EP 752 - CÉSAR URNHANI
César Urnhani é piloto de testes e piloto profissional, referência em direção defensiva no Brasil. Conhecido por suas participações no AutoEsporte, compartilha dicas práticas sobre segurança no trânsito. Também atua como palestrante e educador, impactando milhares de pessoas com seu conteúdo.
- Segurança OperacionalDicas de direção defensiva · Acidentes de trânsito · Cultura de segurança
- Mobilidade PessoalDesafios dos caminhoneiros · Caminhões autônomos
- Carros EletricosDesenvolvimento de carros elétricos · Hidrogênio como combustível · Desafios da indústria automotiva
- Cultura de Trânsito no BrasilComportamento dos motoristas · Legislação de trânsito
- Maio AmareloCampanha de conscientização
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Lá vem ele com não, não, não Todo programa o Bilu fica aqui no ouvido Não, não, não, na hora que eu te cracatar Ele manda essa Não sou não, menino De foco extremamente equivocado Isso é um negócio que eu morri até o último dia da minha vida A vida privada O que acontece das quatro paredes O tio quis dar uma goelada no outro e se lascou Pois é Foi tirar o tio do armário Ele falou assim, não me tira Não, não, não, não, não
Tudo bom, Gordinho? Tudo indo, bola, caminhando Estamos ao vivasso aqui No Ticaracati, quer que esteja todos bem-vindos Muito obrigado Aproveita e embala que nós estamos ao vivo Curta, compartilha e inscreva-se No nosso humilde canal Muito obrigado, rapaziada Vamos lá, olha só Vamos bater 4 milhões Precisamos bater 4 milhões
3,790 aqui, vamos bater 3 milhões vamos fazer, aí sair da potrona, fazer a campanha inscrição, esperança
Vamos lá, rapaziada. Vamos dar um gás aí. Vamos lá, dá um inscrito aí. A gente faz um programete especial pra vocês. É só apertar o botão. Não custa nada, rapaziada. Fala, fala. O que você quer que eu fale? Isso. Fala mais que aí eu vou ficar imudo. As pessoas não sabem o que tá rolando. Pessoal do Instagram e do Facebook fazer o que? Fazer o que?
Cara, você tá pedindo muita coisa. Agora o cara tem que sair do Instagram e do Facebook, vir pro YouTube e se inscrever no canal. O Bilu, ele quer coisa pra caralho. Não, como é que é o nome daqui? Kawai também. Você sai do Kawai. Você para de dirigir, para o avião. Piloto, pousa o avião. Isso, pousa agora. Inscreva-se no canal. Você da Latam. Pare o metrô, você motorista do metrô. Isso. Pare o metrô. Agora. Inscreva-se no canal, tá? Vamos dar um minuto de silêncio pra todo mundo.
Porque o Bilu mandou, é. Bilu pediu. O Bilu tá forgado pra caralho, bicho. Você aí do Kawai, veja bem, tique-toque. Vem aqui. Bom, você sabe. Não inscreva-se, por favor. Ajuda a gente. Nesse aqui, o canal oficial de Cortes. Isso, isso, isso. Temos o Super Chats. Super Chats. Nossa plataforma. Exatamente. A nossa plataforma tá aqui. Tem um... Tem que ter caracateca. Aqui tem um link, se você for no chat, tem um linkzinho pra você acessar essa plataforma, que é uma plataforma exclusiva.
do Ticara Catcast, onde você pode ligar. Agora temos telefone, Cezinha. O ouvinte fala com nós. O telespectador. Ao vivo, assim? A audiência. A audiência fala com a gente. Fala com o convidado. Participa, interage com o programa. Exatamente. Fala e manda o super...
Superchat também. E o Superchat, você pode escolher a voz da pessoa, olha que louco, por IA, e você também pode mandar áudio pelo Superchat. Pode. Você pode participar desse episódio, é só você entrar aqui no Superchat da nossa plataforma, que tá aí, o link, tá no próprio episódio aqui, ó, tá no chat ali, tem um link, você entra, se cadastra e você vai fazer parte deste programa.
da forma como você quiser, tá bom? É isso aí, Carica. Quer ligar? Temos membros. Ligue, ligue, ligue, ligue, lembre, ligue, ligue, ligue, ligue, ligue. Torne-se membro, ajuda nós também muito. Estamos no Spotify. Isso. Estamos no Amazon Music. Só seguir.
Tamo bem pra caramba, tamo indo super bem em todas as plataformas, graças ao bom Deus. Obrigado, senhor. E aí, que mais? Lembrando que hoje, bola, nosso último episódio de homofobia no teatro, o que foi, bola? Comemorando. Não, não fala assim. Foi muito bom. Eu sei o quanto você tá feliz. Não, foi muito bom. Tô falando mentira? É igual a Copa do Mundo, quando acaba. Você tava com muito ódio. Foi muito bom.
Você tava com muito ódio. Depois do primeiro, você relaxou e você... Não, foi legal, mas deu. Deu, né? Foi uma experiência boa. Então... É igual você dar um... um... puta de um carro bosta pro Cezinha dirigir. Ah, legal. Uma hora que acaba, ele fica feliz, entendeu? Não, não é assim. Exatamente. Ó, hoje última sessão. Não, muito legal. Obrigado. De verdade, Bola, agradecer. Vamos agradecer a todos vocês aí.
ao Cadu, ao Renato, ao Cristóvão, sabe, ao Dinho, a toda a equipe aqui que participou, a Julinha, ao Reginaldo, enfim, a Fernandinha, a todo mundo que, de certa forma, participou desse projeto. Porque hoje estamos encerrando o projeto
com cara soldado não tem um ingresso nem pra convidado nem se a gente quiser convidar alguém a gente consegue é o carinho que vocês tiveram e vamos nos divertir, vamos ser felizes e muito obrigado a você que tá se dando um trabalho numa quarta-feira é difícil você então assim, muito obrigado de verdade, hoje a gente vai fazer o último com muito amor e carinho então quem tiver, quem comprou seu ingresso
Se prepara, porque a vida não é fácil pra você que tá sentado aí na plateia, porque você paga pra entrar e vai ter que rezar pra sair. Nós o amo um pouquinho. E amanhã a gente traz um pouco ao vivo do que aconteceu e do que esse projeto. E se ele vai ter continuidade ou não, depende de Marcos Chiesa. De mim não. Depende de você. É de mim. Só falta você.
Vocês são a maioria, vai vocês dois Sabe aquela música da Rita Lee? Agora só falta você Não, eu tô fora Não, mas as pessoas te amam, Bola Eu também amo as pessoas muito obrigadas Mas não queiram meu mal Tá bom Se você quer assim Assim será Obrigada Ah, eu tenho botando pilha
Boa. Atenção Santa Catarina. Preste atenção na agenda do Cari, que é muito legal, Carioca botando pilha, cambada. Florianópolis, Criciúma, Joinville, estarei aí no começo de junho. Então já compra já o seu ingresso, Criciúma. É, no Marca Bobeira que esgota também, viu? Dia 5 de junho, dia 6 de junho, estarei em Florianópolis, no Teatro Pedro Ivo. Isso. Dia 7 de junho, em Joinville. Boa, é isso aí. Aí depois tem Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias, Campinas e Campinas. No final de julho. Campinas é perto do Cezinha. Do lado da minha casa.
Aí, ó. Tá convidado, hein? Pra chazinha, vai lá. Vamos lá? É lá no shopping. No shopping em Guatemi. Em Guatemi. No teatro. Teatro da Oficina do Estudante. Muito bom. Estarei lá. Melhor teatro de Campinas disparado. Tá bom? Vamos começar o papo, Boletar? Temos nosso patrocinador espetacular. Você tá louco? Tá maluco? Você tá louco? Você tá doido, DJ? Você não vai falar da Philips, áudio e vídeo. Você tá louco?
Melhor produto de áudio e vídeo do mundo e não tem pra ninguém. Tá, tá, tá com a minha cabeça. Lá vai, Maria. Rapaziada, Philips Áudio e Vídeo, quem precisar de som, fone de ouvido, televisão, caixa, cara, procure, entre nesse QR Code, vai se informar. Os melhores produtos são os da Philips, rapaziada. Esse aqui é meu neném. Esse aí é maravilhoso. Essa é a Philips Bumbit.
que tá espalhado pela minha casa uma potência absurda uma qualidade de som absurda serve como powerbank, karaokê quanto tempo tem de bateria, Carica? 15 horas olha que beleza acabou a bateria do meu chelulhar carrega nela bota o cabo ela serve de powerbox ela empresta a bateria pro seu dispositivo tocar o teu spotify
Ou tem o Amazon Music. Você põe um microfone, serve de cara o quê? Se você colocar o microfone, você pode colocar... O que você faz na tua casa? O que eu boto? Embaixo da TV. Eu boto debaixo da minha Ambilight. A Ambilight TV da Philips. Veja bem, isso aqui é o grave power... Esse power... Isso é potente, mano. A Boom Beat tem um grave maravilhoso. Por isso que ele é Boom Beat. Uma batida bonita. Braba.
E aí eu coloco debaixo da minha ambilight no meu quarto e ela conversa via bluetooth. Caramba, a qualidade de áudio. Então eu vou ver um Netflixzão, um showzinho à noite pra relaxar. Vira um home tick. Home tick. Lembra do home tick? Marcelão.
Falecido fininho também. Não, não, o Marcelão. Marcelão da Selva. Da Selva. Home Tic. Home Tic. Ah, virou um Home Tic, maluco. Ô, Home Teacher. O cara é vendendo o bagulho na rádio. Mandava. É, hoje tem Home Tic. Gente boa, caralho. Tic, Home Tic. Maravilha. Ele veio e ficou.
Mas a Filmes está aí, ó. E Copa do Mundo está chegando. É. Compre a Sombie Light, você vai ficar sem também, porque ela acaba. É, exato. Tem que ver os jogos da Copa numa excelente televisão. Cara, a Copa faltam 50 dias pra Copa. Presente pro Cezinha. Cezinha, um fone. Esse fone é muito bom, Cezinha. Olha aí. Cezo Nhani. Esse fone é espetacular, Cezinha. Obrigado, obrigado. Nhani. É um nome... Urnhani. Cezar, é Uñhani. Urnhani. Urnhani. Primeira e segunda marcha. Urnhani.
Ur-nhani. É o que isso? Italiano? Italiano errado, né? Porque o nhan de nhoque é com GN. Aí meu bisavô quando chegou aqui, chegou no cartório, falou assim, não tem que escrever como fala. Aí meteu um NH aonde tinha que ser GN. Tanto que o meu irmão que mora na Inglaterra, enfim, a minha irmã já mudaram pra GN, mas eu continuo com o meu nhani.
Urnani, mas pode chamar de inhame. Mas também se botasse um G, é isso. Não quer ajudar muito, né? Porque fica Urgnani. Pode chamar de inhame. Ele pode ter um e-mail da hora, né? Ponto G. Não, não, pior que você não sabe, cara. Meu nome é César Augusto Urnani. Tudo que a gente vai fazer, o que acontece? O cara vai lá e coloca só as iniciais. E geralmente, quando vai colocar duas iniciais, ele tira do meio. Se colocasse, ficava cal. Como o tiro do meio, fica cu. Bonito. Não, você olha um monte de coisa que eu tenho aqui. Pô, você pode ter aquelas camisas polo escrito cu.
Legal. Não, fazer o quê, cara? Carimbado. Que abreviatura boa, hein? Não, ficou abreviatura legal. Minha mãe, meu pai, nem imaginava que um negócio desse ia acontecer, né? Que ia vir em você e ia se transformando o cu, olha só que loucura. Então vira e mexe, eu vou lá e meto o ar para o cacau, né? César Uñani. Nossa. Um dos maiores especialistas. Ele é. Poxa vida. Faz tempo. O maior sobre automóvel. Antes de a gente começar a fazer isso, você viu o que o Alessi fez? O que o Alessi fez? Em Mônaco.
Não, não. Porra. Teve aquela corrida de Ferrari clássica. Só as Ferraris, porra. Sim. Do Schumacher, mas as clássicasa. Deu uma panca com uma clássica, irmão. Destruiu a Ferrari. Mas de pista? De corrida. Mas dos anos 50, sabe aquela... E agora, pra restaurar aquilo? Mas a Ferrari restaura. Oitado do dono da Ferrari, né? Não, mas a Ferrari restaura. Ele todo meninão lá...
Mas tem essa imagem no TikTok? Eu vi, eu vi, vê se acha. O Jean-Alesi Ferrari Clássica. Meu Deus. Deu uma panfa. Eu quero ver isso. Aí junta tudo, né? O estrago do carro, mais a vergonha. Quanto será que é o prejuízo desse, César? Chuta aí. Não tem preço. Chuta aí.
porque na verdade, alguma dessas peças, eles vão ter que fazer a peça, porque a peça não existe, né? Então vão ter que fazer o molde, fazer a peça, fazer de um material que represente o que era de fato o carro. Porque existe uma diferença, né? Você não vai simplesmente chegar lá e meter um Durepox. O que é isso aqui? Isso aqui era fibra de carbono do ano X. Então ele tem que fazer com que o carro fique igual. No ano X não tinha fibra de carbono.
Mas, por exemplo, dando uma ideia, o material que ele tinha lá. Tem que ficar igualzinho. Tem que ficar igual, porque senão você perde a originalidade do carro. Exatamente. Então, o restauro de um carro de corrida desse representa você ter a tinta que era usada na época. Como é que faz isso? O material que era usado na época. Tem que fabricar tudo. Eles conseguem, né? Hoje, com toda a tecnologia, você consegue reproduzir isso. Mas é bonito o Jean Alessio. Olha que belezura que ele fez, ó.
E um monte de gente andando na futa Ferrari clássica em Mônaco. Aqueles roncos, aqueles motores da época. Aquilo era ronco, né, Cezinha? Que inclusive você tá vendo, né, a Fórmula 1 atual, hoje ela tá sofrendo pra Miami agora uma série de modificações. Tiveram que dar um passo pra trás, né, em algumas coisas. Mas em que parte? Porque o que acontece... Bateria. Não, é isso, primeiro bateria, porque o que tava acontecendo?
O trabalho que eles estavam desenvolvendo fez com que a Fórmula 1, dito até pelo próprio Verstappen, virou Mario Kart, né? As ultrapassagens não são ultrapassagens limpas, puras, são ultrapassagens artificiais. Não tem como você não passar. Nós tivemos um acidente, né, do cola pinto, enfim, onde um carro com o outro teve uma diferença de 90 km por hora. Ah, foi tudo isso? Então, quer dizer, deu uma pancada de quase 90 Gs. Então, a Fórmula 1, ela tem... Nossa!
Ah, não tem? Cadê a imagem? Não tem? Não, acho que tem. Olha a Ferrarinha. E lá vem ele, todo do meninão.
E ali foi o seguinte, ele freou, perdeu a traseira, mas matidinha de nada, bola. É, vai ver. Não tem mais frente. Não, pelo menos é só a frente, você quer aquela panca. Mas esse cara, você imagina pra construir isso aí. O estrago é legal, mas você tem toda razão, cara. Porque se ele bate de traseira, aí vai motor, vai queimando, suspensão. Foi só, mais a frente. Foi a frente, né? É mais tranquilo, bola. A patinha quebrou. Eu pensei que o cara tivesse dado aquela...
panca que o carro... Não, ele não tava correndo pra cacete, que nem pode, acho. Sei lá, mas não, ele deu uma panca, ele deu um totó de frente, vai. A hora que ele freou ali, o que aconteceu? Travou a roda direita pra Zera. Foi pro guarda-reio. E aí no que ela escorregou, né, uma tá com mais aderência que a esquerda. Pode ver, ó, ele freia, ó lá, ó lá. Ah! Ah, ainda deu no guarda-reio ainda, então nem...
Não. É um dano. Imagina um prejuízo. Não, não. Claro que é prejuízo. Tá que pariu. De que ano é esse carro aí? Não sei. Deve ser 70, Paulo. Você falou 50, esse carro é 70. Anos 70, anos 60. Tá com cara de 70 aí, começando 70, né? E com o novo regulamento ficou muito artificial. Os próprios pilotos estão reclamando muito. O que vai mudar pra M? Ele deve mudar um pouco dessa questão da própria bateria, né? Do quanto tempo você fica recarregando a bateria. Eu já acho alargado uma bosta.
A largada tá bem artificial também. Porque o carro tem que acelerar cinco minutos antes pra carregar a bateria, pra ir o carro largar. É. Porra. E sem contar que assim, você pega a própria Mercedes, né? Ela classifica na pole, os caras perdem a largada geralmente pra Ferrari, como aconteceu com o Antonelli, o cara caiu pra sexta e ainda ganhou a corrida. Buscou, é.
o que as Mercedes estão andando em cima, por exemplo, da própria Red Bull, é um negócio impressionante. Então eles precisam equalizar. Que piorou a McLaren. Pois é, a McLaren andava super bem. Mudou tudo, né? Mudou tudo. Os caras estão aprendendo a fazer tudo de novo. Só que a mudança de regulamento, ela requer mais umas modificações no sentido de deixar a corrida mais... E o que eles querem fazer agora?
Agora o que eles querem é isso, ter uma intervenção menor dessa questão do quanto a bateria carrega e quanto o carro desacelera na reta. Pra você ter uma ideia, hoje, eu tava ouvindo o Verstappen falar num podcast lá na Inglaterra, cara, você entra na curva, você não entra mais no limite na curva, você tá abaixo do limite, aquém. Isso faz também com que você nivele demais os pilotos, porque hoje não é mais o quanto o piloto...
que consegue frear lá na ponta, o quanto o piloto consegue carregar de velocidade dentro da curva, interpretando o limite do carro. Hoje o limite, ele é totalmente mecânico. Então eu, por exemplo, sei lá, posso entrar com o meu carro fazendo uma curva a 180, que é o limite dele, e eu vou ter que entrar numa velocidade menor. Então tá todo mundo baixando a própria desaceleração quando você tá chegando no final da reta, a coisa mais legal, cara.
e frear no gogó da Ema. Eu gosto muito da frase lá, do Galvão Bueno, chegar uma coisa, passar é outra. Então aquela coisa de, por exemplo, você ter o X no momento da passagem, ou a dificuldade que você oferece pro oponente de trás, isso acaba. Agora o cara vê, ele passa e dá uma banana. Peraí, peraí, peraí. Eu entendo o que você tá falando. Concordo. Mas há muitos anos a Fórmula 1, acho que desde o advento ali, começou essa zoeira desde a época do Schumacher.
Você concorda? Qual é a zoeira? Tem cena, vai, das McLaren, vamos ser mais precisos. De abrir 30 a 40 segundos e ir embora, e ficar uma corrida sem graça, não é de hoje. Teve a era McLaren, de uma dominância por anos. Aí teve a Williams, com a suspensão ativa, que também dominou por anos. Aí teve a dominância da Benetton.
Sabe, tudo com corrida de 40, assim, uma equipe se destaca, vai embora. Sim, você tem toda a razão. O que que acontece? Por isso que eles criaram o Vettel, enfim. É por isso que o Hamilton... Sim, mas não é isso. Ah, a corrida tá sem graça, mas há muitos anos já tá assim. Sim, é. Por isso que eles criaram o teto de orçamento.
Então hoje a Fórmula 1 tem um teto de orçamento, porque senão aquelas que têm menos dinheiro jamais vão alcançar as grandes. O que é o que é consciente? O que você tem? Você tem aquelas equipes que são umas equipes praticamente satélites. Mas qual que é o objetivo? Você chega lá com a Mercedes, que trouxe lá uma inovação para dentro da câmera, que ela dilata com temperatura e ela consegue ter uma cubagem maior que as demais.
Mas isso é aberto pra todo mundo. Então, eu trago uma inovação que nada impede de que você agora corra atrás de mim. Faça também. Aí você corre atrás, o outro corre atrás, aí o outro arrumou uma asa, que agora, inclusive em Miami, vai ter lá aquela asa da Ferrari, que ela vira de ponta cabeça lá, é uma asa de ferro. Tipo roda moinho. Ela vira, na verdade, 360. Traseira? Traseira. E dizem que isso daí tá ganhando, décimos de segundo. Segundo eu vi aí nos últimos testes que eles fizeram. Isso.
E é permitido. Então, até quando você tem alguém, uma equipe, uma pessoa que tá andando melhor do que você e em condição de igualdade, você pode ir desenvolvendo o teu carro pra chegar ali ou superar, eu acho que até aí tudo bem. Mas eu concordo com você que muitos campeões se fizeram, por exemplo, o próprio Hamilton, nadou de braçada na Mercedes durante sete anos, porque o carro tinha, era um carro maravilhoso, assim como a própria Red Bull.
Ferrari do Fuchumac, gente. O cara não, sei lá, seis títulos, cinco títulos com aquele carro. Agora, ao mesmo tempo, o que acontece? A Fórmula 1, você não pode cometer erros, né? Por exemplo, a Mercedes, ela teve uma predominância muito grande, aí de repente o carro começou a ter, numa mudança de regulamento, um carro que cava demais. Eles tiveram uma dificuldade incrível, né? Pra conseguir resolver aquele problema do carro. Não ganharam nada naqueles anos.
e agora voltaram. É, estão 5 anos sem ganhar, né? Sim, sim, agora voltaram com um carro muito rápido. 6 anos sem ganhar a Mercedes, né? Praticamente. É porque o 4, é 5, porque o Vieta ganhou 4 títulos, não é isso? O Vestape, perdão. Agora, a corrida que tá indo muito bem são as corridas de protótipo de longa duração. É, mas isso é sensacional. A Zueck lá, né? A Zueck. Isso é maravilhoso. Os protótipos. Então, hoje você vê que tem uma audiência muito grande. Eu comecei a ver, fiquei 4 horas assistindo. É impressionante. É muito legal, cara.
Eu vou falar uma bobagem aqui, cara. Se os caras pegam essa corrida de protótipo, de Hyper Cars, e eles pegam ela numa TV aberta e faz num formato tipo Fórmula 1 de duas horas com um único piloto, eu acho que daria uma audiência gigantesca. Maravilha, eu também acho. Tem uma puta competição braba nisso aí. Pra você ter uma ideia, não sei se vocês viram o Jonas Brothers, que fizeram a Abdala Brothers. O Abdala Brothers fez o primeiro filme IMAX do Brasil com o Felipe Nars fazendo as 24 horas de remanço.
Cara, impressionante você... Essa é a asa? Deixa eu ver se essa é a Ferrari. É. Ela vai virar de... Conforme anda, né? Ela faz um movimento que ninguém nunca tinha pensado nesse movimento na asa traseira. Deram até um apelido pra ela que não tá me vindo agora na cabeça. Ó, ó.
caraca, que loucura, velho exatamente, eles não tinham usado ainda em corrida estão ameaçando usar ela agora na próxima corrida de Miami bem interessante e aí quando você vê um brasileiro dois irmãos, os Abdallah Brothers fazendo um filme como esse um primeiro IMAX ele é uma imersão dentro da cabeça do piloto é uma experiência o filme e aí
E ele tá passando por vários cinemas, enfim, mostrando essa experiência. E eu acho que muita gente tá ficando apaixonado pelo carro, apaixonado pela corrida, pela disputa, pela dificuldade. E quando você consegue mergulhar dentro desse universo, faz com que cada vez mais você tenha fãs de corridas que não são tão artificiais. Mas as categorias turismo sempre foram legais. Você pega a DTM, é um tesão. Sim, sim, sim.
Hoje tudo bem, tem mais carro. Isso da época que o Real Farromeu, BMW e Mercedes. Sim, já era incrível. Já era incrível aquilo. Puta que tesão que era aquilo. E o Brasil, cara, é impressionante como você tem categorias surgindo, kart. A Sport é maravilhosa. Acho que nós nunca tivemos, né, numa puljança tão grande de autódromos. Por exemplo, Brasília acabou sendo reaberto, uma pista nova lá em Cuiabá, uma pista nova lá no sul. No interior de São Paulo tem uma nova.
Uma nova aqui, não tem? Tem, ó. Em Brotas, eu não sei. Em Recivili. Em Brotas. Assim, tá pipocando pistas, categorias, como a Nascar, por exemplo, né? Que você pega a Nascar há cinco anos atrás. É, porque depois os caras fecharam o Jacaré e a Pagó, que era um puto total do mundo legal. Curitiba. Curitiba, porra. E agora tá pipocando. Mas que bom que tá crescendo. Você voltou o MotoGP pra cá, que foi do caralho. Exatamente. Aconteceu em Goiânia. Muito legal, porra.
que o autódromo ficou maravilhoso agora, né? Eu vi, eu fui lá na MotoGP. Muito legal, muito sensacional. E com isso, o brasileiro cada vez mais, né? Acho que a máxima de que o brasileiro gosta de carro, né? Ela é real e ela é verdadeira, né? E aí, assim, agora, voltando pra falar do usuário, né? Como é que a gente faz com que o brasileiro goste de carro, mas seja mais responsável no trânsito, né? Porque esse é o...
Um grande problema nosso, né? Assim, eu não acredito que as corridas de automóvel, né? Ela influencia tanto no comportamento da pessoa quanto ela querer correr na rua. Eu acho que não. Eu acho que independente de ter ou não, porque o que a gente mais tem, a gente tem visto muito, né? Eu acho que a rede social, ela trouxe um negócio interessante. O que tem de gente?
sendo flagrado, fazendo prova contra si, né? Mostrando ali o velocímetro a 200, 230 km. E a polícia tá baixando. E tem que baixar mesmo. Tem que baixar mesmo. Porque hoje, o que eu tô querendo dizer, hoje a gente criou ambientes legais pra você poder correr. Você não precisa correr na rua. Tem uma série de visas de arrancada. Não tem nem espaço. Antigamente lembra que era uma mulher que você pegava uma... Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op
Marginal não era tão... Hoje você não anda, mal você anda na marginal. Exatamente. Como o cara quer correr, cara. E sabe o que acontece, né? Até o Enzo, meu filho, me perguntou esses dias do tal. Ele falou assim, cara, por que está acontecendo tanta pancada com o Porsche, por exemplo? O que acontece? O carro é grudado no chão. Uma 911 é feita com uma suspensão Sport. A maioria das pistas que a gente tem, ela não é uma pista lisa.
Um carro de corrida, ele anda bem numa pista lisa, porque a suspensão é mais rígida. Então, quando você entra, o que vai acontecer? A hora que a dianteira bater, você está apontado para cá. A hora que ela bate e levanta, ela já quica, tirando você da trajetória. Depois vem o eixo traseiro e que te joga mais ainda. Sem contar os cabaços que estão atrás do volante. Você entendeu? Então não dá para andar.
breja com cachaça, falando ao celular, guiando, entendeu? Então, tu pode ver, toda vez que dá merda com os Porsche é isso, é os riquinhos, que acham que pode tudo, encher o cu de cachaça e tá correndo.
Pois é, e aí... Pode ver. Enfim, o Brasil hoje ele figura como o terceiro país que mais mata no trânsito do mundo. Só que um detalhe, pra quem que ele perde? Ele perde pra Índia e pra China. Só que a Índia tem dois bi de pessoa lá. E a China... A China tem um bi e meio. Nós não somos nem 220 milhões.
E nós somos o terceiro país que mais mata no trânsito no mundo. Mas por quê? Falta de responsabilidade? Cara, eu acho que é a moto. Eu acho que é o tal do grauzinho e motoqueiro a rodo e não tem uma definição, na minha opinião, pública.
tá? Digo aí os órgãos regulamentadores. Por exemplo, eu vi na China que carro e moto não andam juntos. Em Xangai não andam. Tem uma parte separada. Não, uma pista é outra pista. É moto, moto, carro e carro. Na China é assim. Sim, sim. Você foi muito preciso. Hoje, quando você pega os dados de mortes no trânsito, quem mais morre no trânsito é o piloto de moto. Então, você pega São Paulo, por exemplo, como amostragem.
46, 47% dos que morrem ao longo do ano, ou seja, quase metade são pilotos de moto. Só que esse número é muito mais perverso do que isso. Por quê? Se você bater de carro, pode ter três, quatro pessoas, quantas vezes e quantas batidas não tá acontecendo aqui agora e ninguém sofreu nada? Queda de moto, não tem como. Você sempre vai se machucar de uma maneira ou de outra. Outro dia eu falei aí, outro dia eu tava lá, marginal, marginal. O cidadão de moto ir mexendo no celular, cara.
Como é que você consegue dirigir uma moto e mexer no celular, bicho? Pois é, colocando... No teu menor cabimento, cara. Desculpa, meu. É a vida do cara que tá em risco ali. Então, cara... Aí você junta, por exemplo, algumas avenidas que não cabem nem três carros, mas fazem três faixas. De 1990 pra cá, os carros aumentaram de tamanho. Não bastasse ter tomado de tamanho, aí todo mundo só compra SUV. Aí depois vem as picapes, aí depois vem os VUK. E no meio você quer que passe uma moto? Não passa.
Entendeu? Onde você tem que desviar de um buraco. E ao desviar de um buraco... A faixa azul é uma boa iniciativa em São Paulo, né? Foi ótima. Então, o que acontece com a faixa azul? Ela foi bem até a página 1. Por quê? Qual que era o... Pra que ela existiu? Pra que quando os carros estivessem parados... A faixa azul é uma boa iniciativa em São Paulo.
a moto pudesse exercer essa flexibilidade que ela tem de poder passar. Só que o que aconteceu? Com a faixa azul, aumentou em quase 80% as multas por excesso de velocidade das motocicletas na faixa azul.
Aumentou o número de mortes por atropelamento por pessoas que atravessam e a moto vem a 70, onde é 50, por exemplo. Então os próprios motociclistas poderiam aproveitar melhor a faixa azul. Mas peraí, se a pessoa é atropelada na faixa azul, porque ela não tá atravessando na faixa de pé e desce. Sim, e o que acontece? Não dá tempo dessa pessoa frear.
Não dá maior, é outra coisa. Você tá a 70 km por hora, não dá tempo. Mas se você tivesse, por exemplo, a 40 km por hora, a chance de não ter a colisão, ou havendo a colisão. Ou seja, é um conjunto de coisas, tá tudo errado. É assim, na nossa cultura, César, eu acho que o brasileiro, por via de regra, dos seus superiores, ele não gosta muito de regra. Existem muitas leis, mas a gente não gosta de cumprir. Você entrou num ponto interessante. A regra...
ela é interessante quando é você que tá me ofendendo. Então, por exemplo, se você vê um acidente, onde um carro vem, pessoa falando ao celular, e atropela um motociclista, e você tá assistindo numa televisão a cena, você faz o quê? Bandido, vagabundo. Aí você se traveste de juiz, e sabe o que você pergunta? Cadê a fiscalização? Cadê a polícia? Aí você quer a regra.
Só que quando é pra você... Não serve. Não serve a regra. Vou dar um exemplo. Ontem até nós fizemos um vídeo que tem uma deputada em São Paulo, que é do PL, fazendo um... Ela é relatora de um projeto de lei pra fazer o quê? Não pode mais ter radar escondido.
Então, por exemplo, aquele cara que tá atrás da árvore, com o radarzinho que é o polícia, aquele radar que tá atrás do poste... Vai ser proibido isso. Vai ser proibido. Sendo que hoje, cara, você tá no Waze, o Waze já te informa que o cara tá lá. O Waze já te informa. Aí vamos parar pra pensar nisso. Muito se fala da indústria da multa. Vamos supor que aquela avenida é 80 km por hora. Essa informação, pra quem anda 80 km por hora, significa o quê? Nada.
O problema é que o radar nunca é 80 por hora. É 40, 30. Aí você passa 42, porra, é sacanagem também. Não, sim. Mas, Carioca, vamos lá. Tá ligado? Não, Carioca, vamos lá. É bizarro. Mas se tem uma velocidade de limite, você tem que respeitar. É porque algum motivo pra ela ser 40 é... Porque sabe o que acontece? Eu te entendo. Eu te entendo. Porque acontece, naquela faixa onde é 40, Carioca, que a gente olha e fala assim, porra, mas eu tava a 42, aí fui pego a 45, coisa do gênero tal.
Por uma mãe que perdeu o filho por um carro que passou a 50 naquele lugar. E catou. Porque ele não tá a 40 a torre. Tá, mas aí não vai evitar que essa mãe chore. Quando você sinaliza o radar e põe, inclusive, aquele que acende e tem farol. Sim, sim. Aquele vai salvar a vida, porque aquele o cara sabe. Sim, sim. Não tem que ter... Todos tem que ter mais radar, mas que sejam, na minha opinião. Sim. Pra que realmente evite. Porque se você contar com a boa vontade das pessoas no Brasil, é isso. Mas você não vai ter.
Mas é isso. Tá ligado? Por exemplo, você tem o radar, e o radar tá lá, radar, você vê o radar, o Waze apita pra você, olha o radar e o caramba tal, e o pessoal vai lá e desacelera. Tira o pé. Só que logo em seguida, ela faz o quê? Acelera. Acelera de novo, é. Pra quem tá andando dentro da velocidade da via, cara, pra ele, isso não faz a menor diferença. Uma coisa que a gente precisa entender aqui, Carioca, e isso é uma estatística bem interessante, que eu acho que a nossa audiência vai se impactar com essa informação, a gente cria o mau hábito de achar que é todo mundo.
que é terra arrasada, que todo mundo fala ao celular enquanto dirige, ninguém respeita a velocidade. Todo mundo faz, o que eu não vou fazer? E essa é uma narrativa, na verdade, pra criar um senso comum de que todo mundo faz, então vamos fazer. Vamos fazer. Nós fazemos, e eu faço muita palestra em empresas. E se tem uma coisa que empresa sabe fazer, inclusive as empresas são muito responsáveis por criar cultura de segurança nas pessoas, eles têm indicadores.
Então você pega uma empresa que tem lá mil carros da área comercial, que vende, vai Brasil inteiro, isso, aquilo. Quando você vai pegar os indicadores de telemetria, pasme, 10% dos que dirigem são responsáveis por 80% dos desvios de comportamento.
Campinas, como embaixador do Maio Amarelo, em 2024, a Indec, que é a empresa que gesta as questões de mobilidade lá, ela tinha um dado de que de um milhão de habilitados, só 5% tinham multa.
Pra dizer o seguinte, cara, é uma menoria, mas como toda menoria, ela faz muito barulho, ela faz muito estrago. Então nós temos que tirar da cabeça das pessoas... Tem que tirar a carta desse 5%. Exatamente. De que assim, é todo mundo, ninguém respeita. Aí o barabundo diz sem carta. Aí ele vai preso. É isso que eu falo.
Vai preso, cara. Sem... Ué? Que nego rouba bilhão, não vai preso, cara? Vai presinho. Vai preso porque tá sem carta. Ah, você tá dirigindo sem carta? Só... Sabe seu carro aqui? Vai ficar um ano no depósito, você vai poder pegar. Aí tudo bem. Sabe aqui? Começa a punir o cara. Aí tudo bem. Mas aí, cara, você entrou na tua terra. Como é em outros países? Como eu acho... Eu também discordo, Cezinha. Exatamente. Como eu discordo também que no Brasil a lei erra no intuito do álcool. Eu acho que você sair tomar um vinho...
Porra, tu não vai fazer merda no trânsito. Quem falou? Um vinho. Uma taça de gim pra você é uma coisa. 90% das pessoas fazem isso. Pra outra pessoa é outra coisa. Mas, nos Estados Unidos, o cara faz o teste lá. Ok, o cara pode continuar. Aqui, não vai funcionar. Eu acho que tem que ter. Os americanos aplicam bem, assim. Lógico, cara.
Eu acho que... Porque a pessoa sai pra tomar o vinho. Precisa ser físico. Então, meu irmão, por isso que eu sou a favor do carro elétrico e a favor da autonomia dos carros. Pronto. Não, mas sabe o que acontece? Não, não, não. Não, não. Não, a automação dos carros. Mas sabe o que acontece? Assim, o discurso do carioca, vamos pegar ele. Ninguém tá dizendo que só não pode beber. Mas não precisa dirigir. Só não pode dirigir. É lógico. Onde é que tá dificuldade? Você bebe o vinho e dirige? Eu não. Tá bom. Não, meu filho tá aqui, pergunta pra ele. Não, tudo bem. Mas ele dirige pra você? Você dirige pra papai quando ele toma vinho? Quando ele toma vinho.
Ah, quando você toma vindo beijo. Sabe por que, Carioca? Tem um negócio que é o seguinte. A gente vive de um negócio chamado coerência. A gente não pode falar algo... Mas é minoria, você está ligado, né? Sim. Muita minoria. Mas aí, vamos lá. Então, nós entramos... Essa é a realidade. Acho que a gente entrou na seara que eu mais queria. Tá. O jeito que você faz uma coisa...
É o jeito que você faz todas as outras. Criamos um estereótipo de que as pessoas, quando pegam no volante, eles se transformam numa outra pessoa. E isso é mentira. O trânsito não transforma ninguém. O trânsito, na verdade, ele revela quem você é ou como você está. Na verdade. Você jamais vai ver um ogro no trânsito ser um lord em casa, cara.
O cara que é um ogro no trânsito é o mesmo que tá sangrando os outros aqui na rede social, falando um monte de bobagem. É o mesmo que tá batendo na mulher, é o mesmo que não chega no horário. Por exemplo, eu milito muito sobre essa questão e eu falo o seguinte. Planejamento, organização e disciplina, cara, dá resultado. A ausência de resultado traz sofrimento. As pessoas não querem se dar ao trabalho, carioca, de acordar mais cedo pra não ter que sair correndo.
Porque todas as vezes que você falhar na organização, você vai descarregar na mobilidade. Você sabe o que vai acontecer no trânsito, 90% do que vai acontecer no trânsito, você já sabe. Você sabe que se choveu, o que vai acontecer. Pra vir aqui, muito fácil. Pra vir aqui e estar aqui às duas horas, pô, eu passei pra... Tô vindo lá de Campinas. Passei pra pegar o Fabinho 11h30, cheguei aqui já era meio dia e meia, almoçamos aqui pertinho. Tranquilo e sossegado. Estávamos aqui do lado. Chegou na hora. Cara, a gente veio conversando, viemos falando de trabalho, viemos falando de um monte de coisa.
Tem gente que quer sair uma hora de lá. Deixa eu falar uma coisa aqui. Pessoal.
Nós temos, Carioca, que tirar da nossa vida a pressa. O Brasil foi diagnosticado como um país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo, respondendo a sua pergunta. De organização, de organização. Por que o Brasil é o terceiro país que mais mata no trânsito? Porque o trânsito é um organismo vivo que reflete o que pensa e o que sente uma sociedade. Se a sociedade está doente aqui no WhatsApp, é esse mesmo cara que está dirigindo. Se a sociedade...
de estar doente sobre questões políticas, é o mesmo cara que está dirigindo. Se existe uma polarização e pessoas ali a flor da pele, é esse cara que está dirigindo. É porque o carro é uma arma, né, Cezinho? Exatamente. Depende como você, né? Ele tem como... Pode ser uma arma, né? Eu vou te oferecer um pensamento que potencializa isso. Tá. Tem uma frase sobre a guerra?
que é o momento que a gente tá vivendo, que me chama muita atenção. Na verdade são duas. A primeira, numa guerra, a primeira vítima é a verdade. Cada um fala e puxa a sardinha pro seu lado. Número um. Então, por exemplo, por que que as pessoas se acidentam? Ah, mas é o outro. Ah, mas é a polícia. Ah, mas é a indústria. Ah, mas é um buraco. Nunca é você. Terceiriza a culpa. Terceiriza a culpa. E qual que é a outra que é bem legal?
Quando a gente fala de guerra, a gente pensa em pacificação. E a pacificação, bola, pra mim, que vale, é quando ela é feita por quem tem a capacidade de gerar violência.
Tem razão. Porque esse cara fez uma escolha. Quando eu penso sobre essa frase, você lembra de quem? De um Trump. É. Que é um cara forte, tem toda a capacidade de gerar violência, mas ele poderia optar pela paz. Quem é você quando pega no volante uma pessoa com capacidade de gerar violência? E o que é que você escolhe? E é muito perigoso, Carioca, por quê? Quando você pega no volante, você tem o poder.
que é o poder da escolha. Você escolhe se você vai usar o telefone celular ou não, você escolhe se você vai beber ou dirigir ou não, a despeito das consequências. Se você vai usar o cinto ou não. Se você vai exceder o limite de velocidade. Você que escolhe, você tem o poder. E é muito perigoso você dar o poder pra pessoas com baixa estima, pessoas frustradas, pessoas vaidosas. É muito perigoso. Dar o poder pra uma pessoa que tem autocontrole.
Dá o poder pra uma pessoa que tem bom senso. O resultado é completamente diferente. Então a gente vive uma sociedade hoje, muito com ânimos a flor da pele, você sente isso nas próprias redes sociais, e é esse cara que tá dirigindo. Que acha que porque aquele motoboy passou ali e incomodou ele, ele pode com a caminhonete ir lá e jogar o carro em cima daquele cara.
Mas eu lembro, isso não é uma maioria, isso é uma menoria. A gente tem que entender de que eu meço muito quem você é partindo do princípio de como você age na mobilidade. O jeito como você é na mobilidade mostra se você é um cara organizado, se você respeita normas, se você respeita regras, se você leva uma vida numa boa ou não. Nós, no último dos episódios que nós já tivemos aqui...
Nós tivemos um corte que viralizou muito quando a gente falava da faixa da esquerda. Sim, eu agradeço a você, porque eu mudei. Eu mudei. Eu mudei. Eu mudei, não. Você me convenceu. As pessoas me convenceram. Eu nunca mais fiz isso. E sabe o que é legal? A faixa da esquerda, pra quem tá adiantado, você acha que ele tá preocupado? Ele sai pra direita e vai embora. Hoje nós mesmo. Quem quisesse me... Eu saio de todas agora. Agora, pergunta pro cara que tá atrasado.
Ele é o cara que vai fazer pressão. Vai ficar nervoso, vai buzinar. Pra quê? Pra que viver essa vida de estresse, correndo risco? E ó, num acidente, gente, vamos pôr isso também bem claro. Supondo que você participou lá, você provocou um acidente, você sobreviveu, enfim, mas três pessoas morreram. A pergunta que eu faço, quantas pessoas morreram nesse acidente?
Não são três. Várias, a família. Quatro pessoas morreram. Os três que perderam a vida e você nunca mais será o mesmo. Nunca mais. Daquele episódio pra frente, quem você era morreu. Porque você tá levando uma culpa de matar três pessoas. Eu me macho muito uma frase. Uma frase que vocês já devem ter ouvido com certeza.
que é quando alguém chega pra você e fala assim, viu, você tá indo, né? Quando chegar, me avisa. Quando eu lembro disso, eu lembro da minha mãe. O que minha mãe fazia. Filho, quando você chegar, me avisa. Por trás dessa frase, se esconde, cara, uma série de coisas assim, de carinho, porque é sobre, viu, vai devagar.
por trás dessa frase. Toma cuidado. Chega, por favor. E o que a pessoa quer, não é só ouvir de eu cheguei. Ela quer que você realmente dê um alívio pra ela. Ó, já estou aqui. Olha o que me aconteceu o ano passado. Tava dando uma palestra, tal, não sei o quê. Chegou uma mãe, ainda jovem até, olhou pra mim e falou assim, César, dá uma olhada aqui. A frase era, ela escrevendo pro filho.
Quando chegar, me avisa. Falei, fique tranquila. Já já ele vai te avisar que chegou. Falei, César, dá uma olhada na data. Meu, fazia seis meses. Essa mensagem, ela nunca vai ser respondida. Eita que pariu. Ele tava de moto, parou no semáforo, uma menina falando no telefone celular, passou por cima dele. Essa é uma mensagem. E ela falou assim, César, você acredita? Que todo dia.
Eu olho essa mensagem. Eu imagino. Eu sei que não vai dar certo. Mas às vezes eu falo assim, será que eu não sonhei? Será que... Daqui a pouco ele manda. Será que ela responde? É muito triste. Isso é muito triste. Ela falou assim, todo dia eu olho. Tá louco. E o que que acontece? Se nós aqui conversarmos e perguntarmos pra nossa audiência, eu sempre faço essa provocação. Levanta a mão quem não conhece alguém que morreu no trânsito. Ninguém levanta a mão.
Todo mundo conhece alguém que morreu no trânsito. E eu tenho um outro dado que é pavoroso, Carioca. Eu estava assistindo a Globo News esses dias e eles, por conta das eleições, elencaram, numa pesquisa que eles fizeram, quais eram os maiores medos do brasileiro. Sabe o que deu em primeiro lugar? Com 48% violência urbana.
O medo do brasileiro em 48% é da violência urbana. Então o que é a violência urbana? É eu estar aqui, por exemplo, com medo que o meu filho esteja com um telefone celular e por conta de um telefone celular o cara vem e tira a vida dele. É esse o meu medo. Que eu perca a vida de algum amigo, que eu perca a vida de algum familiar por conta de um telefone celular, por conta de um tênis. Falei, bobagem ou tá certo? Não, é isso, é isso. Tá certíssimo. Tá certíssimo. De 2022 pra cá.
Mudou. A chance de você morrer no trânsito é maior do que de violência urbana. É mesmo. E não era assim. Nós, na verdade, assim, até antes da pandemia... Você tem esses números hoje? Sim, sim. Qual é o número da violência urbana? Podemos jogar aqui? Posso jogar aqui? Pode ficar à vontade. Aí a gente dá uma... Você vai pegar um lugar como Campo Grande, por exemplo, que eu fui lá dar palestra, tudo e tal, e tava lá o governador. E ele falava exatamente isso. Que o número...
de violência urbana, o deles hoje, é menor que o número de pessoas que morrem de acidente de trânsito. Então, pra dizer o quê? De que é mais fácil...
você perder a vida hoje no trânsito, do que você, por exemplo, alguém te roubar um celular. Ou seja, as duas coisas estão ali bem parelhas e nunca foi assim. O que chama muito a nossa atenção e essa oportunidade que está sendo incrível é de que nós vinhamos, porque o Brasil foi signatário da década de diminuição do acidente de trânsito. E nós vinhamos conseguindo diminuir o acidente de trânsito lenta e progressivamente.
Mas no pós-pandemia, bola, o negócio começou a subir, subir, subir. Tanto que já se prevê que dentro de mais ou menos uns dois anos a gente deve chegar a um número de uns 45 mil pessoas mortas. Quer dizer, é um número absurdo.
Eu acabei de puxar aqui na IA. Então, cara, assim... Mas, às vezes, uma coisa que eu entendi de você também. Ele tá analisando. O fato do tirar a carta. Boa. Que nem eu falo. Eu aprendi a andar de moto... Carteira Nacional de Habilitação. Como bom carioca, eu vou defender carteira. Eu sou véia, é carta.
Eu aprendi a andar de moto depois que eu fiz o curso do César Barros e eu fui entender o que era andar de carro depois que eu fiz o curso com você. Na da BMW. Na da BMW.
Não digo que todo mundo deveria, eu acho que todo mundo deveria fazer aquilo. Abri a mente. Mas impossível. Porque você pega o exame de carta, o cara dá uma volta no quarteirão, estaciona o carro, tirou a carta, irmão. E você entrou num detalhe interessante. Não sabe usar o freio, não sabe porra nenhuma. E só piorou, por quê? Agora, em 2026, mudou a forma de você tirar a carteira. Eu não sei nem como é que tá. Mudou. Agora é o seguinte, em vez de 20 aulas, você pode fazer só duas.
Baliza. De autoescola. É. Baliza, não reprova mais. Você pode ter um instrutor autônomo. Como que é isso? Você pode escolher lá um cara que, enfim, até eles mesmos têm dificuldades de fazer isso ficar de pé. Com a promessa do quê? De desburocratizar.
E tornar a carteira mais barata. Só que vamos lá, eu acho legal, eu acho que a carteira pode ser mais acessível. Eu acho que a gente deveria e deve, como sempre fez, questionar os CFCs e a forma como a gente hoje adestra as pessoas a tirar a carteira de habilitação e a gente não ensina. Só que só afrouxou. Sobre o pretexto de que ela ia ficar mais barata. E sabe o que aconteceu? Antes a hora aula era 60 reais. Sabe quanto que é agora? 230.
Ou seja, pra você fazer duas horas aula agora, vai pra 460 reais. Então não melhorou, só piorou. É. Mas aqui no Brasil, cara, no Brasil o ser humano sempre vai arrumar um jeito de tomar o teu dinheiro. De alguma... E o Estado, então, ele gosta mais ainda. Eu falava da pressa. Tudo que ele puder fazer pra poder bater uma carteirinha tua, ele vai bater. Sabe por que eu peço pras pessoas fugirem da pressa, carioca? Isso eu acho importante. Pelo seguinte, completa a frase pra mim.
A pressa é inimiga da? Da refeição, no caso também. Da perfeição. Da refeição também. Então, vamos pensar. Se a pressa é inimiga da perfeição, quem é perfeito? Só existem duas respostas pra essa pergunta. Você vai responder. Ou ninguém, ou... O Criador. O Criador. Vamos pensar nessa hipótese? Se a pressa é inimiga de Deus, quem é a pressa?
O capeta. Você, quando está com pressa, anda extremamente mal acompanhado, brother. Você sai de casa, quantos já não batem na mesa e diz, todo dia de manhã é esse inferno. O trânsito tá um inferno. Tá. Isso é verdade. O cara já sai tretando com o vizinho, já briga com o porteiro, não para numa faixa de pedestre, para numa vaga de portador de necessidade especial, porque ele tá com pressa. Se estressa. Mas outro dia eu tretei no shopping por causa disso.
Então eu queria ser um pouco melhor nisso aí. Eu tentei. Eu procurando. Vaga, a menina... Eu vi um cara encostando na vaga de deficiente. Desce duas meninas. 20 e poucos anos. Aparentemente. De boinha, irmão. De boinha. Nem uma manquetolada. Você é deficiente? Não, é rápido. Eu falei, rápido o quê, filha?
Você tá na vaga errada, eu vou avisar já a segurança do shopping que você tá na vaga... Não, mas eu vou rápido. Vai tomar no seu cu, meu. Não, é impressionante, cara. Porra, vai no respeito a uma vaga de deficiente, cara. Porque ela vai rápido no shopping. Ah, meu, sabe? Sabe o que acontece? Olha, olha, olha, eu vou fazer um advogado do diabo aqui. Desculpa.
Vou fazer. Faço, lógico. Ela está errada. Tá, e eu também. Mas os shoppings cada vez tem menos vagas. A minha problema é do shoppão no cu. Calma. Ela não vai no shoppings, não tem vaga. Eu nunca vi, você vai pra um lugar pra comprar, os caras tão cobrando... Estacionamento. Vou fazer uma crítica aqui, assim... Eu não tenho papas na língua. Não, eu tô sentindo. Eu fui parar a minha... Pra parar uma moto no shopping Cidade Jardim, custa 47 reais. Vá a pé.
Porra, mas não tem nem entrada a pé naquele shopping. Então, todo mundo vai no shopping. Custa R$47,00 pra parar uma moto? É o shopping dos bacanas que você vai fazer no shopping. Mas R$47,00? Lá pra você comer um misto quente é R$130,00. Mas R$47,00 pra parar uma moto, acho que tá um pouco... É, é o preço. Mas enfim, se pagar um absurdo pra ir comprar, sei lá, eu acho muito caro. Aí ela pode pagar uma vaga de deficiência.
porque é caro o estacionamento. Não é isso. Isso é um reflexo do que as pessoas não encontram. Reflexo da vagabundagem, da falta de vergonha na cara. Eu tô aqui só pra aproveitar o gancho pra dar meu pedala. Ah, o estacionamento é caro, eu vou parar na vaga de deficiente. Então vai tomar no cu. Sabe o que acontece? A gente gasta muita energia em discutir sobre aquilo que não está no nosso controle. Por exemplo, o preço do estacionamento não está...
sobre o nosso controle. Não tá, então, exatamente. Se o shopping vai estar vazio ou cheio, não tá sobre o nosso controle. Você não vai parar de novo lá, concorda? 47 pau de moto, eu não paro mais. É que eu falei. 47 pau? Eu não vou numa determinada loja, mas eu descobri que a água é 11 pau. Pode falar loja, não tem medo. Não, não fala. Não tem medo. Não, medo não, offener. 11 pau, uma garrafinha de água, cara. Superou o aeroporto, hein. Eu falei, mano, que puta absurdo. 11 reais uma aguinha lindóia? Não vou mais. Uma aguinha assim. 11 reais.
E sabe o que é curioso? Eu vou mais, cara. Nessa coisa 11 reais. Eu assustei, cara. Ou eu tô muito mendigo, ganhando pouco. Puta que pariu, bicho. Tá lento, tá lento. Aí virei esquina, tem que ter uma lojinha de coisa japonesinha. É três pila. Ah, sim.
E aí, já que você falou, eu tenho isso registrado, eu posso falar com tranquilidade, a mesma off, né, que você tá falando, a gente comprou um chocolate para a Páscoa, o chocolate veio podre por dentro. O único jeito deles trocarem e fazer alguma coisa foi através do reclame aqui. Ah, que bom. Então, o que eu tô tendo a dizer com isso? Que você tá pagando 11 pau numa água que você espera que esteja tomando a melhor água do mundo. Você tá comprando o melhor chocolate do mundo. Você tá pagando caro.
por causa de qualidade, e nem sempre vai ter qualidade você levantou a mão a história do parar numa vaga de deficiente ou de portador de necessidade especial como queira de idoso
Eu não sei como a pessoa... Eu também, mas dois aninhos eu tô lá. Eu não sei como a pessoa não tem vergonha. Vergonha. Porque assim... Eu também acho. E não tem a menor, irmão. Essa cena que você tá falando... E não tem a menor. Eu tava na padaria hoje, tinha duas vagas livres.
uma vaga, como você falou, de portador de intensidade especial. Cara, o cara veio com a BMW, pum, parou lá. Quando desceu, um playboyzão. E eu fiquei com a vontade de fazer a mesma coisa que você fez. Mas qual que foi o negócio? Enquanto eu tava passando aqui no caixa e vi aquilo, eu vi o cara entrar com o seu, falou, nem manquitolou o lazarento, foi lá comprar o pão. E eu desesperado pra que ele fosse lá rápido e viesse aqui, que eu ia exatamente fazer essa pergunta pra ele. Mas ao mesmo tempo eu fiquei olhando e falei assim, cara...
Eu quando cheguei com meu carro, eu vi as duas vagas. Eu tenho vergonha de parar num lugar desse. Eu não paro também. Sabe, e como é que o cara não tem vergonha? É um querendo ser melhor do que o outro, mas olha, eu ainda digo pra você, uma esmagadora maioria tem vergonha. É do bem, é. Tem toda a razão. Vamos lá. Tem toda a razão. Eu entendo, concordo, mas eu quero ir além. Bora. Desculpa eu ser chato, mas é... O Brasil.
Os carros são enormes. Sim. Os estabelecimentos comerciais, não existe regra pra ter vaga pra carro. É um país de automóveis, correto? São Paulo, uma cidade que você tem o modal do metrô, mas as pessoas usam carro. Aí você vai na farmácia, não tem vaga.
Não tem infraestrutura. Não tem. As pessoas às vezes precisam de alguma coisa. Não estou defendendo, veja. Lógico que o cara não vai querer parar numa vaga de... Mas não tem infraestrutura. Não tem, desculpa, cara. Não tem, não tem bola. Vai a pé, se virem, vai em outro lugar. Mas não tem. Acha uma farmácia que tem vaga. Não tem. A farmácia, ela perde casa. É assim, tem quatro vagas. Pelo visto é parar direto. Não, olha só, tem quatro vagas. Você está precisando comprar um remédio. Tem quatro vagas.
Aí tem uma de 12, uma de 10% Não vai ter vaga pra você comprar o seu remédio Vai em outra, é o que eu faço Droga ou raia? Entrega na porta ou é tua casa? Não sei na farmácia Agora eu vou provocar ele Pensando por essa mesma lógica Então vamos lá, pensando por essa mesma lógica Você chegou no shopping e não tem onde estacionar Aí tem 15 lá, negócio de carregador de carro elétrico Tem 5, então eu posso colocar lá? Pode, se eu trocar É uma vaga normal Ativar a chuva
Para lá. Porque não tem espaço. Mas é o que mais tem. Não, mas você entendeu? Não, nego para em carro de vaga elétrica. Mas se não tem espaço, vai parar onde? No teto? Pô, então... É a vaga. Dá licença, o shopping está errado de permitir que a pessoa é entre com vaga esgotada. Então vamos tirar tudo vaga de deficiente, de idoso e elétrico. Põe só vaga normal. O cara cobra uma fortuna, na minha opinião. Eu acho que assim, essa é a discussão também. Eu acho que tudo é válido para a gente ampliar o pensamento.
O shopping, por exemplo, vou citar um shopping aqui de São Paulo. Moro B Shopping, sábado. Cara, não tem vaga. É lotado. Fecha. Não, deixa entrando. Aí fica aquele, sabe, fica um negócio insuportável. Mas não vai sábado. Tem que comparar com os Estados Unidos, porque às vezes é ideia. Eles fecham. Não, tem um cara que fecha e tem um cara que faz assim, ó. Aqui, você ali. Organiza, né? Não está cheio, eles fecham. E fecha. Aqui não. Vai socando.
Aí, você quer ir embora... Você quer colocar um peru, ganho de cima no piso. O sem parar vai cobrar, porque você ficou 20 minutos e não conseguiu vaga. Já aconteceu isso comigo, não tinha vaga, rodei, rodei, rodei. 20 minutos e fui embora. Cobrou. E aí? Vai terça no shopping.
Eu sei, brother. Não vai sábado. Mas fecha. Eu também acho, cara. Você sabe que não acontece isso aqui. Seria 50 vagas extras. Posso fazer uma análise de vocês dois conversando? Faz, faz. Você está vendo o problema, o caos. E o que eu percebo é o bola tentando arrumar a solução. Como, por exemplo, aquele horário é ruim. Eu vou no outro horário. Vai no outro horário. Eu não tenho que comprar. Eu compro pelo aplicativo.
Porque assim, é uma luta ingrata a que você tá travando, Carioca. Porque não tem como fazer. Como não? É só fechar o estacionamento? Não, sim. É a organização dos caras. Fecha. Amigo, fechou. Ah, mas não tem como. Não tem mais como. Agora não vou gerar briga. Não tem mais como.
Porque o que acontece? Fechou, mas não fecha, aí fica lá. Você acreditando que... Só que a gente não tem... Aí você imagina como vai ficar as ruas em volta. Não, não, mas não tem. Fechou, ó. Então. Ah, tem 20 vagas sobrando. Vamos liberar 10 carros. Mantenha um lastrozinho. É, mas você tá chamando a atenção de uma coisa que... Pra onde tudo isso vai parar? Porque o que acontece? Quando a gente fala do plano diretor de qualquer lugar, né? Que vai desenvolver lá a infraestrutura, aquele lugar era uma casa.
Naquela casa tinha lá cinco viagens ao dia. Deixou de ser casa, por exemplo, pra virar uma loja. Aí ela deixa de ter cinco entradas e saídas naquele estabelecimento pra ter pra talvez 300 no dia. Deixa de ser uma lojinha pra virar uma escola. Aí são cinco mil. E assim, se o vizinho fizer a mesma coisa... Eu percebi o salão de na vida Rebouças aqui. O que tá subindo de prédio...
E prédio alto. Mas pelo menos ainda tem metrô na porta ali, né? Não, não tá pronta a estação, calma. A estação não tá pronta. Mas bicho, e as rebouças, desde que eu me conheço pro gente, são duas faixas. E vão ser duas faixas com mais 10 milhão de negros indo pra lá.
Pois é. Então eu acho que... Antes era só casinha, o que você falou, era só casinha de loja. Quando você fala nos Estados Unidos... Agora são os puta prédios, o cara aumenta. Eles fazem umas avenidas gigantes. Exatamente. Você teve lá na China, você viu como é que é a infraestrutura. Mas o cara faz isso antes de construir os prédios. Então tem planejamento, tem organização. A gente, como eu disse, não, você quer colocar o peru dentro do pires, não vai caber, brother. Não vai caber. Então a gente tem um... E faz. Aqui na frente, irmão.
Vai subir 1.100 apartamentos sem garagem. Sem garagem. Aqui. Aqui. Sem garagem. Que agora, que eu cheguei pra estacionar aqui, o primeiro estacionamento que eu não tinha. Quando era o galpão abandonado, fechado, já era difícil estacionar.
Imagina quando tiver pronto 1.100 apartamentos. Sem garagem. Sem garagem. Vai ser legal. Vai ser... Ah, é um gênio. Um puta gênio. É um puta gênio. Quer dizer, vai somando tudo isso, né? Vai somando aí, às vezes, essa coisa da... Aí você quer que o motorista tenha calma, ô César? Não dá, não dá. O cara tem calma. Não dá pra ser budista no inferno. Não, mas é que tá, cara. Não dá.
Hoje o negócio é montar estacionamento. É muita cagada, cara. Você cobra 50 pau, lá igual o shopping que o Carioca vai, e a turma, quem quiser parar, que pague. Ih, foda-se. Aonde cobraram 100? Eu falei, não. 100? Ué, você pagou e não viu. Aonde? Você pagou 100zão. Aonde? Lá no Expo Center Norte.
Dá uma olhada no seu separado. Sem pila, amigo. Pra ir no Arnold. É, então. Mas quer que é. Sem reais. Eu parei nem vi. Tudo bem. Cheguei lá. Mas pelo menos lá tinha o cara fazendo assim, ó. Ó. Vem aqui. Pô, organizou. Sim. Cobra sem, amigão. Quer pagar, quer... Entendeu?
Agora, 47 na moto é caro. Moto é uma beleza, assim. Dá bastante, vai. Eu acho que você, a gente tem na nossa vida, cara. Olhar o que você tá vivendo. E eu falo que o mais importante na vida não é você saber o que você quer, o que você não quer.
Quando todas essas coisas começam a ficar insuportáveis, você precisa começar a ter saída. Um monte de casinas. Por exemplo, eu moro há 20 anos no interior de São Paulo. Melhor coisa que você fez. Em pouco tempo eu tô aqui, me programo pra estar aqui. Mas você precisa vir muito pra cá, César? Cara, não venho muito, porque hoje que você gosta da internet, a vantagem é essa. Você faz muitas reuniões, palestras online. Outro dia eu tava seguindo aqui os negócios. É uma puta casa em Sorocaba. Com preço. Eu falei...
Vou mudar pra Sorocaba. Muda, pô, é pertinho. É, então, eu tenho que vir. E voltar. Aí você pode estar criando um problema pra você. Você pode estar criando um problema pra você. Pega trânsito, não chega na hora, quebra um caminhão na estrada. Que é uma... Você depender de estrada, de coisa, entrar em São Paulo e sair de São Paulo... É complicado. Porque no fim, né, por mais que a gente esteja brincando com essa história assim, pô, você quer que ainda o cara tenha calma? Aí eu te pergunto, você tá fazendo o que da sua vida?
sua vida vai ser isso então? você tá fazendo da sua vida essa merda de ficar toda hora gritando toda hora brincando, toda hora nervoso aí amanhã você vem, toma um infarte morre o cacete e aí você fala assim pô, o que eu fiz da porcaria da minha vida? então eu acho assim, são obstáculos que estão aí, você não tem controle sobre eles mas você tem controle sobre você o horário que você levanta, o que você faz eu digo que o jeito como você se comporta na mobilidade fala muito como quem você é o quão organizado você é e aí
Essas questões, por exemplo, quer ver uma coisa legal? Mas queria falar das mortes? Também, não, da deficiência. Recebi um dado aqui, ó. Deficiência às vezes não é aparente. Boa. Hérnia de disco, câncer, pessoas que fazem hemodiálise têm direito a estacionar em vagas de deficiente.
Então às vezes a gente pode estar julgando alguém. Não, mas a pessoa fala. Então a mina falou, eu vou entrar rapidinho. É uma deficiência? Ela pode ser, ela tá tendo uma deficiência. Ah, eu vou entrar rapidinho, entendi. Você que não pegou. Cara, fala, eu tenho câncer, eu sou deficiência. Ela é uma problemática. Aí nós vamos respeitar, é óbvio, caralho. Ninguém é louco. Ela é uma problemática, a bola. Pô, você tá fazendo uma vaga por quê? Você perguntou. Não, eu vou rapidinho, é só porque eu vou rápido, eu já volto.
Olha que coisa legal. Como o meio, né, ele é um troço interessante. Quantos de nós aqui já não viajou pra algum lugar? E aí você fala assim, cara, fui pra tal cidade, enfim, e você não tá entendendo, cara. Você chega lá pra faixa de pedestre, você põe o pé, os caras param.
Você se encanta com aquele lugar, pelo comportamento, pela educação das pessoas. Você fala, aqui, um passa por cima do outro e tudo tal. Ou seja, você tem vontade de morar naquele lugar onde as pessoas são civilizadas. Você quer fazer parte daquilo ali. Você fala, pô, é ali onde existe qualidade de vida. Então, em algum momento, com tudo que rola aqui, do qual a gente não tem controle... Uhum.
Não adianta você ser mais um que tá gritando, quem tá do lado do seu carro que tá ouvindo tudo que você tá fazendo. Bola é o seguinte, cara. Eu, já de muito tempo, tenho esse... Quem tá adiantado não tem pressa. Eu também acho. Pra viver uma vida mais tranquila, mais sossegada. Amanhã eu tenho um compromisso, César. O que eu faço hoje à noite, eu já vou vendo o Waze. Sem tanto, dá tanto. Amanhã vai dobrar.
Eu acordo e já ponho no Waze. Tanto. Acabou. Já vou me calcular. Mas o Waze não quer dizer nada. Não, não, mas eu sei. É uma ideia. Mas dá um... Não, não, você espera um pouquinho. Não, espera um pouquinho, irmão. O Waze vai falar assim. 40 minutos está no lugar. Você não usa o Waze. Uma hora e meia você não chega. Não, não, não. É o teu Waze que é bichado, então. O teu Waze é podre. O meu funciona.
O meu não, o teu Waze tá quebrado São Paulo, de manhã Ele mente Você mente Em 30 minutos você chega, tá? O meu Waze funciona direitinho Eu tenho um médico, eu tenho umas coisas Ele fica aumentando Ele vai aumentando o horário Você precisa atualizar teu Waze
A gente criou uma estratégia que é o seguinte, a gente não marca, quando você vem lá de Pauline, a gente não marca nada em São Paulo, assim, antes das nove da manhã. Isso marca compromisso dez e meia, onze horas. E aí, é curioso, Carioca, porque você vem vindo, por exemplo, se eu for num compromisso às nove, vou ter que levantar às quatro da manhã. Eu saio de lá às oito pra algo que eu vou fazer aqui às dez e meia.
Pra tu me entender, Paulinha, São Paulo dá quanto? 120 quilômetros. Mas dá duas horas, vai. Aí o que acontece? O Waze tá dizendo pra mim que eu vou chegar meia hora atrasado. Só que aí ele faz o inverso. Como vai diminuindo, aí ele atualiza pra menos 15. Quando eu vou ver, eu chego 15 minutos adiantado. É só o do cara que aumenta.
que aí... Não, não, eu não. O meu também não. O meu também não aumenta. Nunca aumentou o seu ex? O meu em hora de rocha aumenta toda hora. Aumenta dois minutos. Se a gente sair daqui agora pra ir embora por volta de umas quatro e meiais pra cima, quando for quatro e meia ele vai dar um horário. Vai.
parece que tem uma previsibilidade ali ele consegue fazer também ele tem ali um dado de acordo com o horário você calcula o horário ali no Waze, tem uma parada dessa geralmente é quase que uma inteligência artificial ele calcula a média e fala
Quando você se programa, não dá tudo certo. A vida muda, cara. E você sai dessa estatística. Só se acontecer uma desgraça. Por mais que aconteça uma coisa ou outra, você atrasar um pouquinho, 10, 15 minutos, não vai matar ninguém. Você sabe que eu tenho uma frase interessante, você falou que você curtiu pra caramba a história da faixa de pedestre, né?
da faixa azul faixa da esquerda eu culto até como queijo parmesão é, a faixa azul eu gosto muito de algumas frases, sabe bola tem uma frase que outro dia, cara, alugou um triplex na minha cabeça, que fala sobre crenças limitantes, né, que é sobre não congele dentro de você sentimentos que são passageiros, ah, eu sou nervoso não, você não é nervoso, você tá, melhora isso vai passar, ah, mas eu sou desorganizado você não é desorganizado, você está não, você não é desorganizado, não é desorganizado
E é desejável que você mude isso. Cresça, evolua de tal forma que você tenha que ser apresentado novamente às pessoas. Sabe quando você olha assim, porra, lembra do fulano? Era estressado, era desorganizado. Olha agora, é outra pessoa. O nome disso é evolução.
Tudo isso que a gente tá vivendo hoje, né, na mobilidade, sugere uma evolução. Pra que você nem agrida e não seja vítima. Pô, como é que você pega hoje uma pessoa, como você falou, e tá no telefone celular? Gente, telefone celular. Quem usa telefone celular só existe em dois tipos. Tá louco. Os que já bateram e os que vão bater. Os que vão bater, certeza. Não tem outra. Certeza. E a Siri funciona tão bem, assim. O Google do meu carro. Sim. O Google do meu carro eu converso.
E você viu a Volvo Nova que vai vir com a IA também? Sim, sim. Eu vi a XC60 elétrica. Você vai poder desabafar sua vida, cara. A XC60 elétrica nova. O IA é bom, né? Puta que pariu, assustei com o carro. Mas enfim, voltando lá. Eu gosto dessa tua visão de evolução. Sim. Eu melhorei muito por sua causa. Obrigado. Acredite.
acredite, eu melhorei muito na estrada, agora eu já olho, vi no i e vem eu já, vai, vai com Deus tira essa pressão de você, tirei, a melhor coisa que eu fiz, eu achava que eu estava, sim, eu achava que eu tinha razão, sabe, eu estou aqui defendendo as outras pessoas não, eu estava errado
tá vendo? Reconheço meus erros. E evoluiu. Graças a você. E eu tava discordando de você naquele momento. E eu concordo hoje que quando eu tomei essa decisão, foi a melhor que eu tomei. Ô César, vamos aos dados, depois eu queria entrar num assunto que as pessoas querem ouvir. Eu queria depois falar que você falou, que você não comentou o Maio Amarelo. Tá bom, tá bom. Nós vamos falar do Maio Amarelo. Sim. Ó, os dados. Da violência urbana, eu tô com os dados aqui de 2023. Até para saber quanta gente morreu no Brasil é difícil.
há controvérsias. 2024, a violência urbana...
Não, 2023, porque 24 não tem outro. 46 mil mortes e 300 mil em 2023. Violência urbana. Tem mais do que totais de mortos no trânsito. Isso. Esse dado, ele é dado regionais. Então, por exemplo, você pega Campo Grande, São Paulo, eu não tenho certeza de que em alguns lugares, em algumas regiões, em alguns estados, você tem a morte maior.
por acidente de trânsito do que violência urbana. Até porque a violência urbana em São Paulo, por incrível que pareça, em homicídios, não é tão alta. Exato. Mas em compensação... Caiu, né? Não, caiu muito. Há muito tempo já caiu. Em compensação, o número de pessoas que morrem de moto, como você falou, né? Inflam esse número e levam ele lá pra cima. Vamos ver. Eu pedi agora só por São Paulo pra gente...
tem uma noção. Uma outra questão interessante é o seguinte, os carros estão cada vez mais seguros, então a gente conseguiu trazer segurança pra quem tá embarcado no carro, mas a gente não resolveu o problema dos vulneráveis. Quem são os vulneráveis? Moto, pedestre e o ciclista.
Então hoje quem mais morre é o motociclista, depois você vem pro pedestre, aí o ciclista, e depois vem o cara do carro. Então a engenharia hoje, com airbag, ABS, deformação programável na carroceria, uma série de outras coisas, sem dúvida, quem tá embarcado no carro, tá muito mais protegido. É verdade. Só que por que não diminui o número de mortes?
o número de mortes de embarcados em carro diminuiu. Só que aumentou o número do que a gente chama de vulneráveis. Quando a gente não faz, como a China, por exemplo, onde moto anda no lugar e carro em outro... E aqui também, César, me desculpa, você pega um motoqueiro... São Paulo é muito maior. Você pega um motoqueiro, o cara tá com um capacete velho desafivelado, de chinelo e bermuda. Irmão, na hora que ele tomar uma panca, ele vai pro saco na hora. Porque ele bateu o capacete e já sai voando antes de ele cair no chão.
Porque o capacete não tá preso. Porra. Você sabe que tem uma pesquisa. A turma tem que ter mais consciência também. É muito bizarro a diferença de São Paulo, viu? Como é que é? É bizarro. Eu vou pegar o resumo que ele escreveu. Se no Brasil como um todo a violência urbana ainda faz muitas vítimas, em São Paulo a proporcionalidade se inverteu drasticamente. A cada uma pessoa assassinada no Estado, mas duas perderam a vida no trânsito. Então o dobro. Cara, o dobro.
Isso só no estado de São Paulo. Ou seja, pra dizer que você que está no trânsito, você que está em São Paulo, que tem medo de perder a vida por conta de um celular, alguém que pode atirar em você, saiba que é mais fácil você morrer no trânsito. E esse número é perverso porque quando a gente fala dos mortos, principalmente dos que se acidentaram com o moto,
Como muitos sobrevivem, no caso da moto, pra cada um que morre, 15 dos que sobrevivem fica com sequelas irreversíveis. Não tô falando de uma cicatriz no cotovelo. Não, perde perna. Perde pé, perna, fica tetraplégico. Macia, manca.
O número, o quanto isso custa pro estado é um negócio abissal, gigantesco. E tem uma coisa curiosa, carioca. O Observatório Nacional de Segurança Aviário, ele visitou alguns hospitais onde tinham acamados, sequelados de acidentes de motos. E começaram a pesquisar esses caras. Hoje você vai, o que você mais tem, por exemplo, nos hospitais é o cara que se acidentou de moto. Pois bem.
Quando eles fizeram a pesquisa com esses caras, o que eles descobriram? Que nós temos a ideia de que o cara que tá morrendo no trânsito é o cachorro louco, que é o motoboy, que é o maluco que tá fazendo entrega. Esse tá morrendo também. Tem que fazer 14 entregas por hora. Mas o que mais morre é o cara que escolheu a moto como o meio de transporte.
Isso chamou muita atenção. Porque esse cara que tá em cima da moto, andando, tal, tal, tal, ele até tem mais habilidade. Morre muito, pelo amor de Deus. Eu não tô dizendo aqui que não é ele. Eu entendi, o eventual. Mas o cara... Que é o meu caso. O cara que escolheu a moto. Que tem um pouco pra cá, é o meu caso também. É os que mais morrem. São os que mais morrem do trânsito. E eu vou contar uma história aqui, que é o seguinte. Você pensa assim, cara, e o que isso impacta a minha vida? Então eu vou te contar. Eu peguei meu pai em 2021.
E meu pai, ele sofreu um acidente em casa, né? Ele já tava velhinho, 82 anos, ele caiu, quebrou a bacia.
No que ele quebrou a bacia, carioca, ele foi pra um hospital de referência pra fazer a cirurgia. Tá. Isso foi numa sexta-feira. Aí os médicos prepararam ele pra fazer a cirurgia na segunda, no final da tarde. Tinha passar sábado, domingo lá. É isso, aí eles preparando tal, preparando ele pra fazer, ele usava uma bomba mecânica, então ele tinha um negócio do sangue dele que tinha que estar sempre bem controlado, então controlaram ele pra operar na segunda. Chegou...
na segunda-feira, bola, não operaram. Sabe por quê? Trauma zero. Urgência. O caso dele tinha menos urgência de que pessoas que estavam entrando no hospital, na urgência, por queda de moto. Entendi. Então tá, agora não dá pra ser na terça, tem que ser na quarta. Aí jogaram ele pra quarta. Chegou na quarta-feira, não operaram, porque o número de pessoas que entravam no hospital como emergência de acidente de moto... E eles priorizam os mais jovens. Exatamente.
Aí não operou na quarta. Jogaram pra sexta. Chegou na sexta-feira, ou seja, uma semana, bacia quebrada, aquela coisa toda, aquele sangue gerando embolia. Sendo muito bem cuidado, ok. Chegou na sexta-feira.
Pasme, não operou de novo, porque sexta-feira é um dos dias que mais cai motociclista, mais gente morre, não operaram ele na sexta. Foram operar ele na segunda-feira. Uma semana depois. Dez dias depois. Na segunda-feira ele operou, ele saiu da cirurgia, eram umas 18 horas. O meu irmão recebeu ele na saída da cirurgia e ele saiu falando, Carioca.
Ele falou assim, cara, agora eu sou o Cyborg, porque agora eu tenho platina aqui, eu tenho o coração de bomba, de titânio, eu sou o homem de um milhão de dólares, tal, tal, tal, tal, tal, e saiu falando, cara. E foi pro quarto.
quando foi duas horas da manhã, meu irmão me ligou. César, papai morreu. Ah! Eu falei, como assim, cara? Eu falei assim, ó, o tempo que ele ficou parado pra cirurgia, ele criou muita embolia. E uma dessas subiu, né, entupiu lá uma das vezes, enfim, que vai pro pulmão, isso, aquilo, tudo, e ele morreu. E aí, cara, eu fico me perguntando, né, eu falo assim, cara, se nós não tivéssemos, talvez, tantos acidentados por motos, será que meu pai não teria sido operado naquela primeira segunda-feira?
Será que, então hoje, cara, você chega no hospital com uma doença, você vai ser prioridade 10, perto do cara que é uma prioridade zero, por conta de quedas de moto, de alguma forma, tudo isso que está acontecendo. E tem o estômago das motos, daqui a pouco eu acho que tem que fazer, né? O centro de recuperação, tem o estômago do câncer, o estômago do coração, precisa de o estômago da moto.
Não vai ter jeito, é porque assim e, pô, eu ando de moto, né? Às vezes eu gosto. Uma coisa que eu tô afim, quando eu tô confiante e tal, às vezes eu falo, hoje eu não vou. Eu tenho muito essa... Faz muito bem de ouvir o sexto sentido, né? É, sentimento. Poxa, eu tô afim de tomar um ventinho, eu vou na boa, vou na mãe.
Aí eu reparei que o número de motos em dois anos assim dobrou, cara. Nossa, tem. A tendência é essa mesmo? É porque... Praticidade. É porque a cidade... Mais barato. Mais barato. Não, eu acho que é uma questão até de locomoção, porque também... Mas a locomoção porque...
É aquilo que o Bola falou. É cada vez mais prédio, cada vez mais vias que não alteram. O trânsito realmente fica parado. Então a moto você consegue... Você levaria uma hora e meia pra fazer. Você faz em 25 minutos. Não tenho dúvida. Pra mim é o que pega assim. Se eu preciso fazer em São Paulo, você não pode ter mais do que dois compromissos. Se tiver o terceiro, acabou o teu dia.
Então, se você tem dois, três compromissos num dia, a moto tem sido pra mim uma solução. A gente sempre tem que olhar o seguinte, todas as vezes que você opta pela velocidade, você tá abrindo mão de segurança. Vai ser sempre assim. O tempo, né?
Todas as vezes que você fala, não, eu quero isso, porque isso é mais prático, você tá sendo mais vulnerável e abrindo mão de segurança. Por exemplo, eu dei uma palestra há um tempo atrás e foi muito interessante, porque me chamaram pra dizer assim, olha, nós, esse ano que passou, quatro pessoas morreram de moto no ir e vir pro trabalho. E todo mundo, metade da galera aqui só anda de moto. E a gente tenta falar com eles, conscientizar, tão preocupado. E aí eu fiz o seguinte, eu cheguei lá e falei assim, levanta a mão pra mim quem pilota a moto aqui.
Um monte de gente levantou a moto. Legal. Levanta a mão pra mim quem se acha um bom piloto de moto. Todo mundo levantou a mão. Bacana. Deixa eu fazer uma outra pergunta aqui. Quem é que controla o outro?
Eu não tô perguntando se você dirige bem moto. Você não tem controle do cara que vai desviar de um buraco e vir em cima de você. Você não vai ter controle do caminhão quando você entra no ponto cego. Você não vai ter controle do carro que tá parado e o cara que tá no celular e vai... Se ele bate na traseira de um carro é uma coisa, se o cara bate na traseira da moto é outra. Então você não tem, por melhor que você seja, e eu tô entendendo que quando você diz pra mim que você é o melhor, que você não tá andando com o capacete e com a viseira aberta, que você não tá de chinelo, você não tá de... Anel...
Eu tiro o anel, eu não ando com o anel. Tô considerando que você é esse cara. Anel, perde dedo pra caramba, eu não sabia disso. Você não pode ter aliança, anel no dedo, moto, guarda os anéis, cara. E aí você fala assim, cara, então se você fosse me perguntar hoje, eu...
Meu filho, eu tinha uma moto, né, que eu usava de fazer trilha em Campos do Jordão, quando eu pilotava e corria na Maserati e tal, porque ela é muito boa pra você treinar. Você é um bom piloto. Você é um bom piloto. Já fui, já fui. E aí, parei de andar de moto quando? Quando o Enzo nasceu.
E quando ele nasceu, porque eu pensei o seguinte... Você fodeu o seu pai. Ele tirou o prazer dele, meu. Não, não, pra mim foi uma bênção. Sabe por quê, cara? Um prazer que tirou outro. Nessa hora eu falei assim, cara, eu tenho uma vida pra cuidar. Não dá pra arriscar, né? Eu tenho que cuidar da minha. Eu me lembro exatamente a primeira... Mas nem num circuito nacional de motores. Não, não ando, não ando. E aí...
Eu sempre tive na minha cabeça assim, eu não quero que meu filho ande de moto. E o único jeito dele não andar de moto é eu não andando. E na medida que ele foi ganhando consciência, eu fui falando pra ele, eu falei assim, ó, deixa eu te explicar uma coisa. Eu não quero ver você na garupa de uma moto. Eu não quero ver você andando de moto. Porque eu não quero perder você, cara. E vou te falar uma coisa, eu posso ter 90 anos de idade. Você sempre pôr uma porra de uma moto na tua garagem, eu vou lá, boto gasolina e taco fogo nessa merda. Meu pai era assim.
Eu tinha a moto escondida. Porque é o seguinte, cara... Meu pai falava, eu ligo a moto e enfio no seu corpo. Porque hoje, quando você olha, Carioca, essa estatística que tá aqui... Sabe, não tem como você escolher a moto... Pô, você acabou de acabar com a minha mente, cara. Cada programa que você vem aqui é uma notícia que você me dá. Os motociclistas vão matar a gente aqui. Não, eu fui na MotoGP, eu tava... Mas é legal pra turma criar consciência de saber...
Tem que andar mais direitinho sem correr. Mas não adianta. Tem que andar equipada, tem que andar porra, sabe? O doloso é bizarro, né? Sim, mas eu concordo com os dois. Assim, se você entende que você não tem mais controle sobre o outro, cara, evita esse modal. Vai na manha. Se você não tem outra saída...
Tome muito cuidado. Exatamente. Porque você tá andando numa bomba relógio, cara. Mas na pandemia, porra, na pandemia, Carioca, os motociclistas eles foram essenciais, levavam remédio, levavam comida. Eu tô lá no meu condomínio, chega um cara de moto, o cara lá de máscara já chegou pegando no álcool em gel pra me entregar um negócio, um puta de um cuidado, né? E aí ele saiu de moto empinando, passando por cima do canteiro. Mas tá usando máscara pra quê?
Mas vai morrer de covid, hein? Pô, a chance de você morrer de covid é muito menor do tombo de moto. Caralho. Quando eu tinha o canteiro, ele já saiu pulando uma rodovia por cima do canteiro. Gente, eu não consigo entender por que que tá usando máscara, né? Eu achei que ele tava com medo de morrer, cacete. Não, mas isso tem razão. O que me preocupa é esse tal de grau aí, cara. Grau em subúrbios, cidade...
empinando. É um negócio, sim. Os caras não sem capacete. Eu acho que os fabricantes de moto deviam pensar que a moto não pode mais empinar. Tem que criar um sistema que não deixa... A BMW tem. Não, mas agora tem que ser colocar lá no... Como é obrigado a ter bag, tem que ter um sistema que a moto não pode mais dar grauzinho. Tudo bem que os caras vão dar um jeito de tirar a trava. Vamos ligar, lógico. É, mas tem que criar alguma tecnologia pra evitar.
Porque o grau hoje, cara, o que tem de São Gonçalo lá, eu fui uma vez lá, eu falei, cara, que isso? Tinha 30, 40 motos fazendo assim, no meio da rua, normal. Eu falei, cara, vira uma coisa da molecada, virou uma onda. Todo mundo de chinelo e camiseta. Chinelo e aqui, ó. Sem capacete, sem porra nenhuma. Querendo viver como se não houvesse amanhã. Então essas coisas provam do porquê o Brasil é o terceiro país.
que mais mata no trânsito infelizmente você como piloto de de testes você é um cara muito graduado, a gente deve muito a você, porque você testa pneu, você testa carro pra montadora sua vida foi toda construída baseada nisso
E uma das últimas vezes que eu acho que você teve aqui, a gente abriu aquela nossa discussão sobre a motorização elétrica. Você tinha falado do hidrogênio. Sim, sim. Que não prosperou. Não prosperou. E as baterias... Ainda hoje, se você chegar no... Vamos lá. Agora teve essa aula de Pequim, por exemplo. Você vê que o hidrogênio, ele continua dentro de uma possibilidade na área de pesquisa e desenvolvimento. Ainda é um pouco viável. Então, na verdade, o que acontece com o hidrogênio? Se você for parar pra pensar...
Como matriz, falando de meio ambiente, ele é o melhor. Quando a gente fala de motor, o melhor motor é o motor elétrico. Então quando você junta essas duas coisas, você tem basicamente um carro ideal. Só que controlar o hidrogênio não é tão simples assim. Agora, o Brasil, por exemplo, saía bastante na frente em que sentido?
O grande problema do hidrogênio é você transformá-lo em gás, ou seja, você reforma, na verdade, o etanol, por exemplo, para ele se transformar num gás. Aí você tem que jogar ele em altíssima pressão num tanque que é muito grande e ele tem que ser muito robusto porque o hidrogênio é perigoso. Pois bem.
Só que você tem uma outra forma de fazer isso. É quando a reforma acontece dentro do carro. Portanto, o que você colocaria no tanque? Etanol. Aí ele passa por uma célula de combustível. Então, o transporte do hidrogênio, ele praticamente morreu. Porque você continua abastecendo de etanol, se transforma em hidrogênio e toca o motor elétrico. Essa é a forma mais fácil de controlar o hidrogênio. No entanto, quem tem etanol? O Brasil.
vai, os Estados Unidos então não é uma coisa tão simples mas isso encarece esse é o ponto o ponto é que a motorização elétrica e a bateria os chineses, tá aí a Biodi pra fizeram a tal da Blade a bateria Blade e cada dia mais a bateria aumenta a sua capacidade e aumenta também o tempo de carga tá se reduzindo outra e aí
Você tem alguma informação sobre que o Elon Musk criou de sódio, alguma coisa assim? Não, a própria BioEdge tem a bateria de sódio. Bateria de sódio, você viu isso aí, Bola? Não vi. É mais rápido, é isso? Armazena mais? É, o que acontece é assim, na verdade quando você fala de um carregador de altíssima potência,
você precisa de uma bateria nova, que não é essas baterias que a gente está aí. Porque o que cria resistência para você poder carregar uma bateria rápido, não é só o carregador, é o quanto a bateria suporta carregar. Então você tem que ter uma bateria que suporte aquela pancada, sei lá, de 1 tera, seja lá o que for, que você vai colocar para poder carregar lá, por exemplo, em 5 minutos. Rapidamente.
A vantagem de você ter uma bateria, por exemplo, de estado sólido, é que essa bateria líquida que você tem, a densidade energética dela, ela fica maior quando tudo aquilo se transforma, na verdade, em quase um gel. Então, em vez dela ter líquido, o que ela tem é um gel. E você tem uma estabilidade de microtensões muito mais ágil. Então, a densidade dela é melhor.
a chance dela perder carga é muito menor, dela resistir ao longo do tempo também é muito maior. E o que a gente precisa é exatamente disso, porque se a gente voltar, por exemplo, há 10 anos atrás, os carros que estavam sendo apresentados para a gente como veículos elétricos, eles realmente...
Não tinha autonomia. Se você pegar hoje o Nissan... O i3, vai. Pois é, não tinha autonomia. E aí foram melhorando, foram melhorando, foram melhorando a ponto de que hoje você pega, por exemplo, o que se vende de carros elétricos de baixo custo. Vamos colar lá, 100, 120 mil. Como se 120 mil fosse baixo custo. Mas é o baixo custo pra carro, sim. Os mais baratos são esses.
Você vê que inclusive a depreciação do carro, e aí a gente tem que tomar cuidado, do carro do primeiro pro segundo dono, ela é baixa. Em alguns casos... Mas ninguém apostava. Não, não é isso. Ninguém apostava. Não, veja bem. Mudou muito. Em três anos aqui da nossa discussão, em cinco do Tico... Mudou muito. Mudou. Isso é óbvio que ia acontecer. Não, peraí. Aí eu te pergunto o seguinte.
a área de pesquisa e desenvolvimento, ela não é mãe de nada. Sim, não é adivinha, né? A área de pesquisa, desenvolvimento e inovação, carioca, ela é composta de um capitalismo que está tentando te vender o que ainda não existe, para você enfiar dinheiro lá dentro, a risco se aquilo vai dar certo ou não.
Então eu vou dar um exemplo pra você. A ideia de que isso era óbvio, isso ia acontecer, é bacana falar isso pra coisas que estão dando certo. Mas, por exemplo, eu vou falar de uma tecnologia aqui que todo mundo dizia que era um caminho sem volta até um ano atrás e hoje ninguém mais ouve falar sobre ela. Qual? Quando foi para o metaverso.
Ah, mas metaversa era especulação. Mas eu nunca postei no metaversa. Mas assim, você não. Nunca acreditei nele. Então vamos lá. Tava muito na cara que aquilo era golpe. Era lá. Tava muito na cara. Então, cara, é o que acontece. Não, não, eu vou discutir com você em relação ao carro elétrico, e eu falo isso há muito tempo, porque a ideia é basilar, ela é simples. Por quê?
Quantos componentes tem um motor a combustão e quantos componentes? O que a indústria quer? Lucro. E como é que ela vai obter lucro? Reduzindo o preço de produção. Carioca. Isso tava na cara que isso ia acontecer. Não, peraí, peraí, peraí. A motorização elétrica, a bateria. Carro elétrico nunca foi uma agenda de montadora. Carro elétrico sempre foi uma agenda de governo. Ponto. Tá.
Entendi. Acabou. Sempre foi uma agenda de governo, nunca foi uma agenda de montadora. Sempre foi uma agenda de governo. Tá. Ponto. Segundo, pegando um pouco da sua expressão.
Quando a gente fala do que pode acontecer no futuro, um monte de gente apostou no metaverso. Teve gente que comprou terreno no metaverso. Teve gente que comprou moeda no metaverso. Teve gente, teve empresa que gastou dinheiro colocando o metaverso dentro da empresa, porque alguém dizia que era um caminho sem volta. Então muitas pessoas, quando elas criam algum tipo de objeção,
Elas não estão dizendo que aquilo não vai dar certo. Ela tá, na verdade, tentando melhorar aquilo. Então, quando eu falava, por exemplo, que do jeito... Vamos lá, vou usar exatamente as frases que eu dizia. Com as tecnologias que temos hoje...
o carro elétrico não vai pra frente. A gente tinha 180 km de autonomia. E a indústria entregou carro aqui no Brasil com 180 de autonomia. O consumidor, ele precisa de mais. Ele precisa de uma bateria que carregue mais rápido. Ele precisa de uma bateria com densidade melhor. Ele precisa de maior autonomia. Mas pra que isso...
aconteça, César, você concorda que o primeiro passo precisa ser dado? Morre aqui. Tem aquele ditado que quem chega primeiro bebe água limpa e tem aquele ditado que tem pessoas que estão ali pagando, se ferrando, mas ao mesmo tempo aquilo está financiando para uma evolução. É um caminho que a indústria vai ver e falar, vamos aqui, porque isso aqui vai dar bom. Sim, só que nesse... Então vamos lá. Vamos falar dessa aposta.
A frase minha que ficou famosa foi o qual? O carro elétrico morreu na história do automóvel três vezes. Três vezes, é. Sim. Dito isso, ok. Veio pra ficar ou vai morrer de novo? Não, agora veio pra ficar. Ah, tá. Porque até ele aprendeu com os três erros lá atrás. Sim. Carioca, sabe qual que é a diferença? Claro, mas... Só qual que é a diferença? Deixa eu te falar uma coisa aqui, vou ser bem objetivo. Você recebe aqui, nessa mesa, jornalistas. Certo. Eu não sou jornalista.
Eu sou piloto de testes. E o piloto de testes, se hoje você anda com um pneu que ele te dá performance, sabe quantas vezes eu disse pro engenheiro que aquele pneu ainda não tava bom pra chegar onde ele chegou agora? Mil vezes. Então quando eu digo que um carro naquele momento ele não entrega, o que eu estou dizendo para a indústria é que precisa melhorar. Se ele tem push potencial para, é um problema seu, não é um problema meu. Tanto que, passado algum tempo, a própria BYD...
me deu lá o CEO pra andar, você não tem noção de quantas as vezes eu fiquei no meio do caminho por conta de carro elétrico. Quantas vezes já saiu mais um auto-esporte pra gravar quatro carros elétricos, quatro vieram que voltar em cima do caminhão.
Aí a BID, ó, tem um CIL saindo de Paulínia, eu tinha um compromisso aqui em São Paulo, o carro faz lá 400, 450, enfim, de autonomia. Falei, puta merda, vou, não vou, vou, não vou, vou, não vou. Botei o carro respeitando. Eu tenho carregador de 7,5 kW em casa, tenho o sistema fotovoltaico. Hoje eu tenho quatro carros em casa, os quatro carros são híbridos. Os quatro são híbridos. Boa vez bem.
Aí, cara, peguei o carro, fui até São Paulo, andei para porque a rodovia é num horário ruim, então isso regenera a bateria. Falei, pô, o negócio vai dar bom aqui. Fui no meu compromisso que eu tinha lá, aqui, voltei, aí consegui manter 120 km por hora. Cara, cheguei em casa lá, ainda tinha 40% de bateria. O que é que um cara tem que fazer numa hora dessa?
que quando dizia que uma bateria com 180 não rendia, e a hora eu venho aqui e teste, e você me entrega um carro com 500, qual que é o meu compromisso, bola? Galera, é o seguinte, eu estou aqui com o B.A. de C.I.L. Lógico. Ok? Muitas vezes eu deixei de ir para São Paulo, que eu já tive muito perrengue com o carro elétrico, e com este eu consegui ir e vir.
E sobrou 40%. 40%. Ou seja, qual é o trabalho do piloto de testes? É testar e dizer, ó, agora... Esse carro é legal, né? Se o cara mora hoje em Campinas, se o cara mora hoje em Paulínia, e ele tem um BID Sil, a depender da distância que ele faz de São Paulo, hoje, ele pode ter o carregador na casa dele, ele não precisa depender de um carregador no lugar, porque ele consegue ir até São Paulo e voltar.
Só que isso você tem... E a energia de graça é louco, né, velho? Fotovoltaica, que delícia. Mas você tem isso hoje. Você não tinha isso naquela época. Por exemplo, sabe qual é o problema da rede social? Nesse post que eu coloquei, o que é que você vai ouvir dos que eu chamo de talibã do carro elétrico? O cara do talibã é o seguinte, cara. Se eu não falo o que ele quer, ele corta a tua cabeça de quema e te mata, né?
Então tem os talibãs do carro elétrico. E do carro ao combustão também. Aí o cara chega lá assim, porque na verdade, Carioca, eu não sou a favor do carro ao combustão. Mas ninguém é, mas ainda é a melhor solução. Ainda é, ainda é. Ninguém aqui vai dizer que queimar petróleo é bom.
Claro. O Bola vai... Eu vou ganhar a petróleo até morrer. Mas assim, dizer que é bom... Eu não sou louco de falar que é bom. É isso. Ninguém vai dizer que é bom. O que acontece, cara? Agora, eu não vou andar de carro elétrico. Vamos pegar... Por que Bola? Porque eu não gosto. Acho uma bosta. Vamos pegar. Não é não, Bola. Não gosto. É bom. Não, vamos lá. Você é igual a Luiz Amel. É a mesma coisa. Eu? Você quer enfiar o carro elétrico, goela abaixo de todo mundo. Não é goela abaixo, é uma evolução, cara. Ela quer que ela não quer... Você não quer aceitar a evolução.
É uma evolução. E é problema de quem? Deixa eu contar uma história aqui. Então deixa eu ir em paz, caralho. Você é chato, mano. Você não pode comer carne. Você deveria. Você pode comer carne? Deveria. Você come? Todo mundo. Você come? Eu como. Para de comer. Tá bom. Então para, quero ver. Você parou? Eu não. Eu não vou parar também. Você vai parar? Não. Seu fogo de chãozinho? Não.
Ele quer enfiar o carro elétrico na guela do mundo. Não tô enfiando a guela. Ele pega a passo. Tô dizendo que é bacana. Eu acho que é bacana. Eu acho que você tem preconceitos. Não, eu não acho que é ruim. Você tem preconceito. Eu acho que é o futuro. Você vê os carros que tão vindo. Preconceito hoje, você. Os puta carros legais. A BMW fez um de 900 km. Sim.
Você pega os carros e você fala, bicho, o XC60, eu vi o carro. Eu fiquei assustado, cara. Sabe o que acontece? Falei, mano, que carro é esse, cara? Mas eu acho que arrancar a alma do carro, eu não gosto. Pois é. Só que o barulho. Deixa o barulho, vibração, tudo, qualquer coisa. Uma vibração horrível de carro. Odeio.
Vou brincar de autorama melhor. Ouve música. Deixa eu chamar a atenção. Vamos lá, Cezão, manda aí. Vamos lá. Desde a primeira vez que eu estive aqui, que a gente começou a falar de carro elétrico, a gente voltar, acho que foi quatro anos atrás. Isso, há quatro anos, mais ou menos.
E de lá pra cá, realmente, a indústria fez o trabalho de casa, muita coisa melhorou e os carros estão aqui. E eu, na verdade, me vejo como o cara que disse pra indústria, olha, precisa fazer isso, precisa melhorar isso pra poder entregar. Tanto que, quando eu digo, se o carro é bom, se o carro entrega, o meu discurso é, funciona. No caso de carro elétrico, ele não é um carro pra todo mundo. Nem qualquer carro, não é só elétrico. Pra qualquer carro. Qualquer carro. Agora, o que aconteceu com a indústria?
Se você parar pra pensar, o que que eu dizia? Eu era contra o discurso de que em 2025 o motor a combustão ia acabar. Aí você pega um cara hoje que olha, ah, mas era óbvio. Era óbvio não, viado. Até cinco anos atrás, quando eu dizia que o motor a combustão não ia acabar, você dizia que eu era louco. Então hoje, a Toyota, por exemplo, vamos lá. Já tá indo pra bateria, né? Não, a Toyota. Não foi pra bateria. A Toyota, ela sempre teve.
Mas ela apostou e não fluiu pra ela, né? O primeiro carro da BYUG elétrico que ela rodava lá era em parceria com a Toyota. A Toyota, ela sempre teve os pés dela em torno... O carro a hidrogênio que você falou, ela tem o Mirai. Sim.
Ela sempre teve um pé em todo quanto é lugar. Ela nunca voltou atrás. A Toyota foi a única marca que disse eu não vou acabar com o motor a combustão. Parem com isso. Isso é loucura. Qual foi a única empresa que não tomou prejuízo? A Toyota. Até hoje, qual é a marca mais vendida do mundo? A Toyota. Agora, Stellantis tomou prejuízo. A Volvo voltou atrás. Voltou atrás. Mercedes teve prejuízo. Audi teve prejuízo. Volkswagen teve prejuízo. Porsche. Ford teve prejuízo. E aí... Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op Op
É curioso eu pegar muitos desses caras de carro elétrico que virem e falam assim, ah, tiveram prejuízo porque não souberam entrar na eletrificação. Amigo, governos disseram que o motor a combustão ia acabar de não entrar porque quiseram. Se essas marcas não souberam, quem sabe? Eles não tinham outra saída. Isso é verdade. É sobre essa irresponsabilidade que eu tô falando. É o Zé Cochato lá, é, de carbono. Eu tô ligado. Você entendeu? Mas a eletrificação... Agora, o que acontece hoje? Tem uma coisa que a gente não pode esquecer. A gente tá vivendo aqui no Brasil, mas a gente não tá olhando pro mundo.
O Brasil, e o quanto o carro elétrico vai ter sucesso ou não, ele depende de questões geopolíticas. Vai lá nos Estados Unidos e tenta entrar com o carro chinês. Não entra? Não. Vai lá na Europa e tenta vender o carro chinês.
O Brasil, diferente disso, ele abriu as portas. Então, há aqui uma vontade política de que se construam as fábricas e tá tudo certo. Eu acho que é por aí mesmo gerar emprego. Eu acho que a competitividade é boa. Pra mim, o carro elétrico, se você olha dentro do cenário da indústria, é igual você colocar um tubarão no tanque de peixe, cara. Botou todo mundo pra se mexer. E isso é bom. Só que perceba o seguinte.
Baseado naquilo que eu já dizia antes, explica pra mim porque que marcas chinesas hoje estão fazendo mais carro híbrido do que carro 100% elétrico.
Atendendo a demanda do mercado brasileiro. Exatamente, que era isso que eu tava dizendo lá no passado, que é isso que o Bola tá dizendo. Mas custa mais pra montadora. Eu já ouvi dizer assim, executivos de grandes montadoras falaram assim pra mim, o carro híbrido é a solução, mas o problema é que ele custa muito pra gente. É que tem os dois negócios, né? Custa, custa mais pra eles. Aí você pega, por exemplo, a Xangã, você pega a Xangã, que chegou aqui no Brasil, uma marca chinesa que é a marca premium da Cargo Sherry.
traz um carro incrível, só combustão. Você pega a própria GWM, pega o portifórnio. A hora que eu vi que era só combustão, não acreditei. Pega o portifórnio da GWM.
Ela tem um carro elétrico, que é o Hora. Depois ela tem o quê? Uma sequência de veículos híbridos. Entre eles, híbrido plug-in e híbrido permanente. E depois, Brander, tudo a combustão. O H9, que é uma caminhonete que tá vendendo pra caramba. O Raval, né? O Raval, ele é híbrido. Tem o híbrido plug-in e o híbrido permanente. Eu tô aqui com o Raval.
A própria BYD também tem os sons. É mais híbrido. Eu vou te falar o seguinte. É o super híbrido que eles chamam. Qual que para mim é o problema da BYD? Pode falar. A BYD só tem 100% elétrico e plug-in. Ela não tem...
híbrido permanente, e ela não tem, aqui no Brasil, o 100% da combustão. Então quando você olha o portfólio, ou seja, ela mirou tudo ali. Enquanto você tem uma GWM, como você tem as outras marcas, que o portfólio de produtos atende um leque muito maior de opções. Eu, por exemplo, não quero ter um carro híbrido. Eu tenho uma versão que é 100% da combustão. Mas o plugin é legal, né, o Cesar?
Depende do seu uso, carioca. Depende do seu uso. Por exemplo, se você pegar um cara que tem aonde carregar. Eu tenho lá, tô com uma Cayenne. Híbrida. Posso falar pra você? Uma bosta. Porque o quanto você... Mas ele é plug-in? Sim. Eu vou lá e carrego aquele negócio. A autonomia que ela tem, o quanto eu consigo usar de bateria, é muito pouca. Você sabe quantos quilômetros isso é?
Essa que a gente está usando lá é uma 2022, né? A autonomia dela é baixa. Mas eu estou te falando.
Mas você tem um plugin que a autonomia é grande? O meu plugin é 70 quilômetros. E eu carrego todo dia. E você faz um ótimo. Eu rodo 50, então sobra 20. É mais ou menos isso. Não dá pra sair de pra dar uma jantada ainda. Então, e olha o que acontece. Você tem onde carregar. Você tem o hábito de carregar. Eu faço isso efetivamente há três anos.
E você tem uma jornada de uso do carro que é compatível. Você vai ter alguém que não tá na mesma página. Eu tô doido pra ter um carro 100% elétrico, sabia? Aí as pessoas falam assim, mas aí você não vai viajar? Eu falo assim, quantas vezes por ano eu viajo? Duas? Logo um carro?
Eu loco um carro. Porém você não vai viajar, tem autonomia hoje em dia. Hoje não, mas mesmo assim, se eu for mais longe, eu loco um carro, vale a pena financeiramente. Eu vou contar uma história bem interessante de uma reunião que eu tive aqui em São Paulo recentemente, que foi bem legal. Tinha uma mulher que ela tava falando o seguinte, eu tenho um carro a combustão,
E aí eu comprei um carro elétrico, porque aí eu me garanto. Se eu precisar, eu uso. Porque eu tenho um carro a combustão e eu tenho um carro elétrico. E aí, muitas pessoas, num passado, imaginarem o quê? Que em algum momento ela vai pensar assim, cara, mas por que eu tenho esse elétrico? Se eu compro carro a combustão, eu tenho mais versatilidade. E aí eu disse pra ela assim, sabe o que vai acontecer?
Eu vou te explicar. Você, quando vai na padaria, você não vai com o carro a combustão. Não, eu vou com o elétrico. Porque tá carregado, eu não gasto energia. Você vai no mercado, vai com o elétrico. Quando você vai no mercado, você vai com o quê? Eu vou com o elétrico. Faz tudo com o elétrico. Aí, quando você vai trabalhar, você vai com o quê? Eu vou com o elétrico. É. Porque tá carregadinho e tal, e eu não gasto gasolina lá do carro a combustão. Tá, beleza. Quando você faz uma viagem pertinho aqui em São Paulo, aí eu vou com o elétrico. Logo, vai chegar uma hora que vai ser o inverso. Pelo uso que você faz, você vai pensar assim.
Por que eu tenho esse carro a combustão? Entendi. Quando eu uso no meu dia a dia, se encaixa a experiência do veículo elétrico. Pra algumas pessoas, com a autonomia que existe hoje, ele vai ser um bom negócio. Vale muito a pena. Aí você pega no meu carro, você vai falar assim, cara, você falou que você tem quatro carros híbridos em casa. Tem, a gente tem uma Porsche Cayenne híbrida.
A gente tem um Audi, né? O que o Enzo usa, que é um A3, aquele Black Edition, que é o híbrido leve. Aí a gente tem um 911 GTS, que é essa versão nova, que ela é híbrido. Tanto no Audi quanto na Porsche, na 911, o híbrido, ele não traciona. Ele só ajuda, só escala o motor. Tudo de tomadinha.
A única que é tomada é a Cayenne. Cayenne, tá. Aqui não precisa de tomada nem nada. Mas você não tem um 100% elétrico? E depois tem o Raval, que ele é... Não é plugin. Que é isso que eu tô com ele aqui. 100% elétrico você não tem nenhum. 100% elétrico eu não tenho nenhum. E eu não pretendo ter um 100% elétrico. Por quê, César? Por quê? Por quanto eu ando, pra jornada que eu faço, pra mim não vale a pena. É.
Lógico que se tiver um carro de teste lá elétrico, quiser fazer uma parceria lá, quiser deixar o carro lá, a gente vai usar. Mas eu tirei dinheiro do meu bolso pra comprar 911.
Eu tirei dinheiro do meu bolso pra gente comprar o Audi A3. Mas você comprou, caralho. Entendeu? Beleza. Mas assim, ah, vou comprar um carro elétrico. Outra coisa sobre depreciação. Do primeiro pro segundo, onde é que perde dinheiro no carro elétrico? Em carro de alta gama. Mas aí até o combustão perde também. Também, mesma coisa, verdade. Então você vai comprar lá um carro super esportivo, não sei, um BMW, uma Mercedes, aqueles Audi que tem um espelhinho que é câmera, como chama.
Aquela cara, o pacote da câmera. O e-tron. O e-tron. O Gustavo Magana vendia pro mercado. Eu não vou nem falar o nome da pessoa, que é um conhecido nosso. É mesmo? O e-tron, na época, por 800 pau. Chegou lá na concessionária pra devolver o carro e fazer uma troca. Pagaram 250 no carro. Mas isso aí não aconteceu só com o e-tron. Aconteceu com vários carros durante a história. Independente de ser elétrico. Independente de ser elétrico. Uma cagada sempre vai acontecer com a indústria, com o modelo. Estou errado? Não, mas nesse valor, não.
Não, sim, porque é uma ruptura, né, bola? É uma ruptura. Mas no carro de entrada, isso já não é verdade. No carro de entrada, a perda, o quanto você perde do primeiro pro segundo dono, é baixo. Porque muita gente quer comprar esse elétrico semi-novo.
porque ele ainda está semi-novo, mesmo que tenha sido usado por um Uber ou coisa do gênero. Agora, já não vai ser a mesma realidade quando você for tentar vender do segundo por terceiro, do terceiro por quarto.
Porque aí o tempo que a pessoa estava usando a bateria vai ter que dar uma baixada legal de preço. Aonde no carro a combustão já existe mais estabilidade. Você entendeu? Então aqui em cima, do primeiro pro segundo dono, a perda é menor, é baixa, comparada com o veículo a combustão. Chega uma hora que o veículo a combustão ele se estabiliza e vai embora. Já no carro elétrico a tendência de quando você for vender do terceiro pro quarto, a necessidade de apreciação seja muito grande. Por quê?
Não um carro a combustão, você vai trocando tudo que você tem lá de peças, você bota o carro de pé e vai andando. Eu não sei hoje em dia, vamos supor, o cara só pra ele concluir, e o carro elétrico? A depreciação de terceiro pra quarta. Mas por quê? Por causa da bateria. Mas a bateria tá dando 10 anos de garantia, César. Sim, mesmo que ele dê 10 anos de garantia, não significa o quanto ela vai perder de autonomia, o quanto ela vai perder de desempenho pra quem tá comprando, não vale a pena. Mas mudou muito a tecnologia.
vamos esperar o tempo. Por exemplo, você compraria um carro com 5, 6 anos de uso.
É porque eu não sei, não tem nem CIO com esse tempo de uso. Mas com três anos de uso eu compraria um CIO. Sobre isso que nós estamos falando. Eu compraria. Eu compraria mais barato do que ele está falando. Não, mas todo carro... Não, eu entendo a depreciação, mas eu acho que isso com o tempo tende a piorar, sabe por quê? Não acho que não é só com carro elétrico, acho que com carro em geral. Porque a tecnologia está avançando muito. Por exemplo, eu acredito que em 10 anos... Olha, eu falei isso no TIC em 10, ia vender mais carro a elétrico do que carro a combustão.
Eu acredito que em 10 anos nós já teremos bons carros autônomos. Ou não? No Brasil? Autônomos ou elétricos? Autônomos. Já fui pra outra loucura. No Brasil? Não, não. Eu acho que já teremos carros autônomos em 10 anos. Do jeito que a coisa tá escalando. Com o ar, internet. Já teremos ou bons? Você mudou. Já teremos bons carros autônomos. As pessoas vão... Cara, bola, comprei um carro autônomo.
Eu acho que em 10 anos a gente vai ter isso. Ah, não sei. Eu sei que eu nasci em 62 e eles disseram que o carro ia voar em 2000. É verdade. Não, não, não. Eu acho que em 10 anos... Ó, mais uma profecia pra você. Quando estreou o Tica, eu falei que em 10 anos venderia mais carro elétrico do que carro combustão. 2036. Tem uma coisa do que você falou... Em 2036 teremos bons carros autônomos. Tem uma coisa que você falou e faz muito sentido, eu vou explicar.
a gente fala assim, ah, o quanto o carro elétrico vai perder, sei lá, daqui 5, 8 anos. Só que os carros hoje, eles estão trazendo muita tecnologia, que na hora que eles vão ficando mais velho, vai virando o tal do resto de rico que ninguém quer. Então vamos pegar o próprio carro híbrido, que você tem tudo de bom de um carro elétrico, tudo que pode te oferecer um motor a combustão e mais um terceiro sistema que faz tudo isso conversar. Quer dizer, quando isso começar a ficar mais velho,
A depreciação de um carro com muita tecnologia, com cinco, oito anos de uso, tende a ter uma depreciação muito grande também, convergindo com o que você está falando. Então, eu acho assim, hoje nós estamos vivendo um momento que aquela história de estabilizar o preço do carro com oito...
Tanto que você vê, cara, que tá um problemaço no mercado o preço do carro seminovo. O carro seminovo tá parado no mercado. Por quê? Todas as chineses chegaram com muitos produtos. Tá mudando tudo, né? E chegaram com muitos produtos carioca que estão na faixa de 140 a 240 mil.
Tem praticamente de 25 a 29 produtos dentro dessa marca. Ou seja, 17% das pessoas concorrem a essa fatia de bolo. Então tem um pedaço de bolo muito pequeno pra muita gente. Tá todo mundo concorrendo dentro dessa faixa. Tem muita coisa. Imagina você que comprou talvez um Commander e você pagou no carro tipo 280. Aí você vai tentar vender ele hoje, sei lá, por 240, 230. Por 240, 230 o cara compra um carro zero. Então...
O cara compra por R$170,00, R$169,00, esse unitê da Xangã. Ele tem os produtos da BYD que estão ali na casa de R$200,00, R$180,00, R$200,00 e pouco. É um song, um songzinho. Zero, zero. Zero quilômetro. E você tá tentando vender um Commander usado, por exemplo. Tô falando Commander, mas pode colocar um monte de caras.
Então os carros que foram vendidos ali na faixa de 260, 270, você tá com esse carro hoje, você vai ter uma dificuldade, está tendo uma dificuldade de vender, porque entrou muito produto, zero, num preço menor.
do que esse que você... Você vai ter que cair o preço pra cacete, né? Vai cair bastante. Então, eu acho que tabela FIP, uma série de outras coisas, dentro de poucos meses, ele vai mostrar um cenário muito diferente. É do que uma ruptura, né, cara? É um mundo novo. O mercado ainda vai absorver. Com uma vantagem. Você vai comprar um bio aí de zero, óbvio. Claro, claro. Carro novo é carro novo, né, meu irmão? Enfim, vai embora.
Com a puta tecnologia, um puta conforto, porra. O que é legal de tudo isso é assim, preços baixaram, né? Que bom, né? Porque tem uma coisa que a gente também não pode perder de vista. Se você pegar o quanto custava o carro antes da pandemia, tava mais ou menos nesse lugar. Aí o que aconteceu? Sob o pretexto de faltar semicondutores, os preços foram lá pra cima. Então...
estabeleceu-se uma gordura aqui, só que já se resolveu o problema de semicondutores. Há um aumento que ele é natural, né, daquela época pra cá, só que ficou uma gordura gigantesca aqui. E que agora os caras estão cortando essa gordura, né, tá sobrando pra tentar desovar.
Lógico que tem muita empresa que está investindo aqui, o cara está meio que colocando o carro a preço de custo para poder ganhar mercado. E quem ganha com isso, entre aspas, é o consumidor que passa a ter acesso a mais tecnologias, carros mais modernos, mais seguros, num preço mais acessível. Derrubando os preços do semi-novo. Para quem quer um semi-novo, vai ficar cada vez... Mas o pessoal chinês.
Como tá o pós-venda? Você sabe disso, Sérgio? Porque você vender o carro, pô... O carro é tão bom que não estão nem querendo vender. Não quer vender? É, mas é, ué.
Eles querem guardar pra eles? O cara não quer vender? Não, fica dois, três anos, quatro, cinco anos, não tem essa coisa de querer trocar carro. Eu acho isso caído, sabe? Aí eu vou ficar seis meses com carro, vou trocar de carro. Não, cara, tô dizendo a concessionária, vender carro zero. O que que tem? Como tá o pós-venda, como tá a porrada, precisa de um porta-mala, precisa de uma porta, precisa de um pisca. Ah, peça de reposição. Ah, legal, legal. Não, não, isso é o seguinte. Suplementos. Suplementos, melhor dizendo. Eles estão vendendo muito carro, querendo entender isso, entendeu?
Lembra que eu falei lá atrás de que o sucesso ou não, né, de uma marca... Vamos lembrar que o Brasil, ele não fabrica carro, né? A gente sempre foi importador. Nenhuma marca que tá aqui, ela é uma marca nacional. Só Fiat, né? Não, Fiat. A gente tá italiana. Ah, sim, mas é. Então, por exemplo, o que nós temos? Se a gente for falar Volkswagen, GM, tal, tal, tal. Não existe uma marca nacional. Quando chega, por exemplo, uma BYD, uma Raval, uma Xangama, peraí.
Tudo bem. É a mesma coisa. Porque não existe uma indústria nacional. Mas a Fiat, por mais que ela seja italiana e tal, mas a Fiat mesmo, ela exporta aqui. O centro de pesquisa e desenvolvimento da Fiat no Brasil, ela é mais forte do que na Itália. Ela ficou muito grande. Mas ela não é nacional, que você quis dizer. Não é brasileira. A matriz dela é italiana. Não existe uma empresa brasileira. Então, essa ideia de que a indústria nacional...
Tem um maluco lá do Lecar, lá. O americano que chega aqui. Tem um cara do Lecar, lá. A gente pode até falar sobre isso. Teve o Gurgel, né? O Gurgel, que tentou, né? O Lecar, que tentou. O Lecar. E eu vou contar uma história sobre o Lecar que é bem interessante. Mas pra responder a sua pergunta sobre peças. Considerando de que o Brasil, ele abriu realmente as portas pra que a China pudesse desenvolver o seu mercado aqui dentro. Número um.
E por que a China está olhando para o Brasil? Porque as portas estão fechadas nos Estados Unidos e porque existem restrições na Europa, eu tenho que enfiar esse carro onde dá. O Brasil é um lugar e ela está tentando, obviamente, colocar em outros lugares, Tailândia e vida que segue. México e agora na Argentina também, enfim. Dito isso, os olhos estão voltados para cá.
Então, eu tenho capacidade... Nós não estamos concorrendo. Vou dar um exemplo melhor. BMW. BMW vende quanto no Brasil? Vende bastante enquanto marca. Mas, se você for falar de mundo... Pra ela falar assim, meu... Eu vou ficar mandando ponta... O Brasil é peido. Peido. Para a China, o Brasil não é peido. Sim.
Eu preciso manter o mercado de reposição. É um mercado estratégico. É um mercado estratégico. É fortíssimo. Então, eu preciso mandar a porta, eu preciso mandar a pneu, eu preciso mandar semi-eixo, eu preciso mandar para-choque, eu preciso mandar não sei o quê. Então, sobre esse ponto de vista, é estratégico para eles abastecer o Brasil e que você não tenha esses temores. Porque veja bem, a China, o que ela está fazendo?
ela tá fazendo um trabalho de reconstrução de imagem no Brasil se a gente voltar 10 anos atrás, China por que tem preconceito hoje? não é preconceito teve muita coisa ruim aí hoje pra que eles não caiam nessa mesma cilada, eu preciso ter produto bom, eu preciso ter assistência técnica então a gente já observa que essa ausência de peças que muito se falou no começo e era verdadeiro, é algo que hoje eles...
Hoje mesmo, por exemplo, eu recebi contato de uma empresa, não sei se eu vou ou não fazer trabalho com eles, mas eles têm 12 lojas em Minas, e eles querem que eu vá lá pra comunicar... É uma marca de carro? Não, não, é uma loja de peça. Pra dizer assim, ó, eu sou uma loja de peça e tenho peça de veículos elétricos e híbridos.
Que não tem nada a ver com a concessionária e tal. Eu não sabia nem que tinha essas linhas. Exatamente. Então, pra você ver como estão abastecendo o mercado com peças de veículos chineses. Porque tá vendendo carro, precisa de peça, né, homem? É um puta mercado. Exatamente. Eu achei que só concessionária tinha esse pé de carro elétrico. Não. Aí você pega a biodica em fábrica. Tem que ter peça. É, e a popularidade, Paulo. É assim, quando populariza...
Todo mundo ganha dinheiro. Sim, sim, sim. Ah, eu tenho demanda. O lance é demanda, velho. Sim, sim. Agora, eu vou falar uma coisa aqui, né? Assim, tentando tomar todo o cuidado aqui.
A história do cara do Lecar, pega o nome certinho dele, gente. Eu vou pegar aqui. Pra gente não ficar... Edgar. Sabe o que acontece? Eu, quando falaram assim, olha, o Elon Musk brasileiro e tal, ele vai fazer um carro no Brasil. Flávio Assista. Mandaram aí pra você, Bola? Mandaram.
Aí, o que eu fiz, cara? Eu fiquei preocupado, porque a gente conhece todo mundo do segmento. Mas quem é que tá investindo... Faz tempo nessa vida. É, quem é que tá investindo em fazer um carro no Brasil? E eu não sabia quem era ele. Até que ele apareceu fazendo uma entrevista num podcast. Eu falei, cara, eu vou assistir esse cara. Quero saber quem é ele, o Flávio de Assis.
E aí, na história, ele é um cara que trabalhava com cartões. Ele não é do segmento. Aí eu já falei, pô, é temerário, né? Um cara que não é do segmento. É nada a ver. Querer se envolver e construir um carro. Mercado de carro, né? Só pra nossa audiência aqui. Lógico. Eu trabalhei dentro da indústria, compilou de teste, desenvolvendo carros na época da Autolatina. Então eu sei o que é construir um protótipo e tudo mais. Passou por tudo. Falei, caramba, né? Aí, olha só, Carioca. É, Flávio Figueiredo Assis. Exato. Ele leu...
Um plano diretor... Um plano diretor não é um documento de previsão. O plano diretor está dizendo o seguinte. Em tanto tempo isso vai acontecer. Um plano diretor, ele muda a sua vida aqui no bairro. Um plano diretor resolveu que ia ter mil e quantos? Mil e cem apartamentos, sem garagem. Isso foi um plano diretor. Sim, sim, sim. E ele falou, isso vai acontecer. E ele vai lá, planeja do jeito dele e bota aquilo lá.
Então o plano diretor, ele muda a vida de um bairro, de uma cidade, de um estado e de um país. Pra isso existe o plano diretor. O que que é, por exemplo, lá o combustível, não sei o que, nós vamos ter 30% de etanol. Isso foi um plano diretor. Sim. E você se prepara pra isso, porque nós vamos pra esse caminho. Os motivos que nos levam aqui é A, B, C, D, F, G, H. Qual foi o plano diretor que ele leu? De que o motor a combustão ia acabar. De que o futuro será elétrico.
E ele acreditou nesse plano diretor, assim como muitas montadoras acreditaram, assim como muitas pessoas acreditaram. Dito isso, eu falo assim, cara, qual é a minha oportunidade? De fazer um carro mais simples, de fazer um carro mais barato, o motor elétrico é mais leve, fazer um carro elétrico...
é muito mais fácil do que fazer um carro a combustão, como a gente falava lá atrás. Ele fez toda essa leitura. Mas como ele quer brigar com a B.O.I.D.? Quem não pôr o pezinho aqui... Tá fudido. Tá ferrado. Volkswagen, não sei o que. Quem não botar o pezinho no carro elétrico... E ele olhou praquilo, vislumbrou uma visão de futuro, baseado num plano diretor que dizia que era isso que vai acontecer. Assim como, motor a combustão vai acabar em 2005, vai acabar em 2030, vai acabar em 2035, e todo mundo voltou atrás. É.
Tanto que o carro era pra ser 100% elétrico. Aí quando começou a cair a casa, ele transformou esse carro num veículo híbrido. Só que num híbrido parecido com o do Leap Motors. Porque o do Leap Motors é diferente, né? Você tem um motor a combustão que não traciona, ele só gera energia. O I3 no começo tinha um motorzinho, né? Isso, que era um motor de moto e tal. Isso, é.
E aí ele começou a transformar o carro... É um geradorzinho, vai. Exato. Um gerador, ele se transforma num gerador. O ônibus tá assim, né? A Marco Polo, ela tá desenvolvendo um ônibus pra você usar ele, onde ele é elétrico, mas o motor que roda 1.0 com etanol, né? Ele carrega e tal. Que legal, cara. E aí, cara, ele entrou e embarcou nessa. Como chama o carro? Lecar.
Mas ele fez algum carro? Não, mas eu acho que eu achei errado. Todos eles viraram protótipos, né? Ele ainda não conseguiu colocar um carro em linha de montagem. E aí ele ficou, por exemplo, de ter um terreno aqui, de tentar financiamento na própria China. E aí, no salão, no último salão do automóvel que teve, em São Paulo,
Foi a primeira vez que eu o vi pessoalmente. E aí eu fui conversar com ele. Então assim, num primeiro momento, cara, eu conversei com um cara que quando você olha nos olhos dele, você fala assim, existe aqui um cara que tem um sonho. Boa vontade. E um cara que tem boa vontade. Se os caminhos que ele utilizou, se no meio do caminho, o tamanho do problema que ele teve e tudo tal, o trouxe aqui, porque agora, cara, parece que ele tá tendo até problema com o ministério, porque ele tá vendendo carro que ele não tem. Ele vendeu, ele fez crowning found.
Um negócio assim. Pô, ele já vendeu coisa. Sem você andar. Você entendeu, então? Maravilhoso. Tá ligado? Eu tô dizendo aqui que em agosto de 2026. Tem foto desse carro? Eu não acho nenhum. Bom, enfim, vou ele ficar quieto. A Lecais estava com previsão de começar a produção. Começar a produção em agosto de 2026. E estamos praticamente nessa data agora.
Sim, eu acho que ele continua tendo vários... Mas a verdade era pra entregar em 2024, não entregou. Sim. Então, assim... Foi tendo várias dificuldades. É o Lekar 459 híbrido, primeira entrega prometida pra agosto de 2026. Preço aproximado de 159 mil, quer dizer, não é mais os 100 mil que eram prometidos. Autonomia de até mil quilômetros, mas é híbrido, SUV híbrido flex, petróleo mais elétrico.
Ele está negociando com seis fabricantes chineses e uma marca indiana para construir uma fábrica multimarcas. Anunciado também, picape híbrida para o portfólio. Novas condições pré-reserva. Pré-reserva. Será anunciado no dia 30 de junho. Mas assim, é um cara que está lutando, né? Nós estivemos juntos aqui com o Boris, né? O Boris fala bastante sobre ele e tudo tal. Eu, para ser sincero, assim, eu sempre olhei com um pouco de reserva, achei muito corajoso.
entendi ele quando ele falou que viu um plano diretor e acreditou num plano diretor, que é aquilo que eu falo um pouco sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação. É um cara que dá um tiro lá na frente, tá vendendo o que ainda não existe, ele faz uma narrativa de algo apocalíptico aqui, dizendo que você, ó, se não for por aqui você vai perder dinheiro. Ele convence essas pessoas de que esse é um caminho sem volta e ele foi um cara que foi convencido de que esse era um caminho sem volta. Não, esse não é o Lecar, esse é a picape, é a Toro, ele quer competir com a Toro. Então, essa é a picape.
Da Lecar. Só que não existe esses carros ainda. Não existe, é só um mock-up, como você está vendo aí. Feito de argila. E tem pré-reserva, se não me falem a memória. Posso até ver o site dele aqui. Isso tudo híbrido. Tudo híbrido, mas não traciona a combustão. A combustão carrega o elétrico. Exatamente, carrega o elétrico.
Ele tem site aqui, olha cá, pode se orgulhar, 100% brasileiro. É, ele tem essa história, né? De, pô, somos nós, uma fabricante brasileira. Ele é aquele cara, sabe? Vou te falar um negócio, cara. Vou ser meio romântico aqui agora. Vamos lá. Não sei se guardado as proporções. Ah, mas que legal. Tomara que dê certo, né? Uma vez eu vi um depoimento do Iusinho Fittipaldi.
quando ele fala da Fórmula 1. E o depoimento dele, cara, foi um negócio assim que me derrubou lágrimas. Porque ele falou assim, quem me derrubou foi o próprio brasileiro. Quem me derrubou foi a imprensa brasileira. Porque você imagina você fazer uma equipe de Fórmula 1 no Brasil, chamada Copersuca. O carro brasileiro. E a hora que você ia correr e dava problemas, a imprensa regaçava.
arregaçava, arregaçava, arregaçava. Ou seja, eles foram tão descredibilizados que aí quem tava patrocinando... Tirou o pé. Tirou o pé. Bom, aí vamos lá. Qual era a leitura da imprensa? De que tava quebrando. De que tava ruim. Mas era um carro novo, caralho. Vai, se a gente pegar aqui o próprio Rubinho Barrichello. Putz. O quanto ele foi desacredido, né? O problema do Rubinho foi pós-cena, né? Acho que foi ali.
Saiu de um cara multicampeão e o Rubinho, um cara que tava começando. Ele andando com o Schumacher na equipe. Ele pegou a dor, porque o brasileiro tem muito isso, né? Ele transforma a dor em humor. É uma característica nossa, na nossa cultura, né? Ri da desgraça. Então o Rubinho acabou ali no tempo. Um cara maravilhoso, né?
Então, assim, guardando as proporções, né? Porque nós falamos de outras coisas. E aí, enfim, não tá entregando, não tá acontecendo, as coisas não tão indo. E essas notícias, elas noticiam a verdade. Nua e crua, como ela é. E lógico que na medida em que essas coisas vão repercutindo, isso não ajuda nada em ele. Mas também...
É um trabalho da imprensa de dizer assim, olha, toma cuidado, porque isso pode cair. Isso aqui pode ser uma... Fique esperto. Então, o quanto é, o quanto não é, que ele tá com muitas dificuldades, muitos abacaxis aí. É, mas eu li, o primeiro carrelhado que o brasileiro foi o Gurgel. Foi o Gurgelzinho com... Carajás. Era bateria de chumbo. E o motor era um motor de elevador.
Era o Itaipu, não era o Itaipu? Que loucura. Eu vi uma réplica desse carro, porque a gente ia ao pessoal do Sesc Senat, do Ipiranga, eles estavam montando um desse. E queriam montar exatamente como ele era na época. Então eu vi o carro. Tinha o BR, não tinha? O BR. Tinha o BR-800. Eu andava lá, menina, quarentena, transamérica.
Uma da usina que estava lá tinha um vermelhinho. Era o BR e o Carajás. Era o vidrinho de correr assim. BR-800. E o Gurgel Carajás também. E aí você imagina, né? Se fazer um carro elétrico. Nossa, feio que dói, hein? Meu Jesus. Oito baterias de chumbo, motor de elevador. Mas era um carro elétrico, é. Para a época... Porra.
Mas isso não chegou a vender, foi protótipo, né? Só protótipo. Quem usava como nome Itaipu, porque rodava lá em Itaipu. Lá em Itaipu. Mas assim, cara... Isso é um carrinho de golfe, né? Com a carroceria. Hoje um carrinho de golfe é muito mais... Muito mais melhor que isso aí. Não, sim, mas é um carrinho de golfe com uma... Mas não deixa de ser o primeiro carro elétrico nacional. Mas aí, é, Carioca, pegando o que você falou, você imagina assim, se construir um carro nessa época...
que tudo era espartano e a concorrência era pequena. Esse é mais fodido. É uma combisona. Esse é chique, caralho. Pô, janela horrorosa. Olha os ferros atrás no portão. Pô, mas vou te falar, esse designer aí parece muito carro de hoje, hein? Sei não. Caralho, velho. Tem carro de hoje aí que tava aparecendo com essa cara aí. É. Mas vamos lá.
você imagina se naquela época com quase nada de concorrência já era difícil construir um carro imagina hoje como a China chegando aí com tanta coisa boa, nova, enfim foi o que eu perguntei é muito difícil vamos para o telefone? vamos atender a galera no telefone o cara acredita hoje em dia com uma bio ID que vem com uns puta carros
que é BID vem forte. Um dinheiro infinito. Você brigar com uma BID, quer conquistar mercado, né? E tá conseguindo, né? E tá conseguindo, tá conseguindo. Alô? Alô? Quem é que tá falando? Olha, eu tava com vontade de fazer isso. Passa. Vamos comprar um novo desse. Alô? Alô? Oi? Quem tá falando? É o Bruno. Fala, Bruno. Fala de onde, irmão?
no Japão puta merda, que legal, irmão que horas são aí agora? são exatamente quatro e uma da manhã tá acordando ou tá indo dormir, safado a gente tá no feriado aqui no feriado você acorda às quatro da manhã? tá na balada não, não, eu tava no horário da noite essa semana tá na balada
no Iaquim aí, trabalhei uns segundos e terça tu é DKC? tu é DKC? sou, sou tem muito carro elétrico no Japão aí, irmão? muito, tudo que ele falou é verdade, aqui a gente tem Toyota aqui, tem Toyota, o frio de 12, 14, 15 anos atrás aqui tem muito que loucura o que você manda, Brunão?
Cara, é só um prazer, tô bem de cedo aqui pra tentar, e eu trabalho aqui numa fábrica que a gente faz peça pra suspensão da Suzuki. E a gente trabalha vindo com vocês lá todo dia. Pô, que honra, irmão. Obrigado, velho.
E só pra fazer, vocês que falam sempre do meu estado no Brasil, eu sou do estado que fala pequenininho, menininho. Não pará, não pará. Deixa eu te fazer uma pergunta. Deixa eu fazer uma pergunta. É uma curiosidade. Você aí, no café da manhã, come sushi, comida japonesa até de manhã? Não, eu aqui é café com leite e pão. Mas no café do japonês é...
O café do japonês é arroz, peixe, essas coisas assim. Caralho, peixe até no café da manhã? Que delícia. Isso, isso, isso. O cara já mete um sushizão de manhã, acorda, bom dia, mete já um salmãozão. Um sushi.
Caraca. É isso aí, prazer, viu, velho? Vai dormir, irmão. Vai dormir. Um abraço, fiquem com Deus. Amém, irmão. Beijo, Bruno. Dormir, peca. Vai dormir, peca. Passa, peca. Vai dormir, peca. Eu nunca mais me esqueço dessa porra. Peca, dormir. Quem tá falando? É o Fernando Hencar, aqui do norte do Pará. Fale, Fernandão, tudo bem? Tudo bom, meu. Fã demais de vocês, cara.
Obrigado, irmão. O que você manda, Fernandão? Não, só pra lembrar assim, eu também sou deficiente, tenho uma deficiência visual, só que eu estaciono o carro na vaga de deficiente, mas se você me ver andando normal, você vai falar, pô, o cara tá pegando vaga dos outros, né? Não, mas se te perguntarem, você vai falar que tem uma deficiência. Mas peraí, você teve que dizer o zóio dirige, eu não compreendi. Eu tenho que ter um zóio só.
Ah, tá. É, não, eu enxergo... O cara não é cego. Com o olho e sem por cento com o outro, entendeu? Mas você não vai descer do carro e falar que vai rapidinho e já volta. É, pois é, isso não precisa dizer. É, então. Então, caralho. Mas o cara é bom. Entendi. Pede para a droga raia que é melhor. Tá bom, então. Abraço, Fernandão. Vou cobrar da droga raia esse merchandising, hein?
Beijo, irmão. Valeu. Tá preocupado com a vaga droga raia. Não, eu tô falando uma coisa que a gente, você quer parar na farmácia, tá difícil. Tá difícil parar em qualquer lugar. Então, pronto. Você não consegue andar mais na marginal, cara. Ele tá com pressa pra comprar Tadala. Não tá conseguindo. Alô. Vai, alô. Alô, quem é que tá na linha? Alô.
Cezinha Tadala, tá certo. Cezinha Tadala, o cara já deu um apelido pro outro. É auditivado, é combustível auditivado. É a pódium. É a pódium da... Quem tá falando? Roberto. Roberto, fala Roberto, tudo bem, irmão? Eu vou bem, e vocês? Graças a Deus, tudo bem. Fala de onde, irmãozão? De BH. BH, terra boa. O que você manda, Robertão?
Bola, eu tô com você. Eu sou deficiente e queria pedir a ajuda de vocês pra mais uma dica pra quem para na porra da vaga do deficiente. É surra, irmão. Se a pessoa não é deficiente e para na vaga de deficiente, tem que tomar um cacete. É o que o César falou. A pessoa não tem vergonha na cara, irmão.
Outra coisa. É o fim do mundo, cara. Outra coisa. Se você perceber, a vaga de deficiente, ela tem uma faixa zebrada na porta do motorista. Aquilo ali não é pro filho da puta do motoqueiro parar ali. Bom, aquilo é pra ter distância pro outro carro.
Não, é para o cadeirante poder abrir a porta totalmente para quem tem deficiência, abrir a porta. Exatamente. Então aprenderam aí? É, o motoqueiro cheio das putas. A porta do Carioca vai no shopping para a moto na faixa. Certeza. É o dilema. Eu tenho certeza também. Ou você para a moto na zebrada e climeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeterimeter
e te fode com o deficiente ou eles vão levar tua moto o Brasil é cheio de dilemas vai de Uber caralho vai você vai você vai burrar o caralho o Brasil tem vários dilemas boa Roberto essa porra aqui é igual como é que é o National Geographic é selva irmão é selva
É a sobrevivência. Aí, para a moto, leva o painel. Tá foda, né? O painel. Painel, o CDI. A moto tem que mudar. Não pode deixar na rua. Na rua não pode largar. Fala, irmão. E outra coisa. E outra coisa. A vaga é pra quem tem mobilidade reduzida ou completa. Então, se tá com casca no cabelo...
Tá com a unha encravada, vai parar na qualquer outra vaga, menos nessa. Eu também acho, irmão. Concordo. Você tá certíssimo. Tá feito o seu protesto. Mais um telefone, bola. Vamos lá. E aí a gente vai pro Superchat. Eu gosto. É uma paridade, mas pô. Mas o Brasil é assim, né? Ou você para... Oi! Mas olha, o Silvio do céu, da Artemis. Oi, Silvio. Ele tá na Artemis esse aí. Fala aí, como é que é o teu nome, irmão? Traga.
Fred, da onde? Greg, Greg. Gregory. Puta que ovo. Tá com ovo na boca. Fala, Gregory. Tá me ouvindo bem? Agora melhorou. Tirou a porra do fone. Fala, Gregory. Ah, beleza. Dizer a vocês aí, primeiro, que eu amo carioca, de paixão, amo bola. Obrigado, irmão. Valeu, Gregory. Eu amo eu também. Amo o Sazinha também. O Sazinha é gente boa. Faça.
Não sei se vocês se lembram, tinha um engenheiro automotivo brasileiro também, que ele chegou até no programa do Jô, e uma vez ele foi apresentar um projeto dele de um carro movido à água. Não sei se vocês se lembram.
É o Aquaman, não foi? É, não. Viralizou. Viralizou bastante. Que isso? Não, é sério. Ele foi do programa do... O Aquaman? O Aquaman. O Gregor é completamente de xarope, velho. Você lembra disso, Sérgio?
É, então, na verdade, esse negócio da água, o que acontece, né? O mesmo processo que a gente estava falando de fazer hidrogênio, ele faz um processo de eletrólise. Então, a hidrola do carro movido à água. Então, na verdade, o que ele faz? Ele gera, na verdade, eletricidade, né? E ele faz com que diminua a quantidade de combustível que você precisa lá. Só que ele não foi comprovado. Mas é o que? O vapor é o que? Exatamente.
Ele não foi comprovado de que ele era eficiente. Por quê? Pra você fazer eletrólise, você gasta muita eletricidade. E a eletricidade consome o combustível. Então, não é que o carro era movido a água. Na verdade, a água era usada no sistema de eletrólise pra fazer com que entrasse a eletricidade dentro da queima e diminuísse a quantidade de combustível que ele...
era acionado ali. Então a ideia é, ah, é movido a água. Não, não é movido a água. Agora, a água tem hidrogênio. A água pode se transformar em eletricidade e que pode tocar o motor elétrico. Aí você consegue. Porque a água o que que é? H2O. Então hidrogênio, você reforma ele. O carro da Nissan que a gente andou em 2016 elétrico, que tinha a célula de combustível, ele tinha 80% de etanol e 20% de água. Mas ele podia andar com 100% de água porque você tira o hidrogênio da água.
Tá respondido, Gregory? Caiu. Foi cagado. Superchat, boleta. Bora aí, hoje tem... Daqui a pouco homofobia. Boa tarde, eu sou igual. O Bola tem que usar voito. Existem muito dinossauro pra queimar ainda a Cesara. Toyota está desenvolvendo carro... Isso é uma bosta, bicho. ...as 24 horas de Le Mans e no Eque no futuro. Desenvolvimento...
Olha, ele tá aqui, falando aqui, ó. É que fala igual um... É que ele escreve que nem um... Pessoal, boa tarde. Eu sou igual bola. Tem que usar V8. Boa. Existe muito dinossauro queimando... Também há muito dinossauro morto ainda. César, a Toyota está desenvolvendo carro a hidrogênio pra correr 24 horas de Le Mans e no EC no futuro?
Você sabe de alguma coisa? Em testes, sim. Se vai vingar, já é uma outra história. Tá ok. Vamos lá. Mais um, vamos lá. Breno Machado.
Pessoal, boa tarde. Eu sou igual. O Bola tem que usar... Você repetiu, Cagatinha mesmo. Ah, foi sem querer. Toyota está desenvolvendo carro a hidrogênio para correr às 24 horas de Le Mans e no Ecke no futuro. Foi mal, galera. Tá bom, já vai outro, vai. Vai.
Henrique Lima enviou uma mensagem nos últimos 100 anos quanto o governo investiu em educação de trânsito, piada. O Brasil deu errado, meus amigos. Aceitemos que é melhor.
E sem querer eu soltei o outro. Alfredo Netop enviou uma mensagem. Fala Boleta, Carica e Sezão. 84 dias com meu Baid Dolphin Plus na parvir de João Pessoa, sem solução. Já trocaram o módulo left, chicote do airbag e o ar não funciona. Alexandre Baldi me deu prazo no direct e não cumpriu nem visualiza mais. Absurdo.
Não entendi nada. Alfredo Neto, da Paraíba. Ele tá aqui, ó. Fala a boleta, cara. O que vocês vão? 84 dias e mil e bioid Dolphin Plus na Parvi.
O Parve de João Pessoa está sem solução. Já trocaram módulo left, chicote do airbag e o ar não funciona. Alexandre Baldi me deu prazo no direct e não cumpriu. Nem visualiza mais, absurdo. Então fica aqui o apelo. Pra consertar o caldo. Eu conheço as pessoas que trabalham no ABD, são meus amigos e...
É importante, né? Que eles saibam disso, então. Aqui tá dado o seu recado, Alfredo. Espero que resolvam um BYD Dope. Façam o ar funcionado, menina aí. Entendeu? Porque lá é quente, hein? Porra, puta merda. Tá dado o recado, hein? Valeu, querido. Se quiser, a gente faz a ponte aqui com o pessoal da BYD. Eu tenho bons amigos lá, que obviamente são pessoas honestas e não vão querer que isso aconteça. Lógico, lógico, porra. Tá certo? Vamos aqui pra última... Atenção...
Rafargas enviou uma mensagem. Fala, gurizada. E aí, carioca, já bateu três aí. Abraço, gordo de Miami. Bateu três, não entendi. Também não entendi. Três bronha? Sei lá. O que esse maluco falou? O cara bateu três. Não, ia gaúcho, né? É, então ele tá em Miami. Hein? Tá bom, irmão. Não entendemos o que você quis dizer, mas tá tudo certo. Valeu aqui, ó.
Jússia Júnior Júnior Júnior enviou uma mensagem. Sou caminhoneiro e sempre que vou de viagem faço uma promessa às minhas filhas. O papai já vem. Grande César, Bola e Ceará.
E você mantém essa promessa, irmão. Pois é, cara. Volta, irmão. Vai com cuidado, vem com cuidado, com Deus no coração e vem embora, irmão. É isso aí. Eu comentei. Eu acabei de disparar sem querer, mas você volta. Você volta, foi sem querer. João Melo enviou uma mensagem. Senhores, o automobilismo no Brasil cresce. A marca Dual Exo surge para Track Day. O que acham dessa tipo de opção para pistas?
A marca Duo Exo surge para a Track Day. O que acham desse tipo de opção para pistas? O que você queria falar ontem do caminhoneiro? Eu não conheço. Eu queria ajudar a pergunta aí, mas eu realmente não conheço esse Duo Ex. É o que ele falou da Track Day. Eu não estou associando a...
O nome é pessoa. O que que você queria dizer? A gente falou muito sobre trânsito e aquilo, né? E é inegável como quem trabalha na boleia, né? Bola, tem aí um compromisso gigante com isso. Brabo, porra. Então hoje a gente tem, o Brasil optou, né? Por ser um país que anda sobre rodas.
Não tenho dúvida. Como não tem, como não outro, com estradas ruins de uma série de outras coisas. E inclusive, né, eu vou participar de um reality onde a gente vai tentar capacitar esses caras, né? Que legal isso. Você vai capacitar os caras do asfalto. O melhor motorista do Brasil. Os caras que vão dar lá 500 mil reais por melhor motorista. E quando me chamaram pra esse projeto, eu na hora lembrei do meu vô, cara. Meu vô foi motorista de caminhão. Foi do dia. Foi na usina da Barra.
Eu gosto de caminhão, de carro, por causa do meu vô. Dirigiu o FNM? O seu Giovanni Ziviani. Esses negócios, FNM. Porque o FNM, na verdade, o cara não era motorista, né? Ele era, na verdade, operador de máquina. Aquilo era uma desgraceira pra dirigir e tal. E aí depois ele foi ser motorista de ônibus aqui em São Paulo, tudo tal. Então eu acho que eu sempre gostei muito de carro por causa disso, né? E eu acho que essa oportunidade de poder consagrar o caminhoneiro, né? Uma profissão que você lembra, no passado, se um caminhoneiro desse seta pra você pra esquerda, não passa. Não.
Era o amigo da estrada. Uma única, né? Se ele dava a seta pra direita, você podia ir, à noite nem baixava o farol pra você ver o farol que vinha ali. Eu acho que a gente quer voltar, quem sabe a gente consegue resgatar essa ideia de você ter o caminhoneiro como o amigo da estrada, que te ajuda. E aí você vê, né? Um cara que tá assistindo a gente aqui. É o que você falou, turma, que move o país. Mais uma vez, aquela crítica gostosa.
A gente, não é a culpa do caminhoneiro. Pô, eu tenho 50 anos. Eu com 10 anos estava andando na Via Dutra. Com 8, 9 anos. A pé?
Não, de carro. Pra viajar. Ah. E a pista ainda é a mesma. Duas pistas. Verdade. Tem que ter a razão, Carioca. Caminhão que entuplicou. Mas me fala uma estrada que aumenta. Se estuplicou, decaplicou a frota. E é a mesma coisa. E é a mesma pista, maluco. E aumentou a velocidade e aumentou. É a mesma pista em 40 anos. Não mexe, não acontece nada. Teve lá CCR, não sei o que lá. Mas é duas, três pistas, duas, três pistas. É a mesma estrada. Mesma coisa. E aí você é a Serra das Araras. Parece que vai ter um projeto. É a mesma coisa.
Se nós aqui estamos reclamando, porque a gente vai no shopping, imagina esse cara que está trabalhando o dia inteiro. Puta que pariu. Até uma dificuldade das transportadoras em empregar, porque o cara não quer mais essa profissão em função do sofrimento. É muito desgastante. Por isso, ela, mas que vem com o caminhão autônomo. Pois é.
Eu andei no caminhão autônomo em Nevada. E aí? Quando... Nevada foi o primeiro estado no mundo, enfim, que permitiu que um carro autônomo pudesse andar nas rodovias. O primeiro lugar foi em Nevada. E a Mercedes, junto com a Daimler Chrysler, eles estavam mostrando um caminhão autônomo, então a gente sentou lá no caminhão, o caminhão fazia realmente todo o trajeto sozinho, um caminhão grande, onde o motorista ia ali atrás, de uma maneira muito confortável.
E funcionava muito bem. E no caso do transporte, cara, faz todo o sentido, né? Você ter o autônomo, você ter mais segurança, você ter mais conforto. Poder descansar. Hoje um motorista de caminhão, às vezes, ele opta em ganhar um pouco menos, mas tá dirigindo um caminhão que canse menos, que lhe dê mais conforto, do que em detrimento de ganhar 500 reais a mais num caminhão que você tá batendo lata, tá fazendo, trocando marcha e daí por diante. Não tenho dúvida. Mas o autônomo pra caminhão é fantástico. É fantástico.
Mais alguma, Carita? É isso aí. Acabou ser tudo? Acabou ser tudo. Eu queria que você falasse de um negócio de caminhoneiro. Você não queria falar de um cara aí no começo do programa? Que tem uma empresa. Você falou? Não, eu queria que você falasse do que vai entrar agora o Maia Amarelo. Você não falou. É, então. Maia Amarelo... Que seria o Maia 4.000. De um cara que queria o amigo teu aí, que é teu patrocinador. Não sei, lembra que você foi isso? Não, não. É esse programa que eu vou fazer que eu vou ser apresentador do reality de caminhão e tudo tal. Vai ser bacana. É isso aí.
Como é que é o nome dos caras lá? É o pessoal da PX, né? E o nome do programa vai ser Master Driver Brasil. Master Driver Brasil. É um reality que ele ia pra TV, agora ele vai ser no YouTube. A gente grava todos os episódios agora no final de junho. E aí vai ter uma série de provas que eles vão ter que fazer com o caminhão, estacionar, fazer, acontecer. Parte técnica, mecânica. Fazer um arrozinho carretendo. Uma roupa. Olha, eu não tinha pensado nessa prova, mas eu gostei.
Ali do lado, embaixo do caminhão. Não é? Um arrozinho carreteiro. Um chufogareiro. Um cafezinho. Uma boa ideia. Eu vou colocar essa prova lá. Prova do arroz carreteiro. Tem várias provas. Mas é bem legal. Prova do amor. Como? Não, tô brincando. Prova do amor. Como trepar na boleia.
Porra, puta merda. Eu nem sei. Hoje em dia tem... Eu acho que com o advento dessas baterias, pra vida do caminhoneiro deve melhorar. Porque, por exemplo, o cara vai dormir na estrada, pode ter um arzinho condicionado por mais tempo. Não precisa deixar o caminhão ligado, né? Você falou do hidrogênio, né? Eu tive na Alemanha três anos atrás e a Mercedes, ela atravessou a Alemanha inteira com um caminhão.
elétrico, puxando 40 toneladas, que é o máximo que você pode andar lá nas estradas, só que em vez de baterias, o que ele tinha era o hidrogênio verde, 80 quilos 80 litros, na verdade de hidrogênio tocando o caminhão então, eu conversei inclusive com a ministra de Minas e Energia da Alemanha e ela falava exatamente isso, de que eles querem mudar o modal da Alemanha
naquela época, e a Mercedes tinha o caminhão, fez o teste, a gente estava lá em loco, foi muito bacana, mas pensando no hidrogênio para o transporte de carga. Porque quando a gente fala de diminuir a pegada de carbono, quem mais produz carbono é o diesel. Apesar de um caminhão Euro 6 hoje emitir 98% menos do dióxido de dióxidos, enfim.
Dentro da atmosfera. Porque antes, quando você tinha o escapamento e o silencioso, hoje aquilo virou, na verdade, um laboratório de análises químicas, né? Que controla o motor. Então o diesel hoje queima muito menos. O que nós temos que tomar cuidado é que agora já vão testar 20% de biodiesel no diesel. E o biodiesel vem estragando bastante. Tá estragando os carros, né, velho? Tá em gasputa invenção. Daqui a pouco tem 50%. Cara, por quê? Por que que obriga?
Por que obrigar? Faz assim, quem bota biodiesel no seu carro é muito mais barato. A escolha é sua. Agora, obrigar é uma sacanagem, né, velho? Brasilzão, né? É uma sacanagem. O discurso de que eu preciso diminuir o petróleo pra entrar com um biocombustível, quando você olha a bandeira, ela é interessante, mas ela só pode realmente ser algo e climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter climeter
que possa ser efetivo se ele não causar danos para o carro. Então, se ele é amigo do meio ambiente, mas não causa danos para o carro... Mas não vai estuporar seu motor, né? Qual que é o problema do biodiesel? O biodiesel, ele é desenvolvido de óleo vegetal, de gordura. Então, ele quando fica parado bola, ele é higroscópico. Então, ele acumula água, borra bactérias. Então, hoje um biocombustível, ele apodrece muito rápido.
ainda no tanque. Entendi. Enquanto ele queima, ele queima bem. O problema é quando você parou pra fazer a manutenção, quando numa máquina agrícola... Vai viajar por uns dias. E o carro fica parado. Então o problema do diesel é quando você para ele, essa formação de bactérias e borras, enfim, que ele gera... É, muita gente tá reclamando.
O Maio Amarelo é o seguinte, eu sou embaixador do Maio Amarelo mais uma vez esse ano, né? O Maio Amarelo é do Observatório Nacional de Segurança Viário, na verdade é uma campanha nossa, é do mundo, é do povo, enfim. Começou no Brasil, vai fazer agora 13 anos esse ano de Maio Amarelo. Hoje mais de 35 países abraçaram o Maio Amarelo. Que legal, né? É um mês onde tudo fica amarelo, Cristo Redentor, né?
o Palácio dos Governadores, enfim. E a gente usa um mês inteiro para discutir mais essas ações ligadas à qualidade de vida e segurança na mobilidade. Então, como embaixador, quer dizer, essas oportunidades que nós tivemos aqui de falar do comportamento das pessoas no trânsito, medidas que a gente pode ter nos próprios carros para que eles sejam mais seguros, discutir as vias que a gente estava discutindo aqui, faixa azul, motocicleta. Salvagem.
E vários estados abraçam, na verdade, essa bandeira, essa causa. E eu fico muito feliz do pessoal me reconhecer como uma voz que pode contribuir. Mas o que eu mais faço é pegar as pessoas que estão no nosso entorno e ajudar a falar sobre isso para diminuir esse número de acidentes. Muito que bem.
Vamos agradecer a nossa querida Philips, tá aqui. Philips Audio e Vídeo, hein? A nossa querida Philips Audio e Vídeo. Não tem pra ninguém, rapaziada. A convite tá aí, o QR Code na tela. Conheça os produtos da Philips. Copa do Mundo tá chegando. Fone de ouvido. Isso. Cada coisa legal.
e com um preço sensacional. É isso aí. De verdade. E a gente quer que você tenha bons produtos, excelentes como a Philips. De qualidade. E com um preço ok pra você. É isso aí, cara. Então na Bombite você encontra isso, tá? Boa. Deixar, eu tenho uma no banheiro e uma no...
A minha do Brasil tá na sala. A minha do Brasil tá no meu quarto. Ligado na televisão, eu vou ouvir. Isso é muito legal. Eu durmo gostoso. Eu sou na Copa do Mundo, você escutando a batida na bola. É isso aí. A qualidade da feira. Conheça os produtos da Felipe's QR Code na tela, link na descrição. Obrigado, Felipe. Conheça todo mundo. Felipe's Out Video. É isso aí, Caio. Vamos nessa, gordinho. Amanhã. Amanhã não, daqui a pouquinho. Estamos indo pro teatro. 8 horas hoje tem humorfobia. Humorfobia. Eu, Bola e Vitor Sarro.
Obrigado vocês que deram um sold out. A gente está bem feliz com esse projeto. Muito, muito. Espero, vamos viajar um pouquinho ou não? Obrigado. Quer fazer um mês no Teatro Bradesco? Não quero, obrigado. Não quer não? Não, não. Uma vez por mês? Não, obrigado. Gente, por favor, vamos brigar o Bola. Não, ninguém me obriga nada. A gente quer você, Bola. Eu também quero vocês, eu um vocês. Tá certo? Cezinha!
Tamo junto, irmão. Parceiro, muito obrigado. Muito obrigado. Você é um cara exemplar, um cara muito querido pela gente aqui. Valeu mesmo pela oportunidade de esclarecer muitas dúvidas. E voltar a dar os cursos de pilotagem, cara. Pois é, pois é. Um arma um pra nós, vai. Boa, um arma um pra nós. É importante. Segurança no trânsito. Então preste atenção. Mais amarelo chegando.
Crie consciência. Essa dica que o César é sempre muito inteligente. Se beber, não dirija. Deu uma dica boa, preciosa. Nunca tinha parado pra pensar. Se programe pra não sair com pressa. Pra não correr. Você faz a cagada. É ali onde mora o perigo. Programe-se. Vê antes. Programe-se. Vê antes, vê o tempo. Isso. Crie essa cultura de sair 10, 15 minutos antes. Vai de boca, você vai voltar pra casa. Cara, esse é um bom lema, né?
sai a 15 minutos antes do que você sai hoje você vai abrir a qualidade de vida que você vai ter pois não, com certeza não é verdade? irmão, tamo junto bom te ver, boa viagem, vai com Deus e até amanhã, amanhã teremos Pardini e Zé Américo aqui o programa é maravilhoso, café com bobagem aqui puta merda, beijo até amanhã às 14 horas rapaziada valeu
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