Episódios de TICARACATICAST

EP 753 - ZÉ AMÉRICO E OSCAR PARDINI

30 de abril de 20261h58min
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Zé Américo e Oscar Pardini são nomes marcantes do humor brasileiro, conhecidos pelo icônico Café com Bobagem. Com um estilo irreverente e cheio de sátiras, conquistaram o público com esquetes e personagens que atravessaram gerações. A dupla segue como referência quando o assunto é humor leve e criativo no Brasil.

Participantes neste episódio7
B

Bola

Co-hostHumorista
C

Carioca

Co-hostComediante
M

Marcos Carica

Co-hostHumorista
M

Marcos Kiesa

Co-hostHumorista
M

Matheus Ceará

Co-hostComediante
O

Oscar Pardini

ConvidadoHumorista
Z

Zé Américo

ConvidadoHumorista
Assuntos5
  • Café com BobagemHistória do programa · Impacto no humor brasileiro
  • Carreira de Zé Américo e Oscar PardiniInício no rádio · Transição para a TV · Influência no humor
  • Humor e ComédiaHistórias de bastidores · Pegadinhas e brincadeiras
  • Gratidão e Bem-EstarLuto pelo Dr. Machado
  • Colaborações criativas e parceriasFilme sobre Roger Chedid · Café com Bobagem na IPTV
Transcrição315 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

E, boy, tigra, gati, gati.

Não sou, não. Hello, hello. Meu querido Marcos Guilherme. Tudo certo, Carica. Tudo indo, né? Na medida possível. Exatamente. É isso aí. Bom, hoje vai ser um programa maravilhoso aqui. Não, esses dois são dois figo. Que eu amo, velho. Tava falando mal da gente até agora, hein? Xingou e tal. Os caras falam mal da TV. Se tem uma coisa que me remete, bola, ao sonho da gente, quando a gente é moleque, elaithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithith

de ter dois caras assim que... Meu café. A gente fala, parece que eles não acreditam, né? É verdade. A gente não acredita. Não pode acreditar, pô. Mas aquela coisa que você aprecia, gosta e imagina um dia na vida fazer algo parecido, né? E hoje vocês saibam que o que eu faço, vocês têm muita parte disso.

Obrigado. Eu sempre falei isso. Você já fez cinema, Carioca? Já. Eu tive a oportunidade, inclusive, de fazer cinema em homenagem à minha filha. Sensacional. Mas não pare de fazer, não, porque você decorou o texto muito bem. Você lembra ele ensaiando essa parte toda? Foi hoje de manhã. Antes de começar a gravar? Tava.

E ó, uma pena que não começou antes esse podcast porque o Carioca tava contando que foi fazer aquele exame de músicos, de toque. Ele não tava falando bola. De toca. De toca. Ele tava falando que o proctologista era diferente. Então falou, ó, seu Carioca, primeira vez que o senhor vem aqui. É normal, porque sabe como é que é, né? Seu Carioca. Seu Carioca. É o Zé Carioca.

Botou o dedinho, antes pô, o dedo tava lubrificando, pô, do goiabada, marmelada e tal. Caralho. Falou pro carioca, ó, o senhor não leva mal, mas é normal, sabe, sentir bastante ereção durante esse tipo de exame. Aí o carioca falou, ah, mas eu nunca senti. Ele falou, não, mas não tô falando do senhor. Não foi? Começasse antes, ele ia estar contando essa história. Calor, eu fico dentro com goiabada. Inscreva-se no canal, inscreva-se no canal. É pra fazer com o doce.

Você sabe o que é co-doce, né? Não, não sei, felizmente. Co-doce é sobremesa de pica. Boa. Ó, faz o seguinte, inscreva-se no canal. Curta, compartilhe, inscreva-se, ajuda a nós. Isso. Tanto este como o canal de cortes oficial do Tica. Queremos bater 3 milhões, Bola. Estamos chegando, estamos chegando. Lembrando, Bola, que amanhã... Amanhã é feriado. Amanhã é primeiro dia de maio. É dia do trabalho, mas nós vamos ter o episódio extra.

Temos um episódio extra amanhã. Amanhã. Muito legal. A partir das duas da tarde, você não pode perder. A gente tem que aproveitar a oportunidade que a vida nos concede. É verdade, é verdade. Ele não dá entrevista em podcast. Primeiro podcast que ele vai. Ele é low profile, mas a gente adquire algumas amizades na vida, né, Bola? Graças ao senhor. Então amanhã aqui, vamos abrir essa exceção por ele ser lá de Fortaleza. E tá por aqui, João Inácio Júnior. Sensacional. Pra quem não liga o nome, boa. Será.

Será? Que ele é gay? Não dá pra perder. Será? Não dá, não dá. Um das maiores memes criadas. Que buracinho, 50 anos de carreira, irmão. Que tá fazendo sucesso na internet. Porra. Ao vivo aqui no Ticaracati, que é a chamanha, a partir das 2 da tarde. Tudo bom, hein? João Inácio Júnior. Boa, cara. Beleza, boleta?

Então curta, compartilha, inscreva-se no canal. Obrigado desde já, valeu. Temos o Super Chat. Isso, temos aqui a plataforma. Temos a plataforma, você pode ligar pra gente. Olha aí, você tá podendo ligar. Coisa linda. Liga e pode mandar um Super Chat. Você entra na nossa plataforma, abre seu cadastro rapidamente, você já entra aqui, pode ligar, fazer Super Chat.

Ser membro também. Torne-se membro, boa. Do Ticaracati Cash. É isso aí. Então a partir de 30 reais você pode mandar a sua mensagem aqui. Tem a... Você escolhe a voz. Boa. Olha que legal, hein? Você pode escolher a voz se você quiser. E aí vem, pagou a partir de 30, vai. Ou se você quiser também mandar um áudio. Você manda com a sua voz. Com a sua voz. Você pode pela plataforma também deixar o seu recado pra receber o Cacafé com Boba de Bola. Eu queria antes de começar o programa... Sei que é uma notícia um pouco chata, mas eu não poderia. Tem coisas na vida que a gente não pode ir...

as coisas do além por mais que o destino nos leve a outros lugares enfim, transforme e distancie certas pessoas, eu não poderia

Deixar de abrir esse programa hoje e falar do doutor Machado, que é avô dos meus filhos e que infelizmente nos deixou essa madrugada. Nos sentimentos à família, aos amigos. Exato. Então eu queria pessoalmente, Bola, uma coisa pessoal. Por muito tempo ele foi um grande amigo, um cara, um conselheiro, um parceiro.

Um homem honrado, um médico extremamente importante, honesto, íntegro. Eu tenho certeza que a cidade de Marília hoje está chorando pela partida do doutor Tarcísio Adilson Ribeiro Machado, um dos maiores médicos, reumatologista, fisiologista, professor da FAMEMA.

um cara simples, um cara gentil, que infelizmente nos deixou. Então eu deixo aqui registrado, acima de qualquer coisa, o meu carinho, o meu respeito a todos da família. Que Deus abençoe. Fabrício, Raíssa, Isa, Paola, Dona Sonália, meus filhos, sobrinhos, a tristeza profunda.

da partida do doutor Machado. Então fica aqui registrado, não poderia deixar de ser assim. Mandou bem, irmão. Ao cara que eu vou amar pra sempre e todo respeito, a respeito máximo a esse homem que só deixa legado. Acabei de falar com o meu filho agora, ele tá completamente arrasado. Lógico, né? Mas eu falei, cara, tá vendo aí? Esse era o seu avô.

Então, a vida é assim. O legado a gente tem que acompanhar e pegar os valores de pessoas honradas que trabalham, que são simples e que são honestas, e seguir o seu exemplo. Então, que fique registrado aqui o exemplo desse grande ser humano, desse grande homem chamado Tarcísio Machado. Fique com Deus, meu amigo. É, mostra só quem você é, né? Você fazer uma homenagem dessa. Sim, claro.

E acho que a maior homenagem é você ter vindo trabalhar, né? Porque você poderia estar... Eu perguntei pra ele, né? Enfim, mostra só quem é você, o seu caráter. É isso aí, né? Isso aí, tem que... A vida segue e os rumos também mudam, mas o amor e o respeito sempre... Isso aí, bacana. E a honra se mantém. Será? Será? É a verdade, essa é a verdade. Boa, Carica. Bom, aí temos Spotify, você pode seguir.

Amazon Music. Exatamente. Estamos em todas as plataformas. Exatamente. Segue nós, por favor, obrigado. É isso aí, meu querido Marcos Kies. Boa, Carica. Tá certo? Mandou bem. Temos também o quê? Temos mais alguma coisa? Lembrando que eu tenho show em Florianópolis. Atenção, botando pilha. Carioca botando pilha. Aí, bota a agenda aí. Põe na tela. Que parha. Hoje é o teu show.

Que agenda legal No mês 6 Eu estarei lá em Criciúma no dia 5 De junho Floripa dia 6, joem 20 dia 7 Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias do Sul Campinas em agosto, em breve em São Paulo Boa Outra coisa que a gente queria registrar aqui Qual seria? Humorfobia, que sucesso

Ufa, acabou. Que sucesso. Foi muito legal. De verdade. Teatro cheio, casa cheia. Ontem. Muito obrigado a todo mundo que ajudou a gente, que participou, que esteve lá assistindo. De coração muitíssimo obrigado. Exato. Foi muito legal. Bola.

Queria muito agradecer ao Cristóvão, ao Cadu, ao Renato, ao Vitor Sarro, à Júlia, ao Axel, a todo o time. A Fernandinha, o Dinho. Todo mundo, o Dinho, a Fernandinha. Toda a equipe que ajudou ao Teatro Sabesp, que é um teatro maravilhoso. Pessoal nota mil. Todo o time da Opus, parabéns. Pessoal nota mil. Foi um projeto que a gente ousou fazer.

legal, eu vi com bola no palco, achei muito diferente isso aí, eu vi um dia com o Igor Fina eu acompanho pra caramba aí vocês ele tava morrendo de medo imagina, não é minha praia, irmão, vamos fazer outra temporada em outubro, novembro, vai bola ano de copa, sonhando de copa daqui a 4 anos todo mundo comentou, o Igor me ligou foram 4 quartas-feiras e ontem encerrou com chave de ouro muito legal, muito obrigado ao Davi Braga também que foi láithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithith

A galera, pô, teve desfile de lingerie do super pop Com o público Sensacional, maravilhoso E ninguém tem uma praia só também, né, Bola? Uma praia só vira quintal de casa Então você vai acompanhando um pouco do que restou Dessa humorfobia Agradeço a todo o público que compareceu nesse um mês lá Muito legal, parabéns, obrigado Foi uma coisa diferente A gente foi lá pra se divertir e o resultado aconteceu Né, Boletar? O Vitor Salva é um cara muito legal, né? Ele é um cara sensacional Top

Beijo, irmão. Obrigado por tudo. Um abraço, Vitor. Obrigado aí. Boa sorte aí no Comédia SBT. Que você tá aí arrebentando. Um cara esforçado, trabalhador. Gente boa pra caramba. Amigo. E um sucesso, né? É verdade. Você sabe que uma vez a gente tava em cartaz no Rio, eu e o Enio. A gente falou que era... O Enio é muito louco. Maravilhoso. A gente falou que era o show Solidão, que só ia a gente.

E era um horário muito ruim. Era um horário muito ruim. Era meia-noite no sábado. E era uma pena que a gente via de uma peça. A gente via de uma peça que tinha 800 pessoas. A gente ficava na porta e falava, fica, fica, pelo amor de Deus, fica. Aí nós convidamos o Vitor Sarro, ele tava fazendo, sei lá, comédia em pé, alguma coisa que ele tava fazendo. Ele saía da Barra da Tijuca, ia pra gente no Leblon e voltava pra encerrar na Barra. Ele é muito bacana. Ele é um cara assim, nunca esquecia. Essa é demais, viu?

Vocês agradeceram um monte de gente, nós agradecemos o Kobe que tá aqui visitando o Japa. O Japa, o Japa, o desculpe em bol. Obrigado pela visita, Kobe. Kobe é maravilhoso. Aliás, depois eu vou mostrar um negócio pra você. Já mudou, Kobe? Ainda não. Vai mudar? Tá no Cambocinho. Vai pra onde, Kobe?

Tá vendo ainda. É segredo, é segredo. E que é o lugar maior. Vou dar uma dica pra vocês que estão assistindo. Ali é muito legal. Arroba Old School Pinball. É. Arroba Old School Pinball. Isso aí, pronto. É um dos lugares mais legais pra você... Que existem. Não é? Não tem nada igual lá. Que existem. Quantos fliperamas tem lá, Cobir?

33 máquinas de fliperama fora pebolinho. O dia que eu fui, que eu escrevi, eu tinha o Cavaleiro Negro, quase me gozei. Cavaleiro Negro, a taca. Quase gozei nas calças. Tem uns brinquedos, é um ambiente completamente sensacional. É o túnel do tempo, né, velho? O túnel do tempo. E é legal porque pra gente que viveu essa era do pinball, cara, é uma volta ao passado. Pra criançada, um adolescente que não viveu, é uma redescoberta, né? Leva o teu filho lá e põe ele no telefone público que tem e manda ligar.

Os caras da nossa cidade choram, né? Os pessoal na nossa cidade choram. Fala, pô, cavaleiro. Mas é muito, é muito pânico. Foi o único lugar da minha vida que eu fui e tinha carro sem rádio que você consegue ouvir música. Você já viu isso aí lá? Não. Então ele tem lá. Daqui a pouco, ô Cô B, prepara aí daqui a pouco a nossa Kombi. É uma Kombi que lhe... E tem presente pra gente? Olha esse presente vintage. Olha, japonês.

Que presente. Lá tem os brinquedos antigos. Cara, é a volta ao tempo. O dono é antigo, né? Foi descoberto na Grécia, 3 mil antes de Cristo. Chegou? Tá pronto o presente? Chega na grade aí, vem cá. Chega aí, Kobe. Olha isso, cara. Thunder Cat. A espada dos Thunder Cats. Sensacional. Olha isso, cara.

Aí eu vou pegar a base e você coloca... Ah, tem a base. Pelo couro ele capricha, né? É, mas vai ter que... Tem que deixar de quim e bengala pra homem de Tóquio. Aí! Aí! Aí! Aí!

Esse é o Thundercats Tóquio, o outro é África. Você sabe que essa simbologia da espada é meio perigosa, é melhor você ganhar um facão de presente. Por quê? Porque a espada significa que você pode cortar dos dois lados, né, velho? É verdade. E o facão você corta de um lado só. Essa espada de Thundercats, se você parar pra pensar, ela tem uma mensagem sobre eliminar. Qual seria? Olha que as...

Ela tem, ela tem. Ontem o Jô e manjou a Rô. É um simbolo fálico. É um objeto um pouco fálico. Mas não é ou não? Eu não acho. E ainda tem um olho na parte de trás. Que resume tudo aí. Um olho na parte de trás. Junto o Carioca com o Pardini. Obrigado, Kombi. Mas depois prepara a Kombi ali no final do programa. Vamos mostrar pra eles a Kombi.

Então, cara, e vocês? Já apresentou os dois loucos? Bom, vamos para o que interessa. Só apresentado já. José Abérico. Este amigo de vocês. Grande radialista, humorista, redator. E meu, eu dou um abraço a vocês. Oscar Pardini. Ele quer que eu vou lá, ele quer trocar de um cara. Ele quer que eu vou lá.

eu já dei um abraço troca de lugar, é isso? você quer trocar? vamos trocar você parece filho do Ricardo Ventura Ricardo Ventura você está comportamental

Você é filho do Ricardo. Alô, Ricardo! Não minta pra mim. Ele trocou mesmo. Sem ver, Padinão. Sem ver, Padinão. Renato, manda o Powerbox aí, Powerbank pra mim. Deixa eu falar uma coisa. Eu queria agradecer a presença do Carioca e do Zé Américo. Esses dois grandes humoristas, né, cara? Também acho. Eu vim pra cá porque o Carioca hoje, eu vi que ele sentia que, coitado, ele tava um pouco triste, com um bom motivo, mas eu não sei mitar o Carioca, cara. Ele também não sabe imitar eu. Acho que é melhor a gente ver trocado e jogar. Só o Tony...

é o Zuckerman. É verdade, hein? Vamos falar de Silvio Santos, que aí fica bom. Gostoso ficar aqui desse lado. Eu fiquei aí com o Cearás, lembra? É, você ficou aqui hoje. Aliás, foi demais aquele programa com o Cearás, hein? Demais? Eu achei. E o final foi melhor. O final foi antológico. Fala aí, querido. Bom, obrigado por vocês terem vindo. Não, não, não. Acaba não, pô. Pera aí, vamos fazer o resto do programa. Obrigado, vamos fazer, mas saiba da importância do Café com Bobagem pra humor e pro rádio brasileiro, TV. Puta que pariu.

São caras que são nossos ídolos, né, Boletar? Vocês estão quanto tempo junto, irmão? Trinta e seis do Café com Bobagem, mais os anos antes. A gente quase tinha uns quarenta anos. Uns quarenta. Uns quarenta anos, né? Uns quarenta juntando. Eu era ouvinte do Pardini, né? O Pardini fazia o programa na... Ele fazia o show de rádio, que é aquele programa que é depois do futebol e tal. E eu era ouvinte, eu queria sempre trabalhar no show de rádio, né? E eu ia estudar no Objetivo e eu ia de ônibus lá na Band pra fazer teste pro show de rádio. E o Ivan era o único cara que me tratava bem.

Só ele. Eu entro aí, pode fazer teste, gravamos aí e tal, não sei o quê. E aí tem um negócio, o Carioca sabe isso. Quando você faz alguma imitação que as pessoas não fazem, todo mundo acaba imitando a sua imitação. Todo mundo que imita o Amaury Jr. imita o Carioca. O Jô Soares imita o Carioca. Então, eu tinha umas imitações de quando eu era moleque que não tinha no Chordirado e eles começaram a fazer. E eu achava o máximo.

que era de imitação de criança minha. E eu achava muito legal. E os únicos caras que me tratavam bem, o Ivan e o Pardini. O Pardini tinha um corcel branco e ele me dava carona. Corcel 2, o Uber do Pardini. O Pardini me levava de corcel branco. Já era? Já era bonito. Ele me deixava na Avenida Santo Amaro. Não tem sentido nenhum essa carona pra mim. Mas por quê? Não, porque ele morava no paraíso. Mas porque eu achava bom e de carona do Pardini.

Eu achava bom demais. Qualquer lugar que a gente deixasse... Pô, eu tô com o Padini aí com o Ivan, pô, legal pra caramba. Que legal, velho. Eu achava demais. Fala aí em história engraçada do San Gerardo, só recuperar uma aqui, que senão eu vou esquecer. A gente, antes de conhecer o Zé, já tinha um histórico de aprontar. E o show de rádio... Você aprontava um pouco, né? Não, aprontava um pouco. E dentro da banda, eu e o Ivan, antes de estar com o Zé...

Teve muitas passagens ali no chão de rada. Agora, uma que foi sensacional é o seguinte. Durante a rodada esportiva, o Estevão Burrus, o Sangerard, ele ficava lá fechado na sala dele, na Hamilton, ouvindo o jogo e batendo as piadas que a gente ia fazer depois do jogo. Ninguém podia interromper ele. Máquina de escrever. Máquina de escrever. Máquina de escrever. E aí, cara, você escutava lá do fundo do corredor.

e ele ficava com a porta fechada, ninguém podia interromper, e ele ficava com um fone de ouvido ouvindo o jogo. E aí chegou um cidadão lá, como acontecia muitas vezes, eu fui um desses lá no começo, eu queria falar com o seu Sangerardi, eu falei com o Luciano Amaral, da Central Técnica, queria uma oportunidade, aí o Ivan falou assim pro cara, você faz o seguinte, você vai aqui no final do corredor,

de onde tá vindo o barulho de máquina, e o Sérgio Girardi tá lá dentro. Só que você não bate na porta, porque ele não ouve bem. E ninguém podia interromper o cara. Então você imagina. Você bate com força na porta, já abre. Soca a porta. Isso, e grita.

Seu Cengirardi! Aí você fala, meu nome é Flávio! Queria falar com o senhor, né? Ele fala, grita, bota pro mão, porque ele não ouve direito. Ele faz um programa com fone de ouvido. Aí a gente dava lá, daqui a pouco, o cara foi lá no final do corredor, e o cara esmurrou a porta, e abriu, e gritou, Seu Cengirardi! Meu nome é Flávio! Só escutamos o velho falar, quem te mandou aqui? Sai daqui, ô filho da puta! Não, não!

vai gritar no cu do teu pai assim, meu e depois saiu de lá, puta, o cara saiu e o Sérgio Gerardo saiu atrás, né desceu, foi tomar água, ele voltou e falou morra, eu tô trabalhando, o filho da puta vem esmurrar o pôr de Ivan, é, tem louco pra tudo se a gente estivesse aqui, não teria deixado

Eu queria deixar. O Ivan é um dos caras mais loucos que existem. O Ivan, vocês são loucos pra caro. Eu me recordo muito que quando eu entrei na Jovem Pan, eu fiquei louco, né? Eu vim pra São Paulo e eles faziam o programa de sexta. Exatamente. Só que eu tinha um voo, cara, uma vez eu quase perdi o voo por causa de vocês. É mesmo? É porque eu queria ver, porque eu ouvia vocês na Transamérica em 94. 95. 95, é.

Eu lembro até o Walkman que eu tinha Eu tinha um PS70 da CCE Caramba Tá ligado? PS70 da CCE Radinho Branco com fumê Radinho e toca fita E aí eu botava o meu forninho E ia de São Gonçalo até o Rio estudar Ouvindo Vocês de manhã na Transamérica Era das 8h às 10h Isso aí, eu tava no busão Indo

Não, era mais sete. Ah, teve a primeira edição que era da sete até... Isso. Eu lembro no ponto de ônibus, porra. Eu ouvindo... O café como bobagem mesmo começou era seis da manhã ao vivo. Seis horas, né? A gente fazia tipo um esquenta da hora do ronco. Tá. Eu, o Ivan e o Pardini, o Joca, que era o diretor, né? Então ele colocou a gente pra fazer... Mas que horarinha... Seis a sete, era terrível. Mas eu fiz uma coisa que não se fala. Acaba de falar isso, você tava ouvindo a gente.

Não, não, eu lembro de ouvir vocês assim. Aí você entrou na pança e ia ficar louco. Cara, agora imagina, eu já fazia publicidade de propaganda, é a mesma história tua mesmo, assim, de admiração. E aí, pô, eu fui fazer o Pânico em São Paulo, aí eu ficava assim, tinha um aquário, né? O Zé na mesa, né? O barato, é.

fazendo ali os quadros, vocês gravando e tal. Aí eu falava, cara, quase... Eu não tinha o carro da Pan. Eu fui de ônibus pro aeroporto porque eu perdi o carro. E tinha o horário certo a tua ponte aérea. É, eu perdido, não conhecia nada de São Paulo. Eu fui perguntando às pessoas. Eu quase perdi o voo. Caramba, nossa. Pra assistir vocês ali um pouquinho... Não valia a pena, não. Porque eu ia embora a sexta. E vocês não ficaram muito tempo na Pan? Ficamos, acho que um ano, dois anos. É, vocês ficaram menos até. Acho que eu peguei...

seis ou sete meses de vocês ali, eu ia pra sala de vocês lá, o Alexandre... O Alexandre mandou um abraço pra vocês. Mandou um abraço pra mim, o Alexandre. Eu tô assistindo, o Alexandre tá assistindo. Ele tá com vocês ainda? Ele faz algumas coisas. A gente adora, Alexandre. Fala uma coisa pra vocês. Aconteceu a mesma coisa com...

Com o Paulo e o Gogó. É mesmo? É, porque ele era fã da gente, aí um dele faltou no trampo, foi com uma máquina fotográfica, coitado, lá na Transamérica. São Cristóvão. São Cristóvão Transamérica Rio. Sim, Marechão Rondon. É. E aí ele falou, mas é São Paulo? Como assim? Mas eu vim ver os caras. Ele veio tirar foto e tal, e a gente transmitiu o programa de São Paulo, né? E ele foi na Marechão Rondon. E ele achou que está bom lá.

Ele é um cara muito legal também. Cara, que loucura. Você lembra da casinha da Transamérica em São Paulo, Bola? Casinha? Era um portão e um fundo. A rádio era no fundo ali de São Cristóvão. Não era bem de São Cristóvão ali. Eu nunca fui no Rio. Eu não sei. Eu não fui também. Era na Marechal Rondon. No Rio. É, na Zona Norte. Eu nunca fui no Rio ver Transamérica. Mas você trabalhou lá. Mas eu só fiquei em São Paulo. Mas você fazia o jogo do estádio do Maracanã.

Fazia do Maracanã, mas ia e vinha embora. Não ia do Maracanã. Nunca chegou aí. Nunca cheguei na casinha da Transamérica lá. Que aqui é empombado pra caramba. Aqui é outra coisa. Teme-se agora. Teme-se. Eu fui lá com o Batista. Eu fui também. É legal, né? É segunda-feira agora. Eu vi você lá. Muito legal, cara. Muito legal. Eu comecei. Eu conheci o Batista em 89, cara.

Você trabalhava na Transamerica. Manda foto aí, tem como botar aí? Bola essa foto. Se tiver foto de vocês, manda aí. Antiga, vou pôr. Não, vai mandando aí. Você tem o telefone da Júlia? Tenho, tenho. Já vai mandando pra Júlia aí pra gente poder... Sim, sim. Acho legal a gente... Vai ilustrar, né?

pra gente lembrar dessa época cara, a ideia é assim, ninguém se encontra cada um tem sua vida a gente só se encontra em época que não dá pra conversar é porque São Paulo é uma cidade ao mesmo tempo que você conhece muita gente você não convive com ninguém eu conheço muita gente, mas conviver com pouca gente a gente não consegue hoje em dia saber quem é o vizinho que mora na casa do lado como é que você vai encontrar os caras do trabalho

Então, e os parceiros, as pessoas que se admiram e gostam Então, outro dia esbarrei com esse aqui No shopping Fechando o shopping De cara com o velho Bola eu ainda vejo bastante, porque eu frequento o lixão Pra pegar umas coisas velhas lá Ele tá sempre largado lá, alguém traz Eu jogo ele de volta Então, como eu tava Só pra complementar Vocês, cara Vocês pra mim foram um dos caras mais importantes Obrigado Um grupo de humor Obrigado

Muito importante, porque... Que conseguiu fazer uma transição difícil com a rádio pra televisão. Muito, muito difícil. Sabe o que é engraçado, cara? A gente continua fazendo a mesma palhaçada todo dia. A gente não sempre o tempo passar. Aí, de repente, a gente vira pra trás e...

e tem referências que são pra gente recompensadoras, como vocês estão falando agora mas a gente ouve quando a gente foi lá fazer a praça nessa última temporada que a gente teve mas é legal, você encontra os caras lá tipo o Paulinho Gogol, o Porpetone o Porpetone que era fã de repente você começa a descobrir meu, quanto tempo passou e isso é gratificante demais de que maneira você contribuiu na vida das pessoas que...

pelo mesmo trabalho, contribuem com a vida de outras pessoas, né? E a gente não sente o tempo passar. Então é engraçado, e o pior é que tem gente que fala assim, pô, você não leva a mal, quero dizer, mas eu cresci ouvindo você. Pô, eu acho maravilhoso. E a pessoa fala, não, não é que eu queira te chamar de velho. Não, pô, eu sou velho. E hoje é engraçado, você encontra, as pessoas falam, puta bola, você fez minha juventude. Eu falo, puta que legal. Aí fico pensando, cara, eu tô velho, bicho.

É. Puta que pariu. É que é muito tempo. Mas é legal pra caralho, cara. Você ficou metade da tua vida fazendo programa. Olha o picture disc, 89 na Transamérica. O Batista. O Batista de marrom. Paulo Melo, eu tô de rosa, de vermelho ali. Na grade da rádio. Isso era um picture disc. O Civitat. O que é isso, picture? Era um disco que o meio era essa foto.

Ah, era um disco da Transamérica. Era o Fofurino na perna do carro, tá vendo? Ah, tá. Era um disco. O Silvio Nath depois trabalhou na Pan, né? Trabalhou na Pan, exatamente. O Lico aqui embaixo, o Silvio Nath. Cadê o Lico? Agachado cagando ali. Agachado cagando ali. O Paulo Mello ali, ó. O Godoy. Isso é 89, cara. Cara, a Rádio Rock.

Primeiro ano do café. No ano de 89. O bola eu conheço de quando ele era feito de meia ainda. O molecada jogava ele na rua de meia. Não tinha capotão. Não tinha capotão. A maior mentira que tem é... A gente nasceu, velho. A gente só começa a envelhecer. A maior mentira que é... Oh, tá ficando jovem. Oh, tá ficando... Não. Não. Porra, a gente já nasce... Não tem, bicho. A porra da areia da ampulheta começa a cair. A diferença é... Ninguém sabe quanta areia tem na ampulheta. Mas sabe o que é louco, Zé? Exatamente.

O Pardini não envelhece, né? Não, ele tá bem. Porque ele já era velho quando se conheceu. É porque ele já era velho. Ele já era velho quando se conheceu. É a falta de cabelo mesmo. Vocês vão estar de cabelo branco, eu vou estar sem cabelo branco. Vamos pro seguinte, vamos pros estagiários. Eram vítimas mesmo, assim, do trabalho? Ah, sempre. Tipo, coisa de estagiário. O estagiário era muito bom, né?

Estagiário. Pô, o mendigo foi estagiário, bicho. Foi. Carlinhos. Carlinhos, então. Era o cibói da Jovem Pan. Então, eu lembro que tinha um dos caras que chegou lá, né? Embora que aprontaram comigo também quando entrei lá. Mas a gente pegou um cara que chegou lá no Flávio. Tu tinha quem é que vai buscar lá embaixo? Pede lá no português, tinha a casa de suco lá embaixo. Tinha. Pede um misto quente no pão de forma sem miolo, tá?

e o cara desceu e foi pedir, né aí o cara subiu, tudo assim, molequinho, né, pô meu vocês me fodem, meu, pô tô uma semana aqui, o cara me xingou pra caramba eu falei, imagina, meu, daqui a pouco o Tutinha vai chegar, você pergunta, aí a gente combinou o que o Tutinha, o Tutinha chegou pro moleque, meu você é burro, meu, você deixou o cara te zoar, eu como, pede lá, fala que eu quero

E aí o moleque desceu de novo. Cheio de razão, né? Eu quero pão de fono. Cheio, lotado a cara. Quero pão de fono, meu português. Que pão de fono, caralho? Não tem esta pão de fono sem miolo. É, porque eu sei que o seu tutinho ali usa... Que tutinho? Não sei nem quem é o tutinho. Voltou lá pra cima. Não, e o cara falou, não adianta, seu tuto. Ele não entendeu.

esses aqui eram os campeões eu tinha um estágio, a gente botava no Rio o podkill, o kill da mesa o botão, ia na farmácia compra podkill mas vai na farmácia, tipo 5 quarteirão pra lá, daqui a pouco voltava não tem, não tem não tem WhatsApp, não tem lá a Transamerica mandava o Office Boy até a Santos Figini comprar um quilowatt nossa

Compra, vai na Santa Efigênia. Nós estamos precisando de um quilowatt. Bom, fácil. Então você vai lá. Bicho, o cara ia até a Santa Efigênia. Pô, não achei. Como você não achou, caralho? Um quilowatt, caralho.

É um negócio, é meio uma pedra. Porra, era muita zoeira. Eu fui no Batista, ele lembrou das coisas lá. Falei, bicho, o que a gente fazia era pra ser mandado embora, velho. Extintor de incêndio não parava um cheio na rádio. Hoje em dia é difícil. Não mandava no outro.

Que maravilha. Não parava. Eu não sei se eu contei essa história pra vocês outra vez. Um monte de coisa. Quando a gente trabalhava lá às seis da manhã, a gente chegava às cinco e meia. Na Band. Na Band. A gente chegava às cinco e meia da manhã. No Morumbi. É, não tem ninguém. Não tem ninguém. Aí o Ivan, ele tinha uma energia assim, que era um negócio meio de louco. Então ele pegava uma época que era máquina de escrever. Ele escrevia na máquina, favor comparecer urgente ao RH com documentos.

escrevia umas 10 vezes isso e cortava. Ia na chapeira da Band e colocava aleatoriamente, sem saber quem era. E era uma época que estavam mandando todo mundo embora, então eu colocava vários, assim. Eu não sabia quem é, se é faxineira, se é diretor, se é locutor, eu colocava, nem lia quem era. E várias pessoas ficavam putas, iam embora, falavam, mas eu vou embora, isso não se faz comigo, não sei o quê. Depois os chefes ligavam, você não veio por quê?

Mandaram embora, cara. Mas quem que fez esse papel? E ali na Band, no corredor, tinha aqueles extintores bem altos. Mas ele colocava no negócio de ponto? De ponto. Sim, com clips. Chegava. No cartão de ponto. Se eu pegar teu cartão, vai comparecer ao RH. Com documentos.

Pô, você já sabia o que era, né? Você mandava embora, cara. E os caras já iam embora pra casa, puto, ligavam os chefes, mas por que você não veio trabalhar hoje? Como? Mandaram embora, cara. Mandaram embora e tal, não sei o quê. E aí, no corredor, ele tinha aqueles extintores de incêndio que tem aquela cabeça, que parece uma coroa, né? Ah, tem. O Ivan vinha com sardinha da feira e colocava ali duas, três sardinhas em casa. Pode ver. Era alto.

Então começava com o passar dos dias, apodrecia, e as meninas passando desinfetante, não saía o cheiro. Ficava dias isso. A história da panela tinha de... É do Pardini, essa é do Pardini. De Vicky. Essa tá no Guinness, né? Essa é clássica. É verdadeira? Lógico que é verdadeira.

A gente falou aqui outra vez. Eu entendi, na ponta do Carvalho, os caras do café cagaram na latinha. Mas é porque o Pardini gravava com o Tutin, é por isso, né? Não era assim, cagava, peraí. Tinha toda uma técnica. A gente ia lá, aí metia a latinha de valda, aí tirava o colarinho, senão fica aquele pega-rapaz assim de bosta. Sabe quando você vai aqueles quiosques de chocolate?

chocolate que tem no shopping, que você puxa a maçã, vem o quiosque, vem o peca rapaz de chocolate, só que era de bosta então a gente passava latinha assim deixa eu explicar, vou te dar uma campainha nova passava latinha aí tirava o colarinho bonito, sabe, se não a avisa dava pau então punha a tampinha e aí punha em cima da sanca pra fazer os furos, né? os furinhos na tampa

É, põe tampinha pra não sujar a mão. Depois que você pegava... Tirava a tampa. Tirava a tampa. Aí tava gravando a... Botava dentro da sanca. Não, em cima. É, tinha a sanca ali. É legal, tu tinha gravando... Meu, você não tá sentindo um cheiro esquisito? É do quê? Tu não sei de bosta? Eu assim, ó. Tava um cheiro insuportável, né? Parecia que a gente tava gravando dentro de um cu. Mas...

Mas eu fazia não. Assim, ó. Não tô sentindo nada, Tietchan. Quer ver o que os caras fizeram? Eles pegaram algum cano de esgoto.

Aí depois chamou o cara pra refazer, né? O cara quebrou tudo. E é claro, o cara quebrou tudo, ele não ia falar que não tinha defeito, né? É lógico, né? Aí tu tinha falado, falei pra você, Pardini, meu? Falei? O cara pegou um cano também. Se fudeu, teve que fazer tudo de novo, e eu não paguei. E a história da mala do... Do Paulo Ricardo? Paulo Ricardo. Ele desmentiu isso aí. Isso é uma lenda. Eu não sei uma lenda urbana. Ele vai falar que cagaram na mala dele.

Eu ia falar, cagaram na minha mala e puseram a roupa em cima. Não, mas o Ivan não pôs a roupa em cima. Ele pôs uma toalha antes. Então é linda mesmo que ele pôs a roupa em cima. Rapaz, a... Isso foi um dia... A Ana Júlia tá passando mal aqui. Mas pera, isso foi um dia, eu vou explicar por que surgiu isso.

A gente trabalhava no Faustão, e assim, no começo a gente tinha um camarim, Café com Bobagem. Aí você vai ficando muito tempo, ó, Café com Bobagem, vai vir o não sei o que, não sei o que, vocês podem dividir. Vai ficar com vocês. Não, vai dividir o camarim. Aí nós chegamos no ápice do Ninguém Tá Nem Aí Com Você, quando teve uma cadela chamada Catita.

Lembra que ela salvou a criança? Salvou a criança. Aí a menina falou, olha, a Catita vai ter que ficar no camarim de vocês. Aí eu falei, porra, a Catita. É, mas ela salvou milhares de vidas. A gente perdeu o camarim pra cachorra. Aí o Ivan, nesse dia... Virou um granil. Aí o Ivan, nesse dia, acho que estava o Paulo Ricardo, ele falou, precisamos fazer alguma coisa. Sabe o que? Deixa eu falar uma outra de estagiário, senão eu vou esquecer. Boa, de estagiário. A gente estava na PAN, chegou um menino novo.

Aí a gente tava, eu gravava as coisas no estúdio do Paulinho Alcoragem, ali do lado, né? E aí tinha o Freitas, como era o nome do Freitas? O Vozeirão do Freitas. Antônio Freitas. Antônio Freitas, do Jornal da Manhã. Repita. É, repita. E aí o moleque falou, pô, eu sou fã do Freitas e tal. E o Freitas na hora do almoço descia, ficava lá vendo a gente gravar as bobagens, né? Aí o Paulinho Alcoragem mandou pro menino, você toma cuidado, porque o Freitas, apesar daquele tamanho...

Ele gosta, entendeu? Ele vai querer. Aí eu peguei e falei pro menino, não é sério? Eu falei, não, se ele começar a perguntar pra você, e aí, o que você faz? Onde é que você mora? É a deixa, aí você já sai fora. Você vaza. É, o moleque tava ali e o Freitas tava no banheiro. Aí cheguei pro Freitas, foi o Freitas, antes de você ir ver o que a gente tá gravando, deixa eu avisar, tem um office boy novo aí da Pan, que é de um conhecido soltuta.

E ele, cara, é muito engraçado porque ele é tímido. Você começa a perguntar onde ele mora. Ele fica vermelho. Entre e senta do lado do cara. Eu e o Zé do outro lado. Eu e o Zé do outro lado do aquário, do vidro. O aquário. Você tem aqui o switcher que a gente chama, que é a mesa, que opera. O do outro lado é o estúdio onde a gente grava. É microfone. E tá ali. Aí entra o Freitas, né?

Aquele grandão. Oi, oi, como é que vai? Qual é o seu nome? Já meteu qual é o seu nome. Aí sentou do lado do menino, a gente tá gravando, aí deu uma paradinha e o Fretz falou, você mora onde? Você mora aqui perto? O menino, ô tio, sai fora, vai se fudendo. O moleque pediu a conta, ele foi embora. Ele foi embora direto pro térreo. Ele nem subiu no 14 pra pedir a conta. Eu fiz uma maldade uma vez. Essa, cara, eu acho que foi a minha maior maldade no rádio.

Eu já tava na promoção, isso no Rio. Em Niterói. A rádio era em Niterói? Não sei se vocês tiveram contato. Não, a Pia Pã é em Niterói, isso. Era da rodoviária, então você imaginou o entorno. Bonito, bonito. Puta que pariu. Tá ligado? Solta e grada, né, meu? E eu saía no começo, sete à meia-noite. Se eu perdesse o busão da meia-noite e quinze, dormia na rádio. Já aconteceu. E aí, velho...

Entrou o moleque pra fazer... Eu já tava... Um ano e pouco depois... Era o começo. Pegar o telefone, abelhinha, né? Ajudar o locutor. Só que o moleque era meio a bubão, assim. Meio inocentão. Sabe aquele moleque? Atrapalhado. Cheio de disposição, mas muito inocente. Você vê que o cara é inocente. Tem uns caras mais inocentes. Aí eu já, filha da puta, olhei...

Eu falei, porra, esse moleque aí, muito prestativo, tá muito, muito, tá dando mole. Tá dando mole. Aí um dia eu já tava na minha sala lá no fundo, que era a sala junto com o Cristóvão, que eu já fazia programação, essas porra. Aí eu tinha um fax, aí eu ligava no 0800 dele ali. Aí eu disse, oi, tudo bem? Meu nome é Rosário, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê lá, bababá.

Eu tô aí na Visconde de Itaboraí, na rua de trás. Eu sei que você vai sair bem à noite. Como é que é o seu nome? Fui intimidando o cara. Sei. Aí na volta eu falei, meu, tá tudo bem? Aconteceu alguma coisa? Desliguei, né? Não, não. Ligou o tal de Zumbi na Zaidan aí. Fudeu o nome? E eu falei, ih, nem fudendo. Nem fudendo. Ih, rapaz. Aí o moleque falou assim, por que? Eu falei, cara, esse cara, ele é um trans desse tamanho mesmo. Ele vai agarrar você e vai meter o rabo no meio da rua.

E vem com canivete de gilete. Você não consegue nem escapar. Gilete o caralho. Imagina o cara pra ir embora. E ele já pegou uns dois ou três aqui. Entendeu? Ele liga. E ele é meio pancado. Então ele já sabe quem é você. Ele já sabe tudo. Pode ver. Ele é meio doido. É meio psycho. E ele dá ponto aqui atrás da rodoviária.

Então cuidado na hora de você sair aí. Ligo de novo. Já sei que você vai sair 11h50. Estarei ali no portão te esperando. Só que 11h30 vai tocar. Vai tocar o seu telefone aí.

porque eu quero te conhecer, já tô sabendo, já vi você na rua, você é moreno, você não sei o que, você é aquela... Um moleque... Um cara favorável, um cara apavorável. Lógico, lógico, né? Cara, quando eu tô indo embora, tipo, umas oito e meia, nove horas da rádio, tinha um cara chamado Roberto, porque os fundos da rádio, quando eu saía a rua, era o jornal Fluminense, era a gráfica rodando, entendeu?

E o Roberto era encarregado. O cara grandão. Aí eu cheguei e falei assim, Roberto, faz um favor pra mim. 11 e meia, você liga lá no 14. No 14 não, lá era 7. No sétimo. 14 aqui. Aqui. Liga lá, o moleque tal, tal, tal. Você fala que o Zumira Zaidan tá aqui. Tá esperando ele. A amiga dele tá esperando ele aqui embaixo. Estragou a vida do moleque. E fui pra casa.

O cara dormiu na rádio. É lógico. Tá descreendo assim. 12 e meio. Até eu dormi, pô. Eu falei, Roberto, não deixa ele embora. Até eu dormi. O Roberto era da putaria. O moleque dormiu na rádio, cara. Puta, que maravilha, cara. Essa história de recado, você sabe, acho que, não me lembro se a gente contou outra vez aqui, do Zé Américo.

Eu só te falo um negócio que eu lembrei, senão eu vou esquecer. Esse negócio de você falar que todo mundo é viado, você e o Ivan começaram lá na Band a falar que eu era viado pra todo mundo. Todas as pessoas que eu era viado. Não, só revelamos, né? Não, mas pera aí que eu vou te falar. Pô, Zé, legal pra caramba, mas tem esse gosto dele, né? Um cara diferente e tal, numa outra época. E aí, o que aconteceu, bola?

tentaram roubar meu carro, roubaram o som lembra que era moda roubar o som do carro e quebraram todo o painel do carro e ficou ficou o chicote a tampinha lá do console tava difícil de fechar o porta-luvas aí o irmão do Lombardi trabalhava na Band e ele fazia, sei lá, discuta o Lombardi, o Silvio, o irmão dele trabalhava lá o Rodrigo Lombardi

E esse cara, o Ivan falando, pô, o Zé é legal. Às vezes ele me dá carona, né? Mas cuidado, o Zé é viado, tal, não sei o quê. E o Ivan dá um toque pro cara. O Zé é viado. Mas eu não sabia disso que o Ivan falava.

Tá uma noite chuvosa. Que filha da puta, né? Eu pego o meu carro com o porta-luva quebrado e eu fui dar uma ré, eu tô aqui, o irmão do Lombardi sentado no passageiro. Eu tô dando a ré, caiu. A tampa. A tampa, instintivamente, eu fui lá pegado, lá do pau do cara. Porra, eu não esperava isso de você, ele empurrou, me deu o seu parê. Puta que pariu. Por causa desses dois da minha mentais, né?

Não, e teve no aeroporto, no Santos Dumont, no Rio, também, que a gente não tinha amizade com o Falcão ainda. E você foi no banheiro, ficou o Museu e o Ivan, aí veio o Falcão e reconheceu a gente, né? Falcão? Marmonte! Aí falou, rapaz, não sei o que o grandão. O Ivan já mandou. Então, ele tá no banheiro lá, porque ele já vem, mas você conhece o Zé? Não, não sabe que ele é grandão e tal, mas ele, na dele, né? Sempre isso, né?

Que vida, hein Zé? O Falcão tá sentado do nosso lado e o Zé chega todo festivo Oh, e aí Falcão? Pô, eu gosto... É legal, rapaz E o Zé falando pra caramba Não, o Zé falando pra caramba O Zé é uma puta animação Eu também gosto de você Não, é... Legal É melhor falar assim Vamos marcar alguma coisa

A gente tinha uma época... Você não tinha sossego? A gente tinha época de aeroporto, assim, muito antiga, tinha um negócio no nosso show que tinha uma bomba, um relógio, tinha uma bomba, mas feita da cenografia, tinha uma bomba. E aí tinha um relógio, tal, que funcionava o relógio, e o Ivan tava com uma mala... Tinha até o tic-tac, velho. Tinha o tic-tac com a mala de mão e tal.

E o Ivan entrando e tinha um paraquedas que a gente usava no show, que era de brincadeira, que tinha o homem que veio do céu, tinha um paraquedas. Era um negócio que a gente usava, anos 80, anos 90 e tal. A gente tava entrando no avião e a gente falou, por que esse paraquedas? Eu tenho muito medo de dentro do avião acontecer qualquer coisa. Mas o que é isso aqui? É uma bomba relógio, mas não vai explodir. Garanto pra você. Pô, chamaram a polícia federal. É lógico, né? Chamaram a polícia federal. Vai remarcar com uma bomba. Mas até explicar que era negócio de humor o caramba. Meu, tomamos vários dedos na cara. Não tá aqui, pariu.

mas o legal foi, a gente tava no hotel vieram do show 3 horas da manhã o Zé foi pro quarto aí eu peguei e fui no corredor aquele hotel redondo, né, que era de Franca não era? não, não, não, o de Franca é outro aquele lá que eu fiz você tomar água às 3 horas da manhã aí eu fui no corredor, porque aí você ligando do corredor não sabe de que quarto você tá ligando é, verdade, verdade

E aí eu peguei, fui no corredor e falei, meu nome é Zé Américo, eu tô saindo do elevador agora, acabei de vir em um show e eu tenho um problema severo com a amnésia. Eu tenho que tomar um remédio das três da manhã, se eu não tomar, amanhã de manhã vai ser um paz ué. Eu não sei quem eu sou, o que eu tô fazendo aqui, porque que eu vim, então, por favor, vocês chegarem alguém com água lá três horas da manhã, eu vou lembrar do remédio. Só não deixa de me bater três horas da manhã.

No dia seguinte, a gente foi tomar café, o Zé tá com aquela cara assim, bem de cu de boi do avesso, né? Ele não dormiu. Eu falei, legal a brincadeira de vocês, bacana. O que foi? Não, não foi nada. Três horas da manhã, bateram na minha porta, eu falei, não vou abrir, são os caras. Bateu com força. Seu Zé, seu Zé, uma mulher, uma tia, eu falei, tá pegando fogo, acontecendo alguma coisa. Aí eu abri a porta, a mulher com a bandeja, uma jarra, um copo.

Aí eu falei, vim trazer a água do senhor. Aí eu falei, que água? Aí eu falei, tá vendo? Já começou, hein, senhor?

Ela empurrou... Uma falta de memória! Ela empurrou a porta pra dentro... Não lembra? E pôs o pé. Ela empurrou a porta pra dentro e pôs o pé. Ele falou, meu, enquanto eu não peguei a água, a velha não deixou eu fechar a porta. Foi muito bacana, eu dormi muito bem. Eu lembro uma vez, bicho. Eu não sei por que, eu fiz uma coisa em Sorocaba e vocês iam fazer um evento... A gente foi junto com você, foi num evento em Sorocaba. Eu fui no show de vocês. É verdade. Eu tô no quarto à noite, bicho, começa uma bateção de porta. Eu, caralho, que porra é essa, bicho?

E batendo nas portas, faziam umas puta porrada, mano. Eu falei, caralho, mano. Eu abri minha porta, não lembro se era o Enio, quem que era, tava de cueca no corredor. Acho que isso aí, vocês... Isso é coisa do Ivan. Vocês trancaram ali pra fora. Era o Ivan. Um cara de cueca desesperado. Ah, mas isso a gente fazia.

Porque eu, assim, eu me ferrei 99%, mas teve umas vezes que eu também me dei bem. Quando a gente foi no Meridian, aquele hotel bacana lá no Rio, nós vamos fazer uma convenção lá. E a gente tava porta de frente, um com o outro. Talvez eu esqueci. Aí o Pardini me ligou. Viado, né? O Pardini me ligou e falou assim, ó, o Ivan tá indo aí.

O Ivan foi pelado... Ele foi pegar sabonete. Buscar sabonete que não tinha no quarto mesmo. Pelado. Porque fazia zoeira já. Umas 10 horas da noite. Aí o Pardini trancou a porta. E eu tava... Aí eu liguei pra segurança e falei, ó, desculpa, é a primeira vez minha aqui no hotel. Tem um cara pelado batendo na minha porta. Eu não sei se é normal isso. Ele, pô, pelo amor de Deus, para, meu. Era brincadeira, para aí, abre. Meu, e um casal de americanos... Eu saio um ar de um casal, acho que era alemão. Alemão. Cara gigante, olhando pra ele, aquela cara feia... E ele, pelado...

Oi, é, tudo bem? Boa noite. Boa noite, pelada. Como se fosse mensageiro... Um tempo de uns cinco minutos ali de terror.

Tudo bem? Fica gigante Não, teve uma que foi muito legal Pensa num hotel assim Você sentiu muito de ser preso? Era uma outra época A gente é mais rápido Essa daí é do hotel lá de Fran Essa tá arriscada, o policial ri O policial ia falar Porra, não tinha negócio de preso Porra, sério que fizeram isso?

Você falou de policial, e antes de eu contar a história aqui do Frank Catower, eu tava começando a dirigir, eu tinha um Fusquinha, meia nove, e entrou a lei do cinto de segurança. Na época eram as discotecas, e eu não tinha dinheiro, eu andava com o carro sábado e domingo, era o dinheiro que eu tinha. Pra botar gasolina. Isso, e eu dividia, sábado era meu, domingo era do meu irmão o carro. Aí saí com um amigo, e minha mãe era costureira.

E eu peguei uma camiseta clara que eu tinha e prendi, grampeei uma tira de pano preto, assim, ó. Aí meu amigo falou, você é louco? Eu falei, não, se a gente passar por qualquer policial, o cara tá de... Nem era obrigatório dos dois, né? Ah, tá de cinto. Tá de cinto, é. Aí a gente pegou um... Mano, você é muito... A gente pegou um comando na... Camisa do Vasco, camisa do Vasco. Exatamente, a gente pegou um comando na retarda do Jaffé, né? Aí meu amigo falou...

que falou, fodeu, pardê. Falei, não, não, imagina. Tô visível. Não, vou passar, a gente vai passar. Tava indo devagarinho, bem devagarinho, chegou na nossa vez, fusca tudo arrebentado, o cara, para aí. Aí eu falei, não, vai pedir o documento. Aí o cara bateu no vidro, abaixei o vidro, né? É, mas mesmo. O cara, é, documento, por favor, só que bicho, documento, por favor, e a faixa é costurada. Aí eu dei a carteira de motorista pro cara, o cara falou, por favor, desce do carro um pouquinho. Eu desci, cara, o guarda olhou, o guarda começou a rir.

e falou exatamente o que você falou você torce pro Vasco ou pra Ponte? eu falei, não, sou palmeirense e o guarda pegou e falou assim, você me acompanha, por favor? e tinha uma outra viatura, na época era o Tático Móvel, era o C14 Laranja e Pré cheguei lá e chamou o capitão, o comandante aí daqui a pouco ele tá com a minha CNH lá e ele me apontando e os dois rindo pra caralho, eu falei, não me caiu a ficha você tava com o cinto

costurado. É, eu tava começando, falei, é que eles me reconheceram. Aí veio o cara, devolveu a carta e falou, a gente tá vendo que foi brincadeira, mas pelo amor, não faz mais isso não. Você se esforçou. Deixa eu contar, eu parei porque você falou do guarda. Hotel Frank Tower, galera, não sei se ainda existe. Até hoje existe, eu fui lá com o Matheus Serra.

Aliás, abraço, galera de Franca, super simpática. E até o Arredonde tem um elevador no meio. E saem algumas portas aqui. Voltamos do show, tava aí o Ivan, né, no quarto. Falou, pô, precisamos... Sem sono, né? A TV não pegava.

Vamos dar uma causada. Você não pegava. Aí a gente fez o seguinte, a gente saiu de meia assim, a gente deu a volta assim, né? Vai ter lado de meia? Não, não, não. Ah, tá, tá. Meia, fomos lá na porta do outro lado, e um fazia sinal com a cabeça pro outro. Tipo, já? Aí a gente...

tudum, tudum, tudum, tudum, tudum, nas portas. É, e voltava pro nosso quarto. Aí todo mundo abria a porta, a gente abria e dava esse porra, ô meu, o que que tá rolando aqui? Ah, não sei, né, que é, pô, umas seis vezes, cara. Aí a gente ligava na portaria, ô meu, não sei quem que tá acontecendo aqui uma vez, né. E puta, foi um confusoê. E o José Américo também. Uma vez ele tava dormindo, ele matou um calor desgraçado, sem ar, e ele se cobre, e com qualquer tempo ele põe lençol na cabeça.

A gente ia com um copinho de água mineral e jogava no lençol pra gotejar na cara. E aí, puta, ele xingava e não podia fechar a porta. A gente jogava água gelada de novo. Aí daqui a pouco escutava um barulho assim no Corruda. Meu Zé desenrolando a mangueira de incêndio.

do Matão. Escutamos na porta, bateu o negócio. Aí o Ivan foi olhar no olho mais e falou, putz, o Zé vai abrir mangueira de incêndio e a gente vai na portaria. Ô meu, tem um louco aqui. O cara não deixa a gente dormir. Aí o Zé tá lá pra abrir o negócio e chega amigo, por gentileza, você me acompanha. Tirou o Zé do hotel, cara. Você sabe por que o Pardini fica com o Ivan no quarto? Os dois roncam pra cacete. Eu gravei. Olha aí, ó. Dá uma olhada. Não é sacanagem que eu gravei na internet. Verdade, verdade.

Capei do Pardini e eu fui dormir num hotel num outro bairro. Dá uma olhada o Pardini à noite como é. Olha aí, dá uma olhada. Kavazak, ó. Pô, Kavazak e mil. Mil. Dá uma olhada aí, senhor. Ó.

E dá umas rateadas. Tá, sensacional. E sem silencioso, né? Sensacional. Aí eu falei, não, não dá. E o Ivan também é igual. Então os dois, um ouve o outro. Então é tranquilo. Assim, é maravilhoso. É, por isso que a gente não dorme, né? Aí tem que fazer alguma coisa. Ah, teve aquele hotel também, que eu não lembro qual era.

Que a gente tem o estacionamento embaixo com a telha de zinco, sabe? Sim, sim. E aí... Sobou da obra. É. Ah, não, em cima. Não, aquele puta calor. Isso, mas assim, a garagem era, sei lá, com telha de zinco e a gente em cima lá do negócio. E o Ivan fazia uns negócios, tipo três da manhã, sempre esses horários. Ele pegava saco de lixo do banheiro, enchia de água e jogava. Rebentava. Gritando. Não, a gente gritava.

E soltava o pé no telhadozinho. Aí todo mundo esgotava. A gente voltava a janela abrindo. Abria também. O que é que tá acontecendo? O que tá acontecendo aí? O que tá acontecendo? Ai, acho que você jogou um rapaz aí. Não sei o que é que tá aqui, cara.

Aí depois tem os comentários, ai gente, nossa, estão anos 80, isso não se faz mais. Fala pra eles lá da Carpalada, no restaurante da Carpalada, que eles vão fazer um show na Boate Coração de Melão, em Curitiba, em Londrina. O Pardinho não pode beber, né? O Pardinho é um cara que ele fica bêbado antes de beber, você já viu isso? Ele pega e começa, mas não bebeu nada ainda. E aí esse dia eles vão fazer um show lá em Curitiba, sei lá onde que era, e o Pardinho tomou as três caipirinhas, mas antes ele já tava bêbado.

Aí nós chegamos no hotel e ele tava treleli. Ruim, ruim. Eu bebo pouco, aí... É, eu bebo pouco, não. Mas aí, parado com você, aí chegamos no hotel, tinha tipo um lago de carpas na porta do... Me enfudei do bicho. Na porta da portaria ali, na recepção, né? É, eram 180 graus assim, uma queda de água cheia de carpa lá dentro. Aí o parque tava muito louco. Sei, um jardinzinho, uma cascatinha. Isso. Ele falou assim, Zé, eu tô muito mal, onde é o banheiro? Eu falei, aqui, nós estamos no banheiro.

aqui e falei, é, atirou e tchiu no lago de carpas. Mijou. Fomos expulsos do hotel. Não, mas peraí, mas teve os gols que eu marquei com as carpas, você lembra? Não. As carpas começaram a pegar assim na barra da calça e eu, porra, sai daqui e chutava, e as carpas caindo fora, e o cara veio da recepção, ô tio, não faz isso, jogava pra dentro e eu cruzava. Você imagina como ele...

E tá, vai com o alcoólico. Meu Deus do céu. Eu lembro essa de Sorocaba também. O senhor já tem muitos anos, faz quase 30 dias. Eu nunca me esqueço de um cara muito chato na plateia. Tem sempre. E se eles fazerem um show, o cara é chato. Tem sempre. Chato, sabe quem é esse cara? Ele tá ligado.

Bicho, acabou o negócio. Vocês tinham uns banners do lado, assim, do palco que vocês enrolavam pra gente guardar. Ele falou, deixa que eu leve. Ele falou, não, pega um pouquinho. Meu, tirou o pau pra fora, passou no pau o banner, a ponta do banner. E o cara, e o chato, olha ele. Amigão, segura pra mim aí, só pra eu levar. Dá pra quê, porra?

e chorava ali ele passou no pau e deu pro negro chato segurar eu sei quem fez isso uma vez, mas não vou falar o Ivan mijava no uísque vinha os convidados no camarim os camarim aquelas malas ô meu tio, não sei o que toma um uísque, ele completava o copo com um mijão o cara fala, tá meio salgado é importado o Ivan é um cara que ele corria muito você sabe que o Ivan corria muito é, nós vamos

dava a perna maratonista, correr 50 quilômetros e tomava 20 litros de água por dia então o cara que toma 20 litros de água por dia o xixi é quase incolor, não é amarelo aí nós fomos fazer um show que tinha um grupo de samba, não vou falar qual que é que você não vai dar, era um grupo de samba e tinha o Jorge Manjot existe até hoje? existe

Aí o grupo de samba, os caras estavam estourados. E eram metidos pra caramba. Muito metidos. E a gente ia fazer a abertura, que a gente é pequenininho, ia fazer a abertura. Esse grupo e o Jorge Benjora era o final. Era um show num shopping. É pra umas 5 mil pessoas. Legal pra caramba. Aí tamo lá. O Ivan com aquele esterno colombo roxo dele, aquelas coisas. O cara chegou e falou assim, garoto, vem cá.

Pois não, pois não, senhor. Ó, somos oito aqui no palco, você pega água pra todo mundo e traz lente pra todo mundo. Ah, acho que ele trabalhava. Pois não, senhor, deixa comigo. Ele pegou a água, tirou metade da água de todos, completou e entregou pra todos. Se precisar de qualquer coisa, me chama.

E esses caras tomaram suco de Ivan. Não, mas tinha, antes disso, teve também que tinha aqueles oporzão do lado do palco. Puta que pariu. E os caras, vinha lá o cara do pandeiro, pega uma coca pra mim, pega não sei o que. O Ivan sacudia lá. E ele batia na quina do palco, aquela estrutura dele, e punha o dedo. Aí ele dava pro cara e tirava dele.

Pô, estourou. Pega outra. Eu ia me pegar, furava outra e... Estourou. Estourou e dava outra pro cara. Isso é bom com água com gás, né? É. Água com gás você só joga pro chão e dá pro nego. Quando o carro... Nossa. Na Bandeirantes tinha um lugar, lá ficava...

Nós escapamos muito de vocês. Muito, ainda bem. Deixa eu só falar um negócio. A gente não sabe. Eu tô pra te falar um negócio faz anos. Deixa eu te falar. Parabéns, Zé. É uma das coisas mais foda da minha vida. Irmão. Deixa eu só te falar isso. Eu tô recebendo, agora eu ando no shopping. Deixa eu só te falar. Parabéns, Zé. Ontem eu fui na farmácia, o cara falou. Mas já me salvou em várias situações. Deixa eu te falar.

Fui fazer um evento em Votuporanga. Aí tô lá em Votuporanga, eu cheguei com puta sono, 11 da manhã, só pode entrar duas da tarde no hotel. Eu preenchei o negócio, o cara falou assim, só duas da tarde no hotel. Você pôs, quebra essa. Quebra essa. Falei, peraí. Fosseus em América, falei, sou parabéns, Zé. Puta que pariu, entra aí. Juro por Deus, eu te juro por Deus. Conta a história do parabéns, Zé, bola. Do Zaque tem aí? Tem aí, Zaque?

É um negócio muito foda, porque o filho da mãe do Batoré O filho da mãe do Batoré Foi no pânico e ele contou Uma história que não é E ele falou O filho da mãe do Batoré Inclusive o Dr. Roger É o que ele falou do Dr. Roger E na época tinham pego ele

Mas isso foi foda. Não, fica tranquilo. Ele dá um anestese. Você não sente nada. Ele dá uma anestese. E aí as pessoas às vezes não sabem o que é isso. Não sabem. Mas, meu, onde eu vou me falam isso? É impressionante. Eu falei isso hoje. Eu falei comigo tal, parabéns é...

ó o borra ó, mesmo vai ser pai de novo ó, mesmo, mesmo o Batorel, filha da puta, que Deus o tenha o Batorel era o cara mais engraçado que eu já conheci na minha vida pessoal, assim, de encontrar ele era maravilhoso a última vez que ele veio aqui ele já não tava bem mas assim

O Batoré era o cara que me fazia rir de passar mal na rua. Uma vez a gente tava andando na Paulista, sei lá, trabalhava na Nova FM e tal, e ele tinha essas coisas. Ele viu um cara de peruca, e a gente costou atrás do cara de peruca e falou, Zé, é peruca? Eu falei, não, não é. Ele falou, é peruca. Eu falei, eu tenho certeza que não. Ele falou, quer ver, eu vou arrancar o canal. Não.

Mas eram as coisas dele, mas ele era um cara muito engraçado. E apesar do parabéns, é, que você fica me atormentando, eu falei que eu ia trazer um negócio pra você outra vez, e eu trouxe, que é um homem de seis milhões de dólares que fala que fala, ó, ele tem um botãozinho, ele fala pra caramba. Aperta aí que ele fala meio rouco no começo, mas ele conta tudo, ó. Agora você vai ver, ele vai falar pra caramba. Olha que legal. Olha.

Não é legal isso aí? Eu falei pra você que eu ia trazer, eu falei, hoje eu vou lembrar. Pelo parabéns, Zé, isso. Então me dei bem, Dan. Não é?

Muito legal. Quando você quiser que ele pare de falar, você aperta de novo. Deixa eu falar uma coisa que eu lembrei agora. A gente teve bons professores de aprontar, por isso que a gente... Os melhores, então. Não, mas no show de rádio, não existia o Café com Bobagem. Isso é uma coisa que pra mim foi... A gente foi fazer um show de rádio, chamava Copa LPC de futebol, que era fazer iogurte danone.

E aí, laticínios paulistas, não sei o que lá. E aí, na saída, a gente estava levando as malas para o... Tinha um cara mensageiro do hotel que levava as malas e aí punha no chão do lado da van e tinha uma senhora que colocava a...

colocava as malas pra dentro, né? Aí o San Gerardo tava com a gente ali pra fazer o check-out na recepção pegou o cara o cara da recepção falou assim, bicho eu tava vendo aqui, olha o tamanho daquela mulher, bicho puta que pariu, o cara falou assim é, minha senhora é, aí o San Gerardo falou, isso aí bicho, é isso que eu queria dizer, parabéns São Paulo não tem gente com essa saúde não, bicho, porra

Olha aí, que maravilha, que exemplo, né? Ele viu que ia se... Puta, cara, é... Mas eu já dei essa mancada já. Já deu também? Já. Mas esses dias... E com um cara conhecido, eu não posso nem falar. Ah, pode falar, eu manquei com a Cláudia Leite, você fala o teu. Os meninos do, como é que chama? Mancada do caralho. Os três lá, os cafajesses.

Num show deles deram uma boa, bicho. Eu chorava de rica. O Alorino. O Alorino é de valor. Você viu a deles da Mulher Grávida? Não, não vi. Puta, a mulher sentada com o cara e... Eles foram brincando na plateia. Ele quando quer criança, os caras e a mulher... Que criança.

Não tava grave, irmão. Tá, merda. Vixe, os dois no palco choravam de rir. Ele subiu no palco rolando. Putz, se achar isso, vê se passa, Isaac. Olha esse show de Lindóia. Um cara chamou a gente pra fazer um show Águas de Lindóia. Chegamos direto da rádio. Podemos pra caramba. Chegamos lá.

E eu tô vendo um cara apresentando. E era um garoto que levou a gente atrás do palco e tô esperando pra entrar. Ele falou assim, então, daqui a pouco vão chamar vocês. Eu falei assim, puta que coisa louca, né? Homem usar peruca, puta, é um negócio muito ruim, né? Que dá pra você ver, parece que a cabeça é menor, né? Fica meio que nem a cabeça é menor. Playmobil, assim, muito ruim o homem usar peruca. Ele falou, é, o meu pai já vai chamar vocês? Eu falei, oi?

Era o pai do cara, puta que pariu. Eu fiz um show envergonhado até o final, cara. Eu falei, puta, eu quero ir embora daqui. Não, e conta pra eles o do Reinaldo. Eu e o Reinaldo no Posto BR, que eu perguntei do Almirzinho.

Sei lá, o Partido me confunde, o Partido me confunde todas as pessoas, né? Era o Reinaldo, o príncipe do pagode. Ele tava com uma loira, mulher dele, se o mesmo. Ele pensou que era o Reinaldo, o príncipe do pagode, não quero que ele morreu. E aí a gente encontrava, sempre no posto, quando a gente ia pra Transcontinental, encontrava um monte de gente que era o único posto que tinha.

Aí tá lá o Padrinho e falou, poxa, e o Almirzinho, como se fosse filho do Almirinho Neto. Seu filho Almirzinho. O cara falou, oi, mas que filho? Tá cantando bem, né? O cara todo sem jeito, hein? Não, o Almirzinho. Vi ele lá na Bandeirantes e tal. O Almirinho Neto. A mulher dele. Quem é o Almirzinho? Não, você não sabe. Pô, você é filho de vocês, você não sabe. O cara canta, o moleque canta. Puta, eu sei que ficou por isso. Aí chegou na rádio o dia que ele foi participar. Ele, puta, você me... Cara...ithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithith

Como isso é filho do Almir Guineto, porra. Minha mulher queria saber quem era o Almirzinho que eu tava escondendo, que o moleque canta. Eu dei uma bola fora. Eu dei uma bola fora. Tinha uma confraria nossa e cada um era aniversário do Muricy. Era muito amigo nosso. Muricy. Muricy Ramalho. Gente boa, né? Gente boa, beijo pra ele. Inclusive tem que marcar dele vir aqui de novo, bola.

E aí, velho, tô com o Muricy e cada um Muricy, um cara que sabe, aniversário homenagear o cara aí eu falo assim, pô, sem palavras pra definir essa pessoa

parabéns, Morissi Santana vai tomar no teu cu é ramalho, caralho não, foi sem querer, porque tinha um outro treinador chamado Morissi Santana Morassi Santana que é preparador físico no meu TDH, eu fui te mandar ramalho, eu mandei Morissi Santana eu sou o rei

Ele falou assim, vai tomar no seu cu, filha da puta. É Ramalho, caralho. Fala bonito e erra meu nome. Vai se fuder. O baile de Mojimirim, lembra? Que eram duas cidades que não se davam. Mojimirim e Mojiguassu. Exato, ele falou errado. Eu cheguei e falei, vocês aqui de Mojiguassu são...

o público de Monjiguassu é o mais simpático e os caras, filha da puta vai embora, e eu achando, pô, tô sendo gentil, os caras tão me xingando eu enchendo a bola da cidade vizinha, entendeu? E eles se odiavam, cara é muito louco isso aí é isso, tinha mais, hoje em dia não tem tanto não, hoje é menos, nem tem hoje é, lembra a rivalidade Rio-São Paulo é, muita merda

É, mas acontece que hoje não tem isso, mas tem o mimimi, que é pior ainda, né, velho? Eu acho que, pô, antes você brincava era um deslize. Agora você fala sem zoar. Você pode ir preso. É, e o deslize é da pessoa que interpreta, então é complicado, né? Quando o deslize é seu, você pede desculpa. Agora, quando a pessoa desliza, ela não vai pedir desculpa de achar que você quis dizer não sei o quê, não sei o que. Claro. Entendeu? Então, lamentavelmente, isso daí tem... Mas assim, eu lembro da minha época de moleque, cara.

Eu acho que é porque a gente não tinha muito o que fazer. Sim, era outra coisa. Hoje tem videogame, celular, TikTok. É, Discord, game, a molecada tem o home entertainment. Antigamente eu falo pro Bola, eu lembro de olhar pra rua.

e não tinha ninguém pra brincar, pra jogar uma bola dava uma tristeza do caralho acabava os estudos, chegava tipo 3 da tarde daquele bisu no portão assim pra bater um fute, ninguém era comum a gente falar, pô mãe, não tem nada pra fazer o que eu vou fazer, era comum isso aí a gente fazia merda, né era isso, né eu ficava pensando com o que podia aprontar no telefone eu fazia coquetel de eu pegava aí o irmão

Meus pais não estavam em casa, a gente pegava saquinho de sacolé, que vocês chamam de chup-chup. A gente falava assim, tudo que tiver líquido nessa casa vai entrar nesse pacote. Mas vocês tomavam depois? Mas vocês tomavam depois? Não, não, tudo, pensa tudo. Água sanitária.

o que tiver de líquido a gente põe um pouquinho. Entendeu? Mas ali, doutor Pardal. Tudo. Você pode se imaginar. Tudo, tudo. Desde ketchup, maostarda. Tem líquido, entra um pouquinho. A gente fazia uns puta sacolé bonito. Bomba atômica. E a minha casa tinha umas árvores na frente. Quando o ônibus passava, a gente entra... Chupa! No rio, né? Não tinha como... Calou, todo mundo ganhando abertão de busão lotada e só lá dentro. Explodia lá dentro. Nossa!

Eu e meu primo, a gente é muito fodido. Lembra que tinha umas caixinhas que eram uns kits de química? Claro. Você brincava de fazer. Eu tenho isso até hoje. E tinha umas bobagens lá e tal. E eu e meu primo, uma vez, a gente falou... Sangue do diabo. É, ele disse assim, né? Nossa, nós vamos criar a gasolina.

Aí a pessoa não precisa mais ir no posto. Ótimo, tem ideia. Nós vamos criar aqui a gasolina. E começamos, só que eu peguei uns querosene do meu pai. Bicho, nós tocamos fogo na cortina do quarto. Puta que... Quase pegou fogo na casa. Meu pai dava na gente. A gente não bate, nós estamos criando a gasolina, caralho. Porque a gente tava com a razão ainda. Não era pra gente apanhar. A gente tava inventando a gasolina pra você fazer em casa. Tá muito bom. Aí você não sabe ir no posto.

Moleque é uma bosta, cara. São sempre essas coisas que a gente não tem. Tu fazia muita merda, Padinho? Assim, quando era moleque, muita merda na rua. Fala do que você caiu na casa lá. Ah, tem a do balão e tem... Você sabe essa história? Isso é muito louco. A do balão e tem a lata de bosta, né? Não, mas sem a bosta. Fala do balão que é melhor. O balão é o seguinte, cara. É poesia e a bosta. Eu adorava balão. Adorava balão. Soltar balão.

soltar balão. Balãozinho japonês. Não, balãozinho, tudo. Eu era fascinado. Fazia e tal. E aí um dia tinha aquela coisa de catar balão, né, da molecada. Isso, aí o balão veio assim, rodando assim, apagado e tinha aquele lance. Opa! O primeiro que pegava. Peguei, peguei. É meu, é que nem pipa. E aí, eu era bem magrinho. Você vê como tempo faz, né? Onde era isso? Na Lapa.

aí eu peguei e subi no muro da casa era uma casa assim de terra, com telhado bem íngreme, e aí eu fui pela cumieira, você que tá assistindo aí se não souber, aqui um cumieira é emenda do telhado você tem aquelas telhas e a madeira é ali, né? não, não, é também, o caibro é ali subi pela cumieira

Por que você sobe por ali? Porque tem mais sustentação. Eu era magrinho, eu subi que nem um gato. Balão caindo ali em cima, eu via cair em cima da casa, eu vi, pã, de quatro subindo. Quando chegou lá em cima, tinha um cara, o cara ia chegar antes de mim. Eu ia com a cabeça do cara saindo. Eu cheguei na porta do telhado, eu falei, opa, peguei. Eu dei um pulo, cara, e eu peguei mesmo. Deu um pulo, né? A hora que eu caí, eu passei pelo telhado mesmo.

Caí, passei o telhado, o forro, a porra toda. Isso, era aquelas tábuas corridas, chamadas lambri. Assim, né? E eu sei que assim, eu caí, senti uma batida ainda no meio da bunda, eu tava de forma. Aí eu olhei pra cima assim, com o olho ardendo, assim, e aquela poeira caindo, aquela coisa. E aí eu escutei...

Tem a mulher aqui do meu lado com o nenê. Nem fudendo. Na minha frente tinha a TV, tava passando Hebe Camargo. Eu caí numa mesa de centro, cara. Você tá jantando, porra. Você tá jantando, cara. Uma mesa de vidro. Aí eu caí, além de eu passar pela telha e pelo telhado, eu quebrei a mesa e bati no chão. E aí eu caí, eu assim, que nem um imbecil, segurando aqui a boca toda torta, com os pedaços de... Parecia um pandeiro. De papel, é? É, pandeiro. Puxa. É.

E aí a mulher é assim, calma, calma. Porque olhei em volta os pedaços de madeira. E assim, eu vi a Hebe, caía aquela poeira assim. E aí o pai da criança queria dizer, moleque, você não tem pai, você não tem juízo, não sei o quê. E ele foi pegando. Já apanhando, né? Me pegou pelo braço, me levantou, já dando os puta tapas na cabeça.

A mulher gritava, calma bem, ele tá sangrando, vai sangrar ele, sou eu. Fogo, deu o meu terreno. Me levou pra minha casa, ainda tomei uma puta surra, meu pai teve que... Me pagar o conselho. É, e eu levou... Puta que pariu. Eu levou o cara caído, as pessoas jantando, caindo a pessoa. Porra, com a tocha de balão na mão.

A molecada de hoje em dia não tem mais nada. Não tem noção. Não tem noção. Era muita merda. Vamos fazer um curso, né? Faça você mesmo, tutorial. A minha rua, por uma rua pequena, ligava duas, outras duas, era um quarteirão praticamente. A gente brincava de ir até o final e ir por trás pulando de muro em muro em todas as casas até chegar na nossa.

Imagina hoje. Não, você toma um tiro. A gente invadia, pulava, atravessava a outra casa, pulava o muro. Atravessava a outra casa, pulava o muro. A hora eu chegava na minha, que era a penúltima, parava.

Que brincadeira. Porque não tem o que fazer. Não tem o que fazer. Depois anota pra não esquecer. É legal isso aí. Uma outra coisa. A gente estudava no Zuleika na Pompeia. E aí chegava sexta-feira, sábado assim. A gente põe um jornal na esquina da Padre Chico com a Povina Pompeia. Que o pessoal atravessava muito ali. E um de nós ficava embaixo do jornal. Então a gente põe os pesos.

punho os pesos em volta ali, esperava a hora que acumulava bastante gente, alguém chegava ali, dava um totózinho assim no pé do... O cara que tava deitado levantava, malandro, e aaaaaah! Puta, correria! Essas pegadinhas do Silvio já... Um dia eu tenho que trazer meu irmão aqui, meu irmão era pra estar junto com a gente.

Fica pauloca é fodido. Eu vou falar pra você que... É doido. Esse é. Não, não. O cara... Eu é difícil. Tem cara mais louco. Mas o meu irmão, ele é Harvard. Pô, ele não virou humorista que nem nós? Porque todo humorista tem merda na cabeça. Não, mas ele era muito... Passa do ponto demais. É mesmo? É. Ele era foda. Só vou dar umas letras aqui.

tinha um cara na minha rocha chamado Pelosso. Pele com osso. Pelosso. Era o Pelosso, é. Magrelo. E a casa dele, velho, era muro com muro com a igreja. E os caras, meu, nos anos 80, os caras rasgaram. 90 ali, os caras gritavam pra caralho, som alto. O cara já não tava tendo mais vida. Tipo assim, todo dia, três, quatro... É, culto. Aquele culto... O cara, porra, o cara vinha pra rua, lá vinha Pelosso. Porra, cara, tá foda.

Barulheira do caralho, porra. Aquele jeito de carioca e tal. Meu irmão. Quer acabar com essa porra?

Aí o meu ex-cunhado tinha uma moto, vocês vão lembrar, da DT 180. DT 180, Yamaha. 180 trail. Aí meu irmão abriu o tanque assim, tinha um autolube. É, autolube, é. Botou... Mais óleo. Botou mais óleo no tanque, fechou. Fazer aquela fumaceira do caralho. Lá foi ele. Dois tempos, é. Pegou do meu ex-cunhado na época. Foi até a igreja, botou a motinha de ré assim. Que sacanagem.

dentro do culto nossa, do lugar do culto na porta da igreja ele ficou ali tipo um minuto fora o cheiro o barulho só a ADT essa vermelha e a branca essas três cores isso era uma máquina meteu dois tempos

Aí ele chegou e falou o seguinte, aí galera, o seguinte, ou você baixa o som todo dia, é essa aí, exatamente essa aí. Isso era demais. É, eu vou vir aqui todo... Isso era demais. Todo... Puta que... Todo culto e vai... E vai, e vocês não vão ter culto.

Ou baixa o som. Ou baixa o som, ou faz isso. Bom, sensacional. E os caras, eu já sei, aprenderam a andar de moto, né? Então, era só brincadeira pesada, cara. Mas hoje o que tem de brincadeira? Nada. O que a molecada faz? Tem, tem. Mas era a internet. Pior não, é que... É. Hoje, por exemplo, você tinha problemas na escola.

do mundo teve. É bullying, mas não chamava bullying, né? Mas era, é, mas tinha essa coisa de zoeira. Vamos pegar o Zé, o Zé tá fudido, aí fica uma temporada Nossa, aí partia pro outro. Aí é mudando. É. E aí vendo quem reagia e tal, era assim, né? É. E aí...

hoje em dia tá pior. Porque antigamente era um terror na escola. Hoje é um terror 24 horas. E fica mandando coisa na internet, né? O grupo. Então, por exemplo, um cara vai, dá um exemplo, um moleque vai lá, tem essas merdas. Os desafios, essas boças aí. Filma a pica do outro no banheiro e joga no grupo.

A zoeira é eterna. Um moleque foi... Eu não sei se eu posso falar isso, mas foda-se. No colégio do meu filho, que ele se fudeu. Ele era filho da professora da escola. Então a escola é cara e a gente já estudava... De graça. De graça. Filha da puta. Pegou a diretora e criou um Tinder da moleque.

Isso é maravilhoso. Isso é um exemplo a ser seguido. A escola inteira zoando a diretora do Timber. Mas isso é um exemplo a ser seguido. Entendeu? Obviamente a mãe perdeu o emprego e eles saibam da escola. Mas olha só. Com cara, brincadeira. Então continua aqui. A gente tem que ir descobrindo.

Mas é aquilo que vocês falaram, a gente não tinha o que fazer. Então você via um pedaço de madeira, uma pedra, você criava alguma merda, meu. Você tinha que criar pra você se divertir. Eu e meu irmão, a gente ficava correndo em volta da casa, pulava muro. É o que você falou, não tinha o que fazer, caralho. Deixa eu falar uma coisa também legal. Essa foi Kuti, diretor da... Lembra? Extinta Sunabe, que era secretário. Sunabe, claro. O 98. O secretário do abastecimento foi na Bandeirantes.

Lembra? Eu pegando camiseta pro cara. A nossa sala tinha um negócio muito antigo, porque era tipo dos anos 70 a nossa sala, e ela tinha um cantinho, um lugar que tinha um toca-discos, pra você ouvir discos sem incomodar as pessoas da sala. É, você entrava numa portinha, uma cabine. Uma cabine, bem de cantinho, uma porta selada com um vidro. Um vidrinho retangular, assim. E aí não tinha mais o toca-discos, mas tinha aquele cantinho. A cabine tava lá.

Aí nós estamos conversando com esse secretário. Puta negócio sério, porque eu queria que vocês fizessem alguns shows pelos bairros de São Paulo e tal. Estou conversando, um negócio muito sério. O Pardini levanta e fala, não, tudo bem, vocês me dão licença só um pouquinho? Falei, claro, ele falou que eu preciso ir até a garagem. É, vou pegar uma camiseta pro senhor. Porque tinha umas camisetas dentro ali que a gente tava...

O Bardini entrou contra o Bardini. É, eu entrei ali, fechei a porta, né? E o secretário tá de... O Zé tá de costa pra mim e o secretário do abastecimento tá de frente. E você na cabine. Sinal pra ele. Entrei na cabine, fechei, ficou só a cara na vidrinha e fiz sinal. Peraí, aí fiz o seu. E desapareci. Fiquei ali. E dali a pouco... Vai legal subir. Dali a pouco eu tava... O negócio aqui assim, aí subia e fazia assim.

Aí eu abri a porta e saía com a camiseta. Nossa, secretário, tô aí. Peguei a ver a mão cheia de par. Aí a gente pegou e teve uma hora que a gente saiu que ele queria falar com o Joca. E a gente saiu e o secretário... É muito bobo, né? O secretário ficou... Mas é muito bom. É bom demais. O secretário ficou ali esperando a gente. Ele não se conteve. Tem uma hora que ele levantou, ele foi lá e abriu a porta. Ele olhava pro chão como quem falou é...

Cadê o elevador? Ele não perguntou nada, mas a gente viu de longe ele checando do elevador. É lógico, né? É lógico, cara. Cara, maravilhoso. Maravilhoso. Eu amo essas coisas. Mas já viu o problema no trabalho de vocês quase perder o emprego, tipo assim, de zoeira? Ah, o Pardinho e Ivan não tem limite. É que a gente tá contando hoje umas coisas que a gente nunca contou pra ninguém. O Pardinho e Ivan, como a gente fazia, na época não era show, era baile. Sim. Você ia nos bailes. Era o baile. Isso, é.

E tem duas. A gente precisa lembrar a história do Rino, que é muito boa. A história do Rino é espetacular. É muito legal. Aí nós chegamos duas, três da manhã de volta na Band pra pegar o nosso carro pra ir pra casa, né? Tá. Beleza, chegamos três horas. Chegamos lá, tudo aberto. Tinha uma agenda. Lembra daquelas agendas da Cássio? Claro, o desmaque. Era fodido aquilo, velho. O Ivan pegou essa agenda e começou a ligar pra todas as pessoas. Era do Braguinha. Ah, do Braguinha.

O Braguinho, puta amigo da gente, falando que ele sofreu um acidente. Eu não sabia como é que ele tava. Meu, mas ele tumultuou a vida do cara. Não, mas foi assim. Eu lembro bem porque eu tava do lado e ele falava, calma, Ivan. Calma, Ivan, vai, calma. Aí o Ivan falou, sabe o que é? Se eu nos encontrei, ele tinha comprado um prêmio. Era um fake prêmio, que era o carro do ano.

Encontramos um prêmio aqui e está totalmente carbonizado. E nós achamos essa agenda... Ligando com os amigos. A senhora conhece o senhor Carlos Braga? Carlos Eduardo? Ai, meu Deus! Eu conheço! Não, espera um pouquinho. Fica calma, nós estamos só verificando. E desligava o telefone, né, cara?

Não falava nada, mas o Ivan não tem lindas. No outro dia o Braga queria cozinhar. Ele falava assim, a melhor vingança é aquela que a gente come pelas beiradas. Me aguenta, me aguenta. E a do Zinho também. Vocês lembram do Zinho que trabalhou lá na rádio? O Zinho foi num baile com o carro do pai dele e roubaram o carro. Era um opalão mesmo. O pai dele fiscal tinha opala bacana, da época lá.

E foi no baile e roubaram. Estacionou e levaram embora. E levaram. O Ivan chegou, ele falando, pra gente falar no ar e tal, falamos. O Ivan ligou no ramal, falando assim, poxa, eu achei o carro e tal, não sei o quê.

E aonde que tá? Ó, tá na rua, não sei o que, em Jundiaí. Tá na rua, não sei o que lá, não sei o que lá, não sei o que lá. Ele pegou a lista telefônica, ligou pra esse endereço. Oi, tudo bem? A gente vai dar rádio aqui, a gente vai te dar um prêmio. Vão ligar, porque nós estamos fazendo uma pegadinha. Vão ligar e perguntar de um carro. Você tem um Opala na porta. Você confirma que o Opala tá aí. Beleza. Meu amigo, foram umas 30 viaturas na casa desse cara. Chegou na segunda-feira pra lá. Vocês são muito feitos da puta. Foram vocês, né? São muito feitos da puta. E eu vejo, mas por quê? Não estou entendendo.

O polícia ligou, a gente foi na viatura da Civil, chegou lá, casa cercada, os caras com megafone, 12, mandaram sair todo mundo com a mão na cabeça, pô. Não tinha opala nenhum lá. E os caras saíram assim, a gente sabe que é pegadinha, a gente sabe que é pegadinha.

E teve também um que a gente ligou como candidato. Era a época de eleições, a gente ligou como candidato. Era uma rua que precisava asfaltar. Mas o Ivan falou muito isso na época da Transamérica. Acho que é mais ou menos essa mesma história. Que tinha um menino que era office boy. Adorava a gente, amava, ficava no café todo dia. E acaba a amizade, né? Ele falou assim, pô Ivan, não tem luz na minha rua.

Não tem asfalto. Tá tudo errado. Ele falou, vamos fazer o seguinte, vou ligar no Aqui Agora e vamos fazer uma matéria hoje à noite lá. Só que tem que juntar todo mundo. De pijama. O pessoal sabe de pijama, faixas, queremos asfalto. Ou o Senhor da Noite. E nunca foi ninguém.

o cara fotografou, mandou as fotos olha aí, pessoal daqui a pouco não apareceu os caras turam puta montaí pijama, faixa na janela aí perde aí perde amizade e ninguém sabe o porquê, né? É lógico, caralho ai meu Deus, que filho da puta já fechei, a equipe vai tá lá, tá todo mundo na rua, vamos lá justiça tenha uma moeda

Tem uma muito legal também da Bandeirantes. A Bandeirantes tinha um programa... Vocês não vão pro céu. É, vocês vão, né? A Bandeirantes tinha um programa falando francamente. Era com o senhor Leandro e Samira Shoa.

Conselheiro Leandro. Conselheiro. E aí o cara que falava nós estamos a tomar conta da cidade de São Paulo. Pode procurar no YouTube. E aí acabou o programa. O Jó que chamou a gente. O Jó que era coordenador da band. O que vocês falaram hoje? Não falei nada.

Não, é você, Pardino. O que é que você falou? Eu falei, não, falei nada. E a gente não tinha falado nada demais. Ele falou, ó, sobe seu João, quero falar com você. Puta, né? Seu João Jorge Sade, pra você que não sabe, era o Roberto Marinho da Rede Bandeirantes. Nunca tinha falado com ele. Tem uma avenida, inclusive, do Estádio Morumbi, é Jorge João Sade, homenagem a ele. Homenagem a ele. Então é um cara um pouquinho influente, né? Tava começando... Aí eu subi, tinha a secretária Carmen, eu subi, gosto de cinco mandos, tenho camiseta, calçadinha.

E aí sentei. E falei, Carme, será que demora muito? Você sabe o que ele quer? Eu falei, não sei, mas o Ricardo mandou te chamar que falou que era urgente. O senhor João quer falar com você. Ele quer falar um negócio. Aí tudo bem, espera, espera aquela eternidade. Não acontece nada, não vem nada. Aí tocou o telefone e a Carme falou, pra você, pode entrar. Só que eu fui na porta, assim, antes de eu pegar o trinco, o Ricardo abriu.

Ricardo Zadit Bonif. Abriu e tinha uma mesa comprida. Era o Sr. João e tava todo mundo ali da época, os diretores. Sr. João, Samir Razuki, Salomão Esper, Johnny Saad, Ricardo Saad. Toda a diretoria e o Sr. João na ponta. Aí o Ricardo falou, Tom, menino, senta aqui, pegou a cadeira e pôs pra mim na outra ponta. Eu assim, imagina eu sentado aqui, aquela mesa que nem bonita é a camisa, Fernandinho, aquela propaganda.

Aí o seu João... Aí pai, é ele, foi ele. Aí tipo assim, eu pensando que filho da puta, dedo duro, né? O que será que eu... Aí o seu João fez assim, pegou uma canetinha ali da reunião que ele tava batendo, mas assim, sorridente, sabe, simpático. Foi você que contou a piada do Lula?

E aí, porra, eu Lula, Maluf, sei lá, misturei tudo E eu tudo, né, bicho Constrangido, foi sim, senhor João Aí o Ricardo, sabe, empurrou a cadeira pra trás Foi assim, não falei, pai Esse moleque é foda, quer ver? Conta, meu pai quer ouvir Eu falei da piada, eles querem ouvir Era isso Ai, cara, não tomou bronca Não, era pra contar a piada de novo Ricardo, obrigado, pode ir embora Pode descer Puta que pariu Era isso, cara

Você acha que é uma comida de rabo? É, pô, você mandou ele embora. Mas eu passei exatamente isso na Record. É? É, porque eu imitava o Edir Macedo, né? Sim. Na Record. Não, você imitava no Pânico. No Pânico, na Band. Sim, sim, sim. Depois parou, né? Fez um pouco e pediram pra parar. Pararam, é. Dá um tempinho aí. Acho que passou um pouco, sabe?

Aí eu falava assim, mas dá um tempo, né? Era muito bom. E aí eu fui, porra, minha primeira reunião. Primeiro assim, eu ia pra fazenda, a cúpula quer falar com você. Mesma história, mesa de couro, tal. E você fica muito intimidado, você já entra ruim, já perdeu. Não, tava de boa, mas tava toda cúpula. Você já entra indo embora. Reunião comigo, e tava...

Era pandemia ainda, tava com aquele cheio... Aquela coisa de plástico. Isso, como é que é o nome daquilo? Escudo? Eu esqueci o nome agora. Ah, eu sei, um vidro, um visor. Isso, isso. E os caras assim... Você põe a máscara e... Eu falo assim, pra estar reunião na NASA. Aquele climão assim, eu... Puta, toda a cúpula ali, né? Puta situação. Tudo bom?

Do nada, não vou citar o nome do Marcelo, mas... Tudo bom? Olha, rapaz, é... Bem-vindo aqui, a gente tá muito feliz da sua presença. A gente sabe que você imitava aí o Bispo e tal. Aí eu... Por que isso aí? Aí eu, ah, legal. Mas a gente gostava bastante, era muito divertido. Eu falei... Ah, que medo, que medo.

É que quando você trabalha numa emissora, você não pode imitar o Douglas. Você já trouxe. Não pode. Mas você imitou há muito tempo o Silvio. Sim, foi. Pra mim, você... Dos Silvios... Clássico. Não, do começo dos Silvios, pra mim. Ele não tinha nascido ainda. Agora, tem uns caras que imitam o Silvio. Quem fez muito sucesso com o Silvio no seu Ceará, que eu acho que... É muito bom. Até que virou o Silvio mesmo. Foi. O João Kleber, ele era um Silvio meio...

Como é que eu posso dizer? Meio clichê, né? Não, a galera amava o Silvio do João Kleber. Era muito legal, muito divertido. É, foi. Ele tocou nos anos 80. O Serginho Leite também, espetacular. Também, também. Mas o Padrini... Mas o Padrini tem a história do banheiro lá, que é espetacular. Eu não sei se eu mostrei pra vocês já. Não sei se vocês conhecem o Lohan. Você já viu o cara que imita o Silvio com 90 anos?

Nunca vi. Manda aqui, manda pra Júlia. É espetacular, cara. Mas é só a voz, assim. Manda pra você e você manda, cara. Eu não sei se é, que eu vou ouvir aqui, só pra você ver. É porque eu acho muito diferente. Vou ver se eu acertei o áudio. Ele fazia um Silvio velho com o Silvio conversando. Eu fiquei amigo, eu não conheço esse cara pessoalmente e a gente ficou amigo na internet, ó. Não sei se é.

Atenção funcionários do SBT e da TVS. Eu já fiquei sabendo, já me falaram que no dia 23 de maio vocês vão fazer o encontro de funcionários e ex-funcionários. Mas tá bom. Eu vi que tá todo mundo preocupado com o preço, então vou colaborar com três aviõezinhos de 50 reais, tá bom? Até lá, até o dia 23 eu faço. Igual, cara. Eu acho muito bom. A respiração, né? Ele faz o símbolo mais velho. Mas o do Bardini...

O negócio da zoeira. Tem a história lá do banheiro, que é muito legal. Banheiro, assim, era... Quando a gente fazia o Domingo Legal, né? É Domingo Legal. E aí tem a Casa dos Artistas. E aí acabava o Domingo Legal e o Gugu trocava de cena com o Silvio ao vivo. Joga brinquedo pra cá. É isso. Ficavam os dois. Não era ao vivo, né? Era gravado o Silvio. Não, não. O Silvio ia. Ah, quando tinha a Casa dos Artistas. Casa dos Artistas. O Silvio ia.

E aí o pessoal todo sabia então que o Silvio estava. E aí tinha o pessoal que... Uma caravana... A gente chamava da Praça da Alimentação, né? Na Praça da Alimentação. Quando o cara fala, vem aqui, vamos tomar um café, já sabe. Deu merda, o cara quer falar comigo, vai pedir dinheiro. Então era a Praça da Alimentação.

Chegava lá no final, tinha um jardinzão assim de 180 graus, bonito e tal, estava encostando na parede. E aqui do lado você tinha uma catraca que tinha um banheiro. Então quando descia alguém da produção ou ia subir alguém da produção, passava o crachá, entrava na catraca, podia usar o banheiro ali. E aí eu estou indo passar ali porque eu ia para o estúdio do Gugu, do Domingo Legal.

E é legal a simplicidade das pessoas e acham que a gente é um puta brother do Silvio. Falei, Silvio, bem legal, eles acham que a gente é assim. A maioria, hoje já mudou muito, mas muita gente acha que a televisão é uma caixa de sapato, né? E todo mundo que tá lá dentro se conhece de todos os canais. É tudo brother. É, acha que é o grande irmão. É verdade, não é. Não é. E aí eu passei ali, uma senhora tava com uma maquininha, uma Kodak, tipo um Magic Cube, sei lá, uma máquina antiguinha. Eu falei, moço, o senhor é aquele que imita, né? Que o senhor faz o programa. Falei, sim, sou eu.

Aí a mulher meio sem jeito, assim, com filha, com outro. É muito difícil pra gente falar com o Silvio? Eu falei, imagina, pô, que é isso? Ele tá aqui no banheiro. Eu ia entrar aqui. Imagina o Silvio no banheiro da Praça de Alimentação, né? Imagina. E aí eu falei, não. Se ele ia estar. É. Eu falei, ele tá aqui, se a hora quiser. Não, não, mas deixa, vai incomodar. Ele falou, não, não custa nada. Eu peço, se a hora quer fazer uma foto. É, quero fazer uma foto com ele. Peraí, peraí, peraí. Aí eu peguei, passei a catraca, a porta do banheiro ficava em frente desse jardenzinho.

Aí eu segurei a porta, assim, entre aberta com a perna e pus o corpo pra dentro, né? Aí eu falava assim, ô Silvio, vai, né, Pardini, o que é que você quer? Tem um pessoal aí que quer fazer uma foto com você. Mas agora não dá, né, Pardini? Eu tô usando o banheiro. E eu ia na fresta da porta fazer assim pra mulher. Peraí, aí a mulher já tava fazendo. Não, deixa, deixa, deixa. É lógico.

Aí eu falei, não, não, pera aí. E eu fiz fazer o sinal pra mulher, pô, não custa nada, eu vou falar com ele. Imagina eu dando dura no Silvio, né? Eu falei, pô, Silvio, a mulher só quer fazer uma foto. Pô, Pardini, fala que eu tô no banheiro. Eu tô no banheiro. Pô, Silvio, é só uma foto. Aí eu falei, puta que o pariu, Pardini. Mas que caralho, fala que eu estou cagando, porra. A hora que eu saí na porta, não tinha mais ninguém, cara. Aí eu fiquei preocupado que a mulher fosse falar alguma coisa.

E eu saí da catrata. Eu fui no corredor, tinha aquela, você sai do SBT, tem aquela de vidro ali. Cara, tava dando contra a luz, eu só vi aquela família toda, aquela gente assim. Morrendo. Não, dando tchau, valeu, não precisa, não precisa.

Tem a parte 2 que a gente não viu Imagina essa mulher chegando lá Onde ela mora e falando Gente, de verdade O moço tentou O Silvio tava cagando Nós ouvimos ele falando que tava cagando E ele mandou o menino pra puta Imagina o Silvio Mas você chegou a trobar o Silvio lá?

Ah, sim, várias vezes, inclusive vestido de Silvio, né? E aí? Eu tenho o microfone dele, né? Ele te deu? Existem dois de bolinha, um ficou lá e o outro me deu exatamente nessa época da Casa dos Artistas. Que legal. Porque o repórter do Gilberto Barros tinha flagrado ele lá em Celebration, um condomínio que...

Ele voltou do supermercado E a Contigo fez uma matéria E eu no Gugu Porque tinham flagrado ele Vindo do mercado com a camisa toda florida E aquela meia estranha Isso E aí eu fiz esse quadro na praça O Silvio chegando com o carrinho Depois eu fiz uma brincadeira no Gugu

E aí eu tava indo devolver as roupas do Silvio, só que eu não tava de bermuda, eu tava com um terno, tal, tal. E aí eu tô indo devolver as roupas lá e aí escuto, ô, Pardini, e eu caguei, né? Porque eu falei, não, é alguém, né? Aí ele falou, não, pera, pera, Pardini, bateu no ombro, olhei, pum, né, bicho, entidade, né? Eu falo pra todo mundo, quando eu fui receber o primeiro tofé na imprensa, foi a única vez da vida que minha perna tremia, velho.

Mas eu cheguei perto dele, velho. E o cara, ele é o Silvio, bicho. Puta que pariu. Não, todo mundo, né, bota? Tem jeito. E aí eu virei e falei, ah, eu tô me divertindo muito com você. É mesmo? É, mas cuidado, deixa eu ver, o que é que você tem aí? E aí eu fui mostrando a roupa. Eu lembro dela que o paletó era da Camelo. Era um paletó bem caro, preto.

assim, um cinza petróleo. Deixa eu ver, esse palito aqui era meu mesmo, esse aqui usei, o que mais tem aí? Aí ele foi pegando e foi falando, esse sapato aqui não é meu, não. A gravata, e foi falando. E quando chegou no microfoninho, tá com o fio solto assim, ele pegou e enrolou o microfone, bom, isso daqui agora você não precisa devolver, você não perca, não venda e não empreste, que só tem dois, você sabe.

Um eu uso e fica aqui comigo. E esse outro você precisa devolver, você pode levar. Caralho. Que legal, cara. Mas você tem isso guardado. Claro. Sim, sim. A gente até acha que esse microfone é aquele que ele caiu no... É, mas é igual. É esse mesmo. A gente acha que é esse aí. Você vê que ele sai do tanque de água e ele perde o microfone de mão. É, de mão, é. Inclusive eu tentei recuperar, pus uma cápsula da Sony pra usar lá no Gugu, mas não rolou. É.

Eu guardo, né? Sennheiser. Desculpe, e feito pra frequência de voz dele, assim como a KG fez o microfone pro João Gilberto. Tá. Você sabe que esse microfone foi feito pro Michael Jackson. Ah, é? Esse aqui. Esse modelo da Shure? Esse modelo é desenvolvido para o Michael Jackson. Uau, hein? Fazer o trailer.

esse microfone aqui. Caramba, não sabia. Aliás, vocês assistiram o filme, é legal pra caramba. Não assisti. Eu já sei a história do... Eu tava até falando isso com o Renato ontem. Michael é uma história até já saturada. De tanto que a gente... Quem gosta já... Quem eu acho que precisa ter um porra de um filme, uma biografia foda, é o Marvin Gaye, cara. Ah, também. Ninguém fala, né, meu? É verdade. A história do cara mais louca que eu conheço de...

Mega celebridade é do Marvin Gaye. Mas acontece que o Michael tem nessa geração mais recente da juventude, que não conheceu ele, não viu ele vivo, mas tem ele como ídolo também. Muita molecada. Então é legal ver o filme, pô. Ah não, pra nova geração, é pra perpetuação do cara, né? Ó, por falar em filme, eu e o Zé, estamos fazendo um papel bem discreto no filme, mas o filme é uma história muito bonita.

Queria convidar vocês, deve estrear em novembro ou dezembro. Esse filme só existe pouco por causa do Pardini. É uma história muito louca. A gente tem um amigo do bairro, assim, que é o Roger Chedid, que é um cara sensacional. O cara foi... O Roger. O Roger, você conhece o Roger? Foi meu personal trainer. Exatamente. Quando eu cheguei em São Paulo, quem pô havaiano. Quem pô havaiano. Então o Roger faixa preta... Lembra do Roger? Lembro, cara. Então o Roger faixa preta de um monte de...

artes marciais, morei no mesmo prédio que o Roger. Então eu conhecia ele dessa época do prédio. Ele era meu amigo do prédio. Aí beleza, tal. Não sei se vocês sabem a história do Roger. Ele faixa preta de um monte de artes marciais. Ele trouxe o Campo pro Brasil, foi fazer uma apresentação no São Paulo Futebol Clube e tava meio molhado. Eles colocaram um negócio no centro do campo, ele escorregou e o cara que tava fazendo a apresentação com ele caiu em cima dele. Ele desmaiou.

caralho. E aí, pô, tava no São Paulo, vou na fisioterapia, fazer aqueles choquinhos, não, tá tudo bem, vida que segue. Levantou, foi embora. Beleza. O tempo foi passando, ele começou a perder os movimentos, começou a ficar difícil pra andar, começou a ter um monte de problemas, foi no médico, não achava que era uma doença degenerativa, o Rogê não bebe, ele ia nos lugares, às vezes, 10 da manhã, andando assim. E foi diagnosticado errado várias vezes, continuou competindo. Isso, e aí de manhã... Mas vai vendo.

ele ia andando, os caras falavam pô Roger, você tá bêbado, 10 da manhã, ele falou, pô eu não bebo você tá andando torto, você tá andando não sei o que ele foi no médico, enfim e ele tava com o pescoço quebrado há 17 anos ó que loucura isso aí tá que pariu aí foi no médico, o cara falou, ó tem um negócio pra falar pra você você tem que fazer uma cirurgia

E urgente. E assim, a chance de você morrer é de 97% durante a cirurgia. E se não operasse ia morrer também. É 100% de chance se você não operar. Por quê? Porque a cabeça é ligada ao tronco e passa as terminações nervosas. O pescoço quebrado.

Aí ele pediu 45 dias pro médico pra se despedir de todos os amigos dele e fazer coisas que ele queria fazer. E ele fez essa cirurgia. Ele opta por fazer a cirurgia e ele passou pela cirurgia. Ele tinha certeza que ele ia morrer. Então ele se despediu do comitê olímpico, o pessoal da família, tudo, tal, tal. E ele vai fazer a cirurgia e ele...

Ele passou pela cirurgia. E ele tá vivo, e aí ele ainda é personal trainer. Ele dá aula online. Escuta, cara, ele é demais. Mas ele tá meio... Como é que ele dá a mobilidade dele? Não, tá ruim, ele anda com dificuldade. Mas o cara tá vivo, tá falando e tá bem. O cara ficou 17 anos com o pescoço quebrado. Se bobear nessa época que ele era... Exatamente. Ele foi meu treinador em 99, o Roger.

Não, acho que um pouco depois, acho que 2002, 2003. É, ele foi o meu treinador, assim, foi o meu primeiro personal trainer, foi os dias de 99, 2000, ele dá aula pra mim, pro Ceará e pros Japas. Eu lembro, cara. Na BioRit. Então, aí, o que que acontece? Você vê como o cara é profissional? Então, foi assim, ele foi no Café com Bobagem, e o Zé apresentou ele, o Zé que trouxe lá.

E eu falei, cara, como é que ele entrou andando todo com dificuldade? Eu falei, como é que você sobrevive? Ele falou, eu vendo o livro e eu faço palestra. E eu fiquei com aquilo assim, eu falei, pô, acabou o programa, eu falei, eu não sei se vou conseguir, vou tentar, eu gosto de ajudar as pessoas. Vou tentar ajudar e comecei a ir atrás de todo mundo pra divulgar o livro dele e as palestras. Foi Danilo, Rodrigo Faro, Ratinho e tudo. Mas não era muito perfil. Aí a gente gravava o Nós na firma, na Bandeirantes, e eu... E aí

Cheguei pro diretor lá da Bandeirantes que tava lá e falei, eu sei que você ouve 100 convites desses por dia. Eu falei, mas por favor, expliquei o caso, o cara precisa disso pra sobreviver, tal, tal, tal. Aí esse diretor, que é o Rodrigo Salomão, falou, vê se você tem algum material. Aí, pô, liguei correndo pro Roger, pedi os links, pedi o livro, pedi tudo.

e mandei pro Rodrigo. Então assim, pra resumir bem a história, o Rodrigo chegou pra mim dois dias depois e falou, porra, bicho, chorou. Eu fui assistir de madrugada os links que você mandou, que eu tava com insônia, puta, chorei a noite inteira. Dá pra marcar uma reunião com esse cara? Aí marcaram a reunião, foi marcado lá no Cidade Jardim, que é onde tem a academia da Rebook, que ele é personal. Isso, isso, é.

que ele não podia andar, então tem que ser lá, tudo bem. Aí peguei, fomos na reunião, e na reunião o Rodrigo Salomão levou mais uma diretora da Bandeirantes, levou mais um cara, e aí o Rodrigo falou, ó, o Pardini nos falou da sua história, nos trouxe e tal, mas a gente falou um pouco, aí ele começou a falar a história dele toda, durante o almoço. Contou tudo. Isso, aí no final o Rodrigo anunciou, ó, esse cara que tá aqui na mesa conosco é o Walter Neto, da WN Filmes.

Ele é compositor, é diretor, tem vários prêmios de cinema, nós vamos fazer um filme da sua vida. Foi isso que aconteceu. É só nepotismo, é só amigo, é só todo mundo que é amigo dele participando. A gente participa e o Paulinho Vilena que faz o papel dele. Legal pra caralho. O meu é Paulinho Vilena. Acho que é novembro. Vamos trazer o Roger aqui.

45 dias. Antes, tem que trazer. Eu queria convidar vocês, se vocês entrarem no perfil deles, é rogerchedidi, com Demudo. Tem lá várias passagens do filme, vários momentos de making-of que tá rodando. E tem um elenco maravilhoso. Tem que trazer o diretor e ele. Roger, o Roger. Tem a Mônica Carvalho, tem o Jackson Antunes, Oscar Magrini, Ricardo Mac.

O Paulinho Vilhena. Cara, é um filme... Eu fiquei muito... Eu fiquei esses últimos três dias gravando. Montaram o cara uma cena de arrepiar que foi a cirurgia dele. Então, a gente montou dentro de um centro cirúrgico numa UTI, em Presidente Prudente.

E eu encarregava do hospital, não sei o nome dele, mas ele foi pra explicar como se manuseia cada instrumento, o que você teria que fazer durante a cirurgia pra treinar os médicos cenográficos. Cara, é tudo assim um realismo entubado, um negócio chocante de ver, entendeu? Mas é um filme mensagem muito bonito, porque é um cara que tinha tudo pra ter se suicidado, cair pra droga, cair pro álcool. É um cara que não tem preconceito nenhum. Cara, o Roger. Então, e ajuda o mundo

monte de gente, cara. Sim, o Rogê... O Rogê foi namorado da Eliana. É verdade, é verdade. O Rogê foi namorado da Eliana. É verdade. Eu lembro. O Rogê era, porra, gente boa pra caramba, o cara superativo. O olhinho dele assim, né? Ele sempre teve esse olhinho meio, né? Isso aí. Gente boa. Ah, e acho que tem até o... Me botou numa roubada uma vez, mas deixa pra lá.

Eu acho que tem até um Instagram dele. Acho que é meus últimos 45 dias ou meus 45 dias. Eles devem estar postando cenas do filme lá. Momentos do filme lá. E se vocês trouxerem ele aqui, realmente... Não, vamos trazer. Pra lançar o filme, Rogê. Tem que trazer, pô. Você vai estar aqui com a gente. Rogê aqui, ó. Ele é o diretor, cara. Vai estar aqui com a gente. E obrigado pela oportunidade de falar, porque é legal ajudar as pessoas. Deve, deve, lógico, cara. Entendeu? Rogêzão.

saudade de ser, eu encontrava ele às vezes no Arriboc lá, eu vi que ele tava com dificuldade, é muito estranho você conhecer o cara de um jeito totalmente saudável isso é coisa de Deus como é que ele viveu 17 anos com o pescoço quebrado eu vou falar uma outra coisa que eu fiquei impressionado é é

Eu tenho uma cena que o Paulinho Vilhena faz no filme, não vou dar spoiler, mas é uma cena muito emocionante gravada numa capela. É um dos momentos da vida real do que aconteceu quando ele sabe que vai ter alto, que ele vai agradecer a Deus, etc. E eu sou o enfermeiro que ele deu. Então, quando acabou, o Paulinho, puta, caiu numa crise de choro.

verdadeiro, ele viveu aquilo, e eu fui avisar o Roger, o Roger tava no canto da capela, cara, você não acredita você vê o profissionalismo do cara até hoje ele está acompanhando todos os dias o dia inteiro, as gravações do filme da história dele, e ele tava com o celular na mão

dando aula pra um cara nos Estados Unidos caralho dentro do set de filmagem e todos os dias, desses dias que eu tive lá e segundo o Oscar Magrini e o diretor Walter Neto, todos os dias tem sido assim tem um momento que ele se isola lá pra dar aula é o sustento do cara, né? então cara, mas tô falando presença de espírito do cara, né? do ideal, né? maravilhoso, né cara? todo mundo tem esse negócio chamado contas a pagar muitos piques, muitos piques porra

Vocês estão onde agora? Aqui. Aqui. Nós estamos fazendo um programa num canal que chama IPTV. IPTV. IPTV é assim, agora várias marcas de TV, LG, Samsung, quando você compra a TV, vem um conteúdo. Exato. E essa IPTV é de um cara muito legal, que ele era presidente da Telefônica, ele chama Ion. É um cara muito legal. Ele gosta do trabalho da gente e tal, e chamou.

Aliás, de vocês também, viu? Mandou um abraço pra vocês. Muito obrigado. Um abraço. E o Moreira. Um cara muito legal. Aí ele falou, vocês não querem conversar? Eu o Vanderlei Vila Nova, que é um diretor de TV bem... Conheço o Vanderlei. Um abraço pro Vanderlei, gente boníssima. Vamos fazer um projeto. Aí o cara falou, dentro do nosso orçamento, dentro do que a gente é, tudo que vocês quiserem fazer, vamos fazer.

Quem que tá? Eu e o Pardini. É porque é um talk show. Chama simplesmente Café com Bobagem. O que eu achei legal é assim, é um talk show como aqui é, da gente conversar com as pessoas. O Enio. O Enio faz algumas coisas com a gente, o Renê. Mas ele tem inteligência artificial. É o primeiro programa com os quadros do Café com Bobagem que vocês já ouviram a vida toda. Vários desses quadros estão em inteligência artificial. E que é muito legal. Estão animados.

para a produção, para colocar algum tem um que eu gosto bastante vou pôr um pedacinho é um talk show que você não fala sério coisas engraçadas da sua carreira e aí a gente simula uma história da pessoa para contar em inteligência artificial tipo um arquivo confidencial, mas só detonando tem coisa ali 8 e meia da noite do sábado e representa

Representa 15h45 do domingo. O pessoal pode assistir pelo canal 579 da banda KU, que é a antiga parabólica. Canal 23 da nova parabólica Sky. Mas vocês têm que estar todo dia em algum lugar. Qual o canal da Sky e IPTV? Nós estamos fazendo... Eu tenho um podcast com o Magin. E tem um podcast também. Ah, que legal. E eu estou trabalhando na rádio top. YTV. YPTV. É, YPTV.

Eu tô trabalhando na Rádio Top, a gente tava fazendo o Café com o Balboaio, mas como o Pardini tem o podcast dele, que ele grava, eu não sei, se o Pardini morrer, por um acaso, ele tem o programa dele inédito por sete anos. Eu nunca vi ninguém fazer isso. A frente de programas que ele tem. Não, que é um negócio meio assim, se mudar o dinheiro. Não é possível, olha. Eu já tenho... Mudar o nome do país. Ele tem 600 programas gravados. Eu nunca vi isso, meu. Por quê, Pardini? Eu não sei. Eu adianto por questão de tempo, porque eu gravo um programa...

Não, verdade. É o seguinte. Se mudar o dinheiro. Não, não é. É porque é um programa que ele é de autoconhecimento. Não tem nada a ver com humor. E a carreira me ensinou uma coisa assim que ninguém pode ser feliz se em primeiro lugar não estiver feliz a partir de si mesmo. Se você não estiver bem consigo mesmo, nada vai dar certo na porra da sua vida. Com certeza. E eu procuro com essa experiência que a gente adquiriu com humor, de ver as pessoas felizes, o quanto isso faz bem praithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithithith

combustível, né, meu querido? Então, e a gente, o podcast tem mente, corpo e espírito, né? E as pessoas que eu levo são pessoas que, puta, fazem palestra em todo o Brasil, congresso internacional, então eu tenho que gravar quando eu tenho oportunidade de gravar com elas. Então a pessoa vai estar daqui um ano só, é que tá exagerado. Tem vários que já morreram, porque eles gravaram, tipo, nunca vi igual. Mas quanto você, eu gravei oito hoje, mas como, meu? Porra!

Não, é verdade O meu eu faço, é duro de achar os convidados Eu tenho um que se chama Contagem Regressiva O Enio falou que é um programa de preguiçoso Como eu sou Esse aqui é um negócio de inteligência artificial Olha que legal esse quadro Tudo feito com I.A Mas ouve aí que é bem legal

Que droga! Outra vez, pizza de mussarela? Mas será que você não sabe fazer outra coisa? Sem ter que usar essa porcaria da mussarela? Ai, bem, calma. Ai, sanduíche de mussarela. Beijo com gosto de mussarela. Resodorante com cheiro de mussarela. Daqui a pouco você vai fazer purê de mussarela, né? Ah, não vai não. Agora já existe pronto. Como é que é?

É por ela o purê de moçarela. Olha quem está cantando. Bom pra caralho. Tem continuidade, tem todo mundo cantando.

que mais purela passou uma mulher do supermercado que reservou uma caixa de purela para o Júnior e sabe por que? que ela

Muito bom, velho Muito bom Que legal, que bom, é isso aí Por ela Ai, cara

muito bom daqui a pouco todo mundo usa e vai ficar melhor mas a gente fez primeiro bom demais e tá lá na IPTV sábado 8h30 da noite, domingo 15h para as 4h por ela tem um monte de coisa

Ah, e o podcast do Zé se chama Contagem Regressiva. É o que eu tava falando, tem 48 minutos. Então a hora que chega, tem um relógio lá, a hora que chega no zero, acabou. O Enio falou que é a minha cara, que eu sou preguiçoso, que não tem aquele podcast de duas horas. Mas 48 minutos, chega, acabou. Mas é bom, eu tenho feito faz um ano, eu tô num outro canal também que chama Uma TV, que é um canal que era do vice-presidente da Band, que é o André Agüera, um cara que saiu. Agüero? É o Agüera, ele é muito legal.

As pessoas levam a gente pros lugares e depois saem. Falam, não, eu fiz cagado, eu vou embora. Deixa o café com bobagem aí e vai embora. A gente foi pra Band, né? Saiu do SBT, foi pra Band. E foi uma das piores coisas que aconteceu na nossa vida. Infelizmente. Infelizmente. Foi ruim. Por culpa de N razões. N razões.

pandemia. Enio Razões. Enio Razões. Ah, o Enio Tão Bonzinho. E aí foi isso que aconteceu. A gente fez um programa lá que era o Café com Bobagem e outras pessoas. E aí é difícil você lidar com... Acho que passaram com isso, né? O elenco é muito difícil. O ser humano atrás do artista é muito complicado. Eu falei do podcast que tem 700 gravados. Mentira, tem os 831. Mas é Agora É Você Podcast. Agora É Você Podcast é toda quarta, oito e meia da noite. Tá bom? Boa, boa, boa.

Uma coisa que a galera não sabe, quem inventou o pior que tá não fica. Você sabia disso? Ah, é verdade. É verdade. Essa frase, na verdade... Vocês inventaram a porra do Tirica. O Tirica foi assim. Ele me ligou um dia e falou assim, gigante, é o seguinte, eu vou gravar um negócio político, você pode me ajudar? Eu falei, eu vou dar uma pensada e depois eu te ligo. Pensa rápido que a gravação é amanhã. Aí eu fui lá falar com ele.

Aí eu fui lá, gravei umas coisas, essa frase não é minha, mas eu tava junto, a minha é uma... Vote em Tiririca pra deputado federal. Você sabe o que faz um deputado? Não sei, mas vote em mim que eu te conto. E assim, eu e o Ivan, o Pardim também, a gente gravou acho que uns 200, porque eu fiz todas as campanhas do Tiririca. Mas eu acho assim, as pessoas acharam legal, porque tem gente que você fala, pô, você fez o Tiririca, é você o culpado. Como se fazer a campanha do Tiririca, você coloca o rebolver na cabeça da pessoa.

e fala, não, se você não votar, eu vou matar a tua família. Não, votou quem quis. O caneta azul é o melhor. Eu falei isso outro dia, não parece que ele canta tendo um AVC? É. Mauro, a minha mulher. Ele vai morrer, eu adoro o caneta azul. É isso mesmo, é isso mesmo. Posso mostrar uma coisa pra vocês aqui? Deve, deve. Não sendo a piroca. É bem capaz de mostrar. Por que não? Por que não pode? Não precisa estar no ar.

Deixa eu falar uma coisa pra vocês. A gente tá com essa camiseta aqui. O Bola e o Carioca, muito gentilmente, convidaram vocês pra ir na Old School. No Cobi. Parceirão do Café com Bobagem. Mas eu queria mostrar pra vocês uma das coisas que você só vai ver lá. Eu queria pedir essa permissão pra vocês. Lógico. Cobi, traz o LP aqui, cara, pra vocês verem. É um carro que tem som, mas não tem rádio. Mas vocês não vão ver isso em outro lugar. É uma das... Esse japa é sinistro, hein, meu? Fica no meio aí, Cobi. É só um disco.

É uma antiguidade. USA for Africa. Lembra disso aí? We are the world. Porque lá é um antiquário também, né? Ó. Ele pega o embalo, ó. Tira e pede da frente. E o assalço aqui.

Então ele tem uma agulha, né, o carro, e ele dá a volta ao contrário. E tem um falantinho aí. Que louco, hein, velho? Tem que falar um pouco em cima pra não dar problema. O Kobe não tem o que fazer, né, meu?

Olha que louco. Então é uma das coisas... Pode pegar? Pode, pode. Cuidado, não balança que o motorista cai. É uma das coisas maravilhosas que tem no Old School, vocês têm que ir lá. O motor contrário. Boa, boa. 292A no Cambuci. Como é que se diz? Música do demônio. O demônio. É o contrário. Ele não vai. Ele não vai.

Tem uma agulha aqui embaixo. Que maluco isso aí, velho. Tem uma agulha e... Carrinho Vitrola, é isso? É o Carrinho Vitrola. É muito louco, né? Maneiro, maneiro. Obrigado, obrigado aí, Tom. Obrigado você, tá louco. Quem quiser conhecer brinquedos bacanas...

Pimbal, tem uma experiência de volta ao passado. Ainda está no Cambuceta? Está lá, está lá. Na Teodoreto Solto 292. Vai ver o seu Miag ao vivo. Seu Miag. Se lá de novo. Aí é o Old School Pimbal ali no Cambuci. É só jogar no Instagram Old School Pimbal. É isso aí. Lá você vai conhecer. Vai ter uma noite maravilhosa. É sextas e sábados? Fala. É sextas e sábados. O que é?

Tem que sair agora? Você que tem que sair, fica tranquilo. Eu também, eu também tenho que sair. Mas enfim, Old School Pimbal, você vai ter música, DJ anos 80, o Dog, o Hot Dog. É o melhor de todos. E o Pudim. E o Pudim. Nossa. Ó, gente, agora tem uma TV que passa fantomas. Olha lá, TV Old School. Eu te passo o link, você passa pros seus... TV Old School TV? É, já tá no ar aqui, cara. Olha o que tá passando agora.

Neste exato momento. Como se fosse nos anos 70, 80. Isso. Vou pegar aqui que o cara não enxerga. Se liga. Se liga no... Se liga nos 30 aqui. Tá cara do seu Miyagi mesmo. Ele é igual. Bom que tá rápido. Você tem que fazer o movimento e a partilha. Não acho. Assista já. Assista já. Olha o que está passando. Qual o endereço?

Oldschool.tv. Tá lá. Oldschool.tv.br Oldschool.tv.br Oldschool.tv.br Olha que legal. E fica lá 24 horas. Tudo, 24 horas. É, eu quero ver quando bater a polícia. Não, mas é tudo... Não, não. É tudo com direitos. Ah, com direitos? Opa. O Homem faz tudo certinho. Ah. O Homem faz tudo certinho. A Elemental Channel é sócia do Oldschool hoje.

Que legal, então, oldschool.tv.br Old School E a gente tá em quase todas as TVs já Vou acompanhar Não tem app ainda não, né? Tem tudo a ver com a gente, cara Você vai assistir o Homem de 6 milhões de dólares Essas mulheres Esse homem de 6 milhões de dólares eu não lembro Trovão azul Eu nunca fui de heróis

Eu não sei metade da mesa. Ele é um astronauta que cai a nave e os caras pelo braço e a perna mecânica. Dali, eu não sei... Metade. Não sei quase nenhum. Pô, os impossíveis. Muito pouco, muito pouco. O Gorila eu lembro pouco. O Negócio do Pica-Pau eu lembro. Capitão Caverna. É novão. Não é que ele é jovem, ele tem falta de memória.

O meu pai falava muito dessas séries. Eu não cheguei a ver, né? Ele falava que era muito... Em São Gonçalo, a televisão... É, não tinha todos esses cachorros. Não tinha, mas a imagem é horrível. Bandeirantes, recortes. O Zé, o Zé tem... Eu tenho o Ciborgue grande. Com o olho biônico. Tem o Oscar Goldmann. Da Kenner. E chegava longe pra caralho. Eu lembro da Super Máquina. É demais. A Super Máquina tem aqui na TV. Você lembra do Homem Chamado Caval?

Sim, tem também. Então, o Zé Américo tem a foto, a história. Por que que é o homem chamado Cavalo? Ele tem a rola do cara no acrílico, assim. Só ele tem. Só o Zé. 18 pilhas pra ela ficar dura. Dá grande, hein? O Zé.

O homem que veio do céu Só tem filha da puta Nossa senhora Peraí, deixa eu ver aqui Pronto, estamos aqui no superchat Nós atendemos o telefone, né, bola? Mas não vai dar tempo Não tem problema Ele falou que não ia atender hoje mesmo Só porque eu troquei de lugar com ele Atendemos outro dia Então vamos pro superchat, boleta? Vamos embora Falou, Cobi, obrigado

Valeu, Cobão. Obrigado pelo presente. Obrigado pela espada. Portal AM enviou uma mensagem. Boleta e Carica. Aqui é o padre Sala, de Itu. Quero conhecer o Zé e o Pardini. Acessem o portal Amem Pongon, Pento Berry. Deus abençoe.

Ele foi no Humorfobia. O primeiro. O padre. Foi. Que legal. O padre no show. Sensacional. Um abraço, padre. Tem que conhecer esses dois que são maravilhosos. Você vai ver como o inferno existe aqui na Terra. É portal amém.com.br. Valeu, padre. Vamos mais uma aqui? Vamos lá, boletar. Soca o pau. Soquei. Vai. Sente. Gustavo Rastelli enviou uma mensagem.

Fala carioca, fala boleta, Gustavo Rastelli aqui de Marília, São Paulo. Realmente hoje estamos de luta aqui na cidade. Doutor Machadão, o fera da medicina, nosso patrono aqui da FAMEMA. Eu não moro em Marília hoje, moro em Balneário, Psarra, Santa Catarina, mas a minha vida inteira, Marília, desde os 42 anos de idade. Fui vizinho dele ali, duas casas depois da represa ali. Realmente estamos de luto. Abraço, Carica.

Valeu, Gustavo. Que Deus abençoe. Um abraço, meu querido. Valeu pelo recado. A gente fica... A gente fica... Consternado. Aí, vamos lá. O Wellington Luiz Gaio enviou uma mensagem. Abraço para o café com bobagem. Esses aí é tudo raiz. Bola e topzeira. Carioca quando vem fazer show em Londres. Olha o cara de Londres. E o Londres é outro nível, hein? Estou falando com o Paul e o Elton John. A gente vai fazer um show aí. Boa, os três. Não é não?

Toco vai, tem mais? Tem. Então vamos lá. Mais um último aqui. Boa tarde, carioca. Bola e convidados. Gostaria de saber se o Carlinhos e o Américo saberiam quais profissões exerceriam fora do rádio, TV e do humor.

O que ele seria se não fosse TV, humor e fora do rádio? Puta boa pergunta. Eu fui metalúrgico, fui secretário executivo do Roteiro Internacional. Fui office boy. Agora, fora do rádio, eu não sei, cara. Mas acho que depende muito do momento que você precisa. Você ia ser metalúrgico, você ia ser companheiro do presidente. Olha, eu acho que o Pardini, eu lembro dele, que ele tem que me devolver a ponta do dedo. Não vou dar detalhes. E você, Zé?

Eu fui corretor de imóveis quando eu era moleque. É mesmo? É, mas é moleque, né? É pra tomar um dinheiro, pra ganhar um dinheiro pra sair, né? Mas bom pra conversar, né? Eu sou, né? Mostrar as coisas, era bom. É, se eu não fosse um burista, a profissão queria ser rico. Eu também era bom. É uma profissão boa, né? Não, herdeiro é melhor. Uma profissão nossa ainda, nossa. Porra, porque ser rico dá trabalho pra caralho, né? Exato, você não tem que fazer nada, só pegar dinheiro demais. Você é herdeiro, você tá assim, parado, falando assim... Rapaz, seu tio Cleiton... Mas automaticamente você tá rico.

Não, você tem que fazer muito esforço. Mas tá rico aí. Se é o que você quer, na verdade é quem não quer, né? Exatamente, é isso aí. Bom, Boletar. Obrigado, irmão. Obrigado mais uma vez, agradecer a galera. Só quero dizer uma coisa. Eu sou muito fã de vocês, quero deixar aqui claríssimo, sou fã demais desses caras. Admiro e tenho uma grande admiração por esses dois, de verdade. Não só por eles dois, pelo Enio. Pelo café, o Enio, o René. O René continuando pro Egito. Isso, hein.

grandes amigos, grandes caras, grandes pessoas, porra. E vocês são os caras espetaculares, eu já falei isso, não é segredo, a gente, vocês são grandes ídolos pra gente, porque o que vocês fizeram com o Pânico na TV, era o que a gente sempre quis fazer na televisão, a gente nunca teve oportunidade, então, a gente admirou demais tudo que vocês fizeram, as loucuras que vocês fizeram, as imitações perfeitas do Carioca, que eu acho absurdo, aquele Jô Soares era um negócio brigando, não é a Maurício?

Como é que pode fazer essa imitação? É coisa de outro mundo Eu que estou aqui do outro lado Paz de que vendo Também estou do outro lado Vamos bater um tapo Vamos bater outra coisa Uma das matérias mais legais que eu gravei na TV Eu gravei com ele Ele disse de Maluf

Ah, eu lembro. Buraco da Marta. Atravessando o túnel de Ferrari e um cadeirante pra ver quem é mais rápido. E Maluf continua na área ainda, né? Tá, 94 anos, né? Só o Caco, mas continua na área. Continua e eu tô pra visitar ele lá, inclusive, não perder a oportunidade de cumprimentar ele em vida, né? Ó, vou te falar uma coisa, só agradecer vocês. Obrigado, irmão. Disponibilizar o Instagram, quem quiser conversar com a gente. Com ele, Isaacs.

Américo TV, né? Américo TV, vamos lá. Arroba Café com Bobagem, oficial, arroba Oscar Pardini 10 e finalmente dizer que a carreira de vocês, o Ticaraca, vocês, tudo aqui, gente, é muito abençoado, porque isso aqui é um programa episcopal. Aqui vocês não vêem, mas embaixo da mesa tem uma luz que acende e apaga, né?

acende, apaga e piscopal e piscopal vocês não enxergam vocês não podem ver é um programa abençoado, pra encerrar tinha que mandar essa que é abençoada meu ídolo vocês são nossos ídolos também vocês são foda parabéns Zé voltem sempre

a casa de vocês, porra sempre que vocês precisam bater o telefone não só precisar, a população é um negócio vocês são muito legais é uma grande honra quando vocês vêm aqui, de verdade eu queria dizer que é uma baita ideia que vocês só estavam falando com a gente, que a partir do próximo programa os primeiros 100 que participarem vão ganhar camiseta e boné eu achei sensacional é um desapego danado então aí você vai no arroba café com bobagem e retira o seu bobagem nós vamos começar a fazer igual

800 para o Leandro de frente. Exato. Entendeu por que é agora? Entendeu, né? Vamos nessa? Vamos nessa, obrigado. Gente, obrigado. Valeu. Até a próxima. Tem um excelente feriado para todos vocês. Lembrando que amanhã, a partir das 2h da tarde, teremos um episódio 1º de maio especial para você. Com quem, Marcos Queza? João Inácio Júnior.

amanhã, o Homem do Será. Maravilhoso. Ó, vou dizer. Muito legal, muito legal. Exclusivo em podcast, ele não vai em nenhum lugar. Em lugar nenhum, verdade. Ele foi no The Noite e o Celso. Ele vai no Celso. Vai no Celso domingo, então... Vem antes, vejam antes do Celso. Ele é meio low profile, sabe? Ele não dá muita entrevista, a gente conseguiu esse... João Inácio Júnior, duas da tarde amanhã, aqui no Ticaracati Cast, episódio extra. Beijo. Valeu, tchau. Tchau.