Episódios de TICARACATICAST

EP 733 - PEDRO SMANIOTTO

17 de março de 20262h28min
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Pedro Smaniotto é ator, humorista e influenciador que ganhou destaque no Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, e no podcast Caixa Preta, com personagens como Alcemar, o pedreiro, e imitações bem-humoradas. Atualmente também se dedica a novos projetos, como a Alce Cars e a live Deixa Fedê no YouTube.

Assuntos15
  • Pretinho BásicoInício como imitador do Faustão · Criação do personagem Alcemar · Período de sucesso e trotes ao vivo · Demissão por 'falta de maturidade'
  • Humor e ComédiaAlcemar e suas evoluções · Aves raras (Nucututinha, Papacur de Cabeça Roxa) · Imitações (Faustão, Silvio Santos, Marcelo Rezende) · Brincadeiras com carros (Veloster, Uno de Firma)
  • Carreira Radio TVTransição do Pretinho Básico para Pânico · Ofertas de outras emissoras · Passagem pela Caixa Preta · Projeto Deixa Fedê no YouTube
  • Porsche e Carros de Luxo911 como carro dos sonhos · 911 Dakar para off-road · Oficina especializada em Porsche · Comparação com outros supercarros (Ferrari, Lamborghini)
  • Coleções e Paixão por CarrosCorolla Wagon 1998 · Nissan D21 diesel · BMW E32 V12 1992 · Alce Cars - novo negócio de procura de carros
  • Experiência na AlemanhaTrabalho na Porsche em Weissach · Desenvolvimento do Taycan · Mestrado em engenharia automotiva · Moradia em Stuttgart
  • Origem e Formação PessoalNascimento em Santa Maria · Sauna como influência formadora · Estudo de Direito abandonado · Pai cantor e advogado
  • Whisky e DegustaçãoGlen Goyne 21 anos recebido como presente · Diferenças entre single malt e blend · Experiência em navio com bourbon · Preferências por Buchanans 18
  • Shows e EventosHumorfobia no Teatro Sabesp · Shows em Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias do Sul · Tour com Alcemar em julho
  • Carros AntigosPeugeot 307 conversível · Ford Escort XR3 conversível 92-94 · Busca através do Alce Cars
  • Coleção MF ImportGaragem com 200+ carros clássicos · Especialmente Opala em todas as versões · Cadete, Monza, Ômega · Carros americanos clássicos
  • Sauna como Experiência FormadoraFrequência desde os 3 anos · Observação de tipos de pênis · Laboratório de comportamento e sexualidade · Descoberta da sexualidade
  • Carro Peugeot 307Primeira experiência com carro bacana · Valor sentimental · Busca por versão conversível · Discussão sobre customização por artista japonês
  • Santíssima Trindade de SupercarrosMcLaren P1 · Ferrari LaFerrari · Porsche 918 Spyder · Avaliação de preço e valor
  • RelacionamentosExperiência com mulher que pratica jiu-jitsu · Paixão quando jovem em Porto Alegre · Vida amorosa nos primeiros anos
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Alô, Boleta! Tudo bem, Carica? Como é que você tá? Estamos ao vivo! Estamos ao vivo, eu também estava, Carica. Cara, que semana bacana, semana passada, hein? Passamos uma semana muito legal, muito pra agradecer a todo mundo. É isso aí. De Primavera do Leste, ó. Que legal, Mato Grosso. Vocês são demais, tá louco, né? Participamos lá da Farm Show. Muito legal. É o agronegócio brasileiro. Muito bacana. Explodindo, né, bola? Super bem tratado aqui, que beleza.

abraço também. Que turma legal, velho. A todo mundo, tanto do Sindicato Rural de Primavera do Leste, os promotores, o Sargento Pincel lá da Farm Show, ao nosso querido Gianni. Gianni, obrigado, irmão. Gianni Leonardo, nosso amigo da Consentino, Edgar, Edu, todo o pessoal da Consentino. Que bacana, né, Boleta? Galera bacana aqui. Uma cidade nova e tão legal, né, meu? Vocês não tem noção o que é o Centro-Oeste, o que é o Mato Grosso no Brasil.

Cara, é uma explosão. É a economia do Brasil girando. É um Brasil que cresce a cada dia. O pessoal tem muito Veloster. Eu sempre falo isso pra galera. Gosto bastante, né? Veloster. A turma do agro ama o Veloster. É. Eu sempre falo aqui no Tica. Nós sempre falamos, né, Boleta? Sempre, sempre. Você tá meio assim na sua vida, sem saber pra onde ir. Tem uma boa formação. Você é jovem. É jovem, cara. Mete o pé pro Mato Grosso, velho. Vai pra lá. Lá tem emprego, oportunidade. Se você... Cara, o agro...

lá é um negócio assustador. Se você trabalhar direitinho, você ganha dinheiro. Você ganha. Não, e não é só questão de ganhar dinheiro. É montar um plano de vida, de carreira. Sabe assim, Bola? Muito legal. Caminhonete, diesel, bomba aberta. Isso. Coach Python, né? Shotgun. E aí nós vamos indo. Isso aí. Tá padrão. Aí nós começamos assim. Fora os aviões, mas tá padrão, irmão. Então, você já sabe que Mato Grosso é um lugar maravilhoso.

um beijo a todo mundo. Muito obrigado pelo convite. Muito obrigado de coração. Cuiabá. Não, todo mundo. Primavera do Leste, Sinop, todo mundo do agro. Que cidade legal. A gente está muito feliz de ter participado de um momento importante da vida e da prosperidade desse Brasil, que tem tantas notícias ruins, pelo menos uma boa, né, Boletar? Graças a Deus. Correto? Você mandou bem. Bom, o que mais? Vamos falar do Morfobia. Atenção, põe na tela. O Morfobia abriu. Daqui a 15 dias estreia. O Morfobia. Agora, toda quarta-feira

de abril, no Teatro Sabesp, nós estaremos lá, né? Humorfobia. Carioca Boli Vitor Sarro. Exatamente. Onde o público paga pra entrar e reza pra sair. É o protagonista desse espetáculo. Tá certo? Vocês não estão entendendo o que vai ser, gente. Então, no Teatro Sabesp, todas as quartas de abril, tá bom? É um projeto único, exclusivo pra você. Quem viu, viu. Quem não viu... Vai pra puta que pariu. É isso aí, boleta. Gostei do termo. Então, humorfobia.

Tá aí, todas as quartas de abril. Não perca, onde é que vende, Carica? Vende, tá aí, ó. Tá aí no Uhu.com. Uhu.com, rapaziada. O link aqui nesse episódio, você já compra o seu ingresso todas as quartas de abril, tá bom? São duas horas e cinco minutos da tarde desta terça-feira, dia 17 de março. Estamos ao vivasso aqui. Tá certo, Boletano? Bom, já pedi pra turma curtir, compartilhar, por favor, inscreva-se. Todo dia é só isso, a gente fala pra lembrar vocês. Isso, aqui no canal.

no nosso canal, nesse aqui, no Oficial Decortes. Exato, Boleta. Por favor, rapaziada. Temos o Super Chat pra você participar. Tem a linha branca aí pra você participar, tá bom? Temos o Super. Isso. Participe, mande pergunta pro Pedrão, mande pergunta pra mim, pro Carioca, mande xingamento, mande o que você quiser, rapaziada. Exato. Pode mandar que nós lê. Estamos. É muito importante que você saiba que estamos lá no Spotify. Então você segue a gente lá no Spotify, pode assistir em áudio e vídeo lá no Spotify e também na Amazon Music. Você pode ouvir o

Ticara Catica. Ah, estamos também na Twitch TV, Boleta. Twitch TV, verdade. Na Twitch TV. Estamos lá também, rapaziada. Quer dizer, multiplataforma o Ticara Catica. Estamos em tudo que é canto. O Ticara Catica é multiplataforma, né, Boleta? Assiste nós, por favor. Por favor. Escreva-se, curta, compartilhe e nos ajude a chegar. Seja membro. Boa. Membro é importante. Membro é importantíssimo. Você patrocina o nosso humilde e simples canal. Tá certo, Boleta? Boa, Carica. Mandou bem.

nessa começar a parada aqui. Bora com o Pedrones? Papo bom com esse gauchão aí. São figuras, né? É o gauchão, gente boa. Eu amo ele, bicho. O Bola ama. Faça as honras da casa que o Bola atazana pra trazer o Zmanioto há quanto tempo aqui? Há 200 anos. É mais fácil trazer o Putin, velho. É. É mais fácil trazer o Putin. Pedro Zmanioto aqui com a gente. Pedro Zmanioto aqui. Uma grande honra, irmão. De verdade, cara. Sou muito seu fã, bicho.

Obrigado, cara. Não, pare. Cara, eu tô assim, ó. A ficha pra mim não caiu 100%. Que é isso.

Cara, que prazer enorme estar aqui com vocês. Que felicidade, cara. Incrível. Você é um cara maravilhoso que me fez dar muita e muita risada. Tá louco, cara. Eu fico olhando assim pra vocês e pensando todas as vezes que eu assisti vocês a referência que vocês são. Um cara impressionante. Muito obrigado mesmo. Eu tô muito feliz de estar aqui. Você nasci de onde, Pedro? Pra gente começar a entender. Nasci em Santa Maria. Santa Maria. Santa Maria, Rio Grande do Sul. Bem ali no centro do estado.

Ali eu nasci e aí depois fui pra Porto Alegre. Onde teve a boate, não, né? Sim, sim. Você morava lá na época? Morava lá. Que cagada isso aí, hein, velho? É. Eu acho que é uma das maiores tragédias do Brasil. Com certeza. Quantos mortos foram, mais ou menos? Duzentos e poucos, né? Eu acho que só perdeu pro Circo de Niterói. Você tá ligado do Circo de Niterói? Quantos foram no Circo de Niterói? Porra, quinhentos, eu acho. Puta merda.

O Circo de Niterói, pra você ter uma ideia, Maniuto, teve que abrir um cemitério em São Gonçalo chamado São Miguel,

por causa pra atender a tragédia. Não tinha lugar pra enterrar o povo. Desgraça, hein? Puta merda, bicho. Mas enfim, Santa Maria. Um beijo então a todos de Santa Maria. Um grande abraço pra todo mundo de Santa Maria. E de Santa Maria eu fui pra Porto Alegre depois, né? Quando eu entrei para o Pretinho Básico. Mas antes você fazia o que lá? Antes eu cheguei a estudar... Você sempre foi de rádio. Não, não. Eu estudava direito em Santa Maria. Ah! Fiz seis semestres na faculdade. Na faculdade de direito de Santa Maria.

Cara, que loucura. Aí uma hora eu vi que aquilo ali não era o lado que ia ser, e aí eu saí fora. Mas como você foi se enfiar em rádio, cara? Foi o seguinte, eu participava de uma banda, comecei a... Vamos voltar, o seguinte, vamos lá. Eu sempre fui um cara meio, né, o bobo da turma, o engraçado, fazia a galera rir, e isso tem um motivo, que é o meu pai. Tá.

cara que me levou pra um lugar quando eu tinha três anos de idade e ali eu fui forjado. Que foi a sauna. Ah, é? Eu faço sauna desde os três anos de idade. Mas sauna de boa, né? Não, não. Sauna de boa. Sauna de boa. Que susto, velho. Tô achando que era sauna de tchutchero. Não, não, não. Sauna, sauna. Avenida Tênis Clube. O cara vai com três anos na zona. Avenida Tênis Clube. Foi um pouquinho mais velho que isso. Seca ou úmida, Ismanioto? Úmida. Úmida. Sempre preferia a úmida.

Aí ia lá pra sauna. Só que daí o seguinte, lá na sauna tinha todos os tipos de pessoa na sauna. Tinha poder do desembargador, ao cara que já tinha sido dono de bingo, ao funcionário público, a não sei o quê. E eu era pequeno, cara. E no meio daquela fumaceira, eu ficava só escutando aqueles caras. O cara divorciado, o cara que foi casado, o cara que não sei o quê. Só ouvindo as conversas. E eu só ouvindo lá. E o meu pai era um grande piadista dessa sauna.

dele, o Antero, e eles ficavam numa competição e eu ficava analisando, em duelo e eu ficava analisando tudo aquilo ali eu já vi todos os tipos de pissa que vocês podem imaginar, de pau nesses anos, e saco né porque sauna tem muito saco grande tem uma manga roda tem, pissa é um badalo, pissa conversível pissa conversível, que é pelada né, não tem a coisa a pissa golfinho, que ao contrário que ela tem tanta pele que ela vai

pra frente e faz um bico, assim. Chaleira, que a gente chama. Bico de chaleira. Bico de chaleira. Pissa manjedoura, que ela fica dormindo, assim, nas bolas, bem quietinha, assim, ó. Cara, todos os tipos de pau. Tinha um velho lá na sauna. Desde moleque. Desde moleque. Tinha um velho lá na sauna, cara, que o pau dele parecia um braço de um anão segurando uma maçã, assim. Cara... Era uma cobra moderno. Era uma pissa, cara. Era uma pissa de torneio.

Tu olhava que o lado da vontade de aplaudir quando ele entrava. Segurando a maçã do caralho. Era impressionante, cara. Era impressionante. Era mão no ar, um braço no ar, não segurando uma maçã. Tem uns caras que tem um pau que não dá, né, velho? Que covarde. E o cara com uma pisa espinha ali que tem que espremer pra sair pra fora, no meio do trajeto. Mas, cara, aí ali eu formei o meu caráter assim. E aí eu vendo o pau de velho. O bom da sauna tem

outra coisa. Ali tu descobre se tu é puto ou se tu não é. É verdade. Porque, cara, todos esses anos lá, eu nunca olhei pra um cara e falei, ah, eu preciso colocar o pau daquele cara na minha boca. Nunca me aconteceu isso aí. Deixa eu dar um beijinho. Que bom, que bom. Dá uma pegadinha. Então ali o cara... Nunca molhou a boquinha pra chupar. Não, nunca deu aquela. Então ali o cara já sabe também. Se o cara quer, tá, beleza. Já descobre ali.

Eu descobri que não era ali. Você tem razão. E aí a caminhada foi indo, fui sendo o cara, o engraçado da turma, imitando o professor,

velha coisa, tu provavelmente fez a mesma coisa. Tu era sempre um engraçado, imitador, ou eu tô muito errado, carioca? Não, eu já era, já. Eu imitava os professores, meus tios. Eu já era uma atração familiar. Pois é, então. Desde gurizinho. É, igual você, cara. Desde gurizinho. Desde gurizinho. Desde guri, igual você, cara. É, e aí eu comecei nisso aí, bom, enfim, pra encurtar a história. Mas cara, o que você vai fazer direito?

Não, não precisa encurtar, vamos. Queremos saber. Meu pai é advogado, né? Ah. Antes de advogado, meu pai é cantor, artista, cantor nativo.

vencedor de festival que legal os manhotos, Luiz Fernandes Manhotos era o cara beijo pai, já falo bastante nele porque é uma ele cantava o que? o primeiro intérprete daquela música mas olha o tranco da morena rosa revocada de ru de batom claro que não sabe claro que eu não sei, carioca não sabe mas quem é lá do sul vai saber que é uma música mais conhecida lá, mas então e aí eu entrei pro direito

que eu vou fazer da vida? Vou fazer direito. Seguir a carreira do pai. Dei umas cantadas, umas coisas lá, mas falei, não, tem que fazer uma faculdade, fui fazer direito. E aí nessa faculdade a nossa turma se reunia toda quinta-feira num bar em Santa Maria, onde servia Guinness, pint de Guinness, da cerveja Guinness lá, e eu puxei a turma pra ir pra lá. E nessa, e nas quinta-feiras tocava uma banda chamada Agito Capilar. E Agito Capilar...

Gito Capilar, uma banda brega, que misturava, digamos, a música do hit do momento, e entrava uma Xuxa no meio, puxava um Sidney Magal e tal, e aí eu, na primeira apresentação, dei uma dançadinha no meio da turma ali, aí na segunda semana a roda já cresceu, e aí cresceu, e aí quando eu vi eu tava fazendo a apresentação no meio do bar, e dava pra fumar dentro dos bar na época, que coisa maravilhosa, fumando charuto, e aí chegou o produtor e falou, tu não quer se apresentar no palco do...

da boate amanhã e eu falei, eu quero. E ele tá, então é o seguinte, tu vai ter que comprar uma roupa que os caras se vestiam tudo de roupa brega, calça de onça e umas roupas estranhas. E aí eu fui lá num brechó, comprei uma roupa, comprei uma calça. Gostei cinco reais no brechó, comprei, me apresentei, entrei pra banda. E aí quando eu entro pra banda, eu começo a dançar. Não, só a dançar, a dançarino. Você era dançarino, irmão.

e eu entrava dançando. Entrava dançando. Meu cachê era bebida. Você era o jacaré da banda. Eu era o jacaré. Entendi. E aí, boca seca. Ah, eu tenho que depois trazer um negócio pra vocês. Tá bom. E aí, entro pra banda e tal. E aí, no momento da banda, surge um concurso do Faustão chamado Garagem do Faustão. Certo. E a banda tava ali nas cabeças pra participar. E o vocalista me fala assim, ó.

Pedro, imita o Faustão aí, cara. Porque tu consegue, não sei o que, o teu timbre, tal, tal, tal, a tua voz. Falei, cara, que imita a Faustão. Ninguém imita a Faustão no Brasil. É o Pedro Manso. Na época, isso aí nós estamos falando de 2017, 2018. 2008, desculpa. E o cara, não existe Faustão. Ele falou, não, tenta. Aí fui indo, indo, indo. E saiu um Faustão meio arranhado ali. Mas saiu. Saiu. E aí eu faço um vídeo de Faustão no palco, ao vivo,

esse vídeo e eu pego esse vídeo encurtando, tá? Tô encurtando. Pode ir, pode ficar à vontade, Pedro. Eu pego esse vídeo e mando para Pânico na TV, mando para Legendários. Você mandou pro Pânico? Mandei, mandei pro Pânico. E mandei... A gente nem tem ideia, né? E mandei para Marcos Piangers, o pretinho básico, o papai é pop, o barbudo, o uivo. E junto com esse vídeo do

Faustão pro Piangers, eu mandei um vídeo onde eu tomo uma cerveja de um litro em 12 segundos. Numa garrafa pet cortada, assim, durante o jogo do Grêmio. E aí vem a resposta. Vocês não responderam. Legendários não responderam. Brincando. Imagina esse louco no pânico. E tem mais uma ainda do pânico. E aí o Piangers vem e escreve, nunca esqueço, devera sensacional a imitação do Faustão. Topa fazer um teste na TV com?

E aí eu falei, caralho. Puta, que legal, velho. Aí eu fui pra Porto Alegre, aí fiz esse teste como Faustão. Com a cara e com a coragem. É, lá, vestido lá de Faustão, relojão e tal. A imitação, tu sabe que é prática, né, Carioca? Eu meio que parei de imitar, então o meu Faustão não é o mesmo. A imitação, ela não é só... Ela acontece. Sim. Primeiro ela acontece, depois... Não adianta se forçar, né? Quer ver uma curiosidade? Eu... Tem vídeos do Pânico, que eu imitando o Marcelo Rezende,

Naquela época da Preta Gil, lembra aquele negócio? Era horrível. Aí, sabe como é que eu descobri que eu imitava o Marcelo Rezende? Olha aqui, por um acidente. Eu fui imitar o melhor, melhor do mundo. Aí eu, eu sou o melhor, melhor do mundo. Falei, pô, mas... Olha o Marcelo Rezende aqui onde tá. Sem querer pra caralho. Imitando o melhor, melhor do mundo, surgiu... O Jô não foi assim também? Não, o Jô foi... Sem querer. Não, o Jô foi mágica.

É. É, a minha mulher chegou e falou assim, você pode pegar uma água pra mim? Aí eu, claro.

Eu tava vendo o programa do Jô na hora e eu falei, com essa voz. Claro que eu ia pegar. Eu ia, caralho. Saiu. Entendeu? Assim, puf, acidente. Acidente. E o Marcelo foi acidente também. Você consegue imitar o Marcelo? Alô. Vamos ver. Agora tu me pegou. Alô. Alô. Como é que você tá, meu irmão? Como é que você tá, meu irmão? Aí mandou bem. Aí você é diferenciado. Diferenciado. Só que tu tem uma... Eu tô indo num falsete, que daí é tipo cantar no falsete. Mandou bem, mandou bem.

carioquês. Como é que é ele mais na... E agora você vai ver meu irmão. É que essa... Isso aí! É que essa, pô, é uma arranhada que tu larga aqui na... É abrir a garganta. Só abrir a garganta. Lá vem. É muito gostoso você conseguir imitar as pessoas. É uma loucura, né? É uma loucura, né? É, Silvio Luiz. É isso aí, bonitão. É gostoso, é gostoso. A gente fazia o Cama Pauli, juro por Deus. Sim. Ele falava que na hora eu não sabia se era o Silvio que falava ou se era ele.

O bom é quando você tá perto da pessoa que você imita, que você vai aprimorando. Você faz o diapasão ali, você afina os detalhes. Eu não sabia se era o Silvio ou ele falava. Olha lá. Cara, quando tá perto da pessoa... Mas qual foi que você imitou primeiro, assim? Ah, e lá saiu o Faustão. Foi o Faustão a primeira imitação sua? Não, fui brincando de Silvio Santos. Como é que era o Silvio? Mas olha só. Aí, vem pra cá. Vai, vai, vai.

Vamos conversar de Silvio, pra ficar legal. Silvio novo e Silvio mais velho depois. Mas como é que você tá? Eu sou bem. Graças a Deus, tá tudo certo. Tá muito bom. Tá muito bom. Pedro Mariodo. Como é que ele tá falando? Me conta uma coisa. É uma bosta. Não é uma bosta, não. Não é boa, velho. Não é boa. O Bola, você consegue? Eu não consigo. Veja bem. Eu fui mentar. O Silvio uma vez me mandava gravar uma matéria no Pânico. Vai de Silvio. Eu falei, gente.

Eu fui e mandei. Oi, veja bem. O Silvio nunca falou veja bem na vida dele. Você começou como motorista da rádio? Motorista da rádio, seu Silvio. Você sabia disso, Silvio? Motorista da rádio. Como é que é o Silvio Gaúcho? Mas olha só. Os guris estão lá. Os guris, os guris. Os guris estão causando. O Silvio era mais de brincadeira interna, sim. Você apareceu com o Faustão.

falsão lá, e aí saiu a imitação do falsão. Eita, às oito e sete, quem sabe faz ao vivo, só que eu tô perdendo, eu sou um merda, eu não treinei a imitação antes de vir pra cá e tudo mais, mas quando eu faço aquele teste com o Piangers, eu, o Duda Garbi, sabe? Tava fresquinho. Ah, o Duda Garbi. O Duda Garbi também tava lá. Pô, o time que a gente tava lá naquela época lá no pretinho, era muito legal. E aí eu saio deste teste lá na TVcom,

o Piange me fala, meu, vamos lá pro Pretinho, tu vai conhecer os caras. Aí eu entro pro Pretinho básico lá, vestido de Faustão, e tô lá, e aí o Fetter sai assim... Mas como convidado. Não, é, de surpresa. Completa surpresa. Ele falou, vamos que eu vou te arrastar junto. Aí o Fetter viu a imitação, na época era muito boa, e aí falou assim, cara, olha só, tu vai ser o Faustão, tá? Lembra o Fetter, o cabeludo? Adoro ele, um abraço pro Fetter.

Gente boa, boníssima. E aí o Fetter armou todo um negócio, vamos fazer o seguinte, vamos fazer de conta,

que o Faustão tá aqui. Como é que é o Fetter, por favor? Cara, olha só. Tu vai ser o Faustão, tá, cara? Igual. E aí o... Igual. Aí o Fetter arma todo um circo e o programa começa e tal. E galera, olha só. Hoje temos Faustão aqui com a gente, tá? E larga pra mim e vem a voz de um professor meu de química do colégio. Eu falo, é, hein? Olha aí, galera. Cara, sumiu. Desapareceu completamente a imitação do Faustão. Nervoso. Nervoso.

caralho, a galera fica assim com uma cara, e aí o Fetter num jogo de cintura já começa a largar a coisa, ah, mas o Raul Gil, vamos aplaudir e não sei o que, e vai, e quem me chamou e tal, e aí ele fez ali e passou, deu ruim, mas mesmo assim, aquele dia ele falou, ó, o Pedro Manionto tá aí com a nova geração, ele, o Duda Garbi, tão chegando aí no Pretinho Básico, e eu fui e eu acabei indo pra lá. Que louco, aí eu entrei pro Pretinho Básico, saí de Santa

e fui isso em 2009 pra 10. 2009 pra 10. Eu com 19 pra 20 anos de idade. Caralho. No meio daquela turma toda lá. Aí tu foi morar em Porto Alegre. Aí foi morar em Porto Alegre. Eu queria falar de Porto Alegre. Eu vou estar em Porto Alegre, bola. Quando? Vou estar em julho em Porto Alegre. Carioca botando pilha, rapaziada. Eu vou estar em julho em Porto Alegre com o meu show. Imperdível.

mas estou aqui em julho. Porto, né? Porto, né? Porto Alegre, graças a Deus. O negócio está bombando demais. Então, devido ao sucesso do ano passado, esse ano nós vamos voltar. Que legal, que legal. Teatro da Anrigues. Provavelmente. Avenida Ipiranga em Porto Alegre. Provavelmente. Vai ser no final de julho, tá? Show em Porto Alegre vai ser no dia 31 de julho. 31 de julho. Aí no dia 1º de agosto vai ser em...

Show em Bento Gonçalves. Boa. E no dia 2 vai sim Caxias. Coisa linda, hein? Porto Alegre 31 de julho, dia 1º Bento Gonçalves e no dia 2 lá. Galera lá ama vocês. Caxias do Sul é muito legal, né? Eu conheci lá a Marco Polo, muito legal. Uma das melhores festas que eu fiz na minha vida foi lá. Caxias do Sul. Só mulher bonita que festa. O que é? A Marco Polo, tu diz a empresa. Eu fui lá conhecer. Porra, tem agora o novo

o motorhome deles lá, 4x4, Nômade. O Nômade, conheci lá. Baita viatura que é lá. Isso é bom pro cara andar no dia a dia. Eles mandaram um busão pro Charles Henrique Pédia, pô. Aquele desenho, eles mandaram um puta Marco Polo bonito. Cara, eu vi Marco Polo na África do Sul, mano. É mesmo? É. Caralho. Os busão na África do Sul e da Marco Polo, eu, caralho, velho, os caras tão na África do Sul. São fortes os homens, né, Bruno, Marco Polo? Caralho, na África do Sul. Os busão, sabe, na estrada? E o caralho,

conhece esse design. Esse design, eu olhei e marcou polo. Falei, caralho, os caras tem busão até na África do Sul, maluco. Turma não é fraca não, bicho. Antes de eu seguir, eu posso dizer uma coisa e oferecer um negócio? Pode. Esse programa aqui pra mim é uma comemoração, tá? Pra mim isso aqui é uma coroação pessoal por esses primeiros 16 anos aí de pretinho, de caixa preta, de agora é mais sozinho. Então eu quero dar um presente aqui pra vocês, não sei se vocês vão acompanhar, que é pra mim também o presente. É pra você também.

Com certeza. Para nós três, então. Com certeza. Cara, eu adoro o sotaque gaúcho, velho. Eu acho muito maneiro. Caralho. Um single malt, pai? Isso é um single malt, 21 anos. Caralho. Ele é... Ele é um single malt vínico. Ele ficou 21 anos maturando nas barricas de Heres, que é o Sherry, né? Sherry de Heres, né? De vinho. Meu Deus. Então, ele ficou 21 anos. Não é que ele passou para ser finalizado nas barricas.

21 anos lá. Peraí, ele ficou numa barrica que era de vinho. Que era de vinho espanhol. Vinho seco espanhol. Os Heres. E agora ele tem uma cartinha. Tu é bom nisso aqui, Carioca? Acho que tu é melhor do que eu. Vai lá, bonitão. Me dá aí, Pedro. Os produtos da escócia, mano. É escocês isso aí. Porra, isso aí até o pessoal do Vocado vai ficar com água na boca. A degustação em Nova York. É de uma turma que eu compro meus whisky lá em Porto Alegre. Posso ler?

Doutor Malt Brasil, posso ler? Fica à vontade. É bom que eu estou enxergando bastante. Quer óculos? Doutor Malt, querido Pedro, Marcos e Marvel. Obrigado, irmão. Recebam com muito carinho este presente para que vocês possam tornar este programa de hoje ainda mais especial. Localizado na fronteira entre Highlands e Lowlands, escocesas, este single malt da destilaria... Como é que é? Gingon, é isso? Gingon.

Glingon. A gente nunca vai acertar o nome. Não, é porque eu tô enxergando mal mesmo, pra mim era... Glingon. Ah, ok. Glingon. Glingon foi maturado ao longo de 21 anos em barris europeus de primeiro uso, que continha anteriormente vinho fortificado de cherry oloroso. Isso significa que após o vinho de Jerez sair do barril da Espanha, o uísque da Glingon é o primeiro líquido a entrar nele. Ai, que delícia.

Isso garante uma extração máxima de cor e sabor, tanto de madeira quanto de vinho. Sua cor âmbar, preciso de companheiro, profunda e mognum, é totalmente natural. Vem exclusivamente dos 21 invernos e verões que o destilado passou interagindo com o carvalho europeu. Com o carvalho. No olfato. Que delícia.

Notas intensas de maçãs vermelhas cozidas. O que é isso? Começou a baitolagem. O que é isso? A baitolagem adquirida. Começou a baitolagem adquirida. No olfato é possível sentir notas intensas de maçãs vermelhas cozidas. Toffee, xarope de frutas e um toque de canela.

é extremamente aveludado. Você sem tirar notas de bolo de Natal. Bolo de bolo de Natal? Juro por Deus. Com notas de bolo. Os caras vão assistindo o gosto de tudo, cara. Com a maçã cozida e bolo de Natal e notas de pneu de carro. Mel de urze. Caralho, eu quero saber quem detecta o gosto do mel de urze. Vai tomar no cor. Nem bolo de Natal. Frutas, passas, uvas e figos. E uma nota distinta

chocolate amargo. Sua finalização é longa, quente e levemente seca com especiarias persistentes. E um final que lembra a final do Cid Moreira. Sua finalização é longa, quente e levemente seca com especiarias persistentes e um final que lembra carvalho tostado. Desejamos que vocês desfrutem ao máximo essa

pra que ela possa gerar boas recordações em momentos ineficientes. Muito bom. Obrigado, muito obrigado. Obrigado, todo mundo. Eu tinha uma garrafa aí, pô. Deve ser bonito. Isso é um copinho. Você tá podendo beber, Bola? Não, eu dou um... Ah, mas hoje dá pra abrir uma exceção. O que que é isso aqui? Eu dou um copinho chique. É um copo específico pra isso? Olha que bonito. Jamais gelo, né? Jamais. Não, não. Nós apanhamos os caras. Cara, olha isso. O negócio é chique no último. Faça as honras, Carioca.

Por favor. Faça as honras. O pessoal que foi pra Nova York. A caixa já é linda. O pessoal do PGR deve estar com água na boca agora. Sem gravar o Vorkaro. A turma na degustação. Olha, o cara levou. O cara gastou não sei quantos milhões pra levar a turma pra degustar em Nova York. Os melhores. De pé, de pé, de em pé. Tem um selo aqui. Porta de pé, o troço. Aí. Abre e puxa. Entendi. Bonita, hein? Olha aí, ó. Glen Goyne. Bonita. Glen Goyne. Glen Goyne.

Agora tira o lacrezinho ali. Porra, que privilégio, hein? Só pra gente ter uma noção. Quer falar o preço da criança ou não? Melhor não. Deixa que atura uma pesquisa aí. Posso dar uma pesquisada? Esse é o vinho lógico. 21 anos? Deixa eu ver quanto vale uma parada dessa. Eu não vou abrir nunca, eu não tenho unha. Vai bola. Eu não tenho unha. Eu vou abrir, eu vou abrir, eu vou testar. Nunca eu vou abrir, meu. Glenn Goyne, 21, né? Que você falou? 21 anos. Puta que pariu. Isso deve ser caro pra caralho.

Meu Deus. É esse aqui? Tá baratão. É isso mesmo o valor? Melhor não abrir, não. É esse mesmo o valor, velho? Não abre, não. Seis pila? Ah, isso aqui a gente põe até no bombom, né? Não abre, não. Esse aí não pega. Chupa, bocado, que você tá aí agora. Vamos tomar. Cara, é programa pra comemorar aqui. E aí a gente toma um pouquinho e depois fica aí pra vocês. E comemorar bonito, hein, meu Deus. Olha aqui.

Barulhinho abrindo a garrafa. Aí, ó. Aí depois tem um... Depois tem a rolha. Agora com a rolha, com a rolha. Agora é hora, meu. Vamos ver, vamos ver aqui, ó. Vê se tem cheiro de bolo de Natal. Vou ver se tem o cheiro do bolo da tia Diasse. Saudades, minha tia Diasse. Eu senti o mel de urse. Não, cheiro de mel. Não tô zoando porque tá escrito mel de urse. Mel de urse.

Cara, pior que tem cheiro de bolo de Natal mesmo. Você lembra daquele ardidinho do bolo de Natal, aquele cheirinho? Mas que é canela ou cravo? Não, eu senti o bolo de Natal. Pensa no bolo de Natal, aquele cheirinho que ficava no bolo de Natal. Lembra? Aquele glacêzinho, o cheiro do glacê. Não vem nada. Sabe o glacêzinho que tinha no bolo de Natal? Aquele bolo, bolo de aniversário? Não, aquele... Senti o cheiro da maçã. Você sentiu?

Senti. Olha que louco. Cozida? Maçã cozida. Cara, bolo de Natal, hein? Louco? Bolo de Natal eu senti. Que louco, né?

Acho que é porque o cara falou. Senti algo, Pedrão Nesse? Sinto. Sabe onde é que a gente vai sentir melhor? Na boca. No copo. Faça as honras, Carioca. Por favor. Vamos fazer esse brinde aí. 21 anos. 21 aninhos, cara. Pô, 21 anos é basta. Pô, eu vou treinar depois. Isso aqui acho que não vai dar nada não, né? Ah, isso aí não dá. E outra, hoje não precisa. Hoje não precisa treinar hoje. Não, vou treinar. Vou treinar. O meu metade disso, Carioca, por favor.

Só um goleto. Só um biricutico. Tá bom, tá bom. Obrigado, irmão. Vocês costumam tomar uma coisinha durante os programas? Às vezes. No começo aqui do Tico, a gente era mais irresponsável. Mas toda vez que a gente ficava escambando pra bebida, não acabava bem, né? Não acaba bem. Então, assim, a gente... Caraca, Glenn... Pô, obrigado pelo presente. Obrigado, irmão. Vamos deixar ele aqui na produtora pra... Isso, deixa aí. Essa é a ideia. Obrigado, Glenn. Obrigado. Deus abençoe você de casa. Você aí,

estava em Nova York tomando, a gente está nesse momento. Eita porra. É pesado, Bola? Eu não sou de uísque, né, irmão? É que eu gosto de tomar um congelinho. Mas ele não é pesado, não. Não, mas... Ah, isso aí deve descer, Macião. Meu! Delicioso. Caralho delicioso. Que puta uísque, hein, cara? Meu chapéu. Meu pai do céu. É assim, nós vamos deitar ele. Vamos pegar. Nós vamos deitar ele hoje. Nós vamos largar ele na cinturinha dele ali, mais ou menos.

Bola, que coisa deliciosa. Enche a boca. É como eu não sou muito do uísque. Não, olha só, vou te dar uma dica. Não, não, não, não.

Dá uma aguada na boca, assim. Deixa ela paradinha. E vai escorrendo. Degusta. Não engole. Se engolir, fudeu. Dá uma... Sente o garoto. Agora, respira. Pra sentir os aromas. Aí. Aí já vai mais gostoso, ó. Basta na língua. Aí, ó. Aí, ó. Né? Ah, é isso aí. Mas não é muito minha praia. Sim, mas é questão de costume. Mas o gosto é excelente. Bebida alcoólica, eu sempre falo pros caras. Bebida alcoólica, quando ela tem qualidade,

quando você vai tomar um vinho bacana, quando você vai... Porque às vezes o cara vai bebendo e vai trocando a ideia. Bebida alcoólica pra degustar tipo uma parada dessa que é alto nível, você tem que prestar atenção. Claro. Porque às vezes a pessoa bebe sem prestar atenção. Vai indo, vai... Calma. Eu bebo pra ficar ruim. Tá, mas isso aqui é muito bom, cara. Eu tô meio em choque. Não, mas é gostoso mesmo. Caralho, eu tô em choque com isso aqui. Também o preço, porra. Caralho, o sabor, né? Incrível. Incrível.

do caralho mesmo. Coisa boa. E eu achando que era zoeira, não sei o que. O negócio é... Não, o negócio é... Eu tive 21 e eu falei, caralho, meu. Foda, né? Uhum. Queria matar aqui pra matar o meu também. Já vamos dar mais uma pegada. Você mata aí, Godz. Você é uma vez na vida, caralho. Não quero. Negócio dessa magnitude aí. Vamos dar mais uma pegada aqui pra embalar. Então teu negócio é whisky, irmão. Gosto. Gosto. Gosto whisky.

Cowboyzão. Cowboy. Eu gosto de gelo, cara. Mas depende do whisky, né? Eu acho que cada...

whisky tem o seu... Eu, por exemplo... Mas junto com a charoco ou não? Fuma um charoco? Não, charuto eu não... Não, não é charuto. Mas combina. Ou aquele... Eu gosto daquele whisky... Oh, meu Deus. Que é a bolinha 18. É o Salute? É o Salute. Não, não. Não é o Salute, não. É uma bolinha? É quase uma bola, assim. É o... Não, o que é o de pá mesmo? Não é o... White Horse? Não, é aquele...

Eu tenho até aquele Red Seal. Eu tenho o Red Seal dele. Blackstone. Não, ele é mais... Caralho, fugiu meu whisky. É o meu whisky predileto e fugiu do nome. Tá, Bucanes não é. Não, não. É Bucanas. Bucanas. Bucanas que é a bolinha marrom. Bucanas, a bolinha marrom. Eu adoro aquele whisky, cara. É um whisky... É um baita whisky. Esse whisky me pega demais. O Bala 18. Bala 18, né? Bala 18.

Bucanis, tu falou. Bucanas. Bucanas 18 é a bolinha. Macallan. Isso aqui também é. Tipo Rolls Royce do uísque. Mas isso aqui, ele é mais exclusivo. É bem exclusivo. Mais artesanal, digamos assim. Quando eu digo artesanal, é mais fino. Puxei pro mundo dos carros. O outro é mais comercial. Fazendo as coisas à mão. Exatamente. Mas assim, dos uísques.

da terra, porque isso aqui não é da terra. Um belo presente, irmão. Obrigado, velho. Porra. Tomara que sobre. Porra. O Bavantines não, caralho. O Bucanas 18 é o uísque do meu coração. É esse aí. É aquele que eu tô ali. É o que tu tem em casa ali. Sempre te olhando. Eu, quando eu vou ver... Tomar sete. Sempre toma com gelinho. Às sete da manhã, toma sete da manhã. Where now? Where now? Não. Você toma às sete da manhã? Eu boto um baldinho de gelo e vou aqui, ó. Você toma às sete?

da manhã, um whisky. Já tomei algum determinado momento da vida em um tempo muito breve. Mas agora nunca mais, imagina. Entendi. Casado, pai de família, não tem como. Bucaninha 18 é coisa linda. É coisa linda demais. É isso aqui, boleta, essa bolinha aqui, ó. Ah, tá. Deixa eu ver. Consegue virar aqui, Carioca? Essa bolinha, essa bolinha aqui, cara. Ah, tá aí ele. Ele é mais um cantilzinho do que uma bolinha. Mas isso não é single malt. Não, é whisky. Esse é blend.

Scott Blanch. É misturado. Misturas. Mas esse Johnny Walker tá barato, né, bola? Tá quase que de graça. Pô, esse aí, o King, não sei o quê. É, o John Walker. Ah, tá bom. Mas o John Walker... 29 mil. O John Walker, não, não, não. Como chama o... Como chama o... Olha o McAllen. Olha o McAllen que tá barato. Olha ele. E esse, quantos anos? O McAllen? Esse aqui, deixa eu ver. Tem McAllen muito mais caro. Não, claro. O McAllen é tipo o Rolex do uísque, né, velho? É. É o Rolex do uísque, né?

Você gosta de um whisky então, cara. Cara, eu gosto... Como chama o galo de milho? Bourbon. Bourbon. Jack Daniels. Ah, Jack Daniels. Olha que história curiosa. Jim Beam. Olha que história curiosa. Quem gosta, gosta, né? Eu tenho o Renatão de Ourinhos. Chegamos na casa desse amigo nosso uma vez, duas da manhã, cara. O cara acordou pra abrir a porta e começou a tomar cerveja. Falei, caralho, tá animado, hein, meu? Ah, cansei. Falei, pô, também, né? Três e pouco, né? Ele mandou um Jack Daniel...

e começou no Jack Dennis. Jack Dennis é o 51. Puro, puro. Pra eles é. E quase matou a garrafa. Falei, que isso, né? Você sabe que eu me ferrei, né? Beijo, Renatão. Eu amo o Scott. O Scott, não o Whisky Scott, né? E o Single Malt são raras exceções. Já tomei Macallan já algumas vezes. Mató que é o fudido é Single Malt? Single Malt ele é puro. É o Whisky mais topzera. É o Whisky.

O blend é o whisky. Tá, entendi. Entendeu? Entendi. E aí... Pode entrar outros cereais junto na jogada. Pode entrar o milho, pode entrar o arroz. Feijão. É mesclado, é single malt, é só malt. E aí, que é o mais caro da parada. E aí, cara, eu tava no navio, eu tomei um escolacho. Aquele dia eu tomei um escolacho. Não, eu tava no navio da Disney com a minha família. Bom lugar pra se bebedar. Não é? Eu tava no balcão.

conversando, eu falei assim... Soco na barriga. Aí eu falei, tem um whisky, eu queria tomar um barzinho. O cara, não, tem... Era um brasileiro e tal. Eu não sabia que o cara nem era brasileiro. Aí eu falei pra minhas companheiras, eu falei assim, vem cá, só tem bourbon. Essa bourbon é uma merda. Eu não gosto de bourbon, Jack Dan, eu não gosto. É de milho. Meu amigo, o cara virou pra mim, ficou putaço. Claro, tu ofendeu ele, cara. Não, não, não. Ele ouviu a minha

conversa. Ele tava se fazendo um café. Mas ele entendia português? Era brasileiro. Puta, né? Aí ele virou pra mim... Não, aí ele virou pra mim e falou assim, você está completamente equivocado. Aí eu... Falou, vai tomar no teu cu, não tem match. Sabe de nada. Aí o cara era tipo um sommelier de bourbon. O cara largou o trabalho todo, me chamou num canto aqui do bar, falou, agora tu vai sentar aí. Senta aí, homem. O cara começou a fazer uma degustação, velho, de bourbon comigo.

uma puta aula de Bourbon falando sobre o barril como é maçaricado, caralho. E falou assim, uma garrafa dessa aqui, cara, custa 5 mil dólares. Agora você vai tomar um goleiro. Caralho! O cara tu vai mudar de opinião. O cara era fandom. Sim, o cara era foda. Aí eu mudei minha ideia. Eu falei, caralho, precisa ser ignorante e passar vergonha pra aprender. Tem muito Bourbon, muito foda, tá louco? A gente fala de Jack Daniels, Jim Beam e outros, mas tem... São somosos. A gente tá falando... A mesma coisa que a gente tá falando

Red Label e o Ballantines de entrada. Mas, pô, tem aí Buffalo Trace também, que também é comercial. Cara, tem outro. Eu não vou ficar falando daqui a pouco que tem uns caras loucos por isso pra falar que tá falando merda. Eles adoram falar isso. Então, o cara não se atira muito. Eu sei que teve uma família lá no interior dos Estados Unidos. A garrafa é caríssima. Tinha máfia dessa merda aí, entendeu? Você já tomou um japonês bom, hein? Ibuki. Eu tenho. Ibuki.

Eu tenho. Com a rolha de vidro. Não sabia nem que existia. Tampa de vidro com rolha. Desconheci. Rei da pessoa. A pessoa me levou uma garrafa e calou minha boca. Bom pra caralho. Eu achei que você existia saqueiro. O uísque japonês é bom pra caralho, tá? Tem japonês, tem uísque... Tem esse aqui, boleta. Ribiqui. É. Ribiqui. Ribiqui. Porque a gente não acertou nenhum nome de uísque até agora. Nenhum. E bebe todos, mano, sério. Tem um caralho com certeza. Ó, esse 21 anos Ribiqui tá baratinho, bola. Tá de graça. 10 mil reais.

Aí é demais, né? Tem que tomar os whisky mais baratos, tipo esse aqui, né? Royal Salute, tá baratinho o Royal Salute, bola. O que que é isso aí? Porra, essa garrafa, você botou essa? Não, botei o whisky, eu botou pra você estar vendo, olha o preço. Será que é uma versão especial? É uma versão especial, não é essa versão aí não, bola. Ó a garrafa. Garrafa é diferente. Não, essa é do Macallan. Ah, o Macallan, eu pensei que era...

Não, os Macallan são... 21 pau a garrafa. Cara, eu acho que se bobear ainda tá barato. Porra!

que deve ter de... as mais antigas. Imagina que o Banco Mister... Imagina que o Banco Mister... Imagina que o Banco Mister... Imagina que o Banco Mister... Eu vou treinar depois. Acabou, não vou beber mais. Imagina o whisky do Banco Mister. O Banco Mister... Poderia mandar o whisky 30 palmas. Mas, Esmanioto, depois desse papo aqui, estamos aqui no Glen Goyne, a gente está falando de rádio, você começou em rádio. A gente estava lá no Pretinho Básico. Tem no Pretinho Básico,

Mas você fazia imitação. Fazia o Faustão e... Não. Eu comecei com o Faustão. Aí Fetter e Piangers e tal me falam o seguinte. Cara, tu tem que ter um personagem autoral teu pra tu tá aqui. E aí foi que eu criei Alcemar. Maravilhoso. Entendi. Isso aqui mudou minha vida. Isso aqui mudou minha vida. O dente.

Isso mudou a sua vida. Isso transformou a minha vida completamente. E o Alcemar, ele começa, ele teve uma grande evolução, o Alcemar, ele começa lá no início como o pedreiro erudito, né? Pô, tá querendo um personagem, o cara vai ser, tá, vai ser pedreiro. E aí ele era um pedreiro que ele era inteligente pra caralho em alguns assuntos específicos. E aí vai evoluindo, a coisa vai andando, aí tem as aves raras, tem a mascada,

ele vira iluminati, aí depois entra as coisas e vira iluminati. Só que em 2010, 11, 12, eu sou demitido. Por quê? Por quê? Depois de quanto tempo de casa? De contrato, uns três meses, seis, mas de casa fui demitido por, segundo, falta de maturidade, mas também teve uma história muito delicada,

história que tu tá envolvido. Eu. Caramba. Eu envolvido. Demitiu o cara, culpa tua. Eu? O que que eu tenho a ver com isso? Caraca, demitiu o Pedro. Eu tenho a ver o seguinte, ó. Eu, novamente, Marcos Piangers, meu guru, me fala assim, ó meu, tu tem que sair daqui, tu tem que voar, tu tem que ir pra São Paulo, vai achar alguém em contato do pânico e vai pra lá e acabou e vai atrás. Consigo o contato do, não me lembro o nome, peço perdão a ele aí, o Umboiola. O Zequinha, o Zequinha.

Maravilhoso. Zequinha. Começo a trocar ideia com o Zequinha, mando uns vídeos pro Zequinha, vídeos do Pretinho Básico, com improviso, um pouco de imitação que eu fazia na época e tal, e ele me fala assim, ó, cara, fechou? Tu vai estar no pânico e tu vamos fazer um teste aqui, mas eu acho que é um teste meio valendo, e tu entra como figurante no Jô Suado. Tu fez o Jô Suado? Não, porque tu brigou com o Jô e me fudeu por tabela. Por quê? Ai, caralho.

ou mais. Não, porque eu parei de fazer. Eu parei de fazer. Aí, quando deu certo, quando ele falou, cara, vem, e eu falei, fechou, o que que eu fiz? Cara, guri do interior, acostumado a falar a verdade, ser correto com as pessoas, fui e contei. Contei pros gestores, todo mundo, ó, eu tô indo pro pânico. Pô, verdão, 19, 20 anos, né? Fica quieto, né? Já lançou assim, já. Não, falei, já lancei, ó, tô indo. E aí, o troço não deu. E tinha que ver eu acompanhando nos

o desfecho da briga, que eu não sei, falando briga não é o jeito correto, mas e tu parando de imitar o joio, falando não vou fazer mais, eu falei, fudeu, manda mensagem pro Boiola, e ele falou, cara, agora não tenho mais muito o que fazer por ti, e vocês trocam de emissora logo depois, não? Foram pra Band, logo depois. Foi, isso foi, é, dois, três meses, dois, três meses depois, exatamente. E aí ele falou, cara, agora não tenho mais absolutamente,

Controle de nada. De nada e desculpa aí. Então as histórias se juntam. Uma falta de maturidade que eu não sei o que. Você já tinha pedido pra sair do pretinho. Não, não pedi. Eu comentei sobre participações e que estaria no pânico e vamos ver em off ali. Só que aí quando não acontece o pretinho eu digo ó, não vai rolar. E aqui também não. E aí me manda embora. Que legal, hein?

Que coisa... Tu vê que loucura, né, cara? Mais válido na mão do que dois voando, né? Esse ditado é foda. Cara, você sabe que aconteceu uma coisa comigo assim, caralho, muito absurda, na mesma... Um pouquinho depois aconteceu uma coisa muito bizarra na minha carreira. Bizarra! No pânico? Quando acabou. Depois acabou o pânico, né? Caralho, propostas absurdas. Eu não posso entrar em detalhes. Lógico, lógico. Eu fechei com uma emissora, Cable,

A Cable teve champanhe em bola. Champanhe. Comemoração. Porra, vem cá. Bem-vindo. Não, mas não tinha canetado. Não tinha canetado, tá. Vamos canetar. A cagada é essa. Papel na mesa. Não, mas tava tudo certo com o Cable. Não tava tudo certo. Você não canetou, não tava tudo certo. Não, mas já tava. Não foi essa a cagada. Fio do bigode. Só que uma emissora grande, grande emissora. Te chamou. Falou, queremos ter. Eu quanto és.

É tanto. Eu falei, carajo. Então não tá tudo certo com a Cable. Pera. Mas estou a Cable. Não assinei, mas tá tudo champanhe, tudo certo. Aí ele, para vir para cá, tens que cancelar cá. Lógico, lógico. Aí eu falei, tá certo. Pera só um segundito. Mas quanto era o salário? Quantas vezes maior? Ah, umas quatro vezes mais. Aí eu cheguei, vamos chegar lá no Cable,

lá, cable. Brigadão. Valeu. Mas só que veio uma outra cable aqui e falou assim, o que queres fazer? Carta branca. Pera aí, gente, vamos devagar. Aí, bola. Mas e grana? Cheguei nessa cable e falei, ó, risquei o X. 2,800 mais vale alimentação. Essa cable, essa cable de manioto. 2,800, um altinho pra andar. Essa cable ficou bem puta, sim, mas entendeu o meu lado. Falei, galera, é o seguinte,

mas olha isso aqui. Não, não. Tá com os caras mandaram, né? Tá tranquilo, tá favorável. Falei, beleza. Ju. Tá tranquilo, tá favorável, tudo bem, porque não assinamos, mas porra, isso aqui é muito pesado, né? Não, não, não, não. A gente nem vai discutir. Vai lá. Beleza. Aí veio essa aqui, a outra cable. Falei, galera. A terceira. É, não dá. Valeu, valeu. Não, não, mas a gente tá com a porta aberta aqui, que é você. Falei, tá bom. Niki que eu vou, eu fui viajar pra fora fazer show, Estados Unidos, etc.

trocou a diretoria dessa... Emissora? Da emissora ou da Cable? Da emissora. E o Cable entrou no teu ar. Um novo que assumiu falou assim, ó, esquece, tá? Você não tinha assinado também? Não. Puta que... Falou esquece. Você negou a Cable? Eu voltando de novo, falou assim, esquece. Não vai vir pra cá. Aí eu, tá. Alô, cabo? Não, não. Lógico, né? Então, vamos lá. O que é, o que é? Baratinho com milhares de ofertas. Tem frete grátis.

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Aí eu fiquei pra terceira. Olá! Aí eu vou assim. E aí? E o que você tá falando? É a famosa toma... Mas é legal. É a vida, né, velho? É a vida. É a vida. São coisas da vida. Acontece. Acontece, é verdade. Acontece, é isso aí. Que loucura, né? Que ferraço. Mas, cara... Porque eu acabo ficando sem nada. Sem nada. Só como canes de zonhos todos os dias. Eu olhava, pô. Um gelinho. Um gelinho. Um gelinho.

Eu olhava pro meu empresário, na época era o Pita. Sérgio. Caralho, Pita. Aí ele, porra, aí é de foda. O Pita já tava fazendo planos. Mas não era pra ser, irmão. Pra dar desse jeito, não era pra ser. É, mas depois eu descobri o que aconteceu. Eu não posso contar. Na emissora. O tio que fez comigo. Tem um tio aí que é um... Teve uma sacanagem na jogada. É um lazarento. Tem um lazarento na história.

fora do ar. Tem o Lazarento. Sempre tem. Tem o Lazarento. Enfim. Coisas da vida. Aí você se fudeu. Aí me fudi e fui fazer terapia. Você ficou sem nada. Fui fazer terapia em Santa Maria. Minha terapia. Comprei um Land Rover Defender 90. Comecei a fumar Malboro Vermelho. Saí todos os dias. Chapéu de... Sabe aquele chapéu de lona de caminhão que encontra nos postos? Bandeirinha do Brasil. Tá bom isso aí, né? Mas aventureiro... Tá bom isso aí, né? Camel Truffi.

verão. Não, é, saía na cidade, cidade, Santa Maria, saindo nos bar pra beber, e ali eu fiz a minha terapia e vem o convite, ó, Planeta Atlântida. Bom. Vem... Quer fazer? Junto conosco aí? E eu, tá, vou. Aí eu volto. Mas era o Alcemar. Aí, é, é, Alcemar, também o Faustão lá, e aí eu volto, faço o Planeta, e aí o Féter novamente, aí. Vamos voltar. Tá preparado pra voltar.

E aí eu volto. Aí quando volto, aí sim, aí a gente entra numa fase boa porque tomou o ferraço, entendeu? Entendeu como funciona a coisa. Tomou o ferraço, exatamente. Já fiz a terapia, né? Tomando lá os tragos e pitando, e aí volta e volta bem. E aí volta bem aí o Alcemar, esse cara aqui da dentadura, entra numa grande fase. E aí a gente começa a enlouquecer. E começa toda aquela função lá de Veloster.

falar mal pra você zoar os carros, brincar com os carros. Como eu sempre gostei muito de carro, e o meu personagem, eu ficava reinventando ele a todo momento, porque eu penso assim, se é um personagem, eu tenho a liberdade total, posso fazer o que eu quiser com ele. O mundo é infinito. Então eu ficava lá no negócio das aves raras, que tinha lá os nomes dos passarinhos, que era o Nucututinha, o Galinho Papo de Bago, o Pissudão Azul Nigeriano. O Galinho Papo de Bago. Tinha a turma toda lá,

o Lambicu francês, o Papacu da Cabeça Roxa. E aí, nesse período, aconteceu uma coisa muito legal, que eu fazia trote ao vivo todos os dias, cara. Mas é difícil. Num programa sucesso total. É uma delícia trote, né? Trote é demais. Que coisa legal, né? É a melhor coisa pra afiar o teu cérebro. Que não dá muito mais pra fazer, né? As pessoas perguntam, por que que tu não faz mais o trote? Não dá mais. Ninguém mais atende telefone. Ninguém atende. Só empresa, né? Empresa ainda consegue. Rede social.

se tu posta, o cara vem e vai te dar um cravaço, dá umas morais, vai te pedir 50 mil. E aí já faz um acordo por sete, três, dois, um e meio, não se fala mais isso. Mas alguma coisa você paga. Sempre vai marchar. E aí, cara, o trote foi... Ali era o laboratório diário, assim, onde eu criei muito o mundo do personagem. Teve trotes, assim, que foram espetaculares. E ali o Alcemar aí ganhou força. Aí eu tava no trote,

e era uma da tarde, seis da tarde, o pretinho básico e o pau pegando. E aí foi do caralho. Sucesso. Dá uma ligada, dá uma ligada. Sucesso total. Manda bala. E vai uns imbecil e compra um Veloster que é uma merda de carro. É uma... Um motor, um ponto quatro, quem vem falando que era um ponto seis com 140 cavalos. É verdade, mentira.

Isso é genial. Isso é genial.

Isso é o que? Era um ponto. Uma vendenda do carro. É, tinha um anúncio. Tinha classificados e também os carros pediam pra falar sobre carros. Não, o Timpo Safria. Mas qual é o parâmetro que tu utiliza pra dizer que um ponto... Ele é turbo? Ah, não, é o turbo. Acabou a testa. Não é o Uno de firma, mas é sim. Uno vermelho.

Duas portas básicas com roda de liga. Muito bem. É o Mineco. Ah, não, não, não. É o Mineco. Que isso, cara? Como assim, Ocemar? Não, não, não. Ocemar tem que anunciar o combinado. Ah, mas... Mas vocês estão malucos, cara. Esse é aquele que tu bota o dedinho do lado da porta ali pra abrir pra cima? Essa mesma quadradinha. É muito bom. Aí ficava nessas aí. A gente ficava falando dos carros lá e... Vocês lheam anunciado de verdade. Era anúncio. Era anúncio. Ficaram o pretinho.

Eu falava dos carros. Tem uma curiosidade, aquele negócio do Uno de Firma, que acho que até hoje viraliza. Eu não tinha escutado falar antes disso. Eu lembro de conversas minhas com um amigo, em posto de gasolina, e eu levo para o pretinho básico e falo que o Uno de Firma é o carro mais rápido do mundo, com escada no teto e não sei o quê e tal, tal, tal. E eu acho que foi dali que surgiu a história do Uno de Firma, cara. Você não viu que o mundo estava passando um Porsche saindo do posto? E a galera vibrando. Vê o que você acha, Isaac. O que?

O Uno com escadinha no teto e o caralho, passando um Porsche. É, eu já vi esse vídeo. Pode ser maravilhoso. Provavelmente nós inventamos essa merda aí da história do Uno de firma. Não é provavelmente, é certeza, irmão. É, eu tenho essa brincadeira, né? Porque tem uma piada que fala assim, pô, você tá meio acabado, né? Eu falo assim, pô, rodou sem óleo. Não tem esse papo. Rodou de pneu murcho, rodou sem óleo. Eu falo, não, cara. Eu sou carro de firma. Sou muito rodado. Eu tô gasto. Eu sou destruído.

Cara... Mas, pô, que legal. É muito bacana poder fazer humor com o carro, né? Porque o homem, ele é muito apaixonado. Ele gosta mais do carro dele. Tem muitos caras que gostam mais do carro do que da própria mulher. Não tem adulto. Muitos. Eu tenho um brother meu que, tipo assim, ameaçou chover e ele nem pensa em sair com o carro. Nem pensa. Vocês gostam de carro? Eu gosto. Mas não tem essa doença. Mas eu acho que o Bola é mais apaixonado por carro. O Bola...

O Bola é... Por exemplo, o Bola tem duas coisas diferentes. Ele gosta de carros esportivos. Eu não entendo muito de carro como ele. Ele realmente é um entusiasta. Eu gosto, sou um cara que eu gosto muito. Ele compra revista especializada desde que é a época do pânico. É verdade. Eu já não sou assim. É porque o carro pra mim é assim... Um veículo de transporte. É, mas tem que ser do caralho, mas ele me serve. Entende? Eu tenho esse pensamento. O carro tem que me servir. Sim.

Eu servi o carro. Não o contrário. Porque eu conheço muita gente que serve o carro, né? Qual é a viatura que tu tem hoje? Hoje eu tenho, hoje, eu tô pra mudar. Mas eu tenho uma XC60 Volvo 2023. Híbrida. Híbrida Ultimate Dark. Um belo carro. Grade piano. 465 cavalos. Não é a Polistar aquela. É uma abaixo da Polistar. Não tem freio amarelo. Não.

Por que tu não pegou com o freio amarelo? Porque ele não queria gastar dinheiro. O que custava gastar 60 pila a mais e pegar a Polestar com o cinto amarelo? Porque tem o cinto amarelo. Ah, tu não queria. Mas você trocava o cinto depois. Mas a Polestar é foda também. A roda é maior. A Volvo é do caralho. O carro mais seguro do mundo. Por exemplo, tu pode tomar essa garrafa inteira aqui.

de uísque tá 180 km, não vai acontecer nada contigo. Estamos seguros que ela é. Ela tem essas vontades. Vamos pra casa! E aí nós vamos indo. Cara, segurança não vai acontecer nada contigo. Se beber, não dirige. Eu ando hoje com três carros dos anos 90. A minha mulher lá tem o carro dela, que é uma Tiguan R-Line, que eu acho um dos melhores custo-benefício pra carro de família. É o mexicano.

Não, é Tiguan R-Line. É o mexicano. Feito no México. Ela é feita no México? Não, acho que... Pode ser, pode ser que seja. Eu tinha... Eu não sei onde é que ela é feita. Um dos melhores carros que eu já tive era Tiguan. É do Seudorf? É do Seudorf? Ah. Ou Wolfsburg? De Wolfsburg. Eu tinha Tiguan. Aqui tinha a lanterninha... Tá, essa era feita na Alemanha. Mas a R-Line, enfim, não sei onde é que é feita. Mas a R-Line tem o motor do Golf GTI, tem a tração interna.

Ela vai bem. E aí tá lá. Eu tenho três carros meio exóticos. Uma, deixa eu ver se eu começo por onde. Vamos começar com... Essa aí é da tua mulher. Essa é da mulher. Eu tenho as fotos aqui, eu posso mandar pra alguém aí? Manda, manda, manda. Vamos ficar falando de carro. Deixa eu mandar pra ti. E aí tu manda pro... Manda pro Zax. A minha, vê se você acha aí, Zax.

iguan 2011, traseira, que tem uma lanterninha, sabe o anelzinho? Redondinha, as primeiras aquelas. Aquele carro. R-Line. Não, a minha não era R-Line. Por que tu não pegou a R-Line? Porque ele é econômico. De novo, tu tá cometendo os mesmos erros até hoje. Ele é econômico. Tu não aprendeu com a Kimball TV? Não, era essa aí, cara. TSI. É R-Line, pô. Ah, não, não é R-Line. Não, é TSI. Essa aí. Essa era a minha. Só que a minha era branca.

esse carro, velho. Isso é um belo carro. Cara, vou te falar, se você vê na rua hoje, esse carro tá inteiro. Mandou, irmão? Tá ligado. Mandei. Você tá com o Instagram no Wi-Fi? Não tô. Quem vê esse carro na rua pode perceber. Essas Tiguanas da Alemanha, elas estão inteiras até hoje. E tem um cara que trabalhou na Porsche em Stuttgart, na Alemanha. Tá sentado ali. Bruno Kloss. Aí é fodido, hein? Bruno Kloss. Esse conhece. Quer chamar pra conversa? Quer sentar aqui ou não? Senta aí, pô. Daqui a pouco

que ele chega. Trabalhou na Porsche mesmo? Ah, é bom saber. Ajudou a desenvolver o Taikan, tá bom ou não? Ai, caralho. O Taikan aí cagou, hein, meu. Senta com nós aí, vai. Pelo amor de Deus. Já vamos tomar um isquinho. Pica, pica. Já pega um copinho pra ele. Tenhamos copinho. Dá o do bola pra ele. Dá o do bola. Dá o do bola pra ele. Como é que é teu nome, velho? Bruno. Bruno o quê? Close. Close. É alemão, né? Bastante. Tá pra ver? Pega ele e vai ligar o microfone pra ele. Vai ligar. Já liga pra você.

Então toque em mente. Tá bem. Tá, aí eu já mandei pro Bola lá, mas a minha é mais antiga. A minha é 2020. Essa Tiguan aí, ela é mexicana, né? Eu não sei se é. Tiguan mexicana. Sabe qual foi a cagada da Tiguan? A nova zero quilômetros. Porque eles tiraram a tração integral e o motor ficou mais fraco. Não tem seletor ali. A antiga é melhor que a nova. Tanto que essa aí não...

vendeu muito essa aí. A boa de comprar usada agora, por 200 pila nós metemos ela. Ah, é? Então tua mulher tá de Tiguan. Tá de Tiguan. E eu, eu tenho... Deixa o Bruno se apresentar. Bruno tá aqui, Bruno Cló. Clóss. De Glóss. Clóss. Isso, tipo Glóss, mas... Você é gaúcho. Gaúcho, cara. Da onde? Montenegro. Montenegro. Do ladinho de Porto Alegre. E você trabalhou na Alemanha, em Stuttgart? Isso. Eu fiz engenharia

Brasil. Onde? Na Unisinos. Unisinos. E aí teve uma época que eu passei pra uma bolsa pra Coreia do Sul. Chega mais pro lado, pra cá. Chega mais pra cá. Chega mais pra cá. Chega mais pra cá. E aí fui fazer essa bolsa de estudos na Coreia do Sul. E aí lá conheci os alemães e tal. Voltei pro Brasil, terminei a faculdade e nesse contato com o alemão um dia eu falei, cara, quero morar na Alemanha. Falei, cara, tem que fazer um mestrado aqui. Aí passei pra um mestrado na área automotiva e fui. E foi trabalhar

na Porsche. E aí tinha um foco de um dia trabalhar lá. E aí o jeito de entrar pra Porsche foi submeter pra uma tese de mestrado. E aí eu consegui entrar assim. Pô, tá burrão. Cara, nunca foi... Tá burrão, não tá? É. Você ajudou a desenvolver o... É, tipo assim, o carro desse é muito grande, né, o projeto. Tem em torno de duas mil pessoas trabalhando. Duas mil. Caraca. Então, por exemplo, a gente foi validar os algoritmos que faziam a autonomia do carro, né? Então, ficava lá testando os algoritmos e tal. Foi isso que eu fiz.

na prática. Mas, cara, é um projeto animal, assim, né? De trabalhar nisso aí, né? De conhecer a elite, né? Os caras são uma elite, né? Então você morou em Stuttgart? Eu morei... Na verdade, o centro de desenvolvimento é uma cidadezinha que chama Weissach, que é 30 quilômetros de Stuttgart. Em Stuttgart é a fábrica onde se fabrica o carro pronto. E lá em Weissach são 6 mil engenheiros, 90 hectares. Começa uma folha branca, um check-in branco.

Do nada. Ah, check-in branco. E aí, cara, é muito dinheiro. E vocês desenvolveram a

É, eu participei do projeto do Taycan. E o que que você acha que você... Em que parte você pegou do carro, assim, que você colaborou? Cara, a gente tava já no final do projeto, quando eu entrei, mas só na validação de interfaces, assim, de algoritmos que giram o carro. Sabe quando você entra no carro e diz, ah, autonomia é 300 quilômetros? Essa parte que a gente fazia. Entendi. E aí, segura minha tese depois. E são pouquíssimos brasileiros lá.

Acho que o cara mais antigo em Weiser brasileiro é o Adriano. Ele saiu aqui do ABC Paulista, na verdade. O cara saiu do... Da Volks. Da Volks.

projeto do Santana, direto da Cayenne. Esse cara deu uma... Pô, pra Cayenne? É, cara lenda, tô lá até hoje, vai fazer 30 anos de casa já. Santana pra Cayenne. É, o cara... Pouca mudança. Mas Santana era um puta. Saiu do Nato Nobres pro Gringo. Mas peraí, peraí, peraí. Voltamos a 1988. Santana, quatro bolinhas no volante. Era chique. Bota aí, interior de Santana, 1988. Tipo o volante. Volante, quatro bolinhas.

Do Gol GTS, do Gol GTS, com as quatro bolas. Mas o cara foi com a Cayenne, mano. Sim, mas o cara fez o Santana. É um projeto brasileiro. Não, o Santana é muito... O mais que eu pagava para um bola, eu tinha uma Quantum. Eu acho que Santana... Brasileiro é... Santana, Monza Classic, que era um projeto europeu também, né? Não era Brasil. Eles eram feitos... Eles eram racionalizados, né? A Volkswagen se envolvia no Brasil. Tipo assim, carro seria do zero.

A Chevrolet tinha muita coisa que vinha de fora. A Volkswagen fez isso. Mas o Santana era autolatina. Eu acho que sim, mas era desenvolvimento nacional. Na época não era tão ligado fábricas que nem é hoje. Ele pegou uma época de autolatina depois. Isso, eu acho que sim. Eu não lembro da cronologia. O Santana não era autolatina não. Era aquele farolzinho pequenininho de milha no meio. Era Santana e Versailles Quantum Eagle. Olha aí, autolatina. Mas esse é o original. Ah, esse não é o volante de quatro.

Tem de nada. Não sabe de alto, merda. Troca lá o negócio. Santana tem bola. Quatro bolinhas. Volante, quatro bolas. Porra, não fode. Mas você está com o que, irmão? Eu estou com três carros. Vou começar com Corolla Wagon 1998, que é o carro mais feio que já fizeram no mundo. Corolla Wagon 1998. Eu mandei uma foto ali. Parece uma maré.

Isso, a traseira parece a maréia e a frente parece um jundiá, um sapo. Por que ele tem isso? Ele não pode ter dinheiro. Qualquer dinheiro... Anos 90 essas coisas pra mim mexem comigo. Mas tem tanta coisa boa dos anos 90. Mas essa aí. Põe a foto aí. Agora eu tô melhorando ela. Esse Toyota? Toyota Corolla só saiu em 98. Isso é uma raridade. Corolla SW. 60 pila eu faço pra ti.

Não quero. Como não? Enfiaste-te no meio do teu canal. Imagina tô andando com isso aí, Caioca. Cara, isso não tem porquê. 1.6 aspirado, câmbio manual, motor 4A FE, 386 mil quilômetros. Que pariu, irmão. Segundo carro, Nissan D21, diesel 2.7, King Cab, cabine estendida, pré-Nissan Frontier. É uma picape. A do terrorista. É uma picape verde.

Comunicando com... Esse carro é feio, hein? Jackson. Ah, esse é bonito. Ah, esse é o gol. Cabininha estendida, eu gosto. Cabininha estendida. E esse carro? Esse carro, esse carro, não, foi uma Toyota Hilux que o Top Gear pegou aí. Fez o diabo que o carro não quebrava. E elas são muito parecidas. Eu só não lembro se era o Top Gear, era o motor diesel, mas eu acho que sim, mas pode ser o motor gasolina também. Isso vendeu no Brasil?

Isso vendeu muito pouco. Era diesel o Top Gear, né? Tô bonita, mas tá bonita demais. Essa...

95. Essa 2.7 cabine estendida e diesel tem, eu acho que umas 80 aí. A gente tinha uns dados, mas umas 80 no Brasil. Bonita, porra. Só que V6 tem mais. É o feio bonito, né? Não, essa é bonita. Não, é feio, é feio. Não, essa eu gosto. A frente é feia. Essa eu teria fácil. A frente é horrorosa. Eu meteria uns milhazão, eu meteria uns milhazão ali, redondão, bonito. Ah, eu não sei. Eu quero colocar a grade cromada nela, que eu não achei ainda e tal.

essa é o motorista tu não vai achar é melhor mandar croma essa croma essa e agora o terceiro filé BMW 1992 já gostei E32 já gostei V12 5.0 300 e lá vai pedrada de cavalo V12 Caraca que ano? 1992 isso é um puta carro essa aí nós participamos da caravana da FuelTech lá que saiu de São Roque aqui né São Roque aqui que é o

Gonçalves de São Paulo e fomos até a Nova Santa Rita. E carro de placa preta. Essa o Bruno ressuscitou ela, mesmo o Bruno não gostando muito de fazer esse tipo de vento. Tu teve prazer em fazer isso ou não? Nenhum. Mas eu queimei todas as minhas fichas com eles, carro tava 20 anos. Ressuscitou o que, Bruno? Cara, foi o seguinte, o Pedro me liga numa terça-feira, da sauna. Eu achei que você tinha uma série 8. Eu também queria. Eu também queria 8, mas... Eu vou te falar o quanto que eu paguei. Ele ligou numa...

Numa terça-feira ele falou assim, cara, eu tô com um cara na sauna aqui, que ele tem uma V12 e ela parou funcionando. Todo mundo já ouviu essa, né? Ele disse, tu acha que ela vai ligar? Ele disse, olha, cara, se parou funcionando, tem chance, né? E eu tenho oficina. Eu falei, cara, se for barato, compra. Deixa comigo. A gente vê depois. Na ideia de que ele não ia comprar, realmente. E aí, deu uns minutos, ele me falou, cara, comprei e essa semana cheguei.

E aí, a gente tem uma relação boa com o Anderson, lá da Fotec, lá. Anderson Dick. Anderson Dick.

pra um outro amigo, o Alex Wagner, hoje que é o seu do Velopark, eu falei, cara, tu acha que tem chance da Faltec fazer isso funcionar? Cara, acho que sim, depois a gente vê. Cara, e aí eu, era tarde de dizer pra ele que eu não tinha certeza nenhuma, né? E aí ele trouxe o carro, deixou e eu falei, cara, semana que vem a gente vê, e essa semana que vem levou um ano e meio até a gente chegar no carro. Você é muito louco, velho. E comprou de um, era um professor, né, da universidade.

Era um professor, é, é. Mas tirando isso, o carro tava inteiro lá, lata, ela é muito íntegra de lata,

interior. Só que tem uma lenda que todas as BMW Série 7 foram em algum momento do Jô Soares. Porque ele andava de BMW Série 7. Então pode ser que essa era. Porque ela tinha o banco quebrado também na frente. Então pode ser que era do Jô. Não, todas as placas... Quebrou o banco! Quebrou o banco! Pesado. A placa dos carros do Jô era um fete.

Essa é FAB. FAT, The FAT? F-A-T. Alguma relação com FAT do? Gorditos. Todos os carros do Jô tinham FAT. F-A-T. Essa é F-A-B. Ele tinha um Mini Cooper. Eu lembro que ele tinha um Mini Cooper. Ele levava uma mochila nas costas dele. Ele andava que nem na McLaren no meio. Era uma surpresa não. É porque a garagem do Jô, a garagem do Jô, quem passava na rua,

do Jô. Sim. Que morava Galisteu. Na esquina ali. Ali. Mas que baita vizinhança. Era Galisteu, era vizinho do... Quem mais? Que eu lembro. São esses. Jô Galisteu. No mesmo prédio. Quem mais? Só que essa garagem... Tu sabe. Deixa eu me acalmar. Acho que é o whisky. É o whisky. Vamos só mais um ali. Não, não. Eu tô fora. Bom pra caralho, eu vou segurar. O cara vai treinar. Eu vou treinar, caralho. O... A garagem era aberta, então você via o carro do Jô,

e tal. A Dri era Dri e o dele era Fat. Mas ele entrava no Mini? Ele tinha um Mini Mini. Caralho, meu. Ele tinha um Mini Fat, que eu lembro, o carro dele era um Mini Fat. Fat. A placa Fat. Gordo. E ele gostava bastante de carro, de moto também gostava, né? E depois que caiu não mais, né? Caiu não mais. Acho que o Brasileiro era curto. Ele tomou dois tombos de moto. Ele só tinha Fat Boy também. Só tinha Fat Boy.

Tudo era Harley. Tudo era Harley, é. Caralho. Não imagino um Jô numa Harley. Não é, então. E ainda disse que andava todo de couro e o cacete, mano. Eu não imagino ele numa moto, na real. É, então. A gorra do Cabi Moto. O Cabi, mas ele não correu o bracinho dele azulado por causa disso. Que ele caiu, é. Tomo de moto. Quase se foi. Deixa eu entender o Bruno aqui, Bruno. Quem tinha uma puta a ver. Quem tinha uns V12 é Hebe e Camargo. A Hebe, tinha Mercedes. S600. S600. Eu vi na exposição a meca branca. Branca.

Ela vendeu, né? Os emblemas dourados. Acho que foi tudo meio jingote, assim. Foi vendido, né? Tinha uma Z12 braba, velho. A Hebe gostava de uma carangue. E ela dirigia. Branca, na maioria, né? Branca, é. A meca dela branca, eu vi. Branca e os emblemas dourados. Tenta achar aí a Mercedes da Hebe Camargo, meu querido. Ela é a coisa mais linda, cara. Eu lembro de uma CLS, que é aquela Coupé, uma S, e talvez ela devia ter. Não tem como não ter uma SL, né? Uma conversível. Eu não manjo de Mercedes. Eu lembro muito bem dessa da S,

É isso, né? Eu lembro direitinho, velho. Que ela chegou na rádio uma vez com ela. Que a tampa branca, assim, a calota era retona, assim? É, prata. É, grandona, assim. Não tinha nada no meio. É, 12 cilindros. Tipo um panelão, né? Puta coisa mais linda aquele carro. Nossa. E esse motor berra, né? Se tu fizer o escapamento bem feitinho, berra. O meu V12 berra se fizer o escapamento... Mais ou menos. Menos, né? Peraí, V12 o carro dela?

V12. Olha lá, os carros da Hebe. São os carros da Hebe? SLK? SLK, S, CLS, mais uma S,

lá atrás, eu acho que uma E? É uma S. É uma S também. É que eu achei que era aquela com quebradinho, sabe? A que eu vi na exposição, aquela grande... Essa aí, ó. Essa aí, ó. Tudo V12. Tudo V12. Tava na exposição. Isso é coisa mais linda. No shopping Morumbi. Na pandemia eu vi esse carro lá. Cheiro de Laque dentro até hoje. É. Laquecarina. Porra, ela tinha cinco Mercedes, velho. Era a Hebe, né? Ela podia ter 26 que tava tudo certo. Puta que pariu. Que carro. Que carro é esse aí, Paula? A S.

ou meia-5, V12. Eu acho meia-5. É uma meia-5. É, meia-5. V12 biturbo. A Sondal é com essas naves, irmão. É, né? Coisa mais linda. Que ano é isso aí, esse carro aí? 2000 e algum... 2000 médio? 2004. 2005, 2005, 2006, 2007. Quanto vale um carro desse hoje? Esse aí pode... Depende. Esse é o RR, né? Depende por onde ela passou. É o resto de rico, né? O RR. É. A gente pode achar.

inflamação daqui pra frente. É, só inflamação. Só o que o Pedro pegou, né? A gente pode conseguir uma por 60 pila daqui a pouco. Esse carro? É. Mas aí tu vai ter uma catronca ali pra matar pra andar. Na oficina. E daqui a pouco uma muito zerada, o cara vai pedir ali o quê? Uns 200, uns 200. Mas igual tu tá com... Carioca, eu acho que tu tem um carro desse. Tu tem que ter um carro desse. Não, não tem. Tem que ter. Porque, cara, maior artista do Brasil. Já não basta... Tu tá andando de quê? Já não basta.

Vamos sair, vamos dar isso aí, cara. Outra coisa, chofer, motorista, vai andar só atrás, encostinho na cabeça. Aí eu quero aquele carro da Denza. Uma perua. Qual é a Denza? D8, como chama? D alguma coisa. Já tomei essa porra, me deixou um pouco lento. Vai tomar no cu, velho. Mas tu quer pra dormir? Por que tu quer esse? Não, esse é o meu sonho.

Acredito que o carro já tá chegando no nível... Tá. Você não vai dirigir mais. Que eu vou entrar no banco de trás. Vou... Na minha primeira classe. Tá aqui um engenheiro. Vou me deitar. Eu vou deitar, ligar o telão, o som. Ar-condicionado. Deitar, pegar um negocinho no meu bar. Um 21. E boto aqui no celular e ele vai me levar. Vai ser assim. E esse carro é perfeito pra isso. Tô errado, engenheiro? Vai demorar, mas vai. Eu acho que vai demorar. É que depende do lugar, né? Depende da cidade.

Depende de tudo, cara. É tipo o carro elétrico. O carro elétrico é... Ele é regional. Tem lugar que é mais fácil ter. A Noruega dá certo. No Acre não tem como, né? Não tem. Enxerga no Brasil isso acontecendo. Eu vou te mostrar esse carro. Hã? Como é que é? No Brasil tu enxerga essa realidade acontecendo. Cara, veja só. O advento... Um carro sem motorista. O advento da internet, ele deixa o mundo mais veloz. Veloster. Não me fala nessa meada. Eu acho que deixa o mundo mais... Vamos comprar uma velocidade presente.

Se não tiver embargo de imposto... Caralho, essa porra me deixou um pouco lento. O embargo de imposto, essas coisas... Isso aí é... Aí tu tem que entender. Relaxado, né? Se tu deixou lento, toma mais uma dose, que aí vai dar... Não, não, não. Rapidez. Tu parou na hora errada. Não é rapidez. Tu parou com a testa franzindo assim, ó. Tu tem que parar na parte boa. Acelerado. Whisky, carioca. Eita. O que você tá procurando? Eu tô procurando a porra do Dens.

Acho que eu vou dar uma segurada. Não, põe um TK, o TK mostrou o carro. É, o TK tava vendendo esse carro aí. TK? Sabe o TK, Tiagão? Sim, claro. Gente boa pra cacete. Tem aí o Denza, bota Denza D9. Denza D9 e bota interior. Então eu acho que o futuro, não muito distante, vai ser você entrar no seu carro, botar relax, botar um Netflix ou alguma coisa assim, entrava o carro, botar tudo escuro e uma pontinha do lado.

E aperta o aplicativo, o carro vai embora. E o carro deixa você onde você tem que fazer. Acho que a... Vai ser isso. Massagem no banco. Isso. Olha esse carro. Olha esse carro. Chama Denza D9. Esse carro é uma joint venture entre BYD e Mercedes. Correto? Olha isso. O som é parecido com os falantes da Mercedes. Banco também da S. Banco da S também. É, então, olha só. Aí você ali bota a massagem.

esfria, esquenta, aí tem uma geladeirinha ali, você pega o negocinho, aí você pega o aplicativo, aperta e... Com motorista ou sem? Não, autônomo, caralho. Autônomo, autônomo. Tu tá atrás. Esse carro não. Olha isso. Esse carro... Pode ver que ele até voa aos pés lá atrás. Cantei a pedra, eu vi o carioca e falei, ele quer andar no banco detrás. Cantou a pedra? Não cantei? Você cantou. Não, não, não. Só larguei e ele se atirou. Você cantou. Se atirou. Não, mas...

O mundo falando que isso... São Paulo não dá prazer de dirigir, me desculpa. Não dá. Não dá prazer de dirigir. Quem morar em Santa Cruz? Lá dá prazer. Se você me arrumou um emprego... Olha isso. Entendeu a parada, irmão? O carioca não quer nem falar com o motorista. Não, não tem motorista. Não tem. Não vai ter. Não vai ter. Você vai apertar o celular e ele vai te levar, caralho. Tudo computadorizado. Sempre. Tem um anão ali da reserva. Sem anão da Gol.

Ocupa menos espaço, ele fica ali na hora que falta. Ele fica no porta-luvas. Aí você desliga, eu acho que em 10 anos isso vai estar rolando bastante. No Brasil? Ah, eu acho. Em menos de 10 até. Você vai apertar o botãozinho, o carro vai tocar. Lá fora até já tem, cidade que já tem. É o Waymo, eu acho, nos Estados Unidos. Então, eu acho que em 10 anos a gente vai ter isso aí. Chamou um desse aí, sem motorista, chamou o carro, chegou. Eu não sei o que ela fez, deixou que é alguma coisa.

esqueceu, o carro foi embora. Se foi, ela ficou. Ela demorou pra, o carro chegou, ficou parada. Ela esqueceu alguma coisa ou derrubou, eu não lembro o que foi. A chapa. Ela ficou encebando o carro, foi embora. Mas aí você pode chamar de volta. É, tem que chamar de volta. Mas enfim. Mas é uma mesa. Mas eu acho que o futuro do cara que tem uma grana e quer ter uma vida tranquila, que trabalha, executivo, o cara vai entrar no carro dele, vai pelo próprio celular, ele vai, o carro vai tocar até o lugar. Futuro chato, né?

Porra. Porra. Você gosta de dirigir em São Paulo? Eu adoro. São Paulo? Qualquer lugar eu gosto de dirigir. Você não gostaria de entrar num carro gostoso, ficar dando uma deitadinha, dando aquela dormida uma hora a mais no trânsito? Naquela relaxada, ver o negócio, ficar no celular. Eu vou de ônibus, caralho. Não, mas não é a mesma coisa. Fico no ônibus. Não, não é a mesma coisa. Tem o cara dirigindo pra mim, eu durmo. Ônibus e metrô, nego, passa a rola.

Passa a rola, né? Você passa em pé, dá aquela rolada. No teu carro não vão passar a rola. No carro não vão passar a rola. Gostoso, você vai dormindinho. Vai, pega o travesseirinho, quer dar uma...

Extende no sono, vai pro aeroporto, sabe, imagina. Caralho, é, então. Uma de IG é gostoso. Aí me leva pra Congonhas. Aí você dá uma deitadinha, vai levar o quê? 45 minutos. Tá, vou aqui. Dorme, vai. E o carro vai, o banco vai, você vai acordar. Batendo o saco na sua cara. Tu tá com qual viatura? Eu tô de Maverick. Eu vi ali. É. É um baita alto. É legal, eu gosto muito. Mas tu teve uns negócios diferentes já, né? Ah, tive, tive, tive. Cherokee SRT, V8. Remy.

canhão. Tive M5 V10. Tu teve a M5 V10? Me arrependo de ter vendido esse carro. Qual bola? A M5 V10. Qual que é esse carro? É BMW M5. A M5 V10. Com V10. Aquela tu tira o escapamento e o barulho de fora. Eu mandei vim escapamento de fora. Ah, tu tá brincando. O ronco do bicho ele não negou. Mandei vim um borla. Mandou o que bola? Escapamento. Puto, o ronco dela era um tesão. Vendeu em que ano mais ou menos? Ah, não lembro, irmão.

Eu troquei, eu peguei uma... Um terço do que vale hoje, talvez, da... Não tenha dúvida. Não tenha dúvida. Errou! Errei bonito. Depois eu peguei essa aí, ó. Essa mesmo, igualzinha. Só que a minha era cinza. Aí, ó. Esse carro tem quantos cavalos, Bola? Coisa mais linda. Esse carro tem quantos cavalos, Bola? 500 cavalos, 505, né? Quanto que era? É, 500 e poucos. 510 cavalos. Esse carro. Só que V10 aspirado, né? É aspirado, aspirado.

E traz igual tu falou e dorme, só precisa de um motora. Precisa de um motora. E vai com o sou que vai. Foi o que eu tomei com esse? Foi esse carro aí? Não, você tomou no Challenger. Pô, eu tinha um Challenger. Eu tinha um Challenger Mopar, meu. 800 cavalos, velho. Puta canha, eu não fiquei com o carro porque eu não conseguia faz... Que ano era? 2000... Ah, o Challenger já, o dos mais novos? Não, o antigo. Dos mais novos, dos mais novos.

Mas o kit Mopar, tudo. Eu não fiquei muito com o carro porque eu não conseguia fazer seguro. Ninguém fazia seguro. E aí tu teve que...

Challenger é o que? Ford? Eu não sei. Chrysler. É Fiat. Ah, é Chrysler? É Fiat. Dodge. É Dodge? Eu não fui fazer uma piada. Eu não entendo. É Dodge? Challenger? Ele é o sedã, o Challenger ou o Charger? Eu tive o Charger. Qual que é? É o carro da polícia americana. O Duas Portas é o Challenger. Duas Portas, Challenger. Eu tive o Challenger. O Charger eu tive nos Estados Unidos. Depois ele fica a quatro portas, que é o carro da polícia americana, que os carros usam lá, meio apaisano.

Challenger. Challenger. Hoje eu teria um Hellcat fácil. Imagino. O que é Hellcat? Eu não sei. Puta que pariu. É o mesmo Dodge Challenger, mas ele tem um V8 com um supercharger. Com compressor. E aí tem até duas chaves. 700 cavalos. Tu tem a chave preta e a chave vermelha. E aí se tu liga só na preta, tu anda com uma potência X. Com a vermelha... É o demônio. É o demônio. Vermelha é tu hoje, cara. Tomando 21. É Hellcat. É o gato do inferno. É. Hellcat.

E ainda tem o Demon. Tem o Demon, que é o demônio. Mas esse carro ainda vende até hoje? Parou de vender. São Paulo tem muito desse carro. Não, mas vende zero, produz a linha? Eu acho que não. Acho que não. A Chrysler não fabrica mais. Eu acho que tem, cara. Chegou recentemente. Eu não sei dizer, cara. É muscle car. Eles tinham transformado o Challenger em carro elétrico. Só que não pegou no gosto da galera.

O que será, hein? Que é musca ou cara, cara. Não combina. Tu vai querer fazer o elétrico. Esse é do teu, Bola? Não, não. Esse é o Demon. Esse é o Demon. Caralho. Carro maneiro, hein? Ali tá vendo que tem quatro faróis? Tô vendo. Só funciona dois. Os dois perto da grada é entrada de ar. Entrada de ar. Vai entrando o ar por ali pra lá. Ele chupa um ar tão absurdo que ele precisa de mais entrada. Caralho, carro bonito, velho. Esse é um tesão. Esse é o Hellcat? Não, o Demon também. Esse é o Hellcat. Tá aí ele, ó.

Esse é o Hellcat. Hellcat. Mas não fabrica mais isso? Eu acho que lá fora, eu acho que não, não sei. Que ele atrizar um troço, cara. Tem coisa que não dá pra mexer, né? Não, não, é. Eu andei no Elétrico Mustang, eu gostei muito. O Mac, como é que é? Mac, Mac, Mac. Caralho, que carro bonito, velho. Tá vendo aí? Esse é o Demon, ó. Esse é o Hellcat, quer dizer. Esse é o que você teve? Não, o meu não era. O meu era um normal com kit Mopar. Mas era a mesma carroceria, né?

carroceria, exatamente. Automático ou manual? Automático. Eu acho que não sei se tem manual desse carro. Eu também não sei, mas é automático. Ah, mas manual é chato pra caralho, né? Ah, mas alguns carros... Chato pra caralho. Ó, desculpa. Carro manual, preguiça, hein? Ele tem um Corcel, carioca. Corcel. Anda não. Corcelzinho. Tá no Rio. Tu tá andando? Vai mostrar pra você meu Corcelzinho aí. 72. Ah, ele aí. Olha aí, ó. Que categoria, hein? Eu tenho esse carro. Quatro raridades, cara.

Ficar andando nele, é carro alto velho parado, quando vai, deixa parado. Esse carro é fode. Mas tem histórico de família, é isso? Na verdade é que esse carro, o meu avô ia me buscar na escola. Esse exato. Não exatamente esse, esse modelo. E aí, pintou, meu irmão, me deu todo podre, ele veio seis anos pra restaurar essa merda aí, mas tá aí, ó. Esse carro aí. Bonito carro, cara. É, tá bonitinho. Olha por dentro, por dentro tá inteiro. Esse carro deve ter uns noventa e tantos, é original. Caralho.

Bem original. E anda a volta e meia? Tô andando a volta e meia? Agora não, esse carro tá há dois anos no Rio, né? Meu irmão falou, ah, vou arrumar pra você, o cara não me devolve o carro nem fudendo. Ah, mas não sei o quê, não tenho tempo, o carro tá lá. Entendeu? Ele empolgou tanto quanto... Na verdade ele queria dar rolê, entendeu? É muito inteiro. É aquela coisa, não é um carro conservado, é um carro restaurado. Então tem as suas cagadas, entendeu? Uma maquiagenzinha ali.

mas anda bem. A única coisa que eu odeio dele é essa direção dura do inferno. Não, mas não tinha hidráulica. Só botar uma hidráulica. Isso aí pra fazer manobra é uma academia, cara. O volante é assim, né? É um arame. É um arame. É um arame. É legal pra caralho, velho. Por exemplo, mas é um carrinho que esse banco interesse é muito legal, né? Isso é legal. Os caras que piram nele são os motoboys. É mesmo?

Eu ando com eles, os motoboys ficam loucos. Caralho, eles ficam loucos. É o Mustang. Caralho. Faz assim, os motoqueiros piram quando eu vejo com um carrinho desse na rua. Os motoqueiros ficam doidos. Eles ficam caralho. É. É muito legal. Tu pode dormir ali também na frente, só não vai ser autônomo. Não, exatamente. Aí tu bota ali...

Jolinho no assinador fala, vou dormir. Dormi muito em caravan e com o banco interesse. Isso era bom quando era lançamento pro pai bater o carro, a criança estampar no painel, né? É que eu falava, meu pai só tinha Opala e caravan. Tudo o bancão inteiro com o câmbio aqui, né? Isso aí. A sorte é que nunca bateu, porque a família inteira na frente. E a barulheira. Esse eu tive nos Estados Unidos. Caralho, bola. Esse é o Charger. Esse é o Charger de quatro portas. Bonito esse carro. Tu morou lá, bola. Não, não cheguei a morar, mas eu

que eu não tenho um tempo lá. Aí comprei esse carro lá. Ah, eu queria comprar um carro que vocês vão rir da minha cara. Qual seria? Não, não vou falar. Manda aí, manda aí. Sabe que agora... O cara tem um Toyota horroroso, mais feio que o Toyota. Lancei agora um negócio meu chamado Alcecars, em homenagem ao Alcemar. Lá a gente caça o carro que tu quiser. É mesmo. Mas é um aplicativo? É um Instagram, por enquanto é meu Instagram e um WhatsApp Business Fala Lá.

A gente vai atrás. Alcecars. Tudo junto, arroba Alcecars. Primeiro anúncio, acho que vai ser um carro que tu vai gostar. Foi uma F250, 1996, V8, Big Block, cabine estendida, supercharger Vortec, um FT600, cara. Ela tá lá nos Estados Unidos, mas a gente traz ela, porque o dono é meu amigo, amigo nosso, e a gente traz ela. O que você quer comprar?

tem dois carros que eu queria muito ter. Dos antigos. Dos antigos, um não é tanto, mas o outro é. Vocês vão rir o primeiro. Eu falei aqui no Tico, um cara entrou em contato comigo, só que eu achei que ele pediu muito no carro. Eu falei, ah, irmão. Depende do carro. Pediu muito. Mopaleira boa hoje. Vale rir da minha cara. Vale rir da minha cara. Mas eu queria ter um 307 conversível. Eu acho aquele carrinho legal pra caralho. 307 conversível. Tu já viu

Aí não dá pra entender. Não dá pra entender. Não tem como respeitar. Não tem. Qual cor tu quer a cereja? Tu quer o cereja ainda, a cor vermelha, Ana. É porque eu tive... Por que você quer isso? Porque foi o primeiro carro bacana, esse carro aí, ó. Tá. Esse aí tá zoado. Esse tá zoado. O cara pegou agora a réplica ali da... Mas essa foto não tá ajudando. Pega uma foto boa, vai. Ah, esse cara é legal.

Cereja. Não, não quero cereja. Querer um pratinho. Isso aí tu vai pegar sempre o único dono, né? Mas pra que você quer sempre? Tu não vai pegar de hoje. O cara não vendeu pra ninguém. É o único dono sempre. Ah, esse carrinho é legal. Pra que você quer isso, cara? Porque eu acho que foi um dos carros mais legais que eu tive. Foi um 307 quando lançou. Logo depois eu tive um, lembra? Eu tive três. Quatro. Cinco. Eu tive cinco. Eu tive quatro.

Eu tive dois 307 e eu tive dois SW. 307 SW. Na época, né? Vinte anos atrás. Fala uma coisa pra gente.

Ah, esse carro é maneiro, vai. Maior, maior artista do Brasil. Verdade. Querendo andar de Peugeot 307. Conversível. Aqui, ó. Tu tem que andar de 900... Já teve Porsche? Nunca tive. Vamos comprar amanhã. Hoje à noite. Hoje à noite.

Serve mais uma dose? Mais uma dose. Hoje à noite nós já vamos firmar. Tu tem que andar na 911, Carioca. Pega o Targa. Vai ser conversível igual. Tu vai dizer que... Não, esse é uma parada que na época eu falava... Porque assim, São Paulo é impossível ter um carro conversível, mas eu queria ter um carro conversível. E eu acho que esse é um carro conversível acessível. Mas tem um Puma, tem uma coisa melhor.

E a coragem que tu tem pra ter um 307 conversível. Ninguém vai chegar perto de ti no trânsito. Ninguém vai tentar te roubar. Dois. Scott's R3 92 93 conversível também. Melhorou. Não. O prata. Com linha vermelha. XR3 92 93 por aí. Esse aí eu acho muito legal. Esse é dos sonhos. Na verdade era o 86 com as bolinhas.

com as calotas. Amarelão, ovo, gema. Aquele gema de ovo. Achamos isso aí. Esse acha. Mas é 8,6. Mas esse carro geralmente é tudo sambado. Tudo sambado. Agora 92, 93. Acha aí. XR3 conversível 92, 93. Prata. Bonito carro. Esse é um carro que eu queria ter na garagem. Pra dar um rolê domingo. Aquele dia bonito. XR3 eu concordo. Vamos comprar. Vamos agora comprar um XR3.

80 pau, você vai pagar um carro inteiro, lindo. Mas é, cara. Tá caro, pô. Aí tu manda 40 e deu, é isso que ele vai receber. Nós vamos pagar 15 pila num 307 desse aí. Não, mas tem que ser bom. Não quer pra deixar na garagem só pra olhar, não precisa andar. Não, quero um inteiro, quero um inteiro, não quero um zoado. Deita atrás, teu sonho não anda. Não era esse não, não era esse não. Bota o óculos VR, realidade virtual, fica dormindo atrás, finge que tá com o motorista. Esse é os 80. Aí, ó. 92, então pega o 94. É um 94, então. Aí já

Pode ser que vá pros da frente com os motor AP já. Eu e ele falou no carro que eu era louco. É o Cadete, velho. É o 94. 94, 95. Painel digital, puta. Era europeu, né? Aquilo era uma nave espacial, cara. E eu tive um ômega painel digital. Seis caneco. Aquilo era demais, cara. Eu acho que o 94 é mais legal. Azul. Puta. Aí, papai. Esse aí. Ah, geração na frente. Esse é bonito. Esse aí.

frisinho vermelho, branco pérola. Isso. Esse vale a pena você comprar. Volante que tem uma argolinha vermelha ali pela volta. Esse carro aí. Esse vale a pena você comprar. Esse é legal, Bola. Esse é legal. Você consegue, cara? Vamos atrás. Vamos atrás. Vai ser uma... Como chamamos. Alcecars. Vai ser uma missão pra mim. Alcecars. Mas eu queria um pratinho. Esse branco não sei. Esse aí tá, inclusive, couve marco é Rio Grande do Sul.

Vai ser mais rápido ainda de achar esse carro. Viu? Aí. Mas o branco pérola é bonito. Mas quer prata. Esse é mais... Esse carro tá lindo.

Esse é muito putão. Mas isso não deve ser barato, não. Putão? Esse é muito putão. Eu queria um prata. Assim, mais tranquilo. Tá, fechou. O carro desse não deve estar barato. Mas esse não está com a frente modificada aí. Não, é porque esse é a geração na frente do que tu quer. Tem que colocar 1.900... Coloca 89, coloca 90. Não, não, não. É esse aí. É esse aí. Tá, é esse que tu quer. Isso aí tem motor 2.0 AP, provavelmente.

da Autolatina, esse aí pegou Autolatina. Antena elétrica. Isso. Esse é bonito. Esse é um carro legal, antigo que eu... Vai formar uma turma, o Corcel, o Escort. Não, eu me desfaço do Corcel. Peugeot. Peugeot. Por que carro antigo, cara? Você tem que ficar coitando, velho. É, não. Quanto menos tu anda, mais problema dá. É, igual avião. Então, assim... Mangueira ressecando. Eu quero... Aí, esse aí. Aí, ó. Esse aí. É esse que nós vamos.

É nesse aí. Com a placa da Jequiti aí, né? Esse aí. Placa da Jequiti. É esse aí. Esse aí, pode. Esse aí. Esse mexe comigo. Esse aí. Esse aí. Prata. Prata. Fechou. Quer ver outro? Deu um reizinho ouro 82. Também branco. Não, mas esse é comersivo é lindo. É lindo, né? Esse é lindo. Já estão ligando aqui dizendo do que tem oferecimento aqui. Vai, vamos ver. Agora, põe a foto. Vamos ver, vamos ver. Vamos atender aí. Mas vê preço. Atende aí, atende aí. Vê preço. Isso aí. Isso aí é advogado, não atende. Cuidado.

Ah, é verdade. Cuidado, vai tomar um já. Vai tomar um já. Fique esperto, irmão. O Escortinho é legal. O Escortinho é um carro bacana. Peugeot eu já não acho muito, não. Mas o Escortinho é lindo. Aquele Peugeot é legal, cara. Não é. Eu acho que aquele carro é... Como um Peugeot é um Velocity. Não, aquele 307cc, confia que é legal. Confia que é legal. 911, cara. 911. Mas 911 custa um milhão, filho. Não. Isso não é preço, é parcela. Sonho não tem preço.

Vamos picotar. O que você tem na mão? Na mão, Bruno, pra vender. Turbo, 911 Turbo. Que ano? 2021, 2022. Você tem esse? É o seu carro? Não, não, eu tenho pra vender. Eu tenho oficina hoje, né? Mas tem os clientes. Tem as fotos aí pra gente mostrar os carros? Cara, tem, mas como é que o cara vai saber o nome da empresa ali? Tu não pode mandar o PDF dos carros que tu faz? Não, não, não. Abre o Instagram ali. Não consegue mandar.

Consigo. Fala o Instagram que ele acessa lá. É arroba, close, C-L-O-S-S, Kini, K-U-H-N-E. Pegou aí, Isaac? Close, Kini. É. Repete, close. Close, Kini. K-U-H-N-E. K-U-H-N-E. É. A ideia era dar um nome alemão pra empresa e eu fui muito longe. Foi? Eu acho que ficou. Você foi muito longe. Por que você não faz arroba carro alemão? É, já pensei também, mas... É melhor, né? O Germanicard. Esse já pegaram. Germânia.

Germânio Gaúcho. Você não tem nenhum Porsche, né, irmão? Não. Já teve? Nunca tive. Quero ter, mas aí não. 911 eu nunca tive também. E quanto vale esse carro? Cara, tem... Tu vai ter Porsche aí a partir de, por exemplo, um Boxster. Tu vai comprar aí na faixa de 200, 300 mil reais. Ah, onde? Mais antigo. E é conversível, cara. Que é o que tu quer. Aí é legal. Mas que Boxster que é? De entrada. Carro aí com 10 anos de... 2008. Mas deve dar um problema de manutenção. É que eu tenho oficina, né? Vou te oferecer.

Exageral, ué. Exageral. É caralho. Esse era o meu, caralho. Esse era o teu. Esse é o meu que eu tinha nos Estados Unidos, ué. Esse é o Georgia. Esse é o Daytona, ué. Esse era um canhão que tava louco. Era seu mesmo, esse era o seu. Eu comprei lá. Lá é caro, né? Você comprou lá? Comprei. Pra quê? Pra deixar lá pra alugar. Eu ia pra lá no alugar, pra andar com o meu. Pra hoje poder contar, eu comprei, porque tem um sentimento aí. 28, 30? Cada dólar na época. 28, 28.

Tô bem em chute. Eu fico sensitivo. Eu acho muito bonito o carro com faixa assim. Eu acho legal pra caralho. Realmente você tinha um carro legal. Vamos pegar o Peugeot e botar faixa nele. Boa. O 307. Com duas faixas. Brata, faixa azul, carro do Paul Walker. Aí, ó. Cadê? Agora vai. O nome não dá pra ler mesmo. O meu negócio é realmente Porsche antigo. Isso aqui é uma meca.

Boa também aparece uma coisa diferente lá, porque a gente gosta de carro. Mas isso está mostrando a oficina para vender? Não, isso é a da oficina. Só que como a gente trabalha com muito colecionador, sempre tem alguma coisa meio off-market assim para vender, né? Mas por 200 dá agora, por 500. Mas, por exemplo, nossa... Essa é bonita, essa é caríssima. Essa é mais antiga, é. Isso vale um caminho de dinheiro. Isso é mais caro que nunca.

Esse é um projeto que tu fez do zero, esse carro. Esse carro que a gente fez inteiro, ele lá na empresa, levou perto de três anos para fazer. A empresa era pequena quando a gente começou.

Agora você já vai mudar do Peugeot. É, mas isso aqui é o maior cara do Brasil do Peugeot. Também acho, também acho. Carioca. Não pode. Eu curto aquele carro, dá licença. Não interessa. Para, tira essa ideia da cabeça. A gente pinta o 911. Eu tenho história, dá licença. Eu pinto o 911 da cor cereja do Peugeot. Pronto. Eu quero a cor cereja. Eu quero o prato. Põe até o leão na frente do dragão. E a gente... Esse é amarelinho também, lindo, hein? Puta merda. Esse é o antigo também, cara. Seguindo, 68.

Ah, mas esse aí vale 3, 2 milhão um carro desse? Não, mas pode comprar um novo também. Mas quanto vale esse carro aí? Um desses aí? É. Cara, esse carro aí é coisa de milhão e meio. Esse é um carreira o quê? Esse é um carreira S. 7,5 é isso aí. 68. 68? Que coisa linda. Mais velho ainda. Puta. Esse é um T, 911T. Coisa linda. Eu vou no banheiro. É que assim, cara, o legal da Porsche é que tu vai ter qualquer sabor e qualquer valor, né?

Exatamente. Então, se quiser gastar 4 pau, tem carro de 4, 5 pau. Como chama um barbudão que faz uns Porsche lá fora,

O Magnus Walker. É ele mesmo, ele faz umas loucuras também. E eu vi outro dia também um japa, que ele pega no olho, vai cortando. E vai colocando uns negocinhos. Mas no olho, irmão, ele não mede. Aquilo ali é só estético, ele não é funcional nada daquilo, né? Ele rebaixa, alarga, bota roda. Mas ele faz no olho, cara. Ele vai pegar a serra, ele manda no teu carro novo, irmão. Já pensou? E ele erra no teu ainda. Não, e não tem filme. E não tem espaço pra você levar o carro pra ele, não tem. Não, é...

É primeira classe, vem ele, um ajudante. É 25 de dólar pra ele vir, fora o kit que é dele. E a fila desperta, que é um ano e meio, dois. E o cara é overbook. Vamos fazer no Peugeot do Carioca, chamar ele, pô. Vamos fazer isso aí, chamamos já pra isso aí. Será que é o Peugeot do Carioca no meio? 25 mil dólares. 25 mil dólares. Pô, muito obrigado. Aí depois vem a conta. Larga pro Carioca lá a conta. Peraí, pô. É o preço de 25 Peugeot, velho. Meu Deus, cara.

Ai, ai, ai. Cara, que é muito louco, velho. Cara, que tem um Peugeot, bicho. Que troço. Que legal a tua oficina, irmão. Valeu, valeu, valeu. Que legal, cara. E só mexe com nave, só. Só, basicamente só Porsche, né? Porque foi o que eu, tipo, eu fiquei quatro anos na Alemanha lá, dois deles eu fiquei na Porsche mesmo, e depois eu saí, cara, e conheci uma turma de brasileiros que eles tinham as coleções na Europa. Tá. Que eram pessoas às vezes visáveis, tinham problema de segurança, que enfim, era... Deixa lá.

teve carro fora, é mais fácil. Muito mais. E daí tu vai nos lugares também que... Preço de peça, preço de... Isso, o carro é mais em conta e tal. Mas aí chegou um tempo que eu meio que dei uma cansada da Alemanha, sou metade alemão, metade brasileiro. E aí voltei e entendi que era um mercado, não vou dizer deficiente assim, mas não tinha. Não tem mesmo. Exatamente. São Paulo ainda tem, até uma mão de obra aqui, tem umas oficinas muito boas aqui, caras que são realmente muito legais.

Mas ninguém era especializado só nesse carro, né? E aí eu já especializei no antigão. Puta, que legal. Que bela oficina.

Sem foto, você compra no escuro. Não. Compra no escuro, caralho. Não vai na dele, pô. Não confia no Pedrão. Qual é o quilometragem? Ele tem um Toyota... 215 mil quilômetros. Não, cara, não, obrigado. Era muita estrada que ele rodava. Não, mas não. Ele tem um Peugeot, um Toyota muito legal. Aí vai dar pau pra cara. Bomba de gasolina. Eu, pessoalmente, eu gosto dos carros do Bruno, dessa série que ele tá fazendo, dos Rally. Uma coisa nova. Como é que é o nome do...

desse Porsche 911, o novo que estão fazendo. É, a Porsche lançou um... É, nos anos 80 eles correram o Dakar. Isso. E aí, um ano e meio atrás, acho que eles lançaram um que chama 911 Dakar pra comemorada. E fizeram 1984 carros, porque eles correram em 1984. Eles correram de Reutemanns, não foi? Isso, era Reutemanns. É, legal pra caralho. E aí, cara, eles criaram esse carro, foi um sucesso a carro enumerado, é difícil de ter. E aí, não é novidade hoje ter Porsche de Rally,

E eu, junto com o cliente que era muito próximo, a gente pensou em fazer um carro, um só desses, de rally antigão. Hoje são mais de uma dúzia deles sendo produzidas lá na empresa. Você tem foto dele no Instagram? Não, ainda não, porque a gente tá lançando esse. Esse deve ser louco. Esse deve ser louco. O que a gente tá montando. Porque, cara, é um 911 para antigão, só que alto. Não tem uma foto aí para mostrar? Eu não tenho ideia.

Não, no telefone não tem. Mas pode botar, se botar Porsche 953, vai aparecer no Google, algo que é muito parecido.

Porsche 953. Nunca ouviu falar. Ele é mais alto. É animal. Porque daí tu tem um Porsche Off-Road. Tu pode andar onde tu quiser. No Brasil eu tô na estrada. Tu quer andar na estrada. Tu anda. Não se preocupa com agora. Quer andar em São Paulo. Anda no interior. Onde tu quiser. Nessa pegada aí. É isso aí. Que louco. Agora eu vi o teu olho brilhando. Na hora do Peugeot eu não vi. Agora eu vi. Isso é 84. Olha que loucura. Existem quantos carros desses? Originais.

porte mesmo? Um ou dois, eu acho. Mas a gente tá fazendo uma série que é uma homenagem a isso aí. Então a gente faz eles altos também e tal, mas montado no Brasil. É a mesma pegada. Esse é o novo, né? Ah, esse é o novo. Esse é o 718? 4 a 5. 4 a 5 milhões esse carro vale. Esse é o 911 Dakar, né? Cara, que coisa linda. Putas que paróquia, meu. É uma coisa legal pensar no carro esportivo

só que ele... É, mais alto. Alto. Tipo, a Lamborghini também fez isso, né? Com a... O Tito tem uma. O Felipe Tito tem uma. Ele veio aqui. Com um farolzinho de LED. É animal aquilo, cara. Mas isso é muito lindo, cara. Mas eu prefiro esse aí. Porra, que carro bonito, velho. Que animal. 4, 5 milhões, bola. Mas esse, né? Porque isso aqui é muito, cara. A Audi tinha a road, não tinha a pinua mais altinha também? Animal também. Saiu com os motorzão, mas é animal, cara. É que o SUV matou isso um pouco, né? O que tem isso aqui?

o carro é muito leve, né? Só que ele é alto. Então, fica bom de andar e rápido de andar. O SUV, ele é muito pesado, né? Pesado também. Qualquer carro aí, sei lá, Cayenne, coisa assim, é duas toneladas o carro. A Porsche ainda produz a Cayenne, ainda pode. Paininha, Cayenne. Eu nem tenho mais ideia do como é que esteja a Cayenne, como é que é uma Cayenne. Coisa mais, o painel digital inteiro, assim, nela. Não, já vi que um amigo meu teve uma Porsche sem o painel inteiro. Tem a Full Electric agora também, que ela é toda. 100% elétrica, né? 100%.

e a... Eu já vi a híbrida. Eu andei com a... lá na Fórmula E, nós andamos com a sedã quatro portas grandona. Eu não andei. Panameira, não. Panameira, pode ser. Panameira. Mas híbrida. Andamos na pista com os pilotos da Porsche. É legal daí. Pô, legal pra caralho, velho. É um carro feito pra autoban, simplesmente. É. Tu vai comprar, vai lá no Brasil, se tu não der 200, tu não entende o carro. Mas depois de 200, tu entende porque tu pagou. Quanto você deu no autoban lá, irmão? 367. 367?

277 por hora. Que carro? Cara, carro de rua, GT2 RS. GT2 RS. Carro original, cara, sem nada. Sem mexer em nada. Hoje a carinha tá assim? Cara... É isso aí. Tem até um modelo... A elétrica é... Cara, a elétrica parece um carro chinês, honestamente. Uma carrinha que vale um milhão e meio hoje, eu não sei. Acho que tem abaixo de um milhão, dependendo a... Eu acho que a de entrada é menos de uma milha. Acho que sim. Cara, eu sou meio melhor.

Aí, cara, dá pra você comprar, Carica, pô. Viu? Olha aí. Eu acho bonito aquele outro carro.

Menor. Macan é legal. O velho Tacuma. Macan é legal. É muito legal. Tamanho bom. Estamos quase fazendo a parcela. Você é uma Macan zero. Sei que é o cara da Porsche. Não sei, cara. Sei que é o cara da Porsche. Você vai me explicar uma coisa que eu não sei. Por que que a porra da Taycan tem a Taycan normal? É a Taycan turbo. Que o bagulho elétrico não tem turbina. Cara, isso talvez foi a maior briga

interna na época dentro da empresa. O que chama turbo? Porque turbo pra ele até então, até todos os carros serem turbo, o turbo sempre era o mais forte. Perfeito. Aí foi dando a questão do downsizing, tinha que mudar a questão de emissão e tal. E o turbo era uma solução legal por causa da eficiência térmica. E aí todos os carros da linha viraram turbo. Sim. Então não adiantava mais chamar um turbo de turbo porque todos do carreira base ao turbo e turbo S, todos tinham uma turbina. Então meio que já

estava difundido isso, que mesmo não turbo, era um turbo. Mas aí eles defendem que isso foi por causa da potência. O turbo sempre foi o mais forte. Então a Taycan Turbo é mais forte, é isso? É a mais forte. Ah, não sabia. Entendi. Essa é a indexação deles. Tá explicado. Mas aí eu entendo a bronca da turma. Não podia botar forte, Taycan forte. E um lado, tipo daqui a pouco, tipo do Santana, Santana GL, GLS, alguma coisa assim.

identifica a categoria como a mais fica. Mas é por luxo, né? Por luxo. Mais luxuosa. Mas a Porsche é isso via potência e via... Não, porque eu falei, cara, a porta tá elétrica, ela não tem turbina. Por que que ela chama turbo, caralho? Pegar os trouxas. Entendi. Não, pra andar mais rápido. Mais potência, cara. A minha é turbo, nem sabe o que tá andando. Por exemplo, é a missa, cara. É o carro hoje mais barato da Porsche. Qual? 718. É, 718 box. De entrada, assim, né? Que seriam os esportivos.

de entrar. A de Cayman ainda tem, tem, né? O Coupé 708. Não. Não? Você foi? Agora é só a Boxster. Porque eles iam fazer ele full electric, daí pararam e agora ele vai voltar. É verdade, só o Boxster. Mas o Porsche é um puta carro. O Porsche é mais ou menos tipo Havaianas, assim, né? Tu não vai comprar um tênis da Havaianas. Tu vai comprar um chinelo, porque os caras são bons no chinelo. E os caras são bons no 911, né? Então acho que o produto signature deles é o 911. Como é que aquela frase que tu tem que um 718 te deixa...

se falar, né? É, tá, verdade. Mas é como eu falo pra ele, né? A Corolla dele deixa ali um Corolla mais distante do 911. Ah, deixa. Então tu não tá chegando mais perto. Um ano luz, pô. Então pra ter poxa, tem que ter o 911. Eu acho. É o carro que nós vamos ter. Aí. Eu não vou sossegar até planar com esse aí. Tem também. É um pouco mais caro, ué. Mas cara, 911 GTS, cara. Um pouco mais caro, você foi legal. 911 GTS. Vai comprar por preço bom.

Tem muito oferta no Brasil. Fora o que é bonito, né? É muito bonito, cara. Puta que pariu.

É um caminho meio sem volta, assim. Tá duro pra caralho, né? Todo mundo... Não, não é. Você anda de boa. Anda de boa, não é? Antigamente era. Não tem um liftzinho até na frente ali, tu consegue fazer? Tem. Botão elétrico, levanta a frente. Pra tu não pegar. Não compra Ferrari, nem essas bolsas. Você não consegue andar na cidade. Com Porsche, você anda normal. Teve Ferrari já? Não. Não. Lambo? Tive Lambo. Qual era? Galardo. Galardo.

E aí? Legal de andar no dia a dia ou meio... Não, uma bosta. Dura. Imagino. Essa é dura.

de verdade. É dura de verdade. Ah, o Alex, aí do Camargo, tinha uma 360 Stradale, não lembro. Pode ser o 430, etc. Não, não, a 360, a Moderna. Mas era uma série também... Pô, era metade do carro da motor, caralho. Aí a gente, nunca me esqueço, a gente falou, eu tinha uma 335, uma BMW. A gente indo pra paixar ele na minha frente, eu atrás dele. Mano, eu via ele e o parceiro dele no carro, eu via eles bater a cabeça no

É certo. Os pulos dos buracos. De tão duro que era o carro, velho. Fala, mano, que porra é essa, velho? Mas a Ferrari hoje tá... Tá melhorzinha, né? Devem ter melhorado essa coisa, hein? Deve ter. Porque era um pedaço de pau. Tem até SUV agora, não tem? Tem. Puro sangue. Mas essa aí não é qualquer um que pode ter. Coisa linda, hein? Mas, cara, são 71 no Brasil já. Um carro de 8 milhões. 71 já? 71. Achei que era menos, porra. Eu também achei que era bem menos.

do Neymar não combinava com o lugar que ele tava uma puxa. Montou uma foto aqui no carro. Tinha um Fiat, tinha o caralho. Uma puro sangue na Em Santos, nas Casavéias. Uma puta refrigeração na região. Refrigeração Andrade. Sabe? E uma puro sangue. E uma puta puro sangue. Ele compravou do bairro, cara. É um carro que não combina se tem... É, essa foto combina. Sabe o que ele não combina? Que tem fio de luz. Onde tem fio de luz não é legal, cara. Não adianta. A gente tem os fios todos enterrados embaixo.

Você vê que não combina, né? E ali tem uma van da Volkswagen que é mais rara que a Puro Sangue. Deve ter oito no Brasil só. Tem menos mesmo. Tem menos daquela van do que a Puro Sangue. Deve ter oito daquela ali. Cara, o... Carioca gostou. O Guilherme da How Many Units, ele sabe quantas tem, mas acho que é em torno de 70 já. Tem muito caralho. Passou uma preta, mano, ronco. Passou uma preta dessa. Isso é V12.

aspirado, né? É aspirado? A Ferrari tem que ser vermelha, né? Cara, eu não sei. Eu acho bonita qualquer uma que normalmente não é vermelha ou amarela. Eu também. Eu acho que as outras cores. Verde é muito bonito. Prata é muito bonito. Pra ter uma Ferrari tem que ser vermelha, né? A preta e a prata é bonita. Ferrari, cara. Mas é que tu tá pensando em ter uma. Talvez a primeira. Talvez a primeira vai ter outra. A segunda vai ter outra.

Pô, que incomodação. Sangue vermelha. Aí, ó. Aí é Ferrari. Olha o bagulho de vistoria, os fungos na parede. Que merda.

Que foto fodida, cara. É, o barbado lá atrás. O barbado ali, ó. O barbado ali é uma puta risada. Óculos de grau, com a lente trincada. O teto de amianto. O Onix lá atrás. Notícia ruim. Dá pra comprar 98, 115 Onix. O cara num lugar muito errado, cara. Olha que bosta, bicho. E uns puta cano. Aí, ó. Aí, irmão. Aí, nós estamos fazendo detalha, né?

Alpes, olha lá. Alpes, vinho. Tomando uma coisinha. Quanto vale esse carro aí? 8. 8 milhões de reais. 27, 8 milhões. Barato. Viu que não ficou tão caro agora, né? Ele vai melhorando, cara. É ambientar certinho e dar certo o negócio. 8 milhões, um carro. Hoje com grana, o que você compraria, irmão? Com grana. Com grana. Assim, posso comprar o carro que eu quiser. Eu acho que de tanto escutar esse cara aqui,

eu teria um, talvez um 911. Zero quilômetros. Mas eu tenho alguns gostos, tipo Bentley, sabe? Daqui a pouco, tipo um Bentley Continental, daqui a pouco uma G63, sabe? Mas eu não pensaria na Ferrari, não pensaria talvez na Lamborghini, talvez eu teria um 911, aquele, o Dakar, com coisas nessa pegada, assim, eu acho que eu

que eu iria pra esse lado. E uma Corolla Wego 1998 também. Com menos quilometragem que a minha. Eu gosto daquele LFA. Lexus. Bota aí. Lexus LFA. Mas sabe que eu não custo um desse. Isso sim, cara. Eu entrei numa condicionada da Lexus lá em Orlando. O César foi levar um carro lá. Aí eu olhei de longe e falei, caralho, três escape atrás? Eu falei, não é, velho. E já fui com o amarelo. Fui correndo ver. O LFA parado. Não. Eu falei, mano.

Não, cheguei pra ti. Falei, cheguei pra ti. Falei, quanto tá vendendo? Falei, quanto tá? Dois de dólar. É isso aí. Tem até um vídeo dele. Dois milhão de dólar. Tem até um vídeo dele, acho que andando com esse carro naqueles autosportes da Globo e tal, ele dando uma volta. O escolhido, um dos sons mais bonitos de carro feito pela Yamaha. Isso, né? O Escape feito pela Yamaha, né? Esse carro é legal, hein? Não é esse.

Esse é o novo LFA. Esse é o anterior a esse. Bota aí LFA Top Gear. Esse daí vai aparecer um amarelo que o Clarkson testou. Os RX-7, os Mazda. Motor rotativo aquele. Como é que é? Wankle. Wankle. Wankle. Como fala? Wankle. Viu? Agora chama o cara que consegue falar os nomes. Nós erramos todos os nomes de Winston. O que estava na concessionária igual esse aí. Igualzinho, amarelo. Dois milhões de dólares.

Esse carro? Esse carro. Vai legal, hein? O Lexus LFA. Afinando, Carioca. Mas essa é a questão do carro, né? Porque, por exemplo, quem não conhece, nunca vai dizer que isso vale 2 milhões de dólares. Nunca. Isso é só de doente que nem nossa. Carioca bate o olho e ele é, cara, 150, né? Ele ia dar 170 no Peugeot. Não, fala que é um Nissan 370, né? E a Lexus tem uns carros bonitos nos Estados Unidos, uns cupezão. Tem. Que daí tu olha, puta, que baita carro. E aí, cara, não são uns carros tão caros lá, né?

versão mais 70, coisa mais linda. Mas tem uns de 20 e poucos, 30 e poucos, cada dólar. Coisa mais linda. Tem um vídeo do seu Jorge andando nesse carro na pista. Tem um vídeo na internet do seu Jorge. Mas ele tem no Brasil ou lá fora? Lá fora, lá fora. Olha a carinha dele aqui, ó. Ali ele, ó. Olha lá, ó. Sai o seu Jorge, que é imitação. É isso aí, ó. Tudo tranquilo, tudo beleza.

Ai, que legal, velho. Cara, que isso aí, pra mim é... Se eu não vou nem perguntar, Bruno, que tal, que você ia ter que ter um Porsche, né? Cara, eu... Com dinheiro infinito.

Cara, eu acho que meio óbvio, assim, né? Mas tipo, carreira GT, acho animal da Porsche, né? Acho que é um puta carro histórico, assim. Mas assim, sem dúvida nenhuma, GT3. Pra mim é o carro mais legal. É talvez o carro mais completo, assim, de ponta a ponta. Tá ali ele, ó. Alô, rapaziada. Tá ligada. É isso aí, ó. Eu vi esse vídeo andando nessa porra, esse carro aí. Oi, pra caralho. Sentando chinelo no V10 ali.

De duas mil, irmão. De dólar. E quando lançou, não era tão caro assim, né? Era o quê? 200, cento e poucos cada dólar devia ser na época? Não, eu assustei, eu perguntei pra ele. Ele tava vendendo, ela falou, tá, eu falei, quanto tá? Imagina que investimento. A hora que ela lançou dois milhões de dólar, foi nem fodendo, velho. Melhor que o Master. É? Muito, muito. Melhor que cento e nove. Quanto que era do CDI? Cento e quarenta.

Cento e quarenta. Porra, o que? Só maluco, né? Você viu os carros desse tio? Não vi. Até LaFerrari ele tinha. É mesmo? Ele tinha bola?

Ele tinha, acho que somando tudo, uns 70 milhas de carros. Nada, ele deu uma festa de 200 milhão. É barato. Ele morava aqui, onde é que ele morava? Acho que em Minas, né? Não, ele morava em Minas. Ele morava em Nova Lima, pertinho de Nova Lima. Ele tinha esse, tinha 918. Em Orlando, isso. Acho que é, deve ser. O que é 918? Porsche. Não conheço. O híbrido. O pós-carreira GT. Isso.

conheço. Ele tinha SF90, é isso? Pode ser. Tinha uma SF90, uma Ferrari, ele tinha uns 4, 5 carros. O 918, não viu? O episódio Top Gear da Tríplice, como é que se chama aquele? Santíssima Trindade. Santíssima Trindade. Era o 918, a LaFerrari é maquiada em P1. E a P1. Era os três. Motorazão. P1 é aquela que dirige no meio. A P1 que dirige no meio. F1. F1. Que é com o Mr. Bean tem uma. E bateu. Bateu várias vezes.

e ficava arrumando. Mas arrumou, né? Ele não só pôde ter, mas como bater e arrumar. E fez uns 100 mil quilômetros. Podia mandar na Closicine. Aí, Closicine. Mr. B, uma dica pra você. Quanto leva uma poche? Consegue? Uma 200 e pouco? 200 mil reais. Consegue uma poche? A primeira parcela vai. Não, cara, 900 são os legais. Hoje tu vai... Isso é no Brasil, cara. Isso é o Paíto, né? P1,

La Ferrari 918. Já foi no Paeto, Carol? Eu preciso ir, nunca fui. Tu nunca foi, Paeto? Ele me convidou para eu nunca fui. Não, mas tem que... Eu perguntei para o Carol, porque eu achei que já tinha ido. Eu vou te levar na melhor garagem do Brasil. É que vocês vão voltar com dívida, né? Lá não dá para descer sem nada. É voltar sem um rim. Aqui tem mais de 100 pau, eu acho. Porque a La Ferrari é 40. Mais. O mais em conta aqui é o 918.

Acho que na época era coisa de 20 milhões. E aquela P11 também é na faixa de 20. Não chega a ter 100, mas tem uns 80 pau.

A Santíssima Trindade. Qual é? A Ferrari é o quê? La Ferrari. La Ferrari McLaren P1 918. Aí tem 80 milhões de carros. O Banco Minister tinha esse azul e essa vermelha. Essa Ferrari o Mister tinha. O Mister tinha os dois. Isso aí tá lá na sede da Federal. E a P1 se escapou da Coguspido. Ele ia ter também. Também. Mas aí acabou se escapando por um pouquinho. Foi um brinque que quase saiu. A gente pode fazer uma visitinha lá na Federal ver se em quantos carros lá.

É o cara do Marcelo. Uma hora vai vir, né? Vou te passar a garagem da MF Import. MF Import. A MF. Deve ter uns 300 carros lá. Sim, Opala, uns 50. Na Ômega, você pega a filha de Ômega 5. Ele coleciona carro para morrer. Fila. Fila. Cadete, Fila. Bojo ITS, Fila. Isso aqui. São Paulo. Camaro, todos. Todos. Tudo à venda ou... Coleção pessoal. Coleção pessoal. Coleção pessoal. Temos 200 e poucos carros ou mais, senhor. Vamos lá visitar. Não, vou te dar o telefone.

depois que você pega lá... Eu vou passar na tua casa e te levar junto. Não, e tu vai de carrinho de golfe pra poder conhecer os carros. Sério, cara? É uma garagem gigante. Aí, ó. Vai vendo a coleção dos caras. Caramba, cara. Que loucura. Uhum. Olha aí. Bota assim, ó. Mas são os novos, pô. Não, não para. Cadete. Tem todos os cadetes. Sabe os carros clássicos assim? Pega todos, pega todos e... Cadete 9192, esse é o EGS, não sei o que, tem todos. Tudo que é cor, GS,

OSI, os conversivos. Opala tem de todos. Todos. Caravan todos. Que loucura. O cara tem todo colecionado lá e tudo funciona. Ele falou pra mim, pega a chave e vai dar um rolê. Claro, pra andar. Ele não consegue ter demanda de tanto funcionário pra andar nos carros. Aí ele te convida pra achar que tu quer conhecer a garagem, mas a verdade pra tu fazer é tu andar nos carros. Pra ele conseguir se movimentar. Carro muito foda. Cara, que animal, hein?

Animal demais, porra. Que legal, porra. Vou te dar um contatinho que você vai ligar a pouco. Com certeza.

Cara, tu vai lá pra fazer vídeo lá que você gosta. Que animal. Tem tudo, tudo. Uno, carro gringo, Galaxy, Galaxy, Landau. E o cara meio que... Os Corvette, Mustang, os Porsche, os Ferrari. Porsche eu não lembro, mas tem bastante carro, cara. É porque ele segue uma linha, carro americano. Não, tem carro americano pra caralho. Vocês são novos, vocês lembram disso aqui? Sim. Essa pedra não faltou. Tá, esse aí é no Dream Car, isso aí é um carro brasileiro

do Lotus, aquele Lamborghini o Hofseter isso aqui eu vi na hora, me deu até um negócio porque eu era moleque e a Kombi elétrica, não pegou a Kombi elétrica também, o alugar era 12 pau por mês era um pau esse carro no Brasil ainda tem? não, mas nunca trouxeram pra vender como é que é o nome dele? ID ID ID Volkswagen é um bonito carro

Tem a Kombi, tem o outro que era tipo uma... tamanho de uma T-Cross. O ID4, né? O pequenininho. Mas não vê por aí andando, né? Nunca vi. O aluguel da Kombi, quando eu perguntei, era 12 por mês. Eu nunca vi na rua. E pra comprar, não tinha? Não, não tinha. Era só alugar. Na época que eu vi, não podia vender. Era só alugar. Tu gosta de alugar carro, né? O meu é alugado. Pois é. Não pago IPVA. Vale a pena? Eu acho que vale, cara. O Cadu também. O Cadu também, é.

tá alugado. Tô. Por enquanto é alugado. A tua Maverick? É. Essa ali é alugada. Eu acho que isso é uma coisa de quem gosta tanto de carro, ele tira um tempo pra ele e pra cara. Eu só quero alugar, não quero pensar, eu só vou andar. E daqui a pouco tu vem com os dois perigos. Olha o Zopaleira, Caravan. Caravan, Zopala. O cara tem um subsolo inteiro, cara. É. Inteiro. Aí é a parte do Zopale das Caravan. Olha ali, ali, ali. Olha o cliente de Opala, velho. Meu Deus, cara. Tudo que é modelo, cor, ó.

E cara vai em Opala, não é só Opala. Que loucura, cara. É loucura. Isso é loucura, loucura, loucura, loucura, como diz o seu nome. Olha isso aí, cara. Todos os anos o cara voando, mano. E você vira no outro corredor mais Opala. Olha os Opala. Aí mais antigo. Olha os Opala nos anos 70. Conheci isso ou não? É mais antigo. Eu vou te botar pra você conhecer. Dá uma ligada. Olha isso, que legal. Aí começa o mais antigo. Olha o OSS. Caralho.

Opala 1SF. E tudo zerado, irmão. Zerado. Todos funcionam. Praticamente. E isso é só de Opala. Tem de cadete, de monza, de ômega, de gol. Ascarava agora. Ascarava. Meu pai teve uma dessa aí, cara. 4.100 é de papai. 4.100 era. É de papai. Tinha 4.100. Mas é legal, né? AMF. Vou te passar o contato. Fala com o Sócrates. Lá eu vou te botar na... Sócrates. É, você vai conhecer essa garaça. E você viu que eu tô de carrinho de golfe ali, né? Filmando, né?

de golfe, se ele dá um rolê com esse tudo. Tu que fez esse vídeo, hein? Eu que fiz esse vídeo. Eu que fiz esse vídeo. Vamos pro Superchat aqui, Boletar. Vamos lá. Bruno Tanatos. Bruno Tanatos. Pedrão, sou teu fã. Teus personagens são fenomenais. Carioca, manda um salve pro Juliano com a voz do Boris. Juliano, um abraço. Vai se fuder, Juliano. Bola, você é foda. Beijo no coração. Bruno Tanatos. Obrigado, Bruno. Falou que você é teu fã.

gosta de seus personagens, são fenomenais. Obrigado. Só isso? Pra ele? Pro Bruno? Pô, Bruno Tanato, muito obrigado, meu galo. Vamos nessa, toca ficha. Obrigado pelo superchat aí. Vamos embora. Rico Vinho. Grande Rico Vinho, meu amigo. Pedrão é gigante. Grande ser humano. Conta a vez que você ligou pro Tamar pedindo a receita de como preparar tartaruga. Ah, isso aconteceu nos trotes do Alcemar. A gente, num dos trotes, eu liguei lá pro Instituto, esse aí, falei... Projeto Tamar.

Projeto Tamar. Você não ligou o Projeto Tamar? Projeto Tamar, eu tô aqui com uma tartarguinha. E ela é pequena. Gostaria de saber como é que eu preparo ela. E o pessoal, ah, tu achou ela. Não, gostaria de saber como é que eu faço, ensopadinho, alguma coisa assim. Foi nessa pegada aí. Era uma loucura. Os caras ficaram putaço ou não? Ah, davam um tempinho e desligavam o telefone. Puta que pariu. Matheus Vilar, Boleto e Carioca. Fala, Matheus.

Inspirado no episódio do Tica com o Morgado. Fiz um tour pelas hamburguerias clássicas de São Paulo. Seu Osvaldo, Rob, Burdog, New Dog, Joaquins, A Chapa, Osni. Até agora o que eu mais gostei foi A Chapa. Mandem mais dicas. Foi nos bão, foi nos bão. Você foi na que eu mais gosto. Eu gosto da Rob. Você gosta da Rob. Eu gosto do Burdog. Burdog ali do lado do cemitério. Isso. Pra mim, Burdog. Pra mim é a Rob. Burdog, espetacular.

Alguma hamburguerinha pra indicar dentro dessas? Ah, tem uma que tá faltando. Milk Mellow. Milk Mellow, pode ser. Milk Mellow, Matheus. É legal. Passa no Milk Mellow, é verdade. Não tá aqui. É do roteiro clássico, Milk Mellow. Miran. Miran, esse caralho, hoje tá... Que bom, pô. Miran, se o oito. Abração pras aves raras do Alcemar. É. Em especial pro Papacur de Cabeça Roxa. Papacur de Cabeça Roxa. E o Nucutinha. Nucututinha. Nucututinha.

É uma ave menorzinha. É uma ave rara, pequenininha, menorzinha ou no Coututinha. Falar em Tutinha. Tem que ligar pra ele. Hoje é aniversário dele. Do Tutinha? É, dia 14. É dia 17. É hoje 17. Parabéns, se for hoje, parabéns. Tudo de bom. Muitas felicidades. Amo você, Tiu Tuta. Aniversário, Tiu Tuta. Um beijo, Tiu Tuta. E aí, meu? Tudo bom? Tiu Tuta é maravilhoso. Faz 70 anos hoje, Tutinha. Caraca. Beijo pro Tutinha. Tá bem, parabéns, Tiu Tuta. E tá ótimo. Eu falei pra ele, cara, você tá um moleque.

Tutinha, beijo. Em breve tamo junto. Beijo, tuta. João. Com o Tutinha eu lembrei dele. Falei, caralho, essa Tutinha hoje. Júlio Cão Chupador. Fala, Pedrão. Sou o João Trabalho. Preciso de umas dicas. Meu recorde virando um pint? Pint. Um pint? É de quatro segundos. Quero baixar esse tempo. Ninguém melhor que tu que vira um litro em 18 segundos VLCP. Te agarra que vai doer.

E a gargantina? Se vocês me permitirem, eu vou no banheiro e eu volto depois e eu faço uma demonstração de um copo de cerveja virando ela. Posso fazer isso? Pode. Só me dê 10 segundos. Eu só acompanho ele fazendo isso seguidamente. Danilo Gimenez. Pedro é um dos melhores personagens do Brasil. Sabe fazer humor sendo ele mesmo. Anos acompanhando ele e nunca perde a graça. Sempre serem fã. Abraços de Ottawa. Peraí, você vai ler o negócio que é pra ele? Ele não tá aqui.

ele então, porque tudo é... Andrei pra você aqui, ó. Drey Rodrigues. Carioca, o que você acha da derrota do Botafogo para o Flamengo? Cara, um jogar real pra vocês. Um time como o Flamengo, bem montado, bem administrado. Quando a gente tava há dois anos com um time competitivo, a gente até assistiu o jogo. Hoje é covardia. O Botafogo tá quebrado, porra. Eu vou perder meu tempo? Nem vejo. Não é por falta de competitividade, não é por falta de amor ao futebol. É que conseguiram cagar

o Botafogo, só isso que eu tenho a dizer. Vamos lá. Aí quando você vê teu time cagado, administrativamente, não é uma questão de torcer, é uma questão de falar, meu, vai se fuder. Entendi. O cara tá afastado, aí não tá afastado. Confusão. Confusão. Diz que os jogadores lá dentro também já estão... Saco cheio. É, porque não sabe o que vai acontecer, né? Amanhã tem Botafogo e Parmeira amanhã. Não, sacolada, outra sacolada. Doutor Malte Brasil. Boa tarde, mestre Zumor. É o cara que mandou.

Tenham todos uma excelente degustação e parabéns para o excelente programa. O cara mandou uma isqueira de qualidade, irmão. Ô, doutor Malti. Muito obrigado, doutor Malti. Esse Glengoyne. Glengoyne, é isso, Bola? Vai ficar guardado aqui para os convidados. Ó. Chique. Coisa fina, hein? Bolo de Natal. Adorei o bolo de Natal. Isso aí foi bacana. Eu tava memejando desde a hora que o Bruno chegou. Mas agora aliviei. Essa do bolo. Danilo Gimenez. Vai. Pedrão, um dos melhores personagens do Brasil. Sabe fazer humor sendo ele?

mesmo. Anos acompanhando ele e nunca perde a graça. Serei sempre teu fã. Abraços de Otaua. Danilo Gimenez. Ô Danilo, obrigado. Grande Danilo. Danilo era ouvinte lá da época do Caixa Preta já e agora no Deixa Fedê. Lá o programinha que eu faço lá no YouTube todas as quintas. Deixa Fedê. Deixa Fedê. Tiago Guedim. Querido Pedrão, conta o dia da adega selada junto com o Arthur. Abraço ao fã desse cara.

Isso aí, Arthur Gubert, o meu parceiro de Cachá Preto, durante um bom tempo lá, todo o tempo, na verdade, do programa, na época que nós estávamos viajando no Pretinho Básico, todo lugar que a gente ia, os caras nos convidavam para ir num restaurante foda. E aí teve uma vez em Florianópolis que nos levaram para um restaurante, a gente almoçou e o cara falou, vamos lá conhecer agora a nossa adega? E a gente falou, vamos. E aí entra a galera assim, nós os mais novos, né?

começando ali no pretinho básico e tal, e o pessoal entrou vendo os vinhos ali, e nós indo mais atrás, aí o pessoal tá fazendo a volta, nós estamos recém chegando, e o pessoal tá saindo, e o Arthur olha pra mim e fala, Pedrão, peidei, e eu, mas veio aquele peido agressivo, sabe? Aquele peido que é um soco na cara, assim, que ele pesa no ar. Até quente, né? E aí, meu Deus, eu pego, saio, quando a gente sai pela porta, o cara fecha a porta e fala, selada, a partir de agora essa adega está

100% selada. Todos os aromas, tudo que você está encontrando aqui dentro, vão ficar selada aqui até quarta-feira que vem, quando a gente abrir novamente. E aí eu fico imaginando o cara na outra quarta abrindo a porta e vendo o fedor do peido. O cara peidou, fechou a porta, a coisa mais horrível do mundo. Rodolfo Bass. Pedrão, aqui é o Boechat, que mandou o áudio horrível na última live. Boa, Boechat.

dizer que o Rio Grande do Sul é pequeno demais pra você. O Brasil precisa te conhecer. Ninguém entende quando eu digo o é não e aí está. Sucesso hoje e sempre. O é não é o tipo o é não, né? O é não, o é não vamos. E o aí está é do Mr. P, meu colega lá, ex-colega lá de RBS. Aí está muito futebol, né? Aí está. Aí está.

Pedro Reim, conheci o Zequinha Juliano Moreira aqui na Argentina. Ele está narrando os ralis da FIFA. Da FIFA? FIFA 1? FIFA Team? Não sei que diabo é isso. Gente, quem é o Zequinha Juliano Moreira? Não sei, não é o cara do Pânico aquela vez? Não, o Zequinha não chama Juliano Moreira, pô. O Zequinha chama Juliano Moreira. Eu vou lá saber que é Zequinha. Conheci o Zequinha Juliano Moreira. Aqui na Argentina ele está narrando ralis da FIFA.

time. Gente boníssima. Tá bom. Será que é o Zequinha mesmo? Juliano Moreira? Pô, pegou pra mim aqui, bola. Eu também não sei, caralho. Quando você procura, eu vou ler o do Dani aqui. Vou procurar aqui. Viva mais vida, Dani, meu amigo. Não é piada. Pedrão. Muita atenção. Tá. Dakota, 1999, vermelha, V8, cabine simples, 90 mil km, V8 simples é raridade, hein? 180

pau na mascada pra ti. Ninguém queria isso aí. Tá lá em Porto Alegre, Jardim e tu no meu pai. Vamos negociar, dá pra parcelar. Ninguém queria isso aí, mas agora o pessoal começou a valorizar. E tá certo valorizar um negócio desse aí. Nesse momento da cotona V8, até porque a nova da cota... Cabine simples. Cabine simples. Porque até a nova da cota que fizeram lá... Então só vai valorizar mais essa aí agora. Tá certo? Vale, vale.

até. Marco Damasio. Sabia que eu luto jiu-jitsu? Aí sim, né, Alcemito? Alcemito, desculpa. Eu abri uma caixinha de perguntas pra perguntar sobre as histórias que eu devia contar aqui e essa ficou em primeiro lugar. Qual? Da mina do jiu-jitsu. Como é essa história, Alcemar? Eu recém tinha chegado em Porto Alegre com 19 anos, mais ou menos, e eu tava numa

fase braba, assim, sabe? Uma fase ruim em... Passando fome. Não, em relação a mulheres. Passando fome. Horrível. Não comia nada. Não comia nada. Que nem o Alorino Júnior fala do sapo cego que não enxerga perereca. E eu gordo, cara. Gordo, assim, ó. O IMC meu era do K99, sabe? O primeiro que saiu. Foi aquele boniquinho. Que ele é. Biquininho. Pesado. IMC 98. Ele vai morrer quando aparece. E aí, cara,

e aí eu tava numa fase muito ruim, assim, pra mulher, e chega uma mensagem no Facebook, ó, te acompanho, tal, tal, tal, vamos nos encontrar, e eu, tá, vambora. Fechou, respondo direto, pode ser na minha casa? Pode, eu, tá, fechou. E aí eu fico aguardando essa, a pessoa chegar e tal, guria, e aí eu tô lá na frente do meu prédio, e chega um celtinha, prata, e vai descendo o celtinha aqui, e aí estaciona, já,

Puxa na manivela aqui, eu já vejo uma marofa assim, um cigarrão, não sei o que que era, um Bob Marley meio que comendo ali e levanta. E aí eu falo, oi, Bonte, onde é que eu estaciono? Larga assim direto. E eu, não, coloca ali na vaga, só cuida que a garagem é meio ruim, porque tem um pilar e um outro. Aí sim, né, tá me tirando. E cara, ela entra com aquele celtinha e estaciona de um jeito que eu nunca vi estacionar na minha vaga de garagem.

E eu falo, cara... Só ela conseguiu. Ela entrou e pá. E aí eu chego perto, vou abrir... Não vou abrir a porta, mas vou chegar perto da porta e sai, cara, uma loira. Não conhecia, não sabia quem era. Cara, alta, eu não sou baixo, tá? Mas alta, assim, ó. E na hora que eu vou dar um beijinho no rosto dela, ela já me puxa e me larga contra a pilastra e me dá um beijão. Caralho! Me agarra e eu já senti um gemido meio grosso, assim, dela. E é o pilar com aquelas texturas, sabe?

tudo, e já me pegou aqui. Já arranhando. Já pegou aqui, e aí eu, ô, tudo bem, não sei o que, vamos subir, vamos. Tá, eu tinha preparado uma janta, cara. 19, 20 anos. Tinha preparado uma jantinha ali, um filézinho parmejano, um negócio leve. E aí a gente sobe lá em cima e começa, só que foi direto, foi direto pra cama, começou o agarramento ali, forte, violento, e nós quando viram, nós tamo na cama, e já fomos sepelando, e nós tamo na cama, os dois

e eu vi que tudo que era mais forte, porque eu lembrei da pegada que ela me deu no pilar, e ela quando me beijou, antes lá também tinha um bafo, que era uma mistura que vinha um pouquinho de malboro, um gengibre, assim, uma obturação de dente, e um pouquinho de cachaça, sabe? Vinha uma... Era uma mistura, assim, bacana. E aí a gente se deita na cama, e eu lembrando daquelas coisas ali,

mais quente, eu dou uma segurada nos braços dela, vou beijando ela e fazendo um lance assim, né? Um esfregamento. Ah, claro, pra dar uma aquecida, ela me olha e fala, sabia que eu luto jiu-jitsu? E aí eu pensei, não, que luta, nada. Não, sou faixa azul. E eu, tá, faixa azul, é o início do negócio. Não sabe muito. Não sabe nada. E eu sou grande aqui, pô, eu com 1,85m de altura, 120kg. Falei, cara, vai dar nada.

Cara, ela me gira igual um pano de prato. Assim, troca a guarda igual um pano de prato. Parecia que eu era o palestrante salsicha. Sabe quem é o palestrante salsicha? Aquele palestrante americano que tem os braços e as pernas, que parece uma salsicha, que ele fala com o microfone, que só o pezinho do ticlic ali. E aí, cara, ela me deita assim. Que chapa.

Chape, eu, tá, beleza. E aí, eu luto, faixa azul. E aí, cara, ela pega um braço meu e coloca aqui. O outro, ela bota pra baixo. E ela começou a apertar e eu, cara, que legal. Você se enforcando. E aí, eu, tá, para. Por favor, para. Para, já tá bom, para. E o luto de jiu-jitsu, eu, para, por favor. E aí, cara, ela pega e fala uma frase que eu nunca vou esquecer, que é,

Agora eu vou te apagar. E aí eu... Cara, eu só tive uma reação. Eu consegui tirar uma mão. Uma só. E no momento de desespero pra me salvar, eu consigo puxar o cabelo dela, assim, com toda a minha força. Ela fala... Ai, é isso que eu quero. E eu saio correndo pro banheiro. Nem fudendo. Eu saio correndo pro banheiro e me chavei... E ela foi lá e... Pedro! Pedro! Volta! E eu... Sai daqui!

Eu demorei um tempão pra me recompor naquele banheiro. E eu fiquei lá naquele banheiro. Aí depois... Mas você saiu com ela lá? Ela foi embora? Não, aí eu fiquei lá e eu saí. Aí depois voltei pra cama, fiz o serviço. Fiz o serviço. Era até uma sensação estranha que eu lembro que eu tava comendo ela, mas a... Como é que eu posso dizer? Eu lembro que a carcaça se mexia, mas a ossada tava no mesmo lugar, sabe? Era um...

E aí... E aí acabamos ali. E depois tem uma cena que eu lembro que eu tava deitado com ela, me olhando pelo espelho, assim, e ela atrás de mim. E ela ficava fazendo uns quadradinhos assim na minha teta. E eu pensando agora, ela vai me comer. Porque ela tava por trás de mim ali. Cara, eu com os olhos que é um pires, assim, ó. Sem conseguir dormir. E ela relaxada ali, gostou de tudo.

dia ela pega e foi embora. E me mandou uma mensagem. Ela me mandou uma mensagem. Esqueci uns colares meus aí. E aí eu, meu Deus do céu, eu botei fora os colares, traumatizado, tipo a cena do final do Titanic da vela, largando os colares na água. Cara, olha, uma situação... Aventura de amor, né? Faz parte, faz parte. Aventura de amor. Eu luto jiu-jitsu. Eu luto jiu-jitsu. É isso aí. Agradecendo o boleto, a presença de Gustavo Zeferino aqui,

Um dos primórdios do pânico hoje aqui, vem nos visitar. Que honra. Pô, esse aqui é da época da Hora da Morte, hein? Maresias. Maresias. Maresias, irmão. A Hora da Morte. Hora da Morte. Esse aí era o produtor da Hora da Morte. Produtor nosso. Ele foi à morte uma época também. Que legal, irmão. Obrigado pela visita muito, cara. Ali o produtor também se fodia, não tem essa? Também, também. Desespero, né? Participava. Ou filmava ou apanhava.

É isso aí. Quem escolhe, filma, apanha, vai preso, o que você quer? Pode escolher. Pode escolher.

Que coisa. Bom, vou agradecer, meu irmão. Prazer te conhecer. Irmão, prazer. Um abraço. Bruno, prazer. Valeu. A gente se fala aí. Valeu. Vamos vender um porto. Será? Um dia, quem sabe. Vamos vender, vamos vender. Um dia, quem sabe. Deixa ela em Floripa, pô. Não. Vai ter, vai ter, vai ter. Vai ter, vai ter. Quando é que vai estar em Floripa? Eu arrumo um test drive pra te lá. Boa, isso aí. Ó, agora eu gostei de ver. Aí sim, hein.

Eu ia esse final de semana. Só me diz quando vai. Beleza. Eu ia esse final de semana.

pra Goiânia pra ver a MotoGP. É. Entendeu? Ah, avisa mesmo. Ah, mandar um beijo pro Diogo Moreira. Diogo Moreira. Irmão, beijo, boa sorte domingo. Boa sorte. E boa sorte no campeonato. Arrebenta. Ele corre em que categoria a bola? MotoGP. Mas qual dela? Foi esse. A MotoGP. A MotoGP. A MotoGP. A MotoGP. É a MotoGP. Como é que é? Moto2 e MotoGP. Ele foi campeão da MotoGP ano passado. Não, mas como é que é? Moto3. Moto2 e MotoGP.

Não, não. Mas as categorias que tem na MotoGP. Comparando com o Fórmula 1. F3, F2, F1. É isso. Moto3.

é a menorzinha. Moto 2 é intermediária. É isso. E MotoGP é a principal. Então ele tá na Fórmula 1 das motos. Ele tá na Fórmula 1. Ele me falou, a moto pesa 160 quilos, 311 cavalos. Você acha que acelera? 3 pra 1, mano. Meu chão. Eu falei, você é muito louco, irmão. Você é muito louco. Diogão, beijo. Beijo pra tua família. Boa sorte. Obrigado, arrebenta, irmão. Eu acho que eu vou estar por lá, Boleto em Goiânia. Que bom, que bom. Tomara que consiga passar aí. Você vai gostar. Tá bom? Mas eu vou em Floripa,

se fala. Vamos ver. Quem será a cidade que eu vou ter? 911. O que tu quer? 911, não. 911. 911. 911. 911. Para dar umas voltinhas? Você mora em Floripa? Não, mano. Não, deu certo. Convencemos o homem. Resolvemos. Vamos vender, vamos vender. Mas essa é em volta do caminho. Vai desistir do Peugeot. Claro. Maior artista do Brasil. É um peixe do Peugeot depois do 911. Ai, meu Deus do céu. Vamos nessa, gordinho? Amanhã. Amanhã, amanhã. Teremos Renato Ribeiro e Bruno

Musa aqui. Banco Minister. Nós vamos falar tudo sobre o Banco Master aqui. Todas as cagadas. Vamos entender tudo. Amanhã o papo é Banco Master, Brasil Brasileiro, Mulato e Zoneiro. Aquele Brasil que a gente produz e os que estão lá com a grana que a gente dá pra eles fazem as merdas. Então, vamos tentar entender melhor. Amanhã às 14 é ao vivo, rapaziada. Duas horas. Adoro o Bruno. O Bruno. Muito gente boa. O Bruno que vai estar aqui amanhã. Você também é gente boa. O Bruno é muito bacana. Você é o alemão e o Bruno é...

Brasil Paralelo amanhã aqui, pra explicar, fazer um raio-x. Pra nós entender direitinho. Exato. Vamos nessa, Gordinho. Beijo, muito obrigado, até amanhã. Beijo.

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