Episódios de TICARACATICAST

EP 736 - CHARLA PODCAST E CARLOS KAISER

24 de março de 20262h25min
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Carlos Kaiser foi um “jogador” brasileiro que passou por grandes clubes sem praticamente jogar, usando lábia e estratégias curiosas para enganar o futebol profissional e virar uma das histórias mais inacreditáveis do esporte.

Bruno Cantarelli e Beto Junior são os nomes por trás do Charla Podcast, unindo narração, comentários e muita resenha, com experiência em grandes veículos do entretenimento, eles mostram que é possivel reiventar o classico futebol brasileiro.

Assuntos15
  • Produção de PodcastsOrigem na Rádio Tupi · Montagem do estúdio · Formato de entrevistas · Crescimento do podcast · Dinâmica entre os sócios
  • Trajetória de Carlos KaiserCarreira em clubes brasileiros · Contratos sem jogar · Estratégias para não entrar em campo · Passagem pela Europa · Documentário e livro
  • Histórias de Maradona e Renato GaúchoEncontro com Maradona em Bariloche · Festa para Maradona · Relação com Renato Gaúcho · Amizade desde 1983 · Boate em Búzios
  • Experiência em clubes profissionaisFlamengo e expulsão · Botafogo e Castor de Andrade · Puebla do México · Córcega (Gazelec) · Passagens pela Europa
  • Crise do BotafogoSAF de John Textor · Dívidas e alavancagem · Glória e decadência rápida · Comparação com Vasco · Problemas de administração
  • Neymar e Seleção BrasileiraVolta do Santos · Condicionamento físico · Convocação para Copa · Comparação com Romário e Ronaldo · Responsabilidade na seleção
  • Rádio e Jornalismo Esportivo no RioRádios comunitárias e piratas · Rádio Tupi e Rádio Globo · Formação de comentarista esportivo · Jornalismo na internet · Transição para podcast
  • Campeonato Brasileiro de FutebolTransmissões televisivas · Narração feminina · Investimento em estrutura · Referências para narradoras · Desenvolvimento do esporte
  • Plataforma de transmissão ao vivoLançamento da plataforma · Sistema de ligações · Problemas técnicos iniciais · Integração com streaming · Superchat
  • Renato Gaúcho como personagem centralCarreira como jogador · Amizade com Kaiser · Convocação em 1986 · Críticas do técnico Telê Santana · Legacy no futebol
  • Comparação geracional de craques brasileirosPelé e Garrincha · Zico e Romário · Ronaldo e Ronaldinho · Ronaldinho no PSG · História do futebol
  • Romário e história de 2002Maior jogador visto pelos comentaristas · Copa de 2002 vitoriosa · Não convocação por Romário · Estatua no Maracanã · Legado
  • Ronaldinho e histórias do PSGGol com meia-lua · Falta do 'cava uma falta' · Aloísio contando história · Filho de Assis irritado · Viralização em redes sociais
  • Histórias de TV e ComunicaçãoPânico no Gugu · Gugu Liberato disfarçado · Batalha Gugu vs Faustão · Ibope instantâneo · Produtores veteranos
  • Profissão atual de KaiserPersonal trainer · Campeonatas de wellness · Clientes famosos · Prêmios e reconhecimento · Transição de carreira
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Salve, salve. Saudades. Marcos Quiesa, boa tarde. Tudo bem, Cari? Como é que você está, meu irmão? Estou ótimo, graças a Deus. Eu também estou ótimo, graças a Deus. Que maravilha. Estamos ao vivasso hoje. Um programa histórico, hein, Bola? Hoje maravilhoso, bacana. Um programa maravilhoso. Já os caras são umas figuraças, gente. Boa demais. Vocês hoje terão o privilégio de assistir um programa maravilhoso, com muitas histórias. Eu tenho certeza que você que está aí conectado com a gente,

vai se surpreender. Vai. Porque o programa de hoje vai ser daqueles que vai render corte. Não tenha dúvida. Ah, vai. Não tenha dúvida. Primeiramente, a gente já pede que você dê o like. Acabei de dar o like aqui. Rapidamente, dê o like. Curta, compartilhe, inscreva-se. Isso. Nosso canal, obrigado. Tanto neste canal, como o canal de cortes oficial do Tica, por favor. Exatamente. Inscreva-se nos dois, tá? Exatamente. Marcos, temos uma notícia muito importante.

Fale, Carica. São algumas importantes. Qual seria? Primeiramente, hoje, finalmente,

estreia a nossa plataforma. Dia marcante, dia marcante. Tão aguardado e esperado. Parabéns, papai. Parabéns, Renato. Parabéns ao Rafa aí. Todo o time trabalhando. Demorou, mas o importante é que funcione. Para o Zach, não. Não dá parabéns para o Zach. É, para o Bilu, não. Bilu, Bilu, Bilu. Então, a gente pede para que você faça o seguinte. Você quer ligar aqui que a gente atenda o seu telefone? A gente consegue. Vamos para o telefone.

Alô, quem está falando? Então você vai poder ligar para cá. Aí você me pergunta como. Bilu, você está me ouvindo, Bilu? Temos o QR Code ou não? O link está no chat. Está na descrição e o link está no chat. O link liga para nós. Se você estiver no chat, você vai clicar nesse link. Eu vou dar uma olhada aqui. Acabou de entrar aqui o link, está certo? Está aí, ticaracateca em amarelo. Você clica nesse link.

Você vai pegar o seu cadastro, o Google, o Apple, o que você quiser, que você tem conta aí, você já entra imediatamente na plataforma, você pode ligar. Já pode se tornar membro, papai, ou ainda não? Ainda não, mas em breve sim. Já, já. Em breve sim. A gente quer que você use a plataforma, entre e faça seu cadastro. Use e abuse. É só conectar. Conta Google, conta Apple, todas as contas que você tem, você clica aí e já conecta e você já tem a opção de ligar pra cá. Tá lá, ligar pro Tica.

E a gente atende aqui, obviamente. Superchat já ou não, papai? Já pode fazer o Superchat por aqui? Pela plataforma você também faz. Então tira a linha branca, né? Então tira a linha branca, não faz sentido. Na linha branca? Tá o link aqui? Então na linha branca está aqui o link, você pode... É, tô sabendo ou legal? Tá informado. Então você tem Superchat, você vai poder ligar, vai poder interagir. Será que já tem gente na linha bola? Por enquanto,

que eu tô vendo aqui, não. Ninguém apareceu no telefone aqui? Porra, é verdade. Mas enfim, finalmente temos a nossa plataforma, era tudo que a gente precisava, né, Boleta? Sim, sim, é uma plataforma boa, funciona legal. Pra evoluirmos, a gente vai ter uma plataforma que nós vamos gerar muita coisa bacana pra você, que é da nossa audiência. Ainda mais hoje. Exato, a gente quer cada vez mais vocês aqui dentro. Ai, que delícia. Ah, lá ele.

Lá ele. Aqui dentro do nosso podcast, a gente quer que você interaja. Boa. A gente quer que você também faça parte

desse programa que é feito, obviamente, pra vocês. Cada vez mais. Tá certo? Boa. Então, clica no link. Eu vou fazer mais chamadas durante o programa. Você fique atento aí ao chat. Você vai clicar e vai se cadastrar na plataforma. Tá certo? Isso. Isso. Fala mais que a gente fica... Isso. A gente... Se você der orientação agora, Renato, a gente vai ficar em silêncio. A gente tá no ar. Tem que ser... Quem entra no link pode fazer ligação ou entrar no chat. É isso? Isso. Faz o que você quiser. Tá bom? Perfeito, Renato.

fez um podcast. É, ele fez um podcast e a gente fica parado esperando, aí não dá. Tem que ser tiro curto. Tá bom? Tá bom. Renato, nosso querido Renato Coimbra. Bonitinho demais. É o cara mais cabeludo da firma. Ele é. É o cabileira. Brilha que é bonito. Tá parecendo o Kaiser. Tá parecendo o Xandoca. Careca bonita. É o puta Xandoca. Enfim, finalmente temos a plataforma. Temos. Lembrando, Boleto, que temos humorfobia. Temos em abril toda a quarta

feira de abril, rapaziada. Isso. Imperdível. Isso. Humorfobia no Teatro Sabesp Frey Caneca. Exato. Todas as quartas, a partir das 20 horas, ingressos no uhu.com. Uhu.com. Galera vai participar, né, Carica? Isso. Uhu.com, você entra lá, eu, Boleta e Vitor Sarro estaremos ao vivo todas as quartas. Humorfobia, tá bom? Humorfobia, você pode participar, porque você vai pagar pra entrar e vai rezar.

pra sair. Essa é a ideia. Vai ser divertidíssimo. E a gente vai gravar isso também, de uma certa forma pra exibir. Vai gravar mesmo, papai? Fechou? Papai é fodeiro. Papai é foda, hein, papai? Você tá terrível, hein? Papai tá que tá. Papai tá só assim, ó. Tá cego de um olho. Tá o sniper. Tá! Ele tá impossível. Ele chegou em 2026. Nervoso. Lavando a calçada. Tá certo? Então temos homofobia. Temos Spotify também.

Estamos no Amazon Music, em todas as plataformas pra vocês. E temos também o Carioca botando pilha. Tem a arte aí? Chegou, Bilu? É lógico que não. Você acha que o Cristóvão... Ah, não é possível. O Cristóvão tá dormindo. Ah, tô, mano. É brincadeira. Dia 10 de abril eu vou estar em São Sebastião. Tá bom? Boa. Em junho em Floripa, em julho no Rio Grande do Sul. Tá bom? Tá bom. Bom, vamos ao que interessa? Vamos embora, irmão. Deixa eu ver se apareceu alguém na plataforma pra ligar. Ninguém ligou aqui na plataforma. Não, até agora não. Pô, não é possível.

O povo tá enrolado. Até agora não. É mesmo. Roubaram o cabo. Roubaram o cabo. Roubaram o cabo. Eu vou atualizar aqui pra ver se tem alguém na plataforma. Ué, tem ou não? Não, aqui é. Aqui, vamos ver. Não tem. Não tem. Então tá, você pode entrar, a plataforma tá aí e a gente quer que você participe do Ticaracati Cash. Tá bom? Boa, é isso aí, Carica. Queria agradecer. Mais alguma coisa? Só Goiânia, agradecer Goiânia, foi muito legal. Ah, o GP, muito bom. Parabéns, Goiânia, que festa bonita.

Eu vi pela TV, já foi legal, imagina pra quem tava lá. Foi sensacional, bola. Muito legal, parabéns. Tive com o Tecar. Tecar é sensacional. Seu amigo Tecar. Tecar é maravilhoso. Fiz um desafio a ele, hein. Qual seria o desafio? Vou dar um pau nele. No quê? A hora que eu vou pra pegar meu cio, eu vou lá na Tecar, vou fazer ele puxar a poste e eu vou ganhar dele na arrancada com o poste dele. Na rua? Não, nós vamos pra um lugar adequado.

Ah, bom. Entendeu? Mas depois tem que dar seis voltas no circuito também, né? Vamos dar um cacete nele. Arrancada é uma coisa.

Vou dar um cacete nele. Depois tem que dar seis voltas no circuito. Vou dar um cacete nele. Vou dar um cacete nele com o meu CEO. Você vai ver só. Em breve. Em breve, TK. Manda um abraço. Prepare-se, TK. Pra todo mundo também da BYD. Um abração, rapaz. Camarote maravilhoso. Eu vi, muito legal. Alexandre Baldi, um abraço. Tive na casa do Gustavo Lima, rapaz. Eu vi. Que isso. Mandou um recado pra mim. Embaixador. Me xingou, embaixador. Falou que vai vir aqui. Ah, tá. Ah, tá. Falou que vem. Quer ver o vídeo?

Tomou um vermelhão, um vermelhão. Quer ver? Eu tenho áudio aqui. Não, não, não. Você tem um áudio aí? Tem. Não, mas vamos mostrar o vídeo. Tem um vídeo. Pera aí. Pera aí. Vamos mandar pro Zaque aqui. Eu vou mandar pro Zaque, Paulo. Pode deixar. Manda aqui, ó. Temos Gustavo Lima. Aqui, ó. Aqui, ó. Aqui, ó. Tá aqui, ó. Vou mandar pro Zaque aqui, ó. Deixar me xinga. É, maravilhoso. Esse é gente boa no último grau, velho. Ele falou que ia vir aqui pra contar as histórias. Eu falei, aham. Todo mundo fala. Não, pra praia.

O Zenete Cristiano Todo mundo quer vir, mas não vai aparecer Que é bom Porra Betonês A hora que você falar que tá ok o vídeo Tá ok o vídeo, meu querido Zacarias Só você A contratação do Corinthians O que que é? A contratação do Corinthians, Zacarias O Zacarias? Nem tô sabendo Encosta mais o microfone, meu querido A hora que você estiver no ponto, você fala

O Isaac não responde, ele tá fudido. Tem 18 pessoas falando com ele. Não entendi. Com plataforma. O Isaac deve estar hoje, tem que aumentar o salário. Lula, ele tá igual a Lula. O povo, melhor dizendo. Tá pronto o vídeo. Vambora, joga aí pra gente ver. Vai.

Eu que não vou, porque não tem convite. Ué, convidado, e agora? Quem que eu falo pra fechar? É comigo mesmo. Esse cara, gente, tá louco. Diretamente churrascão na casa do Gustavo Leandro. Do nada, sai doutor do churrasco na casa do cara. Esse merece tudo que tem. Esse é gente boa. Principalmente essa casa é bizarra. Nada. Você pousou com o avião na casa. Que mais você quer?

Ah, tem uma pessoa aqui, ó. Ah, não, não é. É ou não é? É. Não, não é, não é. Não, não. Então você pode usar a plataforma. Plataforma tá um regaço. Tá indo, já vai funcionar. É o que? Pra ligar? Pra galera ligar pra cá? De ligar. Pela própria plataforma a galera... Alô. Aí tá. Não, não era. Tiago Coelho. Tiago Coelho entrou? Alô? Tiago Coelho. Alô, Tiagão. Alô? Alô?

Tinha que ser como era antigamente. O bolo tinha que atender já xingando. Mas a ideia... A ideia é essa, Beto. A ideia é essa. Ó seu pau no alcoo, sai daqui. Do nada, se juntamos a galera aqui, a gente vai atender telefone. É só você acessar a plataforma. É só entrar no link da descrição do episódio ou no chat. Vamos direto ao que interessa, Boletar. Apresente os caras. Ao nosso programa de... Ó, apareceu uma pessoa aqui. Atende aí, bola. Vai. Só pra gente fazer um teste. Alô. Alô. Todo mundo é mudo. Alô.

Alô, filha da puta. Alô. Luiz Martins, você me ouve? Tá dando certo, hein? Nós não te ouvimos. Sabe o que me dá ódio? A gente ficou uma hora testando do caralho. Deu tudo certo. Tudo do caralho. A gente deu um pau. É sempre assim. Sempre assim. Viva é uma foda. Porra, velho. Alô, Rafael. Alô. Tá um desgraçado. Esta puta que pariu. Aí, entrou o Luiz de novo. Vê aí, bola. Alô. Vamos testar. A gente vai tentar. Não? Não.

áudio. Vou tentar aqui. O áudio tá chegando aí ou não? Não. Legal. Então, peraí. É a mesma coisa. Não vai funcionar. Vamos ver agora. Vê se tá modulando. Agora tá chegando gente pra caralho aqui, ó. Do nada. Aí deu tempo da turma acessar o link e... É isso. A galera tá vindo, ó. Vê se tem algum. Atende aí. Outro Zé Roela aí. Ó, o Washington. Vai, atende o Washington aí. Compadre. Alô. Sabe nada, nossa. Sabe.

É um par de porra. Caralho, velho. Alô. Washington. Não sabe nada, Inocente. Dendo nada, realmente. Parabéns aí. Porque testamos uma hora essa caralha pra essa caralha não funcionar. E tá chegando um monte de gente. Não, e tá chegando um monte de gente. Isso é bom. Isso é bom. Calma que vai dar certo. Eles vão... Ó, pega essa porra aqui e resolve. Vem aqui, lá. É, eles vão vir aqui, pegar, entra aí. Vai resolver. Mas vamos o que interessa, Paulo. Já enrolou.

Vamos pra caralho. Vamos apresentar os convidados e vamos bater um papo legal. Já dá aquela leve irritação, mas tudo bem. A gente trabalha com tanto afinco aqui. Não, é tranquilo. Isso acontece sempre, cara. É verdade. O vivo é a casa do papiroto. É. É verdade. Agora o vivo é a pica. Dois caras que a gente é muito fã, que estão lá no Charla Podcast. Nosso querido Beto Júnior. Bruno Cantarelli. Boa, é nóis. Boa, galera. Uma honra, hein. Charla Podcast.

podcast de futebol e resenha do Brasil. Verdade, verdade. Eles dizem, eles dizem. Bruno Gattarelli é um dos maiores locutores. Além de ser... Entra aí, Xandão. Pode entrar. Ninguém não liga, não. Entra aí, Xandão. Entra aí, Xandão. Pode entrar. Mostra o Xandão aqui, ó. A carinha dele, ó. Olha lá a carinha dele, ó. A carinha dele.

Vai resolver a parada. Vai resolver, Renato? Quem sabe, né? Não falhou em nenhum momento. Não, falhou agora, na inauguração. Então já foi. Pessoal do Charla. Agora vai, hein? Alô. Alô, Matheus. Alô, Matheus, seu filho da puta.

Alô, caralho. Fudeu. Leva essa buceta pra lá. Não é aqui, é lá, meu. Vai criar um quadro. Vai criar um quadro. A plataforma irritando o Carioca. Ficou há três anos tentando fazer um negócio, aí deu certo. Testamos do caralho. Chega lá. Liga pra cá. Ligou.

Mas enfim. E quem mais? Charla Podcast hoje aqui. E a história do jogador de futebol que nunca jogou. Que foi contratado por vários clubes e nunca entrou em casa. Esse é brincadeira. Nosso querido Kaiser. Porra! Kaiser. Que mais? Kaiser. Kaiser é um jogador de futebol que não era jogador de futebol. Mas... Ele vai ter que explicar isso. Quais foram os seus clubes?

Kaiser. Só pra gente entender. Você teve contrato. Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense, América, Bangu, Independiente, Jovejaneira, Puebla do México, Lolletan de Portugal, El Passos no Texas. Não. Caralho, Kaiser. É da França, Jaciota. Jaciota, Córcega. E você nunca entrou em campo? Não, entrei, entendeu? O Cantarelli virou pra mim, pô, eu quero ver gol teu. Eu falei, pô, tu já viu o cabelo?

Não existe, irmão. Tudo isso de clube que você tem encontrado. Vou te falar uma. Porque a maioria... Primeiro é um prazer pra gente estar aqui. São referências pra gente ir no rádio primeiro. Pra caralho mesmo. Mó prazer pra gente, né, Betão? E assim, quando a gente criou o Charla, enchi o saco do Betão. Verdade ou mentira? Verdade.

que tem que ir lá esse maluco aqui. Ele falava, você tá ligado, jogador, que não jogou. Tem dinheiro de obra pronta. Tem. Eu não. Eu acreditei no chefe de produção deles, que é meu amigo particular, o Miguel, e neles, e falei, não, eu vou porque, entendeu? Todo mundo merece uma vida, uma oportunidade. Entendeu? Então, se um dia me deram, eu vou acreditar nos caras e deu no que deu. Hoje, todo mundo quer ir, para, manda recadinho. Eu não. Eu fui,

coração aberto, quando eles estavam literalmente começando. Muito obrigado, Kaiser. Primeiros meses de charla ali, né? Boa, Kaiser, boa. Ele falou assim, tá ligado, Betão, pra gente, pra mim, pro Miguel, né, que é o chefe da produção, é o sócio. Ele falou assim, cara, tá ligado, teve uma matéria, há um tempo atrás, uma matéria com ele, ele participou de vários clubes grandes. Nunca jogou. É, tem essa história engraçada que ele não entrava em campo, ele fazia isso tudo pra não entrar em campo e tal. E eu lembrava, eu lembro dessa matéria,

lembrava do nome, mas eu lembro dessa matéria. Aí o Miguel falou assim, cara... A gente levantou no Google e achou o nome. Falou, Carlos Kaiser. O Miguel falou, é da minha rede lá no Leme. Futebol. Futebol e tal. Conheço ele. Ele consegue jogar futebol? Hoje em dia... Essa é a minha presença do lado da quadra. Toma, toma, trouxa. Só aquele alongamentozinho. Já lota a quadra. Já entra ou não? Olha, eu vou falar um cara que...

Ele começa a contar as histórias, ele fala assim, porra, não é possível a parada dessa que isso aconteceu. Cara, o Bebeto, mano. Bebeto tetra campeão do mundo. Bebeto, porra. Bebeto, porra. A gente confirmou algumas histórias lá no chave. Caralho, ele jogou na tua época lá, não lembro se foi no Flamengo e tal. Bebeto, eu lembro dele lá. É mesmo? Eu lembro dele lá, porra. Assim, não é? O Flamengo foi o Bebeto. O Bebeto foi lá no chave depois.

Mas pra eu entender, os três são do Rio de Janeiro. O quê? São sete? São sete do Rio de Janeiro. O Bangu no auge, vice-campeão.

Vocês três são um cachorro. Você é de onde, irmão Betão? Eu nasci e já quero pagar. Hoje eu moro no recreio. Já quero pagar. Não, eu sou... Praia, né, mano? Eu sou gaúcho, fui roubado e fui registrado. Ah, você é gaúcho roubado? Eu fui roubado em Porto Alegre. Peraí, como roubado? É roubado, roubaram. Na maternidade? Não, no hospital. Bom dia de vento em Porto Alegre. No hospital, não é maternidade. É no hospital. Mas é a mesma coisa. Não, não é. Maternidade é uma coisa no hospital. É?

Lógico. Não pode ser. Essa nem eu sabia. Essa nem eu sabia. Foi roubado na maternidade. Foi roubado? Aí você foi parar no Rio. Foi de janeiro e... Sua mãe não te viu, então? Não, nem... É mesmo, irmão. E tu não consegue descobrir quem foi também? Não, não sabe. Também não quer saber. É. E... É filho que não tem problema. É filho, é jogador que não é jogador. Que loucura. Nós pegamos lei do passe. Certo. E essa senhora, que suposta minha mãe, me vendeu com importância.

eles ficavam com 80% do meu salário e eu com 20%. Quando eu cheguei aos 16 anos, que eu fiz o meu primeiro contrato profissional, que eu descobri isso, eu falei, você vai jogar? Nem eu. Pagar 20%. Você trabalha, eu fico com 80% do seu salário. Então, eu sou seu cafetão. Esse era o motivo da tua... Ah, peraí, peraí. Vamos com calma. Vai. Você nasceu... É, para a gente entender. É muita loucura. Ele escalou agora. Em homenagem ao carinho,

de vocês. Está disponível no Carlos Kaiser Oficial o link do documentário meu para a BBC de Londres. Ele tem um documentário. É, porra. Eu trouxe aqui um livro que está na Amazon Prime Internacional e na Europa e aqui no Brasil. Agora vai ser escrito uma dramatização latina através de Fabrício Petralha, que é um jornalista, ator, advogado. É, fudido.

Vamos lá, Kaiser, para a gente entender, né, Charla? Isso. Vamos lá, Betão. Que nem o Charla está entendendo. O Kaiser nasceu em Porto Alegre, foi roubado e foi parar no Rio. Isso. Quando é que você começou a jogar futebol? Com 10 anos, né, em dia de Botafogo, no general seveniano, que você conhece muito bem. Sim, general seveniano ali em Botafogo, você começou na base. Isso. Aí quanto tempo você ficou ali? Eu fiquei até Infanto Juvenil, que é a antiga categoria, e depois fui levado para o Flamengo, pelo Júnior. Leu Vildido, claro. Eram amigos dos filhos do... Júnior ou Júnior?

Júnior, Júnior. Júnior, Júnior, Júnior, maestro. Que era amigo dos filhos do Sr. Orlando e o proprietário da antiga Xoscaria Rincão Gaúcho, com o Orlandinho e Ricardo. Certo. Aí de lá me mandaram embora. Por quê? Porque eu fui expulso num jogo, Bom Sucesso Flamengo, na minha estreia. Quantos anos aí? 16, eu tinha... Num juvenil, isso num juvenil. Infanto juvenil. Infanto juvenil. Você foi expulso? Eu fui expulso, eu não. Foi um cara parecido comigo, cabeludo. Aí o cara expulsou o cara e não era eu.

dia. Seu Dida, que era o treinador. Achou que era você. Achou que era eu. Bate a carta recisória dele e manda ele embora. É mesmo. O Dida é jogador, né? Exatamente. O Dida. Tu jogando, tu tinha também um Copa de 58. Ele que sabe pra ele entrar. Era craque do Flamengo, ídolo do Zico. Flávio Prado, cara. Flávio Prado, mestre. Ele conseguiu uma coisa inédita. Ernesto Paulo confirmar no programa dele, na antiga TV Cultura,

ele me convocou e eu não quis ir. Pra seleção? Pra seleção brasileira. Tá lá, você pode pesquisar agora aí. Não, mas que é? É. Presta atenção, presta atenção. Era seleção de base? Não, seleção... Já precisava? Não, peraí, peraí. Mas tu tinha talento. Não, porque ele jogou na base, no em cima ele não jogou. É aparente do Naldo, irmão. Peraí, tá foda. Não, não, não. Ele não quis ir. Calma, cara. Ele não tá mentindo. Ele não tá mentindo.

Não, não, não. Tudo meu é datado, tudo... Documentado. É, nada. Peraí, como é que é? Como é que você nunca jogou e foi

convocado para a seleção. Não faz sentido. Cara, eu não sei se é carisma, se é brilho. Eu era de treino. É uma gíria que a gente usa. No treino você regaçava. Eu era o melhor. Mas no dia do jogo, a mãe de alguém ia morrer. Entendi. E não tinha ressonância. Eu simulava contusões. Na véspera. Eu lembro que ele contou que não queria entrar no jogo. Entendi. Treino, se regaçava. Ai, minha perna é... E só joguei para time de dom.

Emil Pinheiro, Castor de Andrade. Isso é um perigo que também é bom. Se você agrada o cara, você fatura. Se você se desagrada... Como é que você tá vivo é um privilégio. Boleta, se o gato tem sete vidas, eu tenho... Duas sobrando. Sete mil. Tem uma que ele conta do bangu do cachorro. Acho que é demais a história que ele conta. Volta um pouquinho.

talento no início de carreira. Tinha. É porque eu vim do... Não tenho vergonha das minhas origens. Ao contrário de outros jogadores, eu saí do Morro, né? No Rio de Janeiro. Qual Morro? Tabajaras, em Botafogo. Tabajara. E fui dentro do Botafogo com 10 anos jogando pelada nas furnas. Centralas elétricas e a maior grandeza. Ninguém. Isso... Eu não fui... Eu entrei em um teste. Isso era um domingo. Mandaram fazer um teste sete horas da manhã de Saveriano. Cinco minutos e mandaram embora.

Aí eu cheguei pro meu pai, adotivo, que não sabia que eu havia sido roubado. Ele não participou disso. Aí chega, cinco minutos, o cara, pode sair. Eu falei, pô, rapaz, me traz aqui pra passar vergonha, o caramba. Aí o cara chega... Não precisa ter vindo, né? É. Aí o cara chega, eu quero falar com você. Meu pai, eu falei, eu cheguei, ele falou, não, com o seu pai. Cara, grosso, que eu ainda tinha aquela malandragem de garoto de morro, né?

Aí o cara fala pro meu pai, só eu tenho dois dias pra trazer a documentação dele, que ele estreia domingo na festa de Papai Noel.

Aí vai pra pênalti, o último pênalti. Quem bateu? Maracanã com 120 mil pessoas. Quem bateu? Quem? O Carlos Caz. Molequinho, molequinho. É porque tinha os jogos. Não, não, tinha os jogos. Tinha os jogos preliminares, né? Tesão, eu ia mais cedo pro Maracanã com o Maracanã. Claro. Antes do jogo principal. Fecha de papai e noel. Fecha de papai e noel. Gente de leite, bota fogo e flamengo.

É pra contextualizar, duas coisas diferentes. Você tinha as preliminares. Era tesão. Antes dos jogos profissionais, assistia os jogos do juvenil. Uma água, por favor. Você quer a Coca Zero? Pode ser. Pode ser uma Coca Zero, por favor? A água tem aí. Antigamente, bola. Isso, você tinha as preliminares, que eram os jogos dos juniores. Antes do jogo principal. Isso. A galera já chegando, já tava rolando o jogo. Mas esse evento de Papai Noel...

que eu sou triste do Rio é que tiraram a Geraldo Maracanã. Porra do caralho. Aquilo que você via, aquilo que ele era sensato. Era bovão no estádio, né? E só a logia de tirar aquilo, velho. E aí tinha a festa de Papai Noel. Não sei se você lembra dessa parada. Claro que eu lembro. Ele quase morri pisoteado nessa porra aí. Isso. Aí era um evento. No final do ano, Papai Noel chegava lá de helicóptero. Isso. E tinha o jogo, né? Capitão Furacão.

Era o jogo das crianças, né? Capitão Furacão aí, ó. Então, no jogo das crianças do Papai Noel, você foi bater o último

pênalti. É, deu 0x0, foi pro pênalti. É o primeiro jogo, entendeu? Já no Maraca. Já no Maraca. 120 mil negros. Puta merda. E dava isso mesmo, bola. Imagina. Chegava papai não de helicóptero, né? Isso, isso. Capitão Furacão, Capitão Águia. Por que que tu começa a não jogar depois? Não, quando eu chego às 16, não. Não, mas peraí, eu quero saber o seguinte, você conseguiu bater o último pênalti e foi campeão ou não? Fomos campeão.

Levou uma taça, né? Porque não era um torneio. Era um jogo festivo de Flamengo e Botafogo, que na época era grande rivalidade. E você, pelo Botafogo,

Botafogo bateu o pênalti e levou a parada. O último, o último. Não passava nem agulha, né, irmão? E aí tu foi lá, guardou? Guardei, saí pro abraço, e aí... Começa a história. Aí começa... Começa ali. É, ali... Que loucura, Kaiser. Com 10 anos de idade. 10 anos de idade. Aí tu ficou quanto tempo no Botafogo? Dá pra eu não me emocionar, entendeu? Tá bom. Quanto tempo você ficou no Botafogo, no Fogão? Botafogo eu fiquei, aí depois Charles Boré.

Um dia eu tô concentrado. Charles Boré. É, debaixo da arquibancada. Era o presidente Botafogo. É.

Montão de cama belíssima, TV de 12 polegadas, garoto de tudo quanto era no lugar, entendeu? Aí vem arroz, um arroz parecendo um arroz japonês, tudo grudado e pé de galinha pra gente comer. Aí eu chego pro diretor de futebol, vem cá, o arroz é pra melhorar a união do grupo e o pé de galinha é pra melhorar o domínio da gente? Boa. Aí ele falou, você tem coragem de falar isso pra mim? Eu vou falar isso pro presidente. Aí o Charles Bora falou, você vai embora? Eu falei, pô, vou fazer o que? É um prazer, entendeu?

embora tenha passado por vários lugares. O único time que eu torço sempre, não gostei de ter jogado, eu joguei em função de meus amigos, mas o que eu quero que eles percam sempre é o Flamengo. Que isso, cara? Pra que isso, cara? Flamengo, Corinthians e Atlético Mineiro não podia acabar. Que isso, cara? São clubes populares. Eu tô quase com você. Quase, mano. Faltou um time, foi o Atlético Mineiro. Atlético é a união com o Telo.

Tético Mineiro, não. Mas os dois outros... Depois tem a história do... Quando surge o Alviver de Ponente. Boa, depois você conta. Mas que loucura, Caio. Aí eu fui pro Flamengo, levado pro Júnior, indicado pelos amigos. Isso ainda é molecão, 16. Isso, é. Mais novo ainda. Mais novo. É, 13 pra 14 anos. Mas por que que tu não gosta de Flamengo, cara? Caramba. É, você jogou lá, pô. Você gosta de Corinthians? Eu joguei lá. Mas você gosta de Corinthians? Não, eu sou torcedor.

ele é jogador. Mas ele é torcedor. O time de 81 do Flamengo realmente é assim surreal. Faz parte. É como o Santos, como o Botafogo de 6x8. É campeão do mundo. O Palmeiras de 71 que venceu o Botafogo. Isso. Entendeu? Merece assim, evacionar. A academia do Palmeiras, não porque eu tô na tua apresentação. Não, não. É na mágica. Leandro, Eurico, Luiz Pereira, Alfredo e Zeca, do Iademi da Guilha e do Leivinha Cesar Inei. Esse é o Timasso. Muito nice. Passado em tudo.

O Paulo Kaiser sabe tudo. Um grande admirador seu, que está morando em Porto Alegre agora, é Maurício 89. Maurício. Maurício. Mauricião, meu ídolo. Não, não vem nessa. Chorão, olha o chorão. Está ligado nesse gol, né? Que falam que ele empurrou o Leonardo. Ele empurrou. 21 anos sem ganhar um título, mas empurrou. Não, ele só escorou. Ele empurrou o Leonardo.

Ele viu que tava correndo só pra poder empurrar aqui. O cara passou do ponto. A gente entrevistou o Léo esse ano, né? O Léo, ele fala... O Leonardo, né? Tetracambiente.

ele faz o meia-culpa, ele fala, eu tava mal posicionado. Ali deu margem pra ele, eu me encostou cozinho. Ele tinha que estar de frente. Só de relar o dedo, já... E a relada mais antiga do Brasil, do Carlinho Cortais, na BNDES, nas segundas-feiras, que depois rola um choque, convida vocês pra, quando estiverem no Rio, na segunda-feira, participarem da pelada. Pelada do BNDES. Eu posso fazer igual você, simular um...

Simula a conclusão. Fica no churrasco. Fica no churrasco. Ficamos lá. Eu sempre chego atrasado pra não jogar. Kaiser, quando é que você... Esquece a base. Agora vamos pro futebol profissional. Onde tem todas essas histórias. O Flamengo foram dirigentes do Puebla do México. Vermeijoca. Antigo central. Foi pro Flamengo. Segunda-feira joga, treina. Alguns jogadores do Júnior e os caras que não jogaram no dia anterior.

domínio. Faltava alguém, a minha carta já tava batida, até estado liberatório. Cássia, entra aí pra completar, não sei o que. Eu falei... O plantel. Aí eu falei, tá bom. Aí, meu irmão. Mais um? Cara, eu acabei com o treino. Você moeu. Moeu. E todo mundo naquela expectativa chegaram pros mexicanos, que tinham achado do BJ, não sei o que. Aí chegaram, e aquele garoto ali? Que moeu. Aí os caras chegaram em mim. Pô, a gente quer

levar você pro México. Só que eu tinha uma tia que tinha me adotado. Quando meus pais adotinhos morreram, eu tinha 13 anos. Graças a Deus, minha mãe morreu. Putz, me fez mal com essa pessoa. E ela não queria que eu fosse. Eu saí fugido. Fui pro Puebla pra ser juvenil e acabei pra indo pelas... Cara, se você me bota... Eu já falei isso no programa deles. Eu não tenho pinta. Eu não tinha pinta de jogar futebol. Eu tinha pinta

craque. É, o pessoal falou isso. Rivelinho, Rivaldo, Garrincha, Torrincha. Zico. Não, não, não. Estou falando Rival, Torrincha e Garrincha. Você olha para os caras e fala, pô, esse cara é jogador de futebol. Agora eu não. Eu tinha quinto jogador de futebol forte, craque, 68 de perna, cintura, entendeu? Caraca. E aí no aquecimento, aqui malabarismo todo, esse cara fala, esse é o cara. Ficava encantado. Exatamente. Lógico. Entendeu?

sempre gentil com todo mundo da profissão de você. Isso é importante. Eu também hoje sou jornalista. Isso é importante. Entendeu? Eu que viabilizava as entrevistas dos jornalistas com os cates. Com o time. Eu queria dedicar. Ele era meio negrete. E eu queria dedicar. Tem um negrete. Depois tem a história. Por que eu fui pro Vasco? Eu queria dedicar esse programa de hoje a Carlos Roberto Brecht, que morreu há mais ou menos um mês e pouco.

Tato. Foi um dos maiores pontos de esquerda da história do Fluminense e do Vasco.

Carlos Alberto Brecht. Brecht. Tato. Vamos ver se tem telefone, se vai funcionar finalmente essa bagaça. Vai bola, tem esse daí. Michael. Alô. Michael. Alô. Michael foi pro caralho. João Pedro. João Pedro. Alô. Não diga alô, diga tica. Alô, João Pedro. Infelizmente, a gente fica com aquela cara de... Aí, aí, ó. Alô. Alô. Alô.

Alô, eu tô com o João Pedro aqui. Aí ele tá falando. Fala, João Pedro. Ê, bom. Ê, bom. E você? Tô muito feliz, cara. Eu compro um podcast, tô muito fã. Obrigado, irmão. De onde você fala, velho? Oi. Você tá vivo ainda, irmão? Eu sou de Goiás. Ô, de Goiás. Que lugar de Goiás você fala? Do Goiás. De onde você fala? Eu sou da cidade do interior chamado Catalão.

Catalão. Catalão, tô ligado. Tô ligado. Catalão. Catalão, você tem alguma pergunta pra fazer? Você tá assistindo o programa, primeiramente? É uma boa pergunta. O Tana Rui falando pra ele. Tá assistindo, óbvio. Tem alguma pergunta pro Kaiser, pros meninos do Charla aqui, o Bruno, o Beto? Ô, eu tenho uma pro Kaiser. Faça. Que ele, quando ele jogou no Bangu, ele ficou obrigado a jogar um jogo por causa do diretor.

Espera aí, espera aí, João. Pode fazer de novo. Repete, João. Repete, João, que o Carlos estava sem fone. Boa tarde, tudo bem? Quando ele foi... Boa tarde. Quando ele foi pro Bangu, ele teve que ser obrigado pelo diretor a jogar uma partida. Aí, pra não jogar, ele arrumou confusão com a partida. Eu queria explicar essa história direito. Então, antes eu queria parabenizar todas as virgens aí de Goiânia. Vai ter virgem interessante assim, igual Goiânia. O resto...

Pode guardar em casa. Explica, guys, é que você chama vídeo mulheres, né? Não, tem sete capas de revista, a última é a minha, que tá aí, minha empresária e minha mulher, Rosana Veneza. Tem razão. 50 anos a mais sexo do Brasil. Aí sim. Mas a história do Bangu... Deu uma limpada. Preciso de um café. A história mais... Não, assim, só para contextualizar a pergunta do rapaz de catalão, Carlos Kaiser jogou no Bangu na época vitoriosa,

do Bangu. Isso, em 85. Teve essa época. Eu passei cinco vezes pelo Bangu. Bangu foi pra final do Brasileirão. Perdeu uns pro Curitiba, de 1 a 0. Você tava naquele time? Não, eu tava lá em cima. Eu sou o rei de conhecer o aeroporto, o banco de reservas e o hotel. Entendeu? Isso aí ninguém conhece mais do que eu. O que? Concentração? Concentração, banco de reservas e aeroporto. Vamos lá pra história do Bangu.

do Bangu nessa época aqui, o Bangu... Castor de Andrade. Porra, cara. O rei dos donos... Você é muito louco, cara. Muito louco mesmo, eles sabem. Muito louco mesmo, irmão. E aí você foi jogar no Bangu. No Castor de Andrade. Aí o Moisés, eles estão aqui. Eu vou dar detalhes, preparador físico, Paulo Lumumba. Aí eu tô numa boate extinta, chamada Calígula. Porra, Calígula. Calígula. Que o profeta...

O proprietário era um italiano chamado David. Certo. Não tinha celular, deixar bem claro. Não existia. Toco o telefone da boate. Quatro da manhã e o escaramichão, o Moisés chega. Você tava na barra das quatro da manhã. Isso. Toco o telefone. Você e o Maradona. Não, ainda não. Vamos chegar lá. Calma. Vamos por partes. Isso aí. O Moisés chega pra mim e fala, pô, o homem quer você no banco amanhã. Eu falei, mas são quatro da manhã.

Ele falou, não, você só vai pro banco só e não vou te botar não. Fica dormindo no banco. Aí eu falei, tá legal. Chegar lá, eu tô literalmente encostado no banco. E Bangu, antigamente, agora diminuiu, as dimensões dele eram maiores do que do Maracanã. E qualquer semelhança da temperatura de Bangu com o inferno é mera coincidência. É o lugar mais quente do planeta. Parece que cada cidadão do bairro dorme no micro-ondas. Aí começou o jogo. Um calor infernal.

Curitiba 1 a 0, 4 da tarde. Eu chego na concentração, os caras estão almoçando, eu tomo um cafezinho, dou uma encostada no travesseiro, o cara falou, tá na hora de ir pro jogo, vambora. Cinco minutos, Curitiba 1 a 0. Sete minutos, Curitiba 2 a 0. Puta que pariu. Aí não tinha celular, tô grandão do Moisés e fala, aí, bota o Kaiser. Cara, quando eu vi aquilo, não passou uma agulha, como eu dizia antes pra vocês. Aí eu olhei pro Moisés e falei, pô, a gente combinou que eu não ia entrar. Ele falou, entre o meu da reta e o teu, vai o teu.

Aí eu comecei a aquecer do lado do alambrado, na frente do alambrado, os torcedores do bangu cabeludo, viado, não sei o que. Eu falei, pronto, a salvação. Pulo alambrado, brilho com os torcedores, sou expulso. Pensava rápido ele, né? Vou brigar com os caras. Expulso. E você tem manchete de jornal? Tem tudo, tudo, tudo. Você fez isso, Kaiser. E não entrou. Você era um gênio,

entrar no campo. Ele queria só os contratos. Puta que maravilhoso. Calma, calma. Aí eu achei que eu tava salvo. Fui pro vestiário, sentei meu irmão, entrou o doutor Castor, com 10 caras, com um fuzil, um fuzil não, um rifle na época, e ele com a pistola. Aí os caras começaram a se afastar de mim, meus companheiros, de clube. Lógico, né? Falarem agora. Não queria que espirrasse o sangue. E a cabeça, e a cabeça,

Quando o homem chega perto de mim, eu falo, chego no pé de orelha dele, falo, doutor, meu contrato acaba daqui a 15 dias, só pode mandar embora. Eu prejudiquei o grupo, prejudiquei o clube, prejudiquei a simpatia que o senhor tem por mim, que é o inegável. Mas é difícil, mas é difícil de se ouvir que o pai do senhor faz maldades, faz isso, faz aquilo, faz aquilo outro. E a única coisa, naquela hora que eu vi aquelas pessoas falando mal do senhor,

e brigar com os caras, mas eu tô de todo o direito de mandar embora, daqui do clube ou pra outro, qualquer lugar que você queira. Você é maravilhoso, Kaiser. Isso ninguém ouvindo, só ele. Os caras estavam xingando teu pai. E os caras da máfia seguram você por aqui, ele me segurou aqui, me deu um beijo aqui, outro aqui, vira pro Joel, que era o supervisor, fala, liga pra Córcega agora, que ele era amigo, que a Córcega é a terra da máfia francesa, onde nasceu Napoleão, que é uma disposição francesa, e renova o contrato do Kaiser,

mais seis meses e dobra o salário dele. Valeu, Catalão. É um puta jeito. Velocidade de raciocínio do olho. Jamais eu ia pensar nisso. Da cova pra renovação. Jamais é bom. Os caras estavam xingando os torcedores, xingando o senhor e o seu pai. E eu fui lá. Eu pulei pra defender o senhor. Eu não aguentei a sua honra. Claro. E ganhou um aumento. Você é genial. Doutor Castor de Andrade. O foda ele falou assim.

Não é o Zé Ruela, caralho. Ô Beto, queria saber, tanto do Beto quanto do Bruno, um pouco da história de vocês com futebol, cara. Porque o Charlo é um puto sucesso. Como é que vocês se conheceram? Cara, é muito louco, porque a gente é do rádio, né? Como é que você começou e que rádio? Cara, eu comecei já numa tupi. Rádio tupi. Luiz Peneiro. Garotinho hoje em dia tá lá. Garotinho. Sempre o esporte ou locução normal? Sempre o esporte. Sempre o esporte.

Antes da trupia, eu trabalhei ali, lá no Rio, é comum. Hoje, infelizmente, até por causa... Eu falo infelizmente porque isso era muito importante pra formação da galera, que eram as rádios pererecas, que era chamada... É pirata. É pirata, mas rádio comunitário. Ou então rádio que tava no dial, mas que tinha o seu horário arrendado por uma galera pra fazer futebol. Intensa. É, rádio de igreja, outras rádios, aí sempre tinha... Tinha um horário pro futebol. Nesses lugares, pô, a galera não pagava. Sempre de graça. É, colaborador.

Guarnabara. Guarnabara. Rádio Carioca. Nós dois começamos aí. Eu comecei também. Também, né? Comecei junto com vocês, provavelmente. Rádio Carioca. É. Rádio Carioca, ali na ruazinha do Sobreloja. Isso. Fazia futebol dentro de lei, domingo, dando resultado. Pô, não sei se bola dessa rádio no Rio é uma loucura. Ganha-se muito mal, irmão. Mas muito mal. Quando ganha? É também, né? Não, acho que no Rio é pior. Eu acho, não sei se você acha, Carioca.

Eu acho que sim. Nesse nível ali da iniciante? Todo mundo começa no rádio no Rio,

que conseguir ter uma outra parada pra trabalhar de graça e tentar um espaço ali pra ir tentando crescer. No meu caso, na faculdade, uma menina da minha sala fazia uns trabalhinhos na Rádio Carioca e aí um dia devem ter pedido pra ela, ó, vê na tua faculdade se tem gente que quer trabalhar com futebol ou se quer vir aqui. Aí ela perguntou um dia pra galera, ó, trabalho aqui na Rádio Carioca, estão precisando de gente. Ó, mas não paga, hein?

Mas se você quiser aparecer... É estágio. É, estágio. Se você quiser... Não remunerar.

Não é mulher, se você quiser aprender, fazer as coisas, aí eu entrei na faculdade já nessa ânsia de fazer tudo. Entrei em 2004, então já fui curso que tinha. O que tivesse, você fazia. Eu fiz o Jorge Luiz. Exatamente, ia pra dentro. E aí fiz a Cádio Carioca seis meses. Jorge Luiz. Voltei, aí estagiei no Lance, dois anos, que é uma irmã de escola também. Você vai falar, puta merda. No Lance tinha um projeto de web rádio e web tv.

Você é gigante. Aí a gente fazia ele na rádio, mas também fazia coisa pro jornal.

e doze, entrei na Tupi, no segundo semestre. E fiquei lá dez anos. Dez anos. E assim, no rádio, eu entrei como produtor, sempre quis ser comentarista, mas sempre ouvi assim, você não vai comentar, esquece, você vai comentar nunca, rapaz, tá maluco. Porque assim, tem uma coisa no rádio, né? Comentarista ou é jogador ou é aquele repórter cascudão. Que tá duzentos anos. Quinze, vinte anos, aí vira comentarista. Eu não era nada disso, eu era produtor. É novo e produtor. O cara fala, tá maluco. E aí fui ficando lá na Tupi,

e fui ficando, e aí em 2017, mais ou menos, alguém lá na diretoria, alguém mandou o meu chefe, que não queria muito, começar a me escalar de comentarista na internet. Na internet. Ah, comenta aí o programa na internet. Começa na internet. É, porque os caras tratam a internet como... Entendi. E aí eu fui. Fui fazendo. Aí o Cantarelli, ele entra na Tupi em 2020. A gente se conhece. Só em 2020? Só em 2020. É, ele já trabalhava na Rádio Globo, já trabalhava na Band News, em Transamérica, ele tava já rodando. E aí ele chega lá na Tupi em 2020.

momento, eu já tô um pouco mais fazer o que? Então, eu chego lá pra narrar. Tá. Já? Já. Marrava onde? Na internet? Não, na Rádio Transamérica. Aí eu saio da Rádio Transamérica, pingo na Band News e vou pra Tupi. Trabalho em todas as rádios do Rio, mano. Aí, quando eu brotei lá, só que eu broto lá com contrato de narrador. Só que a gente tinha um chefe, meu irmão. Quando chega lá, o cara, ah não, porra, assim que

que é super rádio tupiça. Super. Potência. Ninguém te conhece aqui. Eu já narrava há um tempo. Então, assim, tu vai ter que começar a fazer outras paradas e tal. Vai pra reserva. Isso. Quando eu entendi, eu tava me tirando da narração. Entendeu? Pô, isso aí não tá certo. Eu fui lá vendo meu contrato, tava narrador. E a gente que recebeu ele, assim, bateram pra gente. Tinha várias histórias do que era ele chegando. Ah, tá chegando via garotinho, que a gente sabia que ele

tinha crescido como narrador na mão do garotinho. Bande Esportes, depois própria Transamérica. A gente já não vê a toa, né, irmão? É fechado. Mas não era. O outro lado era desse chefe vendendo que ele pesquisou e ele tava trazendo. Ele era uma renovação. A gente não entendia. O cantor dele chegando, pô, se o chefe que trouxe ele, tá sabotando ele. Se o garotinho que trouxe ele. Mas aí a gente começou a pegar intimidade, ele com a gente ali, com uma galera, e ele começou a falar, a desabafar, a reclamar.

Um dia a gente falou assim, então fala aí, qual que aconteceu? Qual é a sua situação? Qual a verdade? Aí ele contou, não, eu vim assim assado, foi o presidente que me convidou, blá, blá, blá. Conheci o chefe no dia que eu fui apresentado pra vocês, não conheci ele antes. Ah! Porque ele falou que foi uma grande sacada dele. Ah! Garotinho? Pô, garotinho, todo mundo sabe que é minha relação com ele, mas nunca me ligou, nunca falei nada.

Quem me ligou foi... Aí, tipo, tu tem que falar com o presidente, cara. Se teu contrato é igual dos outros narradores. Lógico. Pra que você tá vindo aqui com o priorário? Óbvio, sem fazer nada.

Ele falou, mano, não queria brigar no início. Cara, você ferrar assim. Mas surge o Chala porque, mano, assim, o Betão tava num momento mais conformado com as paradas de rádio. Inconformado? Não, ele tava conformado. E você inconformado? Mano, eu... Eu queria sair de lá, mas não tinha nada pra eu fazer. Porque assim, o rádio, além de receber mal, ele ficou na mão de uma galera muitos anos, tá ligado? Então, assim, galera mais coroa, ficou lá e tal,

não conseguia furar aquela bolha. Então, mó galera que faz regionalismo. A panela, a panela. Ficando desempregada. E a molecada não conseguia... Acender. Acender. Isso me revoltava pra caralho, assim. Tipo, quando eu cheguei na Tupi... É, essa revolta eu não tinha. É, eu sempre fui revoltado com essa porra. Aí, cheguei lá, mano. Um dia, porra, eu tava olhando, assim, os caras não ligando pra internet, tá ligado? Assim, internet é um...

E eu já tinha entrado... Isso depois de quanto tempo você tava lá, irmão? Não, isso no início. Lá de cara. Já cheguei assim. Até hoje.

caras cagam pra internet. É. E aí eu cheguei, mano, comecei a entrar na rota do Flow ali. O Flow começou a me impactar. Isso tem cinco anos e pouco, né? Pra trás aí. Aí o Flow entrou, eu, caralho, que porra é essa? E fui entender o Flow, aí Joe Rogan, aí cair. Aí tinha um maluco chamado Felipe Solari, que era da MTV, fazia já o rolê na casa dele e tal. Falei, porra, isso aí é do caralho, mano. Quero fazer essa porra. É, e na rádio tem câmera, tem microfone, porra, tem estrutura pra fazer.

cara nunca abriram. Você quer pensar como é que deixaram você fazer, cara? Porra nenhuma. E aí cheguei lá um dia, puto, na redação, falei, porra, caralho, puto com alguma porra dessas de escala que me tiraram de um jogo, sei lá, me sabotaram de alguma forma e... Pra variar. É, pra variar. Cheguei lá e falei, cara, isso aqui é uma merda. Tinha que ter podcast aqui, não sei o que. Ô, Betão, como assim podcast, mano? É, já tentaram fazer aqui o diálogo.

Diálogo? Não, não é isso, mano. Eu falei, videocast, tá ligado nessa porra? Videocast? Não. Aí eu mandei pra ele o

o pó de pá era do Flow, né? Isso. No começo era. E mandei pra ele, cara. Isso aí explodiu a cabeça dele e ele voltou. Vamos fazer. Só que daí até a gente não tinha grana pra fazer. É isso que eu queria saber. Vocês tinham que sair da rádio pra fazer. Eu converso com o meu irmão várias vezes assim. Falando, cara, acho que eu vou chamar o Catarina pra fazer isso daqui. Mostrei pra ele, né? Olha isso daqui, cara. Tu conheces isso aqui? Não, também não. Fui ver lá o processo dos meninos, gente lá de trás.

Fazer em casa. Entendi que eles tinham a bolha deles do game. Você chegou a ir até lá? Não, não, não. A gente fez Flow Sport depois, né? Na casa deles lá. Dessa época, eu fui olhar os primeiros programas e fui entendendo a dinâmica que eles fizeram, né? Da bolha deles e depois que eles explodiram, começaram a receber todo mundo. E o que me pegou foi aquela informalidade e aquilo ali não atrapalhava. Ao contrário, potencializava a resenha dos caras.

E aí eu falei, aí eu cheguei pra ele e falei assim, Catarina, é, vi a cabra, tô de cara que tu me mandou, sei lá, tu... Tem de futebol? É, eu perguntei, tem esse tipo de programa? De futebol? Aí ele, cara, não. Aí eu falei, aqui no Rio tem de futebol? Ele falou, aqui no Rio não tem nenhum. Não tem nada. Não tem nada, é. Aí eu falei, cara, vamos fazer aquilo ali, só que da nossa bolha. A gente faz futebol, de esporte, e a gente, pô, aí o Catarina falou assim, cara, é boa a ideia, mas... E aí, grana? A gente não tem grana. Não é uma coisa pra tu fazer com celular,

Ah, um cantinho. Comprar microfone, comprar as coisas. E o Rio, na época, não tinha nenhum estúdio. Você não podia alugar um estúdio. Hoje parece que é o lugar do Brasil que tem mais estúdio. Mais estúdio. No Brasil. Caraca. Aí a gente... Eu falei, Belicavo, tu topa? Topo. E eu já tinha na cabeça algumas pessoas que... Eu não era o inconformado como ele, mas eu pensava em sair da tupia. Porque eu estagnado no mesmo salário há anos.

Mas tu não veio pra São Paulo por isso? Por causa da rádio do Rio, tu não veio pra São Paulo por isso? Não, eu vim porque era cabeça de rede.

no Rio. Tinha como ir mais, né? Eu tava numa filiada. Exatamente. Porra, onde gera? Uma matriz, né? O Rio é a maioria filiada, né? É difícil ter cabeça de rádio. Eu acho que a única cabeça de rádio que foi o Rio foi... Rádio Globo. Não, Rádio Cidade, Rádio Globo. Rádio Cidade, né, bola do Rio. Fluminense, lá atrás. Não, Fluminense não teve rede. Não, é difícil. A América era de São Paulo. Tipo, a maioria é de São Paulo. Mix é São Paulo.

É, tudo aqui. No Rio era Rádio Globo de rede, né? Rádio Globo e Rádio Cidade. Cara, e aí a gente falou assim, cara, e eu já tinha algumas pessoas na cabeça que falavam assim, cara, uma hora, vou ter que sair daqui se for fazer alguma coisa no meio. Tinha gente que, Miguel era um desses, que tinha sido estagiário lá na Tupi no início, quando eu tava lá também. Corta. E, hã? Não, aqui, não corta. O Zaque tá dormindo aí. Ele tá falando meia hora, Zaque. Isso, obrigado. E aí, cara,

A gente tinha o Matheus, que era estagiário naquele momento nosso, ali também na Tupi, que era muito bom. E eu já chamei os dois. Quando ele falou, vamos fazer? Vamos. Eu liguei pro Miguel. Miguel, tá rolando tal coisa aqui que a gente tá começando a fazer o topo ali. Topo. Porque o Miguel já tinha tido assessoria de imprensa, conhecia jogador. Eu falei, é o cara importante. No futuro soubeu que ele conheceu o Kaiser. E o Matheus, ele era um maluco.

Eu sabia, o Candarelli já consumia isso, mas ele nunca teve canal de YouTube. Eu também não.

era um maluco que já colaborava com vários canais de YouTube de Flamengo. Participava, administrava superchat, então eu li o cara que conhecia. Eu falei, pô, além de ser um cara gente boa, honesto, amigo da gente, eu falei, pô, o Mateuzinho é um cara que vai ajudar nessa, a gente não, a gente assiste só, a gente não conhece. E aí juntamos os quatro. E aí numa conversa a gente falou assim, pô, apresentei, né, a galera e tal, aí falou, beleza, aí veio o cantar de novo.

Então, galera, beleza, mas e aí? A gente não tem dinheiro, estrutura, e falou assim,

uma coisa que ele falou, que eu me lembro até hoje, eu falei assim, não dá pra começar um bambizão, porque depois vira comédia. Ninguém vai levar a gente a sério. Isso começa um negócio largadão, assim. Aí a gente falou, cara, a gente precisa de gente técnica da parada, né? Pra som, imagem, essas porra. Aí o Matheus fala, ah, eu tenho dois amigos, cara. Um é músico, tá aqui o Paulinho, e mexe com som, com música e tal, e o outro é o Bernardo, que já até trabalhando aqui na Tupi um tempo, ele é editor de vídeo. Aí a gente falou, cara,

pra eles o que eles acham, né? No dia seguinte, o Matheus avisou, ah, falei com os meninos, eles gostaram da ideia, aí juntou os seis, fizemos uma reunião lá no Rio, e essa reunião já foi num lugar, porque não tinha estúdio, né? Cara, vamos ver se a gente improvisa um estúdio aqui, pra começar a fazer. E aí é muito louco as coisas que tem que acontecer, porque nesse processo de montar um do zero ali, cada um juntando o que tinha, pra levantar um estúdio de um lugar que é casa de show, lá no Cosme Velho, nesse período, o Aratupio,

Um radioator, que é o Miguel Marques, que trabalha lá no Tupi, ele veio pra mim assim, ele gostava dos meus comentários, quando eu comentava lá no Tupi, aí ele, domingo passado, eu não tinha comentário, ele veio, pô, Betão, você não tava no programa, eu falei, ah, não pude. Aí ele, pô, tu tem que ir pra internet, cara, ficar dependendo aqui, os caras não te botam, não te botam, tu manda bem. Aí eu, sem falar que tava já rolando, eu falei, cara, eu tenho que pensar cada vez mais nisso.

Tô pensando nisso, é. Aí ele falou assim, ó, se tu precisar de uma parada, eu tenho aqui um amigo que tá com o espaço parado. Do nada ele veio com essa parada. Caralho. Aqui o Instagram dele aqui.

um estúdio de teatro. Era um estúdio de teatro. Ele tinha tipo um andar que ele fazia aula de teatro. Botou na mesa. E ele, na pandemia, morreu, né? Aí ele era fã do Flow. Pegou um espaço vazio, montou um setupzinho tipo do Flow pra ele. Só que ele também, naquele momento, não estava gravando. Estava parado. Aí ele me mostrou. Aí eu olhei assim, mostrei pros caras. Aí a gente falou assim, cara, vamos abortar a ida pra vila uruguaiana, edifício central pra comprar as coisas? E vamos!

Não, Betão, vamos abordar. Aqui é 13 de maio, né? É aqui, no centro. 25 de março. 25 de março. É, de março. Aí, galera, lá é Uruguaiana. Foi mal. Não, não, como é que é das eletrônicas aqui? Santo Exigene. Santo Exigene. E lá é o edificio central, né? Famoso. Lá é Uruguaiana. Onde eu estudei lá. Quando começou aqui, nós vamos lá, Santo Exigene. Pra comprar as coisas. Isso aqui foi comprado na Santo Exigene. Aí, tá vendo? E você paga um preço mais em conta.

nos lugares. É bom que você tira disso. Lembra? Só que você tira disso é como as empresas de comunicação do Rio são mal geridas, mano. Porque assim, todo mundo trabalhava na Rádio Tupi, tá ligado? E ninguém tinha espaço pra criar, pra fazer porra nenhuma. Então a gente teve que fazer uma parada fora, sem dinheiro e tal. As coisas foram ajudando, foram aparecendo. Mas enfim, foi nesse lugar. Aí eu fui lá visitar o lugar, porque nas fotos eu tinha o medo de...

deu a ficar estranho. Eu achava que podia ser muito pequeno e grande pra caramba. Falei, pô, também não vou ficar pagando o livro na internet. Tá parecendo pra caralho o João Gordo na época. Valeu, Bola, obrigado. Na época do garganta e torcicólogo. Você tá muito a barba, não sei. Só não dei mole no aeroporto com o Gordo. Poderia? Poderia. A gente pensa antes, pô. Foi a Misterdã, recentemente perguntei.

Sem danos, sem danos. Sem problemas. Fica em Amsterdã, deixa em Amsterdã. Aí, eu fui lá. Falei, galera, então aborta a visita lá, a ida para o Uruguaiano, que eu vou lá conhecer o lugar. Porque eu preciso me ver. Sentaram lá, a cadeira e tal. Porra, cheguei lá no lugar, já fiz vídeo na hora. Galera, é o lugar. Vem pra cá. É, já tava com câmera e tudo. Já tá pronto. É, pronto. Só sentar e fazer. Só podia ser ao vivo. Ele não tinha que...

Tá. Aí, filmei lá os aparelhos para os meninos que são da técnica e olharem. Aí a galera falou assim, cara, eu vou levar o Bernardo.

cara, vou levar uma câmera que eu tenho e acho que dá de boa. Cara, já marcamos com ele, fechei com ele 400 reais. Usar uma vez por semana. Então, 400 por mês, ele pichorou. Pô, dá pra fazer 500? Aí eu pensei assim, por não somos 6? Não tem. Ainda vai dar menos de 100 pra cada um dar, dá pra fazer. Aí eu pensei pra galera, 500 conto mesmo. Cada um dá tanto. Cara, e aí a gente, dia 8 de fevereiro de 21, fomos fazer o piloto. E o piloto já foi pro ar e nunca mais

700 entrevistas. Mas eu como telespectador de vocês quatro, eu acho que o que faz a evolução de vocês, que vocês entrevistam todos os pontos de vida, as coisas mais rocambulescas, e eles na área esportiva, o que faz vocês crescerem é que tanto eles quanto vocês, vocês não têm vaidade. Vocês não querem um ser melhor do que os outros. Jamais. Então isso só faz crescer. Que bom, Cazinho.

espiritualmente, porque eu sou budista, não estou tendenciando ninguém a ser budista. Lógico. E eles que cada vez crescem mais na vida, porque ninguém se acha melhor do que ninguém. Mas a grande sacada é essa, irmão. Tanto eles dois, quanto os outros, vocês não veem que fazem um espetáculo que vocês veem como Renato, Júlia e Fernanda e todo mundo. Obrigado, irmão. Só uma questão, assim, que é uma dúvida que eu tenho do Charla, porque, assim, vocês começaram a fazer uma vez por semana. Isso. Mas quando vocês realmente, porque, assim... Quando pegou,

Não, não é isso que acontece. Podcast, ele tem um grande problema pra não dar certo. E a receita, igual a de vocês, pra não dar certo é enorme. Que é o quê? Nós fizemos o reverso. Nós só estreamos quando tínhamos a empresa definida. Eu e o bola, estatuto, advogado, nome. Assinamos tudo direitinho. A gente fez todo um processo como empresa primeiro. Por quê? Porque quando você faz alguma coisa que dá certo, dá briga. Sim.

Porque quando tá errado, tá todo mundo na merda. A hora que começa a dar bom, aí começam as brigas porque não tá definido. Ah, eu sou sócio, eu tenho mais, você menos, eu fiz isso, eu que arrumei. Vai dar merda. Como é que vocês viraram empresa? Ou até hoje não virou. Mas a gente não esperou sucesso pra virar empresa. A gente virou antes. Mas na saída, a gente não começou como empresa, mas já começamos sabendo que cada um tinha. É igual pra todo mundo. Mas assim, é o que você falou.

É que a gente não pensava em ter uma empresa, a gente pensava em ter um programa, né? Era isso. Mas esse é o erro, né? Você tá ligado, né? Tem que pensar em ter empresa, depois do programa. Nós corremos riscos durante um tempo com isso, mas assim, hoje em dia não. Hoje em dia a gente tem uma empresa estruturada. Quantos funcionários hoje? Somar tudo, tirar um sócio. Caramba, 25. Quantos sócios vocês têm? São seis sócios. Ou bastante, hein? Todo mundo fala isso.

Porra, você

deixaram? É, mas é. Mas a demonia entre os seis é muito grande. Respeito, admiração. É mesmo. Que bom. É que não tinha o que fazer. É tipo uma banda, pô. Nós encontramos quatro, né? É igual a banda. Quando a gente, quando o Matheus conversa com o Paulo e com o Bernardo, e eles vêm, cara, já vêm pra entrar na merda junto. É que no início, o cara, no início, assim, a gente não tinha dinheiro, mano. Eu tinha virado na carreira. Eu tenho uma coisa, só de uma vez,

semana. É, a gente gravava terça e editava e na sexta-feira botava no ar. Vocês pegavam os jogos do fim de semana e comentavam, é isso? Nada. Era já com o convidado, nesse formato. Já com o convidado. É, é. A gente foi migrar pra outros produtos já com o Chala Grandão. Entendi. Aí virou como é, o narração, o debate, mas começou entrevistinha. Convidava a turma. Uma vez por semana. Uma vez por semana. Mas no começo não era difícil levar convidado?

É, era. Aí assim, era o Miguel com gente conhecida, o Kaiser, o Catanelli falou, mas foi

Porque o Miguel conhecia. Você é cordista. Mas por que o nome Charla? Já começou como Charla? Foi eu que dei o nome. De charlatão? Não. Charla é resenha em espanhol. Eu não tinha a menor ideia disso. É mesmo. E quando a gente se juntou no grupo lá, aí eu falei assim, ó galera, tem que dar o nome, que eu vou mandar, até o Matheus falou, tem que mandar pro menino da arte pra fazer tudo. Lógico, lógico. Aí eu lembro que eu tava caminhando na praia, quando eu olhei no grupo assim, todo mundo, galera, e o nome, e o nome, e o nome? Eu falei, cara, manda aí o nome, todo mundo tem que mandar.

nome. E eu, na minha cabeça, já tinha essa coisa do flow, achava do caralho que o flow fez. Eu já sempre fui daquele que tem que ser um nome só. É um nome que bate, né? O nosso é maravilhoso. O de vocês já usavam isso aí antes. A galera que curte vocês nessa vida. Chupa flow, nosso nome é menor. É o Chico. E aí eu achei que os caras queriam usar uma expressão de fluente, fluência, pra falar que leve.

e usaram lá o inglês. Na hora, a galera botou assim, ó, só uma coisa, galera, nada de resenha, porque tem um monte de resenha aí, né? Um monte de programa com resenha, tá meio batido, vai ficar meio... Aí todo mundo concordou, aí nisso eu tô ali passando, aí veio. Mano, Charla é resenha, conversa, amê, né? Bate-papo de bar em espanhol. Aí eu joguei lá a Charla, não sei se a galera sabia o que era, foram pesquisar. Eu não sei que eu joguei o nome lá e continuei minha caminhada.

Quando eu cheguei em casa, já tava a arte pronta. Charla! Eu nem sei se teve outro nome,

Não tem outro charma, né? Se der certo a parada... Mas o Tica também foi pensado assim. Se você botar T e C, A, já vai aparecer a gente. Essa era a minha preocupação. A nossa aqui, né, Bola? É com o Tica da música, né? Não, o Tica da Gatica. É que eles gostam de falar isso aqui. Não, o Matumba Lakatumba. Não tem nada a ver. O nosso Tica é uma bobagem. O que tem a ver com o espanhol? O Tica? O Tica?

Olha, a mesma lógica. É porque a gente ia na rádio entrevistar os gringos e hoje a entrevista é em espanhol. Começou eu e o Carlinhos lá em Bariloche. É, Ticaragatica, senhor. Eu não sabia falar. Onde tem aquela boate chamada Cerebulo, você conheceu? Eu fui lá. Você é o rei das boate. Bariloche, né? Aí sim, gostei. Aí começou o Charles e explodiu. E aí, mano, dá pra falar que a gente deu a virada? Porque a gente começou nessa assim,

O Miguel, no início, ele foi levando personagens do futebol, do esporte, né? A galera da areia, do futebol de areia, do bitsoc, que é uma galera que ele conhecia muito. Então, a gente começou a levar. E também é mais fácil de levar, né? É, chamar pra galera... É, não tem aquela perna do jogo. Não é que é perna. A galera do futebol tem muita gente pra chegar no cara. Empresário, assessor. O assessor e o caralho. Os caras estavam ali, pô, na resenha com ele. Ele chegava lá, pô, Junior Negão e Magal.

do beatsock foro. Aí Nenê, Benjamim... É, a gente começou, porque assim, a galera fala, porra, nego, para na rua, por que que tu não leva o, sei lá, Neymar? Porque não é assim, né? Você não chega pro Neymar, beleza? Vamos lá, não é? Ele vem lá e vai. O nego acha que é fácil. O nego acha que é assim, né? Não é, caralho. Não, os jogadores têm uma parada chamada staff, né? É isso. É uma empresa que trabalha e volta no jogador. E o clube também inventa. Fora o Zaspone, né?

Tem muito também. Fora isso, Caio. Que é o pior pra se chegar. Hoje a gente consegue levar os caras fera, mas depois de muito tempo. Hoje eles não ligam. O telefone deles é que tocam. Pedindo barrigo. E não ligam direto. A verdade é essa. Eu fui boleiro. Eles não ligam direto. Manda um e outro ligando. Convida fulaninho, botraninho. Isso tem mesmo?

Tem telefone. Vamos lá, boletar. Michael Magnum. Atende aí. Alô, Michael. É só me deixar nervoso. É Michael. Pode, você que tá na plataforma aí, pode ligar que a gente atende. Pra mim tinha gente, já não tem. Não, teu Michael tá aqui. Michael Magnum. Não, ele não tá aí, ele não atendeu. Ele não atendeu. Já é isso aí, bola. Se aparecer alguém aqui, a gente atende. Vai. Ô Kaiser, voltando a você, daqui a pouco a gente vai ficar nessa jornada.

Nossa interação é boa. É tranquila. No fundo, a história de vocês é meio parecida. Total. E pra quem viu o progresso deles do Catete pro estúdio deles atuais hoje. Impressionante. É de parabenizá-los. Que legal, cara. Que legal. Sabe, a interação. Hoje é top. Tem um personagem comum entre nós. Quem seria? Renato Gaúcho. Como assim? É mesmo? Renato Gaúcho. Uma das grandes resenhas do Kaiser é com o Renato. Renato é tipo um não. É tipo um padrinho.

ou no futebol, né? Não, meu padrinho não. O Renato é meu pai, meu irmão. Eu daria minha vida pela dele. O Renato é parceirão dele. Por que, Kaiser? Porque é um cara excelente, foi um excelente jogador, excelente treinador. Sim. Todos os treinadores que foram campeonatos e apertadores... Eu acho que ele vai ser o técnico da seleção. Não, todos os caras que ganharam a Libertadores tiveram oportunidade de ser treinador na seleção brasileira.

Ele não teve. Não teve, é verdade. Entendeu? E eu tenho uma gratidão por ele imensa. É uma amizade que é desde 1983.

e queria aproveitar pra dar o adentro, a geração, hoje as televisões abertas, fechadas, tá dando oportunidade pra pessoas criarem programas, pessoas até semi-analfabetas, e se tem uma pessoa que merece oportunidade pra ter um programa, não é ele, independente dele, se chama-se Carolina Portaluppi, que trabalhou com vocês, tem o DNA, DNA da comunicação na veia, entendeu?

seguidores, ela já, através disso, ela já demora. Mas a versatilidade dela, o domínio microfone, não é a filha de Renato Gaúcho. É Carolina Portalu. A hora que der um programa piloto pra ela, vai acontecer que nem eles. É do piloto pra frente. Que ela merece independente. Agora, tem uma foto dele, ele na época de jogador, que é sensacional, que eles eram parecidos. É, Gaúcho, Renato. Tem essa foto aí ou não? Porra, Renato. Põe em casa de Renato Gaúcho.

Renato Gaúcho. Renato Gaúcho. Final do Gaúcho, claro. Eu achei que passar um trailer aí do documentário, né? Tem o documentário, né? Que era a geração, a tua geração, né? Tá na Globoplay, mas eu disponibilizei em homenagem ao público de vocês. Esse mês tá liberado um link, não precisa pagar e ver de graça. Tá na Globoplay? Não, tá na Globoplay. Como é que é o nome do documentário? É, o jogador que não tem... Olha lá, olha lá, olha lá. Essa foto, essa foto é... O parecido pra caralho.

Caralho, irmão. Olha lá, tá vendo como ele é? E olha o jornal em inglês. Isso é no Camarote da Brama. The Guardian. The Forgotten Story. É, quem escreveu esse livro meu foi o Robin, que é colunista do The Guardian. Carlos Kaiser. Football Greatest Coleman. Cara, isso é espetacular. Dá ligado, irmão. Camarote da Brama aí no carnaval, é isso? Mas o camarote... Caraca, o camarote...

Agora que eu vi, velho. Puta bonézão do Renato. Puta bonézão reto. O camarote que você tem uma grande história com o Renato não é o da Brama. É o de Buzes. É o de Buzes, né? Então tá vendo aí como eles são parecidos, né? Lembrava muito. Conta essa história da de Buzes. É outro camarote. Mas é carnaval? Não, Réveillon. Réveillon, tá. Pra quem conhece Buzes, a casa do Renato é em Jeribá, no canto direito. Pé na areia. E aí, nós estamos durante o dia jogando

E eu correndo na praia, porque o negócio de bola não era comigo. Tá dando uma pinta na areia, né? Aí eu dando pinta, dando 30 voltas, Geribá é uma média de 2 quilômetros. Só desfilando. Aí chega o proprietário de uma boate que inaugura, e convida o Renato, queria te convidar, não sei o que. O cara, ah, tá bom. Como sempre, atenção, eu sou educado. Meu salário era um quinto do cara. No mínimo, tinha que ser educado e generoso. Não, pô, não, isso aqui. Aí eu vou ver se eu levo eles lá. Dá uma.

dá duas, dá três, dá quatro amanhã. Falei, Renato, vamos lá na inauguração? Pô, cara, tô aqui com meus amigos, minha mulher. Pô, esquece isso. Aí eu, tá bom. Aí eu, todo jogador, ex-jogador, o atual jogador, tenta ser os Aspones. Aspones. Meus Aspones me cutuca, pô, vamos lá então. Aspones, assessor de porra nenhuma. Vamos nós. Quando eu chego, deixo bem claro, quando eu chego, o porteiro fala, e aí, Renato? Aí meus Aspones, cala a boca, fica quieto, eu falei, boa noite, tudo bem?

camarote pra você. Eu não falei que eu era o Renato. Mas só não discordou. Só que antes da rave existir, Buzes, a noitada começa a uma da manhã e acaba a uma da tarde. Sempre foi assim na Rua das Pedras. Antes do áter, antes de ir. Aí cadê Jair, Gaúcho, Paulo Roberto, lateral, todo mundo na casa do Renato. O Gonçalves e o Donizete não puderam ir porque estavam com as esposas. Aí os caras, pô, vamos lá. Quando chegam,

Porra, deixa aí. O Renato chega. Boa noite, eu sou o Renato Gaúcho. Eu fui convidado pra inauguração. Eu seguro essa porra, cara. Você já entrou. Conta outra, porra. Renato Gaúcho já tá aí dentro. Aí os caras tudo já mamados. Como é que você já tá aí dentro? Se o Renato tá aqui, tem dois Renato, dois Gaúchos, dois Dejaí. Aí falou isso. Falou, falou. Vou mandar depois. Aí os caras chegam. Que maravilhoso. Aí o cara, pô, dá licença, o Renato chega. Dá licença pra ver aqui, Renato. Deixa eu ver.

a cabeça assim que sai. E quem é esse cara? É Kaiser. Aí meus aspões falam, os caras estão tudo barrados lá fora. Aí eu chego aí. O Renato Gaúcho barrado, cara. Aí eu chego aí. Porque ele já tinha entrado. Exatamente. Cheio de virgens, combo lá, mandando. Aí eu chego, segura, segura que vai entrar todo mundo. São os outros amigos meus que chegaram atrasados. Aí os caras entraram. Mano, que maravilhoso isso, cara.

Eu, eu, eu, sabe. Você já deu bando em cobra? Não. Então, você não vai dar em mim. Não vai. Ah, nunca, irmão. Deu uma rasteira na cobra. Mas só pra emendar com a gente, mano, que a galera acha que, ah, não, pô, tudo, o Kaiser fala as paradas, não é verdade? Não, todos os caras que vão nele, viram assim. A gente tinha que levar o Renato Gaúcho no charlo, óbvio, né? Um dia. Lógico. Porra, a gente vai pra... Crack. É, pô, o Renato, ele vive no Rio, um... Maldeirão. Maldeira. Assim só.

É mesmo. É um bar aqui, né? Que é um bar lá por Abrasa. A casa dele. A casa dele é a rede de futebol é dele. Fica ali. Quando um clube contrata, aí ele volta pra lá. Tanto que quando ele vai pro Grêmio, por exemplo, ele não mora em Porto Alegre. Ele mora no Rio, mora no hotel em Porto Alegre. Entendi. Ali é a aldeia dele e tal. E ela falou, caralho, mano, tem que levar o Renato no Charla, tem que levar o Renato no Charla e tal.

Aí, ó, pra levar o Renato no Charla, tem que confiar em vocês. Então, o que a gente foi fazer? Foi eu e o Miguel, mano, pra rede do Renato de futebol,

Que Miguel já frequenta jogar futebol com Magalho. É isso, é. Aí ficamos ali, mano. Cara, o Renato cagando balde na nossa cabeça. Os caras da rede, porra, podcast do caralho, passa. E o Renato nem aí, mano. Aí eu falei, cara, como é que eu vou quebrar o gelo? Como é que eu vou chegar no caralho? Né, porra. Aí sai da rede de futebol e vai todo mundo tomar uma no bar. Aí estamos andando na rua. Renato, tem uma história sua, cara, que tu foi barrado na boate em Buzes. Pô, ele já olha pra trás,

pra caralho. Tipo assim, era verdade? Já sabia. Aí, quem me contou foi Carlos Kaiser. Ele, puta que pariu. Quebrou o gelo, irmão. Na hora. Na hora. Botou a gente lá pra tarde de chope com o Renato e tal. Logo depois ele foi no Charmo no mesmo bar ali. Que legal. Graças à história do Kaiser, pô. Olha aí. E a galera acha que as histórias ali não são verdade. Já falei, ó. Bebeto e Renato. E o Dijair, né? Dijair também. Quando o Dijair foi no Charmo, ele tava acabando o programa. Eu lembrei assim, caramba.

quando conta a história, ele fala que o Jair tava, né? Eu falo, o Jair, você tava lá. Pô, o Kaiser, ele, pô, lógico que eu sei que é o Kaiser. É aí, então conta a tua versão aí. O Kaiser conta pra gente que, pô, barraram o Renato na borracha, porque o Kaiser entrou, ele, pô, ia ver, eu tava lá. Eu tava lá. Eu fui olhar, falei, pô, o homem tá lá com um monte de mulher no colo. Que maravilhoso. Que maravilhoso. Que maravilhoso. Kaiser, Kaiser, o jogador que não entrava em campo.

Entrava em campo, entrava. Entrava. Mas vou te falar, não precisa entender o mundo de futebol. Eu ia onde o zagueiro estava. Em vez do zagueiro vir até mim marcar, eu ia onde o zagueiro estava. Quer dizer, para quem estava olhando, eu estava sempre marcado. Não tinham 50 câmeras, eram duas. Pô, imarcável. Eu, no estádio do Bangu, Marcelo Henrique foi jogador do Bangu, que antes era gandula, eu chegava para ele e falava assim, diz que eu pago coxinho, que a molecada consumia no bar.

cara na torcida do Bangu gritando, tinha uma bandinha do Bangu. Chora, geme mundo, porque o Kaiser é o maior do mundo. Cara, tem dinheiro. A famosa charanga do Bangu. Exatamente. Que demais. Você dava coxinha pros caras gritarem teu nome. Coxinha, o que os caras quisessem. E quem pagava depois era o Doutor Castor. E ele ia onde o zagueiro estava, irmão. Claro, pra não tocar bola com ele.

O Caeser era o jogador do futuro. Eu jogava que nem o Tostão, sem bola. Bangu já tem o seu rei, Carlos Caeser. Bangu já tem o rei. Ele é uma espécie de alteza cigana. Novo centroavante, contratado pelo clube na semana passada. Já é um jogador rodado. Passou pelo México, jogou na Argentina. Acabou em Bolsa Bonita, contratado por três meses. Justo o tempo que...

falou, né? Que ele renovou mais vezes. Tem jornais, tem revistas. Tem mais aí? Tem mais aí? Vamos ver. Cara, que maravilha. Se tiver um trecho do documentário aí, é só pegando o meu... Kaiser, o goleador desempregado. Isso. Carlos Kaiser é um daqueles jogadores brasileiros desconhecidos em seu país, mas que brilham no exterior. Kaiser chegou à Europa em 86 para disputar o campeonato da terceira divisão da França. Pelo Brasileiro que é Jacques Silva.

Como centroavante. Ao fim da temporada, Kaiser foi o artilheiro. Você foi artilheiro? Na terceira divisão. Mas foi, né? Não interessa. Meteu mais gol do que os outros. Montou a segunda divisão, de onde não mais desceria. Nos oito anos. Jogou pelo time do Córcega. O passe do Kaiser pertence ao América. Mas o jogador não pode disputar o Campeonato Estadual.

por causa do atraso das negociações. Com 31 anos, 1,84m, 80kg, o jogador vem treinando individualmente com o seu preparador físico e espera ser vendido no meio do ano. Novamente para o futebol europeu. Aspas. Aspas. Tenho propostas de dois times da Grécia, Olympiacos e Paratinaikos, diz Kaiser, que ganhou esse apelido ainda jovem pelos amigos enxergarem em seu futebol semelhanças com o do

Franz Beckenbauer, o Kaiser. Carlos Kaiser foge da imagem pontificada do boleiro. Gíria inventada pelos próprios jogadores para identificar-se. Não usa gírias nem frases feitas e é capaz de falar sobre vários assuntos além de futebol. Esotérico, o Kaiser acredita na força dos cristais e até seu visual é influenciado por essa filosofia. Usa um brinco em cada orelha para chamar energia,

e longos cabelos. Use o cabelo grande para que não toquem na minha cabeça. Ele é um dos pontos vitais do nosso corpo. E não é qualquer pessoa que pode tocá-lo. A cabeça é o chácara, né? Para evitar isso, digo que não é para desfazer o penteado. Imagina o Kaiser hoje. Seria um influencer, né? Um jogador influencer. É o Neymar. Uma figura... Pô, midiática. Só esse relato aí. Maravilhoso. Maravilhoso. Você pode botar meu nome em qualquer...

país que tem matéria minha. Lá fora tu não conheceu o Fred Mercury, não? As histórias do Ajácio são muito boas. Se você botar o Instagram do Gazelec, se botar o Instagram do Gazelec, o único estrangeiro entre os maiores estrangeiros, o único brasileiro entre os maiores estrangeiros da história do clube, só eu. Gazelec, futebol clube. Mas só você jogou lá? Não, vários jogaram, receberam.

Onde você conheceu o Fred Mercury, irmão? Não, a Córcega é a terra da máfia. Sim. E eu jogava pro time da máfia. Eles eram patrocinados pelo hipermarchia Corsair, que é o supermercado. O material era produzido pelo Mário Strezor, MT 73 vezes, que é a participação dele na seleção. E eu ganhei o carisma. Quando eu cheguei na Córcega, você vai pra Paris, de Paris você pega uma caixa de bombom e vai até a Córcega. Quando eu chego, os caras falam, pô, o estádio tá lotado, você vai treinar.

Tô morto. Quando eu chego assim, tá? Eu perguntei quem são aquelas pessoas. É a esposa do presidente, o presidente. Eu falei, me arruma um boneco de buquê de flores. Aí o cara fala, pô, onde eu vou arrumar um buquê de flores? Pô, tu tá aqui há dois anos. Não sabe como arrumar um buquê de flores. Aí o time todo entrou e eu não entrava até o buquê de flores chegar. Quando chega o buquê de flores, resumindo pra vocês. Subiu a lambrada, entreguei o buquê de flores pra mulher do presidente.

A Corsa é que nem os básicos na Espanha, querem ser separatistas. Me enrolam na bandeira da Corsa.

cócega e beijo a bandeira. O presidente chama o tradutor e fala, a partir de hoje você não precisa jogar mais. Você é o rei da cócega. O segundo rei da cócega, que o primeiro é Napoleão Barapá.

Lá você fala um dialeto que é um pouco francês, um pouco italiano. Mas você mandava? Você acaba aprendendo. É tudo bem. É como em Nápoles que também fala um dialeto horroroso. Até você aprender. Facinho. E catalão também. Aí aprendi o dialeto. Aí ele convidava sempre para uma mansão dele. Um cantor. Tênis, tramp, darby. Ah, ele era meio um vorcaro. Exatamente. Gustavo, ele fazia uns mega eventos. Aí o Fred.

foi cantar exclusivo pros caras. Aí, na hora de entregar, embora tivessem vários jogadores melhores do que eu, eu não era o melhor, mas eu era o símbolo do time. Aí, me deram a camisa, eu chego no Fred Mercury e entrego a camisa pro Fred Mercury. Como eu entreguei pro Terence Trempe Darby, pro outro Prince e outros mais. E se quiser, conta a história do Robert De Niro,

Eu tô resumindo. E meu voo também. Aí, quando vocês pagarem a multa, eu fico aqui cinco horas. Eu falei pra produção... Esse programa é pra cinco horas. Bora, bora. Queremos. Aqui é audiência nata. Não vim aqui pra enrolar vocês. O livro tá aberto, minha esposa tá ali, mas...

livro, deixa eu ver o livro aqui. Você vai ver foto, vai ver tudo. Vai falando de Nova York. Você estava com o presidente do Brasil. O dirigente foi encontrar um amigo deles em Nova York. Eu fui e nada do cara chegar, o Robert. Amigo dos caras, Robert. E eu estou lá sentado. Irmão, eu estou sentado. Para quem veio do Morro do Tabajá, aí os caras Charles Henrique, Carlos Henrique, meu nome é Carlos Henrique, depois virou Kaiser, Kaiser não é meu nome, é apelido pela comparação com o Fransman e o Beckenbauer.

Aí chegam pra mim e falam, esse aqui é Robert, esse aqui é o Kaiser, é Charles Henry. Jogador. Aí eu falei, aí eu cutuquei, Robert De Niro, porque ele é descendência italiana. Eu não fui, eu não sabia quem era. Sabe, você cai de para, você tá no lugar certo na hora certa. Eu nunca fui nada premeditado, era você tá no lugar certo na hora certa. Entendeu? Aí, quando eu vejo, eu tô de cara com o Robert De Niro. E aí? Eu não era amigo de ninguém.

Sim. Eu tava ali. Você me chama pra jantar, chega lá, tá. Um amigo teu importante. Não é o que eu falava, eu tava no Rio, eu gravava no Rio, aí encontrei o Cristóvão. Certo. Que trabalha com carioca hoje em dia, tal, não sei o que. Ele falou, vamos sair à noite? Falei, vamos, eu acabo de gravar, a gente sai. Fomos pra uma boate, a barrada, nem lembro o nome, enfim. Mas vamos lá, já tem um camarote. Então eu falei, pô, legal do caralho.

Mano, eu entrei no camarote, tô lá, olhei pro lado, falei, caralho, é o Romário, meu.

fudendo que eu tô com o Romário. Não impedi nada. Mas eu olhei e falei, cara, eu tô com o Romário. Que do caralho. No meu lugar, é. Mas vamos lá, vamos lá. Você foi ao lugar certo, na hora certa. Exatamente. Não vou comparar o Romário com o povo. Eu tenho uma gratidão muito grande pelo ser humano Renato Gaúcho. Imagina. Mas ele que te levava pros times também ou não?

Como é que era a parada? No Botafogo e no Flamengo. No fogão você foi? Eu torcia pra ter um cara melhor do que eu pra não jogar. Eu não queria. Tu conhece... Você queria estar contratado, mas não queria jogar. Não, não. Eu não queria estar no bolo. E eu tinha uma compatibilidade muito grande com as virgens, entendeu? Mas por que você não queria jogar, Caio? Ganhar 20%? Pra que ele quer jogar? Você levava 80% do meu salário. Mas esse contrato teu aí, Fico?

com vinte. Mas não tinha como cancelar esse contrato? Não, não tinha. Era o antigo. Agora é direito federativo, né? Era a lei de classe. Você era escravo do clube. Eu vou ficar com 20% ou 18%. Tá certíssimo, irmão. Afonso foi o primeiro a se libertar dos caras. Eu fui o primeiro. Os dirigentes passaram três, o Renato e o Edmundo Almar, passaram um, dois anos sem receber dos clubes que eles jogaram. Aí eu fui contra ele. Falei, é, tudo bom. Vocês fingem que me pagam, eu fiz que jogo.

e nem fingia. Eu não ia. Tanto que o Marcelo Henrique tem um dia que o Tele Santana, maravilhoso técnico, mas ele não gostava de mim. Ah, ele não gostava de você? E ele era amigo do meu tio Tomé, que eles jogaram junto no Fluminense. Tele Santana, cara. Aí ele chega pra mim, você não vai jogar. Assim, nós dois, você não vai jogar comigo. Independente da minha amizade para com seu tio. Eu falei, pô, tem um favor que o senhor tá fazendo pra mim.

Mas faz um favor pra mim. Quem me levou fluminense foi Farid de Abraão, falecido Farid de Abraão, irmão de Anísio de Abraão.

Eu falei, doutor Farid, o professor Telê quer conversar com o senhor depois do treino aí. Fala pra ele que paga o senhor, que ele era o patrão do Fluency, que o Fluency não tinha dinheiro. Eu não vou jogar. Que eu, que sou o jogador dele, não vou jogar. Depois o senhor resolve com ele, tá bom? Caralho, Cais, isso é enquadrado no telê. Caralho. E eu não engundo. É mais um do zoológico. Eu não engundo. O Renato tem um poder de... Tem um coração. Tem chagas, praticamente.

Mas eu não engulo a sacanagem que ele... Morto nunca tem defeito, né? Mas eu não engulo a sacanagem que ele fez com o Renato em 86. Eles se entenderam já em vida, né? Não, mas peraí. Teve um negócio do Leandro. Foi a cagada com o Leandro, né? Todo mundo pulou o muro na concentração, vários jogadores famosos. O Leandro não tinha condições porque estava totalmente mamado. De voltar no mundo, entendeu? Isso é interessante.

Não, não, na toca da Raposa 1. Seleção brasileira. Na toca da Raposa 1. 86. Aí cortado. Só que o Tele só corta o Renato, né? Aí o Leandro fala que ele tava também. O Leandro pede, olha, eu tô fora porque eu tava junto. Aí o Josimar vai e faz dois gols que também era meu primo. Tem uma história. Também no escala. Ah, o Leandro foi embora. Oficialmente o Tele corta só o Renato. Só o Renato. E aí o Leandro... Descobriu a história.

O Leandro fala, não, é justo, cara. Eu também tava junto com os caras. Eu tava junto. Ele vai... Me desconvoca. Isso. Aí ele pede pra sair. Tanto que esses dias aí... Pra ver se revertir.

ou não? Pode ser. Se todo mundo que foi meter essa, a gente salva o Renato. E o Teleira... E todo mundo é sacanagem com o cara. O Zico, o Socrates, o Fogão, pediram pra não mandar o Renato embora de primeira. Aí, de um dia pro outro, ele falou, tá bom, então eu vou cortar. No dia seguinte ele corta. Cortou. E o Romário foi meio nessa vibe também. Só que o Romário passou longa. Eu vou mandar essa pra eles que transitam muito mais no Rio de Janeiro.

esportivo. Quem fez a reconciliação entre Zico e Romário foi Márcio Meira, que é um dos maiores preparadores físicos do Brasil, que o último clube dele foi o Grêmio. Foi quem fez um mostrar pro outro que eles estavam errados. É, por causa do corte em 98. É diferente a história. Romário sempre atribuiu à comissão técnica e dentre os quais o Zico. Isso é injustiça. O doutor Lídio que cortou. Como eu acho que Romário não

jamais deveria ter estátua em São Januário. Pra mim, Romário tinha que ter estátua no Maracanã. Era Berini, Carlos Alberto na frente, Zico de um lado, Romário do outro, Pelé no outro ponto. Romário é o jogador mundial. Romário não é o jogador do Vasco. É o jogador mundial. A justificativa do Eurico, que falou isso antes de morrer, é que aquela estátua representa o marco do milésimo gol que foi no Januário. Não que é uma estátua que simboliza o Romário do Vasco.

a impressão que fica para todo mundo, é isso que o Cais deve ser. E o melhor jogador do mundo em 1997 se chamava Raimundo, popularmente chamado de Raimundo, mas que é Edmundo. Edmundo. Mas não vendia imagem de bom moço. É verdade a história do Edmundo, que ele era do Botafogo, mas ele só dava pelado. Não é que ele só dava pelado. Ele deu a mijada da concentração em cima, caindo o pessoal em baixo. Isso aí eu ouvi na boca do Edmundo,

Mas o que esse rapaz sofreu pra chegar profissional? Ele pegava quatro ônibus, barca, até chegar Marechal. O Edmundo diz que o episódio dele pelado, ele justifica que a concentração tava sem ar-condicionado, ele já tinha reclamado. Acabou um calor tremendo. Ele falou assim, ah é? Não vão ligar nada, então vão ficar pelado. Ele andava pelado. Aí os caras ficaram putos, mandaram ele embora, o Vasco pegou.

o Edmundo, olha que legal. Eu fui descoberto. Ele é igual o Kaiser no Botafogo, nunca jogou. Eu fui descoberto do Seu Neca, que é uma

Top da história. Como Edinho e Júnior começaram lá também. Só jogava na escolinha do Soneca quem tivesse o nível altíssimo. Eu vim do tempo da inspiração. Não da transpiração. Futebol hoje é transpiração. Entendeu? Meu sobrinho, Yuri, que jogou no Botafogo no Atlético Mineiro e tudo mais, que a parte da minha família é negra, adotiva. Yuri, atacante? É meu sobrinho. Caralho, que coideira. E veio do Audax, né?

Ele descobriu agora. Caralho, esse cara é Jesus na terra, caralho. Ele foi entrevistado na Fox quando o Benjamin Bakker tinha o programa Aqui com o Benja. Benja é maravilhoso. Benja é fora. Benja é gente boa demais. Eu trouxe essa história nova aí pra vocês que vai ser feita a dramatização em português do livro através do jornalista Fabrício Petralha, que é jornalista, ator e tudo mais. Vai vir a versão latina, que essa é a versão inglesa. Aqui atrás tem o...

Quando eu passei, é maravilhoso. Tem uma história que o Kaiser conta, que é impagável, que é a passagem. Aí tem Renato Garros no meio. Conta pra eles aí, o Kaiser, aquela história do Renato. Copa Mega de 89. Aí, ó, aí, ó. É Bangu. Botafogo. E o quê? Flamengo, né? É Flamengo. Não, aí é o bairro, né? Não, é a carteirinha do Bangu, é onde ele morava.

É o último que eu jogava. Parecia o Gaúcho mesmo. Parecia. Que absurdo, cara. 1,86m, 80kg. Era o Gaúcho, irmão. Luiz Carlos Gaúcho que faleceu também, né? A história qual que é, Beto? Ele contou pra gente essa história aí. Copa América, pra lembrar, que foi no Rio, 89. O vôlei do Bebeto, o Bebeto Romário. O Brasil é campeão, não ganhava um tempo. Maravilhoso. Lazzarone, né? Lazzarone depois vai pra Copa de 90, né? Histórico esse jogo.

minutos, acho que 20, pra acabar o jogo, o pica-pau falecido, o pica-pau me liga e fala, o Renato mandou você, vai chegar uma mala de dinheiro pra você aí pra você fazer uma festa em frente ali aos pescadores num condomínio lá. Prevato. Era festa de encerramento, né? Aí vão alguns jogadores uruguaios e tem um que vai ser incumbência sua, que é o Maradona. Vocês trabalham na imprensa há muito tempo, eu perguntei isso. Qual o nome todo do Maradona?

Passa o Pix de mil reais agora para os dois. Qual o nome todo Maradona? Diego Maradona. Diego Armando Maradona. Eles também não sabiam. Eu falei que nem vocês. O primeiro que ligar, que acertar antes de mim, qual o nome todo de Diego Armando Maradona? José Alfredo. Alô, José Alfredo, está aí? Não está também. Diga alô, diga tchê, cara. Mas às vezes o cara, a bola, deixa aberto que ele pode

entrar aí pra falar. O Michael, vamos ver o Michael. Falou. Então, vamos lá. O que é, o que é? Baratinho, com milhares de ofertas, tem frete grátis, é muito prático, com entrega rapidinha e ainda tem cupons de desconto todos os dias. Valendo! É o app Magalu! E a resposta está certa! Essa tava fácil, vai. Então acerte você também. Clique no banner, baixe o app e aproveite.

Alô. Alô. Vamos lá pra história. Vai pra história, boa. Mas o nome do Maradona todo é Diego Armando Maradona Franco, que é o nome da falícia da senhora mãe dele. Diego Armando Maradona Franco. Maradona só entra nas drogas, não é na Itália. É em Barcelona quando ele entra em depressão por uma contusão que ele teve. Aí, em 20 minutos eu tinha que armar 500 virgens, o local... 500? Ele chama assim, mas ele fala mulher.

Pra não entrar em detalhes da profissão de cada um. Aí eu... 20 minutos, corre daqui, liga ali, não tinha celular e toca pra... Armei a festa. Aí quem que eu tinha que controlar, fazer o que ele quisesse, que o Maradona pedisse. Foi aí que eu me tornei amigo do Maradona. Aí que eu fui pro Independiente, levado pelo Burro Thiago, induzido pelo Maradona. Pra não jogar. Já tinha um Carlos Henrique lateral. Eu fui.

Tanto que também tem a história... Depois da festa que você fez pro Maradona. É, aí eu fiz a festa e tomo na cozinha em Maradona. Kaiser de Joqueroblá com o Branco. Eu vou chamar ele, tá lá na sala. Não, Branco, Branco, Branco, Branquito, Branco. Aí eu falei, Renato, essa praia não é minha, velho. Se vira. Aí eu pego um amigo meu que tinha morto, fomos até a Rocinha e trouxemos o Branco pro Maradona. Ali criou uma amizade eterna

Diego Armando, Maradona Franco. Tanto que essa boate seria, a ilusão de ótica, parece que vai cair do penhasco lá em Bariloche. Você chega e aparece o nome da estrela que está chegando. Maradona me leva e fala, olha pra ali. Aí, Beto Tarantini, que era casado com o Pata Vigianeva, campeão de 78 lá atrás da esquerda da Argentina. Passoaro, Burri Thiaga e... Pô, só os fraquinhos, né? Canidia é um tio desencapado. É mesmo.

Caraca, diabo louro. Não, ele é aquele ali, meu irmão. Aí o Maradona me chega e fala, olha ali, fica olhando. Aí demorando, que nem vocês, essa conexão. Aí aparece Carlos Henrique. Pô, caralho. Porra, pra quem veio de onde eu vim e tudo que eu passei. Quando eu vi, meu irmão, eu falei, porra, obrigado, meu Deus. Na cerebro, porra. Porra. Ó, você precisa ir embora por causa do seu voo, mas o Charla fica aí. Porra. Calma lá, só tem uma pergunta do Superchat que você tem que

de rápido que a sua esposa ali tá querendo meter o pé porque tá quase me dando uma chinelada aqui. É, eu sei, vai dar, eu sei, eu sei. Vardo Kaiser. Se vocês pagarem a multa, eu fico aí. Bora, bora, bora. Kaiser. Vai ficar ou não vai? Vai ficar ou não vai? Pode soltar na live. Solta então aqui, ó. Pode soltar. Não sei se vai soltar aqui, ó. Bota aqui. Eu fico aí. Se as pessoas pagarem a multa e a do voo aí, eu fico. Vardo Kaiser enviou 30 reais.

Vai. Vê se libera o áudio aí. Foi. É mais difícil enganar dirigente, técnico ou manter fama sem jogar. É mais difícil enganar dirigente, técnico ou manter fama sem jogar. O que é mais difícil? Eu não sou misteriano. Misteriano é que fazia o truque. Fazia mágica. Fazia mágica e falava correto. Ó, prazer te conhecer. Vou marcar de você voltar. Vou marcar de você voltar aqui. Por favor. Por favor. Você e o Renato Gaúcho. Puta. Isso aí ninguém fez.

que nem ele. E lá, ele não velha. Essa aí vai ser inédita. Ninguém fez a... Acho que ninguém jogou a usar a televisão. Essa aí que é a liberante. É. Obrigado, irmãozão. Obrigado, irmãozão. Senão você vai perder o voo. Eu queria falar do meu trabalho atual, que hoje eu sou personal. Tem 70 campeãs de wellness. Inclusive no Daniel Gentili. Eu fui eleito por seis federações. Num programa que eu fui recebendo troféu. Ele me deu uma zoada.

Me deu uma sacaneada. Tô pra te falar isso há um tempão. Injustamente. Você me falou, você me falou.

recebeu um troféu, Italia, a cinquentona mais sexo do Brasil, se não puder chegar até aqui. Vem atrás dele, vem atrás dele. Vai perder o voo. Chega e vai embora. Fica atrás dele. Maravilha. Vocês são muitas vidas, vocês vão embora. Vai perder o voo, Kaiser. Ah, eu chegando pra acabar com tudo. Tudo bem. Muita vida, muita vida, meu amor. Campeão de Welner Senna. Que legal, velho. Foi eleita, já mandou pra vocês, pode comprovar. Cinquentona mais sexo

Brasil, é minha sétima capa de revista, espero que seja a última. Arrasta teu marido aí, porque senão ele não vai sair. Vamos marcar de se voltar, hein, Caizinho. Não, pode marcar. Por favor. Não, pode marcar. Boa viagem. Mandaram o tamanho errado a quem fazia as camisas de 85 do Bangu, mandou pra vocês, mandou o tamanho errado, mandou o tamanho P, e a de vocês é GG, se eu não me engano.

e Gegê. Manda as camisas com o Kaiser e vou marcar de você voltar aqui. Você vai trazer. Obrigado, irmão. Fechou. Falo, falo. Ele precisa ir. Carlos Kaiser é o equipe do horário do voo dele, senhor. Carlos Kaiser. Pô, ele tá a cara do cara que veio lá, que come morcego. Muita Oz e Osborn. Muito obrigado. Se quiser a do porco, a gente traz também. Pode ser. Você vai contar pra nós, Carlos Kaiser. Boa, Kaiser. Vamos cuidar dessa gordura visceral. Vamos.

Vamos cuidar, vamos cuidar. É isso aí. Vamos cuidar. Tamo numa canetinha, tamo lá. Você tá na caneta? Já perdi 10 já. Caralho, você tá vencendo a caneta forte. Não, não. Tira essa cadeira do meio aqui. Deixa eu tirar essa cadeira do meio. Tinha que ver no passado. Cara, maravilhoso. Tá parecendo um boneco de machimelo, pô. É mesmo. Mas o que que é? Vamos te instalar? É pra quem é o Marechal, caralho? Não, esse aqui é genético.

Chama pro lado aí, por favor. Vai. Aí, só pra tirar a caneta. Show de bola. Curtiu o Kayser o bola? Pô, tá demais. Maravilhoso.

Que figura, mano. Eu não sabia da existência dele. Sério, cara? Eu não sou um cara muito do futebol. Sim, sim. Sim, eu torço. Quando eu era moleque, eu ia em tudo que era jogo. Porra. Mas não sou. Ele é do Rio, cara. É isso. A gente sabe muito menos coisa ainda. Mas ele é maravilhoso. Quando o Canta lembrou. Pô, tinha que trazer pra nossa proposta. Tinha que trazer aquele jogado. Quando ele falou aquilo, eu lembrei que eu tinha visto uma matéria. Não sei se foi Globo Esporte. Não lembrava direito. Alguém fez uma matéria.

Quando deu uma gurgada ali, apareceu a foto. Ah, eu lembro dessa história, mas assim, tava na cabeça. Pô, quando o Miguel falou que conhecia, ah, tá comigo. Eu imagino isso com vocês lá. Ele é muito legal, Kayser. Tem que marcar um programa mais. Tem que voltar. Tem que voltar. Vamos ver se tem gente no telefone aí. Alô. Alô. Não diga, alô, diga. Atende aí, bola. Vê se tem alguém aí. Alô. Erlon. Alô. Alô. Ninguém atende. Cara, meu, a estreia...

aquela coisinha. Você tá apertando tudo uma vez, né? Não é logo, pra ver se alguém fala, né? Porque não fala um. Calma, você tá muito nervoso. Imagina. Entrou um, né? Alô, José Erlon. Tô botando todo mundo que tá aqui, ó. Quem entrar vai falar. Washington, José Erlon ou Matheus? Botei todo mundo, botei todo mundo pra ver se todo mundo fala. É aqui ou é na plataforma? Você poderia me dizer, meu querido, meu querido Bilu, não faz ideia.

Que legal, uma excelente resposta. Agora, Betonês, uma coisa que eu falo aqui pra todo mundo. O copiloto fala, não faz ideia.

Eu vendo esse sorriso na tua camisa, é o cara que eu mais tinha vontade de conhecer na vida. Porra, isso aí, né, mano? Eu acho o maior craque da história esse cara. Eu gosto muito também. O Ronaldinho. Isso aqui é uma história que o nosso grande chulapa conta lá no chat. Que depois, engraçado, ele contou essa história e foi viralizar na internet uns dois anos depois. É, a história do caralho. É um jogo contra o... Puta, no Rennes.

Rennes, é um time que ele falava assim, cara, é um time que tinha muito africano, os caras eram imensos e tudo mais. Não conseguia passar desse...

Ele lembra contando, pô, a gente jogando, jogando e nada. E os caras trombando pra cima e pra baixo. E aí o Ronaldo fica pra ele uma hora lá, tá difícil, tá difícil. Ele fala pro Ronaldo, tá difícil. O Ronaldo, cava uma falta que vai ser gol. Ele fica falando, cava uma falta. Cava uma falta que é gol. Cava uma falta que é gol. E aí ele fala assim, cara, tem a imagem. A gente achou que tem a imagem pra fazer o Rio. Falta, o Chulapa cava, ele fala, pô, veio a bola em mim, abri a capa do Batman, dei aquela girada, cavei. Meia lua.

ele dá para o Ronaldo, o Ronaldo beija e fala, vai ser gol, comemora, pode ser que vai ser gol. Comemore, vai ser gol. Antes de bater. Antes de bater. E aí tu vê a imagem da falta, ele bota a bola de um jeito que o goleiro não sai do lugar, o goleiro está aqui, ele fala assim. É, o goleiro olha assim. A bola vai lá na gaveta, amigo, assim. Mas em que time isso? Ele jogava no PSG. Ele jogava no Paris Saint Germain. Ah, isso foi no Paris Saint Germain.

O Ronaldinho e o Aloysio. Sim, o Danone. Danone, é isso. A galera diz que... Só que ele contou essa história, assim,

viralizou uns dois anos depois. Isso é muito louco de corte, né? Eu vi esse dia, velho. Eu recebi esse dia. As pessoas imitando. Só que, cara, é muito foda que o Ronaldinho é o, assim, o Ronaldo foi no Charlo, o Romário, assim, o cara que a gente quer levar agora é o Ronaldinho. Eu acho ele sensacional. Só que eu descobri que ele tá meio puto com a gente. Por quê? Mas eu acho o Ronaldinho. É que o filho do Assis, sobrinho do Ronaldo, a gente encontrou ele num evento de Betis, assim,

na América que a gente tinha antigamente, ele trabalha lá. E ele falou pra gente, porra, aquela história do cava que é gol, sabe o quê? Onde a gente vai, as pessoas ficam vendo o corno pro Ronaldo e ficam fazendo isso e ele não entende. Porque o Ronaldo não lembrava dessa história. É, ele vai, ele tava indo em jogos, esses jogos de final de ano. Fica todo mundo. Aí o cara, cava a falta, cava a falta, tudo pra ele. Que porra é essa?

Aí o Aluízo contou no podcast, ele, porra, Aluízo me fudeu e tal. Ele não lembrava. Que história é essa?

O Aluís contou e aí ele falou que você vai nos lugares e vai ficar com uma culpa de vocês. Não, não tá. Esse bagulho viralizou muito, cara. Tinha uma época... Cara, porque assim, e foi dois anos depois. O Aluís contou essa história, passou. Alguém fez um edit dessa parada, meu irmão. Fudeu. Tem gente, as pessoas imitando, as pessoas imitando. Não, parece ser um dentuço, pô. A câmera botava o somzinho. Cava uma falta, que é gol. É muito bom. Eu já falei com o Assis algumas vezes.

o Roberto, né? Ele assiste o Charles, ele vê... Ele é muito gente boa. Muito boa. Pô, vou te falar, vou ser honesto, né? O Ronaldo, ele quer dizer assim, no sentido do Ronaldo não foi nenhum, ele dizia assim, o Ronaldo não foi nenhum, né? Não foi no estúdio de nenhum podcast, né? Aí eu falei, cara, mas... Aí não participou de nenhum. Ele já fez coisas com o Fred no Desimpedidos, televisão, raramente ele vai em alguma... Hoje em dia ele é embaixador da Globo na Copa e deve fazer alguma coisa com ele lá. Ele é louco. Ele é louco.

Só que o Assis falou assim, se você estiver em condição de um dia, se eu conseguir, de vir até a gente, eu falei, lógico, nós temos. De preferência na sua estância em Porto Alegre, lá que tem várias histórias, do sítio do Ronaldo em Porto Alegre, do churrasco. Esse cara é genial. Isso tem que enrolar essa resenha, né? Pra mim, do que eu vi jogar, eu vejo futebol desde 93, ele é o melhor. Assim, de... Tem o Romário sendo gravante, o Ronaldo de jogador espetáculo. Ah, mas você pegou o Romário, tudo bem, 93, o Romário tava fora.

O Romário é o maior que eu vi. Os lances desse cara são muito absurdos. Eu, pra mim, o maior que eu vi... Ah, eu acho que tá entre o Zico e o Romário. Eu ia falar Zico. Zico e Romário. É, vocês viram, né? Eu vi o Zico. Eu não vi o Zico. Que ano que você nasceu? Eu só sou triste com o Zico na Copa do Mundo contra a França, né? É, então. Coitado. Ele faz dos outros, né? Ele faz na disputa, né? Na hora que era pra ter feito, não fez, cara.

O grande arrependimento da carreira dele é ter jogado a Copa de 86, porque ele não tinha condição. Cara, na época, os caras machucavam. Isso é foda, assim. A gente vai aprendendo no Charlo. Os caras machucavam, não tinha cirurgia. É, mentira. Então o cara joga. Conservador. Espera a loucura, assim. E aí o cara joga. Tipo, o Zico em 86, se eu não me engano, ele rompe o ligamento e joga a Copa. Ele rompeu o 85. Sem o ligamento. Márcio. Márcio Rossini, não é isso? Pode ser.

Fazia uma massagem, botava um gelo e aí desmobilizava. Mas a entrada do cara é muito criminosa. De frente. É, mete as travas todas no joelho. Você imagina a dor do cara pra jogar. Entendeu? O Zico diz que ele se arrepende porque ele era muito próximo, tinha muita proximidade do Tele. E aí ele não conseguiu negar o Tele. Tele falou, vem comigo. O Tele tinha coisas. Zico, Júnior, Leandro. Foi Márcio Nune, Márcio Rossini, Márcio Rossini.

Que é o do Bangu, né? O jogador do Bangu. E aí ele fala assim, depois eu vejo que eu aceitei pra ajudar. Márcio Nunes. Márcio Nunes. Ele fala assim, eu aceitei. Só que quem ficou queimado fui eu, né? Quem se estrepou na história? Nós temos uma com o Tele boa pra caralho. A gente tava fazendo, se não me engano, o Salão do Automóvel com a Kia. E a rádio montou o estúdio, a gente tudo transmitindo. E o Tele tava na época do São Paulo, porra. Gigante. Gigante, irmão.

Nós estamos no estúdio sentadinho assim no AMB e aquilo lá sim, irmão. E a gente olhou e falou, cara, o Tele Santana, bicho, olha que fodido, velho. Pega o microfone, ô Tele, tudo bem? Como é que você tá? Mano, começou a juntar gente nesse cara que ele teve que ir embora. Ele entrou no estúdio da Pan. Eu tenho uma boa também. Juntou uma multidão. Teve que ir à polícia tirar ele. Caralho. Eu falei, nós fodemos o café. Ele tava quietinho. Porra, mano. Vou contar uma inédita aqui.

essa onda aí. Estávamos fazendo a rádio Fiat Jovem Pan. Noembi. Noembi, Salão do Automóvel. E a gente estava entrevistando os gêmeos. Lembra dos gêmeos? Puta, os gêmeos. Do H. Do H. Hoje vem apartamento, não é isso? Isso, um abraço pra eles aí, são gente boa. São mesmo. Cara, aí eu tô no estúdio assim e tem aquela puta galera na frente vendo o programa no salão. Aí eu tô olhando,

Eu viro pros meninos e falo assim, aquele cara ali não é o Gugu? Gugu liberado? É. Na galera? O Gugu tava tipo o táxi do Gugu. Ah, ele tava disfarçado. Pô, aquele cavaé que castanho, né? É. Mas que geral via que era o Gugu também, né? O disfarce era do caralho, né? O Gugu. Puta disfarce. O Gugu de bigode. O Gugu de Gugu, né? O Gugu. O Gugu de táxi do Gugu. Eu acho que ele queria curtir a feira e disfarçou. Não, ele tava de brother. Aí eles confirmaram.

Entendeu? Aí é o Gugu. Aí os caras não ficam no esplano, não. O Gugu com a roupa do táxi do Gugu. Mas eles não fuderam com eles. Não, não fudemos. Mas era o Gugu. Ah, galera! Gugu liberata! E o Gugu estouradaço. Banheira do Gugu voando. Cara, a gente estava com o nosso produtor. Além do Miguel, a gente tem outro produtor.

rolar. Ele falou pra gente, cara, eu encontrei. Quem? Ele falou assim, eu encontrei um cara que foi produtor do Faustão 20 anos e um outro cara que trabalhou naquele SBT dos anos 90 também de produção de 20 anos. Tipo assim, pro cara chegar os dois e contar essas histórias, aquela guerra de audiência, bastidores, porra. E hoje em dia a galera fala, os anos 90 não era pra brincadeira. Imagina os caras contando essas histórias, como é que era aquela guerra Gugu e Faustão na televisão.

Em 95 a gente lançou o CD do Pânico. Aí, ó, vocês vão no Gugu Domingo Legal cantar Macacaralho. Beleza? Beleza. E fomos, chegamos lá meio-dia, irmão. 11 da manhã entramos e tal. Aí entrou o Magrão, que era o diretor, falou o seguinte, vocês entram, cantam Macacaralho e já sai. Beleza? Gente, beleza, né? Puta que pá. Nós fomos entrar no palco, era 5 da tarde, irmão. Aí entramos, Macacaralho,

Fizemos lá, obrigado, gente. Tamo sendo ali. Pânico, mais uma, gente. Cara, que porra é essa, irmão? Tá combinado? Não é. Nós ficamos 40 minutos no palco. O Ibope subiu. A gente tinha Ibope instantâneo. É aí que eu comecei a entender como que era a televisão. Funcionava, né? Era na hora ali. Sabe dar o certo? Tamo com eles aqui. Se fosse uma merda, vaza. Vaza. Vaza que o Ibope subiu igual. Não tem jeito. Mais uma, mais uma. Ficamos 40 minutos, irmão. Antes da gente ir pro Superchat, eu queria a opinião de vocês.

Eu tenho uma outra curiosidade pro Cantarelli. Vê se atende aí essa porra, pelo amor de Deus. Alô? Não dá, velho. Vocês estão de brinques comigo. Alô? Não fode, isso aí não funciona. Alô, Wagner? Alô? Alguém ouve a gente? Alô, filho da puta. É foda, né, velho? Tá uma puta desanimada, viu, gordão?

Tô imitando. Não é, caralho. Essa bosta não funciona. Não é a plataforma. Tá dando uma merda no iPad com a mesa, o caralho aí. Mas funcionou antes, cara. Uma hora tava do caralho. É hoje. É hoje que eu se consagro. Nós atendemos três ao mesmo tempo. É, tava do caralho. Puta som. Entrou um menino de catalão aí, né? Fez a pergunta. Só um maluco. Catalão, a tecnologia é foda.

esquece essa porra, depois a gente vê isso esquece, bola, vamos lá pergunta que não quer calar o que vocês acham do Neymar vai ou não vai pra Copa boa pergunta boa pergunta eu acho se ele vai ou se ele não vai, se ele deve ir ou não beleza, exatamente eu acho que ele vai, eu acho que ele vai se ele estiver jogando se ele estiver como está agora acho que o Antilotti não vai levar um jogo a cada cinco mas se ele estiver lá jogando

uma sequência de jogos. Se o Antilote tiver uma garantia de que ele não tá bichado. Ele tá jogando. Tá apto a entrar em campo. Não vai meter um Kaiser. É, eu acho que... Sabe o que eu acho que o Antilote leva? Porque o Antilote não vai... Eu acho que se o Neymar tiver assim, veio a convocação. O Neymar vem de 5, 6 jogos pelo Santos, jogando, jogando. Porque ele vai empurrar a responsa pro Neymar. Olha aí, vou te dizer, tem jogo pra caceta.

Tem a convocação. Exatamente. São uns 11 ou 12 ainda. Então se o Neymar tem a possibilidade de jogar.

É jogo do brasileiro. Tem dois que ele certamente não irá jogar porque ele não joga na grama sintética. O Neymar não joga. Depois dessas contusões todas aí. Depois da contusão porque os jogadores analisam que a grama sintética é mais prejudicial a quem tem lesão. Tu que é Botafogo, por exemplo, o Soares acaba com o nosso sonho lá em 2023 porque o jogo é em São Januário. Se jogar no Nilton Santos ele não joga.

sintético aquele ano. Eu não sabia. Porque ele tava com o joelho muito ferrado e ele não podia jogar. Tem jogadores que não... Mas na Copa tem jogo sintético? Não, na Copa é proibido. Então assim, eu acho que o Ancelotti, se o Neymar estiver ali jogando, tá fisicamente jogando. Porque ele vai dividir essa responsa com o Neymar. Ele não vai botar na... O Neymar está jogando e eu não levei porque eu não quis. Ele vai... O que não é garantido do Neymar jogar. Ele vai pra Copa, né? Agora...

ver se deve ir ou não, cara, do jeito que, se você pegar, desde que o Neymar foi pro Al-Hilal e teve essa contusão pra cá, tem um tempo considerável, e assim, a gente não vê, com todo respeito, eu não tô lá no dia a dia, como ele fala às vezes, mas assim, se compara os dois anos do Ronaldo, todo ferrado, se recuperando, a gente via o Ronaldo sofrendo ali, e o Ronaldo sumiu, Ronaldo sumiu, cada um é cada um, mas o Neymar não sumiu, e isso acaba levantando uma, fica sempre aquela impressão de que ele não tá

100% do que dá. Então eu acho que exemplo, deve ser levado? Nesse caso, eu acho que não, porque não é a dedicação. Eu vi os jogos, os dois últimos jogos do Santos. Ele não jogou bem também. Também tem isso. O time do Santos também não ajuda. Aquele zagueiro lá vai tomar no cu, né? Faz tempo, né? O Ivaldo lá, como é que é? Jogou no Cruzeiro. Mano, aquele cara, não é possível, aquele gol contra do cara,

fazia o Paulo e eles estão lá na Record. Quarta-feira tem jogo, tem. Quem que é? Santos? Jogo do Santos. Era feio. Não, já tá há tempo. Era o cara que tava envolvido com o Bet lá, jogava. Já teve, Balber. Balberman. Balberman. Você lembra do Balberman? Mas tem uma parada que eu acho que é o seguinte, assim. Suspeita, né? A gente não sabe. O que me preocupa não é o Neymar ir ou não ir. É ele não ir e os caras assumirem a resposta.

Porque assim, quando tu vai ouvir os caras falando sobre o Neymar, a geração mudou muito, né? Por exemplo, em 2002, era uma grita pelo Romário ir na Copa. E o Romário tá muito melhor que o Neymar tá hoje. Sim. Você pegou os últimos três anos. Não tem comparação. Não, é bagulho de um gol. Tem comparação. Um gol por jogo de média. É, jogando, fazendo gols. Em 2000, o Romário faz 70 gols no ano. 70 gols. Então assim, o Neymar, você não tem dois ou três gols nesse ano. Essa temporada ele não tá bem. No ano passado também, é.

Então assim, o Romário não vai. Só que o Romário não indo, os caras não eram, como é que eu vou dizer, reféns da técnica do Romário. Se tinha outros jogadores que chamavam a resposta que o Rivaldo jogou na Copa de 2002, é surreal. Puta que pariu. Porque o Ronaldinho jogou. O Ronaldinho bota o jogo na terra no bolso, depois ele é expulso. 2002. 2002. Vamos ser claros. A gente sai daqui desacreditado e... Não, não, não. Rivaldo jogando pra caralho.

Pra caralho. O Ronaldo. Mas antes da Copa não jogava, né? É. Mas o Ronaldinho Gaúcho.

Olha esse time. Não dá pra comparar. O que me impressiona é o seguinte. Hoje você tem, por exemplo, a última rodada da Champions. Você tem o Rafinha fazendo o que fez. O Rafinha não joga na seleção. E o Vini fazendo o que fez. Também outro que não joga na seleção. E o que me preocupa é isso. Porque você vai perguntar pra eles se o Neymar tem que ir ou não. O Rodrigo falou... Vamos falar que tem que o Neymar é muito melhor que eles. Tecnicamente. Qualquer jogador da seleção

perguntar hoje, o cara vai falar assim, ah não, se ele não for, eu sou o cara aí, eu que vou botar a cota no bolso. Não assume a pica. Entendeu? Então a geração mudou muito nesse sentido e esses caras são fãs do Neymar. Então assim, o que me preocupa não é o Neymar ir ou não a cota. É ele não indo, quem vai chamar essa resposta que eles mesmos acham que só o Neymar pode chamar. Ele vai levar o Casimiro da vida. Então, Casimiro chama. Não chama, mas não vai decidir, né? Mas tem que ser um cara de frente.

chama. Não, tô falando pra ser capitão. Tipo Dunga, o cara... Quem vai decidir a Copa? Quem vai carregar? Ronaldo e rival. Quem vão ser os Ronaldo e rival? Eu entendo a desconfiança, porque os caras tão devendo com a camisa da seleção brasileira. Mas, cara, eu confio no talento que eles têm. Tem que resolver na Copa. Estevam, que é um moleque. Estevam é bom pra caralho, hein? Pra mim, hoje é o que mais joga bola na seleção. O Rafinha, o Vinícius. E aí, eu não sei se ele vai botar aí um...

o Matheus Cunha de Falso Nobre, ou o João Pedro, João Paulo. O Rodrigo tá fora. O Rodrigo tá fora. O Rodrigo machucado tá fora. A gente tem jogadores pra eles atuarem na Copa, a bola que eles têm de futebol, dos caras botarem o pau na mesa e jogar. Mas você não vê eles falando isso. É, mas a geração é outra, né? Você não vê os caras falando, meu irmão, se o Neymar não for, porra, eu garanto. Mas isso não vai rolar, esquece. Isso não vai acontecer. Eles querem que o Rodrigo dê uma declaração nessa antes de machucar.

como é que é que ele falou? Estou me sentindo o Kaiser. Não que seria menos... Tem que voltar com o Kaiser. Seria menos legal se ganhasse a Copa sem o Neymar. Entendeu? Então os caras querem ele lá, os caras acham que ele... Os caras acham que o Neymar, para mim, tem uma importância. Além dele ser o maior goleador da seleção brasileira, da história, você sabia disso? Eu sabia.

e os grandes não ganharam. Em média não, né? Tem isso. Em média não. A Olimpíada, medalha de ouro. Tem isso, é importante. Zico, ninguém ganhou. Romário, Rivaldo, Ronaldo, Pelé, ninguém ganhou pra Olimpíada. O Romário trouxe. O Neymar, o Neymar. Pelo menos não é

O Neymar trouxe e dá bem, né? Pelo menos uma coisa ainda relevante. Não, mas não é ele estar ou não estar. Quem vai chamar a resposta? Assume a pista. Por isso que é assim. Eu acho que ele jogando, estando em campo regularmente, o Anderson vai chamar ele por causa disso. É um cara decisivo, não está no seu melhor momento, mas ele vai querer trazer o Neymar para perto para tentar, perto dele, na Copa do Mundo, tirar o máximo do Neymar no sentido de decisão mesmo.

Eu não acredito que levando o Neymar vai ser titular. Não vai ser. Joga em 15 minutos. Mas assim, na Copa do Mundo, a gente já teve vários exemplos. Os times do Brasil campeão do mundo não terminou o mesmo time que começou. Sempre teve um espaço para alguém passar. É aquele grande mistério. Isso vai ser carregado até o dia da convocação. Lógico, se o Neymar até lá entrar numa sequência ruim de não jogar, a gente vai ter certeza que ele não vai. Mas se ele estiver igual hoje, ele não vai.

vai. Não acredito que o Neymar não vai. Não acredito que o Neymar não vai. Eu acho que o Neymar não vai. De qualquer maneira, eu acho que não. Acho que é 20, alguma coisa de 26 de maio. É, mas eu acho que o Neymar não vai. Nem se tiver minimamente irregular. Ele tá jogando, ele tá jogando. Não, assim, um jogo a cada três, não, mas jogando toda rodada. Hoje ele joga um, aí no outro ele foi poupado, que é o que o Ancelotti foi ver lá em Mirassol. Mirassol e Santos, o Ancelotti é lá. Ele jogou um, foi poupado.

jogador que tá voltando de lesão, é comum o cara ser poupado. Cirurgia no joelho, né? Mas é por causa da mesma lesão ainda. É, tá voltando. A parte muscular é que vai dando ruim, né? É, a parte muscular ela vai... Mas não foi o joelho que ele foi operado? Isso. A última foi. Só que depois do joelho, o que acontece? O cara volta, ele volta, ele perde... Musculatura, é lógico. Musculatura. Aí tem uma sequência, dois, três jogos, um...

Ele pode sentir musculatura, entendeu? Pode ser uma lesão de três meses. Então, tem uma tese que dizem que tiraram ele do jogo de Mirassol

fez o jogo do Vasco antes, que ele meteu o gol, né? E que ali ele teria, pode ter sentido uma fisgadinha, uma coisa assim, não bota no jogo que o Antilote vai entrar lá, porque vai que ele estoura ali. Tem um Corinthians depois. Não, e agora... Ele não jogou bem contra o Corinthians, mas jogou, entrou em campo, jogou. Viralizou uma parada do... A bola bateu nele sem querer sobre o... Teve esse lance, né? Viralizou a parada do...

Participou sem querer. É, o de sola, né? Que é o vagabundo tá lá, já viu essa parada? Vagabundo tá lá. Não. Que é o do Wallace Boas. Ah, tá, tá. É, o vagabundo tá lá, porra, né? Comentando.

acho assim, cara, você tem que comentar sobre o cara, entendeu? Porque a galera, tipo, geralizou assim. Eu já ouvi gente falar, tipo assim, o Neymar tem que estar. Mesmo que ele não jogue, porque só a presença dele já é uma coisa muito foda. É, o meu filho acha. Pai, tá desesperado. Tem que botar o Neymar. O Neymar, ele é um jogador que treme o outro lado. O nome. Eu não sei, velho. Meu sonho. Eu acho que assim, ele não vai do jeito que está. Acho que o Antilá deixou isso.

amar. E o Antielotti jogou a resposta pra ele, irmão. Tu precisa jogar. Se tu jogar... Me mostra alguma coisa. Me mostra aí que você tem que ir. Porque os outros técnicos que estavam, são os brasileiros, o Dorival, o Muricy, o Muricy não, o Muricy não, o Muricy e o Diniz, né? Com certeza estariam agora falando assim, quando que você vai voltar pra eu te convocar? Seu lugar tá aqui. É a primeira vez, eu acho que o Neymar e o staff dele entendem assim, que gente, meu lugar não tá lá. Não tá garantido. Meu lugar não tá lá. Então assim,

Eu espero que isso bata no Neymar como bateria em qualquer grande jogador. Caramba, eu tenho que... Dar um gás. Na medida do possível, né? Entrar em campo. Jogar pra caralho. Se eu tô com uma possibilidade de estourar, não. Mas enquanto tiver lenha pra queimar, entra em campo e faz o máximo. E arrebenta. Porque se o Neymar... Vamos lá. Se o Neymar entrar em jogos grandes, né? E meter um gol ali. Um gol da vitória contra o Flamengo.

Um jogo bem feito com o Palmeiras. Sabe? Mesmo que aí tira ele de um jogo menor e ele volta no jogo seguinte.

se ele tiver cego, ele vai. A gente vai estar na Copa. O Charla vai cobrir a Copa. Meu sonho seria, lógico, seria muito mais legal, o Brasil ser campeão do mundo, e com o Neymar? Lógico, o Neymar jogando. Não é o Neymar lá encostado, não. O Neymar jogando seria, pô, cereja do bolo. Com toda a crítica que o Neymar sofre, eu acho que parte dela é merecida, mas outras eu acho exagerada. Por causa do contexto, o Neymar é diferente do que a gente

citou aqui, é o único dessas estrelas de primeira grandeza do Brasil que não teve alguém passando o bastão pra ele. O Romário teve, o Ronaldo teve, o Kaká teve, todo mundo subiu pra seleção com um cascudo jogando e ali depois ele assumiu. O Neymar em 14 vai, amigo. Porque o Kaká fisicamente não aguentou, o Adriano por motivos lá dele não também chegou, poderia chegar até 14, o Ronaldo de Gaúcho. Se ele vai medes a boca, tipo no jogo, você acha que a turma não vai sentar

morrada nele já pra... Ah, vai. Vamos tirar ele de campo e foda-se. Tem uma galera que acha que o Neymar hoje não tem condição de encarar nenhuma defesa europeia. Tem uma galera que acha isso. Nesse jeito que a gente tá vendo ele aqui agora, pode ser. Tá difícil. Eu vi o jogo, o último jogo dele do Santos lá, que perdeu. Contra o Corinthians. Perdeu pro Inter. Não, perdeu pro Inter. Ah, não, perdeu pro Inter. Ele jogou, ele jogou.

Eu vi o jogo com meu filho. Ele jogou de pênalti. O Inter dá uma lanterna. Ele fez o gol de pênalti, mas... Sim, com a lâmpada dele.

do Neymar, eu gosto muito do Neymar torço pra caralho pelo Neymar acredito muito no futebol dele mas ele não jogou bem e o time do Santos também não entrega, não ajuda não tem um plantel bom seria a maior escolha dele essa de voltar pro Santos sim, mas é uma tentativa acho que ele falou, acredito eu que ele falou assim, cara, em Santos eu tô em casa, eu tenho a torcida comigo eu sou ídolo, ali na casinha eu resolvo

controlo mais o clube. É tipo, vamos voltar pra ZD. É, mas é isso. Aqui eu sou rei. Se ele vai pra um Flamengo, de repente mete ele no banco, ele se fudeu. E a torcida não quer nem saber que é o que ele manda. Se não jogar bem... Agora eu acho que é simples, cara. Assim como ele tá, não vai. Montelotti jogou a responsabilidade pra ele. E é o que eu falei. Pra mim, o grande problema da situação é assim, eu queria ver outros jogadores, porque também se ele for, é a última, né? É a última.

essa Copa, vamos combinar. E ele não vai como titular. Eu acho que ele não tem. Ele pode ganhar, vai ganhar a 2 da Copa, ele não vai titular. 20 do segundo tempo, o jogo tá difícil, bota o Neymar, vai ser assim. É, isso aí. Se ele no treino começar a destruir, pode até virar titular, mas acho que no início vai ser isso aí. 20 do segundo tempo. É, mas vai lá, os caras estão cansados, dá pra cima dele. Eles vão decidir o jogo. Ih, tá 2x1, queremos mais um, então tá 1x0 pros caras, jogo de desespero. É isso, nas condições que ele tá...

Eu acharia muito foda ganhar e que essa história fechasse com o Brasil campeão. E ele ali junto. Eu também. Ele ali junto com o Brasil. Eu também. Ele merece. A Copa de 2014, eu acho que o Leymar tava jogando muito. Era a primeira Copa dele. Moleque que ele teve que carregar nas costas. É, o Zúniga destruiu. Ele tirou ele da semifinal. É, mas não ia evitar a Alemanha. Mas eu acho que não ia evitar a Alemanha. Mas eu acho que não ia evitar a Alemanha.

Manu ia tomar sete. Sete não. Sete não. Podia perder, Manu ia tomar sete. Lavabundo respeito.

Exatamente, também teve isso. Azar. A falta do Thiago também. Mas o Thiago tecnicamente jogava pra cara. Que aí inverteu o Davi com o cara que era na época. O Dante. Aí foi uma loucura. Mas assim, 18, eu entendo a chacrinha que foi feita, que o Neymar cai, aquela coisa toda. Mesmo entendendo, se você for olhar ali lance a lance, que às vezes o cara tá se defendendo também. Porque a galera vinha... Tem isso também.

México, que o Osório aproveitou... Não é um bate do joelho pra cima, né? É um pardozão esse Osório, cara. Acho que já foi demitido. Já foi demitido. Mas ele, na época, quis montar o Neymar. Porque os caras desceram a mamona no Neymar. E o Neymar aproveitou que a fama era de caicá e ninguém tava dando moral porque o Neymar reclamava. Já vão cair mesmo. Ele vai pra coletiva dizer que era um absurdo. Os caras desceram a mamona no Neymar, enfim.

E na última... Bateram muito nele. Bateram. Bateram muito nele. E em Dorra, pô. Uma carreira inteira, né, Carioca? Sim. E em Dorra. Mas, para ver, ele se machuca durante a

Mas não só nele, né? Um jogador que é habilidoso e leve. O cara leva porrada. Vamos para o superchat aí, mano. Aperta aí, sabe onde está o superchat? Isso, a plataforma. Aperta aqui, ó. Vai? Aqui, ó. Vai, solta aí. Vamos ver se vai sair o áudio, gordo. Vamos ver. Victor Fradique enviou 30 reais. Grande todos, carioca e bola, desde pivete. E o charla com todas as resenhas do futebol. Sou torcedor do Lion. Sou do Lion. Mas saiu baixo, né?

É o Victor Pivete? Eu acho o quê? Pode falar. Vai. Solta daí, Isaac. Tá, então solta daí. Vai. Superchat, vamos lá. Vambora. Solta aí. Solta alto, que tá baixo. Aí, ó. Victor Fradique. Enviou 30 reais. Sou fã de todos, carioca e bola, desde Pivete. É a voz do Liza. Sou torcedor do Lion. Valeu. Esse Lion é o Fortaleza, né? É o Fortaleza. Um abraço pra ele, torcedor do Fortaleza. Obrigado, Victor Fradique. Obrigado. Victor Fradique. Isso.

Ó, outra coisa pra gente ir embora, eu queria saber também do Botafogo. Nosso Botafogo fodeu, velho. Nós vamos cair nessa porra, hein? Não tem time pra isso, né? Nós vamos cair nessa porra. O que eu acho do momento do... Eu já sinto o cheiro de merda. Quero não acreditar que seja isso, tá? Mas assim, o Botafogo pode estar passando por um processo que o Vasco passou, só que num tempo muito menor em relação a tudo. Tanto da glória quanto do... Da merda. Da merda, é.

que não seja isso, mas assim, as notícias que tem saído do Botafogo é de que a dívida ela aumentou. Nossa, não. Você imagina uma SAF onde é onde você compra um clube falido e a ideia é que você recupere financeiramente o clube e tudo mais. E você passa alguns anos e a dívida é maior do que a que você adquiriu pra salvar o clube. Funcionou! Nesse clube foi campeão brasileiro, campeão da Libertadores. No mesmo ano. 24, né?

Mas aí é uma glória que é o seguinte, assim. Custou caro. Isso que o Botafogo conquistou quatro vezes na história, conseguiram isso, que é ganhar o Brasileiro e a Libertadores no mesmo ano. Santos do Pelé, Flamengo em 19, Flamengo ano passado, e o Botafogo, né? Então, assim, é uma glória muito difícil ser conquistada. E o Carioca sabe, pô. Torceira do Botafogo nunca esperava ganhar a Libertadores. Né, Carioca? Assim, ao longo do tempo...

Não, não vinha a menor perspectiva. Menor perspectiva. A gente tava na Série B há dois anos, há três anos, cara.

Então, assim, o que eu vivi em Buenos Aires, eu não troco. Porque, assim, foi a oportunidade de estar com o meu pai lá. O Carioca, sabe, foi algo muito sentimental para os torcedores do Botafogo, mágico. Então, nunca tinha chegado. Ali é um time tradicional de torcedores mais velhos. Então, assim, a molecada que estava lá, porra, lembrando do pai que não estava mais aqui e tudo mais. Cara, foi um negócio que você não troca aquilo.

Para não viver nunca. Entendeu? Você não vai viver nunca aquilo ou vai viver aquilo.

E vai acabar. É, por outro lado, o que vai acontecer agora, ô bola, assim, é uma sensação gigante de desespero. Imagina. E a situação de desespero, eu acho que passa principalmente pelo atual dono do Botafogo, que é o John Texel, que foi responsável por essa glória. Você sempre falou isso. Se ele é responsável pela glória, é aplaudido e exaltado pelo torcedor, agora ele tem que ser criticado pra caralho. Pra caralho. Porque, e outra coisa, a sensação de desespero passa por ele sumir no momento em que o Botafogo

Botafogo tá mal, pô. Ele sumiu, é? Ele não fala, pô. Ele aparece quando o Botafogo tá mal. Vai, aparece, fala. Mas onde ele tá? Ele não tá com a treta na justiça, essa porra. Não, a treta é até pra explicar, mano. Vou ficar aqui duas horas, entendeu? Mas é complexa de Marx, é a empresa e tudo mais. Eu sempre, eu lembro do filme do cara, do... Porra, Steve Jobs, tá ligado? Os caras tiram ele em algum momento. Ele cria a parada

os caras... Mais ou menos aquilo ali, pra explicar por alto, assim. Mas ele gastou demais, né? Estou pra caralho, né, cara? Ele estourou. Tipo, pra fazer o elenco que o Botafogo teve em 2024... Em dois anos, né? Em dois anos. Em 23 e 24, né? De forma acelerada, meu irmão. Não tem jeito, cara. Não precisa gastar pra caralho. Futebol hoje tem que gastar pra caralho. Flamengo e Palmeiras são o que são hoje porque gastam. Quem vai combater os dois hoje no Brasileirão? Ninguém. Não tem como chegar. Tá ficando sem graça.

Você tá vendo o Real Madrid, Barcelona, Espanhol. É, o Cruzeiro pelo dinheiro do Pedrinho seria o nome, mas começou muito lá atrás, né? Mas é só uma diferença do que é... Você falou, né? Ah, é parecido com... O exemplo que você falou aí da Rode, do Chibi Job. A diferença é que esse pessoal que tá tentando expulsar ele agora da Rode são os caras que ele colocou pra dentro colocando dinheiro. Sim, claro, ele mesmo, doutor. É, esses caras entraram com grana pra poder fazer essa bolsa que, na verdade, dele mesmo... É aquela coisa, ele tem uma carteira,

nome e vem botando dinheiro aqui. Cara, eu já aprendi a palavra alavancagem, não sabia o que significava, tinha que aprender por causa do Botafogo. Ele alavancou. O que ele faz? Peleleca já aprendeu, Peleleca. Ele alavancou demais. O que vai acontecer? Os mais trágicos é a falência da SAF. E aí o problema é que até pra você outro comprar, é uma... Mas aquela SAF lá... As projeções mais trágicas, né? Que a empresa fale, né? Não, não, mas é... Como é que é o nome da Hold lá, que cuida do Botafogo? A Eagle?

Eagle. É. Já deu merda na França, correto? Deu. Na Bélgica. Mulembic. É o Lyon, né? Lyon. Quer dizer. E ele vendeu a parte dele lá da Inglaterra do Crystal Palace. E se ele aparecesse pra falar que tem um futuro tranquilo, garantiu pro torcedor? Vem, pode dizer. Tem isso, mas eu tenho todas as formas de fazer com que isso se resolva. Mas não diz ter uma briga da Eagle querendo o controle e ele não quer entregar o controle. Tem essa briga, tem essa briga.

Ele tá no comando do Botafogo por uma decisão judicial. Então, mas isso aí que eu me desanimei, eu já nasci de uma jogada. Ele consegue... Não, assim, o futuro é, assim, pra você ser esperançoso, é só se você quiser, por paixão... Mas que pena, porque a SAF, que era uma solução... E tá dando ruim, né, velho? É isso. E ele tá pegando dinheiro... Mas SAF é empresa, né, Carioca? Tem empresa mal administrada, cara. Ele tá pegando dinheiro com outras pessoas, o Marinax é um deles, dando como garantia de pagamento parte da SAF do Botafogo. Também dá.

Não tem isso. Tá pendurando aqui 50 milhas ali. 80 milhas de dólar ali. Garantia. 20%. Aí uma hora... Como garantia. E a galera já não vai mais no estádio como ir. Não. A receita diminui. É de engajamento. O meu medo é que aconteça o que aconteceu com o Vasco. Só que o Vasco foi uma década pra chegar a ser o que chegou. Eu lembro muito disso. O Eurico em 2000. Acho que era o auge do Eurico no Vasco. E aí tinha também a questão do Ney Showsbank. Tem o dinheiro do Ney Showsbank. É.

Então, assim, o Eurico, no Rio, ele era o cara. Grande. Pô, gigante. O Vasco era enredo de escola de samba. O Eurico tinha os principais atletas olímpicos do Brasil na Olimpíada de Sidney, entendeu? Só que tinha bolha estourada. E aí, pô, o Vasco era... Pô, o Vasco de 2000 era a seleção brasileira, que joga o Mundial, ganha do Manchester United no passeio. Então, assim, era Edmundo e Romário no ataque. Era o... Sabe? Era o time do Brasil, era o Vasco. Sim. De longe. E são 20... Agora... 2 mil e 20.

6 anos. De tragédia. Só 2011 e 2012. É uma década de glórias subindo pra 26 de tragédia. O Botafogo, irmão, é 2 anos pra chegar na glória máxima. 2, não é uma berga? 2 anos. E 2 anos depois numa tragédia total. É. Eu acho que tem a ver mais uma parada condensada de tudo, assim. Uma administração. É sinistro. Cara, muito feliz de você estar aqui. Muito legal. Tá maluco.

adoro você, Bruno. Eu estive lá no Charla. Eu estive lá no Charla, inclusive. Eu estive lá no Charla. A gente fala não, pô. A trajetória aí, pô. A trajetória e tudo mais. Muito legal ir lá no Charla. É aqui, na Rebouças. Vocês estão lá? Mudou ou está lá ainda? A Avenida Angélica. A Avenida Angélica ali. É o mesmo lugar que eu estou. Onde você foi?

com Rebouças ali, não é? Sei lá. É lá, é lá, é lá, é lá. Tem mais um super? Então solta aí, gordinho. O que é soltado aí? Solta aí. Vardo Kaiser. Não, solta aí. Vardo Kaiser já foi. Matheus Silva enviou 30 reais. Bola quem teria a maior trozoba da seleção brasileira. Vini Júnior, Léo Pereira ou Militão? Quem teria a maior trozoba? Pataca Virgínia ou Vini Júnior?

Acho que o Vini ganha o voto por causa que a Virginia expôs isso. Ela fez um post lá falando pegou um hotdogzão lembrando dele. Acho que é o Vini, né? De São Gonçalo também. É, eu sei lá do Porto do Rosa. Isso aí, quem nasceu em São Gonçalo representa. É do Boaçu. E vai lá até hoje, tá? Vai, né? Joga a bola lá. Uma parada muito maneira, se eu não me engano, o Vini exigiu que o Flamengo desse uma parte da venda dele.

colinha. De lá. Era um núcleo, né? Precisa ver se o Flamengo deu, né? Hã? Precisa ver se o Flamengo deu. Parece que sim. Ah, então gosto. Não gosto muito, não. Dividir, não. Mas acho que o Vinícius pediu, porque lá não era nem obrigação, porque era um núcleo, né? Não era o clube que trabalhava, era um núcleo. Mas aí o Vinícius pediu, pô, os caras... Aí eu dei uma moralzinha pra galera lá. Futebol feminino, vira ou não vira? Ah, eu vou falar sobre isso. Acho que precisa de uma participação. Acho que a participação

mais forte também dos veículos que tem poder de compra. Acho que tem que ter uma entrada, os clubes tem que participar com mais, não ser obrigado a participar. Ah, você tem que ter um time feminino, senão você vai ser excluído da Libertadores. Não, tem que ser uma coisa que o clube hoje em dia já é uma realidade. Estados Unidos, Europa. Agora, na Europa, virou muito rápido, por exemplo, a Inglaterra, o campeonato feminino de futebol da Premier League é uma coisa que é um sucesso instantâneo. Por quê?

Porque quem comprou o direito, comprou por uma grana absurda. E aí esse dinheiro ajuda a movimentar toda a estrutura. Então, assim, aqui no Brasil, hoje, pra tudo, se exige muito que o público abrace e tudo, mas a gente não vê uma entrada das emissoras mesmo, que compram, né? Pesado. Se você for comparar quanto uma emissora ou um canal tem que pagar, ou se permite pagar, pra ter um jogo de futebol masculino, e você olhar o quanto você é pago pra ter uma liberdade,

feminina é muito menor. Muito menor. E isso tudo faz parte de grana que fomenta o esporte. Todo mundo é CBF, veículos de comunicação que botam dinheiro de transmissão. Todo mundo tem que querer mais. Tem um cara, a gente não fala muito, que o Luciano Duvali fez pelo futebol feminino. É do caralho. Pelezinha, BRJ. Cici, mano. Cici. Cici jogava pra caralho. Comiga.

E ele também botava a mulher pra narrar também. A Luciana narrou na época do Luciano. Porque o Luciano fez tudo que fez, que a comunicação faz hoje, muito lá atrás. Eu acho que a narradora de futebol tinha que estar fazendo futebol feminino. O que é a narradora? Eu acho. Eu acho que narradora tinha que fazer futebol feminino. Eu discordo, cara. Só isso. Narrar futebol de mulher, não de homem. Porque ela de narra também, né? Sim.

Mas irrita. Irrita. Mas não é porque o Silvio Luiz definiu bem antes de morrer. Eu lembro. Eu assisti. Ele foi uma excelente resposta que ele deu. Ele falou, eu não gosto. Mas não é eu não gosto que eu tenha preconceito. É porque eu preciso me acostumar. Então é verdade. Então, você não acha que é um início da função? É, cara, mas... Como não tinha. Por exemplo... Mas sou estranho. É, até a característica, por exemplo. Elas têm que desenvolver, por exemplo.

Um linguajar. Hoje eu acho que as referências para as narradoras são narradores.

Agora que vai começar a ter... Você ainda não criou uma narradora referência... É porque ainda não surgiu, ainda desculpa, mas ainda não surgiu uma narradora. Eu gosto da Renata. Não é que eu não gosto. É a que mais faz jogo, né? Ela dá sorte pra gente. Obrigado, Renata. O Botafogo tem isso com a Renata. É verdade. Obrigado, Renata. Quando tem jogo da Renata, a gente ganha. Obrigado, Renata. Mas eu acho que... Mas tu não acha isso que é um...

Eu acho que é falta de costume. Eu tô com o Silvio Luiz. Então é que é um processo. Sim, mas às vezes... Mas o mapa tem que passar, ó. Mas dá um negócio. Eu acho isso.

Eu, modéstia à parte, eu tenho que confessar, eu sou uma pessoa que eu sou transparente, eu não vou aqui passar pano. Quando tem, se tem outro lugar que tem outro narrador, eu mudo. Sim. Eu mudo. Desculpa, eu mudo. Eu não consigo ainda, eu não me adaptei. Porque pra mim é um processo. Entendeu? É algo que não existia. Eu não tenho medo de falar, eu falo a verdade. Sim, sim. Mas eu acho que é algo que não existia. Por exemplo, até pra elas, por exemplo, você vê o registro grave da voz e tudo mais, você tem que... As referências pras mulheres são...

narradores homens. A gente está acostumado à voz masculina na narração. Elas cresceram ouvindo o Galvão, o Luciano. A parada tem que caminhar. Mas os novos narradores também, desculpa, não são bons. Você também acha? Eu acho. O Galvão Bueno está sem substituto até o momento. Eu concordo. Não, eu concordo. Alguém vai ter que ser construído, porque o Galvão... Aí o Galvão é o maior da parada. O Luciano Duval e o Galvão... Não, não, não. Pelé e Garricha.

Ah, pera, pera. Você vai ter outro Pelé, talvez. Mas na outra época era Jorge Cury, tinha os caras, tinha os caras. Mas eu acho que esses caras, assim, o Galvão, ele ultrapassou quem veio antes dele na TV. Entendeu? Eu acho que não tem alguém na TV antes. O Galvão e o Luciano, né? Antes dos dois, eles mudam a profissão de patamar. Então eles são os caras que puxam muito pra cima. Era o pai do Noriega, que narrava, mas ninguém tinha o tamanho que esses caras atingiram. É, se tu for ver as narrações dos anos 70, da Copa. É, o Soleiro.

Não tem maneira de não, tá ligado? Não deve ser. Não são, não são. É uma adaptação, assim, de futebol de rádio pra TV. Isso, isso. É isso aí. Tinha o Silvio Luiz, tinha aquele Amigos Bandeirantes do Canal do Esparter. Sim. O Catechevro, né? Alexandre Santos. Que era o gol, o gol do futebol. Mas o show que transforma, e até assim, os narradores passaram a ganhar muito mais dinheiro com o Galvão e o Luciano. Sim, claro. Que era uma função meio, ah, mano, o cara vai legendar ali, a transmissão não gava dinheiro, entendeu?

Porra, o Galvão, né? Passa esse salário ali e vai puxando todo mundo. Só que eu acho o seguinte, tem novos narradores muito bons. Do nível do Galvão e do Luciano, também não acho. É isso aí. Mas são as referências, é isso. Obrigado, porra. A gente já estuprou o tempo. Porra, na hora. Tem que voltar. Tem bola de estar convidado pra ir no Charla também. Vai no Charla que é bom, Bola. Falar do Palmeiras. Vamos dois juntos, porra.

Eu quero uma resenha com vocês fora do ar pra contar as histórias. Porra, é do Palmeiras. Deve ter outra história.

Amanhã vem dois ídolos que eu não conheço aqui. Não conheço pessoalmente. Também não conheço. E vamos conhecer amanhã e ter o prazer de conhecer essas dois monstros do humor brasileiro. Beto Silva e o Hubert do Casseta. Boa do caralho, hein? Boa, Casseta. 14 horas amanhã, rapaziada. Que legal, eu tô muito feliz. O Beto Silva tá lançando um livro, se não me engano. Então, Beto Silva e Hubert do Casseta e Planeta. Amanhã aqui uma resenha maravilhosa. E teremos na quinta-feira...

É dia de trovão, Bola. Rogério Skylab e Lorde Vinheteiro. Juntos. É nitroglicerina. Por que vocês vão fazer isso? A gente quer bugar a internet. E esperamos que a nossa plataforma funcione também. Vamos testar hoje aqui, né, Bola? Funcionou. Vamos testar a última vez. Estou na esperança.

Goiás ligou. É. Seu superchat. Você apertou aquele... Já foi um superchat novo mesmo, né? É o Fradique, Fradique. Alô, Miller. Miller Embraer, tá aí? Alô, Miller. Miller Embraer. Alô, Wagner. É, não funcionou. Alô, Wagner. Até amanhã, pessoal. Valeu. Abriu tem homofobia, não perca, tá? É isso aí. Em abril. Point to mind. Tchau. Valeu, rapaz.

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