Episódios de TICARACATICAST

EP 758 - HENRY E KLAUSS

12 de maio de 20262h14min
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Reconhecidos como os maiores ilusionistas da América Latina, os mineiros Henry & Klauss combinam tecnologia de ponta e narrativas envolventes para criar experiências únicas! Suas apresentações desafiam o impossível em diversos países,e agora com o novo show "Master of Magic" a promessa é surpreender ainda mais.

Assuntos2
  • Magia e cocriação de realidadeHistória do escapismo e Harry Houdini · Diferentes categorias da arte mágica · Uso de animais em mágicas e proibições atuais · Evolução da mágica com a tecnologia · Mágica de proximidade e close-up · Engenharia social e controle da atenção na mágica · Mágicas com tecnologia e localização · Experimento de transmissão de pensamento · Escapismo com algemas e camisa de força · Ilusão e a percepção do público · O show 'Master of Magic' e sua produção · Turnê internacional e shows sold-out · Desafios de produção e logística de shows · Mágicas inspiradas em Fórmula 1 e tecnologia · Interatividade com o público e criação de looks · Influência de David Copperfield e David Blaine · Chris Angel e a cena de Las Vegas · Pegadinhas em supermercados e humor · Mágicas de rua e a reação do público · Michael Carbonaro e o programa 'The Carbonaro Effect' · O legado de Uri Geller e a paranormalidade · O caso de Joseph Burrus e o escapismo fatal · Tentativa de recorde mundial de escapismo na Itália · O show 'Mestres da Mágica' no Disney Plus · Experiências em Gramado e o Natal Luz · Embaixadores do filme 'Truque de Mestre 3' · Turismo em Times Square e abordagens de artistas de rua · O programa 'Magic for Humans' e 'Magic Pranks' · A arte de rua e os jogos de tampinhas · O caso do Mr. M e a desmistificação da mágica · O papel do ilusionismo como entretenimento · A influência da mágica na inspiração pessoal · O caso de Joseph Burrus e o escapismo fatal · O caso de Uri Geller e a paranormalidade · O caso de James Rand e Uri Geller · O caso de Padre Quevedo e a desmistificação do paranormal · O caso do Padre do Balão · O caso de Origelia e poderes mentais · O caso de Michael Jackson e o uso de mágica em shows · O caso de Manuel Gomes
  • Mentalidade EmpreendedoraProdução de shows e desafios de logística · Importância de patrocinadores para grandes produções · O modelo de negócios de shows e turnês · O mercado de
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Tiga-ra-ra-ra-ra-ra

Fala, boleta. Beleza, Carica? Não sou... Não. Tudo bem? Beleza pura, Guadalupe? Estou bem. Beleza pura? E vossa? Essa tossida aí deu uma entregada. Ah, você vê que eu tô legal, né? Tá zicado. Só uma tuberculose de leve, mas... Pegou uma gripe? Pegarra. Não, tô bem, tô bem. Tô bem, eu graças a Deus tô bem também. Tô zero, tô zero. Tem uma galera que pegou uma gripe aí, mas eu ainda... Eu tomei a vacina. Você tomou a vacina? Tomei a vacina da influenza. Tomou, eu não tomei. Eu tô... Todo ano eu tomo, no ano velho eu tenho que tomar.

Eu sei, mas eu tomo essa merda e eu fico gripado. Eu fiquei ruim quando eu tomei agora. Eu tomei a primeira dose da Herpes Zoster. Ficou ruim, Bola? Putas que pariu. Fiquei dois dias zoado. E agora daqui a um mês você toma outra. Dois meses. É, daqui a um mês. Segunda dose. Já tomou faz uns 15 dias. Segunda dose, é.

Puta, é preguiça tomar isso aí, hein? Mas é importante o bola tomar da episódio? Depois dos 50, 50 pra frente é importantíssimo. Papai parece um caminhão com fecho de bola corrido depois da episódio.

É importantíssimo tomar. Aí você se animou por causa disso. É. Aí perguntou pro seu médico. Perguntei, pode tomar, aí tomei. É, hoje o meu médico já tomei também. Tô voando, papai. Ótimo. Graças a Deus. Ótimo, carica. É isso aí, Boletá. Vamos pedir pra que as pessoas...

Elas inscrevam-se no canal. Curtam, compartilhem, dêem o joinha. Inscreva-se no canal. Ative o sininho, inscreva-se no canal. Isso. Tanto esse aqui como o canal oficial de cortes do Tica. Exatamente. Estamos chegando a 3 milhões graças a vocês. Vamos lá, né? Força, força, turma. Aquela força gostosa, aquela... Aquela, né? Aquela... Aquele...

Que energia. Exatamente. Estamos ao vivo, viu? São 14 e 7. Porque temos a nossa plataforma aí. Então a plataforma tá aí. Link tá no chat. Você entrou no YouTube, tem um linkzinho, você pode participar com a gente ao vivo. Dá pra você ligar e fazer o super chat. Super chat também. Entra em nossa plataforma e participe do programa. Já tá funcionando, Carica. Já tem gente aí? Tem gente. Quem fala?

É o primeiro podcast que tá ali fora. Fala de onde, Yuri? Alô, D. Pouso Alegre, sul de Minas. Opa! O que você manda, irmão? Terra do café. Tá começando o TICA agora. É, aqui, em sul de Minas, o café é fortíssimo, hein? Eu tô ligado, aí a região do café é forte. Aí é terra do Cafézis.

cafezes. Aí, Varginha. Só um abraço pra turma aí mesmo. Boa tarde a todo mundo aí. Obrigado. Amém. Um abraço. Ele ligou só pra não falar nada. Já desliguei na cara dele. Ele ligou pra não falar nada, mas você, se tiver algo relevante para ligar. Um passo de mágico, eu desliguei na cara dele. É importante também, né, bola? É verdade. Então é isso. Curta, compartilhe, inscreva-se no canal. Use a nossa plataforma, torne-se membro. Que mais, carica?

Temos o meu show em Florianópolis. Temos o Carioca botando pilha imperdível, rapaziada. É isso aí. Não perca, você vai comprar depois, vai ficar sem ingresso, porque esgota. Criciúma, precisa melhorar essa venda, hein, Criciúma. A Floripa tá quase deslotada. Vamos, Criciúma. Alô, Criciúma. Porra, Criciúma. Vamos arrebentar, Criciúma. Dia 5 do 6.

Dia 6, Floripa. E dia 7, Joinville. Tá aí. Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Campinas. Enfim, tá aí. Boa. Quer comprar seu ingresso? Link na descrição. Botando pilha aí no coiso. No negócio. No negócio. Não tem que ir a gatega que tem aqui mais. Lembrando, Bola, que eu vou estrear meu programa.

Que dia, cara? Que dia? Isso não é o Talk Show. Terça que vem, a partir das 10h30, na TV Jovem Pan, Rádio Jovem Pan. Muito sucesso, irmão. YouTube da Jovem Pan. Obrigado, gordo. Boa, boa, boa. Tá muito bacana. Que legal. O programa tá bonito. Que legal. Vocês vão gostar. Tá divertido. O importante é isso. Então, que dias, Carica? 19 de maio.

Terça que vem, estreia. Às 10 da noite. É de terça a sexta. Terça, quarta, quinta e sexta, às 10 e meia da noite, na Jovem Pan. Boa, todos estão sabendo. Você põe lá na TV Jovem Pan, se você tem a TV no cabo, em São Paulo, canal 51, no YouTube, na TV... TV Jovem Pan. TV Jovem Pan. É isso aí. Onde a galera assiste o Pânico, você pode assistir. Boa. Isso não é um talk show.

Com meu amigo Joe Ponsi, Marcinho Eiras. Vai ser bem divertido. Que legal. Tá bom? Que legal. Dado o recado. Eu quero mandar um beijo à minha senhora que faz aniversário hoje. Gabi. Gabi, um beijo. Eu amo você demais. Você é tudo pra mim. Um beijo, meu amor. Gabi. Aniversário da minha esposa maravilhosa. Gabi Correa, a nossa musa aqui do Ticaracati Cast.

A nossa musa, ué. É, ué, tá bom. A Gabi tá há quanto tempo aqui já com você? Aqui, porra, a Gabi tá há quatro anos. Então, o Tica vai fazer cinco, tá meio do começo do Tica, eu lembro dela aqui. É verdade. Bodybuild e tal. Beijo, meu amor, amo você. Gabi, você tá aqui, eu lembro da Gabizinha vindo à noite, quando a gente fazia fazenda. Vinha, fazia, fazia fazenda, é verdade. Lembro, lembro dela vir aqui. É verdade, que legal. Enfim, Gabi, a gente ama você. Verdade, meu amor. Torce muito por você, você é uma mulher muito empreendedora, competente, né, Boletar? Muito, muito. Eu vou fazer... Beijo.

Você falando, você puxa muito saco, hein? É verdade, você pode, você pode. Uma mulher inspiradora mesmo. Uma correria, batalhadora. Um beijo pra Gabi, muita luz, paz e sucesso pra vocês. Sua família é maravilhosa. Obrigado, Carina. Um beijo pra minha cunhada que fez aniversário sábado também. Como ela chama? Carina. Beijo, Carina, parabéns. Doutora Carina, em breve doutora Carina Miróis, que um beijo. Festinha sábado lá em Floripa, foi show de bola. Parabéns, feliz aniversário. Tá bom? Boa. Beijo pra Dri, Dri, pra Aline.

Pra todo mundo. Amo vocês, tá bom? Boa, Carica. Vamos seguir o Baile Bola. Vamos ao que interessa. Eu tava esperando esses caras voltarem muito. Você gosta, né? Eu sou muito fã deles, cara. Eu tenho meio medo. Que pariu como eu sou fã deles, bicho. O Henrique Claus eu tenho meio medo. Medo? Olha a cara de mistério dele.

esse aqui, ó eles são bons demais, cara eu fui no show passado, eu fui três vezes caraca, bola, eu não consigo mas esse eu vou negócio absurdo de bom absurdo de bom vocês não estão entendendo show gringaço não, gringaço

O Copperfield olhou e falou, caralho, velho. É, o Copperfield pagou pau. Henrique Claus, essa dupla brasileira. Tamo de bola. Os maiores ilusionistas do Brasil. Não tenha dúvida. E eu quero saber o seguinte, do Henrique e do Claus. Eu nunca sei qual que é o Henrique e qual que é o Claus. Henrique? Eu. Claus. É isso. É igual o duplo do parceiro de Tanejo. Vai ter aquela mágica que a galera vai poder fazer junto em casa hoje ou não?

aqui no Tica, a gente sempre inventa um jeito de fazer isso pra galera em casa fazer junto com a gente e a mágica acontece podemos também ainda vieram com o argentino que é o mestre deles o Daba cadê o Daba? boa Daba já você vai fazer uma mágica pra nós Daba

Daba. É o consultor deles. Ele é o mentor? É, um dos. Um dos mentores. É. E quanto tempo esse gaba tá no... É Daba. Daba. Daba. Gaba é do cérebro. Eu tô tomando gaba, por isso que eu falei gaba. É Daba. O Daba tem quantos anos de mágica? Daba, 50? 50.

50 anos é a minha idade você nasceu e já fazia mágica quando eu nasci ele já tava fazendo mágica profissional ele é uma figura icônica na mágica latino-americana todo mundo que conhece a mágica latino-americana sabe um pouco da história aliás a mágica na Argentina é muito forte eu não sabia

e na história da mágica na América Latina a tradição da mágica na Argentina sempre foi muito mais forte que no Brasil, então tem muitos bons artistas que vieram aí do ilusionismo até assim, não sei se vocês lembram do nome de um mágico chamado Fu Manchu ficou conhecido em alguns filmes e era um argentino eu lembro do nome, mas usava o nome de chinês é, cara eu lembro de Fu Manchu o nome Fu Manchu uma coisa que eu tenho dúvida que você vai me responder ac cease

O Roudini, ele era mágico ou escapista? Harry Roudini, é. Harry Roudini, o famosíssimo. Porque eu só vejo ele saindo de camisa de força, não sei o quê. Acorrentado. Ele era mágico ou escapista? Ele começou... Tem diferença, não tem? Tem, assim, o Roudini começou com essa coisa do escape, inclusive ele foi um dos caras que...

na história, assim, mas foi um gênio, assim, em termos de marketing, né? Todo mundo só fala desse cara. É, porque assim, ele foi o cara que começou a fazer as ações grandes em Nova York, onde ele ia, então ele fazia um escape em praça pública pra vender os tickets do show do final de semana. Muito inteligente, uma ação parece boba e simples, mas isso era, foi o que transformou ele nessa figura lendária que ele é, né?

E aí assim, ele começou com essa coisa do escape e aos poucos foi caminhando também pra mágica, os números de mágica. É muito importante que ele também ao longo da história ele ficou muito marcado nos Estados Unidos como um grande artista, porque ele também começou a participar de filmes de Hollywood. Mas ele veio sim da mágica, ele inclusive antigamente tinha alguns cartazes escrito The King of Cards, que era o Dini, que era o grande rei das cartas, com muita habilidade que ele tinha.

Mas ele percebeu que talvez o mágico tradicional pra aquela época, ele teria uma competição muito acirrada com os outros. Então, consequentemente... Vou fazer alguma coisa diferente. Exato. E aí ele foi pra essa linha dos escapes em praça pública. Mas vocês são os dois, não são? Vocês fazem umas mágicas que você sai da caixa e tal.

os negócios foda, velho. É legal explicar porque o escapismo, ele é uma categoria da arte mágica, que é uma arte bem antiga, que é uma arte muito completa e ela engloba também o escapismo. Então ela engloba o escapismo, que é a arte de você escapar de algemas, correntes, camisas de forças, etc. Ela engloba o mentalismo, que é... Inclusive, hoje tem um escape aqui pra última vez, a gente colocou... Traremos aqui. Hoje é a sua vez. Deu? Tá bom.

quer cafezinho? queremos um cafezinho, nós somos mineiros também três cafezes eu não bebo café pergunta pra si o Gabaté o Dabaté é que é um mate quatro cafezes quatro cafezes

E aí é muito legal falar que, por exemplo, o escapismo que o Carioca teve o prazer de experimentar é uma parte da mágica, é uma parte da arte mágica. A gente tem, por exemplo, o mentalismo, que é aquela questão de você ler a mente das pessoas, transmissão de pensamento, o que também veremos hoje, uma transmissão de pensamento, não minha, mas talvez entre vocês, quem sabe. Entre a gente.

Dá pra fazer? Eu e o Carioca? Nós vamos testar. Mas eu acho que é melhor transferir do Bola pro Carioca do Carioca pro Bola, porque senão a gente já percebeu aqui. Pode dar alguma coisa, né? Pode dar errada. Vamos ver. Vamos embora, vamos embora. Pode dar errada, Cláudio. Hoje vai ser bom. Hoje vai ser bom o negócio. Enfim, aí tem manipulação, cartomagia, mágica infantil, mágica de salão, grandes ilusões. Então tudo isso engloba o que a gente chama da arte mágica, que são mais categoristas. Hoje pode fazer com o coelho ainda da cartola? Ou tem o escala de pelúcia?

Aquele do pombo, né? O Emílio conta uma boa, lembra? Do pombo que morreu? Ele matou o passarinho do mágico, velho. Mentira. Porque ele foi, acho que ele foi o... Auxiliar. É, ele foi auxiliar, ele foi bater. Ah, pegou o mágico e matou... Era uma que o mágico punha lá e batia no saco e saiu o passarinho.

O pombo. Eu não sei se ele bateu forte. Acho que ele apertou. E matou o passarinho. Matou o pombo. Treinado, não sei quantos anos o passarinho, velho. E aí o passarinho... Puta que pariu. Que matou o pombo do cara. A Luísa Mel naquela época, então... Puta que pariu. Isso dá merda, hein?

Dá merda, hoje não vai mais com bicho Não pode mais fazer mais Não pode mais, chachar a cabeça Pegava o lenço, sabia Saia a pomba voando Tinha uma tradição muito grande Eu lembro Quando a gente era moleque Minha turma de moleque

Todo mundo tinha a cara do ovo que você tirava a tampinha. Ia dar argola também. Dar argolinha de sol. Mágico fazia muito com a argola. Toda criança quis ser um pouco de mágico. E aquele... Como é o nome daquilo? Tipo... A varinha? A varinha e vira-flor, vira-pano. Eu sou dessa mágica bem... A minha era a cara da capinha que você punha o ovo e tirava a capinha. Exatamente. Está vazio.

A urna do ovo que chama, urna do ovo. Puta merda, isso é maravilhoso. Mas essa coisa de animais, assim, né? Hoje tem uma... Já tem uma lei, uma proibição há muito tempo, assim. No mundo inteiro, assim. Em alguns poucos lugares se vêem essas coisas. Inclusive, uma das duplas... A maior dupla de mágicos que a gente conhece foi Siegfried Roy. E o Roy morreu porque... Tinha um tigre branco, né? É, porque ele foi atacado por um tigre branco, né? Mas o tigre foi protegê-lo, na verdade, né? Ah, que bom. É. Imagina se atacasse.

Se foi proteger, matou o cara. É, a brutalidade do felino. É que, na verdade... Não tinha tamanho dessa mesa, velho. Eles estavam no show em Las Vegas, e aí parece que um cara na primeira fileira levantou pra poder tocar no Roy. O tigre tava do lado. E aí o tigre... Avançou. Avançou no Roy pelo pescoço, assim como se fosse puxar. Igual puxa um filhote. Puxa um filho, é.

entendeu? E aí ao fazer isso já deu no jugular e aí ele já ficou tetraplégico com isso aí e aí ele veio, depois ele não morreu naquele momento, mas ele veio falecer ficou bem debilitado e depois veio falecer mas hoje em dia não pode mais bicho a gente há muito tempo já não se tem assim, a bola teve no show lá diversas vezes não tem nada tem sim, tem uso de pelúcia

É bom pra cacete. Por exemplo, hoje em dia, quando eu era molequinho, cara, mágico, toda festa tinha o mágico contratado ali da festa. Toda festa, toda festa. A caixinha, né? Aquela tradicional caixinha, que o cara fazia um monte de coisa na caixinha. E você lembra desse momento? Isso é claro pra você na cabeça, só por curiosidade. Cara, eu não gostava muito, não. Eu gostava, mas caralho. Não, por quê?

Porque eu achava meio igual, assim, todo mágico vinha com o negócio do paninho, da flor, que virava o negócio da flor, aí saia dando saquinho, saia o pombo. Mas você lembra bem do momento ali? Lembro, mas... E o cara tava de fraco e cartolinho. Isso, e a mesma música. Fraco e cartolinho. É um Yanni, é um Yanni. Aí eu ficava...

Agora, eu comecei a gostar de mágica quando rolou o Felipe Cardman. Sim, essa mágica... Mais moderna, cara. Mais triste, que eles falam de... Como é que se dá o nome? Mágica de David Blaine. David Blaine. Essa mágica de... Como é que se diz? Que se chamam perto?

De proximidade, mágica de proximidade É isso aí, eu comecei a gostar mais Close up, né? Aí eu comecei a gostar mais É porque, na verdade, assim A coisa da Cartola e do Frack É só uma identificação Porque no A história, a mágica, ela ganhou Essa figura, né?

Porque um cara na França chamado Robert Roudin, ele colocou um frac e uma cartola no mágico pra ele ficar um pouco mais chique e sair das coisas de ruas, assim. Ah, foi por causa disso? Foi por causa disso, entendeu? Aí todo mundo começou a usar. Aí todo mundo começou a usar. Que loucura, cara. E aí ele chamou esse cara de ilusionista, entendeu? Tá. Então, na verdade, assim... Na minha cabeça é nítido, é o palhaço, cara.

com o nariz vermelho e a bochecha e o mágico de fraco e cartola. Mas a gente passou por essa fase. A gente passou por essa fase. De cartola? De cartola, de gravar de loboleta. O início da carreira de um mágico. Festa infantil. De um mágico. Não é uma festa infantil. Não tem como você mudar muito isso. Você lembra seus números? Alguns deles, alguns sim. Você fazia as mágicas tradicionais. Fazia as argolas. Até hoje. Aí ele fazia assim, soltava as argolas.

Mas a gente começou assim, né, com os shows infantis. O Klaus também fez muito show em restaurante, assim. Fiz muito bar e restaurante, fiz muito fazendo semáfora de proximidade. Que legal. Comecei com uma menor de idade na época ainda. É mesmo? Claro. Porque a gente tinha que captar o cliente em algum lugar. Então você ia pro bar pra fazer, porque o cara já tava lá. E dali surgiam as festas infantis, os casamentos. Surgiam ali...

Os aniversários. Evento corporativo. É muito legal, né? Ter essa mágica de proximidade e joga o cara num evento é muito legal. Funciona muito, né? Mas como vocês conseguiam as coisas no Brasil? Porque lá fora tem umas puta lojas. Eu fiz uma loja de mágica em Vegas que eu fiquei...

besta, cara. O tamanho da loja que tinha. Gigantesca, né? Pô, negócio absurdo. E o cara te ensina você compra a marcha, o cara te ensina a fazer na hora. Na hora, né? O cara vai te ensinando. A gente começou a fabricar nossas coisas, entendeu, bola? A gente, inclusive, aqui em São Paulo, a gente tem dois galpões, um dele é uma oficina inteira.

e a gente tem um time que fabrica praticamente eu tô fazendo essa época do começo de vocês como é que vocês faziam isso? ser moleque no bar tinha que se virar, os dealers que a gente chama eles vinham algumas vezes pro Brasil sempre ouve isso

Alguns mágicos vinham de fora pro Brasil, eles faziam as conferências ou nos eventos mágicos que a gente acabava participando. E eles vendiam coisas, por exemplo, um baralho como esse, que é um baralho americano. Antigamente era caríssimo você ter acesso a um baralho desse. Hoje não, fica mais acessível. Principalmente com a popularização do pôquer, ficou muito mais acessível baralho, ficou muito mais acessível outros acessórios que a gente conseguia mais naquela época. Você não imagina, não tinha internet praticamente. Era fita cassete pra vender um negócio.

Ele fez o cassete ou o livro. Então era um processo complexo. Não tinha o YouTube. Que foda, velho. Imagina, era uma loucura. A gente começou assim. E já vivi treinar pra caralho. E aí você lia no livro e tentava descobrir a movimentação que o cara te mandava ali no passo a passo do livro. Eu comprei em Las Vegas aquela do...

do dedo da luzinha que você fica... Sim. Pô, você já conseguia fazer... A do dedinho é legal. E a coordenação de bosta? A luz apagava. Porque o cara foi pro caminho, você põe no dedão aqui, você aperta, ela acende. Aí você põe pra cima. Você passa. Eu apagava aqui o cara.

É, mas sem dúvidas a tecnologia mudou muito a forma como a gente não só faz mágica ou acessa a mágica, mas mudou a vida das pessoas e a gente teve que se adaptar a essa realidade. Então cai fraco e cartola, cai gravata, etc. Muda o figurino, muda a conversa, muda os elementos. E não é à toa que a gente pode, por exemplo, vou fazer uma mágica aqui, vou fazer uma experiência com você e já vou utilizar da tecnologia.

Quero ver, quero ver. Gosto. Vamos começar esse negócio aqui. Pra gente entender. Pra esquentar, já me animei. Já, já começar assim, isso. Por quê? Porque olha só que legal. Pra gente fazer uma experiência hoje com tecnologia, você sabe que quando hoje, pra você ficar mais seguro, muitas vezes quando você vai em um determinado lugar, ou você tá no Uber, alguma coisa, ou você tá chegando, você o que que você faz? Você manda a sua localização pra pessoa, não é verdade? Manda, claro.

E assim a gente encontrou a forma nova de encontrar as cartas das pessoas. Porque antigamente o que você tinha que fazer? Tinha que pegar, embaralhar, manipular o baralho, ir achando, até encontrar uma carta com uma assinatura, alguma coisa diferente, pra você encontrar a carta da pessoa. Hoje não, hoje você tem GPS, hoje você tem localizador do próprio celular, você consegue rapidamente localizar alguém pelo celular, não é verdade? Sim, claro. E hoje em dia, então, quem, por exemplo, tem o celular aprendido, alguma coisa desse sentido, você consegue até, por exemplo, encontrar o celular em domínio de outra pessoa. Até mensagem apagada do Borcaro, né?

Pô, se de outro... Trabalhar lá. Das peleleca. É. Até essas aí eles estão encontrando... Até essa aí a localização está encontrando. É isso aí. É verdade. Bom, eu vou fazer o seguinte. Eu vou passar aqui e você toca uma carta qualquer pra mim. Só toca. Essa daqui? Essa daqui. Quer passar mais uma, mais duas? Não, tá bom essa. Tá bom essa. Você vai ver qual é a carta. Tá. Tá. E vamos assinar a sua carta pra deixá-la única no mundo, tá bom? Tá. Bem fácil. Já tem uma caneta aqui. Maravilha. Pode colocar teu nome bem grande aqui na frente da carta aqui, assim. Bem grande.

O pessoal aí consegue ver também. Opa. Cadê? Dá pra ver aí? Dá pra ver aí? Mostra lá. Dá pra fechar mais aqui? Porque tá... Dá uma fechadinha aí pra galera. É um cinco de copas. Fazer aí, ó. Tá, tá vindo. Aí. Bola. Deixa eu tirar o copo da frente aqui também. Óbvio. Aí. Aí, cadê? Show. Maravilha. Show. Pronto. Agora posso afirmar que no mundo inteiro é essa única carta com a sua assinatura.

Perfeito, pode afirmar Ou já assinou outra carta? Esse mês se tivesse assinado não seria idêntico a isso? Não, não seria idêntico Eu assinei quando eu era moleque, né? Uma carta Não, mas acho que é única E aí você pode ver que não sai também Essa é a única carta que você assinou

um pouquinho aqui, você vê que ela não sai, mas a gente pode perder a sua carta. E pra perder é muito fácil, basta a gente fazer o quê? Embaralhar o baralho e a gente pode perder a sua carta. Até agora chegou o momento em que todo mundo queria saber que é como localizar a carta, né? E pra isso eu trouxe o meu próprio localizador, já tá aqui? Aí, ó. Pronto, já trouxe o meu localizador.

E assim, dessa forma, eu consigo encontrar a sua carta. Fica fácil, porque com um localizador desse, a gente consegue encontrar qualquer coisa. Consegue encontrar uma carta, uma pessoa, não é verdade? A esposa de alguém. Não seja por isso, a namorada de alguém. Isso é tranquilo. Pô, é só meter essa carta na namorada mesmo? Põe na bolsa. Da mulher, é. Fica fácil, fica fácil de encontrar. Mas nesse caso, vamos utilizar de uma forma mais prática, né? Vamos encontrar uma carta, então. Vamos fazer o seguinte, vou perder aqui mais ou menos no meio aqui. O pessoal consegue ver lá. Isso, boa. Assim.

Pronto. Basta salar os dedos, um corte, e já encontrou a sua carta. Percebeu? Não. Não? É mais fácil, olha só. Só a gente ir passando assim as cartas até chegar no localizador. Olha só. Deixa eu puxar aqui rapidinho pra ficar mais fácil o pessoal ver. Ó, vou passando até a gente encontrar aqui o localizador. Já encontramos, tá aqui, ó. Maravilha. Se ele parou aqui, significa que a sua carta é a próxima.

Não é verdade? Olha só que legal. Exatamente a sua carta. Não, peraí. Ah, porque é a próxima, esqueci. Também não. Não. Calma aí. O localizador tá falhado. Ah, não, não, não. Ele disse que ele ia parar exatamente na sua carta, não é? Exatamente na minha carta? Então pega esse localizador, por favor.

E vira. Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão.

Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia, até a nossa estreia. Filha da puta.

Olha aqui, cara. Fecha isso aqui. Se fizer uma opção dessa, eu vou embora. Não faço mais aqui o negócio. Olha aqui. Vai cantar o rap. Se ele quiser mais ou menos, vai cantar o rap. Vai sim, Júlio. Cara, como é que você fez isso, cara? Aqui, filha da... É a sua? É a sua, cara. A carta que eu assinei, mas era azul atrás.

Mas é porque o localizador ele encontra. Então ele vai de presente pra você, tá? Pra você lembrar desse momento. Deixa ela aqui, deixa ela aqui, deixa ela que vai lá. Deixa ela aí, deixa ela aí. Deixa eu tentar entender a cabeça de vocês, porque vocês ficam pensando essas traquinagens. Essas loucuras. É. Vocês poderiam...

Vocês teriam, por ter essa habilidade de ficar pensando em coisas, criando mágica, que é uma característica muito bacana do trabalho de vocês, vocês poderiam ajudar, por exemplo, ah, vou auxiliar uma investigação da Polícia Federal aqui de uma quadrilha que faz golpes.

Vocês teriam mais habilidade pra poder descobrir isso? Tipo o hacker que é contratado pra ser anti-hackers. Entendi. Vocês poderiam ter... Eu acho que a mágica, assim, ela trabalha com alguns princípios psicológicos. Então, assim, a gente poderia ajudar... Por exemplo, você conhece aquele número que às vezes eles fazem, alguns mágicos fazem, que você tá desviando a atenção da pessoa e aí você pegou o relógio da pessoa. O relógio, tá.

Que é o famoso pickpocket, né? Então assim, se você... Existem alguns princípios psicológicos que a gente conseguiria ajudar a ver e falar esse cara tá utilizando um princípio X ou Y, né? Mas não necessariamente... Exterior natário grande.

eu acho mais fácil eles dão o golpe do que ajudaram não, mas a desvendar estelionatário, por exemplo, o cara fez um golpe e a galera caiu e eles não conseguem entender como o cara fez, aí chega você, pô, vocês podem, sei lá, contratam vocês pra tentar desvendar um cara que bolou um golpe pra tentar desvendar a técnica que ele usou

Exatamente, porque na verdade, dependendo do golpe, se ele não for muito high tech ou extremamente hacker e tecnológico, você vai ter uma parte de engenharia social. E dentro da engenharia social, a mágica trabalha nessa esfera. Então, por exemplo, pra eu fazer você acreditar ou ver uma ilusão que eu tô criando nesse momento, eu tenho que trabalhar um pouco da engenharia social e princípios psicológicos, como o Erben falou.

Então um dos princípios básicos do ilusionismo é o misdirection. O que é o misdirection? É o controle da atenção. Pela palavra, ela é um pouquinho errada, porque ela fala mis, que é perder, né? Desviar a atenção, né? A direção. É, mas você leva pra um canto e tá lá. Exatamente. O negócio tá acontecendo ali. Então é você perder a atenção do lugar onde está acontecendo alguma coisa, entendeu? Inclusive tem um mágico muito conhecido na Inglaterra, que é o Darren Brown, que ele tem uma série só sobre isso.

E ele, inclusive, em uma dessas séries, ele ativa princípios sociais. É muito legal assistir essa série porque ele ativa princípios sociais das pessoas com experimentos do dia a dia. Então, por exemplo, toda vez que toca uma sirene, ele vai ativando na pessoa um princípio dela que ela fica com vontade de roubar alguma coisa. Caralho! Cria um senso de cleptomaníaco nas pessoas, entendeu?

Então ele começou a criar essas coisas pra mostrar como alguns princípios sociais são trabalhados na mágica no dia a dia. Tem um vídeo muito clássico, né? Que explica isso. Não sei se vocês já viram que é um vídeo em que o pessoal tem um time de basquete que vai passando a bola pro outro. Mas aí você tem que contar quantas vezes o time, sei lá, de branco passou a bola. E aí, de repente, você contou, ah, 23. Parabéns, você acertou. Mas você viu o macaco dançando que passou no meio da tela?

A gente fazia isso no pânico. Quando fazia a pegadinha, tipo o do Pedrinho no restaurante assinando um contrato com a Record, passava um surfista. O cara não se liga. É um surfista vestido com a prancha dentro do restaurante. Um stormtrooper, o cara com a roupa do soldado imperial do Star Wars. E ele conversando com o cara da Record, ele não se ligava, velho.

e vocês tem razão exatamente, é um princípio, o mágico tá sempre assim a gente fala que a gente tá no one step ahead, que é um princípio psicológico que a gente tá sempre um passo à frente do que tá acontecendo, então se tá acontecendo alguma coisa aqui a gente tá já pensando no próximo etapa, se induz o cara aí pra aquele lugar pra você poder executar, não sei se você viu uma meio de zoeira, uma jogadora de vôlei, não sei puta gostosa, um bundão aí amanhã vai agachar pra pegar a bola e amanhã do cara mostrando pro marido e amanhã vai agachar pra pegar a bola

E o cara, ah, que número é a camisa dela? Nunca viu. O cara não tem noção, porque ele ficou olhando pra bunda. Claro, ele não é o tábio. Ele não vai saber o número da camisa. E tem essas coisas que você falou assim, né, de, enfim, com tecnologia. Por exemplo, eu vou tentar fazer agora um experimento de transmissão de pensamento entre vocês dois. Buzi!

Chegou o momento. Ixi, Mari. Eu tô com a mente devagar hoje. É, vambora. Por isso nós vamos transmitir daqui pra lá, e não de lá pra cá. Vambora. Vambora. Pra começar... Vamos tentar. Eu vou usar o seguinte. Ao vivo, hein? Estamos fazendo mágica ao vivo aqui. Posso usar o seu celular? Carioca, os caras são muito absurdas. Por favor. Vou abrir aqui... Por exemplo, a gente vai fazer uma... Não vai abrir fotos que tem uns nudos do Carioca. Quem não? Eu vou abrir... Eu vou deixar aqui o Google aberto no seu celular. Nem aparece, nem aproximando.

Vou deixar o Google aberto. Você tem Google Maps, por exemplo? Tenho. Tenho, ótimo. Você tem outros aplicativos de localização? Vários que existem, por exemplo. Google Maps, eu tenho. Mas eu vou deixar o Google. O pessoal tá vendo aqui, olha. No celular do Carioca tá aí. Olha, eu vou dar só um clusinho aqui pra ver. Aí. Deixa o navegador aberto, isso. O navegador do Google aberto. Vou deixar ele aqui próximo a você. Aqui assim, olha. Assina a sua mão próximo. Mas tem que deixar pro público ver? Assim, olha. Aqui, claro. Deixa aberto aí. Agora, nesse momento...

Já que a gente falou de localização bola. A gente descarte. Nós vamos agora imaginar um lugar onde você gostaria de, nesse momento, teletransportar o Carioca, tá? Mas pra ficar uma escolha aleatória, a gente vai fazer com uma lista de lugares. É, pra ficar mais prático e rápido, porque depois também... Se não demora muito. Exato, ou manda pro endereço muito específico também. É pra zona, é. Vai.

Eu fiz uma listinha de possibilidades aqui que você pode mandar o... O Carioca. O Carioca, trouxe aqui no meu bloco de votos. Eu leio em voz alta ou eu penso? Não, você pode mandar ele pra vários lugares, por exemplo. Pode mandar ele aqui, por exemplo, pra PQP, você pode mandar ele. Você pode mandar ele, por exemplo, deixa eu ver aqui o que eu não tenho. As pessoas estão pedindo pra que a bola faça com que eu desapareça daqui. Ah, não. Eu não quero. A galera do chat falou.

Manda pro Piscinão de Ramos, mas pode mandar pra Paris, por exemplo. Pode mandar pra Las Vegas. Tá, eu vou escolher, eu falo ou não? Não, daqui a pouco você vai pensar num número, porque eu tenho 60 opções aqui, ó. 60 opções, tá certo? Perfeito, 60. Pensa num número e não me fala nada ainda. Deixa eu só ler algumas opções que eu pensei aqui, que eu acreditava que você poderia mandar o Carioca. Por exemplo, poderia mandar pra Tupi, igual o filho do Piseiro manda pra Tupi. Poderia mandar pra Joar, se ele quiser também. Fica à vontade. Pode.

Se ele gosta muito de tomar café, que eu já vi Gosto de tirar foto Pode mandar pro café fotô, por exemplo, se quiser Pode, pode Justo os dois Pode mandar pro Iapoc, pro deserto Saara, pro Egito Pra China, pra rua Augusta, pro Canadá Enfim, tem um trilhão de possibilidades Vou até fechar aqui, deixar fechadinho E você vai me dizer De quais

Desses números... Você vai pensar no número de apenas dois... De um a sessenta. Vou voltar aqui e deixar a fechadinha aqui. De um a sessenta. Já pensei. Já pensou? Já. Pode nos falar pela primeira vez, eu não quero alterar nada. Pode falar o número? Quarenta e seis. Quarenta e seis. Poderia ter pensado em qualquer número, mas pensou em quarenta e seis. Se você...

obviamente, sabe qual era o 46? Não, não sabe. Não faço a menor ideia. Mas não deixa o Carioca ver. Então você mesmo, você mesmo. Clica aí, abre a notas. Clica na nota do lugar do Carioca. Vai até o 46 pra mim, por favor. Não fala qual é, apenas vê qual é 46. Tá? Tá. Escreve nesse papel aí o próximo. Qual é o lugar que você pensou?

O pessoal consegue enxergar aqui? Não. Na verdade, agora você vai... Deixa eu baixar o brilho do celular, que eu acho que o pessoal consegue. Isso. Deixa escondido. Deixa escondido aí. Agora a gente vai fazer a transmissão do pensamento, hein? Tá preparado?

Tô preparado. Pra isso funcionar, você vai colocar a sua mão em cima do celular assim, sua mão assim, olha, a outra mão, a outra mão assim, isso. Aí, 46. Agora você vai encostar um pouquinho mais de acima, você vai... Desculpa, foi sem querer. Não, não tem ideia. Você vai deixar fechado assim. Coloca a outra mão assim, bola em cima assim, a outra mão assim, do lado assim, ó. Isso, perfeito. Agora você vai tentar transmitir pra ele qual lugar. Transmitiu? Transmiti. Será que deu certo? Não sei, velho. Vira o celular aí e vê o que tem aí.

Butão. Pra onde você mandaria ele? Bota lá. Ah, tô tomando o cu, velho. Mas logo o butão? O butão. Eu escolhi um número à toa, não sei. O número que eu escolhi era o butão.

Eu não entendi, mas veio mesmo. Você transmitiu. Você passou o botão pra mim. Eu passei o botão pra você. E o seu botão veio por lá no meu celular. Tá aqui, ó. Eu tinha 60 lugares pra te mandar. Eu escolhi um número sem saber o lugar.

escrevi aqui entendi, e do nada veio pro meu celular eu botei a mão e passou a tomar no rabo isso também transmite tipo livrar do de cabeça fazer pix pix mas vê se tá no seu celular, no Google Maps eu vou lá saber, caralho

Ah, bicho. Tá aqui, ó. Botão, fecha aqui. Papel. Ponte papel. Ponte papel. O celular tava desvirado. Tá aqui, ó. Botão, volta. E logo no botão, velho. O cara botou botão aqui, ó. Eles tão foda, Ju. Vamos eles embora. Poderia ter sido qualquer coisa.

que maluquice, essa foi foi foda uma pergunta, claro, haveria possibilidade de fazer uma mágica um truque com alguém ligando, que alguém vai ligar e aí você conduzir a coisa acontecer, isso é possível não

Não, alguém atender e você fazer com a pessoa pelo telefone. É possível? Claro, é possível. Então você que tá aí... Fazer a mágica pra alguém que tá ligando? É, tipo, atende alguém aí. Você entendeu? Sim. Sim, claro que ele entendeu, ele não é maluco. Vamos ver, não sei o que o Cláudio tá pensando, mas vamos ver. Tudo é possível. Ah, ele vai atender e a gente faz a mágica. Com o cara ligando aqui agora, qualquer pessoa que ligar. Alô! Vamos ver quem tá aí.

Porque às vezes entram os caras aqui também, velho. É, pelo amor de Deus. Igual eu queria só dar um oi de... É, mas vamos ver, vamos perceber se o cara tem uma certa... Alô! Né? Agilidade no pensamento, né? Quem tá falando?

Fala de onde, Anny? Tá em Portugal, que beleza, André. Pensei que se ele ligasse e falasse o botão, eu ia falar... Aí é foda. Tá dirigindo ou tá parado?

Ah, bom, senão vai bater essa merda e a culpa é nossa. Não, não, você tá no caminhão, desliga. Não, mas tá no caminhão, como é que vai fazer mágico? O cara tá dirigindo, vai ficar tirando a cabeça do cara. Você vai perder atenção, Ander, você vai bater essa bosta. Valeu, boa carga aí, vai bater, vai bater. Não, não, não. Um beijo. Não vamos fazer merda não. Pois o cara sofreu um acidente e a culpa é nossa. É, morre buzinando, vai.

Alô! Não, melhor não, né? O cara tá dirigindo, porra. Mas obrigado aí, obrigado pela audiência. Obrigado, Portugal. Obrigado, Portugal. Que legal, velho. A gente tava agora, a gente acabou de chegar, tem duas semanas de lá. Eu vi que estavam lá. Legal pra cacete, né? Foi foda, muito legal. É. Alô? Alô? Alô? Alô? Quem está falando? Alô? É o Rony. Alô? Fala, Rony, tudo bem? Alô? Alô, mais uma vez, é... Fala de onde, Rony?

Mogi das Cruzes. Mogi das Cruzes, terra do basquete do Vitor Sá. Isso. Tá pronto pra fazer uma mágica, Rony? Tô, tô pronto. Então vamos lá. Mas seu som tá uma merda, parece que você tá na caverna, maluco. Você tá usando Bluetooth? Eu tô na sala. Tô, tô usando Bluetooth. Então tira o Bluetooth, que tá horrível. Desculpa. Bluetooth. Parece que tá o som do notebook aqui. Ué, só abaixar o volume.

Você ouve a gente, do programa. Não precisa deixar muito alto não, irmão. Sacou, papai? Pronto. Quê? Alô? Já desliguei também, Cílio. Já desligou, Bola? Já, não consegue fazer o som. É bom. Vamos passar pra próxima? Sem... Alô, mais uma chance. Alô. Caraca, tá dando umas ideias com esses puta burro que liga. Alô.

Alô, bola. E aí, tudo bem? Quem tá falando? Tá ouvindo. Não, tira, tira. Chato pra caralho, chato pra caralho. Ai, dai, dai. A ideia que cedeu. O cara tá fazendo iFood. Não, calma. Não, mal. Calma que vai aparecer alguém. Alô. Aí tem que ter paciência, bola. Coisa que você não tem muito. Não tem o zero. Tá fazendo iFood. O cara fazendo iFood, mano. Tem, nem, nem, nem. Como é que o cara vai derrubar a moto? Alô. Como é que é de moto?

Alô. Pode falar, estou ouvindo. Quem está falando? É o André. Opa, acho que botaram os dois juntos aí. Fala, André. Tudo bem, irmão? Tudo bom. A ligação do André está boa. Agora está bom. Você está falando de onde, André? Eu sou de São Gonçalo, conterrâneo. Minha terra.

Tem palmeira onde canta o Sabiá. Fala aí, barra. O tiro que aqui gorjeia. Eu gorjei na sua cara. Vai, vamos. Vai. Vai, gorjeia. Vamos. Vamos lá. Pronto pra fazer uma mágica, irmão? Pronto. Então presta atenção nos meninos aqui, hein? Henrique Claus hoje aqui ao vivo fazendo mágica no Ticaracatecast. Mágica pelo telefone agora. Você nunca viu isso. Absurdo. Nem a gente viu.

Vamos entender o que é. O cara do Dava ali já tá ficando... O que eles estão fazendo da vida deles? Bora! André, eu não sei a data do seu nascimento, eu não sei o mês que você nasceu, não me fala ainda, tá?

Tá ok. Tá ok, beleza, olha só. O que eu quero que você faça é o seguinte. Vou aproveitar aqui que já tava com a... O botão na mão? Lá ele. Lá ele. Eu tava aqui com a lista de coisas pra mandar o Carioca, mas eu tenho algumas outras coisas aqui. Eu tenho alguns objetos também aqui. E a gente tem uma listinha de 84 objetos. A soma do seu dia do nascimento com a soma do mês do seu nascimento, ela dá mais de 84 ou não?

acho que não, né? vai ter 12, vai ter 30, não, vai dar no máximo 42, no máximo, né? exatamente, maravilha, olha só beleza, eu tenho 80 e tantos aqui 84 objetos e eu trouxe um objeto que eu vou deixar ele aqui, já está embrulhado, tá bom? e vou deixar ele completamente embrulhado aqui na mão do Carioca pra não ter dúvidas segura firme, Carioca segura firme tá, firme

Consegue perceber qual objeto? Tem alguma coisa aqui. Não sabe o que é. Não sei. Eu sei que é firme, é rígido. Lá ele. Não é o botão. Tá vendo que é dentro do pano preto, né? Dentro do pano preto. Não tem como trocar, alterar. Enfim, já tava com a lista aberta em que o próprio bola deixou aqui. O que eu vou fazer é o seguinte. A gente tem 84 possibilidades, né? Óbvio, né? E pra gente ser mais prático e simples, eu vou deixar fechado aqui. Conseguem pegar? Vou fazer pra vocês. Isso, maravilha.

Eu quero que você, pela primeira vez, some a data do seu nascimento com o mês do seu nascimento pra gente chegar num número único. E me diga qual é esse número único que a gente chegou.

Posso falar? Pode. 19. 19. Não foi um número nem tão grande, nem um número tão pequeno. É. Mas foi um número ok, 19. Não é um número, como é que eu posso dizer, clássico assim, né? É. É um número diferente, distinto. Verdade, verdade. Não é tipo 7 que as pessoas geralmente falam, né? Sim. 10. 10, 30.

Pensa no número aleatório Eu vou deixar o Bola mesmo fazer aqui Porque eu não quero tocar Você mesmo, Bola Abre pra mim o bloco de notas Eu acho que o pessoal consegue enxergar aí Agora sim, maravilha Tem objetos aqui Eu tenho várias listas, tá vendo? Vai em objetos pra mim Objetos aqui? Sim, isso Pode clicar Deixa eu enxergar bem

E ele falou 19. Verifica que todos os objetos são diferentes, correto? Correto. Ele poderia ter falado qualquer número? Ele poderia até mentir a data e poderia até mentir o mês. Qual foi a data do seu aniversário? Qual a data? O André. 19? 19. 19 é a soma. A data do teu aniversário.

10 de setembro. 10 de setembro, perfeito, 19. Poderia ser 10, que era um número muito clássico, muito comum. 9, enfim. Mas olha só que legal, vai pra mim no 19, Bola, lê o que tá escrito aí. Posso ler? Pode, fica à vontade.

Algema. São todos distintos? Todos diferentes? Todos diferentes. Ele poderia ter falado qualquer coisa, correto? Poderia. Por exemplo, se ele fosse no 10, qual seria? Chuveiro elétrico. Ou se ele fosse no 9, uma cafeteira. Cafeteira. Não, tem tudo diferente. Você clicou, você abriu a nota, eu não fiz nada. Você não fez nada. Estava bloqueado aqui, a gente já estava com o mesmo bloco de notas que estava aberto pra gente fazer. Olha só que incrível. Estava se dando firme. Se eu pudesse chamar algema aqui, eu vou embora.

Não ri não, babá Como é que chama? Daba Se tiver mal gêmea eu vou embora na hora Juro por Deus Passa sua mágica aí, carioca Agora é com você, meu amigo Vai, foi embora Vem aqui, babá, senta aqui A dormir, bicho

Olha isso. Valeu, André. Olha a habilidade que eu tenho, eu não consigo abrir a umgema, abre essa porra que eu não sei abrir. Inclusive, agora, aproveitando o gancho aqui, agora chegou a hora do Bola ser participado de um escape aqui com a gente. Já aproveita que a gente já trouxe a umgema. Deixa eu só mandar um recado, posso? Manda, manda. Manda o recado. Quer mandar o recado? Manda, irmão. Queria falar com o Bola e o Carioca, que eu gosto muito de vocês.

Obrigado. Mandar um beijo pra Gabi, que é aniversário dela hoje, né? Muito obrigado, irmão. Parabéns, Gabi. Falar que o carioca também é mágico, assim como ele é delegado, entendeu? Esconde a cobra, essa é piada.

Um abraço pra vocês, meus amigos. Tchau, irmão. Valeu. Depois dessa piada ruim, eu desliguei. Eu vou fazer um escapismo. Não, mas é real, algema. É real, é real. É real, real. E é legal mostrar, porque isso realmente já foi usado. Já foi usado uma época da sociedade. Eles usavam isso pra gente prender. Prender o dedo, né? Exatamente. O dedo das pessoas. Porque era uma algema mais fácil de você transportar, mais fácil de você ter em qualquer lugar. E, de fato, ela prende.

Você mesmo fica... Faça as honras, por gentileza. Carioca, prende o dedo do bola e vê que é real. Não aperta muito, hein? Pelo amor de Deus. Pode prender? Pode. Não, é sério, é real. Prendi. Vocês têm a chave dessa porra, né, meu? Daba, trouxe a chave? Ajuda a risada. Não? Aí, pronto. Tá preso. Tá preso pra caralho. Puta que parou. Daba, esqueça a chave.

Eu vou lá pra Buenos Aires. Baba. Como chama daba? Daba. É real, é real. Não tem como, correto? Não, não tem como. Não tem como sair. A única forma de sair é com as chaves, correto? Sim, maravilha. Não, não, não. Estou, estou, estou, estou. Não te preocupa, não te preocupa. Olha só.

De um lado aqui, aí, e do outro. É real mesmo, tá vendo? Não, real, perfeito. E o dedo sai. Perfeito. O dedo sai até sangrando, se deixar. Exato. E olha só, pode examinar pra mim, Carioca, ver se tem. Você tava com ele na mão, de qualquer forma, mas examina pra mim, ver se tem alguma possibilidade. Nada, nada, nada. Bola, por gentileza, pode... Pode ir. Fechar isso. Aperta bem. Pode ir.

Você vê que já tá ficando... Roxo. Roxo. Mais uma? Mais uma? Mais uma perde o dedo. Caralho, irmão. É muito apertado. É, é apertado. É apertado. Vem com o... Eu, carioca. O paninho, o paninho, o paninho. Joga o paninho, pode tampar.

E a gente falou muito sobre essa questão de quê? De escapismo. E o que é o escapismo? O escapismo é exatamente essa habilidade que o ilusionista tem, ou que o Roudini, por exemplo, tinha, de sair de algemas muito complexas, tipo algema de punho ou algema de... Pode tirar aqui, por favor? Segura. Isso. É importante mostrar que está realmente...

Marcado tá mudando até de cor. Tá ficando ruim. Posso eu fazer a mágica? Pode colocar, pode colocar. Vou fazer a mágica, vou fazer a mágica. Vai. E o importante é falar com as pessoas que... Ah, desculpa. Isso. É porque tem que ajustar direitinho, assim, só porque senão realmente fica estranho. E as pessoas sabem que, às vezes, pra você deixar clara a mágica pras pessoas, pra gente sair desse processo, que é uma algema de dentro, o que você precisa de quê? Da mãe, velho. Da chave.

Da chave. E eu esqueci de deixar a chave com você. Então toma a chave com você pra gente conseguir fazer a mágica. Entendeu como é que funciona? É muito fácil. E muito simples. Mas o mais incrível de tudo que as pessoas sempre nos perguntam é como você faz esse tipo de mágica, na verdade? E eu vou te provar como é que faz. É muito fácil. Porque tudo aqui hoje, tira pra mim. Pode puxar. É uma ilusão.

Ainda sai um pozinho ainda. Gostou bola? Te fez de trouxa? E essa chave faz o que com ela? Fica uma pergunta. Olha que absurdo, irmão. Nossa, cara. O cara saiu da algema e sumiu com a algema.

só, ainda sai uma fumacinha ainda sai uma fumacinha ó, vocês podem acompanhar o show desses caras maravilhosos Henrique Claus, estamos de volta no teatro Vila Lobos a partir de quando, irmão? 30 de maio, a gente estreia esse show novo como é que é? Qual é a frequência? Sexta e domingo? Como é que é? de quinta a domingo

A gente tem um show quinta, um sexta, três sábados e dois domingos. Então é uma experiência pra toda a família. Uma coisa que eu queria entender. Eu fui no show passado, fui três vezes. Poderia ir dez. De tão bom que era. Que bom que você gostou. Como é que vocês conseguem se superar, irmão?

É, nós estamos nesse desafio agora. Cara, aquele show que fizeram era muito absurdo, cara. É, e a gente agora está tentando ainda trazer... Tinha muita coisa que a gente já fez de material nosso, de que a gente já tinha feito na televisão, coisas que a gente criou que não tinha ido para o ao vivo ainda, sabe? Então parte desse material está nisso do que a gente está aí recriando, né? Mas eu confesso para você, Bola, que é um desafio muito grande mesmo. Então, cara...

E principalmente porque aquele show envolve, como tá envolvendo esse? Produção musical, a gente tem música original, a gente tem texto, né? A gente tem cenário gigantesco. Vocês se estrutuavam. É, então assim, agora os desafios são maiores ainda. A gente tá muito feliz que esse show que você viu, ele foi pra Portugal. A gente fez uma turnê lá agora na Europa. Foi muito foda, assim. Ficamos muito felizes de... Foram seis shows sold out, quatro em Lisboa, dois no Porto. E pra gente ficou muito feliz de estar no...

O maior teatro de Lisboa, que é o Coliseu. 2.400 pessoas por show. Caralho, sold out. Sold out as quatro sessões. Porra. E aí a gente ficou muito feliz de ser um produto brasileiro. Não tem jeito, irmão. Você me desculpa. Não tem jeito de não ser sold out, cara.

E aí agora fica o convite, então... É muito absurdo, cara. O pessoal tem que assistir. 30 de maio a 20 de setembro, então... Teatro Vila Lobos. Teatro Vila Lobos, aqui pertinho. Não, você para o carro fácil, é muito tranquilo, é muito... Você tem horário já, irmão? Tem horário, ó. Quinta e sexta, 20h30. Sábado, 14h17, 20h. Domingo tem 15h18. Então, tem show aí pra todo mundo. Show hora é pra todo mundo.

Leva a criançada, a molecada não vai acreditar, irmão. É, a criançada sai louca. Eu levei minha sobrinha louca até hoje com o urso dela. É, agora ela volta mais ou menos. Tá bom, ela ficou louca até hoje lá falar de vocês. É, hein, Pá, Lismaria, amor. Amor.

Porque é impressionante. É, muito legal. É impressionante. Esse ano a gente tem algumas novidades. Tem, por exemplo, um carro de Fórmula 1 que aparece. Tem coisas grandes também. A gente tinha um helicóptero que aparece. Agora a gente tinha um carro de Fórmula 1 que aparece. A gente tem uma turbina de avião, que a gente fez um número, que foi um dos números que ficou conhecido no nosso quadro, no Fantástico, que a gente nunca conseguiu levar no palco. Porque é uma...

Puta turbina de avião, caralho. Porra, não tem como, né? É muito gigantesco, né? Então esse show é maior que o outro ainda, entendeu? A gente já tá com algumas coisas, já estão no teatro, a gente tá tendo que levar as coisas por etapas, porque não passa, né? Vocês conseguem... É... Que absurdo. Rodar o Brasil todo fazendo isso? Porque tem uma toda, uma infa, produção, agir do custo, né? Eu acho difícil, né? Como é que é? O tamanho da coisa de vocês é... É, exato.

Hoje, assim, um show desse porte, ele não se roda no Brasil sem patrocínio. Então, assim, a gente é muito grato aos nossos patrocinadores. Por favor, diga o nome, porque pra gente é importante falar. Por favor, Bravecto, Famicap, Tocateno. O Bravecto, as minhas usam o Bravecto. É, todo mundo. O Bravecto é nosso parceiraço aí também. Temos a Ioc também, Pipoca. Opa!

Tamo aí com a... Hipoca sempre é bom. Exatamente. E alguns apoiadores, é importante dizer isso porque não se produz hoje uma coisa grande no Brasil. Carioca tá rodando, você também bola sabe aí, né? O desafio de levar... Bom, você tem patrocínio, eu não tenho, irmão. Mas vamos arrumar pra você, caralho. Arruma, arruma. É que tu é tão leve, é pouco palavrão.

Não, mas não é por isso não. É porque... É um show tranquilo, leve. Sossegado. Mas a gente tem duas carretas, imagina. Duas carretas. É, uma carreta inteira de mais que uma carreta inteira de LED, luz, som. Então, é uma brincadeira gigantesca. Mas vão ficar até setembro se for em São Paulo. Aqui a gente fica... Depois vai pra algum canto ou não? Aí a gente volta com o show que tava na Europa pra fazer algumas outras cidades. Ah, tá. É. Entendi.

Que legal, velho. Porque esse ano é um ano também difícil no Brasil de rodar, né? Porque tem Copa do Mundo, eleição. Eleição. Puta, é verdade. Então começa já aquela coisa de imagina marcar um show e aí eleição no dia. Aí começa aquela confusão. Então estamos também tentando fazer com que o calendário adapte nesse sentido. Mas na boa é imperdível. Tem que ir, cara. Eu vou três vezes de novo, viu?

Tô te avisando já, tá? Obrigado. Já deixa o lugar dele reservado. Já, por favor, meu assento. Puta, porque é muito bom. E vocês pretendem outras capitais por hora? Só Rio e São Paulo? Como é que vocês fazem? A gente rodou muito, né? No ano de 2024, a gente fez 22 cidades no Brasil.

Mas era um show menorzinho. Era o mesmo show que você assistiu. 22 cidades no Brasil. Conquerte tanto de coisa. Exatamente. Então foi uma loucura. E aí em 2025 a gente reduziu um pouco, a gente foi para as principais capitais, né, apenas. E esse ano, obviamente, a gente reduziu mais ainda, porque além de ser um show 100% novo, a gente ainda tem esse ano que é um ano complexo. Exato.

Mas a gente rodou muito e eu acho que o Carioca sabe muito bem como é que... No Brasil a gente tem pouquíssimas cidades com teatro que tem uma grande infraestrutura. Sim. Pra conseguir receber...

Um show de grande porte. Ou você vai pra uma arena, igual a gente quando gravou o Disney Play, a gente gravou na Farmaze Arena lá no Rio de Janeiro. Pô, lá é enorme. A gente fez lá, quando a gente gravou... Como chama? Farmaze Arena. É onde era o ginásio das Olimpíadas, sabe? Ah, tá. É uma arena ali dentro do Parque Olímpico. Exatamente. É tipo onde acho que era o basquete e tal. É tipo uma mega arena mesmo. É uma das maiores do Brasil. É tipo o Ibirapuerazinho.

No Rio, mais moderninho. É bem legal lá. Exato. E aí você sabe a complexidade que é pra você... Por exemplo, lá na arena você consegue entrar com equipamento, mas você tem que construir do zero. Palco, do zero. Ah, tem que montar tudo. É, uma quadra. Lá tá no chão. Tá no chão. É, não é igual o teatro que já tem o palco. Ah, entendi. Tem a luz, né? E aí você... Puta trampa, hein, meu? Nossa, imagina. Aí você chega em outros lugares que você não consegue... Que o teatro tá montado, vamos colocar tipo do Vila Lobos, que é um excelente teatro, mas as coisas não entram. Tem que entrar pelo shopping, tem que entrar de madrugada, subir quatro andares de escada. É verdade.

De escada? De escada rolante, que não tá funcionando, ou seja, as pessoas vão carregando as coisas, literalmente, pra que você consiga chegar e montar. Então imagina a complexidade. Pra montar, a gente tá montando em etapas. Pra desmontar, são dias descendo coisas somente na madrugada. Então os teatros ainda não tem essa... Ou quando você chega e o teatro, o cara mostra as varas do teatro, que a gente fala que é onde pendura as coisas do teatro, elas são de corda. Mostra as varas.

elas são de cordas de sisal e você vê que o sisal tá ali já sendo... Exatamente, deteriorado. Imagina esses dois dentro das lojas americanas pegando bombom, caralho. Ninguém vê. Era legal porque antigamente isso aí é com um real. Duas horas da manhã.

Você ia com um real na loja americana. O cara de bolso bombom vem contra o Harry Potter, vem voando no bolso. Mas antigamente você ia com um real no americano, você voltava cheio de bombom. Hoje não tem como, né? Por quê? Botaram câmera, aí fica mais difícil. Tem mais até americana ainda? Acho que ainda tem algumas americanas. Acho que tem algumas, pelo amor de Deus, bicho. Mas isso deve ser muito foda, porque... Eu fiquei imaginando, falei, cara, o show deles foi um negócio tão legal, cara. Aí show novo.

O que esses malucos vão fazer, cara? Mas a gente sempre parte pelo desejo do público. O público tem o desejo de voar, a gente trouxe isso num show anterior. Ah, o público ama, por exemplo, eu tô vendo aqui que vocês têm várias coisas de Fórmula 1. O público ama Fórmula 1. Por que não trazer um número de Fórmula 1 pra dentro da realidade do espetáculo? Vai lá no carro do Bortoleto, dá uma força. E aí... Tá vendo? E aí senta... Às vezes resolve. E aí senta vocês, tipo...

Quantos consultores vocês têm? Igual o Daba ali? Igual o Daba. Exato. Vocês sentam juntos. E aí a gente vai trabalhando nessas ideias, entendeu? Tem alguma coisa atual, por exemplo? O que que tá pegando aí? 5-7, 5-7.

Não, a gente traz muito de... A gente traz muita coisa de tecnologia, a gente tenta trabalhar temas atuais. O show tem muito humor também, né? Então a gente sempre traz um pouco de... De piada, assim, contemporânea. E isso tudo ajuda a fazer com que o ambíguo, né? Com que o negócio seja leve e também dinâmico, sabe? Aham. É uma hora e dez, mas parece que passa assim. Não, é muito rápido. Parece que passa rápido, porque a gente calcula que a cada três minutos tem que ter um efeito de mágica. Então a cada três minutos acontece uma coisa. Tem que ter um punch.

é o punch porque a pessoa tá ali pra poder né essa coisa rodar assim a gente vai trabalhando com coisas do imaginário e também com interatividade por exemplo a gente trouxe aqui um presente pro bola e outra aqui

Pra você, Carioca. Obrigado. Vamos ver. Eu adorei aquele kit que vocês deram da outra vez. Ah, muito obrigado. Tá vazia ainda, calma. Tá vazia. Vou deixar essa aqui do seu lado aqui. Vou deixar essa daqui aqui. Pode deixar aqui? Não mexo mais, tá? Tá aqui. Tudo bem? E a sua bola. Nós vamos fazer aqui, ó.

A gente vai pensar que agora, como a gente falou, a gente pensa nessa interatividade com o público, eu acho que é importante também. As pessoas estão ali pra participar. Perfeito. A gente vai tentar montar um look do dia, não é isso, Klaus? Exato. Você pode escolher meia, você pode escolher short, pode escolher camiseta. Camiseta. Exato. E a gente tem o mais legal, que antes, obviamente, eu preciso de mostrar pra você que a gente tem várias possibilidades aqui. De camiseta. De camiseta. Ah, entendi. De cores. Isso. Verde, vermelho. Acho que o pessoal consegue enxergar já. Tá vendo? Tá vendo? Vem lá, baby. Vem lá, baby.

Enfim, eu sou daltônico, às vezes eu não perco Mas vamos lá Ah, esse aqui eu não perco, amarelo, verde Enfim, são várias possibilidades Aqui também, shorts, as mesmas coisas Ou seja, cores distintas Em que Podem ser Escolhidas por você, e quem vai escolher Obviamente, vai ser você, você que manda Nesse momento

Do jeito que você achar melhor. Como vai funcionar bem fácil e simples, pega aqui um montantezinho assim e levanta pra mim, por favor. Sim. Isso, tá bom? Tá bom. Maravilha. Pode levantar aqui. Laranja. Boa. Onde ele escolheu ali. Aí tá bom, onde você quiser. Aqui tá bom. Beleza. Pode, por gentileza, fazer isso também. Aqui tá bom.

Boa, chegamos a um look lindo, olha só que look lindo Ainda bem Se trocou no escuro Puta merda Puta look horroroso Parece um Sérgio Malandro Nos anos 90 Puta merda A camisa laranja, a calça abençoada rosa e a meia azul É a lei Maria da moda aqui Puta merda Mas tá bom, não tem problema, você que escolheu Eu que escolhi Por ser uma escolha sua Um look seu Um look seu

É lógico que a gente teria que tentar fazer algo de material com isso que você trouxe. E pra isso a gente pega meias azuis. Short rosa. Tá vazio. E camiseta laranja. E já consegue materializar de alguma forma as suas escolhas. Nem fuder, eu não vou abrir essa coisa. Abre a caixa, bola. Não é, Ju? Eu não vou...

Não tinha porra nenhuma. Pode ir, pode ir, pode ir. Tira pra gente o que tem aí. Camiseta laranja. Olha o tamanho, deu certo o tamanho? Eu acho que deu, irmão. Short rosa. Porra, numa boa, cara. Vai tomar no cão.

Pô, baba, você ri, velho. Dava. Dava, essa coisa boa. E meias azuis pra você ficar bem no estilo que você escolheu. Não tinha nada. A minha também não tinha nada. Do jeitinho que você quer, tá vendo? Olha só que lindo.

A minha também tava vazia, bola. Engraçado porque tava leve a caixa, né? Então, meu, e o cara jogou assim, ó. É, o truque é esse, essa. Não, eu não vou nem mexer. A hora que ele me der o comando, eu faço. Mas tá aí quietinha, né? Tá aí quietinha. Não sei, não tem nada. Deixa ela quietinha.

Deixa a minha roupa aí. Deixa ela quieta. Ninguém mexe com a minha roupa. Depois a gente vê essa roupa aí. Vou voltar pro Zach, que tá combinando com ele, ó. Caraca, que absurdo, bicho. É louco, né, velho? Puta absurdo. Muito legal. De um monte de cor, Carioca. Eu pude escolher qualquer cor, velho.

Vamos lá? E é o meu presente. O seu presente. Vamos aguardar o melhor pro final. O final, tá bom. Segura um pouquinho. Tá bom, eu segura. Deixa o mistério dele. Você é rápido sempre assim? Você tá com pressa. Eu só queria saber, mas eu não tô aqui pra atrapalhar ninguém. Tô aqui pra seguir o reto. Então dá uma aguinha. Dá uma aguinha. Aí se ele meter um... Ah, não sei. Agora, vocês têm o mesmo ídolo na mágica os dois ou não? Sim, sim, sim.

Que é o Copperfield, né? Os dois são fãs do Copperfield. Inclusive, ele aposentou agora. Parou? Acabou de aposentar, ficou 25 anos. Eu vi ele em Vegas, muito bom. Ele ficou 25 anos ali no MGM. É. E aposentou agora, em 30 de abril, foi a última apresentação dele, enfim, dessa temporada. E foi um cara que já estava aí, a gente é muito fã dele, não só pelo...

pelo nível artístico, que é surreal o que ele fez na televisão, o nível de detalhes, a fotografia do show. Você vê o show parece um cinema ao vivo. Muito bem controlado as coisas e foi um cara que ele chegou a ser top 10 mundo do show business, de cachê. Então, tipo assim, era Céline Dioma, Madonna e cópia. E ele, sabe?

Além de ser um cara de nível artístico muito foda, ele nos inspira também pelo business. É um cara que conseguiu levar a mágica para um business de uma maneira, assim, surreal, entendeu? Televisão, para ele fazer um negócio absurdo. Televisão, filme, publicidade, né? Ele foi um cara que levou a mágica para um nível pop, assim, sabe? Da cultura pop mesmo. Então, as pessoas...

Ele é muito mencionado em filmes diferentes, séries, sabe? Então, ainda continua sendo, assim, pra gente, um ponto muito fora da curva na história da mágica. Ele é o maior, ele é o maior? É o maior. Ainda continua sendo o maior. É. Hoje, quem tá lá em Vegas? Que os dois lá... O um, o Tig comia o pescoço.

E o outro... O Chris Angel. O Chris Angel ainda continua? Acho que são os dois, vamos dizer assim. Hoje quem tá lá de grande? É, o Chris Angel continua. Acho que é o maior show depois do Copa F. Continua o Chris Angel agora. Sim. Então você imagina que durante 25 anos... E aí, Klaus, daqui a pouco. Prepare-se Las Vegas. Bora. Prepare-se Las Vegas. O mundo vai tremer. Dois brasileiros nunca teve, né? Tem que levar o Dabemil, senão não dá certo. É.

É verdade, tem que levar o Dabita, senão... Cara, eu tô mandando aqui pro Zaque, cara, eu acho que tem uma coisa bombando muito na internet. Pô, se vocês fizessem isso, eu acho que ia ser maravilhoso. Manda, manda as ideias. Não, não sei, é uma coisa que eu vejo muito na internet, e eu acho sensacional, que são as pegadinhas dentro do supermercado. Sim. Mas não é mágica.

Não, mas dá pra... Por exemplo, eu mandei pro Zaque aqui, ele vai mostrar. São situações que as pessoas ficam criando dentro do supermercado, cara. Eu vi igual o da pena, você já viu o da pena? O cara cutuca o ar e o do outro. Não, mas isso aí é... Mas é a mesma coisa, ele vira pra trás, cutuca o do cara e... É, isso. Deve ser do Javier, né, o vídeo. Não, acho que ele tá falando de pegadinha mesmo, no geral, é isso? É, a galera joga um negócio pro alto, aí o cara acha que tá caindo do teto, ele olha pro alto... Joga areia.

Cara, eu morro de rir dessa porra, velho. É muito engraçado. Porque é reação, né? É. A pegadinha de... Alguma coisa assim, dentro do mercado. O cara tá fazendo compra, o cara tá numa outra frequência cerebral, né? Sim. Porque ele tá pensando na mercadoria. Fazendo cálculo. Isso, a cabeça... O cara tá muito aéreo. Mas o que tem a ver com mágica? Eu não entendi. Não.

pensar em situações pra postar no Instagram, dentro dos mercados. Entendi, é uma boa ideia. Não, e tá bombando no mundo inteiro essa porra. Tem um americano que ele vai preso toda hora. Tudo bem, mas ele pega... Não, mas é que ele é extremo, tá ligado? Ele é um moleque que é preso. É, porque ele fica pegando o pão de forma.

Três fileiras pra lá, ele voa com pão de fome e cai dentro do carrinho do cara. É muito engraçado, velho. Mas esse cara só faz merda. Mas ele não tem autorização. Ele bagunça demais. Tá ligado? É um cara que... Aí a turma já é uma polícia. É, esse não. Esse moleque é... Tem um cara que finge, não sei se você já viu que ele solta o efeito do Apple Pay pagando pra pessoa.

Pinha a pessoa ficar puta com o celular assim. Ah, eu já vi. É. Muito bom. Maravilhoso. É, mas essas são criminosas. Mas, por exemplo, tipo essa, você tá aí no ponto aí, Isaac? Ah, você tá brincando, mano.

Puta merda, cara. Tô tentando baixar em outro canto. Eita ferro. Enfim, é uma que... Pô, sei lá, eu acho que... Não, fazer alguma coisa relacionada com o mágico é assim do caralho. Não, mas dentro do mercado. É, então. Não sei porque que a pessoa no mercado, ela fica engraçada. A pessoa no mercado... É porque ela tá num outro ambiente, você falou, né? Isso, ela tá com a mente, né? Tá fazendo a compra da casa, tá pensando... Então, ela tá meio aérea. Ela tá pensando no futuro, o que ela vai precisar na semana, né? Então, aí...

É, o cara tá lento, ele para, ele olha, ele fica meio troncho. Você não acha, Bala, que as pessoas ficam tronches? Não é troncho, é aquele que você tá prestando atenção. Tipo isso aqui, ó. Depois eu vou mostrar pra galera aí. É tipo isso aqui, ó. Você tá prestando atenção em outras coisas. É muito legal, ó. É tipo o cara... Sim, sim, sim. Tá ligado aí o cara? Ele... Ele... Ele...

E o cara tava em outro universo, né? Sim, sim. Aí ele, ó, ele coloca aí, tipo, sabe? Pensar coisa e postar no Instagram, cara, isso aí eu acho que é um puta hit. É muito bom isso aí, cara. Olha só. O cara tá ali, ó. Ele tá ali comprando um negócio, ele põe nele assim, o cara... Do nada, bicho. Olha o golzinho. Ele tá tipo, porra, que porra é essa bárdia? Que porra é essa?

O cara tá comprando ferramenta, velho. Tem nada a ver, vem um balde na cabeça. E a menina do lado também nem aí, né? Nem aí, nem aí, sabe? O mercado é uma coisa muito... Muito idiota.

É muito, cara. Tem uns também que o cara se veste de camuflado de folhas, já viu isso? Ah, que ele fica dando um susto. É, ele dá um susto. Bom pra caralho. E ele deita assim na grama e tipo... Bom pra caralho. Esse é muito bom. Eu gosto que o cara fica dentro da geladeirinha.

que tem essas geladeiras de loja de conveniência, que o fundo é gigante. Ah, lá é o depósito. O fundo é o depósito. É o depósito. É. Aí o cara tá escolhendo a mercadoria, ele vai com uma pistolinha de água assim, ó. Ah, que maravilhoso. Ah, sim, sim, sim. Já viu isso aí, cara? Já vi. É maravilhoso. Puta, velho. E o cara fica gritando. Ele fica não sabe de onde tá vindo. Não sabe de onde tá vindo, cara.

E você falou legal, né? Porque, tipo assim, levar a mágica pra esse ambiente que as pessoas não tão nem pensando. Pô, se eles bolarem alguma coisa, é um território maravilhoso. Puta que pariu. É legal mesmo, assim. É uma coisa que a pessoa não tá ali esperando e ela acha que... E a imagina acontece, o cara vai comprar roupa, aparece a roupa do nada. Sim. Eu tava te falando que tem um cara que chama... Que tem um programa parecido com esse, o Michael Carbonaro. Mas ele assume, por exemplo, ele tá ali no supermercado fingindo que ele é... Vendedor. Vendedor.

Então ele vai fazer assim, ele vai vender a caixa que, sei lá, por exemplo, a caixa que lava roupas instantâneas. Aí ele pega essas roupas aqui, estão todas sujas, coloca na caixa. Sai limpinha. E aí abre e sai limpinha. Aí ele é como se fosse um produto... Revolucionário. Revolucionário. A verdade é mágica.

é uma mágica na verdade, só que ele tá vendendo isso como se fosse um produto sabe, tem uma também que ele que ele leva a galera, essa do pet shop eu vou te mandar, você vai adorar ele pega o cachorro e coloca assim numa ele fala que é um hotel de cachorro na entrada do pet shop pra você passear e deixar os cachorros, sabe e aí ele coloca o cachorro dentro de uma plataforma que tem dois discos assim, imagina, e aí quando ele faz assim, comprime e sai um desnoso e aí

E sai um disco assim, sabe? Só com os pelos. Só com os pelos. Zacha se esmagou o cachorro. Zacha se esmagou o cachorro. E aí ele abre um arquivo cheio de discos. Coloca o disco em guarda. Que maravilhoso, velho. E aí o cara... Caralho, meu cachorro, velho. Ele não apanha, não? Algumas vezes. Algumas vezes as pessoas ficam bem bravas assim com ele. Puta que pariu. É tipo assim... Pensa assim, situações assim. A pessoa tá escolhendo o...

Cara, no mercado sempre alguém vai falar assim, você sabe se esse molho aqui é, sabe? E você começa... É sem sódio? Não, você começa a trocar. Esse molho de tomate, ele vem com tomate, pedaços de tomate de verdade, e ela se impulsou um tomate de verdade. É isso. Ela vai ficar olhando.

A tia não vai botar a ferro. É tipo assim, não, mas é molho de tomate. Aí você, não, isso aqui é de ervilha. Não, mas eu peguei o de tomate. Sabe, eu acho que, sei lá, é um ambiente muito engraçado pra brincar, não sei. Sensacional, sensacional.

Eu acho que, sei lá... E esse elemento surpresa é legal, né? Porque, tipo assim, a gente também... Às vezes a gente direciona a... A pessoa tá prestando atenção... Aquilo que a gente falou no início. A pessoa tá prestando atenção numa coisa... E às vezes a gente vai pra um outro nível. Por exemplo, Klaus... Vamos tentar fazer uma... Agora com você. Pode ser, Carioca? Claro! Vamos tentar fazer uma previsão de uma carta. Pode ser? Pode ser. Uma previsão de uma carta. Não seja por isso.

Eu vou tentar te influenciar aqui agora. Tá. Olha nos meus olhos. Estou olhando. Estou olhando, estou olhando. Vai. Bora. Perfeito. Acho que ele já tem uma decisão, Klaus. Já? Já. Boa. Vamos fazer o seguinte. Obviamente...

Pra gente conseguir fazer com que você pense em uma carta, que você consiga ter uma carta na sua mente que todo mundo saiba qual é, a gente tem que fazer o quê? Selecionar essa carta, correto? E pra gente selecionar essa carta, é óbvio que eu preciso de um baralho completo. Que no caso... Não veio. Não, não, não. No caso a gente tem aqui um. Dava ajuda. E eu trouxe dois baralhos aqui. Um já a minha carta, senão a minha carta não é.

Mano, sabe o que é louco? Eu não vou estragar a mágica, mas aconteceu uma coisa muito engraçada. Diga. Eu pensei de uma gata primeiro que você virou a gata. É, é? Você já podia ter falado pra terminar a mágica, juro por Deus, cara. A gente se movendo aqui. Eu não tô mentindo. A gente se movendo. Eu quero a 3 de abrisinha. Cara, estragou a mágica de cara.

Imagina a carta, cara. Eu não tô sacaneando. Eu imagino exatamente essa carta. Viu como é o mágico bom? Olha que mágico bom que ele é. Desculpa, eu te atrapalhei, mas posso imaginar outra. Não, foi sensacional. Pensa em outra, pensa em outra. Vai outra, escolhe outra. Eu juro, cara. Foi muito absurdo. Ah, não, mano. Paralhe, baralhe, baralhe. Baralhe, baralhe. Eu tô com muito ódio de você. Tô com muito ódio. Você embaralha. Pode embaralhar. Eu juro, cara. Eu venci nessa carta.

Que medo que eu... Embaralhar, Carica. Pode embaralhar, pode embaralhar. Eu sou horrível. Eu sou ruim pra embaralhar. Qual que é o enunciado agora? Escolher outra carta? O que que eu faço? Não, só embaralhar. Embaralhe, embaralhe, embaralhe. Embaralhe, embaralhe. Embaralhe, selecionar uma carta que vocês dois vão me ajudar aqui. Eu tenho a mesma habilidade... Eu também. Que uma pessoa sem mão. Deixa eu ensinar.

Peraí, embaralhei. Pronto. Vou mostrar, aqui ó, bola, bola. Vou te ensinar, vou te ensinar. Assim, de ladinho assim, ó. A gente chama de embaralhamento brasileiro, tá vendo? Aqui, isso. A gente também tem, por exemplo, aqui o embaralhamento, que é o quê? Americano, que faz isso. Meu Deus, muito bom. Isso, pode fazer na mesa, assim fica mais fácil. Tem curso pra fazer isso? Tem. Nossa bola.

Tem merda aí. Não precisava ter tirado da ordem, mas tá tudo bem, olha só. Tirou totalmente da ordem. Não, cagou a porra. Não tem problema, não, não, não, pode largar isso aí, pode largar, pode largar. Não, não, não, não tem problema, não tem problema. Vamos usar aqui, já jogou no chão, vamos usar aqui. Já ferrou. Já acabou de aéreo. Já virou, cata os demônios. Pode largar, pode largar, pode largar. Não tem problema. Bada arruma o negócio aí, bada. Tá bobada lá. Não, larga a mão, larga a mão. Vamos lá, vamos lá. Vamos lá, vamos lá. Larga a mão, vai.

Toca uma carta, qualquer uma. Vamos, gente, vai. Toca, toca, toca. Carta que você achar mais... Essa. Essa. A importância que você tem pra hoje. Quer passar mais uma, tá bom? Não, é essa. É essa. Grava bem a carta. Gravei. Quer retirar ela pra você? Pode retirar. Posso retirar pra mim? Isso. Bola, pode ver ou não? Pode ver, pode ver. Se o pessoal... Eu vou até olhar pra mesa aqui. Perfeito. Eu vou ver também. Eu vou ver também. Quer mostrar pra pessoal? Quer mostrar pra pessoal? Pode mostrar. Aqui, ó.

Pronto. Posso botar de cabeça? Já tá aqui, ó. Pode. Eu vou até pegar uma carta de uma cor diferente. Tá aqui. Tá aqui. Trouxe aqui e vou escrever uma carta. Tá. Escrever uma única carta. Tá bom, bora. Que eu acho que é a sua carta. Que eu acho que é.

enfim, a gente ia fazer uma escolha dupla que ele poderia escolher qualquer uma das casas a gente ia jogar no número, mas vamos fazer de uma forma prática já que o outro baralho a gente já perdeu já caguei tudo no chão peraí, deixa eu ver se eu aqui, terminar de desenhar pronto, consegui, é uma carta vermelha, correto? vermelha, maravilha vermelha vermelha eu acho, vou até mostrar pro pessoal que é o 4 de copas e aí

Quarto de copas, não foi? Quarto de copas. Não foi o quarto de copas. É a primeira vez que você ajuda o mágico? Não, mas não foi. Vai ser a última, tá? Não vai ajudar nunca mais, fia da mãe. Qual foi a sua carta? Deixa eu ver qual foi. Deixa eu ver, só pra ter certeza. Não é possível. Quarto de coração ou quatro de copas? Ah, tá.

É aqui, ó. Sete de ouros. Sete de ouros. Foi essa mesmo. Não seja por isso, ó. Vamos deixar a câmera focar em mim que a gente vai tentar... Aumenta mais. Chega mais. Chega mais. Chega mais. Chega mais. Aqui assim tá ótimo. Aí. A gente vai assim. Qual foi? Sete de ouros, né? Sete de ouros. Sete de ouros. Faz assim e...

Pronto. Sete de ouros foi tua carta? Meu Deus. O que você fez? Sete de ouros. Mas eu tinha tanta certeza que ia ser o sete de ouros. Eu tinha tanta certeza que ia ser o sete de ouros. Que você acha que eu te influenciei a escolher essa carta?

Com você embaralhando o baralho, com você escolhendo a carta que você quis. Pode ser que sim. Pode ser que sim. Pode. Sim, mas a gente tava te influenciando desde que começamos essa conversa aqui, não é verdade? É, olha pra mim. Tô olhando. Você viu alguma diferença? Tem o quê? Na minha roupa, alguma coisa? Tudo certo, nada. Tem algumas cartas aqui, não, você acha que foi? Não, não. Mas eu acho que eu te influenciasse desde o início, porque eu já tinha uma... Ah, mano, vai se fuder.

Nunca mais traz eles aqui. Nem com show novo, nem nada. Esses caras são muito absurdos. Acho que eu te falei ser mesmo. Vamos lá. Vai deixar aí. Que absurdo, bicho. Legal, né?

Legal pra caralho, mano. Mano, o cara tá com a camiseta da tua carta que você não sabia. É sinistro, né? É muito da hora. Às vezes a influência... Ó, leve sua família a partir do dia 30 de maio no shopping. Não, leve sua família não, leve todo mundo que você conhece. Lá no Vila Lobos. Leve o mundo. É. Puta absurdo, cara. É. A partir do dia 30 de quinta é domingo. Quinta é domingo.

Porra, cara Então, de 30 de maio De quinta a domingo, no shopping Vila Lobos, em São Paulo Um shopping muito gostoso Um shopping maravilhoso Um shopping muito bacana Tem restaurante Você pode chegar antes, come um turu Tem bons restaurantes perto do teatro Muito ali embaixo O teatro é super confortável E como é que compra o ingresso? Qual é o lugar? Boa, no nosso site ShowHK Bomところ

.com.br showhk.com.br showhk.com.br tem ingresso caro? Tem, mas tem ingresso barato, tem ingresso a partir de 42 reais que beleza, hein? e vou falar uma coisa pra vocês até o pior lugar do teatro é ótimo esse teatro é maravilhoso até o último lugar você vê muito bem eu vou colocar no enunciado desse episódio o link boa

showhk.com.br Você coloca pra mim aí, Zacarias? Boa, show. Se você perder, quem perdeu o último já dançou. Já se lascou. Porque o último foi muito bom. Você não pode perder. Vai lá, leva a sua família. O cara que eu não vi o último, ele se lascou. Nesse eu vou com certeza. Tá prometido.

Não, não, esse eu vou com certeza O último ele prometeu 3 meses Você tem que levar até o filho Não, eu vou levar meu filho também, vou levar minha namorada Eles vão gostar, vamos levar, vou levar, estamos esperando Não, eu vou mesmo, eu mando até mensagem pra vocês O bolo toda vez que ele lê, eu falei, cara, cadê o Carioca? É verdade, é verdade Não, é verdade, o último, cobrei 3 vezes É que quando você estava fazendo show Eu estava no outro ritmo na minha vida Ai, desculpa Agora eu estou no ritmo normal Eu estou Ocupando tanto seu tempo assim Isso, eu vim de Umbão Eu vou Lower

então tá tudo certo então agora eu tô no ritmo bacana não, é gostoso e eu vou armar direito esse eu vou com certeza, vou postar na internet fiquem tranquilos muito legal vocês não pretendem fazer algo na TV assim, tem algum projeto vocês fizeram fantástico, vocês falaram né a gente fez Fantástico depois a gente fez Domingão a gente ficou um tempinho no Domingão que foi legal também, Domingão do Hulk exato

depois a gente aí a gente fez um pedido a Disney chamou a gente pra fazer o especial que a gente gravou lá na Farmaz Arena é que dá muito trabalho projeto audiovisual né meu Deus, então dá muito trabalho mágica já é difícil ao vivo, imagina gravar mágica, tem que fazer outra mágica

são duas mágicas é uma trabalheira complicada, e tá no Disney esse projeto? chama Mestres da Mágica tá no Disney Plus, é você não foi no primeiro show pode assisti-lo lá, o pessoal de casa também assiste lá, e não vai repetir nada desse nada, nada, então a gente tá nesse desafio de fazer, é não é fácil, por isso que o argentino tá aí então, só não consegue ganhar mais duas taças pra superar a gente hein, argentino

vocês são de mais duas taças de Copa do Mundo tem que fazer essa mágica aí

É, um milagre. Então é um milagre. Mas aí respondendo, a gente... Aí agora a gente tá fazendo algumas coisas. Como a gente ficou muito parado com o show, o show também você sabe que gasta uma energia fazer show sete por semana. Quinta, domingo, não é fácil. Muito cansativo, cara. Caralho! Chega domingo à noite e você morreu. Parece que você te atropelou. Segunda deve ser uma delícia, né? Vocês não querem se ver mais domingo à noite, não querem nem olhar um pro outro, né?

E aí, assim, ano passado até foi, pra gente, foi uma maratona maior, porque a gente fez pela primeira vez o Natal Luz de Gramado. Eu lembro, eu vi também. Que é uma loucura aquilo, eu não sabia... Eu não conheço. A dimensão, né? É, meu Deus, é uma coisa assim, cara... Gramado é uma cidade até que... Você vê, assim, que é um turismo muito fora do comum no Brasil, sabe? É uma coisa muito parecida com a Orlanda, assim, porque... É gringo, é gringo. Caramba.

3 milhões de pessoas na rua a parada do Natal a gente saiu do teatro assim a gente não conseguia andar e um monte de gente e uma rotatividade muito grande então de 24 de outubro do ano passado até 29 de dezembro a gente fez 80 e poucos shows, 85 shows mais ou menos inclusive em dezembro não stop de segunda a segunda cara não

segunda-feira tinha show tipo o parque da Disney mesmo a diferença é que o Mickey geralmente eles trocam ele o chinês vem outro vem outro chinês vem outro chinês que puta lenda essa coisa de chinês Mickey não, até não brasileiro

Ué, confio nele. Não, não. Os gabiru. Os gabiru brasileiros. E é uma... Isso é uma imagem horrível. Aliás, ano passado, a gente foi... Fez um negócio muito legal. Eles lançaram aquele filme novo, Truque de Mestre 3. Assistiram? Não, não. Eu vi o 1 e o 2. Eu preciso ver o 3. O 3. O 3 tá muito foda, cara. Muito foda. E aí, a gente ficou muito feliz que a Lionsgate apareceu. E o filme chamaram a gente pra ser embaixadores do filme no Brasil. Puta, que legal. No Brasil.

sabe? E a gente foi pra Nova York entrevistar os caras. Que do caralho! E aí a gente conheceu todos eles lá. Fizemos mágica pra eles? Exatamente. Fizemos uma entrevista pro Fantástico. Entrevistando os caras. E aí foi uma entrevista super legal, assim, foi bem... Porque eu cresci ver no filme, né? A primeira franquia do filme foi há 20 anos atrás. Então foi muito legal essa coisa de ver o...

os atores ali eles roubam o banco no primeiro e nesse filme agora tem uma história do diamante tinha umas coisas de teletransporte então foi muito legal, e a gente andando na Times Square, você me falou isso disso aí eu falei, caralho, a Times Square tá acabando com o sonho de todas as crianças um monte de chinês com o vestido de Mickey

com a cabeça levantada com a cabeça levantada de motoboy quer respirar e uns fumaram tentando vender foto é muito chato esses caras que ficam apurrindo não tire foto que eles te cobram os olhos da carne assim se lasca

Uma vez eu quase saí na mão Praticamente saí na mão No México É que eu não vou com criança, nunca chegarem Eu não aguento, eu na Bahia também peguei o cara Ela pintou meu filho do nada, esse zolodum chato pra caralho Esse estimbaleiro aí Você sai do elevador lá certo, o cara já vem com a tinta dando na criança Aí vem me cobrar, eu falei, meu irmão, vou meter limpo o moleque Já fui pra cima, não aguento não, cara Não tenho paciência

Tem tudo tempinho em permissão. É indiano metendo flow em Roma também, é a mesma coisa. Porra, chato, cara. Chato, cara. Chato, chato. Porra. Eu ia falar que é gift, gift. O médico falou, você abre a boca, aí deu um tiro com... Ah, que isso. Com tequila.

E cobrou depois. Aí eu, porra, não, não, não, não. E veio, cara, e não queria nem deixar eu sair da balada. O Tichenito colou em mim, velho. Eu vim cabravo ainda. Não, o meio gordinho veio e, porra, chato, cara. Não, e tá rolando muito isso na Europa, né? Quase você na mão. Com essas coisas, o cara te der um presente. Um oi, um oi. O oi, já quer cobrar o oi. Já quer cobrar, cara. Olá, sei lá. Pronto, 50 euros. Só que, ó.

Eu vi hoje um cara dando dica para o que não fazer em Cartagena também. Ah, é? Ele falou, não tira foto com as mulheres, com as baenas deles lá, não sei como chama. Sim, as roupas típicas. Ou tirar foto, vem uma, aí vem três. Uma é tanto, três triplica o preço. É. Da foto aí. Isso que mais que era. E essas coisas, comprar coisa, sabe? Não, porque o cara te aborda aí. O cara vem fazendo, vem um cara com uma caixa de som. E ele chega assim, ele fala, olá, e bota aqui, ó.

Vem um cara com uma caixa de som. Aí você não quer... Como é que você chama? Carioca, ele faz um rap. Carioca. Acabou. Já quer te cobrar porque ele fez o rap pra você. É. É tipo um caju em castanha, sabe? Mas com rap. Mas cobra em euro. Cobra, é, exatamente. É do turismo. O turista é outra vítima. Sim. Assim, igual do mercado. É o cara que tá numa outra frequência cerebral. Boa pra você pegar.

Ele vai pra Paulista ficar tirando foto. O David Blaine começou assim na rua. Lembra que o primeiro vídeo que eu vi dele é ele na rua andando e fazendo as mágicas na rua. Exatamente, é. E aí uma coisa legal do David Blaine é que ele começou a pegar as reações, né? Então tipo, ao invés dele filmar muita mágica, ele filmava mágica, mas ele ia na reação do público. Eu vi o serado dele inteiro no... Não sei se é Netflix.

que ele faz umas mágicas do mundo. O Dynamo. Dynamo, ele. Pô, bom o cara, velho. É, ele teve uma série bem legal assim também. Teve uma série legal, que ele flutua com o VAP, ele sai do chão. Não, não, não. Esse é o Just Willman. Esse que eu vi. Magic for Humans. Isso, isso. Mágica para a Humanidade. Mas tem onde isso?

É no Netflix. Netflix. É mesmo. Legal pra caralho. Legal pra caralho. Eu pego o Vap assim, eu estava vendo o carro, ele pega e dá no chão e a pede. É. Pô, levanta isso aqui do chão. Não, mas a galera está em volta vendo. Eu adoro essa que o povo fica com cara de tronche. Ele está na rua, ele está fazendo ali. Eu amo isso. Puta, eu falo caralho. Tem no Netflix como é o nome? Já vou botar aqui. Como chama? Magic for Humans. Magic for Humans. Eu quero ver isso. E ele tem um agora que é exatamente esse de pegadinha, que chama... Eu adoro. É... Adoro Prank. Magic Prank. Magic Pranks.

Tá no Netflix também? Netflix também. Tá no Netflix também. Também desse cara que é o Justin Wilman, que é um puta... Ele é ator, comediante. Esse cara é muito bom. Justin Wilman. É muito bom. E aí, tipo, esse Mágica pra Humanidade... Mas vocês fazem negócio desses, arrebentam também, né?

Só tem que achar um tempo aqui também. É, então, vou fazer. Já vou botar aqui, ó. Vocês não param. É esse mesmo, é esse mesmo. Maravilhoso. Já vou botar no meu... Olha o que ele faz. Já vou botar no meu aqui. Como é que é? Na lista. Isso é muito bom, cara. Nos meus favoritos, como é que fala? É...

Pra você assistir. Claro. É muito, eu vi, eu vi, esse eu vi. Minha lista, já botei. É muito legal. Bota na lista. Aqui, eu também tenho Mágicas para a Humanidade. Esse é bem legal. Minha lista. E o legal é que ele faz com temas. Então, por exemplo, um é amor, o outro é saudade, o outro é medo. O outro é... Tem um bom que é o Dynamo também, pode ver. Vocês tinham que fazer com aqueles... Sabe os malandos do Rio, não? Com o negócio da... Das bolinhas. Das tampinhas. Das tampinhas da bolinha. Vocês tinham que ir lá e... Bom...

50 reais, sabe essas porra? Tô se metendo no meio daqueles caras Eu tenho medo, cara, eu tenho que levar o C comigo O problema é que depois a gente não volta pra fazer show Não, não, porque por exemplo Eu tenho que levar o vereó com o meu porra Lá eles fazem a melhor mágica Eles te desaparecem e você nunca mais te encontra Você entra lá na empada Que eles botam a caixinha e você faz a empada, certo?

Sim, o copinho com a bolinha empada. Aí tu pede mais duas vezes, bota 50. Bota mais 50, ele vai se empolgar. Nessa, meu, tu bota 300. Ele bota 300. Aí você vai lá e toma dele e vê a reação dele. Lógico, depois você devolve, mas só pra... Só pra filmar.

Não, mas também só devolvo se você autorizar a imagem. Tá ligado? Você que sabe. É o jeito. Eu te fiz de trouxa. É o jeito. Não, e eu acho que isso daria muito, muito pedal. Assim, com esses caras de... Antes de tomar surra ia dar pedal. Ou então mágico de rua, tu lá e fazer o... Sei lá, criar coisas assim pra internet. Eu não gostava do Mr. M.

Mr. M. O Goelas mágico. Eu acho que é uma puta sacanagem, sabia? Mas é legal você ter tocado nesse ponto, porque eu acho que é um fato que a gente tem que deixar claro, que ele até revelou alguns segredos, mas eram segredos ou muito antigos ou segredos falsos. Desde quando um mágico vai usar uma empilhadeira...

pra levitar uma pessoa então assim, o cara ele falava que pra levitar alguém precisava de uma empilhadeira, então sabe, parece aquela coisa que você assistia, sei lá é, bonde e companhia é o arte ataque, digamos, o que você vai precisar pra fazer? precisa de uma tesoura sem ponta uma cola, uma um space shuttle precisa, é caralho precisa de um tubo 3 quartos uma cola de PVC uma máquina de solda caralho, velho e vou pro...

Parecia uma coisa nesse sentido. Não é uma coisa real. Você tem uma empilhadeira só pra você levitar uma pessoa. Não faz sentido isso, entendeu? Ou ele... Ah, velha história... Não é um negócio tão fodido. Não, a velha história de você serrar a pessoa... Só que isso gerou uma cultura no Brasil. Acho agora a gente trazer isso também aqui, porque você também tocou nessa coisa dos jogos de rua.

Você gerou uma cultura, pra você ter ideia, o lugar em que o Mr. M ficou mais famoso e no qual ele residiu durante muitos anos é o Brasil. E gerou uma cultura negacionista com a mágica. O que significa isso? Eles começaram a negar que a mágica era entretenimento. Acharam de cara que a mágica era enganação, ou seja, fazer parte dessa mesma categoria dos jogos de rua.

Por quê? Porque o brasileiro já é doído por si só ao ser enganado. Porque a gente foi doente, obviamente. Aqui tem muito golpe. A gente foi, não. A gente é enganado até hoje. Todos os dias. Turma namora com o Brad Pitt, porra. Tem muito estolionatário no Brasil, né? Tem muito, muito. De todos os níveis. Tem um cara que fica aí na internet. Tem uns pica de milhões. Você viu um cara que fica na internet? Ele é muito bom. Ele fica só...

desabilitando o estelionatário. É mesmo? Tipo esse janúncio de carro. Aham. Meu, que é muito bom. Ele vai e ele atrapalha a vida do estelionatário. Eu amo. Ele vai cozinhando. Ele vai atrapalhando a coisa. Ele fica cinco dias deixando... Ele vai enlouquecendo o estelionatário. Eu amo. Porque ele vai se fazendo de trouxa. Ele vai ir arrepiando a pessoa. Ele tem um tempo pra...

isso ali. Aí ele dá um monte e fala assim, agora ela vai dizer isso, porque não existe. Então eu vou tentar ver se ela pode fazer um vídeo agora do carro. Sabe? Ele vai cozinhando. Tá bom, então amanhã tô com o Pix pronto. Será que eu faço? Deixa eu perguntar pra minha mãe. Ele vai... Cara, eu amo esse cara. Eu não sei o nome dele, mas é muito legal. Um cara que só pega... Não deve ser legal mesmo. É, ele fica só... E é um bom serviço também, né? Sim, ele mostra como as pessoas caem nos golpes e ele fica incitando esse... Eu não sei quanto tempo ele vai sobreviver.

mas que é interessante é perigoso, né? é perigoso mas é muito legal mostrar isso porque assim, olha pra você ver o cara que ele é contra os golpes que a gente vive no Brasil e nós, ilusionistas, a gente não tá aqui pra aplicar golpes pelo contrário, gente, a mágica é uma arte é um entretenimento, é uma ilusão que você tá vendo, mas da mesma forma que você vai ao cinema ver um filme você vai... o Rambo não matou 300 pessoas

E o Superman não voa, caralho. Caralho, não voa. Exatamente. Assim como o Mickey, às vezes tem um chinês por trás dele. Talvez tenha, mas é muito bem escondido. Tomaram um cigarro na Times Square, mas assim, é melhor você não ver.

É melhor você não ver o Mickey que é um chinês com a nicotina na boca. É tipo você ter a certeza que seu pai e sua mãe não fazem aquele negócio, entendeu? Não precisa pensar nisso de coisa. É desnecessário. É desnecessário você saber o secretário. Mas cara, curte, relaxa, vai lá e se diverte. Da mesma forma que você vai num show de humor, cara, para de picuinha com o negócio. O cara tá ali pra se divertir. Ah, o carioca falou aquilo ali pra você dar risada, cara. Exato, relaxa um pouco. Pra você curtir seu dia, não é pra você...

Ninguém tá ali olhando... É, ficar nervosinho. Ninguém tá apontando o dedo na tua cara e falando sobre você. Tá falando sobre o contexto geral, tá falando sobre um ambiente em que se permite falar determinadas coisas pra você se divertir com um único intuito, que é fazer você rir e sair dali mais feliz e melhor do que você entrou. O objetivo da mágica é esse, é fazer com que as pessoas saiam do teatro melhores do que elas entraram.

que elas viveram um mundo em que tudo é possível e que talvez na vida delas alguma coisa ou outra pode ter acendido ali uma vontade de fazer algo diferente, uma vontade, por exemplo, de deixar o filho dela seguir o sonho que ele quer. Porque as pessoas, a gente tem muitos pais que vieram até a gente falar assim, nossa, ao ver o seu show, porque no primeiro show a gente contava um pouco da nossa história de como a gente começou a fazer mágica, ao ver o seu show eu percebi que eu poderia deixar o meu filho ser o que de fato ele sonhava. Eu sei.

Eu não preciso forçar ele a ser médico, advogado ou engenheiro. Ele poderia ter sonho, sim. E obviamente, essa foi uma conversão que você fez na pessoa ao sair de um show de ilusionismo.

É muito legal, cara. Claro, é muito... Já copiaram alguma mágica do Rudini? Mas assim, falarmos isso aqui, Rudini, copiaram literalmente. Ou algum escapismo? A gente fez algo muito próximo do que o Rudini fazia num programa do Luciano Huck. Até um caso engraçado, porque eu desloquei meu ombro nessa brincadeira. Eita, porra.

Mas a gente foi fazer um... As ideias também, né? Precisava de fazer um escape. Aí, foi assim, onde nós vamos fazer o escape? Ah, vamos fazer um escape de camisa de força. Legal. Ah, mas se você tiver de cabeça pra baixo? Ah, legal. Mas se você não tiver como sair de lá, e o único jeito de você sair de lá é se o Henry achar uma... liberar uma corda que você consiga alcançar pra sair. É o Henry ganha a mega senha, né? Mas e se o Henry pra liberar...

E se o Henry pra liberar a corda tivesse de olhos vendados? E se você de cabeça pra baixo tiver pendurado numa corda pegando fogo? Ah, tá bom pra você? Tá bom pra você. Tá bom, vamos vender? Não, não, não, falta alguma coisa. O quê? Falta um cenário foda. Sabe onde a gente foi gravar? No meio do Pantanal, num lago com 1.500 jacarés embaixo do Klaus.

Só. Isso já falta do que fazer, irmão. Falta do que fazer, cara. Puta que pariu, que ideia. Mas o VT ficou foda. Eu imagino uma porra. O VT, mas gravar isso. O Toma na mão também ficou foda. Porra, irmão. E a hora da coisa, aí a diretor queria gravar no pôr do sol. Tinha uma janela de...

Cinco minutos pra gravar, sabe? Tinha que ser no Porto do Sol. Um calor dos infernos. E os pernilongos, meu irmão. Pernilongo. Pouco mosquito. Mosquito do demônio ali no Pantanão. 1.500 jacarés ali. Um monte de jacaré em volta. Assim, é uma confusão pra gravar. Eles devem ter jogado comida pra atrair mais jacaré. Fizemos também...

E aí botamos jacaré, os jacaré com a boca desse tamanho. E depois que eles ficam ali, que eles sentem a comida, que eles sentem ali o alimento, eles ficam extremamente alvorossados. Ou seja, eles ficam... O que cair vai pro saco. Querendo algo a mais. E nervosos. Caiu é pra dentro.

Caiu já era. Não tem tempo ou janela. É, um animal imprevisível, né? Então não tem como a gente dizer se... Enfim. Existe um risco, sim, um fator risco no que a gente faz. Pra caralho. A gente se machuca muito. Ainda mais aconteceu. Eu lembro uma vez eu vi um negócio, pô, foda, o cara morreu.

Não sei, sabe. Um cara fez aquele caixão de acrílico transparente. E os caras calcularam com o quê? O peso com terra, pra enterrar o cara e tal. Só que meteram o cimento. Sim. E o peso do cimento era maior. O negócio ruiu em cima do cara. E morreu. E morreu até tirar. Esse é o Joseph Burrus. É burro pra caralho. Caralho, velho. O cara morreu. Mas o nome dele é esse mesmo. Joseph Burrus. Eu lembro que eu vi isso. Aí você vê o negócio.

Puta merda. Puta que até tiraram e o cara foi pro caralho. Exato, óbvio. Mas cálculo errado, bicho. É. E assume um risco assim, a gente fez um negócio que a gente nunca mais... Porque vocês têm um risco, lógico. Sim. Mas pode ser calculado pra caralho, irmão. A gente fez um na Itália, em Monza, que o Guinness fez um programa de televisão.

E chamou a gente pra gravar esse programa lá em Monza. E aí, a ideia era o seguinte. Eu estava dirigindo um carro a 120 km por hora. E o Klaus estava numa camisa de força. Que o Carioca foi preso aqui da última vez. Dentro de uma caixa. Tá. E aí, o Klaus tinha que escapar.

A gente tinha um limite de tempo, né? Que teria que ser menos... Para você chegar com o carro. Eu começava a acelerar e aí ele teria que escapar da camisa de força, colocar a mão para fora, abrir o cadeado e sair. Antes de você atropelar. Antes que eu atropelasse a caixa.

Beleza, aí a gente topou a ideia. Então, pô, vai ser foda, vamos pra... Vamos gravar isso, é um programa importantíssimo no Canaletínqua, que é a maior televisão da Itália. Dois apresentadores muito gigantescos desse programa Guinness envolvido, vamos fazer. Ficamos aqui ensaiando umas três, quatro, cinco vezes, pegamos um estacionamento do Vibra ali, sabe o Vibra? Sei.

pegamos o estacionamento ali, ficamos ensaiando quase quebramos um carro, quebramos um monte de caixa, fizemos, tá foda conseguimos chegar no que a gente queria, beleza chegamos lá no dia o diretor foi gravar, falou, vai ficar um pouco mais tarde, vai ser tipo uma hora da manhã que a gente vai gravar, beleza um frio assim, devia estar tipo, quase menos um naquele dia

Fico pra caralho. E assim, o Klaus tinha que estar de camisa de força, não podia estar com... Jaqueta, né? Num autódromo, não podia estar de luva, nem nada. Passando um fio da porra. Enfim, nesse tipo de coisa, qualquer coisa que te mexe no seu emocional... Já pro cara se mexer já é mais difícil. É, tipo assim, você já tá numa situação de risco, que tem 40 segundos, não tem chance de erro, porque é um take só. Uma puta pressão, porque é Guinness...

televisão, maior TV da Itália, todo mundo em cima, e na hora do vai, meu irmão, é... Imagina você vindo com o carro. Aí beleza, o que aconteceu? Fizemos um ensaio de tarde. Aí o diretor tá ótimo, não sei o que, e falou, ó...

se o Klaus puder eu sei que quando vocês fizeram um ensaio ele foi um pouco mais rápido, mas seria pra gente importante que fosse mais no risco próximo dos 40 segundos próximo dos 40 segundos, que é o recorde então tipo assim, na verdade a gente tinha

feito em 37. Não, não, eu fiz com 35 e ele falou, ó, se você conseguir o máximo o pessoal da segurança falou, com 35 tá com margem legal, tá tudo certo, beleza. Aí o cara me chamou no canto no diretor falou assim, você consegue sair mais perto dos 40? Eu falei, posso tentar. Mas enfim, vamos tentar. Não custa nada eu tentar. Né? Não custa nada. Só tua vida, não custa nada. Caraca. Mas eu vou mostrar, deixa eu entender só uma coisa.

Se ele não consegue sair, ele tem um rádio pra falar com você? Não, nesse a gente tava com um risco real. Se eu ia atropelar ele, foda-se. O que a gente tinha é, se eu calculei que em 30 segundos próximos, se ele não estivesse começando a sair da caixa, eu ia tirar o carro, abortaria. Alguém ia te avisar, como você ia saber. Não, ele tava vendo e ele tinha um cronômetro. Ah, tá, entendi. Tava vendo e tinha um cronômetro. Tá, tá.

Mas a gente estava entre a gente sincronizados. Entendi, entendi. Então, era um número que... Era mais capismo que mais que isso, né? Porque, tipo assim, a gente estava entre a gente muito bem ensaiados para fazer o número acontecer. Perfeito. E aí, a gente fez de tarde, fizemos uma gravação, aí chegou no momento, e aí, o que aconteceu?

Como foi ficando muito frio, o chão tava um pouco escorregadinho. Meio que dando aquela geada de noite, sabe? Aquele gelinho. Uma umidadezinha. Uma umidadezinha. O sereno, o sereno. Mas já dando aquela... Laminha do sereno. Puta, meu. Coisa que não tem como você prever... Não, num país tropical. Aqui em 40 graus no estacionamento da Vibra, seu pau.

Ninguém teria previsto isso Jamais Cara, rolou, começou o número Hora que deu 35 segundos O Klaus começa a sair da caixa Aí o que eu fiz? Eu falei, agora vai ser lindo Eu vou acelerar

Só que o que aconteceu? Você também é lazarento, né? Quando eu comecei a acelerar... Você não percebeu, né, irmão? Ele não vai com a tua cara, não. Quando eu comecei a acelerar, o Klaus tropeçou. Ele escorregou. Eu abri e na hora que eu tô saindo, eu escorrego e caio. No que eu escorrego e caio, ele não tinha como mais passar. Ele foi e pum, passou. Só que a sorte é que eu consegui cair e levantar a perna. Mas quando eu levantei a perna, ele passou. E eu achei...

Eu saio branco do carro. Me xingando. Tanto é que se você ver o vídeo... Tem no Instagram esse vídeo? Tem, tem. Tem no YouTube. É que o YouTube dá banho, mas se eu pegar do Instagram, do TikTok... Do Instagram tem também. Tem no Instagram. Do TikTok. Ah, chegou, eu vou contando. Bota aí, bota aí que eu... Fala o nome que ele bota aqui, por exemplo. Cara, a hora que eu... Tem o recorde da... Record do... A hora que eu saio assim, tipo... Velozes e furiosos, entendeu?

Coisa que eu não saberia nem eu, porque eu saí. Passou lá? Passou? Eu falei, caramba. Acho que o pessoal tá buscando, tá buscando aí. Passa lá pro Zaque, se puder, lá não. Eu falei, caramba, e eu saí branco, cara. Machuquei ele, fudeu. Deixa eu passar lá pro Zaque, peraí, vou ajudar lá. Eu saí assim, louco, porque eu falei, eu matei. Entendeu? É lógico, o cara trupicou.

caralho, velho, que foda. E aí, a hora que eu saí, eu vi ele, pelo menos, vivo, eu falei, o que aconteceu, caralho? Meio que tentando entender o que aconteceu, porque eu achei que eu tinha atropelado. E como vocês calculam, tipo...

O espaço pra uma cagada numa mágica, irmão. Nesse caso não tinha muito espaço. Porque a gente tinha ensaiado várias vezes, a gente tinha tentado prever as possibilidades. Obviamente não queria prever que meu tênis iria... Não escorregar. Não dar aderência num pouquinho de gelo a quase uma hora da manhã. Ó, acharam rápido. Já tá, cadê?

Esses caras bateram um recorde mundial que era o seguinte, menor tempo de escape com uma camisa de força dentro de uma caixa trancada, enquanto o Henry estava num carro a 120 km por hora. Acho melhor mostrar. Era um partido, um tentativo de recorde. Em 2023, na Itália, Henry e Klaus conseguiram escapar de uma camisa.

Vocês são muito loucos, ó. Caralho, irmão. Caralho, velho. Você viu?

Não vi, eu quero ver. Olha isso, olha a escorregadinha. Olha a escorregadinha. Bota de novo lá. Caracateca. Põe de novo, galera, para ver. Olha o tropicadinha que ele dá, dá uma ligada.

Saindo da caixa, ó. Ó. Maior cagada. Caré, são tudo louco, mano.

A gente faz umas cagadas que a gente fala ainda bem que Deus é bom, né? E aí, pra mim, o melhor é o diretor descendo do switch e falando Bravíssimo, va bene, va bene E a gente fez com 38 segundos 38

Quase que a gente morre dali no... A menina do recorde não conseguiu parar o cronômetro. Ah, foi verdade. Ela travou. É lógico, pô. Ela deu um peripaca, ela travou. A gente fez uma vez no pânico uma pegadinha que a pessoa saiu meia hora antes do banheiro. E o carro fingia que atropelava e as paniquetes não sabiam. Mas não tinha ninguém a meia hora dentro do banheiro e a gente assustou. Imagine você saindo em... Faltando dois segundos, velho.

Vocês são tudo louco, bicho. Ô, Bola, eu vou fazer a mágica aqui. Você vai comer um chocolate. Tá vendo esse prestígio aqui? Vou fazer aqui, ó. Fazer ele sumir. Não, eu vou fazer a mágica aqui pra você. Ah, você não pode comer prestígio, né? Eu posso.

Eu posso comer o Prestígio. Você não pode comer o Prestígio? Não, tem açúcar. Eu posso comer o Prestígio. Vocês viram que eu não fiz nada, né? Não, até agora não. Eu fiz alguma coisa? Não. Alguma coisa eu fiz? Não. Vocês perceberam algo aqui? Não, por enquanto não. Ok. Você quer um pedaço? Eu posso te dar um Prestígio, se você quiser. Eu posso dar um bolo pro bolo também. Eu não quero brincar. Não, mas vou dar pra você.

Você gosta de prestígio? Não, obrigado. Eu gosto? Gosto de prestígio. Vou dar um pra você. Pra ele não. Só pra ele. Isso é uma marcha que você tá fazendo. Ele tá fazendo um prestígio de desaparecer. É. Caralho. Eu tenho alguma puta bobagem. Eu tô já vendo. Já a merda que vem. Não vou colocar no bolso? Pode colocar no bolso. Vou colocar no meu o quê? Tá. É. Olha só.

Mas eu tenho. Abra, cadabra. Fica na carteira. Vou pegar sua mão. Lá ele. Olha a mão aí. Olha a mão. Nossa, que puta mágica. Você não viu nada? Você aprendeu? Maravilhoso.

Bom. Aprovado, mestre. Bom. Aí, ó. Maravilhoso, ó. Dentro da caixa deles. Pode comer, Klaus. Aí, ó. Sei lá.

Que mágica fudida, hein? Ué, arrumei. Impressionante. Mas eu não revelei ainda o seu presente. Ah, é verdade. Mas aí, é verdade. Te surpreendi. É o caminho. Me deixou mais feliz, me deixou mais feliz. É um caminho, mestre? Pode comer, boa. Não, mas é um caminho. É um caminho. Hã? É um caminho. Nem todos os caminhos levam no mesmo resultado, mas é um caminho. É verdade.

Essa caixinha aqui, a gente colocou aqui umas fichinhas como essa assim, olha, tá? A fichinha azul.

A gente colocou aqui, tem um monte de... Acho que o pessoal consegue ver na câmera ali, deixa eu ver. Aí, ó. Um monte de fichinha. Um monte de fichinha. Por exemplo, vou pegar uma azul qualquer. Pega uma azul qualquer aí. Azul tem personagens, tá vendo? Pega uma azul. Pega você aí, Carioca, uma azul. Uma azul? Pode ler? Pode ler, fala aí. Fala qual que é. Pega uma aí, por exemplo. Batman. Batman, e o seu?

Mário, Mário. Coloca de volta. E agora, escreve aqui, por exemplo, aí, vamos colocar aí, escreve aí um personagem que você queira. Tá. Sem você ler ou lendo? Não, pode que não tenha problema. E posso revelar também? Pode, não tem problema nenhum. Pateta. Pateta. Quer escrever mais um? Pode ser. Coloca mais um aí.

Manda ele escrevendo enquanto o Bolo tá escrevendo também. É. Todas as azuis têm personagens distintos de filmes. O que que você é esse aí? Donald. De... Donald. O Phantom. Parques. Donald. Ou, por exemplo, de novelas. Eu botei Pateta e Donald. Vamos colocar aqui, ó. E o Prestige. Você gostou do Prestige, hein? Gostei do Prestige. É bom. O Prestige tá ótimo. Eles vêm se ligar. Tá mágica de bosta. Coloca esse aqui. Vai, por favor. A mágica de Prestige.

Ultra Seven. Ultra Seven, isso aqui é o pateta. Isso. Boa. Então, todo azul... Como diz o Atleta, você farmou aura agora. Todo azul tem um personagem. Todo azul tem um personagem. Perfeito. Tá bom? Todo amarelo... Todo amarelo que a gente colocou aqui, por exemplo, tem um objeto. Pega um amarelo aí pra você ver. Porque é um objeto aleatório.

Carioca, pega um amarelo também. Amarelo? Um amarelo. Um objeto aleatório. Aleatório. Pega aí, vê se tem aí mesmo um objeto aleatório. Aqui dentro? Isso. Cenoura? Cenoura. Certo. Vaso de flor? Vaso de flor, ótimo. Volta com ele pra cá, perfeito. Agora eu coloco... O que você quiser. Coloca um objeto aí. Escreve aí. Hum, chocolate que eu adoro. Chocolate, um prestígio. Um prestígio.

Aí só você me esperava. Chocolate. Mágico horrível, cara. Boa. Qual que você escreveu aí, bola? Caneca e sanfona. Sanfona? Porra, aí você complica o cara, porra.

Porra, aleatório. Vou ter que fazer um sanfona e aparecer ali, né? Não é aleatório? Um sanfona aí vai ser meio difícil, ó. Beleza. Agora, os vermelhos... Eu posso só escrever mais um? Tá bom, tá bom, né? Não sei o que manda. Não, sei o que escolhe. De jeito que você quiser, tem mais um. Acabou o amarelo. Ah, acabou. Vermelho. Mas vamos pro vermelho. O vermelho tem nomes. Pega um aí, vermelho. Pega um vermelho. Pega um pra mim, Carica. Pega um pra bola. Obrigado. E pega um aí.

Pronto, vou pegar um vermelho. Nomes. Nomes. Nomes. Teo. Teo. Qual o seu?

Luna. Luna, tá bom. Então escreve aí, escreve três nomes aqui, bola escreve mais dois nomes quaisquer. Coloca aí, coloca aqui. Esse aqui é Theo. Perdão. Pronto. Eu vou botar aqui o nome da minha namorada. Maravilhosa. Os nomes que quiserem. Isso. Aline. Aline. Pronto. Aí bota aqui, perfeito. Vou botar Lorena, que é minha filha. Lorena. E Nicolas, que é meu filho.

Vou só fechar isso aqui, ó. Lorena. Pode dobrar duas vezes. Edigar e Anésio. Nicolas. Anésio. O Anésio nos convidou. Nicolas. O samba, ele mora no braço. E lá o Ernesto, não é o Anésio? Anésio nos convidou. Boa. Maravilha.

Mais um aqui e mais um aqui. Aleatórios. Aleatório, total. Para mostrar que é mais aleatório ainda. Pega um outro aí qualquer. Pega um azul qualquer.

Peguei um azul pro Bola. E pega mais um. Um azul pra ele. É, vê aí pra você ver que são personagens diferentes. Azul é sempre o personagem. Qual que é? Porra, peguei Mário. Eu peguei o Tom Thomas, o meu. Ah, pegou o dele, tá vendo? Enfim. Volta de volta aí, beleza. São diferentes, são diferentes. São diferentes. Eles estão de sacanagem já. Não, não, não. Então, se eles estão... Quem tiver mais nós, a gente vai fechar. Aqui, fudido, foi o Prestige, hein? Você gostou? Porra.

deixa aqui no cantinho deixa aqui no cantinho deixa aqui no cantinho ó chacoalha aí ela recolhe recolhe deixa aqui minha roupa ninguém rela cara deixar bem mesclado porque senão você vai pegar aqui mais um até fechei aqui e vai ser um Fantomas é que é esse tio aqui cadê ele ah ó o Fantomas ali Fantomas é ó

Vou julgar aqui na mesa, é cada um vai pegar um de cada, tá? Você vai pegar... Não importa a cor, mas por exemplo, ó, deixei alguns aqui. Um de cada cor. Um de cada cor? É, vou deixar alguns aqui assim, aí a gente vê aqui, perfeito. Bom, já tem azul, tem amarelo, tem... Boa, pega aí. Tira da mesa, porque tá dando confusão no vídeo aqui. Foi pro teu lar, cara. É, tá dando confusão no vídeo. Pega aí um azul. Um azul. Um azul.

Um amarelo. Um amarelo e um vermelho. Já vi. Tem mais, pode jogar todos aqui dentro. Perfeito. Quer trocar? Tá bom pra você? Pera aí, quer trocar agora ou não? Não, tá bom. Quer trocar? Quer trocar algum? Você pegou? Não peguei ele. Só pra você pegar. Quer trocar? Então joga aqui, joga aqui dentro. Quer trocar algum daqueles? Eu quero. Ele troca um. Troca o amarelo. Pro amarelo. Posso pegar aqui? Pode pegar aí. Vou pegar o amarelo aqui. Vem.

Não vem amarelo. Mas tem vários amarelos aqui, ó. Amaguelo. Pronto. Tem mais aqui, tem mais. Pode escolher qualquer um desses aí. Qual que você quer? Eu quero esse amarelo. Esse amarelo. Pronto, pronto. Ótimo. Agora a gente vai criar uma combinação de um nome... O presente é dele.

Não sei, deve estar ali, vamos ver. Eu não sei o que fazer, não eu. Abre aí, abre aí. A gente vai criar uma combinação de um nome, um personagem e um objeto. Lembrando que vocês escreveram, a gente já tinha vários aqui escrito também, a gente chacoalhou várias vezes, vocês tiraram o que vocês quiseram. Perfeito, perfeito. Certo? Certíssimo. E pela primeira vez, por gentileza, pode abrir e ver qual a combinação que vocês tiveram. Abre aqui, primeiro ou presente? Pode abrir a combinação. Vermelho.

Fred. Fred. Fred? Um nome. Exato. E poderia ser, por exemplo... Poderia ser... Puxar um vermelhado fundão aqui. Vamos ver. O Lanésio. Poderia ser, por exemplo... Aline. Enfim, poderia ser qualquer nome. Saiu Fred. Saiu Fred. O amarelo que trocou quantas vezes quis... É. Pode puxar. Vaso de flor. Um vaso de flor. Poderia ser, por exemplo...

Caneca. Poderia ser sanfona. Foi o do bola ali, escrito. Deixa eu ver um outro... Vários. E qual foi esse aí, por exemplo? Vaso de flor ou... Enfim. ET. ET. ET. Então temos Fred, vaso de flor e ET. Poderia ter sido um azul, por exemplo. Vamos ver aqui, olha. Azul aqui. Esse aqui, se não fosse o ET, poderia ter sido...

Ultraman. Ultra Seven. Ultra Seven. Beleza? Ou, vamos pegar um outro azul aqui, qual que é? Personagem. Então. Spider-Man. Spider-Man, perfeito. Você escolheu um ET de nome Fred. Combinação que não tem nada a ver. Combinação que não tem nada a ver. Um ET de nome Fred segurando um vaso de flor. Fred, flor de vaso e ET. Tá aqui a combinação de... Do jeito que vocês quiseram, da forma como vocês quiseram, anotados, etc. Trocamos o amarelo. Trocar, poderia ser espelho, outra coisa. Trocamos.

Mas o mais legal de tudo é que desde o meio aqui da nossa conversa, a gente entregou um presente pra você. Entregou, tá aí? Que eram algumas roupas que você escolheu. Perfeito. E entregamos um presente pra você, que tava naquele cantinho ali. Certo. Você tava vigiando esse presente, correto? Tava aqui tomando conta dele. Não tem como eu ou o Henrique ou alguém da produção ter mexido ou alterado. Ninguém mexeu. Nada, a gente abriu a caixa, fechamos, não tinha nada. Pelo que eu vi também ninguém mexeu. Então, pela primeira vez, eu quero que você segure essa caixa. Ok. Sem abrir. Não, tô segurando.

A gente tá aqui pra materializar possibilidades e escolhas. Você termina, se sair o negócio dele, você termina o programa na hora. Imediatamente. Por incrível que pareça, a gente pode além. Como a gente pegou e transformou, por exemplo, o Meia Azul, um desenho de um short rosa, a gente pode fazer também assim, ó, um ET.

Consegue ver? Não. Porque ele é invisível, claro, não tem como ver. Lógico, tô vendo. A gente faz assim. Ele já dá meio grogue de... Um vaso de flor. Ok. E o Fred. Ok. Fred dos Flintstones? Fred da... Ou o Fred dos Impedidos, pode ser. Fred do quê? Da Globo. Eu quero que você abra bem devagar essa caixa e veja. Não vou nem ver. Aqui assim? Puxando? Pode abrir.

Opa, o que tem aí dentro? Coloca a mão. Não tem, não tem. Pode tirar ou não? Pode, pode, pode. Mostra, pela primeira vez, o que tem aí dentro? Abre bem, abre bem. Nós temos um boneco de um ET. É um ET. Segurando um vaso de flor. Mas ele tem um nome. Veja qual o nome dele. Fred. Não. Mano, numa boa. Chega mais perto. Fred.

Vaso de flor. Esse é o nosso presente pra vocês, pra integrar. Aqui, ó. Que legal. Vai ficar aí, ó. Pra vocês se lembrarem sempre da gente. Eles vão ver o ET chamado Fred com vaso de flor. Mano, que puta absurdo. Mas peraí, peraí, peraí. Peraí, peraí, peraí. Não encosta, não encosta, não encosta. Deixa ele, deixa ele. O que tem aí dentro? Você viu desde o início. O que tem aí? O papel. Não revela. Não, pode tirar e deixa ele virado aqui pra baixo. Toma o seu grão. Isso.

Este papel é uma foto que nós tiramos ontem desse podcast. Do final desse podcast. É. E eu sei que pode parecer impossível. Como você tirou uma foto ontem que nem teve o negócio? Por isso que eu posso dizer que pode parecer impossível. Eu já entendi. Mas o mais legal de tudo... Piedaço puta. É que todo esse momento que a gente vive hoje, a gente já sabia que iria acontecer.

Você tinha dentro da tua caixa o Fred, um ET segurando um vaso de flor. A gente fez várias brincadeiras aqui, várias mágicas, várias coisas. E tinha uma foto na tua caixa, não tinha a foto do início? Eu não tô aqui nessa foto, essa foto tá aí. Tá aqui. Desde o início... Tá armado, me festa aqui. Desde o início, você escolheu uma carta de um baralho que tava no chão, que misturou. E a carta foi sete de ouros.

Bola escolheu uma outra casa, qualquer que tinha um localizador e ele assinou e é o 5 de copas. Certo. Ele fez algumas escolhas de roupas aleatórias e deu... Enfim, meia azul, camiseta e short rosa. E você também foi teletransportado para um lugar que foi o... Butão. Foi para o Butão, verdade.

E a gente tinha tanta certeza de que esse momento que a gente viveria juntos, ele poderia se materializar, que nós já havíamos materializado ele ontem. A gente tirou uma foto. É uma foto. Mostra aí. Pela primeira vez mostra a foto de tudo que nós vivemos aqui hoje. Vamos juntos. A foto nossa de ontem. E essa foto conta tudo que nós vivemos aqui hoje. Mostra. Não. Olha só a foto. Senhoras e senhores, o bola. De.

Camiseta laranja, short rosa, meia azul, segurando uma carta que é o cinco de copas e uma outra carta que é o sete de ouros, também foi escolhida hoje. É. Mas o mais legal é que a gente tem aqui um quadro de um lugar, que é o botão. Puta merda. Nossa, eles nunca mais vão voltar nesse programa, eu juro. Caraca, velho. Olha isso. A foto vai ficar aí também, ó.

Eu já tava pensando, pirando um negócio mais louco ainda. Você já tava... Eu tinha achado que vocês tinham dado o print da tela de ontem com o reter do lado do Topodit. Eu já tava... Não, ele não fez. Porque você me induziu. Não, coloca ali do lado do Topodit. Não, ele botou a foto de ontem. Já achou que era... O Topodit já tava onde? De ontem, de tudo que a gente vê. Hoje. O Topodit já tava ali ontem, você nem percebeu.

Atrás da colher do Rigueiro, essa é a colher do Rigueiro. A colher do Rigueiro. A fotografada.

Aí, pega a colher do Origelia pra eles dão uma olhada. Ele mandou pra nós. Ele mandou. Oh, que massa. É. A gente fez uma live, ele tava também. O Origelia tem uns casos muito loucos, assim, né? Porque ele era criança, né, Bó? Era o Origelia, né? Ele fazia entortar uma colher sem tocar, velho. Aquele negocinho que ele... Ele foi contratado, você sabe que ele foi contratado pelo FBI.

pra poder descobrir um caso... Um assassinato? Não, um caso de um desaparecimento no Triângulo das Bermudas, parece que de um corpo, e que eles estavam buscando, é. E aí, o Liguel até me mandou aqui no WhatsApp, eu vou mandar pra vocês depois, assim. E aí o FBI contratou ele pra isso, falou, você tem poderes mentais? Então eu quero que você... Então vem ajudar nós. Então eu vou mandar te buscar aí, eu quero que você fala pra mim.

Qual localidade? A gente vai sobrevoar o Triângulo das Bermudas. Certo. Onde você mandar parar, a gente vai parar. E eu quero que você ache para mim esse corpo que a gente está buscando já há um mês. E não acha... Não lembro agora se era um corpo ou se era um objeto. Mas é uma coisa parecida assim. Um troço. Um trem. Uma tica na catica. Um trem como a gente... Como o mineiro chama. Um trem. Um trem. Você acredita que ele...

O cara foi lá do FBI, foi, e aí ele rodou. E aí o Ligueiro, para, para, para o helicóptero. Para o helicóptero. É aqui. É aqui. Aí os caras, não. Os caras estão tirando. Nós estamos aqui tem um mês, cara. Ele pode descer aqui, aqui. Desceram e acharam o negócio.

É mesmo. É mesmo, cara. O cara é muito paranormal. Eu até pedi pra ele no WhatsApp o que era o negócio. Você tem o vídeo aí? Ou não? O que você tem? O que você pediu? A fala. A gente tem uma reportagem, se não me engano. É, ele me mandou aqui. Eu não liguei ele. Tá vendo? Eu mando pra vocês depois, mas... É, tem uma matéria. Ele é meio doido, né? Ele é doidão. Ah, vá. Doidão. Ah. Se a gente ligar o pedi-vígico agora... É igual o tio do... Lembra que acendia uma luz? Lembro. James Rand. Ah.

Eu tinha um cara... Ele tinha um galo. Meio vermelhivo. Eu tinha medo desses caras. O Origeli eu via... Quando eu era pequeno eu via na televisão. Ele comeia... Meio um bruxo, né? Meio um bruxão. Tinha também o...

Padre Quevedo, é paranormalidade. Lembra que ele fazia? É, o padre desmentiu os caras, né? É, porque tinha uma época, eu lembro, coitado, a minha irmã... O Tom que tá maravilhoso é o Henrique Cristo, você viu que ele mandou a última dele? Eu não posso falar que ele mandou uma barbaridade. O Henrique Cristo? Ah! Eu lembro que quando eu tinha uns 10 anos, isso há 40 anos mais ou menos, por aí, tava na moda para a psicologia.

Não sei se vocês estão ligados nisso aí. Não. Era o que o... Era o que o Pedro Iquevedo ficava desvendando. Ele ficava tentando... Então, nas igrejas, em lugares, as pessoas se encontravam para a parapsicologia. Você não lembra disso não, Bola? Não. Que o pessoal mexeu os objetos da mesa e davam cursos e...

A paranormalidade... Você lembra disso? Eu lembro, lógico. Então, porque tinha uma onda... A paranormalidade não é que se... Isso é uma farsa, uma mentira. Eles mentiam todo mundo. Então, porque tinha uma onda de uma galera... Prova, prova.

Tinha uma moda, uma época, eu lembro que é minha irmã, coitada, eu morri de... Ela, ai, eu vou fazer um curso de parapsicologia. É mesmo? É, porque tinha uma onda rolando. Era uma vibe desse... De as pessoas se encontrarem e tinha esses caras que faziam isso e aí o padre que vedo ia e desvendava na TV. Sim.

E ficava cursos em vários lugares, caras que promoviam coisas, sei lá. Foi a briga também do Uri Geller com o James Rand, né? Você lembra que ele fez um negócio de... O James Rand, na época, queria propor um milhão de dólares pra quem conseguisse... Puta, é verdade, teve isso aí mesmo. E aí, tipo... Teve uma briga gigantesca dele com o Uri Geller, que o Uri Geller se perdeu no personagem, né?

A Rodini fez um negócio assim também, né? Ele antes de... Ao final da vida dele, né? Não só a vida artística, mas ao final da vida mesmo dele, ele começou a desvendar pessoas que se diziam... Médiuns. Médiuns, paranormais. Então é isso aí, é isso aí. E ele desvendou muita gente. E antes dele morrer, ele deixou uma palavra-chave... Morreu de surra, literalmente.

E de fato ele morreu com uma surra, mas enfim. Morreu uma surra no camarim, né? É mesmo, não sabia. Ele apanhou. Na verdade, não necessariamente dessa forma, né? É, não sabia disso. O Odino morreu de surra. Ele morreu com o soco que deram nele, porque ele tinha um número que ele falava que ele tinha um abdômen de ferro e que ele poderia tomar soco. Só que o cara chegou e falou assim, deixa eu ver se o abdômen de ferro deu um soco nele. Sem ele estar preparado. Sem ele estar preparado, rompeu o apêndice.

Morradinho. Mesmo assim, ele foi tentar fazer o show e acabou desmaiando e faleceu. Que loucura. Que coisa boa. Mas pesou o clima. Bacana, pesou o clima. Pesou legal. Mataram o Rodini com um soco. Um soco no estômago. Morte merda, né? Morte merda. Morte merda. Cara que ficou trancado em... Desnecessário. Porrada de caixa com água de toneladas. Eu tinha quantos anos ele tinha?

Ah, não sei. Agora eu não lembro. Era velhinho, não era velhinho? Acho que talvez uns 50 e poucos. É, peraí, eu acho. Não era tão, assim. Achei que era mais velho. Mas o que vocês sabem é que ao final da vida dele, ele deixou uma palavra-chave com a esposa, porque ele falou, se eu morrer, você vai continuar o meu trabalho de desvendar as pessoas. E por quê? Porque elas têm que te passar qual é a palavra-chave. E aí, de... E se você achar um médium... Exato. Que esteja em contato comigo, se realmente existe essa maneira de fazer um contato com o mundo espiritual...

A palavra que eu vou te enviar é essa palavra que caso aconteça, esse médium vai ter que te falar que essa é a palavra. Só você sabe. Só você sabe. Só a esposa dele sabia. E aí a palavra, ela believe. Que é acreditar. E teve um cara É mesmo? Teve um cara nos Estados Unidos que falou que numa sessão falou que believe tá aí? Believe tá aí? Cadê a mulher do believe?

Caralho. Oi, o Believe. Eu tô falando com a pessoa que tá falando Believe. Porra, deve ser foda. Foda, né? Puta que pariu. E aí, inclusive, até o próprio livro, depois de a biografia, depois do Rudine, assim, que a esposa dele escreveu, leva esse nome. Leva o nome de Believe, porque era a palavra... Era a palavra-chave que ele deixou com ela pra poder continuar esse negócio. Aí imagina o padre que veio do... Believe! Não!

isso pode existir? não existe muito bom o padre Quevedo cara, bom era o padre Quevedo tornando o diabo e Cristo no superpó nossa senhora, uma puta tretaria, irmão aquilo era do caralho a televisão nunca mais vai ver o Enquisto não podia ver não, era maravilhoso aquilo era genial, pô

Aquilo era sonho Eu amava aquilo Nunca mais Nunca mais Nunca mais Padre Quevedo Eu não esqueci desse programa Cadê esse cara? Padre Quevedo morreu Morreu? Eu não sabia Morri A palavra dele Morreu de que? Morreu de velho, né? Ah, tá Eu acho que ele morreu de velho É Padre Quevedo morreu Não era o padre do balão Não lembro É, o padre do balão Mas não foi O do balão vazou, velho

O padre do balão... Puta lelé, meu. Porra, o padre do balão é foda. Puta lelé. E o Radinho? Lembra do Radinho dele? Não, o Radinho subiu num dia de tempestade. Não, um dia de frente fria, puta massa. Gente, eu tô perdido aqui, tá chovendo? Tadinho. Eu tô, não sei onde eu tô. Subiu. O Radinho era só isso. Sumiu, meu.

O gênio, né? Puta merda. Tinha que estar em dias como hoje, por exemplo, aqui a região sudeste, sul, acho que tá bem claro. Céu de brigadeiro. E frio pra porra. Friou, né? Friou bastante. Foi noite, anoite, nove. Fez frio? Mínima de nove. Percebi. Puta merda. Imagina o invernão como vem.

Então aproveitem Teatro Vila Lobos É imperdível Vai Que é muito legal O que esses caras fazem é um puto absurdo É muito legal Vamos aqui pro superchat, Boleto Você pode usar nossa plataforma E entrar aqui no nosso superchat Manda bala Tá certo? Primeiro aqui Pedro Quinhedo Crica Não entrou porque? Meu querido Isaac Muito obrigado

Cricô? Crica. Vou de novo. Atenção. Foi. Padre Quinhedo enviou uma mensagem. Não, o Padre Quinhedo. Meninos, isso que vocês estão fazendo não existe.

Essas coisas de paranormalidade não existem. Eu só acredito, vendo. Passe-me um favor. Manda um óleo carioca para cá, ao meu lado, para ver se isso realmente acontece. Ai, ai, ai, ai. Meu gordinho fofo.

Esse cara perturba a gente todo dia. Todo dia ele tenta enganar a gente, mas a gente já sabe que é você. Pode mudar o nome, a gente já sabe que é tu, moleque. A gente já sabe que é tu. Próximo.

Marcelo Gente Boa enviou uma mensagem. Fala, Marcelão. Boa tarde a todos e aquece o gogó. Segura a fera. Está começando o hospício mais amado do Brasil. E de um lado o bola. Tentando manter a serenidade. E do outro o carioca. Perdendo a linha antes da primeira pergunta. E os nossos convidados de hoje? Bom, eles ainda não sabem onde se meteu.

Um beijo, amores. É isso, gente. A gente tem que suportar esse programa. O próximo não é possível que é ele. Super Vendas de Ocia enviou uma mensagem. Henry Claus, o show de vocês no Disney Plus está ótimo. Top. Boa em Carioca, lembre-se de me chamar quando forem falar sobre drones, hein? Aqui é o José André Barbosa do Presta ou Despresta.

Vamos te amar, Júlio, sempre fala de drone. Falando em drone? O que nós vamos falar de drone? Você viu que vai ter o Uber drone? Aí lá vem o outro agora. Não, é sério. Uber drone? Já tá meio que encaminhado. Aonde?

Dubai, Estados Unidos, mais um país da Europa. Você chama o Uber, pousa um drone, você entra e vai embora. Não, é você vai chamar o drone. Pelo amor, eu não tenho coragem. É tipo van, né, que eles chamam, né, de dar um tripulado, né, veículo. É um helicópterozinho. Sim, um drone. Um octomotor, com oito motores. Tu vai clicar, vai dizer pra onde você vai, ele vai descer, vai te pegar e deixar no destino que você escolheu.

Eu acho foda, tem que funcionar, né? Não, mas vai. Mas já funciona. Eu não subo nisso mais, né, irmão. Mas por que, Bola? Por que não? Carro autônomo, vocês andariam de um carro... Claro. Lá eu vi em Las Vegas esses... Não, eu sentadinho na frente do volante andaria. Não, não, do lado, sempre do lado. Mas tem um monte de gente que já anda. Mas deixa eles andarem, eu não andaria. Você não tem coragem, não? Não, não tenho. É mesmo? Eu até ficaria ali. Se desse uma merda, eu já retomava o comando. Eu fico pensando, se dar uma merda, o que acontece? Você não viu o Igor Fina filmando um cara de Tesla dormindo?

Ah, o Nudendo Tesla? Ele dirigindo assim, ó. Dirigindo, sentado. Eu dirigi o Tesla. E dormindo, e o carro na estrada. Eu usei o Tesla de Orlando pra Miami. Eu já tava com o Tesla mais evoluído. Assim, porque... Pra segurar as três horas. Não, porque o Tesla você paga pela inteligência dele. O cara é esperto, né?

Ah, você que é mais esperto, você paga mais. Por isso que ele é mais esperto. Burrão paga menos. Não, não. O carro com mais funções. Sim, mais tecnologia. É, se você quer o carro... Você paga mensal. Não, paga por funcionalidade. Não, tem um negócio mensal. É, ou mensal você compra o pacote. Tipo, você tem o Tesla.

Pô, você quer que o carro dirija pra você? Pague tanto. Ou por mês ou a porrada. É igual a batata frita a mais do McDonald's. Isso. Por tanto a mais, você leva a batata frita. O cara fatia o processo. Se você quer que o carro... Não é besta, né? Não é besta. Ah, você quer o Tesla mais... Ele mais evoluído. Tipo, dirija, faz as... Tá aqui. Você paga. Aí você usou esse. Eu tinha o carro. Tinha essa funcionalidade.

Não sei se é completo ou não. Só sei que eu botei o carro na estrada e eu não mexia mal não, cara. Fiquei de boa. E o carro lá? Na estrada, desviando. Mantém a velocidade? Mantém. Fez tudo bonitinho. Mas tá sentado atrás do volante? Não, atrás do volante. Não, não era esse 100% autônomo assim. Ah, tá. Você põe e tá... Não é igual o meu carro, você dirige e vai. É uma assistência. Ele vai mandando você encostar a mão. A cada 15 segundos você põe a mão no volante. Mas esse da Tesla não. Esse aí...

Não, sim, é. Ele não pede pra você colocar a mão no volante. Não pediu pra mim. Ainda disse o post que eu tinha que parar que a tomada ia estar me esperando, igual vocês. Ele ia adivinhar. Eu vou fazer uma pergunta, que a gente estava agora em Portugal e um amigo nosso tem um Tesla. E eu falei, cara, o Elon Musk é muito doido porque ele colocou uma função de emitir som de peido no... Que porra é essa?

É, pra fazer gracinha. É uma propaganda do carro, né? José Graça. De ele dançar, já viu? Ele fazendo essas paradas. A porta, a dança. Fecha o vídeo. José Graça. Não é só pra poder... Que função de peido. Não, é só pra poder... Como é que se diz? Essa função pra poder fazer uma graça, né? É. Mas você tem que pagar mais pela função do peido também.

Deve ter. Acho que deve ter um pacote de efeitos. Pacote de efeitos de peido mais 10 dólares. É igual quando o celular chegou no Brasil, você tinha que pagar caro pra ter um toque diferente, né? Lembra que você comprava ringtone? A gente comprava o jogo da minhoquinha. Você lembra? Tinha o jogo da minhoquinha. E pagava caro. Não, ringtone era caríssimo. No hino do teu time, você tinha que comprar o ringtone. Pagava caro. Era caro. Porra. Nokia 6100, isso aí. Boa, hein? Temos mais aí, Carica? Não, acabou. Mas era um celular que eu adorava.

O Nokia M100 eu achava muito legal. Era foda. Era um tijolinho assim. Não era esse? Esse mesmo, que é isso aí, que pra digitar, você tinha que passar por todas as letras. Se você errasse, era... 3D pra voltar. Isso aí era... Pra bloquear o... Pra bloquear a tela, né? Pra não ligar o bolso. Da mesma época do Padre Quevedo, é verdade. Tinha que fazer uma foto do Padre Quevedo usando um Nokia M100. Boa.

Muito bem, vamos agradecer a presença do Henrique Claus aqui hoje, né, Moreta? Lembrando de novo, são sensacionais. Cada vez que eles vêm aqui é foda. Eu amo vocês, vocês são muito legais. A gente ama vocês também. São demais. Dessa vez a gente vai, a gente vai. Eu vou de novo. Você vai. Eu vou levar meus filhos, vou combinar com eles, vou aparecer lá no dia 30, ou 31, ou tem várias. Até quando que vai ter?

30 de maio a 20 de setembro. Ah, então tá bastante. Nosso espetáculo aqui em São Paulo. Quinta, domingo. Ingresso em showhk.com.br. Tem todo o nível de ingresso. Tem ingresso caro? Quero ficar lá na frente. Eu quero ter uma experiência foda. Tem ingresso. Tem ingresso mais barato pra poder curtir e ver. Com toda visibilidade também tem. Então entra lá. Garanta o seu ingresso. Vem fazer parte desse momento com a gente. Henry e Klaus.

O nome do espetáculo é Henry Claus? Não, Masters of Magic. Masters of Magic. Isso aí. Masters of Magic. Na boa, é imperdível. Se você vier a São Paulo também, você quer de fora, vai de lá, botar para São Paulo. Já compra em graça e vem. Isso. É imperdível. O Teatro Vila Lobos é maravilhoso. Tranquilo. Tem restaurante, é um lugar gostoso, estacionamento, confortável, um teatro... Um shopping bacana. Muito bacana. Então... Venha. Super recomendamos, né, Boleta?

eu sou suspeito pra falar eu vou cinco vezes vou com meus filhos e com a minha patroa a Lavirinha já vai lá já aumentou dois, bota lá o cara vai folgando vou levar meu sogro, minha sogra eles amaram, eles foram, eles amaram beleza boa

Amanhã teremos aqui a presença de Regis Tadeu Tá certo? É aquele nosso crítico musical Vamos falar do Michael Desse filme Que tá fazendo, não sei se você assistiu o Michael Sim, o Michael Jackson inclusive foi muito conhecido Por usar mágica Em muitos shows dele Ele fazia teletransporte Ele fazia algumas levitações Amanhã pergunta pra ele sobre isso que eu vou assistir também Sobre o uso da mágica

Como que era a relação aí do uso da mágica com... A abertura do... Ele revolucionou a NFL. Exato. Que ele aparece no placar. Exato, os teletransportes. Foda, é muito legal. O Lean, que é aquela coisa que ele caiu pra frente, foi um dos artifícios que, sem dúvida, até hoje é marcado pelo Michael Jackson. Mas amanhã eu vou assistir e perguntar isso pra ele. Vamos perguntar. Perguntar do Manuel Gomes também. Perguntar. Amanhã, a partir das duas... Pergunta do Padre Quevedo, relação do Michael Jackson com o Padre Quevedo.

Muito bem. Amanhã às 14, hein, cambada? Amanhã, duas da tarde, estamos ao vivasso aqui. Um beijo. Tica-ra-ca-tica-cha. Até amanhã. Não perde o show desses caras, por favor. Não perca. Valeu. Obrigado.