EP 737 - BETO SILVA E HUBERT
Hubert Aranha é humorista, roteirista e um dos fundadores do lendário Casseta & Planeta. Ícone do humor brasileiro, marcou época com personagens inesquecíveis e sátiras políticas no “Casseta & Planeta”. Além da TV, também atuou como escritor e colaborador em diversos projetos de humor.Beto Silva Ficou conhecido por suas interpretações absurdamente engraçadas, quadros irreverentes e pelo humor afiado que ajudou a definir o estilo do programa “Casseta & Planeta". Ele é Humorista e roteirista e além da TV, também atuou como escritor e criador de conteúdo humorístico, fazendo parte da geração que revolucionou a comédia no Brasil.
- Cultura e Humor BrasileiroCaceta & Planeta · Hubert Aranha · Beto Silva · TV Pirata · Dóris para Maiores
- Lançamento de Livros e ProjetosA Piscina do Meu Pai · Brasil do Caceta
- Estrutura São Paulo
- Carros AntigosSP2 · Fusca · Monza
Tire a chicater
Não sou, não. Não. Fala, Boleta. Completamente. E aí, Boleta, beleza? Tudo bem, irmão? Como é que você tá? Tudo bem, é um trânsito do caralho. Ah, normal, né? São Paulo, não sei o que aconteceu hoje. Hoje não tem mais sábado, domingo, não tem mais nada. É trânsito todo dia. Não sei o que aconteceu hoje, bola. É o trânsito. Uma hora e meia pra chegar. Eu levo 25 minutos. Trânsito lazarenta. Hoje a Marginal ali. Você que tá nos ouvindo aí na Marginal. Marginal o quê? Marginal o Quércio? Marginal o Maluf?
Tem esses marginais aí. Tem os marginais, é. Tem muitos marginais aqui. São Paulo tem marginal. A gente viu pelo trânsito, a gente até comentou isso. Mas vocês vieram pela marginal? Algum marginal tinha estar lá, não sei. Vocês não manjam porra nenhuma de São Paulo? Zero. Zero. Zero? Eu manjo zero. Zero, Beto. Eu vou onde me levam.
É mesmo. Você conhece? Não, eu não conheço. Aqui é do lado do Sergesp. Ah, do lado do Sergesp? Não tem ideia. Valeu muito a dia comprar.
É o Seasa, vai. Quando eu, quando eu era garoto, eu ia lá comprar coisa pra feira, né? Isso, é. Não, aqui... Vocês devem conhecer, porque aqui tem uma produtora muito grande de cinema, chamada Quanta. Quanta. Falar que gravou... O Tom. O Tom Cavalcante lá. É aqui atrás também. Então, vocês estão nessa rir. Eu gravei aqui também. Mas eu não tinha ideia de... É aqui do lado, né? É. Você foi lá também? Fui.
E eu gravei agora o da bomba, mas em outro lugar. Esse a gente foi chamar, mas acabou não indo, não. Mas esse eu ganhei, cara. Eu ganhei também. Você ganhou quanto? 200 pila. É mesmo? Que beleza, hein? Ganhou 200 pila, Beto. Foi gostoso, né? Foi bom. Um aninho de contrato, mas num dia só. Mandou bem demais, velho. Bom, a gente já pede pra que você inscreva-se no canal. Vai lá, curta, compartilha, né, Boleta?
Curta, compartilha, avisa os amigos. Por favor, ajuda a nós. Este canal e o canal de cortes oficial do Tica. É isso aí. Por favor, ajuda a nós, tá? É isso aí, é isso aí. Obrigada. Inscreva-se no canal, vai lá, curta, compartilhe. Não custa, ative o sininho, dê o like. Isso.
Ajuda nós. Vamos pra cima porque o bicho tá pegando, meu irmão. O bicho tá pegando. Então, estamos aí. Lembrando que humorfobia, atenção você de São Paulo. Abril, dia partido, dia 8. Se você estiver em São Paulo pra algum evento, porque São Paulo recebe o Brasil o ano inteiro, né? Principalmente no ano de trabalho, porque muitas feiras, muitos eventos. Quer dar uma passada todas as quartas de abril no Teatro Sabesp Frey Caneca.
humor. Entre 8 e 29 dia 1, rapaziada. Dia 1 não tem. Pague para entrar e reze para sair. Boa lá. Eu, Carioca e Vitor Sarro no Teatro Sabesp Frecané. Com certeza. A partir das 20 horas. Você será muito hostilizado na plateia. Essa é a intenção. A intenção é ofendê-lo na plateia. Então vá. Então se você quer ser ofendido na plateia, esse é o seu lugar.
tá certa a vida, tá muito tranquila você já toma a sova da sua esposa da sua namorada, a gente vai piorar a sua situação, porque essa é a nossa intenção antes de começar, eu queria dar o de presente aqui pra vocês o presente sempre é bom isso aqui é o Brasil do caceta
Brasil do caceta. É uma história do Brasil. É muito bom pra quem vai fazer o Enem. Tem tudo aí. Vai fazer o Enem. Olha aí, ó. E aqui também, agora, é meu presente. Brasil do caceta. É o meu livro.
A Piscina do Meu Pai, que é um romance que eu escrevi, que é muito engraçado. É inspirado naquela música? Obrigado, Betão. A Piscina do Meu Pai. Não, não. E a piscina não é do meu pai, é a piscina do pai do personagem, mas é um romance que eu lancei há pouco tempo, que é bem engraçado, bem divertido. Caraca, escrever romance o cara tem que ser bom, hein? É o quarto, é o quarto.
É o quarto romance? Beto Silva, A Piscina do Meu Pai Já venda na Amazon? Já venda na Amazon, sim, nas livrarias E posso dar o site aqui? www.betosilva.com.br A Piscina do Meu Pai Se comprar no meu site Aí vai com dedicatória O brasileiro adora leitura, né Beto? Pior que ler, né cara?
É pior que ler, você ainda tem Lê pouco, né? As estatísticas não são boas não, mas tem gente que lê O brasileiro já sai mexendo, ele não lê nem manual É verdade Isso é uma boa, né? Porque já tentou ler manual Impossível, né? Ah, mas é um basicamente, né? Tem gente, porra, liguei, tava no 220 Mas hoje vem o negócio Hoje vem um manualzinho menor de cara
Não, brasileiro não lê manual. Um comerzinho, sabe? De duas folhas, assim. Outro dia eu tive que ler o do meu carro, que acendeu uma luz lá e eu não sabia que ideia que era. Então aí, pô, você foi no manualzinho. E pra achar, foi fácil. O meu eu deixo no porta-luva. O meu tem na tela.
Manual do carro. O teu também tem. Meu carro não é desse cara. Não, mas não é. Essa sua humilhação que você fez com a gente agora. Acabou de humilhar. Eu lembrei de uma humilhação que eu sofri no programa foi quando o Bruno e Marrone foram lá. Aí conversando com o Bruno é mais simpaticão. E o Marrone é aquele... Esse e o Marrone um dia mora.
Ele virou pra mim e falou assim, o piloto do meu helicóptero adora vocês. Isso é que é elogio. Aí regaçou. E o pior é que o cara, essa tipo de frase, ele é tão horrível.
Porque o cara não fala que ele adora. Não. O piloto. O piloto, não ele. O meu helicóptero. Eu adoro vocês. O que incomodou ele foi o meu. O meu piloto. Se fosse um piloto qualquer, tudo bem. Eu conheço um piloto que adora. Não, o piloto do meu helicóptero, rapaz. Se manca. Que loucura. O meu piloto. Obrigado pelos presentes. Mas o seu piloto gosta da gente também, não? Adora. O meu piloto adora. Fiquei feliz.
É isso aí. Ó, vamos ajeitar aqui, vamos botar o livro aqui. Tem aquele negocinho de livro? Cadê o ponto? Não, bota o doutor, Beto, senão você já saiu. Não, bota aqui, ó. Cadê aquele ponto ali? Tem um suporte aí, Renatão. Aqui a gente tem. Ah, eu achei. Aqui a gente... Profissa. Inspirado em Fausto Silva, caralho. Não, acho que é assim. É assim? Não, ao contrário, bola. Isso aí. Aí, boleto, eu acho que é assim? Não. Não, é ali onde tem a...
aí garoto super livro do Beto Silva a piscina do meu pai o louco meu porra brincadeira patrocínio Jaque Motors Jaque Motors Jaque Motors
Os dois não vai caber, carico. Ah, tem que caber, caralho. A gente é bom nisso. Dá um jeito aí. Pronto. Ficou bom, ficou bom. Não mexe, mas ficou bom. Ficou bom lá, carinha. Lembrando, lembrando, Boletá. Estamos no Spotify, estamos no Amazon Music. Isso aí. Vai lá, vê nós, assiste, ouça, faça tudo também lá, tá? Exato. Obrigada. Temos membros. Membros.
Torne-se membro do TicaracatiCast. Ajuda a nós. Temos o Super... Superchat agora é diferente. Presta atenção. Estamos lançando a nossa plataforma. Espero que hoje esteja funcionando. Ontem tivemos um pequeno problema técnico. Não na plataforma e sim... Hoje no teste estava um brinco. Vamos fazer. Se alguém... Quer testar agora? Vê se tem alguém aí no telefone. Temos o Maicon Braga. Então atende o Maicon Braga aí. Espera um segundo. Vamos ver se o telefone está funcionando. Alô?
Peraí, peraí, você tem que esperar uns 5 segundos. Porra, demora isso tudo? Demora um pouquinho. Maicon Braga, tudo bem?
É, não funciona a bola. Não, sumiu o Michael Barras. Enfim, o link tá aí. O link tá no chat aí, você pode entrar na plataforma. Você pode ligar pra gente. Agora as pessoas podem ligar com porra. Gostoso, entendeu? Atender a audiência, né? Você pode mandar o seu superchat, tirar suas dúvidas. A gente tá sempre aqui.
aperfeiçoando o Ticara Catiqueste, a gente quer cada vez mais interativo. Quanto mais interatividade pra gente, melhor. É a chance de você que tá aí do outro lado conhecer as pessoas, conversar. Apareceu alguém aí, bola? Tem o Maicon e o Matheus. Então atende um aí. Alô, Maicon. Opa. Ah, porra. Tudo bem, irmão? E aí, brother? Tudo certo. Beleza? Beleza, Maicon? Quer botar o fone, você ouve o Maicon aí, ó. Senão você não vai ouvir o Maicon. Fala de onde, Maicon?
Eu falo de Floripa. Aí sim, terra do Carica. Que bairro aí de Florianópolis? Agora eu tô nessa. Que bairro aí você mora? Eu moro em Capoeiras. Capoeiras? Capoeiras, aí, ó. Onde a turma joga capoeira. Perto da ponte, Arsílio Luz. Essa ponte tá boa agora, não tá caindo mais. O que que é?
Mas antes eu morava no norte da ilha, perto de Jureira, aí era Racional. Aí sim, chique. Boa, garoto. Ó, você viu quem tá aqui hoje, né? Sei, sei, sei. Cacete planeta. Gostava? Pô, demais. Você é novinho demais. Hã? Não, eu via demais. Terça-feira era garantido. Boa, boa, Michael. É isso aí, irmão. Quantos anos você tem, meu irmão?
37. Ah, então viu, caceta. Viu, usa minha. Muito. Chegou a ver o Uber. Viajando Henrique Cardoso. Viajando Henrique Cardoso. É isso aí. Boa, irmão. Boa. Se não pode, assim não dá. É isso aí. Queria fazer uma pergunta aí. Pode fazer a pergunta. Já de cara, já uma pergunta. Na sua organização, Estabajara, você estava vendendo CDB do Banco Mister.
você estava com o Bister certamente se a Tabajara tivesse hoje em dia existisse ainda ela não teria, não estaria vendendo o Banco Bister ela teria um banco próprio e ia ter uma facatrua muito maior será que ia conseguir ter uma facatrua maior? o seu jeito o seu Tabajara é a maior empresa esse tio foi o master a maior empresa monopolista do universo é, daqui parou o meu monopolista
Ó, valeu, Maicon, um abraço. Obrigado, Maicon. Valeu, Maicon. Valeu, obrigado. Valeu, valeu, valeu. Ó, a pergunta assim que eu já quero de cara, ele falou do Tabajara, primeiramente, muito obrigado. Temos que falar do nosso patrocinador. É verdade, é verdade. Nosso patrocinador sensacional, maravilhoso, sempre com a gente. Poxa. Philips Áudio e Vídeo, meu amigo. E o link. Quer uma TV espetacular, quer um som espetacular, uma caixa maravilhosa, um fone de primeira.
aqui ó, é bombite, isso aí não tem pra ninguém bombite meu amigo, é bombite da Philips que está aqui com a gente, esse super lançamento da Philips, isso não tem pra ninguém por um preço maravilhoso, você entra aí no QR Code link na descrição grave, bom, agudo, bom
É um serve de power bank. Isso, a caixa é mara. 15 horas de bateria. Faz para o karaokê, né? Karaokê, o que você quiser. Que legal, velho. Você põe o microfone ali e deita e rola. E temos presente para os nossos convidados. Opa, que beleza. Esse fonezinho é muito bom, velho. Muito bom esse fone. Que boa. Que são pequenininhos, uma qualidade absurda. Muito queridos. Que bom. Tá bom? Merecem, merecem. Olha, bola, eu estou assim, muito feliz de estar aqui.
Eu também estou hoje, muito feliz. Cacete Planeta, para mim, acho que é o maior.
grupo de humor que o Brasil já teve porque foi assim pioneiro naquele momento do Brasil, o Brasil tinha um estilo de humor clássico de grandes nomes, o Brasil é um país de gigantes do humor muito hoje, muitos humoristas hoje em dia eles falam muito sobre ah eu vi o Costinha, não não eu vi o o o
Vários nomes internacionais. Rock. É, Saturday Night Live. As referências. E eu falo, cara, o Brasil é tão rico. Chico. Não, a gente teve... Chico, Chico. Chico, Chico. Chico, Chico. E os caras que a gente...
O Golias, maravilhoso. José de Vasconcelos, maravilhoso. José de Vasconcelos que, cara, vocês que fazem stand-up e tal, o cara era um gênio no povo. Gênio. Um gênio no povo. Um gênio. Você é trindade. Como já tem que fazer as coisas de Portugal. Agil do Ribeiro. Agil do Ribeiro. Agil do Ribeiro. Agil do Gênio. Paulo Silvino, maravilhoso. Porra. Puta que pariu. Só monstro, cara.
Os próprios Trapalhões, né? Tiveram aquela coisa bem brejeira, mas que impactava as crianças, né? Então, você sabe que a gente escreveu uma época os Trapalhões, assim? É mesmo. É mesmo? Sim. Um ou dois anos. Na verdade, a gente foi lá pra...
Dá uns... Tentar mexer no programa, a gente fez... Ficou um ano ali, né? Vocês são nascidos no Rio de Janeiro? Sim, somos cariocas. Cariocas, da gema. Você se dá gema, mas cariocas... Eu sou da Clara, eu sou de São Gonçalo. Eu nasci em Laranjeiras. Você é de São Gonçalo? Laranjeiras? Sim. Nasci na Fluminense, ou não? Tricolor, é óbvio. Tricolor. Aqui é Botafogo. Tá só avisando. Botafogo. Você é Botafogo? Claro. Eu sou da Tijuca. Claro, porque claro. Claro.
o humorista tem que ser botafoguense é claro e escuro, o Botafogo é preto e preto pra gente rir da desgraça ele é Botafogo eu sou Botafoguense e você, o Hélio eu encontro o Hélio direto o Hélio é muito botafoguense mas ó, vamos
O Hélio é muito Botafogo. Hoje em dia o Hélio é muito Botafogo. Mas não era tão Botafoguense assim. Na verdade quem era muito Botafoguense era a mulher do Hélio. A mulher do Hélio era Botafoguense. E aí ele ficou muito Botafoguense. E uma vez eu fui numa... Mas ele estava certo que o Botafogo não estava numa fase boa, né? Naquela época. Desanima. Como agora também, né? Não, voltou, mas estava muito bem. Eu uma vez fui numa taça, acho que era taça Guanabara, taça Rio, era uma coisa menor. E eu fui com o Hélio.
com a Ana, que é a mulher do Elio, e fui com a família da Ana. Cara, os caras ficam loucos. Doente. Os botafoguenses se transformam. Os botafogenses renovaram. Renovaram o uniforme, porque ganhou. Parabéns, parabéns. Todo mundo com suas camisas pretas e brancas. Porque as camisas dos botafoguenses, elas eram cinza e amarela.
Até pouco tempo atrás. Não sei a da gaveta. É, não sei a da gaveta. Cinza maré, filho da puta. É parecido. Eles têm inveja do John Texto. A minha também era.
Não, mas eu tenho outra. Não tenho nenhuma. É inveja de um cara que chega lá e passa a mão. Não, o John Tex é o vô caro do futebol. Tudo bem, mas olha só. É, patrocínio do Botafogo Banco Mais. Porra. Porque o senhor John Tex era bandido. A minha questão é, por que o senhor John Tex era bandido? Não.
É uma coisa intimamente ligada com o crime. Não, com corrupção. Por que? Não, mas o John Tex, a gente não sabe. Não, a gente é só... Não, eu tô falando que não é privilégio. A gente não sabe o que aconteceu. O John Tex, a gente não sabe. Ele deu problema na França. Deu problema na Bélgica. Tá dando problema no Botafogo. Acho que ele gastou um pouco demais. Acho que ele estourou o orçamento. Deu certo.
Ganhou. Ganhou tudo. Agora tem que pagar a conta. A gente recebeu ontem aqui o jogador que nunca jogou. O Kaiser. Genial. A história desse cara é genial. Ele contou. Essa história é muito boa. Ele peitou o Castor de Andrade. Chegou no vestiário do Castor com 10 capanga de rifle. Era assim. Porque ele foi expulso antes de entrar. Ele não queria jogar. Ele chegou no vídeo do Castor e falou assim, não vou deixar aqui.
Que loucura esse cara. Cara louco, maravilhoso, Kaiser. Mas o que eu queria falar com vocês é a honra de recebê-los aqui, saber que vocês modernizaram o humor brasileiro. Eu percebo assim, acho que na época, pô, eu era...
bem jovem, e o caceta foi uma coisa diferente. Era diferente. Tipo, na época do TV Pirata, vocês já estavam ali, Dores para Maiores, muito legal aquilo, que aí vocês foram conquistando o espaço de vocês, até o dia que vocês foram.
Pra frente das câmeras. No Faustão e tomaram uma vaia. E eu achei aquilo maravilhoso. Eu me lembro disso. Mulher é tudo vaca. O pessoal... Eu já pirei. Essa música era uma música... A gente foi no programa de estreia do Faustão. É verdade. Quando o Faustão estreou na Globo. Já mandaram essa. Ele gostava da gente. A gente foi na primeira fila.
Não fizemos nada, só ficamos ali assistindo. Mas se você for ver o take, está a gente ali na primeira fila. Primeiro programa dele na Globo. Não tinha programa ainda. O louco, meu. A gente não estava na Globo. Mas como é que vocês foram parar no caceta? Como é que na vida TV pirata, na vida de vocês? A história começa na revista, né? Começa com a revista e com o jornal. Aliás, tem representantes dos dois aqui.
No meu caso, eu entrei para a faculdade, conheci o Marcelo, conheci o Hélio, a gente gostava de humor, tinha as mesmas referências ali, Pasquim, Monty Python, todos esses caras que a gente falou aqui de humor. E a gente falou, vamos fazer um jornalzinho? Fizemos um panfleto.
pra vender na faculdade, sacaneando o movimento estudantil que tava, na época, começando. E aquela coisa começou a crescer, começou a crescer. E aí, dali, resumindo bastante, acabou virando um tabloide.
que ainda era vendido de mão em mão, assim. E aí o Planeta começou a existir na banca antes da gente. E a gente foi conversar com eles, conhecemos eles. E aí a gente foi para a mesma editora que eles e fez a revista. Tá. A tua era qual? Que era Casseta Popular. A sua era Casseta Popular. Casseta Popular. Você falou que viu a coisa crescer, a Casseta começou a crescer. A Casseta começou a crescer. Enormemente. Bastante.
E quando estava bem grande, a gente foi para a banca e ficamos. E era uma publicação, a gente chamava de menstrual, porque é para ser mensal, mas às vezes não vem.
bom pra caralho era bem sual tava escrito às vezes não vinha às vezes não vinha nada tava um susto e a revista começou a fazer sucesso começou a vender pra cacete assim como o planeta também vendia muito fala aí isso em que faculdade? engenharia da UFRJ e vocês?
Bom, é o seguinte, eu comecei no Pasquim, pra você ver como eu souber. Como Pasquim, caraca. Comecei no Pasquim. Eu era cartunista, bem garoto. Eu fui com 15 anos, comecei a publicar no Pasquim.
naquele... comecei a publicar, não publicar, deu uma parada. Quando eu fiz 17, eu voltei lá. Aí eu fiquei dez anos no Pasquim. No Pasquim eu conheci vários humoristas ótimos, além do Jaguá, Ziraldo, esses caras todos. Eu conheci também o Cláudio Paiva, eu conheci o Reinaldo.
o Nani, vários cartunistas, e lá em determinado momento, o Pastinho já não estava mais naquela, sucesso que ele tinha. E a gente estava entrando nos anos 80, abertura, rock Brasil, essas coisas eram um momento muito efervescente. Muito efervescente, muito efervescente. E nós resolvemos fazer esse jornal assim.
Na cara do... Conseguíamos lá, pagamos. Aí, troço, cara, aí vendeu 100 mil exemplos. Caraca, né? Já era para as primeiras edições. O jornal e a GV e a Resta vendiam pra cacete. Puta, que legal. E eu me lembro que na primeira... Eu não conhecia a caceta... Mas isso era só Rio de Janeiro? Não, não. Brasil. Brasil. O planeta foi lançado no seu planeta. Nós também. Foi publicação nacional. Que legal. Mas eu não conhecia essas coisas de mimióca, eu não conhecia de vocês. Uma vez eu trabalhava...
Tinha um house organ da Ipiranga, da companhia. E eu tava lá o Luiz Noronha, Luizão Noronha. Que estudava combustível. Que era estagiário lá. Estudou combustível. E ele falou, pô, olha aqui.
Ele mostrou pra você. Mostrou uma coisinha da caceta. Aí eu falei, é legal, a gente já tava começando a fazer O Planeta, não tinha lançado. Aí eu levei lá pro Cláudio Paiva e pro Reinaldo e falei, pô, tem um texto aqui engraçado. Era o negócio dos Grace. Ah, sim, eu escrevi com uma selo isso. Com todo mundo, não sei o que. Esse texto era bom, é. Aí eu falei, pô, vamos publicar esse texto. Esse texto depois virou uma saranduba, começou daí. Uma saranduba é maravilhoso. Já e desse texto.
E o Massarambuba também não era exatamente o Massarambuba do Claudio, mas no planeta tinha Carlos Massarambuba, o fodão do bairro Peixoto. Bairro Peixoto é do caralho. Só que a do Rio tá ligada. Aquela ruazinha de Copacabana. Virar um dia. É um bairro de Copacabana. É um bairro ótimo. Sim, mas só tem os coroas. Os coroas. Os coroas. Bairro Peixoto é muito bom.
Aí foi um sucesso. Depois a gente foi fazendo sucesso. Eles vieram pra publicar nessa editora lá que era comum. Editora Núcleo 3. E a gente, em determinado momento, a gente foi pro TV Pirata e ao mesmo tempo a gente começou a fazer um show. É.
O TV Pirata foi o seguinte. O show não baixa, mas esguez mania. Mas era meio... Cara, era demais de música. O show era meio maluco. Mas tinha uns piadas. Mas não era de piadas. A história é a seguinte. Esse ano foi o ano que tudo aconteceu. Mas é um ano antigo. 1988. Antigo. Antigo pra caramba. A gente é antigo, senão era nem nascido. Claro que eu era.
O ano que eu entrei em rádio. Já tinha 12 anos. Já era um menino. Não, mas já tava ligado. Já tava ligado nessa época. Aconteceu o seguinte. O Cláudio Paiva, que fazia o Planeta com ele, ele saiu do Planeta e foi pra TV Globo fazer coisas, trabalhar na TV Globo. E aí o Jô Soares saiu da TV Globo, foi pra SBT e abriu um espaço pra um programa de humor. Um espaço bem grande, né? Um espaço enorme, né? Puta que pariu. O Cláudio juntou com o Guel e tiveram a ideia de fazer o TV Pirata.
E aí o Claudio começou a regimentar redatores. Obviamente foi nos seus amigos do planeta e veio com a gente. Chamou a gente pra escrever o TV Pirata. E nós, obviamente, escrevemos e isso mudou a vida porque a gente foi pra televisão. Primeiro pra escrever.
Primeiro pra escrever. TV Marcha, eles escreveu tudo aqui. TV Marcha era nossa. A gente escrevia Fogo no Rabo, lembra? Fogo no Rabo, claro. Nós e eles escrevíamos 60% do TV Grata. Era o Barbosa. O Barbosa era o personagem da novela Fogo no Rabo. Sim. É verdade. Nela Torraca. Nela Torraca. Maravilhoso. O locutor era muito bom, né? É. Era o Fogo no Rabo.
Eu lembro, eu lembro. Os editores são sempre muito bons. Milani fez muita... Milani fez a gente há bastante tempo. Esse era foda. A questão do show foi o seguinte. Tinha um cara que era um produtor musical que ele fazia o Jazzmania. Ele produzia os shows do Jazzmania. O Jazzmania era uma casa de shows que tinha no Rio que, obviamente, Jazzmania... Você morreu no Barrio 1800? Ali no Barrio. Barrio. Barrio. Barrio. É.
Ali em cima tem um bar. Conhecia a Carica. Jazz Mania. Jazz Mania. E aí, obviamente, a programação era de jazz, mas segunda-feira ele queria fazer um negócio diferente. E o Paulinho, o Paulinho Albuquerque, um cara que foi importante. E ele gostava muito de humor e tal. Então ele ligou pra gente, falou, pra caceta e pro planeta, falou, vocês não querem fazer um show? Juntos. Lá, juntos, lá no Jazz Mania? A gente falou, que show, cara? A gente só escreve, vai fazer show. Show de quê, pô? Show de quê?
Cara, ele acreditava mais na gente do que a gente. Ele falou, não, vocês vão saber o que vocês vão fazer. E aí a gente juntou, cara. Eu morava com o Claudio e com o Sundar, numa... Um trisal. Um trisal.
Em Copacabana, perto do bairro Peixoto. Muito característico. É muito romântico, né? Muito atrizado, esquisito. A gente começou a chamar um amigo nosso. Pólissuco, chamando... Vou fazer música. Pólissuco. Pólissuco. A gente chamou um amigo nosso, o Muxebab, que era músico e...
Começamos a compor umas músicas, fizemos umas músicas. O Hubert até lembrou hoje, que a gente foi lá no planeta, levamos umas músicas, e aí o Hubert também tinha umas ideias, tinha uma ideia maravilhosa que ele... Era o Paulo Francis cantando Garota de Ipanema. Maravilhoso isso. Bom demais. Que era que na época o Tom Jobim morava em Nova York. Aí tu começava assim, ele é um dos maiores artistas de todos os tempos. Ele mora em Nova York. Mas de vez em quando ele vê o Brasil.
Com vocês, Paulo Francisco. Paulo Francisco.
Aí ele canta aí. Maravilhoso. Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela, menina, que vem. O Paulo Francis, porra, é um dos maiores jornalistas. Os maiores... Então o show era umas músicas... Aí tinha Mãe e Mãe, tinha Tô Tristão. Pô, Tô Tristão fez muito sucesso. Tô Tristão é genial. Carnaval. Teve um carnaval que Tô Tristão tocava na Rádio Cidade. Tô Tristão é genial. O tempo todo explodiu no Rio.
E era tia palavra. Eu tocava aqui também. Tô sofrendo pra caralho. Tocava aqui também. Todo o Cristão tocou em São Paulo também. Pô, cara, eu não era apaixonado. Tô só amanhã, amanhã. Amanhã é reggae da Jamaica, né? Vê se vai pra Jamaica, né? Vê se vai pra Jamaica. Aqui o Javan cantou no disco. Eu tô ligado. Yo, yo, yo, yo.
Porque o Paulinho Ganharam alguma grana Imitando o Javan Ele cantou essa parte do mundo Porque o Paulinho, ele era produtor desses caras Ele era produtor do Javan, ele era produtor Do Ivalin Ele chamou, ele arregimentou Paulo Paulo Buquerque Ah, o cara do Jazz Mania Ele foi o produtor do disco Do Preto com o Buraco no meio Foi ele o produtor? Cara, esse disco é foda Só tinha músico fera Não, o disco era bom, a sua produção Acousticiano
Um dia o Paulinho chegou assim e falou, cara, dessa música aí vai vir um percussionista, um cara novo aí. Cara, o cara é bom pra cacete, mas ele vai... Ele trouxe três combis de instrumentos. Caraca, meu. Carlinhos Brown. Carlinhos Brown. É o menino que eu cheguei no estúdio, né, cara? O Nas Nuvens. Tia Batuque pra cacete. O famoso estúdio Nas Nuvens. O que é do Liminha e do Gil. O que é do Liminha. O Liminha e do Gil. O Liminha e do Gil. O Liminha e do Gil. O Liminha e do Gil. O Liminha e do Gil. O Liminha e do Gil.
Eu estava lá de manhã, que eu adorava nas gravações, ficava lá vendo. Aí chegou lá, chegou o Carlos Brocos, uns 500 mil, atabaque. E aí, meu rei, vai querer o quê? Faz isso aí.
Não quero nada, não. Vai querer um presente de tambor. Não, muita gente fera. Não, esse disco é impressionante. Os músicos são muito legais. Pra tocar aquela bobagem lá. Não, é uma parada... É uma muito legal. Eu adoro músicas que tem metade, né, velho? É o disco aí, exato. É o Gandelman que tocou. É, não, mas tem mais do que o Léo Gandelman. Ele é o cara que fazia parte... Mas gimentava. O meu irmão e a mãe eram muito... Eu também gosto de gimentar.
é meio na vibe do Tim Maia é totalmente mas o Manha Mãe é na vibe do Tim Maia porque o Bolsonaro fazia o Tim Maia esse lixo é de Tim Maia e ele botava, o Bolsonaro nessa época era marco não tinha aquela pança é enchimento por causa disso aquele cara gordo, bota enchimento pra caralho, bota enchimento o Marcelo Madrinha tava andando na magua e passou
Ai, Madureira, vou te matar! Ficou puto. O Timar ficou bravo pra caralho. O Timar ficou bravo. E aí tudo começou a acontecer, porque... É, aí, assim, esse show foi muito sucesso também, o show do Jazz Mania, que aí virou cult, né? Todo mundo foi, né? Eu imagino. Caetano. Caetano, Cazuza. E o Boni.
E o Boninho já veio falando, ele viu e falou cara, esses caras vão levar... Tem que ir pra TV. É, então isso também ajudou a gente ali. E o show foi do Jazz Mania, foi pro Teatro Panema e do Teatro Panema foi pro Canecão. Caralho, por que isso? A gente chegou a fazer show no Canecão. E aí vocês ficaram seis meses no Canecão? Não, não, em seis meses aconteceu isso. Ah, tá. E aí a gente foi pra Brasil. Tem temporada no Canecão.
É uma temporada, depois fizemos no Palace aqui, não sei se não existe Palace. Não, virou prédio. Muito legal. Canecão também não existe mais, né? Outros tempos. É isso aí. Essa capa deu problema também. Também deu. É o movimento negro, não gostou muito.
Não, mas... A gente resolveu. Mas resolveu. Pô, e tinha uma música chamada Lambada, que era um chicote. Era só um chicote. Não, não, não. Lambada. É, porque tava estourando. É, punheta também. Punheta também, que nojo. A censura proibida. É proibido tocar punheta. É proibido tocar punheta. Não pode, não pode. Esse disco aí é muito bom, cara. Esse disco aí é...
Ele tem no Spotify ou não? Ele tem no Spotify? Pior que tem. Pior porque... Porque não foi a gente que botou, eu não sei porque que tá lá. Ah, não foram vocês. Não foram nós. Alguém botou e a gente tentou tirar fora e não... Não, não, não. Aí fica bom pras pessoas escutarem. Não, é quem é dono dessa obra aí? Cara. Vocês assinaram o contrato com quem? É o Warner. Então é direito da Warner. Não sei se é o Warner. É claro que é. Eu acho que isso aí é... Eu não sabia.
Porque acho que depois quando a gente fez um disco noutra gravadora, naquela gravadora velas... Acho que a gente ganhou. A gente acabou ficando com os direitos. Vocês ficaram com os direitos desse... Programa não. Não, não, não. Desse álbum? Acho que sim. É? Nem sei, cara. Eu recebia... Às vezes você recebia um negócio de direito autoral, aí vinha assim...
10 reais, tudo baratinho. Tributo a Bob Marley, que é essa música que o Javan tributa a Bob Marley. Só que na Bahia, no Carnaval, tem 50 tributos a Bob Marley. Então a gente ganhava um dia tanto oral de banda de...
Que maravilhoso. É verdade, eu falei, pô, que maravilhoso, cara. Puta merda. Mas aí foi crescendo ali, a gente, aí o programa foi mensal durante um bom tempo. Seis anos. Mensal. Mensal, né? Era uma terça nobre. Na época. Terça nobre, a gente fazia, tinha um programa legal. Caminhoneiro lá, o urbino e o programa legal. Tinha carga pesada. Tinha carga pesada, Leandro e Leonardo.
não sei, não me lembro tinha Sandy e Júnior se eu não me engano não, Sandy e Júnior não, é depois eu acho era carga pesada tinha Leandro e Leonardo Leandro e Leonardo, acredito, Leandro e Leonardo eu acredito carga pesada aí tinha aquele caso não sei o que, caso especial caso especial, que tinha negócio de polícia você decide, não é não você decide não, era um tipo um de polícia é, cada terça era um negócio e a gente, uma vez por mês uma vez por mês a gente
Mas aí passou pra semanal. E aí no semanal a gente... 98 passou pra semanal. Não, vocês foram Dóris para Maiores. Aí foi antes. Foi um ano Dóris para Maiores. Porque foi antes. O Dóris para Maiores. Foi depois do TV Pirata. Quando acabou o TV Pirata, o TV Pirata acabou por causa do Pantanal, da novela Pantanal, né? Que veio na manchete e acabou. Isso, regaçou. Retornou, regaçou. E a programação da Globo foi embora. A solução foi tirar tudo do ar. Eles tiraram toda a programação depois da novela e esticaram a novela.
Uma hora. Tiraram tudo. Tinha outra coisa. Foi. Puta merda, eu lembro direitinho. Aí, o que a gente... Bom, ferrou, né? O que a gente vai fazer? Aí a ordem foi, bolem algum programa. Aí toda a redação TV Pirata... Já tava toda a galera junto. Foi tentando arrumar algum programa. A gente bolou vários programas e um dos programas foi nós.
Vamos nós pra... A gente fez até um pilotinho, lembra? Que a gente gravou lá no telhado da Globo. Cara, aí no final das contas, resolveu-se fazer um programa que era um misto. Que era o Dórios pra Maiores. Que metade eram as nossas coisas e metade era o jornalismo.
mais moderninho, mais divertido, que era legal mesmo. Então a gente fez metade do Dóris para Maiores. E a Dóris Gizzi era apresentadora. Ela tinha acabado de ser contratada, porque ela estava bombada. Ela apresentava e entravam vários quadros nossos, entravam essas outras reportagens, que era o nome dele, ele era muito legal. Klauf? Jorge Furtado. Jorge Furtado fez coisas também.
Mas eu tava tentando lembrar de outro, mas a memória... Caralho, a tua banda era foda aqui, hein? Era foda, tô dizendo pra você, cara. Cara, de mãe é mãe, se liga... Só pra quem manja de música, assim... Quem curte músicos... Eu sou o rei da ficha técnica. Eu gosto também. Não, mas só tem fera. O Paul Neu Burké que produziu, que é o cara do Jazz Mania... Armando Marçal. Sim. Percussão.
Celso Blues Boy no coro. Na guitarra. Claudio Infante, bateria. Fudido. Claudio Infante.
Léo Gandemann. Carlos Bala também, eu acho. Paulinho Soledad. Aquele guitarrista argentino. Serginho Tromboni, que era pica. William Magalhães, tá louco? Do Black Heap. Zé Carlos, tá louco. Puta bandinha flaca. A banda, o som é absurdo. O guitarrista argentino, que era bom demais.
É meu amigo ele, o Torquato Mariano. Torquato Mariano, esse é muito pica. É pica, claro, grande Torquato. O Torquato trabalha hoje com o Javan, né? É? É, ele é produtor. É, trabalha com o Flávio também, trabalha na Globo também, não sei se ainda trabalha lá fazendo trilha e tal. Ele é muito bom. Não, era foda. É foda? Não, e eu me lembro que na época o André Midani, né, que era o diretor da Warner, tinha uma divisão, né? Eles queriam...
gravar o nosso show ao vivo e fazer o disco. Porque ia ser mais barato, né? Sim. Mas a gente queria fazer esse disco aí. De estúdio, né? De estúdio. Aí a gente acabou resolvendo lá, mas um dia o Midani um dia chamou, me chamou e falou, olha, acho que nós estávamos, enfim, ele é francês, né? Temos que fazer essa coisa de...
Eu queria fazer um outro tipo de diz com vocês, mas se quiser fazer isso, mas da próxima vez isso não vai acontecer. Mas ele não curtiu muito. Porque eu quero, entendeu? Ele falou, eu fiquei com maior vergonha do caralho.
Não, não, não. Não, a gente faz. Mas o disco foi legal. Eu acho o disco, uma das coisas bem legal. É antológico. A gente vai ver um outro disco depois. Tem boas músicas também, mas esse é o... Que é o Tô Tristão. O Tô Tristão é o outro disco. O Tô Tristão tá nesse. Não, tem um outro que é Para Comer Alguém. É, o segundo disco. Para Comer Alguém. Coisa linda, né? Era um disco romântico.
Maravilhoso, um disco mais romântico. É mais romântico. Ele teve o terceiro. Não, que era The Boss of Cassetto. The Boss of Cassetto. Aí já era pegar os fonogramas, assim. Caraca, bicho. The Boss of, tá aqui, ó. E aí você parou no Dóris. Não, mas aí a gente fez o Dóris. Quanto tempo? Foi um ano, só um ano. Aí em 90...
A gente fez o carnaval. A gente fez um... Globeleza. É, a gente fez um camarote do Casseto Planeta no carnaval, que foi maravilhoso. Foi a primeira vez que a gente foi pra frente das câmeras. Foi, na verdade, quem batalhou isso foi o Luiz Glazer, que era o diretor. Era o diretor lá da Globo, e ele bancar isso aí, toparam. Ele apostou em vocês. Cara, eu nunca fiquei tão cansado na minha vida. Eu não fui pra trabalhar a madrugada toda. Imagina a gente, cara, nunca tinha...
Enquentado uma câmera e de repente tá lá, eu me lembro que eu vi outro dia entrevistando o Caetano Veloso assim A gente não tinha noção do que tava acontecendo Quer dizer, não foi trabalhar na Bahia Todo mundo via no nosso camarote O Jorge Dória Dias Gomes Aí estudava todo mundo Eu fiz o Caldeirão
do Hulk, quando começou o Caldeirão, ah, vai fazer, falei, pô, igual vocês, nunca tinha feito. Pô, a gente chegava às seis da tarde na Sapucaia e saia às seis da manhã. Ah, é foda, é muito doido. Você falou, cansa muito. Não, é muito doido. Você não dá pra ser maior naquela época ainda. E eu tava nunca maior que Tabrama, então chegava a gente pra caralho. É foda. Eu lembro que o Faustão fez também, o camarote do carnaval. Sim.
Acho que durou um dia e ele não voltou O camarote tinha um negócio engraçado O camarote tinha um negócio engraçado Porque em outros tempos não podia falar bunda Não podia falar A palavra Então a gente falou lombo E aí fizemos um concurso O melhor lombo do carnaval Que quem ganhou no final Foi o Lafon Jorge Lafon Que a gente deu prêmio pra ele Mas quando deu lá Uma da manhã
quando deu lá pra uma da manhã o Boni ligou lá pra produtora e falou ó, liberou a bunda a gente chegou lá no ar não sei quem, falou, ó, acabamos recebendo a gente disse agora, o Boni liberou a bunda
A Buna tá liberada. Pode falar a palavra Buna. Liberou Buna e liberou Buna. Se o Buna e liberou, tá bom. Mas foi sucesso isso aí. Foi um sucesso. O camarote. Acho que isso contribuiu bastante pra gente conseguir ir pra frente das câmeras e fazer o Dóris. Eles já tinham visto o show. Camarote fizeram só uma vez? Foi só em 90.
podia ter feito um monte, isso é genial, cara. Era muito bom. Isso é genial, cara. E pensa, porque assim, nós estamos falando de uma época... É você aquele ali? Eu não sei, eu também não sei. Ah, e você ali? É, eu tô falando de uma época que era praticamente impossível um espaço artístico, ainda mais na Globo, né, cara? Sim, difícil, difícil. A Globo era... Era fechadíssimo, não tinha isso. Era, né? Porra.
Era um negócio assim muito difícil Mas pra gente foi muito bom Você ter ido aos poucos Mas você vê que demorou, né? Foi aos poucos Hoje vendo em retrospectiva Parece que foi tudo assim Cara, mas foi tudo devagar Foi legal a gente Primeiro começar escrevendo na TV A gente nunca tinha escrito pra TV Escreveu pra revista, então você vai aprendendo Aí você faz o carnaval Aí faz um programa Só metade de um programa mensal Que o Doris era mensal
também, também era, não era? Terça Nobre? Acho que era. Era Terça Nobre também. E aí você vai pra um programa só nosso, que foi o Caceta do Planeta do Gente, e é um programa que é mensal, então você também vai ganhando cancha, aí fomos pro semanal. Quando a gente foi pro semanal, a gente já tinha uma experiência enorme.
botar um programa de 30 minutos que era o tamanho do nosso programa semanal que era piada, piada, piada o deles era maior eu entendo ele era tudo com muita produção a gente tinha uma inveja do caralho imagino vocês iam fazer uma cena de 15 segundos uma puta produção tudo era difícil eu tinha feito um problema antes eu tinha feito um problema
eu tinha feito caldeirão então uma vez cheguei na Gol pra gravar eu e o Emílio ah, vai ser um circo, falei, ah, legal a gente de puta fantasia de palhaço bonita pra caralho falei, ah, no estúdio vai tá legal o circo aí pegamos, ah, vamos ali pro carrinho pegamos um carrinho de Gol, falei, caralho
no estúdio, montaram um círculo da lona dentro do Projac tremando, o que é isso? o que é isso? o que esses caras fizeram? o que eu adoro é que a Globo fazia uma puta produção pra gente falar as maiores babaquices isso é muito bom é muito bom era muito figurante
eu adorava a época que vocês faziam acabava a novela, já emendava é, paródia a cena da cama já cortava pra cama sim, porque a gente tinha o seguinte o que aconteceu com as novelas a gente fazia novela, a gente via novela
em casa e lá e bolava. Não sabia. Até que a Glória Pérez curtia pra cacete a nossa novela, falou, manda pra eles o roteiro. Mas a gente recebeu, começou a receber o roteiro. Então a gente sabia exatamente qual era a última cena.
E aí a gente começava com a cena igual a cena que acabou. Aquilo era maravilhoso. Era demais. Tipo aquele puta gancho, né? Às vezes acabava a novela, eu me lembro, não era nem break, já ia direto. Fechava a porta da novela. E era a mesma cena. Eu, semana passada, o Juca de Oliveira. Juca de Oliveira. E o Juca de Oliveira fazia a novela, acho que era o clone, o Albieri. Que era uma espécie de cientista louco, com um cabelo tão assim.
De vez em quando, eu era o Juca de Oliveira na novela. Aí umas vezes eu encontrava, ah, tá muito bom, tá igualzinho. A gente passava no Projac, nem era projac ainda, no começo nem era projac. Era no Jardim Botânico lá. Fomos em vários lugares. Tijuca. Mas aí passavam os atores, pô, me faz na novela.
Puta, que legal. É, tinha isso. Que era um cara que não era tão... Sim, sim, pra ficar conhecido. Tony Ramos era sempre muito peloso. Eu fiz muito Tony Ramos. Tinha uma cena... Tinha uma cena do... Acho que era a paródia do Laços de Família, que acho que era os culachos de família. Era isso. Que era aquela menina, Carolina Dígria, ficava careca, né? Careca, é. Aí chegava o Tony Ramos, o nosso, né?
Acho que ela era a Maria Paula que fazia. E tinha o Torreão. Não sei se era eu ou era o Reinaldo. Era o Reinaldo, era o Torreão. Aí o Torreão chegou e falou, ah, o seu cabelo está caindo? Toma aqui! Ok, cabelo tem demais! Cheguei! Toma aí! É maravilhoso, cara.
Mas era muito engraçado. Agora, os caras, os atores, era muito engraçado. Você chegava ali no estacionamento, os atores chegavam pra gente e falavam assim, tinha uma menina que eu esqueci o nome dela, ela era atriz famosa, ela falou, por que vocês não me botaram na novela? Vocês não gostam de mim? Eu falei, não, a gente gosta de você. Gosta pra caralho. Porque não tinha cena. A novela tem 100 personagens. Nossa, a novela tem 10, não pode ter trumura.
Bom, semana que vem eu quero que você tenha que me botar aí. Caraca, velho. Agora teve um cara...
Um novelista que... Que não gostou da gente. Que foi o Benedito Rui Barbosa. É. Que disse que não aceitava fazer paródia. É mesmo. Aí durante esse período, acho que foi... Não me lembro. Foi a Terra Estrangeira, não era? Não me lembro. Aquele Mil Mateus que tinha... Ah, Mil Mateus. Coisa Nostra. Coisa Nostra. Terra Nostra. Terra Nostra. Exatamente. Vocês respeitaram e não fizeram. Ah, não. A gente não fez. Eu já pegava essa atriz aí que queria aparecer. Já comia. Já.
Eu pegava essa atriz e ia... Eu ia fazê-la toda a novela. Gente, vocês não vão fazer? Não, pode fazer. Eu ia começar, você não cortava. Já ia cortar e já fazia.
Mas e para vocês indo mensal para o semanal? Porque o trampo... Cara, foi uma mudança. No nosso caso, foi uma mudança. Não, a gente ficou um pouquinho assim... Não, ficamos preocupados, mas era uma oportunidade que a gente não podia perder. Por acaso, eu era o cara que meio que tomava conta, vamos dizer assim, das minutagens, que me interava dessas coisas. Então a galera chegou aí, e aí, vai dar?
Aí eu, cara, o programa mensal tinha 40 minutos, né? E o programa seminal tinha 25 de arte, né? Que eles chamam. Cara, a gente vai dar, cara. Só que a gente tem que ralar. Sevilhar. Aí a gente bolou um esquema de produção, porque a gente tem uma questão, né? A gente é que escrevia parada quase toda, né? Tinha uns colaboradores que foram ótimos, mas a gente escrevia.
E atuava também. Então a gente teve que bolar um esquema. O esquema... Você gravava segunda e terça, escrevia quarta, quinta e sexta.
quase sempre, e tinha um esquema até dentro da quarta, quinta e sexta do que escrever e tal. Uma coisa que mudou, quando a gente passou, que a gente viu, foi até o, quem puxou esse papo foi o diretor, o Zé Lavi, ele chegou e falou, pô, a gente tem que fazer umas coisas que não sejam notícia, que não seja coisa em cima de... Ou seja, povo fala, esse tipo de coisa, tem que fazer uns personagens, e aí a gente começou.
Aí fizemos o seu lixo. Aí teve vários personagens. A primeira novela começou mais no semanal, né? Antes a gente não fazia tanto. Era muito povo fala. Tinha muito povo fala. E você tinha muita... Piada de news, eu amava. Isso é uma coisa que a gente... É, o planeta é em cassino. A gente foi os primeiros humoristas a ir pra rua. Sim. Falar com o povo. Isso é uma coisa que a gente começou a fazer. E fazer palhaçada com o povo.
E fazer com o povo, que é legal. Não é só te perguntar. A gente pegou uma cancha muito forte de fazer isso. É, tipo, duplo sentido. Também. Hoje a gente não ia conseguir mais, que é tal do lá, ele ia ser direto. Ia ser direto. Lá, ele. É, o lá, ele pegou. Na época, fala sério. Era muito legal. Não, é, a gente brincava muito com o povo. Mas aí, quando a gente vai pro semanal, aí você tem a chance de fazer seriados, né? E isso é muito forte no humor, né? Porque prende a tensão. Então, aí, o primeiro foi o Massaranduba, né?
que foi logo o Diário de um Macho, que fez muito sucesso. Muito. Puta que pariu, arregaçou, velho. Aí tinha a novela, que no começo não era todo o programa, mas a partir... Eu me lembro que até foi o Hubert que forçava muito pra ter a novela. Pra testar sempre. Aquilo era genial. Porque era engraçado. Aquilo era genial. Era muito boa, uma paródia direta. Porque o cara foi emendado da novela direto. E às vezes você usava até o mesmo cenário, né?
Ah, que legal. Era muito boa. Tem uma coisa legal que tá no ar até. O primeiro BBB...
A gente... A gente... Quando acabou o BBB, a gente começou o programa de dentro da casa. Acabou. E a gente entrou. Começou de lá. E começou de lá de dentro. Ficando lá de dentro. Que demais. Foi muito legal isso. Até hoje era tudo meio sujo. O que você achou? O Cláudio é que foi. Eu não fui. Eu fui. Eu me lembro que a gente perguntou, e aí, como é que foi? Aí você falou, cara, estava um cheiro horrível. É mesmo.
isso é porque estava a casa com três pessoas foi o primeiro foi o primeiro foi embora de helicóptero ele acabou a boneca de vassoura eu não esqueço disso é isso eles são de helicóptero do Projac foi até São Paulo pra fazer o jogo ao vivo
Eu lembro disso. Foi isso mesmo. Eu falei, caralho. O tempo do Jornal da Globo, que vocês fizeram, o Jornal da Globo, ele chegou no jogo ao vivo. De tanto sucesso que foi o Big Brother. Ainda é, né, meu? A gente entrou na casa e começamos o programa lá de dentro. Que foi bem bacana. O Big Brother tem 25 anos. A gente aproveitava essas coisas que a Globo dava, né? A gente queria uma vez no pânico jogar... Esse era o Supra Suma, né? A gente queria uma vez no pânico jogar alguém de paraquedas, não lembra?
A gente ia fazer isso. A gente ia fazer isso. Vocês iam perder a merda. A gente ia fazer. A gente ia preso, mas... Você achou uma prisão que ia valer a pena? Eu acho que até hoje. Eu ia fazer o Gui Padre. Tanto que não fosse você, né? É, mas já tava projetado. Eu não sei porque não fez isso. Eu não sei porque não foi, então eu não lembro. Porque não fechou.
A Globo mandou fechar. A Fazenda, a Fazenda a gente mandava drone com alto-falante pra dar notícia. Morreu tal pessoa. Mas a gente invadiu o BBB de outra forma. A gente conseguiu invadir com um produtor que entrou como se fosse da família da menina que foi eliminada. E aí atrás do Bial. Foi maravilhoso. Conseguiu filmar. A gente ria pra caralho. Olha lá o filho da puta lá.
Mas o nosso máximo foi a Marlene na Band. Marlene na Band. Marlene Matos. É, quando ela foi pra Band. A gente tinha uma cover. A gente tinha uma Marleninha, que era igual. E a Band, eu li a notícia assim, é apreensão na Band, Marlene Matos pode chegar a qualquer momento, há um clima na Band de expectativa da chegada da Marlene Matos.
Aí chegou a Marleninha. Aí chegou a nossa, o Viz que entrou a Marleninha na janela. Maravilhoso. A Marleninha com fone. Os caras, Marleninha Matos, ela abriu, eu sou eu. O cara abriu, bicho, nós entramos na band inteira. E a gente era da RTV. Você também o clube do Viu. Ainda tava na RedeTV. Foi bem no começo do podcast aí. O Viz não era nem tão conhecido porque ele andou, levou uns 40 minutos pra ser descoberto.
Aí deu merda. Aí a Marlene achou tão do caralho que ela liberou. Exibe essa merda. Falou, porra, vocês foram malucos. Eu não fiz assim demais, né? É, agora deixa eu fazer uma pergunta. É verdade que o Tabajara
As organizações da Bajara, elas existiram porque não podia falar Palmeiras, Corinthians, Botafogo, Fluminense, porque eram marcas e vocês tiveram que criar. Eu acho que tem um pouco a ver com isso, sim. Teve uma época que entrou uma política lá na Globo que era o seguinte, você não podia fazer... Falar mal das marcas. A gente falou... Olha a Marleninha aí, ó. Pô, mas... Não parece. A roupa tá lá.
Marleninha mesmo. O jeito dela, ela assumiu o negócio. Assumiu. E ela entrou assim, com o fone e o diabo. A gente é a nossa Marleninha. Maravilhosa. Conta aí. Tem um pouco a ver. O time do Tabajara. O que aconteceu é o seguinte. Não pode falar de marcas.
Então você tinha a sandália baiana. Não podia fazer o anúncio de sandália baiana. Não podia. Então a gente começou. Aí um dia a gente lançou um produto que era a bomba atômica Tabajara. Era uma bomba atômica pra você fazer em casa. Entendeu?
você está cansado de guerras chegou a solução seus problemas acabaram, agora você está com uma bomba destruindo tudo chegou a bomba atômica eu acho que pode ser
Não sei, eu tô aqui querendo imaginar que eu lembro que quando eu era moleque no Rio tinha uma banda que chamava-se... Orquestra Tabajara. Orquestra Tabajara, sim. Mas olha só. É um nome assim, um nome que a gente achou divertido. Era um nome meio de uma coisa antiga. Era uma coisa antiga. É, Tabajara. Deixa eu explicar. Eu sei porque eu não inventei as organizações de Tabajara, mas esse nome da bomba atônica Tabajara fui eu que dei.
E eu me lembro que o... Tabajara era uma tribo de índios. Sim. Entendeu? Eram os índios.
Uma tribo de índios. E aí esses índios... Aí tinha orquestra Itabajara, tinha rádio Itabajara. Aqui no Brasil... Aqui no Brasil, não. Aqui em São Paulo dá no mesmo, né? Tinha uma universidade Itabajara que teve que trocar o nome. É mesmo. Inclusive o que a gente falou lá foi o fundos filhos do Bolsonaro. O fundos filhos do Bolsonaro, não sei.
mas eles mudaram o nome depois foi depois tinha uma universidade tabajada quando a gente fez esse produto foi legal a gente achou legal a ideia de fazer uma empresa que faz programas produtos
Tipo 011, 14, 06 tava muito na moda. Era muito baseado nesse tipo de... Shoptime. Shoptime. Shoptime. Shoptime. Chamou tudo isso. Inclusive, vocês falam... Inclusive, seus problemas acabaram... É do Shoptime, não é nem nosso. A gente que acabou... Eu acho que seus problemas acabaram eram do 011, 14, 06. Pode ser. Seus problemas acabaram, meias vivarina, vacas guinças. Vacas guinças. Só que a gente fazia os problemas bem malucos, bem merda. Se eu amava. Pra resolver questões... Alguns bastante úteis, né? É.
Tinha um que era muito bom, que era o seguinte, você estava no banheiro, acabou lá, olhou para o lado, papel higiênico, acabou. Acabou. Não tinha nem sobressalente. Seu turno, elas acabaram. Aí você apertava um botão lá, vinha um carrinho com rolo.
Um carrinho tipo... Foi muito, porque era muito sucesso. Muito. Isso aí pegou de um jeito, cara. Aí teve uma coisa... Vocês colocaram uma vassoura no gato, eu lembro. Como é? Na pata dos gatos. Aí o gato, ele passa... Ia varrendo. Ia varrendo a carro. Essa ideia é tão boa que depois fizeram o... O aspirador robô. O aspirador robô, que é baseado nisso. Essa é a inspiração. Essa é a inspiração.
Eu me lembro desse lugar que limpava a casa. Mas acabou virando uma metáfora, né? Aí teve uma história legal, que é o seguinte. Eu viajei, estava em Londres, fui numa livraria, agora me de livraria, e fui passear. Eu vi um livrinho, achei genial, que era de vários produtos, mas um livro japonês, o livro era japonês, mas eram produtos assim, iguaizinhos ao tabajara, vários produtos, tipo tabajara. Você falou, puta, vou comprar essa porra. Comprei, dois livros até. Levei, e a gente...
Roubou algumas ideias dali. Aí o que aconteceu? A gente foi fazer uma matéria no Japão. Maravilhoso. Eu tava nessa, ganhei esse prêmio. Que legal. Quando chegou no Japão, o Zé Lavigne, não sei como ele conseguiu o endereço do autor do livro. Caraca. Foi lá. Eu não fui nesse dia, mas ele foi lá.
explicou pra ele, ó, isso aqui a gente tá usando, o cara deu autorização pra gente usar os produtos dele. A gente usou alguns, mas esse livro é bem legal.
Puta, que louco. Tivemos autorização do japonês lá. E teve o Tabajara Futebol Clube também. Foi depois. Aí tinha a vaca. Que é muito legal a roupa. Samambaia, é. Um amarelo com lilás. A camisa faz sucesso. E hoje em dia, quando o cara tá puto com o time, o cara, no dia seguinte, sai com a camisa do Tabajara pra mostrar se o proteste.
Ainda vende até hoje a camisa sabajara? Não, assim, pirata, né? Pirata. Na verdade, a gente tem uma época que uma marca era... Lecoque. Lecoque esportivo. Lecoque esportivo do galinho, lembra? Contratou, fez contrato pra fazer... A camisinha. A camisa. E fez, é linda a camisa. É muito legal. É amarelo como... É, eu tenho.
Mas a pirataria foi tanta que... Não valeu a pena. A galera fazia e... Beleza, estádio cheio de camisa. Mas será que dá? Vamos ver se tem no... Vou ver se no Mercado Livre ainda tem. Vamos ver se tem. Deve ser cara até, hein? Deve ser cara. Se cober o cara, fabrica até hoje. Tem uns caras que fazem... É, pode ter. Com qualquer camisa. Tem um negócio legal da camisa tabajara. A gente foi...
em Minas, acho que foi um show que a gente foi fazer lá. O pessoal do Mineirão chamou a gente pra ir lá no estádio, porque é o seguinte, no Mineirão eles sempre... Bonita pra caramba. Quando os times jogam... Olha o seu Crenço. É bonito essa caminhada. Fanatismo. Pra entrar lá no sei lá, no pavilhão que eles tem lá de todas as camisas. E aí botamos lá, tem lá a camisa do Tabajara.
Se tem no Mercado Livre. Eu vou achar aqui. Quero saber. Mas lá no Mineirão tem a camisa, porque todo jogo eles botam a camisa dos dois times no negócio. E aí falou que alguns times não dão a camisa, aí eles botam do Tabajara. Que legal, cara. Aquele ali é de troféu imprensa, né? Aquele é.
Nós ganhamos vários Nós ganhamos alguns Nós fazemos as coisas perdiças Pô, o Wagner, amor, pô, merda, vocês não ganhou A gente não ia receber A gente não ia porque a Globo não deixava Aí teve um momento Legal, eu conheci o Silvio Aí teve um momento que a Globo deixou e a gente foi lá Receber todos que a gente tinha atrasados E aí tivemos lá com o Silvio Que legal, que legal As vezes ganhou de melhor programa de humor E as vezes ganhou de melhor programa do ano E aí
Que bacana, porra. Eu não achei que foi lá e teve consigo ter essa foto. Pós de licença, os caras não têm, né? Não, não deve ter. Mas tem nessa fanatismo aí, ó. Deve ter. Eu tenho a minha até hoje. Que legal. Quer comprar? Porra, se foi o preço bom, eu compro. Pô, Madalekok é top, hein, meu? Não, foi bacana. A camisa é linda. A camisa é linda. Linda mesmo.
É bonito demais. O Tabajara Futebol Clube, era a ideia de fazer o pior time do mundo, é óbvio que o nome... Ibis, né? Em cima do Ibis, que tem essa fama. E os jogadores eram o Marrentinho, eu era o Vanto Irson, que era o cara experiente. Nome de jogador ruim, time ruim mesmo.
Tinha o Pinico, que era o Reinaldo. O Pinico. E aí o resto era a galera, né? Tinha o Salão. Aí, R$59,90, ó. Achou. Tem gente vendendo até hoje, ó. Tá vendo? Aí, ó. Tá barato. Preço bom. Tá barato. Preço bom. Tá barato. Aí tinha a Vaca, que era o principal craque do time. Tinha o Samambaia. Tinha o Samambaia, que era o cara que tinha o cabelo de Samambaia. Tinha o Ruinzinho e o Ruinzinho Gaúcho, né? Ruinzinho Gaúcho. Ruinzinho é bom pra cara. É.
e o goleiro já esqueci o nome, tinha um nome engraçado pô, aí 87 com ainda dá pra personalizar ainda tá vendo? aí camiseta Tabajara futebol clube personalizada você tem uma bola Tabajara ali quase quase é uma bola Tabajara você ainda pode pôr o nome por 87 tá aqui, camiseta do Tabajara tá aqui
E a vaca tinha uma camisa também, que era enorme, né? Aquele vestido. É, da vaca, é. Mas chegou a ter time pra jogar pelada? A gente jogou um pouquinho. Não, mas tinha algum time que... Tinha, tinha. Tinha um time de futebol de sete que era o Tabajara e era bom.
Porra, onde você? Ah, por aí, né? Futebol, cara. Pelado... Você acha que o cara não ia fazer? Ah, não, era de pelado. De pelado, futebol de sete, né? Sim, sim, sim. A Lecoque. Achei uma aqui. Que demais, velho. A vaca. Que demais, bicho. Esquito vaca, cara. A Lecoque é 380 pila.
Não é 50 cruzeiro, caralho. É choque. A Lecoque 380 pila. A Lecoque é raridade, porque não fabrica mais. Mas é grosso que na linha a camiseta é um pano. É um pano. Puta ninguém. Como é que vai botar uma camiseta na vaca?
Não dá, né, meu? A gente gravava... A vaca foi comida, né? A gente gravava atrás do... E é legal os tripés ali atrás, ó. Na vaca, no meio, uns puta tripés. Isso é na gravação. Tô achando esse campo até maneiro, porque a gente gravava atrás do Projac num campo de pelada, que é horroroso, que tinha ali, que a gente gravava ali. Isso não era aquele Loniê, espaço Loniê? Não, não era Loniê, não. Era numa comunidade que tinha ali atrás.
Olha aqui de Albuçunda. Ah, nós três aí. É. Olha o cabelo. O cabelo maravilhoso, mano.
só a causa do nome engraçado mas o isso aí cara, porra fez sucesso pra caralho o Tabajá, o futebol clube fez muito sucesso muitos seriados que a gente fez fizeram o Gaçava o Osama o Osama o Osama
Funker & Sucker, não, eu adorava o nome, né? Funker & Sucker. John Smagman. John Smagman, não, Chuck Smagman, Johnny De Bruces. Não, Johnny De Bruces. Não, Smagman, aí eu ria, aí eu lembro que o meu irmão não entendia, eu falava, caralho. Por quê? John Smagman, eu falei, cara, o nego é muito cuzão, porque bota uma parada aqui.
A dificuldade de poder colocar zoeira e você colocar... Eu sabia o que era esmerga. Você sabe, cara, que é um negócio genial. Que a gente gravou... É lógico. A gente gravou com o Deep Pump. Nem o diretor. Caralho. Você não sabia? A gente gravou com o Deep Pump. O Deep Pump foi pro Brasil e chamaram a edição. Param.
Quando o Ian Gillan, né? Falaram pra ele o nome dos policiais, o cara se mijou de rir. Imagina, fucker sucker pra um cara que é inglês. Não, eu tinha submetido. Hoje eu não faria porque eu dizia, ah, ninguém vai entender. Não sei o que é. Era fucker sucker, a pair of two double cops. Barra de dois.
de dois policiais duplos. Entendeu? Era um exagero. Não, é Jones, Mag, eu falei, mano, o legal é isso. Isso é bom, que é o detalhe da coisa. É o drible que você dá. É o drible que você dá na própria censura que a emissora lhe dá. Claro, claro. E você pega pesado leve. É o nome do ator.
inglês né pô smagman eu tive essa dificuldade porque eu quis fazer uma homenagem, uma época no pânico ao forró malícia que fazia muito sucesso quando eu era moleque forró malícia? é tipo o alicerce o alicerce
Tipo, Sandro Becker, Clemilda. Tá, tá, tá. E a gente fez o Severino e o Cavalcante. Manhoso. E aí... Te comia na sala. Exato. Te comia no chão. E aí a gente fez... É bom pra caralho. A gente fez toda a volta de break. Te comia na sala. Te comia na sala. Te comia na sala. Te comia na sala.
Toda semana a gente fazia quatro músicas. Esse tipo de coisa de novo, né? Essas duplos sentidos assim. Mais ou menos. Toda semana nós fazíamos quatro músicas. Toda semana. Porque era a volta do break. E aí eu lembro de... Porra, as músicas eram pesadas. Tipo, eu fui... Como é que é? Eu só vou almoçar se eu tiver com umzinho. Então só vou comer com umzinho. Só almoço com ozinho, só janto com ozinho. E as coisas...
Aí o Emílio falou assim, caralho, tá pesado. Aí eu falei, calma, calma que tem uma solução. Quem é esse que você fez? O Emílio, caralho. O Carioca, porra, tá pesado. Só vou comer cozinha, só janto cozinha. Só almoço cozinha, só vivo cozinha. Então é assim, não adianta. Só eu como cozinha. Aí eu falei, cara, mas tem uma solução.
a gente coloca a legenda. Só almoço com ozinho. Só janto com ozinho. O cara tá lendo, ele tá ouvindo uma coisa, mas a leitura vai levar ele... Exatamente. É, aí quando viu com a legenda, falou, aí beleza, aí dá.
Eu não me lembro o que foi que teve uma vez que a gente escreveu um negócio, que era uma coisa desse tipo, e aí o cara lá que fazia, lia lá os textos, chamou a gente e falou... Não vai entrar, né? Não, mas aí a gente explicou, não, mas vocês acham que eu sou? Não, a gente... Eu sei exatamente, você devia ter muita dificuldade na Globo. A gente queria chamar de... A Globo era mais rígida, né? É, teve uns momentos assim que era mais...
Teve momentos que o palavrão não era como hoje, né? A gente já sabia, então já não usava. Sim, sim.
Não estou dizendo uma dupla sentido. Mas fala da Dilma. Não, que tinha uma época que a gente queria chamar de Dilma Roscoff. A Dilma foi depois. Eu sei, foi depois, mas foi um exemplo de... Como era o nome daquele cara que era da Globo, um de cabelo branco, que morreu.
A mulher dele morreu eletrocutada. Puta que eu paro. Desgraça. Ele entrou depois da maluça. Ah, o... Que era o diretozão? É, é. Vou lembrar até que é... Floresbal. Floresbal. Floresbal. Floresbal. Exatamente.
O Flores Bala... O Flores Bala... O Flores Bala morreu no truco Tada. Eu não devia nem saber disso, não. Caralho. No navio. Nossa, que coisa horrível. No navio? Meu Deus. Ela tomou um choque no cruzeiro? Que bizarro. Não, ela caiu alguma coisa na coisa. Igual filme, morreu. Nossa, coisa horrível. Eu não soube disso, não. Que loucura, velho. Eu não sabia disso. Mas o Flores Bala falou... Não, o Dilma Roscoff. Ele falou... Meninos, eu sei muito bem o que Roscoff... Vocês querem falar, é.
Na verdade, assim, o Floresbal, a gente pouco viu o Floresbal, assim, ele não se metia muito, não. Não, ele era lá. Ele era lá, não dava muito. Só comia no Milionários. Lembra do Milionários? Era o restaurante. Era o Ricos. Ah, tinha isso. Lembra o Milionários?
E o milionário, vocês só comiam o milionário a convite. Você não podia chegar lá no milionário e você comia. Mas a gente, na verdade, lá no Projac, a gente ficava num lugar que era muito longe. Ah, não era de centro de trabalho. Eu sei, é no Rio.
Não, na beira do rio. É, lá no fundo. Foi meu camarim, os caras falaram, aqui era o caceta, tinha mosquito pra caralho. Tinha mosquito pra caralho, mas era bom, porque ninguém ia lá. No último estúdio era no rio. Os estúdios a gente gravava no estúdio. Não, no estúdio tudo bem. Mas a gente tinha uma sede, que era uma casinha de madeira. Isso, era uma casa de madeira. No rio, na beira do rio. Ninguém tinha isso.
Quando eu trabalhei lá... Mas era afascado. A gente falava que era o caceta. A gente ficava numa ilha. Sim. Depois que a gente foi pro continente... Depois da curva, aí tinha a curva pra subir aqui. Exatamente, exatamente. Exatamente. Eu fiquei mal feliz que eu fui lá, me trocava, porra, que era o caceta. Era umas casinhas de madeira, tipo um trailerzinho. Exatamente, exatamente. Isso. Agora, quando gravava o estúdio, era lá no estúdio.
Mas a gente ficou no Projac há muitos anos. Mas antes a gente gravou em várias... Imagina, a primeira gravação... Na Tijuca, lá no...
A primeira coisa que gravavam no Projac era aquele da... A ponte do rio que cai. Lembro. Mas a gente também, a gente ia gravar no Projac externa, porque era mato e tal. A gente ia lá, só tinha mosquito. Só tinha mato, só tinha mato. Só tinha mato. E tem uma piada que a gente faz, né? Que, na verdade, o... É porque o Projac é projeto. É projeto. É projeto. Mas o Projac mesmo foi na Curicica.
então era Projeto Jacarepaguá mas como era Curicic devia se chamar Procu porque era na Curicic aí depois eles proibiram esse nome Projac agora não pode mais falar Projac Estúdio Globo quando eu tava lá não podia mais falar Projac não querem mais, não pode usar mais o nome Projac mas não pegou né, Estúdio Globo Projac ainda ficou Projac ficou
Falou 200 anos, agora vai mudar. É, igual. Mas 2018 já era. É igual Coca Zero. Eu fui gravar com o Luciano, achei que ia lá. A gente gravou no Quantas. Não fomos nem no Projac. Não, lá é no Rio. Mas nem no Projac nós fomos. Eu queria ver ele em Braco no Fiscaldeirão, mas nem no Projac. Mas nós fomos os primeiros a ir pro Projac mesmo.
É, porque foi em 94. A gente gravou até naquela, como é que chama? Aquele que era lá no Jardim Botânico, aquela que, agora é um prédio. Teatro Fênix. Teatro Fênix. Começamos no Teatro Fênix. Eu fiz Paneta Xuxa lá. É. Com o CD do Paneta Xuxa. Teatro Fênix. Ali na Lagoa, ali, né? Eu me lembro das primeiras coisas que eu gravei. Virou um prédio também?
No Teatro Fênix era eu vestido de uma menininha inocente, com cabelinho, uma roupinha assim, e chegando perto de uma serra elétrica. Caraca! Aí os caras, não, vamos gravar. Eu falei, pô, não era... Tá meio perigoso. Tá meio perigoso, esse negócio aí vai dar problema. Não, não tem problema, não, faz aí, você quer lá. Então vamos gravar. Áudio, tá tudo cedo, vai. Agora, aí é serra, vai gorô. É.
era o operador peraí, gorô não tira o gorô garoto não dá puta sacanagem será que tem alguém no telefone aí Ricardo Tostes tentou implementar ontem mas não deu certo, mas hoje tá dando com vocês aqui tão dando sorte pra gente como é que é o nome dele, bola? Ricardo Tostes alô
Vamos ver se o Ricardo tá aí. Alô, Ricardo? Porque pode ser que, como ele tá faz tempo, pode ser que ele já... Ah, vê se tem outro, então. Vê aí se tem outro... Marlon Silva. Aê. E o André Miranda Pereira. Vê quem atende primeiro. Aí, ó. Quem tá falando? Alô?
Ah, tiraram o Marlon? Temos o Miller Embraer aqui também. Vamos ver se o Miller está aí. Vai. Ricardo Tostes ou o Miller Embraer? Alô? Quem fala? É Marlon que está falando o boleto. Fala, Marlon. Tudo bem? Fala de onde, irmão? Estou falando aqui de Patos de Minas, Patureba, Terra do Milho. Patos de Minas. Aí sim, Terra do Sabugo. Boa, irmão. Aí sim. Que que você manda?
Cara, que honra. Que honra o quê, Pato? Você precisa pagar o celular direito aí, irmão. Caiu? A internet de Pato de Minas não tá tão boa assim. Não tá legal não, é. Tá me ouvindo, Marlon? Marlon? Marlon? Marlon? Alô?
Vamos ver se o André tá aqui. André Miranda Pereira. Alô? Marlon Jazarpo. Já foi embora? Jazarpo. A plataforma é uma beleza, né? Não tá, tá. Esse aqui foi ele lá, não foi nós. Não sei. Tá indo bem. André, tá ouvindo? E temos o Lucas Cordeiro. Vamos ver se o Lucas fala com o Lucas aqui. Alô? Alô? Alô? Quem está falando? André Miranda.
Fala, André. Tudo bem, irmão? Tudo bom. Fala de onde, meu velho?
Tô falando de Haverhill, Massachusetts. Caramba! Que chique, irmão. O que você manda, André? Estamos aí na luta, trabalhando aqui na área da pintura, meu primo. Tá dando a pintada aí. Passando rolo. Tá só com a brocha na mão, né, brother? Não, passando rolo. É isso aí, André, é isso aí. O que você manda, irmão?
Só ligar pra agradecer a vocês pela alegria diária que vocês trazem pra nós aí, com os programas. Pô, que legal, irmão. Obrigado, André. Tá bom. Certo. Beleza. Um abraço pra vocês. Um abraço de bom. Não tem pergunta, não? Não. Eu tô dando uma pintada aí. Tá dando uma pintada. Tá dando uma pintada, Bola. Ele não sabe nem o que tá acontecendo. Ele ligou. Ele ligou. Mas tá valendo.
É, subola já na cara. Fala, Lucas. Vamos esperar o Lucas Cordeiro. Aí, ele aí, fala. Fala, Lucas. Falou, falou, falou. Tô ouvindo, cara. Tá ouvindo, irmão.
Puta que pariu. O Lucas também tá uma desgraça. Bota outro aí, Bola. Ricardo Tostes. Ele tosta. Ele dá uma tostada. Ricardo Tostes. Também já foi pro caralho o Ricardo. Ricardo Tostes. Miller e Embraer. Vamos ver o Miller. Tá valendo qualquer trocadilho. Qualquer trocadilho. Ah, eu adoro. Eu vou te falar, eu amo trocadilho. Eu também amo, eu também amo. Trocadilho é arte sublime do humor. Eu acho também. Exige uma linha de raciocínio lógica. Superiore.
não lógica você tem que estar em dia com a lógica pra vir a é, é, não, a trocadilha e as pessoas gostam, né? quem fala? é o Miller fala o Miller e o Lucas quem é o Lucas ou o Miller? você desligou o cara eu não tô mexendo em nada, como eu deslikei quem tá mexendo aí nessa porra aí? vocês ficam mexendo, caralho fala Lucas, tudo bem, irmão?
O Lucas não funciona. O que é esse barulho? Ele tá mascando chiclete? Ele tá no ex-videos, cara. Ele tá ouvindo nós agora, o Lucas, ó. Fala, Lucas, tudo bem? Tudo bem, Fiote. Fala, Fiote, tá bom? Fala, Fiote, tô bom em você, Fiote. O que você manda, irmão? Então, eu queria saber das duas duplas aí, uma pergunta pra cada de vocês aí. Faça. Primeiro do caceta.
Saber se vocês têm algum objetivo de fazer um episódio especial, tipo O Maluco no Pedaço, todo mundo junto. E você, o Carioca e você e o Bola, cara, vocês conhecem o canal Pânico Clássico, que tem todos os episódios de vocês gravados lá. Eu conheço, eu sigo. Eu sigo, é muito bom, velho. É teu? É bom pra caramba.
Não, não é dele. É bom, é bom, eu consigo, ele é muito bom, irmão. A pergunta é assim, se vocês pensam, por exemplo, eu acredito que um projeto, já disse isso em alguns lugares, um projeto do tipo do Pânico, pro Netflix, vamos fazer 10 episódios, relembrando algumas coisas, fazer uma maté-festa, pegar a galera, fazer 10.
joga a primeira temporada e vê o que dá. Vocês não pensam assim lá com a Globoplay, não rola um papo de fazer um reunion meio atualizado? Acho que você podia dar essa ideia lá pra Globoplay. Porque a gente conversou e não deram muita volta. Sem chegar a conversar. Não, não chegamos a conversar. A gente fez no Multishow uma série, né, que a gente tá procurando caceta e planeta.
Que é bem legal, cara. É, que é bem legal. Foram duas temporadas. É como se fosse uma vida da gente real. Só que não era, né? Aí o Beto era... A gente acabou com a grana. A gente era um empresário de careta. Todo mundo estava na pior, sem grana. Era uma história dessa. O Marcelo tinha ido pra Cuba e virou agente cubano. Virou pro médico. O reverso. Pois é.
Mas aí o que aconteceu foi que essa série ficou muito legal. Mas ela teve um problema, que a gente fez um ano, aí ela era pra continuar no outro ano e seguida do outro ano. Só que parou um ano, então na verdade eram duas temporadas que ficaram em quase três anos. Então o troço ficou meio... Mas foi bem legal. Talvez tenha lá na Globoplay. Mas agora a gente está mais avançado.
procurando o caceta e planeta procura o caceta e planeta mas agora a gente já está um pouco mais adiantado nas idades e tal então é meio difícil de juntar imagina fazer um programa de aposentadoria crédito consignado as delícias vagas de shopping andar de metrô de graça aí caralho
Que delícia. Agora, vindo pra cá... Olha que maravilha. Tomografia. E bacana exame, caralho. Conhece todos os exames. Remédio pra caralho. Fica amigo do cara da farmácia. Minto, é o único lugar que tem fila pra velha na farmácia.
Vim pra cá, entra na fila de prioridade Olha que coisa maravilha Primeiro ele entra na fila Pra duas coisas, primeiro pra reclamar da fila E segundo pra poder Também uma espécie de contato Você sabe né Trocar ideia Trocar ideia com um amigo Você sabe que velho não tem lugar de fala né Velho só tem lugar de fila Né
É verdade. Estou vendo aqui, Cacete Planeta Vai Fundo. Vai Fundo foi o programa que a gente fez depois que acabou o Cacete Planeta Urgente. A gente fez o Cacete Planeta Vai Fundo. Foram duas temporadas na Globo também. Que eram 12 episódios cada uma. Que era...
temático. Tá aqui, procurando e cacete planeta. Tá isso, foi muito show. 2016, faz 10 anos, pô. Já tem 10 anos. Hã? Globoplay? Globoplay tá aqui. Vale a pena, é bem divertido. É bem legal. Eu vou ver. Procurando e cacete planeta. Eu tenho visto esse canal do Pânico, é muito engraçado. É, o Jô Suado, é muito bom. Outro dia eu vi um com você e o Sterblet, que era... Que não pode dar pinta, muito bom isso.
Ah, era o... Ah, o Zeca Camaro. O Zeca Camaro. I can't take my eyes off for you. Aí tocava música no boda-pinta. O Zeca, na época, fazia o video show.
O meu era vídeo soul. Tocadilho. E aí... Vai tocar uma canção agora. Quem dançar vai dar penta. Então não pode dar penta. Isso é engraçado.
A gente tinha essa liberdade de poder aloprar o pessoal da Globo. Isso era muito bom. Confesso. Eu me lembro que uma vez... Mas a gente aloprava dentro da Globo, né? Ah, mas nesse nível que a gente ia, não dava, não. É da merda, é da merda, é da merda. É da merda. Mas alguém chegou a ficar bravo com você, tirando o diretor da novela.
Não, acho que não. As pessoas gostavam, gostavam. O Tony Ramos, a gente sacaneou bastante com o negócio do cabelo. O Tony Ramos é gente boa. O Tony Ramos é muito boa do mundo. É verdade. O Tony Ramos é... Ele puta uma vez com a gente. Eu só vi o Tony Ramos largar uma gravação uma vez.
Uma vez. Qual vez? A gente foi ali naquele São Corrado Fashion Mall, tinha um pré-estrade, alguma coisa. Tem gente que pode ter ficado chateado com a gente, mas nunca teve ideia. Tava o Vesgo e o Establish. Entendi. Um tava fazendo, eu tava fazendo, não sei se tava fazendo a Mauri, um tava fazendo a Xuxa e o outro a Sasha.
A Sasha era meio pequena e tal. Porra, o Edu de criança... E aí, cara, ele deitou no colo do vejo que começou a mamar, velho. Puta merda. Eu quero mamar. Na cara do Tony Ramos. Aí o Tony Ramos olhou aqui na cena e falou assim. Ô, rapaziada, acho que agora vocês se excederam, hein? Arebaba. Arebaba. Vocês se excederam. Que cobravo, velho. Acho que pegou um pouco pesado e foi embora.
Foi, mano do céu. E vocês fizeram coisa pra cacete. Qual é a coisa mais legal que vocês acham que cada um fez? Ah, cara, tem... Copa do Mundo. Eu, particularmente, gravar com o Di Pampo pra mim foi foda. Porque eu era muito foda. Era muito foda. Isso deve ter sido muito foda. Mas várias coisas, assim, muitas viagens muito legais. Viajar pro Japão. Pro Japão. Que loucura. Muita coisa legal. Eu me lembro que quando a Fernanda Montenegro...
tava concorrendo ao Oscar, né, de Central do Brasil. Aí a gente foi lá, né, a gente não entrou lá na premiação nem nada, mas a gente foi lá, começou com ela, assim, e tal. Que legal, né? Aquele quadro com a Fernandinha é genial. A Fernandinha, você e o Reinaldo, com a Fernandinha, a Fernandinha fazendo a mãe. Puta, é engraçado pra caralho, tem isso aí, rola isso aí, na época do Oscar. É. Né? Caralho. Glória Pires, imagina, tem aquela Glória Pires, cara.
Ela fala... Aquelas frases que ela joga naquele Oscar é maravilhosa. Ela tinha que voltar a fazer o Oscar. Eu não vi o filme. Às vezes as pessoas, os atores que estavam lá de bobeira, eles iam no programa lá pra visitar a gente. Isso era legal, esse contato com as pessoas famosas. Porque tinha muita facilidade a Globo. Acessibilidade. É uma coisa que eu até vi há pouco tempo agora. Mas é um negócio que eu acho do caralho que a gente fez, que é a campanha do PUM.
Não solte-pum no elevador. Porque, cara, é muito bom, porque é uma babaquice enorme. E a gente reuniu uma quantidade de cantores enorme. Foram vários cantores. Todos cantando, fazendo um coral. Falar pra cantar um coral, não solte-pum no elevador. Eu lembro. Isso é muito legal. A produção em prol da babaquice é uma coisa que é bacana.
Eu lembro disso aí, de um solte com elevador. Esse momento que a coisa meio vira real é muito incrível, né? Quando o seu Crayson foi candidato. Isso é muito legal. Maravilhoso. Que a gente fez um comício ali na Praça da República. Foi um comício enorme. Enorme, cara. Tinha gente a ver essa, cara. A gente não fez nenhuma... Não avisou ninguém. A gente saiu essa feira anterior, a gente falou, semana que vem vai estar lá na Praça... Cara, chegou lá... O Cláudio chegou lá e juntou uma multidão enorme. Caramba.
Com cartazes. Todos fizeram coisas. Cara, foi sem faixa. Dizem que o comício do seu Cresce foi maior do que o do Ciro Gomes. Não duvido não. Isso foi muito legal. A outra...
É mais atrás, nem que programa tinha, que é a campanha do Macaco Tião. Isso é muito antigo. Eu lembro disso aí. Isso é na revista ainda. Eu lembro. O Macaco Tião era um macaco que tinha no zoológico, que era um macaco enfesado, sabe? Ele tacava cocô nas pessoas, ele estava sempre nervoso, e ele acabou virando um personagem. A gente lançou ele para a prefeitura.
E fizemos a campanha na revista. E a campanha cresceu de uma forma... É o único candidato, é o melhor candidato porque ele já está preso. Entendeu? Do caralho. Foi uma campanha que cresceu. E dizem que teve não sei quantos mil votos. Não dá pra saber, mas... Mas não duvido não, viu? Tinha música do Macaco Chão. Macaco, Tião, o candidato do povão é...
A galera escrevia na cédula, porque era época de cédula. É, época de cédula. Teve voto pra caralho, eu acho. Dizem que teve. Na época não saiu, né? É, porque dá como nulo, né? Não era computado, né? É, não sai como nulo. Esse tipo de coisa que a gente fez, que meio que flui na realidade, assim, é uma questão que eu amava. Eu amava o negócio da Copa que vocês faziam, os cartazes, você falou de cartazes, eu lembrei, vendo o Chevette 78.
Anúncios, anúncios. Porra, aquilo era muito legal. Muito bom. O que era bom, era sempre... Ah, tem outro legal. Os anos da Copa eram muito bons também.
É, das seleções. O pai da Algéria, Marrocos, nós somos do Marrocos e fazemos operações para cortar o sexo. Botava o time, fazia uma letrinha idiota, falando que maravilhoso. Não, teve um outro legal, outra coisa que você falou, que é bem bacana, que é o seguinte, Copa de 2002, a seleção estava lá no Japão, foi campeã.
Ia demorar pra cacete pra chegar aqui. Mas a gente tinha todos os personagens, a gente foi pra praia do Copacabana, logo depois, né? Subimos num trio elétrico e tava lá eu, de Felipão, o Galvão, ele era o Gavião Bueno, o Hélio de Ronaldinho Gaúcho, o Bussunda de Ronaldinho Fenômeno, e subimos e ficamos... E era como se a gente fosse a seleção, porque a galera tava doida pra comemorar. Lógico. Tinha acabado de ganhar a gente manjar. E até vir a pouco demorar pra cacete.
Foi sensacional lá. E vocês gravaram isso pro programa? Gravamos, gravamos. É legal, essa matéria é muito boa. Todo mundo falando. Cara, eu tenho um negócio que eu não me esqueço, cara, que vocês fizeram que foi foda. E isso deve ter dado merda pra vocês. Que vocês pegaram a parada gay de São Paulo e falaram que era em Porto Alegre. Ah, é, é, é.
É, o pessoal do Rio Grande do Sul. E Pelota, lembra dessa porra. Estamos aqui em Porto Alegre. Isso. Porra, da Paulista. Estamos aqui em Porto Alegre. Não sei o que. Porra, isso aí vai ser. A gente se deu mal por causa disso. A gente se deu mal porque é o seguinte. Teve uma época que a gente estava lançando o nosso filme. E aí a gente arrumou uma merchandising. E nós ganhamos o prêmio de melhor merchandising do cinema brasileiro.
que era um carro da Volkswagen. E a gente começou a fazer a campanha nacional. O Merchandise no filme, né? Tinha o Merchandise no filme, que até quando acabava o filme... O filme era de época. Quando acabava o filme tinha um debate. Aí a mulher chegava e dizia, não, mas aquele carro que apareceu lá, esse carro não é dessa época, esse carro não existia. Aí eu chegava e dizia, não, senhora me desculpa, esse carro não existia, mas o Merchandise já existia nessa época. Entendeu? Aí a gente... Aí...
O que aconteceu foi o seguinte, a gente começou a fazer uma campanha nacional por causa desse merço, elas arrumaram a campanha nacional. Aí, cara, os caras do sul, os vendedores de carro... Concessionárias. Concessionárias, não sei o que, da Volkswagen do sul, disseram não, não queremos, não é nisso, não é o Estado, não sei o que. E agora até o governador do Estado é gay, né? Então...
É uma situação que não aconteceria mais, né? Não. Não, mas é assim. Verdade. É, mas... Mas é a opressão. Não, não, disso é... Cancelamento já existia. Já. Já. Já é o cancelamento, né? Lógico que era. Sim. Né? Nessa era.
Uma vez a gente foi... Os caras fizeram boicote. Mas a gente fez muitos shows lá em Porto Alegre e sempre foram bem legais. Tem uma galera que não tem essas coisas. A gente ia fazer um show pra Casas Cidas, que era no supermercado, que tinha lá no Rio. Agora acabou, mas era famoso.
Claro, o famoso marrequinho. O Carioca fala que é o lugar que tem mais mercado. Cafézinho e marrequinho das cenas, como não. Ele fala que é o lugar que mais tem mercado no mundo é o Rio de Janeiro. De graça. O Rio de Janeiro, o Carioca fala isso. Cafézinho e água gelada. O lugar que tem mais mercado no mundo é o Rio de Janeiro. Não, o Rio de Janeiro é... Acaba um, surge outro, acaba um, surge outro. É o maior mercado que tem... Farmácia.
Não, não. Propaganda de supermercado no Rio e na televisão é impressionante. É tudo comida, velho. E demora horas, fica horas, horas. Um atrás do outro. Produto, produto, produto. Não acaba nunca. Mas a gente é o que é isso. Dá o caso às sérias e o dono era o tal do Arthur.
Fico pensando que alguém presta atenção nisso. Era um português, Carola, pra cacete. Chegou lá, tinha um número que era o Monsenhor, não sei o que. Que era até o Monsenhor, não sei o que, vai dançar agora a boquinha da garrafa. E botava uma garrafa, o Monsenhor entrava de bicho, e ficou assim, aí ele levantava.
Subiu, subiu. É milagre. O cara, ele e a diretoria saíram, os caras saíram no meio do show. Um ao outro show que a gente foi fazer da Kellogg. Eu me lembro de um show, a gente tinha um número que era academia do sexo.
Só sacanagem, mas era engraçado pra caralho. E eu ficava na plateia, porque eu entrava no meio, falava alguma coisa. Então, começou lá... Você estava no palco, né? Você falando lá de Bussu, eu não lembro quem era. Aí os caras falavam aqueles absurdos lá no palco. Engraçado pra caralho. E eu percebi que não estava dando, cara.
que a galera... Não tava pegando. Era show de empresa, aí nego fica preocupado, vou rir desse troço. É mais difícil. Deu ruim, deu ruim. Que a gente também chutou o balde, aí o cara... Aí a gente acabou, o show foi falar lá com o cara que tinha contratado. E aí, meu irmão, como é que vai gostar do show? Eu acabei de ser dele. Não, o cara contratou. Chuta aqui, por causa da gente.
É mesmo. Tem esses momentos que a gente procura esquecer. Mas eu lembro, agora eu lembrei, eu fui num show de vocês, eu era da Jovem Pan na época, porra, eu tô falando de 96, 97. Eu tava aqui em São Paulo. A gente fechou até o Semanal. Eu comecei lá, na Pan do Rio. Tem a ver, porque a gente fechou até 2000. Eu lembro que você fez um show em Niterói, no Clube de Portugal.
e eu lembro de um número que eu corri pra caralho e eu não esqueci, porque era uma festa que tinha dois andares, assim e eles faziam bola, um show pro primeiro show de humor que eu vi, incluso na balada
Eu achei do caralho. É, era uma coisa meio interativa. Eu lembro que a parada... A gente descia muito pra falar com as pessoas. Descia, zoava. E voltava. Aí a música voltava e tal. Aí teve uma hora, cara, que eu não esqueço a porra, cara. Tinha essa piada e eu fiquei, essa piada ficou na minha mente. Aí tava, porra, o Memê tava tocando essa balada. DJ Memê. O Memê. Aí, do nada, aparecia esse cara no telão, velho.
De Roberto Carlos cagando falando que tinha que ir embora que a merda dele é marrom e dar azar. Não, era assim. Não, era assim. Pô, e agora estamos aqui com o rei Roberto Carlos. Não, isso não era no show. No telão.
antes do show que o Roberto Carlos entrava, mas tinha uns vídeos que a gente botava assim. E, ó, vamos para os bastidores agora, para você ver como é que está o rei Roberto Carlos. Aí a gente fala, pô, Roberto, não sei o quê. Pois é, estão aqui no banheiro, acabei de soltar um barro, não sei o quê. Aí falou, o cara olhou, pô, pô... O cocô dele é azul. Pô, pô, pô, Roberto, teu cocô é azul. É aquilo que o marrom tem uma energia muito... Caralho.
Esse é o único cara que nunca foi no programa. Nunca foi. Cara, mas a gente tentou, tá? Eu fui com o Hélio, fui no show dele com o Hélio pra tentar falar com ele. Falamos com ele depois. Vamos lá. É, eu vou. É, vamos, bicho. É que demora um pouco. Falou que ia, mas nunca foi. Nunca foi. Nunca foi. É, nunca foi.
Mas foi difícil. Eu zoava. O Pelé foi. Foi genial. Puta, que demais. Eu fui. Um dos melhores. Ó, vou dizer, as piadas das mais engraçadas que a gente escreveu foi o Pelé. Genial, cara. Engraçado pra caralho. Ele fez super bem. Foi o único dia que todo mundo saiu de tudo quanto é lugar do projeto pra assistir, né? Eu imagino. Não, teve um dia também que foi foda. Foi aquele grupo...
Ah, é. O Backstreet Boys? Não, não era o Backstreet, mas era um desses. M5. Hanson, Hanson. Não, era um grupo inglês. Era um desses. McFly. Cara, eu não sabia nem quem era. Mas fizemos, foi legal. Mas a gente estava no Brasil pra gente. Na época a gente estava no auge. Os caras, não, só vamos neles.
Eram os garotos. E agora, na época, todo mundo tinha filho pequeno, era todo mundo flando. Ficaram doentes, né? Eu conhecia minha filha que gostava. Então, pô, aí, pô, tinha gente... Eu não lembro que é... Tem foto do McFly aí, Isaac? Ah, na época, essas bandas aí que estouram. Boy Band. Era uma Boy Band. Tipo o Hanson. Lembra de Hanson? Pô, o Hanson parou a rádio. Porra, o Hanson parou a Paulista, caralho.
A gente falou, nós vamos entrevistar o Hanson. Tipo, semana que vem. O pessoal acampou, lembra? Porque foi no teatro. Lembro. A entrevista foi no cinema. No Gemini. No Gemini. No Gemini. Caraca, velho. Aquele ator americano. Ah, Terry Crews. Terry Crews foi no programa. Foi legal pra caralho. Ele é figuraça. Era o pai do Chris. Do Chris, todo mundo vê o Chris. Ele é amigo do Eric. Ele é maravilhoso. A gente jogava bola lá na... Amigo do Eric. Uma academia lá na...
lá na lagoa, e ele tava malhando porque ele tava filmando McFly ele tava filmando Veloz e Furiosa ele tava malhando a gente foi falar com ele a gente tem um programa a gente tava lá e a gente viu ele e fomos lá falar com ele
Pô, você não quer ir lá no nosso programa? Tipo Saturday Night Live, pra o cara entender, né? O cara topou. Foi lá na boa. Adorou, né? Porque chegava lá que o senhor já que não ouve. É, o cara falou... O cara ficou... Foi sensacional, o cara muito bom. O cara era o bombeiro ou o guerreiro.
Era eu que fazia uma mulher que tava subindo pelas paredes, aí tava eu subindo pelas paredes, aí ele aparecia pra salvar, mas não, isso aí não é um caso pra mim, é um caso de bombeiro, aí falava bombeiro ou guerreiro?
Apreciou o bombeiro que era um personagem. Deve ser uma delícia. Poder da Globo, poder. Eu tava numa aula de inglês, isso tem a ver com isso. Aí o professor falou, alguém conhece alguém famoso? Aí alguém falou, ah, eu conheço fulano. Aí eu falei, pô, vou falar, né? Eu falei, eu conheço o Terry Crews.
Aí o cara era irlandês. Ele ficou louco, porque ele era fã pra caralho, o professor. Caraca. Ele falou, caraca, você conhece? É, eu gravei com ele. Aí tinha na internet. Hoje em dia, né? Isso foi há alguns anos. Aí ele procurou na internet, achou a cena. Eu tinha esquecido que eu fazia uma velha que subia pelas paredes. Aí o professor botou lá e falou assim, você é esse?
eu ganhava pra fazer isso ganhava bem pra fazer isso o que que é o leitininho pra casa das crianças maravilhoso a gente fez muita maquiagem muita coisa eu fui rei da maquiagem e do figurino lá inclusive o meu maquiador trabalhou com vocês o Dinho
O Dinho trabalhou com vocês muito tempo. Com o Caceta? É, o Dinho trabalhou. Isso aí é alguma coisa que ele vai que... Falar nisso, foram eles que inventaram a porra do Mário. O Mário veio da gente. Foi a gente que inventou. A gente escorreu e a gente jogou na televisão. Mas pro Brasil inteiro. Eu fiz pro Maracanã. Eu fiz pro Maracanã. Nós tínhamos o troféu Mário. Vocês conhecem o Mário? Que a gente dá obra personalidade. Que era um cara... Aciciano?
Que boneco você tratou a mão. Que maravilha. Eu lembro dessa porra do Mário. Cara, Mário acho que é a pedra mais manjada no Brasil hoje em dia. Hoje em dia não tem jeito. Então, mas graças a vocês. Sim, nós... É verdade. Nós divulgamos. Difundimos. Mas aí vocês deram a volta do Mário. Eu lembro disso também. Mário de Portugal.
Aí eu falei, caralho, lembra do Mário de Portugal? Não lembro. Aí aquele que tinha uma atrasada do armário. Você conhecia o Mário de Portugal? Aquele que tinha uma atrasada do armário.
colonial é o Mário colonial entendi eles fizeram isso eu lembro vocês fizeram tipo uma volta tipo assim, caralho, essa piada já não tá pegando é o Mário colonial agora e o Mário de Portugal a gente tinha até um personagem que brincava que fazia que era o seringueiro né
Viviana Mata, tirando leite do sal. Estão aqui o seringueiro que fica tirando leite do... Que só quer tirar leite do sal. Ele, porra, vai pra essa piada de novo, eu não aguento o mar. Na floresta amazônica, nessa mata fechada.
Existe o famoso seringueiro, passa o dia inteiro. Tirar uma borracha. É verdade. Porra, chega, cara. Tipo, é boa. Não, é engraçado que o tempo vai passando, as pessoas estão... O tempo estava juntando a gente, aí o Marcelo Manzano falou, não, e o Bolsonaro...
Era um personagem. As pessoas confundem, né, cara? Não, mas o cara não sabia, né? As pessoas confundem pra caralho. É pro Fantástico também. É pro Fantástico. É pro Fantástico. É pro Fantástico. Isso foi o Itamar. O Itamar. De Vargas Franco. De Vargas Franco. Porque existiu isso.
Ou era uma coisa que vocês bolaram? Tipo assim, só fala se é pra coisa importante. É, tipo, presidente, fala aqui com a gente, é, fantástico. Não, cacete, penta. O Divagar Frank tinha uma tartaruguinha de estimação, né? Era flecha. A gente também foi no... Varginha também foi muito bom, né? Outro dia apareceu de novo, a gente falando que a gente...
Que a gente não levou a sério aqui, os caras... Ah, mas era pra levar a sério? Fala sério. A gente foi lá sacanear, era pra levar a sério, pô. O curso do lado do prefeito, que era muito bom, mas eu esqueci de ver. Teve uma série agora sobre o ET de Vardinha, né? Ah, teve? Teve. Teve, teve. Porra, fizeram série do ET de Vardinha? Não, porque hoje virou um troço de turismo na cidade. Sim, eu vi. A gente vive disso. Eu fiz show lá, eu vi lá, tem um disco voador. Tem, eu vi.
É mesmo. É igual o E-Tour, né? Olha aí, ó. Tem um monumento lá. Tem estátua do ET. Tem. Eu sabia que era assim, não. Não, varginta, hein? Eu fiz choro uma vez. Cheguei lá, uma puta de uma nave lá. Os caras... Tem um ET. Nem bonito, meio bonito é. É, meio feio. Mas é genial. Mas é grande. Reinaldo fez um discurso na praça, gente pra cacete. Era o ET, né? Fazendo discurso. É muito bom. Como é que ele fala?
Todo mundo aqui em Varginha é corno. Menos o prefeito. Todo mundo é corno conformado. Menos o prefeito. Que não se conforma.
na praça. Que maravilha. Olha, olha. Memoroso. É meio alien. E tem um disco voador também, viu? Tem um disco voador. Eu falei, caralho. Tem uma buraco na barriga. E o gogó dele, que fodido. Tem lá em Varginha. Zoião vermelho. Terra do Café. Vive disso hoje. Já. Na hora.
não, mas não é esse não é um museu, deve ser um museu mas tem um discoador já vi a foto também mas esse museu é lá? acho que sim é de lá
Mas a gente foi lá, fez a matéria, foi de missão. Essa aí, ó. Essa aí. Mas esse é igual do Man in Black, pô. Porra, mas tem na cidade, caralho. É assim. Com o voador. O cara não tem como sustentar. Que no Man in Black é uma caixa d'água. Não, olha ali, ó. O grafite é do caralho. É o ET pescando. O Chico virou mineiro, né?
Não é engraçado que o disco é todo levinho, né? Mas não tem como... E tem um fio ligando ou nada, alguma coisa ali, né? É uma caixa de coluna enorme. Pô, ali tem um café lá. Olha isso. É, a cidade vira... A cidade tem muito turismo de ET, né? Por causa do ET. É bonitinho isso aí.
Alguém sabe quem que viu esse ET? Eu vi até o documentário porque aparecia gente lá foram duas meninas eu acho que viram o ET que dizem que viram, mas aí tem os famosos
Como é que chama? Os caras que vão atrás de disco voadores? Caçadores. Os ufólogos. Os ufólogos. E aí tem um monte de ufólogos falando. Olha o ponto de ônibus. Se liga, pai. É o disco voador. Memorial do ET. Que fudido, velho. É isso aí. É o museu. É o memorial. Uma prefeitura, velho.
A prefeitura. E a nave do ET iluminada. Aí, ó. Dá um medo, né, de andar aí. O ponto de busão é maravilhoso. Tem o memorial do ET. Olha aí, ó. Que chique, bicho. E o café deles é bom, hein? De varginha? Vou tomar um cafezinho? Quer um cafezinho? Eu tô. Quer não? Toma. Eu já tomei, mas eu tomo outro. Vou tomar dois cafezinhos pra nós, por favor. ET de varginha completa há 20 anos. É, por isso que fizeram esse seriado.
30 agora, né? É. 30 anos. É, porque a gente pegou lá, né? Isso foi em 16, ó. E pegou, né, meu? Porque tem pessoas que falam de aparição pra caralho. Sim. Não é? É uma coisa que é meio... Teve um em Porto Alegre, uma recentemente... Porto e meio tem, ninguém conseguiu provar nada, mas isso aí... Esse finalizou. Finalizou, total. Mas não é porque, de repente, foi meio um bullying, aí acaba um negócio...
Eu acho que eles aproveitaram uma onda pra poder, sei lá, chamar a atenção da cidade. É, esses ufólogos foram lá e falaram muito, garantiram que era. Teve uma história do exército, também se fez muita besteira, acho que o exército foi lá e alguma coisa, eu não sei exatamente porquê, mas foi confuso na época.
Tanto que a gente foi lá. Repercutiu, né? Imagina, filho. Ó, atrás de você tem um presente que a gente ganhou muito maneiro. Lembra? Vamos ver se vocês são bons mesmo. Vocês são velhos. Atrás de você, nessa colher aí. Uma nota de um milhão. E uma colher. Pega a colher aí, pode pegar.
Lembra dessa colher aí ou não? Pode pegar? Pode. Lembra ou não? Colher é essa. Se liga. Ele mandou pra gente. Ele mandou Israel pra gente. Mandou, gravou o vídeo. Falando dele aqui, um amigo dele ouviu. Israel. Mostrou pra ele. Ele mandou pra gente. Caralho. O Urighele mandou pra gente. Sim, completamente.
Olha isso aí. Não, colher entortada, né? É antigo, cara. Eu lembro programas do Jô, paleta dos homens, sacaneando o Uri Geller. Sim, o Uri Geller, a gente falou dele aqui, um brasileiro que mora em Israel é amigo dele. Mostrou pra ele. Ele gravou um vídeo e mandou a colher pra gente.
Cara, isso é muito antigo, né? É, o Urigael. Ele só fazia cinco. E tava bem até, ele tá bem. Continua entortando colheres? Continua. E só rela, sem a colher entorta. E tá lá em Jael. Mora lá em Jael. Um faqueiro, né? Tá morando. Podia montar. Faqueiros Uriguel. Dizem que tô morando no bunker. Não, não. Não, para mesmo.
Era o melhor amigo do Michael Jackson Era mesmo? Era amigão do Michael Jackson Eu também não sabia O Michael Jackson Meio fora, né? Era amigo das crianças Meio fora? Você foi legal, pô Meio fora, né? O Michael Jackson aparecendo com o Mickey, né? Que é preto, usa Luva branca e tá sempre cercado de criança
ainda mora num parque. Não tem mais. Cara, mas eu vou dizer pra vocês. O Michael Jackson teria a minha idade hoje. Exatamente. Ele era da nossa... 59. O cara era fã pra caralho dele quando ele era do Jackson 5, quando ele era moleque. Eu vi o show do Jackson 5 no Maracanã. Eu era muito fã dele. Muito fã, cara. E eu não esqueço também. Você vê, ele já traia criança desde 16. Eu vi o show dele que a gente fez pela jovem empanta. Eu não esqueço do Michael Jackson.
Ele veio no Brasil e comprou um carro chamado SP2. Que era um carro meio assim. Moderninho, esportivo.
É SP2, esse carro vale um caminhão de dinheiro É mesmo? É valorizado? Se tiver inteirão, vale um caminhão de dinheiro Eu adoro SP2 Tem carro que vale uma grana Tinha uma pessoa lá que tinha uns carros Não lembro quem era Tinha duas Fornecedoras de coisas Uma de carros antigos, tem até hoje Pra tudo que é filme, né? E tinha uma dos cachorros, lembra?
Era o Enchelo. Fornecedor de cachorros. Cachorros e animais, de forma geral. Esse é o SP2. É bonito, é bonito. É um tesão. É esportivão, meu. Mas isso é o quê? É um chassi de fusca? Pior que pode ser. Eu acho que era de Carma Guia. Eu não sei, isso eu não sei te dizer. Ou de Brasil. Mas é um motor de fusca. Porra, motor? É um motor de fusca. É um motor de fusca. Ah, mas deve ser mais. De 600. Mas eu acho que era de Carma Guia, né?
Eu não sei o chassi, eu não sei A roda é de Brasília Isso vale uma grande SP2 O farol dele é de Brasília Pega a frente dele O farol dele é exatamente o de Brasília Esse carrinho inteiro vale um caminhão Aproveitar O carro pode mudar Não foi aproveitado
SP2, isso é um belo, belo, belo carrinho. É meio Puma, né? Lembra do Puma? Puma, era. Será que vale um SP2, hein? Aí inteiro, aí, ó, aí, ó. Olha lá, frente de Brasília que eu te falei, ó. Paró de Brasília. Ele vale uma grana hoje. Ele vale um pouco mais que a camiseta do Tabácio. Ah, um pouquinho.
Quanto custa um SP2? A frente dele o cara não foi muito feliz. Mas eu não esqueço dele que o Michael Jackson comprou um SP2. Pô, o cara não está de menos comprar carro brasileiro. Carro muito melhor. Ah, ele curtiu, ué? Curtiu, não. 150 mil reais. A 250 mil reais um SP2. É um carro novo. Que isso? Depende do estado do carro, como é que ele está, vale uma grana. É, não é barato não, pai. Tem gente que gosta disso, né?
Aqui, ó. No Mercado Livre, quanto é que tá? Cara, é o rei do Mercado Livre. Tu tá fazendo jabá pro Big Brother? Não, não. É o que apareceu aí. Eles estão fazendo jabá no Google. Tá ganhando um troco.
Aí, ó. Aí. Você pelo menos tem 10,50. Aquele lá da esquerda, não gostei não. Não, mas o primeiro tá horroroso. Com a roda gaúcha. O cara mexeu, botou o scoop no capô. É, não, e o retrovisor ruim. Não tá original. O branquinho tá legal. Tem que ser originalzinho. Agora o prata tá top. Eu não gostei da roda do branco. Olha a quilometragem do prata, irmão. A roda do branco é muito moderna. E do branco. Caralho, preço do bicho.
Ah, mas saiu o cara a zera painel, né? Não dá pra confiar na mecânica brasileira. Em 1700 nem andou, né? Mas outro dia o cara não... Peraí, peraí, peraí. Você acredita? Não, é... O cara que negócio vai com o dedo, ele coloca o que ele quiser. Outro dia o cara anunciou... Você botou o metrô com o dedo. O cara anunciou um golzinho GTS, sabe o gol GTS? Sei. Mas zero quilômetro, zero.
500 e poucos pau. Caralho, que delícia. Quem comprou uma porra dessa? Tem maluco pra tudo, brother. Zero, nunca rodou o carro. Tem maluco pra tudo. Pode acontecer, né? Ó, tem uns 54 conto aqui, mas tá podre, né? Olha o estado do carro. O carro tá podre, ó. Só carcaça. Tu gasta mais uns 100 pau e bota no perigo.
Porra, ia restaurar, né? Não é a mesma coisa. Puda a restauração do carro desse. Eu restaurei o Corcel 1. Corcel, meu pai tinha Corcel. É, quem o meu avô tinha, né? Corcel 1 eu gastei seis anos pra fazer o carro, porra. Demorou seis anos fazendo o carro. Um pincinho pro... Puta trampo, porra. Peneirinha. Hã? Peneirinha mexeu, ó o Corcel do Carica. Aí o meu aí, ó.
6 aninhos pra fazer. Esse é o seu? É, é o meu. É legal. Tá no Rio, tá no Rio, né? Tá vindo, agora parece que tá... Esse carro é bonito. O que que é parece que tá vindo? Parece, né? Aí, ó, o interior, como é que tá bonitinho. Ah, eu lembro disso. Legal pra caralho, né? Mas eu quero esse carro, sabe pra quê, Hobbit?
Fala assim, porra, que eu tô com essa... Pra tirar onda? Não, não. Quem que é esse? Você tá querendo... Ah, você não quer. Obrigado, Sante. Tem aí, boa. Você tá querendo... Porra, que saudade. Pô, pega a chave, fica com o final de semana, vai dar uma volta. Meio que... Sim, sim, sim. Olha o do bola aí, a fuqueta do bola. Você tem a fusca? Eu tenho. A fuqueta do bola.
Eu tive Fusca. É, e aí? Quando eu tinha... Mas não era esse aí. Esse é da década de 60. 68 esse, é. Ops, aí. O teu tem o teto com umas bolinhas assim? Tem, furadinho. Ah, aquela bolinha. Acho que esse meu pai tinha um... O primeiro carro que eu lembro do primeiro andar foi o carro da minha mãe. Esse é o Tê, você tá com rodinha, tá? Mas tu anda com ele? Ando. Eu quase vim hoje com ele pra cá, mas não vim.
Tá ameaçando chover, eu não vi. É, quando chove você não vem, né? Não, não ando na chuva. Ele passa até algodão no carro. Fuca não merece ser andado na chuva. Mas tá muito chocado no chão. Mas essa coisa aqui... É um teto solar, eu abro ele. É um teto solar? É um teto solar. É um teto solar, né?
Como é o nome desse troço aqui, do meio da roda? O miolo ali, o... O que você diz? A calota ali? A calota, a calota tá... Tudo cromadinho. A calota é brabo, hein? O foquinha tá bonito. Um monte de carro antigo aí. É que você não viu o volante, o volante dele que o bola botou. É que eu troquei, né? Eu troquei. Porra, o volante que você botou? São seus esses carros? Não, isso é de um amigo meu.
Não, esse Fusca é teu. Não, os outros ali, a Veraneio, a Opala. Mas nessa época do Fusca, talvez não tivesse dez modelos de carro. Talvez não, verdade. É, mas tinha uma coisa que hoje não tem. Por céu, carro de carro.
você tinha todas as cores é preto, prato e branco branco e tá ótimo e acabou mais nada tinha o Diplomata isso vale uma grana também hoje vale uma grana tinha o Galaxy aí já é o Landau
Tinha uns carros bons, porra. Escortinho, porra. Meu pai teve um Escort e Rob. Porra. Mas isso era ruim, o motor, né? Era o mais fraquinho, era o maior bar. Novecentas cilindradas? Não era mil, mas era o mais básico. Você teve o Monza. Monza, puta carro, velho. Comeu, gente. Comeu, gente. Comeu, gente. E se fosse o Monza SR, então puta merda. Comeu, gente. Tem Monza no carro aqui, né? Não me lembro o modelo. Cadê o seu nome? Eu tinha Monza.
Naquele tempo tive chevette, todos tivemos. Chevetinho. O chevetinho na luz. O chevet, quando eu descobri, era uma merda, porque ele era baixo. Era ruim pra cá. É, o chevet era um gosto. S.L. Você não gostava de chevette? Eu gostava porque eu tinha carro, porra. Naquela época, ter carro era o máximo. Qualquer um já era bom. Qualquer um já era bom, é verdade. Eu estudava no fundão, tinha que ir de carro, que não tinha... Não dava pra entrar lá.
Era difícil. Não tinha ônibus lá pra dentro. Mas só você que tinha carro. Não, tinha muita gente que tinha. A gente revezava. Mas só eu tinha carro.
se ela não me lembra. É, ele não tinha carro. É, ele teve carro, mas é. Eu não sei que era rico. Eu era rico, pronto. Ele era laranjeira, tipo, não é tijucano. Não, na faculdade já tava em Copacabana.
Já estava no bairro Peixoto. Eu não cheguei a morar no bairro Peixoto. Bairro Peixoto. Bairro Peixoto. Bairro Peixoto. Quer atender alguém aqui? Vamos ver se o generoso está aqui. Não precisa falar nome, vamos descobrir no ar quem é. Acho que fica mais de boa. Quem está na linha aí? Vamos ver ao vivo. Estamos aqui hoje com essas lendas aqui do humor brasileiro.
Hubert Beto Silva do Cacete Planeta. Alô! Miller, que demora. Eu tô tendo o prazer de conhecer vocês pessoalmente, cara. Eu tinha... É, a gente não se conhecia. Isso é uma grande honra, eu não mexo mais. Ó quem tá aí, ó. Oi! Quem tá falando? É o Miller. Fala, Miller, tudo bem, irmão? Como é que tá o São Paulo? Não é o jogador, irmão. Tá falando da onde, Miller? São José dos Campos.
Você estava na Embraer, é isso? Sim, e sou primo. Eu sou primo da Glorinha Boitmiller. Ah, famosa preparadora vocal, né? Isso. Conheço. Ela fazia... Ela treinava as pessoas pra falar coisa de retórica, essas coisas. Glorinha Boitmiller. É, Glorinha Boitmiller. Ah, Boitmiller. E o Kiko? Não.
Você aprendeu a falar com ela também? Olha, eu sou fanzaço. São quatro feras que estão aí hoje na bancada. O Carioca, o Bola, o Beto, o Rupert. Obrigado. Obrigado, amigo. Eu sou fanzaço do Tica.
Valeu, Boyd Miller. Obrigado, Miller. Valeu, irmão. Valeu. Ô, bola. Fala, velho. Fala. Eu faço aniversário na próxima sexta-feira. Quem perguntou? Não, fadinho, porra. Fala, e daí? Você quer parabéns, é isso?
Baixa o rádio aí Você tá com um atraso de 3 dias Você quer parabéns Miller? É isso irmão? Miller?
O Miller morreu, mano. Foi pro saco? Tem que melhorar essa plataforma aí. Tem que melhorar essa plataforma. Ela tá boa, mas precisa melhorar. Hoje melhorou. Hoje melhorou. Muito. Não, ontem a gente não conseguiu falar. Hoje a gente tá falando, mas tem um... Mas é que vai só o comecinho. Depois ele cai. Não, tá dando uns... Entendeu? Alô. Mas a gente tá tentando. O importante é não desistir jamais. Quem tá falando? Isso. Alô. É o Generoso.
Fala, Generoso. Tudo bem, irmão? Fala, bola. Tudo bem? Fala de hoje. Fala de onde, meu velho?
Eu sou de São Gonçalo, mas eu moro em São Paulo há cinco anos. Um abraço. Ah, então é. Aí, mais um refugiado. Refugiado. Mais um imigrante. Exilado político. Cuidado com... Cuidado como é que é o nome da polícia lá do Trump? Ice, Ice. Cuidado com Ice, hein, bro?
Se tem pergunta, o que você manda, irmãozão? Cara, minha pergunta é o pessoal do Caceta. Eu assistia com meu pai nos anos 2000 e a pergunta é tem um episódio que a menina esqueceu, a Maria, né? Não lembro agora o nome dela. Maria Paula.
Ela aparece, rapaz. Ela fez o suspense o episódio inteiro com tapa sexo. Eu, no auge dos meus 10 anos, fiquei muito feliz. Socou 12 bronhas seguidas. Eu imagino, irmão.
Queria saber se ali, como é que foi aquele tipo de roteiro, como é que foi esse tipo de gravação, porque... Você quer saber se a gente viu, né? Exatamente. Não, não, não vimos. Vou te decepcionar, não vimos. Infelizmente. Vou contar a história engraçada da Maria Paula. Uma vez a gente estava fazendo show, né? Na época a gente fazia muito show, que foi na época do programa ainda mensal. Ainda a gente tinha tempo para fazer show.
Então a gente tava andando lá pro Maceió... Viajando no Brasil... É, passeando lá na praia, assim, né? E o Beto, o Eria, eu, outro cara... A gente andando pela praia... Vocês conseguiam fazer isso? Aí o cara chegou e virou assim...
a Galega Peituda não veio não Galega Peituda olha como é que eu sou fã de vocês eu vou mais longe eu vou mais longe Kátia Maranhão Kátia Maranhão eu vou mais longe Kátia Maranhão eu lembro da Kátia Maranhão
Por onde anda a Kátia Maranhão? Eu até vi ela na internet. Ela tá em São Paulo, eu vi ela, tá bonita. Será que ela tem o Instagram da Kátia Maranhão? Eu queria saber como está Kátia Maranhão. Acho que ela tá bem, eu vi outro dia ela tá bem. Kátia Maranhão é Kátia Maranhão. A Maria chegou com muito gás, né? E ela veio o que veio e ela realmente dominou. Porque a ideia de ser só uma âncora dançou rapidamente. Ela virou uma de nós. Protagonista. Ela tava a caceta.
E foi ótimo. A Maria era maravilhosa em todos os sentidos. E ela foi muito bom pra gente. Ela deu um gás maneiro. E a presença feminina.
Bem bacana. Pô, ela é radialista hoje. Ela é radialista. Tá aqui, ó. E tá gatona. A Cátia tá muito bem. Eu vou te ver no Instagram. Tá aqui, ó. A Cátia foi bem legal, mas a Cátia... A Cátia era mais jornalista. Ela é mais jornalista, né? Eu acho que a Maria Paula, ela veio da MTV, né? Ela entrou na Globo e fez um programa lá com a André Beltrão, que era um...
Trouxe um pouquinho de quadrinhos. É, esqueci o nome. Mas aí pegaram direto pro programa e a gente... E ela chegou chegando. Foi ótimo. A Maria tá em Brasília. Ela é de Brasília, né? A Cátia Maranhão. Não, a Maria. A Maria Paula. A Maria Paula foi casada com o irmão do Supla. Foi. Foi. Tem filhos. Tem dois filhos. Tem dois filhos. Eu lembro disso. Eu lembro que ela foi casada com o irmão do Supla.
Ela mora em onde? Brasília. Ela mora em Brasília. Alô! Alô, é. Se é que eu vou ouvir, acho que não vou nem botar. Não tô ouvindo, né? Se o cara estiver fazendo pergunta, vai saber, né? A gente tá fazendo um experimento, porque podcast não atei o telefone. Não. Quem tá falando? Fala, Bolo. Fala, Carioca. Beleza, irmão. Quem fala? Fala aí, brólia.
O Gleits, aqui do Ipú, no Ceará. Ô, fala, Gleits, tudo bem, irmão? Acho que o que tá dando ruim aí, mas sabe o quê? É que a gente não consegue ouvir vocês na chamada. Ah, quando a gente liga, quando a gente atende, não aparece pra vocês aí, é isso? É verdade, mas deu certo que eu tô vindo. Ah, boa, boa, aí deu certo. Que lugar do Ceará você é, velho? Ipú.
Ipú, Ceará, mano. É perto de onde Ipú, irmão? Macho fica a 300 km de Fortaleza. Porra, é longe, hein, Bebelho? Mas pro litoral ou pro sertão? Macho, aqui é muito famoso pela Bica do Ipú de Irasema, que é... Ah, Bica do Ipú. Conhece, Carioca? A Bica do Ipú não conheço. Tava de costas. Ah, Bica, Bica. Ah, entendi. A Bica, entendi. A Bica do Ipú. E é legal.
Entendi, Gletson. Você é uma maravilha, gente, dos lábios de mel, não é? É, exatamente, exatamente. Queria perguntar aí pros cacetas. Fala, irmão. Vocês falam sempre da reunião de vocês, que era demorada e tal. A nossa era inferno. Eles também tinham isso lá, quando eu era deles.
Tínhamos, a gente, era o seguinte, a gente na quarta-feira, depois do programa, a gente juntava lá, a gente nem ficava muito discutindo o que tinha visto não, tá, pô, ontem tava não sei o que, ontem não sei o que, isso não ia demorar, a gente ia direto, bom, vamos começar a pensar no programa, aí a gente juntava ali as ideias e depois dividia. O que que vamos fazer? A gente juntava de uma mesa desse tamanho mais ou menos, sentava todo mundo, é uma mesa...
sentava todo mundo e o pau cantava. Mas quando tem que ficar em reunião? Amanhã inteira, amanhã era a reunião de todos, né? Aí a gente fazia lá, pensava as piadas, etc, anotava, o Uber até que anotava, por acaso o Uber tinha que anotava. E aí de tarde a gente dividia em grupos menores, que ia cada um para as salas, eram dois grupos de dois e um grupo de três, e para escrever, porque não dá para escrever sete. Aí a gente escrevia no computador. A nossa reunião era rápida. Rápida.
Começava 4 da tarde e até 4 da manhã. Ah, tá. Não, a gente não era tanto, não. Quando não ia mais. Era o gabinete da crise. Ah, entendi. Não, mas a gente não ficava discutindo DR, não. Não tinha DR, não. Era piada mesmo. Vocês eram famosos pela... Era uma casa do caceta. Era uma casa. Teve uma em Botafogo, na rua Guete. Mas essa não era a nossa.
Era alugada. Não, era alugada. Aí depois a gente foi para a Palema. A gente comprou uma casa lá. Tá, mas vocês ainda têm a empresa de vocês? A empresa tem. Ainda existe a empresa? É, porque a gente tem nada. A gente tem as marcas, então a gente mantém as marcas, a empresa precisa para fazer isso, mas a gente não tem feito mais nada. Vocês não... nada, nada, nada. De grupo, grupo, não. A gente não tem nenhum projeto agora. O último foi esse livro.
Não, foi o programa. Esse foi posterior. O livro foi 2018, 2019, uma coisa assim. Depois, não, tem projetos, eu, o Berti, o Cláudio e o Elio fizemos um programa na TV Cultura.
que chamava... Conversa Piada. Que era um programa de... Trocadilha. Mais um trocadilha. Conversa Piada, boa. Que era uma conversa, sim. Foi legal, mas aí foi só um... Trocadilha é diferente. É, jogo de palavras, eu adoro. Não confunda...
eu não confundo malombrando de tênis com masturbando meu pênis a grande obra de mestre Picasso com a grande pica de aço do mestre de obra tinha uma piada velha todo mundo falava isso eu adoro jogo de palavras é bom, é bom o Gleison tô te amando Oi por muito tempo a galera me zoava de seu Crayson, que meu nome é Gleison é seu Crayson
Ah, o músico eu tenho aí. O que que é? Zoava ele de seu Clayson, porque ele chama Clayson. Ah, com certeza. Ah, seu Clayson. Com certeza. Abraço, irmão. Obrigado, velho. Um abraço, querido. Valeu, meu bom. O Bola, já emendando, vamos pro superchat aqui? Vamos lá, você que manda. Você solta daí, Bilu, eu solto daqui.
Ok, vou reproduzir aqui o primeiro superchat, Boleta. Vamos lá, manda. Quiser ouvir aí, ó. O que é um superchat? Aí, ó. O Zantaná 3000 415 enviou uma mensagem. É pro Fantástico. Abraço da Espanha. Aí, o Fabrício. É pro Fantástico, mandou pra vocês aí. Valeu, Fabricião. Não, é pro Catiric Ticast. Ticast. Esse aqui só mandou, ele não mandou áudio. Agora teve aqui que mandou. Ó, vai.
2026, Good Vibe enviou uma mensagem. Carioca, bola, continuei com ligação. Vai bombar. Vamos continuar, irmão. Pode deixar. Obrigado, velho. Aí, Rafael Lucena aqui, ó. Vai, Rafael, manda.
Rafael Luciana enviou uma mensagem. Ano eleitoral, tinha que ter o especial do otário eleitoral gratuito. Cono do posto, sapatão da taquara e outros. Era bom, era muito bom. Aliás, vocês roubaram da gente, né? A gente roubou? Quando o programa acabou, vocês passaram a usar. A gente fez muito. Não, eles... Muito. Não, fizeram muito, mas depois a gente acabou.
Sim, a gente fez porque... Porque a gente saiu e eles continuaram. Pois a boa tem que roubar. Bem roubado, bem roubado. Pois a boa tem que roubar. Tudo bem, tudo bem. O roubar é... A gente fez muito, Otávio. É uma referência. É uma referência. Mas é óbvio. É uma referência. É dar continuidade a... Não, não é quando o programa acabou, o pânico fazia campanha pra gente voltar. Fazia. Sim. A gente gostava muito, velho.
Sempre fizemos, é verdade. Nada se cria, tudo se copia. Você que não gostava de comeria chacrinha. É verdade. Aqui, ó. Mais um. Mais um superchat, amor. Yasmin Eme enviou uma mensagem. Legal demais esse sistema de chamada telefonica. É muito nostálgico. Parabéns por mais um podcast sensacional. Obrigado, Yasmin. Valeu. Valeu, Yasmin. Temos mais, Caribe. Mais, claro. Manda bala. Vamos lá.
Tá bonito, ó. Só em inglês, né? Grandes, bola aí, carioca.
Vocês são minha alegria. Que legal, irmão. Manda um beijão para meu filho Jotinha e fale que eu amo muito ele. Mas fale daquele seu jeito, né? Cacá. Ô, Jotinha, o seu pai mandou um beijo para você, viu, seu trouxa? Só isso. Um abraço a você, vai cagar. Tchau, Jotinha. O que mais? Jotinha é o quê? Não, Jotinha é que se for criança eu não vou xingar. Não, não é criança. Como você sabe? Claro que é.
Se o pai tá mandando ser xingado, fazendo aquele xingar, fazendo aquele jeitinho. Jotinha, sou merda. Teu pai mandou um beijo pra você no seu cu. Tchau, seu torcho do caralho. Era isso que nós queríamos. É jotinha, é mais conhecido como jotinha. Essa voz é engraçada, né? Engraçada demais. Essa voz aqui... É semana que vem, de repente, em vez de telefonia, é capaz de ser teleférico.
É como um bote. É uma gravação ali, né? Mas eu pedi pra pegar daquele cara do... Atualização da lista. Não tinha feito o Igor. Não, mas atualização da lista, ligado? Ah, aquela voz, tá? Fumaça de rosca. Nossa, mesmo cara. Eu falei, bota sua voz aí. Ficou engraçado. Não tem algumas aqui, ó. Eu acho que a galera escolhe. Tem Lula, Bolsonaro. Ah, tá. Ah, entendi. O povo meio escolhe a voz que quer mensagem. É, porque teve uma voz diferente aí.
Vamos ouvir outra, vai. Eu não entendi de quem que era aquela voz. Você sabe, meu querido...
aqui, mais uma vai, manda xerapeito ofide thousand enviou uma mensagem DCS são os gigantes conta aí quem era o mais mala sem alça do caceta e que sempre dava trabalho
E agora pegou. E quem que era uma emala sem alça? Não, todo mundo sabe. Marcelo Madureira. Marcelo Madureira. Todo mundo sabe. O Marcelo é meu amigo. Mas era uma emala. Mala, mala. Ranzinza. Abugento. Fazia... Mais uma? Ele sabe que a gente sabe. Tem aqui, ó.
Mateus Silva enviou uma mensagem. Agora mudou a coisa. Boleta levando em conta sua XP, quem possui a maior trozoba da moto GP Valentino Rossi, Jorge Lourenço ou Clóvis Basílio. Sem dúvida, Valentino Rossi, irmão. Ah, é? Ah, Valentino Rossi é o rei. Tá louco, para. Mateus Silva, né? Vai, Mateus Silva. É a pergunta do povo. Aí, ó. Não tem pra ninguém pro Vale, vai. O GRC10 Hotmail com enviou 30 reais. Hum.
Excelente programa, ele falou. Ficaram ricos. Excelente programa. Obrigado, hein, obrigado. Ah, ele me deu um áudio. Tá ali, ó. Excelente programa. Excelente programa. Obrigado, Doug. Valeu, irmão. Doug? É o nosso amigo Doug? Não sei. DougRC10. Vai. Arroba Hotmail. Vambora. Tem mais? Lógico. Manda bala. Marcelo Tavares enviou 30 reais. Vai. Olá, bola!
Vem cá, vem. Vem cá. O titio aqui em Miami, vem. Eu quero fazer castinhos no seu peito cabeludo. Que isso? Um beijo, carioca.
Eu vou passar o remédio de hemorróida em você, tá? Esse Machado Tavares é bem louco. É isso aí. Vai cagar, Machado Tavares. É um público que a gente cativa. Que bom. Que bom. Pode reclamar. Essa audiência é maravilhosa.
coisa boa. Só pra gente poder, a gente também depois finalmente aqui, eu queria entender vocês, como é que vocês estão vendo o Brasil hoje depois, pô, vocês sempre foram críticos, mexeram com política Brasília. E ela via na ferida. Caralho, parece que tá pior o bagulho, ou eu tô errado? Assim, mais zoado. Pra fazer o mota maravilhoso. Carioca, o Brasil é um país muito bom com seus humoristas, né? Para com seus humoristas. Para com, né? Muito bom, você tem razão. Não precisa fazer muito esforço, né? Não precisa.
precisa. É o pior congresso. Ah, nunca vi um não sei o que tão ruim. Para o Maurício tem prato cheio. A vida inteira isso, entendeu? A diferença que eu acho agora, se você pegar a política, esses escândalos, eu acho que é o seguinte, antigamente o cara meio roubava e fazia tudo para esconder. Ou então o cara entrava na política, nesse tipo de coisa.
pra poder... Meio miguezão. E vinha com um papo de... Não, porque não sei o que, não sei o que lá. Hoje não, cara. É descarado. Eu entrei nisso pra ganhar uma grana. É descarado. Eu entrei no judiciário, é pra ficar rico. Eu entrei no Céu Ano pra ganhar dinheiro, é isso. Ah, não sei o que, é pra fazer rachadinha. Ah, é pra roubar a duda Petrobras. É isso, cara. Eu acho que... Fala na cara dura. E a minha teoria, que é a coisa que eu gostaria que fosse implementada no Brasil.
É o seguinte, o Brasil tem que parar com esse negócio de, em vez de ficar prendendo as coisas, fazendo investigação rigorosa, essas coisas que não doem nada, entendeu? Era melhor deixar correr solto, cobrar uma taxa por aquilo e pronto, aí o paizinho enriquecer, entendeu? O criminoso não ia ser... A economia ia girar pelo menos. Não, não.
tantos por cento de taxa e acabou. Então bota aqui no Ministério da Corrupção. O problema é que o Ministério da Corrupção é ser corrupto. É o mais corrupto, inclusive. É o loop infinito da putaria. Eu acho também que é muita grana, é muito dinheiro passando por debaixo da ponte. Muito. E a ponte nem foi construída. Nem foi construída. Nem existe a ponte.
É, eu acho que a internet também ajuda a gente a achar que tá pior, porque também sempre foi. É, todo mundo era um pouco complicado. Negativamente não sabia de tudo. Não sabia de porra nenhuma e sempre foi complicado. Escândalo sempre teve. Não, a Neck não sabia. O meio de comunicação dava o que interessava. Dava o que interessava. Você tinha o jornal lá, a revista, a TV. Hoje em dia você acaba sabendo de um monte de coisa e também tem muita fake news e aí você nunca sabe o que tá acontecendo. O que é verdade. Não, e a pessoa também vai... Assim, como o cara fala...
naquele momento ali que o cara vai falar, ele fala o que bem entender e depois vê as consequências. Então dá essa sensação. Você viu o banqueiro que ele fez? Qual deles? Do Master. Ele viu um negócio, ele sacou um negócio. Você fez um personagem. Eu estou fazendo. Sabe que outro dia alguém chegou pra mim assim, ele tá fazendo e fica parecido com o Beto Silva.
mas eu não achei muita gente acha que eu sou que é parecido mas dá um belo cor caro você também na época certamente caracterização é porque assim veja em que sentido você está dizendo isso imitando
Ah, bom, obrigado. Não, não, não. Não nas loiras, se tivesse na loira, tava bom. Não nas pelelecas, pô. Mas ele fez o quê? O cara foi malaco. Diz que ele pegou tudo o que ele fez, ele gravou todo mundo. Documentou a parada. Se eu me ferrar... Eu ferro a turma. Eu delato. Vamos saber agora, né? Vamos saber agora se ele vai mesmo delatar. Teve uma jogada? É, então. Mesmo me dando mal, me dou bem. Sim, sim. Mas o que o Beto falou, vamos ver se ele vai delatar mesmo, né?
que tem muita coisa. Mesmo me dando... É, pode ser seletivo. O Brasil é uma delícia pros humoristas. É, a verdade é essa. A gente reclama, não tem o que reclamar. Ó, aqui estão os livros. Tá aqui, A Piscina do Meu Pai, de Beto Silva Um Romance. Tá aí. Na Amazon. Tem e-book também. E nas livrarias as principais. www.betosilva.com.br Facílimo, né? Betosilva.com.br E tem aqui, ó. Brasil do Cacelo.
É mais difícil de achar, mas deve ter ainda. A gente trouxe de presente. Obrigado. Obrigado, deve ter. Está aqui, parem as máquinas. Na Amazon deve ter ainda. Nossa história. É bem legal. Como você nunca riu. Porra, temos aqui. Nós estamos aí na capa.
Dom Predo. Fantasiados de... É uma história do Brasil. É uma história do Brasil com piada. Só piada. Mas os assuntos são históricos mesmo, entendeu? Sim. Borbagato. Não é nada intelectual, não. É mais zoeira, mais zoeira. É, mas não está historicamente... Mas historicamente está tudo certo. É mesclado com...
Não, não é misturado com... É contando de uma forma engraçada a história do Brasil. A Inconfidência é maneira. É isso aí. O único brinco de sensação. Vamos lá. Vossa Excelência não acha um absurdo toda essa corrupção e escândalos no governo? Sim, porém a nossa república está apenas no começo. Depois vai melhorar.
vai melhorar quanto tempo tem esse livro? não tem escrito aí, deixa eu ver cara, eu só posso agradecer, sim demais, porque honra 2018, que dia bacana eu assim, realmente vocês me inspiraram muito é bom saber sim, porque é engraçado que eu queria ser publicitário ainda bem que você não foi
Eu comecei em estágio, mas eu gostava de campanha, escrever, sabe? Eu sempre gostei de bolar, coisa, piada. Não, mas tem muito publicitário que vai pro humor. É verdade. Sim, porque é criatividade, né? É a coisa de trabalhar com... É, é. De pensar. E vocês, cara, foram muito inspiradores, assim, no sentido de... Obrigado.
porra, é isso que eu quero fazer, porque é muito legal quando você tem a idade que eu tinha porque em 90 eu tinha 14 é 15 anos, porra é a idade que você tá aberto pra todas as influências e eu via vocês e falava, porra, é isso que eu quero fazer da minha vida, é isso e você era leitor da revista e do jornal sim, eu lembro até hoje da capa da Regininha Poltergast lembra disso? essa é a famosa
sabe que a gente entrevistou um monte de gente na revista e foi antes do programa, e são muito boas essas entrevistas são muito legais, cara são entrevistas diferentes eu adorava, eu saia da escola o cara da banca já fazia assim, ó, chegou, chegou que bom, porra, a gente ficava ansioso pra receber as revistas, porra e tem no Google Play lá um documental é uma série, é uma série de ficção
É uma série de ficção, mas ela é muito inspirada na vida da gente. Então é interessante. É legal ver, rapaz. Tá no Google Play. Prazer, meu irmão. Poxa, prazer. Amo vocês, eu não gosto não. Eu amo, amo, amo. Adorei também. Amo, amo demais. Casar de novo chama a gente aí. Poxa, amo. Se eu casar de novo, eu sou casar minha mulher. Ah, você acabou de casar? Casei em novembro. Olha que legal. Se casar de novo é foda, hein? Se eu casar de novo é foda, hein?
Se eu casar minha mulher de novo, pode deixar. Piada, piada, piada. Muito obrigado pelo trabalho de vocês.
muito legal, sigam eles aí bota o Instagram aí por favor, corta meu filho vai lá agora tá aí ó ubert.aranha e arroba betosilva, seu caceta tá bom? lembrando, agradecendo a nossa querida e amada sempre, sempre, sempre, tá aqui ó
Boom Beat. Isso é demais, cara. Essa caixa maravilhosa. Você tem que comprar a sua. Entra no QR Code, link na descrição. Você vai ser encaminhado. Você pode ouvir o podcast direto. Direto. Cara, direto. Ouvir música. Com a qualidade de som impressionante. Você pode ouvir Preto com Buraco no Meio também, que é muito bom pra você ouvir também. É bom mesmo. O disco do Cacete Planeta.
Vamos nessa, gordinho? Amanhã vai ser maravilhoso. Quem vai ser? Amanhã aqui. Rogério Skylab. Figurado. Tricolor. O seu Botafogo. Ele fala pra mim. Eu como tricolor.
E aquele maluco lá do Vinha. E o Vinha, Lorde e Vinheteiro, junto com Rogério Skylab. Pergunta o que eles acham do preto com o buraco no meio. Vou perguntar. O óculos Skylab certamente conhece. Vamos perguntar. Amanhã, duas da tarde, ao vivo. 14h ao vivo, obrigado a todo mundo. Que dia foi hoje, dia sensacional, rapaziada. Skylab e Lorde Vinheteiro. Boletar. Obrigado, até amanhã. Vamos nessa? Valeu. Beijo, beijo. Beijo, tchau, tchau.