Episódios de TICARACATICAST

EP 764 - LAURA MÜLLER E EROS PRADO

21 de maio de 20261h56min
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Referência nacional em sexualidade e autoconhecimento, Laura Müller construiu sua trajetória como psicóloga, sexóloga, jornalista, autora e palestrante. Conhecida pelo grande público através do Altas Horas, da TV Globo, atualmente compartilha conteúdos sobre saúde sexual nas redes sociais e realiza atendimentos online para indivíduos e casais.Eros Prado é ator, humorista e referência no humor de improviso no Brasil. Dono de um estilo leve e espontâneo, ficou conhecido por seus trabalhos na televisão, no stand up comedy e por arrancar risadas do público com sua personalidade marcante.

Assuntos5
  • Psicologia da SexualidadeBaixa de desejo em adultos · Preocupações cotidianas · Surto de dopamina · Testosterona · Uso de hormônios · Relacionamento aberto · Trisais · Ciúmes
  • Sensualidade e Autoconhecimento CorporalDificuldades sexuais · Desejo sexual · Ansiedade de desempenho · Dificuldade de ereção · Dificuldade de orgasmo feminino · Dificuldade de ejaculação · Prazer feminino · Masturbação · Laura Müller
  • Abordagem da sexualidade na adolescênciaBanalização do sexo · Facilidade de acesso à informação · Medo da exposição · Falta de desejo sexual · Estímulos múltiplos · Redes sociais
  • O papel do humor e da brincadeiraStand-up comedy · Humor de improviso · Eros Prado
  • Construindo o Prazer SexualVibrador bullet · Vela de massagem erótica · Lubrificante · Serum para região genital · Inti Cosmetics
Transcrição313 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

E aí

tá, tá, tá, tá, tá fala, bonita estamos de volta estivemos ao vivo às 11h agora, hoje é jornada dupla, hein hoje é jornada dupla muito legal muito bacana só gente bacana tirando eros só gente bacana tirando eros, o resto

Dá pra comparar. Hoje a gente fez um programa especial porque nós... Vamos jogar réu pro público, Bola? Eu gosto às vezes de ser sincero porque quando interessa, assim... Nós iríamos gravar o programa pra exibir. Só que a Deolane foi presa e a gente, pô, os caras do Cidade Alerta aqui falaram vamos entrar ao vivo. O Botinho e o Lombardão. Pô, não vamos perder isso. Maravilhoso. Já tava marcado.

E aí aconteceu... Aproveitamos o embalo. Então, já que estavam aí, a gente vai... Foi muito legal. Porque vai ficar um assunto requentado pra semana que vem. E ela tava fazendo live lá de dentro pelo TikTok também. Você viu? É. Diz que ela tá pedindo presentinho. Tá com problema na barriga, né? Prisão de vento. Ah, tá pedindo laxante? Tá com prisão de vento. Ai, nossa, né? É piadinha ruim. É que isso daí foi o Porchat que escreveu pra gente. Foi. Não foi tão boa.

Então faz assim Aproveita o embalo O programa hoje já sabe, né? Daqueles que você tem que baixar o volume no metrô Onde você estiver Tirem as crianças da sala É o que a gente pede, de leve Uma pessoa de respeito com uma de nada de respeito É uma das maiores Especialistas Pra mim é a maior, é mais elegante É mais legal, mais didática Então

Tá com um livro novo, é isso? Isso. Livro novo. Livro novo. Vai falar tudo. Ela é praticamente a nossa sócia aqui da bola. Ela é, graças a Deus. Ela sabe que com a gente ela pode vir a hora que ela quiser. Que bom, é verdade. Sempre bem-vinda. Ela é bem-vinda. Então, vamos bater 3 milhões? Ajuda a nós, inscreva-se, por favor. Nosso canal humilde canal.

Curta, compartilha, ativa o sininho, dê o like e chocolate. Ajuda nós, quebra essa. Vamos compartilhar. Vamos. Com vocês, nós vamos completar cinco anos. Vamos. Certo? Agora em junho falta um mês, né, bola? Um mesinho. Praticamente um mês, um pouco mais de um mês.

Nós vamos completar 5 anos no ar. Que história. Do nada. E aí a gente queria chegar muito aos 3 milhões pra completar os 5 anos. Com 3 milhas. Se você puder fortalecer, só se inscreve. Inscreve no corte também. Manda pro amigo, né, que não segue ainda. Uma boa, boa, Eros. Compartilhe. Compartilhe. É, compartilha. Dá um beijo aqui. Manda pra família. Quer rir? Bota aí e tal. Hoje vai ser desses aí. Nós estamos em todas as plataformas, rapaziada. Todas.

Todas, todos. Estamos no Spotify, estamos no Amazon Music. Spotify segue lá também, tá bom? Você pode ver a gente e um monte de lugar. Porque o Spotify você bota assim, tica, segue, segue. É. Porque a gente tá entre os podcasts mais assistidos do mundo no Spotify. Verdade mesmo. Graças a... Caraca, do mundo. Do mundo. Graças à galera. Então, por favor, muito obrigado a vocês que estão também acompanhando esse humilde podcast.

pelo Spotify. Tem muita gente. Porque o Spotify o cara usa muito na academia pra treinar. O Spotify, o cara tá na música e vai ali. A gente tem uma audiência muito bacana no Spotify. Então, muito obrigado a você do Amazon Music, Spotify, Apple Podcasts, né, Bola? Do iPhone. Você usa o Spotify na academia?

Faz academia. Cara, o Eros, eu não quero responder. Não quero responder, né? O Zé Quinta Série. Eu não quero responder nada. Aí você fala, eu uso meu pau na sua mão. Ele vai me perder nada. É mandar alguma barbaridade. Meu pau com gel de lubrificação. Ele vai mandar qualquer coisa.

não dá pra responder nada bom, então é isso aí se você puder dar essa moral pra gente, por favor lembrando que tem meu espetáculo em Santa Catarina Florianópolis tá quase esgotado, muito obrigado você de Florianópolis vamos lá rapaziada, obrigado a família Mirosch que tá me dando aquela força beijo pra família Mirosch compra logo que você vai ficar sem, agiliza meu amor tá me ajudando muito lá na Dona Tchelia você ainda ganha QR Code pra comprar igreja uma opção pra ela

Não, ela tá sendo parceira. Dri Dri, beijo. Dri Dri é minha sogra. Tem que dar comissão. Ela tem uma pizzaria e um restaurante dentro do armazém. Você conhece o armazém lá? Eu não conheço. Santa Maria. Eu faço a propaganda dos problemas da pizza. Então, a Dona Tchélia. Dona Tchélia. Dona Tchélia. Pizza da Dona Tchélia e as massinhas da Dona Tchélia lá no armazém Florianópolis. Não, é aquela pizza napolitana. Bonito. Uma bacana.

Delícia. Lá no armazém. Beijo. Beijo Dri Dri. Valeu, valeu. Beijo Aline, que é um...

Minha Mulher Maravilhosa, que vai estar atendendo em São Paulo também esse final de semana, essa semana.

E também é nutricionista lá em Florianópolis. Um beijo. Um beijo, amo vocês. Lá em Floripa, né? Coisa mais querida, nego. Coisa mais querida. Minha família é um pouco lá agora, então eu tô vivendo lá e aqui... Já aprendeu a falar algumas palavrinhas? Sim. Estepo. Tu és tanso. Tá tanso. O tíquera que é tíquera dá-se um banho, né, nego? Dá-se um banho. Tá tanso. Mas tu estás tanso.

O que é estanço? Tá trouxa, otário, tá lerdo. Os xingamentos de Floripa são os melhores. Estepô, jaguara, mazanza. Mas fica o que é. Estepô? Estepô é um jaguara.

O que é um joguardo? É um bicho. Não, é um conchocolado, é um boca de sandália. É uma zança. Um puxa o outro. Quando você pede explicação, eles falam que é outra, tá ligado? É muito louco. Mas tá instância que tu conhece. Tá instância? Tá instância? Tá instância? Tá autário? Tá trouxa? Bobo? É isso. Boa. Bom, então... Que mais? E hoje também tem... Isso não é o Talk Show. 10 e meia da noite na Jovem Pan. Obrigado, viu, Boleta, pela moral que você tá me dando aqui, parceiro.

Ontem foi um programa bom lá com a Erika Schneider. Vou ver, eu não vi, vou ver. Foi legal. Eu garrei num filme. Tá a coisa mais linda, Carita. Eu garrei num filme. E hoje, Kleber Bambam. Puta, né? Arregaçando na língua portuguesa. Bambam é maravilhoso. Sabe demais.

Tem que levar ele contra o Galeta Azul. Não, Galeta Azul, semana que vem, você não tem noção. Nossa. Preparando ele pra entender como é que vai ser o processo político, se ele sabe das coisas. Maravilhoso. Lógico. Incrível, tá incrível. Então, sempre às dez e meia da noite, amanhã tem café com bobagem lá também com o Felipe Xavier. Café maravilhoso, um beijo pro Zé Américo. Não, não é café com bobagem.

Beijo pro Pardini. Ah, o Pardini vai depois. Não, não. Então, de terça a sexta às sempre às dez e meia da noite na Jovem Pan. Boa. Temos a plataforma. Dá pra você ligar pra gente. Dá pra você mandar o teu super gênero. Dúvida de sexo hoje, né, Bola? Olha aí. Se você quiser saber sobre sexo, a...

A mestra está aqui. É consultoria. Cara, você vai ter uma consultoria de Laura... Laura Mille Bacana. É isso aí, Cariano. Isso é oportunidade, meu irmão. Boa. Tá certo? Poucos têm essa chance. Laura Mille Bacana. Boa, boa. Hoje você pode ligar pra cá. Então entra, faça o seu cadastro, manda o seu superchat. Aqui é... O superchat agora é essa plataforma. A gente escolhe a voz da pessoa. Às vezes, Xandão lê pra ver o recado.

O Emílio Paulo de Niterói Entendeu? E a pessoa pode mandar WhatsApp áudio também Tudo por essa plataforma Entra aqui no link e mande E ganhamos presente Verdade Obrigado Kevz Brasil Perfil Kevz Brasil do Cleveland

Cavalier da NBA. Cleveland Cavalier que joga hoje contra o New York. Jogo 2. Tá 1x0 pro New York. Ó o bonequinho do Varejão. Aqui, ó. Pôster do Varejão. Obrigado, viu, pessoal da NBA. Muito obrigado pelo presente. Meu amigo Sammy, querido. O cabelinho ficou muito bom. Olha que boneco legal, velho. É muito legal.

O cara é que tem esse negócio, ele pega o boneco e balança a cabeça. Ih, já caiu um teco do... O que que é isso? Caiu um teco do cabelo. Muito legal. Muito maneiro, né? Muito bem feitinho. O Anderson Varejão, olha que... Obrigado, Kev's Brasil. Estamos aí na torcida, essa camisa oficial do Kev's, olha que bonita. Chique. Eu adoro. Pega o boneco e balança a cabeça pra gente ver. Boa. Ele faz direto isso.

Bolinha, bolinha, calma Não é bola da coisa não Não é da Laura Caraca, porque essa daí é Nossa senhora Essa aqui é aquela bolinha que você tá vendo o jogo? Ah, pra você fazer exercício Pra tirar o estresse do jogo Aí você desconta na bolinha Você esmaga Você esmaga a bola Obrigado, viu pessoal Arroba Kev's Brasil Muito obrigado pelo presente, rapaziada Arroba Kev's Brasil Obrigado

Pode seguir aí, para quem gosta do Cleveland assim como eu e como você, né Boleta?

Renato quer o laptop aí. Como eu e como você, né, Boleta? Como eu e como você, é. Você gosta do Kev's, né, Bol? Como todo mundo também. Gosto do Kev's. E um abraço pra quem for da família. Um abraço pra quem for da sua família. Pra quem for da sua família. Tem a da cunhada. A cunhada? É, leva a minha cunhada no centro. Você pode levar uma cunhada minha no centro? Tem essa? Eu não posso buscar no aeroporto. Tem como você pegar minha cunhada no aeroporto e levar até o centro? Tem como levar uma cunhada minha no centro?

Enfim, piadas merdas. Começou a baixaria, gente. Vamos começar o programa, né, Boletela, que tá lançando um livro. Boa. Laura Miller. A caminho do prazer.

e hoje de Coco Roche aqui Coco Roche ele meu irmão é que eu gosto muito é o Prado, diretamente de Santa Catarina, tá morando nos ingleses é bom que você vai morar perto pra quem faz show

Pra quem faz show, vai morar no lugar certo. Aí, ó. Mas lá tem muita... Mas você só faz lá também, né? Não, tem muita cidade pra fazer show ali, cara. É muito bom. Ó, o Carioca vai... Fim de semana já vai fazer três cidades. Ah, é? Sim, mas o Carioca vai por outro motivo, né?

Não, mas é bom, é bom, cara. Santa Catarina tá muito bom pro humor, cara. Ah, então que bom. Muito bom. Vou falar pra você, tá melhor que São Paulo. Você acha? É mesmo? É, porque São Paulo, cara, tem tudo, todo dia tem muitos. Então você concorre com o show, você concorre com o humor, você concorre com um monte de coisa. Muitas atividades simultâneas. Lá só tem o teu.

É, no dia que você vai fazer, o Carioca vai fazer Eu fiz lá, vamos fazer depois um outro Floripa Comic É legal, foi bom demais Foi bom, né? Foi bom Fazer collabs Eu fiz Floripa Comic Comic A gente fez junto lá um show, né? Foi bom, bom, fizemos duas sessões Eu participei como orgado lá no Floripa Pô, vamos marcar de novo Vamos bola Leva a Gabi

A gente marca o fim de semana, vamos fechado. Vai almoçar lá no Lindacap. Pô, fui lá, sábado. Fui comer ostra, lá que eu aprendi a comer ostra. No Lindacap? Não, no Ostradamus ali. Ah, não, não, não, uma freguesia. Uma rua de pedra bem à beira da mar. O melhor camarão que eu já comi na vida foi nesse restaurante aí. Lindacap.

62 anos de restaurante 62? Caralho porque o camarão que ele não é camarão de cativeiro é aquele pescado mesmo é outro cara não tem nada a ver com camarão que a gente come tem nada a ver bom, Laura Miller

fale um pouco do seu livro, Laura de cara pra nós de cara, olha esse livro A Caminho do Prazer A Caminho do Prazer é um livro que eu escrevi pra três públicos diferentes é para as pessoas em geral pra tirar dúvidas sobre as dificuldades sexuais então

Ele fala de dificuldades sexuais. Desejo, dificuldade com ereção, com a ejaculação, com orgasmo, com a penetração, enfim. E aí pro público em geral. Mas também tem uma parte pra psicólogos e sexólogos e pra analistas junguianos. Então tem uma parte teórica ali. Analista do quê? Analista junguiano. Que é uma abordagem da psicologia. Tá. E na qual eu trabalho.

Como é que ela funciona? Só pra eu entender um pouco do Jungiano. Do Jungiano? Qual que é a pegada? Explica aí, dá só uma leve impassante. Em linhas gerais, a gente olha muito pra questões, vamos dizer assim, inconscientes, que podem estar em jogo ali nas dificuldades. A gente fala muito em alma, mas não no sentido religioso, né? Como um...

metáfora ali, ou pra gente entender a psique, o nosso emocional então esse emocional ele não é só o que aparece ou o que tá na consciência tem toda uma outra parte, tem aí esse grande inconsciente que comanda de alguma forma na nossa vida

Então, em linhas gerais, a psicologia analítica, ela contempla isso. Tem ali as especificidades, né? As coisas, né? A gente fala muito de arquétipos e de vários termos. Mas assim, em linhas gerais, o que a gente precisa saber, e que é importante a gente saber, que quando a gente vive uma dificuldade sexual, ela não é necessariamente a dificuldade em si, mas ela pode ser um sinal ou um sintoma de outras coisas que não vão bem.

Ah, entendi. Por exemplo... A sombra, a sombra. Agora chega o problema no peru, mas não é. É, exatamente. É uma sombra, né? Vou dar um exemplo do problema no peru. Por exemplo, a dificuldade de ereção. Tá. Às vezes o homem começa a ter uma dificuldade de ereção... Deixa eu marcar aqui. E ela pode...

E ela pode indicar... Já anota. Já anota a receita. Cúrcuma. Só se eu li o livro, pô. É só se eu li o livro da hora. Gengibre na ponta da chibata. Mas ela pode ser... Ela pode ser em números...

coisas, mas ela pode ser um sinal de algo não tá indo bem neste emocional mais profundo. Por exemplo, esse homem pode tá com cobranças muito exageradas que leva a uma que a gente chama de uma ansiedade de desempenho e que essa ansiedade de desempenho desencadeia um mecanismo de perder a ereção. Problemas do trabalho. Problemas do trabalho, outros problemas mais, mas não quer dizer que ele tem um problema no mecanismo físico da ereção. Entendado, tá no psicológico dele.

É uma coisa psicológica e a ereção está sinalizando. Por exemplo, ela pode estar sinalizando que ele está se cobrando demais. Ela pode estar sinalizando que ele está querendo viver uma coisa muito idealizada, muito perfeita e que as relações não são assim, que a vida tem altos e baixos. Ele pode ser um homem, por exemplo, que é muito ansioso com tudo, né? E que tem essa ansiedade do desempenho nas variadas áreas. A gente está num mundo hoje que cobra muita performance da gente, né? De homens, mulheres, qualquer gênero, de todo lado.

Então pode ser que é um homem que cobra uma performance muito grande e isso pode estar dando um sintoma sexual de dificuldade de ereção na hora do sexo. Mas você acha que só conversado com a psicóloga ou com a parceira também é interessante? Com tudo, né? E às vezes não só conversar resolve, né? Então às vezes ele vai para o consultório, ele tem isso na consciência. Ele transa, capo, capo. Ou, ou... Não, não, não, não.

não, com a psicóloga, não ele vai pro consultório às vezes ele vai com a parceira dele vai o casal pra nosso atendimento é um tabuzão, né? é um super tabu, às vezes ele vai individualmente às vezes ele chega primeiro no consultório do médico urologista, né? e aí às vezes ele toma olha que ele faz os exames, tá tudo normal tá tudo normal, e às vezes ele toma até a medicação fala que isso aqui é só uma manchinha tá tudo normal

E às vezes ele usa, ele vai lá e toma a tal da medicação, das medicações, e a medicação às vezes não dá o efeito desejado, porque tem alguma questão mais profunda emocional. Ou às vezes o médico identifica que não é uma questão física, e aí manda, encaminha para o psicólogo para fazer um trabalho conjunto. Usa a medicação por um tempo, mas precisa trabalhar essas questões emocionais para que ele fique livre. Mas é importante conversar com a parceira. Com certeza. Não está preocupado.

Não, é que é o seguinte, eu já tive esse problema porque eu tinha um pinhalzinho, tinha uma moça que a gente namorou e tal, ela era muda então eu nunca sabia se ela tava gostando ou se ela tava reclamando É piada Eu não sabia se ela tava gostando Isso te atrapalhava Eu não sabia Não sabia

Aí atrapalhou um pouco o relacionamento. Entendi, entendi. Não, mas essa situação aí que você tá falando... É difícil. Por exemplo, às vezes a pessoa tá num burnout, né? Sim, pode ser. Também, né? Então, às vezes ele tá ali nesse momento de exaustão, de cobranças exageradas. Então, assim, a gente tem todo um mundo que favorece muito a gente ter dificuldades. E dificuldades sexuais. Aqui eu falei da dificuldade de ereção, mas, por exemplo, no universo feminino...

A gente pode ter uma mulher com dificuldade de se entregar para o sexo. Por exemplo, ficar à vontade no sexo. Meteu o iFood no sexo, se entregue. É, e pode ser, nem precisa ser um delivery. É o iFood. Pode ser o cara, pode ser o parceiro dela de longa data, ou a parceira dela de longa data. Mas é difícil. Mas ela não relaxa. É tipo reprimida, né? É.

na verdade ela fica ali muito tensa pode ser, a gente pode falar até meio reprimida mas assim, ela fica muito tensa ela não consegue ficar confortável e aí vem a dificuldade de orgasmo então, pro homem é ereção pra mulher seria o que? pro homem não só ereção, o homem pode ser eu usei essa como exemplo, mas ele pode ter por uma série de questões também, a dificuldade de ejaculação que a gente tem a gente quando pensa em ejaculação, pensa só em ejaculação precoce, né, que é quando viu já foi, mas não e aí

Tem aquela que não vem. Tem a que não vem. E isso é dos novos tempos. Você tá sexólogo. Aí o cara cansa. Cansa. E isso é dos novos tempos. No passado, se a gente pensar em duas, três décadas atrás, não era tão frequente como hoje a queixa masculina de não conseguir ejacular e chegar ao orgasmo. Não era mesmo.

Agora, com essas cobranças cada vez maiores de desempenho e de performance, e o homem também pensando em dar prazer pra quem tá ao lado, vira uma confusão ali que às vezes ele não consegue ejacular. Você acha que isso mudou, Laura? O lance é assim, o homem antes não tinha tanta preocupação de dar prazer...

certeza, e isso é dos novos tempos. Se a gente pensar, vamos estar um pouquinho mais atrás, 50 anos, o prazer feminino não tava na mesa não, como tá agora, né? As mulheres direitas, vamos pensar mais atrás ainda, né? Na época das nossas avós e bisavós, mulher direita não podia sentir prazer nem ter orgasmo. A cultura falava que a mulher não tinha direito ao prazer. Isso é dos novos tempos, das últimas décadas, né? É, realmente era um papai e mamãe coberto com lençol.

Conheço o casal, voz dos amigos meus Não, era um furinho no lençol É, já ouvi falar esse papo aí Então essa conquista Eu não vi a outra pelada Essa coisa da mulher Porque ele era cego Exatamente, o Magela Eu tô falando do Magela

E hoje tem essa preocupação, né? Não, então, hoje a gente tem uma nova mulher e um novo homem. Se a mulher não tiver tendo prazer, o cara fica mal com aquilo. O cara, caramba, só eu? Cheguei no orgasmo antes, nem sei se ela tem prazer. Então, e aí foi de um extremo ao outro, né? Antes o homem, então 50, 60 anos atrás, nem tava na mesa a questão da mulher ter prazer. E hoje o homem cobra o prazer dessa mulher e dele mesmo.

Que ela tem que ter o prazer. E aí vira uma confusão de novo. Qualquer cobrança atrapalha tudo. Não necessariamente, e na verdade não é o homem, assim, se a gente for pensar certinho, ninguém dá o orgasmo pra outra pessoa. Porque o orgasmo está no corpo de cada um, né? Na verdade, a pessoa precisa descobrir seus mecanismos pra que tenha um encaixe do casal ali. Pra que seja estimulante. Então cada um precisa...

Exatamente. Então a mulher precisa se apropriar. Então, por exemplo, voltando na questão da dificuldade de orgasmo feminino. A mulher precisa ficar à vontade. Ela precisa estar confortável com a parceria dela, com o corpo dela. Ela precisa aprender a se masturbar. Porque tem muitas mulheres que têm vergonha ainda de se masturbar. De mandar o DJ. Não querem ser DJ. Não.

E aí é um conjunto de fatores. O David Grela. O David Grela. O cara mandou mandar um DJ. É, ué. É, o David Grela é um scratch. Puta que parou. E quer saber uma outra coisa? E pro homem é mais natural pela cultura. E também eu gosto sempre de falar que anatomicamente também é mais natural pro homem. Por quê? Se a gente pensar lá na infância, um menininho com dois anos, quando ele começa a tirar a fralda e fazer xixi, ele começa a manusear o pênis. Então...

E às vezes já fica meio durinho. E aí vocês têm uma facilidade com o órgão genital enorme. Porque toda hora... É íntimo, é muito íntimo. Essa facilidade é tão grande que hoje o pessoal tá pegando nos outros. Exatamente. E tão fácil que é. Tá pegando do brother. Tá porra, debaixo do meu. Preciso ter um outro aqui pra...

É, mas com a mulher não é assim, né? Com a mulher, a menina, quando tira a fraldinha e a cultura... Esquiar com os dois brothers. É, é o remado holandesa com dois remos.

Não, porque assim E sabe o que é muito louco, Laura? Que quando a gente é moleque, né Tinha muito tabu de falar com os pais, com a mãe Sobre isso, né? Mas você descobre Aí você é moleque, você tem lá seus 15 anos Você fala, caraca, mano, eu tô batendo punheta demais Aí você fala, quando eu fizer 18 Vai parar Aí você faz 18, você fala, gente do céu Eu tô batendo punheta Mas quando eu casar, vai parar Aí você casa, você fala, caraca, parece que eu tenho 14 Esses estão. Esses estão.

Mas é que ela fala engraçado, pô, homem é mais fácil desde novo, né? Porque a mulher, quando a menininha quando tira a fraldinha, não começa, né? Ela não necessariamente, ela vai tocar a região vaginal o tempo todo, ou tocar o órgão de prazer dela, que é o clitóris. O homem já tá ali pra fora, né? O homem já tá ali. Um amigo meu perguntou se é normal o homem casado se masturbar.

Com certeza. Isso eu falo aqui no livro também. É super natural e é saudável que as pessoas tenham. E a esposa não pode ficar brava com isso. E a esposa também pode se masturbar. Eles podem se masturbar juntos. Um masturbar o outro. A mulher desse amigo meu pegou o que você tá fazendo. Ele falou que tava pensando em você. Mas não tem como, né? Se o cara toca uma pensando na esposa tem que ser preso o cara desse.

você pensa em qualquer coisa pode ser e a minha esposa acha que você tá pensando em uma coisa melhor que ela não, você tá pensando em qualquer coisa qualquer coisa na tia da limpeza, você tá só aquele fetiche do bairro, entendeu? tá é, a imaginação ela é livre, né? é

da Jéssica Sanfona, sabe? Caralho, desespero é esse. A Jéssica Sanfona já amava. Ela andava a perninha e fazia assim, parece que ela estava fazendo uma sanfona. Jéssica Sanfona.

Não entendi, Laura. Então, a mulher tem essa... Tem. Culturalmente, e também tem a coisa do homem. Biologicamente e culturalmente. E a criação também, tá? E a criação. Então, a cultura veio e falou que a gente, lá atrás, né? Que a mulher não podia. A cultura brasileira falou muito nisso, que a mulher não podia. Aí, a mulher foi conquistando. E hoje, o que a cultura nos diz? Que podemos, sim, né? Devemos viver o prazer. É revolução sexual.

Sim, e que aí podemos e devemos viver o prazer como a gente quiser, na nossa intensidade, com limites, claro, né? Que eu sempre gosto de dizer, a gente só deve ir até onde aquela prática não nos fere, nem física, nem emocionalmente. E não fere a pessoa que está ao lado. Essas unhas com gel tá complicado. Unha com gel fere. Não, mas não fere mais do que a unha natural, não. Não fere muito mais de boa. Esmentou as duas já. Não, parece que aquela moça mostrar a unha dela depois. Aquilo não fere.

Unha humana. Podia arregar, você é moleque. É puta unha de tigre. Você perde a prega, ganha uma estria. Putas, que paroca mesmo.

Unha de gel é mais de boa. A minha filha, por exemplo, tem a unha... Que isso? Calma, gente. Que isso? Calma, gente. Só falando de uma coisa pra minha filha. Meu Deus. Ela mandou muito errado. Meu, mandou muito fora do tempo. Muito é muito. Não, não manda errado. Minha filha vem me dar beijo, às vezes vem falar comigo, põe a mão. Eu falo, filha, tá cortando essa unha no meu rosto. Oi, pai, faz assim pra me apertar, sabe? Aham.

Porra, cara. É um é D? Um é normal. Um é natural, tá? Porra, parece uma faca, cara.

Aí eu sinto que unha de gel não machuca. Agora a unha, a unha, a unha, a unha. Você tá falando no rosto, né? Ele tá falando no olho da goiaba. É, no furo do... Não, que olho da goiaba. É a máquina de churros. É o que a gente tá falando. Você tá viajando, cara. Toca da topeira. No peito do Fidel. Não, eu tô falando de unha, unha de gel. Mas aonde tá essa unha?

Ele já tá na unha sexual, né? Porque ele é um pervertido. Ele tá no fio terra já. Não, o amigo meu perguntou. Isso. Enfim, mas hoje, né? É que não é no sítio, é no cercado, né? No cercado. E hoje a gente pode até falar, né? É, no cercadinho. No sítio é o miolo, amigo. É, sabe que você pega o bolo, você bota o dedo na água, no champanhe e passa... Sim.

Nossa, que arrepia até os pios da orelha. Vem, né? Aquele risco da solda fria, né? Aquele risquinho ali. Tá bom, Elas. Nossa, assim, é. Mas é gostoso. É gostoso. É diferente. Mas hoje a gente tá mais aberto até pra poder falar disso, né? Mas que bom, né, meu? Em vários lugares, que bom. Que bom, pô.

essa nova abertura, a gente vai vendo que todos os gêneros, todas as formas de viver a sexualidade, tem abertura para viver o prazer. Que é o que você falou antes e a gente nem comenta, nem falava nem falava disso. Mas a gente tem... Cada uma na sua, você não comentava com ninguém. Ninguém. Zero.

Mas aí eu trago aqui no livro que assim, a gente tem dificuldades sexuais, porque daí a gente sai daquilo, que não podia ter sexo, não podia, não podia, não podia. E hoje parece que a gente vai pro extremo do tem que ter, tem que ser assim, tem que ser assado, tem que ter muito desejo, tem que ter muito prazer. Mas eu ouvi dizer, não sei se é verdade ou não, que hoje em dia tipo a molecada não tá mais tão ligando pra sexo.

Os mais jovens. Não só a molecada mais jovem. Esse é um tema ótimo pra gente falar. É, foi o que eu fiquei sabendo. Você tem toda a razão. Eu lembro que eu... Sim, tem. Eu, moleque, irmão, eu via sala especial, eu batia 15 bronhas. Meu parceiro... Eu quase faleci. Eu tive três AVC. Eu tinha uma professora de ciência. Desesperado. Nancy. Ela tava pra se aposentar fazia um mês. Caia o giz dela no chão, no que levantava.

Não, o pingueiro já... Não, é que eu falei, a gente era desesperado. Então. A revista, minhas épocas de revista. É a revista preta e branca. Era a preta e branca que mostrava uma beiroca da Aurelva. É, isso aí. Não tinha? Era biquíni. Mas você acabava com aquilo, velho. Cara, quando passava aquele programa na Band, que era Emanuele Veneza, Sexta Sex, era golpe atrás de golpe. Porque eu já sabia que ia passar.

Aí eu sabia que meu pai ia assistir escondido na sala. Ah, teu pai? É, meu pai assistia. Meu mãe já tava no quarto. Ele vinha pra sala. E a TV era aqui. E a sala de jantar era a mesma sala. E eu ficava embaixo da mesa de jantar. Ai, que cheia da puta, velho. Esperando meu pai chegar. Aí ele ligava a TV e deixava no mínimo com o dedo no botão. Se minha mãe apareceu, você já desligava ali, entendeu? Então era golpe atrás de golpe.

Ele achando que tava enganando minha mãe, eu tava ligando meu pai. E daí tá aqui, ó.

Mas isso é verdade. Hoje em dia a molecada quer saber menos. Então, esse tema que você tá trazendo é super importante. Eu ouvi dizer isso. É, e tem estudos falando sobre isso. A gente tem olhado pra isso cada vez mais. E não só na molecada. Eu vou falar da molecada. Mas tanto os meninos contra as meninas também? Meninos, meninas, jovens. And, né, que eu acho que é um assunto pra gente falar aqui. Adultos também. Nós estamos num momento em que o desejo anda em crise.

Eu fiz até um curso que eu vou falar com vocês também sobre desejo sexual. Que legal. Que a Capitão é lançando por agora pelas redes sociais. Estou vendendo esse curso pela internet. Bacana, bacana. Pra gente olhar mais pro desejo e aprender um pouco mais sobre os mecanismos de desejo. Mas é um tema da atualidade que tem livros sobre isso. Filósofos, psicólogos, estudiosos, todo mundo olhando. O que que tá acontecendo? E não só brasileiros, né? De fora também. O que que tá acontecendo com o nosso desejo?

Então, começando pela sua pergunta, Bola. O que aconteceu com o desejo do mundo jovem? O mundo jovem ainda tem um empurrão hormonal, meninos e meninas, né? Queremos, ainda tem tudo isso. Só que tem uma série de outros interesses que, às vezes, não estão colocando o...

É pra mim, né? O café. Obrigada. Abre o café. Nossa, quanta coisa. Tá ótimo. Então tem uma... Pode tirar as coisas lá.

Pronto. Tem uma série de outros interesses. É o 6-7, né? É a geração 6-7. É a nova geração que tem uma série de outros de foco. O foco vai indo a libido, que é o desejo. Live no TikTok. Esse é o grande problema. Vai virando pra uma série de outros lugares e não necessariamente só pro sexo. Então, assim, o sexo, ele tem um lugar especial ainda na iniciação sexual.

Mas, além de a gente ter aí uma série de outros interesses, a gente tem também como um sintoma dessa sociedade cobradora um jovem que se cobra muito. Então, a gente já tem um menino e uma menina de 15, 16, 17, 18 anos com dificuldade sexual, que não era numa outra época. A gente já tem um menino, pode falar, com dificuldade de ereção, com dificuldade com a ejaculação.

O meu questionamento em você tocar nesse assunto, mais uma vez, por eu ter filho adolescente, a gente acaba observando. E não só os filhos, os amigos, você fica observando o comportamento deles. Da molecada. Pode ser verdade, Laura, que você falou sobre essa falta de desejo, esse estímulo, mas eu acredito, aí você vai dizer se é verdade ou não.

Pela banalização. Isso também. Música. Então é um conjunto de fatores. A facilidade de acesso. O nosso acesso era muito difícil. Você viu, o Loussinha que tá de badamento. Então toda essa dificuldade transformava aquilo num momento monumental. Agora é muito fácil. Pra namorar de mão dada, pai e mãe olhando. Hoje em dia tá muito... Banalizado. Tá banalizado. Gente, tem inúmeros fatores. A banalização... Na baladinha.

Os caras não tão com aquela conversa mais. Vem conversar. Já beija já. Não, nem conversa com a menina. Espera no banheiro. Na hora que sai, já puxa pelo braço, quer beijar na boca. Nem sabe se ainda tá chupando pinto no banheiro. É um absurdo esse negócio. Mas é mesmo. Não sei como você chama. E nessa banalização... Chupisco. Minha mãe chama de saudade. E tem uma...

Leve e refrescante, intensa e encorpada, dos sabores tradicionais às novidades do momento. No Pão, você encontra uma curadoria especial de cervejas nacionais e importadas, em parceria com a Ambev, para brindar em qualquer ocasião. Cervejeiros do Pão, tudo de cerveja com quem é especialista em sabor.

Começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Não, caralho, velho. Enfim. Mas, risada essa parte, nessa banalização, tem ali uma série de ingredientes que vão entrando e que é da atualidade, por exemplo, as mídias sociais. A internet, as redes sociais, etc, etc. Que ajudam na banalização e tem a tal da questão da exposição.

Hoje a gente expõe muito tudo. E por mais que a gente fale, os educadores, eu sempre falo pro mundo jovem, se expõe a menos, né? O jovem também expõe muito. Então a gente também tem um menino de 15, 16, 17, 18 e uma menina que vão lá pra balada, fazem, acontecem e ao mesmo tempo...

Podem começar a ter uma dificuldade sexual e têm vergonha de serem expostos naquela dificuldade. Então, a gente tem meninos, por exemplo, escuta relatos de meninos que não querem se colocar na situação sexual... Já para não ter problema. Por medo de não ter um problema e de ser exposto.

com aquela pessoa, né? Então, sei lá, o menino vai sair com a menina, aí ele vai ter uma ejaculação, ele tem uma ejaculação precoce e uma dificuldade de ereção. Já, a menina vai contar. Ela vai contar pra quem? Aí ela vai botar nas redes, aí ela vai não sei o que. E isso acontece, gente. Menina, mesma coisa. A menina sente dor na penetração ou não tem orgasmo. Será que vai falar de mim? Será que vai colocar... Ah, ela é fraquinha, não transa bem. É.

então, tem assim o povo ligou a homem, fala homem, é tudo ligado não, mulher fala também mulher fala também, então assim e homem fala de homem e de mulher, não tem essa mas tinha também antes, mas é que hoje você pode expor pra é que hoje a gente tá muito expondo tudo era sala de aula ali, é

Então a banalização que você trouxe, conversa com a dificuldade no desejo, que conversa com tudo isso, conversa com o que você está dizendo, que a balada, a pessoa vai lá e transa para tudo quanto é lugar, toda hora. Está fácil. Está fácil. Isso no mundo jovem, também no mundo adulto, mas é uma novidade do mundo jovem, estar tão banalizado, estar tão fácil, estar tão livre e estar tão amedrontado.

Porque a gente não tinha, há 30 anos, um menino com tanto... Ele tinha, sim, medos na iniciação sexual, mas ele se arriscava mais. Agora, se adicionou o medo da exposição. Que antes o medo era de conversar ali no grupinho e tal. Agora é uma exposição numa larga escala. É uma exposição nas redes sociais. Porque todo mundo expõe tudo, então... Por que eu não vou ser exposto também? Então, é um bololô. Se achar, sim, uma pergunta.

Expor o corpo. Mulher expor o corpo. E o homem expor o corpo. Você acha que... É bom ou não? Vamos lá, de novo. Por exemplo, mulher de biquíni. Fica porra, mostra a bunda. Aí o cara vai lá sem camisa, de sunguinha. Entendi. Tem gente. A gente precisa de uma coisa. Já que você tem filha pequena, não. Quantos anos ela já tá? Tem pequena. 14. Mocinha. Ela não é pra expor. Isso, eu também concordo.

Por quê? Não, claro, óbvio. Não, mas não é ela sua filha. Não, não, não tô falando. Se eu estiver falando com pais, né? Não assumem você. Não, só sua filha. Então, se eu estiver falando com adolescente ou com pais de adolescentes, eu vou dizer, gente, não é pra expor na adolescência. Espera chegar no mundo adulto. Por quê? Chegou no mundo adulto, aí você decide o que você vai fazer com o seu corpo, o quanto você vai expor ou não.

E aí você vai segurar a bucha também. Mas você vai ter aparelho psíquico e você vai ter… Estrutura.

Estrutura emocional pra segurar a onda. Exatamente. A sustentar a crítica. Adultização. Adultização tá vindo, que eu sinto assim, pra minha filha também, ela é adolescente, tá antecipando demais. A filha tá com 10 anos, né? 15. Na mesma coisa do carinho. Na minha rua casou com 13, irmão. Relaxa, não tá? Esse sempre foi.

Não, cara, só que assim... O que você tá dizendo é essa exposição toda e tal. Exatamente. Então, assim, por exemplo, a gente precisa tentar segurar. A maquiagem, a unha, a roupa, tudo de adulto e não de criança, não de adolescente. A roupa, a maquiagem, são os ensaios que as meninas, né, ficam grandes e tal. Mas essa questão de se expor com pouca roupa nas redes, isso a gente deveria segurar a onda e tentar que os filhos segurassem essa onda. Uma coisa que me chocou muito, não é piada, tá?

Foi formatora da minha filha e da toda a sala dela. E sentou a mamãe do meu lado e a filha dela tava bem na minha frente. A filha dela do lado... E, cara, ela tava com o vestido muito decotado. E na minha frente, porque eu tava na frente do teatro ali. Não dava pra olhar. Falei, meu, se eu ficar olhando... Cara, ela tava na minha filha, mas... Ninguém vai pensar besteira. Exatamente, cara. É que é muito difícil a linha tênue, né?

Aí a mãe dela vira e fala assim, mas também ela quer ser sexo, tem que pagar pelo preço. Falei assim, como que é ser?

Mas isso é natural nessa fase. Menina de 14 anos quer ser sexo, cara. Por quê, gente? Ela tem estímulo de alguém. Não, não só. A cultura estimula. A cultura como um todo. E meninos e meninas, na fase dos 14, 15, a gente foi assim também. A gente quer ser adulto. Quer parecer mais adulto do que é. E aí começam os ensaios com a sexualidade, com a sensualidade. Eu não queria ser adulto.

Então são dois momentos Uma coisa é ver qual que é esse limite Na roupinha Na festinha e tal Então uma coisa é esse limite Da roupa, você precisa ver ali até onde ir Mas é muito difícil segurar Essas roupinhas e tal Mas a questão que eu encaro E que eu acho que é um pouco mais grave Até do que a roupa Do dia a dia É a questão das redes É o quanto você põe uma foto ali Porque a gente tem que lembrar que Então você vai se sentir

Temos pedofilia nas redes. Tem muito tarado. Tem muita coisa ruim nas redes. E essa foto vai pra onde? Né? Esse vídeo que você postou ali vai... Aonde vai parar isso? Não, eu tô falando assim... E às vezes o cara que tá olhando ali, ele é do seu bairro.

Sim. Aí ela posta a foto de biquíni, o cara tá seguindo. Aí já sei que ela vai aqui. É um assunto super incômodo. É o maluco e... É doído. Eu acho assim, acho que a mulher, principalmente a mulher, não é uma questão de preconceito ou machismo, não. A mulher tem que pensar 50 vezes antes de expor o corpo na internet.

O menino também. Segurança. Mas a mulher, eu não sei porquê. Mas assim, o adulto. É machismo da minha parte, você acha? Não, talvez. Pode ser. Não sei, né? Mas assim, talvez porque... Tipo a Gabi, posta uma foto de biquíni, você ia gostar? Não, eu não ia gostar. Fala a verdade. Nem um pouco.

Eu acho que a galera não ia gostar você de sunga. Zero. Mas eu, por gostar de sunga, vai ter... Mas, por exemplo... Não, acho que até pode postar um dia de biquíni assim, mas depende da forma. A questão toda é o seguinte. É a forma. Não é a forma de biquíni, mas é a forma. É aquela foto de biquíni, se a mulher tá assim e tal, não sei o que, tem a foto. Agora, quando faz assim, ó. Não, e coloca a frase, coloca a frase assim, ó. Tudo posto naquilo que me fortalece.

Ela tá sentada na cadeira de praia lá, tomando um sol. É, ok. Tá com a família, beleza. Tá ali. Você tá entendendo, né? Entendi. Como é que você tá colocando... Niki Quimpino Rego. Aqui, ó.

É, aí fudeu. Já veio a frase. Aí fudeu, velho. Deus é maior que tudo. Aí fudeu. Então assim, é difícil a gente falar e julgar, né? Mas assim, o mundo adulto, cada um faz o que a sua cabeça mandar e pesa os prós e contras ali, faz e tal. Mas pro mundo jovem, a gente precisa dar uma segurada. E a gente como sociedade, como pais, como educadores, tios ou o que for, né? Tios, lá. A gente deveria tentar dar uma segurada pra que esse jovem sofra menos. Tomar mais conta disso, é.

Porque a exposição, ela é nociva. E, pra... Então, a questão do desejo nessa juventude passa por tudo isso que a gente tá falando. De tudo um pouco. Então, não é uma causa para a baixa do desejo. Então, né? Amarrando a história, né? É a banalização. É a facilidade. É o excesso de exposição. É o medo da exposição. É a multiplicidade de interesses. E, às vezes, é uma imaturidade. Simplesmente uma imaturidade sexual. Porque aí, a gente entra num outro ponto.

Vamos falar de décadas atrás também. Os caminhos que a gente tinha como sociedade, para a pessoa ir se formando como jovem e como adulto, eles eram, vamos dizer assim... Controlados. Hoje a gente dá mais boa vida.

tá mais confortável e o jovem fica mais tempo estudando fica mais tempo sem responsabilidade jogando videogame a gente quer dar pro nosso filho o que a gente não teve as vezes o jovem tá com 30 anos, ainda não começou a trabalhar não saiu da casa da mãe jovem de 40 jovem de 30

Tem amigo meu, jovem de 40 pra dar uma mãe. E aí vai, seguindo e tal. Então assim, antes a gente tinha, né, fazia 18, 20, 21, já tava tudo ali bem encaminhado com obrigações, com regras, com não sei o quê. E hoje as coisas estão mais assim, né, a gente tá dando mais boa vida pra…

Pra turma, pra molecada. Ao mesmo tempo, às vezes a gente tá colocando menos limite, colocando menos regra, dando mais boa vida, mimando demais, e tá deixando esse jovem ficar maduro e autônomo mais tarde. Fala bonito. Então ele maduro e autônomo mais tarde, também impacta no desenvolvimento da sexualidade. Eu me coloco nessa.

Não, não, me coloco. Porque eu acho... Eu me coloco nessa. Eu acho que a gente é a geração de pai de merda. Porque a gente quer dar tudo o que a gente não teve. Só que a gente não teve porra nenhuma. Entendeu, cara? Aí você quer... A gente não tinha. Eu acho que ter falta das coisas é muito importante.

Sim, a gente tem que dar limites. A gente tem aí psicólogos que trabalham aí com a educação e que falam muito sobre isso. Quando a gente tem que dar limite, tem que ter regra, tem que ter responsabilidade. Não pode tudo. A vida não é só balada. Não é balada de segunda a segunda. Não é festa. Não é só festa. Porque senão aquela balada não fica tão importante. Eu falo que eu lembro. É um moleque. Aquele momento não fica tão importante. Eu grava presente no meu aniversário. Aí depois, se eu passasse de ano.

Eu quero a bicicleta. Não, dia das crianças às vezes também. Mas era presente, mas é mais bobinho. Era bobagem. Uma lembrança. Eu quero uma bike.

Passa de ano que eu te dou. É isso aí. Era o que é isso. Seus pais estavam trabalhando o valor das coisas. Exatamente. Valor, responsabilidade. Hoje é a bike em maio. Em julho. Gainha moto. Botinha elétrica. Tô, Playstation novo. Exatamente. E que tudo isso, gente, não dá pra gente ficar só apontando culpados, porque a gente está numa sociedade do consumo. Acho que não. Numa sociedade de capitalismo. Não tô culpando ninguém, tô dizendo. É, mas... Tô dizendo como o que era comigo.

Sim, mas assim, o quanto essa educação mais rígida teve seus pontos positivos, negativos e tal. Mas hoje, se a gente olhar pro cenário hoje, a gente tá mimando demais. Em várias classes sociais, né? Tem as classes mais favorecidas, mas em várias classes sociais a gente tá mimando demais. E esse jovem, às vezes, uma parcela desse jovem tá demorando a crescer.

Tá demorando a ficar autônomo, tá demorando a ficar adulto. E a parte da sexualidade também é prejudicada. Você não acha que, por exemplo, desculpa, Eros, você não acha que isso veio dessa ECA? A ECA meio que bagunçou isso aí.

Foi. É eco o quê? A lei ECA. Não. Você pode falar? Não, não, não. Proibido, é proibido trabalhar. Não, não, mas não é a questão. Não tem essa parada? Não, mas não é nesse ponto. Porque eu acho que a pessoa amadurece. Eu comecei a trabalhar com 15 anos. Não, mas não necessariamente. Você tem vários... Hoje não pode. Não pode. Não, calma. A lei...

Pode ser menor aprendiz. Você pode fazer uma série de coisas. Tem uma série de coisas que não pode menor aprendiz. Você trabalhava, costurava, a molecada costurava tênis já com 14 anos. É, com cimento. Não, mas você pode fazer uma série de coisas, não necessariamente ou este trabalho, né, de carteira assinada que a gente não pode mesmo. Em casa mesmo, né? Em casa. É, em casa. A gente pode ter uma série de regras com esse jovem.

Ele pode aprender uma série de limites, uma série de coisas. Mas só um adendo. Porque, por exemplo, por que eu tô falando isso? Porque eu lembro... ...

que a lógica, chegou uma época da minha vida que eu falei, mãe, você vai ter que pagar o seu estudo. E ainda era segundo grau. Trabalha aqui, aí você, eu vou pagar com o seu salário.

Uma parte pra você ir de ônibus, comer suas coisas, um dia sair e tal. Mas você vai ter que trabalhar. Isso eu tinha, vai, 16 anos. Então, assim, hoje a lógica, e eu acho que isso é ruim, converso até com meu filho que tem 17, fazer 18 anos, e eu falo, ano que vem já quero ser eu trabalhando.

Por quê? Porque se você ficar focado 100% na faculdade, quando você entrar no mercado e trabalhar aos 25, 26, já tem os caras de 18 que já estão lá há 5, 6 anos, vão te atrapassar por cima. O jovem ficou adulto, ele já precisa ir se inserindo no mercado de trabalho. E aí hoje as pessoas, não, quero focar no estudo desse jovem.

ele vai entrar. Ah, eu vou, terminei. Ah, mas é pouco pro meu currículo. Eu preciso de um após. Aí mais dois anos. Quando o cara veio, o cara tá com 29 anos e o cara só estudou e não trabalhou. Exatamente. Então assim, a gente pode, então as leis, eu acho que as leis estão justinhas, né?

Mas a gente, como sociedade, a gente não precisa, a gente dentro da própria casa, com a menina de 12, 13, o menino de 12, 13, 14 anos, a gente pode ter regras, a gente não precisa dar tudo. A gente pode também frustrar os filhos. Eu faço muito disso. Pode também limitar na apresentaiada, no tanto de celular de última geração, um atrás do outro. Ah, quebrou, toma outro. Quebrou, toma outro. Calma, quebrou? Fica sem um pouco. Por que você quebrou? Você quebrou como assim?

Pô, a criança começa a gritar. Eu me acho um cara, eu me achava um cara descolado. Só que isso aí, eu tenho uma filha de 15 e um filho de 10. Eu com 10 anos, eu já sabia muitas coisas, né, já tinha visto revistinha, falei que meu filho já tem 10. Só que na minha inocência, esses dias bateu, falei, ah, meu filho não deve saber de nada. Eu falei, não, deve saber sim. Deve saber sim. E eu não sei, porque minha filha não conseguia.

Quando eu soube, ela já sabia das coisas, entendeu? Então hoje eu falo com ela, abertamente ali sobre sexo.

Só que assim, não teve esse momento ó, vou te explicar como que é, como é que funciona. Sabe, hoje a gente tá conversando como se fosse natural. Só que não foi. Não foi natural. Eu não sei como entrar nesse assunto com meu filho de 10 anos. Boa. Pra você entrar nesse assunto, você pode ouvi-lo.

o que ele já sabe, né? Ele às vezes vai querer... Depende, né? Tem menino que quer contar, mas hoje a gente tem um menino que quer falar, tem um menino que fica envergonhado, que não quer falar. Mas você pode abrir o campo pra conversa primeiro ouvindo o que ele já sabe.

você que tem a via do humor você pode fazer olha que linda essa moça, provoca não, você pode usar a via do humor também pra trazer os conteúdos e trazer as informações, agora eu gosto muito também, a gente esse livro aqui é pro mundo adulto mas eu gosto muito de gente se apoiar em, então

Você, pai, ler um livro sobre sexualidade de adolescente, sobre as informações importantes que o adolescente precisa ter, informações que a pré-adolescência precisa ter. Eu já lancei inúmeros livros sobre isso, sobre adolescência também e tal. Alguns esgotados, outros encontram por aí, mas não só os meus, tem vários. Então aí, os pais se informarem, porque os pais, por suas vezes, né? Todos os pais, a maioria, né? Não todos. Mas muitos não tiveram educação sexual na infância e na adolescência, então vão precisar ler.

Essa geração vai precisar ler, se informar pra poder trabalhar esses conteúdos da melhor forma possível. Pega um filho que tenha vergonha de falar disso, mas tem uns pais que também tem a vergonha de falar disso. Eu nunca tive esse papo com meu pai. Também nunca tive. Eu aprendi com um amigo mais velho na rua.

Por isso que eu acho que o caminho é a gente dar uma lida, a gente se informar. Hoje a gente tem bastante conteúdo disponível sobre educação sexual. Dar uma lida, né? Mas o que os pais já podem fazer? Que isso os pais já têm. Já têm valores, já têm ética, né? Então os pais podem passar isso já, né? Então, por exemplo, um valor que a gente pode passar pro menino de 10 anos, pra menino de pro que for, é sexo não é tapinha nas costas. A gente vai falar da banalização. É uma bunda. Não.

É enforcada no pescoço. Pro mundo adulto. Mas deixa eu entender. Tem mais pira na cara. Você já tentou conversar com ele, ou nem tentou ainda? Não, não. Eu tô introduzindo. O que eu falo pra eles é o seguinte. É assim, falo mais com a mais velha. Ó, porque hoje tem o acesso, é muito fácil. Você bota na internet, já vem uma parte de coisa pra você. Se você quiser. Você pode ler junto com ele. Então, o que eu falo pra eles? Ó, presta atenção. Vídeos, esses vídeos que aparecem aí,

Isso já tá legal. É equivalente a você assistir um filme dos Vingadores. Então, os Vingadores, a gente normal solta fogo pela mão, voa. Tá voando. Então, aquilo que aparece não é o normal. Então, não é o normal a menina tá com cinco caras. Entendeu? Não é normal isso. É outra vida. Filme é uma coisa.

E o sexo que é tapinha na bunda não é tapinha nas costas que eu gostei, mas o que eu tava querendo dizer é que assim o sexo não é pra gente viver principalmente na iniciação não é pra viver com qualquer pessoa então se quer quando quiser ter primeiras experiências, ser com uma pessoa especial no seu tempo mas a gente descobre sempre isso depois

é, então então você já vai adoraçando isso, né que o sexo pode ser um grande prazer só pelo sexo sim, mas deixa isso pra quando tiver adulto né, na iniciação escolher uma pessoa especial pra não cair na banalização, então tudo o que você escuta por aí, você pode trabalhar a partir dos 10 anos, sim, a partir dos 10 anos já dá. Mas vem cá, assim, por exemplo meu filho já teve essa idade, de verdade ele não tá preocupado com isso não ele nem gosta das meninas agora Então.

Ele o que? Nem gosta das meninas agora. Aí é outro problema. Não, não é não. Essa fase, eu percebi assim. Cada um é um, né? Não, não, mas assim. Não, em 10 a 12, assim, os moleques nem querem estar com as meninas. Tô falando besteira? Então, tá aqui na minha cara.

A gente se baseia sempre na gente. Eu não gosto nem das meninas. Meu irmão é 17 anos, mas ele que eu. Mas pode ser que ali é um comecinho. Porque ali é a pré-adolescência. O empurrão hormonal vai acontecer por volta dos 11, 12. Mas porque é quando começa a ter a ejaculação espontânea. Em média, com 11. Você acorda, você acorda colado na cueca. Mas em média, o que eu vou fazer com isso?

Que é o amadurecimento dos genitais, né? Você sonha. Com 11 e 12. Mas assim, quando fica mais no pico mesmo, de fato, é por volta dos 15. Mas pra cada caso, é um caso. Agora, fechando esse assunto, desejo, né? Pra gente falar que eu acho que é importante falar do desejo no mundo adulto, que também é um problema nos dias atuais. No mundo jovem, o desejo tá atrapalhado por todas essas questões que a gente tá falando. E no mundo adulto?

Que é a temática desse meu curso que eu tô lançando agora online. Enfim, quero divulgar pra vocês também. Legal. O que que tá acontecendo no mundo adulto? Porque assim, a gente tá transando menos. A gente tá sentindo menos desejo. A gente tá com mais dificuldade sexual. A gente tem ido mais pros consultórios. E tem buscado mais meios de viver mais o desejo. O que está acontecendo com o mundo? Só se for uma maneira geral. A gente tem mais preocupação.

É, eu tô falando sociedade em geral. Aí vamos lá, o que você acha? Traz. Eu acho que hoje em dia as pessoas têm mais preocupação. Cara, eu não sei. Tem mais, sabe, assalto, sair na rua, segurança. Não sei, a pessoa não tá pensando tanto. Ah, eu discordo. Eu não sei se eu tô no ciclo da texto.

Mas eu vou falar pra você, cara. Você quer todo dia. Você é o meninão. Não, não, não. Você é o Kili Bengala. Você é o Kili Bengala. É todo dia, entendeu? Mas eu tô bem… Não dá pra comparar com a infância, né? Com a adolescente. Morava em piauzinho. Não, não. Vamos falar do mundo adulto. O que vocês acham que tem? Isso, as muitas preocupações na cabeça. Eu acho que eu já atrapalho um pouco. Você acha que o ciclo de testosterona ajuda? E você?

Carinoca. O que você acha que tem acontecido? Por que diminuiu? Ou você acha que diminuiu ou não? Assim, pensando em sociedade como um todo. Eu acho que é a oferta. A banalização e a oferta. Claro, a escassez é que traz a... Eu acho que a gente tá vivendo um surto de dopamina.

E acho que você como profissional deve ser um assunto mais abordado hoje. Um surto no sentido de muita coisa dando, né? Produzindo, fazendo a gente ter... Comidas altamente palatáveis. Celular que estimula demais. Sabe? Sim. Essa ansiedade, eu acho que o mundo tá vendo um surto.

Tem excesso de... De dopamina. É droga. Tudo é feito para o pico. Tudo é feito para o extremo. Então, acho que a gente está com... Estou falando besteira? Não, todos estão certos. Vou começar aqui, que é a parte mais simples.

testosterona é o nosso principal hormônio do prazer, masculino, feminino também, o feminino tem alguns outros hormônios, mas são os hormônios sexuais, comandam, são o substrato, a base pro nosso desejo. Tô subindo a ancheta de quinta. Então, quando a gente tem uma dificuldade com o desejo...

não é que você quer subir a chiqueira de quinta eu vou te passar o contato do doutor Arthur puta isso Giovana ligou pra ele e falou para ou me dá também ou para ela falou ou me dá também mas ele é o que

É, o médico... Ouro. Nutrólogo. Não, não, não. De tudo. Ourologista. Médico de tudo. Biomédico, nutrólogo. Já sei. Existe médico de tudo. Não, cara. Sei lá. Clínico gerado. O médico não é o urologista. Ele... É o certo, né? É o nutrólogo. Não, não. Ele é. É, tipo se for endócrino.

Mas ele é endócrino mesmo. Todas essas especialidades. E gostoso. Puta cara bonito. Mas ele tem enriquece. Peraí, você acha que eu vou comprar monjaro no Paraguai? Você tá de sacanagem. Não, porque, doutora, vou falar uma coisa pra você. Eu tenho o meu filho, e eu acho que ele tem um radar. Que ele não tá aqui. Tô em casa, ele não tá. A mulher tá lavando a lua. Aí eu chego pra dar uma encoxada, ele brota do azulejo. Vai pra pagar a mãe. Ele brota, cara.

Pra dar uma parada. Cara, ele brota. Aí você vai passando o tempo, você vai passando dois, né? Ai, que raiva. Você começa a trancar ele no quarto. Não, ele vai no banheiro. A gente vai ter... Vamos no banheiro que ele não vai entrar. Ele bate na porta e já entra. A minha esposa vai... Tô cagando. Ele fala, eu gosto do cheiro. É nessa pegada. Não, é nessa pegada. Aí...

Não, não larga. E gosta de dormir na minha cama também. Eu gosto de dormir na minha cama. Porque você deixou. Deixei, mas tudo bem. Vamos lá. Aí, aconteceu o quê? Falei, vamos na psicóloga. Psicóloga, psiquilicóloga, psicóloga. Falou assim, ah, mas você perdeu tesão. Falei, não perdeu tesão. Não tenho tesão. Tenho tesão. Não comecei a atrasar com o moleque grudado. Nós quer comer esposa da gente. Nós quer comer esposa dos outros. Até quer, mas quer comer a nossa também. Tá entendendo?

Só que o moleque tá do lado. Ela falou assim, mas ele tem que entender. Ficou, tem que entender. Aqui, toma, cuzão. Olha aqui. Não tem como, cara? Não tem, cara. Ah, mas espera as crianças dormirem. Falei, as crianças dormem depois que a gente. Tem que botar pra dormir antes. É só tirar a tela, corta antes. Então, caramba. Mas eu falei, ele vai dormir. Eu fiquei do lado dele. Ele vai dormir, ele vai dormir. Tem que botar pro pai. Eu dormi pensando que ele ia dormir. Aí eu pordei ele aqui, ó. Dormiu, né, pai?

aí mudamos tudo aí fui no médico, né, no doutor Arthur, maravilhoso aí, tá, testosterona, não sei o que papapá vitamina D olhou todas as vitaminas aí tá

Tava ali, dormindo de conchinha, que conchinha também pro homem e pra mulher é diferente, né? Conchinha pra mulher é aconchego, proteção, carinho. Pro homem é sexo. Não, pro homem é braço dormente, cabelo na boca, pau duro. É isso. Eita, cara. Braço formigando, tô infartando. Cara, a gente sabe que o braço vai morrer. Tô infartando, caralho. O braço vai morrer. Paralisa.

O braço, você tem que acordar de manhã pra mijar, tem que resgatar o braço pra ele vai mejar. Paralisa. Aí você vai, você sai aqui, aí você vai levar o braço. Aí você vai mijar. Os olhos tá tudo torto porque o cabelo tava na cara. A mão boa você apoia na parede. A mão que tá morta, você segura a birroba que tá... Mija tudo fora. Mija tudo fora. Aí as mulheres brigam com nós que nós mijamos fora. E elas falam o quê? Mas foi culpa da conchinha. Mija sentado.

Não dá pra mijar sentado. Só que a gente tenta que eu não quero treta. Eu não quero. A minha esposa vai acordar, tomar café e tretar. Pra ela ir pro trabalho mais tranquila. Não, eu não quero. Eu quero viver. Mijar sentado não dá. Mijar sentado não dá. Porque é o seguinte. Aí você fala, meu, o que eu faço? Eu vou de ré? Como é que faz? Aí você vai de ré. Só que você vai aqui, ó. Ai, você...

Aqui, quando era pra ficar duro, não ficava. Agora que é pra ficar... Pra mijar, é. Aí você mija de três. Aí não dá. Você põe a mão no chão e mija de um.

Não, tá difícil Tá difícil Entendi o drama Como a gente se emige de três, velho É, porque você fica assim, ó Tem por o pó pra baixo Eu já fiz isso também É, gente, você se emige de três Aí tá bom Já aconteceu isso comigo, já Aí eu tava na cama, acordei de madrugada Foi o único jeito Não foi só eu que acordei, né Acordei, a biroba já acorda junto

Minha mulher tava ali. Mas a testosterona tava agindo. Tava. Mas a minha mulher tava aqui de conchinha. Ela tava muito sexy. Calça de moletom. Pantufinha de dedinha. Toquinha de cetim na cama. Puta! Eu não aguentei, não aguentei. Olha que você viu. Falei pro lado, moleque já tava na cama. Falei, ai meu Deus do céu. Vê então, velho. Aí eu falei...

Eu já tava devolvendo. Eu falei, tá dormindo, tá dormindo. Mas no quartinho dele? Não, não é a cama. Ele saiu do quarto dele, quando eu acordei, eu tava de virou badulho. Ele foi pra cama, tipo, aí ele teve um pré-sono e foi pra cama da... Isso. Aí eu falei, eu olhei, tá dormindo. Mas no meio dos dois? Não, não, não, no canto. Ah. Falei, tá dormindo, tá dormindo. Você tem chave na porra do quarto? Não, mas ele tem que sair dali.

Então, calma, aí... Bom. Ele precisa sair desse quarto. Enfiou no tomba? Cadê a chave do quarto? Tem que tirar esse menino do quarto. Só que é o seguinte...

Seguinte, o moleque brota do nada. Tirei ele, levei na cama. Tranca a porta. Dormindo. Levei na cama, dormindo. Liguei lá o que ele gosta lá, que é o patrulha canina. Botei pra ele, patrulha canina. Sabe qual é a patrulha canina? Sei. Botei patrulha canina, não sei o que. Aí vai, amanhã tem que acordar, né? Aí vai, xixizinho, não sei o que. Papai, você começa... Ele abrota, ele abrota. Parece que o Marshall, da patrulha canina, vem no ouvido dele e fala Tão querendo comer tua mãe.

vai lá bom, então resumo é difícil eu vou reforçar o que a psicóloga dele falou agora mais velho tá mais fácil foi no integral o que? ele vive no integral o que que é integral? integral, eu coloco eles seis da manhã ai

no colégio integral. É, entendi. Foi no integral. Tá, lógico. Aqui, ó. Pede aqui. Já pôs, cara. Foi no integral. Ele faz futebol, judô, capoeira, jiu-jitsu. Rugby. Tudo. Rugby. Tá, então ele tem uma agendinha pra vocês poderem ter liberdade. É louco que a noite é difícil, porque ele tá cansado. Mas, voltando pra testosterona... Boa, boa, boa.

Aliás, tem que comprar a minha que acabou. Vamos lá. Aí, né, quando a pessoa tem a baixa do desejo, mulheres e homens vão para os médicos respectivos e olham lá pra ver como é que tá o hormônio. Se tiver baixo, aí regula. Qual é o baixo? Qual é o número? Não vou saber falar o número certinho, nem sei. Você tem que tá no 500, meu irmão. Não, calma, calma. Não, não é assim, não. Cada um é de um jeito, tem uma combinação de fatores. Ela é mulher, ela não sabe.

Não, peraí. O que é importante a gente dizer em público? Tem uma combinação de fatores e não dá pra gente falar e precisar de tal. Tem que ter um número, tem que ter ali a combinação. Posso eu perguntar pra IA? Eu vou perguntar pra IA. Nem necessariamente pra IA. Porque o que a gente tem que fazer? Não dá pra usar hormônio indiscriminadamente também.

É isso que é leviano a gente. Qualquer coisinha a turma tá botando no nome. Não, e ficar tomando, por exemplo, ciclos e ciclos e ciclos. Não pode, pra cima de 500. Sem acompanhamento médico. Olha lá, já tá colocando os valores ali. Pra cima de 500. Bateu 700? Tá, mas vamos lá. Nossa, bateu 700? Gente, o que é... Fica aquela maçã do amor bonita. O que é importante a gente saber? O importante é assim.

Tá com uma baixa de desejo. Capô de porfa, bate a água, escorre. Procura o médico e regula aí os hormônios sexuais. Só que vai ter todo um processo pra regular esses hormônios acompanhado com o médico, porque se perder a mão... Óbvio, óbvio.

faz mal. Não, tem que ser médico, médico, médico pelo amor de Deus. Não, a gente não pode brincar não, sabe por quê? Porque vai fazer mal mesmo pro organismo. Pode dar uma série de outros efeitos, pode perder o rumo ali da história. Os médicos é que vão explicar melhor. Na mulher também pode dar uma série de efeitos então tem a dose ideal. É, sim, lógico.

E assim, não pode passar daquela dose. Com exame. Tanto que você começa a usar o tal do hormônio, você vai medindo, média a cada três meses, a cada seis e tal, porque se passar daquela dose ideal, vai dar alguns efeitos, às vezes dá até efeito contrário do que se espera. E pra mulher dá muito problema.

Também. Não, também é de uma moça que eu conheço. Não vou falar o nome qual é. E a testosterona dela, juro por não, tu é piada, tá? 1.500 a testosterona dela. Natural. Barbuda. Acho que não. Barbuda. Barbudaça pelo aqui, ó. Então, tá lá. Meu parceiro, a gente tava na piscina. Ela tava tomando sol. Não é piada. Na hora que eu olhei. Não que eu quis olhar. Um perictossauro rex.

parceiro. Aumenta, né? A região genital. O quê? O quê? Cara, parecia o cotovelo do varejão. Resumo. Não é pra usar hormônio indiscriminadamente. Mas aí você regulou. O desejo é só isso. É verdade, eu fiquei assustado. Lictossauro Rex. Cara, parece o nariz do ratinho. Caralho!

Nasceu uma piroca na tia, né? Então vamos lá. Então assim, esse é um alerta, não usar indiscriminadamente, acompanhar de embrará. Mas o desejo não é só isso. Então às vezes o homem vai lá, regula a testosterona dele, a mulher regula os hormônios sexuais dela, blá, blá, blá, blá. E cadê o desejo? O desejo não veio ainda. Aí a gente vai cair pro outro ponto que vocês estavam levantando. Trocou o avatar.

Troca a skin. Troca a skin. Aí o buraco é mais embaixo mesmo e é complexo. Aí esse buraco é mais embaixo que eu não tô conseguindo. Não, aí é problema dos novos tempos. Nem jogando a canetinha você conseguiu. Nada, caputa. Eu tô tentando que não dá, velho. Aí, gente, a gente tá num momento de banalização, de cobrança.

De falta de tempo. De preocupação. De preocupação. De muito estímulo. Do monte de coisas que a gente quer fazer ao mesmo tempo. Um monte de prazeres imediatos. Então assim, a gente tá num momento em que o sexo, ele tá inserido ali. Ele tá disputando com muitas coisas. Mas assim, ele não tá mais inserido num campo de... De ser especial.

De cultivo também. De excepcionalidade. Os casais cultivando o gostoso de estar a dois, de estar ali naquele momento. É, muito bom. Né? E aí, a tudo isso se soma as cobranças das performances. Então, o sexo virou também uma performance.

Você tem que performar no sexo. Você tem que fazer isso, tem que fazer aquilo, tem que transar X vezes, tem que fazer assim, tem que fazer um show. Mas quem falava isso pra gente desde o começo, velho, não fica vendo um filme pornô, você se engana. Exatamente, é. Você é aqueles puta pirocão. Sim. O cara de ponta cabeça. E você não faz nada, você vai achar que você é um bosta. Tem uns que parecia um sorvete napolitano, a ponta era morango, o meio era caramelo e a base era chocolate. Não, dá até água na boca, não dá?

meu Deus do céu é porque muda de cor é muito uma coisa é um réptil mas não vou falar a performance do cara o tamanho do negócio é um casco

Então assim, a gente tem muita coisa atrapalhando o desejo. E pra gente resgatar, não é tão fácil assim. E tem também o lance, que a gente vai se descobrindo. E às vezes o parceiro é parceira, tem vergonha, né? De falar, ó, gosto de chagô. Tem.

entendo. É besteira isso aí, você tem que... Mas em linha geral, se a gente puder elencar, vamos pensar assim, pra facilitar aqui a vida de quem tá assistindo a gente, né? Se a gente puder elencar cinco fatores que são fatais ao desejo, a gente tem mais, mas se a gente puder elencar cinco pra não ficar muito solto, né?

Um, as cobranças exageradas que a gente tem, né? Pegando do que a gente tá conversando aqui, cinco fatores que a gente levantou aqui nesse bate-papo, que tem mais. As cobranças exageradas que a gente tem das performances, isso detona o desejo. Boa. A banalização do sexo tá muito oferta, tá tudo muito fácil, tá tudo muito isso, muito aquilo.

os compromissos também exagerados o tempo que a gente fica nas telas que a gente não fica dedicando a outra pessoa, curtindo com a outra pessoa isso também impacta muito, isso aí o veneno da humanidade as questões físicas também como é que está a nossa saúde como um todo que inclui hormônios e que inclui todo esse resto o veneno da humanidade

E um quinto momento que é o cenário atual. Que é esse cenário que a gente vive em que, assim, a gente tem que tudo se inscrever ali num nível de excelência. Tudo vira um... Tem que ser assim, tem que ser assado. Um monte de regras, um monte de tudo. E aí o sexo vai perdendo a espontaneidade. Os casais, por exemplo, ah, férias, férias tem que ser assim. Final de semana tem que ser assado.

O casal tem que fazer isso. Então é muita regra de tem que ser, tem que ser, tem que ser. E acaba perdendo a graça. Perde a graça e perde o descontaneidade. Burocratizou o relacionamento. Exatamente. Então a gente tá num mundo com dificuldade de desejo. Eu ainda digo assim, ó. Tá difícil pra gente fazer essa semana, mas ó. Vamos armar, que tal. No passeio a gente vai, né? É. A gente vai viajar lá. Não, cara.

E gente, não é fácil resgatar o desejo perdido. Por isso que eu tô lançando esse curso. Não é fácil. É o curso sobre desejo. Nas minhas mídias sociais eu tenho links lá no Laura Miller. Então põe o arroba da Laura aí, por favor, Isaac.

No meu Instagram tem, Laura Miller Oficial. É um curso que eu mando o link. A gente tá vendendo pelas redes sociais. Tem um link na bio. E é um curso... Quanto que tá, Maria, esse curso? E tá na descrição desse episódio. 69,90. Tá de graça. Tá, não é caro. E tá na descrição, tá? Tá na descrição. 69, muito bom. Foi essa que eu achei. Lógico.

A ideia foi brincar um pouquinho com isso. É 69 e pode fazer um 90. E tem o 120 também, né? Tem o 120? Como é o 120? É 69 com uma garrafa de 58. Não, eu só tô sugerindo o 69. E tem o 68 também. Como é? Você me chupa, eu te devo uma.

boa, boa eu tô nessa e aí são algumas aulas ali pra gente entender um pouco sobre tudo isso que a gente tá falando, sobre as questões físicas as emocionais, as comportamentais e qual é um começo de conversa e às vezes a pessoa vai precisar chegar em profissionais até o curso fala disso vai precisar buscar o médico pra ver como tá aí pra esse especialista, pro psicólogo até o urologista

urologista, ele faz esses encaminhamentos também, mas a gente precisa falar mais abertamente principalmente com menos tabu o homem tem tabu de urologista ainda tem, e a gente tem também umas ideias preconcebidas do que é o sexo

Do que é isso. E às vezes a gente conversa muito na brincadeira. Não, pô, aqui a gente tá num clima divertido, né? Mas às vezes... Descontraído. Descontraído. Às vezes a gente leva na brincadeira uma coisa que tá doída. Então assim, às vezes a gente tem uma pessoa com uma dificuldade concreta de desejo. Sim, sim. Neurologista. Não é uma brincadeirinha. Tá com dificuldade, tem anos que tá carregando aquele problema e não... Incomoda demais.

E sofre. Sofre. E dá um descompasso entre o casal. Tem muito amigo meu que tem preconceito, medo de neurologista. Sim. Você acha que rebolar no exame de próstata é traição? Rebolar? Ai, depende do que vai rolar, né? Depois do exame. Porque o cara só é sociologista, é isso.

A tomada é dada. É, e não é isso. E infelizmente não é, já fui, às vezes não tive. Ô Laura, eu vou fazer uma pergunta. Faça. Que eu acho que vai dar um bom corte, Bola. Fala. Saquei aqui uma parada que eu acho que pessoalmente já podem ter feito, mas acho que publicamente ninguém te fez essa pergunta. A pergunta do mundo moderno. Monjaro emagrece e abileba?

emagrece a piroca se emagrece a pessoa o pinto fica mais fino o monjaro, calma, é pra ela a pergunta eu tô

Vamos lá. Vamos lá. Olha, a caneta se emagrecedora... Mas se o pinto tem gordura? Não, ele pode ficar mais fino que a caneta. Cara, tem um puta pinto de capa de picanha. Não, não sei. Pinto gordo. Tô perguntando, ué. Olha, vamos lá. O que acontece é o seguinte. Às vezes, o homem e a mulher têm uma gordura em volta do órgão. Então, a mulher pode ter ali mais gordinho. Ela é uma mofadinha. E você sabe que carne com gordura é mais gostosa, sabe disso, né? E o homem pode ter uma gordurinha...

em volta do peru. Mas não no órgão. Então, essa gordura que tá em volta, ela pode ir embora. Então, é uma gordura junto com a gordura abdominal, aonde for. Ela pode ir embora. Mas o pênis, que é um órgão, não. Ele não vai emagrecer.

Não vai afinar. Não, pelo contrário, cara. Vai diminuir. Se você tem aquela mofadinha ali... A base, a base. Diminui. Fica maior. Se você der uma tosada, então, maluco, o bichão vem. Na floresta amazônica. Ok, bonito. Se você... Tá merda.

É, é tipo uma girafa na floresta ou na savana, entendeu? Na floresta, você não vê só a ponta do pescoço da girafa. Pode ser uma savana. Na savana, ela tá ali, ó. Caraca, a bicha é grande, hein, meu? Eu quero te fazer uma pergunta. Pode fazer. Porque tem um mito que rolou. Eu até marquei na mão aqui o nome, tá? Que eu pesquisei o nome pra saber se é isso. Que eu não sabia desse nome. Priapismo. Priapismo. E o cara morreu de pau duro. Existe isso.

Vamos lá, eu não sei qual é esse caso aí que aconteceu. O que é priapismos? Vamos então ampliar aqui a conversa. Priapo, o deus Priapo, esse priapismo vem, o nome se inspira no deus Priapo, que era retratado com um falo, com um pênis enorme, ereto. Caraca, eu não sabia o nome, ela sabia a história do deus. Isso aqui é outro nível. É outro nível.

né? Era um deus com tudo. Era. Ele era retratado com esse falo enorme e aí acreditava-se que era um deus que conferia proteção às guerras, às lutas, fertilidade, etc, etc. Então teve aí culturas. Ah, tem uma estátua dele, que as mulheres passam a mão na piroca pra engravidar, não é isso? Então, tem vários mitos e culturas aí que cultuavam os deuses do pênis, né? Entre eles o Pria.

O risco dele é o Kid Bengala aqui, mas deixa eu falar. Aí daí vem esse nome priapismo, que é quando tem essa ereção prolongada. Essa ereção prolongada, ela pode acontecer por uma série de questões ali, mas é, vamos dizer, algo que não é comum de acontecer. E quando o homem tem algo que essa ereção, ele já ejaculou, já teve orgasmo, já ejaculou.

E continua com essa ereção. Se ela se prolonga por muitas horas, isso não é, ah, que gostoso, vou transar. Não, aquilo ali começa a causar um dano na estrutura, pode causar um dano na estrutura do pênis. Pode ter este priapismo, pode causar algum outro tipo de dano. Então, essa ereção prolongada, que pode ser por... É...

sei lá, alguma coisa aconteceu ali, ou alguma medicação, ou algo que foi injetado, alguma coisa, né? Causou esse priapismo. Calcificou. A toa não é? A toa não? A toa não. Ou pode ter sido

alguma condição física específica daquele momento ele teve isso. Mas como que a pessoa morreu de que você falou? Não, peraí, peraí, só pra entender. Se acontecer, como aqui um serviço, a gente fazer, se o homem vê que ele tá com essa eleição prolongada, ou ele estava transando, se machucou de alguma forma ao longo da trans e a seleção, né, teve essa... Porque o que é a seleção prolongada? Tem alguma falha, vamos dizer assim, teve algum problema nesse mecanismo do PNC?

função, né? Que ele se enche de sangue, retém o sangue e ele tem que sair. Isso não aconteceu com aquela ereção. Ele precisa ir pro hospital. Ele vai precisar procurar o pronto-socorro, vai precisar procurar o urologista dele, porque vai precisar desfazer essa ereção pra não danificar o mecanismo da ereção. Alguém pode amolencer isso aqui pra mim? Vai ter que fazer isso.

fazer um procedimento clínico ali, um procedimento cirúrgico mini ali no hospital, vai ter que procurar o hospital. E aí, o priapismo é uma condição que vai ter tratamento, vai precisar ser tratada com o urologista. Agora, esse caso aí que o cara morreu com isso, esse caso eu não conheço, porque em geral essas condições são dolorosas e tem tratamento. Não, porque é o seguinte, eu sou de uma cidade que tinha pinhalzinho.

É verdade. Tem brincadeira com o nome das... Não, não, não. É, Piauzinho. Aí aconteceu o seguinte. Lá tem uma figura muito maravilhosa, né? Tinha um rapaz que ele chamava Tunico da Grancha. Tu vai dar um nome mesmo? É, Tunico da Grancha. Tunico da Grancha. Ele era casado, só que a mulher dele traía ele. Ele ia estar chamado de Toro Mecânico.

Que a mulher dele deu pra um cara da oficina. Ai, meu Deus! Meu Deus! Um touro mecânico, velho. Isso foi ali, final de 90, começo de 2000, lançaram o Viagra. Ah.

Bom, e o da Granja? O Toro Mecânico? O cara, ele era alto. Ele tinha... Os caras dizem que a biroba dele era... Parecia um... Era grande. Parecia um... Sabe aquele rodo de enxugar a quadra de vôlei? Caralho! Não, é bonito. Porra! Não, bonito. Parece um rodão. E aí ele contratou uma moça, tomou dois Viagra. Aí, tá vendo? Um fartou.

Lógico, né? Infartou, morreu. Com a piroca em pé. Com a piroca em pé. E a moça... Mas não é piapismo. A moça do... Morreu de outra coisa. Da funerária, falou que ela teve que amarrar um arame e prender no caixão que o pau dele não descia. Amarrou e prendeu embaixo. Botou um preguinho. É, amarrou o arame e tal. Fomos pro velório, todo mundo pro velório, porque, pô, na cidade pequena, todo mundo vai no velório. Não é piada.

Não é piada. A cara do carioca. É lenda urbana. E a moça fazendo a oração ali, né? Não sei como chama. Como chama mesmo? Carpideiras. Rezadeiras. E tinha uma mocinha, ela era muito engraçada, que ela tinha uma perninha mais baixa que a outra. E ela tinha aquele sapatinho, sapatinho, pra compensar. Doutora. Calço da mesa. Me soltou.

O preguinho. O prego. Eu acho que isso é lenda urbana. É lógico. A rola dele bateu no caixão. No teto. Fez um estouro. Ai, não. Isso é lenda urbana. Não, fez um risco. Que a galera não sabe se o poder estava muito duro ou se tinha a unha na ponta da rola. E na hora a galera se assustou, saiu correndo. A moça que fazia oração, ela não conseguia correr com uma perna melhor que a outra. Ela ficava girando em círculo aqui, ó.

de assustado, eu não estava. Só que conta essa lenda do turnico da granja que a rola dele... Eu acho que isso é lenda. Diz que ela parecia um compasso. Eu acho que é lenda. Eu acho que é lenda. Como o cara rasgou o caixão pra pirofa. Fez um risco. Eu acho que é lenda urbana. E a moça correu, diz que ela parecia um compasso girando assim. Eu acho que é lenda urbana.

Tá com todo jeito de ser. Olha aqui o que eu tô pegando pra gente sair da lenda urbana fazer um corte para presente. Pra mim também? Presente para vocês três. E você mandou meio zebrado isso aí. É, olha só. Ó, eu vou te falar, os produtos da Laura Miller são os melhores.

Confia. Pode olhar? Pode abrir? Pode tirar? Claro. Eu tenho uma parceria com a… Ah, tem meu livro. Mas eu tenho uma parceria com a Inti Cosmetics. Que é muito boa. Que fez um kit de coisas. Olha, um batom. Tem batom. Esse aí não é meu, não. Da minha linha é o verdinho. É microfone? Mas eles colocaram mais coisas. É batom.

Ó, eu tô lançando, eles colocaram mais produtinhos aí, mas da minha linha nova é só esse aqui, ó. Isso é batom pra outra boca, né? Esse é um vibrador bullet. Esse é o batom pra beijo do pajé. Esse também é da minha linha. Também. Esse é um bullet? É um novo vibrador bullet. Qual que é o diferente? Que eu sempre trago pra vocês. É verdade.

Esse aqui tá com um formato diferentinho desse outro aqui, ó. A gente tem esse, né? Que tem um formatinho que vem junto com o lubrificante. Eu não vou abrir. Se não, minha esposa vai achar que eu usei antes dela. Ah, tá bom. E esse aqui tá com um formatinho um pouquinho diferente. Mas a minha linha é essa verdinha aí. E esse é o kit.

esse é o kit aqui é um lubrificante com um vibrador bullet e aqui é um vibrador bullet esse daí é da Int também que eles colocaram mais coisinhas a minha linha é essa verdinha esse é mais coisinhas que eles colocaram fizeram um pacote e esse aqui lá e o livro

Essa aqui é uma velinha para massagem erótica. Vela. Vela? Vela, que vira um óleo de massagem. Vela, vira óleo, você joga. Vou fazer um autógrafo aí no livro. Peraí, Pry, você joga. Se você quiser fazer a massagem. Hã? Joga. Você acende. Quente.

Ela espera ela virar um óleo Ela não tem parafina, é um óleo Pra massagem, é um produtinho Mas não vira na hora, né? Ela não queima, ela não queima Essa é outra linha Essa não é da minha linha, mas eles colocaram também De brindes aí

Esse eu não sei, porque no ar da minha linha a gente colocou um monte de coisa. Não, não é pra boca. Você não fala nada? Não, é pra vagina. É quase a mesma coisa. É, deixa eu falar. Não tem um que você põe na boca? Tem, tem, mas esse é pra vagina. Você não fala nada? Mas sabe o que a gente fazia?

Sabe o que eu aprendi com o amigo meu, Cocó? Não tinha essas coisas antes, né? Não. Você pegava um copo de requeijão, colocava água morna, não muito quente, água morna, cinco gotas de adoçante, zero calma. E aí? Você saia do banho, você só mergulhava assim, ó. Deixava lá cinco, seis, tirava. O que que acontecia? Deixava secar naturalmente. Não podia passar toalha. Nossa, na hora que a moça vinha, você não falava nada. Na hora que ela vinha aqui, ela já sabia. E a camisinha?

Não, a camisinha... Não, não. O usa, o usa. Faltou. Não, eu tô... Isso aí, filha, isso aí é só pé descalço. Bom, gente. Criado no mato. Ó, então é isso. Esse aqui... Primeiro obrigado, Laura. Fica a dica aí. Ah, chiclete aí. Aí pra boca. É, aí... Ou é pra buceta também.

pra boca banguela. Gente, Maria, eles botaram um monte de coisa que eu nem sei, né? Eles botaram um monte de coisa. Ciclete pra boca banguela. Aqui, ó. Mas que já, já. Ah, aqui são outros produtinhos. Aqui, os que eu vou saber como comentar melhor pra vocês. São os verdes. Os verdes é a linha Laura Miller. Ah, sério? É.

Serum? Pra hidratar, fi. Isso. Pra aquela bênção que tá meio... É. Pra hidratar. E isso é pra homem ou pra mulher isso aqui? Pros dois. Isso daí é pra... O serum é pra dar uma hidratação aí na região genital. Se o homem aparecer com aquele risco no capacete do soldado, o serum funciona ou é melhor procurar o médico? Procura o médico, mas o serum é pra hidratar a região genital. Pode usar. Pra hidratar? Isso. Mano, tem um bagulho aqui que é...

É pra ele... Sensação de inchaço. É tipo ver com mel de abelha. É sério, sensação de inchaço. Tem um monte de produtinhos. Eles colocaram mais produtinhos aí. Olha isso aqui. Poção da Virgem. Olha isso aqui. Ai, meu Deus, Maria. Eles botaram muita coisa, né? Poção da... Maria. Tá talado, hein, Maria? O que que é isso? Você botou e fechou? É, você pode botar no teu cu que seu cu volta a servir, gente.

Esse aqui é spray pra garganta. Eles colocaram muita coisa aí no kit. Não vou saber falar. Se liga aqui, ó. Bola. Ó o cheirinho. Cheirinho de cu virgem. É teu? Aqui. Não? Ah! Não é teu? É teu.

Cheirinho de cu virgem. Não é dele. Olha aqui. Tem um nome bonito, Lambida dos Deus. Vamos falar desse cheirinho aqui, ó. Ó. Gozo mágico. O que que é isso? Pepeca louca. Nossa, tem um monte de nome louco. Poção Vodacu. Isso aqui é a tal da vela. O que que é? Não, gente. Eles colocaram tudo isso, Maria. Poção Vodacu. Mentira. Juro por Deus.

Ai, meu Deus, Inti. Poção Vodafu. Vamos ficar na minha linha. Receita Laura Miller. Não, não é não. É não, não é não. Não vai ficar na tua linha. Vamos ficar na minha linha. Peraí, ó. Vamos esclarecer. A minha linha é essa verdinha aqui. Desses produtinhos. Deixa eu ver aqui, ó. Deixa eu abrir aqui e te falar. É, deixa isso pra lá. Peraí, vamos começar. Vamos organizar. Vamos direita. Vamos organizar. Vamos organizar. Vamos organizar. Sem bagunça.

Sem o voo da toy, isso aqui, vai. É aqui, ó. Sem o voo da cu, é. Vamos organizar. Caramba. Aqui, essa é a linha. Sabe qual é o problema, Laura? O problema é, sabe por que os caras… A mulherada hoje não quer dar. Esses são os produtinhos da linha. Por isso que os caras estão comendo os outros caras. Porque os caras estão dando aquilo que as mulheres não querem dar e já…

Essa é a linha que eu sei falar com vocês, que a gente tem aqui. Que eu sempre trago um hidratantezinho, a velinha de massagem, o vibrador bullet com o lubrificante e o outro produtinho aqui. A pistola verde é boa. É. É boa. Essa linha é a que eu sei falar. Eles colocaram uns extras aí pra vocês curtirem. O que é o tal do anel? Mas, né…

Qual anel? Falando então de um anel, você prende a sacoleta e prende o maçarico. Tem que tomar cuidado com esse anel. Tem urologista que não curte muito esse anel, mas... Tem que prensa o sangue. Porque prensa, é. Porque aperta. É perigoso, então. Tudo é perigo. Pode dar a gangrena. Tudo. Pegar essa vela aí, engolir é perigoso. Pode dar a gangrena. O botar...

Você botar a vela no cu e achar que você é um vagalume também é perigoso. Pode. Pode ser um vagalume, né? Acesa. Não, olha só. Vamos explicar. Vamos por partes. O bullet, pra você que tem preconceito... É o vibradorzinho. Laura.

explica alguns modos que a pessoa pode fazer o bullet não, é sério pra galera, mente aberta e pra você que é mente fechada vai na da Laura Milha que funciona vai Laura, vamos lá o vibrador bullet, a ideia é massagear tanto a região genital feminina quanto a masculina é pro casal poder curtir ali esse prazer masculina? também, né? a cabeça do pênis que é a glande você

o clitóris, é pro casal mamilos, todas as regiões, isso ovo ali, pra sair um aquele ovo quente, sabe, com a geminha mole esse é o vibrador é importante deixar claro, pra você que tá assistindo isso, a Laura é fera pra mim a Laura Mila é maior de todas porque ela traz a leveza e se você for na da Laura, você vai se dar bem

Então entra no Instagram da Laura. No meu Instagram, Laura Miller Oficial. Por quê? E produtos de primeira. Porque as pessoas têm preconceito, cara. E assim, e não gostam e tal. Experimenta, depois você conta pra gente. Esse é meu. Não, aqui ó. Esse é meu. Ok, calma. Eu ia pegar o meu bote. Essa é a vela.

A vela, você acende, deixa ela virar, ela vai virar um olhinho. Ela não tem parafina, ela é pra fazer uma massagem erótica entre o casal. Você joga nas costas e fala, não vai cheirar. Pra curtir as preliminares. E chama de cachorrona. Peraí, deixa a Laura explicar. Desculpa, desculpa, eu fico empolgada. Pra curtir as preliminares. Então a ideia é usar nos genitais. Apaga, aí depois vira. Isso, e aí ela pode usar. Ela vai esquentar e pode dar uma sensação gostosa.

Então solta a imaginação e faz uma massagem erótica ali. Nos genitais, nos seios, enfim. Uma vez eu levei um chute na boca e não tô zoando.

Na hora da massagem erótica? É, eu fui jogar uma vela. A minha tomou um sujo. Deveu um chute na boca. Mas olha, essa é pra usar a textura e tem um aroma de verbena. Pra usar o cheirinho também. Verbena é bom demais. Verbena é bom, hein? O Bullet é o gel. Verbena é uma erva. Aqui tem um lubrificante. Aqui é o kit. É o kit. Com o Bullet.

Ah, já vem com bullet, certinho. Esse é um kit com bullet e aqui é só um bullet, só que ele é um pouquinho diferente. Mas ele é um bullet pequenininho. Esse é pequenininho, esse aqui é um pouquinho maior. Tem que tomar muito cuidado onde coloca isso. Não é pra introduzir, é só pra área externa. Esse também não é pra introduzir. Não, é só pra área externa. Então tá usando errado. Pra ir rapidinho. O bullet tem que tomar cuidado, galera, porque o Vitor Sarro veio outro dia que fala tudo que o Pau não consuga, entendeu?

É, não é pra introduzir. O cara enfia um batom no... Não, não. Vai sugar, é lógico. Não é vibrando... É só pra brincar de desenho. Ah, eu ia acabar com a área externa. É. Aqui também é a área externa. Não coloque, gente. Pelo amor de Deus. É. Esse aqui já foi e falta esse, Laura. E o serum é pra gente usar com frequência... Cuidar da região. Não é na hora, H. É pra usar no dia a dia. O serum é pra tomar banho, pingar umas duas gotinhas e passa, dar uma hidratada na região tradicional. Nos dois?

Tanto masculina quanto feminina. Ah, e bola, pra deixar... Pra hidratar o peru e a troca. Pra não ficar ressecadinho. Isso, pra deixar... Como se... É cara de pau e cara... Cara de pau.

Pra você, a skin care que você faz, você faz uma skin… Parece uma ameixa. A cabeça parece uma ameixa. Você faz um cuidado. Essa é a ideia da Int, né? Então, Linha Laura Milha é da Int. Você acha no Instagram? E tem várias outras coisas. Tem várias outras coisas. Tem mais um outro produto que não veio, que é um vibrador um pouquinho maior. Aí é um sugador também, pra região feminina. Eu já vi um que é uma bolinha e tinha uma linguetinha fazendo… Tchau, tchau.

Tem essas linguetinhas. A Indy tem uma linha enorme de produtos eróticos. É, não tem? Não tem? Tem. E o cara falou que fazer milagre, bicho. Então, aqui nessa sacola... Cansou aqui, ó. Cansou aqui, ó. Você já saca, ela nem vê. Você tá aqui, ó. A Indy, eles têm uma linha gigante. Você faz o revezamento 4 por 50. Aí volta. Você fuma um cigarro, faz um monte de coisa, você volta.

E aí, o que acontece? Eles colocaram aí na sacola pra vocês até outros produtos que eu não sei, porque eles têm uma linha enorme. Eles trabalham há anos com produtos. Só que eu não sei falar dos produtos que não são meus. Só fui eu que desenvolvi. Que assinou. Que eu não assinei. Esses aqui eu escolhi, eu trabalhei na desenvolvimento. Eu que escolhi o aroma. Eu pensei nessa linha para o casal. Então, essa linha tem um conceito.

Eu pensei assim, que são produtos… Todos os produtos que estão aqui, você pode usar homem e mulher junto. Pra curtir a dois.

curtir a dois. Dois homens, duas mulheres, um homem e uma mulher, quem for. Dá pra usar o homem, a mulher e a amiga da mulher? Dá, também. Vem cá, agora falando sobre isso aí que ele acabou de falar. Isso é um problema, né? Trisal é um problema, né não? É um assunto atual e interessante. É um problema que eu nunca tive. É um problema que eu nunca tive. Por exemplo, eu tô assistindo novamente aquela série House of Cards.

que tinha saído e voltou depois do inocentário Kevin Space e eu voltei a assistir e assim, eles vivem um relacionamento aberto vivem é cagada, é cagada

E aí, Laura, o que você sente como psicóloga, psicoterapeuta do sexo? Eu não sei como é que poderia te definir. Isso tem uma grande chance de dar problema ou não? Como é que fica essa situação? Então, olha, o relacionamento aberto para ele dar certo...

As pessoas envolvidas nesse relacionamento têm que ter a cabeça muito boa e tem que ter um acordo muito bem acordado. Vamos dizer assim, né? Porque a gente vem de uma cultura que a gente preza aí pela fidelidade, pela monogamia. A cultura diz isso. Aí, de repente, você abre a relação, você precisa pesar muito prós e contras, ver se você dá conta, se você dá conta do ciúme envolvido. Sem contar que a gente só pensa na amiga e na esposa e na amiga da esposa.

E o amigo. E se a esposa quiser um amigo? Ela vai falar assim, o que o Bota Fran já falou de uma amiga minha? Não, não, não. Qual o nome daquela minha amiga gostosa mesmo, amor? Você fala fulano. E são coisas diferentes. É um relacionamento aberto. Não necessariamente você vai viver a três, né? Você vai viver as suas histórias e tal.

É, então, tanto pra viver um sexo a três, ou pra viver uma relação aberta, ou pra viver a ousadia que for, você precisa pesar muito se você vai dar conta do ciúme depois. Então, o casal original, né, não o terceiro que entra ou quem tá entrando na brincadeira. É, mas o casal original precisa pesar muito se vai sustentar isso emocionalmente.

Que sabe o que que envolve? Eu acredito. Depois não aguenta. Não é que não aguenta bimbado, não aguenta ciúme. Não aguento depois. Na hora...

E na hora, às vezes, também não aguenta. Na hora que amolece, que vem a depressão. Na hora da relação a três, às vezes, na hora, também a pessoa não aguenta. Por quê? Porque se a gente estiver falando em três, não necessariamente vai estar tudo divididinho certinho ali. Às vezes, dois vão ter mais atenção do que um terceiro vai estar sobrando. Alguém vai sobrar em algum momento.

Meu tio falava, não tem lei pra pau duro. Pra pau duro não tem lei. Mas depois que amolece que vem o problema. E a gente também tem que levar em conta que isso é um risco, né? Quando a gente abre relação ou quando a gente põe um terceiro na relação, todos somos seres humanos e todos podemos ter interesses de se apaixonar, se interessar por outras pessoas. Então você abre, você também se abre à possibilidade de encantar.

E dá uma cagada gigantesca. É, porque assim, pelo que eu tava vendo na série... A pessoa pode se encantar com outras pessoas. Lógico, lógico. Então... Ela se apaixona, né? É, aconteceu na série. Na série, não é que ela só se apaixona, que...

As pessoas acham que, ah, vou ter um relacionamento aberto, né? Como algumas pessoas cool. Ah, eu sou super cool e tal. Não sou o que? Moderno. Tenho um relacionamento aberto. Só que aí as duas pessoas vão ter outros relacionamentos, porque é aberto. E acabam se envolvendo com essas outras pessoas. Só que não é só vocês dois que têm a cabeça do negócio. A outra pessoa começa a querer aferrar essa.

E a outra... Aí vira um ratinho. Envolve pessoas que de repente não querem ver aquilo e tentam tomar a pessoa de você. Vira um caos. Uma puta confusão. Então a chance de dar merda pra você que aí... É grande. Que pensa em relacionamento aberto... Vai dar merda aí, hein? A chance de dar merda é igual você pegar...

O balão do padre e meter pro alto. É muito grande. Uma tempestade. É meter o balão do padre. É, então assim, precisa pesar bem. O padre do balão, no caso. E tem gente que dá conta. Tem gente que curte fazer troca de casais. Tem gente que curte fazer sexo a três. Tem gente que curte um servicinho sem nota. Tem, tem gente que curte tudo. Mas a gente precisa ver bem se isso vai se sustentar na relação. Então.

É difícil. Acha que é o fodão. É difícil. Aí na hora H se lasca. Por exemplo, vou chegar no teu consultório. Vou chutar uma situação aqui. Esqueci. Laura, meu Deus. Meu nome é Fernanda. Sabe, Laura?

Eu estou vivendo uma situação muito delicada da minha vida. Eu quero viver um relacionamento. Sei lá, me deu essa vontade pra ver se salvo o meu casamento. Enfim, chegamos nessa condição. O que você acha, Laura? Ele quer saber o que você indica.

Você experimenta ou fala assim, tá segurado. Ou você fala assim, traz o seu marido pra ver como é. Quando eu recebo casais no consultório, hoje meu consultório tá online só, mas eu continuo atendendo casais individualmente e tal. E há casais que chegam com essa questão pra gente, né? Perguntando se vale a pena abrir, se não vale a pena abrir e tal. Fazer um teste.

Aí a gente vai trabalhar o quê? O que cada um individualmente do casal pensa, né? Aí nós vamos ouvir, né? Quais são as fantasias? Quais são as expectativas? Quais são os ideais? Por que quer fazer isso? Por que quer fazer isso? Pra que quer fazer isso? A outra moça lava a louça, faz comida. De onde veio essa...

Da onde vieram essas ideias? O que você falou? Se a outra moça lava a louça, faz comida. É um problemaço também. O que compensa ou não? Se os cachorros vão gostar dela.

O que que vai acontecer? A gente não vai... Porque dá uma briga. Ah, trouxe outra, mas eu continuo lavando louça? Não, tem que parar aí. Agora você vai lavar louça. Vamos dividir isso, lógico. E aí, o que que acontece? Você vai precisar ouvir, né, desse casal, dessas pessoas individualmente. Se os dois estão na mesma página.

pra começar, na mesma vibe que acordo eles querem fazer porque um relacionamento aberto tem acordos também, né? Como é que é esse abrir? É pra contar um pro outro? É pra não contar? Tem pessoas que são proibidas nessa abertura às vezes sim, né? É que não é um padrão, né? Não, vai ter as regras, né? Mas eu acho que eu, assim, pessoalmente, acho que a chance de dar merda é 98%. 98% foi legal.

E aí a gente, o psicólogo, a psicóloga, né? A gente não vai falar, faz isso ou faz aquilo. O casal que vai precisar decidir, mas o que a gente vai ajudar é a pensar, né? A tentar fazer esses questionamentos todos que a gente tá fazendo aqui. Pra que o casal levante essa história. E principalmente, veja, o que que tá buscando com essa abertura do relacionamento, né? Que modelo é esse? Tem muitos casos que deu ruim, né? Deu ruim assim.

Tem muitos casos que dá ruim. Eles abriram o relacionamento pra entrar numa terceira.

As mulheres se apaixonaram e o cara ficou pra trás. Sim. Pode acontecer. Pode acontecer também do cara se apaixonar. E pode acontecer também no relacionamento homossexual que abre. E aí sai alguém. Tudo pode acontecer. Né? Então assim, porque somos todos humanos. Estamos sujeitos, né? Aí vai aquela dica que o Zoda a gente falava, né? Vale mais uma punheta bem batida do que uma metida uma fodida.

você chacoalha você tá com aquela pensamento na cabeça, vou fazer deixa eu dar uma chacoalhada aqui só imaginando relaxada, você relaxa ali a emoção já para a vontade agora com o advento do Tadala desses remédios

Pra eleição. É. Os velhinhos estão que estão, né? Isso também é um outro tema interessante, né? Estão ativo. Eu tive com uma... Eu não vou citar não, mas eu conheci uma médica que trabalha com pessoas de mais idade. E ela falou que tá tendo muita AIDS entre os idosos. Isso é verdade. Eu fiquei meio em choque, bro. Caraca. Você queria que tivesse o quê? Gravidez? Lógico que não. Não, não. Não sabia, não. É porque os caras não usam preservativo porque não engravida. É verdade, é isso aí.

gravidez mas vamos lá, realmente minha mãe tá grávida, lógico que não sim, as pesquisas apontam que há grupos aí a terceira idade sim tem aumento de índice sua avó fazendo chá de bebê deixa ela explicar, viado

Mas tem sim, tem. Isso que a médica te falou sim, às vezes a gente tem ali uma incidência grande de doenças sexual, de infecções sexualmente transmissíveis na terceira idade. A gente tem também no mundo jovem, crescendo pelo não uso de camisinha e no mundo adulto também.

Então, a gente ainda precisa usar camisinha. Hoje, a gente tem aí uma série, isso é legal a gente falar. Pra se proteger. Pra se proteger. E a gente tem também, eu tenho falado muito disso, a gente tem uma série de vacinas, né? A gente tem vacina pra HPV, a gente tem vacina pra um monte de coisa que a gente pode se proteger com essa vacinaiada também e deve se proteger. Deve buscar o seu médico, deve buscar posto de saúde, fazer um calendário de vacinação, mundo jovem, mundo adulto. Existe uma vacina ou um remédio? Não é piada não, tá?

Que toma pra você ficar meio imune da AIDS? Ainda não. A AIDS não tem ainda. Não tem cura, temos tratamento. Como que é meio imune? Não, não, é. Eu vi um papo. A fulana toma tal... Pode ir lá sem camisinha? Porque ela toma tal coisa. Ah, não. Pera. O que a gente tem hoje, a gente tem as profilaxias. Então, a gente tem a PrEP e a gente tem a PEP.

que são profilaxias pré-exposição sexual e pós-exposição sexual, recomendadas pelo Ministério da Saúde, pelos médicos, para alguns grupos específicos. Então, a gente tem aí, sim, uma série de possibilidades também no enfrentamento do HIV. Não quer dizer assim, toma uma PrEP, pode vir, que está tudo certo. Não, não, não. Você pode pegar.

Então, peraí, olha, a PrEP, né, essa pré-exposição sexual, ela vai sim te proteger, né, só que o que os infectos, seria melhor o infectologista estar dizendo aqui, mas o que eu sei, né, e quando eu faço as ações de educação e tal, e que me chamam pra falar sobre isso, né, com infectologistas, né.

É que assim, a gente precisa ver aí o custo-benefício, porque a PrEP é uma medicação, né? Então você vai usar essa medicação. Tanto homem quanto mulher. Tanto pra homem quanto pra mulher. Então ela é bastante indicada pra homens que fazem sexo com homens, pra profissionais do sexo, é uma coisa séria. Sem camisinha. É. Tá anotando aí, não? Tô anotando. Mas vamos lá também, né? Vou passar pra tua mãe. Se a pessoa não...

Se a pessoa não usa a camisinha, né? Também não é só o HIV. A gente tem outras doenças também. Então tem que continuar usando. Os sucrilhos tem a baba do... O HPV a gente tem a vacina. Então assim, a PrEP é indicada para alguns grupos. A PrEP, que é essa PrEP, hoje ela tem injetável, tem ela incomprimido. Tem a POS também. Então você... Como é o nome dessa...

É PrEP, que é pré-exposição sexual, e PEP, que é pós-exposição sexual. Só estou deixando bem claro que eu fiz essa pergunta pra galera. Tá, mas isso aí... Mas não foi isso, não. Pra tomar isso, você tem que procurar o seu médico, o seu urologista, ou o seu... Tem. Ou procurar um posto de saúde, porque o Brasil, ele dá medicações, né? Dá... Ah, que legal.

Tem todo um protocolo aí, ele dá de graça pra vários grupos e várias possibilidades. Então a gente pode procurar também um posto de saúde. Então quem tiver condições de procurar o próprio médico urologista, ginecologista, infectologista. E também pra quem quiser procurar diretamente os postos de saúde. Mas quem é o que é o adolescente? Não tem uma dessa pra adolescente? Pra adolescente.

O HPV a gente já é de graça. É legal isso aí. Pra pré-adolescência. Isso a gente deve vacinar. Já tá no calendário, né? Sim, pra meninos e meninas. A pré-adolescência é de graça no Brasil. E isso é muito importante, né? Porque o HPV tá relacionado a vários casos de câncer. Colo de útero, pênis, garganta. Garganta, mas como que pega na garganta? Sexo oral, sem proteção.

Entendeu? Acho que eu vou ter que sair um pouco mais cedo. Enfim. Então, todo esse universo, vamos lá, de medicações, a gente pode e deve procurar as...

A gente pode e deve procurar os médicos. Então, assim, Brasil oferece, no enfrentamento de HIV e AIDS, Brasil tem aí uma política pública incrível que oferece várias medicações gratuitamente. Então, a gente deve buscar, né? Mas, de qualquer forma, nada disso exclui o uso de camisinha, né? E o que a gente fala hoje, pra gente fechar essa ideia, é uma prevenção combinada.

Então é, usa, o grupo que for ali usa a PrEP, o grupo que for usa a camisinha, usa as vacinas que a gente tem à disposição, tem as vacinas para as hepatites, né, também. Enfim, então a gente tem uma série de coisas. Eu tomei agora da herpes zóster. Herpes zóster, eu também vou tomar, eu estou tomando. Vou tomar a segunda dose já já. Isso, exatamente. Você tomou essa aí? Também. Por que ela é tão necessária assim?

Nossa, porque não, herpes zóster é mais pra pessoa mais velha, né? E assim, os sintomas… 50. 50. Então tá na hora de eu tomar essa porra. Os sintomas são horrorosos, né? Eu conheço a pessoa que tem isso aí. Precisa tomar, homens e mulheres. Eu tomei agora. Sim, nossa, tem gente que fica muito mal. Com a vacina? Não, com a vacina. Com a doença. Com a doença, tá, tá. Mas eu fiquei ruim dois dias. Você ficou? Porque me deu um. É que você tomou no lugar errado.

Não é com gelo e limão. Mas se eu tomei agora, eu vou tomar uma segunda dose já já. Isso. Que é depois de dois meses, né? Então. Então assim, olha, a gente tem vacinas pra tudo isso. Então a gente pode e deve se vacinar. E pode... Agora, qual é o caminho, gente? A gente tá falando aqui. Qual é o caminho pra gente fazer direitinho? O nosso calendário de vacinação para os pais que estão assistindo fazer com os filhos. Qual é o caminho?

médico. Pode ser um clínico geral. Mas passa num médico. Não dá pra gente ir da nossa cabeça fazer as coisas. Primeiro que você nem faz nada da própria cabeça. É a pior coisa que tem isso. É seca da tua cabeça. O farmacêutico que vende monjaro no Paraguai serve não.

Você vai marcar com o seu clínico geral Ou com o médico da sua confiança E aí pais, vão ver Esse calendário direitinho Para a pré-adolescência Para o adolescente Mas o mundo adulto também Nas variadas idades E a gente tem muita vacina importante De ser tomada

Posso chamar a galera pro show? Por favor. É? A gente ia fazer esse sinal, mas vai. É sério ou não? Sério, lógico. Então vamos criar a expectativa. Deixa eu fazer o superchat e a gente arremate. Tem estreia, tem estreia. Quando? Fim de semana tem estreia. Tá, vamos falar. Então vai, faz o superchat. Fazer o superchat hoje, Laura Miller e Eros Prado. Laura fala bonito, né? Laura é sensacional. Laura, poxa vida. Eros também, pô. Aí vem outra vaca. É, o puta Zé, o Chapeleta, né?

Agnaldo Timoli enviou uma mensagem. Boa tarde, meninos. Boa tarde, bebida. Eu gostaria de dizer na mídia que eu não sou não. Não, não, não, não, não, não. Eu não sou não. Eu não dou liberdade da minha vida pessoal.

A gente consegue bloquear? Meus amores! Não, não. É, puta que paroca. Vamos lá, esse aqui é boa. Vai.

Alan Benckendorf enviou uma mensagem. Olá, pessoal do Tica, bola e carica. Amo vocês desde sempre. Laura tem um amigo chamado Júlio Mora. Ele tem a lista com todas as principais atrizes, ponor, de todos os tempos e baixou 200 filmes, que ele mantém todos em DVD. Isso é normal.

Bom, ele é bem fã, né? Porra, bem? Caraca, meu! E tem gente que se estimula com filme pornô, né? Enfim, faz parte aí. Pode ser, pode fazer parte da sexualidade dele. De filme pornô? É. E quando eu descobri que a casa das brasileirinhas era a 500 metros da minha casa? É mesmo? E você se mudou. E eu me mudei bem depois, pô. Vamos lá, Laura. Vai. Aqui, ó.

Alex Cardoso Cachô enviou uma mensagem. Boleta, pesquisa aí Victor Noire, o caso mais famoso de preapismo. Aproveita e manda um abraço para Miriam da Justiça Federal, de Cachoeiro de Itapemirim e Espanhol.

Um abraço pra Miriam Cachorro e Itapemiria, lá que tem a estátua do Roberto Carlos, que parece um bonequinho de Totó Já viram ou não? É lá, a cidade do Roberto Carlos Eles fizeram uma estátua dele, tem uma praça Parece um boneco de pimbolinha Caraca, que bosta Pesquisa, então Um abraço pra Miriam Da justiça aí A última aqui

Diego enviou uma mensagem. Parabéns, bola e carioca. Cinco anos de tica. Laura, parabéns pelo legado. Laura, pais dão banho nos filhos. Quando bebês, enquanto tomam banho, tem problema. Conforme eles vão crescendo, pode vir a ser um problema para a sexualidade deles. Abraços.

Boa pergunta. Olha, vai depender muito de como esses pais se relacionam com a nudez e com a sexualidade. Então, assim, até quando é possível, qual seria a pergunta, né? Tomar banho no pai com os filhos, a mãe com os filhos. Até quando, primeiro, a criança não tem curiosidades sexuais e até quando os pais ficam confortáveis com isso. Porque tem pai e tem mãe que já ficam morrendo de vergonha. E a criança desconfortável.

E aí a criança começa a falar, tem alguma coisa de errado, né? Ela começa a sacar que algo não tá tão tranquilo. Não tá legal, é. Então, se aquele pai e aquela mãe não ficam confortáveis com isso, não é pra tomar banho em momento algum. Se eles estão confortáveis, sim, mas a partir do momento. Então, a recomendação dos educadores sexuais é, a partir do momento que a criança começou com curiosidade sexual, aí parou essa história. Depende da mãe também, né?

Foi um amigo meu que tinha uma mãe, cara, linda. Sério, love him. Linda, linda. Minha mãe, quando eu nasci, minha mãe já era véia. Quando eu nasci, minha mãe tinha 43. Entendeu? A mãe do amigo meu era novinha, linda. Ele falou, você acha que minha mãe é bonita? Eu falei, o quê? Se fosse minha mãe, tava mamando até hoje.

Bom, vamos agradecer a presença da Laura Miller que tá lançando esse livro. Tem e-book também, Ná? Não, não tem e-book, né, Maria? Ainda não, né? Ainda não, não tem Kindle, mas tem Amazon. A Caminho do Prazer. A Caminho do Prazer. Isso. Não no Amazon, tem no seu site também? Tem no meu site, na verdade nas minhas redes sociais, no Instagram Laura Miller Oficial, a pessoa encontra. É da editora Vozes do selo Nobiles. Então tá nas livrarias brasileiras, físicas e online.

Tem também o curso, que é fundamental, que eu lancei, tô lançando agora, agora, agora, fresquinha sobre desejo, a venda pelo preço de? R$69,90.

Eu sou bom de memória, ainda mais se fala no 69. Também, né? Entra lá no Instagram que tem um link lá na minha oficial. E tem os produtos da Inti que estão aí, né? Que já faz um tempo, que eu já tô... Já tem três anos essa parceria. Isso é muito bom, muito bom. Ó, então tá aqui, ó. A caminho do prazer pra você que tá um pouco perdido ou quer tirar algumas dúvidas, quer se entender. Cara, olha só. Eu já levei uma peidada no meio do 69. Pera aí, cara.

Nossa, foi na hora que eu tava respirando Sabe quando você sai da água pra respirar, pra pegar o ar Foi bem nessa hora Nossa, eu consigo falar sério Essa pergunta eu não tenho aí Veio pra garganta Veio pra garganta, juro Parecia que eu tava mascando um babarul de bosta Olha aqui Segura aí Segura Pô, rola lá Pera aí, caralho

Depois reclama. Depois não sabe o que não chama. O que que não chama? Pra explicar. Vamos com a Laura Milha aqui, velho. Ó, Laura Milha, tá aqui. A caminho do prazer pra você que tá passando alguma dificuldade ou quer entender a informação sempre é o melhor caminho para o entendimento das coisas. Não tenha dúvida.

estudar, saber, procurar, buscar, abre chaves na mente em que você começa a acessar lugares em que você começa a se conhecer. Então, tá aqui a caminho do prazer. Nunca é demais se ouvir, estudar, se entender pra melhorar a sua qualidade de vida, porque sexualidade e sexo é qualidade de vida e bem-estar. Muito bem, é isso aí!

Eu escrevi o prefácio do seu livro na próxima. Não tinha nem TP, hein? Então, cara, você que tá aí um pouco, anda um pouco achando que sexo é só visualização, achando que é só... Faça o curso, leia o livro. Cara, faz o curso. Dá uma estudada, olhe pra si, pra que se você tá melhor e bem pra você, com certeza você vai ser melhor pra outra pessoa, porque às vezes a pessoa terceiriza a culpa, né? Com certeza. Porra, minha mulher ou meu marido.

Não, às vezes o problema tá com você. Então tá aqui, ó. A Caminho do Prazer, Laura Miller. E agora vamos... E levar dedado não é ser gay, né? Não. Não. Vamos pra parte fútil agora do programa. Eros, dê sua agenda, por favor. Boa, boa, show. Tem agenda, eu vou colocar na tela aí. Lança a agenda. Põe na tela. Ah, com aqueles caras lá, aquele? É, amanhã eu tenho o meu show. Paulo. Isso, amanhã eu tenho o meu show solo em Osasco. Quem colocou aqui, ó.

Vai passar os vídeos primeiro? Quer passar os vídeos primeiro? Tem vídeo também? É, porque eu tô lançando um projeto novo. Tô lançando um projeto novo. Ah, que legal. Fala do show de amanhã. Amanhã tem um show de era de um casado em Osasco. Ingressos à venda no meu link no Instagram aí, tá bom?

E agora, incancelável show. É um projeto novo. Eu, Maurício Dolens e o Paulo Souza. Que legal isso. O Dolens e o Paulo Souza. E o Paulo Souza. Que legal isso. Cara, incancelável show. Cara, é um show que a gente vai bater na militância. Se você é muito sensível... Nem apareça. Se você tem... Nem apareça. Se você gosta do papai, não vai. Se você gosta do papai, esse show não é pra você. É isso aí. Incancelável show.

A agenda tá aí. Ó, dia 23 em Campinas agora, sábado, a estreia, a estreia do show Campinas. É, 24 em Barueri e 26 em Curitiba são os primeiros shows. Lógico, eu vim mais agenda depois. Que legal, cara. E até pedi pra colocar uns vídeos que a gente tá fazendo um... Um ensaio? Ensaios não, não. É uns vídeos que a gente... Divulgação. É, divulgação. Tem como colocar aí? É, Isaac. Vídeo curto, vídeo curto. Já solta, Isaac. Só pra ver qual é a ideia do... Olha lá. Tem som? Tem som? Amigo?

Você quer dizer amiga, né? Amiga, amiga. Eu só queria o cardápio. Não levante a voz para mim, senhor. Não, não, não. Não estou levantando. Por favor, eu não estou levantando a voz. Eu só queria o cardápio. Ah, tudo bem. Eu já entendi qual é a sua. Fique calmo, senhor. Eu estou calmo. Estou muito calmo. Eu só queria ver o que eu vou comer.

Me comer... Gente, que papo de massa escroto pra cima de mim. O país está passando por um momento super delicado, senhor. É por homens como você que a Erica Hilton está sofrendo na presidência da Comissão Feminina na Câmara dos Deputados. O senhor tem que cooperar. Não, não, não, eu quero cooperar. Eu só quero o cardápio, comer, beber. Estou num modo bem cooperativo. Bem cooperativo. Ixi, Maria. Ah, meu irmão! Socorro! Gerente, ajuda! Como eu vou trabalhar?

Algum problema, senhor? Não tem problema nenhum. Está tudo bem. O senhor poderia levantarmos para conversarmos lá fora, senhor? Não precisa. Eu só pedi o cardápio para ver o que eu vou comer. O senhor fique calmo, senhor. Eu estou calmo. Qual o problema de vocês? Vocês. Ah, então a nossa comunidade LGBT é um problema para vocês, senhor? Não, eu não quis dizer vocês nesse sentido. Da sexualidade, do restaurante, do serviço. O senhor fique calmo, senhor. Eu estou calmo, porra. Senhor.

É, show. Senhor, crédito, débito ou pix, que o meu presidente da mor...

Então tá aí, incancelável, o novo projeto aí do Eros Prado. Tem mais um curtinho, tem mais um curtinho. Passa aí. Só pra galera ficar chocada. Não, não tem. Não tem, não tem. Ah não? Ele falou que não tem. Ah, acho que não dá. Vamos nessa boleta. Mas se quiser ver, tem no Instagram, galera. Então, de volta aí. Meu Instagram é arroba Eros Prado, todos os ingressos estão lá no link da Bill. Tem os vídeos incanceláveis também, tem o Instagram do Incancelável Show também, que você vê todos esses vídeos, mas essa base aí.

do que a gente fez aí. Se você tá cansado da injeção de saco, ah, não pode isso, não pode aquilo, esse show é pra você. Boa. Então tá bom. Obrigado, viu, de coração. Eu agradeço muito mais uma vez. Você é demais. Um beijo pra família maravilhosa. Muito obrigada. Produtos maravilhosos. Vamos nessa, Gordinho. Bora, até semana que vem, rapaziada. É isso aí, curta, compartilhe e vamos nessa. Tchau, galera. Valeu. Tchau, valeu.

EP 764 - LAURA MÜLLER E EROS PRADO | Castnews Index — Castnews Index