqui pra me fuder, cara. Diga. A verdade é a seguinte. Veio, veio pra te fuder. Ele veio, ele veio pensado, ele veio de casa.
Ele fez amizade com o Léo Stronda. Léo Stronda. Conhece o Léo Stronda? Claro. Meu amigo aqui. Meu irmão, meu irmão. Gente boníssimo. Aí o que aconteceu?
Pegou o carro do Léo Stronda. Por um acaso, por um acaso, o Roque até sabe dirigir. Mas o Detran não tem como atestar isso, porque ele nunca fez o teste. Entendi. Mas ó, vamos pela lógica. Se você não foi reprovado, não significa que você não sabe dirigir. Perfeito. E aí, pô... Ele era Natal, porra. Aí o Léo perguntou assim, o Roque falou, porra, maneiro, esse teu carro... O Léo falou assim, tu quer dar uma volta? Quero, claro, porra. Pegou o carro,
bateu com o carro. Aí o... O Léo, porra, falou... O Léo riu. Riu. Falou, caralho, cara, que porra. Tu não sabia dirigir? Tu não sabia dirigir? Ele falou, não. Eu não sabia que eu não sabia dirigir. Peguei o carro aqui e dei a volta. Aí o Léo, porra, riu. Riu, levou numa boa. Mas falou, então, preciso fazer um clipe, tu vai ser meu produtor. Então, vamos lá. O que é, o que é? Baratinho, com milhares de ofertas. Tem frete grátis. É muito prático, com entrega rapidinho.
E ainda tem cupons de desconto todos os dias. Valendo! É o app Magalu! E a resposta está... Certa! Essa tava fácil, vai. Então acerte você também. Clique no banner, baixe o app e aproveite. Tem o Magalu, tem o Magalu. E aí a gente gravou um clipe, tá ligado? Tipo assim, e eu tava cantando nessa época. Eu fui pro trap, né, do nada. E aí o cara falou, não, tu canta, vamos fazer o clipe. Na época eu tava com o Dalton Max, a Universal Music.
Fui lá fazer o clipe, cantar com os caras, né? Os caras do rap. Do caralho, os malucos tinham uma visão que eu achava maneira pra caralho. E foi assim que ele largou o rock. Mas... Mas esse clipe tem um problema. Porque a gente só não bebe... Eu não bebo num bar por causa desse clipe. Eu bebo em todos os bares do Rio de Janeiro. Quero agradecer a todos os bares do Rio de Janeiro que recebem a gente pra beber lá. Só tem um bar que eu não posso beber.
Por quê? Um bar que eu não posso beber. E a culpa nem é minha. Porque o bar tinha um narguilê. Não, não tinha não. O Léo levou. Ah, o bar não tinha um narguilê então.
O Léo levou o narguilê pra tomar um mal. O Léo levou o narguilê. E aí o bar, como quase todo bar, é um casal. É um dono e uma dona. Se vocês forem muito a bar, vocês vão acabar reparando que é um negócio que se repete. Família. Sim, sim, sim. E aí a dona não tava na hora que começou o clipe. Mas ela chegou bem na hora que o nosso amigo aqui, Rock Malish, tava pegando o narguilê. Não, eu não. Agora não foi ele. Fui eu. Um personagem que tá nessa história pega esse narguilê. É, uma outra pessoa que não é o Rock Malish,
pegou o narguilê e transformou em essência de abacaxi. Botou ali em algumas situações e deu pro dono do bar fumar. Eu não entendi. Você sabe que é um narguilê? Narguilê, claro. Já provou a essência de abacaxota? Abacaxota nunca provou. Então, é diferenciado. Entendi. O que vem queimando... O Léo Stronda já provou. O que vem queimando em cima... Passava na corredora pro dono do bar e a tia pegou. Foi isso? Foi. O que veio queimando em cima queimou embaixo e os olhos...
Abacachota, velho. Delícia. Abacachota. Mas se não provou, prove agora. Um ótimo clipe. Olha o que os caras fizeram. E aí ela chegou... E a tia pegou o marido. Aquela babinha. Sei. Sabe? Aquela decorrência do crime. E aí a gente só podia gravar nesse bar. É um bar muito legal, inclusive. Eu frequento lá. Eu não posso. Eu sempre faço o que a gente vai falar. Você não tava no clipe. Eu não tenho nada a ver com isso. Eu nunca me mexo.
Eu nunca mexi com música. Você e o Léo não podem passar na porta. Não, o Léo até pode. Porque o Léo é uma figura pública penquista.
É porque ele quem fez essência de abacaxão. Eu não tô na dona do... Não. Um cara. Um cara. Um cara que cantava trap na época. Um personagem. Não foi ele. Não foi ele, tá. Mas acabou sobrando a culpa pro coitado do Miles. Um cara que nunca fez mal a ninguém. Um degustador de essências. Eu imagino o veinho. O Bola tem uma história muito boa também nesse sentido. O cara não é velho não. Não, não. A mulher dele me olhava reta nesse momento. E ele assim, ó.
até hoje. Ele degustando, sentindo as papilas, as notas, né? É. E a babinha descendo aqui, ó. Eita. E as meninas aqui, ó, rindo e eu pensando, que dia. Meus amigos, que dia. E ela, muito bolada. Então, eu sou uma pessoa que não quis, sei lá. Mas a gente gravou lá. A gente ia gravar lá, só que quando chegava a esposa, a gente saía. Entendi. A primeira vez que a gente gravou, a gente estourou lá. É, os vídeos tudo pegados. Três milhão, dois milhão, três milhão, dois milhão. Vamos voltar. Primeira vez não tem abacaxota. Não, não, não. Abacaxota,
É antigo. Ah, entendi. Vira que segue. É tipo só naquele momento do intervalo ali. Essência da abacaxota é dois mil e tal. Só que uma mulher não esquece a cara de um vagabundo. Não. De um bandido. Não esquece. Entendeu? Você tem razão. Um destruidor de lares. Eu sei como é que é. Um desvirtuador de família. Eu acho que você não me vê como Cristo e me vê como Barrabás de uma cruz é muito difícil. O Fala tem uma história muito boa.
É você. É um personagem que não é você. O Ponce, o Bola tem uma história de uma parada assim, que é do churrasqueiro. Churrasqueiro de solteiro, puta merda. Isso é maravilhoso. Churrasqueiro de suruba? Olha só. Sempre se dá bem churrasqueiro de suruba. Famoso, hein? O churrasqueiro de linguiça. O amigo nosso. O amigo nosso de solteiro. Fecharam a mansão. Famoso assim, famoso globalmente. Nós somos 15 caras em uma
umas 30 mulheres, irmão. Que isso, cara? Não, e é o seguinte. Banquete. Cada um só tem um piru. Não, então. Mas era porra. Mas é pouco, tá? Porque 15 caras com 30 mulheres é duas pra cada um. E aí, o tiozinho fazendo chuvas pra turma, pá, tomando uma, fazendo chuvas, comendo. Ah, gente, agora é o seguinte. Vai, todos os homens vão pra aquele quarto, arranca a roupa, deixa tudo guardado que nós vamos trancar pra não ter problema de sumir coisa e tal.
Mulherada vai pra aquele quarto, mesma coisa. Tranca, fica a chave. E, mano, e todo mundo pelado, velho. Ah, o churrasqueiro
também. Não, ele não. Ele tá de avental. E a turma lá fora e chupa piroca e o cara, o tiozinho, ele assim, a mina. Quando ele botava a mão na brasa, ele nem sentia queimando. O desespero desse tio. Ele não se deu bem? Não, porque ele tá trabalhando. No Rio, geralmente, a pessoa se dá bem. Tu vê como a ética paulistana de trabalho é diferente. Ele ganhou uma caixinha fudida. É um negócio, né?
Ele ganhou uma grana é negócio. Ele ganhou uma grana boa. Não, ele ganhou uma caixinha, não uma caixinha fodida, né? Não, não, fodida não, uma caixinha brava. Ele queria a caixeta, né? Mas a caixinha diz que ele ficava desesperado. Mas ele fazia assim, a tia Viní. A tia. Porra, 30? Não, eu não pude. Juro por Deus, bicho. Ele ficou louco. Eu chorava de rir, irmão. Eu chorava e falava, bicho, coitado desse tio. Chorava por todos os lugares, né?
É, cara. E Negovali no canto, o outro canto. Não fizeram uma boa ação com o tio. E duas com um, três com o outro, bicho.
E ele assim, ó. E o cara é o maior responsável pelo entretenimento, né? Então... O cara servindo linguiça, asinha, porra, eu não sei lá nada. Deve ter cuspido, passado no cu. Ah, já era. Fácil, mano. Fácil. E vem cá, qual é a tua situação, Ponzi? Qual é a tua situação, assim? Você não é casado? Não. E como é que você faz pra morder alguma coisa? Como é que tá hoje o mercado? Como é que o mercado tá morder? Pegação. Pra dar um...
Ah, graças a Deus, sempre tem uma alma caridosa que tá disposta. Sempre tem? Sempre tem. E como é que você faz? Qual que é o perfume?
sexta-feira, qual que é o... Como é que você sente que a coisa vai acontecer? Vamos lá. Vou falar pra vocês. Tem um lugar na Tijuca que eu gosto muito de frequentar as quintas e domingos, que é o Bar da Marlene, o Nevada Bar. É esse aqui? Não, não, não. Esse como chama o turismo? Esse aqui é Bom da Barão. Bom da Barão. O Bom da Barão é o bar que a gente se conheceu. A gente se conheceu no aniversário do dono do bar. Comigo brigando e ele embora.
Essa história também é muito boa. Amizade do caralho. Eu já fiz conta. Essa história é muito boa.
Mas o negócio é, eu vou no karaokê. Uma dica pra quem tá solteiro aqui, ou pra quem não tá solteiro e quer se dar bem no karaokê. Canta Sandy Júnior. Ah. Tô te falando. É pela idade, né, cara? É a faixa etária que você quer atingir. Entendi. Pega no emocional. E se cantar lenda, ainda mexe com aquelas que gostam de roupa nova. Você abriu um leque. E vou te dizer, Sandy Júnior tem um negócio incrível.
Eu nunca comprei um CD do Sandy Júnior. Nunca fui a um show do Sandy Júnior. Eu sei cantar pelo menos umas seis músicas do Sandy Júnior. Perfeitamente. Porque tocou isso muito quando eu era adolescente, jovenzinho. E, pô, a gente é da época da comunicação de massa, meu irmão. É. Não tinha como você não saber cantar. Não tinha. Absorver com algo. Vamos pular, vamos pular. Você é uma esponja e é na época que teu cérebro tá mais absorvendo coisa.
Cara, eu sei cantar umas quatro, cinco músicas do Sandy Júnior. E quando tu manda o Dig Dig Jai, Dig Jai Popó, ela já vem com a mão assim.
O que acontece? Karaoke é um jogo que se joga em dupla, né? Você chama pra cantar. Tu vai lá, investe os 5 reais, fala Marlene, me dá duas fichas. Eu vou cantar aqui meu Tim Maia primeiro, né? Mas depois eu, porra, tem que apelar, né? Porque a vida, porra... Vou pra Sandy Júnior. Boto a minha Sandy Júnior ali. Dá a cantada. Tô com o meu microfone sozinho, outro segurando. Aí você já olha pra plateia. Sempre tem alguém que tu pega pela emoção. Você já sente ali.
e te pega pela emoção. Então você bota assim, ó, o outro microfone assim, ó, tu vê a pessoa cantando, você já oferta o microfone. E você constrói uma dupla, né? É um dueto. Perfeito. Aí, pô, você já passou aquela emoção intensa, entendeu? Já teve aquela vibe de retrô. E aí daqui a pouco ela tá pagando uma cerveja pra você. Pagando? Claro, a mulher tem que pagar. Olha, o homem hoje em dia tem que se valorizar. Toda tijucana não teve vergonha disso. Carioca se valoriza.
Não paga bebida pra uma mulher que tem que pagar bebida pra você. Homem, 2026. Escasso. Homem é luxo. É verdade. É escasso. É dólar blue. Homem é luxo. É verdade. Não é pra quem... Não é pra quem quer. É pra quem pode. Tá nesse nível, Ponce? Homem é bom. Você já fez o cálculo, Ponce, para... Meu querido. De pirâmide ele entende. Entende. Com o tenedonato. Converse com as suas amigas 30 a mais, com as suas amigas 35 a mais,
Entendeu? Você que é um rapaz engraçado, que é, assim, hoje o que as mulheres procuram não é um cara bonito, não é um cara forte. Elas só querem rir. É muito tropa de elite. Quem quer rir tem que fazer rir. Elas só querem rir. É uma aula. Quem quer rir tem que fazer rir. Você falou bonito. Quem quer rir tem que fazer rir. Caraca, que cara bobo. O homem bonito tá em desuso. Que da hora. Tu faz a tua performance ali que eu sei que mora dentro de você. Convida pra participar. Puxou certo alguém com o Lula Santos.
Entendi. Botou, daqui a pouco ela já vai, tá te pagando uma cervejinha, entendeu? Uma caipirinha, que eu gosto de tomar uma caipirinha que o Adriano, que é o... O Adriano. O Adriano é o melhor caipirinha que tem. De que que é? De... Caipirinha é de limão e cachaça. E ele é bom porque ele passa o pau no chope do cu. Olha lá, rapaz. Caralho. Não fala isso do Adriano, não. Não fala isso do Adriano. Legendário, ele fala assim, ó. Aí eu tiro o Adriano da sinuca, porque é um bar que tem mesa de sinuca, eu falo,
comprando a caipirinha. Quando você perder no rei da mesa, fica à vontade pra fazer uma pra mim. E aí vou tomando a cerveja com ela, chega a minha caipirinha, você não quer provar? Toma a caipora. Aí quem dividir um canudo com você, já perdeu o nojo de você. Você concorda comigo? Tu bebeu no meu copo, tu já não tá mais com nojo de mim. Aí, meu irmão, é só fechar o olhinho que o beijo vem. Ele é bom. Pra quem tá solto. E já vi imagens dele dançando forró. Esse é bom, tem filho e não paga pensão. Esse é o melhor.
imagens dele dançando forró ao som de Linkin Park. Cara, a galera manda imagens, imagens da tela. Desgraçado. De lá eu vou pra outro bar, né? Mas como que se dança forró? Ah, meu amigo, eu não sei como ele dança. Eu não filmei, me mandaram. Você tem isso aí? Manda pro Carioca, por favor. Não, aí, o que acontece? A última vez que a gente foi no bar do Fernando, que é esse bar que a gente se conheceu,
Tinha uma moça lá e ela, pô... É uma cara boa, né? É bom. Ela me conhece. Dançou um forró com o Linkin Park. Ela falou, pô, adoro você. Aí começou a tocar ali um Linkin Park e eu, pô... Mas você dançou um forró? Pô, você dança o que você sabe dançar, né, cara? Como é que eu vou dançar? Não entendi. Tem como dançar em Linkin Park? Não, não tem. Forró, tem como. Forró. É dois pra lá, dois pra cá. Não tem mistério. Mas tem que achar isso, por favor. É maravilhoso. Aí ele esperando que eu fosse beijar a moça.
No meu bar. Aí vai lá com o celular pertinho na minha cara. Eu não tava lá, cara. Tu cismou que eu tava lá. Eu recebi essa informação. Desculpa. O cara... O cara... O outro cara. Não. Um frequentador do bar viu a cena e começou a filmar. E foi chegando pertinho, pertinho. Que achou que você ia beijar. E esse bar tem um grupo de WhatsApp. Entendi. Em que o rock está. E aí o rock está. E aí depois veio me cobrar, né? Pô, que história é essa de dançar forró ao São Jinguem Parque? Só que eu não lembrava, cara. Mas é uma delícia. Já tava já pra lá.
Só que o cara foi chegando perto e, pô, achou que eu ia bocar a menina ali e não ia, pô. E aí tu pega e arrasta pra casa e tá tudo certo. Aí... Aí é outra história. Aí a gente, tipo, um cavaleiro não deve falar isso, né? É verdade. Acontece. Às vezes acontece. Acontece. Graças a Deus, almas caridosas. É. Então, você não quer saber de namorar ninguém por muito tempo. Não, eu namorei muito tempo agora. Namorei dois anos e um mês, pô. Quanto tempo você terminou, cara? Recentemente. Chata, chata. Pô, meu amigo.
O amigo andava com a coleira. Só mandava tomar choque. O cachorro latia fora da rua. Caramba. Ele perdeu uma dificuldade. Tirou a essência do gordo. Não, não tirou a essência. Os 15 minutos com ele que a gente tinha de vida social. Era maravilhoso. Em uma semana, era maravilhoso. O resto... Só que do nada surgia... Sabe aquela história? Conta Mar Baixa, Mar Perto do Diabo. Meu irmão, uma baixinha chegava invocada. Era um filme, meu amigo.
Eu já sabia que vinha a merda. Ela me odiava. Vinha pedrada. E eu era a cara do problema. Porque quando a gente começou a gravar e a parada deu certo, porra,
vai estar começando isso agora. Vai fazer um ano. Vai fazer um ano que a parada começou a andar e funcionar. E quando a gente... E ela vinha com, cara, 30 parafalos aqui, caralho, AR15. Ela me odiava. Ela falava, cara, tá tirando ele da minha casa. Tá deixando ele próximo da rua. Quando a mulher é cisma, irmão. Meu amigo, eu era... Esquece. Só que aí na hora do final... Ela vê o demônio, mas não quer ver você. Não quer. É verdade.
Era uma entidade... Zero de boa vontade dela. Ela olhava aquilo ali e falava, cara, não quero, não sei o quê. E ela travava o nosso jogo. Nosso trabalho.
Ele tava certa, pô. Amarre seu gordo, se deixar na rua... A turma pega. Ainda mais agora com o Ozempic, vai ser raridade. Vai, vai ser raridade. Se essa porra virar genérico, ver um gordinho, é, pô... É uma dificuldade. Não é triste, é triste. Pelo amor de Deus, Ozempic. É dureza. Irmão, se o Ozempic virar genérico, não tem mais acordo não, né, não? Vai virar, né? Se essa porra bater na CIMED lá, entendeu? Estou burro e enfiar essa porra na barriga. Pum, emagrecendo a noite do dia. A EMS já tem... Genérico disso? É.
Mas pode? Não é só da Lilia ainda? Não, vai liberar esse ano. Já vão lançar a caneta deles. A CIMED também vai liberar esse ano. A EMS vai lançar agora. Isso é criminoso, cara. Isso é criminoso. Da Monjaro? Não sei qual que é o princípio. Não sei se é do... Não, eu vou tomar isso não porque teve uma vez que eu emagreci 39 quilos. Caraca. Dando a bunda. Não, dando a bunda não. Pelo amor de Deus. Isso aí nunca foi do rock. É... Emagreci 39 quilos.
E eu perdi grande parte do meu público, cara. E eu fiquei deslocado no mercado. Você ficou tipo o Leandro Hassum, né? Passando aquele... Tu perde o carinho. Tu perde o carinho. Tu perde o carinho. Ah, o Leandro Hassum depois de imanecer, eu acho uma sacanagem que o Leandro Hassum é muito talentoso. É trágico, porque ele cortou o cabelo. A galera parece que quer uma essência prática dele, né? Que é tipo... Ah, você não pode cortar o cabelo e você não pode emagrecer.
Porra, aí também, caralho. Ah, mas eu tenho que usar meu peru, eu não sou casado que nem você, né? Eu tenho que ir. Tudo bem, entendi.
virando bem. Não, me virando bem não. Calma aí, eu tô... Tá no jogo. Tamo aí. Tamo aí, tamo aí. Tem semana que é boa, tem semana que é maravilhosa. É, eu sei como é que é. Você sabe. Eu fiquei um ano e meio nesse varejo aí. Tá namorando agora, tá casado? Só dá uma olhada. Eu só olho e falo... Tô namorando, tô namorando. Tá quanto tempo? Tô há oito meses namorando. Depois eu fiquei um ano e meio separado, né? Ah, então, eu quero ficar pelo menos uns dois anos solteiro. Você ficou quanto tempo?
Você tá quanto tempo solteiro? Uns meses aí, quantos meses? Uns quatro, três meses. Ah, então você não quer saber de nada por hora? Cinco meses, sei lá. Tem que ficar um pouco sozinho. Aproveita um pouco, é bom. Você quer curtir, você quer curtir. Cinco meses livre voando. Você quer curtir, você quer curtir. Pô, a liberdade de eu ficar bebendo, pô, que nem eu bebi essa semana, até 5h45 da manhã. Isso aqui é um filho da puta, tá?
Bebê das 5h45 da manhã. Pô. Que liberdade. A liberdade que você tem de num domingo, beber até as 5h45. Bom dia, a companhia subiu o sol, ele tá lá do Playstation.
O foda é isso. Porque, tipo assim, quando ele terminou, eu comecei a namorar. Isso é uma merda. Esse moleque esperou esse momento. Você vai ser um otário nesse ponto. A vida inteira a gente foi assim. Agora que a gente... Tipo, o Carioca namorava e eu tava solteiro. Era impressionante. Eu namorava e ele tava solteiro. Nunca casou. É o equilíbrio. Agora sim que tá tudo... Agora que a gente conseguiu levar as minas pra jantar. Pra jantar, pra sair.
Primeira vez? Primeira vez que estão saindo? Fizeram amizade? Não, mas assim... Porra, que bom. Era muito difícil.
casadão puto a tempo. Você sabe que se a mulher, se a sua mulher não gostar do seu amigo ou da mulher do seu amigo, a amizade acaba, né? Eu tenho o caso com a pequenininha. Então, a dele, a dele. Eu não perdi nenhuma amizade, não. E sabe quem levou as coisas dele? Quem buscou as coisas dele? Quem buscou as coisas dele na casa dele fui eu.
Me ligou e falou assim, pega minhas paradas. Não, é... Aí eu falei, caralho, eu abri a porta aqui, ela olhou pra cara e você falou... Ele é meu, porra. Você falou que você tinha 15 minutos com ele. Não, eu fugia. Ele fugia, ele fugia, ele fugia. Ele fazia um esquema muito bom, cara. Isso aqui é um tráfico de órgãos diferenciado. Irmão, tô dormindo, amor. Ele gravava live com ela, que eu tô dormindo. Fechava o celular do lado e ele tava aqui, ó.
Fala isso não, eu não falei isso não. Foda-se. Fala isso não, que vai ser já meu nome depois. Eu sou pai de duas crianças.
Santa Cruz, tu tá botando pra foder. Não, tu não comeu tipo Santa Cruz, não. Não é querer tirar essa onda, não. Não é querer tirar essa onda, não. E aí o bagulho foi exatamente esse, que tipo assim, quando ele terminou, cara, esse moleque foi muito filho da puta nesse ponto, eu falava pra ele, pô, termina, pelo amor de Deus, essa porra não vai chegar a lugar nenhum. A gente gravava um bagulho. É mesmo. Um vídeo que viralizou, foi um relato do sofrimento dele.
Eu falei, vem cá, até que horas um homem casado pode chegar em casa? Não sabia nem a pergunta. Ia tomar no cu. Homens casados não saem de casa. Homens casados, de repente, eu sou a mulher. Homens casados, aí paravam tempo.
Quatro horas da manhã. Irmão, bagulho, pau! Irmão, 20 milhões. E aí a galera, tipo, caralho, é muito bom isso aqui. Porque o relato do coração, o coração do cara tava falando, quero rua, quero rua, preciso de rua. Vocês vão ter se conhecido no aniversário de um dono no lugar. Do dono daqui, ó. E como que surgiu a ideia de fazer essas coisas? O problema não é como surgiu, porque foi gravado na hora. No primeiro dia a gente já gravou um vídeo.
Ah, no primeiro? Caralho. Ele tava no bar, eu filmava. O que que acontece? Eu não conhecia ele, mas eu já tinha visto que ele tava gravando no bar. Tá. E assim, eu frequento esse bar,
Há 19 e 20 anos, mais ou menos. Caraca, irmão, porra. Há 19 e 20 anos. Inclusive, se chegar no Rio de Janeiro, se não for lá, dois lugares vocês têm que ir. Bondabarão, não, três, né? Bondabarão, R21 e Marlene. Isso aqui é o triângulo da Bermuda. Irmão, só tem três bares no Rio de Janeiro que fazem a diferença real. Mas por quê? Por que esse bar faz a diferença? Me conta, me conta. O dono do bar faz o bar. Sim. O Fernando, ele é um cara que... Vocês já viram aquele... Vocês lembram daquele político Pepe Muniz?
Uhum. Ele é a cara do Pepe Mujica, só que ele tem o cabelo do Gandalf. Caralho. E aí ele desaparece como o mestre dos magos quando você tem que pagar a conta. E várias vezes... Pro bêbado é tudo. E aí várias vezes ele fala contigo, tu não entende nada. Tu tem que chegar muito perto pra ouvir. Ele pode ter, sei lá, te xingado. Você não ouve nada. Sabe? Só que ele é muito meu amigo e ele é... Assim, ele quase minha família inteira.
Meu irmão frequentava o bar. Durante uns 5, 6 anos eu e minha irmã, a gente frequentava o mesmo bar em momentos diferentes.
E o cara não sabia que o meu irmão era meu irmão. Então, tipo assim... Até porque nem... Caralho. Imagina... Não tem um bigode colorido desse mesmo. Imagina... Traz outra áurea pro negócio. Imagina, sei lá, depois de seis anos, tu já pegou a amizade com o teu cliente, tem a amizade com outro cliente. Já. E aí, pô, tu chega lá, tá os dois juntos. Tipo, o meu irmão, sei lá, foi no meu aniversário. Aí ele falou assim... Que porra é essa?
Que porra, o que tu tá fazendo aqui? Não, é meu irmão. Ah, não é possível. Vocês não são irmãos, não. Aí botou um do lado do outro. Fale assim, cara, vocês parecem mesmo. Vocês são irmãos mesmo?
Aí era irmão, aí veio, minha mãe confirmou, parará. Irmão, cheguei no bar. O que que aconteceu? O Yuri do Benhur me chamou pra ir no podcast dele. Aí eu tava lá na casa da minha mãe, com a minha mãe, com o meu pai, com o meu filho. Eu gosto de vir pra São Paulo na madruga. Duas da manhã, três da manhã. O que que acontece? Eu não mato meu dia. Eu consigo viver minha vida, consigo tomar uma cervejinha, pegar o ônibus e venho dormindo pra cá, acorda aqui. Tranquilão. Nove da manhã, oito da manhã.
aniversário do Fernando. Sempre tem um churrasquinho lá. Falei, ah, vou passar lá. Vou passar lá. Dar um abraço, comer um churrasquinho. Fazer hora até duas da manhã. Acho que o ônibus era 2h45. Vou pra São Paulo. E eu, porra, de lá, pego o táxi, vou pra São Paulo, tá tranquilo. Só que, porra, eu saí da casa da minha mãe, sei lá, às sete da noite. Aí cheguei. Tô lá no balcão, tomando minha cervejinha. Quem aparece é ele. Eu falei, porra, filha da puta, tô vendo teu vídeo, tô gostando, não sei o quê.
A gente começou a conversar. Papo vai, papo vem. Porra, vamos fazer tal ideia, não sei o quê. E eu tava com o meu programa.
Bebeber maravilhoso. Bebeber maravilhoso.
no boteco, irmão. Ele é um almanac vivo. Ele é. Ele bota o Aurélio no bolso. Não tem dúvida. Bota 18 palavras pra jogo. A gente entrevistou... Não tem sério, cara. É um 7, 8... Um 7, 8 bebom residente de lá. Tudo viralizou. Inclusive tinha uma moça que eu nunca mais vi que era engraçada demais. Lembra daquela velha? Porra, Xuxa. Xuxa. A pretinha, linda, maravilhosa. Ela falava assim, a partir de agora eu quero fazer acontecer.
Mano, ela botava um rolê meio presidente. Achava sensacional. Ela foi a que mais entrou na parada. Porque eu achava lindo aquilo que ela... Ela... É, cara.
A visão sumiu, sumiu. É bêbado, porra. Vai fazer acordo com o bêbado? E era lindo porque ela falou assim, eu quero transar com o Hulk. Ela escolheu alguém na seleção. Eu falava, Marvel, Marvel, caralho, seleção brasileira, aquela bunda gostosa, aquilo ali, quem tem bunda tem pau. O Hulk, jogador do Atlético. Ela tinha uma filosofia de que, cara, se eu não pegar ali, quem tem bunda tem pau. Palavra da Xuxa. E eu falava, caralho, a gente achava que aquilo ali era o supra sumo do que faltava hoje em dia.
Ali existia uma coesão de liberdade que não existe hoje em dia. Hoje em dia é...
Creatina, protein, academia, disciplina, baseado em qual alegria que você vive. Em qual rende da captação, de tipo assim, de você colocar ali pra que parada acontecia. A gente sentia uma molecada com muita dificuldade. Quando eu entrevistava na rua, eu fazia o mesmo rolê que o Defante, que é a Samanta. Quando a molecada era muito jovem, eu não conseguia extrair nada. Absolutamente nada. E nada contra essa galera. Mas eu tava lá.
Lógico, nada contra. E aí a parada acontecendo e a galera vibrando. Porque eu entendo que não tem a vivacidade do que a gente,
dentro do butiquim, porque a gente cresceu dentro do butiquim, uma realidade que, cara, tipo, fez a amizade de 0 a 100, uma porrada, entendeu? E aí eu olhava, e ele veio falar comigo isso, ele falou, cara, me amarro nos teus vídeos. E era um lugar que era o habitat dele. Isso é muito diferente. E a gente tava botando... A gente descobriu que a gente tinha uma porrada de gente incomum. Alegros incomum, e cara, e todos alcoólatras do caralho.
E aí, cara, quando você pega essa essência que era, tipo, aquele momento que era, cara, o maluco não me conhecia, veio gravando os vídeos,
os vídeos batendo 19 milhões. Tipo assim, coisas absurdas. Aí a gente chegou nesse conceito gravando o teaser. Você gravava sozinho. Vamos fazer esse BBB. Gravava sozinho. E aí ele veio e, cara, quando eu olhei pra ele, ele já tinha acendu mentalha aqui com esse bigode. Eu falei, pô, tava fudendo essa porra, meu irmão. Esse cara é engraçado. Eu sabia que ele fazia um outro programa. A parada foi. Gravamos o teaser na hora. Entramos na cozinha.
Aí o dono do bar falou, porra, a cozinha tá suja pra caralho. Como é que tu grava a minha cozinha assim? Só que esse viado vai embora. Cara, literalmente. Isso é bom.
É muito forte, porque tipo assim, eu tava no bar e eu sempre zoei muito com a galera. Naquele rolê de identidade, trocar ideia. Sem ter no colo de um cara, mano. Só que o maluco, pô... Não curtiu. Não, ele curtia. O cara curtia. Só que ele não assumia que curtia. E ele tava com um namorado. E era um casal discreto. Meu irmão, o filme rolou. O filme rolou. Que porra é essa? Aí eu falei, cara, e agora? O que que eu faço? Deu duas da manhã, chegou meu Uber, meu irmão.
Essa porra indo embora. Fui embora. Metendo o pé e eu fechando uma cadeira. Cadeira voando.
Se eu bater... E entra no Uber e fala assim, caralho, vou agora pra São Paulo. Fechei a cadeira. O Chá queria não brigar comigo. Eu falei, se eu bater, é homofobia. Se eu não bater, eu sou um viado frouxo. Eu falei, como é que eu resolvo? É ele que sentou no colo. Eu senti no colo do cara. Não é uma brincadeira. Eu não sabia que os caras não eram assumidos naquele rolê. E aí o cara falou assim, ele é meu homem. Quando ele falou, ele é meu homem.
Cara, eu não sabia onde enfiar a cara. E eu pra ele olhando ele. E ele indo embora assim, ó. Esse é o conteúdo que eu quero. Caralho. Era isso mesmo. E o maluco ouvindo não brigar. É isso que eu quero.
Eu falei, caralho, e agora? É aí, ó. Aí é o sucesso. Ele achou a essência ali. Gladiador. Leão de um lado. Entendeu? Eu falei, caralho, o Maximus vai se resolver? Como nessa porra? E o viado me cobrou depois. Falou, aí, aquele teu amiguinho. Você foi embora. Furar olho. Não, ele falou, aí, aquele teu amiguinho lá, não sei o que. Eu falei, problema dele, porra, se resolve lá com ele. Vocês que rolaram no chão, fui eu. Eu vou cobrar você dele.
E aí foi lindo, porque, tipo assim, eu vivi a divergência, né? Se eu bater a homofobia. Não pode, é. Se eu não bater, eu sou frouxo. Viado frouxo. Caralho, eu sou um viado frouxo.
Eu tava no colo do carro. E você fez o quê? Bateu, porra. Rolou no chão com o cara. Eu falei, irmão, olha só. Vambora. Não, e ele falou assim, esse homem é meu. Estranho. Aí eu falei, mas essa entrevista é minha. A gente precisa resolver isso aqui agora. Entendeu? E aí ele falou assim, você sentou no colo dele. E aí ele falou, o celular vibrou. Quando ele fala pra mim que o celular vibrou, é que o pau dele tá duro. Aí eu, caramba, nem senti pica nessa hora.
Eu falei, como é que pode? E é muita coisa, cara. Ao mesmo tempo, esse filho da puta entrando no carro. É muita coisa, é. E eu olhando pros dois.
olhando pra mim. Foi muito caótico. Um amoroso. Demais. O que eu... Sem graça, sem chão, tipo, não me faz isso. E o outro, tipo assim, esse macho é meu. Gravo pra caralho. E imagina tu voltar no bar. Ó, quando eu voltar a gente grava. Eu falei, grava o caralho. Ah, peguei o conteúdo e não sei. É, lançamos. Porque a gente já tinha gravado, ele lançou até o que é a pergunta que ele fez pro cara que brigou com ele. Não sei. É maluquinho ele.
Porque, cara, no final das contas, eu acho que, tipo assim, a gente exerce uma função,
que eu acho muito importante. Que conteúdo de boteco você vê hoje em dia desacerbado? Vocês fizeram, cara. Vocês fizeram o Bar do Pânico lá, que vocês sentavam com a galera, faziam o Leonardo. E a gente, cara, cresceu com essa parada na essência. Porque, tipo, eu sempre falei pra ele, cara, a gente tem uma estratosfera de... O bar é nosso. A gente juntou a Praça é Nossa com o boteco. Tipo assim, a gente falou, cara, é isso que a gente quer fazer. Engraçado, eu não tenho muito essa coisa de boteco. Eu também não.
É época de boteco. Não, mas não é São Paulo. Não, São Paulo. O bar é forte pra caralho. Não é boteco. Não é boteco. É diferente. É que São Gonçalo, boteco, de repente, passava o cerol lá, você tava no meio. Aí o cu travava. Não, mas esse bar que a gente bebe é em frente ao batalhão, porra. Quem tá lá é a polícia mesmo. Tô dando a minha cultura de São Gonçalo. Não, sim. Tá ligado? Não, faz sentido. Faz todo sentido. Minha mãe sempre que me via no bar, ela... Vem pra cá. Porque passa um devendo, vai todo mundo.
Quem tá junto, toma. A polícia, quando quer bater, não escolhe ninguém, pô. Bate todo mundo. Então, o que rolou foi isso. Foi que, naquele momento, a gente percebeu que existia uma latência. Hoje em dia, tipo assim, cara, o conteúdo da mesa do bar é nosso. O conteúdo da mesa do bar... Eu vejo muito o vídeo da magia do boteco. Então, mas eles estão... É, não. Por exemplo, o magia de boteco, que é do Ceará, da galera, que é o rolê, tipo, dentro do estúdio.
Eu sempre falei, cara, eu não quero. Eu quero quebrar esse rolê e eu quero fazer na rua.
deu tudo. Cara, o que a gente tem hoje em dia veio da rua. Veio das pessoas que consumiam conteúdo... Cara, a gente hoje bebe no Rio de Janeiro de graça. Isso é uma parada que economiza muito. Mentira. Mas é lindo, tipo, porque as pessoas têm uma... É uma devoção, cara. É um carinho, porque representa uma classe que na internet ficou esquecida. Que é o que eu falei, da creatina, do e-protein, da academia. E eu, como gravo bêbado, sempre pra mim é uma porcaria, porque sempre vem me falar a pergunta e eu não lembro a resposta que eu dei.
vem nas perguntas que a gente gravou, nas histórias. Um dia o elenco aumentou de uma parede que, cara, a gente percebeu que as pessoas querem participar desse rolê. Lógico, cara. E aí a gente foi fazendo... É um negócio legal, meu. É, porque é um foda-se. É um foda-se. Não existe uma disciplina ali. Exatamente. Existe uma vontade. E a gente bebendo, bebendo, bebendo, a gente percebeu essa parada, cara, muito rápido. Porque o Recault foi 11 vídeos, né?
Tipo, eu acho que a gente tava... Eu tava travado no Instagram, porque eu gravei um conteúdo que a Prefeitura do Rio travou. E aí eu entendi, sacou?
gravei com um moleque que era, cara, da... Tava com a roupa de... Só se aprendiz do... Não podia. Não podia. Também aprendiz e, tipo assim, go, go. Não sabia que o moleque era menor. Lógico, lógico, lógico. E aí ficou três meses pra o negócio sair. Entendeu? Tipo, três meses pra voltar. E quando voltou, cara, voltou literalmente com o Eduardo Paes achando maneiro. Literalmente com o Rio de Janeiro inteiro achando maneiro. Com os políticos, com a molecada.
Pô, que legal. Cara, com todo mundo entendendo que aquilo ali era um ecossistema de bohemia. Sim. Cara, todo mundo adora os caras do rock,
porque os caras bebiam, zoavam, curtiam. Todo mundo adora, tipo, a semana de arte. Todo mundo gosta de zécapacodinho. Todo mundo gosta. E a gente pegou essa parada e decodificou num ambiente que pra gente é muito real, cara. Que a nossa amizade começou num bar, num aniversário do dono desse bar. Então, tipo assim, se a gente não fizesse aquilo ali... Um abraço, Fernando. Exatamente. Se não fizesse... Se não fizesse aquele intrace de a galera olhar e falar assim, cara, tem comédia aqui. Tem comédia pra caralho. E tem uma liberdade,
que a gente não consegue alcançar em outros lugares. No Rio é engraçado isso. Lembra que a gente... Eu gravei, puta, eu ia uns dois anos, todo fim de semana em Copacabana. Todo fim. Eu e o Vesco. Ia pra praia gravar. E eu gostava de falar, porque se a gente ficava num hotel, na esquina tinha uma lanchonete, não sei, mas que tinha aquele monte de fruta pendurado. Big Nectar! Não lembro se era Big Nectar. Big Nectar, se é do sucos. Puta, é um negócio desse. Não, é polissucos. Polissucos.
Poli e sucos. É. Tem um milhão. Puta bicho, mas bom pra... Eu falei, quero ir pro Rio pra chegar lá e tomar o meu suco. Comer empadinho e tomar meu suco. Empadinho de camarão. Porra, mano. Copacabana, empadinho de camarão. E sentava ali. Porra. Sozinho. Sozinho. Sozinho. Pedi um suco. Puta sucão gostou. Falei, pô. E falei assim, não tem em São Paulo. Isso não tem, cara. Não tem. Cara, Copa tem uma liberdade. Copa é muito parecido com Tijuca, cara.
O que estraga Copacabana é a Praia e o Reveillon. Eu fui outro dia comer também.
Então eu não vou lembrar. Mas é verdade, porque os caras botam o IPTU que eu não posso pagar. Eu gostaria de morar na frente da praia. Eu gostaria de meter o boteco ali na frente, mas, cara, não tem condição. Hoje em dia, tipo assim, eu falo, cara, não dá, cara. As coisas mudaram por causa do bar. A gente viveu essa situação do bar colocar a gente num posicionamento pelo Rio de Janeiro que mudou a nossa vida. Mudou pra sempre, porra.
A parada que todo mundo acreditava, porra, eu sou um cara que... Eu vivi o bar de uma forma muito intensa.
O meu pai morreu no bar. Caralho, velho. Então, tipo assim, tu vai acabar igual... Morreu de tiro, morreu de... Tiro, brincadeira. Tiro mesmo. Não, não, não, não. Não, de pó. Não, vou, vou. De pó. Sem L-V-O-R-A. Vará não tava, né? Sem L-V-O-R-A. Mas assim, não. Infartou. Eu sou um cara muito... Ele sabe. Eu sou um cara muito cardíaco do bagulho. Caralho, de nada, moleque. É, eu sou foda. Olha essa porra. Ele não precisava contar que o pai dele morreu assim, porra. Caralho, mas é um rolê que, tipo assim, pra mim, ele dignifica.
Caralho, o meu Exu, ele tá nisso, cara. O meu rolê, ele se desenha em torno de tudo acontecer. Cara, quando você tem alguém que, cara, te amava e parte do princípio de todo mundo falar assim, pô, vai morrer dentro do bar. Esse moleque aí só bebe. Todas as músicas saem no bar. Isso aí não vai acontecer porra nenhuma na vida dele. E eu falei, cara, tipo, o que que o bar virou esse referencial? Aí meu pai morreu nisso, endossou o papo de quem não acredita. E aí a arte, ela rompe com tudo isso. Seu pai já foi lá, ó. Falou, não.
Tem que resolver esse problema, né? E ele, pum, joga esse jogo muito rápido, que é um jogo cíclico de vida, que é tipo assim, cara, pra tu ter noção, ele vendia esse tipo de copo. Nadir Figueiredo. Ele vendia isso. Copo americano. O primeiro copo que eu pego o microfone... Se for em BH, é Copo Lagoinha. Copo o quê? Em BH, é Copo Lagoinha. Olha só, o primeiro copo que eu pego e prendo o microfone é nesse copo. Primeiro cara que gravou conteúdo prendendo o microfone nisso aqui fui eu.
Pum, prendi o microfone e falei, bom, a partir de agora a gente joga outro jogo.
Cara, as coisas começaram literalmente. A gente viralizou no primeiro vídeo gravado no bar. Mentira ou verdade? É, desse sentado foi. E aí foi. É porrada. Irmão, não tem como negar. Assim, a não ser que você não acredite em porra nenhuma. No ecossistema do universo. A gente ficou nesse mês que ele tava... Que ele tava... Suspenso. A gente tentou... Gravamos na praça. Gravamos outro conteúdo de bar. E nada funcionava. Nada. Cara, a gente só foi gravar isso porque... Lá na Tiuca tem a Praça dos Cavalinhos.
No fim da tarde, tem mosquito pra caralho na Praça dos Cavalinhos. E aí, porra, eu ando de calça ali também. Então, foda-se os mosquitos. Só que o cara que gravava pra gente, o Beto... Bermudão. Isso. Beijo, Beto. Ele tava de bermuda. E aí, porra, tava todo se coçando, ele falou, caralho, mosquito... Aqui não dá, meu. Aí, tipo assim, a gente gravou uns cinco serre na praça. Uma porcaria. Porcaria não, mas não tava virando. Não tava legal, não tava legal.
Sabe quando tu faz um negócio assim, porra, é quase... É quase isso. Você sente que não tá legal.
Não tinha resença. O sabor do negócio não rolava. Aí eu, porra, eu falei assim, ah, cara, eu quero tomar uma cerveja. Ele falou, então vamos atravessar ali, a gente toma uma cerveja. A gente atravessou, tomou uma cerveja. Sentou ali. E desde então a gente tá atravessando e tomando uma cerveja. Cara, o negócio foi na hora. Foi na hora. Botei o microfone. Eu já fazia o microfone. Não. Não. Te grava. Vareia. Não, não, não. Hoje em dia a galera paga pra ter o conteúdo dentro do room.
Ah, que do caralho. Porque, tipo assim, a gente, cara, beber em alguns lugares é beber em quem foi parceiro no início. A gente entende que quem acreditou
parada no início. Foi um amuleto. Eu vou no Fernando até hoje. Ele vai um pouco menos do que eu, porque agora tá namorando. Mas assim, eu vou no Fernando até hoje. Como eu tô falando, domingo eu tava lá bebendo até 5h35. Até a hora que... Até a hora que tinha uma mulher que tava sentada do meu lado que eu não conheço, que ela tinha se separada e tava chorando as amarguras dela e eu já tava de saco cheio. Aí eu tava conversando com um cara que virou meu amigo e eu conheci lá naquele dia, que o Rio tem essa parada legal. Sim.
hora ali. Então, aí eu tava conversando com o casal. Ninguém fica avulso. Não. Eu tava conversando com o casal e, porra, o cara é gente fina pra caraca. Valdir, um abraço, Valdir. Ele tem uma pizzaria na Tijuca e duas padarias, uma em copo e outra numa em casa. E ele conversando comigo pra caralho, não sei o que. E aí, porra, do nada, a mulher falou assim Ah, mas tu não falou que tu não era casado? Tu falou que era casado quando você não tô aqui.
Não, falei não. Não falei não. Aí, sabe quando tá todo mundo bêbado e começa todo mundo
falar mais alto, assim. Aí eu olhei assim no meu relógio e falei assim, porra, 5h35, eu vou pra minha casa. Aí eu levantei e fui andando pra casa. Do nada. Ah, dei tchau pra todo mundo. Falei, valeu, Fernando, valeu. Minha conta eu já tinha pago antes. E lá também dá pra dar uma pendureta, né? Eu posso. Você tem essa credibilidade. Tem essa vontade, né? Porra, 20 anos indo no mesmo bar. É, cara, porra. Se eu não puder viver lá...
Quem pode, cara? Se eu andar lá da 5h35, você não tem mais energia pra nada, né? Aí eu voltei andando pra minha casa. Não, mas tá...
Pintar uma gata ali. Não, mas eu nem queria. Então, já acabou a energia. Não, eu não ia. Se a mulher tiver mais bêbada que eu, eu não quero não, cara. Eu tenho que estar mais bêbada que a mulher. É. Assim não é injusto, porra. E ela pagando a tua bebida. Óbvio. Claro que eu não sou qualquer um, né? É lógico. Porra, Carioca. Caralho. Porra, Carioca, tu tá me tirando pra nada. Engraçado, eu nunca achei em bar um lugar legal pra ficar com alguém. É muito louco isso. Não, então.
Eu nunca achei. O bom da Barão, eu não vou lá pra procurar mulher. Eu vou lá pra ver o jogo do Vasco com os outros vascaíno que tem. Você é vascaíno? Sou. E o dono do bar é vascaíno. Tinha até uma bandeira. Até pouco tempo atrás ele tirou. Junta a turma. Tá com vergonha ultimamente. Olha. Não, por um acaso, vai uma porrada de vascaíno lá. Uma porrada não, mas vai uns... É um ponte de vascaíno. Uns quatro, cinco caboclos que são vascaíno que eu já conheço. E porra, eu vi um jogo lá, outro jogo lá.
velho, que eu chamo de crocodilo dante da colina. Chapéu, né? Ele aparece com chapéu, meu irmão. Ele tem uma empresa de reforma, alguma porra assim, e ele aparece meio que sujo, assim, de reforma, e com chapéu. Ninguém usa chapéu no Rio de Janeiro. Só que ele é tipo um micrack, né, da Coca-Cola. Ninguém usa chapéu no Rio de Janeiro. E ele é, pô, bem coroa e tem um bigodão branco. E, porra, todos os jogos que eu vi que ele apareceu, a porra do Vasco ganhou.
Assim, vocês não são Vasco, mas é um bagulho que não é tão comum. Superdição. Não é tão comum. O Vasco vencer, não é? Não é tão comum.
O Vasco perde pra caralho, toma peito pra caralho. Esse velho aparece e fica feliz. Aí, porra, eu vou sempre na esperança. Pô, hoje o crocodilo Dante da colina vai aparecer. A gente vai ganhar essa merda. Eu vou na esperança, cara. Caralho, velho. Entendi. É esperança. Não, lógico. É a mulher da sorte, porra. O símbolo é a cruz de Cristo. Eu tenho que ter fé, porra. É lógico. É um time que exige fé. E aí, voltando aqui, conheci ele, gravamos o BBB. Os bêbados nunca apareciam.
Aí, pô, o que que acontece? A primeira conta a gente pagou, deu muito caro. Aí eu falei assim, pô, mais lixo. Mas vamos se lascar. Não vai. O custo de produção altíssimo. O custo altíssimo. Porque todo mundo vinha e bebia e o bar inteiro ficava nas nossas costas. Aquela noite, tipo assim, a gente olhou. A primeira vez, porque eu não tava lá, eu fui... O que que acontece? Como eu já namorava... Namorava, né? 15 minutos de programa.
Falei, essa live precisa durar 16 minutos. Eu fui embora 4 da manhã. Porque eu namorava. Isso, porque namorava. Eu fui embora 4 da manhã.
e pouca e aí porra o consumo do bar foi reduzido ao que a gente iria pagar e o bar tava muito lotado e aí a conta deu tipo sei lá mil e caralho caralho irmão num butiquinho é muito difícil chegar nessa conta porra aí eu falei assim porra não é essa conta eu fiquei puto com o cara que tava trabalhando lá que não é o Fernando hoje em dia porra até adoro o cara mas na época eu fiquei meio puto que eu falei assim mas o cara liberou a coisa pra tudo não sei não sei é porque eu perdi o controle eu acho que a gente fez um evento e entendeu que o evento
Passou do limite. Tanto que o evento na segunda edição, a galera veio de outros lugares pra estar no evento. E eu falei, cara... Teve um moleque que veio de Niterói. Já apareceu o Três Negro do Rio Grande do Sul lá. Que era a época do Rock in Rio. O cara falou, pô, tava bebendo em Copacabana, convenci meus amigos de vir pra cá. Cara, imagina você ver provas com os coroas de boteco versus a galera da comédia da Tijuca. Maravilhoso.
Só tava nada. Bota bêbado pra pular amarelinha, cara. Pelo amor de Deus. O cara com 70 anos de idade, meu irmão,
o copo não podia derramar. E o Coroa aqui, ó, tentando ganhar o programa pra poder beber de graça. Isso é muito lindo. É muito lindo. O que que acontece? Isso é muito lindo. Na segunda edição... Tem vídeo disso aí? Tem. Tem, tem. Bota aí no Instagram, tem? Como é que é o nome? Manda aqui pra gente. Eu acho, isso eu acho, mano. E tem vídeos dele aí, ô Isaac? Eu queria antes da gente ir embora, mostrar algumas coisas pra galera se situar também.
Aí o que que acontece? No segundo eu falei, ó, não tem como... Nani Pippo mandou um beijo pra você. A Nani é maravilhosa. Nani é minha brother. A gente encontrou bala no aeroporto. No aeroporto, ela falou, caralho!
Maravilhosa. Amo a Nani, cara. A Nani é sensacional. A Nani people. Quis pegar o zap. Nani people. Nani é maravilhosa. A Nani é genial, cara. Ela é afim do Bilu. Afim do Bilu. Bilu é nosso... Diretor de... Nani é fenômeno. Nani é fenômeno. A primeira vez que eu conheci Nani é fenômeno. Ele foi pra Angra do Geis pra curtir o carnaval com ela no rolê de um bloco. Nani é fenômeno. Tá querendo. Tá querendo.
Falei, cara, vambora. Nani é fenômeno. Aqui é cerveja geladinha, né? Aí na segunda edição eu falei, ó, a gente precisa procurar um patrocínio. Aí a gente pensou, pô, que tipo de empresa estaria interessada em patrocinar isso? Isso é lindo demais. Aí a gente foi numa casa de tolerância que tem ali na Tijuca. Nem fudei. Aí a Secretos patrocinou a gente. Aí botamos um banner lá. Dessa putica, pô. Da Secretos. Inclusive... Porra. Muito obrigado, nosso querido amigo Gilson.
Gilson. Cara, isso foi um patrocínio desenrolado durante o caos. Porque, tipo, a gente tava na mesa. Mas deu um problema pra gente. É. A gente teve que parar na quinta edição porque uma frequentadora do bar denunciou o bar. A gente tava... O que aconteceu? A gente não tinha grana pra fazer. E só o centro de entretenimento adulto poderia fazer isso acontecer. E quando a gente foi negociar a parada, as meninas estavam tão encantadas que elas estavam no balcão, trocando ideia com a gente e dando aquele meteco, né? Muito bom. Muito gostoso. E a gente aqui falando com o dono. Cara, tipo,
a gente precisa de dinheiro. E a menina ali, no serviço dela, gente, que a gente precisa fazer esse conteúdo acontecer. Esse conteúdo é real. E o Gilson é muito gente fina. Esse cara é muito gente fina. E aí, o que que acontece? Como é em frente a um batalhão de polícia, quase em frente, o Gilson, ele precisava fazer o merchan dele, né? Ele tava patrocinado. Óbvio, óbvio. Ele tinha o direito ao espaço publicitário dele. Óbvio.
O Gilson, como é um marqueteiro, né? Um grande empresário. Ele vestiu uma moça de coelhinha e botou lá durante o programa inteiro no Bitcoin.
Aí parou um carro da polícia e tirou foto. Mas um dos policiais conhecia a menina. E falou o nome dela. Falou, fulana, o que você tá fazendo aqui? Aí ela, é BBB, chefe. Falei, caralho. E ele ficou lá. Ele ficou com a gente. É, aí lá pro quinto programa, infelizmente, a gente acabou sucumbindo. Uma mulher denunciou. Ah, uma frequentadora denunciou. E aí o Fernando veio falar comigo. Falou, pô, cara, eu não quero que vocês parem, porque tá trazendo movimento pro bar. Não tem como gravar mais cedo,
que aí ninguém pode denunciar, né? Porque como começava meio tarde, varava até as quatro, seis da manhã. Uhum. Gravando até as seis da manhã. Entendeu? Aí ele queria começar, sei lá, mais sete, pô. Mais sete ainda foi dormindo. Às vezes a galera meia-noite, duas da manhã ia... Ia embora. Ia embora, mas... Que merda. Não aconteceu. Não aconteceu. Não aconteceu. Era domingo, né? O programa, não era? Era um domingão, cara. A gente pensou muito... Porque, cara, o domingo foi...
Eu te imagino o pessoal querendo ir trabalhar na segunda. Então, é. Os caras iam dar até quatro, ser domingo. Ah, não quero Faustão, nem quero Gugu. Vamos no BBB. É lógico, pô. Entendeu? Era dia de paredão, a gente ia botar a galera na parede e fazer acontecer. Um BBB. Só que, cara, o negócio... Mas sabe isso onde? Então, a gente fazia um corte pro Instagram e eu fazia a live de celular pro YouTube. Pro YouTube. Só que a live de celular, às vezes, é uma merda, né? É. Qualidade, né? Então, dá pra você ver se você tiver muita paciência.
É, meio... O corte de Instagram... Aí vai. Já é melhorzinho. Tem coisa boa nos cortes de Instagram. É, o Instagram é louco. Eu recomendo, tem lives que estão boas do YouTube. Aham. Ah, cinema, o negócio... Cara, o negócio era muito bom, era muito divertido, porque a gente tava num foda-se muito grande sobre o que tudo tava acontecendo. Tipo, a gente precisava fazer o que a gente queria. Vocês queriam fazer, exatamente. Era um encontro de dois caras que viviam no bar e que, cara, tava passando Big Brother na época.
Eu falei, cara, BBB. BBB, a galera vem aqui pra beber. Como é que é a vivência do boteco?
O patrocinador é o dono do estabelecimento. Aí a gente, infelizmente, não pôde mais realizar o programa. Até porque o único lugar que a gente tinha moral pra fazer uma brincadeira dela... 19, 20 anos frequentando um bar, você acaba tendo um pouco de moral. Pouquinha bobagem. BBB. É. Que eu fazia o Cassino Ponce, aí acabou o Cassino, acabou a minha grana pra fazer o Cassino. O meu patrocinador... Saiu fora? Não, não é que saiu fora. Ele fechou comigo cinco episódios. Fiz cinco episódios do Cassino.
Eu falei, ah, não vou fazer mais nada, vou fazer essa live no domingo com o Malish. Hoje em dia eu faço live, faço terça e quinta, 8 horas, canal de 8.11, mas se você procurar o BBB, você encontra. Aqui, ó, aqui. Ó a coelhinha, esse dia foi mágico. Manda aí, manda aqui pro Redrop pra gente pôr ali. Rapidinho pra gente iniciar. Não pode pôr áudio que tem música, carioca. Não, pode botar áudio. É, não dá, não dá, mas eu mando, eu mando aqui. Eu não sei que momento é esse aqui. Sensacional isso, hein, cara.
aí estreitou muito o nosso laço de amizade. A gente ainda não fazia a parada que a gente faz hoje. Tá. Cara, passar perrengue facilita muito você entender o outro. Passar perrengue junto. E onde é o seu bar? Hoje em dia, cara, R21, né, cara? A gente tem nove unidades no Rio de Janeiro. R21. Você é sócio dele? Nove unidades no Rio de Janeiro. Em breve teremos o meu bar também. Como é que vai ser o teu bar? É Barra do Leôncio, pô. Barra do Leôncio. Barra do Leôncio.
É que o maior galera, depois que eu comecei a gravar com ele, só me chama de Leôncio. Entendi. É, a bigodeira. O UFC vai ver esse cara aqui, ó. Mandou pra mim pro Air Drop? Rapidamente. Cafu. Manda pra mim aqui. Cafuzelo é fodido, velho. E aí, tipo, cara, a gente consegue... Ele conhece todo mundo. Dois... Ele... Mandou aí, achou Marvel. Pronto, Marvel aí? Vou achar agora. Eu queria mostrar isso aí pro Zag, mas a gente pode ir embora.
Tá bom. Puta, que legal, cara. E aí a parada aconteceu, cara. A parada facilitou pra gente o momento de vida que...
não vivia, cara. Tipo, era muito em torno do Perrem, do... Cara, do que tava acontecendo, né, cara? Ele fazia entrevista de rua, eu tinha meus programas no YouTube. Até hoje eu tenho minha live no YouTube.
O meu negócio sempre foi mais YouTube. O meu Instagram eu quase não posto. Meu Instagram cresce porque eu tô junto com ele. Sim. Entendeu? Eu vou lá, comento, a galera me acha e fala, caraca, te achei. E Samanta Alves? Para de copiar o nosso quadro, hein? Samanta Alves? Samanta, para com esse negócio. Entendeu? É injusto. A Samanta joga no injusto. Samanta mostra aquelas batatas de marechal. Cara, mas Samanta pegou a mesa. Isso é bom demais.
Samanta pegou a mesa, botou na mãe da Lapa. Fez o nosso quadro. E pô, não tem como, cara, não tem como competir com isso.
Eu sigo um negócio do Rio. A Samanta tem uma parada que não tem como eu jogar. É um jogo que não tem como, cara. É, porra. Mas plagiou, então? Não, não. A mesa do bar é democrática. Eu não encaro como plágio. Mas ela tem um negocinho que, cara, eu não tenho. Entendeu? Entendi. Entendi. Entendeu? Tem um negócio que, cara, faz a diferença. O pai pode até se desenrolar do bonito. Tem uma tiracola aqui, porra, pra fazer o negócio acontecer.
Mas a Samanta vende um negócio que eu não vendo, porra. Boa. Ela acredita muito no bagulho dela. E ela tem...
Eu falo pra eles sempre. Falo, cara, o nosso... O nosso parada é gravar com a galera que faz a internet. Com a galera que entendeu que... Entendi. O nosso conteúdo é carete e tipo, sei lá... Se a Matta me enganou uma vez, ela falou... Poxa, chamou... Eu tava no bruxado e falou... Galera, cheguei no meu aniversário. Num bar no Mério. Falei, porra, bar no Mério é pagode. Uhum. Cheguei lá, era um pub de rock. Fiquei puto, porra. Falei, vim até o Mério pra ouvir rock, cara.
Tá maluco. Não dá, né? Porra, vim até o Mério, cara. Tô esperando aqui Xande de Pilar e seu Jorge. Ou sei lá. Uhum. Os caras que, porra...
Fiquei chateado. E eu, pô, vivi a minha primeira infância toda na merda. Mas tá bom, tá bom. Tá aí, Zaque, no ponto? Zaque. Vou te falar, esse aí não é o melhor conteúdo não, cara. Esse é só o conteúdo do... Esse é do BBB. É, tipo assim, o nosso conteúdo é... A gente não faz mais, infelizmente, por denúncias dos bêbados. Agora o nosso conteúdo de barra é... Tivemos que parar. É. É ouro. É ouro. Então você tem quantas unidades?
R21? R21, nove unidades no Rio de Janeiro. Tamo abrindo agora Ilha do Governador.
E Gotham? Quando é que Gotham vai ter esse privilégio? Vocês precisam ir pra lá. Quando vocês chegarem lá, vocês vão ver. Tá na barra, né? Tá na barra agora. Tem o R21? Tem na barra, mas não tem magia de boteco. Não tem. Tem na Olegário Maciel. De frente pra praia. Já foi no Olegário, já? Não. Precisa ir. É de frente pra praia. O boteco que eu frequentava no Rio, quando eu fazia facu lá, era Farane, pô. Tá ligado. Já foi, já foi, já foi. Botafogo, já foi. Aquele bar do Grêmio lá, né? É, eu ficava na Faranezinha.
ali, cara. Se tu for ali, cara. Ali era a minha... Lá na Farane tinha um velho que era... Que ele era maluco, né? É. E aí ele pagava pras garotas. Pagava a conta se a garota mandasse uma foto do pé dela. E? Eu conheço umas três meninas que iam lá... Só pra ele pagar e mostrar o pé. Não. Bebia. Às vezes a conta da mesa inteira ia só pra ela mandar uma fotinho do pé. E elas não falavam quem era o velho. A magia toda era essa. Que aí, porra... Olha isso, mano.
Eu sentava na mesa, tu bebia de graça. É. E aí ela falou assim, não, o velho vai pagar, tenho certeza, o velho vai pagar. Eu já bebi duas vezes de graça assim. Aí falou assim, porra, não é possível, cara. Não é possível. Aí tu olhava pro lado, tu não via nenhum velho. Aí daqui a pouco, pum. Não, vambora, pode ir embora. Porra, mas e a conta? Tá pago. Tá pago. Caralho. Porque o velho queria só o pé ver a pé da mina. Se eu mandasse, ele pagava a conta.
Tinha que ficar mandando, as meninas iam sentar, vão pagar um... Lá na Farane. Tem um bar de um gremista lá, eu esqueci o nome do bar.
agora. Que do caralho. Que loucura. Tá aí, Isaac, aí. Vamos ver, vamos ver. Ó a coelhinha. Já ficou com o homem casado? Eu não. Eu sempre lavo e devolvo. Entendi. E era um bagulho assim. E era um bagulho com uma meia piada. Era tipo assim, precisava ter menos de nove segundos pro cara assistir um negocinho e o nosso, não. O nosso garrega hoje em dia uma hora. Tá muito legal. Da cara da galera, assim, eu acho legal. A gente bota, a galera que tá no fundo, a participação. A gente começou esse negócio de botar na cara da galera, tu lembra? Onde foi?
No Velhos Bar. Tem um bar que é na... Que é um bar que, meu irmão, dá, sei lá, seis horas. O bar em festa de velho. Começa a sair velho do bueiro. A gente tava lá bebendo porque, pô, a gente tava bebendo em vários outros bares e não tava conseguindo mais gravar porque a galera vinha conversar com a gente, vinha encher o saco. Aí o Marias falou assim, porra, achei um bar pra gente gravar. Aí eu falei, vamos lá. Aí a gente sentou, aí eu tô tomando minha Itaipava numa boa, que lá tinha Itaipava. Aí, tamo lá, bebendo, bebendo,
Aí ele falou, porra, vamos gravar agora? Vamos. Meu irmão, era, sei lá, 5 e... 59. Não tinha ninguém no bar, só tinha gente. Cara, quando virou 6 horas, sei lá, de onde apareceu, tu lembra? Apareceu muito velho. Do nada. Muito velho. Sério? Muito velho. Aí o... O bueiro fez assim, ó. Uau. E a coroada começou a chegar. Sei lá, parecia que tocou o sinal do asilo. Alguma porra assim. Saiu os velhos todos, meu irmão. E a gente começou a gravar. Aí a gente...
Agora, irmão, gravou e quando ele chegou em casa ele falou, moleque, pô, tu não sabe o que tem atrás. Vamos rasgar o fundo. Vamos rasgar o fundo. Porque os velhos estavam olhando. O cara mijando de... Os velhos estavam passando mal. Os velhos botavam a mão no coração aqui, ó. A gente começou... E esse primeiro conteúdo foi... Vem cá, uma chave que abre todas as portas. É, porque tava aquele Ryan falando. Aí ele falou, é quem nunca roubou ninguém.
É uma chave mestre. É, você pode ter uma chave que... Ah, então quem nunca roubou ninguém. Ah, esse papo de que é uma chave que abre várias portas, não sei o que.
Falei pra ele, ah, pô, essa porra é a porra de quem nunca roubou ninguém. Vai tomar no cu. Ah, velho, pum. Ah, não tem paciência pra essas porra de régua. O que você prefere? E aí começou a entrar esse rolê, tipo assim, todas as piadas eram... Era uma coisa curtinha. Rápido e, tipo, dinâmica. E aí, pum, pum, pum. E os velhos começaram a querer aparecer. Tu prefere um bolo com gosto de pico ou uma pica com gosto de pico? Esse é o bom da Barão.
Eu não posso comer bolo, eu tô de dieta. Olha o Paulette ali. Caralho, eu conheço todo mundo que tá no fundo. E o Paulette foi indo. É o Paulette e o Luiz Silva.
bolo, foi uma parada que, tipo assim, isso não era velho, isso não era, cara, foi o que? Irmão, o cara chegou com o bolo e trocando uma ideia com a gente. Aí você lançou. E ele fazia, sabe? O que ele fazia na época? Ele gostava do conteúdo e me dava uma moral de estar comigo ali. É, ficava atrás. Caretando, fazendo. Esse maluco é o baixinho. O baixinho é engraçado pra caralho. Só que ele precisa, porra. Porra, baixinho, fala. A gente precisa dar um gás.
Porra, tem que gravar três vezes. Ele tem a resposta, aí ele... Porra, fala direito, baixinho, não sei o que.
E aí chegou o... Aí ele falou assim, caralho, tá difícil, me ajuda aí, Ponce. Aí eu falei, porra, baixinho. E essa parada chegou num ponto que os caras do OnlyFans contrataram a gente. Entendi. E aí o bagulho, tipo assim, foi pra um outro caminho. Ah, a gente tem umas meninas aqui, a gente quer divulgar. Tem como botar a menina no conteúdo? Aí eu falei, caralho. Eu falei, cara, tu faz as perguntas e eu vou ficar no fundo. Aí eu falei, no fundo.
Tudo certo, né? No fundo dela já tudo bom. É isso aí, descobriu o que que era o fundo depois. Botei a menina em cima do balcão.
E aí o bagulho foi maneiro porque, tipo assim, pegou essa galera. Só que o maluco foi pra Tailândia, esqueceu da gente. E aí, Ruik? E aí, Tailândia? Ó, vamos agradecer a presença. Rock Malias. Porra, prazer te conhecer. Eu, Malias. Cadê o Insta aí? Arroba eu, Malias. Arroba eu, Malias. E arroba... Joiponze3. Joiponze3. É porque já é o terceiro, né? Terceira geração de Ponce. Quando eu for pro Rio, eu vou no boteco com vocês. Vai mesmo?
Vou, juro. Porra. Eu não faço tempo que eu não vou pro Rio, mas eu vou. Eu não tô bebendo também.
Eu preciso chamar minha namorada. Minha namorada gosta de... Eu vou com a Gabi. Você tem que ir lá. Você tem que ir lá na RR21. Vocês são nossos convidados, pô, cara. Vamos lá. E depois vocês tem que ir na Tijuca cantar Sandy e Junior comigo lá no Niva da Bar. Aí sim, ó. Tem dois lugares que é o... Vamos marcar de trazer o molecote aí que você falou. Como é que é o nome dele? Big John. Big John. Traz o Big John. Tu não vai se arrepender.
Mas a gente falou alguma coisa. Tomar um negócio, tá? Fazer um ambiente diferente. Big John é fera demais.
acredito nisso. Exótico ou erótico? Vamos nessa, gordinho. Boa, irmão. Obrigado você pela audiência. Foi bom demais, tá louco, velho. E até a próxima edição de mais um Dica da Catica. Beijo, muito obrigado. Siga os caras no Instagram, porque o conteúdo é da hora e a gente assina embaixo, né? Vai lá no meu YouTube, por favor, galera. Qual é o teu YouTube? Joey Ponzi também, faço live terça e quinta, almoção e encaçapados. Espero que um dia eles vão no encaçapado jogar sinuca comigo na TV.
Ih, eu sou péssimo de sinuca, eu sou bom de totó. Totó é comigo. Mas depois que já estiver bêbado, a sinuca sai.
Sinucas são lixas. É verdade. E você que faz uma suvanhenta de qualidade, manda foto pra gente sem problema nenhum. Valeu. Até o próximo, galera. Valeu.
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Dilli
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