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EP 759 - RÉGIS TADEU

13 de maio de 20262h34min
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Régis Tadeu é jornalista, crítico musical e criador de conteúdo, conhecido por suas análises sinceras e opiniões fortes sobre rock, metal e a indústria da música. Com uma carreira consolidada na mídia especializada, ganhou ainda mais destaque na internet ao comentar artistas, álbuns e tendências musicais de forma direta e sem filtros.

Assuntos1
  • Homenagem a Michael JacksonFenômeno Michael Jackson · Espólio de Michael Jackson · Família Jackson · Sony · Filme sobre Michael Jackson · Fãs de Michael Jackson · Covers de Michael Jackson · Rodrigo Teaser · MJJ Productions · Michael Jackson Company · Sony ATV Music Publishing · Beatles · Paul McCartney · Neverland Ranch · Prince Jackson · Paris Jackson · Blanket Jackson · Catherine Jackson · Jackson 5 · Janet Jackson · Latoya Jackson · Acusações de assédio sexual infantil · Acordos extrajudiciais · Documentário Living Neverland · Joe Jackson · Abuso infantil · Quincy Jones · Off the Wall · Thriller · Bad · Batalha judicial contra Barry Gordon (Motown) · The Girl Is Mine · Billie Jean · Beat It · MTV · Run-DMC · Prince · Smooth Criminal · Dangerous · Jam · Heal the World · Remember the Time · Black and White · Invincible · Xscape · Love Never Felt So Good · Justin Timberlake · Johnny Metz · Diretor Artístico (AR) · Eric Clapton · Ney Matogrosso · Mazola · Mamonas Assassinas · Marcelo Falcão · O Peso · Frank Sinatra · Michael Jackson: This Is It · Overdose de analgésicos · Vitiligo · Cirurgia plástica · Macaulay Culkin · Johnny Depp · Amber Heard · Julgamento de Johnny Depp · Kevin Spacey · House of Cards · Inteligência Artificial (IA) · Criação musical com IA · Pornografia com IA · Avatar (filme) · Música pop · ABBA · Ace of Base · Backstreet Boys · Britney Spears · Shakira · Madonna
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Ô, bebida! Grande Marcos Quieza! Tudo bem, Carica? Tudo certo? Tudo ótimo, graças ao senhor. Barba feita, tô em fio. Tá biito! Eu me acostumei com a barba, eu fico sem a barba. Tá biito! Sabe o... Parece o Bidedo. Eu Bidedo. Tudo bem, Bidedo. Minha filha gosta.

Ah, então, deixa que eu gosto. Mas eu fico com a cara de pinto pelado. De pedido. Pedido. E aí, boleta? Tudo certo, irmão? Tudo certo, meu irmão? Graças a Deus. Graças ao senhor. Frio, hein? Chegou. Deu uma esfriadica, né? Piroquita pequena. Diz que semana que vem é frio e chuva. Frio e and chuva. And chuva. Frio and rain. Partir de sexta. Cold and rain. Cold and rain. Que beleza, hein? Partir de sexta-feira. Cara, amanhã.

Depois da manhã. Depois da manhã. Vamos ver. Frio e chuva. Frio e chuva. Puta que liu espariu aí. Casamento de viúva. É. Frio e chuva não é casamento de viúva? Não. O que que é? Sol e chuva. Sol e chuva. É sol e chuva. Chuva e sol, casamento espanhol. É. É, bom. Enfim. Nossa, que viagem. É. Vamos aí.

inscrever no canal, por favor, inscreva-se no nosso canal. Eu tô falando tudo que eu tô. Curta, compartilhe, ative o sininho, dê o like chocolate, dê o like, por favor. Vamos lá, vamos chegar a três milhas graças a vocês, cambada. E estamos aqui ao vivo, né, Marcos? São 14 e 1. Entramos na cabeça. Certinho. Do jeito que o Marquinhos gosta. Perfeitamente. Marquinhos gosta sim.

Marquinhos gosta quando entra na cabeça, né Marquinhos? Na cabeça. Lembrando que tem a plataforma, você entra aqui. Primeiro podcast, meu querido, o Raios Tadeu. Você que é um assíduo frequentador da internet, você é uma figura ímpar, elementar, imprescindível. Vou levar isso como elogio. É verdade. É como elogio. Da internet brasileira.

É aquela coisa que eu digo, se você é um cara requisitado é porque você tem algo a dizer. Perfeito. E tem conteúdo pra dizer. Nós temos aqui hoje uma plataforma em que as pessoas podem ligar, Rés. Ao vivo. Ao vivo. Pode ligar e mandar o supercheque.

A época ouro do rádio. E sem filtro, né? Sem filtro. Bola dente aí, a pessoa fala. Só pra testar. E a pessoa que tá respondendo, que é o bola, é a pessoa perfeita. Um diplomata, né? Alô, quem tá falando? Já tem já, meu? Só pra testar. Fala, Gabriel. Tudo bem, irmão? Tá falando de onde, Gabriel? Beleza, e vocês? Tá falando de onde? Porra, você já sabe. Da Califa.

Gabriel da Calopes. Ele tá sempre aqui, da Califórnia. Ah, Califórnia. Que prisão você tá, meu. Você tá em qual prisão aí da Califórnia? O Ice te colocou onde? Com essa linguagem aí, você tá onde? Você tá no Orange County? Que prisão. Olha, graças a Deus, o Ice já não é um problema meu. Tá com o Green Card? Ele tá com a máfia mexicana.

Fui pra São Paulo algumas vezes já. Vou de novo agora no final do ano. Quero levar um vinho pra você, Carica. Porra, do Vale lá? O que você vem fazer aqui, mano? Fica aí. Napa, Napa Valley. Napa Valley. Já tomou um vinho do Napa Valley, bola? Eu gosto de vinho. Bom demais. Vou te dar um vinho do Napa. Pro Bola vou levar alguma coisa de carro ou outro.

Pode trazer um motor de fusca. Tá ruim o motor de fusca? Não, tá ótimo, mas traz um mais forte. Mais forte. Esse fusca do bola é bonito. É bonito, né? Obrigado, irmão. Obrigado. Bonito, bonito. É café com leite escuro. É isso, né? O Gabriel, o programa hoje é sobre música, cultura... Eleições. Michael Jackson. Eu adoro o Regis, por isso que hoje eu tô ligado.

Ontem eu não consegui ligar, porque trabalhando, mas eu vou fazer uma pergunta pra ele, não sei se agora que vocês vão fazer o quadro ou depois. Pode ser daqui a pouco? Não, ele pode fazer, não tem problema. Então faz, então faz. Não vai voltar mais. Eu já tô aqui, já tá esculhambado mesmo. Ô Regis, adoro seus vídeos, meu. Adorei te ver a alegria que você ficou quando soube da candidatura do Caneta Azul.

É, foi um negócio absolutamente deprimente. Eu quero saber, você vai votar nele, irmão? Olha, minha amiga, eu vou dizer um negócio pra vocês. Deputado federal aí. Vocês estão fazendo piada, mas isso é uma coisa muito séria. Sério isso, eu também acho. Isso é uma coisa muito séria. É o fim do mundo, bicho. Porque assim, a política brasileira, ela chegou no fundo do poço. A partir do momento que certos partidos começaram a usar figuras folclóricas ridículas,

pra puxar voto, é esse inferno, velho. É esse inferno. É o Manuel Caneta Azul, que é um rapaz que tem seríssimos problemas cognitivos. Sim. Ele não sabe distinguir uma maçaneta de um extintor de incêndio. Caraca. Tá entendendo? Tanto que, inclusive, ele tenta abrir a porta apertando... Ele não concatena. Não, ele tenta abrir a porta apertando o extintor. Aí, quando tem incêndio, ele joga a maçaneta. Tá entendendo? Então, assim...

fogo no estúdio, ele pega a maçaneta e joga então o que acontece e você tem outras figuras ridículas, outras figuras ridículas foram eleitas inclusive, então assim se você não se indignar é pra puxar voto mas se você não se indignar com esse tipo de coisa você vira cúmplice

Vira. Aí não dá, né? Eu digo pra você. Eu amei você, você tirava o fone e eu vou embora. Não, o Paulo Matias, que é o grande amigo do meu lá no Olho e na Notícia, o cara ainda me veio, ele faz isso de propósito, evidentemente. Um abraço, Paulo, Pauleta. Ele falou, ah, Manuel, eu sei que você tá com uma música nova, canta aí. Eu falei, não, bicho, eu vou embora. Não, o que é isso? Você tá ligado que ele tem 27 mil músicas, né?

Mais do que a Suno. Ele tem 27 mil músicas. Como assim? Não entendi. Ele tem, ele fez já 27 mil músicas. Ah, eu imagino que ele deve até... Cara, ele não deu... Pode falar palavrão aqui? Deve. Ele não deu 27 cagadas, 27 mil cagadas na vida falando que tem música? Isso é brincadeira, meu.

Bom, já, então valeu, irmão, abraço aí, Gabriel. Valeu, Lopes, um beijo. Obrigado, galera, vou ficar ligado aqui, falou? Ó, manda um abraço pro pessoal aí da tua cela aí, viu? O pessoal que tá aí. O Red, só, tô deixando o clube.

Já desliguei. Já falou. Então já curtiu? Já se inscreveu? Vai no canal de corte e se inscreve também? Tem um Spotify, você pode seguir. Você pode ligar, você vai mandar o superchat. Pela plataforma, você liga, você manda o superchat com a voz que você quiser. Se você quiser mandar o superchat em áudio, você pode mandar. Pode. Entra na nossa plataforma, pode escolher a pessoa.

pra IAA você escreve, você escolhe o personagem que quer ler a sua mensagem aqui no superchat, então fique à vontade tá a plataforma aí, o link tá na descrição do chat pessoal, larga a mão do seu pão duro aí vocês tão assistindo o programa de graça aí pô, pô, paga essa palhaçada aí, vamos tirar o escorpião do bolso aí, tá certo? então, faça isso lembrando, boleta, que meu programa estreia na Jovem Pan segunda, é terça-feira agora

dia 19 estreia, isso não é um talk show às 10 da noite conto com vocês aí do Tica Raca Tica pra comparecer às 10 e meia da noite na Jovem Pan sempre de terça a sexta-feira você sabe o que é o pior? que eu já tô escalado pra ir no teu programa eu sei disso tá escalado, claro tem que contar com os amigos, né, velho? vamos fazer um programa baora vamos fazer umas análises tá certo?

Então, de terça a sexta, sempre às dez e meia da noite na Jovem Pan. Lembrando que eu vou estar em Santa Catarina, bola, semana é mês que vem. Carioca botando pilha, rapaziada. Atenção Creciuma, Floripa e Joinville, estarei aí com vocês, tá bom?

muita atenção, compre logo que esgota quer comprar o show vai aqui na descrição você dá um gás ainda, Criciúma? Criciúma tem que dar um gás você que trabalha aí porque lá é a forte em cerâmica né Bola, e muitas coisas Criciúma é uma puta cidade então espero vocês aí, link na descrição você compra o seu ingresso tá bom?

Vai ser bacana, o Pedro Ivo já tá quase lotado Lá em Floripa Então vamos encher a casa, fazer aquela bagunça Porque um pouco da minha família agora tá lá também Com certeza Beijo amor, tô completando 11 meses hoje Então beijo, dona Aline, um beijo pra você Muito obrigado Você tá completando 11 meses de namoro? Você tá completando 11 meses de namoro? Como é o nome dessa moça? Aline, Aline, Aline Miróis Aline, Aline, Aline, Aline Aline, eu vou dizer uma coisa pra você Eu vou mandar uma carta Eu vou mandar carta

pro Papa Leão 14 isso é canonizado você tá 11 meses com o Carioca isso aí é isso é canonização eu também não consigo compreender muito mas o amor tem dessas coisas vamos filosofar tem uma música que eu adoro do Aldir Blanc do nosso querido João Bosco o amor quando acontece a gente esquece logo o que sofreu um dia eu acho essa frase muito boa

A parceria do João Bosco com o Lier Blanc é uma pena que essa parceria se dissolveu. É, o cara morreu, né? Não, mas a parceria tinha se dissolvido antes, cara. Mas tem... É muito bom. E temos o nosso patrocínio hoje, hein?

Hoje o nosso patrocinador. Espetacular. E um presente bacana pro resto da Deu aí, ó. Opa, tem presente? Claro, da Philips. Ô, garotinho. Esse fone, Philips. O noise cancele. Esse fone é espetacular, irmão. Philips Audivinho pra você ouvir. Esse fone é de uma qualidade, irmão. Muito obrigado. Muito obrigado, irmão. Qual podcast que você fala com o ouvinte e ainda ganha presente da Philips, meu amigo? Ô, muito obrigado. Só aproveita.

Cadê a Bumbit? Beleza. E essa caixa aqui, você precisa conhecer. Compre só a Bumbit. A Bumbit da Philips. É um espetáculo. Espetáculo.

15 horas de duração, grave, delicioso. Serve com o Power Bank, você pode carregar até o celular, karaokê. Essa caixa é simplesmente sensacional. E a Copa do Mundo tá chegando, meu amigo. Já sabe, a Ambilight TV é da Philips. Então quer conhecer os produtos da Philips aqui em cima do bola, que é esse QR Code maravilhoso, tá bom? Maravilhoso, boa, carinha. Obrigado pelo presente. E nós cancele o foninho. Show de bola. Depois que você vai voltar no Manuel, você merece. Meu querido Regis Tadeu. Pois não.

Obrigado pela sua presença. Sempre um prazer. Você é um cara que eu adoro. Muito obrigado. Desde a época de Raul. Lembra, seu Raul? Vamos aplaudir. Registadeu. Bom, vamos falar. A ideia que eu pedi para você vir aqui hoje, para a gente falar... A gente vai falar sobre qualquer coisa que vocês quiserem. Não, óbvio que nós vamos falar, mas eu queria dar uma ênfase. Nós queríamos aqui, né, Bola, dar uma ênfase...

ao fenômeno Michael Jackson, né, que na minha opinião é um fenômeno de investidores. Lógico. Né? Eu queria saber se você... Porque tiraram da cova, né? Não, é que tiraram da cova, Bolo.

O que que acontece? O Michael Jackson... Do nada vem o Michael Jackson de novo. O Regi vai explicar o fenômeno Michael Jackson, que é importante, né? Sabermos sobre o fenômeno Michael. Mas eu tô tendo uma impressão de que não sei quem tem esse poder. Você poderia elucidar. Explicar. Elucidar. Eu tô aqui pra elucidar. Perfeito. Que fundo é esse? É uma intuição minha. Aham. Do espólio do Michael que tá jogando o Michael Jackson.

para que novas gerações volte a onda Michael Jackson, ele criou uma onda um estilo de roupa, de dançar, de cantar de canções e que esse fundo

Alguém botou essa grana e tá ganhando muito dinheiro com o Michael Jackson. Eu queria saber se você tem a informação... Sim, tenho. De quem bolou filme, a série, não sei o quê, o Spotify, tudo o Michael Jackson mania voltando com tudo. Você detendo essa informação, meu querido? A questão é a seguinte, a partir do momento que o Michael Jackson morreu...

A família do Michael Jackson recebeu uma proposta de uma empresa muito poderosa para administrar todo o espólio do Michael Jackson, que é...

Era e agora voltou a ser gigantesco. Então o espólio, você abrange direitos autorais, direitos de imagem, e isso indiretamente gera venda de trilhas sonoras para publicidade, esse tipo de coisa. Então todo o espólio administrativo de tudo que era gerado pelo Michael Jackson,

está no poder dessa empresa com o aval da família. Certo. A família tem que aprovar. A família tem que aprovar. Entendi. Mas assim, a família delegou tudo isso a essa empresa. Essa empresa tem a obrigação de gerar lucro. Perfeito. Claro. E o que acontece? Eles entraram numa parceria com a Sony, porque a Sony também tem todo o interesse... A Columbia. De renovar... Era a Epic Columbia. Era a Epic Columbia. Agora não, agora é a Sony.

A Sony tem todo o interesse de revender o catálogo do Michael Jackson. Tá. Porque é um artista conhecido universalmente. Então assim, você junta... Universalmente. Você junta a fome com a vontade de comer. Então o que acontece? Esse filme, ele foi produzido tanto por essa empresa que detém... Eu não vou lembrar o nome agora, mas é uma empresa muito poderosa.

Eu acabei de puxar aqui na data. Você puxou? Eu vou puxando aqui pra gente levantar. Eles se juntaram para, além de toda uma... Perdão. Uma estratégia promocional pra revitalizar o catálogo.

Tanto que, inclusive, não sei se vocês repararam, mas assim, de uns anos pra cá, os discos do Michael Jackson, principalmente o Off the Wall, o Thriller, o Bad, eles foram relançados em edições especiais, duplas, com não sei o quê, faixa bônus, o cacete. Eles é LP mesmo. Não, não, em CD. Em CD, tá. Aí relançaram os discos. Só que o que acontece? Hoje, o grande mercado...

que rende uma grana muito grande pras gravadoras, é o streaming. Sim. Só que não pra você investir em artista pequeno. Porque o que o Spotify remunera é uma esmola.

Menos para artistas extremamente populares. Como é o caso da Beyoncé. Como é o caso da Taylor Swift. Que ganham fortunas só pela veiculação. E aí, óbvio, vão aproveitar o Michael Jackson. Então a Sony se juntou com essa empresa para, além de tudo, fazer um filme.

Um filme que foi feito exclusivamente para o fã débil mental do Michael Jackson. Você acha que é para o fã débil mental? Eu não acho que é para o fã débil mental, não. Não, sabe por que é? Eu vou te falar por quê. Discordo. Eu vou falar por quê.

Porque o fã débil mental, principalmente o fã débil mental do Michael, é aquele cara que inclusive foi no cinema vestido de Michael Jackson. Aí é problemático. Aí é probleminha. Mas é escritório. Tem 0,1% nessa. Vai começar o filme e os caras gritam. Não, Carioca, na primeira semana... Só deu isso. Só deu isso, velho. Todos os cinemas... Todas as sessões lotadas vão 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데 같은데

Você não tem visão mercadológica. Não, eu tenho. Exatamente por eu ter visão mercadológica, eu entendo isso. Porque o fã... O fã é um idiota, como tu. O fã débil mental, ele vai consumir tudo. Então ele vai consumir o filme, ele vai consumir camiseta.

O negócio da pipoca, o copo Pipoca, o copo, não sei o que Então na verdade não é só a grana do ingresso É todo o embalo É todo o periférico Então você Quando eu falei do cara que se veste Michael Jackson Que eu falei que é uma visão de negócio É que você não percebeu

Esse cara que vai, na primeira semana, vestido de Michael Jackson, ele tá ganhando mais dinheiro do que com Bolsa Família. É esse o lance. Ele vai aparecer na reportagem pra sair. Pô, eu sou aquele Maico que apareceu no Jornal Nacional no cinema. Mas ele ganha. Festa.

ganha dinheiro pra caralho, bolas não, não, não, não, não, não, o cara você não sabe quando tu ganha um cubo de Michael Jackson o teu filho já contratou o Michael Jackson mas tem muita gente que contrata nós estamos falando de coisas diferentes, nós estamos falando do cara, do anônimo que vai fantasiar de Michael Jackson que ele comprou a jaquetinha lá na Shopee lá no Paraguai isso é uma coisa, agora tem o escobo uma luvinha de pedreiro tem o, é, um uma purpurina

Agora, tem um cover do Michael Jackson, como é o nome dele? Ah, não, mas esse é o Rodrigo Teaser. O Teaser é perfeito. Então, esse cara... O Teaser é perfeito. Esse cara, ele sim soube capitalizar. Porque além dele fazer um espetáculo de qualidade...

Ele é muito talentoso. Ele contrata caras que tocaram com o Michael Jackson. Sim. Ele está fazendo show. China, né? Ele estava na China com a Jennifer Batten, que foi guitarrista, e com o... Como é o nome? O Batera. Jonathan Muffet, que é um batera sensacional. Caralho. Então, assim, esses caras sabem capitalizar. Agora, o Anônimo... Capitaliza, cara. Não, mas o que, Carioca? O cara vai... Ele dá 15 segundos de entrevista no Jornal Nacional...

E aí ninguém vai lembrar dele. Cara, ele pega isso. Aí ele faz festa em periferia, festa infantil, o cara contrata. Ganha mil cruzeiros por mês. Mais? Que mil cruzeiro, Bola? Com festa em periferia. Você não tem noção. O cara ganha 900 conto em um pacote de bolacha.

Eu acho que eu discordo de você. Eu também discordo. Aliás, eu não vim aqui pra concordar com ninguém de você. Mas eu discordo de você, cara, nesse sentido, porque a capitalização... Michael Jackson sustenta muitas famílias, velho. Muitos caras... O quê? O cara ganha duzentinho, trezentinho por festa.

E agora tá hypado, ele tá fazendo um monte de festa. Eu nunca vi uma festa que foi o Michael Jackson. Mas que mais tem? Que mais tem a gente que contrata o Michael Jackson. Porque você tá falando, eu nunca vi. Por exemplo, ontem eu conversei com um cara que é um cover. Nunca fui numa festa. Um cover do Michael Jackson. Um cover. Mas bem, não é? Aonde você encontrou esse cara? Eu gravei com ele lá no Jovem Pan.

O cara é igual, Cusine, pesa 130 quilos, a jaqueta não fecha. É, mas esse cara, ele é parecido com o Michael. O cara faz uma grana, ele falou, cara, a melhor coisa que aconteceu... Mais um? São vários, cada cidade tem um Michael Jackson que é... Ah, tem um Michael Jackson, sabe essas coisas de zoeira que o cara contrata? Tem um homem-além. Esses caras, carreta furacão. Existe esse mundo paralelo desses...

quando a carreta fura a cama. É, tem uns patati e patatais. É isso aí. Entendi. Só que o Michael Jackson, por exemplo, Couve do Roberto Carlos, só ontem eu entrevistei cinco. Porra, os caras tiram uma grana por mês. Também faz festa infantil. Vai em loja de Carapicuíba, o cara ganha duzentinho, depois ele vai na outra loja, ganha mais cem, duzentinho. Aquelas lojas de roupa que o cara fica na porta e você é meu amigo de fé, vem comprar aqui, sabe? Mas ele... Ganha mais do que aposentadoria, se ele ficar aposentado.

não é nada, cara isso também não é mérito, né, cara fez uma comparação de mérito mas não é isso, eu tô falando de sobrevivência mil cruzeiros por mês mas não é, eu tô falando de sobrevivência, pô mas o dia que você sobrevivesse é muita gente é esse era o ponto que eu queria chegar não, tudo bem

Pra cover. Não, ok. Mas assim, o que que acontece? E obviamente... Estamos falando do espólio. Já descobri aqui, se você quiser. Qual é o nome da empresa mesmo? Tá aqui, ó. O espólio do Michael Jackson é administrado por uma estrutura complexa. É. John Blanca...

Que era o empresário. E John McLean. São executores nomeados no testamento de Michael Jackson e controlam a maior parte do spoiler através da MJJ Productions. Isso. E aí tem a Michael Jackson Company, que é uma entidade que gerencia os direitos da imagem, marca e propriedade intelectual. Isso. Que vende a pipoquinha, o balde da pipoca, a marca dele. Todos os mechandais. Camiseta. Camiseta, luvinha.

que cuida da propriedade intelectual do Michael onde vai colocar o selinho a Sony ATV Music Publishing que é a Sony que o Michael Jackson possui uma participação significativa nessa editora musical que inclui inclusive o catálogo dos Beatles ainda é do Michael Jackson ainda, ele comprou o catálogo do Michael Jackson tá nesse espólio é verdade, é gigante inclusive isso rompeu a amizade dele com o Paul McCartney equality

Depois das músicas do Sey. É. Sey Sey Sey, que eles eram amigos. É, eles eram amigos. E a Neverland Ranch. A Neverland é a casa dele. Que é a propriedade icônica que foi vendida. Isso. Ah, foi vendida, eu não sabia. É, tá aqui. Quem comprou? Não, faz isso. Podemos checar. Os três filhos do Michael Jackson, o Prince, a Paris e o Blanket. Agora, Biggie.

E a sua mãe, Catherine Jackson, que recebem, são os beneficiários desse espólio. A família não recebe nada? A família é isso, os três filhos. Mas o pai morreu. O pai morreu. A mãe morreu também. Os irmãos, eles ganham os direitos referentes ao Jackson 5.

Porque esse na verdade Esse spoiler é o spoiler individual Esse é só do Michael Jackson Mas voltando Então, cara, rolou Meter uma grana Pra fazer todo esse lançamento do filme Tudo em volta do Michael O cinema não tinha onde sentar Eles recuperaram esse investimento na primeira semana Que legal

caralho, sabia? Não, eu acho, eu acho, eu detestei o filme, mas assim, eu também não gostei detestei, detestei. A única coisa que eu detestei do filme, vou ser sincero. Eu achei muito clipe, fica passando clipe mas eu vou te falar, mas caralho, ele termina do nada. Mas eu vou te explicar porque eu acho tá, que eles fizeram assim

E eu percebi, fiquei prestando, pensando nisso no cinema. A única coisa que eu achei chato do filme, muito recurso de IA. Então tudo muito IA. Mas tinha que ter, cara, não tinha jeito. Não, mas muito. Passou um pouco do ponto. Não, não, foi exagerado. Exagerado pra caralho. Até acho que no rosto dele...

Quem fez o papel do ator foi sobrinho do Michael, que é filho do Germaine. É filho do Germaine? É filho do Germaine. É bom o Germaine. Eu falei um negócio aqui que os fãs do Michael Jackson ficaram putos. E obviamente que eu dei muita risada. Que eu falei que na verdade o cara mais talentoso do Jackson 5 não era o Michael, era o Germaine. Que além dele cantar bem, ele era muito instrumentista, era um putadum baixista.

só que evidentemente o Michael ele ganhou um disso, sabe que o Michael era prodígio e é carismático, né? é carismático, você entende? agora, essa coisa dos irmãos, os irmãos eles entram no spoiler referente ao Jackson 5, só entendi, tá inclusive, não sei se vocês sabem disso, né?

A Janet Jackson, ela proibiu terminantemente, não sei se você reparou disso, não se fala o nome dela no filme e ela não aparece. Verdade, verdade. Ela proibiu terminantemente. Aparece uma irmã só, né? Só aparece a Latoya. Só a Latoya. Que é a mais maluca. Não, a Latoya passa graxa no pão e manteiga no sapato. Pegou o Manuel, pô. Cara, eu não sei quem é pior, se é o Manuel ou a Latoya, viu? A Latoya.

ali, ali, tá difícil tá difícil, ali briga de machete sabe, machete mas assim, a Giannis proibiu que fosse citado o nome porque assim ela absolutamente não concordou com nada do que tá no filme, e eu entendo porque na verdade o filme

Ele é, como eu falei, ele foi endereçado para o fã debilóido do Michael Jackson. Então, o fã debilóido, ele não vai questionar nada do filme. A mãe do Michael tá viva, só pra... Tá viva ela ainda, tá vendo? Pô, a veinha, a veinha. Por ter que ter um final lá que...

tem o problema só das vítimas, por isso que o filme acaba desse jeito. Não sei se você sabe que esse filme foi todo remontado, né? Não. É. Esse filme foi totalmente remontado, ele foi construído da parada da infância, dos moleques, e aí acho que as vítimas, né?

Proibiram judicialmente, então em cima eles tiveram que mudar o filme inteiro e deram ênfase no pai. Os meninos que moravam, a família e tal. O que na verdade acontece é o seguinte, o final do filme era outro e foi mudado por pressão do spoiler.

Você acha? Foi, foi. Agora eles estão com um papo dizendo que vai ter uma continuação desse filme. Já tem que ter, que acaba do nada. Então, o filme... No meio da carreira do cara acaba o filme. Então, exatamente. O filme acaba na época do Bad. No album Bad. Acaba ali. E a alegação que eles deram, e eu quero ver se isso... Esse papo que vai ter essa continuação, eu tô achando que é caô. É mesmo? É. Por que que acontece? O Michael Jackson...

O fã, evidentemente, que ele não aceita isso, por isso que ele é um idiota. O Michael Jackson teve dezenas, dezenas de processos por assédio sexual infantil. Teve. Nenhum deles foi pra frente porque o Michael Jackson instruiu a sua equipe de advogados de fechar acordos extrajudiciais.

Ok? Então, vamos parar com esse papo que o fã debilou. Ai, mas o Michael Jackson, ele foi inocentado, ninguém teve provas. Não, cara, isso não chegou nem a ir a júri. Foi fechado o acordo. Mas, mas peraí, mas não é um crime independente do acordo ou não?

Não, nos Estados Unidos quando você fecha o acordo extrajudicial, você recebe a indenização e não quer o Estado que te processa. Tipo, aqui é um crime, pedofilia. Tudo bem, mas você fechou o acordo extrajudicial, acabou o processo. Você pode tocar o pau. Até você ser processado de novo. Que era o que acontecia com o Michael Jackson.

vários processos mas não vira uma máquina também da galera ganhar uma grana em cima do mario? claro, claro pode, pode foi lá na casa do mario mas aí o juiz, o juiz ele dá a prerrogativa você quer levar isso você está sendo acusado disso você quer levar isso pra frente e provar sua inocência? mas a criança não tem como dizer sim ou não, esse é o lance não, não, não, mas quem diz é o acusado

Mas o acusado... O juiz tem lá o acusador e o acusado. Eu não sou de advogado. O acusador... A legislação americana é um pouquinho diferente da nossa. Você tem o acusador e o acusado. O acusador está lá. O acusado também. O juiz fala, olha, esse processo pode ser levado adiante. O que vocês vão querer fazer? O acusador, ele fala, não, eu quero levar o processo adiante.

O acusado chega e fala, não, eu não quero levar, qual é a indenização que eu tenho que pagar pra interromper isso aqui? É assim que funciona. Ainda mais numa alta esfera econômica, como era o cara do Michael Jackson. Porra. Então, grande parte da fortuna do Michael Jackson... Foi até antes disso. Foi, foi, foi bem. Tem até aquele documentário, tem um documentário que é demolidor em duas partes, aquele Living Neverland, que tem os caras hoje adultos falando do que era aquilo. Era um negócio aterrador. Ele era muito loucão mesmo? Muito.

Porque o Michael Jackson... Eu achava que ele era... Desculpa, eu te interromper. Não, claro, imagina. Eu achava que o Michael... Eu, de verdade, não por ser fã, eu sou fã pra caramba da parte musical, conheci Jones, enfim... Que esse é um outro problema do filme.

que não deu o devido valor, né? Não, o Quincy Jones, ele é tratado no filme como se fosse um bobalhão. Um serviçal. Ele é o cara genial. Quando, na verdade, era o contrário. Era o Quincy Jones, que era o cara ali durão, que falou pro Michael Jones, olha, meu amigo, você vai fazer assim, assim, assado, não sei o quê, bababá, põe a tua voz. Então, no filme, os papéis estão invertidos. Estão. Parece o Michael, o grande gênio, e o Quincy Jones apenas... É um executor.

ali de, olha Michael que ideia genial a sua, mentira ao contrário né eu sei da Don't Stop to Get Enough que o Michael não queria aquele porque o Quintz Jones era, ele escrevia orquestra né, e a pegada dele maestro genial e aí o Michael não quero isso, eu quero uma pegada mais pop não queria sabe as cordas sim

não, não quero isso. Cala a boca. Cala a boca e fica quieto aí. Você não sabe o que você tá falando. Deixa eu fazer meu trabalho. Esse é o barato da música. E vê se ele errou. E todo mundo marca, né? E vê se ele errou. Não, o violino, ele não queria violino. O Quincy Jones não só é um maestro, arranjador, produtor, um dos maiores do mundo. Sim. O cara foi arranjador do Frank Sinatra, velho. É. Eu tenho disco ao vivo do Frank Sinatra, gravado no Havaí, que é a orquestra conduzida pelo Quincy Jones. É.

Jones era foda. Porra! É muito bom o documentário do Queens na Netflix. Sensacional! Você viu, Bola? E não é chapa branca. Não é. É legal. Você já é entendendo? Porque mostra que o Chris Jones também era um filho da puta também. Porque aí isso não tem sentido você fazer documentário, né? Então vira... O cara é o bonzinho da jogada. E aí o... Pelo que eu...

Vi, eu também achei que o Quincy Jones foi retratado. Sei que o filme é do Michael, mas o Quincy é um cara muito importante pra ele se digitar. Meio passou. Não, porque ele é o cara que muda, ele tira o Michael do Jackson 5, né? Girou a chave. Não, e girou pra melhor, muito melhor. Muito melhor, né? Isso não passa, isso aí... Não! Tem um outro detalhe, tem um outro detalhe que é absolutamente fundamental, esse é absolutamente aterrador, essa omissão.

Aterradora essa missão. Em nenhum momento do filme se fala da batalha judicial do Michael Jackson contra o presidente da Motown, que era o Barry Gordon. Porque não haveria Michael Jackson carreira solo sem a Motown. Sem... Se ele tivesse perdido essa disputa judicial. Ah, entendi. Não haveria. Ponto. O Michael Jackson continuaria um simples membro do Jackson 5.

Então, essa batalha judicial, que foi completamente determinante para a carreira do Michael Jackson,

Ninguém fala do filme. Nem passou. Nem passou. Ninguém fala. Tanto que vocês podem reparar que no filme, pula do Michael Jackson menino pro cara do Off The Wall. Cadê a fase, o Bean, o Music A Me, o Bean, aquela música que o Michael Jackson canta sobre o rato, inclusive tem casal que entra na igreja com o som de Bean, e o Michael Jackson cantando sobre um rato assassino.

É bizarro, né? Então tem um salto de tempo absolutamente inadmissível É, mas assim, agora vamos pro filme Mas ele tava falando das crianças Ele acabou de falar Os processos foram fechados pelos pais dessas crianças porque você era menor de idade Então os pais Os pais aceitaram equality E aí

A proposta dos advogados financeira. Proposta financeira monstro. Em termos de valores astronômicos. Pra fechar os acordos dessas judiciais. Simples assim. Então, fã do Michael Jackson, você, fã retardado, entenda uma coisa, o Michael Jackson não foi inocentado de nada.

Porque eles fecharam os acordos. Lógico. Mas voltando ao filme... Sim, voltando. Que eu entendo a sua visão de crítico musical, um cara que conhece música, gosta, estuda. Eu acho que o filme, ele é...

na minha opinião, ele é puro entretenimento, total, focado 100% entretenimento pra captar novos fãs do Michael Jackson. As músicas, os clipes, entendeu a parada? É um filme tecnicamente, sim, mas ele é feito tecnicamente pra captar quem não tem ideia do que é o Michael Jackson. Obviamente tem a parte pra agradar o fã, mas ele, por exemplo, todas aquelas histórias a gente já sabe, do macaco, do pai, mas ele,

Mas aquilo pro meu filho, que tem 17 anos... Porra, filho... Ele pirou, né? É do caralho, entendeu? Um cara que ele... Nossa! Eu não conhecia. Nossa! Então toca em coisas que a gente já meio que sabia clichês, Ana do Michael, mas que foram determinantes na carreira dele. Então, mas você sabe... Você pode perguntar pro teu filho.

Se você perguntar pro teu filho o que mais chapou o teu filho foram os números musicais. Claro! Porque os números musicais, tudo bem, usou o olhar. A qualidade de som. Cara, a qualidade de som. Então, mas aí que tem o detalhe. Eu amei, eu amei. Então, por que foram usadas as músicas do filme?

Porque os direitos autorais das músicas são do espólio. Então todo aquele repertório está liberado. Então assim, o teu filho... Como é o nome do teu filho? Nico. O Nico, pode falar pro teu pai aqui na bolsa, eu tô errado. Você ficou chapado com os números musicais, que assim, a recriação, a qualidade de áudio daquilo... Maravilhoso. Negócio impressionante. Eu pirei no cinema. Eu dancei sentado.

E ficava, sabe? Sim. Homem, arrepiai, assim. A recriação daquelas apresentações do Jackson 5 na TV são perfeitas, cara. Muito legal. Perfeitas. Então, isso realmente é um negócio que chapa todo mundo. Agora...

Quando não tem os números musicais, quando vai pros diálogos, tem uns diálogos ali, cara, que são constrangedores, cara. Errado. Constrangedores. É um negócio, é assim, nem em um filme de super oito de escola infantil você faz um filme com aqueles diálogos. Mas não é a pegada do Michael, por exemplo, tem vários momentos do filme, que o Michael, ele é uma criança que não cresceu. Mas ele era uma criança que não cresceu. Então, ele tem, eu não sei se o cara, equality semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana

Eu acho que eles fizeram uma parada meio com neuro... Neurociência? Neurociência. Pode ser. Uma tática de convencimento? Não, é tentar... Qual é o gatilho que o Michael tem e por que ele atrai tantas pessoas? Então, é uma coisa meio imbecil? Não, é a fragilidade.

Isso, ele comendo pipoca com a mãe, uma multidão lá fora, sabe? O desenho animado, não sei quem contou. Os bichinhos de pelúcia. Não sei quem contou. Eu vi isso aí um pedaço na internet, do filho do Djavan, e o Djavan contando que o dia que ele conheceu o Michael Jackson. Ao conhecer, ele tá aqui, tá gravando um negócio, vem aqui. Aí foi lá levar, aí o Max, o filho do Djavan, fala assim que... Peraí que ele tá vendo um desenho, tá ligado? Então, tipo assim...

Sim. Ele era uma criança grande. Infantiloide. Ele era infantiloide, um nerdaço no mundo dos animais. Mas isso tem a ver com o tratamento que ele recebeu quando criança. É, então. Você acha que é? Total, total. A infância do Michael... E aqui a gente tem que falar um negócio. Eu vou falar daqui a pouquinho e todo mundo vai ficar puto da vida, mas não tô nem aí. O Michael Jackson, por conta do que aconteceu...

Da fama precoce? Ele não... A fama precoce, a tirania, a... O abuso. A agenda... Total. Abuso infantil. O começo do Jackson Salles e o que o pai fazia era absurdo. Não, não. Inclusive, no filme, é mostrado de uma maneira muito leve. Porra, puta que pariu. Muito leve. O Joe Jackson foi um dos piores seres humanos que já pisaram na face da terra. Caralho, meu. Mas... se não fosse pelo Joe Jackson, não tinha Jackson Fire.

E aí, é um dilema. É um dilema. É um dilema moral. É um dilema moral, né? O cara sacrificou o filho dele. Porque ele mesmo não conseguiu. Ele mesmo, o Joe Jackson tentou a carreira musical como cantor. Não conseguiu. Fracassou. E ele projetou nos filhos. Aliás, é o que acontece, por exemplo, com o pai de jogador de futebol.

É a mesma coisa. Então o Michael Jackson, só pra gente não perder a miada, o carioca e bola. O Michael Jackson, por conta da infância, absolutamente fora da casinha de qualquer criança, quando ele se tornou jovem, ele inconscientemente ou conscientemente, ele quis retomar aquilo que ele perdeu.

Então, toda a maneira como o Michael Jackson falava em público, por exemplo, com aquela voz fininha, era ensaiado, porque ele não tinha aquela voz. Na hora que ele falava pra falar. Ele não tinha aquela voz. Não tinha aquela voz. Ah, entendi. Ai, gente. Não era aquela voz. Ai, hello people. Voz do Mickey, aquela voz do Mickey. É, mas voz...

Eu gosto do Axl Rose agora. Não parece ser o Mickey falando. Então, tudo aquilo era... Porque, na verdade, o Michael Jackson, psicologicamente falando, ele quis, na vida adulta, retomar tudo aquilo que ele não teve na infância. Então, era comprar a casinha com o castelo, tá com o criancinha, que eram os amiguinhos dele, você tá entendendo? Então, assim, isso psicologicamente é como se você quisesse... Ele não cresceu. Ele não cresceu.

Não amadureceu. Ele não amadureceu. Ele ia nas lojas, tem um documentário, aquele ia nas lojas, bicho, ele falava, eu quero esse vaso, eu quero essa boneca, eu quero não sei o que. Quanto deu a conta? 2 milhões e meio de idosos. Ah, falou, paga aí. Paga aí. Então assim, é como se, eu acho que é minha opinião essa. Ele, na vida adulta, ele quis recuperar todos os prazeres que ele não teve quando era criança. Não tem adulto.

Mas isso é muito normal. É o que acontece geralmente. Você pega essa rapaziada do MC, que o nego fala, pô, o cara mal ganhou dinheiro, já comprou uma Porsche. O cara não tem brinquedo, velho. Agora ele tá realizando o brinquedo da vida dele. É assim, entendeu? Então ele tá realizando ali o brinquedo. De uma certa forma, sim. É, é bem parecido essas situações. Mas no filme também retrata uma coisa que é verdade. O altruísmo do Michael Jackson.

como o Michael Jackson praticamente doou em vida metade do que ganhou pra instituições, pra hospitais de queimadura. Ele foi um cara muito benevolente, um cara muito caridoso. Isso foi muito legal. No caso do hospital de queimadura, ele fez isso porque ele sofreu uma queimadura muito grave. Aliás, é uma cena pateticamente recriada. Eu achei um negócio horroroso. Foi bem mais grave. Foi bem mais grave.

Então, é que na verdade o que acontece é o seguinte, e isso que você trouxe aí, uma informação, pra quem não viu o filme, bem importante, porque o Michael Jackson, esse altruísmo dele, ele veio sempre de experiências ruins que ele teve antes. Então, quando ele doava fortunas pra hospitais de caridade, de crianças, hospital de queimadura, não sei o que, era uma maneira dele compensar.

E não querer que outras crianças passassem pelo que ele passou. Então, você tá entendendo? Tudo na vida do Michael Jack foi uma coisa de reparação. O que eu perdi, eu tentei reparar. O que outras crianças podem ter perdido, eu vou tentar reparar também. Então, assim, é um mecanismo.

é um mecanismo meio louco, mas é, cara. Mas ele doou muito dinheiro. Doou, doou, doou. Ele doou muito dinheiro. Dizem que ele doou metade da fortuna dele. Não, isso é exagero. É exagero. Isso é exagero. Mas doou bastante. Não, não, doou. Mas cara, bicho, o cara ganhava 4 trilhões de dólares, velho. Não é nem trilhões, é 4 trilhões de dólares. Tem um número aí. Tem inclusive para imposto de renda, isso vale também, viu?

É, você acha que é mais para o imposto de renda do que para o altruísmo? A equipe de contadores chegava e falava assim, Michael, vamos fazer umas doações aí para a gente... Para não dar problema. Entendi. Tem isso também. Tem isso. Mas tudo bem, vamos deixar o fã acreditar que... Não, não. Era só uma alma bondosa. É? Você acha que ele não tinha essa alma tão bondosa assim? Não, não, não. Ele tinha uma alma de criança, né?

Alma de criança. E alma de criança nem sempre é bondosa. Vocês sabem bem que criança, quando quer ser cruel, é cruel. Mas assim, essa coisa das doações tem muito do imposto de renda americano que é cruel. Imposto de renda americano, você vai pra cadeia. Olha o que aconteceu com o Wesley Snipes.

Não, o Capone. O Capone fez... 300 milhões... 300 milhões... Foi preso no caso disso. Foi preso no caso de imposto de renda. Wesley Snipes, cara. É. Passou... Tem passo na... Aliás, acabou a carreira do White Snipes por causa disso, né, mesmo? Então, assim... Evidentemente que você vai dourar a pílula sempre que for possível. Ainda mais quando você tem o espólio do Michael Jackson e a gravadora envolvida, você entendeu? É.

Eu vi uma história, não sei se eu vi num livro, eu preciso até retomar algum, se você puder indicar algum livro do Michael que eu li em algum momento da minha vida, sobre o Thriller. Sim. Que Thriller é considerado o álbum mais vendido e mais consumido da história e da música global. É verdade. Isso é verdade. É verdade. É consumido, enfim. Realmente é um álbum espetacular. Hum, eu não acho.

Tá, eu acho espetacular. Eu acho perfeito. E a venda, as vendas astronômicas que o thriller obteve, na maior... Se você vai responsabilizar alguma coisa pelas vendas astronômicas do thriller, são os videoclipes. Porque os videoclipes do Michael Jackson foram, sim, revolucionários.

Eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que, de fato, somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais. Em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.

Eu lembro o Fantástico, eu acho que 15 dias antes que ia passar o clipe, passou no Fantástico. Exatamente. Porque você sabe o que é? O clipe dele lançou no Fantástico. Ali fala da MTV, mas a história que eu lembro desse livro é uma outra história. Então, essa história da MTV é mentira. Então. De falar que o Michael Joy foi o primeiro artista negro, mentira. Porque o cara da gravadora falou, ou toca ele ou não vai mais ninguém.

O boicote teve. Teve. A questão é a seguinte, aquilo ali existiu. Só pra esclarecer, a MTV colocava clipes de músicos blacks nessa semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana semana

madrugada, final da noite lá embaixo. Ninguém assistia. Ninguém assistia.

O presidente da CBS, na época, eu não sei se era o John Landau ainda, ele chegou na MTV e falou assim, nós temos aqui o clipe de Billie Jean. Já estava pronto o clipe. Que é um clipe revolucionário. Ninguém tinha pensado em contar uma historinha num videoclipe. Videoclipe, normalmente, era o cara tocando. Uma bandinha. Não, ali tem um roteiro.

Perfeito. Chegou lá na MTV e falou olha, nós estamos lançando aqui, não sei o que, a MTV chegou e falou assim, olha, nós vamos tocar o clipe do Michael Jack, mas ali no horário restrito ao público black.

cara da CBS falou assim, ah é? Vocês vão fazer isso? Então tá bom. Nenhum artista da CBS, Epic, Sony e o caralho A4 vai tocar na MTV. Eu vou negar todos os pedidos, vou mandar retirar todos os clipes. A MTV entrou em pânico. Lógico. Porque grande parte da programação branca

da MTV, vinha da onde? Vinha da CBS. Da Colômbia. Da Colômbia. Entendeu? Porque era CBS, Colômbia e Epic. Uhum.

E aí, o que acontece? O cara... E o presidente botou o pau na mesa. Falou, eu vou fazer mesmo. Aí a MTV arregou. Quando a MTV arregou e passou o clipe de Bidichim, foi um sucesso tão absurdo que a MTV teve que se render. Tanto que, inclusive, a MTV abriu o horário nobre dela pra outros atributos. Você sabe o ano disso, Regis?

Foi exatamente no ano do Thriller, 1980 e... Não, o Thriller, assim, essa é a minha dúvida. Porque o Thriller, ele é de 82. Sim. Gravado. Sim, gravado. E lançado. Só que...

Pelo que eu vi nesse livro, ele não foi um disco que num primeiro momento não fez sucesso. Sim, é verdade. Isso é verdade. Por isso que eu tô falando dos clipes. E aí que, na minha opinião, foi uma sacada. Pelo que eu vi nesse livro, não sei se é verdade, ou se a minha memória também tá me traindo. O Michael...

Ele queria... Ele falou, cara, eu tenho certeza que isso aqui vai ser a coisa mais genial. E acho que uma, duas ou três faixas não estavam virando. Nas rádios, o trailer não estava virando legal. Como Off The Wall também não fez... Fez Don't Stop T'Granoff e Rock With You. E parou. E também não foi nada astronômico. O Don't Stop T'Granoff foi um puta sucesso em 79. O Off The Wall vendeu mais depois do trailer. Claro.

Aí que tá. Mas a sacada do Michael, na minha opinião, não sei se é verdade, tô aqui te perguntando, que teve o thriller uma, duas, três faixas na rádio e tava aquela coisa ah, legal, muito bom. O Michael pegou o dinheiro dele, não sei se isso é verdade, e falou, vou fazer um clipe do thriller. Com o dinheiro do bolso dele. É, porque... Não, essa cascata. Tá. Que ele fez o clipe do thriller e falou, vou jogar nos cinemas e falou, vou jogar nos cinemas.

e o disco começou a virar por causa do videoclipe de thriller não foi thriller primeiro foi Billy Jim sim, mas o que virou a loucura que foi foi porque ele fez uma mega produção com o dinheiro dele de thriller jogou nos cinemas e espalhou e a coisa explodiu ali no thriller como o clipe depois veio Billy Jim fazendo sucesso de novo o primeiro clipe foi Billy Jim He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He He

Depois veio o Beat It E depois veio o Thriller A sequência de clipes Mas dizem que essas músicas não estavam virando E que o thriller, o clipe que fez Sim, mas isso é verdade Porque quando as músicas foram lançadas Inclusive se eu não me engano Se não me falha a memória A primeira música lançada em rádio Foi aquela balada The Girl Is Mine Se não me falha a memória Ou Humanator Não foi? Alguma coisa assim? Não, acho que foi Girl Is Mine Não foi Humanator?

Não sei. The Girl is Mine é com quem? The Girl is Mine. Mas é com quem que ele canta? Não, é sozinho, é sozinho.

E aí o que acontece? Ah não, Paul McCartney. Não, o Gulls Mines. É, Paul McCartney. Eu lembro que o Gulls Mines é com alguém. The girl is mine. Ele faz dueto. The girl is mine. The girl is mine. Então ele faz dueto. É, com Paul McCartney. Com Paul McCartney. E aí o que acontece? Mas a grande virada do álbum thriller foi quando os clipes começaram a tocar em altíssima rotação da MTV. Porque a MTV sacou. Aí a MTV pegou aqueles clipes do Steve Wonder, você tá entendendo? Puxou todo mundo da turma Black aqui.

Tanto que, inclusive, a MTV... Prince também veio na onda, né? Prince veio na onda, você entendeu? Não, veio todo mundo. Aí, você lembra, inclusive, daquele clipe do Run de MC com o Eric Smith, Walk This Way? Aquele foi o primeiro clipe rap. A MTV não tocava rap. É mesmo.

Então, assim, o ponto de virada, a virada de chave foram os clipes. Os clipes puxaram as vendas do álbum. E foi aquela venda astronômica, não sei o que. Agora, se você perguntar para o público, não os debiloides, fãs do Michael Jackson, quais são as músicas que eles conhecem do Michael Jackson, só vão falar as três, as três do clipe. Eu conheço o Billie Jean, eu conheço o Beedit, e o Monster, o Thriller.

Não, pode conhecer uma outra também, a We're The World, depois aquela charopada que ele virou. Não, mas vem depois, né? Sim, Black and Ride. Eu não sou fã do Michael assim. Eu gosto de duas, três músicas. A que eu mais gosto é o Smooth Criminal. É a música que eu mais gosto dele. Por causa do filme? É a música que eu mais gosto dele. Por causa do clipe?

Não, não, eu gosto da música mesmo Ele tá falando da música Eu adoro Eu acho a música arrastada pra caralho Eu acho fraca essa música Mas ele tem aquela coisa Então eu acho arrastado Eu acho fraca Eu não sou fã do Michael Pra mim o Michael Como musicalmente falando Como admirador musical O Bad já não me atrai mais equality

O Bad é fraco. Eu acho fraco, portanto, que ele foi a derrocada do Michael ali, musicalmente falando, não como cultura, tá, gente? Não, não, não, nós estamos falando musicalmente. Musicalmente. O Bad é um disco muito irregular. É, ele tem uma música muito boa ali. Tem uma música que é a Just Can't Stop Loving You, que é um baladaço, assim, que eu adoro essa música. Tem uma boa chamada Dirty Diana, que inclusive o guitarrista é o Steve Steeves do Billy Idol. Noco ou noco.

mas I Just Can't Stop Loving You é uma balada, né? uma baladaça do Michael é que você é um cara romântico, né cara? não necessariamente, mas ela não é bola mas peraí, peraí P.I.T. é uma puta música

Você não gosta? Não, não, não gosto. Sério, cara. Musicalmente eu acho foda. Agora eu vou te dizer um negócio. Agora eu vou te dizer. Quer saber um disco do Michael Jackson pós-thriller que é fudido? Pós-thriller? Qual? O Dangerous. O Dangerous. O Dangerous, que tem Remember the Time. Que tem... Esse disco do Michael Jackson, ele inclusive... Jam. Jam, que é uma puta faixa. Heal the World. É chato.

Não, o Rio de Janeiro é chato. Mas tem Remember the Time, e outra... Black and White. Black and White, que é uma bela faixa. Agora, qual é também o grande forte do Dangerous? Os clipes. Entendendo? Porque o clipe do Bad é um clipe meio bobo.

Eu nem lembro como é que é. Ele com a gangue no metrô. Mas ali, olha só. Ali eles regurgitaram o que ele tinha feito no Billet. Sim, esconda a gangue. Então, porque Nova York tava vivendo aquela onda de muitas mortes de gangue. Sim, brigaria. Aquilo é uma campanha, ele falou Michael Junk tinha essa porra, do tipo eu vou parar com essa merda.

Tanto que inclusive... Eu vou criar um negócio aqui, um movimento em que essa porra vai virar uma coisa idiota. E você tem razão em trazer... Você tem razão em trazer esse assunto a baila, o Carioca? Porque no clipe do Beat It...

Os figurantes são das duas maiores gangues rivais. É verdade. Que eram os Crips e os Bloods. O Michael Jackson conseguiu juntar no mesmo ambiente as duas facções mais perigosas sem se matarem.

Só o Michael Jackson iria conseguir isso, velho. Então, assim, se você olhar no fundo do clipe do Beat, tá lá o Michael Jackson, os bailarinos, e lá no fundo tem um monte de mano ali. São rivalíssimos ali. Mas estavam ali no estúdio. Então essa proposta dele foi muito boa. E ele tentou fazer uma coisa do Bad. Mas o clipe de Bad, eu acho meio caricato demais. Ele com aquela roupa de couro preta. Aquilo não tinha nada a ver com ele.

Esse disco foi um fracasso Foi um fracasso Perto do thriller Tudo ia ser um fracasso Agora o Dangerous que vem depois É um puta disco É um puta disco de black music

Jam é do... Ele levou quatro anos pra fazer o álbum, né? Ah, do Bad pro Dangerous. Quatro anos, ele demorou a gravar. Você é perto do Guns N' Roses, então é piada, né, bicho? Mas ele demorou. Mas o Michael sempre demorou um meio pra lançar os discos, né? Eu achei. É, porque... Não, não era isso, cara. Era você esgotar ao máximo a capacidade do disco anterior. Aí quando você percebe, aí você percebe que não vai dar nada.

Aí você tá bom, vamos trabalhar no seu... Porque é tudo questão de grana, né, cara? Questão de grana. Eu acho que é de inspiração. Eu acho que o Michael chegou numa condição artística em que se ele falasse, eu não quero gravar um disco agora, ele não gravava. Não, nem precisava. Não, não, do tipo assim, Michael, precisa lançar um disco ano que vem, porque devia ter uma pressão muito grande pra vender. Ah, claro, claro. E ele falou, cara, não tenho a música, eu não tenho as ideias, eu ainda não tenho o disco.

Não vou fazer nada. E vai tocando. Não, mas não... Essa é a vantagem de você conseguir a tua liberdade artística.

Você não tem obrigação de... Você não tem obrigação, você faz, vou fazer quando eu quiser. Não quando quiser, quando vier mesmo a... Eu tenho aqui o negócio. Ou quando você quiser realmente entrar no estúdio e fazer. Agora, ninguém lembra, por exemplo, ninguém lembra, por exemplo, que depois do Dangerous, o Michael Jack lançou um disco pavoroso chamado Invincible.

Que não vendeu absolutamente nada. 2001. Como que é a capa desse... É uma capa branca. É aqui, ó. É uma capa branca com a silhueta dele. Esse disco é horroroso. Horroroso. E aí o que acontece? O Michael Jackson... Tem algum hit? Nem tem. Nenhum, zero. Tem esse butterfly aí. Não, não, não. Nenhum virou. Que louco, né? Nenhum virou. O cara lançar um disco que não vira, né? Mas não era por causa dos escândalos já?

Isso atrapalhou pra caralho, Michael. Atrapalhou também. É isso que atrapalhou o Michael, acho. E ele chegou uma hora que ele falou, mas se a música era boa, o que que atrapalha? Pô, ele tá com a cara da Janet aí, né? Não, aliás, tem o clipe que é bem legal dele com a Janet Jackson, que é uma música legal. Pô, não teve nenhuma música de sucesso nesse álbum, cara? Não, não, não, não, não. Tanto que, inclusive, o Michael começou a fazer um monte de turnê tocando música antiga, porque não tinha. Aliás, o Michael Jackson, inclusive, teve aqui no Brasil fazer...

no show no estado do Moro B. Pô, foi o último álbum dele. Foi. Eu fui no show dele. Ele não fez nenhum depois. Não, ele fez o Michael de 2000. Não, não, não. Esses dois tem uns discos póstumos que não é o Michael cantando. Não, isso eu sei. Eu sei, o X-Cape lá é... Mandrake. Eles contrataram um cara que cantava igual o Michael Jackson. Igual.

pra cantar as músicas. Não, mas aquilo, olha só, picaretagem. Calma, calma, calma. Que tem umas coisas que eu sei desse álbum aí, do Xscape, que tem uma música que é bem legal, que fez um puta sucesso, essa história não sei se você sabe, que é Love Never Feels So Good. Não, não fez um puta sucesso. Não sei nem que música é essa. Não, não. Na casa do Carioca fez. Não. Não, não.

Love never felt so good Que ele regravaram com Justin T.B. Lake Tocou pra caralho Tocou, tocou O Escape O Escape Ele é formado basicamente Por músicas recusadas Dos outros discos Isso aí Tá É esse o ponto É um disco de sobras Ele pegou os restos De sobras Peraí, calma Menos aí Sobras boas Que o Michael não queria Mas que São boas Não, não Mas aí que tá O Carioca O disco de 2001 Não fez nenhum sucesso Menos semana

Essa música que ele recusou no passado fez, porra, é isso que eu tô falando. Então, o que acontece é o seguinte, quando você tem um padrão de qualidade pra escolher repertório, porque muitas vezes o artista, ele grava 25, 30 músicas, ele tem que escolher 12. Ele não, o diretor de artístico. É, junto, né? O VNR. É, exatamente. Mas junto com o artista.

porque quanto mais independência artística você tem, mais você participa de reunião de AR, porque quando você não é nada é o AR que decide e mas eu confio muito nos AR eu acho que eles são muito bons tem alguns, por exemplo o diretor artístico é muito importante pro artista por isso que hoje é meio perdido, porque não tem mais essa figura porque é o cara que tá no cu dele a venda, o resultado tá no cu do cara e aí ele equality

As gravadoras, as que sobraram, elas viraram distribuidoras de disco. O artista entrega o negócio pronto. Caqueia as músicas, toca aí. Isso tem um lado bom? Claro que tem. Mas também tem um lado ruim. Não tem a curadoria. Não tem a curadoria.

E a gente conhece, a história é formada por extraordinários profissionais de AR. E veja, imagina, você tem o artista, você tem o AR, que é o diretor artístico, tá gente, do álbum. O cara que fecha, o executivo da gravadora que fala, vai assim. Vamos botar essas músicas aqui. Porque é o cu dele que tá na reta. Então, essa tensão entre artista e o AR, que fez a música ser foda. O Joe Calonan foi o cara que fez o Whitesnake estourar nos Estados Unidos.

O Whitesnake estourou nos Estados Unidos por causa desse cara. Mas num caso de uma música que o Michael quer e esse cara não quer a música, não vai? Quem manda mais o AR ou o cantor? Depende da proporção do artista. Entendi. Você tá entendendo? Mas normalmente quem dá a palavra final é o AR. Tá, entendi. É, mas é negociado. Então, agora... Aí o cara dá um crédito. É igual no Pânico.

Porra, eu não quero fazer bola, faz lá, cara. Vai ser bom. Aí tu vai lá meio contra, faz e dá certo. Tem uma história que é muito famosa. A gravadora chegou pro Eric Clapton e passou dois anos enchendo o saco do Eric Clapton pra ele fazer o acústico. Que ele não queria fazer de jeito nenhum. Depois de dois anos de encheção de saco, o Eric Clapton chegou pra gravadora e falou assim, tá bom, eu vou gravar o acústico. Só que os dois discos seguintes eu vou gravar de blues.

O blues que eu quero fazer, beleza? A gravadora, ah, tá, tá bom. Aí o Eric Clapton gravou o acústico, estourou. É. A gravadora teve que cumprir os dois discos seguintes do Eric Clapton. É a blues. Blues total. Total. Entendeu? É negociado, porque o cara fala, pô, e qual é o maior disco do Eric Clapton? O mais famoso é o... Pro Croix, pro grande público. O Eric Clapton tem um som complexo, é rock, blues. É o caso do Mea, porque o artista acredita na música dele.

Ele fez a música. Mais que o E.R. Mas tem muito diretor artístico. A função principal do E.R. É quando o artista aparece com 20 músicas.

Aí o AR fala, não, peraí, ó, essa aqui sim, essa aqui não. Não, não dá pra lançar gente. O Mazola veio aqui. O Mazola veio aqui. O Mazola, grande, exatamente. O Mazola teve aqui. Inclusive é um excelente programa pra você assistir. O Tica da Tica com o Mazola aqui. Eu vi essa entrevista, muito boa. Muito boa. O Mazola é veterinista. O Mazola é pica. Quantas vezes o cara vem com a música e o Mazola falava assim, não, tu vai gravar essa aí, irmão.

Não, mas... Mesma coisa do Eric Clapton. Tá bom, eu quero essas duas músicas. Eu acho ruim, mas eu só deixo você gravar se você gravar isso aqui que eu tô te pedindo. Aí o cara vai e estoura com aquela música. Pega o exemplo de Ney Mato Grosso. Cara, eu duvido... Eu nunca fui no show do Ney Mato Grosso, mas eu duvido... Você vai adorar. Eu acredito. Vai adorar.

Que ele não canta no show dele os maiores sucessos. Homem com H e Thelma, eu não sou gay. Coisa que o Mazola empurrou pra ele. Exatamente. Não, não vou gravar essa porra. O Mazola grava porque o tema Thelma, eu não sou gay vai explodir. Porque o diretor artístico é o quê?

Vender disco na época, lógico. Ele quer resultado. O gravador quer lucro. O artista quer... Era o que dava dinheiro. Eu sei, mas o artista não quer só vender o disco. Ele quer um conceito, ele quer uma... E Thelma, Eu Não Sou Gay e Homem com H estouraram. E não... Eu nunca vi ele cantar em Altas Horas. Eu nunca vi ele cantar em lugar nenhum. Eu nunca vi. Nunca vi. Criança de Esperança. Pra cinema do Grosso. Eu nunca vi ele cantando Thelma, Eu Não Sou Gay e Nem Homem com H.

raramente homem com H até quando sou gay nem fudendo mas é o The Arc que chega e fala tu vai gravar essa porra e vai explodir e no Escape do Michael Jackson tem muita sobra dos outros álbuns, por que cara? porque foram aquelas músicas que não entraram no repertório final isso fica armazenado, tem inclusive artistas mas esse disco ele tava vivo

escape não, ele morreu e depois do escape vem um outro que esse é picaretagem total, que é o Enem ou o Michael Joyce cantando agora o que que acontece Bola, só pra elucidar pra você

Tem, por exemplo, artistas que eles gravam música pra lançar no mercado japonês. Tá. Porque no Japão, por exemplo, tem uma lei que obriga o artista internacional a lançar uma faixa exclusiva pro mercado japonês. Tem uma lei. É obrigado. É obrigado. Assim como é obrigado todo disco tem que ter... Senão não vai lançar lá. Não lança lá. Assim como no Japão, existe também uma lei que diz que todo disco tem que ter o encarte com as letras na língua nativa e em japonês.

É lei. Então tem essa regra que você... Então muitas vezes o artista ele grava música sabendo que não vai entrar no álbum mas vai ser lançado como bônus no CD japonês.

Olha que loucura, eu não sabia disso. Então, muitas vezes, no caso desse discurso específico do Michael Jackson, foram músicas que não entraram na escolha final, mas elas ficam armazenadas ali. Quando chegou a hora de montar um álbum com... Puta, nós vamos lançar o quê? Pô, lembra daquelas sobras que teve no seu quê? Vamos juntar. É, tanto que inclusive essa música do Justin Timberlake, na verdade o Justin Timberlake botou a voz depois que o Michael Jackson morreu.

Não, isso é óbvio. Foi reproduzido, remixado. Eles pegaram a capela do Michael e remontaram a música. Isso, exatamente. Inclusive, essa música que o Michael negou, se não me falha a memória, essa música era pro álbum Thriller. Essa que eu assisti em Belém? Não, essa música. Love Never Feels So Good. Era a sobra do Thriller? Eu acho que é a sobra do Thriller. Eu não vou lembrar de cabeça agora. E o Michael também não queria. Aí a CBS...

Um artista da CBS, ou o diretor artístico devia acreditar muito nessa música. Sabe quem gravou essa música, meu querido Regis? Diga, eu não me lembro. E é boa com ele também. Com quem? Johnny Metz. É de moto. O Johnny Metz regravou essa música? É mesmo, vou atrás disso. Confira lá. Johnny Metz, tremendo cantor. Não, mas tá pop, né? Um arranjo, aquele arranjo anos 80 da hora pra caralho, da hora, da hora. É, depende. Não, mas é... É...

Mas o Johnny Metz gravou Love Never Feels So Good. É muito legal. Porque virou o resto... Porra, eu acho que o AR acreditava, falou... Dá pro Johnny Metz entrar nessa porra dessa canção. E é um puta sucesso. E você sabe que o... Viu com o Michael, né? Johnny Metz não virou. Não, e o papel do produtor é fundamental. Olha, dias atrás eu fui convidado pra ouvir o novo disco do Falcão.

Marcelo Falcão. Não, o Falcão é o Not Dog No. Ah, é? É. E o disco é um disco sério. É mesmo? É. Não é doer. Não, o disco tem uma ou duas zoeirinhas, mas ele é um disco sério. Disco, por exemplo, do Rui, que bonadinho. Caralho. E eu tava conversando com o Falcão e com o Rick, eu fui na audição, o disco é sensacional.

É mesmo? É, porque o Falcão cantando sério, ele é um tremendo... Eu sempre achei ele um Falcão genial. Achei ele muito divertido. Muito divertido. Marcondes. É, mas vamos dizer assim que 80% do disco é sério. Ele tem uma regravação da música dos Mamonas Assassinas, que é pra não perder o humor e tal. Mas ele é um disco sério, é um disco muito bom.

Que legal. Então por isso que é importante, muitas vezes o artista... Ele não tem uma voz linda, tá? Não, não, mas a questão nem é essa. O Falcão não é esse tipo de cantor. Ele continua cantando com aquele... Só que cantando sério. Inclusive ele fez um... Eles fizeram um resgate de uma música de uma banda maravilhosa dos anos 70 de rock carioca, chamava O Peso.

que gravou só um disco, só eles resgataram uma balada chamada Não Fique Triste, que é uma das músicas mais lindas da história da música brasileira. Os caras resgataram, claro, o Falcão cantando com aquela voz. Não adianta... O Falcão não vai ser Frank Sinatra. Não. Mas você tá entendendo? Porque senão não é o Falcão. É. Mas ele... Então, assim, o que eu quero dizer é o seguinte, que muitas vezes o papel do produtor, ele é fundamental pra um redirecionamento do artista. Entendi. E como Quincy Jones foi, cara.

cara... Então é isso o cara ouve falar isso aqui com o Michael vai ficar maravilhoso, o artista, não, não tem nada a ver esse é o grande dilema do artista ele e o diretor

O grande dilema do artista é devolvi-lo, ouvir as sugestões desse cara ou não? Ou a minha intuição. É foda. É um dilema. Aí nascem grandes coisas e morrem também. E o cara é o Michael Jackson. Não é o Zé Ruela. Quantos artistas nós conhecemos... Eu concordo com você, Borra. Isso mesmo. Quantos artistas nós conhecemos que sucumbiram na carreira por decisões erradas? Não tenho dúvida.

Você toma uma decisão artística errada, você pode ter um talento imenso, mas você tomou decisões artísticas erradas, você paga o preço por isso. Eu acho que o artista deve ouvir, às vezes, mais o diretor do que a sua intuição.

Depende da intenção também do diretor, né, Carioca? Porque se a intenção do diretor é vender disco, isso vai entrar em choque com o artista. Agora, quando o diretor, ele fala, olha, eu sugiro que você use essa música, essa música é muito boa, essa música pode vender bem.

Isso é uma coisa. Agora, uma coisa, se você chegar pra um artista e falar, grava isso aí que vai vender, aí... Quer ver uma história clássica da música brasileira? Você pode contar, conte pra eles evidências, a história é boa. Sim. Quem que negou a música? O artista negou. Achou uma merda. É, que... Puta, cara, quem foi?

É boa a história de Evidências. A primeira gravação de Evidências... Essa música é do José Augusto. Isso, José Augusto, exatamente. O José Augusto foi... Ou ele tentar gravar, botar no disco dele. É. Não é isso? Mas não funcionou. Não é que não funcionou. Não, o diretor...

Cortou? Não. Essa música... Não, o que que era isso? É, tem alguma história dessas disputas. E aí o Chitãozinho de Estorói tava pra lançar o disco. Vocês querem? O da mesma gravadão ouviu, falou, caralho, isso é um pôr da música. Quem que era o diretor da gravadora nessa época? E aí negou a música. Tô minha memória. José Augusto, não, você não vai gravar, José Augusto, isso é ruim. Não, grava aqui. Ou ele deu a música pra alguém.

E aí alguém do chat... Passou o Chitão Choró. Não, o Chitão Choró ouviu, o diretor falou, puta, música do caralho sobrou aqui, sabe? Pintou. E essa música... E virou um hino. Não, virou um hino e é uma das piores músicas da história da música brasileira. Não, não fala assim. Não, evidências não dá. Não fala assim. Não dá. Evidências... Não fala assim.

Eu prefiro despejar a lava vulcânica dos meus ouvidos. Cara, eu concordo com você, mas não dá pra, Regis, não dá pra certas coisas da vida por gosto pessoal colocar acima daquilo que é primoroso. Não, eu coloco meu gosto pessoal acima. Se eu não colocar meu gosto pessoal acima daquilo, eu vou colocar o quê?

Mas Evidências é um primor, cara. Não, não é, cara. É um primor. É um primor de chatice, bicho. É chato, mas é um primor. Nossa Senhora. É um primor. Quando você... Eu já fiz esse teste no teatro, né? Às vezes eu tava fazendo meu show e eu tô no interior do Brasil.

E às vezes eu brincando puxava assim. Ah, todo mundo canta junto. É, todo mundo conhece. Então, mas eu falava, cara, olha o poder que essa música tem. Sim, sim. Isso não é um primor? É um primor popular. Mas não quer dizer que ela é chata ou não. Não, é um primor popular.

Mas assim, não, desculpa, cara. Cara, é bonito ver a galera cantando. Ela tem uma matemática, né? Do... Diz que é verdade que tem sal. Eu acho foda essa música. Eu prefiro tomar água de radiador com ovo maltine misturado, que é o vício aí. Eu não tenho certeza. Não está no meu playlist do Spotify. Mas... Não dá.

Tem que reconhecer aquilo que é eterno. Ela se eternizou. Ah, sim, vai. As outras gerações vão continuar cantando essa porcaria. Não tenho dúvida.

Não tenho a menor dúvida disso. Qual foi o último disco do Michael com vida? É Invincible. Esse branco foi um fracasso. E nunca mais gravou nada, cara. Isso foi em 2001. Aí resolveu retomar os shows. Aí ele começou a fazer turnê. O Desistit lá, né? É, o Desistit. Que, aliás, essa história de que ele ia fazer 50 datas, eu acho cascata.

É pelo que eu vi no filme, ele tava bem puído, hein? Bem. O documentário, ele tá bem fraco, né? E o documentário é muito bom. O This Is It. O This Is It. Porque o This Is It, ele foi feito de uma maneira chapa branca. Só que se você prestar atenção em certos detalhes, você já vai ver o Michael Mau ali.

mal fisicamente mal de cabeça se você tem um olhar um pouquinho mais atento no meio do filme você vai falar bicho esse cara não vai conseguir fazer 50 não vai eu acho que inclusive essa história eu acho que essa história dos 50 shows ainda mais num local gigante como aquele não, acho que não

Mas ele fez aquilo pra levantar a grana, que ele tava fodido ali. Não foi isso? O Michael Jackson tava quebrado. Então. Porque o Michael Jackson, ele era um perdulário, ele gastava, ele gastava o que ele não tinha. Aliás... Mas com o que ele gastava? Aliás, eu não sei se é notícia que tem, eu não lembro se é nesse, acho que é nesse vídeo, que tem ele indo numa loja...

Será que é notícias? Acho que é notícias. Ele vai numa loja, ele fala Ah, eu quero aquele vaso, eu quero aquilo ali, mas, Michael, aquilo ali custa 20 mil reais. Não, eu quero aquele vaso, não sei o que. A conta final deu um milhão e meio de dólares numa ida a uma loja. O gerente estava... Então ele era um perdulário.

Também. Então ele tava fudido de grana. Ele tava quebrado de grana. Aí teve que fazer a torneira, o jeito dele recuperar o dinheiro. Porque você sabe o que acontece. Aí vocês vão me perguntar... A pô vendeu tudo antes, já. Já tinha vendido todos os ingressos antes. Não, não, mas... Não tinha vendido pros 50, mas tudo bem. Não, pros 50 não dito. Imagina o prejuízo da tiqueteira. Puta! Devolveu o dinheiro todo, porque o cara morreu. Teve agência de ingressos que quebrou por causa disso. É foda, né?

Agora, o que talvez as pessoas que estejam em casa assistindo, você vai dizer, peraí, como o Michael Jackson está quebrado se ele tem o espólio milionário? Porque aí que está o problema. Quando você tem... Uma coisa pro artista, ele tem a grana no banco pessoal. A outra coisa é ele estar com a banca... Não, a coisa é ele estar com o dinheiro arrecadado de turnês. Ele está, isso, preso aonde? Ele está preso junto com os contadores.

Porque quando você ganha, você faz uma turnê muito grande, você fatura milhões, tudo bem, gente. Você precisa pagar. Lógico. Você precisa pagar a estrutura do show, de uma turnê. De artistas, banda. E outra, você precisa pagar... Na época tinha o lance do chamado adiantamento. A gravadora funcionava como um banco.

Que ela falava assim, olha, Michael, eu vou te dar um milhão e meio de dólares pra você gravar esse disco. Tô chutando. Adiantado. Adiantado, beleza? Aí você assinava um contratinho. Tem gravadora que faz isso hoje. A gravadora, tem gravadora que só contrata o artista se ele aceita dividir dinheiro de turnê com ela. Então, o que acontece?

não sei se vocês viram... Atravessou, porque o meio físico, o que era antigo, o meio físico, que não existe mais... Eu vou dar um exemplo pra vocês, uma coisa que eu recomendo. Existe um documentário do Paul McCarty chamado Man on the Run, recente.

que é um documentário sensacional. Onde tá? Amazon Prime, será? Man on the Run. É Man on the Run. Da música lá, né? Não, é uma brincadeira com Band on the Run. É Band on the Run. Só que o dele é Man on the Run. Que é originário de um livro que eu tenho, que o livro é sensacional. O Paul McCartney, quando saiu dos Beatles, ele estava quebrado. Ele não tinha dinheiro na conta pessoal dele. Pra cagar. Nada.

Nada. Tanto que ele foi morar num sítio no meio da Escócia. Tá no Prime Video. Um documentário espetáculo. Assista esse documentário. Vocês vão entender por que músico famoso muitas vezes não tem dinheiro no banco. Que engraçado. Mas por quê? Porque o dinheiro todo estava preso nas empresas referentes aos Beatles. Ele, por uma cara... Lá tinha milhões. Tinha milhões ali. Mas ele mesmo... Ele não tinha acesso. Estava bloqueado. Tanto que, inclusive, ele saiu dos Beatles e ele saiu dos Beatles.

ele foi morar no interior da Escócia, num casebre, ele, a Linda e os filhos passaram fome. É mesmo. O cara não tinha, ele ia no banco e ele não tinha 19 libras na conta. Que louco. Porque o dinheiro estava preso na empresa que gerenciava os negócios dos Beatles.

É muito maluco isso, porque o artista, existe o artista, pessoa física e o pessoa jurídica. Às vezes, o pessoa jurídica tem uma fortuna, só que o pessoa física não consegue esse acesso, só consegue via advogado, não sei o quê. Cara, é muito maluco. Esse mundo dos contratos é muito doido.

É muito, mano. E o Michael Jackson... Voltando então ao Michael Jackson, o Michael Jackson estava quebrado. Vamos fazer show para arrancar a grana. O Michael Jackson estava quebrado, porque ele não tinha como, por conta de adiantamentos, ele não tinha acesso à grana da Michael Jackson Entertainment. Entertainment Business. Ele devia estar devendo, aí bloqueia, né? Bloqueia. E se ele tem dívida com imposto de renda, puta, fodeu. Que é aí que você não vai receber mesmo.

Aí tem credores, você tá entendendo? Aí ele vende as coisas e ele preferiu fazer um show. Não é vender, era o jeito dele salvar. Era o jeito dele salvar. Por isso que ele ficou anunciando 50 shows. E ele não tinha nem condições físicas ali, dá pra ver. Dá pra ver nítido. Se você tem o mínimo de sensibilidade... Ele não consegue dançar. Não, não, até consegue. Não, mas vai devagarzinho, é meio é.

Ele tava... Cara, assim, vamos falar real. E esse remédio que ele toma, ele começou a tomar quando ele queimou a cabeça, é isso? Isso, exatamente. Ele ficou viciado em analgésico. Porque o analgésico americano tem na substância dele, é diferente do analgésico que a gente tem aqui. O analgésico americano tem alguma coisa que eu não vou lembrar, é um elemento químico que causa dependência.

O príncipe morreu disso. Também. O príncipe morreu por overdose de analgésicos. Não é como é que é o... Aquela porra que ele põe. Como é que é o nome daquilo que o cara fica... Hemorfina. É, é, é, quase isso. É meio opióide. Um opióide. Opióide. É um opióide. O analgésico americano, ele tem um opióide que vicia.

O príncipe... Eu lembro que o cara falava o nome do remédio no hospital, eu falei, putz, ele começou a tomar quando ele queimou a cabeça. Exato. Então, o que acontece? Só que quando... Ele viciou desde essa época. Viciou desde essa época. O príncipe morreu por overdose disso. O príncipe tinha sofrido uma cirurgia no quadril, porque ele dançava daquele jeito maluco, ele abria as pernas e depois subia. Isso fudeu com o quadril dele. Ele fez uma cirurgia, que a cirurgia deu meio errado, e ele...

Tomava. Não, ele tomava isso que nem um M&M. Porque a gente comendo M&M, ele... E aí ele morreu disso, ele morreu de overdose. E é muito comum, artista morrer de overdose de anti-inflamatório, de... De opióide, né? É, vai fudendo o rim do cara. Vai detonando. O cara sente dor e manda pra dentro. Que foi, na verdade, dizem que foi a verdadeira causa da morte do Michael Jackson. O Michael Jackson morreu de overdose.

de medicamento. Mas não tinha um médico, tinha aquele médico acompanhando ele, mas pra que que você? Que era o picareta. É, então. Que inclusive fornecia receita pra ele sem uma que eu já precisava. Mas vamos lá, vamos pra uma tese... Caralho. Tese psiquiátrica. Psiquiátrica, ok. Falando de pessoas que nem psiquiatras são, mas... Não, mas talvez a gente tenha propriedade justamente com a gente tá de fora. É, e também tem aquela coisa, né, do mundo artístico, né?

Pô, vocês tão de brincadeira. Vocês trabalharam no pânico, né, se vocês conhecem psiquiatria, é lá.

e também essa coisa do ego, vaidade o problema do Michael em relação ao remédio não é meu? aquelas reuniões que vocês faziam lá com o Emílio que era difícil aliás, vocês viram o Emílio eu adoro o Emílio mas o Emílio, eu não sei o que ele fez o Emílio está fazendo chinês mexeu na cara? eu não sei se é alguma coisa de remédio mas ele está aqui tão inchado parece que ele fez um botox no borracheiro

ele tá fazendo fofão um abraço, Emílio tomara que não seja remédio então, mas voltando ao Michael Jackson meu querido Regis eu acho que o Michael morreu porque ninguém dizia não pra ele, cara

é caso do médico, o médico dava receita e foda-se ninguém dizia não chega num ponto da vida que ninguém fala não pro cara ninguém tem coragem de falar não é onde as empresas quebram, as estrelas se fodem porque ninguém diz não pra um cara ele é um cara que não para ninguém para aquele cara chega pro médico e fala eu preciso de

pra fazor, pra fazor. E aí o cara, se não der, é tipo acidente aéreo que o piloto não fala não pro dono da aeronave. Se ele não der, ele manda ir embora e pega outro médico. É tipo isso. Que tem fila de médico pra tratar do Michael Jackson. Fila. Imagina pra todas as posições que trabalhavam ali no entorno do Michael, ninguém falava não pra ele. Não, ninguém. Eu acho que não. Você acha que alguém fala não pra Taylor Swift? Não.

Quero comer merda com açúcar, tá aqui. Tá aqui. Você trabalha pra Beyoncé, você vai falar não pra ela? Não vai. Não fala não. Não. Mas isso é um problema, né? Claro que é. A gente tem artistas... Tá morrendo por causa disso, cara. A gente tem artistinhas nacionais, artistinhas nacionais, que tem no seu redor a equipe que ninguém fala não.

Você acha que alguém fala não pra Anitta? Imagina um Michael Jackson. E quando eu falo artistinhas, eu tô falando da Anitta. Anitta, Luísa Sonza, Ludmilla, artistinhas. Você acha que aquela equipe de baba-ovos ali fala não? Com medo de perder o emprego? E com um monte de gente esperando na fila. Mas esse é o problema não só do artista, mas de quem tem a posição de chefe, né? Sim. Você sabe que eu gosto muito de esporte, eu volto inclusive, eu faço voleibol até hoje.

também pra tomar um esporro. Não sei se você entende a lógica. Você cair na terra, pisar na terra de novo. É, do meu treinador, não me escalaba, eu ficar puto. Do tipo, cara, eu tenho que ouvir meu time. Não sou fodão, né? Isso, ouvir as pessoas. E lá fora eles têm um termo muito legal pra quem realmente tem uma fama excessiva e não se desprende da realidade. Chama um cara down to earth.

o cara, bicho, cai aqui na terra põe os pezinhos aí você tá se achando vem cá, o bola tá se achando, que ele fica fazendo aquelas imitações eu amava carioca, carioca desculpa, bola não, carioca, perdão não imito nem cachorro eu entendi, é lógico na hora que você começa a sisse, né, tá se achando

Você faz bem isso. Não, não. Você faz isso corretamente. Claro. Tipo aqui, vou voltar para o meu... Vou tomar uns esporrinhos. Vou sentar no banco. Tomar uma chupadinha. É, é. Para ficar... Não sou dono dessa porra da minha vida. Não, mas isso é importante, Carioca, pelo seguinte. Quando você... Quando você... Porque você é um cara conhecido. Você é um cara famoso. Você e o bola. Sim. Quando vocês...

recebem esse nível de adulação que vocês recebem, e eu sei que vocês recebem, é importante você receber isso com o pé no chão. Não tenha dúvida. Sabendo que...

Pra você construir uma credibilidade, demora anos. Mas pra você perder isso, é um segundo. É. E é muito importante pra trabalhar, não só no lado artístico, mas no lado... Por exemplo, um empresário bem-sucedido, o cara tá bombando. Aí começa a se cercar de uma galera que não fala não pro cara. Mas... Ai, que batista!

Ai que batista. Já deu um monte perdendo a mão. Ai que batista era... Bicho, o Ai que batista foi... Já até sei quem você abençoou. Já até sei quem você abençoou. Bola e carioca. O Ai que batista teve uma... Que foi o rei do Brasil. Alguém chegava pro Ai que batista e falava Ai que essa peruca tá ridícula, pai. Tira essa merda daí. Alguém falava isso? Não.

É, esse é um problema da vida, né? Não. Porque eu costumo, assim, junto com bola aqui, com time, com as pessoas com quem eu trabalho, a primeira coisa que eu falo, quando eu vejo que o cara tá dando migué, aí ficou ótimo. Eu falo assim, não, não, não, não. Fala a verdade, caralho. É.

Joga limpo, vamos jogar limpo aqui Vamos jogar limpo, caralho Não adianta puxar o saco Não é nem questão de puxar o saco, Bola A pessoa não quer ter o desgaste De, sabe De botar a mão na merda junto O cara tem medo de perder o emprego Não, vamos falar a verdade Perder o emprego Não, e não quer ter o trabalho Ter o trabalho de novo O cara não fala Tem medo de perder o emprego Não vem nada a esse negócio de Eu não quero

Eu vou mandar um não, o outro vai ficar por dentro. Às vezes não é só perder o emprego. Às vezes é não querer ter que fazer o trabalho novamente. Também, também. Tem muito que refazer alguma coisa. Além disso. Não, esse é o principal. É refazer. O cara quer cumprir e ir embora. Às vezes fez esse negócio e falou assim...

Não tá bom isso aí. Puta, eu vou ter que ficar aqui mais meia hora. Cara, fica. Concordo, pode ser também. Aí eu chego e troco a seguinte ideia. Eu falo, bicho, esse texto não tá bom. Não, mas olha só. Faz de novo pra ficar bom. Quem que não fica bom? Hoje, você... Vai perder seu emprego. Entre aspas, me engana. Me engana. Mas o mais foda é que você não tá se ligando, é que você se engana. Porque se isso aqui der errado, deu errado pra mim, deu errado pra você também.

Sim, claro. Tá entendendo? Cara, eu sou amigo de... Eu sou amigo de cara de... Eu sou amigo de cara de bandas. Se eu caio, caio todo mundo. Eu sou amigo de cara de bandas. Os caras de banda famosa. Você achou pra mim aí que você achou disso? Puta, achei ruim, cara. Ah, mas por que você achou ruim? Eu achei ruim por isso, isso, isso, isso. O cara falou, pô, valeu, é isso mesmo. É isso mesmo.

Qual dessas bandas te procuravam assim, que fizeram sucesso, que procuraram você? Não hoje, mas na época do auge, alguém te procurava assim, Red? No auge? Não, a gente tinha conversas informais. É, com quem, por exemplo, você tinha? Deixa eu ver. Uma vez eu tive uma, com o pessoal dos Raimundos, uma vez a gente fez uma entrevista, eles estavam lançando um disco que eu realmente não gostava. Qual deles? Acho que era o Lapada do Povo. Lapada do Povo? O Pavo Folo. Eu não gosto desse disco.

Ah, mas vendeu muito, não gosto. Mas você deu outras razões, explicou. E aí você achou? Não me agradou. Porque o importante, quando você trabalha com crítica, eu trabalho também com consultoria artística. O pessoal tem bandas artistas que não estão fazendo sucesso ainda, que mandam trabalho. Mas foi um fracasso, foi um fracasso. O Digão esteve aqui.

Foi o disco Lapadas do Povo. Todo mundo pensa que esse disco vendeu muito porque tinha Celinha. Não, não tinha. Não é Celinha, era... Não tinha. Era uma outra música que te estourou na rá. É aquela capa que eles estão de pagodeiro. Não, não, não. Esse não é o Lapadas do Povo. Não, desculpa, eu tô confundindo. Só no Forex. Só no Forex, desculpa. Esse disco é bom, vai. Não, eu não gosto, eu não gosto. Só no Forex? É, eu não gosto.

Lapadas do Povo é o disco mais conceitual. Eu gosto do Lapadas, mas não gosto do Forex. Mas o Forex. Só no Forex tem aquela porra lá do...

Mulher de Fases Mulher de Fases, que é o maior hit dos caras só o maior disco dos caras só o maior sucesso o grande disco do o primeiro e o segundo o Raimundo e o Lavou mas qual é a música que é o mais sucesso do Raimundo

Mulher de fase. Sucesso popular? Mulher de fase. Mas a música que o pessoal vai lembrar é Putera em João Pessoa. Também concordo, mas... Só no Forex é bom, tem a Soyusei, tem umas músicas boas. Eu acho horrível a Soyusei. Eu acho legal pra caralho. É porque você é um cara romântico, o Carioca. Não, é boa, é uma música boa. Mas o que acontece é o seguinte, é importante que todo artista tenha alguém do seu lado, pode ser um produtor, pode ser um empresário, pode ser que voa, que chega pro cara e fala assim, bicho...

É mais difícil. O Ike Batista... Não faça isso. Ike Batista, essa peruca tá parecendo aqueles... Sabe aqueles puffinhos que o gato... Tira essa merda. Tira essa merda. A maneca não vai falar nunca, Regi.

Você acha que alguém ia chegar pro Michael Camargo? O verdadeiro amigo chega. É, mas olha só, tem pessoas, executivos inteligentes, artistas inteligentes, que tem essas pessoas aí. Tem caras que eu conheço, empresário, que tem, tipo, um cara que fica ali assim, ó. Você não entende direito, pô, mas por que esse cara tem esse poder na empresa? Você fica pensando? Aí quando você vai saber a realidade... É o Alfredo Sincerão? É o cara que não, é o cara que é o contrabalanço.

Que freia o cara. É o advogado do diabo. Cara, ó, você tá lançando esse produto, ó, esse produto vai dar errado. Por quê? Porque você tá botando... Pensa bem. É, ó, você tá botando o Fanta Laranja no iogurte. Não vai dar certo isso, né? Não lança isso. Isso é sério mesmo? É. Então, acho que o cara tem e ele vê o resultado e fala, cara, esse é o cara que eu tenho aqui que fala a verdade pra mim. Porque, lamentavelmente, e vocês dois sabem disso.

que vocês têm muita gente batendo, dando tapinha nas costas de vocês. Porra. Isso é com todos nós. Muita gente dando tapinha. Na vida, né? A pessoa dá tapinha nas tuas costas pra ver qual o melhor lugar pra espetar a faca. Onde tá mais macio. É, você tá entendendo? Todos, vocês... Porque vocês dois, por exemplo, vocês dois são dois caras famosos, são dois caras visados.

Você tá entendendo? Vocês dois precisam, e eu tô falando isso como amigo, vocês precisam tomar muito cuidado de quem se aproxima de vocês. Não tem a dúvida. Você não tem a menor dúvida. Mas isso é pra qualquer, eu falo pro meu filho. Sem toda razão. Toma muito cuidado. Eu falo pro meu filho, eu falo, cara, quer definir a pessoa?

Veja as cinco pessoas mais próximas dela. Isso meio define quem é aquela pessoa. Pra tudo. Eu acho. Não. Você não é você. Você é com quem você anda. Não, e a pessoa... Você não acha, Bola? Tem uns que estão mortos. Não, você anda. É com quem você anda. Qual é a tua trupe? Tem uns que estão mortos. Define muito quem é. Puta, tu quer conhecer uma pessoa? Na hora que... Na hora que... Na hora que... Na hora que... Na hora que... Na hora que...

Veja as cinco menas mais próximas dela. Na hora tem uns que estão mortos. Olha o retorno. Olha o entorno. Eu vou um pouco além nesse pensamento. Dá uma olhada em quem está no teu entorno quando você está na merda.

Além disso, não tem ninguém. Quando você tá na merda, quem continuar no teu entorno, na hora que você estiver na merda, isso vale pra qualquer pessoa. É essa pessoa que vai chegar pra você e falar assim, ó, você fez cagada. É.

Eu tenho umas pessoas chaves na minha vida que eu ouço muito. E são pessoas assim que eu... Porque enquanto você tá na crista da onda... É, na merda em todos os sentidos. Eu tenho essa pessoa que... Onde você tá? Dá um pulo aqui pra gente trocar uma ideia.

E a pessoa só falou assim, me pergunto pra dizer isso, mas eu acho isso, isso, isso. Isso aconteceu comigo na época do Raul Gil. Quando eu comecei a trabalhar em televisão, começou a aparecer um monte de... Ai, Regis, você é realmente... Não sei o que. Aí a mulherada... Quando a mulherada chega pra você e fala assim, Regis, você é tão bonito, aí você sabe que é mentira mesmo. Aí é caro.

as cartas, né, bicho? Aí puxa essa aqui. Ai, Regi, você é tão lindo. Você é tão lindo. Você é meio sexy, né? Falou, valeu, valeu, viu? Vamos dar oportunidade pra audiência? Vamos ser humildes? Vamos ser humildes? Vamos ser humildes, exatamente. Vamos dar uma chance a essa ralé que tá aí. Não, nosso público é qualificado, porra. Por isso que eu tô falando. Nosso público é qualificado, porra.

você sempre quando vem aqui é uma resenha muito boa adoro conversar com você adoro conversar com o Regis é um rabugento legal eu na verdade pego leve sou muito pior alô quem está falando? Bruno Pancho fala Bruno, fala de onde irmão? Jardim Ângela, Zona Sul Zona Sul, o que você manda irmão?

Desligou na cara, manda bosta mesmo. Ele amarelou. Desmorelou. O que você manda nada? Ele desligou de nervoso. Quem tá falando? Quem tá falando? Não, tá no eco da conversa anterior. Quem tá falando? Alô? Quem fala? Puta caralho, quem fala? Filha de uma mãe.

Porra, mano. Alô. Fala, boa, carioca, beleza? Beleza, e você, quem fala aí? Quem tá falando aqui é Rodrigo, o sugerdo aqui dos Estados Unidos. Fala. Fazer uma pequena correção aí do como o contrário falou. Uma correção do que o quê? É uma correção. Rodrigo que tá falando aqui dos Estados Unidos. Você quer fazer uma correção do quê, Rodrigão? Então, é o seguinte, é...

O processo criminal, houve o processo criminal em relação ao Michael Jackson, só que ele não foi... Incriminado? Não foi indiciado. Por quê? Falta de provas? Porque o júri não indiciou, simplesmente o júri não quis indiciar ele. Entendi. O Estado, então, estava processando. Isso que eu achei estranho.

O Estado, houve o processo criminal, houve o processo civil. Eles fizeram o acordo no civil, mas no criminal não teve o indiciamento. Então ele não foi culpado.

Ele não foi nem julgado, porque se não teve o indiciamento, ele não foi nem julgado. Ele não chegou a dar seguimento ao processo criminal. Entendi, entendi. Eu lembro dele sendo com o guarda-chuvinha do tribunal. Com o narizinho de cera ali. Isso. Eu lembro, eu lembro. Narizinho de cera. Ele feliz. Você sabe por que ele afinou o nariz?

Porque o pai dele falava que uma das coisas mais horríveis nele é o nariz de batata que ele tinha. Ele ficou tão traumatizado. Desde moleque. Botou aquele narizinho. E o narizinho... É só essa pequena correção aí, porque o processo civil não extingue o processo criminal.

Perfeito, perfeito, Rodrigão Obrigado, irmão Foi um processo criminal, mas não deu o seguimento Mas é isso Foi um excelente podcast Obrigado pela explicação Valeu, molecote Estamos aqui pra tentar Ninguém aqui é dono da verdade Então o Marco operou no nariz do cara disso Você viu o que ele falou Ele não foi nem indiciado Ou seja

júri já... Não, não, ele nem foi a julgamento. Porque não teve prova. Porque não teve prova. É muito difícil provar coisas assim, né? Porque também essa coisa de laudo de ML tem horas pra fazer. Pergunta pro Macaulay Culkin como é que era. É.

você fez uma observação do narizinho o processo de embranquecimento do Michael ele tinha vitíligo no corpo inteiro uma coisa é ter vitíligo no braço não no rosto

Não tinha vitíligo no rosto. E se ele tivesse? Você não tava vendo? Porque ele maquiava, ele nunca aparecia. Não, não, não dava. Ali no rosto não dava. O narizinho de macio. O nariz é nítido. Tanto que inclusive tem fotos do exame necroscópio do Michael Jackson que tá lá. Tem um buraco aqui. Ele não tinha o nariz. Ele tinha perdido o nariz. Cara, que coisa. De tanta plástica. Deve ter necrosado. É, necrosou. Tudo. Que coisa, cara.

É muito triste. Que trauma, né, meu? É muito triste. A história do Michael, ela é muito triste, né? Porque literalmente vendeu a alma. O Michael traumatizou do jeito que ele perdeu o nariz. É muito difícil o Michael Jackson. O Michael Jackson, o bola em carioca, o Michael Jackson tomava a sua, aos cinco anos de idade, do pai dele, de fio desencapado. Meu Deus. Era cinta, fio desencapado. O que que tivesse... Você sabe como ele ficava? Ficava em choque por causa disso.

nossa, essa piadinha bosta tudo desencafado deixa o prato como é que o cara vai crescer normal? não vai e é muito difícil o pai é o cão na terra a gente fica desse lado mas cara, você ser um artista

como o Michael Jackson, tamanho, magnitude, que representa estádio, milhares de gente, comportamento. Não tem como o cara não pirar. Primeiro, não dá pra ser normal fazer o que ele fez.

E também não dá pra ser... O sucesso que ele alcançou... E você fica louco pra suportar tudo aquilo. Desculpa, meus amigos. Nós três aqui, como todo mundo que tá assistindo a gente, até a nossa querida produtora aí... Julinha, Netinha, Netinha. Julinha, Netinha. Gente bonita. Ele me ofereceu biscoito e suco aqui, que eu vim ser almoçado, porque eu tinha medo de atrasar, vim ser almoçado. Todos nós...

adultos, nós somos reflexos do que nós fomos quando criança. A gente não abandona essas características. É moldado ali, né? É moldado ali.

Dizem que até os seis anos, né? Assim, se até os seis foi merda, não tem como consertar. Se o cara desde os cinco levava chicotada e varada e te joga na cara... Vocês, por exemplo, vocês dois, vocês não têm plena consciência do que vocês viveram na infância de vocês?

Plena, plena não, mas tem bastante consciência de... Tem boas recordações. Mas a consciência, ela vem das recordações. Claro, claro. Você tá entendendo? Então isso é uma coisa que a gente não abandona. Agora você imagina um moleque, preto, pobre, tomando cintada porque não conseguiu fazer uma coreografia. Puxa, você imagina que esse moleque vai crescer, cara? Não, e também tem uma coisa que o Michael, acho que ele devia ter, sei lá, seis anos, ele já não conseguia andar na rua.

Por causa do Jackson 5. Sim, porque ele explodiu. Não, e era um fenômeno, cara. Era um fenômeno, cara. Jackson 5 era um fenômeno. Era um fenômeno. E o pai querendo sempre mais. Por quê? Porque o pai tentou a carreira musical e não conseguiu. Então, você projeta no filho. Como eu falei no começo do programa, que nem pai de jogador de futebol. Mas só pra entender, você que sabe, quem tomava o cacete era só o Michael ou todo mundo?

Todo mundo. Todo mundo. Todo mundo era espancado. Todo mundo. Porque todo mundo. Porque ainda o Michael ainda tinha facilidade que tinha que 같은데.

Quer dizer, facilidade, entre aspas De só cantar e dançar E os outros caras que tinham que cantar, dançar e tocar Não, mas o Michael era criador, né?

Michael era criador. Criador do que? Desculpa. Compositor. Ele criava, né? Michael criou dança, Michael criou roupa, Michael criou estilo, Michael criou... Michael era um puta criador. Ele era tão criador que ele saiu dos irmãos que ele se... Ele falava cara, aqui eu não consigo fazer o que eu quero desenvolver. O que eu acredito como obra de arte, como arte na música, no comportamento. O Michael era um puta criador. Mas é, o Michael só cantava.

Posso jogar um balde de água fria? Pode jogar, pode jogar. Sabe aquelas coreografias que o Michael Jackson fazia? O Moonwalk, aquela coisa. O Moonwalk é depois. Não, não. Mas Billy Jean, Billy Jean. Vai, vamos Billy Jean, que é foda. Billy Jean. Que consagrou o Michael. Isso, Billy Jean, não sei o que. Todas aquelas coreografias. O Moonwalk, né? Que ele ficava... Sim, que é um passinho pra trás. Assistam a adaptação pro cinema do filme O Pequeno Príncipe.

É, um filme de 1974. Tem um personagem ali, que é um cara que habita o planeta, ele faz em 74 as mesmas coreografias que o Michael Jackson usou em Billy Jim, não sei o que, assistiu Pequeno Príncipe. Que é um filme que muita adolescente... Ele gostava muito de Fred Astaire, né, Michael?

E foi uma dançarina Ele gostava muito Outro dia, não sei se tiveram oportunidade Eles colocaram na televisão de novo Aquele filme Moonwalking Que é o filme do Michael Jackson Que é uma das coisas Mais constrangedoras Já era na época uma das coisas mais Constrangedoras e auto-celebratórias E esse filme piorou Muito com o passar do tempo É né? Muito, muito Eu nem perdi meu tempo, se você quer saber Eu gosto do Michael Eu gosto do Michael Jackson

Como música. Eu respeito o Maico musicalmente. É porque é a arte que eu mais vi, eu acho. Que eu mais consumo, né? Que é música. Muito mais do que cinema. Muito mais de qualquer outra arte. Música pra mim. Eu também. Como arte, a música... Só a prova da música. É arte, plástica, desastre. Eu não vou botar uma luva brilhante na mão. Artes cênicas. Aquele mocassim com meia branca. Não, não dá. Bola... Aquilo é horroroso. Eu não sei...

É horroroso. Você acredita que uma época eu usava? Não usava. Não, não. Não usava. Tem muito tempo na minha vida. Tem que tomar uma surra, então. É, é. E nem quando o Maico não...

Mas ele usava porque ele não teve a surra, viu? É, exatamente. Faltou a surra. Dona Iudete, seu Betinho. Faltou... Como é o nome da sua mãe? Dona Iudete. Então, Dona Odete? Iudete. Dona Iudete, a senhora não determinava o momento da criação. Vai usar mocassim com meia branca, mano? Não, 752, aquele mocassim 752 com a meia branca. E a calça pula brejo. Não dá. Eu usei. Não, não dá. Eu usei e digo mais. E não usei para o Michael, não.

Você não tinha grana, você não tinha... É, mas eu não usei para o Michael, não. O Michael será...

Puta que você não fazia barra. Eu usei aquilo uma época da minha vida, sei lá, devia ter uns 16, 15. Tem foto disso? Não. Deve ter em algum lugar. Puta que pariu. Eu usei porque eu gostava. Não, não gostava. E não era nem por causa do Michael, não. Ninguém gostava. Pois é, cara. Eu olho hoje e falo, caralho, como eu usava aquilo? Você tem toda a razão. Aquilo ali era constrangedor. Eu adorava usar mocassi com meia branca.

Desculpa os fãs do Michael, mas aquilo... Mocassim com meia branca, você usava? Não, Michael, mas sem ser... Aquele mocassim da Alpargata, sabe? É uma merda que eu usava isso, cara. Na época da minha vida eu achava aquilo legal. Isso explica muito da sua personalidade hoje. Não explica, é personalidade pra usar. Tem que ter. Tem que ter o culhão. Tem que ter o culhão, isso é verdade. Tem que ter o culhão pra usar. Mas eu gostava.

Também por falta de opção, mas eu achava legal. Aí eu botava indo pra escola, eu ia de membrana. E pasta de couro. O Tales Pastro. Pasta de couro. Aquela que me levava na braça. Chamava... Não era pochete. A postila, tipo... Não tinha um nome. Pochete? Não, era aquela pastinha que você dobrou. Mas a minha não era. Capanga.

Ah, no subá, capanga. É, no subá, capanga. Eu usava camão aqui. Que merda. O Tales quer agregar a informação aqui. Vamos lá. Vamos ver se o Tales vai atender nós aqui. Vamos ver se ele vai agregar. O Tales, o cantor? Não, tá aqui. Tales, lá. Abaixa o volume aí, irmão. Abaixa o volume, Tales. Alô. Tudo bem, irmão? Tudo certo? Fala de onde, irmão?

Eu falo aqui do Grande do Sul. E o que você quer agregar, que você falou que tem informação bacana aí pra nós? Cara, é o seguinte, tá dando um... Tá me ouvindo bem? Sim. Tá me ouvindo bem. Tá, é que tá dando um reflexo. Reflexo. Tá baixo o volume do reflexo. Volume da reflexo, gente. É, deve ser. Nossa, que mais ruim aquilo, hein? Pode falar, irmão. Tá, agora foi. É, agora sai. Bom, mano, o seguinte... É...

Eu sou um cara que também me irrita muito a infantilidade do fã. O fã do Michael é um público difícil de lidar, até com as rivalidades que criaram entre Michael e Prince, essa cegueira, essa parte infantil do fã que é quase patológica. Mas eu sou um cara que eu fiz o julgamento do Johnny Depp, eu cobri e traduzi o julgamento do Johnny Depp em 2022.

E foi assustador, assim, o quanto a mídia brasileira, principalmente, ocultava o que a gente via que acontecia lá dentro, entendeu? Então, depois de eu ter feito esse trampo aí, eu ficava nove horas de audiência por dia traduzindo, dublando, legendando. E depois de eu ter feito esse trampo, eu fiquei meio aficionado com esses julgamentos de famosos. Eu fui estudar o caso do Michael e...

E eu resolvi ligar hoje até porque eu vi bastante desinformação em relação às acusações do Michael. Sim, isso é importante. Que bom que você pode elucidar. Não, tranquilo. As acusações do Michael foram duas. Em 1993, quando ele estava com a turnê Dangerous, e foi bem na época ali que ele veio para o Brasil, esse foi o caso que foi arquivado, esse foi o caso...

que os advogados convenceram o Michael a fazer acordo, por mais que tiraram foto do Michael Lu, invadiram o Neverland, procuraram provas, não encontraram nada. Foi uma série de incongruências, do tipo, a justiça, o juiz pediu para o menino descrever o corpo do Michael, e o corpo que o menino descreveu não batia com nada que estava nas fotos do Michael Lu, que tirava.

Essa é só uma das questões. E sim, aí, em relação ao erro da informação, o... Calma que ele vai voltar. Mas ele vai voltar. Pô, tava bom. Voltáveis. E no auge, né? Mas a informação aqui... Foi. Aí, pronto. Voltou, voltou, voltou. Continua. Tô aqui, beleza?

Então a segunda acusação veio exatamente 10 anos depois, que foi a família do Gavin Arviso. Não, peraí, peraí, peraí, volta. Peraí, peraí, só um minutinho. Porque quando você foi dizer, sumiu, deu um picote aqui. Você parou? Parou onde? É, que deu um múltiplo. No juiz pelado, falou do Michael, parou aí? Não tinha prova. É.

Isso, tá, então eu tava falando da acusação de 93, que foi a primeira ali na época que ele veio pro Brasil. Isso, isso. A segunda... Ali o caso realmente foi. A segunda foi exatamente 10 anos depois, pela família do Guedes. Não, pera, pera, não concluiu, é que você não concluiu, porque mutou. Ali, o que que aconteceu? O juiz combinou o moleque, o moleque não deu uma característica? A de 93 foi acordo mesmo.

Na época, estimava-se que foi um acordo de 20 milhões de dólares, e que ficou por aí porque foi algo que os advogados do Michael convenceram ele a fazer, e o Michael falava até para as pessoas mais próximas, ele morreu falando que foi o maior arrependimento da vida dele, porque os advogados, as empresas que cuidavam da carreira dele, ficaram botando pressão porque ele estava fazendo a turnê mais lucrativa da vida dele, que foi a Dendil.

Então botaram essa pressão pra ele entrar num acordo. Ponto. Foi o acordo de 93. Veio a segunda. É, foi quando o Michael decidiu que não queria acordo, que queria ir à júria, a julgamento, e foi. Foi um julgamento que durou dois anos. Ele foi inocentado de todas as dez acusações do Gavin Arviso, que era o nome do menino, em junho de 2005, que é o que o Carioca falou agora há pouco, que lembra do Michael saindo lá.

De pijama, às vezes... De sombrinha, de sombrinha. É, foi tido como julgamento do ano, porque durou muito tempo, né? Ali em 2005 veio o... O veredito. Você precisa pagar o celular também. Ia ser legal. Calma que vai voltar.

Tava bom. Aí, pronto. Aí, 2005, guarda-chuva, ele saiu do Drodias. O que aconteceu nesse segundo julgamento? Só pra esclarecer que em 2005 ele foi, sim, a julgamento. Foi um julgamento muito longo, muito repercutido. E ele saiu inocente em todas as acusações.

Então vive o Macaulay Culkin, que o Reis falou há pouco sobre o Macaulay Culkin, o Macaulay Culkin depôs nesse julgamento defendendo o Michael como ele faz até hoje. O Macaulay Culkin é padrinho da filha do Michael Perry. Então, Reis, você... Ele segue até hoje defendendo o Michael. Viu? E a gente aqui... A informação que eu tenho é diferente, mas tudo bem. A informação que você tem é diferente? É diferente, é. Porque o Macaulay Culkin tem trauma do Michael Jackson?

Não, não, isso tá com... É, Regis, aí a gente pode, qualquer um que botar no YouTube aí, Macaulay Culkin no... Não é no Jay Leno, era aquele outro apresentador famosinho lá dos Estados Unidos, o velho que morreu há pouco. O velhinho lá de Nova York, como é que é o nome dele? O velhinho do Jay Leno. Isso, mais velhinho que morreu há pouco. Bom, o Macaulay Culkin dando uma entrevista pra esse cara ali em 2006, 2008, eu não me lembro, e ele fala, vocês querem tirar de mim coisas doentes sobre o Michael, e eu não vou falar coisas doentes porque ele era inocente.

Então não é uma coisa de minha opinião, nem nada assim. Eu estou botando aqui fatos, inclusive vai ficar muito extenso se eu colocar tudo o que tem, mas em algum momento a gente até poderia ter algo mais aprofundado, porque eu tenho bastante material de pesquisa, bastante coisa com embasamento, evidências não só sobre o caso do Marco, mas sobre o caso como vocês aí do...

Do Johnny Depp, da Emerson, de julgamento famoso. Você tem Instagram, meu velho? Fala, fala, fala coisa revoltante. Todo julgamento do Johnny Depp tá lá no meu Instagram, pra quem quiser ver nos destaques. Qual que é teu Insta? Porra, tá foda! Qual que é teu Insta, Thales? Entra no Wi-Fi, Thales. É Thales Pastro.

Thales com H. Arroba Thales Pastro. Não, com H. Arroba Thales Pastro. Thales Pastros. Thales Pastros. Tá aqui, tô te seguindo. Thales Pastro. Pastros. É Pastros.

Com S. Aqui tá sem S. Não, tá Thales Pastros, mas o nome dele é com pastro, mas é com pastros. Thales Pastros. Legal, vamos trocar uma ideia porque eu acho bacana esse teu trabalho, que é o que nós deveríamos fazer, que é o trabalho de pesquisa.

Mas eu tenho informações, inclusive, de jornalistas americanos que cobriram todo o caso. Eu não estou querendo desmentir você, Otález, mas é que eu tenho informações que são bem diferentes. E não é só esses processos, não.

Não, inclusive eu posso até, a gente pode levar à mesa tudo que cada um tem, porque eu também me aprofundei nisso bastante. Eu queria, o próximo julgamento que eu queria, apesar de já ter passado há 20 anos, queria me aprofundar era do Michael, né? Tem bastante coisa mesmo de informação que a gente não tem. E o que eu tava falando, Carica, que foi revoltante aí na época do julgamento de Unidef, é que a mídia brasileira ocultava tudo que a mina fez, entendeu? Aham.

Eu vi esse documentário aí. É, meu, era assustador. Então, assim, por exemplo, teve um dia lá, eu vou te dar um exemplo por cima, tá? E ficou comprovado, o Johnny Depp botou os áudios, a filmagem dela agredindo ele, o caralho, e botou ele, ela arrancou a tampa do dedo dele quando jogou uma garrafa de vodka, e aí no final ele empurrou ela pra ela sair de cima dele e não matar ele. Aí o que a mídia brasileira botava era. Não, tem uma história... Ficou comprovado na audiência...

Tem uma história sensacional. Foi provado na audiência de hoje que Johnny Depp empurrou o Amber Heard. Agora, tudo que a Amber Heard fez até ali, o Jornal Nacional não botava. Não, tem uma história sensacional. Não sei se você lembra disso, cara. E uma das alegações da Amber foi mostrar, foi falar que o Michael Jackson, o que o Michael Jackson? Que o Johnny Depp bebia muito. E ela mostrou uma foto de um copo.

Ela mostrou uma foto de um copo dizendo assim, olha, esse é o tipo de... Esse é o copo de uísque que ele tomava de manhã. Aí você pega a foto, bicho, o copo tá lotado, só que tem espuma em cima. Era um copo de cerveja. E ela tentou emplacar esse negócio e dizer, olha, doideira. É, pois é. Você é advogado ou você é jornalista? O que você é, Thales? Ou você é curioso?

Thales. Thales. Oi, fala. Eu fiz umas lives, estão me vindo? Você é jornalista, você é advogado, o que você é? Não, não, eu fiz esse trabalho de tradução aí com o julgamento de Onidep. Eu fiz umas lives com o Ricardo Ventura na época, até cedi um material para ele analisar, né? E ali das audiências, do julgamento, foi uma das coisas mais interessantes que eu fiz nesse meio assim.

Não só pelo cara, nem sou tão fã do Junetev, meu ídolo na atuação é o patino. Mas qualquer coisa com um justiça é muito revoltante, né? Então foi extremamente essencial isso daí. Tá bom. Então você não é formado em direito. Não.

Mas você é jornalista, você fez de pesquisa mesmo, como é uma forma de pesquisa. Ele trabalhou. Ele trabalhou. Ele fez o que o jornalista não faz. Não, ele traduziu. Pelo que entendi, ele é tradutor. Ele traduziu as audiências. De ponta a ponta. Você tem que ver também... O que eu mais ouvia na época, cara. O que eu mais ouvia na época. Nossa, Thales, você fez um trabalho... Que o jornalista deveria ter feito. O Ricardo Ventura me falou isso na nossa live.

Outro também caso, que não sei se você já pegou, esse aí é bom, é do Kevin Space. Que terminou aí no Santana. Esse é bom, tá ligado, o Kevin Space? Fui acusado de... De assédio aos caras. E voltou a série de novo, eu tô assistindo de novo. Ah, voltou? A série é demais. Tinha, House of Cards. House of Cards é demais. Então, mas se tinha tirado do ar por causa disso, olha o que prejudicou o cara em mais lugar. Não, acabou a carreira dele.

Mas aí voltaram com House of Cards. Pois é, mas assim... E é um ator maravilhoso. Posso fazer um xixi? Mas, Thales, obrigado, velho. Valeu, Thales. Abraço. Ô, Carioca. Carioca, não esquece... Muito obrigado, irmão. Carioca, não esquece de lavar a mão, tá? Quando sai. Se você tiver com a mão limpa, cola aí. Olha lá. Quando quiserem fazer um programa aí pra gente se aprofundar, tô por aqui. Fechado. Obrigado, Thales. Valeu, velho. Abraço. Valeu, boa lá. Valeu.

pegar mais alguém aqui, vamos lá. Vamos ver. Se tem mais alguém, o Regis. Eu quero falar do Manoel Gomes, cara. É! Vamos falar. Não tô brincando. Não, não tem problema nenhum. Alô! Alô! Quem tá falando? É o André, bola. Liguei ontem, o Carioca mandou desligar na minha cara que eu tava dirigindo. É, quem não pode dirigir, senão você bate o caminhão, caralho.

Fala, André, o que você manda, irmão? Cara, legal falar com vocês aí. Eu queria fazer uma pergunta pro Regis aí. Faça. Fugindo um pouco dessa questão do Michael, mas não tanto assim. Ele acha capaz, hoje em dia, um único artista atingir a dimensão que o Michael teve na época?

Porque hoje em dia, primeiro que acho que não tem, tem muito artista, mas a qualidade não é nada, né? Então eu queria saber o que ele acha hoje, o que ele vê. Nem perto. Nunca, olha...

Como é que é o seu nome? André. André, nunca vai aparecer um artista que vai chegar perto da dimensão artística do Michael Jackson. Nem pode esquecer. Mas é por causa do meio, né? Não, não, é por causa da época que a gente vive. Então, o meio, aquela época era tudo convergente, hoje é muito divergente. Muito pulverizado hoje. Hoje a novidade envelhece rapidamente.

Por excesso de informação. Por superexposição. Todo dia... Todo dia lança alguém diferente e faz sucesso uma música só e some.

E outra coisa, sabe o que é muito louco? Você hoje pode consumir a mesma coisa infinitamente, como na outra época você tinha comprado o disco e hoje você tem tudo, tudo... Ah, cansei de ouvir, Maico, agora eu vou ouvir... Você tem muita possibilidade. O André, tem uma outra explicação para isso que você está falando e para a nossa resposta, que é o seguinte, as pessoas ouvem música hoje de uma maneira completamente diferente do que a gente ouvia.

Hoje as pessoas, elas ouvem apenas os primeiros segundos da música, depois troca. Tanto que, inclusive, foi feito um estudo, o próprio Spotify fez um estúdio, um estudo sério, dizendo o seguinte, que a grande maioria dos consumidores do serviço de streaming só ouvem os primeiros 30 segundos de cada música. A retenção está em 30?

retenção é 30, depois eles mudam. Tanto que inclusive tem artistas que estão voltando a fazer um negócio que é botar o refrão da canção logo de cara. Igual Beatles. Igual os Beatles faziam. She loves to, yeah, help! Põe o refrão logo de cara. Então, o Messi, caminhoneiro.

As pessoas ouvem hoje a música como trilha sonora pra outra coisa que elas estão fazendo. Então ninguém mais presta atenção em música. Então isso faz com que você pulverize a tua atenção e comece a ouvir um monte de coisas que... É a mesma coisa aquela pessoa que se vangloria. Olha, cara, eu tenho no meu celular 8 mil músicas. Cara, e daí? Você não vai ouvir nada disso? Nem vai. Nem metade. Não, imagina. Só o Edmort.

só o Edmota Edmota tá queimado mas assim obrigado André falar um pouco de Edmota eu vou fazer a defesa do Edmota aqui porque que defesa ele não deu cadeirada a ninguém ele jogou no chão

Não, não, inclusive é um fenômeno paranormal. Tá vendo a merda? Vocês viram a imagem? Ele não jogou a cadeira em ninguém. Não, ele jogou... Não pegou em ninguém, ele jogou a cadeira. Não, não, ele jogou... Não, inclusive, vocês viram a imagem? É uma imagem paranormal. Porque o Ed Mota, ele joga a cadeira no chão... Ele não joga. Ele levanta e faz assim... Não, ele joga a cadeira no chão, só que a cadeira dá uma reviravolta e para em pé.

é paranormal é paranormal, é pai o biratã dos três tava bêbado e puto ali, sei lá porque também por merda ele tava puto porque ele alega

A gente conhece o Edmota, a gente sabe que o Edmota ele vai nos locais, ele quer benefício pra ele. Pergunta pra qualquer lojista de disco aí, é a mesma coisa. O Edmota, ele alega que ele foi, ele alega que quando ele vai no restaurante, que eu acho que isso é uma babaquice, você vai no restaurante e ele leva um vinho. Não, bicho, usa o vinho da casa, porra.

Mas pra quem bebe vinho, eu entendo de boa. Mas você pode cobrar a rolha. Eu levo. Nem todas as vezes. Mas tem alguns lugares que eu tô afim de beber um vinho. Eu sei que no lugar não vai ter, eu levo um vinho meu. É normal. Mas você paga a rolha. Pagou a rolha, claro. Você vai beber vinho, bebe na tua casa. É.

Aí o que acontece O Edmota Vou levar minha Coca-Cola Não, vai chegar uma hora que eu vou no restaurante Vou levar minha própria lasanha Aí eu vou pagar a rolha da lasanha Não, é diferente, Regi O vinho é diferente, pô É diferente Se existe um método é porque é diferente Vinhos são diferentes Até em safra são Você quer beber o vinho que você quer? Chama os teus amigos na tua casa, faz um jantar E serve lá Obrigado

Você gosta de você querer? Não, cara, porque o que acontece com o vinho? Eu vou fazer uma defesa aqui. Eu vou levar meu omelete, tá bom? Não, não, eu vou fazer uma defesa. Eu uso um ovo especial. Às vezes você quer comer, você gosta da comida daquele restaurante, mas lá não tem o vinho que você gosta, aí você gosta de combinar aquele vinho com aquela comida. Mas deve ter um parecido aí.

É viadagem também. Não é viadagem, Bola. Eu gosto de levar o vinho. O vinho que combina. Não, que eu gosto de beber. Eu tô afim de comer esse prato que eu adoro. Então, mas vinho que eu gosto. Deve ter um parecido lá. Ponto, aqui cobre a rolha, porque você leva o vinho. Olha lá, eu quero comer um pirarucu, eu vou harmonizar com o quê? Sangue de boi. É, sangue de boi que tem sabores terrosos. Mas, por exemplo... Casca de árvore.

Você não tem... Qual é a sopa que você adora? Sopa? É. Canja. Não, a sopa é do lugar que você gosta.

No Cia Géssica. E a sopa de cebola do Cia Géssica. Eu não levo vinho. Tá, mas é isso que eu tô querendo dizer. O seu paladar, é isso que eu quero explicar pra você que você não tá entendendo. O seu paladar, você fala, hum, que vontade de comer. Mas a sopa de cebola da minha mãe era melhor. Tá bom. Então eu vou levar a sopa de cebola. Mas sua mãe morreu. Mas vou levar a receita, eu faço em casa e levo no Cia Géssica pra tomar lá.

Não, não é isso Qual é o feijão da bola que você gosta? Que a gente adora Tá, mas aí eu quero tomar o meu vinho na bolinha É isso, você quer comer Você encontrar com os amigos no lugar que você gosta de comer Você leva o vinho Porque tem paladar a bola Você desenvolve Não é meu caso, mas o Duan de Mota é O vinho tem notas amadeiradas Que fornecem Que agradam as papilas O cara não tem um vinho parecido Na loja dele, na restaurante

Pode até ter, mas às vezes ele compra mais barato, leva. Mas não, você levou, você paga a porra na rolha. Não, mas o pau não é esse. O pau que rola na gente diz que nesse restaurante ele não pagava rolha. Então, mas ele foi com sete pessoas. Aí que deu merda. Não, não, não, ô bola. Ele cobrou cem. Ô bola.

ele nesse restaurante, ele não pagava a rolha. Entendeu? Só que ele foi lá com sete pessoas, ele queria que o restaurante não cobrasse a rolha dos sete, oito vinhos que eles tomaram ali. Meu, sabe quanto foi o jantar, eles gastaram no jantar? Seca e pau. Caro, hein? Jantar e com coisa. Aí você quer... O problema foi esse. Ele ficou puto que cobraram a rolha. Não, cobraram a rolha... Não, ele queria que não cobrasse a rolha de todos os vinhos da mesa.

É porque assim, ele ia nesse restaurante e não cobrava um rolha dele. Mas ele é uma coisa. Aí ele fez uma mesa e compraram a rolha. Aí ele ficou puto, foi isso. Eu vou num restaurante que não me cobram, eu. A rolha. Não, não me cobram o prato. Isso. Eu vou levar você, o Regis, a Ju, o Alpizeira.

Ah, não vai cobrar o prato de ninguém? Não, não vai cobrar o meu, cara. É, então, exatamente. Mas ele ficou puro com a da rolha. Eu sei, cara, mas não é... Pô, cara, se ele levou oito pessoas, como é que ele vai liberar a rolha de oito? Cuidado com essa frase, hein? A rolha. É, cuidado com essa frase. Essa frase retirada do contexto. Toma, cuidado, hein? Não dá, né? Mas não justifica também ter falta de compulsão.

Mas o problema do Edmota agora é o negócio da acusação de que ele ofendeu os... É, tava mamado. Ele ofendeu o pessoal do lado do restaurante. Aí recuperaram o áudio de 2025 dele mandando uma mensagem pra um dono de restaurante falando umas barbaridades. Aí não vai deixar ele entrar mais em restaurante, velho. Pô, pra causar.

É, mas ele tem um DNA, né? Ele tem um DNA aí, né, Reg?

Ele tem o DNA do Tim Maia, né? De temperamento. E o tio dele era 17 vezes mais louco. Não, mas ser louco é outra história, né? Mas não ir em restaurante, tomar uma roupa. Uma coisa é você ser... Tim Maia? Uma coisa é você ser louco, outra coisa é você ser folgado. É, Deus te feriu. Exatamente. Eu também acho. Porra, eu vou trazer o Carmelo aqui. A gente vai trazer o Carmelo, Maia, aqui, pra contar as histórias que você vai ver o que o Tim Maia era louco. Ele é de mão até...

Não, escoteiro. Pé do Tim Maia? Escoteiro. Menino. Cara, eu li um livro muito legal daquele cantor Fábio. Lembra do Fábio? Claro, Estela. Cara, ele soltou um livro bem legal só falando do convívio dele com o Tim Maia. Cara, você chora de rir, cara. Eu falo que... Mas é desesperador. Graças ao Fábio que nasceu azul da cor do mar.

Não é verdade? Eu vi o Tim Maia, eu falo pra todo mundo aqui, quando a gente fez uma vez com a jovem, a gente fez o show dele com o Benjor. Tá. Na Jovem Pan, no ginásio de Ibirapuera. Ó, que legal. Show gigantesco e tal. Aí, primeiro, a gente tava com as credenciais e era um Tomás credenciais.

Se o Tim Maia vê essa caricatura dele, ele vai embora, primeiro. Então, a gente sabe mais ou menos quem é, todo mundo sem credencial. E aí começou o show, a gente tava trabalhando atrás do palco ali, eu vendo, eu nunca vi isso, copo assim, irmão. Esse copo. Sim. O Rode ia lá e encheia de uísque até aqui, ó.

Eu falei, cara, não ia botar gelo lá na última... Saía, ele virava o copo. É, sem contar as outras drogas, né? Não, ele metia o copo ali na mesa. E vinha depois... O cara vinha lá e enchia de novo. Eu falei, não, cara. É, é. O cara não tá tomando um copo desse de uísque puro. Até a boca. Puro. Até a boca. Sem gelo. Sem gelo. Sem gelo. Sem gelo. Sem gelo.

É, o cara era grande. Mano, o cara era grande. Grande. Cabia a bebida. Eu falei, caralho, velho. Tem uma cena no YouTube sensacional, cara. Ele ia cantar no Chacrinha. E eu não sei que confusão que ele armou lá, que o Chacrinha chegou pro assistente dele lá. Qual era o nome dele? Russo. Era o Russo? Russo. Tipo assim, chegou pro Russo e falou assim, Russo, assim que o Timar entrar, passa a mão na bunda dele. Nossa.

bicho, aí é com vocês, Tim Maia aí o Tim Maia entrou lá pra fazer o Russo, o Russo deu um pula pirata no Tim Maia bicho, o Tim Maia deu a volta aí foi um playback tocando nos Tim Maia, aí mostra a cena Tim Maia dando a volta e voltando bicho, sensacional

maravilhoso mas você sabe como é que o único programa que ele não furava era o Chacrinha é, mas esse dia ele ficou não, mas você sabe porque você sabe porque o único programa que ele não furava era o do Chacrinha você sabe o motivo, Bolo? me deu motivo você contou que é por causa da mãe dele

O Chacrinha era pilantra. O Chacrinha era malaco, velho. Ele ligava pra mãe. Fazia a mãe. Porque a mãe amava o Chacrinha. Aí o Chacrinha ligava pra mãe. Seu filho vem aqui. Pô, não deixa ele... Faltar. Ligava um dia antes. Não fala pra ele beber. Pra ele tá bem amanhã aqui. Aí ela ligava e... Sim, mamãezinha. A senhora eu vou. Chacrinha é malandro. E nunca furou o Chacrinha. Porque ele ligava pra mãe. Pô, a palavra de mãe... Temos super.

A mãe do Tim Maia Tinha total influência em tudo Engraçado isso, né O Carmelo vai contar isso aqui Vamos lá, superchat Obrigado a você pelo superchat Rodrigo Blanco enviou uma mensagem

Sou mega fã de vocês. Bola. Bora pra mais uma sequência de humorfobia? BJS. Beijos e não. Aí, beijos e não. Aí, bola. O cara é um fã da humorfobia, hein? Parabéns. Daqui a quatro anos. Igual a Copa do Mundo. Victor Hugo. Victor Hugo enviou uma mensagem.

Fala, Carioca, Boli, Regis, tudo bem? Aqui é Victor, falo de Lorena, interior de São Paulo, terra do MCB El, amigo da Amanda, e Consuelo Leandro, grande humorista. Carioca, contei por Fábio Antorini, que ouço ele por sua indicação. Quando ele vem aí no podcast...

Regis, o 14 Bis e o Flávio Venturini são a base do rock brasileiro e da música brasileira? Valeu, um abraço de Victor Hugo Basílio. Não, não são a base. Base não. Base não, de jeito nenhum. Você tá entendendo? A base do rock brasileiro é nos anos 50. Ih, tem muita história pra contar isso aí. É. Mas, não, não são. Agora, o trabalho do 14 Bis, os três primeiros ovos do 14 Bis são muito bons.

Depois deu uma popizada, né? E eu não gosto do trabalho solo do Flávio Venturini, que é um brilhante tecladista. O trabalho que ele fez com o Terço... É, você gosta do Terço, né? Terço é espetacular, cara. É, o Terço é legal. Vamos ver se a gente vai trazer o Flávio aí. É. Flavão. Beijo, Flávio. Flávio é meu amigo pessoal, cara. Ah, é? Então é fácil de trazer. Meu amigo pessoal. Um beijo pro Flávio, que mora lá em Minas Gerais, mora em Brumadinho.

Flávio Venturini, meu amigo querido, amo de paixão, gosto da carreira... Eu sou fã, aí é complica, né? Eu gosto da carreira solo, eu acho que o Flávio, ele é um cara... Tem uma história boa do 14 vídeos que eu te conto em bastidor. O Flávio, ele...

Ele pra mim, ele é o rei da produção. Da pisadinha. Não, ele é bom de estúdio ali, ele sabe timbres. Exato, ele é um cara perfeccionista em...

Montar o álbum, fazer a harmonia, os arranjos. Você sabe que o Flávio é autor de uma das composições mais espetaculares, não só da história do rock brasileiro, mas da história da música.

que é a última faixa do lado B do álbum, do texto, o Criaturas da Noite, que é uma suíte, chama 1974. É um negócio impressionante. Eu falo, é um negócio inacreditável. As coisas mais lindas, claro que teve a competência do texto, mas a composição é dele. Com a música 1974. É uma suíte de rock progressivo, mas é de uma beleza estonteante.

Muito que bem, vamos trazer o Flávio aqui. O Flávio é maravilhoso, querido Flávio. Grande beijo pro Flavão, meu parceiro. Pô, vocês têm um monte de bonequinho do... Rafael Mendes enviou uma mensagem. Regis tem uma relação linda com a ignorância. O Maicon tinha vitíligo sim, e não perdeu o nariz.

Falou que você plantou fake news. É, tá bom. Ele viu foto do... É, então é por isso que eu falo. Todo fã é um idiota, sem exceção. Vai, próximo. Mas você é fã de algumas coisas, vai? Não, não sou. Fã, não. Você não é fã de nada? Não, porque quando eu tenho admiração por um artista, eu reconheço os erros que ele comete. Fã, não. Muito que bem. Lucas Fernandes enviou uma mensagem.

Regista Adeus, é sempre uma conversa incrível. Podcast Stop. Valeu, boleta e carica. Valeu, Lucas. Obrigado, irmão. Valeu, Lucas. Show de bola. Vamos embora. Essa voz aí também, hein? É do BYC. Felipe Pacheco enviou uma mensagem.

Felipe Pacheco, utilizo a hipnose para despertar a curiosidade e a capacidade da mente humana. Arroba Felipe Pacheco Oficial. Que filho da puta. O que é a veste que fazia um comercial? Não, o cara fazia um merchan. Merchan dele. Jabazão, é. Você utiliza, o problema é seu. Ele faz o que? Hipnose para o quê? É, esses bons. É, bicha, vem hipnotizar. Bem dormido, bem dormido. É, bem dormido, bem dormido. É, é. Amanda Morena enviou uma mensagem.

Boa tarde, bola e carioca pro Gramaço com Bode Velho. Adoro vocês assistindo aqui de Amparo, São Paulo. Seria massa um episódio com apresentador Ivan Lima. Quem seria Ivan Lima? Pave um podcast e faz no teu. Ivan Lima.

Obrigado Monta o podcast Do Ivan Lima Aí é sucesso JL Noronha enviou uma mensagem

Boa tarde, tio Bola. Boa tarde, tio Carica. E boa tarde, tio Regis. Eu gostaria de dizer que eu sou fã de vocês. E que minha tia também é muito fã de vocês. Inclusive da banda Muzaki. Um grande beijo para todos vocês, viu?

Carioca. Meus amores! Beijo! Esse cara manda mensagem todo dia. É mesmo? Ele se passando por outras pessoas. Ele faz outras vozes. No final ele imita o Pit Bicha. Ah, tá. Todo programa. Todo programa ele faz isso? Todo programa. Que idiota. Todo programa. A história oficial enviou uma mensagem. Vinheteiro pediu para avisar que o convidado é Fezes...

Ah, o vinheteiro. O vinheteiro é meu amigo. Ele é maravilhoso. Aliás, uma vez a gente fez um programa juntos aqui com vocês. Foi demais. Foi bom, né? Foi muito divertido. Você que tem Regis... Cara, aquele programa realmente foi absurdo. Foi demais mesmo. Absurdo. Audiencia absurda, cara.

É, esse programa foi foda. Foi mesmo. Uma bela junção. O Leandro Voz também. Leandro Voz enviou uma mensagem. Bola, xinga meu amigo Epin, de São Mateus, Espírito Santo. Ele tem uma farmácia e vende toda la fila falsificado para os coroas da cidade. Além disso, aplica a injeção de graça só para olhar as bundas das velhinhas. Ai, que fã da mãe, velho. Fã de vocês.

Epim. Epim de São Mateus. Ô, Epim, seu vagabundo, filho da puta. Para de vender coisa. Ele gosta de dar a injeção dos maracujazinhos. Para, Epim. Vou pegar o nome da tua farmácia e vou goelar pra Anvisa. Seu vagabundo. E o cara ainda é tarado por bunda de velha. Foi da injeção de graça. Nossa, sabe aquele maracujá enrugado ali. Nossa senhora de Deus. Vai tomar banho, Epim. Fábio Cabianca enviou uma mensagem. Ô, Fabião, Fabião.

1993, Michael Jackson e Madonna estreavam solo no Brasil. Grande ano, Regis, grande fã de Coldplay. KKK, abraços. Sabe quem é fã do Coldplay? Teu pai, tua mãe, teus avós que provavelmente já morreram e sei lá quem limpa tua casa. Coldplay é difícil. Coldplay não dá, bicho. Coldplay foi a banda que mais fez sucesso no Morumbi, eu acho. Tem tudo a ver.

É, filha da puta. Não é nada a ver. Vai, São Paulino. Vai, São Paulino. Se São Paulino se liga nisso. Não, mas é sério. Eu nunca vi uma turnê tão grande no Morumbi. Quantos shows eles fizeram lotados aqui? Acho que uns oito, nove. Que absurdo foi aquilo. É porque, na verdade, o público do Coldplay, primeiro que é um público que não gosta de música. É um público que gosta de Coldplay.

E tem aquela coisa das pulseirinhas coloridas. É que acende, né? Não, na verdade é um público infantilizado que quer voltar a sentir aquela alegria dos tempos em que não precisava pagar boleto, não tinha que buscar filho na escola, está entendendo? Então a pessoa passa duas horas e meia ali balançando pulseirinha, vendo bonequinho, não sei o quê. Aí depois sai de lá e toma contato com a vida real.

Essa música deles não sabia É, pô Coldplay Eu particularmente respeito os fãs do Coldplay Mas eu não gosto de Coldplay Não está na minha playlist Eu não respeito os fãs do Coldplay Que são todos uns idiotas infantilizados E o som do Coldplay É mais chato do que você ficar Olhando bunda de velha enrugada Com a seringa na mão Ele pinta o piano com hidrocor É, não dá Não pode fazer isso com o piano Não pode

Não pode, caralho. Estragou o piano. O TVO Seaba enviou uma mensagem. Boa tarde, senhores. Regis, além do 2.112 completar 50 anos, em 2026 o Test for Etio completa 30 anos de existência. Qual a sua opinião sobre o disco?

ó, ele tá aqui, ó, é de 2012 o 2.112, que a gente chama 2.112, que é uma obra-prima do Rush

Eu fiz inclusive um vídeo lá no meu canal Falando dos 50 anos E o Test for Echo é um belo disco Mas é um disco que não é Ele é meio subestimado Porque é uma fase ali que os fãs Ficavam numas de comparar os discos Eu acho que detesto isso Mas é um belo disco também, Test for Echo É isso aí Bora, vamos lá Rush é demais Rush é demais

Regis, a banda Jaqueline era fezes puríssima ou era boa e incompreendida? Não, a banda era muito boa e incompreendida. Fezes puríssima é provavelmente o que você tem no teu lado direito do cérebro.

Banda Jaqueline era a tua banda? Não, na verdade foi uma das bandas em que eu toquei, que era uma banda que começou... Teve uma época que tinha uma febre de covers aqui no Brasil, ali no comecinho dos anos 90, e essa banda fazia covers do The Doors. Caramba! É, então a gente fez vários shows pelo Brasil, aí quando a gente quis fazer som autoral, a banda deixou os covers e começou a fazer som autoral. Teve uma matéria inclusive na MTV.

que era um programa que eles faziam com bandas que estavam emergindo bem, e aí o pessoal realmente todo mundo que quer pegar no meu pé eu gosto do nome, banda Jaqueline mas tinha que ser banda Jaqueline era só Jaqueline mas o pessoal fala banda Jaqueline Jaqueline seria maravilhoso é nome de

cangaceiro, né? Não existe. Lampião. Nome bom. Né? Lampião. Danielo. Jaqueline, não é? Danielo. É. Muito bom nome, né? Tem uns nomes femininos que não... Raquelo. Não tem como. Raquelo tá nome bom, velho. É verdade. Miriano. Miriano. Miriano. Miriano. Vamos lá.

Regis, a banda... De novo? Jaqueline... Não, eu botei sem querer, foi mal. Era Fezes Puríssima... Foi mal, foi mal, foi mal. Foi boa e incompreendida. Apertei o botão errado, perdão. Só fazer outro programa comigo, que eu vim a ter aqui. Vamos fazer, Rodrigo, Turlun enviou uma mensagem.

Boa tarde, Bola. E Ceará, Regis, o que você acha da nova formação do Raimundos? Mandem um abraço para os meus irmãos do Abutris Motoclube. Não perco um episódio, Rodrigo Turlon, de Pirituba, São Paulo.

Abraça pra rapaziada do Abutus Se arai fogo Direto A nova formação do Raimundo Você sabe que é engraçado Todo mundo fala que o Raimundo Depois que o Rodolfo saiu Morreu, não, cara O disco seguinte à saída do Rodolfo É um disco que chama Cavu Cavala, é um disco bom, meu

Disco legal, legal. Agora o Digão tá tocando o Raimundos ali com o que dá pra fazer, né? Ele tem uns músicos... É, morreu que é isso. O Fred nunca mais voltou pra banda. Agora, você assistiu o documentário? Eu não assisti, mas... O documentário é muito bom. É muito bom. É muito bom. O Digão não gostou.

Não, claro que não, porque ali desnudam certas coisas que aconteceram. Não, mas ele fica puto com o primeiro empresário que não foi apresentado no documentário, ele reclamou disso aí, de que o empresário que realmente fez o Aymundo acontecer não aparece. Então como pode? É isso que é a indignação dele. Tá. Ou faz sentido ou não faz sentido? Não, faz sentido. Se você tem um empresário que foi o agregador da banda, tem que aparecer. Não, foi o cara que fez a banda acontecer e ele não tá no documentário, pô. É.

Ele chamou atenção pra esse fato. Lembra do cara lá? Que era de Brasília, que fez ele sair e tal. Enfim. É que assim, documentário sempre vai ter um lado que o outro não viu, que o outro quer. No documentário sempre vai faltar alguma coisa. Sempre, né, cara? E às vezes o material foi feito, mas acaba caindo no chão da sala de edição, porque não dá pra caber tudo. Não tem tempo.

mas se o cara for o empresário que fez aliás até porque esse Raimundo é uma série em 5 episódios não pode ter essa coisa de tem bastante tempo exato vamos lá

Guiri Versin enviou uma mensagem Regis, você conhece o Manoar? Pô, conheço e é uma merda. É uma merda gigantesca que acabou virando um meme. E assim, não só a banda é uma merda, como todos os fãs de Manoar são retardados.

Manoar é uma banda de heavy metal? Não, é uma banda de heavy metal que tinha os caras que ficavam musculosos, passavam óleo no corpo, sabe? Eles achavam que eram os vikings, assim, sabe? O Manoar. É. Coisa patética. É horrível. É horrível. Você odeia. Você gosta de alguma coisa de heavy metal? Puto, adoro heavy metal.

É mesmo. Adoro heavy metal. Desde aquelas bandas de metal norueguês com cruz invertida, queima igreja, aquelas bandas bem legais. Até as mais clássicas, Judas Priest, Iron Man. Não, adoro heavy metal. Agora, Menor War, na verdade, é um Massacration que se levou a sério. Eu não manjo nada de... É engraçado porque eu não manjo nada de heavy metal. Porque não fez parte da tua infância. É.

mas eu acho que as pessoas que gostam de heavy metal que você aparentemente olhando pra elas, você meio que se assusta mas são as pessoas mais legais são mais legais é muito louco, o cara é calmo e o cara gosta de heavy metal é muito louco o cara gosta de heavy metal eu ouço umas coisas

Você quer ir num show, você sabe disso, você vai em show de heavy metal. Você quer ir em show sossegado, é show de heavy metal. Tem treta, não tem nada. Não tem briga. Agora vai assistir Jorge Matheus, vai assistir do seu queijo. Sempre risca a faca. Sempre risca a faca. Tô lá na dupla Nathaniano e Pinto Murcho, aí fica o cara que já puxa a revólver. É uma merda.

Deixa eu te falar, antes da gente ir embora, já... Pô, já acabou, hein? É isso? Foi, acabou. Passa rápido. Duas horas, por duas horas. Mais de duas horas. Toma duas horas e meia quase aqui já. Passa rápido, cacete. Que bom, né? Porque o papo é legal. Não sei se você viu um documentário no Netflix. Não chega a ser um documentário? É apenas uma série que tem lá? Chamada Dizispop. Tu viu isso aí? Sei, vi. Legal, né, cara? Muito legal. Sobre a importância...

da Suécia na música pop. Eu não sabia que os suecas eram tão foda, né, velho? Que loucura aquilo. Eles têm, na verdade, uma equipe de produtores. Compositores, na verdade. Não, produtores e compositores. Não, o cara é produtor e compositor. É, mas o forte é a composição, assim. É, é. E é engraçado porque esses países nórdicos, eles têm um domínio sobre a linguagem pop já de muito tempo.

Desde o ABBA Ace of Base Eu não sabia que o maior sucesso, cara, olha que loucura o Backstreet Boys tudo concebido na Suécia que loucura aquilo, eu nunca imaginei pra mim era totalmente Estados Unidos Britney Spears, cara

Aliás, você sabe que tem uma teoria da conspiração que diz que o primeiro disco, os dois primeiros discos da Britney Spears não é ela cantando. É mesmo? É uma cantora sueca. Ah, é? É. Tem uma teoria que tinha uma voz muito parecida, porque diz que a Britney Spears sabia cantar, mas você sabe que saber cantar e gravar em estúdio são coisas completamente diferentes. Agora, tem artista que no estúdio é maravilhoso e no palco é uma merda, né? Sim. Que loucura, né? Sim, sim. Porque quando você tá num ambiente controlado,

É uma coisa. Agora, na hora que você tá no palco ali na frente de todo mundo, tanto que hoje a gente tem uma febre horrorosa de artistas fazendo shows em playback. E o que é pior, a banda em playback. Olha o que aconteceu na Shakira.

A Shakira... Playbackão? 80%. A Shakira só cantou pra valer mesmo quando ela pegou o violãozinho dela, fez uma musiquinha mequetrefe total, e ela às vezes se comunicava, falava com o público. O microfone bem mais baixo. É, porque o que acontece? Você tem hoje um negócio que se chama VS, que é Virtual Studio, que na verdade é um nome bonito e tecnológico pro playback. Então você leva pro palco a voz...

vou te dar um exemplo, você tem a voz a Shakira, a Shakira ela leva os vocais pré-gravados pro palco a Madonna fez isso, Taylor Swift fez isso a Lady Gaga fez isso só que assim, você toca a base da voz só que ela tá com o microfone aberto

Então ela, ocasionalmente, ela pode cantar em cima, dar uma faladinha, e aí você percebe a diferença, porque quando você tem o VS, o playback tocando, ele tem uma característica sonora. Na hora que a cantora vai falar a voz, é outra coisa completamente diferente. Entendi. E o que é pior hoje, você tem bandas fingindo que estão tocando,

com os cliques no ear no ear pra sincronizar com os vídeos e o que é pior, tem banda de heavy metal fazendo isso é mesmo que legal eu fui uma vez num show de uma banda eles são Sabaton é uma banda só o batera tava tocando pra valer o resto é tudo valer

Pra gente encerrar mesmo, eu ia encerrar, mas eu preciso te fazer um desafio. Pois não. Eu gosto de desafio, boa lá. Faça. Porra, você tem uma personalidade muito forte, um conhecimento musical muito extenso. Muito obrigado. E polêmico ao mesmo tempo, que você confronta aquilo que é bom, que é ruim. Geralmente o que as pessoas acham bom, você acha ruim. O que acha ruim, você acha bom.

Sobre Iá. Vou falar sobre Iá agora. Eu tenho, eu particularmente, tenho feito coisas muito legais com Iá em casa. Assim, daquilo que eu acho legal. Aqui no programa eu já brinquei algumas vezes, né? Imagem ou... Não, áudio. Áudio. Ah, entendi. Ok. Música. Eu quero música. Eu quero pra tua área. Por que que tu não pega... Não sei se você já fez música com Iá ou não. Não. Não, eu me recuso a fazer isso. Por quê? Porque é antinatural.

Eu acho que você, o processo de criação e principalmente o processo de execução, ele tem que ser orgânico. Porque a partir do momento que você coloca uma ferramenta pra trabalhar com as referências que você dá pra essa ferramenta, na verdade você tá fornecendo os elementos, só que quem vai fazer a pomada não é você, tem que ser você.

Então, assim, eu sou absoluto... Aliás, eu sou contra o uso da inteligência artificial em qualquer coisa. Fica todo mundo enchendo o saco e falando, ah, você tem que usar inteligência... Cara, eu quero usar inteligência artificial pra lavar minha roupa. Pra pagar meus boletos. Aí eu quero usar inteligência artificial. Agora, pra criação, eu sou absolutamente contra. Não recrimino quem faça, pra você tá entendendo. Só que arco.

Você é contra. Não, mas aí... Eu sou contra. Eu vou dar um exemplo. Lógico, lógico. Não, mas...

olha aqui, vamos lá, vou tentar aqui mexer um pouco nesse teu vespeiro. Tá. Vamos lá. Você é um crítico musical. Sim. Você sabe dizer que aquilo foi muito bom, que aquilo foi muito ruim. Sim. Ou que aquilo não calmei. Na minha opinião, e oferecer o argumento. Porque uma coisa é você falar ah, isso é muito bom. Não, mas explica por quê. Então, mas olha que legal. O papel do crítico é oferecer argumento. Ok. Então, mas é isso que é o meu desafio. O meu desafio é você.

Por que você não faz músicas com aquilo que você acredita dentro e coloca oferecendo pra ela? Você consegue fazer isso moldando ela e faz a... Se eu quiser usar a inteligência artificial, sim. Sim. Sim, mas aí você pode mostrar à galera. Mas ele não quer usar. Essa é a versão que estão falando dessa música. Eu fiz com Iá e eu acho que deveria ser assim.

Mas aí você coloca... É quem me entendeu que você não quer usar. Não, eu sei, eu entendi. É que o processo de criação, pra mim, tem que ser mais orgânico do que ser algorítmico. Eu entendo. Eu entendo, mas eu acho que hoje é possível, já começa a ser possível, você colocar aquilo que você acredita dentro de uma música. Olha o cinema.

O cinema hoje está dominado. O Michael Jackson é bizarro. Chega a ser bizarro. Mas também, vamos aqui fazer uma... Olhar o lado bom da coisa. É possível recriar cenas que moram no nosso imaginário que hoje seria impossível fazer.

Por quê? Imagina, fazer aquele Jackson 5, ia ficar inviável fazer aquele show com aquela multidão. Se você quiser, você faz. Tá, mas aí o filme fica inviável, não se paga. Ah, bom, aí é uma questão. Aí o cara é pobre. Aí você não tem café no bule. Que nem, por exemplo, o Vinícius Del Toro, que é um diretor... É um dilema. É claro que é. É um dilema. Aliás, tem vários diretores de cinemas que se recusam a usar IA.

Mas a IA nada mais é do que o efeito especial feito lá daquele filme Avatar, por exemplo. Aquilo é uma IA. Isso aqui é um efeito especial. Ali eu não sei se era IA ainda. Não, não, não. Eu entendi a conexão. É a mesma coisa. Só que há 20 anos atrás. Só que tá fugindo ao controle, Carioca. Porque as pessoas estão começando a se tornar dependentes da IA.

E quando você se torna dependente de uma ferramenta, você para de raciocinar e de trabalhar. Eu entendi. É complicado. Desculpa aqui. Não, sem problema. Então aí, eu particularmente sou contra a IA. Cara, sabe o que é uma coisa doida? Tem um amigo meu que é fanático por pornografia.

ele inclusive daqueles caras que paga, aliás, ele se fudeu. Assina os negócios. Ele se fudeu porque agora, baixou uma lei, agora que você não pode entrar em site, pagar site pornô, você tem que fazer identificação visual. Isso aí matou. Vamos ver que é ele. Matou, é. Não, matou ainda. E ele fala o seguinte, que agora ele já tem filmes inteiros de pornô. De pornô, feitos por IA. Que beleza.

é, daqui a pouco o cara, eu até brinquei com ele daqui a pouco o seu marido tem que precisar bater punheta você cria um avatar que fica batendo punheta pra você, é cria uma mão de impressão 3D uma bunda de velho você quer bunda de velho é só pegar o bife e botar na água dois dias na hora que você tira é bunda de velho pô, aí não dá

Ó, vamos agradecer a nossa querida Philips por esse episódio. Tá aqui a Bombich, tá aí o fone do resto. Esse é um noise cancele bacanhé, meu da Philips. Conheça toda a linha áudio e vídeo, né, Boleta da Philips? Toda, toda a linha. Entra nesse QR Code, você vai ver a qualidade da Philips e o preço.

Isso que interessa. Não vai comprar um negócio ah, mas é mais barato. Você vai se lascar. Você vai comprar um produto pior, pior qualidade. A Philips vai comprar um produto com preço bom, com a qualidade lá em cima no mundo inteiro. É isso aí. Lembra quando a mãe da gente falava o barato sai caro? Boa, Regi. É isso mesmo.

É isso aí, Léo. E vídeo, o Philips conheça a Philips Bumbi. Copa do Mundo tá aí. É uma pena que a Philips tenha fornecido esse equipamento pro Carioca. Por quê? E não tenha inserido um bom gosto musical, né? Eu não tenho um bom gosto musical. Você dá uma... De vez em quando você acerta, mas na maioria você erra. Eu acho que eu acerto mais. Não, vou te mostrar só a minha... Ô Philips, manda um bom gosto musical.

Manda um bom gosto embutido aí pro cara. Você só dá uma passada rápida da minha playlist. Não, só olhar. AOR, dá uma olhada aí. Vê se tá boa. Vai, vai passando as canções aí. Não, onde tá? Ai, caralho. É só passando aqui, ó. Vai passando aqui, ó. Peraí, peraí. Vai passando aí. Vê se você acha legal. Só olhando, vai.

Tem Djavan, que é chato pra dedéu. É bom pra caralho. Tom Jobim com o Chico Buarque. Jota Quest. Eu sou amigo dos caras, mas Jota Quest não dá, bicho. É muito chato. Vai passando aqui. Uma vez eu encontrei... Vai passando a faixa aqui. Uma vez eu encontrei com o pessoal do Jota Quest, eles falaram Regis, quando é que você vai parar de dizer que nós somos o Luciano Huck do rock? Que eu falo, que isso é... Quando vocês pararem de fazer música que parece o Luciano Huck do rock.

Aí, ó, vai passando aí. Ô, droga! Pô, você tá foda aí, velho. É, meu dedão, pô. Pera, já desliguei. Puta que lá, merda. Meu dedão. Vai dar problema.

Não, não, não, desculpa. Vai passando aí, vem aí, vai passando de leve. Não precisa... Não, mas eu tô passando aqui de leve, eu não sei mexer. Pera aí, Skank... Você tá pra perceber que você não sabe mexer. Skank, eu sei mexer no celular. Cazuz, ok. É, né? Vanessa Damara, é... Vinícius Cantuária. Puta vida. Puta, que parou. É, deixa eu ver. Max, Max Pritz é legal. É. Spendobart. Aí, ó. É, viu, Gomes.

vou dizer uma coisa, viu, Carioca é uma playlist razoável nota 1 parabéns nota 1, razoável é uma das, tá? eu tenho playlist pública no Spotify pode ouvir aí, Marvel Luz Carioca e não é nota 1 escala 0 a 5, é 1 escala 0 a 10 vamos nessa, gordinho até amanhã amanhã, fugiu, escapou aqui escapou prisão de El Salvador

amanhã, teremos o Lucas Ferrugem aqui, pra falar tudo sobre Honduras, é o Salvador documentário, documentário do El Salvador no Brasil Lucas Ferrugem aqui, vamos falar um pouco sobre o Bukele pra resolver a segurança pública, vamos discutir, vamos falar sobre esse documentário, lembrando bola que terça-feira que vem estreia meu programa na Jovem Pan, dia 19

Isso não é um talk show, então esperando você lá terça a sexta, sempre às dez e meia da noite a partir da terça que vem. Se você que estiver assistindo a gente aqui, poderia dar essa moral, a partir de terça que vem o programa tá bem legal. Se eu não me engano, eu vou estar lá na sexta. Se eu não me engano. Não, não, não. O teu programa, na outra. Boa, boa. Vamos estar lá sim. Se eu não me engano. Esperando vocês. Tá bom? Valeu?

Até amanhã às 14h ao vivo. Valeu. Parem de ouvir músicas ruins, pelo amor de Deus. Boa, Regis.