EP 766 - GUI SANTOS (JOGADOR DA NBA)
Gui Santos jogador profissional do Golden State Warriors, uma das equipes mais tradicionais da NBA é um atleta que acumula prêmios individuais e destaque desde as categorias de base do basquete nacional.Com mais de 2 metros de altura, o ala brasileiro vem conquistando cada vez mais espaço na liga além de ser uma presença constante na Seleção Brasileira adulta desde 2020.
- Carreira de Gui Santos na NBAInfância e início no basquete · Transição para os Estados Unidos · Processo do Draft da NBA · Contrato na D-League e ascensão · Estreia e primeiros jogos na NBA · Lesões e oportunidades · Renovação de contrato · Vida de atleta na NBA
- Jogos e dinâmicas de grupoRotina de jogos e recuperação · Treinos individuais e coletivos · A força física de LeBron James · A influência de Stephen Curry · O estilo de jogo de James Harden · Agressividade de Draymond Green · A logística de viagens e hospedagem · A importância do sono e recuperação
- História do basquete no BrasilComparação com a estrutura da NBA · Falta de divulgação e apoio · Desafios para jovens atletas · O papel do governo e patrocinadores · Diferenças entre FIBA e NBA · O legado de Oscar Schmidt · A importância da estrutura para o esporte
- Vida Pessoal e FamiliarInfluência dos pais jogadores · Mudanças constantes durante a infância · O apoio familiar no processo da NBA · Noivado com Júlia Laurens · Planos futuros e filhos
- experiência de jogoDiferenças entre NBA e basquete internacional · A experiência de jogar contra grandes nomes · A importância da técnica e altura · O impacto de jogadores como Victor Wembanyama · A influência de Kevin Durant
- Experiências de Fãs e Impacto CulturalA força da torcida e o engajamento · A influência dos jogadores na cultura · A importância do esporte para a sociedade · A relação entre atletas e fãs · A influência de Stephen Curry no basquete
- Mundial de Vôlei de Praia em BrasíliaA paixão de Bola pelo vôlei · A carreira de Júlia Laurens · Lesões no vôlei de praia · A importância da competitividade
- A cidade ideal para o filho de Eduardo CarvalhoPontos turísticos · A vida na cidade · A experiência de morar em São Francisco
- A Influência da Philips no EpisódioPatrocínio do episódio · Apresentação da caixa de som Boom Beat · A qualidade do som e bateria
Oi!
Não, não. De forma hipótese alguma, Bola. Não sou, não. Não sou, não. Não sou. Muito bem, estamos aqui no Ticaracati Cast hoje, um programa muito especial em Bola. Muito especial, com um cara feríssimo. Um programa internacional. Gringolino. É isso aí, conheço desde o Benido. Desde o Benido? Quando dava autógrafo no shopping, menino ainda. Uma promessa. É mesmo. Uma jovem promessa. Onde que chegou, hein?
Pois é, hoje o cara tá na elite, né, velho? Tá no topzera, meu amigo. É isso, enquanto a gente não apresenta o convidado, que você não vai ver a cara dele enquanto a gente não quiser. É verdade. Caso só se o... Só se o Bilu... Bilu dá um corte rápido assim, ó. Isso, boa, Bilu. Ele já deu, já deu. Já deu, você viu que ele já deu. Meteu um jequiti assim, ó. Só um jequitizinho, vai. Aí, ó.
Só um jequiti. Já deu um corte rápido. Enquanto ele deu um jequiti, a gente pede para que você inscreva-se no canal. Curta, compartilhe, ative o sininho, dê o like, chocolate. Isso. Ajuda a nós aí neste canal e o canal The Cortes também. Estamos indo a caminho dos 3 milhões. Então a gente precisa que você...
Inscreva-se no canal. Seja inscrito, vai ser importante. Se assiste e não se inscreve também no curte, aí complica, né, bola? Não, ajuda nós, por favor, rapaziada. Eu já vi aqui, já deu like. Eu já vi... Eu já vi... Eu já vi... Eu já vi... Já dei aquele do you like maravilhoso. Eu do you like, faça... Ajuda a nós. Exatamente. Torne-se membro. Muito que bem. Estamos no Spotify, estamos no Amazon Music, estamos em tudo que é plataforma. Exatamente.
Certo, Carica Certíssimo, temos também o nosso Pra você ser membro Estamos no Spotify Pra você seguir Tá certo, vai lá no Spotify Segue lá no Spotify Aqui no canal de Cords Oficial Exatamente, ó Tem um show aí, anota aí Carioca botando o pire imperdível Santa Catarina, tá aí Santa Catarina, Florianópolis e Joinville
Agora em junho, tá bom? Dia 5 em Criciúma, dia 6 em Floripa, dia 7 em Joinville. No final de julho, em Porto Alegre, Bento Gonçalves e Caxias do Sul. Em agosto, Campinas, tá bom? Boa! Estamos esperando vocês aí pro...
Botando pilha. Compra logo que esgota. Estou avisando que eu sou amigo. Corre, corre, papai. Tá bom? Tá bom? Corre aí. Temos hoje também o patrocínio, né, carinho? Da nossa querida Filipes. Toma banha melhor do universo. Estamos aqui com a Bumbit. Isso aí é um negócio espetacular. A Bumbit é sensacional. Maravilhoso, maravilhoso. É a melhor caixinha pra você. Não, eu vou dar um presente. Esse cara é gringo demais. Você tá dando, você tá também, né? Não, mas é por... Abrir nas pernas. Não.
Você que manda aí. Eu mando. Mando não. Eu cheguei a esse acordo com a Philips. Então tá bom. Eu não cheguei em nada de acordo. Se você chegou... Ué? Você não conversa com o cliente? Não. Você viu lá no show que eu fiz? Então. Você achou errado o que eu fiz? Não. Pode fazer. Você viu que a Ari fez assim? Ele merece até muito, mano. Lá no show. É isso aí. Então pro nosso querido Gui Santos.
nós vamos presenteá-lo com uma bombite da Felipe. Que isso, hein? Você é louco, valeu mais. Merece até mais, irmão. O som dessa caixa, anota aí, Julinha. Já fala com a Ari. E agora um fone também. Esse fonezinho é espetacular, irmão. Tá bom? Esse fone é show de bola. Pra você comprar, pra você ouvir aí nas viagens, que você vai pra cima e pra baixo, né? Pra cima e pra baixo. Como é que funciona, Gui Santos, que é o nosso querido...
Homem da NBA brasileiro que joga na NBA no Golden State Warriors. Tá fracão ele. Ô Gui, como é que funciona essa situação de voo? Porque vocês jogam 70, 80 jogos, não é isso? 82 jogos. 82 jogos. E praticamente dois dias não, um dia sim.
Não, na verdade é... Como é que é a tabela? É tipo assim, por exemplo, lá a gente joga dia sim, dia não, dia sim, dia sim, dia não, dia sim. Então é mais fácil a gente ter um jogo seguido do outro do que um dia de folga. Caraca! É muito pesado, né? É muito pesado. Você tem que ter...
prepara o físico fudido. Todo o preparo físico, mas o processo de recuperação... Dá tempo de você treinar, irmão? Que hora que você treina, velho? A gente não pode... Quase não treina junto em equipe. A gente treina muito individual, pô. Tá. Tipo assim, vai ter algum treino de equipe, é bem raro. É só de manhã, antes do jogo.
Ainda tem um treino antes do jogo? Só que não é um treino pesado, né? Mais andando pela jogada dos caras, mais estudando o adversário do que um treino em si, sabe? A gente passa por todas as jogadas que os caras fazem e aí depois de noite já tem o jogo, aí antes do jogo você tem que estar preparado porque você malha, acaba o jogo e você malha.
Acaba o jogo A gente vai em banho Ainda tem um treino ainda? Ainda tem academia Porque tipo assim A gente não tem A gente não tem período de De recuperação Então Tipo assim A gente tem pouco tempo de recuperação na verdade Então a gente precisa malhar em algum momento Pra continuar forte Pra continuar aguentando a pancada dos 80 jogos E o único momento pra fazer isso é depois do jogo O único momento é pós-jogo Mas todo mundo Até os velhos Todo mundo Todo mundo E quanto tempo de treino mais ou menos?
Cara, acaba o jogo e você bota aí uns 40 minutos. Porque a gente faz várias coisas de, tipo assim, fortalecimento e prevenção de lesão.
quando acaba o jogo. É porque esse tanto de jogo pra se lesionar é dois palitos, né? Hoje em dia aumentou muito o número de lesão na NBA por conta da quantidade de jogos, né? É muito jogo, a gente tem que... Eu não sabia que era assim. Porra, sabe? Fala com o pessoal lá, sabe? Dá um toque na turma lá, não, porra. Dá um toque lá em Newark. É Newark, é a sede. É um jogo a menos, caralho. É Nova York, né? Pô, dá um toque lá na galera, fala, porra, é muito jogo, cara.
muito jogo, diga lá pro carequinha, pro carequinha de óculos você é nascido aonde, irmão? cara, eu sou nascido em Brasília Brasília? Isso, nascido fui criado lá também, mas ao mesmo tempo eu fui criado em vários outros lugares, porque meu pai foi jogador de basquete pelo tamanho dele, pô seu pai é maior que você?
2 e 10 ele chegou ele chegou ele chegou no meu Davidson Davidson porra ele chegou no meu SUV sentado no banco de trás meu Deus do céu olha o tamanho do homem o pai é maior que o filho mesmo é mais alto meu Jesus amado 2 e 10
Eu tenho um irmão mais novo de 16 anos Que tá com 2,8 O que vocês comem de café da manhã? Mano, muito bem, muito bem Tá no Pinheiros agora, o que a gente come de café? Pô, pode ser dessa altura, caralho DNA, mano, é DNA, né? Minha mãe também é alta, minha mãe tem 1,80 de altura É, que beleza, hein? Tem que fazer para nós uns 3, filho, irmão É, para tudo jogar basquete Seu pai jogou onde? Onde você jogou? Eu lembro de você De algum lugar
É, jogou em Franca, São José. Você jogou com quem? Pra eu ver se eu lembro. Ah, foi com o Márcio Donnelli. Os caras das antigas. Márcio Donnelli, o Rogério. Jogou com o Elinho. Elinho também? O filho do Hélio Rubens. Um abraço pro Elinho. Elinho é meu amigo pra caramba. Então, vixi, jogou com essa... Esse manja de basquete, hein? Ganha tudo também, né? Deixa nada pra ninguém. Abraço pro Elinho.
Quer dizer que você tem um irmão? Foi criado em um monte de lugar então No caso do teu pai ia jogar no Frank Ia jogar não sei aonde Isso aí me atrapalhava fazer amizade quando eu era moleque Você imagina, mora seis meses num canto Depois vai seis meses pra outro lugar Aí depois você já vai pra outro lugar Vai pra Brasília, fica dois meses Artista de circo Mas assim, por exemplo Você jogava no Universo, aquele time lá Jogou no Universo É isso aí
Seu primeiro time? Universo. Conheço o Elton. Eu conheço o Elton. O Elton é de São Gonçalo, porra. O Elton Salgado. Um abraço pro Elton Salgado. O Elton pro dono do universo. Esse daí já é antigo pra mim. Eu já não conheço não. Foi senador, assim, o Elton.
é, é o Elton Salgado, cabeludo, cabeludo, cabeludo cabileira, mas porra quer dizer então que porra, aí você ficava nessa seu pai ia jogar pra Franca e você morava em Franca morava em Franca, aí ele ia pra Araraquara que jogou em Araraquara também, eu morava em Araraquara, ele aí depois entre os períodos de jogo um jogo e o outro uma temporada e a outra eu voltava pra Brasília, que é a nossa terra natal tanto do meu pai quanto da minha mãe também, todo mundo da minha família de lá, aí a gente ficava um pouco em Brasília também bom
Então era muito difícil eu ter amigo assim, tá ligado? De longa data, amigo de infância e tudo mais, eu tenho um ou outro de não parar, pô. Perdi o contato fácil com os moleques e era desse jeito. E teu pai, desculpa a bola, por ser jogador, você também obviamente nesse ambiente de quadra, desde pequeno.
Ele já dava os paranauê, assim, pro seu? Passava as fitas, falava assim, filho, pau. Foi uma coisa natural, meu. Teve uma obrigação de jogar basquete. Não, não, isso que eu gosto, velho. Porque, tipo assim, meu pai e minha mãe nunca botaram pressão nenhuma em mim de jogar. Tipo assim, você tem que ser jogador ou não. Bom dia, vai pra quadra, filha da puta.
O papai construiu uma quadra no quintal, vai lá Vai treinar, caralho Lá não era assim não, velho Com eles era como se fosse assim Pô, vou pro trabalho do meu pai Aí meu pai me levava pros treinos dele, eu ia lá Ele ficava fazendo os treinos dele Eu ficava lá embaixo da cesta pegando o rebote Passando a bola de volta pra ele Tomava uns espurros dele, passa a bola direito, moleque
Mas foi bem natural, pô. E tem até várias histórias que eu conto. Que, pô, quando meu pai tava na quadra jogando, aí ele tava no ataque, aí eu ficava com a bola de basquete do lado da quadra, driblando a bola no ataque. Aí meu pai voltava pra defesa, aí eu soltava a bola e corria do lado de fora da quadra pra defesa. E nisso ficava minha mãe correndo atrás de mim, atrás do molequinho, perturbando todo mundo lá na arquibancada. Que legal, bicho.
Então sempre foi a tua vida? Minha vida. Os dois jogavam basquete, se conheceram jogando basquete. Então eu posso falar que eu vim do basquete, né, mano? Literalmente, se não fosse o basquete, eu não teria nem nascido. Não tem jeito. Que loucura, né? E qual foi teu primeiro clube, irmão, que você entrou pra jogar basquete mesmo? Cara, eu comecei a jogar em São José dos Campos. São José. São José dos Campos. Bonito aquele ginásio, hein?
É legal, é legal. Só que quando ele jogava era no Lineu de Moura. Era um ginásiozinho menor.
Mas o novo é bonito, né? O novo é grandão. O novo é grandão. E quando ele jogava no Lineu de Moura, até era lá que tem essas histórias, de eu ficar correndo de um lado pro outro. E, pô, foi bem da hora, assim, esse começo, assim, eu acompanhando o meu pai. Quando eu quis ser jogador mesmo, que eu falei, cara, eu quero ser jogador, é quando teve um jogo lá que tava todo mundo gritando o nome do meu pai. Assim, é...
Davison. Caralho. Aí eu falei, caraca, eu quero que o pessoal grita meu nome assim também daqui a um tempo. Que legal. Aí foi aí que eu comecei a falar assim, não, quero ser jogador mesmo, quero ser jogador. E depois de São José, meu pai parou de jogar e ele voltou pra Brasília. Tá. Aí a gente tava morando em Brasília, eu joguei em algumas escolinhas lá em Brasília, cheguei a jogar no Ceúbe, que é um... ganhou muita coisa, né, na história do basquete, assim.
Na época ainda não tava no auge igual era, quando eu fui jogar lá, na base ainda.
E com 15 anos foi quando eu saí de casa. Saí de casa com 15 anos pra morar em Belo Horizonte. Pra jogar no clube lá. Sozinho. Ah, um lá de BH que tinha lá. E, cara, assim que eu saí de casa acho que foi a maior dificuldade, velho. Com 15 anos, porra. Fica que pariu, moleque, velho. Ele morou no ginásio. Hoje morou no ginásio.
Morou dentro do carro. Não, os moleques moram no arquibancado. Não tem jeito. Eu faz as casinhas ali debaixo da arquibancada. Eu morava numa república lá do lado do clube. E ficava morando lá com 10 moleques. Só que, cara, era uma resenha. Uma resenha da porra, velho. Imagina, 10 moleques. Playstation, Arrodo. Nossa, e era... Imagina o que vocês causavam, velho. Era, velho. Puta que pariu. Nossa, a resenha disso daí era... Cara, tem vídeo nosso, assim.
A gente era perturbado, velho. Tem vídeo nosso fazendo cada coisa, assim. Tipo... Tchau.
Até é engraçado, a gente pegava, botava todo mundo dentro de um quarto, e os caras tacavam bombinha dentro do quarto, por causa dos caras novatos. Cheio de coisa assim. Aí eu pegava o moleque, aí aconteceu comigo isso também. Botava os caras dentro do quarto assim, e rodava bombril, vai pegando fogo. Ah, isso aí, porra. Que genial, mas dentro do quarto. Dentro do quarto é complicado, mas isso aí é uma brincadeira muito de saudade.
Muito saudade. Minha mãe falou assim, cadê o bombril aqui de casa, gente? Só assim, ó.
Pô, brincar de bombrilho era muito bom. Era, mas na rua, não dentro de um quarto. Cheio de cama, as coisas pra pegar fogo. Vocês são muito loucos. É, mano, a gente é sobrevivente, mano. O dia dá um puto incêndio, bicho. Mas aí você de Minas, jogou quanto tempo lá? Cara, joguei quatro anos lá. Quatro anos? Quatro anos, morei quatro anos. Nossa, cidade de Maracim, vai BH. É, BH é. Só que tem um problema pra você, né?
O que? Comida. A cidade de bar, né? Lá é muito barzinho. Bar e comida. Então, você não pode, como atleta, eu não pode ir pra bar. Não, não pode. Nem idade eu tinha, pô. Nem idade eu tinha pra ir pra barzinho. É verdade, é verdade. Você tem idade hoje ou não? Tem, tem. Hoje eu tô com 23 anos. Aí hoje já tá mais tranquilo. Hoje já consegue. Já consegue. Mas...
Até nos Estados Unidos você pode. Já tá legal lá também. Já é 21, né? É, mas, pô, em BH, quando eu morava lá, eu tinha uma bikezinha, eu ia treinar de bike, né? Cara, acabava o treino, cansado, cansado, você lembra dos morros de BH? Vocês estão lá. Claro. Eu ia falar isso, tem umas puta piramba lá. Santo Dória, quem conhece, sabe o que eu tô falando.
Você tinha que ver, velho Acabava o treino Eu morto de cansado Pegava a bike Puta E subia as piramas Nossa Muita pirama Muito, mano Puta que pariu E aí chegava em casa Era o meu outro treino, né? Aí depois tinha que voltar Pro treino da tarde Treinava de manhã Depois treinava a tarde E eu ia pra escola de manhã Ainda também Então era Era correria, velho Era correria Cansativo
cansativo? você foi legal de carro subir a piramba já ia cansar é bom que já tem um preparo físico porque eu acho que o basquete bola é um dos esportes que exige mais condicionamento do cara
Mas existe bastante. Mas, irmão, tu já viu que perde a bola, corre pra lá. Corre pra cá. Salta pra caralho. Corre pra lá. Corre pra lá. Pula pra caramba, né? Pula, se desvencilha de marcação. O joelhinho velho deve sofrer, hein? Cara, e o joelho do cara de 20 anos, você vai falar com ele e falar, acho que eu tenho 40 anos de idade. É, o joelhinho velho deve sofrer.
E ombro, ombro, o tom no zelo. O que o cara do São Paulo também se machucou, isso é terrível. Calcanhar de Aquiles lá. O tendão de Aquiles. De basquete. É por causa da...
Tem muita lesão no basquete O tendão de Aquiles é terrível Isso é pesado Tem várias Que afastam o jogador muito tempo Mas justamente por conta Igual a gente tava falando daquela questão dos jogos São muitos jogos Que gastam muito o físico do cara Deixa o cara muito cansado E isso acaba gerando lesões
E dificultando um pouco, né? É porque não dá tempo do corpo recuperar, né? Não dá, não dá. E você faz aquele lance de sair do jogo já no gelo? Já, já. Tudo é quase obrigatório lá. É obrigatório? É. Não, eles falam assim, cara, faz. Mas se o cara não quiser, o cara não faz. Mas você faz? Mas eu faço. Eu faço porque eu tenho... Dói, velho. Nossa, muitas vezes eu sempre estou em chamada de vídeo, né? Com os meus pais. Eu o tempo todo estou falando com eles. Você está na banheira, Lu.
Aí eu vou, ligo pra eles pra entrar na banheira de gelo, eu enrolo, eu enrolo, eu enrolo, aí primeiro eu entro na banheira de água quente, que lá a estrutura, cara, é absurda. Deve ser foda. É absurdo. É, tipo assim, você vai, não só na NBA, cara, mas você vai num colégio de high school, ensino médio lá, os caras têm estrutura que o basquete brasileiro aqui não tem, velho. É mesmo. Que o profissional aqui não tem.
É absurdo. Que coisa, cara. Então, tipo assim, é difícil de você querer comparar, né? Não dá. Como é que vai bater de frente com os caras se os caras têm isso desde moleque, desde pequenininho? Tanto é que quando eles não têm isso, eles falam, como assim vocês não têm uma bola boa, uma quadra boa? Não é só do basquete, não. É no futebol, no beise, qualquer coisa.
Eu ia buscar de vez em quando o filho do César no colégio lá. Os caras com o campo de futebol americano é uma puta arquibancada. Eu caralho. O esporte é muito levado a sério. Eles gostam do esporte. O cara ganha bolso, o cara não paga. O cara tem muita vantagem se o cara for bom no esporte. Com certeza. Aqui você tem que se matar pra treinar. Desculpa que eu vou fazer o desabafo, mas é triste ver a NBB.
Quem fez um desabafo foi o Sá, esses dias. Eu vi. Ninguém dá notícia do basquete, ninguém fala nada. Ninguém dá atenção. Parece que tem um apoio federal, a Caixa Econômica, acho que meio que banca, né, Sam? Estou falando merda. A Caixa que banca. Se não tivesse Caixa, não teria basquete, é isso? Mais ou menos por aí?
É governamental, né? Se não fosse o governo pra ajudar o basquete brasileiro, desculpa o termo, mas é uma vergonha ter que... um subsídio governamental. E os jogos assim, pô, poderia ter mais gente. O São Paulo parece que desativou a estrutura, né? Eu de vez em que eu nem assistia um joguinho de São Paulo com meu filho, que gosta muito de basquete. E ela parece que fecharam o time de São Paulo.
Corinthians também fechou. Então, assim... Não deve ter... Não deve ter vantagem. Sim, mas aí é o público, né, velho? E são bons jogos, cara. São jogos muito legais. E é importante, né, mano? Tipo assim, porque futebol é muito grande no Brasil. E você ter times de futebol dentro de outros esportes é um incentivo muito grande, né? No caso do basquete, o time do São Paulo.
Pô, e a torcida, eu já joguei quando São Paulo diversas vezes, quando eu tava no Brasil aqui, o São Paulo o São Paulo era o time, tipo assim top, top zero e enchia lá o ginásio enchia demais, pô, os caras levavam bandeirão pra dentro de gregada futebol, depois é o vôlei o vôlei, claro aí eu acho que o basquete entra depois do vôlei terceiro é, acredito, acredito e, é, hoje em dia o vôlei de areia no Brasil também é forte
o vôlei de areia é muito forte no Brasil o vôlei é forte, o futebol e vôlei são os fortes assim, são os mais fortes acho que é porque o Brasil ganhou mais entendeu? o Brasil tem muito isso tipo agora o tênis tá na moda porque tem o João Fonseca porra, tomara que você inspire também mais gente a jogar claro cara, claro, pelo amor de Deus a gente precisa
Que o basquete seja mais divulgado. O Vitor Sá. Não tem a dúvida. O Vitor Sá ressócio do Mogi lá. O Vitor Sá falou bonito. Ele falou bonito. É, ele... Ninguém divulga, ninguém fala nada, ninguém dá uma notícia. Pô, tem que dar, cara. Tem que dar pro esporte nacional, velho. Eu concordo, pô. É igual eu tava falando com vocês, a questão da estrutura. Chega as Olimpíadas, aí muita gente... Não só no basquete, pô. Fala no esporte em geral.
Chega as Olimpíadas, aí a gente, às vezes... Ah, o Brasil não conquista medalha de ouro, o Brasil não sei o quê. Mas, pô, com que estrutura? De jeito, é.
Tem um cara lá de Brasília também, o Caio Bonfim. Eu conheço ele, eu já vi a estrutura que ele usa pra treinar. Você fala, velho, como é que esse cara vai competir com os outros caras? Tá ligado? Que ele faz a marcha atlética. Então, você fala, não tem como, velho. Os caras são todo mundo melhor. Você falou lá nos Estados Unidos desde moleque. Moleque já tem uma puta estrutura. É, mas assim... Aí o cara chega e ainda ganha do Brasil.
Ainda vai, alcança coisa grande. Ele ganhou medalha de prata na zona das últimas Olimpíadas. Você viu que ele se esforça.
É, mas assim, não adianta também a gente falar sobre estrutura se não tem público. Por exemplo, por que o Franco é muito forte no basquete? Porque aquela porra lota toda vez. É uma cidade que respira o basquete. O povo abraça, o povo de Franca é basquete. Meu pai jogou lá em Franca também, então eu vi, velho, de perto disso. É igual o Osasco com o vôlei.
É um time de vôlei feminino tradicional. Lota. Você vai num jogo de vôlei do Osasco feminino ali, tá lotado. Quer dizer, tem renda, tem patrocínio. Por quê? Porque tem giro. Então, o que falta, por exemplo, tenho assistido alguns jogos da NBB, pô, o ginásio não tava...
É o que você falou, não estão fomentando o esporte. Então é um trabalho de divulgação, de promoção. Tem que dar notícia, tem que aparecer, tem que dar gás. Tem uma história muito boa, não sei se o Sami sabe dessa. Sami tá aqui, ele é meu amigo há muito tempo. É a história do Mundial de Basquete, essa história é muito boa.
E tem muito a ver com o que o Vitor Sarro falou. Tava rolando o Mundial Feminino de Basquete aqui no Ibirapuera. Faz uns 15 anos, mais ou menos. De basquete. Feminino, Mundial, Mundial. Aqui no Ibirapuera. No Ginas Ibirapuera em São Paulo. E parece que tava meio flopado. Aí a Globo comprou o direito de transmissão desse Mundial.
E flopou. A Globo, cara, acho que era dona, comprou, pagou e tal, patrocínio. Ligou pro Galvão Bueno, olha que loucura. Falou, meu, acho que o Galvão morava em Bona, não sei o quê. Vai narrar alguma coisa. Falou, bicho, ó, tu vai ter que vir pra cá urgente fazer o basquete. Não, fazer o basquete. Tá flopado. O Galvão veio. Aí no segundo jogo o Galvão já fez. Vem pra cá, torcedor brasileiro é o Brasil! Que não sei o quê, tá, tá, tá, tá, tá, tá. Lutou a porra.
No terceiro jogo não tinha nem ingresso, deu pra fora. Caralho, velho. Então pra você ver a força do cara. Influência dentro do esporte, né? Pra você ver como é que... Você não tem uma boa promoção, você sabe dessa história, Rô?
Faz 20 anos. É isso aí. Eu sei porque uma amiga minha trabalhava lá e ela me contou essa história. Falei, cara, o Galvão mudou a porra do Mundial. É um puto esporte emocionante. Não é um esporte parado. É um esporte emocionante. É muito... Eu acho que... Você torce pra cá. Quando você gosta, você torce. Pra mim, né? Óbvio, eu sou jogador de basquete, mas pra mim é o esporte mais legal que tem, velho. Porque é muito intenso, velho. É muito intenso.
é muito dinâmico, tipo assim futebol também é um esporte muito emocionante, né mas é diferente, só que o basquete é até o último segundo, cara, às vezes o time tá empatado, vai zerando e o cara remessa, o relógio zera a bola tá no ar, puta, é muito foda isso
Então é... Por isso que a gente... Igual vocês estão falando aí, eu acho que a questão do desenvolvimento do basquete no Brasil é uma coisa que tem que ser muito bem tratada, porque a gente tem talento aqui, velho. Tipo assim, hoje eu sou o único brasileiro, o único cara sul-americano lá na NBA. É o único sul-americano? É, não tem mais ninguém da América do Sul. E a Argentina tinha os caras, né? Tinha, tinha os caras que estavam lá.
E tipo assim, mas a gente tem muito moleque bom, velho. Muito moleque que deveria estar lá, muito moleque que deveria ter oportunidade de estar lá também. Mas você não pode, por exemplo, Gui, você que já conhece o Caminho das Pedras, ajudar? É, não digo ajudar, porque ajudar é uma palavra muito ajudar. Não.
guiar guiar no sentido de o caminho pra se o cara realmente é muito bom e tem futuro cara faz isso aqui, faz aquilo ali faz isso aqui, vem ali abrir portas pra esses caras chegarem também né cara com certeza, isso é uma coisa, não começou comigo, começou com o pessoal de bem antes assim, o pessoal que tava na NBA há muito tempo, por exemplo, um cara que me ajudou muito foi o Anderson Varejão
Varejão maravilhoso. Me ajudou pra caramba porque ele conversou comigo antes de eu entrar na NBA e falou assim Gui, você vai entrar na NBA entrar na NBA é fácil, entre aspas é muito fácil, agora o difícil mesmo é se manter na NBA que cara, imagina são 450 jogadores em todos os times da NBA e todo ano entra 60 novos moleques.
Então os 60 vão ter que ir embora. Então, bastante cara vai ter que ir embora pra esses moleques. Então, pra você se manter lá, é uma concorrência muito grande todo ano. Você tem que se provar, se provar, se provar. Você passa por altos e baixos. Inclusive, eu tenho uma série, um documentário que eu fiz junto com a NBA Brasil mostrando como foi essa minha última temporada. Onde tá isso? Tá no YouTube da NBA Brasil. Que legal, meu.
Qualquer um pode poder assistir. Vou pôr o link aqui. Passa o link, porque aí a gente põe o link nesse episódio pra galera assistir.
E são vários episódios que mostram exatamente, tipo assim, no começo dessa temporada eu não tava jogando muito. Eu tava banco, não entrava pra nada, não entrava no final do jogo, o jogo ganha, o jogo perdido. E cara, mas eu continuei trabalhando, continuei fazendo as coisas certas, continuei com a cabeça boa. Apareceu uma oportunidade, porque igual a gente falou, 82 jogos, acontecem lesões, acontecem trocas. Quem que você lesionou e você entrou?
Foi o Jimmy Butler. O Butler? O Jimmy Butler. Ele se lesionou. Aí tinha outro cara que era da minha posição, o Jonathan Cominga, que foi trocado. Que na NBA tem muito isso de tipo assim... Não sei se vocês sabem, mas... Eu tô jogando num time. Tá. Amanhã, chega um outro cara... O cara pega e fala assim, mano, hoje você tá indo jogar lá pro... Eu tô em San Francisco, você vai jogar lá em... É, por exemplo, você vai pro Lakers. Cara, você vai...
Você querendo ou não? Você querendo ou não. Foda-se. É, é isso. Que bacana. E é diferente do futebol, né, que o cara... É, é isso.
Não, vou ver se eu quero ir, quanto que eu vou receber. Não, lá não, é só, não, eu quero esse moleque aqui, eu te mando esse daqui, você me dá esse daí. Ou eu te mando dois, você me manda um. O que importa é o valor, né? Do dinheiro ser igual. E, pô, quando eu cheguei... Essa minha série retrata muito isso, velho, esses altos e baixos, de cabeça ruim, velho. Tava mal, assim, porra, não tô jogando.
O que eu tenho que fazer, o que eu tenho que mudar? Steve Kerr, né? Que é o meu técnico. Steve Kerr. É uma lenda do basquete nos dias atuais e nos dias, né? No tempo mais antigo. Nos áudios, tempos de Michael Jordan, Chicago Bulls. Exatamente. E ele, pô, ele foi um cara que me ajudou muito, que ele chegou pra mim quando eu tava sem jogar. Eu perguntei pra ele, assim, coach, o que eu tenho que fazer pra eu começar a jogar mais?
O que eu tenho que mudar no meu jogo pra ter mais chances, mais oportunidade? Ele falou assim, Gui...
Não precisa fazer nada, só faz tudo o que você tá fazendo, sua oportunidade vai aparecer. A temporada é muito longa. Ele ficou 15 anos como jogador na NBA. E desses 15 anos, se não me engano, só 6 ou 7 anos que ele ficou sendo jogador de jogar todos os jogos. O resto ele era mais reserva.
Tipo assim, e aí ele falou, Gui Metade era reserva Metade ele só era reserva, mal entrava Caralho, velho E ele falou isso comigo, então Gui, relaxa Que é assim que é a NBA e tudo mais, só continuar trabalhando E sendo profissional que seu momento vai chegar Que legal Aí aconteceu a lesão do Jimmy O Jimmy Butler, tá ligado no Jimmy Butler? Joga muito, hein? Mas também tá mais velho, né? Quantos anos dá o Jimmy Butler hoje? Acho que ele deve estar com uns 36, 37 É, Jimmy Butler é casca já Mais coro Mais joga, hein?
joga demais joga aí ele se machucou qual foi a lesão dele? cara ele rompeu o LCA aí é nove meses como que seria o LCA? não sei ligamento cruzado anterior nove meses parado nove meses parado puta merda e cara aí apareceu a oportunidade pra mim
Aí eu comecei a jogar mais tempo. Ah, é nóis. Agora é. E o coach tava confiando em mim. E quando eu fui ver, velho, tinha um jogo que eu tava fazendo 20 e poucos pontos. Aí teve um jogo que eu fiz 30 pontos. Teve um jogo que eu fiz 27 pontos. Olha aí, olha aí. É, o Jimmy Butler. Esse daí mesmo. Bonitinho, né? Joga muito. Bonitinho. Só que tá a Miami. Ele tava no Golden. É. Essa foto é mais antiga. Pô, levou o time pra final, esse maluco.
Levou, velho. Sozinho. Esse cara é brabo. De fazer 40, 50 pontos. Esse cara é brabo.
E aprendendo a jogar com ele... Vai ser banco do Jimmy Butler, não tem como, né? E aprendendo a jogar com ele, o Stephen, também. Esse daí me conhece, com certeza. Lógico, cara. Esse daí não tem como eu não conheci. Esse é ruim de bola. E jogar com o Curry, cara, absurdo. Você tá lá junto com o cara, você viu quão profissional ele é todo dia. Nós paramos em BH, cinco anos em BH. Ah, é, verdade. Fora a mulherada de BH, que é ruim, né?
Mulherada feia, coisa horrorosa. Imagina o menino que ele afinou o lápis lá. Tá que pariu, bicho. Aí tu ficou... Mas tu ficou muito tempo em BH, não? Cinco anos em BH. Quatro anos em BH. Eu fiquei quatro anos em BH, que eu fiquei dos 15 aos 19 lá.
E aí eu comecei a jogar muito bem no NBB, comecei a me destacar. Em qual time? No Minas. Minas. Isso. Aí o pessoal me viu lá, da NBA, me viu, os olheiros estavam acompanhando lá o meu processo de jogar e tudo mais, gostaram de mim.
E aí é quando aparece a oportunidade de você inscrever seu nome no draft. O draft é como se fosse assim, igual lembra dos 60 moleques? Uma peneira. São 60 moleques que são escolhidos pelos times da NBA. Se inscreve, passa por todo o processo, que é tipo assim, você vai treinar com... Eu, no meu caso, treinei com 18 times da NBA. Em 30 dias. Então eu viajava pra um lado, pro outro, e treinando cansado. Porque eles não vinham muito pra cá, né?
Tipo, pra assistir os jogos da NBB e tudo mais. Porque não tinha tanta visibilidade.
pros moleques daqui é isso que eu tava pensando, que eu falei sem visibilidade, sem apoio pô, é difícil vir alguém aqui falar, vou ver um jogador brasileiro é, eu vi um menino magrelinho que tava jogando bem no basquete do Brasil então, amassou alguém e já cantou, tem um moleque bom lá, vai ver exatamente, meu agente meu agente fez um trabalho incrível assim comigo, o Ailton
tava tava me tipo fazendo propaganda de mim pros caras lá, pros caras assistindo, tem um lábio no Brasil que vai estourar, tenta ver aí foi quando eu fui pro draft entrei no draft, que ano foi isso esse draft? 2022
2022. Você chegou a fazer aquele Summer? A Summer League é depois do draft. Você chegou a fazer Summer League? Eu acho que eu assisti com o meu filho. Meu filho meio que estava te stalkeando na época. O Nico, né? O Nico estava te stalkeando. Aí, pai, vamos ver o jogo. Caralho, o Gui Santo jogou muito nesse jogo. A gente ficava vendo uns joguinhos, porque é meio antes da temporada, né? Isso.
antes da temporada. É, é. É quando eles testam os garotos que eles escolheram pra botar, pra jogar entre eles, assim, sem as estrelas principais dos times. E aí eu tava nessa, nesse, no draft, né, passei por todo o processo do draft, eu tava até contando ontem, né, como é que foi esse processo, cara, tipo, eu tinha muitas coisas contratuais com o meu antigo clube, antes de ir pra NBA.
E nesse processo, os caras queriam... Tipo, como se fosse uma remuneração, tá ligado? O que acontece no futebol dos caras? Tipo, não, tem que me pagar pra liberar. Lógico, me paga tanto o liberador. O passe, o passe. O cara quer ganhar um troco. Só que, você imagina, na NBA, um molequinho do Brasil, os caras vão olhar pra um molequinho do Brasil, e falar assim, pô, eu não vou pagar esse tanto de dinheiro. Vou dar mil dólares e tá bom demais.
Eu não vou pagar esse tanto de dinheiro pra ver se talvez esse moleque vai dar certo. Então, acabou que, tipo, faltava um pouquinho pro draft começar. E eu não tinha a carta de liberação ainda, velho. Caralho, velho. Pra participar. E já tinha time falando o que queria, me escolher e tudo mais. Só que eu não tinha essa carta.
E, cara, aí foi quando... Eles até pararam de falar com o meu agente. Não, a gente quer saber da carta só se tiver a remuneração pra gente liberar e tudo mais. Aí foi quando minha mãe... Minha mãe entrou em jogo assim, velho. Minha mãe... Pagou a remuneração. Nada.
pagou um esporro pagou um esporro patrocinou né puta merda porra cara, deixa o cara meu libera o moleque
ir pra NBA, claro. É, eu era mais um garoto. Aí o Minas liberou você. Só que aí, não, minha mãe ligou pro diretor do Minas, conversou lá com eles e falou assim, cara, o que tiver que pôr como garantia aí, eu boto minha casa, boto meu carro, sei lá, o terreno que eu tenho ali, isso aqui. É, porque não tem cadimento, irmão. Pra deixar o moleque seguir o sonho dele. É isso que ela queria, entendeu? Porque, tipo assim, igual ela falou, pra NBA, eu era só mais um garoto.
Mas a NBA, pra mim, essa é a minha mudança de vida, velho. É o que mudou a minha vida.
E ela ligou e conversou com os caras e com isso os caras me liberaram. Eles me liberaram pra participar do draft, me deram a carta, não me liberaram do contrato, eu ainda tava preso ao contrato, mas me deram a carta de liberação, eu fui participar. E na noite do draft foi uma coisa emocionante, foi no dia do meu aniversário. Olha isso. Caralho. De quantos anos, Gigi? Eu tava fazendo 20 anos.
Tava com 19 pra 20, fiz 20 anos no dia do draft, aí acordamos cedo, meu pai e minha mãe já acordou tomando café da manhã, eles falaram que foram comer um pão com ovo, tomar café, o pão não descia, de tão nervoso que eles estavam ansiosos, querendo chorar, aí eles falaram assim, cara, não dá pra ficar aqui, vamos pegar a bicicleta, eles gostam muito de pedalar, vamos pegar a bicicleta, vamos... Vamos esfriar a cabeça. Vamos esfriar a cabeça, vamos pra algum lugar relaxar, porque, pelo amor de Deus, não dá pra ficar dentro dessa casa aqui. Esse dia eu tava vendo o draft da NFL.
pô, é muito foda é difícil, é uma apreensão o time de tal escolhe, puto, os caras fazem uma puta festa bom, mas aí acordou de manhã, comeu pão com ovo foi pedalar e era do meu aniversário eles estavam no Brasil, em Brasília, e eu tava em Miami lá na casa do meu agente
ficando lá junto com ele. E, cara, pra você ter noção, o meu agente, ele até falou assim, pegou um outro apartamento que tava eu e mais alguns outros moleques que estavam treinando junto comigo do Brasil também. E botou a gente na casa. E como era o meu aniversário, eu peguei, fui pra praia, fui tentar esvaziar minha cabeça porque eu também tava milhão. Tipo assim, cara, meu Deus, é a minha chance de jogar, de mudar a vida da minha família, de começar a fazer mais dinheiro e tudo mais.
E jogar na NBA, né, velho? Visibilidade bizarra, global, né, velho? É isso aí, gente?
todo o moleque. Porra, claro. Só uma pergunta antes de você continuar. Pra ter a escolha do Deft, você teve que jogar alguns jogos ali antes ou não? Pra poder eles olharem você ali? Eu vim pra cá e a gente chama de Draft Workout, que é lá quando a gente vai treinar com os times da NBA. Então eu viajava, fui no Boston, em Boston, treinar com o time do Boston, aí eles levam tipo seis garotos, eu e mais cinco.
Aí a gente faz um monte de exercício De coisa que tem que fazer lá Pra mostrar pra eles Avaliação De avaliação, exatamente E depois disso bota pra jogar Três contra três Aí é você, mano Conta os caras Conta os gringos Que tava tudo na faculdade E dói sangue no zóio E vão embora Sangue no zóio Vão pra cima E mostrando pros caras Que pô, aquele menino brasileiro lá Magrelinho Que é bom, hein, velho Dá pra, dá pra
dá pra escolher ele dá pra brincar dá pra trazer ele aí você fez em quantos quantos times? 18 times você fez exatamente você ficou quantos dias lá pra fazer isso? não, um mês eu fiquei viajando direto assim era tipo dia sim dia não dia sim, dia não dia sim, dia sim e você e seu agente rodando tudo é, eu tava sozinho né
Meu agente tava sempre organizando e tipo assim, ah, você vai pra cá agora, pra lá e tal. E fazendo esse trabalho, né, de organizar pra onde eu ia, eu tava viajando sozinho. Mas isso é bancado por vocês ou pelos clubes? Não, pelos clubes. Os clubes bancados. Os clubes mandam as passagens, hotel, alimentação. Ah, que bom, pelo menos, né?
Ainda te dão uma Uma Diária Ajuda de custo Vale refeição E pra mim, saindo do Brasil, tava recebendo essa ajuda de custo Indoleta, tudo guardando Comia as coisas mais baratinhas que tinha pra guardar O resto Enfim, aí você fez 18 clubes, aí teve o draft Aí teve o draft, é o que eu tava falando pra vocês Minha mãe, meu pai lá, ansioso Mas você viu ao vivo ou não? Você ficou sabendo depois
Que eu fui escolhido? É. Eu vi ao vivo, só que tem mó altos e baixos nessa história aí, porque eu tava... Antes de começar o draft, recebemos a carta e falou, pronto, agora a gente pode negociar com os times. Começamos... Isso, já era 8 horas da noite, o draft começava, sei lá, 10, 11 horas.
E eu tava... Oito horas da noite foi quando eu recebi a liberação pra começar a começar com os times. Calma muito em cima, irmão. Então, como é? O cara do Brasil recebeu a declaração muito em cima. É complicado dos caras pegarem e pular na bala do cara e escolher o cara. E foi isso que, né? Aconteceu. Eu tava previsto pra ser escolhido mais ou menos entre a pique 30 e a 40. Tá. Só que, como não tinha essa garantia, todos os times falaram, não, deixa, eu vou pegar esse outro aqui.
E foi, começou. Começou o draft, né? Eu tava assistindo pela TV, normalmente o pessoal veste o terninho, vai pra...
lá e tudo mais, só que como eu não tinha certeza que eu ia ser escolhido, eu não fui pra lá, eu fiquei em Miami pra assistir pela TV mesmo, pra ver como é que era e começou, escolheram, escolheram escolheram, escolheram, escolheram, nada nada de me chamar, aí chegou na PIC 40, que era a PIC mais ou menos que eu ia ser escolhido e nada, aí a gente sempre fica esperando o telefonema do meu agente, pra tipo assim que é quando ele liga, fala, ó Gui, vai lá que daqui a pouco, não sei que time vai escolher na PIC tal, assiste aí na TV pra você ver aí o telefone tocou, aí eu falei ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó, ó ó, ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó ó
Vou me escolher. Alguém vai me escolher. Aí eu atendi. Já falei, tipo assim, quem é que vai me escolher? Felizão, lógico. Aí ele virou e falou assim, pô, Gui, nenhum time vai te escolher. Eu conversei com os times aqui, você não vai ser escolhido. Mas, pô, não fica triste. Não é a única forma de entrar na NBA. Você pode entrar pela Summer League, que é aquele campeonato. Você pode entrar por... Só apresentar um basquete bom nessa Summer League e você pode achar um contrato em algum outro lugar. Pô, mano, isso pra mim foi uma...
Um balde de água fria, velho. Quando eu recebi essa notícia, eu tava, eu tava, tipo assim, sentado, eu lembro até hoje, eu tava sentado num banco mais alto assim, cara, eu inclinei pra frente, assim, os moleques que estavam comigo na casa viram a ligação, todo mundo ficou mó climazão na casa, aí eu comecei a chorar, né, velho? Foi um sonho de moleque meu, não consegui realizar, de ir pra NBA, era isso que tava na minha cabeça. Aí eu sentei no chão,
Sentei no banquinho, comecei a chorar. Depois o meu agente que tava na minha casa lá junto comigo, um outro agente, o Arlen, veio conversar comigo, me explicar, né? Falou, não, que fica tranquilo, vai dar tudo certo. A gente vai achar outra forma de você alcançar seu sonho. Aí, beleza, fui dormir. Fui dormir.
e nesse que eu fui dormir eu sempre fui falar muito com meu pai e com minha mãe eu liguei pro meu pai e pra minha mãe e falei assim pô mãe, eu não vou ser escolhido eu não vou, os caras, ninguém deu com garantia acho que agora a gente vai ter que ver essa me ligue, o que que vai dar aí minha mãe, ela fala que foi a única vez que ela ficou sem saber o que falava pra mim, ela tava sem palavras pra me consolar é uma outra situação, não é? nesse meio tempo aí, velho tá bom
Que, né, eu liguei pra eles e falei isso. Aí meu pai e meu pai e minha família toda é muito religiosa. Meu pai pegou o texto dele e começou só a agradecer. Falar, tipo assim, pô, a chance que meu filho tá tendo de poder chegar perto, né? E sonhar com o NBA. Já é uma grande coisa. Tinha jogado profissionalmente no Brasil, mas, tipo assim, chegar no NBA é... É a meca, né? É outra coisa, entendeu? E ele só, pô, agradecendo mesmo. Pô, obrigado pela oportunidade que tá dando pelo meu filho e tal.
Acho que, cara, foi o tempo dele terminar, né? De agradecer lá, de fazer a oração dele. Que, cara, meu agente me liga. Isso eu já tava indo dormir. Deitava na cama, tudo escuro. Meu agente me liga. A gente é brasileiro, Gui. Vai pra frente da televisão, porra. O Golden State vai te selecionar na PIC 55. Logo Golden. Mano, nem tinha acabado de ser confião. Logo Golden. Imagina, eu tava, mano, no fundo do poço, chorando triste.
Pra do nada começar a chorar de alegria. Nem fudendo, irmão. Aí foi quando eu liguei pra minha mãe, liguei pro meu pai. Aí ele saiu tudo triste. Eu falei, mãe, eu vou ser selecionado, velho. Me escolheram e tal. 55, Golden State. Aí tem até a chamada de vídeo, assim. Aí eu comecei a chorar. Minha mãe começou a chorar também. Todo mundo, meu pai chorando. Todo mundo emocionado. Sem entender o que tava acontecendo. Porque agora eu tava dentro da NBA. Agora é tipo assim, mano.
Você é parte, agora começou Num timinho ruim, né? E o cara tinha acabado de ser campeão, velho O Golden State tinha acabado de ser campeão O Golden State, cara, te escolheu Que legal, né? Que bom, né? Que bom, né? Maravilhoso Porque o Golden State hoje Principalmente com a nova geração É o time que mais tem vitrine, né? De audiência, né? E é a franquia mais valiosa do mundo, pô
Real Madrid, todos os times, assim, o Golden State é mais valioso que todos esses times. Cara, eu não sabia disso. Puta merda. E, pô, fui escolhido pra eles, felizão. Aí eu falei, pô, vou dormir daqui a pouco, né? E isso, não, não conseguia dormir. Mas, tipo assim, eu falei, tem que dormir, que daqui a pouco eu tenho que ir pra lá. Aí meu agente veio na minha casa lá, o outro agente que tava fazendo todas as ligações, o Ailton, chegou, falou comigo, deu os parabéns, me abraçou e tal.
Aí ele falou assim, agora arruma sua mala aí, que eles tão mandando um voo pra você sair daqui uma hora e meia.
Daqui uma hora e meia. Eles estão mandando voo pra você sair daqui uma hora e meia. Já vai pra São Francisco. Você vai pra São Francisco. Aí eu falei, caraca, velho. E agora? Caralho. Arrumei minha mala lá rapidinho, já dando entrevista. Aí o Sami já botando, Gui, não sei que canal eu quero falar com você, o pessoal quer falar com você. É lógico, né? Dando entrevista. Aí, beleza, terminei as entrevistas. Já entrei no Uber pra ir pro aeroporto. Aí, nunca tinha voado de... Desistiu da Copa. Não, tô brincando.
É, aí o Laker chama de novo. Não, não, não, foi um equívoco. Não é, foi, foi. Foi um mexicano. Aí o Laker chama depois, velho. Puta, agora vai matar o moleque do coração. Caralho. Da notícia, você indo dormir, já tava indo pro aeroporto em uma hora e meia. Em uma hora e meia. Mano, você veio com muito alto e baixo, velho. Que loucura. Esse dia foi, eu acho que é o dia mais louco da minha vida. Com certeza. Ainda bem que você é moleque, você aguenta, porque puta que pariu, velho. Nossa, aí o coração do meu pai e da minha mãe da mãe.
Aí com uma hora e meia você já foi pra São Francisco? Já fui pro aeroporto, cheguei lá, nunca tinha goado de primeira classe Aí eu fui, né, fazer como sempre Fui fazer o check-in na classe econômica Aí a mulher, não, o seu assento É na classe executiva, você pode fazer o check-in ali Aí eu falei, caraca, classe executiva Primeira classe Não, tô na NBA mesmo, né, já cheguei
Já tô milionário, esquece. Esquece, pai. E, pô, fui, né, viajando de primeira classe pela primeira vez. Eu até lembro da história daquele cara da seleção que fala que viu a toalha quentinha e achou que era tapioca.
achando que era tapioca. E a mesma coisa quando eu recebi a toalha, eu falei, cara, que da hora mesmo. Os caras tratam, é diferenciado, né? Primeira classe. Aí, beleza. Cheguei lá em São Francisco, já todo mundo me esperando, os caras com a plaquinha. Gui Santos, Welcome to the Bay. Que legal, cara. É, porque lá é conhecido como a Bahia, né? A Bahia de São Francisco. Sim, sim. Welcome to the Bay. Aí, beleza. Fui pra lá, cheguei num Cadillac lá me esperando pra...
Escalei, né? Escalei, né? Com motorista e tudo. É pra caber você e teu pai, tinha que ser uma dessa, velho.
E eu tava lá, e eu fui sozinho, né? Meu pai, minha mãe tava tudo no Brasil ainda. Cheguei lá, foi quando eu conheci o Steve, o meu técnico, né? Já naquele dia mesmo? Naquele dia, eu cheguei. Detalhe, eu voei, quando eu decolei, eu tinha, sei lá, 20 mil seguidores. Eu pousei, eu tinha quase 200 mil seguidores, pô.
Tipo assim, explodiu, explodiu. E eu falei, caraca, velho, é verdade mesmo agora. Que absurdo. E pelo fato de eu ir pro Golden, né, mano? Que na época tinha acabado de ser campeão, pá, mó hype em cima dos caras. E eu tava lá no meio dos caras. Cheguei lá, conheci o Steve, me mostrou o vestiário. Aí quando eu cheguei no vestiário, assim, mano, bonitinho o meu nome lá em cima na placa. Já? Já, velho. Tudo pronto.
caçam bestas. Meu, é muito rápido. Já deve ter a camisa com o nome e o caralho. Já, tava tudo, a camisa com o nome, tudo que tinha direito, os caras já tinham feito. E quem te escolheu? Foi o Steve, que é? Como é que você descobriu depois? Quem te descobriu? Por que que você... Por que que eles, em cima da hora, optaram por você?
Então, tem muita coisa por trás, tem muitos caras, tanto do Brasil, técnicos aqui do Brasil, que faziam o meu scout, tipo assim, falavam como o moleque é. E também tem um pessoal de lá que faz o scout de lá, tinha até o meu agente também, faz todo os Paranauê por trás lá pra ver isso. A parte política, né?
política, então, cara, é muita gente, depende de muita gente os técnicos tem que gostar, na época até o Leandrinho tava lá também como técnico assistente técnico lá do time Ah, pode ter te ajudado, hein? É, então, veio a ajuda de tudo quanto é lado né, então eu acho Mas foi a decisão do Steve Care ou do clube? É do GM É do GM, né, do GM Na verdade é um conjunto, é o Steve junto com o GM junto com o dono do time então eles tem que entrar um consenso e falar, eu escolho esse moleque Mas o Steve Care tava no dia do teu teste lá?
Ele tava no dia vendo você jogar o trecho Todos os técnicos estavam Em todos os times, que eu fui treinar Tavam os técnicos principais assistindo Observando os moleques lá Então acho que ele deve ter gostado, né? O menino magrelinho do Brasil é bom Vamos ver o que ele vai se tornar Aí beleza, fui escolhido, cheguei lá Aqui no Brasil a dificuldade pra comprar um tênis Pra mim era grande Um tênis bom, 48
então era difícil achar tênis é difícil pra caralho pô e quando eu fui pra lá eu tinha uns tênis aqui que o pessoal da Nike sempre me deu um apoio mesmo quando eu tava aqui no Brasil o pessoal mandava material pra mim e tudo mais quando eu cheguei lá chegou lá e festa cara, aí o cara chegou assim ah Gui, qual tênis você quer? aí eu falei o nome de um tênis lá que é um tênis específico eu falei, pô, eu quero esse tênis aqui aí ele falou, ah beleza aí eu falei, ah ele deve pedir vai chegar daqui a um tempo né e tal mano, o cara foi lá dentro tem uma sala assim sei lá, gigantesca amém
Pegou o tênis? Cheia de tênis, mano. Cheia de todos os tênis que você imaginar de basquete. Ele chegou, pegou dois tênis. Aí ele veio com os dois pares na mão assim pra me entregar. Aí eu achei que era pra escolher. Qual cor que era pra eu escolher, né? Que eram duas cores diferentes. Aí eu fui e peguei só um só, né? Tipo assim, ah, valeu, só esse aqui. Ele falou, não, os dois é pra você. Pode pegar. Puta merda.
roupa já, um monte de camisa embala, em casaco e tudo com o símbolo do Wars, eu falei, cara, isso daqui eu não sabia isso, parece pegadinha, né isso uma hora e meia, atrás o cara tava em Miami, em Miami chorando na cama, puta, chorando na cama uma hora e meia não, porque um voo de Miami a São Francisco é seis horas, é, a dez horas atrás, eu tava chorando, dez horas de altos e baixos no mesmo dia, puta, que coisa já chegou treinando?
Já cheguei treinando, isso é uma história engraçada Porque eu cheguei treinando lá Virado né? Praticamente, eu não consegui Dormir no avião, tava o coração a mil Falei cara, agora eu sou jogador da NBA Você conta que você não cabe na executiva né irmão? Ah, mas é melhor do que o normal Muito melhor, mas tô dizendo Mas é que as pernas dobradas Ainda fica um pouco dobrada, porque a gente é muito grande, não tem jeito E cara, quando eu fui fazer esse treino Esse meu primeiro treino, era individual E aí
E, mano, meu primeiro treino com o time era só eu e os técnicos lá. Eu falei, não, eu vou correr, dar minha vida aqui no treino. Aí, as primeiras uma hora e meia, assim, eu dava correndo, dando a vida. Aí, eu sentei já morta. Falei, acabou o treino já, né? Você é louco, tá bom. Já me matei, né? Já, já me matei. Aí, o técnico vira pra mim assim, boa, acabou o aquecimento. Agora a gente pode jogar. Agora a gente pode fazer de verdade. Ah, louco.
agora a gente pode fazer na intensidade de verdade eu falei, uai eu tava correndo aqui me matando isso daqui não foi bom foi só aquecimento e aí mais treino aí eu liguei pra minha mãe assim né que loucura mesmo não sei como é que eu vou fazer pra jogar aqui velho o cara me matou hoje eu nunca treinei nessa intensidade na minha vida porque aqui no Brasil é outro esquema né é lá é diferente a intensidade é é muito diferente
E depois do treino, né? Deu as minhas primeiras entrevistas lá. Mal falava inglês. Gaguejando. Falando inglês. The book is on the table. E tá ligado? É nós. Nós vamos. Vamos embora. E foi assim, pô. Minha chegada lá. Aí o que quebrou muito a minha expectativa. Porque eu achei, tipo, pô. Já tô na NBA. Já vou ganhar dinheiro. Tô garantidão. Já tô garantido. Minha vida mudou. Pô, acho que isso foi o maior choque. Porque quando eu cheguei lá, foi totalmente ao contrário, velho.
Por conta do meu contrato no outro clube, eu não podia assinar nenhum contrato. Eu tinha que estar num contrato só da D-Ligue, que é um contrato muito menor. A D-Ligue é como se fosse a segunda liga. É tipo você jogar no Real Madrid B, tá ligado? Como se fosse... Tá, entendi. Porque o pessoal de Minas não te liberava. Isso, não tinha... Mas que filha das partes? Precisava pagar a multa recisória e tudo mais e o Golden não ia pagar a multa recisória sem saber o que o moleque poderia oferecer.
O futuro lógico. Entendeu? O que era gastar dinheiro praticamente. Então eles esperavam um pouco. E beleza, aí eu fui ficar meu primeiro ano na D-Ligue. E...
Cara, esse meu primeiro ano eu recebia menos dinheiro do que eu recebia no Brasil pra morar lá. É mesmo? É. Só que tipo assim... Caralho, velho. Foi um choque absurdo. O bom é que tipo... Tem até... Eu conto isso no meu documentário também. O técnico chegou pra mim assim, o técnico do time B e falou aqui... Você não é rápido o suficiente pra jogar na NBA. Você não é forte o suficiente pra jogar na NBA. Você não é atlético o suficiente pra jogar na NBA.
E você não sabe jogar o basquetebol americano. Pô, te animou legal. Aí eu falei, pô, eu vou ser roupeiro aqui, né? Brincadão, né?
Obrigadão, caralho. Eu vou ser roupeiro aqui. Sou merda. Mas, pô, aí, sabe o que é o da hora? Que eles falam isso, te dão uma voadora de dois pés, mas aí depois ele falou assim, mas assim... Olá, Chuchu, o cara tá morto. É, o cara não é artista.
você não é artista, a gente sabe como é que é isso. E aí ele chegou, chegou pra mim e falou assim, mas ó, eu vou te dar tudo, tudo que você precisa pra você se tornar um jogador. A gente vai te dar suplementação, treino, quantas vezes você quiser vir treinar, vai ter, cara, preparador físico, vai ter isso e aquilo, tudo que você precisar, a gente vai te dar.
Que legal, cara. E fizeram tudo, velho. Tudo. Tipo, acaba antes de jogo, malhava, jogava, depois o jogo malhava de novo. Aí no outro dia de manhã que a gente ia viajar, eu chegava mais cedo lá na Facility pra malhar, malhava, depois ia viajar, chegava lá, descansava no outro dia, eu nem jogava pra poder malhar. Porque os caras queriam me deixar mais forte. Eu tinha 85 quilos, eu acho, quando eu cheguei lá. Com um metro e... Não, eu tava com dois metros. Dois metros e dois.
2 metros e 2. Magrelão. Magro, magro. Em um ano, assim, um ano e meio, nas duas primeiras temporadas, eu saí de 85 pra 100 quilos de massa magra. De massa magra. Só puxando ferro e suplemento. Só ferro, suplemento, alimentação e malhação e tudo mais.
E foi quando, né, tipo assim, eu comecei a me destacar um pouco mais lá. Só que eu fui muito desdenhado também, né, velho? Tipo assim, cheguei lá, a pessoa falou, vixi, eu não sei se o Gui consegue jogar na D-Ligue. O próprio pessoal, algumas pessoas do Brasil também falavam isso. Pô, não sei se o Gui vai conseguir jogar na D-Ligue. Aí eu comecei a jogar na D-Ligue, que é a Liga B. Comecei a jogar bem, jogar bem. Aí tive a oportunidade de assinar meu primeiro contato com a equipe principal. Isso já foi no meu segundo ano.
Aí eles já pagaram a rescisão. Ah, eles investiram em você. Isso. Aí eles falaram. Até ver que tá entendido. Eles pagaram a rescisão. Você sabe o valor? Pode falar ou não? Vixe, eu não lembro o valor, velho. Eu não lembro o valor. Pode falar? Não sabe o valor? Não quer falar?
É porque eles acertam, entendeu? Acho que, tipo assim, o teto era um milhão de dólares. Mas não sei se chegou a ser um milhão. Não sei exatamente qual foi o valor, tá ligado? Só que eles conversam entre eles. Tá, acertam o valor. Pra mim, eu não tava nem aí. Pra mim, o importante é que eles iam acertar lá. Se é um real, se é 10 milhões. Eu ia entrar aí, viu? Exato. Lógico, cara. Porque a gente não ganha nada disso. Você jogou dois anos na J League, é isso?
Eu joguei um ano e meio. Joguei uma primeira temporada. Aí eu comecei a jogar. Comecei a jogar muito bem.
e já tinha jogado muito bem na Summer League do ano seguinte. Aí eles falaram, não, vamos assinar esse moleque. Aí eles me assinaram, pagaram a multa recisória, e pra mim o que eu tava preocupado não era nem o valor da multa recisória, eu queria saber do meu contrato, quanto que eles iam me pagar. Isso é melhor, melhorou tudo, lógico. Foi, aí foi quando eles começaram a me pagar o meu primeiro contrato.
Você ficou um ano e meio sem contrato? É, só com o contrato da Liga B. Isso. Um provisório, vai. Isso. Lá, o contrato da Liga B é padrão para todos os jogadores. É tipo assim, é 40 mil dólares, só que você está morando na Califórnia, que vira 20.
e ir pra morar lá você tem que alugar a casa, fazer tudo não, eles davam tudo pra mim só eu não tinha carro, ia treinar de bike ia viver minha vida assim, normal é verdade que você deixou o cabelo crescer por causa disso? é verdade eu cheguei lá, era muito caro eu cheguei pra cortar o cabelo eu falei, ah, deve ser uns 20 dólares, né? meu irmão, eu cheguei no carro e falei, ah, quanto que é pra cortar o cabelo? ele falou, ah, 70 dólares
Aí eu falei, não. Então calma aí, né, pô. Não vou cortar o cabelo não. É caro, hein. Puta que é o pariu. É caro. Deixei meu cabelo crescer. Agora tá curto ainda, mas meu cabelo era vindo o ombro, pô. É mesmo. Deixa essas fotos aí, ô, Zaque. É, eu tenho um bocado de fotos. J-League, J-League.
Gui Santos aí, vê se você acha cabeludão. Aí pra você ver. Quer dizer, o cara economizou durante a J-League. Tudo que era possível, né? Porque não tinha... Tem que contar dinheiro, velho. Eu sempre fui... Ah, NBA. Milionário. Isso que no Brasil parecia que eu usava milionário já. Lógico, lógico. Ah, tá no Golden, porra. Lógico.
Exato, e eu eu ainda mandava dinheiro assim ainda no Brasil, né, porque por exemplo, ajudar às vezes meu pai, minha mãe meu irmão pra fazer uma coisa assim e eu sempre fui muito seguro com dinheiro, sabe, eu nunca fui desmanjar, não, isso eu dei de jeito nenhum, e eu tomava muito bem, olha lá, o tamanho do rabo de cavalo
O ramo de cavalo era. E você não cortava porque tava caro. Tava caro, é. Mas aí foi porque eu tinha gostado já. Eu já tinha assinado o contrato aí. Aí já dava pra cortar o cabelo. Mas eu gostei do cabelo grande, aí eu deixei. Tá. Então aí tu ficou um ano e meio na DJ League. Começou a atuar bem. O cara...
Toma, primeiro contrato. Vem pro Profissa. Bora. Foi quando comecei a ter mais visibilidade, né? Jogar um pouco mais. Entrei no meu primeiro jogo, fiz minha primeira sexta. Tava felizão, vivendo o sonho. Com todos os topzera. Todos os topzera. Imagina o que você viu. Qual foi o jogo que você estreou? Foi contra o Oklahoma.
em casa e eu entrei do jogo e consegui fazer dois pontinhos uma bandejinha lá cara, feliz, velho quando eu tava assim no vestiário pra entrar pro jogo eu olhava assim pro lado tava Stephen Curry Clay Thompson Draymond Green e eu abraçado nos caras assim que a gente faz uma oração antes do jogo eu tava me sentindo no videogame eu falei cara, eu tô no videogame
Não é verdade, né? Não é possível que eu tô aqui. Não é possível. Que foda, cara. E, mano, a cabeça é milhão. Aí eu olhava assim, tipo... Aí eu assistia em 2015, eu assistia os caras jogar, tipo assim, as finais, quando os caras começaram a ficar muito bons. Com o Cleveland, né? Com o Cleveland. E eu, pô, cara, os caras tão aqui do meu lado. Agora eu sou companheiro de time dos caras.
É muito louco, né? Felizão, felizão. Aí quando tive esse primeiro jogo e tudo mais, na primeira temporada toda, eu tava jogando mais na D-League, né? Eu não tava jogando, mesmo com o contrato assinado com o time principal, eu tava jogando mais na Liga B. E acabou a temporada, continuei trabalhando, evoluindo. Aí quando começou minha segunda temporada na NBA, meu segundo ano na NBA.
E cara, lá, mesmo que você assine o contrato, o contrato não é garantido. Ou seja, o time pode te mandar embora, você para de receber. Entendi. E sua vida volta a ser o que era. Zerou, não corta mais o cabelo e vamos embora. Fudeu. Bora entregar pita nessa porra. Fudeu. Fazer doordeste.
Vou entregar uma pizza e vamos embora. Bora entregar uma pizza. Cabeludo. E, pô, eu tava com isso na cabeça, porque eu não tava jogando, não tava tendo oportunidade de jogar bastante tempo. Eu falei, cara, se os caras me mandarem embora, eu vou voltar pra estaca zero, velho. Eu tenho que continuar mostrando pros caras aqui.
Então eu fazia de tudo que eu podia, velho. Chegava lá mais cedo que todo mundo. Mostrava pros caras que eu queria mais que todo mundo. Entrava, sei lá, dois minutos no jogo. Parecia que eu tinha jogado 40, velho. Chegava lá, batia a cabeça nos caras, empurrava. E deixa eu pegar essa bola aqui. Eu quero mais que os caras. E eu quero ser jogador aqui. Quero ter minha oportunidade. E nisso eu fui conseguindo me manter, velho.
Só que a cabeça é milhão. Tipo assim, cara, eu tenho que conseguir me manter. Porque se eu for mandado embora, acabou, vai... Minha vida e eu queria muito, lógico, mudar a vida da minha família. E não decepcionar também, né, velho? É decepcionante, né? Assim, pô, imagina. Cheguei tão alto e não consegui, né? Você tá na beirada ali, velho. Já tá dentro e, tá ligado? E não consegui.
E beleza. Aconteceu os jogos, eu não tava jogando tanto. Aí eu falei pros caras assim, pô, deixa eu jogar lá a Liga B pra eu me manter em forma, pra eu me preparar porque daqui a pouco vai ter minha oportunidade. O Steve falou comigo, Gui, daqui a pouco você vai receber essa oportunidade, mas quando chegar a sua oportunidade você tem que estar pronto. Aí eu falei, então pra eu estar pronto eu tenho que jogar. O GD tá parado, né?
Em vez de eu estar parado só no banco batendo palma e eu vou pra segunda liga pra eu jogar um pouco mais e depois quando chegar a minha oportunidade eu vou estar pronto. Aí a gente foi pra Detroit. Foi jogar um jogo em Detroit. Três caras da minha posição estavam machucados.
E o outro que ia jogar, a mulher dele tava grávida. E a mulher dele grávida teve um falso alarme de nascimento. E ele pegou o voo e voltou pra São Francisco. E eu era o único cara. Quem tava lá? Você. Eu era o único cara da posição pra jogar. Aí chegou os técnicos assim antes do jogo pra mim, e eu disse, Gui, você vai jogar hoje, fica pronto. Caralho, velho. E isso sem jogar, sei lá, dois meses na NBA, três meses na NBA.
nem sabia mais o sentimento de estar lá dentro, assim, tá ligado? Cara, esse jogo acho que foi o melhor jogo da minha vida. Tipo assim, Deus faz as coisas certinhas, cara, foi o melhor jogo da minha vida, assim, de... Eu tava em todos os cantos da quadra, todos os arremessos que eu chutava caíram. E tudo caiu, quantos pontos eu fiz nesse jogo? Eu fiz 13 pontos nesse jogo, eu chutei 4 bolas de 3, matei as 4 bolas de 3, ou então 5 bolas de 3 e matei 4. E cara...
Nossa, aí eu falei, pô, mostrei pros caras que eu tô aqui, botei uma pulga atrás do orelha que eles podem contar. Fique esperto aí, né? Exatamente. Tu plantou um triplex no time que é. Exatamente, plantei a sementinha e foi quando eles viram assim, né? Falou, pô, esse moleque deve... Pode ajudar a gente ali, tem uns caras machucados, a gente traz esse moleque pra ajudar. Aí começou, mano, me dar um pouquinho, nem que era um pouquinho de tempo, tipo, cinco minutos no jogo.
Mas eu entrava cinco minutos, velho, né? Volupe. Tipo assim, pegava muito rebote ofensivo, os caras, cara, esse moleque é louco, velho.
Como que ele consegue fazer isso em cinco minutos, mano? Mas nesse meio tempo, você já tinha ficado brother de alguém assim, de jogador, de conversar, trocar ideia? Ou, tipo assim, ah, o cara é gringo, a gente não se... Americano é meio quieto, né, bolo? É, então, isso eu queria saber. É, ele caga, né? No meu começo lá, eu passei muita dificuldade por conta disso. Porque aqui no Brasil, todo mundo é muito... Muito brother, é. Você vai pro jogo, escutando caixa de som, pega uma caixona de som da Felipe lá, e vai pro jogo, escutando, dançando, tá ligado?
lá os caras vão na dele lá não, cada um com seu fonezinho aí os caras já pegam o fonezinho põem o fonezinho cada um na sua falando aí eu falei, cara, os caras não gostam de mim, véi ninguém fala comigo os caras passam reto ninguém gosta de mim nem dava bom dia, nada? os caras são meio mal não, não no time isso não foi no time principal no time principal os caras eram mais de boa
Mas isso foi quando eu tava na segunda liga. Porque lá, pô, todo mundo queria um contrato. Tá todo mundo na mesma situação que eu tava. É guerra, né, velho? Todo mundo quer o teu contrato. Eu não vou ser brasileiro que ele pode tomar o meu lugar, cara. Exato, exato. Então era um... Mesmo que era no mesmo time, velho. Puta que foda de caralho, velho. Era tipo um querendo ganhar mais coisas assim. Bom, quero ser jogador, quero ter sucesso e tal.
E quando eu fui pro time principal, já diminuiu mais. O Curry vinha, falava comigo. A primeira vez que eu conheci ele, eu tava na banheira de gelo. Na banheira de gelo? Você conheceu o Curry? Eu tirei uma foto com ele antes, mas de conhecer, de conversar, trocar ideia mesmo. Acho que eu tinha me cagado na banheira de gelo. Você tava na banheira de gelo. Olha o cara, tá vindo. E ele entrou na banheira de gelo com você? Entrou. É grandona, né? É gigantesca. Aí ele entrou. Lá ele.
A manhã era grande, pô. Aí eu entrei, tava num canto assim, aí quando ele via ele chegando, mano, ele entrou na manhã de gila, aí eu comecei a passar um celular do lado pro outro, assim, ó. Não tava vendo nada, mas já tava nervoso, porque ele tava lá perto, só fingindo que eu tava mexendo no celular. Aí ele começou. E aí, Gui? Tudo bem? Como é que você tá?
Aí eu falei, fudeu, não sei falar inglês mais. Esqueci a porra toda. Esqueci, esqueci. Caralho, velho. Cara, comecei a trocar ideia com o inglês meio quebrado, ele perguntando do Brasil, como eu tinha, de onde eu tinha vindo, como é que foi a minha história. Tipo assim, muito gente boa, velho. O cara começou a falar comigo assim, como se, cara, eu fosse um brother dele. É porque agora você faz parte, né? Exato. Exatamente. O que mais me deixou de cara, que eu falei assim, é o Curry, né? Tudo que ele conquistou, então ele nem deve dar moral. É, então.
Eu também achei isso. Totalmente ao contrário, velho. Chegou ele, puxou o assunto, e ele ficava puxando o assunto, querendo me conhecer mais, querendo saber mais de mim e tudo mais. E foi aí que eu comecei a ter uma trocação de ideia com todos os caras lá, mas quando eu comecei a ficar mais próximo, comecei a fazer amigos, mas normalmente eu ficava mais com a molecada que estava subindo também, a molecada mais nova, fica lá os cachorros grandes de um lado, assim, né? Os caras que são... É isso aí?
e a gente fica lá meio que de trás, só não, faço, faço sim, agora você quer que eu vou lá e pegue o rebote? Eu vou lá e pego e faço o que tem que fazer aí depois né, eu parei naquele dos jogos lá que eu tinha feito, os jogos bons, os caras tinham gostado pra caramba do meu resultado nessa temporada, aí até o final da temporada eu tava jogando não tava jogando muito, mas eu tava jogando sendo um cara importante pro time aí beleza, teve várias trocas, teve até um dia que eu tava te falando da troca né
Teve um jogo, assim, quando aconteceu a troca. As trocas têm até um período, tipo assim, até o dia, sei lá, 5 de fevereiro. Na janela pode acontecer. Aí era tipo dia 4 de fevereiro, a gente ia jogar.
Faltando 30 minutos pro jogo, os caras mandaram quatro caras do nosso time pra pegar o Jimmy Butler. E faltava 30 minutos pro jogo começar, véi. Os caras tudo aquecendo. Aí o Steve chamou todo mundo na quadra, chamou e trouxe pro vestiário, tirou todos os repórteres que ficam dentro do vestiário. Aí a gente falou, alguém foi trocado. Deu cagado. Agora alguém vai agora.
Será que sou eu? Alguém vai zarpar. E nesse momento, a gente fica sabendo pelo agente, né? E ele liga pra gente antes da gente sair a notícia e tudo mais e fala, ó, você foi trocado e tal, você tá indo amanhã ou então hoje à noite você tá indo pra tal lugar. E, cara, todo mundo tem isso, assim, ninguém queria... Aí tocava o celular de um, um olhava pro outro assim e falava... E olhava e ficava olhando pro cara assim. Aí o cara, oi mãe! Aí, ufa, não é ele!
Aí começou a tocar o celular dos caras lá Que foram trocados E o Chico chamou Cara, foi o Andrew Wiggins Que tá no Miami agora Foi por essa troca Lindy Waters, que é outro cara que tava lá O Wiggins é meio doidão, né? Ele é muito loucão Mas na quadra, eu achei ele um cara meio doido Ele tem tipo assim As ideias dele lá dentro da quadra Crack de bola faz as coisas que tem que ser feitas Mas você vai falar com
ele, mano, tranquilaça, o cara de boa, bom jogador aí foi ele, Lindy Waters, Danny Scholder, que é um cara da Alemanha e o Kyle Anderson que era um outro cara lá do meu time, foi tudo pra Miami não, um foi pra Miami não, dois foram pra Miami, um foi pra Utah, que era o time que a gente ia jogar ele foi trocado pro time que a gente ia jogar contra já pegou o avião dos caras pra ir embora já foi, já foi um cara de merceário vem com a gente, vem com a gente
Foi desse jeito, velho. E a gente entrou pro jogo. Imagina o clima no jogo. A gente tinha, sei lá, nove, tinha 12 caras pra jogar, de 12 tinha oito. Porque o E4 tinha ido embora. Que bom, aí você agradeceu, né? É, mas oportunidade, né? Tipo assim, quando acontece alguma coisa na NBA com alguém é quando aparece oportunidade pra outro. E é assim, não só na NBA, mas no futebol, em todos os esportes, de coletivo é desse jeito.
Aí, beleza. Acabou a temporada, né? Com o time novo, tá? Jogamos bem, perdemos nos playoffs pro Minnesota e começou a próxima temporada. E... aí o Steve não me botava pra jogar no começo da temporada. Foi dessa temporada aqui, dessa última temporada. Agora, nessa atual. Isso. Ano passado. É. Só esquentava o banco. Só esquentava o banco no começo da temporada. Aí meu pai e minha mãe sempre vão pra lá em novembro, mais de novembro. Vamos lá agredir o técnico.
o pai é pequeno deu uma bufeta no técnico já aí eles foram lá acompanhando assim de perto e vi a dificuldade do cara de manter a cabeça boa sem estar jogando ainda mais que na temporada passada eu tinha jogado bem, eu achava que eu merecia estar jogando e tudo mais, só que não tinha oportunidade ainda e beleza, fui segurando a onda né, tentando treinar manter a cabeça boa
E foi quando aconteceu a fatalidade do Jimmy Butler, que se machucou, né? Uma lesão grave. E um outro cara na minha posição foi trocado, foi mandado para outro time. E foi quando eu comecei a receber... É nóis. Foi quando eu comecei a receber oportunidade. Que legal. Cara, eu comecei a receber oportunidade e na hora certa eu comecei a jogar bem. Aí os caras falavam, quem é esse moleque do Brasil que está jogando bem?
Tipo assim, nunca vimos ele, tava no time. Começaram a olhar, né, caralho? Lógico. Jogando bem, aí tinha jogo que eu fazia 20 pontos, aí depois 15 pontos, aí depois mais 25 pontos, 22 pontos, 27 pontos, 31 pontos e não sei o quê. Aí eu cheguei até a fazer o jogo, o meu melhor jogo de maior pontuação foi essa temporada contra o Brooklyn Nets, que eu fiz 31 pontos. Caralho, velho. Então foi o mais que o Curry? O Curry não tava jogando esse jogo, ele tava machucado. E eu fiz mais pontos do time, né? Deixei machucado um tempo.
Pode ficar machucado, Clemens. É 31, bastante ponto, hein, velho? É bastante ponto, velho. É bastante ponto. E eu olhava assim pro telão aí em cima, que fica a pontuação dos caras e tudo mais. Eu tava jogando tão bem assim, que eu nem reparei, velho, que eu tava com muito ponto. Quando eu olhei pra cima, eu falei, cara, tô com 25 pontos, velho. Caralho, que legal. E já era minha maior marca. Eu não tinha feito mais que 25 pontos.
Aí chegou um cara do meu time, o Gary Payton, chegou assim, Gary Payton. É, o Gary Payton, o filho do Gary Payton. Chegou pra mim e falou assim, ô, vamos fazer 30 pontos, mano?
Faz 30 pontos. Quantos brasileiros já fez 30 pontos? Aí me deu esse plinho. Falei, caraca, é verdade, velho. Vou tentar fazer 30 pontos. Aí foi, 27 pontos. 29 pontos. Aí recebi uma última bola. O Steve Kerderzinha uma jogada pra mim. Eu tava ali embaixo da cesta. Pum, peguei e fiz uma bolinha. Puta, que demais, velho. Ganhamos o jogo. Isso foi o melhor.
e o vestiário depois mano, o vestiário senta até na entrevista eu tava dando entrevista chega os caras com uma garrafinha de água jogando na sua cabeça que legal desse jeito e fui pro vestiário aí o Kurt tava lá e o Kurt usa o número 30 né então a gente chama ele de 30 lá
A gente chama os caras pelo nome, pelo número, tá ligado? Tipo, o Draymond Green é o 23, a gente chama ele de 2-3, tá ligado? Aí os caras, caraca Gui, aí sim, né? Hoje você tava igual o 30, você tava igual o Curry hoje, né? Aí o irmão dele também joga no nosso time, o irmão dele usa o número 31. Aí eu no bestiário brincando, eu falei, não, tô igual o Curry não, tô igual esse Curry aqui, que é 31, não é 30. O irmão dele tá jogando no Gold agora? Tá, tá.
Seth Curry. É, eu sei. Sete, né? É. É, Seth Curry, eu tô ligado. E aí, pô, mano, uma farra. Os caras tudo falando bem pra caramba de mim. No jogo seguinte, eu joguei bem pra caramba. Eu fiz 27 pontos no jogo seguinte. Pô, tá foda, meu caralho. Eu tava com a moral lá em cima, velho. Jogando bem, os caras dando oportunidade. Eu falei, cara, é isso. E foi quando eu comecei a despontar mais agora, velho. Nesse final de temporada. Que legal, hein? Que demais.
É melhor terminar bem a temporada do que começar bem e terminar mal, né? Exatamente. Porque lá quando começa a temporada do basquete? Em outubro, mais ou menos. E acaba em junho, né? As finais é mais ou menos em junho. Só que nesse período, entre eu começar a jogar bem e tudo mais, aí apareceu a oportunidade de eu renovar meu contrato com eles.
Que, pô, pra mim, só de eu ter ficado três anos na NBA já é muita coisa. E apareceu a oportunidade de eu renovar o contrato com eles. Mais três? Renovou? Mais três anos. Aí eu renovei mais três anos com eles. Garantidos. Que agora não tinha mais problema de qualquer hora me mandar embora. E essa troca pode acontecer. Mas se algum time quiser, vamos supor que o Lakers quer você e te oferece uma grana. Eles podem aceitar ou não?
Não. Não? É só por troca. É só se o Lakers mandar algum outro jogador que tá recebendo o mesmo salário que eu pra lá. Não existe ser comprado.
pra o jogador. Não, na NBA não tem isso. Entendi. E, tipo assim, na época até todo mundo questionou, por que ele assinou por esse valor? Ele poderia ter conseguido um valor muito maior em outro time, pela forma que ele tava jogando. Só que, cara, da onde eu saí? Pra, porra, não cortar o cabelo porque eu queria economizar dinheiro. Mas você tá num puta time, cara. Pra tá num time que toma... Acredito...
tô em mim, né? Tipo assim, 55 times me todos os 30 times me passaram. E na última hora, né, irmão? E na última hora os caras falaram, não, vou pegar esse marco, vou dar a chance pra esse moleque. Então, querendo ou não, eu tenho um carinho muito grande pela franquia, pelo que eles, pô, mudaram minha vida, velho. Mudaram minha vida, tanto como pessoa... Mas te valorizaram agora que você tava jogando bem? Valorizaram, valorizaram.
Deram um upgrade pra você? Com certeza, com certeza. Então isso é importante. O que eu falo, é importante... Já dá pra cortar o cabelo. Não, agora tá dando. Aqui, ó, tá cortado até aqui.
Sabe o que eu acho legal? Vou falar assim, não sou do basquete, mas a gente tem uma carreira também artística. Eu gosto muito, ouvindo a sua história, o legal é que você vê que você está cumprindo uma ascensão passo a passo. Não é aquela coisa que o cara não ganha nada e do nada o cara ganha um milhão de dólares.
Do dia pra noite, o cara dá uma pirada. Agora, pô, você tá fazendo certinho. Pô, veio aqui, conquistou a J League aqui, veio o primeiro contrato. Pô, começou a jogar bem na hora certa pra poder dar um outro salto. Então é muito mais legal você criar nessa estrutura.
do que de repente do nada, da J-League você já entra como astro, já ganha uma bicuda e todo mundo coloca todo o peso em você, fala, olha não ganha bem pra caralho, o cara não veio como fenômeno, que porra é essa? Não, você tá conquistando, ganhando casca, construindo ali pô, você poderia ter assinado um contrato muito maior, né? Como falaram não cara, mas eu tô no meu caminho. Na construção, exato
É isso que eu penso, você tem que ter o pé no chão também, você tem que ser humilde pra admitir, tipo assim, cara, pelo que eles fizeram por mim, eu tenho a gratidão por eles e tudo mais. Lógico. E, mano, o que eles mudaram a minha vida, eu quero continuar aqui. Eu falei pra eles, eu quero continuar no Warriors, eu não quero sair daqui, eu não quero receber mais dinheiro em outro time, igual muitas vezes acontece do cara sair, receber mais dinheiro em outro time, só que num...
vai receber mais dinheiro, só que daqui a pouco acaba o contrato dele e não consegue jogar mais. Exatamente. E vai embora, vai pra outro país, vai jogar em outra liga. Isso é por isso que é uma cidade legal. O Clay Thompson, por exemplo, o Clay Thompson saiu, né? Tá onde tá o Clay Thompson? Tá no Dallas. Tá no Dallas hoje. Então, mas ele tinha muito mais visibilidade jogando com o Curry.
né? Que era a dupla, né? O que eles fizeram, né, velho? No basquete juntos, Splash Brothers. Muito bom, Clayton Thompson também. Que jogador, né? Que jogador, né? Ixi, cara, e esse cara também é resenha, velho. Você chegou a jogar com ele lá? Eu joguei meu primeiro ano, ele tava lá. E ele gosta muito de brasileiro, gosta do Leandrinho, gosta...
do Varejão, dos dois que jogaram lá. Que legal, cara. Tanto é que a gente um dia saiu lá e ele... Aí ele ligava pros caras. Aí, ô Varejão, tô com o seu filho aqui, não sei o quê. Os caras falam que eu pareço muito Varejão, né? Se o cabelo não ficasse maiorzão, pô. Então, na época o cabelo tava maiorzão, tá curtinho agora. Aí eles falam que eu parecia muito Varejão. Aí ele falou assim, cara, toda vez que eu te ver, você vai ter que tomar um shot comigo. Aí eu falei, nossa.
Tequila ainda Nossa Aí ele vai me matar Vai me matar Aí ele me via Eu já fingia que nem via Aí ele virava a cara Aí ele me dava shot Aí eu fingia que bebia Jogava fora Não dava Mas pô Puta cara gente boa Assim Parceirão mesmo De verdade Isso é uma cidade legal Uma cidade bacana De se morar É muito legal de se morar Eu conheci de ir passear e voltar
Então, é muito legal de se morar. Tipo assim, você vai pro centro, tem bastante, tipo assim, criminalidade, tem o pessoal lá que... Ah, mas como qualquer centro de grande cidade. De grande cidade, exatamente. Só que lá é bem menor do que aqui, né? Se eu comparar com o Brasil, é muito menor. Aqui o centro...
ter tudo. É, exatamente. E, pô, né, igual depois que eu assinei o contrato e tudo mais, a vida muda, né, velho? Você tem mais oportunidade, você tem... Mais respeito. Mais respeito. Os caras olham pra você, pô, esse moleque não é qualquer moleque, não. Ele consegue ajudar o time, ele consegue... Você consegue sair lá de boa, andar na rua mais tranquilo, ou vem tirar foto? Não, o povo tira bastante foto lá, porque ainda mais esses últimos momentos que eu tava jogando muito bem, tava tendo destaque lá, o pessoal... Nós amamos...
O pessoal tava acompanhando bastante E lá tem todos os esportes Tem beisebol, futebol americano e basquete
E os times são fortes em todos Então eles vivem Muito intensamente o esporte lá Muito intensamente, eu acho que isso foi tão legal Que a cidade de San Francisco me abraçou tão bem lá também É, puta que legal E foi isso Aí agora acabou a temporada A gente foi eliminado antes dos playoffs Essa temporada igual eu falei, teve muita lesão Não foi só o Jimmy, teve mais um cara que se machucou grave Teve a mesma lesão que o Ronaldo lá Na coapanante do tendão Puta merda E aí
vixi, aí o Curve ficou machucado bastante tempo da temporada, então essa temporada foi uma temporada meio atípica mas ao mesmo tempo foi uma temporada que me deu a oportunidade de mostrar quem eu sou pros caras, porque antes eu era visto como um cara que entra da energia e tudo mais era mais um
Era mais um, tipo assim. Agora não, Flopo. Agora, esse moleque... Tá, chegou a sua hora, né? É, esse moleque ajuda a gente. Ele pode ser mais do que só mais um. E o que eu gosto é isso, velho. De tipo assim, o jeito, a forma que eles me enxergam hoje, o tanto que eles tomam cuidado comigo. Hoje, quando eu falei pra eles que eu ia vir pro Brasil, né? Que ia ficar aqui um tempinho. Os caras já vão mandar alguém pra me dar treino aqui, pra ficar junto comigo.
Porque os caras tomam cuidado muito assim, né? Não quer ser parado. É mesmo, cara. Tem isso. Puta que fundido, meu.
Quando eu tava na D-League ainda, na segunda Ligue, eu vim pra seleção pra jogar o Mundial, os caras mandaram um preparador físico pra ficar junto comigo, velho, treinando pra acompanhar. Dentro da seleção? Dentro da seleção. Que do caralho, velho. Pra me acompanhar. Pra poder tá monitorando a sua... Tipo assim, minha evolução, eles queriam continuar me evoluindo. É, pra não deixar o cara largado. Tá no cronograma, né? E eles confiam muito nos caras deles.
lá, então eles querem ter um cara dele aqui vendo o que o cara tá fazendo, se o cara tem toda a estrutura de treinamento que ele precisa pra continuar evoluindo, pra alcançar os planos que os caras tinham pra mim lá na época entendeu? E agora você volta pra lá quando, irmão? Eu volto pra lá em agosto
vou ficar aqui quando começa a temporada a temporada começa só em outubro, mas eu vou pra agosto fico treinando lá um pouco tô treinando aqui já, mas um pouco mais leve, né, porque acabou a temporada muitos jogos, tem que dar um descanso pro corpo mas você não pode ficar parado porque você fica parado quando você volta, meu amigo é doido, nossa as dores pioram
Piora tudo. Então você tem que continuar dar uma treinada ali, outra aqui, manter o... E o cara tá aqui com você? Agora não. Ele vai vir ainda. Porque como eu tô treinando mais leve, não é necessário ele estar aqui agora. Mas daqui, por exemplo, acho que duas semanas é quando vira minha ficha e eu começo a treinar mais forte. Você treina onde aqui no Brasil quando você vem? Eu fico em Brasília. Eu fico em Brasília. Isso. Tenho minha família toda de lá.
Eu fico lá treinando em umas academias que tem lá. Que tem toda a estrutura pra mim. Tem umas quadras, umas paradas que eu vou lá, rumo pra...
Pra continuar mantendo o ritmo aqui. Mas não compara, né? Por isso que eu volto um pouco mais cedo. Eu volto em agosto pra conseguir treinar durante agosto todo. Setembro todo. E em outubro tá pronto pra temporada. Começar a zerar, né? Exatamente. É isso aí. E como é que tá? O Curry vai continuar? O que você tem de...
anos tem o cara, eu não sei. 37, 38. Não é mais menino. 38, é. 38 anos. Não é tão menino assim. E no basquete o cara vai até quando? 40. Quarentinha, mais ou menos. Se o cara chega a 40, ele já tá velho já. Não, mas tem mais de 40. O Lebron. É, mas aí o Lebron é o Lebron. É Lebron, né? É. O Lebron é o Lebron. Não tem como comparar. Aquele cara ali é absurdo, pô. É, né? Mas ele tá com mais de 40 e consegue jogar. Como é que é jogar contra o Lebron, velho?
Meu irmão, é um trator, velho. É um trator. Quando ele decide que vai pra sexta, esquece. Acabou.
Você fica na frente dele. Atropela. Ontem me fizeram uma pergunta assim, né? Você prefere marcar o Curry no treino ou o LeBron no jogo? Eu prefiro marcar o LeBron no jogo do que marcar o Curry no treino. Mas, cara, o LeBron, teve até um lance assim que eu fui tentar receber uma falta de ataque. Quando você fica parado assim, o cara tromba e você cai. Ah, tá. Bola, ele me atropelou, meu irmão. Parecia que eu tinha sido atropelado por um trem, mano. Ah.
Caralho, velho. Trombone meu cai no chão. Falei, nossa, não vale a pena fazer isso. Não, não. Não vale a pena. Fala com essa bobagem. Ele é muito forte, né, cara? Muito forte, velho. Tem até um lance engraçado aqui. Tipo assim, ele vai fazer um bloqueio. Eu vou fazer um bloqueio num cara. Ele me pega, assim. Ele me tira da imagem como se fosse uma bola de basquete. Ele pega e faz assim, ó.
E eu saio trupicando pra lá Aí ele vai correndo Depois acho que vocês vão conseguir achar assim Ele sai correndo Vem outro cara Ele pega Tromba no cara O cara cai também Aí ele pega e faz a cesta É muito forte É muito forte E ele chega cedo E ele chega cedo Você sabe disso? Treinamento Vai ter jogo Ele chega Quer água? Quer café? Não, não, tá tranquilo Só trombinho aqui Eu tenho uma vinha aqui Eu tenho uma vinha aqui
Quer? Ele tem a aguinha ali. Quer? Tá tudo certo. Quer um whey protein? Tem creatina aí? Tem creatina aí? Ele não percebeu que ele tem a garrafa dele. Depois que a Max, a gente parou com a Max, não tem mais creatina. Mas tudo bem. Pode mandar, Max. Mas aí, o que acontece? Por causa da Max. John Tex. Usado John Tex, hein? Olha só, aí o que acontece?
O Lebron, acho que dia de jogo, ele chega duas, três horas antes. Tem ninguém no genado. Não, ele tá lá arremessando. Ele arremessa não sei quantas bolas. Ah, mas quem falou isso que fazia? O Oscar, né? É. O Oscarzão velho de guerra, ele falou. Acabava a treina e ficava duas horas depois. Arremessando. O Sam me conhece bem, né? O Oscar e eu não tive a oportunidade de assistir ele jogar, porque quando ele parou de jogar, eu tinha um ano de idade. É. Putz, então... Teu pai já deve ter jogado contra o Oscar.
jogava, jogava, hein e como é que foi a repercussão do Oscar lá porque foi um dia muito difícil eu vi uma coletiva do Steve Carey falando deles ele é ídolo mundial você tem noção, o único cara no basquete que tem mais pontos que ele é o Lebron ele é o segundo maior pontuador da história do basquete e o maior de olimpíada e o maior de olimpíada
Não é fraco não Não é qualquer coisa E ele é reconhecido mundialmente Você vê, ele entrou no hall da fama Sem jogar na NBA De tão influente que o cara era Eu falo pra todos Esse tá louco Era ele e a Hortência aqui no Brasil Falava de basquete O Oscar e Hortência, Médica e Paula Esses nomes Fora quem é a figura que contou a história Pra gente aqui do É isso
do pacote de sonho de valsa. Ele comeu um pacote de sonho de valsa. Eu mijava marrom. Eu mijava marrom. Aí, juro por Deus, cara.
66. 66 Sandival. Ele comeu 60. Eu comi o pacote. 66 Sandival. Eu abri o pacote e eu comi inteiro. E gemarro. Esse vai estar louco. Um beijo aí pra Cris, pra toda a família do Oscar Schmidt. A gente sente muito aqui. É um cara que era amigo nosso. Fazer muita falta, velho. Um ídolo. Não, não, não. Só no basquete, como pessoal. Um cara sobrenatural, né? Não, e um atleta sobrenatural. Hoje o cara era sobrenatural.
pela história que ele tem aqui com o Sírio, a história que ele jogou na Itália, a história dele na seleção brasileira. Na seleção brasileira.
E você falou que quando você... Não, mas só pra concluir, bola, só pra concluir, como é que foi lá a repercussão no dia, né? Porque tava até... Ah, é verdade, é. Todo mundo, velho, todo mundo... Tipo assim, até o pessoal que mais novo, assim, conhecia ele. Eu fiquei surpreso, velho, porque ser americano, né? Dos caras conheciam, porque normalmente eles conhecem a NBA, né? Só a NBA ali, Michael Jordan, os caras antigamente, era isso.
Só que todo mundo, velho, maior repercussão, todo mundo falando bem do Oscar, o quanto ele ajudou do basquete, aquele vídeo dele falando dele no... Quando ele recebeu coisa do Hall of Fame. De boiminha, né?
falando do porquê ele não foi para o NBA. Todo mundo viralizou os caras. Falou, caraca, o cara era doido mesmo. Ele falou, não, o NBA, porque você olha hoje em dia assim, né? Muito difícil alguém faria isso.
Muito difícil alguém faria isso. Acho que ninguém faria isso hoje em dia, irmão. Acho difícil, né? Porra... É. Eu vi o Steve Carey falando sobre ele na coletiva, no dia da morte do Oscar, né? O Oscar é brabo demais, tá louco. É, o Oscar realmente... E é um cara que abdicou da NBA, o Brooklyn Nets, parece que queria... Pra jogar na seleção, né?
Porque naquela época jogava na NBA e não podia jogar na seleção. Você virava profissional. E hoje isso acabou, né? Acabou. Hoje em dia você pode jogar pela NBA e seleção. Eu já tive a oportunidade de jogar campeonatos importantes pela seleção. Eu já joguei o Mundial pela seleção. Em 2023 joguei as Olimpíadas de Paris. Estava lá também.
Então, por representar a seleção, a gente sabe como é que é importante, né? Agora é outro basquete, né? Na FIBA, é outro basquete. É outro basquete, né? É pancadaria mesmo. Na FIBA, você pode agarrar, segurar na NBA, é mais de boa. Você tem que defender, os caras são muito rápidos, muito craques de bola, só que você não pode usar muitos braços para defender na FIBA, não. Você pode agarrar, empurrar. Dar rasteira. Dar rasteira, voadora, o que tiver que fazer.
Você pode fazer. E você sente um pouco a diferença, assim, cara. Quando eu vim pra cá, aí parece que a quadra tá fechada, assim, velho. Parece que tem 20 pessoas dentro da quadra. Porque lá na NBA você não pode ficar 3 segundos dentro do garrafão. Você tem que sair na defesa. Aqui não. Aqui você pode deixar um cara lá no meio do garrafão, plantado, tomando conta lá. E falar que ninguém entra aqui. Você entrar aqui vai tomar porrada.
Caralho, que loucura. Então a diferença é grande. E quando eu fui pras Olimpíadas, a gente chegou a jogar contra... Os caras chamavam os Vingadores, né? Porque no Mundial de 2023, os Estados Unidos não levou os melhores jogadores. E eles foram e perderam na semifinal pra Alemanha. E a Alemanha foi campeã mundial. Aí os caras ficaram, todo mundo zoando lá. Porque tipo assim, lá eles falam, né? Quem é campeão da NBA é campeão do mundo. E o pessoal fica meio bravo com isso, né? O resto do mundo.
Não, a Alemanha que foi Vocês não são não É, aí os caras colocaram isso Alemanha que é o campeão do mundo Ganhou o mundial Aí os caras ficaram meio bravos com isso Falaram, é, vou levar todo mundo Aí foi Kevin Durant LeBron James Stephen Curry Só os nomes de antigas Só os caras tipo assim Que vem desde as antigas Comandando a NBA
E cara, a gente pegou os caras Na... Quartas de final das Olimpíadas A gente tipo, pô, vamos classificar Vamos classificar e tal, a gente classificou Vamos esperar pra ver quem que a gente vai pegar Aí sai a notícia, vamos pegar os Estados Unidos
Puta merda. Aí a gente comemorando, né? Tava o time todo comemorando que a gente tinha classificado, né? Pra jogar, pô, quatro de finais. Fazia tempo que nem as quatro de finais. Aí lá, vamos pegar os Estados Unidos. A gente, pô, galera. Vai ser legal, né? Vai ser uma experiência da hora jogar contra os nossos vinhos. O importante é competir, né? E aí o pessoal perguntava na mídia pra gente. Olha lá, olha lá, olha lá. A jogada que você falou. Aí, ó. Aí, ó, vamos ver. Ó.
Caralho, outro, outro. Caralho. É mesmo futebol americano, não faz nada, velho. Pô, deu no olho. Uma puta puta, ele deu uma empurrada, mano. Volta aí, volta aí de novo. Que maravilhoso, cara. Mas nem parece um matando uma barata, né? Só sai daí. Aí depois eu fui bater uma bola na cara dele lá, ó. Caralho.
Se liga, Lebrão. Vai, Lebrão. Seu trouxa. Vai, Lebrão. Vai, vai. Ô, toma. Vai. Mas, puto, o cara te empurrou bonitamente ali. Foi, você viu, né? E forte. Pô, então tu virou o Santos lá. Pô, o pessoal da Vila Belmiro deve estar feliz. Ah, lá, lá. Seca a mãozinha no peito. Só dá um...
Nossa, velho Caralho Que pariu, bicho Absurdo, absurdo Absurdo, irmão Ele manda Não, manda, ele faz isso daí É capaz dele dar em falta Falar, ô Gui, tá flopando Você tá se jogando Isso é falta, né? Desculpa E até nesse lance aí O Draymond tentou passar a bola pra mim O Draymond Green Tentou passar a bola pra mim Aí depois ele falou, Gui Não adianta você flopar contra o LeBron Eles não vão marcar a falta Eu falei, flopar?
O cara falou, opa, é quando você finge, tá ligado? Você não finge. Eu falei, opa, o cara quase quebrou no meio. Cada uns três passos no ar, velho. Caralho, mano. Aí o que eu tava falando das Olimpíadas, né? Quando a gente classificou lá, a gente viu que ia pegar os Estados Unidos, aí o pessoal, né, chegava assim, o que vocês acham? Como é que vai ser o jogo contra os Estados Unidos? O pessoal da mídia, né? O que vocês acham que tem chance?
A gente falou, não. O jogo é jogado, os caras têm dois braços, duas pernas, todo mundo é igual a gente, a gente vai pra cima dos caras. Primeiro, quarto, os caras viram 20 pontos de diferença já. Caralho.
Aí eu falei, é isso aí, rapaz, vamos aproveitar. É muito absurdo. Vamos aproveitar, não tem o que fazer, os caras... Não tem, é. É diferente. Que história é essa do... Do Damon Green? É... Puta, essa é foda. Pediu pra você comprar uma vela.
pegadinha. Não, porque eu acho que ele tava meio quebrado e o cara já, ô, não vai comprar não, galera? Foi o seguinte, eu tava, tipo, acabado de assinar com os caras, meu contrato NB, uma das minhas primeiras viagens com ele, nem tinha recebido o primeiro pagamento ainda, né, do contrato da NB, então eu tava com o meu contrato antigo, pequenininho e tal. Pequenininho sem cortar cabelo, sem nada. É, ainda tava ali ainda.
aí eu cheguei a gente tava em Toronto aí o Draymond Green falou assim Gui como você é novato os novatos sempre fazem as coisas pros veteranos fala Gui eu preciso que você vai lá no spa do hotel e compre 4 velas pra mim
Aí eu falei, tá, beleza, vou chegar lá. Me dá o dinheiro. Não, eu nem falei nada. Eu falei, vou chegar lá, vou botar no quarto dele. Ele paga depois, quando ele sair. Aí eu cheguei lá, peguei as quatro velas. Falei com a mulher, não, pode botar no quarto e tal. Aí ela, não, a gente não aceita fazer isso aqui, tem que ser pagamento aqui mesmo. Ah, não pode pôr no quarto. Aí eu falei, ah, quanto é que deu? Aí ela, 500 dólares. Quanto? 500 dólares, quatro velas.
Velas de ouro? Velas de quê, caralho? Não sei, velho. O que tinha naquela vela ali? Que paraca, meu. 500 dólares. Aí eu falei, ah...
Pô, passa meu cartão aí, né? Ficou seis meses sem cortar o cabelo. De novo. Se fudeu. Perdeu 500 dólares. Ele não te pagou. Aí beleza. Aí eu cheguei, né? Isso a gente já tava indo pro avião que a gente ia viajar pra outro lugar. Aí eu cheguei, né? Com a sacolinha. Com a sacolinha. Entreguei a vela pra ele com a notinha de fora.
entreguei a sacolinha e falei, aí, Dremon, tá aqui a notinha, deu 500 dólares, tá? Aí ele falou, beleza, agatio, tipo assim, depois eu te pago, daqui a pouco eu te pago. Depois eu acerto. É, daqui a pouco eu acerto com você. Aí eu falei, cara, será que esse cara vai me pagar? Ele vai esquecer, mano, que 500 dólares pra ele é tipo 5 dólares. Sim, é. Ele vai esquecer, ele nem vai lembrar, ele nem vai lembrar, mano.
Aí eu sentado lá no meu... Eu não vou ficar cobrando o cara, cara. Como é que eu vou chegar? Falei, Derman, me paga aí. Não tem como, né? Falei, não tem como eu fazer isso. Aí ele tem um segurança dele. Aí eu cheguei no segurança dele e falei assim, o nome dele é Josh. Aí eu falei, Josh, será que ele vai lembrar de me pagar? Aí...
Aí o segurança ainda meteu o louco. Cara, ele sempre esquece. Manda mensagem. Manda mensagem. Me paga, filha da puta. Eu tô sem cortar o cabelo, caralho.
Pô, puta vela, cara do caralho. Vai se fuder. Quatro vela, mano. Porra, essa macumba tem que ser boa, caralho. Três conto de vela, meu. Pô, caro pra caralho. Essa vela tem que cheirar bem, hein, mano? Pô, tem que cheirar, porra, puta que... Tem que cheirar tchoca, porque, porra, vela, cara do caralho, mano.
Beleza, né? Mas e aí? Aí eu falei com ele, vou te mandar o contrato desse cara aqui, que é sempre o cara que arruma tudo pra ele. Manda mensagem pra ele pra lembrar ele. Eu falei, mano, se eu mandar mensagem e o cara ficar puto achando que ele não vai pagar, eu falei, vou deixar isso quieto. Vamos ver, tomara que ele me pague. E não conseguir dormir no voo, velho. Por causa de 500 dólares. Eu tava assim, mano, não dá pra... Que isso, mano, não.
Os caras... Ele vai me pagar, mano. Eu tô aqui juntando pra não cortar o cabelo. E já, pô, gastei 10 meses de corte de cabelo aí.
Você é louco, mano? Vai me fuder, caralho. Aí, beleza. Descemos do avião e nada dele me pagar. Aí eles estavam apostando lá. Eles ficam apostando, né? Jogando uns joguinhos de carta lá. E detalhe, eu fui na mesa entregar, meu irmão, os bolos, assim, de dinheiro dos caras apostando, assim. Só aqueles bolão de nota de 100 dólares. E eu olhando aqui, eu falei, rapaz, se eu pegar esse dinheiro e pular do avião, eu nem me machuco, velho. Nem nada, nada. Você precisa pra amortecer. Pra amortecer, eu nem me machuco.
E aí beleza, desci do avião, entrei no ônibus, aí daqui a pouco chega ele no ônibus. Aí ele passa reto de mim, eu falei, puta, esqueceu, velho. Esqueceu, já era, mano, acabou, deixa pra lá. Aí ele bota a mochila dele atrás, chega com um bolão de dinheiro assim, tipo, mais, sei lá, mais que o dobro. Taca assim pra mim o bolo assim, aí fala, obrigado pelas velas. Aí eu falei, ah, porra, se precisar pra fazer qualquer coisa aí, mano, no mercado.
Ele deu 1.500 dólares. 1.500 dólares. Aí, ó. Foi, eu acho, o maior tip de todos os tempos. Próximo carro que você comprar, eu compro, meu. Aí você me paga depois. Caralho, meu. Não, esse cara é assim, pô. Teve uma vez... Que legal, cara. Teve uma vez que ele mandou mensagem no grupo, assim, e falou, ah, um dos novatos, quem é que tá aí? Aí a gente respondeu já, né? Aí ele falou assim, não. Só que eu não tava nessa viagem.
Aí ele falou assim, não, é preciso que vocês vão lá comprar um iPhone pra mim e compro o que vocês quiserem lá na Apple pra você. Aí os caras falaram, ixi, comprou iPad, os caras comprou fone de ouvido, tudo com o cartão do cara. Puta, que legal. Mas, pô, isso aí é o da hora. Tipo assim, aqui no Brasil a gente faz isso, né, molecada e tal. Só que, meu irmão, você pega a água, pega as coisas e é isso, os caras. Mas quanto é um salário de um Damon Green?
Tem noção? Hoje em dia, acho que se você pesquisar, aí você acha, né? É porque lá é meio divulgado, né? Nos Estados Unidos, eles divulgam. Inclusive, o Curry tá reclamando. Eu li uma notícia aqui, você viu isso aí? Não, o quê? Do salário? Stephen Curry critica modelos de remuneração na NBA. Somos mal pagos. Quanto ele ganha? Com um salário de 321 milhões para a temporada. É, tá mal pago. É verdade. Tô com você, Curry.
reclama mesmo reclamou do entendimento previsto do coletivo do trabalho da liga quem ganhar bem sou eu mas agora eu te falar um negócio por exemplo o Steph, eu falo isso dele quando o cara chegou lá o Golden State devia valer 750 milhões hoje o Golden State vale mais de 11 milhões de dólares por causa do cara 11 bi 11 bi, é 11 bi
Tem que ser muito bem remunerado. Mas é por causa dele. Eu não falo de mim, não falo de mim. Mas olha só, vamos lá. Pode valorizar mais o cara de você também. Isso aí é valuation. Mas vamos por partes. Isso é valuation. Certo?
Se o time começar a perder, cai. Se o cara... Só vai valer quando o cara vender. Aí, beleza. Se o cara vender o proprietário, vender e fazer esse dinheiro... Isso, é. Fazer esse dinheiro, aí é. Beleza, né? Sim, sim. Aí ele tem razão. Agora, valuation é valuation. Também vale quanto? Vale o que eu quiser. Né? Pode ser. Né? Não tô errado? Não, é. É desse jeito e... Hã? E aí, tipo assim... Mas é, o foda é... Cara, eu tava falando também em onda. Eu até conto essa história. A...
Ele é o cara mais influente no basquete hoje, velho. Tipo assim, tem o Lebron, tem os caras mais... Ele é o cara mais influente. Ele mudou o basquete. O basquete você não chutava bola de três. Sim. Agora, hoje em dia, todo mundo arremessa quase mais... Tipo, todo mundo chuta mais bola de três do que de dois. Ele mudou. Numa partida. Ele mudou o basquete.
Mudou. E a gente tava em Minnesota, chegando em Minnesota, menos quase 30 graus. 27, 28 graus. Menos do lado de fora. Boa, duas, três horas da manhã, tinha 60, 70 pessoas na frente do hotel, esperando só pra ver o cara, velho. Puta, embaixo de um frio desse. Embaixo de um frio desse, só pra ver o cara passar, velho. Não tem como. É muito importante. É engraçado, a gente desce do ônibus, aí desce um, desce outro, desce eu e desce os caras, a torcida todo mundo caladinho. Quando desce ele...
Steph, Steph, assina aqui, pelo amor de Deus. Steph, Steph. Uma gritaria, mas aí passa todo mundo, eles nem veem, nem sabem quem é. Pô, eu queria muito conhecer o Steph Curry, tirar uma foto. Um dia eu vou... Vai lá em São Francisco. Vou lá colar a foto. Vou lá colar a foto. Vou entrar na banheira de gelo também. Isso, né? Porra, você sabe que meu filho, cara, pra você ver como é que os Estados Unidos é... Cara, não tem conversa.
Por isso que é um país que dá certo. Eu tava num jogo lá em Orlando contra o Golden State.
Do nada, velho, eu tava meio perto, assim, do banco, né? O varejão me viu. O varejão, nessa época, tava jogando no Golden, né? Aí o varejão... Qual é? No meio do jogo, cara, ali, daquele intervalo, eu tava ali, assim... Cumprimentou você. Ele me viu. Aí ele... Porra, que legal você tá aí, tava com o meu filho, ele sabia que o meu filho curti e tal. Cara, indo embora, assim, ele veio e falou... Porra, vou levar teu filho pra tirar uma foto. Caralho, que demais, velho. E o meu filho já tava...
Lógico. Lógico. Imagina, meu filho parecia todo vestido de Golden State, sabe aquela vibe e tal? Tava uniformizado. Pô, ele tava com 10 anos, meu moleque, na época. Imagina, moleque com 10 anos tá louco, né? Meu irmão, a pergunta é quem disse que passa?
Vem o cara da NBA, veio não sei o que Voltou, o varejão Veio, pediu pro cara, não, eu vou levar um menino Não deixa, né? Cadê? Se não tem a credencial, não passa É extremamente profissional, velho Meu irmão, veio o cara da NBA, vem o cara Não tem a credencial, não vai passar Não é bagunçada, velho O moleque foi embora, bota isso E eu tô com o carro, velho E o varejão achou que ia dar Não, e você não sabe, eu putasso com guarda, né, velho Tentando, pô, é uma criança Tentando, pô, é uma criança
Não, mas veja bem, o varejão voltou.
não deu, não adianta amigo, aqui não passa e eu acho que estamos certos, você não tem a credencial hoje em dia hoje em dia tem o family pass, que é o passe da família quando vai lá, por exemplo, tem uma sala e fica só os familiares dos jogadores uma sessão lá que fica só os familiares com esse family pass você consegue entrar lá na quadra onde a gente treina e você consegue ver os caras tudo mas, só pra concluir eu tô saindo com um carro, Gui que foi
Aquele estacionamento anexo, né? Que tem lá, né? Que é onde andar, né? Irmão, eu fiquei até mais tarde, né? Já tinha esvaziado bem. Que a gente ainda tava tentando. Sim, sim, sim. De alguma forma. Entrar. Tô indo embora, velho. Quando eu quebro a rua, assim, que eu saio do estacionamento, que eu paro, vai atravessar um pedestre, velho. Quem que era? O guarda, meu irmão. Com a roupa normal. É a vontade de dar uma...
Mas eu vou aparecer, eu vou realizar essa parada com o meu filho Vai, leva ele lá, pô, eu arrumo Eu pego um voo pra São Francisco Faço um bate e volta, vou lá Pra gente ver um jogo Tem uma experiência assim Faz um bate e volta Cara, pelo meu filho eu sou capaz de fazer qualquer coisa Faz um bate e volta, eu sei, cara Um bate e volta pra São Francisco Ué, ano que vem planejando Você fazendo direitinho Fica um tempo Só não pode estar machucado, filha da puta Fica um tempo
Fica uns 10 dias, caralho Só não pode machucar Não, 10 dias não dá, Bola Você conheceu Alcatraz? Conheci, caraca, é da hora Já fui lá na prisão de Alcatraz? Eu nunca fui também Eu não conheci São Francisco Eu passei em São Francisco Você entra lá
você vai com um fonezinho de ouvido igual vocês estão e vai com o radinho o radinho vai te guiando, não é uma pessoa aí eles botam os caras como se fossem os presos contando a história que legal bota os presos contando a história nessa cela aqui aconteceu isso e na sala de jantar acontecia isso é da hora os caras contam a história dos caras que fugiram até o filme eles botam lá um boneco de cera igualzinho os caras fizeram uma parada assim, é loucura é da hora né
Tem o Pier 39 lá também, que é onde fica as focas. Que as focas que fede pra caralho. É cheirão de peixe. Não, não. Foca é o bagulho mais fedor, né? O meu irmão. Ixi, lá em Santa Cruz, onde eu morava. Não é que tem aquela rua que é umas curvinhas assim? Tem, tem, é. Que desce, que é famosa também?
Lombard Street. É que é... Mas conta aí o... É, lá em Santa Cruz, onde eu morava, né? Quando eu jogava na segunda liga. Eu morava num apartamentozinho perto da praia que o time arrumava pra gente lá. E a gente escutava as focas, pô. A cor da gente... Gritaria do cara. Não, eu vou te falar. Eu, olha... Elefante fede, galinha fede. Pinguim fede. Pinguim fede. Agora, foca, meu irmão. É diferente. Nossa, meu irmão. Ai, que lindinha. Uuuuuh!
Nossa, folha! Bicho, como é que fede essa porra, velho? É impressionante, né? Tem pra caralho, velho. Tem muito, muito, muito. E elas ficam reunidas aí que morriam, velho. É o bicho mais fedido que eu já vi na vida, velho. Mas é engraçado, mano. As folhas são engraçadas.
Leão Marinho, é, essas porra aí, foca, Leão Marinho, fede horrores, velho. Fede longe. Que pariu, gente. Que cheiro ruim. Aí você dá uma olhadinha no pi, assim, ó. Eles estão deitados no sol. Ai, que bonitinho. Na hora que você chega perto. Nossa, que... Puta roda. Porra, na África do Sul, falei, meu Jesus amado, mas que porra é essa? É, velho. Pode botar 10 gente morta, é nada.
O bicho fede com força. Deixa eu te fazer uma pergunta. Como é que o Iago lá? Por onde anda o Iago? Porra, a gente achou que ele ia dar na NBA, né, cara? Você tá ligado no Iago? Não, tô. Porra, joga muito, né, cara? O Iago é bom, pô. Ele, tipo assim, foi muito desdenhado também pela altura dele, né? Ele tem um, acho que uns 75 de altura. Pô, até nem a não. Mas joga, hein, cara? Joga.
Ele é craque, velho. O moleque é bom de bola. Ele jogou a Summer League lá, aquela liga de verão. Eu fiquei vendo os jogos dele. Ele mandou bem nos jogos e tudo mais, mas hoje ele tá jogando na Europa, pô. Na Itália, né? Agora ele tá na Itália, tava na Sérvia, antes foi pra Itália agora. E, pô, na seleção é um... Tipo assim, quando chega lá, eu, ele, Bruno Caboclo, Didi, Jorginho, Lucas Dias. Caboclo joga muito, hein? Meu Jesus.
O Caboclo também é... Cara, bom, velho. E também jogou na NBA, né, mano? Muito tempo. Ele, cara...
Caboclo era um cara respeitado lá, pô. Hoje quem é o cara mais baixinho do NB, irmão? É um cara do Japão. Não sei o que, Nakamura, Kiyamoto, alguma coisa assim. É um sushi na quadra.
Ele deve ter uns 70 e pouco também, pô. Uns 70 e pouco, mas ele não joga tanto, não. Imagina ele marcando... O Lebrão, sabe? Pisa no cara. É muita diferença, né? Por isso que é difícil de jogar, porque os caras botam ele na defesa o tempo todo. Aí botam o cara... Nada, né? Ele bate a cara na piroca do Lebrão. Cara, não dá, meu.
Não tem condição do cara jogar. Mas assim, porra, o Iago, cara, eu achei que ele ia pra NBA, cara.
merecia muito, merecia muito ele faltou muito pouco, por muito pouco ele não foi muito pouco, é até mesmo os próprios americanos você falou no caso da altura, irmão eu acredito que sim, porque basquete ele tem mais que o suficiente pra jogar lá o cara é craque de bola assim mesmo só que, pô, lá na NBA os caras veem o cara abaixo, eles já desdenham já desdenham no cara, tipo assim, se o cara não tem altura eles preferem dar chance pra um cara que tem altura, que pode ser um pouco mais que o cara, do que dar chance pra um cara que tá jogando um cara, do que dar chance pra jogar
Acho que é um chinês que bate a cabeça na...
Que alto, pá, cara. Ele é francês. Francês. O Embaiana. Embaiana. Tudo esse mesmo. Os braços compridos. É, cara. Só girar, fama. Cara, tem uma foto minha jogando contra ele nas Olimpíadas. Juro que parece que eu sou uma criança do lado dele. É muito alto, cara. Ele arremessando assim, aí eu pulando, dando a vida pra pular. Eu tô aqui e ele tá aqui ainda com os braços dele gigantescos. É absurdo. E é legal que o Embaiana, ele tem uma técnica, né, velho? Tem. Ele, tipo assim, ele tem 2,27 de altura. Eu das que eu pariu.
E joga como se fosse um cara de 1,80 de altura. É, porque geralmente os altões são meio jejula, né? É, meio lentão assim. Não, ele não, velho. O cara faz tudo que... Tipo assim, dribla a bola, chuta a bola, mata a bola de longe, de perto, enterrada, tudo que você imaginar.
se manter saudável se manter o cara saudável você vai ver, esse maluco é dizem que eu acho que a turma não vai cuidar dele com certeza, mas é muito jogo esse que é o problema é que tem os caras que são altos e não tem técnica ele é um cara que sabe arremessar sabe marcar o cara é completo e com 2,20 imagina o bloqueio é engraçado e com 2,20
porque assim, os caras vão driblando a bola ele tá embaixo do aro os cara deixa ele perto do aro, só dele tá perto do aro os cara olha pra cesta e fala, sai fora sai driblando a bola pra fora, tá livre embaixo da cesta só que ele tá perto, ao invés de ir pra cesta os cara pega dribla a bola pra fora de novo e prefere chutar de longe de tão impactante que o maluco é é, ele é muito grande cara ele é muito
Ele é muito desproporcional, né, cara? Olha o tamanho, bola. Esse é o Kevin Durant. É o Kevin Durant. 2,13 de altura. 2,13 de altura. Caralho, velho. Parece um moleque, né? É. É magrinho. Olha a mão. A bola de salão. Parece a bola de tênis, né? Tá chegando a bola de gol. Olha isso, cara.
Que absurdo, bicho. Ele é muito alto. Quanto tem a rede de altura? 3,5. 3,5 tem o aro. O aro, bola. Caralho, velho. Tá que pariu, bicho. Ele salta aí uns 3,50. Ele tá quase passando na tabela a mão dele, velho. É, uns 3,60. O aquecimento dele teve esses dias um vídeo dele no aquecimento que ele pulou e encostou lá em cima na tabela. Olha ele perto dos caras. E aqui você fala, ah, esse cara tem uns 60, uns 70. Não, os caras tudo com 1,90. Dois metros.
É, dizem que é difícil marcar assim, dizem que não tem como marcar ele, você tem que ser pra ele errar Olha a mão dele no ombro do outro, olha o tamanho da mão Ele tá no ombro, escorado Ele tá escorando num cara de dois e alguma coisa Então, meu E é o apelido dele, mano, Ali É, cara, que porra
que louco e é um cara agora, vai sofrer com lesão ou é de boa? cara, ele é um cara extremamente é o que ele falou, se os caras não prepararam, não cuidaram dele mas ele é muito flexível e tal, ele faz um trabalho o Spurs, que é o time que ele joga faz um trabalho muito bom com ele, assim, porque ele consegue se manter em alto nível e ele é magrinho, né cara?
Magrinho, magrinho. Bem magrinho. É, mas é forte, velho. Você acha que o cara não é forte, mas ele dá umas trombadas em você e você fala, tá, porra. Esse bicho é forte. Agora, o Damon Green é o mais marginal de todos, né, velho? O Damon Green, cara. Ele é muito louco, né, velho? Meu primeiro jogo que eu tinha oportunidade de estar assim na NBA, né, eu não tinha entrado. Meu primeiro jogo, acabei de assinar, fui pro jogo. Mano, meu primeiro jogo, ele foi expulso dando um mata leão no Rudy Gobert, no meio do jogo.
no meio de uma briga ele é muito louco ele é muito louco ele sai o derrubado, mata leão no cara no meio do jogo eu falei, tá, pô, é os caras o Damon Green eu já vi muitos jogos do Golden e do Damon Green assim eu acho que a arbitragem, você tem que ver o que ele faz com a arbitragem já nem liga mais pra ele caga, ele grita na cara do Giz bota dedo na cara
O juiz já fala assim, mano, se eu fizer isso com o Damon Green, ele não joga mais. Porque... Vai entrar em quadra, né? Mano, ele é muito louco, velho. Eu acho que é o jogador mais, assim... Ele é engraçado. A gente ri no banco, velho, que às vezes ele vai e fala umas paradas assim pro juiz, que aí a gente olha um pouco...
Se eu falo isso, eu sou expulso. Que que ele tá fazendo? Tipo assim, tu é cego, maluco. Tipo, cara... E ele grita, né? Ele tem uma postura... Agressiva. O bichão fala, dá até medo, velho. O bichão fala assim com o juiz, você fica com medo. Você fala, eu não tô falando nada. Ele já te deu os porros, já, Gui? Já, já, mano. O que que ele falou pra você?
Cara, uma vez o cara foi fazer um bloqueio, pegou nas costas deles e eu deveria ter avisado. Fala assim, ó, bloqueio, bloqueio, bloqueio. Aí ele tomou uma pancada assim, aí ele virou pra mim assim. Me avisa, caralho. Não, aí ele falou, você sabe falar inglês? Do you know English? Do you know English? E eu nervoso, yes, yes, sim, sim. Aí ele, então fala, porra, fala comigo. Me avisa do bloqueio. Rapaz, eu falei, não, desculpa, no próximo, o cara foi fazer o bloqueio. Qualquer coisa. Ah!
Ah, bloqueio! Tua mãe tá aqui em bancadas, avisa tudo pro cara. É, mano, ele é muito ignorante. Caralho! É, ele encara todos os jogos. Todo jogo é isso. E o Cair só calma, irmão. Sai daí, cara. Vem cá, vem cá, calma.
Mano, todo jogo Se achar o matalhão dele aí, acha esse matalhão dele aí Pelo amor de Deus Olha quem tá com o juiz Não, ele não tem... Ele é um maluco, cara É um vídeo, deve ter vários vídeos aí Começou com o Clay Thompson, o Clay Thompson arrumou confusão Com o cara lá Aí chegou esse Rudy Gobert pra separar No que chegou, o Draymond grudou no pescoço dele Já levou ele pra fora da quadra E eu olhando na beirada da quadra assim, tá porra
Mas ele é bom, ele é só brigando. Joga muito. Joga pra caramba. Inteligente, velho. Marca muito. Marca pra caramba. Um dos melhores marcadores da NBA. E é veterano já, não é mais menino. Mesma idade, tem 37, 37 anos. É, o Damon Green é o... Ele é, eu acho que é o principal... Assim, ele e o Curry, cara, é a alma do Golden, né, cara? Hoje é. A mãozinha do Curry. Na história, né, meu? A mãozinha. Na história dele. Isso é maravilhoso a mãozinha do Curry dando uma afastada nele. Eu tenho certeza. Só o amigão vai pro...
Ele não sai do Golden, cara, eu acho. Ele não tem como. É tipo um cara muito ídolo, né? O cara ganhou quatro títulos lá, né? Ele e o Stephen junto, o Clay Thompson tava junto também, que é um cara que é muito ídolo lá também. São caras que eu acho que... Principalmente o Dremel e o Stephen que estão no time... Ele vai ter camisa na quadra, certeza. Os três, né? O que é?
não, porque lá, como é que é a guia? é como você aposa, tipo assim são os cantos, os caras fazem uma história muito grande pelo clube que eles jogaram eles aposentam a camisa do cara, por exemplo o número 23, ninguém nunca mais pode usar o 30, ninguém mais vai poder usar e vai pro teto do ginásio fica lá pendurado no teto do ginásio, aí ele Clay Thompson, Stephen Curry eu tenho que comer muito arroz e feijão ainda lá você quer uns 4 títulos, aí assim vamos ver, bola
Top 5 das loucuras dele Ele é louco Ele deu embalo no cara
Ele pisou no cara. Não, ele é muito louco. Ele é muito louco. Ele é muito louco. É o cara mais louco do NBA. Ele faz umas puta barbaridades, ó. Olha o que ele vai fazer. Ele tá correndo, ó. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.
Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia. Ele joga futebol americano. Não, mano, ele é muito louco. Ele deu um soco na cara do outro. Não, ele é muito maluco. Ah, ele briga. Isso aí é quando fala pra rever, julgando isso, tá ligado? Ele é muito louco, velho.
Eu lembro, eu tava assistindo esse jogo e eu não tava no time ainda não. Ele é um personagem, né, cara? Ele é meca-torcida, cara. Não, ele é muito raçudo, velho. Ele é a alma do Golden, cara. Mas é maluco, né? Esse dia aí, ó, meu primeiro jogo.
E já começou a porra a daria. Ele já deu um mata-leão no cara. Dá uma ligada. E puxando o cara pelo pescoço, mano. E os negros separando. Cara, que tira ignorante. Não, o Damon Green... Se ele parar, ele pode ir pra MMA, velho. Essa é a ideia bem, né? O Damon Green não tem... Eu achei que ele ia embalar no cara. Ele pisou no cara. Imagina eu vendo isso, velho. Puta que pariu.
Primeiro jogo, o cara grudou e foi na frente do nosso banco, e todo mundo olhando, olhando pro outro, falando, tá, porra, ele não vai largar não, ele não vai largar não, vai apagar. E todo jogo ele arruma uma treta, velho. Cara, ele é muito competitivo. Ele é muito competitivo, velho.
Então ele quer ganhar, mano, a todo custo É impressionante Se a gente tá com a gente, ele cobra muito a gente Como jogadores, né, dentro da quadra Vamos, porra, não sei o que, vocês tão dormindo, cara Acorda, a gente A gente, tipo, ele sabe como é o caminho Foram quatro vezes campeão, pô, então ele sabe o caminho
pra ganhar. Então ele cobra a gente, a molecada que tá chegando agora, pra trazer essa mesma coisa que eles tinham desde 2015. O espírito, né? O espírito de ganhar. Então, pô, seja com o juiz, seja com a gente, seja com o técnico, com quem for, ele vai falar e vai tentar trazer o máximo de todo mundo, o cara é foda. Eu tenho uma curiosidade, Gui, é...
Aí eu descobri o salário do Damon Green aqui, ó. 25, obrigado. Obrigado, Sami. 25 milhões de dólares por ano. Bobagem. Então a vela...
1.500 conto pra ele, irmão. 25 milhões de dólares por ano. Tá bom. Como é que é a logística? Por exemplo, todos vocês são muito grandes. O Golden tem um avião próprio, vocês usam linha aérea. Como é que funciona a logística da EV? Vai de busão. O Warriors tem uma parceria com a United, que é uma marca de...
de uma companhia aérea, isso que eles cedem o avião pra gente aí o avião, pô, é tudo assento de primeira classe, todos os assentos são primeira classe, tem mesa no meio do avião tem espaço, assim, então é extremamente confortável, como a gente viaja muito é necessário é, vocês cruzam
Cruzou 6, 7 horas de voo, né, velho? Não tem como a gente ficar passando por raio-x, ir pra lá, ir pra cá. Isso não, é direto. A gente chega, para num aeroporto normal mesmo, só que a gente entra pra uma outra entrada, os caras vão ver o seu nome, tá cheque no seu nome, você entra no avião, o Dabas, a gente traz os perfumes pra nós, irmão, porra.
não tem ninguém ver bosta nenhuma, né, cara? não, mas isso é dentro dos Estados Unidos é dentro dos Estados Unidos vocês tem um hangar diferente tem, tem, tem tem um lugar diferente não tem como andar no aeroporto 50 negros de um 2 metros passando e os caras tudo na NBA o outro bravo socando a turma no aeroporto imagina o Lebron James no aeroporto fazendo um check-in imagina o bravo
O Damon Green. Pô, cara, dando tapa na turma. Caralho, não dá, né? Mas o... Então existe toda uma logística. Tem toda uma logística. Eu já fiquei falando o Damon Green pra caralho. Não, é, o Damon Green é muito louco. Eu comprei a camiseta dele e o caralho. Ele deu um puta matado. Pode botar. Ele pisou no cara. Não, ele é... Não, mas isso ainda é nada. Ele tem mais de...
500 cenas dessa aí, no mínimo. Ele é maluco. Se achar mais dele aí, pode botar. Que cara maravilhoso. O bola pirar. Puta merda. Bola, ele fala com o juiz... Eu gosto desse estigo ignorante. Não, mas ele é muito ignorante. Às vezes tem um lance besta. Você sabe? O juiz ama... Já vai cadendo na cara. Não, ele grita na cara do juiz. Eu falo, mas o juiz não expulsa esse cara. Tá.
Ele é muito assim, né? Ele é muito... Que maravilhoso. Quer dizer então que a logística... A logística... Tem um avião especial. Tem um avião especial pra gente, um assento grande pra todo mundo. Aí chega, já vai direto pro hotel, os quartos, absurdo, velho.
primeira vez que eu entrei num quarto assim de hotel do NBA que é isso o hotel já é meio pré-determinado já, já, todo mundo fica sempre exatamente, imagina em Bahama uma cama pra em Bahama o cara dorme lá no ortobon você vai dormir lá no ortobon o cara pega cinco gols o cara dorme com o joelho com o pé no chão ele dorme
E, cara, quando a gente vai viajar, os caras montam uma cozinha dentro da sala do aeroporto pra fazer café da manhã pra gente. Cara, é uma estrutura. Meu pai e minha mãe, eu já mostrei pra eles várias vezes. Que foda, meu. É uma estrutura, velho. Já pega o carona ou não pode pegar carona? Pode, familiar. Pode pegar carona? Tem uma nuiva, já. Acho que eles nunca viajaram.
Isso, mas aí a minha noiva já viajou junto comigo dentro do avião. Ah, que loucura. Eu não sabia disso, não, velho. Pô, deve gastar uma grana brava, então. E americana ou brasileira, tua noiva? É brasileira, é brasileira. Eu sou... E ela tá indo pra lá? Como é que tá? Ela joga vôlei de praia no Havaí. Ah, que legal. Ela joga vôlei também. Que merda, hein?
porra no Havaí eu tô com um projetinho aí de fazer uns menino bons viu, pro basquete vou lançar uns 4, 5 aí e renovar essa safra do basquete já que o pai parou, caralho pô, mas ela é autona também ela tem 1,85 de altura forte, pula pra caralho e... é, eu falei não, é essa daí já vi, eu falei é essa daí, ó começa agora, irmão tem pedigree, tem pedigree, né
É, a autora da sua mãe, a sua mãe aí, ó. Ela é um pouco mais alta que minha mãe ainda, né, mãe? Um pouco mais alta que minha mãe. Que legal. E ela joga a liga lá no Havaí. Joga a liga da NCAA, né, no college, lá no Havaí. Ah, college? Aí tá terminando agora. Isso, tá terminando agora de jogar, vai se formar.
Oi? Ah, ela foi eleita All 4 Team, que é tipo assim o primeiro melhor time dos Estados Unidos de vôlei de praia e ela tava lá. Mas ela é brasileira ou é americana? Não, ela é brasileira, brasileira. Crescida em Curitiba. Mas não tem cidadania, nada. Ah, então ela é brasileira. É brasileira, brasileira.
Aí quando acabar... Mas se destacar no esporte já vai conseguir, né? Ajuda, né? E pelo fato da gente estar junto e tudo que eu tô fazendo lá nos Estados Unidos. Você também, é verdade. Então ajuda bastante. A gente vai casar já já. Quando casar... Que legal, velho. Aplica pro visto e tudo mais. Aí dá pra ter o green card, essas paradas lá. Porra.
É, porque... Eu fiquei assim porque ela pode ser uma atleta olímpica pra gente, né, velho? Vôlei de areia, né? Vôlei de praia. Ela é boa, pode ser, né? Qual o nome dela? Júlia. Júlia Laurens. Júlia Laurens. Vamos ficar de olho. Fiquem de olho, exatamente. Eu sempre acompanho. Quando dá um vôleizinho de areia, eu gosto. É massa, é um esporte da hora. Quando eu vou pra lá, né? Quando eu não tô em São Francisco, aí tem uma pausa do altar break.
Você consegue ir pra Havaí? Aí eu vou pra Havaí. Fico lá na Havaí junto com ela. Vivendo a vida ruim lá, né, bola? Que bosta.
E ligeiramente perto de São Francisco, né? Seis horas, é a cidade mais próxima do Havaí de São Francisco. Seis horinhas de voo ainda, mas mesmo assim é a cidade mais próxima, mas no meio do nada. Perto não é muito perto. Não é muito perto não, mas é mais perto. Mas Havaí é muito legal. E ela pretende...
E vai morar comigo, ano que vem. Ela vai pra São Francisco. Vai pra São Francisco. E ela vai arrumar um lugar pra jogar lá? Então, a gente ainda tá decidindo isso, né? Ela tá decidindo isso. Ela não sai, ela teve muitas lesões, porque atrapalhou muito ela. É a lesão que ela ficou nove meses fora e voltou. Caramba. Machucou de novo a mesma lesão. Aí voltou, machucou de novo. E não colocou que a lesão pé? Não, o joelho. E joelho, né?
Mesmo que os caras lá tiveram. Mesmo na areia, cara? Mesmo na areia. Machuca o joelho. É muito instável, né, pô? É. É muito instável. Torce, né? Torce. E ela jogava quadra também. A primeira vez que ela machucou foi na quadra.
Aí ela se recuperou, foi para areia, machucou de novo na areia. E aí tava se recuperando. É muito nova, velho. A areia machuca muito o pé, cara. Meu pé, eu, por exemplo, se eu for jogar vôlei de areia... Você curte o vôleizinho, né? Já vi um vídeo de você jogando. Eu jogo, eu tô, eu tô. Vai ter jogo quinta-feira, bola. Eu ia treinar ontem.
Contra o Sírio. Bora. 50 a mais, meu irmão. Você acha que eu tô de bobeira? Nem aí não, maluco. Vambora. Da hora, da hora. É, eu gosto. Tem que ser ativo, né, mano? Não, cara, jogar é... A competitividade, né, velho? Meu Deus, aquele friozinho na barriga, aquela...
Porra, não tem idade pra sentir isso. É um sentimento diferente, né? Porque o vôlei tem umas encaradas diferentes. A galera fala, ah, vôlei, isso aqui não, vôlei é legal, cara. Porque você... É... Você olha pelo cara pela rede, assim, sabe qual é? E tu tem que ir lá, enfiar a bola, dar-lhe uma porrada do outro lado. É legal, é vôlei legal. Eu acompanho também, principalmente em casa da Ju. Vôlei é gostoso. Mas agora pra mim, vôlei de praia é muito da hora, velho.
É muito difícil. Nossa, é... Condicionamento. Eu machuco o meu pé, fui jogar domingo... Você falou, né? Uma peladinha.
Os dois dedinhos do pé, cara. Deu a... Tá inchado aqui. É porque o trabalho é muito experiente, né, velho? Não tá entendendo o plano, né? Você pisa e vira aquele puta pé de gargula, né? Aí tu fica fazendo isso aqui. Pé de caú. Deu uma estirada nesses dois tendões aqui do dedinho do pé, velho. Eu tô mancando, tô andando igual o Roberto Carlos fazendo especial. Só falta mexer o ombro. Mas tem que se preparar pra manhã, então, cara.
Então, eu tô com gelo, acordei hoje, meia hora de gelo. Comprei, ganhei dovo da Aline.
Eu não conhecia. Chama calcanhar de velho, é isso? Não, canela de velho. Canela de velho. O que é isso? Ganhei. Pomada? É, canela de velho. O vô bonitinho comprou pra mim, eu machuquei ele. Aí você passa. É um negócio verde, assim, eu chamo canela de velho.
Eu tô usando canela de velho. Que maravilhoso. Pra passar no pé, pra jogar quinta-feira, mano. Bora. É isso, é isso. Bora, é desse jeito. É desse jeito, né, velho? E, cara, o sentimento que você tá dentro da quadra ali é massa, né, velho? Pô, quando eu entro lá, você vê, mano, 30 mil pessoas, você vai vir, tinha poucos mil pessoas. Mano, você tá no MBA, caralho. Porra, é muito foda. É um sentimento, velho, que você olha. E o engraçado, quando você tá na quadra, você nem lembra que tem tudo isso assistindo, velho.
Você nem lembra. Quando você faz uma bola da hora que a torcida vem juntar e você lembra. E qualquer jogo é cheio, né, irmão? É impressionante. Lá em São Francisco, no Warriors, eles até fizeram um especial essa temporada. Foram 606 jogos seguidos, vendendo todos os ingressos. Sold out. Caralho.
Eu fui ver jogo lá em Orlando, falei pra ele. Porque é uma festa muito legal. É um show, né? Mas não se compara a São Francisco não, bora. Não, não, eu tô dizendo, eu não vi. Porque eles fizeram uma arena nova, né? Era em Auckland, depois foi pra São Francisco. Eu falei pra você, eu fui com uma roupa, eu saí com camiseta, boné, torcendo pra cá, e o time tomando um puta couro.
Mas a gente torcendo pro Orlando pra caralho. Não sabia nem o que tava acontecendo. Mas o Orlando é o último jogo. Então, uma puta, mas você torce. Ganhou já o Orlando? O último título do Orlando foi na época do Shaquille O'Neal. Contra o Mogi.
É, só conferência. Acho que eles não chegaram a ser campeão da NBA. Mas é uma festa muito legal. Nunca foi campeão da NBA em Orlando? Nem com o Shaquille? Não. É mesmo? É uma festa muito legal. Que pobreza. Você vai comprar comida, você come uns putanachos, aí você sente.
É uma delícia. Não, eu gosto das bazuca de camiseta. Não, bazuca. É uma puta música. É muito legal. Aí entra as mulheres, não sei lá, não sei lá. As cheerleaders. As cheerleaders, é. Esquadra, os placar. Aquilo é muito legal. E o barulho, né? É muito legal. Pô, é muito top. É uma festa. Os caras sabem engajar a torcida, né? Por isso que ele é, então. E aí, fez. Por mais bosta que o time tá, o negócio tá cheio. Tá cheio. O DJ, ele...
Ele... Anima. É. E muita gente não vai lá. Às vezes o cara nem acompanha o basquete. Igual você foi lá. Você nem acompanha o basquete.
mas depois que você vai, você fala, cara, que da hora. É muito legal, cara. Eu queria uma camisa, você consegue descolar uma do pedido que eu achei bonita? Do Bravo? Não, eu vi. Eu quero uma do Bravo, arruma pra mim. Do Bravo? Do tio que bate no juiz e o caralho. Não, eu tô, eu vi a camisa puta, o jogo domingo o Barba, do Cleveland, que camisa bonita, esse ser grandão. Ah, do Cleveland, né? Porra, do Barba. Tu consegue pra papai?
Tenta pra papai, vai. O varejão tá lá, né? O varejão deve conseguir lá. Pô, a do Harden. Não precisa ser a do Harden dele, mas... Sim, sim. Essas que eles jogaram domingo, cara. É, com seisão grande, né? Porra! Hã?
Não, mas essa agora que eu vi o jogo, se tiver aí, bota Harden-Cleveland. O jogo de domingo, a camisa, a bola. É que eu gosto do Cleveland, né? Nada contra o Golden. Mas apoiou bastante pros caras, né, Cleveland? É, eu lembro. Mas também ganhou um título na cara de vocês também. Ganhou 3x1. O maior virado da história, né? Essa foi a maior virada. Tava 3x1 pro Golden.
Quem ganha 4 primeiro. Ficou 4 a 3 pros caras que estão fazendo 3x. Ah, eu lembro. Pô, esse dia meu filho chorava e eu ria da cara dele. Meu filho é Golden State Mania e eu sou Cleveland, né? Aquelas finais eram... Como foi a jogada daquele maluco, velho? Aquele lance é o mais maravilhoso da NBA. Hã? Essa aí?
Não, não, é a azul. É uma preta que tem um cizão. É uma preta com cizão. O tio tá lá ele, a camãozinha lá ele. É a mãozinha pra fazer a... É, ele tá ali testando a... A munheca pra fazer o movimento. É essa aí, olha. É bonita mesmo. Porra. Essa camisa é bonita demais. Puta merda.
Olha essa camisa, velho. Bonita mesmo. Esse joga, hein, velho. Puxa é bom, velho. Nossa, se você vai marcar, ele é difícil de marcar demais. Você não sabe o que vai fazer. Tem que deixar a barba crescer quando ele se tira, cara. Tem barba não. Você fica nervoso. Só essas penugem, velho, aqui na cara. O James Harden é o jogador, pelo menos assim, pelo que eu acompanho, mais despretensioso da NBA. Ele tá em quadra, ele parece um cara que não tá nem aí.
Tá cagando. É, tipo, ele joga relaxado, ele é um cara meio que não tem estilo de um jogador normal. Sim. Ele não tem a mesma movimentação. Ele é um cara descompromissado. E chega e joga pro garoto. Parece que ele tá morto ali na quadra, você não dá nada pra ele. Você é um puta migué. Mas é o jeito que ele tem. Mas tá ligado em tudo. Aí do nada ele... Catibeiro. Adora arrumar aquela faltinha de três ali, né? De se jogar em cima do cara.
Do cara. Ele vai pro lance livre, é. Eu adorava quando ele jogava no Houston, cara. Ó, o que que é isso aí?
Traz aí. A barba dele? Aí, ó. Traz aí. É o da torcida, é isso? Ah, que você põe na cara. É, tipo a galera... Ah, pronto. Como tinha o varejão as perucas, né? Exatamente. E, ó. Que fodido. A galera usa...
Muito legal, velho. Eu sou muito fã do Harding, cara. Puta, muito legal. Eu sou fã do tio que pisa nos outros. O Damon... Tem mais lança do Damon Green aí, Zaque? Bota aí, bota aí, pro Bola V, pro Bola Rir, vai. Maravilhoso, bicho. Olha o Damon Green, o que é louco. Puta cara brava, o bicho. Cadê? Bota aí, bota aí. Olha só. Dá uma ligada. Compilação. Fight compilation. É, o cara é maluco. Dá uma ligada. É, ele é maluco, cara. Ó. Ó. Cadê um soco na cara? Caralho, velho. Ele é louco, cara.
Puta, eu sou muito fã dele, bicho Olha E o Miguel? Ele pisou no cara Vai vendo, vai vendo Deu caralho, mano Chutou o saco É, ele é maluco Dá na cara do cara, velho E puxa pela cara Esse tipo Você tem que jogar assim, puta que caralho, velho
Olha que ele é bravo. Ele é louco, velho. E soco na cara e o cara não tá nem aí, meu. Ele é muito louco. E cotovelada. Olha, não lembrou como é que ele vai. Não lembrou como é que ele vai. Olha, olha. Ele dá mesmo, não tá nem aí. Ele é louco, velho. Que tio fodido. Arranca a camisa. Fight compilation.
ó, ele dando de traseira o chute, ele é muito louco cara maravilhoso ele foi pra caralho porra, puta merda pisou no outro, ele é tipo ele é o rei né cara o Draymond Green? ele é o rei do Golden assim, o rei né, ele e o Stephen mano, são os maiores da história assim né, ele e o Stephen bota o Clay junto nessa prateleira e são os maiores da história do Golden, agora você já criou a intimidade dos caras do tipo mandar Mary Chris, meu caralho ou não?
Já, já. Hoje é mais tranquilo, né? A gente, pô, lá, como a gente convive mais entre a gente do que com a própria família, hoje é mais de boa. Você voltou com uma animada feliz natal pra você e o caralho? Quando eu pedi minha noiva em casamento, mandou mensagem pra mim. Parabéns e tal.
Os caras são parceiros hoje Eu duvido mandar uma mensagem Tanto de jogo que tem, se vem pra caralho Eu quero que você faça uma coisa Quando você for casar, você chega, manda assim pro Damon Green Fala assim, aí irmão, quero ver o presente De casamento que você vai me dar, maluco Não vem com vela não, que enfia a vela no cu Eu quero ver Não vem me dar vela, seu filho da puta O presente que você vai me dar Um molequezinho, uma coisa diferente É, lógico, caralho, pô
E os caras são muito ostentação? Uma escaleide. Muita ostentação. Os caras... É. É muito. Lá é brabo, né? Na NG. Lá eles gostam disso aí, né? Do quê? Do ouro, cordão. Os caras gostam bastante, velho. Lá, vixi, pô. Você vai ver os caras sondando. Teve um dia, eu tava até falando com a minha mãe. Tinha um cara que tava com o Rolex lá, velho. O Rolex, sei lá, era 160 mil dólares. Mano, o Rolex em cima do negocinho aqui, assim, ó. Jogado. Jogado.
Ah, eu fiquei olhando aquilo ali e falei, rapaz... Vou dar um... Onde que é meu contrato mesmo? Deixa eu fazer as contas...
Ô, tô vendo que você tá usando o Oura, cara. Oura, é. Eu uso. Mas eles estão monitorando você? É, eu uso isso daqui. Agora, como eu tô aqui, eles sempre acompanham. Tipo assim, o negócio de recuperação, como é que meu treino, tipo assim, tá indo e tudo mais. Eu uso bastante, velho. Ah, então eles estão te monitorando. Dizem que isso aqui, bola, esse anel, eu uso isso aqui também. Aham. Esse anel, agora os atletas olímpicos dos Estados Unidos serão monitorados. É, os caras... Que legal, velho.
sono, os caras medem tudo aqui. Qual é a tua nota do sono de hoje? Quero ver se você tiver nota boa. Cara, eu esqueci de botar pra dormir hoje. Puta merda. Me esqueci de botar pra dormir. Na verdade, eu tinha esquecido ele em algum lugar. Cheguei no hotel ontem lá no hotel, procurando e falei, caraca, ferrou, mano, eu perdi. Aí o Sam chegou hoje com ele, aí Gui, você esqueceu isso aqui ontem? Eu tirei 82.
Tá bom, 82 é uma recuperação boa. Acima de 90 que é o ideal que eles falam. É, acima de 90. Mas onde você vai tirar? Como é que você vai tirar 90? Eu tirei 90? Deixa eu ver, eu tinha uma vez que eu tirei 90.
Foi na sexta-feira. Mas eu sou bravo. É um feriado, ó. Aí, bola. O feriado eu mandei um 92. Dormiu gostosinho. É um feriado, né? Mas se liga nessa aqui, ó. Quarta-feira. Que noite boa. Razoável. 69, ó. Uma noite de 69, hein, Gui? 82, 70, a minha média. Cadê a tua média aí? Você tem a média de sono? Eu vi aqui.
É bom saber. Isso aqui é legal, cara. É bom você ter isso aí. Eu tenho um anel, mas não é esse. Eu tenho outro. Não, mas é bom você ter o ouro aqui, cara. O anel de couro. Eu não tô... Não sei como é que vai. Ah, eu fiquei só esperando o que ele ia falar, velho. O anelzinho. É, não sei como é que tá...
Mas agora o relógio também, né? Essa aqui é legal. Ontem foi 77, antes de ontem, na verdade. Quantas horas de sono aí? É... 77. Calma aí. Porque é difícil dormir bem, né, cara? Pô, foram... 7 horas e meia de sono. Porra, bom! É, não dá. Mas o profundo é que conta, né? É. E você tá com quanto de dívida de sono? Tá ligado? Porque eu tô de dívida de sono. Ah, Maria, 5 horas. Aí, bola, dívida de sono. Aí, ó.
5 horas e 50. De dívida de sono. Elevado. É, então. Regularidade de sono bom. Cara, o meu tá de boa. Eu tô sem... Sem dívida? Sem dívida. É. Tá com aquele aqui nesse lugarzinho. É legal. Isso aqui é... É legal, dá pra você controlar bem. É, cara, porque quem dorme bem vive mais. E agora você é atleta, né? Agora você é atleta, você tem que controlar o sono, tem que controlar a vida saudável.
Não, mas tem que controlar porque é da idade, meu irmão. É, né? A gente dorme mal a vida inteira. Agora dizem que os médicos, meu médico, meu querido doutor Eron, fala, meu irmão, quer viver bem, quer durar, dorme bem. Dorma bem. Minha namorada também pega no meu pé. Eu graças a Deus eu durmo bem, cara. Na época do pânico, nada, né? Puta merda. Eu sempre fui um cara de dormir pouco. É, né? Assim, por dormir, é porque assim, meu sono profundo é muito bom. Eu durmo, se eu dormir, sei lá, seis horas,
Quase 3 horas e mais da metade é sono profundo É tipo Eu durmo 8 ou 9 horas e meu sono profundo é 1 hora Não, meu sono profundo é maravilhoso Eu não consigo de jeito nenhum dormir muito de sono profundo Eu não tenho problema Eu tenho sono profundo bom O REM e o O outro sono mais profundo é bom Aí eu durmo 5 horas Pra mim 6 horas tá bom, não é o ideal Tem que dormir mais Mas acordo despertando
Bom, vamos agradecer a nossa querida Philips. Sempre. Por mais esse episódio. Estou aí, Philips. Gui Santos está na área. Gui Santos na nossa Ambilight TV e os Jogos da NBA. Está na reta final aí. Assista o tio bater em todo mundo na quadra. Assista o Golden State Warriors, meu amigo. Não está nos playoffs, por isso que o Gui está aqui. Só em outubro. Já copa para a Copa, já aproveita e já...
Vai ter seleção aí nesse meio do caminho ou não? Em julho tem seleção. O que tem? Vai ser uma classificatória para a Copa do Mundo, mas a gente já está praticamente classificado já. Em agosto tem outra dessa classificatória também. Quando é que vai ser a Copa do Mundo? Quando vai ser? Daqui em 2027. 2027? Não sei exatamente a data, mas é... A FIBA, aquela... Isso. Mundial, mundial de seleções. É facinho de jogar.
pegar só os caras lá é complicado tem que levar o bravo naturalizar ele brasileiro imagina eu te dou um soco é completo mas você viu ele é muito louco mas todo jogo ele já arruma um negócio mata leão e soco na cara e se ele tá perdendo aí mesmo que ele apela ele é competitivo tá perdendo o irmão se alguém dá uma jogada em cima dele ele já dá um murro na cara ele é meio ó E aí
meio argentino, assim, sabe? Sem a perna. O cara passa, ele dá aquela esticada. Sem miguezinho. A galera já até acostumou já com ele, já nem liga mais. É, né? Bom, agradecendo a nossa mesmo querido Felipe Verdade. Obrigado, Felipe. O pessoal divide, ó. Ó. Quer dizer que eu vou ganhar uma caixinha de som dessa? Já levou, irmão. Já levou. Julinha, levou o fone e a caixinha. Netinha, netinha, agiliza aqui, ó.
pega o endereço do menino. Agiliza. Aí você vai levar, você vai amar isso aqui, cara. Tem um grave maravilhoso. Essa caixa sensacional. Você levar lá pro vestiário do Golden. É, chegar com ela lá. Puta merda. Tem um funkzão brasileiro lá. Não, não avacalha, né?
Eles gostam? Eles pedem músicas? Ou adoram? Nada, velho, os caras é muito Americano, só aqueles rap americanos Deles lá mesmo, eu, quando eu vim pra cá Não escuto não, porque é o dia todinho Escutando os rap lá, não dá nem pra entender o que os caras falam Mas tu não levou nada daqui pra lá? Não, eu escuto e tal, mas não adianta Os caras não curtem não, tá ligado? Os caras, a música deles lá Mas nem eu curto os funk daqui Não, é qualquer coisa, o pagode, qualquer coisa Os caras são mais americanizados mesmo As músicas rapizão Rap o dia inteiro É isso aí É isso aí
Philips, obrigado, QR Code na tela, conheça a Boom Beat da Philips, é uma caixa espetacular, 15 horas de bateria, serve de powerbank, você pode fazer karaokê, pluga o microfone aqui e brinca de karaokê é outro nível, é outro padrão, e é meio resistente a água viu bola?
bem resistente a água essa caixa é espetacular melhor custo benefício, quer comprar a sua QR Code na tela, eles vão indicar um lugar bacana pra você comprar, pra um preço bacana esse lançamento da Philips que é a Boom Beat, vamos nessa? Gui, boa sorte meu velho
Pô, obrigado. Boa sorte, gente. É o último, velho. É nóis, porque é isso. Boa sorte, gente. Torce muito por você. Meu filho mandou um abraço. É teu fã. Teu fã desde a época que você nem tava na NBA. Eu lembro, lembro. Ele foi lá na minha primeira vez que eu fui fazer esse negócio de assinatura lá. Ele tava lá, pô. Tem que assinar a minha bola, hein? Agora? Não. Lá ele, bora. Lá ele, é. Lá ele. Lá ele. Lá ele. Tem caneta aí. Tem caneta aí, sabe?
Eu tenho, eu tenho. Eu tenho. Eu tenho todo mundo. Não, vai assinar no programa, ó. Ó quem assinou.
Bixi Maria. Oscar, a Hortência. Ó, quem assinou. Rapaz. Quem mais aqui? Varejão. Varejão. E agora Gui Santos. Agora Gui Santos. Que moral, hein? Ô, bola, você fica com inveja. Você não deixa a tua aqui, caralho? Tem aí na minha bolsa. Tem que deixar a tua aqui, pô. Pô, descola uma bola. Essa bola foi a primeira que o Oscar me deu. Nós deixamos aqui. É. Vixe, essa daí é muito grande. Tem uma... Essa aqui, ó. A tua você levou pra casa, né? Você deixou lá? Deixa aí, Gui.
Por favor, Gui. Essa bola no Mercado Livre, quanto já vale? Porra. Mais umas duas assinaturas, vou botar pra vender. Quando tiver o espólio da empresa. Porra, mano. O espólio, hein, Bola? Já vale uma grana. Puta merda, a bola tem Oscar, Hortência, Varejão. Marcel. Marcel. Marcel tá aí também, meu. Tá aí também. Aí. Pô, agora o Gui. Deu pouca merda, o Diego. Tá nada, bobagem. Cadê o culpado? Tá aí, ó. Te mostra quem foi o culpado. Já vazou.
Ele tava aí. O culpado vazou. Sabe o altão aí, ó? Ó, quem fez a merda. Obrigado, viu, Gui? Obrigado mesmo, irmão, de coração. Que da hora. Moral que vocês não me dão de assinar essa bola aqui, velho. Pô, muito feliz, cara. Aí, garoto. Obrigado. Cadê, cadê, cadê? Cadê? Tá aqui, ó. Do lado do varejão, já que a gente falou que tinha aparecido. Com carinho aqui? Isso, com carinho. Pô, show de bola. Gui Santos, tá aqui. Hashtag 15.
Obrigado, irmão. Hashtag 15. Siga o Gui Santos, cadê o arroba do Gui Santos aí? Puta programa hoje, hein? Puta programa. Gui Santos, underline 4. Aí, ó. Gui Santos, underline 4.
Segue o Gui lá no nosso querido Insta. Por favor. Conheci o seu trabalho por causa do meu filho e sempre na torcida pelo seu talento, pelo moleque bacana que você é, pela tua família. É um moleque gente boa demais, cara. Né? Porra. Cara, você merece todo o sucesso do mundo. É legal ver aí você dando sangue. Não é fácil se manter num esporte de alto nível e alta competitividade. E você tá lá representando o Brasil e a gente tá sempre aqui torcendo por você, cara. Direto. Saiba disso.
Valeu demais, é nóis. Eu te abençoo aí, meu irmão. Boa sorte. Beijo, cambada. Obrigado. Beijo, galera. Até amanhã. Até a próxima. Valeu.
O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocavamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
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