Episódios de TICARACATICAST

EP 756 - PAULINHO GOGÓ - MAURÍCIO MANFRINI

06 de maio de 20262h17min
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Maurício Manfrini, criador do icônico Paulinho Gogó, construiu uma carreira sólida no humor brasileiro entre rádio, TV e teatro. Ficou nacionalmente conhecido por seus anos em A Praça é Nossa e segue em turnê com espetáculos de sucesso e atuando em grandes bilheterias quando da na telha.

Assuntos5
  • Filmes de Fábio PorchatProdução e filmagem · Identificação com o público · Lançamento e plataformas · Farofeiros 3
  • Vida de humorista e turnêsCansaço de viagens · Rotina de shows · Impacto na vida pessoal
  • Carreira de Maurício ManfriniInício no rádio e TV · A Praça é Nossa · Turnê com espetáculos · Atuação em filmes
  • Processo de criação de filmesRoteiro e filmagem · Edição e pós-produção · Testes com público · Colorização e sonorização
  • Desenvolvimento de PersonagensPaulinho Gogó · Origem do nome Manfrini · Diferença entre nome artístico e nome real · Outros personagens criados
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Aê! Olá, turma amiga! Não, não, não, não, não! Tudo bem com vocês? Como é que vocês estão? Tudo bom, Boleta? Eu tô bem, e você, irmão? Mais um episódio, estamos ao vivasso aqui, mais um... Exatamente! Ticaracati Cast pra você!

São Paulo tá um dia bonito, né? Tá ensolarado. Tá rolando um abril aí foi um abril. Uma temperatura boa. Agradabilíssima. Tá ótimo. Um outono gostoso, né, Boa? Quanto que tá a temperatura? Tava 30 quando eu cheguei. Nem sei. Tá 29. Tá ótimo. Tá lindo. Tá um dia gostoso. Céu azul. Gotozinho. Não sei no restante do Brasil aí, mas aqui tá ótimo. Não tem chovido, né? Faz tempo que não chove, né? Um mês, né?

Não, choveu esses dias. Deu uma brevezinha. Mas chover mesmo? Ah, não. Tem rolado muito tempo bonito aqui. Bom, a gente pede para que você se inscreva no canal. Entra aí. Inscreva-se no canal. A gente sempre fala, mas é importante. Claro, claro. Ajuda a nós. Queremos bater 3 milhões, falta pouco. É isso aí. Então, para você que assiste o Tica e não se inscreve, a gente pede a sua colaboração. É isso aí. Exatamente.

Vamos colaborar. É só se inscrever e curtir. Ajuda esse canal e o canal de Cortes Oficial do Tica. Exatamente. Obrigada. Exatamente. Por favor, tá? Vai lá, inscreva-se no canal, bonitinho. Curta, compartilhe, dê o like, ative o sininho, dê o like chocolate. É nóis.

Temos a plataforma aqui. Temos. Tá aqui em amarelinho, em preto e amarelinho aqui. Você entra na plataforma, você pode... Já tem gente ligando. Atender igual no tempo do rádio. Você na Tupi. Aqui a gente atende agora o telespec. Você pode mandar o seu superchat ou pode ligar direto pra nós. E o superchat, Bolo, o cara pode escolher a voz da IA que quiser, da pessoa que ela quiser.

Ou mandar com a própria Ou manda o áudio, você pode também mandar o seu áudio Como se fosse o WhatsApp pra cá Pelo Superchat, tá toda a orientação aqui Nesse link, você entra Pode ligar, pode mandar Superchat e interagir Com a gente, porque a nossa meta aqui Bola, é com que cada vez mais as pessoas Façam interações Exatamente, boa carica, é isso aí Agradecer a presença do Frank, que tá aí, do Chaves, né? Beleza, velho? Obrigado, irmão Obrigado aí pelos presentes aí, o cara Mandou umas coisas boas pra nós É Franz, né?

Franz, valeu. É a página do Chaves?

Turma do Chaves Coleção. Obrigado aí, ele sempre traz presente pra gente aí. Obrigado, cara. Obrigado pelo carinho. Show de bola, irmão. Ia lá no Morfobia também. Vamos fazer o Morfobia? Vai lá. Vamos, já fizemos. Daqui há quatro anos. Boa Copa do Menino. De quatro em quatro anos tem o Morfobia. Fez quatro sessões aí. Vai deixar a turma com bastante vontade de assistir. Ele tava morrendo de medo. Não queria ir, não queria ir. Foi o primeiro, veio todo bobo.

Porra, porra. Foi legal, foi legal. Teatro renova, porra. É que eu falei pra você. Troca pele.

Eu gostei muito de fazer o pânico. Gostei muito de... É, legal. É trocar a alma, né? Dar uma revigorada. Chato, chato. Não, não, bola. Chato, viajar, chato. Não é não.

Deixa eu quieto, por favor. O povo... O artista vai onde o povo está. Pode fazer você, o Vitor Sarri. Não, mas aí não tem graça. Tem que ter o boleto. É... E o Mauricião Pão Pão Pão. Seguindo lá no Spotify, pode seguir a gente, tá? Amazon Music também. Isso aí. Certo? Em todas as plataformas... Você pode seguir a gente. Você vai achar o Tico. Exatamente. Boa, cara. E que mais?

E agradecendo a nossa querida Ah não, meu show Carioca botando pilha É imperdível Compre logo que esgota No Marca Bobeira Criciúma Criciúma, dia 5, dia 6 Em Florianópolis, dia 7 em Joinville Em Santa Catarina, Porto Alegre em julho Bento Gonçalves Caxias do Sul e Campinas em agosto

entra aqui no link desse episódio e compre já o seu ticket. Exatamente. Boa, Carica. Ó, bumbite da Copa, bola, da Philips. Tá aqui, ó. A bumbite da Copa. Tá certo? Tem a bumbite da Copa. Vai ter já, já. Puta espetáculo. É. Que espetáculo, meu amigo. Vai ser um objeto único e exclusivo. Porra. Entendeu? Essa você tem que ter, porque... Essa bumbite aqui, ó. Pra você curtir a Copa do Mundo, meu irmão. Aqui, ó. Puta merda, bumbite da Copa.

É, na Copa você pode curtir a Bumbit, entendeu? Faz igual o Caraca Fez, você liga a tua Ambilight TV, com o Bluetooth você tem um home ticket. E acabou o jogo, é festa a bola. Não, aí você põe uma musicona, aí... Bota aquele pagode, aquele funk, aquela música da Bahia. Carrega seu celular. Não, faz festejo. Só a balada, o que você quiser com a Bumbit. A Filipe dizia só festa, irmão.

E a Copa tá chegando, faltam aí 48 dias você vai lá pra Copa. É, então tem que assistir uma TV boa, hein? Assiste a Copa numa TV boa. Garanta sua Ambilight TV. Ela ilumina atrás, assim, na parede. Não, é outro padrão. Porra, é lindo. É outro padrão. Você vai gostar bastante. Boa, Carica. Conheça aqui, ó. QR Code tá na tela. Conheça os produtos da Philips, meu querido Marcos Queza. Presente para o nosso convidado. O nosso querido convidado tá aqui, ó.

Esse fone é espetacular, irmão. Noise cancelling. Coisa fina. Coisa fina da Filipe. Você que também viaja pelo Brasil inteiro, né, Manfred? Viajo bastante, cara. Então, agora você vai botar aqui bonitinho. E vou tranquilinho. Pega aquele seu latanzinho aqui, ó.

Muito aeroporto, Manfim Muito louco O Bola tá falando aí de viagem Eu já viajei o Brasil inteiro A gente começa a ficar cansado Porque, primeiramente, boa tarde Boa tarde, boa noite Boa madrugada Eu vim em 2023 aqui Parece que ele veio no começo do ano Ele veio em 2023 Faz três anos já Caralho, irmão

Quase três anos. E aí, cara, o Bola tava falando que fica cansado, é aeroporto, é um saco. Ah, não tenho muita paciência. Não, é cansado. Aeroporto, avião, espera. É muito chato. Faz conexão, vai pra um lugar, vai pra outro. Cara, o Brasil é grande pra caramba. Eu já viajei o Brasil inteiro desde 2000 e...

Fora que é bem organizado as coisas. Desde 2008, mais ou menos, eu viajo direto, cara. É cansativo demais. Você não para? Eu não paro, cara. Eu não paro. Eu dei uma diminuída de show por causa do cansaço. Eu perdi vários aniversários de filho, de esposa, porque tinha que trabalhar. Por causa de show. Por causa de show. De 2012 a 2016, eu cheguei a fazer show todo dia, cara.

Todo dia, todo dia. Eu fazia segunda-feira no Rio de Janeiro, que eu voltava de viagem pro Rio de Janeiro, né? Aí gravava a praça na terça-feira, fazia aqui em São Paulo à noite, aí na quarta-feira de manhã me pegavam no hotel onde eu estivesse, ia pro Sul de Minas, Itajubá, Poços de Caldas, que eu vou botar lá novamente, Poços de Caldas, enfim.

Fazia quarta, quinta, sexta, sábado, domingo, voltava pro Rio. Isso durante uns quatro anos, cara, foi... Caralho. Tinha dia que eu tava no hotel, acordava de madrugada... Não sabia onde tava, cara. Sabia onde tava, cara. Acontece. Eu imagino. É bem complicado. Que loucura, velho. Mas enfim, a gente tem que... Hoje você faz menos, mas faz ainda. Aí eu fui diminuindo, cara, fui diminuindo. A gente vai ficando velho, eu tô com 56 anos.

A gente vai ficando velho, o corpo vai... Vai pedindo pra você dar uma descansada. Aí fui diminuindo só de quarta pra...

pra domingo, aí agora só de aí depois de quinta pra domingo de quinta a domingo, fazendo show aí agora de sexta a domingo e quando tem alguma coisa substanciosa se é uma coisa importante e legal num dia desse, segunda, terça, ou quarta ou quinta, a gente faz mas de preferência não, porque cara é cansativo demais o Brasil é muito grande é muito grande

conexão, aí voa o atraso. E quando você chega, por exemplo, em Minas, eu já fiz esse show, cara, meu Deus do céu. Que lugar de Minas? Você para lá em Confins. Não, você para em Confins e o show era lá em... onde tem o doce de leite. Puta, viciosa. Três horas de carro. Puta de van. Tu foi naquele teatro da... no teatro da faculdade, né? Não, nem foi na faculdade. Puta. Esse dia foi meio trágico. Mas, meu irmão, eu já não aguentava mais estar na van, cara.

Não, isso é duro, porque você faz o que você for. O banco da van é sorte. Você pega o avião.

Aí depois tem mais duas, três horas de carro. Puta, mano. É, leva sete, oito horas pra chegar no lugar. É pra arrebentar com o cidadão. E à noite tem show, entendeu? Ano passado eu tava filmando numa cidade, três horas de viagem de BH. Aí eu tinha retornado à praça, retornei no começo do ano passado, e aí eu gravava a praça.

Eu vinha do lugar onde a gente tava filmando, três horas de carro, pegava o voo, vinha, gravava a praça, voltava no mesmo dia. Caralho, irmão. Aí em Confins pegava o carro pra chegar lá três horas da manhã e pra estar gravando, pra estar rodando o filme às cinco da manhã. Isso durante um mês e meio, cara. Puta que pariu, velho. Isso diariamente era um negócio assim, bem puxado mesmo. Mas enfim, como diria Paulinho, eu gosto de um alvo de dor e feche.

É verdade. Cuidado com o que você pede a Deus que ele pode te dar. É, é verdade. Em excesso. É verdade. Em todos os sentidos. Mas cara, legal você tá lá com o Carlos Alberto de novo. Como é que tá o Carlos Alberto? Cara, melhor que a gente. 90 anos. É mesmo? É, 90 anos dia 12 de março. Teve um programa especial. Tá melhor que a gente, cara. É mesmo, é. Melhor que a gente. Casado com a doutora Renata. E você continua fazendo as loucuras, irmão? Tô lá. Toda semana eu choro de ricos. Ela é foda.

Isso é muito foda, irmão. Assim, eu saí início de 2020, veio logo a pandemia, aí ficou tudo parado, como todo mundo sabe. Mas eu já sempre mantinha contato com o Carlos Alberto, ele participou de dois filmes meus, no Gogó do Paulinho e Top Love.

Então a gente nunca teve nenhum problema, a gente sempre conversava direto e já tava meio que conversado de eu voltar quando eu conseguisse organizar a minha vida pra poder um dia na semana estar gravando a praça. Quando eu saí, foi pra fazer os filmes, eu tive que aproveitar a oportunidade. Então eu não podia chegar pros produtores e dizer tal dia eu não posso, que aí você perde a oportunidade. Eu tive que conversar com o Carlos e ele falou faz, faça e aí...

Com o tempo a gente conversa pra você voltar. Puta, que legal. Cinco anos depois eu consegui organizar isso. E aí a gente vai adquirindo propriedade pro produtor. Fala, olha, tal dia eu preciso gravar a praça. Então a minha folga sempre fica naquele dia de gravar a praça. Entendi. Até que a gente tava gravando os farofeiros agora. Puta, isso é maravilhoso. No final do ano, teve um dia que eu vim da... Puta, vai ter o 3. Eu vim da República Dominicana, cara.

É mesmo? Gravei a praça e voltei. Que genial. O filme foi gravado lá? Foi gravado no Caribe. O terceiro.

Eu já vi o primeiro e o segundo Eu vi acho que umas 30 vezes cada um É bem divertido, é muito legal É muito bom, cara É uma galera boa que tá junto ali E as histórias É identificação E esse aqui tudo tá bom, pai É uma puta bosta, cara É rústico

Pra quem não tem dinheiro... Pra quem não tem dinheiro, quanta história. É rústico, né? E a mulher do outro, a Vini, você é uma puta metida. Ela acha que vai pra um puta lugar, chega... Tudo pra ela tá ruim. Pra mim tudo tá bom. O segundo do resort é maravilhoso. É, cara. E a identificação, todo mundo já passou por esses problemas. Já, já. Vamos pra casa de um primo meu lá em tal lugar. Vai ser bom.

Não tem água, não tem nada, não tem cama, tem mosquito. Então todo mundo se identifica com isso. Arriscado faz o filme com eles. A Aline. A Aline Campos agora. A Aline Campos, desculpa. A Aline Campos. Mas assim, pra quem é pobre, né, porra, eu lembro de ir pra Ilha Grande, cara. Passar os perrengues. Quando eu era moleque, 16, 17 anos. Eu dormia com barraga em cima de brita, velho. Montava em cima da brita.

Eles vão com a família com os filhos. Com os filhos. Mas quem é pobre é isso aí. Estrada, estrada, parada. Esse agora tem os animais, tem pássaro, tem cachorro, tem tudo agora. Puta, né? Pro Caribe, imagina, no avião, com passarinho, é uma loucura. Puta, vai ser maravilhoso. A gente parou o aeroporto do Galeão lá no dia que a gente tava filmando. Vai ser maravilhoso. Aliás, parou todo mundo. Mas farofeiros tem que ter uns 30, irmão.

Não, o quarto já tá aí meio que sendo escrito. Que coisa boa. Farofeiros. Farofeiros. E vai estar em que plataforma?

Não, não, cinema. Cinema e depois Globoplay. A gente estreia no final do ano, né? Ali no Natal, por aí. Então, eu e a Gabi te vi umas 40 vezes. Puta que pariu. Eu vejo, cara. Se eu estiver em casa e estiver passando, pegar no começo eu vejo o filme todo. E olha que eu filmei.

Eu já vi umas 50 vezes ou mais. Mas é muito legal, cara. É porque é a realidade, né, cara? O que você falou, vai pra... Ah, vamos abrir o meu, eu tenho uma casa ali. Aí você vai. Puta que pariu. Aí eles são tudo colegas de empresa, bicho. É muito bom, cara. E é roubada bizarra. Tu já teve roubada, assim, na vida real? Eu? Um monte. Um monte. Um monte. Um monte de vêm pra casa das casas. Um monte. Eu já fui pra uma casa em vassouras que falaram, ah, a casa de um...

de um chefe meu que deixou à disposição pra mim, eu vou lá. E aí fomos, cara. Você é a família? Eu e a família. Não tinha nada na casa, não tinha água na piscina, não tinha luz, não tinha porta, não tinha mosquitos. E como é que você dorme com a casa faltando uma porta e o mosquito entrante? Aí com um calor, você tinha que dormir coberto.

Caralho, o mosquito não acabar. E aí a gente resolveu encher, botar uma mangueira assim no poço e tirar a gasolina de carro pra poder colocar pra encher a piscina. Pô, a gente ficou três dias lá, meu irmão, encheu 20 centímetros. Cara, derrota, derrota.

É, casa assim, quando vai, parece ruim. Puta que pariu, bicho. O dois, você viu o ônibus? A gente foi de ônibus, viu o Coroinha no ônibus? O velho dormia, bicho. Puta, eu juro por ele, que filme bom, cara. Que puta filme. Tá lá na Globoplay, né? Os dois. Faro Faro 1 e Faro Faro, cara, campeão de...

campeão de audiência até hoje. A criançada adora. O 1, cara, é assim, Telecine é farofiros. Mas é muito bom. É direto, cara. Agora pro Luco pra chegar logo o 3 aí. Quando que sai, Paulinho? Natal. Mas vai antes pro cinema.

No Natal, hein? No Natal. Cara, o filme demora muito mais pra aprontar o filme do que pra filmar. É louco isso. São 50 dias pra filmar. Agora, cada cena você filma quatro, cinco vezes cada cena. E aí depois, pra você montar isso, escolher as melhores cenas, as melhores takes de cada cena pra poder juntar tudo, aí o Roberto Santucci, que é o diretor...

Ele pega tudo e faz aquele fitão, né? Aquela coisa de cinco horas de filme. Aí depois ele vai cortando, vai reduzindo pra poder ajustar o filme, pra poder apertar o filme. Calma que ainda tem que colorir ainda. E aí, então, antes de colorir, ele faz uma mostragem. Ele convida algumas pessoas pra casa dele.

pessoas, explica, o filme não tá pronto o filme tá assim, assim, assado mas eu queria que vocês prestarsem atenção aí a galera assiste, ele fica ali anotando o que o pessoal tá rindo, o que o pessoal não tá rindo, aqui deu barriga aí ele vai depois pra ele edição aí pergunta no final, gente o que vocês gostaram? Eu gostei disso, não gostei daquilo aqui ficou muito longo, aí ele vai anotando isso tudo, depois ele vai e coloca de acordo com as anotações, aí ele vai e coloca uma sonorização provisória, ele coloca umas E aí

uma sonoplastia provisória. Aí depois faz outra mostragem. Aí leva pessoas diferentes. Puta Trump, hein, meu. Cara, quatro, cinco vezes ele faz isso. E aí quando ele percebe que o filme tá... De jeito. Ele não faz pra ele rir, entendeu?

Ele não faz assim, aí eu tô achando engraçado. Ele coloca o pessoal pra assistir, pessoal aleatório, como se tivesse ido no cinema mesmo, ia ter um telão na casa dele gigante. E aí ele vai anotando. Depois disso tudo, cara, aí o filme vai pra sonorização mesmo, a Vera, depois disso tudo, vai pro colorimento. Porque eu filmei uma cena hoje, aqui com sol a pino. Amanhã é a continuidade dessa cena, o sol não tá tão...

tão forte como tava ontem. Aí, cara, ele tem que colorir, porque a minha camisa, que é verde, clara aqui... Fica de uma tonalidade. No outro dia ela fica mais clara ainda. Então tem que colorir tudo, cara. É uma trabalheira do caramba. É, hoje, com a IA, acho que vai ajudar, né? Ajuda bastante, né? Ajuda bastante, mas... Eu tenho que marcar um figurino quando lançado, vocês irem vocês.

Não digo todos, mas você e mais dois. Vamos combinar isso. Vamos, pode contar com a gente. Quando for lançar para o cinema. Eu sou ruim de não ir ao bigodeiro aqui. Puta, é bravo. O Charles Paravente. Ele é muito bom. O Charles Paravente é maravilhoso, cara. Ele tem que vir. É um ator sensacional, cara. Ele é muito bom. Em cena com o Charles Paravente, às vezes eu...

Em cena eu fico assistindo ele. Eu fico prestando atenção nele. Ele é muito bom. Fabuloso, cara. Ele é a Vinnit. Eu elenco inteiro ali. Elisa Pinheiro, Daniel Vinnit. Antônio Fragoso, a Cacau Protássio. A Aline fez duas personagens nesse filme, cara. Ela tirou muita onda, a Aline Campos. Caralho, que legal. A Aline fez duas personagens, cara. Contracenando.

as duas contra a cena, ela com ela mesmo entendeu? Tem as crianças que são muito top não, todo o elenco inteiro é muito bom eu guardo um ator do Rio, acho ele muito engraçado o Tiffen Tyler Paulo Tiffen Tyler, acho que é o nome dele do Rio de Janeiro? Puta que pariu esse cara é muito bom, ele é muito bom esse ator, eu morro de vontade de um dia trabalhar com esse cara ele fez o que? ele fez, acho que da Copa um filme da Copa ah

Tá, tá. Copa de 70? Porra, meu irmão. Sim, sim, sei quem é, sei quem é. Pau, ele tinha uma série larica total, esse cara. Ele arrebenta, esse cara é bom pra caramba. Esse cara é muito engraçado, velho. E no fago desses caras que entram e ganham a cena, né? Então, e no farofeiro, tem o Niltinho Bicudo, que é daqui de São Paulo. Ele faz um namorado da Aline Riscado. Da Aline Campos, da Aline Campos. Cara, ele é maravilhoso. Ele é maravilhoso. Você dá uma coisinha pra ele falar.

Ele fala no tom certo e derruba todo mundo, cara. Ele é muito bom. Os caras mostram, né? Ali vocês conseguiram juntar a turma, irmão. É, eu sou... Todo mundo é bom pra canal. Você é foda, cara. Não, eu sou gato fogueteiro. Eu tô ali aprendendo, cara. Aprendo demais. Eu fico vidrado na movimentação de câmera, enfim, na parafernália toda. E o 3 demorou quanto tempo pra gravar? O 3... O 3...

50 dias. 50 dias. É muita diária, hein, velho. E cansativo, né? Porque é cansativo. Porque é muita correria, é no mar, é na areia, então é muito cansativo. É muito, é muito... Muito puxado, 5 horas da manhã, tá todo mundo de pé. É, o bigodeiro aqui, ó. Charles Paravente. Esse aqui, puta, é bom pra caralho, velho.

É porque assim, cara... Mas você é muito forte. Já fiz duas diárias de cinema, já fiquei morto. Agora imagina 50. Para dois. Desses 50 dias, para uns quatro. Vai, Lufolga. Como chama teu filho? É o Enzo. É o Enzo. Enzo Ferrari de Lima. De Lima. De Lima. É muito bom. É cansativo. Ano passado... E a Deovine fica indignada, né? Ela sofre demais. Como que ele chama Enzo?

Enzo Ferrari de Lima de Lima é muito bom ano passado eu rodei 4 filmes eu fiquei muito cansado eu rodei 4 filmes no final de 2024 eu rodei com Roberto Santucci que vai lançar agora em outubro que é o Picaretas Não Vão Pro Céu Eu e Tiro Lipa nós somos dois bandidos pé rapado que a gente descobre que numa cidade o padre morreu E aí

E a gente sequestra o padre novo, porque o padre conta pra gente que sobrevive através das doações da igreja. A gente sequestra, eu fico sendo o padre, eu faço um bandido perereca, o Tirolipa faz o muqueca. Aí eu começo a fingir que sou padre, rezar as missas e pegar dinheiro do pessoal. O Tirolipa é meu coroinha. Cara, é um filme muito bacana. Picaretas não vão pro céu. Sai em outubro agora, pela Paris Films e formata.

Aí depois... Com a Busoli. Com a Busoli. Com a Busoli. Aí depois rodei Marido de Aluguel, que foi co-produção minha, com o Paulo Fontenelle e o Alexandre Lino. Vai lançar também Marido de Aluguel. Filmamos em Minas, desde que eu falei Mentira Tem Perna Curta, foi um par romântico meu, a Rosane Mui-Holland.

A professora Helena. A professora Helena fez lá em Minas comigo também, com a produção minha, com o Paulinho Fontenelle e o Alexandre Lino, pela imagem. Está sendo confeccionado já. Está sendo preparado o filme. Ainda vai gravar.

Ah, tá editando? Tá editando, aquele processo. Finalização. E rodei Missão 171. Aqueles filmes... Lembra aqueles filmes de humor nonsense? Corra que a polícia vem aí. Marramos, marramos. Eu sou apaixonado por esses filmes. Cara, maravilhoso. E aí filmei com a Fabiana Carla, Alexandre Lina, e tem uma galera, tá bom, Nabote. Uma galera fenomenal. Puto, Nabote é muito bom. Nabote...

Nabote começou abrindo os meus shows, cara. É mesmo que engraçado. O Nabote, ele...

Fez esse filme agora, mas o Nabote fez o Dono do Lar junto comigo. O Nabote fez o Nugogol do Paulinho. O Nabote, eu tava em casa, isso há muitos anos atrás, 2013, por aí. Aí minha esposa, a Emily, chegou assim, tem umas mensagens pra você aqui no Facebook. Quer ler? Aí eu falei, tem quantas mensagens? Deve ter umas duzentas. Eu falei, dá uma lida pra mim aí, pra ver o que dá pra responder e o que não dá. Dá uma filtrada. Primeira mensagem que ela pegou, primeira mensagem que ela pegou.

Olá, tudo bom? Meu nome é Estevam Nabotti, tenho 17 anos. Sou humorista stand-up e sou do mesmo lugar que você. Sou de São João de Miriti. Da mesma maneira que alguém te deu uma oportunidade, eu queria muito que você me desse uma oportunidade de abrir o seu show também. O cara foi no emocional, né? Ué, pegou na... Aí eu falei, cara, que moleque sagaz, cara. Ele mandou bem ali.

liguei pra ele, falei, ó, eu tenho um show hoje na... amanhã eu tenho um show na quadra da Inocente de Belfor Roxo, na escola de samba. Chega lá pra gente conversar. E aí quando eu cheguei, cara, aí tinha um gordinho assim na porta, aí seu Paulinho, seu Paulinho, entende minha presa, né? Seu Paulinho, seu Paulinho. Falei, opa, eu sou da bote, falei, entra comigo. Só que tinha muita gente, na escola de samba, tinha muita gente. Eu conversando com ele, eu percebi que ele era...

Desenrolado. É, tão desenrolado, né? E engraçado, naturalmente. Só que eu fiquei com medo de colocá-lo pra abrir o show, onde tinha muita gente, dar uma travada nele, e ele ficar traumatizado pra fazer os outros, né? E tinha muita gente, muita gente, muita gente. Aí...

Falei, não, cara, não abre hoje, não. Fiquei trocando ideia com ele. Dois meses depois, eu ia fazer show na Arena Cultural de Vista Alegre. Eram duas sessões. Menorzinho. Aí, assim, não tão menor, mas bem menor do que a escola de samba. Aí ele falou, posso abrir o show lá hoje? Aí pode. Aí foi lá, abriu. Cara, eu me diverti pra caramba.

Moeu. Ele tinha alguns vícios de linguagem, né? O pessoal ria e ele ficava agradecendo. Obrigado, obrigado. Então ele passou o tempo inteiro agradecendo. Obrigado, obrigado, obrigado. No final, maravilha. Só para de ficar falando obrigado, obrigado. Obrigado só no final. Agradece e sai.

Cara, ele escuta, cara. Ele escutou, assim. Sabe aquele cara que absorve quando você dá uma dica? No segundo, ele já fez do jeito que eu falei. E aí, ele abriu uns 200 shows mesmo. 200? Caralho, 200 shows mesmo. Ele andava pra cima e pra cima. E eu levava ele pra me divertir, que ele ficava me contando a história da família dele. Só derrota a família dele, cara. Derrota. Porra, nossa senhora. Dá a pena dele. E ele contava, ficava engraçado, cara. O pai dele separado da mãe dele. Aí, ele chegava em casa de madrugada.

Aí olhou assim, um dia ele chegou em casa de madrugada, aí viu um sapato, 45 assim, um pé de sapato, um par de sapato, aí falou, uai, quem tá aí em casa? Era a mãe dele que tava com o namorado no quarto, aí ele queria falar com a mãe, mas não podia interromper. Aí aqueles sons, aquele absurdo, aí ele foi pra cozinha pra lanchar, quando abriu a manteiga, tinha duas marcas de dedo na manteiga. Nossa, velho.

Aí eu passava... É, cara, aí ele foi. Caralho, velho. Aí eu passava no mercado, a gente passava assim, a gente tirava a porta, aqueles potes de manteiga, mandava pra ele aí, mandava pro teu padrão, essa marca é boa. Essa não tem sal. Essa é de primeira. E aí ele foi, foi, foi, foi, foi, evoluindo, foi evoluindo, cara. Aí depois foi pro Porta dos Fundos.

Aí eu dirigi o primeiro show dele. Aí ele, logo depois, Portos de Fundos, fez o meu filme, fez o Celso Bigorna no meu filme do Paulinho Gogó, no Gogó do Paulinho. E foi, aí voou, cara. Ele é muito bom. Ele é fabuloso. E eu levava ele pra me divertir, que ele é engraçado dormindo, cara.

Ronca. Não, o jeito dele dormir é engraçado, o jeito dele deitar é engraçado, escovar dente é engraçado, ele é naturalmente engraçado. É, ele é um, ele é brilhante. Espontâneo demais. E aí qual mais? Você fez? Faltou um que você falou. Não, eu fiz o Missão 71, fiz o Missão 71, que eu faço o Tony Cruz, que é um detetive, é uma paródia do Tom Cruz.

esse. Tá finalizando também. Tá. Que é uma paródia do Tom Cruise, que eu faço um detetive. Puta merda. A Fabiana Carla é minha assistente, a gente pega um voo, vai pro Panamá buscar um preso. Cara, é muito divertido. Assim, hora do recreio. E tem o Chorofeiros 3 agora. Puta, esse vai ser espetáculo. Pô, tu virou um cara mesmo do...

cinema, né? Eu gosto, foi acontecendo, por isso que eu falei com o Carlos Alberto, eu preciso aproveitar a oportunidade. E eu gosto, cara, eu gosto, não só de filmar, eu gosto de prestar atenção ali, por exemplo, a gente tá filmando uma cena aqui, a gente tá em pé de igualdade, mas, por exemplo, antes tava o rapaz aqui do basquete, o... Então, por exemplo, ele é muito alto, então vai filmar com ele, claro que a cena vai ficar assim. Aí os caras colocam um... Três tabelas, pra poder, a cena não ficar...

desequilibrado, estão esses truques, cara, de afastamento, tirar a parede, eu presto atenção nisso tudo, eu gosto muito. E o cinema tem aquela coisa, não sei se tá assim ainda, mas quando eu gravei, é uma câmera só. Ah, não, a gente já tem com duas, porque aí poupa tempo, entendeu? Aí você tem que gravar. Eu e você, aí grava só você pra mim.

aí gravou o C pra mim tudo de novo mas agora o Faro Feiros tinha que ter três porque muita gente, então ele não pode perder reações, entendeu? mas era assim uma na mão, então tá todo mundo ali em cena vai no foco de quem tá na cena quem tá dando texto, mas tem as reações das pessoas, então se perder isso, não tem como repetir fazer o cara que às vezes é espontâneo e sei que tá muito nos meios do cinema ainda é uma coisa muito cara caríssima, caríssima, muito caro tudo é muito caro E aí

Tudo, cara. Locação é cara. O cinema é um negócio caro. Equipamento é caro. Tudo é muito caro. É bem... Tem que ser corajoso mesmo. Quando lançar um filme, vai no cinema. Um filme aí, vai... Seis milhões, sete, oito milhões. Até mais, treze milhões. Bota vinte milhões aí.

20 milhões de investimento, investidor, distribuidor. Caraca. Entendeu? 20 milhas. Vocês gravaram fora do Brasil, né, meu? É, tem... Não, imagina. Às vezes é mais barato, sabia? Pode ser. Dependendo, é mais barato. Porque tem incentivo, né? Porque os caras querem divulgar o país, dar uma grana. O local apoia, né? Mas tem de 15, de 10 milhões, de 5 mil, dependendo da...

Arrumar 20 milhões de custos do Faro Feiro. Dependendo da estrutura, do que o filme pede. Se for um filme que se passa dentro de um apartamento somente, assim fica mais fácil, né? A locação única, né? Mas o Faro Feiro é muito caprichado. O Faro Feiro, cada cena é uma locação. Eu sempre sei o preço do filme pelo tipo de enquadramento. Eu sempre falo isso. O valor de produção, chamado valor de produção. É.

Se o filme bola é muito fechado, aquele é barato. Se o filme é muito aberto, com muita locação, viagem, essas coisas, aí é caro. Aí é um filme caro. É caro, elenco grande, imagina, salário de todo mundo ali. É, cai o contrato. É, então. É bem puxado. E o Farofelso tem gente, irmão. Tem gente, tem a criançada. Porra, puta merda, bicho. E fora na viagem tem que ir os pais das crianças, entendeu?

Tem que ir os pais. Tem esse detalhe também. Vão os pais das crianças. É verdade, mano. Vai um tutor, né? Vai um tutor. Tem os seguranças das crianças. Tem a Marilis que toma conta das crianças. Que ela prepara as crianças para as cenas. Eu nunca tinha pensado nesse detalhe. Não, cara. É que a gente vê só ali. A gente vê a família. É muito grande. Você chega. Putas que pariu.

o transporte, o pessoal que vai buscar os atores, levar os atores, buscar equipe, caminhões, geradores. Onde dormir, onde ficar. Alimentação. Caríssimo, entendeu? Hotel pra todo mundo. Transporte, passagem. É brabo.

É bravo, é bravo. É 20 mil. Tem que ter um filme. Tem que ter coragem. É o que ele falou. Puta pauleira, meu. Tem que ter coragem. Por isso que vocês têm que ir no cinema pra estudiar. Exatamente. Quando sair, vá ao cinema. Você vê o Maico aí. Maico tá repitando, né? Eu fui sábado no cinema. Eu vou assistir, não fui ainda não. Eu fui assistir, não tinha um lugar vazio. O pessoal dançando, é isso mesmo?

No meu, na minha sessão, não. Já viu gente que as pessoas ficam dançando. Não, não, eu dancei. Não, eu fiquei assim na cadeira, né? Já ninguém do meu lado, eu fiquei meio que... Porra, o som bom pra caralho, puta sonzão. Mas é bacana. Mas sabe o que eu achei legal, que me deu uma nostalgia? Pô, eu sou daquela época de ir pro cinema Niterói Central ali. Sim.

Porra, ver de volta pro futuro. Cara, de volta pro futuro. É só os clássicos. Eu lembro, porra, de ver de volta pro futuro. Por ver os trapalhões. Curtindo a vida doidado. Curtindo a vida doidado. Porra. É outro também que se estiver passando, eu vi para viver. Você para viver. É. Tem uns filmes que se eu tiver em casa. Ou tiver saindo. Se eu pegar do começo, me quebra. Cara, eu fico assistindo. Loucademia, com certeza. Loucademia.

Como é que é? Loucademy, Aperte o Cinto, Piloto Sumiu, assistimos de humor nonsense, todos eu paro pra ver. Lendas da Paixão, cara, que é um filme de três horas, com Brad Pitt, Anthony Hopkins, cara, é maravilhoso o filme. Me Quebra, que eu paro pra assistir. Curtindo a Vida Doidado.

Os Caça Fantasma. Tem uns filmes clássicos, assim. Feitiço de Áquila, bicho. Que é só filmar. Então, cinema eu acho muito legal. Mas o que me chamou atenção, Paulinho, que me deu uma... Paulinho. Não, fica à vontade. Estou acostumado. É, que porra. Pra mim não tem diferença nenhuma. Cara, eu tenho... Meu nome é verdadeiro. Maurício Pereira Ribeiro. De nascimento, certo?

E aí, nome artístico, Maurício Manfrini. Por que o Manfrini? Eu vou te explicar. Lá vem. Aí, a minha família... Paulinho Gogó. A minha família me chama de Maurício. Os meus amigos me chamam de... Meus amigos de infância me chamam de Maurício. Meus amigos artísticos, né? Da vida artística que me conheceram depois me chamam de Manfrini.

Os que tem mais intimidade. Os fãs chamam de Paulinho. Os fãs chamam de Paulinho, outros de Gogó. É. E os que tem intimidade chamam de Manfrini. Os que tem mais intimidade chamam de Manfra. Manfra. Os que tem muita intimidade chamam de Man. Cara, eu tenho três de nome. Os que são muito ítimo, só geme. Faz um. Então, cara, eu atendo...

tendo a forma que me chamaram mas por que Manfrini? porque quando ela tava fazendo o primeiro filme que nem foi lançado em 2000 e... nem foi lançado foi um filme bem Mambem que me chamaram pra fazer em 89 era um filme com abordagem evangélica eu fazia o líder de uma gangue de rua fazia o João e aí eu não conhecia, não tinha conhecimento nenhum dessas paradas de nome artístico aí o cara falou assim pra mim o...

assistente de produção, assistente de direção. Ó, me dá teu nome pra colocar na ficha técnica. Esse filme seria só pras locadoras. Pra colocar na capinha da ficha técnica. Eu falei, ó, Maurício Pereira Ribeiro. Ele, porra, Maurício Pereira Ribeiro. Não tá ornando, né? Não combina, né, cara? Falei, mas como é que faz? É meu nome. Ele, não, não. Tem que ser nome e sobrenome. Artista. Aí eu boto Maurício Pereira. Também não ficou legal.

Maurício Ribeiro. Não ficou legal. Falei, cara, e o que eu faço? Ele, arruma um sobrenome. Maurício é legal, mas arruma um sobrenome. Amanhã você me traz que eu tenho que mandar pra gráfica.

Eu fui pra casa e fiquei pensando, pensando, pensando, pensando. Maurício Martins, Maurício Matias, Maurício Matos, e nada, ele não combinava. Aí eu tava assistindo a novela, eu tava pra sair já, tava almoçando e assistindo a reprise da novela, que era... Vale a pena ver de novo. Meu bem, meu mal, lembra?

com o Lima Duarte, Silva Pfeiffer, e tinha o Marcos Paulo, falecido Marcos Paulo, diretor, que ele tava fazendo um personagem na novela, e aí o Lima Duarte tinha tido um derrame, ele tava fazendo fisioterapia com a bolinha assim, na mão, na cadeira de roda, entrou Marcos Paulo, ele falou assim, eu posso saber onde o senhor estava? Senhor André Manfrini.

Manfrini, falei porra maneiro aí assinei Maurício Manfrini aí porra me soou legal e assinei só com N e I no final sem dois N aí levei pro cara, ele falei aí pensou no nome, eu falei Maurício Manfrini porra maneiro hein, Maurício Manfrini legal, como é que assina? Eu falei com N e I no final só, Manfrini

A partir daquele momento, o cara só começou a me chamar de Manfrini. Manfrini, Manfrini, o elenco inteiro. Manfrini, Manfrini, Manfrini. Pegou. Pegou de uma maneira assustadora. E até hoje, Manfrini, entendeu? Mas aí as pessoas confundem. Tem gente que acha que o Maurício Manfrini é um personagem do Paulinho Gogó. Eu posso falar.

Porque o Paulinho Gogó é muito forte, né, cara? É impressionante, cara. Aqui nos comentários, às vezes, dos podcasts que eu vou, pessoal, cara, eu tô chocado que o nome dele não é Paulinho Gogó, é Maurício Manfrini, porque o personagem tá muito tempo... Mas quem que chama Paulinho Gogó, caralho? Não, mas o pessoal... Não, mas o pessoal... O pessoal, cara...

Vendo ali anos e anos e anos e anos. O nome do... Do personagem. Na praça. Não, o Gogô é bom pra caralho. O nome é muito bom. E Paulinho é bom pra qualquer coisa. Paulinho é íntimo demais, né? É diminutivo. Paulinho é gostoso de falar, né? O nosso repórter que fez meu casamento, como chama? É, Paulinho Rola. Paulinho Rola. Paulinho vai bem. Paulinho é... Eu lembro que eu tava... Quando eu fui fazer o video show, eu não pude usar na Globo os meus personagens. Porque eu falei, pô, vou perder, né, meu?

Lá tinha essa parada Eu precisava criar um negócio Eu criei o nome de um personagem O personagem não funcionou Mas o nome era maravilhoso Marcelo Boa Pessoa É bom demais Marcelo Boa Pessoa Que tem uma gentilidade Boa pessoa Claudinho Gente Fina Claudinho Gente Fina O Emílio tem um nome Se Deus quiser um dia eu vou fazer o personagem

Qual o nome do velho? Eu nunca mais esqueci esse nome que o Emílio falava. O velho tinha um monte. Não, mas o dele era foda. Qual? Eu falo, cara, que nome maravilhoso. Não lembro. Jorge Machuca. Jorge Machuca. Lembra disso? Lembro. Jorginho Machuca. Jorginho Machuca. Não, Jorge Machuca. Jorge Machuca é um nome... Na Rádio Tupi, um produtor lá, eu coloquei o apelido nele Jorge Serrote. É bom, né? Mas ele era muito magro e alto pra caramba. Fala Serrote.

Porra, é muito. Então os apelidos que são... Apelida é do caralho. O Paulinho Gogó coloca um monte. É pelos amigos do Paulinho Gogó. Tem uns apelidos maravilhosos. Pô, eu imagino. É Biricutico. Chico Birilha. É Chico Birilha. Celso Bigorna. É Linho Gastrite. Beto Berinjela.

Mas cara, Jorge Machuca é um nome bonito lá, sou Jorge Machuca. É um nome de conquistador. É, Jorge Machuca. Conquistador. E no começo era Paulo Tantan, da Rádio Tupico.

Quando eu criei o personagem na Rádio Tupi, era Tantan de Pagode, cara. Ou de maluco. Não, não, era de pagode. A minha ideia era de pagode. Era o tamborzinho. Ele foi criado, eu vi o pessoal num pagode. Quando foi isso? Foi em 97. Não, não sou nada. 97? 97, quando eu criei o personagem na Rádio Tupi. 97. Programa Patrulha da Cidade. Patrulha da Cidade. Existe até hoje, maior sucesso até hoje.

Só que quando eu fui pra escolinha do professor Raimundo, o Chico reprisava no final da escolinha alguns quadros. E às vezes um quadro que ele fazia com o Francisco Milani, que era o Só Tem, Tan, Tan. Só Tem, que era um psicólogo, um psiquiatra e um paciente com a camisa do Vasco. Aí o falecido Eduardo Cisne, o produtor, falou, Pô, cara...

tenta, vamos ver se a gente muda o sobrenome do personagem, pra não conflitar Paulo Tantan, que só tem Tantan aí eu falei, caramba Eduardo, mas eu já faço na rádio há um tempão, ele, cara, mas agora é Brasil inteiro, então aproveita que tá começando é mais fácil você mudar no começo do que...

Aí, tá bom, eu fiquei pensando, era Paulo Tantan, não tinha diminutivo. Eu fiquei pensando, pensando, pensando, pensando, pensando, aquelas coisas, né? A sonoridade, né? Aí, Paulinho, pô, vai se chamar Paulinho que fica mais íntimo. Paulinho de contar a história, Gogó, Paulinho Gogó. Maravilhoso. Foi melhor do que a... Tá vendo, às vezes a dificuldade traz a melhor, né? Não, não, não. Você acha que vai foder porque você adia. Imagina, Paulinho Gogó é maravilhoso, né? É bom pra caralho. Que nome... Porra, é Paulinho Gogó, caralho, é?

É muito foda. É muito bom, velho. É muito popular, assim. Muito fácil de aprender. É gostoso de falar. É igual o Jorge Machuca. Jorge Machuca é maravilhoso. Eu não vou fazer o Jorge Machuca. É muito bom. É que eu tenho vergonha de fazer porque o velho que falava isso. Uma porra, meu. Eu acho esse nome. Pede autorização. Cadê o Jorge Machuca?

E detalhe, olha quem que me orientou. Nada mais nada menos que o redator-chefe da escolinha do professor Raimundo. O cara tinha todo o conhecimento, toda a experiência pra perceber que aquilo poderia dar problema e ia dar, entendeu? Cara, eu sim, eu sou um abençoado, cara. Trabalhei com uma galera que me orientou. Só gente boa, né? Só gente...

assim, pô, o Pedro Bismarck teve aqui nessa capitina eu vou fazer um show com ele semana que vem um show beneficente semana que você puder, daqui a pouco eu puder para as vítimas da enchente lá de Minas vai ser na quarta-feira que vem, dia 13 às 8 horas da noite no Cine Teatro Central de Juiz de Fora

Juiz Fora. Paulinho Gorgó e Inés da Capitinga. Toda a renda vai ser revertida pras pessoas que sofreram dia 13 de maio, quarta-feira, às 8 horas da Unitecine, Teatro Central. Os ingressos estão no uniticket.com.br e na Zine Cultural. Você tem o pix aí da campanha?

Não consegue descolar Que a gente põe aqui no episódio Mesmo quem não possa É porque é venda de ingresso Não tem Mas a entidade que tá tendo a doação Esse dinheiro vai pra algum lugar Vai pra Zine SOS Juiz de Fora, o que? Uma conta, acho importante Vamos comprar todos os ingressos Vamos lotar, rapaziada Zine Cultural e Unitix Paulinho Gogó e Inés da Capitiga É aquele cinema Juiz de Fora que é tipo Aquele gigantesco, aquele grandão Já fechou Já fechou

Que o palco é inclinado assim. A primeira vez que eu fiz show ali, eu achei que eu tava com um labirintite. É antigo, né? É um palco pra balé, cara. Pra você ver os pés dos bailarinos. Então o palco, ele tem uma inclinação. Eu não sabia, eu entrei e eu ficava tombando pra frente. A gente já tava passando mal. É, o teatro louco que eu acho também...

Pô, pena que eu fiz acho que uma ou duas vezes lá. O Beraba, tá ligado? Eu já fiz um Beraba, deve ser no mesmo. Que a plateia é uma rampona assim. É, parece que fica em pé a plateia. Não é muito louco aquele... É muito louco. E o teto é meio baixo, então, porra, é louco aquele tchan. Cada palco é uma energia diferente. Tem dois lugares que me chamam, que me recordam bem assim. É esse e... Ai, caraca, como é que é? Feira de Santana, que é tipo uma arena assim.

Tu já fez nesse? Feira de Santana. Que é tipo... Você tá aqui o palco... É tipo assim, é o teatro dos bancários em Brasília. Eu nunca fiz esse. Que é assim mesmo. Você tem que ficar rodando, senão o pessoal não te vê. Não, mas ele se vê. Mas o palco tá aqui, então é tipo... É tipo um stade. É tipo um programa de auditório. Então a plateia sentada, arquibancada, ela é assim. É tipo uma arena mesmo. Eu acho muito legal. Foi diferente, assim.

É diferente. Cada palco é uma... Você enquadra a galera, sabe? É uma energia diferente.

O que você gostou? Fez a primeira vez, não é legal? Uma energia legal? Ah, não, energia é muito boa. Que passa é boa, é verdade. Aí eu não quero fazer mais, meu filho. Não, não quero mais, obrigado. Porra.

É pra dar na cara, né? Com saudade, o cara não quer fazer mais, velho. Tem que fazer, tem que fazer. É, meu filho, fala pra ele. Convence, velho. Daqui a pouco ele sente falta, vai sentir falta. Já pegou o gostinho. Zero. É mesmo? É igual academia. Eu vou porque com ódio no coração, por causa da saúde. Mas não odeio. Cara, eu tô indo por causa da saúde. Tô com 56. Pô, já tô com nutróloga.

é mesmo nutricionista porque cara eu faço no mínimo duas vezes por semana tem que fazer três não para né não para tive que mudar a alimentação vitamina B12 ácido fólico para dar um gás 56 anos né irmão então já estou lá e sem parar né doutora está aí nada do arte e olha está tomando os remédios tomando os os suplementos e o nutricionista o Arthur Pereira olha cara você está comendo na hora certa você mora no Rio ainda? moro no recreio

Mas não é ruim pra você não, cara? Assim, logisticamente falando. Eu vim a São Paulo uma vez por semana, fazia praça. Fora isso, eu viajava em outros lugares. Sim, mas eu recriei até o Santos Dumont, Galeão, acham. Entendeu a parada? De manhã, então, pega o engarrafamento do cacete.

Então não pensa assim, ir pra um lugar que facilite um pouco mais a sua vida. Cara, eu já morei na Ilha do Governador, do lado do aeroporto. É. Na portuguesa. Tu morou ali na portuguesa? Morrei no lado da cidade já. Então era cinco minutinhos que pegava o aeroporto. Então, isso é vida, né? É, é.

A má beleza do recreio ali é foda, né? É, mas o problema é essa vida doida. Essa vida louca aí. Ah, mas eu vou dirigindo, eu vou tranquilo, pensando na vida, entendeu? Eu saio com bastante antecedência, eu vou ouvindo música, Hoje em dia você não faz mais rádio, irmão. Não dá tempo, cara. Eu gosto de fazer rádio ao vivo. É, como agora, ó. Eu gosto de fazer rádio ao vivo. A Patrulha, eu fiz durante 21 anos, ao vivo, meio-dia, para o Rio de Janeiro. Tudo isso, irmão.

Cara, você anda no Rio de Janeiro, na hora de meio-dia, você vai ouvindo o taxista, o camelô, você vai ouvindo. Então, eu fazia ao vivo e aí as coisas aconteciam, você vai consertando. Que rádio você não pode deixar buraco. Se é um negócio errado, você tem que preencher ali com alguma coisa, tem que improvisar. E aí veio esse negócio de começar. A praça, a escolinha e a praça me impulsionaram pra fazer show no Brasil inteiro. Aí eu não pude mais fazer ao vivo.

mas são meus amigos a melhor coisa do mundo sabe o que é? é você sair de um lugar e voltar as pessoas quererem te ver de vez em quando eu tô lá na rádio Tupi as pessoas, caraca bicho tô te vendo no filme, que legal eu entro no ar, então parece que eu trabalho lá ainda a praça, eu saí da praça mas pro público eu não saí da praça, que é onde eu ia pô, te vejo lá na praça, recebi teu vídeo então eu ainda fiquei tchau

Tem gente que nem sabe que eu saí da praça. É isso mesmo. Você saiu da praça como se eu via os vídeos direto. Porque tava no YouTube. Eu recebi pra caralho. Então, na minha volta no SBT, na minha volta no SBT, cara, foi muito bacana. Voltei no começo, cara, o elenco inteiro me esperando pra me receber ali, pra me abraçar. Saulo Laranjeira. Esse aí? O elenco da praça é um negócio maravilhoso. O clima de camarim na praça, pelo amor de Deus, cara. Tem uma galera ali que é fenomenal. Eu fui uma vez lá.

que eu fui ver o Ceará fazer o teste lá, aquele que acabou não fazendo mas é muito legal a praça o Saulo Laranjeira é um patrimônio um beijo pro Saulo Laranjeira patrimônio você faz show com a família dele lá em Minas? eu faço com a família com o Kaique

vou fazer agora Ipatinga dia 17 no Uzi Minas e depois no Teatro Atear em Governador Valadares se o Bola conhecer esse teatro do Uzi Minas fala pra ele, é maravilhoso eu passo um dia lá, eu conheço

O Teatro dos E-Minas. Passa um dia. É, passa um dia. É outro palco que emociona. Emociona. Que porra de teatro legal, cara. E o primeiro jogo que eu fiz no Teatro dos E-Minas, tava começando a viajar. Tava começando na praça. Se achar foto dele aí, põe aí, Rosac. Tava começando na praça.

Eu fui, cara, tinha 30 pessoas naquele teatro. Caralho, velho. Eu fui de carro do Rio de Janeiro. Mas vai começando, né? Aí a vida vai dando volta. Pô, aí depois tudo, duas sessões, duas sessões, duas sessões, cara. Peraí, tu fechou, tu foi de carro até ir patinho. Trinta pessoas. Fui, a primeira vez, né, cara? Fomos, pegamos a Dutra. BR-040. Serra da Mantiqueira. Itajubá, papapá, fomos ir patinga.

Cara, não, BR-040, você vai até Belo Horizonte. Você pegou o BR-040 e subiu à direita, não? Não, mas eu fui pro... Meu Deus. Pro sul de Minas. E aí... Foi passeando. Fui passeando. Não, passeando não, eu não tinha experiência. Tava começando a sair. Foi o primeiro show fora do Rio de Janeiro que eu fiz. Isso em 2007. Tinha 30 pessoas, cara. Aí depois voltei lá já com duas sessões.

Legal, aí dia 17 estou lá de novo, pessoal de Patinga aí no Teatros em Minas, Paulinho Gogó, dia 17. Depois, Governador Baladares, Teatro Atiaia. O que te deu o gás? Brabo foi a praça? Foi a rádio? O que te deu o gás? A rádio me preparou...

Pra profissão. Tá. A rádio é rádio, né? Rádio é... Rádio é foda. Muito boa a tua história, você contando como é que tu entrou na rádio lá. Rádio é foda, cara. E a rádio me projetou no Rio de Janeiro. Aí eu comecei a fazer muito show no Rio de Janeiro. A escolinha pro professor Raimundo... Brasil. Me deu uma empurrada pro Brasil. E aí eu comecei a fazer muito show em circo.

em circo, mas fiz muito show em circo, muito, muito, muito, muito. Mas show de stand-up? Não, não, o Paulinho Gogó. Ah, tá. Porque o seu boneco, o Lug de Paula, ele fazia o seu boneco, fazia show em circo. E aí ele falou assim, Manfrini, eu tô cansado, não quero mais fazer show em circo, quero te indicar pro Serginho, falecido Serginho. Produtor, produtor. Produtor.

pra fazer show em circo. Aí eu comecei a fazer o Paulinho Gogó em circo. Aí eu fui adaptando. Por isso é que o meu linguajar são de analogias, porque no circo tinha criança. Então, o meu personagem é muito malicioso, muito sacana, mas com criança eu tinha que arrumar as analogias. Mano tinha que maneirar. Aí eu fui arrumando o... Um...

uma saída ali pra poder contar as histórias. Tipo assim, pô, cheguei em casa, a nega Juju tava lá só de lingerie me esperando, irmão. Aí o pescocinho de frango já deu aquela plumada, né? Pescocinho de frango já deu aquela animada. Só que eu tenho evacuação precoce, Itané. Ah, você tem evacuação precoce. Aí pra poder disfarçar, eu fui no banheiro antes, deu uma limpada na trave.

Aí chorei o branquinho, né? Aí pronto, aí teve aquele refugio. Aí quando eu fui a segunda vez com a Negra de Ju, aí já demorou mais um pouquinho. Entendeu? Aí demorou um pouco a expulsar os moradores.

Muito bom, cara. Então eu fui arrumando essas anotadas crianças. Cada molecada. A criança não entende e os pais entendem e acham, às vezes, até mais engraçado, né? Pela... Os adjetivos são muito bons. Não, pela associação de ideia. O cara vê a cena... Ele fechou em circo pra caralho. Muito. Fazia cinco circo por dia. Cinco? Isso. Escolhendo o professor cinco horas da tarde. E o Bola reclamando pra fazer um. Escolhendo o professor Raimundo cinco horas da tarde. Imagina.

Diariamente escolhendo o professor Ramundo. 2001 isso. É, diariamente. Imagino que não bombava o circo. Nossa senhora. Puta que pariu. Cara, era um negócio absurdo assim. Você ainda faz circo hoje ou não? Não tem mais como fazer. Não tem tempo de fazer rádio. Não, mas se você faz show, hoje tem circo ainda. Eu fiz no Reder circo. O Reder é bom, né? Eu fiz no Reder, no circo. Você entra, parece que tá numa casa de espetar. Eu nunca fiz o circo Reder, mas eu faço o Claro lá, que é deles, né? Sim, eu fiz também.

Ali no Claro, Copacabana ali. No Teatro. Teatro Claro, é. Fiz também, fiz também. Eles são muito gente boa, porque a dona lá, a coroa, que veio falar comigo, um abraço. Eu esqueci o nome dela agora. Muito querida. Ela é minha conterrânea. Muito querida, não lembro o nome. Não, ela é... Ela e o filho, né, que tomam conta. É bola, é muita gente na vida. Mas eu vou atrás do nome. Me ajuda aí, Cristóvão, se tiver na audiência.

Cachorrão. Ela veio falar, toda vez que eu faço show lá, ela vem falar comigo, que é bonito aquele foyer daquele teatro, né? Aí ela, pô, eu sou do Mutuar. Sou do Mutuar. Sou do Gonçalo. Sou do Gonçalense como você. Eu falei, pô, que legal, cara. Que bacana a estrutura. Sabe, você vê que a pessoa faz... Porque o Bola não tá ligado. Se você for fazer um show no Cloro Hall, no Rio, nesse teatro, você vai perceber a diferença do talento que eles dão.

É diferente do teatro que a gente faz É outra pegada A decoração do foyer É bem lúdico, é bem legal Se for do Mutuá O Carequinha era do Mutuá Zé Garoto Eu fiz show com Carequinha Você lembra o nome dele? Eu lembro Jorge Savalas

Você sabia que a minha escola... Você deve conhecer ali a região. Que ele mora em frente ao fórum. Ele morava quase em frente ao fórum. Sim, sim, exatamente. A minha escola era um pouco pra trás. Era o Monteiro Lobato. Eu estudava ali. Que não existe mais, né? Mas eu estudava ali. Aí a gente vinha a pé assim. Ele tava sempre na esquina. Tinha um... Do lado do fórum. Cabelinho penteadinho. Ih, cabelinho preto com um pentinho flamengo aqui, ó.

As camisas... Ele usava muito camisa estampada. Exato. Calça preta aqui. Isso. Cabelinho preto, óculos escuros. Tava sempre... Aí eu...

palhaço, palhaço, caraquinha. Aí ele dava um chaveiro, ele era sempre gente boa, tinha um balancinho na frente da casa dele. Eu fazia show com ele, cara, a vez que for fazer um show em Vista Alegre. Que demais, hein, meu? Cara, aí ele pegou, deu uma cambalhota, bicho. Ele com setenta e pouco deu uma cambalhota. E aí eu falei, caraca, eu tenho que dar uma cambalhota mesmo, senão eu vou ficar batalhado. Aí fui dar cambalhota, meti o cotovelo no chão mesmo.

E ele levantou em pé Eu cresci vendo o Jorge Eu fiz a escolinha com ele O Jorge Savala Ele Cara, eu via ele sempre, porque era do lado da minha escola Então ele morava ali Direto, até via o carro E ele, olha o pássaro, pássaro E ele gostava de ficar na rua Ele era famoso no Brasil inteiro E um cara simples, velho A gente fazia a escolinha Ele, ah, bem velhinho já, às vezes ele esquecia o texto Né?

Ele esquecia o texto, ele levantava a gola do palhaço e ficava... Ai, ai, ai, carrapato não tem... Ele começava a cantar. Aí o Chico... Esqueci o texto.

esqueci o texto esqueci o texto e ele cantava a turma inteira vinha ajudava, né? era do cacete, cara era um outro tempo, né? dos palhaços, né, cara? teve esse hype dos palhaços aí anos 60, 70, 80 ali 70 foi dando uma barrigada mas 70 acho que foi o auge meu moleque que eu lembro festa de criança era só palhaço mas era anos 70

Era o RAP. Mas era só palhaço. Só palhaço. Palhaço e mágico e palhaço. A Relia, a Carelinha. O que mais, Bola? Tinha o Piolim. Tinha aquele... Como é que é o nome daqueles dois palhaços?

que tinha até programa na televisão, porra. Ah, caralho. Tá ligado? Tem dois palhaços. Tem o Patati. Não, não, dos anos 80. A Tia Espirro. Estourado. O Tubinho. Maravilhoso, ele veio aqui. Por que não tem mais palhaço hoje? Tubinho, cara, ele tem o circo teatro, que é um negócio Tchau.

São peças de teatro que ele... Ele contou aqui. É maravilhoso, cara. Cada dia uma história diferente. É, sensacional. Lembra que o Tudê veio aqui? Não tem mais palhaço hoje, cara. Ah, tem o... Tem, tem, mas é que o pessoal fica muito viajando. Não, tem o Patati. O circo também não para. Patati Patatá. Não, Patati Patatá tudo bem, mas é a TV. Mas a... Mas a... Palhaço que também acho que pegou aquele... Aquele figura do Circo de Soleil também. Eu esqueci o nome dele agora. Marcos. Marcos Frota.

Não. Não, tem o ciclo do Marcos Frota. Sim, mas tem o Marcos...

Que era do Cirque de Soleil, gente boa ele, cara. Não tô lembrado. Pô, fudido. O Marcos, eu vou pegar aqui o nome dele, eu sigo ele no Instagram. Ele é gente boníssima. Que era o palhaço do Cirque de Soleil. Mas de qual espetáculo? Não, a imagem sim, eu não tô lembrado. É, eu vou pegar aqui. Eu vou pegar aqui. Ele era um cara, um palhaço, um palhaço mais moderno e tal. Você sabe que quando eu fiz o Dumbo com o Edu...

Aquilo era um palhaço. Uma ori. Ah, era um palhaço. Era um palhaço, dois palhaços. Pode ver que a minha orelha era grande, cara branca, o Edu Prata. Aquilo ali eram dois palhaços. Era uma variação, né? O Tyson Prata. É, era um... A concepção... Fala isso, pô, foi o aniversário do Tyson ontem. É, a gente mandou um abraço pra ele. Abração o Tyson. Ele é maravilhoso. O Tyson trabalhou na rádio comigo. É, também comigo. Foi meu primeiro chefe. Tyson é sensacional. Figura do caralho. Ele é gente boa no último grau.

Marcelo Pereira da Silva, gente boa no último grau. Mas eu tava no Dumbo, a gente sacou que aquilo era um palhaço, bicho. Sabe, a cor, a orelha. Pode ver que lembra que a cara era bem branca. É, tipo, era um palhaço, mas de uma outra forma. Não com o nariz vermelho, clown, né, o tradicional. Mas, porra, aquilo era... A ideia era ser um palhaço. Foi um palhaço uma vez só.

É, fui. Clausão mesmo. Não, foi de seespero mesmo, foi precisando de dinheiro. Eu fazia a divulgação de uma peça infantil no começo da minha carreira, no começo de tudo. A bruxinha que era boa. Só que eu ia nos colégios divulgar, eu entrava de bruxo nas salas de aula dando susto nas crianças e fazia umas brincadeiras pra divulgar.

o colégio a ir ao teatro do SESC de Madureira. Que o ônibus do teatro ia buscar os alunos. Então, pra comprar ingresso, enfim, fazer aquela... Pra dar um gás. Pra dar um gás, cara. E eu ganhava muito, uma hora era 1% do que sobrava. 1%? Do que sobrava. Eu tinha 19, 20 anos de idade.

E eu fui num lugar, fui num colégio, num bairro muito pobre. Não vou falar o nome do bairro pro pessoal não ficar chateado. Não vou falar. É porque depois o pessoal, pô, vai estar meio noispreto. Não é isso. Mas era um bairro muito pobre. E um colégio municipal. Eu fui fazer a divulgação. E aí no final a diretora do colégio falou assim, você não conhece alguém que faça animação de festa, não? De palhaço? Eu falei, pra quê? Não, vai ter o Dia das Crianças aqui.

A gente queria contratar um palhaço pra fazer animação. Seja na hora. Aí eu falei, ó, eu faço.

nunca tinha feito quantos que você cobra? eu falei, quantos alunos tem no colégio? são 250 alunos, eu falei, eu cobro em 89, eu cobro 1 real de cada aluno porra, dava 250 reais dava 250 reais não tinha nem real em 89

Dava 250 conto, cara. Cruzeiro. E eu falei, como é que eu vou fazer essa parada? Aí liguei pra Kátia Dantas, uma amiga minha que fazia teatro e fazia animação de festa. Falei, Kátia, você não tem uma roupa de palhaço pra me emprestar, não? Falei, o Elidio tem, o Elidio tem, vai te emprestar. Peguei a roupa do cara, falei, o que eu faço, cara? Ele falou, faz brincadeira, dança da cadeira, faz karaokê, faz disputa de dança, faz qualquer...

Pra animar a garota. Se tu fizer 40 minutos ali, já tá bom. Porra, aí eu fui, ele me ensinou a fazer a maquiagem.

Eu fui, a diretora, tô me maquiando, botei a roupa. Aí tô me maquiando, cara. A diretora fala assim, a criançada tem que ficar como? Falei, bota na quadra. E assim, todo mundo, assim, como se fosse um picadelo. Índiozinho, índiozinho. Deixa só aquele espaço redondo no meio pra mim. Tá legal. Falei, me anuncia. Ela, qual o nome do palhaço? E não tinha nome do palhaço. Aí, olha só, aí eu falei, bota palhaço perereca.

Agora eu fiz um filme com... Lembrei disso, coloquei o nome do personagem de padre... De Perereca, né? No Picareza do Mão do Céu. Era o apelido do meu avô. Perereca? É. Então, aí, cara... Ela... Atenção, gente, agora, pra comemorar o Dia das Crianças com vocês. O Palhaço Perereca! Aí ele troca aquela música. Cara...

Eu entrei, as crianças, muito simples, nunca tinha visto palhaço na vida. Cara, quando eu entrei, as 250 crianças avançaram em mim. Não, avançaram em mim. Pra abraçar. Pra cima. Pra cima de mim, cara. Me derrubaram. Arrancaram minha peruca. Foi um desespero. Quase me mataram. Legal. De emoção, né, cara? De emoção, querendo...

E aí as diretoras tentando separar e puxa daqui, puxa daí. E arregaçando por você. Sumiram com a minha peruca. Eu já fiquei com a massa, todo borrado o rosto, todo borrado. Fiquei apavorado. Falei, e agora? Caralho, velho. Aí fui me arrumar novamente, me ajeitei. Aí a diretora falou, vocês não podem avançar no palhaço. Tem que deixar ele falar. Aí fui, entrei, as crianças seguraram a onda. Falei, vou fazer primeiro a brincadeira da cadeira. Dessa da cadeira, né? Sim, sim. Ah, escolhi algumas crianças.

botei uma cadeira a menos, e levei um moleque pra trabalhar comigo, que hoje ele é pastor, Leandro, virou pastor ele, só mexer no som, me ajudar aquelas coisas. Cara, ele foi soltar a música, pra quando a música parasse, ele errou a música, soltou aquele funk do Eguinha Pocotó, não sei o que ele arrumou lá, Pocotó, Pocotó.

E aí virou baile funk, as crianças começaram a dançar, e aí quebraram tudo de novo, avançaram pra contornar as crianças, pra controlar as crianças de novo. Ficou um desespero. Que do caralho, velho. E aí eu comecei a ficar apavorado. Comecei a ficar apavorado, perdeu o controle. Não vai dar certo. Já não tinha controle de nada.

Aí fui fazer o karaokê. Fui fazer o karaokê, funcionou um pouquinho. Aí a diretora falou assim, agora o palhaço perereca vai dar um tempinho que a gente vai fazer a apresentação da academia de karatê. Vai vir o professor. Aí o cara veio, falei, pô, vou ficar na minha aqui.

O cara veio, fez umas demonstrações lá, uns golpes. Aí colocou uma cadeira aqui, outra cadeira aqui, outra cadeira aqui, outra cadeira aqui. E trouxe três alunos deles, da academia. No final, ele colocou cada aluno, um em cima da cadeira, segurando aquelas telhas. Aquelas telhas antigas, de barro. Sim. Colocou segurando aqui, que ele ia dar aqueles golpes de pular, bater o pé lá, e tava faltando um. Aí o cara vai e fala assim...

Quem é que se oferece? Se habilita. Era só eu ter ficado quieto, cara. Você levantou a mão. Palhaço pereca! Porra, bicho. Subi na cadeira. Não sei se eu segurei a telha errada. Segurei a telha assim. Tomou um chute no cara, velho. Como pegou aqui mesmo? Pegou a telha, quebrou? Pegou aqui, ó.

cortou, quebrou minha clavícula. Caralho, irmão. E o sangue desceu. Aí, meu irmão, aquele desespero, me leva pra enfermaria, tira minha roupa, estraguei a roupa do palhaço, que cara ia ter show no outro dia. Puta, que pariu. Fiquei arrasado pra caramba. Quer dizer, o dinheiro que você ganhou, você teve que comprar outra roupa. Nunca mais eu vou fazer palhaço. Nunca mais eu fiz. Você nunca mais traumatizou. Mas é muito legal, uma vez, quando a gente fazia o caldeirão, aí chegamos um dia pra gravar, vai ser circo. A gente, tá bom, pô.

O estúdio vai estar de circo e tal, beleza. Aí, meu, fomos, a gente foi trocar de roupa, eu e o Emílio, uma puta roupa de palhaço, fodida. Impecável. Uma puta maquiagem. Aí fomos gravar, saímos do estúdio ali, pegamos o carrinho, falei, caralho. Montaram o circo, a tenda. É, acabou a da televisão. Acabou a gravação, irmão. Eu pedi, eu falei, pô, eu posso ficar com essa roupa? Nunca pedi.

De tão legal que era a roupa de palhaço. Conseguiu? Fiquei, me deram a roupa. Falei, cara, que roupa bonita, sabe? Sei. Uma puta roupa bonita de palhaço, cara. Legal, é legal. É legal. O palhaço que eu falei aqui é o Marcos Cazu. Tem foto dele aí? Marcos Cazu. Marcos Cazu, pô. Ah, fudido. Cazu, pô. Famosíssimo no Sigo de Sol. Você não botou no ponto aí, Isaac? Eu mandei pra você, velho. Vira, vira aí.

Mandei pro Zaque, porra. O Cazu, caralho. É um puta falha. Cazu aqui, ó. Esse é o palhaço aqui, ó. Cirque de Soleil. É fudido. Esse cara é um brasileiro. Gente boníssima. Um abraço pro Cazu. Sempre trombava com ele em aeroporto. Direto. Tava em turnê. Ele é palestrante hoje. E é um... Aí ele aí, ó. É um palhaço puro fudido, velho. O palhaço é muito legal. O palhaço é muito bom. É muito bom, cara.

Eu também acho. E eu, cara, eu... E aí você traumatizou. Traumatizei nunca mais. Mas também se fosse legal, você ia fazer palhaço. Quebrei a clave, cortou e sangrou. Porra. Fiquei lavado de sangue e foi um dinheiro que nem compensou. É mesmo? Porra, tá maluco. Lógico, cara. Não, mas valeu a experiência. Fodeu a roupa. Tudo é experiência, bola.

Só o nome Que eu botei lá no palhaço Perereca, serviu pro filme Pra colocar no filme agora Mais um nome bom Roberto Experiência É um belo nome Betinho Experiência Betinho Experiência É um bom nome né bola Bom pra caralho Betinho Experiência

Como você fez coisa, hein, irmão? Nossa Senhora. Caralho, Maurício, você é um puta merda. Então eu fazia uma peça chamada Animal que não estuda, morre burro. Peça infantil. Não tem amador? Era muito amadora, muito, muito. O cara escreveu, Paulino Albuquerque escreveu e a gente fazia nas escolas pra poder motivar as crianças a estudarem.

Eu fazia o tamanduá, tinha a dona onça e a formiguinha. Aquela coisa bem mambembe mesmo, não tinha marcação. Um falava aqui, corria pra cá e ficava aquele triângulo, né? Na hora de falar, vinha pra frente, era um negócio bem... E aí, cara, a gente rodava aqueles condomínios... Mas você era fantasiado de tamanduá? Tamanduá, porra, ele fez a roupa do tamanduá, em vez de colocar os dois olhos de tamanduá, os dois buracos aqui... Não, ele colocou dois olhos falsos aqui, aqueles olhos de boneco, e botou só um buraco aqui no meio.

Puta, você não enxergava a bosta. Tinha que enxergar meio vejo, né? Aí, cara... Porra, a gente foi... Que do caralho, velho. A gente foi fazer uma festa no Dia das Mães, cara, no Meia, num colégio.

pra receber um dinheiro, o cara tava sem dinheiro, sem nada, nada, nada, não tinha como voltar pra casa. Que situação, puta, cara. Ninguém imagina, né? E quando a gente entrou, a gente entrou pela cozinha, foi passando assim, aí na cozinha eu já vi um bolo enorme, já vi salgadinho, já vi um montão de coisa. E na hora de apresentar a peça...

O infantil, olha as crianças ali, os pais, as mães, os professores, a diretora. Cara, eu fui improvisar, bicho. Negócio de improviso. O improviso é o caminho mais rápido pro erro. Quando você acerta é maravilha, mas quando você erra... Quando você quer inventar, né? Quando você erra, meu irmão, não tenta consertar. E aí eu fazendo o tamanduá, falei assim, ô dona Onça, em determinado momento, né? Dona Onça, olha que coisa maravilhosa, essa festa maravilhosa. Olha, depois do...

Depois do espetáculo vai ter um bolo enorme que eu vi lá na cozinha. Pô, só escutei as diretores. Puta!

estraguei a surpresa eu contei tudo que ia ter os caras não queriam pagar de jeito nenhum porque eu estraguei a festa estraguei a surpresa, ficaram planejando um mês eu vou dar um gás em você tem um bolo maravilhoso na cozinha salgadinho as crianças ficaram sabendo de tudo aí não queriam pagar de jeito nenhum sem dinheiro pra voltar pra casa o personagem mais merda o Tamanduá também é foda Tamanduá foi foda Tamanduá

No condomínio, na Barra da Tijuca, esse negócio de não enxergar direito. Então eu corria pra cá. Quando começou a peça as crianças, por crianças de condomínio, filhos de papai, imagina. Aí quando eu corri pra cá, perto de uma criança, eu senti um chute na canela, cara. Pum! Sabe o que é aquele? Doído.

E eu olhei e não conseguia ver. Aí eu fui lá, fui pro outro lado, olhava e não conseguia identificar a criança. Corri pra cá de novo. Quando cheguei de novo no lugar... Tomou outro. No mesmo lugar, bicho. Tomei uns quatro chutes ali e doeram. Aí quando eu corri pra lá, vi um moleque falando assim pro outro, vou dar outro chute na canela dele. Falei, ah, identifiquei a ele. É aquele ali. Claro. Aí isso foi em 88, 1988. Eu fui correndo, quando fui correndo assim, aí abracei ele, fui no ouvido do moleque. Falei, quando acabar a peça eu vou te matar.

mas eu já fiz isso e aí corri, quando eu voltei pra lá que eu olhei a cadeira, a cadeira tava vazia você não ia passar o show, a peça todinha tomando chute na canela tu já viu, tu já viu o Zaki vê, você acha aí, pegadinha que os caras são aqueles personagens infláveis tu já viu isso? que os caras põem spray de peido cheiro de merda a cara fica desesperada eles dão duas burrifadas e o personagem tá assim, aí do nada

É muito bom. Cara, eu choro de rir dessa porra. É prank, como é que é o nome? É Liquid Ass. Prank Liquid Ass. Vou ver se eu acho aqui. Cara, isso é de chorar de... Então tu fez muita festa infantil, cara? Muita não. Mas festa infantil é foda, lembra que quando... Muita não. Aí fui batalhando, fui batalhando, me profissionalizei, depois fui parar na Rádio Tupi. Parar não, consegui entrar na Rádio Tupi.

Aí a vida começou a tranquilizar mais, né? É, mas festa de moleque é duro. Eu lembro que quando eu era moleque eu tinha uma empresa, a gente filmava casamento e festa infantil. Puta, VHS, né, meu? Pô, festa infantil, irmão. E eu gravando a porra uma vez, e o moleque vinha e enfiava o dedo na lente. Eu falava, vem aqui, não põe o dedo na lente, você atrapalha o tio. Ah.

Daqui a pouco ele vem de novo e pau. Acho que a quarta vez ele meteu o dedo. Eu falei, vem aqui. Igual você fez. Eu falei, vem aqui. Posso ver se eu vou enfiar o dedo no seu c... Seu filho da puta. É psicológico, velho. Eu falei, caralho. O moleque toda hora tinha que limpar. Aí parou. E parou. Parou. Parou. Eu falei, porra. Mas só a festa infantil é... É brabo, cara. É brabo, cara. É brabo. Você viu? Olha lá, olha lá. Cara, é muito bom essa porra, velho.

Isso é a respiração do cara. É, é um ventilador. E não consegue tirar a roupa. É uma bosta, velho. Porque não consegue tirar a roupa, velho. Esse peidou mesmo, ó. Puta sacanagem. Olha o desespero, cara. E não consegue tirar a roupa.

E a pessoa quer vomitar. É bom que olha, ó. Ó a árvore, ó o desespero da árvore. Ó o Papai Noel, véi. E é só espirradinho. E é imediato, né? E o cara ouve o barulho. Muito bom, muito bom. Cara peidando. Cara peidou mesmo, ó. Porque é um ventilador que... Um dinossauro.

E a roupa não sai. Jogou líquido, ó. Ó a vaca. Muito bom. Eu amo essa pegadinha. É muita sacanagem. Porque a pessoa não consegue tirar a roupa. É igual a do Pikachu que ele olha assim, ó.

Porque ele ouviu barulho, cara. Só sentiu o cheiro ali dentro. E dá umas merebas de pele, né? Esses bonecos... É porque o vesgo, lembra que ele fazia o... Mas o vesgo raspava. O vesgo, ele fazia no... O vesgo é o corvo. Lembra do programa do Mion na Band? Tinha um corvo. Sim, lembra. Era o vesgo. Rodrigo, sim. Rodrigo.

Ele raspava a mar. Não, velho. E ele ficou com a peça toda fodida. Ele teve umas perebas, velho. A peruca começa a ficar roçando ali, né? Não, não tem peruca. Fantasia, fantasia. Não, não é só isso. Acho que de suor. Ele metia aquela cabeça. Suor em cima de suor, em cima de suor. Ele metia aquela cabeça e ele raspava. Não, e ele ficou. Acabou com a cara dele, velho. Ele parecia um leproso, velho. Uma época tudo fodido. Mas agora os caras são muito... Você me mandou até onde eu já tinha visto. O cara cabe o peixe no avião.

que é aquilo, tudo isso não, não os caras tão loucos, eles abrem aquelas latas daquele peixe strung, strung, eu esqueço o nome dentro do avião, irmão, e começa a comer surströmen e começa a comer, bicho com que a lata dá uma inflada a lata podre a gente tava na reunião na casa do Emílio e a esposa do Emílio é sueca ela falou, a gente comentou, ela tem isso é um costume dos suecos ela trouxe uma lata, ela tinha desse tamanho sim, ó e aí

inchadinha. A gente, ó, ao ar livre fazendo reunião. Ah, vamos abrir. Ah, não vai dar nada. Uma hora que abre, faz... Nossa. Mano, dá uma ânsia de vômito na hora. Todo mundo saiu correndo. É um negócio. É um fedor que não existe no mundo. É igual a foca. Não, não sei. A foca não dói, ó.

É isso aí. Eu nunca senti um cheiro tão morfético igual dessa porra. Eu vou mandar aqui pro Zach botar. Mas vocês come? É um peixe fermentado, eles pegam e comem. O Gui Santana comeu, porra. É muito podre. É um negócio que dá uma ânsia, te embrulha o estômago na hora, bicho. Eu mandei pro bolo.

Não, porque esse cara Esse cara é maravilhoso Ele entra no avião Olha o que ele faz Ele entra em voo e ele grava vídeo só comendo coisas bizarras Dentro do avião E fica vendo a reação da galera

Ele é tipo um... Eu mandei pro Zach aqui. Isso, mas esse cara é muito louco. Ele come os negócios, velho. Eu achei que era um suco. Depois que eu me liguei que era um peixe, mano. É, não, eu já sabia que isso é... Ele pega o ovo inteiro, assim, ó. Ele começa a comer do lado da mulher, assim, ó. Nossa. É, ele mete o louco, entendeu? Mas dá umas ânsia nele. É, entendeu? E a bomba... Bigodeira. O sucesso dele na internet é ficar comendo coisas inundadas dentro do avião.

Então ele bota a câmera, aí ele começa. Quem tá do lado, foda-se. Foda-se, foda-se. Tem dele comendo gengibre. Tem aí, bota aí do bola aí que eu mandei. Eu mandei do bola aí. Do peixe. Do peixe, desse surstrome aí. Esse não é o surstrome, esse é outro. Ah, é igual, a mesma bola. É parecida. É tipo sardinha, olha lá. Ele abre a lata, a tia tá dormindo, acorda com o cheiro malandro. Olha. Ele pegou a latinha.

E olha a ânsia que dá na hora que ele abre. É, olha. Já deu a ânsia nele. É o cheiro, meu irmão. Nossa.

Tomou o suco. Que nojo. E a véia já acordou. E ele pega o porra do peixe inteiro, ó. E repara que tem um cara em pé que vai sentir o cheiro, ó. É muito bom. E a véia dá o papel pra ele. Não, a comissária. Mas você liga no cara ali atrás, ó. É muito bom o cara... O cara ali atrás é muito bom. Olha lá o cara sentir o cheiro, ó. Puta.

Você imagina o cheiro dentro do avião, cara. A moça tá passando mal. O pessoal quer matar o cara, né? E ele querendo vomitar. E ela abaixando ali. Na esperança de diminuir o cheiro. E os cara conversa com ele. Não é que deve estar reconhecendo o cara, né? Sabe que o cara já faz isso na internet. Isso. Tava pra tirar. Tá bom, obrigado. O cara levantou e foi embora do assento.

Tá maravilhoso. Bizarro, né, Bola? Bizarro. Bizarro porque é um lugar fechado, cara. É um lugar fechado. Você não pode fazer isso. Ô Manfrini, você pensa... Você tem algum personagem, assim, que você... Por exemplo, Paulinho Gogó, extremamente consagrado. Você pensa em criar novos personagens, assim, como é que é esse processo de criação, assim, porra... Você tem essa vontade de ter um outro personagem? Ou tem alguém que mente? Não mais. Não mais? Quando eu trabalhava na rádio,

Lá eu fazia o Paulinho Gogó e outros personagens. Meraldino Silva, Oliver Max, a Samanta. E o Paulinho Gogó foi o que foi me... Que pegou mesmo. Foi pegando. Quando eu fui pra Praça Nossa, eu tinha aquele... Pô, deve ser um...

um desgaste muito grande você municiar vários personagens. Cada personagem tem uma... É sério mesmo que o cara tá batendo aí? Cada personagem tem uma vida, tem um pensamento, tem um jeito de olhar diferente. Sim, sim. Você municiar cada personagem com histórias diferentes, com vidas diferentes, é muito difícil. Chico Anísio teve 209. Você imagina... Putz, a merda, hein? O Silva não tinha o olhar do Haroldo. O Haroldo não tinha o olhar do Beto Carneiro. Cada personagem era...

Era uma vida ali. Um setup, né? Chico Anísio era fabuloso, né? Genial. Eu tinha esse grilo. Cara, será que eu tenho que ter vários personagens, cara? Pra municiar um só era...

diariamente na patrulha, com histórias diferentes, era complicado. Aí quando eu fui pra Praça Nossa, começando com o Ronald Golias no camarim. Caralho, hein, jogo com ele. Então por isso que eu falava, eu sou abençoado. Puta que pariu, Ronald Golias gênio. Que falaram, faz isso, cara, e graças a Deus eu tive a inteligência de escutar e fazer. Aí ele falou assim, não, não precisa ter vários personagens. O ideal é que você tenha um verdadeiro.

Ele falou, eu tive quatro, cinco por acaso, que era Isolda, o Bronco, o Pacífico, o Bartolomeu Guimarães, o velhinho que falava e dormia, o Profeta, o Alá. E tive por acaso, mas o ideal é que se você criar um personagem que toca cavaquinho, coloca o Paulinho Gogó tocando cavaquinho. Se você criar um personagem que sapateia, coloca o Paulinho Gogó sapateando, que toca violão, que aí você vai encorpando o personagem e as pessoas vão acreditar que o personagem existe.

Aí me tirou duas toneladas de peso das costas. Por isso que eu aprendi a tocar cavaquinho, teclado, sapatear, fui fazer sambando. Por causa dele. Por causa do conselho do Ronald Golista. E o que aconteceu? As pessoas me encontram e falam, pô, e a nega Juju, cara? Ela não fica com raiva de você, não, cara? Aí o cara pergunta sério, ele acha que a nega Juju existe?

Cara, manda abraço pro teu filho Paulinho Tum, bicho. É bagunceiro, ele é bagunceiro. E quando o cara me encontra vestido assim, o cara... Porque você passa a verdade. Mas foi isso que ele falou. As pessoas acreditam que o personagem existe. Isso é muito legal. O cara me encontra e fala, cadê a roupa? Cadê a roupa? Eu falei, que roupa? A roupa do... Você não tá vestido, cara. O cara acha que eu ando daquele jeito, entendeu? Então, foi exatamente o que o Golias falou.

Cara, não fique preocupado. Se acontecer, aconteceu. Então, tanto é que agora eu tenho o Lima, dos farofeiros. E aí o padre Pereereca lá do padre. O Lima é muito bom. O padre é sempre muito bom.

tem o Naldo, que é o marido de aluguel aí eu fui compondo, nos filmes eu fui compondo outros personagens o Tony Cruz, que é um personagem todo detetive, todo charmoso tipo Jorge Machuca ele fala com aquela voz de dublador

Entendeu? Então são maneiras que eu encontrei de compor outros personagens não pra praça nossa. Então esse ano vem muita coisa boa aí, irmão. Que legal, cara. E a gente tava falando de... Acabei que nem completei. Sobre o cinema, voltando ao início, que é muito legal ver o que eu vivi sábado agora, indo no Michael em Santa Catarina. Cara, não tô brincando. Eu levei 20 minutos.

Já com o ingresso na mão pra comprar pipoca e entrar na sessão. Porra, qual foi a última vez que isso aconteceu?

20 minutos. Isso é porque o pai da minha namorada tem 60, a gente ainda pegou a fila preferencial pra comprar pipoca. Eu falei, bicho, se a gente não pegar, você tem 60, vai lá. Porque senão... A cinema é muito legal, cara. É muito legal. Você tem toda razão. Mas eu fiquei tão feliz, cara, porque fazia tempo que eu ia no cinema, o cinema tava meio tranquilo, aquela coisa mais calma. Depois da pandemia, deu um... Eita, deu um pau aí, hein? O que aconteceu aí? E eu lembro quando eu era moleque.

E eu lembro quando era... Nossa, deu um pau? O teu áudio tá bom pra você? Nossa, deu um pau bizarro. Eu não me liguei. O teu áudio não tá ruim aí, não? Não, meu áudio tá normal. Ó, desligou a TV, deu um puta pau. E aí, bicho, eu lembro quando eu era moleque, eu lembro, nunca me esqueci, eu fui assistir Star Wars. Tá no no-break.

Quando eu vim assistir Star Wars, eu assisti sentado na escada do cinema. Não tinha lugar pra sentar. Eles vendiam ingresso a mais, sentava na escada do cinema de tanta gente que ia, velho. É mesmo, mano? Porra puta que eu lembro. Nunca me esqueci disso. Eu lembro assim do De Volta pro Futuro. Cinema era um negócio muito foda, cara. De Volta pro Futuro. É que hoje em dia é diferente. E o ator do De Volta pro Futuro, né, cara? Michael D. Deveu como ele tá, né, meu?

Mas ele teve o Parkinson com 27 anos. Impressionante. Novo. E ele não quer pôr o chip. Não quer. Não quer. É uma escolha dele.

Porra, mas viver daquele jeito... Não sei porquê, mas ele tá meio... É uma escolha dele. Ele tá bem debilitado. É, porque fode musculatura, fode tudo. É de controle, né? É de controle de movimento. É. Mas eu lembro do De Volta pro Futuro, cara. Fila no cinema. O último grande, assim, também, que eu lembro, que deu bastante em 98, foi o que demorou a assistir, foi o Titanic também.

Porra, Titanic. Também. No cinema? Porra. Pra você assistir o Titanic, você tinha que reservar um mês antes, não tinha ticket, cara. A gente não tinha tantas salas de cinema, né? Sim. E quando ia, porra, era um negócio, era fila de ir na rua de quarteirão, bicho. O Farofeiro Stenho tem uma brincadeira com o Titanic lá no Caribe. Ah, é? É. Não, puta que pariu, que demais. Tem uma brincadeira? Isso vai ser muito bom. Com a Cacau.

Ah, é? Bem divertido, bem divertido. Manda um abraço pra Cacau. É atriz muito generosa, hein? Muito gente boa, me ajudou, rapaz. É mesmo, é? Caiu numa roubada. Por quê, caralho? Caiu numa roubada grande. Pensa numa roubada grande. E quem me desafogou e foi muito gente boa foi ela. Porque tinha um... Eu não lembro, era trair e coçar? Trair e coçar é só começar. No multishow. Sim. Eu fui convidado. Cara, eu nunca tinha feito essa porra, velho.

Ah, não, vai ser legal você fazer. E a época minha empresária, eu tinha dito não a um projeto do Multishow por causa do pânico, eu não tinha como fazer. Não, faz lá uma participação que o Multishow quiser, porque eu esqueci o nome da galera. Uma dá aliviada, né? Custia e me curti, a gente boníssima. Christian.

Não. O acima dele lá, o Coroa lá. Puta, gente boa pra caralho. Caraca, esqueci o nome. Gente boa, eu vou pegar o nome dele aqui, um abraço pra ele. Gente boníssima. Não voltou o som, não. Ele falou que voltou o som pra gente, não voltou, não. Enfim. Não, eu já dei um desliga e desliga aqui, não voltou, não. O meu tá legal aqui. O meu tá horrível. O meu sumiu agora, voltou. Voltou? Voltou. Mas tá com puta ruído, estranho. Tá horrível. Mas enfim, não importa. Vai sem áudio mesmo. E aí, velho.

chegou pra mim, tinha um ensaio quarta, quinta e sexta gravava. Quarta era ensaio, quinta tinha um ensaio e gravando, e sexta era um gravando e um ao vivo com plateia. É assim. Era meio assim, né? Ensaia, grava sem plateia, almoça e depois grava com plateia, a mesma coisa. Você é de personagem? Não, eu era um eletricista. Ah, tá. Só que eu era o fio condutor do episódio inteiro. Com latim no texto.

latim. Ah, caralho, não era pouco. Meu velho. Meu velho. Era Cacau, era Márcia Cabrita, era aquele escapim. Pô, só gente fraca. Meu irmão, Daniela Valente, Daniel Valente. Todo mundo voando já. E então? Porra, dentro do projeto, meu irmão. E todo mundo dependia de mim. Eu falava pro cara, mano... O que você tá fazendo? Não faça isso. E eu não pude ir na quarta, no primeiro ensaio.

Por causa da agenda do pânico. Puta, você não foi no ensaio. Eu já fui no... Já pegou meio gravando. Eu peguei o pré-ensaio pra gravar. Puta que pariu. E quem disse que eu decoro o texto? Roubada-se foi legal, hein? Roubada-se foi bacana. O cara teve que colar. E o menino do Traico Assay é filho do Caruso. O roteiro. Sim. Ele não deixa trocar... Uma vírgula. Uma palavra do texto.

O texto é esse. A pegada ao texto, né? Não, porque é o texto. Mas você não sabia que era assim, quando você aceitou. Não, eu fui ler o roteiro e falei, gente, não vai dar. Você não sabia que era nessa pegada. 30 páginas e ao vivo. Você não sabia que era nessa pegada. Não, claro que não. Você não aceitava, caralho. 30 páginas de texto. Puta que pariu. E no pau, né? Sim.

Eu fiz o Dono do Ar, oito temporadas Com Nabote, a Patrícia Travassos O Ari França Roberta Santiago Cara, a gente ensaiava Eu decorava 25 páginas diariamente E eu era isso, o Américo O Américo Conduzia o episódio Inteiro, né? Entrava um, saia o outro Eu tava sempre ele, era o Dono do Ar

E aí, cara, a gente ensaiava, gravava sem plateia, almoçava, entrava pra plateia. Punha a plateia. A gente gravava. Por quê? Porque a maioria das... 80% se usa que tem a energia da plateia. Sim. Aí, se alguma entrada, alguma coisa errada ali, pega do que gravou sem plateia e cola ali, entendeu? Oito temporadas. No começo, eu senti. Depois, eu fui pegando o ritmo, fui me habituando.

Tá ruim aí seu áudio? Entrou aí? Melhorou? Não, tá estralado. Tá estralado. Então deixa. Não vai ter telefone hoje, pô. Queria tanto atender telefone. Quer usar o meu pra atender a galera? O meu tá rodando, mas não sei se vai atender a galera. Desculpa, aqui deu um... O que que acontece? Falta o Luiz?

Caiu e voltou e aí entrou o gerador, né? Aí deu alguma merda aí. Mas enfim. É, o teu tá bom. É, mas é porque eu tirei agora aqui. Não, meu. Tá roou ou não? Não, então agora tá podre. É. É de lá, Isaac, é daí. O teu, eu dou... Nossa senhora. Aqui, ó. Melhorou a bola. Aqui, ó. É. Claro que tem. Ih, papai. Pô, quase. Do Malfrino eu vou resolver. Não, meu tô... Vai lá, mexe. É, o teu tá bom. O teu tá bom. Agora sumiu. Agora sumiu. Não, tá sem áudio? Tá, não tô me ouvindo aqui, não.

E agora? Alô, alô, alô? Horrível. Tá podre. E agora? Nada? Agora foi. Foi? Boa, boa. Boa, boa. Baixo um pouquinho, baixo um pouquinho. Aqui, achei. Melhorou? Beleza, beleza. Boa. Tem telefone aí, Boleto? Será que vai vir, Isaac, o telefone? Será que vem? É, eu tô ouvindo você, mas horrível, tá? Eu não ouvi nada. Vai ficar ruim nesse áudio aqui?

Ah, é nessa linha que você fala comigo, né? Então não tem como recomeçar a tua placa aí? Pelo menos a placa de áudio pra gente. Se der. Beijo. Já, já, você me chama. Telefone não tem agora. Quem sabe, né, meu? Porra, vai. Super Maurício Manfrini. Porra, meu, é brincadeira. E como é que tá o Rio, cara? Porque faz tempo que eu não vou lá. O negócio tá meio... Como é que tá lá? Tá salgado, cara. Tá salgado? Tá salgado.

Tá salgado mesmo? Tá salgado, cara. De novo, sem governador, né? De novo? Cara, antes fosse esse o problema do Rio. Tá aqui, pariu. De novo, sem governo, de uma maneira geral, então as coisas ficam... Ao Deus dará. Ao Deus dará, cara. Tá bem complicado.

Sumiu o cara que o Alésio tava preso. E um lugar tão bonito, né? Como o Rio de Janeiro. Lindo, cara, mas... Puta que pariu. Se andar de madrugada, andar de noite... Tá fudido. É bem complicado, cara. Rio de Janeiro é uma pena, né, bicho? Voltou aí, Bola? Vê se voltou. Agora voltou, agora voltou.

Foi, agora foi. Boa, garoto. Gostei de ver agora. Vamos ver se tem alguém no telefone. A gente atende ouvinte aqui. Na rádio? Nos tempos da Tupi. Na rádio. Tem coisa melhor que na rádio atender ouvinte, cara? É muito legal. Aí, ó. Quem fala? É o PH, tudo bem? Fala, PH. Fala de onde, irmão? Quer que aumente diminui, tá bom? Pô, meu amigo, tudo bom? Sou grande fã de vocês, meu brother. Obrigado, irmão. Obrigado. Você fala de onde, PH? Ó, eu tô falando da Holanda.

Porra! E aí, o coffee shop? Só na marofa aí. O Carioca tá falando, eu não consegui ouvir direito. Coffee shop? Como é que tá o coffee shop aí? Só no coffee shop? Ele não tá me ouvindo? Será?

Tá normal, ele não tá... Tá ouvindo o PH? Ele foi no coffee shop. Sim, sim, agora eu tô ouvindo, né? Porque aquela hora eu tava falando junto com o Carioca e eu não consegui ouvir direito. Tá só na mão. Ó, gostaria muito de fazer uma pergunta pro Paulinho Gogó. Fala aí, Fichamento. Assim, eu queria te perguntar. É uma pergunta meio clichê, mas eu gostaria de ouvir de você, assim...

Qual que é o limite do humor pra você? Porque, por exemplo, antes eu ouvia muito Pânico de Papai e na época dos meninos, cara, nossa, eu fiquei fã do Carioca quando ele simulou aquela briga com o Alexandre Frota no meio do programa, que lá foi a loucura.

E lembro também da vez que o Bola ficou embriagado, os caras chaparam ele. Nossa senhora! Colocaram ele dentro de um caixão, fingiram a morte dele. Então o humor era bem mais tranquilo. E hoje parece que tá tudo a mesma coisa, só stand-up. Ou os caras sobrem lá pra falar besteira. E sabe, fica aquela mesma coisa sempre. Então eu gostaria de saber de você qual é o limite do humor pra você.

Ah, o limite do humor, pra mim, é o meu limite, né? Até onde eu posso ir, mas isso é uma coisa muito particular. Tem histórias que eu contava antigamente, e aí eu percebi que eu não podia mais contar aquela história, parei até mesmo porque as pessoas pararam de ir, de determinadas histórias. Então eu mesmo fui percebendo, cada um sabe onde pode ir, né? É o limite, é. Cada um tem um estilo. Cada um calcula o seu. E como cada um tem um estilo, cada um sabe até onde, né?

deve prosseguir nas histórias. Eu, como, assim, graças a Deus, eu nunca tive nenhum processo, nunca tive nenhuma conclusão. Zero, zero. Que legal, velho. Até porque o Paulinho Logó, ele fala da Negra Juju, que não existe, fala do Paulinho Tuntum, que não existe, fala do Birico Tico, que não existe. São histórias fictícias que eu vou, que eu vou elaborando ali, vou criando e vou colocando no universo do personagem. Então, eu não me causo nenhum problema, nunca tive nenhum tipo de problema.

Você não fala palavrão, né? Não, é por causa do circo, cara. É por causa do circo.

Criançada, né? Você foi... Você foi... Ele foi educado ali. E aí, às vezes... Que legal. E eu me divirto com as analogias, né? Eu me divirto com... Aí, tipo assim... Maluco, eu fui... Eu tô com 56 anos. Cefato Venere, tá? Aí chegou na época de ir no proticologista, né? No proticologia, é verdade. Meu irmão, o cara meteu o dedo no final da minha tripa.

Aí ele ficou ali O final da tripa, todo mundo sabe o que eu tô querendo dizer É muito legal Eu gosto de falar isso Mas isso é muito legal É um caminho maravilhoso E eu me divirto Não é que eu seja contra o palavrão Por exemplo, o Emerson Ceará Me mata

O Emerson Ceará me tira do prumo. Cara, o Emerson Ceará é um negócio absurdo. Eu fui no show do Emerson Ceará com minha esposa e com meu filho, eu tive que parar de rir porque eu fiquei preocupado com minha esposa e com meu filho, que eles riam, mas de passar mal. Ele é retardado. A maneira como ele fala... E o Emerson, ele abria show meu também lá no...

Curitiba comedy, de roupinha de garçom, cara. Novinho, bicho. Ele é muito bom. É, fabuloso. A história que ele fala, não, porque eu fui... É puteira que ele fala que eu gostei, né? Eu vou na cidade, eu faço show, eu gosto de ir no puteira, que era o pior, eu pergunto qual é o pior. Qual é o pior. Eu gosto da carniça que ele fala, né? É, aquela quenga mesmo. Eu gosto de andar e o pé ir agarrando no chão, assim, colando. Nossa senhora.

É o Emerson Ceará. Então, quer dizer... Cada um tem o seu. Cada um tem um jeito, né? Mas eu me divirto com um monte de gente aí que fala um palavrão, que não fala. Eu acho... Só eu que achei esse caminho, me diverti com esse caminho de arrumar as analogias e...

E tô indo em frente. Tá respondido? Sem limite. O humor não tem que ter limite, viu, rapaz? Então, o limite é de cada um. Eu tenho coisa que eu não faço. Claro, e tem gente que... É bom ter o Emerson também, que não tem limite. O Emerson tem limite zero. O humor do Paulinho Gorgó é diferente do Serginho de ontem, né? Porque o do Serginho já é diretamente com as crianças e ele não tem filtro, não. Ele vai com as crianças, ele fala, fala, fala. É, é verdade. O Paulinho já respeitou mais, é. Tem razão.

Valeu, irmão. Um abraço. Valeu, valeu. Tá mais um aí, Boleta. Vamos lá. Você pode usar nossa plataforma. Tá aqui no chat. Liga pra nós, mande seu superchat. Isso, entra aqui. Aqui não tem erro, meu querido Maurício Manfrini. Essa lenda do humor brasileiro. Esse é bom demais. Tá louco, velho. Um cara que a gente adora, né, Boleta? Porra, pra caralho. Puta, é muito legal quando você vem aqui.

O público te ama e... Graças a Deus. Pra gente aqui, cara, que tem um podcast que... Não adianta, né? Nosso podcast é amplo, mas o humor é aqui. Aqui é o que pega isso. É, o humor aqui. Alô. Olha, lá vem. Alô. Alô. Quem fala? Oi, Matheus. Fale, Matheus, tudo bem? Tudo bom, uma honra estar falando com vocês aí. A honra é toda nossa. Fala de onde, irmão?

Falo de São Paulo, aqui da região do Tatuapé. Tatuapé, o que você manda, meu velho? É, só falar uma coisa rapidinho também. Carioca, fui assistir você lá no Bradesco, lá no teatro. Acho que foi o primeiro que você fez. Foi maravilhoso ter visto você aqui. Aí você foi no dia que eu fui. Exatamente. Ah, legal. Foi muito bom, foi muito bom.

É muito bom. Eu tenho que contratar o Bola pra estar na plateia. É muito bom. Facilita, facilita a vida. É muito bom, é muito bom. Foi maravilhoso. E falar pro Paulinho Gogó assim que, pô, ele é um humorista sensacional. Tem toda razão. Os filmes que ele fez também são maravilhosos, né? Os farofeiros aí então nem se fala. E eu queria saber dele se ele tem algum projeto aí de filmes novos aí pela frente.

Tem os que eu falei que ele falou. Acho que você tá na entrevista não, né? Você não precisa. Não, não. De repente ele tá perguntando se eu vou filmar. Entendi. Porra, mas caralho. Eu vou filmar O Açougueiro. Acho que esse ano aí, no segundo semestre. O Açougueiro. É. É O Açougueiro. É uma história de humor com lutas marciais. Mas já tá pronto esse roteiro. Caralho, tá sendo roteirizado. Cara, deixa eu te dar uma dica então. Tu viu um filme chamado Estômago? Vi.

Tem tudo a ver com o Açougueiro. Aquele filme é do caralho, né? Mas vai lá, conta aí. O Açougueiro e tem um que eu devo rodar em dezembro, né? Com a Luísa Perricê, filha da Heloísa Perricê. Ah, é? A que cantou música de funk, aquela garota figura. Figuraça é ela. Então a gente tá, tem esse projeto. Tem uns filmes pra serem lançados, né? Que é isso que eu falei. Ficaresa Não Vão Pro Céu, Marido de Aluguel.

Mentira tem perna curta, Missão 71 e Farofeiros 3. Maravilhoso. Certo, Matheus. Obrigado, meu velho. Valeu, Matheus. Valeu. Açougueira é um figura, né, velho? É. Mas o açougueira é um cara misterioso, e aí ele se mete com o pessoal que não é pra se meter. Ô, Bola, tu já viu esse filme Estômago? Não. Porra, assiste. Ô, Gabi, lembra aí. Acha aí. Assiste esse filme. Onde tá?

Eu posso vir aqui. Alguma plataforma dessa. Meu irmão, assiste essa porra. Estômago. Uma época tava no Netflix. Assistam esse filme. É pra mim um dos melhores filmes brasileiros assim. Disparado. Porra, é bom demais, velho. Vou ver. É um filme que te prende. É um filme bom pra caralho. É do Marcos. É um filme maravilhoso.

Que eu pago um pau, cara. Aquele filme ali, eu vou falar pra você. Que filmaço brasileiro. E não é um filme novo, não, hein? Tem um tempinho. Quem tá falando? Pô, meu nome é Max. Fala de onde, Max? Pô, tô falando de Balsa Nova, Paraná. O que que cê manda de bom, irmão?

Pô, queria falar que eu gosto muito do programa, um abraço pra vocês aí, pro Paulinho Gogó, às vezes eu tô com a televisão ligada no SBT e aparece ele na praça lá. Valeu, fechamento! Eu queria perguntar pro Carica se tem alguma previsão dele vir pra Curitiba, que eu quero muito ir no show dele, eu fui no Morfobia.

Porra, homofobia, eu não fiz Curitiba, né? Eu preciso fazer Curitiba. O cara acabou tendo pilha. Eu vou... Eu vou dar um jeito, pode deixar. Eu vou falar com o meu maioridade pra fazer Curitiba. Ó, vai estar 3 de maio no Netflix. Eu quero muito ir no chão do carinho.

13 de maio no Netflix, tá bom. Deixa comigo. Eu queria também falar pro Boleto aí xingar o chat do YouTube, velho. Tem um chato aqui que fica cornetando a live. É os filha das putas. Para de encher o saco, caralho. Cambado de vagabundo. O que vai acontecer? O que desiste? Engasgado com a espinha de peixe. Seu trouxa do caralho. Mas se fuder, tchau. Valeu, Max. Obrigado.

A gente chata, velho. Porra, tomar banho. E tá com a Kiara aí, gostou dela, cara. A Kiara não. A Kiara é do Bola, tá, gente? Ela tá aqui, hoje vem me visitar. Como eu não convivo... Quem tá falando? Mas ela é bem mais boazinha que a Bela, hein? A Bela é mais... Mas é. Alô? Alô? Alô? Quem fala? É o Bira Caminhoneiro. Ô, Bira, tá onde agora, irmão?

Ah, hoje nós estamos na França de novo. Na França de novo? Que legal, irmão. Aqui só liga gringo, tu já reparou. O que você manda, Bira? Bateu. Capotou o caminhão. Tô ouvindo, né? Você tá ouvindo? Tô ouvindo, tô ouvindo. Você tá no caminhão?

Eu tô, mas eu já tô parado aqui. Se eu buzinar aqui, o pessoal fica doido. Buzina, buzina. Tá só de leve aí, vai. Pera aí, pera aí, então. Pera aí, então. Pera aí, pera aí. De leve, vai. Os caras vão ficar louco meio aqui.

Fala de leve, cara. Eu tô dormindo, caralho. Que tarde, mano. Cala cor de outros caminhoneiros do posto, velho. Que bicho louco, velho. O que você manda virar? Eu vou falar que eu sou fã do Paulinho Gogó, dos seis também aí. E eu queria perguntar pro Paulinho Gogó, que conselho lhe dá?

pra esses novos humoristas que estão se surgindo, essas novas pessoas que, querendo ou não, com o tempo vai substituir, né? Com o tempo vai pegando essa mesma, esse mesmo jeito de fazer humor. Que conselho que ele dá pra esses novos aí, pra essas pessoas que estão começando? Mais ou menos uma linha pra se seguir. É só isso mesmo.

Obrigado, irmão. Cara, assim, persistência. Tudo de bom pra vocês. Valeu, Bira. Valeu. Cara, tem que ter persistência, né? Tem que ter perseverança, tem que ter determinação. Insistir, né, irmão? Insistir. Cara, hoje tem a internet, tem umas paradas que dão uma facilitada. Mas na nossa época, era só a rádio. Não tinha internet. Eu acho que essa época que a gente começou...

Você deve ter começado bem antes do que eu até. Acho que mais ou menos contemporâneo. Eu comecei em 95 na Rádio Tupi. Eu em 96, é. Em rádio eu comecei em 88. A bola é casca. Mas assim, o problema do nosso trabalho era a aprovação de alguém. Você tinha que, de etapa em etapa, chegar em pessoas pra que elas pudessem deixar você fazer o seu trabalho.

Esse dia que fica fazendo shows internos, esse cara é bom, vai lá, testa. Era o boca a boca mesmo. Hoje, com o celular, o cara, o público já prova direto. No quarto, o cara faz um vídeo ali legal, aquilo viraliza. Como é que o Paulinho e o Gogó falaria pra eu dar uma mijada rapidinho? Passeiro, vai lá levar o gigante pra chorar. Não demora, não. O que mais? Águinha do joelho? Água do joelho. Só não pode deslizar o Moreno, senão vai demorar. Tá bom, vou só tirar água do joelho. Alô!

Alô, quem tá falando? Tiago. Fala, Tiago, tudo bem, irmão? Fala de onde? Portugal. Portugal, que beleza. O que você manda, Tiagão? Primeiro de tudo, mandar um abraço para todos. Obrigado. Mandar um grande abraço também para o Maurício. Eu sou felizmente.

Valeu. Eu consegui seguir o conteúdo de todos. Já do bolo, né? A New York já se vim com a altura do fã. Dá pra entender bosta, hein, Tiagão? Tenta ligar de novo, irmão. Por favor, pode ser? Vou tentar. Obrigado. Tá uma merda a ligação, velho. Pelo amor de Deus. Vamos pegar outro aqui. Alô? Elu?

Fala, Bola. Fala, Betão. Tudo bem, irmão? E aí, tá de boa, meu brother? Tô de boa. E você, meu velho? Ah, tô tranquilão. Vou fazer só uma pergunta aí. Você ainda tem contato com o Gerson lá? Tenho menos, mas ainda tenho, irmão. Ainda tenho contato com o Gerson, sim. Tá ligado, né, Bola, o que eu tô falando?

Ah, do troca-troca? É, passado, não. Esse contato eu não tenho mais, irmão. Fala pro Paulo Igogó aí depois, explica pra ele. Ele ficou bravo comigo, irmão. Puta que pariu. É verdade, mano? É não, é nada. Era zoeira. Ah, só zoeira. Pô, lógico, cara. Perdeu um amigo. Puta, ficou puto comigo, irmão. Pelo amor de Deus.

Caralho, bola, tu é sacana, velho Puta que Vou inventar alguma coisa, com quem? Meu brother, inventei aquilo, né Betão Mas fazer o que? Ele não foi no seu casamento, não? Não conseguiu, infelizmente ele não conseguiu Foi uma grande falta no meu casamento Mas ele não conseguiu Só uma pergunta pro nosso convidado hoje aí Faça Paulo e Gogol, o senhor tem Quantos anos de idade? O senhor tá velho E aí

Tô, já acho. É mais novo que eu, pô. Tô com 56. Ah, não. Achei que só tinha uns 70. Você tá doido? Puta que eu, puta louco, velho. Tô brincando, meu brother. Sou um fãzão seu, viu, velho? Sempre peguei suas piadas lá na praça pra falar na escola, pra zoar. Você é um professor pra galera aí. Valeu. Obrigado pelo carinho, tá, irmão? Valeu. Um abraço.

Já foi, Bola? Já deu a gama. Já desliguei cá, chamou o cara de 70 anos. Desliguei na hora, cara. Uma bananinha pra dar aquela... Alô! Quem fala? Zero sugar, zero sugar. Fala, boleta! Fala, Samuel. Tudo bem, irmão? Beleza, meu nome é Samuel Campos, cara. E eu tô aqui de Juiz de Fora. Eu tava acompanhando o programa mais cedo. É o Juiz de Fora, hein? É isso aí, vi que o Paulinho Gogol, Manfrini, nosso ídolo, vai tá aqui na cidade. Isso, isso. Isso aí, ajuda a divulgar, por favor.

Exato, cara. Aí o Carioca foi e perguntou de algum link, alguma vaquinha, se tava rolando. Aí, ó. Aí eu queria falar um pouco mais sobre a situação da cidade, né, como é que tá. Porque a catástrofe da chuva aqui aconteceu no final de fevereiro. Foi feia a coisa, irmão. Foi feia, cara. A cidade, porra, que é uma cidade, pô, média grande, né, 500 mil, 600 mil habitantes. Cidade de estudante pra caramba da região.

E o que mais assustou foi que a chuva pegou de várias classes sociais da cidade, entendeu? Em pontos variados, em várias classes sociais. Pegou a cidade inteira. Exato, em vários locais diferentes, sacou? Tá louco, irmão. E pegou do rico ao pobre. Então assustou mais quando acontece assim, né? É.

Mas aí, como a catástrofe já tem, já tá fazendo quase três meses, aí acaba que as vaquinhas, ela vai diminuindo a divulgação, né? Vamos dizer assim. Mas vamos divulgar mais, irmão. Vamos lá, pô. Então, aí o Paulinho Gogol falou... Aproveita que ele vai estar aí, velho.

Exato, cara. E o Paulo Engogó falou que um dos pontos de venda é o Zine Cultural, que é um site bem conhecido aqui em Juiz de Fora. É na Praça dos Namorados, não é isso? Ali é a Zine Cultural? Exatamente ali. Isso, isso aí.

E lá, cara, quem for de Rio de Fora, quem for da região, eles ainda estão recebendo arrecadamento. Ou a galera que quiser entrar no Instagram e procurar pelo Zine Cultural, eles respondem o WhatsApp, o Direct também tem o WhatsApp lá, sacou? Então dá pra galera perguntar sobre uma vaquinha oficial que ainda esteja rolando. Porque eu que sou de Rio de Fora não conheço uma vaquinha ativa hoje em dia.

porque o boom foi na época é sempre assim ainda bem que tem cara como o Paulinho e o Golgorban e Pedro Bismarck Bismarck é ídolo da Juiz de Bó de Região por ser daqui obviamente

E juntando com essa fiera do Paulinho Gorgó Vai ser um espetáculo esse teatro Imperdível em Juiz de Fora Dia 13, quarta-feira que vem Às 8 horas da noite no Cine Teatro Central Pode comprar o ingresso No uniticket.com.br Ou no Zine Cultural Na Praça dos Namorados em Juiz de Fora Paulinho Gorgó e Nesta Capitinga Maravilha Um abraço pra vocês aí Carioca, saudações ao vinegro Hoje tem fogão e raci Ah, eu tô muito animado com Botafogo

Nossa Senhora. Perdeu pro remo, dei de casa. Valeu, Samuel. Valeu, Bonita, valeu, Carica, valeu, Paulo. Um abraço, tamo junto. Chega lá na quarta-feira, Samuel. Cola lá, Samuel. Elu? Cupom, vai com o seu cupom. Vai com o seu cupom, é bom pra caralho. Leva o cupom. O cara tem um cupom. Alô? Fala, cupom.

É o David Braga de Araruama. Olha ele aí. Puta, esse aí também tá se tornando, irmão. Não dá nada. Você conhece o David Braga, provavelmente. Direto? Tá direto, hein? Pô, um gordinho que vai tudo. Um David Braga é um figuraço. Fala aí, David.

Manfrini, eu queria te perguntar o seguinte. Eu acompanhei você muito tempo na Patrulha da Cidade, na Rádio Tupi. Sim. Eu queria dizer como é que foi para você chegar na escolinha do professor Raimundo com aqueles monstros lá, Chico Anísio, João Cláudio Moreno.

Eu não trabalhei com o João Cláudio Moreno, ele já não tava mais. Mas trabalhei com aquela galera toda. Rogério Cardoso, Tom Cavalcante, Nesta Capitinga, Francisco Milani, Di Cro, meu padrinho Di Cro, Zé Lezinho que esteve aqui. Zé Lezinho é gente. Zé Lezinho me ajudou pra caramba. Zé Lezinho é maravilhoso. Zé Lezinho me ajudou demais. Na hora dele voltar aqui, né?

Eu amo, amo demais Foi outra procissão pra entrar na escolinha Eu fazia a Rádio Tupi E aí, cara, o Luiz Penido Narrador Meu padrinho também Junto com o Apolinho Os Apolinho, Oston Rodrigues Meus padrinhos, cara Aí eu fazia o esporte, programa de esporte do Luiz Penido Fazia vários personagens Na pré-hora, né, no domingo A gente ia pra um Determinado botequim, cada domingo um botequim E aí

Eu, Paulo Júnior e o Grupo 100%. Paulo Júnior. Paulo Júnior, o Grupo 100%. A gente ficava lá, tinha um patrocinador, que era uma cervejaria na época, e a gente ficava entrando ali no ar, fazendo as brincadeiras com os personagens. E aí um dia eu cheguei, cara, na minha sala, na patrulha, tinha uma mensagem assim, Manfrini, ligar pro Chico Anísio, assinado Luiz Penida, e tinha um número de telefone. Aí eu falei, cara, como assim ligar pro Chico Anísio, cara?

Fiz alguma merda. Não, merda não, mas era tudo que eu queria. Acho que era trote. Era tudo que eu queria. Entendi, entendi. Falou, acho que ela tá me zoando, acho que ela tá me sacaneando. E aí, cara, quando eu esperei, eu não liguei, esperei o Penido chegar, a Luiz Penido chegou, eu falei Penido, o que que é isso aqui? Você ligou? Falei, não, não liguei que é o que? Não, cara. Chico Anísio entrou no ar ontem pra divulgar um show, ele é muito meu amigo, ele já trabalhou aqui na Rádio Tupi como comentarista esportivo.

e entrou pra divulgar um show, e fora do ar eu falei com ele, pô, Chico, você gosta muito de trazer o pessoal do Nordeste, o pessoal do Ceará, mas tem um carioca aqui na Rádio Tupi, ele faz umas vozes, faz a patrulha, faz criança, velho, bandido, polícia, ladrão, pivete, faz essa parada toda, e aí ele tem um personagem bacana, dá uma oportunidade pra ele. Eu falei, você tá brincando, Penida? Ele falou, então liga pra ele. Aí começou, aí liguei.

Aí atendeu o seu Wilson, o cara que trabalhava com ele, um coroa. Aí ele falou, tá bom, vem aqui na...

Ah, meu Deus. Eu tinha dublagem ali na usina. Tinha Herbert Richard. Que ali alugava. A Globo... Atrás do Borel. Na frente do Borel ali. O Borel ali atrás. A Globo gravava a escolinha ali, né? A escolinha gravava ali. Tinha um estúdio que eles alugavam ali. Ah, não sabia. E aí fui, cara. Aí o Chico me recebeu. Ah, tudo bom? Não sei o quê. Eduardo Sidney. O que me deu o conselho pra mudar de nome do personagem. É. É.

Cuida do Maurício Manfrini, Paulinho Gogó. E ele te testou, já não vai lendo? Não, escuta. Ele falou assim, ele é peixe do Luiz Penida e do Apolinho. Arruma um aquário com bastante água pra ele. E aí começou aquele processo todo, vai, não vai, vai, não vai, vai, não vai. Cara, eu comecei a ficar muito ansioso, porque achei que ia ser um processo mais rápido.

E aí eu ia e me chamava, o Eduardo me ligava assim, tá onde? Falei, tô aqui na rádio, tá ocupado aí? Falei, não, já acabei, é patrulha. Dá um pulinho aqui na redação, que estava ali no Leblon. Na redação. Eu ia pra redação, ele ficava conversando comigo, conversando, conversando, conversando, conversando, e nada acontecia, bicho. Eu comecei a achar que o cara estava me cozinhando, esperando eu desistir por vontade própria.

De repente o Chico perguntar, ah, ele desistiu, não veio mais. Nunca era. Pra ele não me dispensar. Eu comecei a achar isso, né? Comecei a achar isso, ele me explicando as coisas e nada, nada, nada. Ó, você não pode entrar agora porque na escolinha os alunos são crianças, mas os profissionais são aviões, são negros que já estão voando. Se você entrar agora e se queimar, não vai ter outra oportunidade. Eu tenho que preparar você pra você entrar.

com firmeza, falei, ó Eduardo, eu já faço show pela rádio, trabalho em rádio, ele não, uma coisa é uma coisa, ali você vai estar do lado só de fera, aí eu fui entendendo isso quer dizer, ele botou mais desespero em você não, mas aí eu fui entendendo a preocupação dele, cara, aí eu tava fazendo show pela rádio Tupi um dia aí, tocou meu telefone numa sexta, ah não, o Eduardo Sidney me ligou, mas eu falei ó, vão acontecer uns testes na escolinha, que a escolinha era dentro do Zorra Total, não sei se você lembra disso, a escolinha era um quadro dentro do Zorra Total E aí

Muito tempo. E esses testes irão ao ar.

São vários alunos, tá bom? Fica ligado. Precisa contar uma coisa tua, pra não ter que decorar um texto, uma coisa que já tá acostumada. Beleza, tô aguardando, cara. E eu fiquei vendo todo sábado um humorista, o outro humorista. E nunca chegava a minha vez, cara. Assim, dois meses e nada, nada, nada. Eu falei, ah, não vai me chamar. Aí um dia eu tava fazendo show da Rádio Tupi. Já tinha meio desistido. Eu tinha meio que acostumado com a ideia de...

De que não vai rolar. Quando eu tava pra entrar no show, cara, tocou meu telefone e celular, eu olhei Eduardo Cisnes, só que o cara já tinha me anunciado, eu tive que entrar, fiz o show, não atendi o telefone. No caso, acabou, eu liguei, era uma sexta-feira, e nada, desligado, desligado, passei o final de semana todinho ligando e desligado. Na segunda-feira eu liguei, Eduardo atendeu. Eu falei, ó, mano, eu tava Itaipava, o telefone lá não pega.

Seguinte, quarta-feira vai ser o último dia de gravação da Escolinha, depois vai entrar de férias. Você vai ser o último a gravar, tá bom? Falei, uma maravilha.

E aí fui, cara, só que alguns alunos desses que gravaram, que foram lá, eu conhecia e fui perguntar aos caras como é que é. Aí os caras falavam assim, meu irmão, o Chico Anísio, quando olha, meu irmão, é um negócio arrebatador, eu tremi, minha boca secou, eu fiquei nervoso e eu fui pegando informações pra poder eu me preparar.

Aí teve um que falou assim, cara, eu pedi pra ensaiar, ele falou, pô, você quer ensaiar piada? Pô, aí... Aí eu já sabia que eu não podia ensaiar, que não ia ter ensaio, certo? Aí pensei numa história minha e fui, cara. Aí entrei com o André Lucas, aí cheguei lá, naquela salinha. Antes de entrar no estúdio, não tem uma salinha dos atores que ficam ali? É, um cabarenzinho. Não, não, uma salinha, espera, não tem.

Aí fiquei ali, cara, em nada, nada, nada. Me chamava a gravação rolando, em nada, nada, nada, nada, nada, nada. Eu cheguei em oito horas da manhã, cara, era quatro horas da tarde, em nada, bicho. Caralho. Começou a me dar vontade de mijar, cara, em nada. Eu fiquei com medo de sair, o cara me chamava na hora. Você não tá lá.

Meu irmão, só que eu falei, eu vou mijar na calça. Quando eu entrei no banheiro, o cara bateu na porta. Mano, Freire, vambora. Chico tá te chamando. Fui, cara, meu irmão. O cara me deu as porra. Meu irmão, o cara te chama. Se eu não tá, ele pula e você perde a vez, cara. Falei, meu irmão, tô desde oito horas da manhã tentando... Não, vambora, vambora.

Aí, cara, entrei. Aí o André Lucas entrou comigo, fazia o Polícia, P.U. Alice, esse Drilha, Autoridade Máus, mas o André Lucas, filho dele, né? Sim. Filho dele, entrou comigo, ele fazia um taxista, aí entrou o Chico. Professor Raimundo, esse aqui, ó, esse aqui é o Paulo, Paulinho, Paulo, na época, Paulo Tantan do teste. Paulo Tantan, ele veio falar um negócio antigo. Aí eu fui contar, tem uma história.

Eu não vi o Chico, assim, na minha cabeça, né? Eu não vi o Chico, cara. Assim, eu contei a história e aí no final da história a turma veio comigo, né? O pessoal fez aquele oba-oba. E quando acabou, assim, aí eu falei... Aí eu fui na mesa, assim, a apoia, assim, falei E aí, professor? Como é que fica a minha situação?

Aí o Chico me olhou assim, não, não, faz o seguinte, segura essa fita aqui, entrega pra dona Escolástica, que era a Lupe Giliotti, que era a irmã dele, entrega pra dona Escolástica, que eu vou avaliar isso daí. Aí na hora eu surtei, falei, não, mas vai avaliar o quê?

Ó, não posso ficar sem estudar, hein? Essa escola é melhor que tem, mas tem outra escola no outro canal aí. Ele tava puto que tinha... É, a escola do barulho. Do barulho, do barulho. Tem uma outra escola aí. Se eu não arrumar a vaga aqui, eu vou pra lá. Olha só. Meteu louvor. Oza dia, oza dia. Olha, se eu não arrumar a vaga aqui, eu vou estudar lá, que eu não posso ficar em casa sem estudar, irmão.

Aí ele, não, não, tá bom, tá bom, mas então quanto isso, mande um abraço pra Paulinho e Luiz Penida. Eu falei, eu vou mandar abraço pra assessor de imprensa meu, professor, tá maluco? Não sei o quê. Cara, aí deu uma surtada assim, aí saí, fiz uma brincadeira com a Cláudia Rodrigues, que era a dona Sirene, né? Brinquei com ela, ela veio na onda, quando eu saí, saí com a perna tremendo falei, pô, fiz merda, fiz merda, fui pra casa. Aí não, aí o André Lucas veio falar comigo, pô, legal pra cacete, hein?

Eu falei, porra, o cara tá me dando força. É, mas porra. Pra me segurar a minha onda. Quando acabou, o elenco inteiro veio falar comigo. Francisco Milani, o Dedé Santana. Porra, Francisco Milani. Todo mundo veio falar comigo. Porra, legal, hein? Legal, Dedé. Cara, eu achei que você fosse ficar nervoso. Você trabalha em rádio. Rádio é só... Não tinha imagem em rádio antigamente, né? É. Porque você ia ficar preso ali. Falei, não, já faço show, já. Essas coisas.

Não, tá legal, mas foi muito legal, beleza. Fui pra casa meio chateado, achei que tivesse feito merda. No outro dia o Eduardo Cisne me ligou. Ó, Manfrini, você foi o último a gravar, mas o Chico Anísio te escolheu. A partir do ano que vem você entra pra escolha que o Chico Anísio falou que você não, que você ignorou ele, que você foi, você olhou no olho dele, você falou, então aquela experiência que eu peguei com os outros, vou pra outra escola.

Fez a diferença. Fez a diferença, cara. E aí... Aí não, beleza. Vai começar a escolinha. Tranquilo. Pô, eu recebi a revista Época na... na Patrulha, né? Chegavam várias revistas. Aí tô lá. Revista Época. Cheguei num dia. Tava assim. Chico Anísio dá declarações bombásticas e fica suspenso da Globo por tempo indeterminado. Eu falei, puta... Já tava certo eu entrar. Puta merda. Aí, porra, aí o Dicró me liga, o Dicró. Fala, Paulinho. Fala, Paulinho.

Fala de Cro, porra, vai ser pé frio na puta que pariu. Cara, que maravilhoso. Ó, a velha arada quer te pegar de porrada lá, porra. Aí tu vai entrar, acaba o porra do programa, tu arrebentou todo mundo, vai todo mundo pra fila do Irenê. De Cro era maravilhoso, né? De Cro era foda. Falei, pois é, aí brincou comigo, passou.

Ano depois, aí o Aston Rodrigues me encontra no corredor da rádio, fala assim, dá um pulinho lá na minha sala, vê o que tá escrito lá no segundo caderno do Jornal Globo. Falei, o que foi? Dá uma olhada lá. Aí fui olhar, tava assim, dia 14 de março, a escolinha do professor Raimundo Volta ao Ar, com cinco personagens novos, entre eles, Maurício Manfrini, que faz o personagem Paulo Tantan, não sei o que. Aí no mesmo dia me ligaram, contrataram, aí a coisa começou, mas foi, cara. Aí você ficou o quê? Um ano? Um ano. Fiquei dois anos nessa... E aí

nessa... Não, mas no ar você ficou o que, um ano? Foi o último ano, foi 2001. O último ano. Aí acabou a escolinha, eu fiquei patinando ali no Zorra Total e aí eu tava, como é que as coisas acontecem, né? Eu brincava de rádio quando eu era criança, eu brincava do Washington Rodrigues e o Tabirian no show da madrugada na Rádio Globo, cara. Ficava ouvindo de madrugada e brincando com um colega meu, imitando, né? Aí tô na rádio, o Washington Rodrigues foi pra Rádio Tupi.

E nesse tempo todo ele me ajudou a entrar na escolinha, me apresentou o Chico. Passa, eu tô no Zorra Total, tô almoçando com o Washington Rodrigues e o Alberto Brandão. Lembra do Alberto? Alberto Brandão. Fala, Brandão. É, o repórter. Ficava de madrugada. Procurando cagada aí. Procurando tiroteio, essas coisas.

Tava almoçando com ele ali. Aí toca o telefone, cara. Toca o telefone do Apolinho. Apolinho, ah, Moacir, tudo bom? Moacir, Moacir, Moacir. Mas porra, Moacir, Moacir. Eu tô com medo ali, meu irmão. E a porra, tá bom, meu irmão. Tá bom, tá bom. Aqui, beijo. Pera aí, antes, fala com o Manfrini aqui. Fala com o Manfrini que ele tá insatisfeito lá no Zorra. Ele me deu o telefone. Falei, quem é ele? Moacir. Falei, que Moacir? Moacir Franco.

caralho. Eu falei, eu sou padrinho de casamento dele, falei com ele, falei, oi moci, como é que você tá, tudo bom? Tá insatisfeito lá no Zorro? Falei, tô aqui com o Carlos Alberto.

Carlos Alberto, o que você acha? Oh, manda aí, vem. E aí, cara... Tu já meteu Paulinho Gogó ou era Paulinho Tantã ainda? Não, já era Paulinho Gogó na época da escolinha. Já era Paulinho Gogó. Aí vim pra Praça de 2004 e aí... Caralho, ali foi a... Cara, e minha identificação foi maior ainda com a Praça é Nossa. Que ali, na escolinha, tinham vários alunos, né? Você dividia. Na Praça é eu e o Carlos Alberto.

E improviso, improviso. Vou cego, vou cego, vou cego. A rádio que me deu essa... Essa condição. Essa condição de você entrar com o assunto, ele fala um negócio, você lembra de outro. Sim, a rádio é... Desde 2004, né? A rádio é bizarro, né? Assim, a... Rádio é rádio, meu. A rádio, meu, dá aquela...

Aquele condicionamento, sabe? Vou falar em rádio a bola. Pois não. Eu queria falar que eu estreio na Jovem Pan. Opa, quando? Estou de volta. Que legal. Como chama o programa, Carica? Isso não é um talk show. Boa. Tá certo? Que dia... Dia 19 de maio.

terça-feira. O cozinho tá na mão, mas enfim, vamos em frente. O final da tripa tá na mão. O finalzinho da tripa tá na mão. Mas a vida é assim, feita de desafios, o time tá legal, trouxe uma galera legal. Sucesso, sucesso, irmão. E vamos lá. Valeu, Boleta. Sucesso. Você vai lá também, você vai lá também me ajudar. Eu não posso. Conta com a ajuda dos amigos, né? O Gabi não deixa. Você é Gabi? Você é Gabi, os que achou. Você é Gabi, os que achou.

a família Kiesa não pode ir porque meu tu tinha chato, a Gabi falou não, família Kiesa eu vou sim, eu vou com o prazer eu vou pensar em algo tem que pensar em algo fechado não vamos fazer terça-feira 10h30 da noite estreia

Isso não é um talk show na Jovem Pan? Boa, irmãozão. Fiz uma trilha, eu mesmo fiz a trilha. Que legal. Eu fiz uma trilha com o Iá. E vamos que vamos, meu. Boa sorte, irmão. Abertura sendo produzida, estamos lá. Vamos pra cima. Rebenta. Vamos aqui, Boleta. Super. Eu vou procurar aqui, porque eu tô meio perdidão aqui. Super Chats. Presunto perdidão. Super Chats. Temo de presunto perdidão? Eu adoro essas trocadilho com marcas.

Presunto é perdidão. Tênis pé, Manuel. Tênis pé, Manuel. Tênis pé, Manuel. A gente fez num pôr em banco Itacu. Itacu. É Itacu. Márcio enviou uma mensagem. Márcio. Bola, minha namorada adora sua budoga e você. Obrigada. Ela saiu recentemente de uma depressão forte. Então manda uma mensagem de parabéns para ela. Ela chama Bia. O Tica e as risadas ajudaram muito.

Um abraço pra vocês Obrigado Márcio Um beijo pra você, fiquei feliz Cuide-se, sai da depressão Que você saiu já, obrigado Minha Bulldog tá aqui, a Bela e a Kiara Cadê a Belinha? Cadê a Belinha? Vem com a Bela Tem pouco que Bela não vem aqui Vem Bela, aqui ó, toma Aqui Bela, ó Vem Bela Vem Bela Ela tá meio quieta A Kiara deixou a Bela mais quieta, o que houve?

Acho que a porrinha, muito ela, que ela era mais agitada, acho que cansa. Ô, Belinha, meu amor. Tá aqui pra você, Bia. Aí, Bia, a Bela aí. A Kiara é coisa maravilhosa. Calminha. Contrário dessa aqui. Essa aqui é terrível.

Vamos lá, mais uma boleta. Vamos lá. Beijo, Bia. Superchat ao vivo aqui hoje, Maurício Manfrini. Antônio Oacava enviou uma mensagem. Fala, galera. Eu moro aqui na Suécia e esse prato surstrômen é muito bom. Hereditário dos tempos vikings. Passa de geração para geração. Abraço.

Valeu, Antônio. É isso mesmo. É, ele tá lá na Suécia vendo a gente. Que loucura, né? Que a internet possibilita, né? Holanda, Portugal, Suécia. Você vê. Cara, a gente tem tanta audiência fora do Brasil. Mas como a gente entra nesse horário, o que acontece lá? A noite os caras estão indo pra dormir. Meio aí o cara... Escuta a nós. Obrigado, rapaziada. Audiência, nota 10. Aí, ó. Adolfo Silvestre enviou uma mensagem. Xandão. Grande Manfrini.

Conta as histórias com o Dicró. Conta a do presídio e a do seu bordão que ele te ajudou. Abraço a todos. Adolfo. Bordão, foi o Dicró que... Dicró. É porque o meu bordão na patrulha da cidade, eu falava antes do quadro, antes de eu contar a história. Então eu falava, sai da frente que eu vou entrar rasgando. E aí contava uma história. Quando eu fui pra escolinha, no primeiro dia de gravação, o Eduardo Cisne... Eugenia?

chegou Manfredo, eu tô preocupado com o teu bordão. Falei, por quê? Faltavam duas horas pra começar a gravação. Primeiro dia. Imagina se eu tava nervoso. Sai da frente que eu vou entrar rasgando. Aí eu saio da frente que eu vou entrar. Ele falou, fala esse bordão rindo. E não tem como falar esse bordão rindo. Sai da frente que eu vou... Então, ele falou, esse bordão, ele é prepotente, ele é arrogante. É de quem? Sai da frente que eu vou botar...

Eu sou bonzão. Eu sou bonzão. Isso vai quebrar teu personagem, vai derrubar, porque teu personagem é risonho, é brincalhão, é carismático. Então... Eu sou bonzão.

Entra sem bordão hoje, que a gente arruma um bordão depois. Porra, eu fiquei, cara, que entrar sem bordão, escolinha, meu irmão. Papo 10, se sei, digo, não sei, aí eu vou pra galera, né? Eles me aqui digam, é só bordão, escolinha, né? Eu fiquei assim, do lado de fora, porra, e bordão você não arruma de uma hora pra outra. Bordão é insight, né? Fiquei ali pensando em nada, nada, nada, aí porra, aí vem o Dickrow, aquelas camisas.

colorida, fumando ali fora do estúdio, né? Fala aí, Paulinho. Tá igual a barata tonta aí andando pra lá e pra cá? Eu falei, não. Aí eu contei a história pra ele, que o cara pediu pra não entrar com o bordão. Pô, esse cara deixa essa porra pra cima da hora também.

melhor cair em contradição do que cair... Melhor cair do terceiro andar do que cair em contradição. Falei, porra, melhor cair do terceiro andar do que cair em contradição. Pô, de cor, é bom, mas é longo de croque. Aí, porra, tu não tem porra nenhuma, ainda fica exigindo aí.

Ah, então vai lá, se vira aí, quem não tem dinheiro conta história. Mas ele falou assim, cara, e saiu. Caralho. Eu falei, como é que é, Dicoroni? Como é que é o quê? Ele nem se ligou, bicho. Como é que é o quê? O que você falou, não sei o quê, de dinheiro, história? Ó, quem não tem dinheiro conta história.

Aí o que ainda tem dinheiro? Quanta história! Porra, Dickroll, posso usar? Sorrindo. Posso usar, Dickroll? Pode usar à vontade, eu prefiro receber na justiça que rende muito mais. Cara, o Dickroll nunca falou isso pra ninguém. Eu é que nas entrevistas falo, faço questão de falar. Agora mesmo que ele não vai falar. Não, mas...

Eu falo pro Cagacu, uma das matérias mais legais do Pânico que eu gosto foi ele e o Dicró na Vila Mimosa. Mas ele não podia muito bem, ó, bordão do Paulinho quem deu foi eu, se vai gloriar, ele nunca falou, cara. Não precisava, né? Não precisava. Generoso demais, bicho. Não é só generoso, não precisa, né? Ele é fabuloso. É um cara que não precisa. Maravilhoso, Dicró. Dicró, saudoso Dicró. Puta que pariu. Eu fiz de costinha com ele na... Não, na Vila Mimosa. Na Vila mesmo, quase o que eu fiz. É genial.

Porra, ele tava sem paciência, velho Não, mas é o jeitão É o jeitão dele É o jeitão, eu tinha um carro A gente acabou de gravar Mas é a persona dele É a persona Ó, a gente gravava a escolinha A gente saia pro estacionamento, né E aí tem um dia que a gente saiu junto, cara Aí eu tinha uma tempra vinho Aí eu fui andando pra direção da minha tempra Ele parou assim, ô caralho Ó

Eu falei, o que foi? Pô, eu nem bebi, tô vendo dobrado. Aí eu olhei assim. Ele também. Ele tinha uma tempra vir e ele estacionou do lado da missa. Só que ele achou que ele tava vendo dobrado. Aí, pô, essa tempra é sua? Falei, pô, tu colocou gás na tempra? Eu falei, coloquei. Pô, eu tô pensando em colocar gás no meu também. Eu não admito ninguém beber no mar que eu lá em casa.

caralho, ele era muito bom e era espontâneo demais olha a cabeça do cara aí tu colocou esse gás aonde? eu coloco ele na Avenida Brasil, numa empresa ali aí beleza, eu vou lá contigo levei ele, apresentei o cara, o cara tem que fazer avaliação no carro

eu fiquei do lado de fora conversando com ele, cara, trocando ideia enquanto mexiam no carro dele. Nisso, vem um camarada andando assim e olhando pra ele de longe. Ele era tudo cismado, né? Ele ficou olhando o cara, conversando comigo, fumando. O cara vem chegando pra perto, o cara atravessou a rua, ele já virou de frente pro cara. Quando chegou perto, o cara quando chegou perto dele falou assim, o senhor é o de Croyle? Depende.

Lógico, pô Depende, tu é cobrador Ah, cara, não, sou muito seu fã Ah, valeu, obrigado Quem não é? Não, é porque eu comprei todos os CDs do senhor Ah, comprou, porque não, que não vou devolver porra nenhuma não O pessoal compra, se arrepende, me conta que é o dinheiro de volta Cara, ele era muito... Genial, é E tudo dele virava, tudo dele virava Eu tava gravando com ele na Praia de Ramos Ele tinha um quiosque ali

Cara, gravando com ele na Praia de Rambos, assim, passou uma coroa, mano, andando toda errada, loura, cabelo, a fé pra caralho. Aí ele olhou, e ela meio que passou na frente da câmera, assim, e falou assim, essa porra aí na cadeia é xuxa, caralho. Tô tão fútil, mas eu tô tão fútil, essa porra na cadeia é xuxa, caralho.

Mas bicho, o cara mandando O quadro que ele fez no Fantástico Lembra que ele fazia no Fantástico? Fazia um quadro, é verdade Foi depois da matéria dele Então uma vez ele saindo de Saindo numa Lamborghini Sei lá, num puta carro Ele olhou pra cabeça E um dia eu fui pobre, eu nem me lembro Cara, ele tinha umas Cara, eu gravei duas matérias com ele

Aí ele não gravou mais. Apareceu no Fantástico. Os caras literas... Ah, pegaram. Pegaram. Viram que aquilo era bom. Era o repórter do Fantástico no verão, caralho, na Praia de Rambos. Eu falei, porra, a mesma pauta? Porra, o Globo apelou, porra. Ele ficou porra. Ele falou, porra, não. Porque eu amava o Dick Rowe, né, assim. O Dick Rowe é sensacional. Porque como eu ouvia muito rádio, eu sei que ele era um cara do rádio no Rio, né, assim. Eu conheci ele no C10, cara. Lembra do C10?

Aquele circular que era... Caralho. Bairro de Fátima, passava aí pelo túnel da Central do Brasil, rodava Rio Branco, ia lá no bairro de Fátima, era o circular. Eu até desci do ônibus ali na Central do Brasil pra atravessar o túnel João Ricardo, eu pegava o ônibus, que ali derra salto pra caramba, né? Entrei no Sedek, sento do meu lado, de Croft.

Eu olhei assim, de croc? Depende. Tudo era depende. Ele tava indo pra rádio estupida, eu tava indo também. A gente começou a criar amizade dele, entrevistei ele na rádio. E aí viramos amigos, cara. De croc. Tem mais aí, carica? Tem. Olha, é. Temos aqui, ó. Renan Guerra enviou uma mensagem.

Fala, meus irmãos, tudo certo? Aqui quem fala é o Renan Guerra, da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Primeiramente, sou fã master de vocês três. E, cara, queria chamar vocês. O Carioca sempre fala sobre a arte, sobre parada de música boa. Eu acabei de lançar um curta-metragem chamado Artista, disponível no YouTube. E uma das músicas tem composição com o Michael Sullivan, nosso mestre. Enfim, queria convidar vocês para dar essa chance para algo novo. Valeu, um abraço e até mais.

Como chama o artista? Renan Guerra, documentário O Artista. O Artista, no YouTube. Vamos assistir, rapaziada. O trilha sonora de Michael Sullivan. Qualquer um não é Michael Sullivan. Ele é até a voz do Felipe Dilon, né? Parece mesmo. É de Janeiro. Porra, barra da tijuca. Barra da tijuca. Carioca sempre fala das paradas de arte aí, de cultura.

Um abraço, Renan. Boa sorte. Valeu, Renan. Ou artista, rapaziada. Ou artista no YouTube. Você pode ouvir aí. Boa sorte. SR Jorge enviou uma mensagem. Seu Jorge. Boa tarde, Marcão. Boa tarde, Carica. Boa tarde, Manfrine. Boa tarde. Grande ator.

Grande comediante. Eu quero trazer você aqui nas Filipinas. Você descendo meu treinó. Eu fazendo cachinhos no seu peito cabeludo. Beijo. Aí. Isso não bate nada bem. Todo dia ele manda mensagem. Berenhei enviou uma mensagem.

Boa tarde a todos deste programa. Eu estou ouvindo este programa todos os dias para aprender

speak português, falar português. Não dá pra filtrar esse cara, não? E aí, mano? Vem cá, vem. Falei que era o mesmo. Ele só muda o nome. O Rodrigo Scarpa começou assim, não foi? Não, não foi. Ele vai trabalhar aqui. Rafael Gomes enviou uma mensagem. Quer ver que ele mudou o nome de novo? Fala, bola. Fala, delegado. E aí, aqui é Rafael, da Carolina do Sul.

aqui nos Estados Unidos aqui, tô na parte da construção aqui, na carpintaria, coloco o fone de ouvido pra ouvir vocês aqui, e no meu nose cancel, porque tem uns espanaiados aqui, que as músicas deles é bravo, hein?

Grande abraço pra vocês, um abraço pro pessoal lá de Birigui, interior de São Paulo aí. Abraço. Obrigado, Rafael. Valeu, irmão. Tá na ralação aí, né, brother? Bom trabalho aí pra você, meu velho. Cuidado com o Weiss. Cuidado com o Weiss. Tá no calcanhar aí. Cuidado que o Weiss, que o Weiss te pega, te pega daqui, te pega de lá. Cuidado com o Weiss. Um abraço aí, boa sorte na Carolina do Sul. Super Vendas de Ocia enviou uma mensagem.

Eita menino, carioca bola e Ricardo Manfrini em um programa só. Só poderia resultar em um tica histórico. Amo vocês, obrigado por sempre estar nos divertindo. Que Deus dê muita saúde, que vocês continuem assim por muitos e muitos anos. Um forte abraço aqui de Jossiandre Barbosa, palestrante motivacional e também host do canal. Presta ou despresta?

Obrigado, irmão. Um abraço pra você. Tudo de bom, meu velho. Presta ou despesta, Jossiandri Barbosa. Boa, é isso aí. Que nome lindo, né? Jossiandri. Jossiandri. Tá nome de bosta. Hã? Hã? Nome lindo, Jossiandri Barbosa. Pedro Bertoletti enviou uma mensagem. Opa, carica, bola e gogó, meu sonho é bater um milhão NN ao meu canal Lorde Bertoletti de humor e gameplay. Me ajudem, BJS.

O que você nunca vê com isso, irmão? É o sonho dele, pô. Então ele quis, o meu sonho é ter 10 milhões de dólares, não tenho, caralho. Lorde Bertoletti. Vai tomar banho, fica com o teu sonho, não enche o sol. Lorde Bertoletti. É o último aqui? Ah, é o mesmo, cara? Jussiandre Barbosa enviou uma mensagem. E aí, bola carioca, Ricardo Manfrini, tudo em um programa só, só podia...

dá nesse resultado um tica histórico. Valeu, pessoal, pela diversão. Um grande abraço de José Ano Ibargosa, palestrante motivacional, e também do canal Presto Despresta. Tá, já falou, irmão. Presto Despresta, pronto. Já prestou, não desprestou. Vai pro inferno. O importante é você participar.

Bom, vamos nessa boleta agradecendo. Oi, o que foi? Chega mais aí pra trazer o presente pra nós aqui, ó. Cola aí, filhote. Cola aí, filhotinho. Cola aí. Também tá se tornando. Franz, tá se tornando também o Franz. Ó a touca dele. Ele é a touca, ele é desses caras que gosta de Chaves.

O que tem aqui? Aqui do lado do Paulinho? Pode ser, vem aqui. Pode ser onde você quiser, irmão. Aqui, aqui é mais fácil. Trouxe aqui um presentinho pra vocês. Vai, Franz, o que você trouxe? O preto é do Carioca, azul do bola. Preto do Carioca, azul do bola. Ah, é pra mim também, senhor. Tá pesado, hein? Ó, o kit maravilhoso aqui, ó. Da Turma do Chaves, é isso? Turma do Chaves coleção. Você é do Chaves aqui, ó. Ah, que legal. E você vende isso na internet? Não, não. Isso aí é só pra... É só hobby. Só pra quem é VIP.

Só pra quem é VIP, tá aqui, ó. Uma caneca. Turma do Chaves Coleção, segue lá. Tem mais. O Fran está também. Uma galhalfa. Uma galhalfa, um colpo, uma caneca.

Aí, ó. O Kiko da Coxa de Paiu, que é a empresa de penúcias oficiais do Chaves, que eu sou o embaixador. Isso aqui é o barril do Chaves. Vou colocar uma canetinha. Uma caneca. Porra, valeu, cara. Obrigado aí. Muito obrigado, irmão. Obrigado, Franch. Valeu, Carioca. Turma do Chaves. Como é que é aqui o arroba? Turma do Chaves. Obrigado, obrigado. Turma do Chaves coleção. Turma do Chaves coleção. Maior página de...

maior página de fãs do Chaves valeu Franz, um abraço aí queridão, obrigado pelo presente aí turma do Chaves, você pode seguir ele vem sempre aqui já foi a dois shows da gente do Morfobia também bom, vamos agradecer a nossa querida Filipes

Philips, você já sabe, Ambilight, Copa Chegando, Ambilight TV. Bombite. E a Bombite para você fazer a festa depois. Pone de ouvido. Caso o Brasil venha a ser bem sucedido nessa Copa. Toda linha de áudio e vídeo você tem que procurar primeiro na Philips. Não vai para outro canto. Vê na Philips que você vai comprar melhor. É outro nível. Esse QR Code o Carioca está apontando. Esse QR Code aqui, ó.

Entra lá, pesquisa, vê preço. Ambilight TV. É o seguinte, Ambilight TV. Tecnologia mundial, só a filha de ver mais ninguém. Vai mudar completamente a sua percepção. Seu jeito de ver TV. Exatamente. Confia. Você tem razão, Carica. Vai com a copa, mete uma Ambilight TV. Tua TV já está meio grossa, velha queimando. Bota uma Ambilight TV. Coisa fina. Lindo, né, Bola? Categoria e qualidade de imagem. 4K de mar TV. Espetacular, espetacular.

E se quiser complementar, bota uma bombite Aí você vai ter um Aí você vai ser patrão No meu quarto, velho Porra, é bom pra caramba Valeu, Manfrini Posso firmar novamente o show Você mandou tua agenda aqui? Não, vou falar do show De quarta-feira E do show de Palmas Agora sábado, posso? Porra, deve Então pessoal de Juiz de Fora e Adjacências E aí

Quarta-feira, dia 13 de maio, às 8 horas da noite, show Beneficente com Paulinho Gogó e Nessa da Capitinha no Cine Teatro Central, em Juiz de Fora. Os ingressos estão no uniticket.com.br, a venda, e no Zine Cultural, na Praça dos Namorados. 100% da renda do show será destinada...

pras pessoas que... As vítimas da enchente. As vítimas da enchente. Então, juiz de fora. E sábado agora, dia 9, show do Paulinho Gogó. Fato Veneres, show do Paulinho Gogó. Palmas! Palmas no centro de convenções Arnold Rodrigues, às 7 horas da noite. Só e bem acompanhado. Incendível, incrível. Sozinho no palco, mas muito bem acompanhado das pessoas que irão comprar o ingresso agora no ingressodigital.com Valeu, palmas! Tô aí sábado, hein? Tamo junto e menstruado. Quem não tem dinheiro, conta história!

Aê, grande Maurício Manfredo e o nosso querido Paulinho Logó. Quando sair o... Eu vou voltar aqui com a galera dos Forofeiros. Por favor, irmão, por favor. Pra lançar. Final do Nenóis. Fechou? Fechou? Show de bola. Faz isso que vocês vão com certeza...

Curte muito. Pode assistir na Globoplay também. Pode assistir na Globoplay. Quem falando em Globoplay, amanhã o nosso personagem tem muito a ver com a Globoplay porque tem o documentário do Raimundos lá. Sim. Digão. Digão. Amanhã é o Digão aqui. 14 horas ao vivo. 2 horas da tarde. Digão amanhã.

contando um pouco sobre esse super documentário que está rolando na Globoplay dos Raimundos. Eu super recomendo, que é bem legal. Beijo, galera. Até amanhã. Até amanhã. Muito obrigado. Valeu. Muito obrigado.

EP 756 - PAULINHO GOGÓ - MAURÍCIO MANFRINI | Castnews Index — Castnews Index