EP 750 - FILHO DO PISEIRO
Filho do Piseiro, cantor e compositor de Manaus, vem ganhando destaque nacional com seu estilo que mistura forró e piseiro, além de uma forte presença de palco e conexão com o público. Descoberto nas redes sociais rapidamente conquistou espaço com sua autenticidade e bordões marcantes. Atualmente, vive um momento de crescimento pelo sucesso de suas músicas.
- Trajetória do Filho do PiseiroInício na música · Experiências com empresários · Viralização nas redes sociais · Mudança para Fortaleza
- Música e CulturaMistura de forró e piseiro · Referências a Genival Lacerda · Cultura musical do Amazonas
- Dia de São Jorge
- Shows e AgendaAgenda de shows · Eventos em Brasília e São Paulo
- Interação com o PúblicoParticipação da audiência · Superchat e ligações
E aí E aí Tiga, tiga, tiga, tiga
Salve, salve! Cara, mano, não, não, não, de cara. Não, não, não, não, não. Meu querido Marcos Chiesa. Você tá bom, carinho? Dia maravilhoso. Dia maravilhoso, dia sensacional. 23 de abril, é o dia do homem. É dia de São Jorge, meu amigo. Eu sou filho dele. Que Deus abençoe. É o, pra mim, é o meu guia. Santo protetor.
do Carico. Exatamente, está aqui na mesa homenageando. A minha nossa aparecida e São Bento. Aqui, está aqui. Nosso querido São Jorge, vou mostrar pra vocês aqui, hoje vai ficar. Mostra o homem aí. Na nossa mesa aqui. Ele que já matou uns dagrão por aí. É, isso aí. Então hoje é um dia...
né? Pra quem é devoto aí de São Jorge, um dia muito especial pra nós. Dia abençoado. Somos, já fui lá na igreja, lá na... Eu vi que você postou. Lá na... É longe? É longinho, hein? Não tem o mais perto? Dá 30 quilômetros da minha casa pro sul. Pô, é em Curitiba, meu. É quase ali em...
Como é que é o nome daquele? Caieiras. Depois de Grajaú. Pô, mas não tem a igreja mais perto, meu. Mas é a única que tem. Porra. É. Aí eu tive que ir lá, fui lá rezar. Tá certíssimo. O dia de se dedicar ao nosso querido São Jorge. Muito bem. Então, pra quem é devoto.
Fiquem com Deus. Salve Jorge pra todos vocês. E vamos aí, né? Inscreva-se no canal. Agradeceu ontem, bola. Cheia ontem, hein? Que maravilha, homofobia ontem. Só falta mais um. Só falta mais um, bola. Não, vambora, vambora pra Brasília, vai. Tá na agulha aí. Ulisses Guimarães. 20 pau no bolso.
Então fala com o Cristóvão Aí o que? Antes, antes, antecipado Fala com o cachorrão Não, não, cachorrão não tá com paciência Cachorrão não tem mais o que se preocupar Não, a gente negocia Pós-humorfobia, Vitor Sá e Carioca Eu abro mão pra você ir Olha aí, ó, caralho, agora você sentiu, hein Eu senti, muito obrigado Fiquei feliz, mas eu não vou
Só pra você ter um prazer. Leva o filho. Olha a sua carinha, o que melhorou, neném, depois desse show. Não, não tem nada a ver uma coisa com... Você fica feliz, você fica alegre. Não, nada. Meu fofinho, fala. Vindo e capacita com cabelinho também. Tá bonito seu cabelo. Capacita e amassou o cabelo. Tá bonito seu cabelo, Marcos. Tá lindo. Chegando o seu aniversário, hein. 24 de junho.
Quanto? 5.9. Que maravilha. 5.9 e também 5 anos do Tica, né? 5 anos do Tica, exatamente. Que loucura. Chegando também. Então inscreva-se no canal, vamos bater lá os 3 milhões. Clica, compartilha, avisa todo mundo, ative o sininho, dê o like, dê o like chocolate. Isso. Você é safadinho, hein? Ah, moleque, vai lá. Você é safado, né?
Tu é safado, né? Meu like chocolate. Como eu amo isso, né? Você é molequinho safado. Essa é a coisa que eu mais amo na vida. É isso aí. Então, inscreva-se no canal. Queremos bater os 3 milhões até os 2 anos. A gente vai contar com você pra gente fazer um programa bem especial. Tá bom?
Isso, torne-se membro, ajuda nós também. Entre na nossa plataforma, né, Boleta? Dá pra você ligar, dá pra você participar do super chat. Como é que faz pra entrar na plataforma, Cari? Tem um link aqui na descrição, no chat, tem um link pra você. Tá aqui, Smartcast, você entra aqui.
Entra na nossa plataforma, você pode ligar, você pode mandar superchat de áudio, você pode escrever o superchat, escolher a voz que você quiser da IA pra falar com a gente aqui. Super tranquilo, super fácil de você mexer. Você ainda pode falar no telefone. É o primeiro podcast em que a audiência participa, interage com a gente.
o nosso propósito. E hoje dá pra se participar bastante que o convidado é muito foda, velho. Foda, né? Porra. Bom demais. Estamos no Spotify, imagem e vídeo. Amazon Music. Amazon Music e todas as outras plataformas. Muito obrigado sempre a você pela audiência cada vez mais consolidada. Muito obrigado. Tá certo, Marquinhos? Tamo junto, é nós sempre. É isso aí. Valeu. Vamos começar a parada? Bora. Mais algum recado, Bola?
Que eu me lembro, tem alguém que faz aniversário. Ah, homofobia semana que vem, hein? O último dia da vida. É isso aí. Na vida não, bora. Da história. Fala aí, isso foi mó bom. Próximo homofobia, Carioca e Vitor Sá. Tá quase acabando, então se fosse você... Carioca, Vitor Sá e Cossiel. Não, bora que legal, bora. A bola é a bola, bora. Não, é a bola que eu te amo. A bola tá cansada, tá velha. As bolas te amam, as pessoas te amam. O boleto tá tudo fodido. É o último final de semana, então...
Corre porque tá acabando. Literalmente está pra esgotar o último final de semana. Então, assim, é a sua oportunidade pra você... E faltando, ó, pouquíssimos ingressos. E lembrando que eu estarei em Florianópolis. Alô, Florianópolis. Carioca botando pilha aí. Imperdível, rapaziada. Criciúma, Florianópolis e Joinville. Porto Alegre, Aiton e Júlio. No mês 6. E mês 8, Campinas aí também. Caxias do Sul e Campinas. É isso aí. Tá bom? Tá, Carioca tá...
Não, cara, tem que trabalhar. Você tem que trabalhar. Não, eu quanto menos eu trabalhar, melhor. Por que, Boletar? Porque eu estou velho e cansado. Mas você está bem. Eu estou super bem, mas eu quero trabalhar o menos. Eu quero fazer aqui para a minha casa. E academia? Como é que está sendo academia? Estou indo, estou indo. Estou indo. Essa pancita aí está entregando. Você já teve mais magro. Deixa a pancita quieta. Você já teve mais magro. Eu estou com o mesmo peso.
Eu perdi massa muscular, pode ser. É. Não, eu faço musculação. Só vai andar na esteira? Jaguelaram você aqui. Eu ando na esteira e faço musculação. Não, musculação. Tem que fazer, gordinho. Pelo amor de Deus. É muito chato, mas eu faço. Não, mas você não pegou a ter gosto ainda? Não, não tem jeito. Não tem jeito. Isso é uma coisa que não existe, ter gosto. Mas você vê um pouquinho o músculo aparecer e tal. Não, não. Pode virar o Arnold.
Não tem gosto. Você sabe que eu mudei minha mente em relação a isso, né? Eu também tinha o mesmo sentimento a você. Mas hoje eu falo, cara... Eu vou por causa da minha mulher que ela me obriga. Não, mas é a necessidade, Bola. Não, eu sei disso. É pra saúde da pessoa. Eu digo o seguinte, ó. É uma hora de sacrifício pra ter 23 horas de benefício. É chatíssimo. Você quer trocar uma hora de esforço pra 23 horas de benefício? É... Você vai pra academia.
Tô percebendo, Pizeiro. Mas e ao peitão dele, o bicho não é? Sou meio musculeteiro. O microfone dele não tá chegando pra mim aqui. Pra mim não tá, ué. Pra mim não tá, não sei por quê. Deixa eu ver, fala aí, Pizeiro. Tem umas caixas aí. Tá chegando. Agora, não, eu apertei um botão aqui e foi. Oi, Pizeiro.
O homem tá aqui, filho do Pizeiro Já vamos chegar macetando O pai paga a minha faculdade, tá? Vamos macetar já de cara? Quer macetar? Solta a batida aí, compadre Vai, solta a batida com o filho do Pizeiro Hoje aqui, esse fenômeno Hoje da música popular brasileira O moleque tá arrebentando, que coisa legal Vai, Pizeirão, chama Aí, ó, vai
Papapoca no paredão Hey, Link Music
E só me quer pra aquela hora Olha, me pega, vucu, vucu, vucu, vucu e vai embora Olha, você nunca me amou e só me quer pra aquela hora Me pega, vucu, vucu, vucu, vucu e vai embora No vucu, vucu, você chega sem demora Passa a perna, vai embora E eu sem perceber Me deixando sem prazer E me deixando sem prazer Olha, que é vucu, vucu, vucu, vucu Olha, que é vucu, vucu, vucu
Que não demora
Olha que eu vou, vou, vou, vou, que vai se embora Me pega, vou, vou, vou, que vai se embora Vai queimar as caixas, hein? Aê, garoto, filho de marido Hoje ao vivo aqui no Ticaracatcast Prazer em receber você Esse manauara querido Que eu pensei que era do Nordeste, mas ele é manauara O manauara, engraçado, amazonense, né? O filho
né? Amazonense. Amazonense. O homem amado e querido pelo Candiru. Você é nascido em Cádiz. Só quem é de lá sabe o que eu falei. Você é nascido em Piscidade, irmão. Eu sou nascido em Manaus, na capital. Manaus mesmo. É, fui criado no interior lá do Amazon, chamado Caldeirão, que é um interior do Iranduba. Né? Aí... Dos meus oito anos até os dezessete pra dezoito anos, eu fui criado lá no Caldeirão. Aí, eu fui pra capital.
Que é Manaus aí, comecei a cantar em 2020. Aí... Então, desde moleque, você é metido com música, é isso.
Assim, eu antes de cantar, né? Eu tô meio nervoso. É a primeira vez que eu tô nervoso. Pô, tá louco, ela é louco, velho. Por quê, cara? Eu assisto vocês desde que eu era curumizinho, mano. Desde molequinho. Curumizinho? É curumim, é pivetinho. Sim, curumim, curumim. Desde que eu era pivetinho. Nome de indiozinho pequenininho. É o curumim. Desde que eu era pequeno, eu sempre fui fã de vocês. É o bola... Eu pensei que o bola... De rocha bola. Eu pensei que tu era... Gordinho, baixinho. Gordinho, baixinho. Ele tem um... Família, ele tem 1,83m o homem.
Mais, hein? E outro pessoalmente ser mais novo.
pessoalmente você é mais novo. É mesmo? Obrigado, irmão. Pô, obrigado. Eu vejo por aqui assim, aí a nitidez aqui, mas é bem novinho, tu também. É, você achou? E o homem joga vôleo, né? Joga vôleo e bem. E hoje, vamos embora. Eu antes de... Filho do Pizeiro hoje aqui, é maravilhoso a diversificação, né? A diversidade musical do Brasil. E você, você me lembrou um cara que aceitou.
um pouco do seu estilo, jeito de Genival Lacerda, meu querido Marcos Guedes. A estileira é verdade, o chapeuzinho. Não, e o texto, o jeito de cantar, sabe? Não sei se você teve a oportunidade de conhecer Genival Lacerda. Ainda não, mas já ouvi falar bastante. Genival Lacerda é sensacional e você tem um quê de Genival Lacerda, sabe? A estileira. A métrica de cantar, o jeito...
O Genevaldo Lacerda é um ícone dos anos 70, 80. Um dos maiores... Porra. Uh, que foguinha com nheco. Nhe? Da pilha, como é que era? A, a... Seu delegado prendeu... Ele pegou a minha irmã aí. Não, Edu, como é que era aquela música dele que ele botava a mão no umbigo, assim? Aquilo era muito bom.
Severina Chique Chique que montou uma boutique para a vida melhorar é isso aí é o jeito, sabe? então vale a pena você dar um confere porque Severina Chique Chique é meio essa sonoridade né, bola? Severina Severina Chique Chique antigamente chamava isso de Chachado, Chote, eu não sei Chachado, acho que é o Chachado Chachado, né?
estava o chachado e hoje em dia virou piseiro, né? é o piseiro, né? o tal do forró swingado, né? forró swingado é o piseiro é, porque o piseiro é uma vertente mas isso tem em Belém, né? Belém não é outro ritmo Manaus, é outra história Manaus, desculpa, lá não tem outro ritmo Manaus lá é o boi, né? é o boi, não, é boi e aquelas aparelhagens
O boi é o cultural lá. Então, mas é outro ritmo que toca, não é? É, lá é... Lá toca de tudo. Lá é o shot. Lá toca shot lá. Tá. Shot. Tem o famoso Ford Manaus, né? Que ele é mais lentinho, é mais batido. Era o que você fazia lá ou não? Fazia também. Eu sempre cantei de tudo.
do forró ao pagode sertanejo comecei no sertanejo então me conta um pouco da sua história você é um cara de 23 anos, um menino um meninão e com esse sucesso todo explodiu não é Piseiro? mas conta um pouco da sua história, como é que você entrou pra música pra gente entender um pouco aí a tua trajetória eu antes de eu saber que eu era cantor eu contava piada
Tu era do humor. Porque assim, eu sou nascido em Manaus, né? Criado no Amazonas, mas o meu sangue é cearense. Tu sabe que as raízes cearense tem sempre aquele traço do humor, né? Já nasce no sangue, é verdade. Então eu sempre gostei, acompanhava muito o Espanta, Damastor Pitaco, Tiririca. Puta, só o Espanta, cara. O Damastor é maravilhoso. É, só o Sera. Aí eu contava, com cinco anos já contava aquelas piadas, fazia... A gente, todo fim de semana naquela época...
Era muito comum a família se reunir, né? Fim de semana pra...
tomar cachaça, cajuar na carne. Curtir a família. Curtir a família, né? Aí a gente botava assim, como se fosse um palco, né? Um tronco. Eu ficava assim em pé. Aí a galera sentava assim ao redor e eu contava a piada. E você fazia o show? Contava a piada e dava 25 centavos, 10, 50. Ah, você tomava um dinheiro. É. Claro. Você era esperto, pô. Assim, um fim de semana, eu já cheguei a juntar assim de 50 reais na época. É, é mesmo. Em 2007 era dinheiro demais. Porra.
É porque é um truque bom pra quem já sente que é arte, né? É. Quando você é pequeno, você já é parecidinho. Mas você fazia pra tua família também. Eu fazia, exatamente, exatamente isso. Mas você não cobrava. Não cobrava pra passar pra peruca.
Que ia passar peruca. Eu tirava peruca e passava. Aí as primas da minha avó, as amigas da minha avó, cada uma dava 10 reais. Era cruzeiro, barão. Eu ganhava barão. Barão, pô, barão era fugido. Ganhava o barão, barãozinho e tal. E aí, essa grana...
Eu ia pra cantina da escola, porque minha mãe não me dava grana pra cantina da escola. Ô, Dona Nildete, que mão de vaca. Não, eu dava um lanche, eu levava banana, levava lancheira. Levava lancheira, eu não queria muito a lancheira. Eu, na época, eu ajudava em casa, né? Eu pegava, juntava esse dia do fim de semana, dava pra mãe, comprava o rancho, a dispensa da casa. E aí você chegou a pensar no momento, puta, meu futuro vai ser isso? Ou não? Eu era muito criança, né? Muito pequeno, tá? Mas eu gostava muito, até hoje eu contava.
Conta uma boa aí, então, vai, pra gente... Ó, tem... O Matheus Sierra aqui, hein? Aproveitar que é do... Hoje é... De São Jorge. De São Jorge. Eu tenho uma piada muito boa que eu lembrei que... Que vocês falaram... Vem ele, profanagem. Que é do... Não, é... Tô zoando, tô zoando. É tranquilo, é de boa. É piada do Fânio, né? O Fânio era... Ele é a motores de caminhão. Aí ele tava naquele pau de arara. E ele foi fazer uma... Entregar lá o pessoal aqui, vendo aquele caminhão pau de arara. Vem cheio de gente, né? Sim. Aí ele foi descer uma ladeira.
Aí ele, na hora de pisar o freio, aí a galera lá embaixo no festejo do São João, né? Aí, do São João não, do do freio Damião. E ele pisando aqui o freio, ele olhou pro cara aqui do lado, irmãinha, tá sempre o caminhão, ó. Como é que tá sempre o caminhão? Vista, bora, manda a galera pular. Não, vou pular não, que o meu santo é forte. Que santo forte, não é? Pula, tu vai morrer lá embaixo. Não, o meu santo é forte.
Aí, o caminhão ficou sem freio, bateu, saiu bagaçando tudo. O caminhão ficou só uma latinha. O galera que tava atrás pulou, né? Rapaz aí, agarrado no quadro dele. Aqui do santo, né? Aí, o pessoal lá embaixo. Ei, morreu, morreu. Quando sai, ele abre a porta da escotilha, assim, do caminhão, sai lá. Tudo amassado, o caminhão. Ele aqui com o quadro do santo dele. Aí, o cara tava do lado dele. Macho, que santo é esse? Pode me mostrar esse quadro aí que eu vou ser devoto dele agora.
Aí, aqui no Fale, que o meu santo não era fonte. Aí mostrou lá pra ele e foi ver lá. Ele olhou assim. Eu acho que santo é esse? Só tem um cavalo aqui. Aí ele pegou e falou. Isso, Marinho, até o nosso pulou.
Rio Amélia Rio Amélia Então era uma das piadas que eu contava na infância Aí pô, que legal Aí até que uma vizinha nossa lá da frente Lá de casa, ela me levou na igreja Na Petecostal, né Deus e amor, igreja de Deus e amor Deus e amor, sim Aí eu tinha Uma música lá que eu sabia cantar da igreja
E eu sempre cantei muito alto, sabe? Sempre tive uma potência vocal. Uma extensão vocal. E um time muito alto. Mas você cantava ali sentadinho. Não era no palco já. Não, eu tipo... Foi a primeira experiência. Tá. Com a música assim, né? Aí eu sabia aquela música e eu comecei a cantar. E as crianças no coral lá na frente, no púlpito da igreja. E eu sentava lá atrás e eu comecei a cantar. E olharam assim pra mim. Que voz alta.
Meu filho, se você gosta de cantar, eu gosto Vem pro coral Pra fazer parte do coral das crianças, tá bom Aí desde lá, aí eu Aflorou no meu coração a música Aí cantava Perdemos um comediante e ganhamos um músico Tá vendo aí? É uma que dá pra melhorar de vida?
dá, ou se dá né bola, porra aí eu cantava na igreja, aí eu cantava em casa quando os parentes se reuniam aí eu parei mais de cantar piada só pra cantar aí botava um amado batista mas ainda ganhava um dinheirinho
Aí parou, né? Na igreja não ganha dinheiro. Não, mas em casa, cantava em casa. Não, mas a piada lá era só quando juntava os parentes, aí dava moedinhas, negócio, uma notinha. Aí depois eu parei aí e não teve mais moeda, né? Pô, que sacanagem. Aí você ficou na igreja. Aí eu fiquei na igreja, aí comecei a cantar na igreja, aí cantava em casa, aí a gente escutava aqueles chandes, não, aviões de forró, volôs, chandes, aviões, o M3, o M4. Gente boníssima. Demais, demais.
Aí eu escutava aqueles forrós, eu vou gostando do forró. Aí eu escutava Eduardo Costas, escutava Bruno Marrone, Zezé de Camargo. Aí quando era mais novo, tinha um time muito alto, parecia com o Zezé de Camargo. Tu conseguia cantar na mesma nota. Brabo, hein? Brabo, hein? Aí fui crescendo, fui crescendo, fui cantando na escola, fazia as apresentações na escola, em casa. Tu já estudou música ou só cantava? Você não tocava nenhum instrumento? Só talento mesmo, foi só vontade mesmo.
Só vontade. Já nasceu com você já. Foi. Aí, quando tava na escola fazendo as apresentações e tal...
Então sempre fui muito desinibido pra essa área da arte, sabe? Até na escola já fui diretor de teatro também. Ah, que legal. Você foi diretor? É, de teatro. Eu digo assim, coordenador ali. Coordenava a peça. Botava ordem na bagagem. Não fazia acontecer. Falava, vamos fazer uma peça tal, vamos estudar, vamos ensaiar. Eu era diretor e o ator. Entendi. Você foi movimentado. É, eu sempre gostei muito. Então, quando eu terminei os estudos...
Tava perto de terminar os estudos, né? Aí surgiu uma oportunidade de aparecer na TV. Fui cantar uma paródia, mano. Uma paródia na época lá em 2019.
lá onde eu trabalhava, eu trabalhei de tudo nessa vida, né? Eu trabalhava no açougue na época, lá no frigorífico do meu tio. Tá. Aí a rua lá tava muito esburacada, tava feio mesmo, não passava nem jumento de carroça lá, não passava. Feio, feio, feio, feio. Tava feio o negócio. Aí o cara chegou lá, o repórtero fazia reportagem e tal, aí minha avó falou, os parentes falaram, os vizinhos tudo falaram. Quando a reportagem tava indo embora, eu falei... Vem aqui.
foi, rapaz, tem um negócio que vai render um quadro bacana pra vocês, ó. Tem uma paródia pro prefeito tampar os buracos da cidade. Canta um pouquinho pra mim, ó. Eu canto aí. Rapaz, essa paródia é boa. Vamos lançar. Você lembra da letra? Lembro, lembro. Como é que era? E desde que chegou na prefeitura que eu não vejo prefeito.
E os buracos dessa rua Acredito não tem mais jeito Todos os dias Um carro cai Nos buracos dessas ruas Meu Deus, não aguento mais O que será que o prefeito vai fazer? Tô esperando alguma coisa acontecer E já pensou? O prefeito tampou no buraco Dando essas ruas A cidade vai ficar mais limpa e com estruturas E o que é que ele tá esperando? Pra tampar um buraco Demora um ano O tempo
Aí isso aí estourou na época lá, né? Muito bom, muito bom. Aí apareceu na TV. Aí eu falei, cara...
Eu não tenho vergonha, não. Mas tampou a rua, não? Tampou. Com sete dias foi tudo tampado lá. Lá no bairro, lá. Sete dias. Sete dias. É só reclamar. É só reclamar. É só reclamar. Depois que apareceu na TV, deu sete dias certinho. Aqui no Pânico, eu lembro que o Kassab era prefeito, tinha buraco pra caralho. Ele não foi o mau prefeito, não, mas tava com bastante buraco numa época. Aham. A Magoá tá de novo, né? A gente começou a jogar golfe, cara. Ele ficou putaço. Pânico, a gente ia pra rua jogar golfe. Golfe. Os buracos. E aí, ele vai...
Cortava aqui. Vila Sumaré. Aí pá, ia pra outro bairro assim, ó. Aí cortava, a gente já tava aqui, ó. Mas agora também tá uma buraqueira boa, né? Tá, o prefeito atual... Agora tá uma buraqueira boa. Foi releito e esqueceu. Foi releito e esqueceu. Tô com buraco aí, prefeito. Por favor, depois rebeta a roda de carro. Foi releito e esqueceu. Cai de moto. Por causa dos buracos. Eu sei que nessa época aí foi o que aflorou na minha vontade, né? Cara, eu quero viver da música mesmo. Aí você viu que o TV dava certo. Dava certo, aí... Tchau.
Eu terminei os estudos, né? Voltei pro interior, terminei os estudos no ensino médio. E fui pra Manaus e meu tio falou, meu filho, o que você precisa pra trabalhar? Eu falei, tio, eu preciso de um violão, microfone e uma caixa. Foi pronto, me deu mil reais ele. Te deu milzão. Vai comprar. Vai lá. Aí a caixa já tem aqui, essa caixa eu vou te dar. Tá bom. Aí eu comprei o violão, o microfone, pedestal, o cabo. Beleza, aí cheguei aqui, tio, tá aqui o troco.
Aí ele falou, pô, começa a tocar aí. Mas eu não sei tocar violão, não. Você não sabia tocar bosta nenhuma. Aí eu, xiii. Caralho. Como é que tu faz comprar esse negócio de tocar, mano? Puta que pariu. Aí ela falou, a vontade que eu tô quebrar as minhas nas tuas costas de tocar fogo. Não, mas me dá um mês que eu... Eu vou aprender. Me dá um mês que eu aprendo a tocar violão, montar o repertório e tô pronto pra fazer show. Aí ninguém acreditou, né? Rapaz, esse menino acha que a vida é brincadeira, ó.
Não, não, meu filho. Primeiramente, tipo, o cara aprendeu a tocar violão. Bem, é uns seis meses. Estudando todo dia. Pra cantar, tocar, é mais uns seis. Pra fazer um repertório. Demora mais de um ano aí pra tu fazer um repertório. Tu vai me dizer que vai fazer um no mês? Falei, tio. É, então. Eu falei, palavra de homem. Caralho. Me dê 30 dias.
Que dia hoje? O senhor vai ver. 26 de dezembro de 2019. Ah, depois do Natal. Foi. O aniversário da minha avó era no Natal, no dia 25, né? Eu passei a noite todinha cantando, segurando uma escova de cabelo, gente quer microfone, e cantando e o pessoal, rapaz, ei Marcinho, esse menino aí tem vontade de ser cantor mesmo. Tem futuro. Tem futuro. Investe no menino.
Aí ele viu, né? Aí foi lá e investi em mim. Aí beleza. Aí ele falou, rapaz, e agora? Pra não dizer que eu não sei tocar, eu sei tocar cinco músicas. Três músicas a mim e duas dos outros aí, sertanejinho. Pô, tu vai passar a noite toda dia tocando essas cinco músicas, até dá uma dor. Aí eu peguei lá o violão e fiquei tocando as cinco músicas.
Até das 10 horas. Só assim? É, de 6 horas da tarde até 10 da noite. Cinco músicas. Repetindo, repetindo, repetindo as músicas. Mas é assim. Aí. Caralho, irmão. E ele falou, e aí, como é que vai fazer pra aprender? Não, eu vou voltar lá no Caldeirão, eu passo 30 dias lá confinado.
Vou aprender mais. Vou aprender. Aí foi, eu voltei pro Caldeirão, aí peguei o violão. Eu cheguei lá, mas eu só faltava comer aquele violão. Imagina, pô. Eu respirava violão. Aí, como é que eu aprendi? Eu não tinha nem noção que no YouTube tinha aula, na internet tinha... Revisinha. Então eu era muito matutão, sabe?
Tipo assim, negócio de celular não é muito... Sabia de porra nenhuma. Não, não sabia muito nada do negócio de celular, não. Só me chatizar mesmo, essas coisas, besteira. Mas, assim, não tinha noção do que a internet poderia me ajudar, né?
Aí, em uma semana, fui pra aprender a botar as notas no braço. No braço. Na segunda semana, pra aprender de passar de uma pra outra. Na terceira semana, foi tocar e cantar ao mesmo tempo. Que é difícil. E na quarta, foi montar o repertório. Na quarta semana. Com 30 dias, quando foi dia... É 26 de fevereiro, eu liguei pra ele. Tio. 26 de janeiro. Tio. Escuta aí. Tô pronto. Tem 3 horas e 15 de repertório aqui já. Caralho. Aí, quantas músicas? 56.
Porra, puta que pariu, mano. Aí foi tipo assim, como é que eu aprendi a tocar violão? Eu encerrava muita galera. Aí quando ele comprou violão pra mim, eu lembrava que eu memorizei e fazia no braço violão. Caralho, velho. Mas tipo assim, isso aqui meu tava pra explodir isso aqui. Comido, né? Dói muito, né? Aí depois começou a dar a cara e ficou grosso, parecendo. Uma lixa. Sola do pé, né? Sola do pé, do duro. Aí foi, eu comecei no voz e violão, no sertanejo mesmo, né?
cantava, gostava. Mas cantava nos barzinhos. Não, não tinha começado nos barzinhos. Aí ele falou, ó, semana já que tá pronto, puxa. Ah, é verdade. Aí eu puxei duas modas pra ele, pra ele ter certeza. Vai dar uma avaliada. É. O Palminho tá pronto melhor. Semana que vem vai ter lá tal canto, você vai tocar lá na costelada lá dos mineiros. Tá bom. Aí eu fui lá tocar lá.
Rapaz, cheguei lá, tinha muito violeiro, uns cabas antigos mesmo. Rapaz, uns cabas bons. Não faz vergonha não. Eu cheguei lá com a caixa do violão e não tinha nem a bag, nada. Era a caixa, meu. Sim, sim. Era um triângulozão grandão assim, que é onde eu fico com o violão. Aí a minha partitura, onde eu tava o repertório, né, era a própria... Sabe quando você abre uma caixa, não tem a aba dela que dobra assim? Tem. Eu rasguei aquilo lá e fiz com um gi de cera.
Aí, a letra assim, aquela aquela aquela tira assim, de papelão desse tamanho, cheia de música, assim. Cartolina. A ordem das músicas. É, aquele papelãozão assim. Cartolina. É. Aí. Famosa Dalia na televisão. Isso. Aí eu cheguei lá, o cara vem fazer aqui uma participação com nós, toca umas três aí.
Aí toquei, beleza. Aí o violão do cara... O meu é assim, é igual uma cana do braço. Fino aqui e vem grossando aqui. Tá. O do cara era só dessa grossura aqui. Tudo grosso. Você não alcançava. Aí meu dedo curti, aí eu mais desenrolei. Aí na hora de começar o meu show, eu montei lá o som tudinho aqui, o violão.
Quando foi começar, meu amigo, caiu um pau d'água, dele. Puta que... Água, mas foi água, menino. Água, água. Que lá o galpão era, acho que uns 10 metros assim por 8, uns 10 por 10, mais ou menos. Um quadradão grande assim, alto. Encheu d'água. O povo ficou tudo no meio, porque bateu água daqui, de lá, de lá e de cá. Nossa, meu Deus. O equipamento pra molhar, pra gente tirar o som tudo. Puta que... Aí, meu filho, você tem pé frio, não é pra você cantor não, viu? Não, tem besteira não. Puxei a cadeira, tirei o violão da casa. Sentou no meio.
No Gol Gol. Umas três horas aqui, só no violão aqui no Gol Gol aqui, ó. O pessoal tomando cana, tomando cachaça, comendo carne aqui, ó. Violãozão aqui comendo, senta aí e fala, meu filho tá preparado, ó. Eu falei, tio, eu vou lá pra frente do seu açougue lá do frigorífico pra chamar a clientela. Até aparecer alguém querendo que eu faça o show.
Aí eu tocava todo dia, passei mais um mês ali. Cara, que legal, cara. Tocando todo dia. É, tocando ali, acho que quase um mês. Tocando todo dia lá. O vazio de violão chamando a galera.
o sertanejinho, o negócio, aí eu fui descobrindo que dava pra botar o playback, né, que tinha uns forrós, na época era Barão da Pisadinha, que tava no áudio. Barão da Pisadinha, os beats, os beats. Isso, aquele piseirinho, aí tava no áudio, eu falei, cara, vou, que eu gostava também, né, vou começar a botar uns forrózinhos. Aí, foi, eu botei os playback lá, fiz o repertóriozinho, aí fui fazendo, fazia a voz de violão e botava os playback, aí a galera foi vendo, ei, quanto é que tu compra pra fazer o aniversário lá de fulano, ciclano, ou um barzinho, alguma coisa assim. Aí.
Rapaz, sei não Leva lá que eu toco lá, depois a gente desenrola
Ah, assim? É, não sabia, não tinha noção nenhuma. Não tinha valor, né? É, ele queria tocar, ele queria desenvolver, né? Eu não tinha noção nenhuma de quanto cobrar e tal. Caralho, né? Aí a galera às vezes me levava, eu ia pra um sítio, passava assim sexta, sábado e domingo, voltava na segunda pra casa já sem voz, tocando os três dias direto. Caralho, irmão. Aí, ei, deu conta aí? É que o seu coração manda, aí o cara dá 50, o coração pude, hein? Filha da puta, o coração do cara. O cara dá 50 reais, 80. Lazarento.
Mas é assim mesmo, todo mundo tem o começo, né? Começo, é. E foi, foi de boca em boca. O negócio foi subindo, foi evoluindo, né? Aí a galera foi chamando pra aniversário, pra barzinho, pra restaurante. E você tinha nome artístico? Já, sempre comecei com o Filho do Piseiro. Sempre começou. Filho do Piseiro, sempre foi ao seu... No início mesmo, o Voz de Violão, era Everton Silva, o Filho do Piseiro.
Porque se o nome desse certo, eu usava o outro, né? Entendi. Só que assim, eu falei, pra mim... É que Everton é difícil virar. Eu falei, pra mim, Everton Silva, pra mim... Eve Silva, Eve Silva é bom. Eve Silva, mas é mais... Eve, né? É mais fácil. É, remete mais a um nome feminino, né? Eve, né? Eve também pode ser. Não é Eve. Eve, Eve. Mas pode ser também. Aí eu fiquei assim, não. Mas filho do Pizeiro tá louco. Cara, é melhor...
É melhor manter outro nome, botar outro nome. Aí foi quando um contratante meu no final do ano de 2020 falou, cara, tira Everton Silva, filho do Piseiro, deixa só filho do Piseiro. Enquanto for comprar um carro, fazer alguma conta no banco, tu dá teu nome original, bota só artístico mesmo e ficou. Filho do Piseiro. Aí deixei só filho do Piseiro, só filho do Piseiro. Aí em 2021 conheci meu assessor de Manaus. Bem na pandemia?
Depois, né? Foi depois. A pandemia foi em 2020. É que 2021, em janeiro, deu aquela cagada lá em Manaus. Deu, deu. Deu a pandemia de novo. Não, não, deu a... Como é que se diz? A rebarba. Não, tem um nome. Fugiu agora. Rebote.
Bom, enfim, foda-se. Mudou a... A turma. Ele mutou o vírus. Teve uma mutação. Ah, foi. Que foi a Amazônica. Como é que é? A cepa Amazônica? Não é isso, né? Sei lá. É, teve uma... O vírus mudou. Se mutou e mutou em Manaus. Nesse tempo, 2020, foi difícil. Mas na pandemia, você parou de cantar.
Aí eu fui trabalhar no supermercado, de serviço geral, essas coisas. Fui atrás de trabalho de alguma coisa. Você é correria, irmão. Não, eu não tenho BC não. Eu já trabalhei de tudo nessa vida. Aí, botei pra entrar na faculdade, né? Aí, porque eu queria entrar no exército, pra entrar como já... Tendo faculdade, a gente já entra como oficial, né? Faz o curso pra entrar como oficial. Você fez faculdade de quê? Aí eu tava cursando contabilidade e tal.
Mas aí a pandemia veio, o exército não me chamou, aí tive que trancar a faculdade, quase sujo o nome. Não tava fazendo show, tá? É, tudo parado, pô. Tudo parado. Fudou. Aí foi quando começou a surgir os clandestinos, né? Os forró clandestinos. Aí eu ia três horas da manhã sair de casa meia noite assim. Você é bem louco, hein, meu? Por meio de um negócio assim, numa área urbana dentro da cidade. Forró clandestino. Ei, no meio do nada, eu chamava tarumano, no meio do nada assim. Ah, ah.
E os motores de aplicativo, tudo com medo de ser casinha. Puta que... Não é que vai ser meia-noite, assim, pro Tarumã. Tipo assim, o Tarumã. O meio do nada, né? É tipo assim, é um dos bairros mais, assim, cabreiro. Quebrada, quebrada. Não, não é quebrada. É uma zona rural, mas geralmente a galera... Desova os caras. Desova lá. É perigoso. Entendi. Aí eu fazia lá. E você ia amarradão. Eu ia, na hora, com vontade de vencer na vida.
Tá bicho louco. Aí fazia lá os shows lá e foi o que foi mantendo, sabe? Aí em 2021 conheci o Igor Original, que é o assessor de Manaus, me profissionalizou. Aí falou, ó, tu não pode mais estar cobrando assim. Tu tem que ter uma tabela de preço, tem que ter agenda, tudinho. Desorganizadinho. Organizar redes sociais e ele fez tudo. Que legal, cara. Tudo ele me ajudou, até eu sou muito grato a ele.
Tamo junto até hoje. Que bom, pô. Que não foi aquele empresário sacana, né? Não, ele nunca foi empresário. Ele sempre foi assessor. E é melhor amigo, foi praticamente um pai pra mim, sabe? Entendi. Porque o empresário é o cara que chega, investe. Fecha as coisas. Ele foi parceria mesmo, sabe? Então ele me ajudou muito. Então eu sou muito grato a ele.
Por tudo que ele fez, porque a... Qual o nome dele? Igor, Igor Original. Igor Original. E a Fran, que é a mulher dele, que sempre tava dando apoio a ela e ele, sabe? Certo. Um beijo pra você, viu? Não são aqueles dois que cantam com você. Não. Como já aqueles dois que apresentaram o busão.
Naquele é o Claudinei Juliana Eles são bons demais também Meus padrinhos de carreira Eu amo eles demais Claudinei Juliana Eu não tô muito ligado nessa hora Tu já viu o meme ano passado A música estourou ano passado
É tipo uma rádio bandida menos pra sair. É eles. É, entendi. Que é do ombrinho assim, do balanço aqui. O Vucu Vucu que você cantou, você sabe igual passarinho. Igual um pombo assim, que eu não vou atrás dele. É muito bom, cara. É muito bom. Eles são muito bons também. Demais. Inclusive, um beijo pra você, viu? Claudinei Juliano, Espadinho. Claudinei Juliano. São lá de Manaus também. Não, são do Fortaleza.
Ah, porque você foi morar em Fortaleza, né? É, faz três meses que eu moro em Fortaleza. Então, aí vamos lá. Beleza, aí tu fazia os bailinhos de pandemia. Pandemia era pros bairros que matavam a turma. É, aí acabou a pandemia, aí profissionalizei. Aí foi acontecendo as coisas, a rede social foi subindo, foi subindo, foi subindo. Aí em 2025, ano passado, tive o meu primeiro...
o... como é que chama? O boom, né? O boss, né? O impulsionamento, né? Aí o vídeo meu viralizou, eu pintado assim, o Gustavo Lima eu fiz fazendo cosplay do Gustavo Lima só que já tava tudo derretido já, que era o final do show, e eu cantando o cenário de amor e eu todo suado Tem isso em algum lugar? Tem, tem no TikTok, tem no Instagram Pensa pro vídeo do TikTok, por favor Isso deve ser maravilhoso Ele pintado em Gustavo Lima É, só que já tava tudo derretido já O vídeo que viralizou já tava todo derretido O interessante.
Ele saiu de baixo de um carrinho mecânico que foi cantar, foi... Chegou caivão na cara dele. Que merda, bicho. No mais cê... A Zé da manga e chama swing a forte caçador. Então, cada detalhe do vídeo, a galera foi comentando, foi viralizando. Pronto, bateu...
Tá com 20 milhões, eu acho, hoje. Meu Deus. Caralho. Na época bateu 18. Puta merda. Aí viralizou. Fui no programa do Silvio Santos com a Patrícia Bravanel. Eu rodei uns programas nacionais. Aí a rede social subiu. Aí eu fiquei com 200 e... Quando o vídeo estourou, tava com 14 mil seguidores. Foi pra 250.
É, viralizou, né? E a galera, pô, quer ouvir essa onda aí. Aí, quando foi do meio pro final do ano, foi viralizando mais os vídeos. Foi quando no final do ano, o Wilker, né? Dos vídeos musicais, que é um dos meus sócios hoje. Ele me apresentou ao Vaguinho da Elite Music, né? Que ele me apresentou pra falar, cara, tu precisa só dar uma oportunidade porque tu é nível Brasil.
O Brasil tá precisando de uma alegria dessa. E vou entender, isso tudo você tava lá em Manaus. Tava em Manaus ainda. Tá. Isso ano passado. Aí ele mandou mensagem pra mim. Aí, ó, tu precisa de um cara e eu tenho o cara que vai te ajudar. Um cara que é família e tal, vai te ajudar, vai fazer tudo por você. E tá com muita vontade de estourar um artista. Então você é o cara que ele precisa e ele é o cara que você precisa.
Fui pra Fortaleza, cheguei lá, conheci a Elite Mios, conheci toda a equipe, me apaixonei por todo mundo, que não é só o profissional ali, no pessoal eles me ajudam muito, sabe? Que legal, cara. Porque assim, quando você tá longe da sua família, você sente saudade, ainda mais eu. Eu sou pai de uma menina. Ah, você é pai? Que legal, cara. Eu ia fazer quatro anos esse ano. Porra, que foi pai novo, hein, moleque? Fui com 19, já plantou a mandioca a CB. Aí sim, velho. Minha irmã CB. Não treinou, jogou, aí pronto.
Eu quis fazer, né? Acaba quando é do interior, ele só pensa uma coisa. É casar, fazer o menino. É. Viver ali a vida dele. Vida de família. É. Mas você é casado com a menina? Não, não. Não, faz dois anos. Tá. Faz dois e meio. Aí...
Aí, cara, você sabe, quando você tá longe de seus filhos, a saudade vem. Pra caralho. Longe da mãe, do pai. Aí, eles me ajudam muito com isso. Porque eu me sinto numa família, sabe? Eu não me sinto num trabalho, não me sinto de ato, não é emprego. Não, ali é uma família. Eu faço o que eu gosto. Eu tô sempre de férias, porque eu nunca tô trabalhando. É. Quem trabalha com quem gosta, tá sempre de férias. É verdade. Isso foi maravilhoso pra mim. Foi uma família que me ajudou muito ali. E...
O trabalho impecável. O vídeo que o Bola falou tá aí. Cadê o vídeo, Zaque? Aí, ó. Esse aí, né? É esse. Olha a barba, tudo. Parece um mecânico mesmo. É. Eu que desenhei tudo. Isso aí, com lápis de olho. Isso é na casa de alguém. Aniversário.
Olha a cara, parece um mecânico mesmo, irmão. Todo suado. E o microfone derretido. Caralho, é mesmo, olha lá. E os nigos só linguiçam. Ah, galera só. E o rala coxa lá, velho.
Música é boa quando a gente não entende.
que loucura, cara que maneiro, né e aí, cara, você vê, isso faz quanto tempo? isso aí foi final de 2024 gostamos em 2025 um ano e meio, o cara fazendo show dentro da casa das pessoas viralizou, viralizou em janeiro então, a gente hoje em dia, quem vê, fala o cara veio cantar aqui em casa aí você vê, né, que legal a velocidade que a internet propicia pros artistas porque antigamente aceitou
Você tinha que torcer pra ter um cara aqui do Rio, de São Paulo, ou de própria Fortaleza, que falasse, não, vamos gravar um disco, nós vamos contratar esse artista pra gravadora. Gravadora, é. Era todo um processo, né? Hoje não, cara. Você fez aqui, já se armou ali. Já solta na internet. Em um ano você já tá voando, de repente. É verdade. O destino, às vezes, né? Sorri. É verdade. É verdade.
Quando Deus também bota a mão, não tem erro, né, cara? Enfim, aí... Deus abençoa a verdade. Por que você tomou a decisão... Há quanto tempo você tá? Três meses em Fortaleza, é isso? Três meses. Por que você tomou a decisão de ir morar em Fortaleza? Vencer na vida, né? Vencer na vida, né? Todo mundo que você conhece tá lá. É, é porque assim, o berço do forró é em Fortaleza, né? Quero não. A logística é melhor. Os contratantes é bem melhor, a logística é de lá. Em Manaus, quando estourou desse vídeo aí, recebi muita proposta pra fazer show.
São Paulo, Nordeste, no Rio. Mas quando a galera descobria de onde eu era, aí dava pra trás. Ah, logística é muito cara. Passagem é cara. Porque o teu show nessa época era você e quantas pessoas? Era só eu e um road. Aí.
A passagem era mais cara que o cachê. O que quebrava era passagem, pô, lógico. Aí eu já falei, não, mas faço de graça. Só que é só pra fazer uma mídia fora do... Paga a passagem que eu vou de graça. Só pra fazer a mídia fora, sabe? Caralho, irmão. Que que nem não, quando um artista sai da sua terra e faz uma mídia fora e depois volta, já vem melhor. O nome fica melhor, entendeu? Vamos dizer assim, fica com mais moral. E o Everson já tá fazendo, só lá pra cima.
Paulo. É, entendeu? Mas as suas músicas, quando estouraram, estavam em Manaus. Estavam em Manaus. O meu pai, Pagamil. Não, isso aí já foi em Fortaleza. Tudo em Fortaleza. Assim que eu cheguei em Fortaleza... Então é isso que eu quero saber. Quem te levou pra Fortaleza? Foi ouvir o vídeo de musicais e o Elite Místico, o Vaguinho.
Ele olhou pra você e falou, esse cara tem talento. Ele falou bem assim, ó. Só que foi o seguinte. Não é ruim morar em Fortaleza, né? Eu fui sem... Eu fui sem proposta nenhuma. Eu só fui com a vontade mesmo. Ele falou, ó. Eu não vou te prometer nada. Não vou dizer que daqui dois meses tu vai ser um safadão. Um chão de aveia, não. Mas é o que eu posso fazer pra você. A gente vai gravar um EP. Sete músicas inéditas. Né?
E vamos trabalhar essa música. Se viralizar uma música, você... Mas te deram casa, te deram tudo. Eu falei, eles falaram, quer um apartamento? Não. Quanto mais eu estar dentro da empresa, melhor. Eu estou morando na produtora mesmo. Na gravadora, na produtora. É bom! Eu falei, não, dá só um quartinho aí, uma rede, uma cama, eu fico aqui mesmo. Que do caralho, irmão. Você é muito louco, cara. Aí ele deu o quarto lá, aí eu...
Aí eu já, já depois que as músicas vou, é... Peraí que o TDAH bateu. Não, vamos lá. Aí você, vou tentar te ajudar. Há três meses você tomou a decisão junto com o pessoal de Fortaleza. Vou pra Fortaleza. Eu vou dormir aí, não me simpote comigo. Vou morar na produtora porque eu acredito que o trabalho venha a crescer. Com uma semana a gente ir lá, a música realizou. Qual música é essa? Raparigas.
Uma rapariga é bom, três raparigas é bom demais Mas tá, essa composição é sua, de alguém? Como é que é? Assim, a produtora, ela é responsável Por trazer música dos compositores E mostrar pro artista E eles acreditam muito na música E se eu acreditar também, a gente faz
Mas cara, a gente acredita muito que essa toalhinha Porque tá o cantor de resenha, tá o cantor que faz as brincadeiras Não tem um cantor pra cantar Não, do caralho, perfeito Não tem mesmo Então tem o cara já divertido Que a galera já sabe que não é só musicalidade É um humor junto Então, acho que fica legal pra ter Eu escutei esse cara Essa foi a primeira Foi, isso aqui a galera vai gostar
Até então a gente tava querendo acreditar mais em outra música. Que era a que a gente tava trabalhando mais, que era Vaqueiro Gay, né? O Vaqueiro Gay, o Vaqueiro Gay... Quer soltar a batida aí? Solta a batida aí, Isaac. Essa tem não, né? Tem, o Vaqueiro Gay não tem. O cavalo que liga a lupa é diferente que eu sei. Aí a gente trabalhou muito ela, só que ela...
Foi subindo, mas a que disparou mesmo foi a da parede. Ah, imagina. Foi quando eu cheguei em Fortaleza. Uhum. E a gente falou, bora fazer aqui um meme com essa música aqui. Uhum. Aí deu certo. Primeiro dia, 5 milhão. Aí depois... Caralho. Foi subindo o vídeo. Aí a galera foi usando o áudio, né? Que eu faço esse negócio... Na música. Eu achei que isso era efeito, cara. Não, aí ó... Depois que eu vim ele fazendo, achei que era efeito. Porra, mano. Aí foi viralizando. Aí...
No dia 22 de janeiro, se não me engano, foi dia 20, eu fui cantar com o Claudinei Juliana. Tá. Lá na cidade, lá do Ceará. Eles convidaram você. Eu fui pra cantar, fazer o pré-show. Tá. Né?
A gente pagou pra fazer esse show. Olha aí, ó. Entendeu? Não. Isso é uma oportunidade. Só dá a grade pra gente fazer o pré-show que a gente paga tudo. O translado, o bando é com a gente. Você merece. Puta que legal, cara. A gente foi, fez o show. A galera gostou muito do pré-show. Aí entrou o Claudinei Juliana. Quando entrou, eles me chamaram pra cantar. Cantar o quê? Aquele repertório do meu pai, paga a minha. Do Vucu Vucu. Que eu mudei mudei, tá?
Aí pronto, já tinha uma música da rapariga que tava explodida. Isso regaçou de um jeito que... Aí tava explodida a da rapariga, a da Laurena. Aí em sequência explode a do meu papai pra faculdade. Mas foi num nível meteórico assim, que foi num... Tem a batida aí da meu pai pra faculdade? Minha playlist, foi que eu não tô mentindo. Ó o bola.
Olha aí, ó. Ai, filho do Piseiro, é. É. Meu pai, como é que é meu pai? Paga a faculdade aí. Vambora, solta a batida aí, compadre. Isso é bom demais. Aí, ó. Eu ligo assim, ó. Diretamente do Ticaraca Ticete. Aí. Vai, Piseiro. Meu! Não quero ser doutor, não nasci pra estudar. Eu sou formado no meio da putaria, no posto de gasolina, saio para parriar. O meu, meu pai...
Eu sou formado no meio da putaria No posto de gasolina e saí pra parria Saí de madrugada, tomaram uma gelada Eu sou um anarrumado no meio da mulherada Sou um pleboia reta Aqui tá muito bom, bom, bom, bom Carro turbinado
É muito bom, cara.
mulher e cachaça todo dia. É muito bom, velho. Olha, você canta a realidade do povo brasileiro. Meu pai paga a faculdade pro vagabundo ainda ficar no posto. Que maravilhoso, isso é muito bom, cara. É simplesmente uma crônica. Isso regaçou de um jeito, irmão. Foi. Porque isso regaçou muito, cara. É boa essa música aí. É boa pra caralho, meu. E tocou em todo o Brasil. E essa música, ela já tem mais de 20 anos, essa música.
Tem mais de 20 anos. Tocar em todos os repertórios de Manaus. É mesmo? Manaus ela já era muito conhecida. Que é do nosso amigo. Pô, achei que era nova, caralho. De quem é essa música? Luciano Quicão. É, que é o compositor, amigo nosso, parceiro nosso. Eu gosto da métrica dela. É muito bom. A melodia.
O Genival Lacerda cantava assim, você falou? Cara Na métrica, né? Não tem o Genival Tem o, acho um Genival Lacerda aí Ou no TikTok Genival Lacerda, cara, é maravilhoso Na métrica
É, o... A dancinha dele. É, ele já sabe com a mão no umbigo e fazendo assim. E a roupa dele, né, Bora? O chapéu. Sempre o mesmo... Aquele lenço. Memo, memo, memo. Ele tinha um lenço aqui, ó. O mesmo estilo. Ele tinha uma... Toda uma... Uma...
Mas eu acho que o Genival, se não me falo a memória, era Mato Grossense? Ah, não sei, Cadê. Eu vou tentar. Melhor pesquisar. Ele não era nordês. Eu acredito. Eu posso estar completamente equivocado. Melhor dar uma pesquisada. Mas era Genival Lacerda. Use a Adapta, por favor. Vamos a Adapta aqui. Genival Lacerda era muito... E ele ia no Bolinha, Chacrinha. Não, era fudido. Ia na televisão. Era um... Olha ele aí.
Ele era Paraíba, Campina Grande. Campina Grande. Ah, Genevala. E morreu em Recife. Porra, aos 89 anos. Ritmo Forró. Tio Casca, hein? Tio Casca. Radim de Pilha. Né? Sempre teve... Mato, véio. Mato, véio. Mato, véio. Mato, véio. Caldinho de Mocotó. É muito legal. Se achar Isaac, relembrar que ele tinha um chapéu. Ele era um figuraça, véi. Era característico dele, véi.
Ah, tá. Agora ele vivia no programa do Chacrinha. Alô, Dona Maria. Ele era um estileira, né, velho? Ele era sensacional. Ele tá louco. As dancinhas dele, porra, tá maluco, cara. Agora, o ritmo dele, bola...
Seus principais sucessos Radinipir, sua carreira começou na região do Nordeste Gravou 70, quantos discos ele gravou? 70 discos, cara É disco que só perde É música da de pau, né? Não sabia que era tudo isso, não 70 discos, cara Eu não conheço a Severina Chique Chique Que montou uma boutique para a vida melhorar Era muito, muito Ele morreu em 2020, né?
2021. Morreu em 2021. Porra, ele morreu em 2021. 89, não foi? 89 anos? É por aí. É. Olha ele aí. 89. Aí, ó. Figuraça. Alô. Alô. Aí. Tá vendo, ó? Ele era uma figuraça. Esse cara era demais.
Ah. Shotzinha pancada. Aí, ó. Aí, ó. É. É mesmo? Muito bom. Deixa mais um pouquinho. Só pra ver se é embolada dele aí. Vai, acabou aí. Pode soltar, Isaac. Não tem...
Não tem o Severina Chiquichique? Deu pau aí, Isaac? Severina Chiquichique tem, Isaac? O Isaac não responde. Eu tô escutando ele. Tá meio baixinho. Oi, Isaac, agora vê se eu ouço você. Agora eu tô ouvindo. Ah, boa, tá pegando. Mas a pegada dele... A pegada dele é muito atual. É louco, né? Porque ele não tem como referência o Genival, né? Não tem. É louco, né? É meio automático, né?
O negócio dele mesmo. É doido isso. Natural dele. É doido, é doido. Que loucura, cara. As minhas referências já são mais da atualidade, né? É, então. No caso, o Claudinei Juliano, que você conhece. Sim. Zé Cantor, Forra de Qualidade, Júnior Viana, entendeu? O Toca do Vale. Já é uma, assim, uma linha já mais...
Recente, mais do que o Genival Lacerda, né? Tá, é. Isso aqui é meio forró pé de serra, né? É, pé de serrazão. Eu adoro, e é meio... Canta meio a embolada, né? Embolada. É meio embolada, né? A embolada é... Olha esse, carioca. Que vem do coco, né? Olha as camisas que ele usava. Vai. Alô. A mãozinha no umbigo. É, maravilhoso. Alô. Olha as camisas dele.
Ele tá de olho Na boutique Ele tá de olho Na boutique dela Mas o jeito, né? É a métrica da música Ó
Não é pra terra, só tem velho também. Tá aqui, ó, pariu. Pô, 75, Carioca. É. Eu tinha, nem nascido era. Caralho, meu. Nem nascido era. 51 anos atrás. Que loucura, cara. Foda, né? Pô, me casa demais. Porra, meu. Você vê. E é um cara que, porra, quando eu era molequinho... O que você falou é legal, porque não era referência pra ele.
Mas o jeito de cantar, a forma e a humor, né? O Genival também era uma coisa de... Pra época, já, ele tá de olho na boutique dela. É, já é música em duplo sentido, né? Já era, é. É de envolver também, tem muito dessa... Vamos chamar aquele outro casal, uma música engraçada também, bom pra caralho. Sandro? Sandro Becker. É, mas aí é formalícia. Formalícia. É, é que teve uma época, assim... Não, braba. Auge pra mim. Você conhece Sandro Becker?
Vê se acha alguma coisa, Isaac. Tá me chamando Julieta tá. Tem que trazer ele aqui. Ele cantou. Te comia na sala Te comia no chão Ele é muito bom. Forró malícia, né, cara? Eu sou completamente apaixonado por esse forró.
Sim, de duplo sentido. Sim. É igual aquela música do Tupi, né? É do Tenjoar. Mas é a música nova dele. É, a música nova. E tá explodindo agora nas mídias. Tá explodindo, graças a Deus. A gente fazia um quadro no Pânico que, cara, tem várias ondas ali. Tem várias. Da Bru.
chamava-se Severino e Cavalcante. A gente fazia. Ah, sim, eu lembro. Tem ali. Chapéu gigante. Chapéu gigante. Tem arroz. Arrozcadela. Arrozcadela. Tinha... Vou almoçar com ozinho. Champunheta. Só vou comer cozinho. Só amo sucozinho. Só jantar com...
Só come cozinha o caralho. A gente ficava eu e o Edu a tarde inteira pensando em merda. Pensando em merda, né? Da Bru, uma mina que a gente adorava. A Bru. É, porque ela pintou o cabelo. Ou Bru, você tá lourinha, ou Bru, você tá cheirosa. Esse é maravilhoso, cara. Cara, tem... Isso é muito bom. É, deixa eu contar aqui na escola, eu cantava essas aí. Olha ele aí, ó. O Sandro Becker. Esse é o Sandro Becker, ó. Sandro Becker, pô. Isso é maravilhoso.
Me chamando, Juli. Eita, tá. Tá me chamando. Maria Preta escreveu na tabuleta Quem tiver dinheiro come Quem não tem, toca a bandeira Ele era maravilhoso. É ainda, né? Eu vinha no caminho Encontrei um urubu Fizei no raboteiro Ele mandou tomar cuidado E o Genival tá lá, você viu, né? O Genival tá lá. O Genival tá lá. É. É. Atrás daquele morro Moram dois caras batidas Um é filho do Zé E o outro E o outro
Maravilhoso Muito bom, cara Sandro Becker, bora no Rio Grande do Norte Um abraço ao meu querido O Instagram dele é Sandro Becker Forrozeiro Tem um restaurante Tem que trazer ele aqui, então Ele mora no Rio Grande do Norte Tinha a Clemilda A Clemilda do seu delegado
Seu delegado, ele pegou a minha mãe. Cremilda era maravilhosa. Então assim, porra, cultura brasileira assim, e é legal ver essa renovação pra esse cara como você. Legal pra caralho, legal pra caralho. Manter esse astral, esse humor do que o forró traz com diversão, com piada, isso é muito top. E tem umas partes que vocês cantam que não dá pra entender mesmo. É, que é o que eu... ...
Aí você falou, que porra é essa? Não tô entendendo não. Tá tendo um derrame, rir na língua. Eu chorava de rir, velho. Mas depois se você achar Severino e Cavalcante um pedacinho, põe aí pra ele ver. Eu cantava essas músicas que tu fazia no Pânico? É. Cantava na escola. Cantava? Sabe, o pessoal tá aqui na escola tá sentadinho, você tá cheirando, a gente fazia. Arroz Cadela pra... Arroz Cadela é o melhor. A marca de Arroz Cadela. Só como Arroz Cadela.
Você sabe que eu fiz com o maestro lá da banda que assim, a métrica era uma só. Eu só tinha uma música e a gente só tinha uma. A métrica era uma só. Eu desenhei pro cara. Um cachorro trezentas letras. Eu pedi o cachorro que se chama e vai para só tinha aquilo.
Só tinha aquela... Eu tenho um lá... Só tinha isso. Daí puxavam umas 300 músicas. Aí só jogava aí, ó. É isso aí.
Eu tenho uma amiga e o nome dela é Mamá Comprei carro pra ela pra ensinar ela a adiar No meio da estrada ela deu 180 e eu fiquei desesperado E comecei a reclamar, eu reclamei
Mama devagar, mama devagar Se você for de presa eu posso até me machucar Mama devagar, mama devagar O porteiro tão alto eu tô com medo de quebrar Mama devagar, mama devagar Só chamou má, velho
Aí, ó, tá bom. E é o tamanho do chapéu, velho. É. A ideia era pra sair e voltar de break, né? Era isso. Aí eu falei, pô, vamos homenagear esses caras do forró Malícia? Sim. E tinha um político na época chamado Severino Cavalcante. É. Aí a gente fez Severino e Cavalcante. Aí a gente tirou sarro.
E porra, sei lá, fizemos umas 30 dessa brincadeira aí. Época de ouro da TV aí, viu? É, mas isso aí, cara, saiba que isso é pra homenagear e não deixar na época trazer pra molecada essa coisa, essa onda aí, entendeu? Exatamente. É o que você tá fazendo, irmão. Exatamente.
Conhecendo, tirando um sarro, brincando, mas é um negócio bacana, entendeu? É porque o que você faz é música pra curtir, né, velho? Sim, pra curtir. Pra tomar uma, pra rirar, pra ser feliz, né, meu? É bom pra caralho, velho. Essa é a tua pegada. É, até porque é algo muito interessante isso aí. Sempre falo que o meu nome, filho do piseiro, ele não é só o filho do ritmo. O piseiro, principalmente no norte, o piseiro ele remete a tudo. O piseiro é a diversão, é a bagaceira, é a festa, é a balada. É a cachaça. É a cachaça.
Tu vai pro Piseira ali, me acabar no Piseira. Entendeu? Chega lá, não tá nem tocando Piseira, tá tocando outro ritmo. E vira um puta monte de meme, cara. É legal pra aquelas pessoas dormindo. Eu tentando dormir. Aí é, vou com você embora. Puta, é bom demais aquilo, cara. Isso é maravilhoso, então. O filho do Piseira, ele é filho da alegria. Então, eu vou cantar coisa triste? Não vou. Não vai, exatamente. Pra fazer a galera achar graça, rir mesmo, dar risada. Mas isso aí que você falou, o meu pai é de quem?
A letra. É do Luciano que calma. Aí depois, o primeiro foi uma rapariga é bom, a primeira que estourou. Isso, o primeiro foi a rapariga e depois foi a do... E o Vucu Vucu? O Vucu Vucu já vem em sequência.
De quem que é o Vucu Vucu? Ah, o Vucu Vucu é mais antigo que a Vavô, eu acho. Caralho, é mesmo? É antiga. É antiga. Pô, eu tô achando que é tudo coisa nova, velho. Não, essas músicas, assim, principalmente forró, a maioria é bem antiga, sabe? Tipo assim, 20 anos, 30 anos. Caralho. Só que antigamente, porque o forró, ele pega muita música também do sertanejo e passa pro forró. Tá. Entendeu? Tem música tipo aquela que eu canto.
Eita mulher chorando e diz o que? Chora mais que massa. Era o sertanejo. Né? Se não me engano é... É... É uma dupla aí que eu sempre tava fazendo também numa voz de violão. Eu não lembro de quem quer, mas é sertanejo. É, mas é sertanejo, sabe? Ele sempre cantava uma musiquinha assim. Então o forró, ele tem muito disso também, sabe? De puxar do sertanejo, de outras... De outros ritmos pra puxar no forró.
Então, o Fito Pizeiro, ele... Eu vou por essa linha das músicas alegres, das músicas animadas, justamente porque eu sou um cara... Ó, eu tô aqui, a bunda não para aqui, mexendo todo o tempo. Verdade mesmo. Entendeu? Sou muito inquieto. Então, eu transmito isso na música. Nos shows, quando eu tô fazendo, a galera fala, rapaz, ele não para, não cansa, é um minuto. Não, você vê ser suado pra caralho. É, eu falei a sua. E a cada dancinha que você dá uns pulos e bate no peito. É. Puta, ele dá uns puta pulos, uma dancinha louca. Mas é maravilhoso. Maravilhoso.
é isso, teu trabalho é esse você tá alegrando o Brasil, bicho, puta coisa legal eu vejo muita galera falando rapaz, o Brasil tava precisando uma diversão dessa é resenha que é só merda uma das coisas que eu mais gosto é receber eu sempre tô ali online, né, vendo o direct a galera mandando pô cara, eu tava numa depressão aqui, tanto tempo e teus vídeos tá fazendo eu rir e tal, tô tendo agora
perdi a vontade de me matar sabe essas coisas assim pesadas então é muito bom saber que uma brincadeira dessa que eu faço transmitir essa minha alegria tá transmitindo pra galera você se sente contagiada com isso aí isso é muito gostoso porra
E tu pensa fazer um baladão também? Uma música, às vezes, você vem aqui e de repente fazer um baladão. Por exemplo... Pra galera se beijar, né, meu? Se garoto, fazer uma... Por exemplo, agora em São Paulo. Arremate, arremate, bora. Em São Paulo agora, a gente vai fazer show agora dia 25. Opa, agora? É. Aonde? Depois da manhã. É, São Paulo. É, sábado. Sábado, você vai fazer show onde? São Paulo vai ser aonde? Aí em São Paulo vai ser no Arena Mais.
Onde é a Arena Mais? Zona Leste. Zona Leste? Não conheço. Arena Mais. Aí a gente... Hã?
Arena Sertanejo. Eu não conheço. Não conheço também. Aí lá a gente vai fazer as baladinhas. Eu vou vir aqui pra você. Aí você vai fazer... Vai fazer as baladinhas. Você tem baladinha também? Você faz baladinha? As baladinhas, os eletrônicoszinhos na nossa pegada. Legal, legal. Pra fazer a galera se beijar, dançar. Aí você faz São Paulo? Vou fazer São Paulo. Esse fim de semana é São Paulo. No fim de semana que vem vai ter Rio. Rio de Janeiro. Espaço Rau, dia 30. E dia 1º, CTN. Ô, CTN, pô. Aniversário do CTN, ó.
Pô, CTN é legal, CTN eu vou, hein, meu? Eu vou estar em... Centro de Tradições Nordestinas. Lá é muito bom, cara. Que dia que é? Dia 1º de maio, Bó, dia do trabalho. Feriado, você vai estar por aqui? Acho que vou. Aí, ó, CTN, boletar. Dia 2 na Expo Bragança. Expo Bragança.
Aí, garoto, é isso aí, meu irmão. É o rodeio de Bragança. Vai bola, vai lá no CTN e comeu. Porra, lá é uma delícia. Eu fui ver o Zezo, o Lone Silisário e o Raíssar Rodada. Aí, pancada ali. Puta, show legal, velho. Não é? Pancada ali, velho. Eu tive a oportunidade de ver no São João de Campina Grande. Muito legal.
Que show legal. Bom, né? Os caras... Os arrebentos. São muito bons. Os arrebentos. Puta músico, cara. Os caras são bons. Você conheceu? Já os conheceu ou não? Ou ainda não teve oportunidade? O Zezo, pessoalmente ainda não. Pessoalmente ainda não? Não. O Zezo é maravilhoso, cara. Mas a gente já se fala pelo Instagram. Ah, já se fala. Ah, gente fina ali. O Raí. Dez anos ali. O Raí. O Raí é maravilhoso. O Raí é de casa. O Raí é família. Eles são sensacionais, cara.
E é legal, porque eles rodam um circuito assim que... O Nordeste inteiro, né? É um outro Brasil, assim, né? É outra pegada. Só você estando lá pra você falar, puta merda, como é que eu nunca tinha visto isso, cara? E o povão, assim, cantando as músicas. Eu fui no CTV, eu vi esse aqui no palco. Puta, foi muito legal. Conheci um tal de Évrio, não sei o que... Lavinho? Évrio Lavini? É tipo um Évrio Lavinho. É gringa, meu. Não, não, é meio um nome assim.
Adilavine, alguma coisa assim. V de Lavine? Alvinivine? Não. Esqueci o nome. O chat vai me ajudar. Quem é do Nordeste sabe do que eu tô falando. O cara chama Evrolavine. É meio Evrolavine. Evrolavine, sei lá o nome do cara. Bum pra caralho.
Ah, eu esqueci o nome. O chat deve saber. O chat vai me ajudar. O chat sabe tudo. Ele é bom demais, esse cara. Eu falei, caralho. Mas que estileira. É, fósão, piseiro. Fósão, tá. E o cara, ele é meio fortão assim. É o Avni, é o Avni. Avni o quê? Avni Vini. Avni Vini, é isso aí. Não é, viu, Avni? É, mas pra mim eu memorizei. É parecido, né? É, Avni, como é que é?
Avni Vini. Porra, o cara no palco, eu falei, caralho, eu vendo no São João de Campina Grande, o cara não parava no palco não, velho. Puta gás. Eu falei, mano, como é que esse cara aguenta? É, o cara tem que ter um... Avni Vini. Avni Vini. É o sismico Avni Vini, caralho. Avni Vini. Avni Vini. Avni Vini, é isso? É isso. Desculpa, Avni. Você é muito bom. Ele é muito bom. Avni Vini. Tem gente que fala que eu tenho três pulmões.
Eu acho que tem Não para Canta Esse cara aqui, bola A Vini Vini, esse cara é brabo É forró também Você vai curtir É que ele é mais Ele é mais zoeiro Não sei se tu lembra aquela música
Lato de coração, cachorro lá de coração É ele, bola, tá ligado essa música? Ah, ele, boa Eu não sabia, é dele essa? É dele Eu vi uns carabão também, o fulô de Mandacaru
Ah, e já da antiga, é. É, pô, os caras bão, velho. Bão, bão. Porra, meu. Puta merda. Tem umas coisas boas que a gente acaba não conhecendo, né? Aí aparece no Instagram, você fala, cara, aí você vai ver o negócio de 20 anos atrás. É, é. Igual as músicas, vocês pensaram que era de agora, né? Eu pensei que era tudo de agora. Ah, é? Eu tô achando que as músicas dele é tudo de agora, caralho. Ah, as músicas novas, é, Raparigas, que é nova. E, na verdade, tem três anos, a música Raparigas, ela...
Os compositores fizeram ela três anos atrás. Tá. E foram vender pros cantores. Na época ninguém quis comprar. Aí o vaguinho dele tinha visto e falou, não, essa música eu vou achar um cantor pra ela. Quanto é que a liberação dela é tanta, ele pagou. Só que aí tem um prazo, né? Se você não pagou e não usou, o cara tem o direito de vender pra outra pessoa. Tá, entendi. Aí pagou de novo. Pagou não sei quantas vezes aí pra ficar com a música. Aí quando foi...
Vem o Você Praia. Ano passado me achou. É você mesmo, irmão. Eita, a música é pra tu. Puta, arrebentou, cara. E é tudo nessa linha. Ah, das raparigas. Aí tem a das quenga. Quenga, as quenga, as quenga. Leva meu dinheiro, mas também leva os problemas.
Leva o dinheiro, leva os problemas. A nova dele é boa, cara. Qual que é? É a Tupi. É. Tem a batida aí? Tem, bora fazer? Bora. Queremos isso. É bom. Você conhece. Conheço a piada. É boa, é boa. A piada você conhece. Mas a música não. É uma piada antiga, né, cara? É, então. É. Vai, vai. Chama. Alô, Brasil! Cadê os caminhoneiros da minha cidade? Tô precisando de um de qualidade, menino.
O papai tem uma madeireira
Tá precisando contratar um caminhonete De confiança pra levar nossa madeira De qualidade por esse Brasil inteiro Atualmente ele só tem duas rotas Você decide aonde você quer levar Você quer levar madeira até em Tupi Você quer levar madeira até em Juá Você decide aonde você quer ir Você quer levar até em Tupi Ou quer levar até em Juá
Você quer levar madeira até entupir? Você quer levar madeira até enjoar? É muito louco, cara. Você decide aonde você cair. Você quer levar até entupir ou quer levar até enjoar? Você quer levar madeira até entupir?
Tupi, tá enjoando? Desci, ala, você quer ir, você quer levar até em Tupi, eu quero levar até em Juá. Pai, quando eu sou diferenciado, eu levo a primeira casa em Tupi, volto até em Juá, voltando pra casa, volto até em Tala. Ai, Felipe.
É bom pra caralho, bicho. Você imagina você num show tomando uma, você fica muito louco. É, a ideia é essa. É uma diversão do caralho. É, isso aí. Coisa boa, bicho. Coisa de madeiras. Nome de madeira, Jatobar. Jatobar. Peroba. Jabotar, jabotar. Jabotar. Massarandumba. O pau mais duro que tem, Massarandumba.
vai ter que mandar o pomador aqui o pomador o pomador o pomador tu vai ver é que a macra vai levar até tubi ou levar até joar começa a escrever merda que é do caralho hein que coisa boa hein o pau que é o pau pau brasil vamos rodar o Brasil com pau brasil pode levar até tubi ou levar até enjuar tu vai levar minha maçaranduba até enjuar
Ou até tupi. Ou até tupi. É. E tem que tomar cuidado que a madeira pode estar pôde porque o pica-pau... Não, não, não. O pica-pau é perigosíssimo. Tem que ficar pensando... É a memória. E se você não usar o pau direito, os gaios vão aparecer.
Tem uma infinidade de merdas. E agora você não deve parar, né? Vamos começar. Estamos chegando em julho. Direto, graças a Deus. Não, São João você vai... Você vai arrebentar de show, cara. Você já vai estar em Campina Grande ou Caruaru? Campina Grande e Petrolina. Petrolina. Caralho. Juazeiro. Juazeiro. A gente só não conseguiu de Caruaru porque já estavam as datas fechadas já. Então vai estar em Campina Grande? Campina Grande. Puta foda. Puta São João maravilhoso. E Petrolina.
O Renan da resenha lá. É, o Renan é maravilhoso. Renan, o Unção. O episódio que ele veio aqui, o rapaz, eu já assisti umas três vezes. Precisa trazer de novo. É tudo bom. Faz tempo que eles não vêm, velho. Precisa trazer o Renan. O dos episódios que o Bola mais passou mal. Pô, quase morro. Não. Ah! Eu vou cagar na casa! Que maravilhoso!
maravilhoso ele fala que a quenga parece uma mortadela de aspira branca
caralho, não dá eles são muito loucos eu tomei uma surra do meu pai, meu pai ficou bravo comigo ele cagou na caixa da do vizinho porra, mano não dá, eles são muito loucos eu nunca esqueço vamos trazer eles aqui aí o cara foi cagar no mato o cara da minha galinha leva um pedaço de bosta e com milho
Galinha. A galinha come os milhos da bota.
beijo aí pro grande moção, Renan, José Fabiano, querido Fabiano eles são sensacionais apareçam, pelo amor de Deus apareçam, saudade deles outro que veio aqui que eu morrei de achar meu zélezinho esse é genial a piada aí contando do Dom Pedro I imagina a foto daquela no turno
Macho, eu me sou o que, Nino? Cacete, você falou pra eu morrer. Eu não lembro, Dom Pedro I. Dom Pedro I, ele falou que o cara era matuto, aí foi no... no... vaga de emprego no museu, chegou lá o gerente que dá uma cagada, falei, segura aqui. Ele era zelador, né, o matuto. Segura aqui. Não, mas se chegar, não vai chegar ninguém, não. Aí chegam dois ônibus cheio de menino. Aí ele se ajeita aqui, o palidor aqui, joga com a vassoura pro lado. Meninos chegaram.
Professor, o professor quer aquilo ali, eu quero ver esse esqueleto. Aí do lado do esqueleto lá, tinha uns esqueletos grandes, uns pequenos. Aí o menino perguntou, de quem é esse esqueleto aqui? Só um momento, foi lá atrás. Sem saber ler. Dão preto primeiro. E esse pequeno aqui? Só um momento. Você é Dão preto primeiro, quando era menino.
Cara, o Zé Lezinho é maravilhoso O Zé Lezinho é maravilhoso Vamos ver se tem telefone aí, Boleta Atendeu a nossa plataforma Você pode mandar superchat, você pode ligar Link no chat Você entra aí Você pode entrar aqui na nossa plataforma Tá bom?
Alô? Alô, quem é? Alô? Alô, quem tá falando? Moleque safado, né? Vamos ver se a turma está ligando aqui. Aí, ó, ligaram aí, ó. Alô? Alô? Quem fala? Meu nome é Bruno, como é que vai aí, boleta? Eu vou bem, Bruno, e você, meu velho? Tudo jóia, cara, bom demais falar com você. Carioca, aí... Obrigado, irmão.
Você tá falando de onde? Eu já tô apelido agora. É meu labirinto. Tô falando de Interlagos aqui. Interlagos. O que você manda, Bruno? Não, cara. Primeiro, prazerzão falar com vocês todos aí. Muito obrigado, velho.
Puxa-se o saco. Mas deixa eu falar uma coisa aí pro filho do Piseiro, cara. A Cibia Família é do Nordeste, pá, da hora demais o seu trampo. Tem uma música do Mastruz com Leite, que é a sua cara, mano. Que é Rock do Sertão. Rock do Sertão. Eu acho que é a letra perfeita pra você cantar na sua zoeira, cara. Depois coloca aí, mano. Pra você ver se rock faz alguma coisa com o cara aí. Mas ele te perguntou alguma coisa? Oi?
Não, não perguntou, mas como eu sou um cara educado, eu sugeria. Você tá palpiteiro, né? Você tá palpiteiro. Se eu fizer esse palpite, ele perguntava. Como é o nome da música? Rock do Sertão? Isso, Rock do Sertão, Mastruz Kulet. Fala aí, cara, a música não é boa pra caramba?
Pô, eu vou botar no repertório pra você. Ele não conhece, ele não conhece. Mas eu vou botar, eu vou atrás. Eu vou botar no repertório pra você. Nós vamos conhecer. Você quer dirigir a carreira dele, você chama nós, né, Bola? Tira o empresário e vem você, né? É. Fala o que ele tem que cantar. Não, mas depois de mamãe queimada em mim é ele, viu? É, depois de mamãe é ele, né? É, queimada em mim é ele. Exatamente. Obrigado, Brunão. Valeu, Bruno, tamo junto. Um abraço, cara. Deus abençoe. Falou.
isso é muito bom eu achei que ele é feito de caralho de caixa né ele faz com a boca quem fala alô aqui é o Gabriel fale Gabriel o que você manda meu velho legal falar com vocês aí obrigado irmão tem mais gente querendo falar aí também pode fazer
Napa Valley, vinho. Os vinhos californianos maravilhosos? Como não? Estados Unidos, isso aí, ó. É isso aí. Inclusive, se vocês pensarem em vir pra cá, trazer a namorada, esposas, né? Podem contar comigo que eu levo vocês nas melhores... O carioca é mais chique. Você leva até enjuar ou leva até tupir?
Aí é que o carioca é mais chique, leva a tomar. Você leva. Ou também você pode levar uma cunhada minha lá no centro também. Pode também, se quiser. Né? Cunhada no centro. Se quiser levar. Se quiser levar uma cunhada minha no centro, fica tranquilo. Você conhece a Lapa, irmão?
Conhece a Lapa toda? Lapa toda. É isso aí. Até a Barra ele conhece, Bola. A Barra inteira. Obrigado, Gabriel. Isso é uma piada boa. Valeu, Gabriel. Tamo junto. Valeu na Pavale.
Ah, bola, por quê? O cara tinha uma pergunta, bola. Mas demora pra fazer a pergunta? Pode ficar demorando pra caralho, meu. Fala comigo, rapaziada. Fala, Matheus, tudo bem? Beleza, sou fã de vocês aí. Bola, Ceará. Filipezeira. Obrigado, irmão. É, valeu, obrigado. Que que você manda? É, rapaz, assim, Filipezeira.
Tem uma pergunta pra você, né? Não, você não falou de onde você é. Primeiro você não falou de onde você é. Sou do interior do Rio, pô. Que lugar? Paraíba do Sul. Certo. Manda a pergunta, Matheus. Chico. Seguinte, como é que foi pra você, ô filho do Bizeiro? Sou músico também e eu queria saber como é que foi pra você assim a sua... Eu...
Como é que foi a sua experiência na música, com violão e tudo? Se você ainda estuda, se você ainda pratica cada vez mais, é isso. Você toca violão ainda? Eu toco, mas não pratico mais como antigamente, né? Porque eu tô longe do meu violão, meu violão tem Manaus. Mas assim, toda vez que eu vejo um violãozinho desenrola, esse fim de semana agora eu cheguei, quer dizer, cheguei segunda-feira.
das festas que eu tava fazendo no fim de semana não, terça-feira, aí tinha um violão lá que o menino tava fazendo composição, desenrolei lá fiz um vídeo. Mas não tem um show, você faz alguma coisa com violão? Não, não, não, não faço não. Tá. É só... Instrumento só acabou. Respondido, Matheus. Chique, valeu, obrigado aí. Obrigado você, Amar, seu irmão. Siga aí, meu filho, tamo junto. Valeu, garoto.
Tem mais um aqui. Paraíba do Sul, porra. Ali é perto de três rios. Num Conoco, Paraíba do Sul. É ali, Rio Bahia, né? Que tem aquela estrada Rio Bahia, que vai ali pelo Imburiaé. É perto de onde tu morava? Não, não, não. É meio, não sei que região é aquela ali. Norte. Não chega a ser norte. Você é São Gonçalo? Não, eu sou capital, pera capital. Grande Rio. Paraíba do Sul, eu vou indo pra Minas.
É meio indo pra Minas ali. Tem uma estrada que começa ali em Volta Redonda, vai até Salvador, né? Rio Bahia, a famosa Rio Bahia. Rio Bahia. Alô, Pelo Minaninha? Ninguém falou nada, Boletar? Não, aqui tá reconectando. Tá todo mundo, ninguém fala nada? Não, está. Quem fala? Aí, ó. Oi, Ari de Teresina Piauí. Ô, Ari, fala, irmão, tudo bem?
Tudo bem, é um prazer estar falando com vocês aí. Prazer é todo nosso, irmão. Tamo junto, moral. Eu queria ser bem rápido aqui, era só pro filho do Piseiro, ele teve em alguns podcasts recentemente, e ele contou o trecho da história dele, onde hoje passou em branco, talvez passou em branco, porque ele não possa falar. Mas seria bom falar pra outras pessoas que são cantores, não cair da mesma maneira que você caiu, aquela questão de empresário que... Vagabundo, empresário vagabundo.
Acho que ele não quer falar, né? E aí, piseiro? Não, eu falo, eu falo. O que aconteceu? O que aconteceu? Conta aí pra nós. Valeu, Ari. Vou contar agora aqui pra galera. É o seguinte.
Esse negócio do empresário foi quando eu comecei, né? Na verdade, nem cantou ainda. Só tinha lançado aquele vídeo que eu falei lá, que foi pra TV e tal, da paródia. Aí eu trabalhava no açougue. Aí o cara falou lá, que era amigo da família. E aí? Tá recebendo quanto no açougue? Eu tô recebendo 200 por semana. Isso aí não dá nem mil reais no mês. Vem trabalhar comigo que eu vou te dar mil reais por semana.
só pra tu não ficar sem fazer nada, enquanto a gente fecha o contrato pra fazer os shows. Enquanto tu não faz os shows, tu fica lá trabalhando na minha loja, eu vou te dar mil reais por semana, te dar um apartamento pra tu ficar lá. Fez aquele H tudo. Faz o seguinte, vai lá no meu escritório conversar comigo. Foi a minha mãe lá, né?
O pai tava ele, a mulher dele, a filha dele. E eles diziam que eu vou cuidar da parte da tua carreira aqui. A minha mulher vai cuidar da parte da tua carreira ali. Minha filha vai ser da tua família, teu marketing. Minha filha vai pegar no seu peru. Ela queria, não deixei não. Aí ele fez aquele H da peste. Beleza. Acreditamos, né?
Pronto. Aí eu adoeci também no frigorífico lá, no negócio do pulmão. Quase que eu vou de base também. Eita, é mesmo, irmão. É, deu uma broncopenomonia. O doutor falou bem assim, rapaz, você não vem hoje lhe dar três dias de vida. Caralho, velho. Sai só os pedaços. Aí que você aprendeu. Eu tossi só os pedaços, né? Caralho, velho. Aí eu, pronto, não podia mais ficar numa câmera frigorífica pra trabalhar, né? É porque é gelado, né? Gelado, esquente, sai, entendeu? Aí, beleza.
Aí eu falei, tio, não dá mais pra eu trabalhar num frigorífico porque tô doce do pulmão e tal. Pra minha saúde eu não posso. Aí tá bom. Aí eu fui lá com o cara. Ele tinha uma loja que vendia tacho de fritar pastel, freezer, geladeira, ventilador, eletroméstico em geral, essas coisas.
variedades. Você foi trabalhar pra ele? É, aí eu fui lá, na verdade eu não fui pra trabalhar, eu fui pra gente fechar o contrato, mas como eu estudava de tarde, de manhã eu ajudava na loja pra ganhar uma beirada, né? E quando eu chegava da escola, terminava de ajeitar lá a loja, fosse pra vender alguma coisa, eu vendia, depois limpava, fechava tudo. Aí a gente falou que ia me dar mil conto por semana. É. Por semana. Mil conto? Você ganhava 200 no assunto. Na semana, é.
E ele falou, não, vai ganhar mil reais por semana, eu vou ter um apartamento e tal. Cheguei lá, o apartamento era só a casa abandonada lá em cima, o terceiro andar. Eita porra. Era bonito, mas tava abandonado. Eu tive que lavar tudo, parede, chão, tudo. Empapou a porra toda. Aí, é, irmão, nada imobiliado. Zerado, zero, zero, nada imobiliado.
Bela bosta. Aí tu traz uma rede aí, um negócio aí, tu dorme aí. Tem mesmo um ventiladorzinho pra pegar um desse da loja pra mim? Não, não. É ventilado aqui em cima. Em Manaus quente aqui só. Na sombra. Sem geladeira, sem fogão, sem nada. Tinha uma geladeira lá atrás, lá. Um fogão. Mas não tinha nada dentro. Era só vento e água. Que bosta. Igual o mundo quando surgiu, só água e vento. Que pariu. Aí.
Beleza, eu fiquei lá a primeira semana, trabalhei e eu estudava de tarde. Eu trabalhava de manhã, estudava à tarde, voltava, terminava o trabalho.
Aí ele falou, primeira semana trabalhada e tal. Eu falei, e o contrato lá? Quando é que vai começar? Ele prometeu que ia dar aula de música, essas coisas tudinho. Como é que é o contrato aí? Como é que eu vou começar a fazer as coisas? Não, aguenta aí que eu tive uns gastos de investimento aí. Agora não tô podendo não. Mas vai aguentando aí que... E não pagou a primeira semana também. Aí a primeira semana ele falou, ei, já é domingo, vem receber teu vale aqui. Ó o vale, 50 reais. Aí eu... Falei, macho, cadê o dinheiro, mano?
Não, esses são vales, são vales depois que a gente vai resolver aquele negócio lá. Então tá. Mas aí como é que eu vou comer, mano? Não, tu cometa esse dinheiro aí, tu paga...
Dá pra passar a semana toda. Aí eu passei a semana todinha comendo miojo e tomando que suco. Aquele suco instantâneo. Sobrevindo a baixa de sódio e açúcar. Caralho, velho. Aí, porra, aí o cara não dá não. Na segunda semana, mesma coisa. Aí, ei, mano, cadê o dinheiro que tu falou que ia dar não? Tá bom, pega. Lógico, cara. Deu 70.
Deu 70. Deu 20, então. Deu 20. Deu 20, então. Deu 70. Pra mil tá faltando um pouco, né? Aí eu... É, macho, cadê os mil reais? Não, o carro tá muito agoniado, sei o quê. Tá reclamando muito, sabe? Faz coisa. Desce de lá, vai vir porão. Vai ficar aquilo que é um porão. Porque ele tinha um armazém, né? Das coisas da loja. Aí um dos quartos lá, ele armazenava umas coisas dele lá. Aí eu tive que tirar tudo. Asparei tudo. Descer. Asparei tudo mofada, mano. Lá do quarto de baixo. Não tinha uma janela. Não porão, macho.
Rato, barato, o teto tudo furado. O banheiro lá... A curva, né? Era de puxar a cordinha, sabe? Não tinha nem tampa. A corda era tinha que puxar assim porque era quebrado. Aí o vaso não tinha tampa, nada. Tudo encardido.
macha, eu... Deus do livro, você passou poucas embostas, né? Rapaz, bicha, pra quem já dormia numa caixa d'água, né? Eu quando fui pro interior, pra morar no interior, dormia dentro de uma caixa d'água. Era uma caixa daquelas Forte Leve com saco de pano dormia dentro, com mosquiteiro. E os barulhos de onça. Os barulhos de onça. Aí eu falei, rapaz, tá bom. Que pariu. Mas não, vai dar certo, né? Sempre acredito, vai dar certo. Aí eu limpei tudo lá, peguei minha rede, trouxe essas coisas lá de cima.
Eu falei, mas aqui é muito quente, ó. Eu vou trazer um ar-condicionado. Minha mãe tem dois lá sobrando lá, e eu vou trazer um pra botar aqui. Vou colocar aqui. Olha o que ele falou. É, se você aguentar pagar a conta de luz, pode botar até 10 aí. Que vagabundo, hein, meu? Eu fiquei um cirilo malado, meu irmão. Eu queria rasgar aquele cabo de faca, de cima a baixo, olha. Que vagabundo. Aí tu tá ficando doido, macho. Como é que tu fala um negócio desse? Tu tem coragem, né? Olha, seu velho...
Tô aqui trabalhando, filho da puta. Seu velho Bruceta, seu velho Bru... Como é que é o nome da Bru? Bru, né? Bru. Seu velho Bruceta, pra não cair a lágrima. Seu velho Bruceta. Se tu me pagar, se o salário que tu me prometeu, eu pagava as descontas. É lógico, caralho. Lógico. Agora tu vem com um porra de me dar 50 reais, 70 reais, rapaz. Cadê o negócio? Cadê o contrato? Minha mãe tá abusada, é abusada, né? Você tá achando que eu sou moleque. Você vai pensando. Achando que eu sou trouxa, é. Aí, beleza. Foi embora. Aí foi lá no assunto do meu tio. E aí?
Teu menino saiu daqui pra trabalhar aqui, teu sobrinho, pra ir atrás de trabalhar, foi pedir abrigo e comida lá em casa, olha. Foi pedir? Foi isso que eu saí do açougue pra pedir abrigo e comida e trabalho lá no... Lá com ele. Ele que foi lá te buscar. Oferecendo carregamento e mil reais por semana. Enganou eu e minha mãe. Que velho vagabundo.
Aí o meu irmão escutou, rapaz. Aí o meu tio falou, Ei, Jonathan, isso aí é verdade que ele tá falando? Ele falou, não, tio, você sabe como é que é o Evo. O Evo não faz essas coisas, não. E eu sei das horas todinha. Aí ele tá enganando aí. Enganou todo mundo. Aí meu tio ficou uma lara, né? Aí o meu irmão me ligou, o fulano chegou aqui e falou assim, assim, assado. Falei, não falo assim, não. Falou.
Tomar um caba desse aí. Eu não sei o quanto eu sou doido, não. Eu era mais novo, era muito esquentado, né? A vontade que eu tinha que pegar aqui, 70 reais com o prato de gasolina no ponto da frente. O chiano doba dele. Com o prato de gasolina e tacar fogo naquela loja. Caralho, velho. Mas quanto tempo você ficou nessa? Três semanas.
Porra, ficou até muito. Três semanas. Aí eu peguei e fui embora de lá. Mas tu não chegou a assinar porra nenhuma com ele. Não, aí eu fui embora de lá. Ainda bem, ainda bem. Não, ainda bem não, porque se você assinou... Eu ia ler, né? Eu ia ler. Não, eu ia ler, mas não é só isso. Se ele não cumpriu, o contrato cai, né? O contrato cai e aí eu tinha que pagar a multa. O contrato ia ser só pro lado do velho vagabundo. Não, mas aqui, ó, xizão no meio. Tá bom? Aí eu caí nesse golpe aí, machão...
Fiquei mordido com isso aí, rapaz. Fiquei uma arara. Mas foi o único problema que você teve nesse... Não mais? Teve mais, depois que eu comecei a cantar. Eu tenho que engraçar, né? Engraçar nunca. É engraçado. É porque assim, quando já passa muito tempo, a gente acha graça, né? Claro, Rita desgraça. É. Macho, o cara me contratou já cobrar 100 reais por hora. Né? Aí ele, quanto é que é? Três horas lá no meu balneário. Faço 300, pronto. Fala o seguinte, tu vai fazer o quê? Nó terça-feira.
Não vai fazer nada não. Pô, vem de manhã pra tomar um banho lá no Rio e curtir lá pra gente aproveitar o dia e depois tu canta. Mas beleza. Cheguei lá, 9 horas, fui tomar um banho. Tô até imaginando, cara. Aí às 9h15 ele me chamou, aí tomar um café aqui, comi lá um pouco de manteiga, um cafezinho. Aí lá vem, quando ele termina a primeira, eu tô aqui terminando meu café, ele chega com um balde, um negocinho de catar lixo e uma bota. Bota sete légua. Nem por um, cara. Aquela bota que vem até aqui na canela, assim.
Aí, calça aqui. Oxi. Não, calça aí. Eu calcei, né? Aí me deu o balde. Passa aqui pro lado da cerca aí pra juntar os lixinhos que o pessoal vem aqui. Aí joga lixo e tal. E o cara tá aqui pra gente. Pois tá bom, né? Eu era acostumado a trabalhar de diário. Eu falei, acho que vai me pagar o show e uma diária pra trabalhar, pra limpar aqui. Aí eu limpei. Juntei o balde cheio de lixo. Aí quando eu vou sair de lá, ele...
E agora, pega aqui esse carrinho de mão, bota aqui esse negócio que junta aqui, esses lixos aqui. Aí tu bota no carrinho, tu joga lá em cima. Pronto, fui acabar lá. Acabei umas duas horas. Puta que pariu. Aí almocei. Almocei três horas, comecei o show. E o carrinho de mão que ele me deu pra juntar o lixo. Já imaginou, vou empurrar o carrinho de mão na areia.
Com aqueles pneus que é balão, assim, que é pneu de borracha. Já é difícil. Imagina com aquele pneu que é duro. Nossa. De aço, de ferro. É, aquele pneu de fio. Que a sanda. Isso, de plástico duro. Mais difícil ainda. Aí eu tive que subir de ré.
aí o dia tá todinho ali, aí comecei a cantar depois almocei, tomei um banho fui cantar, aí 6 horas acaba o show aí deu uma confusão mais medona do mundo, porque os caras os caras tiraram lá foram no mato tirar não sei se você conhece, a Bacaba
Não faço ideia. Açaí, sabe o cara? Açaí, sim, sim. É parecido, só que é outra fruta. Mas é a mesma linha. Nos galhos, nas bolinhas. Isso, aí puxa, aí que é outro sabor, outra coisa. Aí os caras foram tirar a bacaba no meio do mato. Aí era três peão. Aí tiraram lá, deu três pets de dois litros. Deu três litros, deu três pets.
Aí o careca lá, o careca pegou o dele e guardou. E o do... Aí ficou dois no balcão. Os caras estavam bebendo. Ele pegou o outro e guardou na frisa aqui pra gelar. Ficou só um no balcão. Os outros dois que acabaram a conversa lá, veio. Aí um pegou assim. Aí o outro... Ei, mas esse é o meu. Não, é o meu que eu não peguei ainda. E só tem um aqui. É o meu. Não. Eu também não peguei, não. Esse é o meu. Não, é o meu.
Eita porra. Isso é os cababêbos já? Pai, mãe, foi porrada. Aí a mulher do cara se intrometeu, aí mãozada nos peitos. Puta que pariu, viu? Aí o outro, um bate na mulher, aí pancada, aí não bate nela, aí... Cadeirada. Tiro pra cima. Tiro? É, que os caras lá eram militares, né? Um era sargento e o outro era da polícia. Puta que pariu, bicho. Aposentado da polícia.
Aí, macho, aí eu me escondendo atrás dos pés de buriti lá pra bala não pegar em mim. Meu Deus do céu, meu Deus do céu, isso aqui é onde eu vou me meter, meu pai. Mano, você já fez cada uma, cara. Macho, aí acabou a confusão. Aí, bebeu, bebeu, era desgrama, né? Acabou, tava tudo se cheirando lá, igual cachorro cheirando com o do outro. Ai, desculpa, te amo, isso aqui.
Aí o careca, o careca, eu falei, por que vocês estão brigando? Esse porra que pegou o meu leito e que não quer me dar... Não, eu guardei, o careca fez a... Mas ele viu a confusão, ele morria de achar graça.
Ele morreu e deixou graça. Eu senti... Ele sabia o que estava acontecendo. Porque ele está rindo. Porque ele está rindo. Aí depois eu vim assim, ai, se ele guardou o litro só para dar confusão. É lógico. É óbvio. Aí ele morreu e deixou graça. Ele queria ver o Chico pegar fogo, né, irmão? Rapaz, aí... Ele me leva para casa. Me leva para casa logo, que eu preciso ir. Tá, vamos lá. Botei as coisas no carro. Mas ele te pagou.
calma, calma pai calma pai aí parou no posto de gasolina e tinha um celta vermelho, todo batido todo batido, tinha mais butox naquele carro nossa senhora mais buraco do que? é, todo cheio de massa marro de Manaus cheio de massa
Rapaz, ele falou num posto, tirou 50 reais da carteira, deu pra mim, fala pra botar 10 reais de gasolina aí. Fala pra botar 10 reais de gasolina no carro, putaria, viu? Aí, deu 10 reais de gasolina, me deu os 40, eu fui dar pra ele, não, segura aí. Botou os 10 reais de gasolina, paramos num barzinho.
Comprei três Kaiser por R$10, três cervejas por R$10. Subou R$30. Subou R$30. Pega. Não, não, segurei. Cheguei em casa. Bom, beleza. Não, desculpa. Não, normal, beba assim mesmo. Tô acostumado. Tá, e o cachê? O cachê. Ó, o seguinte, ficou R$350, viu? Porque é o R$300 do show e os R$50 lá da diária que você fez limpar o terreno. Não, não, já te paguei já.
Não, mas aqui só tem 30, cadê o dinheiro? Não é só isso mesmo. Que gente lazarenta. Como assim, macho? Tu viu que não deu ninguém lá, foi fraco. Olha, eu não fechei contigo. Público, lógico. Foi um cachê particular. Um cachê particular, três horas de show. E eu quero meus 50 da diária que eu limpei teu terreno. Não sou palhaço, né, caralho? Aí, não, mas aí tá aí, só tem isso, não tenho nada aqui. Puta, que gente, bicho. Como assim, macho? Tu me contrata, como é que eu não tenho dinheiro? Nem porque tu viu, deu o que eu não tenho nada a ver. Eu quero meu cachê.
Tá, tá bom. Aí ele foi aqui na porta aqui, tirou o revólver dele, botou na perna. Deixa eu ver se eu acho que é minha carteira que eu tô sem. Eu tô sem dinheiro, ó. Com o revólver na perna. E o revolvão na perna. Eu li aquilo ali, eu entendi, né? É.
Falei, será que eu acabo minha carreira agora puxando esse revólver do Dona Costela B? Doa nele, é. Mas tu não quer agora mandar enfiar o revólver na cloaca? Não, ele não levou nada. Vaga, hoje você tá aí, ó, ele tá lá. Como tem gente, filha da puta. Não, então, por isso que o artista, obviamente hoje você tá profissional, recebe antes, né?
É, lógico. Só sai de casa, é claro. Mas era ele sozinho. Era só eu e Deus. Na época, nem Rody não tinha pra me acompanhar. Artista só sai de casa com dinheiro na conta. E ponto final, não tem como... Mas eu não sabia. Não depositou uma pena. Mas tudo bem, como é que tem gente safada no mundo, né? Mas tem. Cambada de vagabundo. Show business não é pra qualquer um, não, velho. Pô, vai tomar no público. Ó, já cansei de estar em casa, o cara não depositar.
Aí o público tá lá. Mas você tá em casa. Não, não. A X é longe. Tá em outro lugar. Já aconteceu comigo umas três vezes. Do cara não mandar passagem. De não cumprir o contrato.
Aí pau no cu dele. Não depositou, eu não posso ir. Lógico que não. Porra, o cara... Óbvio que não. Você tá entendendo? Tá no contrato, velho. Você tem que pagar a dieta ou a passagem tá aqui. Não tinha hotel, não tinha avião, não tinha nada. E aí, como é que vai fazer? Vou tirar do bolso pra eu trabalhar? Óbvio que não. Não faz sentido, né? Se tem um contratante, caralho... É sempre assim, né? 50 na data. Sim. Até o dia ali, X combinado pra depositar. Os outros 50. É claro.
Ué, isso aí é o básico, né, velho? É de praxe, é de praxe. Que se for pra receber depois, acontece isso aí. É. Uma puta sacanagem. Não recebeu. Lembra da época do cheque, porra? Eu sei, mano. O cara fez o cara limpar o terreno. É. Dá pra puta que pariu, bicho. Teve um que fez eu cantar sete horas. Isso tem que pegar um... Fez o quê? Teve um que fez eu cantar sete horas. E ele disse que ia me dar mil reais. Aí, beleza. Acabei o show. Aí, deu só 300.
Não, o show foi devagar, tava sem vontade. Macho, a galera não tava deixando eu ir embora. Você tava sem vontade. Ele falou, não, eu tava sem vontade. Não tava valendo os 300, mas eu vou dar, porque... Nem pra pagar um negocinho dele, mas vale os mil, não. Como tem gente safada, né? Como assim, mas foi acertado mil.
macho, aí eu passei por muita coisa. Não, deixa se fode, deixa se dar uma porrada no caminhão. Essa foi o último golpe que eu peguei assim de carreira, foi quando, aí foi, quando eu conheci o meu assessor lá, que eu falei, o Igor Original, aí ele falou, não, Piseiro, tá, preciso de uma ajuda. Eu falei, macho, tu já tem 10 anos de evento aí, mesmo que tu não tenha nenhum trabalho com cantor, mas tu sabe, tu já trabalha com evento. E eu tenho vontade de vencer na vida, eu gosto de cantar, eu tenho talento, tu sabe trabalhar, tu sabe ganhar dinheiro. Vamos juntar as forças. Tu sabendo ganhar dinheiro e eu sabendo trabalhar? aceitância.
falou, pô, não dá certo. Tu falou com a mulher dele, amor, o que tu acha? Pô, dá certo. É uma linha diferente, né? Que legal. Aí foi, deu certo. Nunca mais peguei golpe nenhum.
É, porque profissionalizou, né? Ainda bem, né? Que porra, puta. Mas já apareceu muito, depois que estourou aquele vídeo lá, que eu mostrei da barba lá, apareceu muito, cara, eu vou te empresariar e tal, queria comprar passagem pra ir pro Nordeste lá, chegar lá o cara, não, aí é o seguinte, aqui vai começar do zero, aí tem uma loja aqui de uma moto aqui, que o meu filho tem, aí tu, aí tu trabalha aqui pra ele aqui, ganha moto.
Aí tu... Até tua carreira dar certo. Eu falei, não, mãe, carreira aqui já tá dando certo. É, caralho. Já tenho uma carreira aqui. Lógico. Tá nascendo, né? É, aí ele, não, mas aí tu trabalha aqui na loja de moto do meu filho aqui, aí... Eu falei, não. Eu já vivi esse filme já. É, puta mão. Dizendo que ia dar 5 mil por semana lá, por quizena.
E eu falei, rapaz, o cara disse que ia me dar mil por semana e me deu 50, você não vai dar errado. A vantagem de trabalhar em rádio era essa. A gente fazia bailinho, eu, Emílio, cabeça. E o cara não paga. Tinha vezes o cara não pagava. Vou dar cheque sem fundo. Então. A gente cobrava no ar. Então, mas o certo é não sair de casa enquanto eu não pagar. O Flávio Eduardo de Santos, da loja tal, vagabundo não paga.
Caligar, pelo amor de Deus que vocês estão fazendo, amigão. Vai entrar no break, tem cinco minutos de break. Ou você faz o depósito, nós vamos sentar além em você. Vê se não caiu o dinheiro. Porque cobrava no ar o cara, bicho. Ah, mas o certo é cobrar antes, né? É.
Mas sim, mas o cara dava o cheque. Antes? Não, mas... É, mas dava sem fundo, cara. Não, não, dava... Era bailinho, era porra. Tem que depositar antes, né? Tinha uns que eram filha da puta, porque antigamente tinha aquele depósito... Lembra? Sim, que saia o papelzinho. Esse era o perigo. Aí você pegava o papelzinho... O cara bota o envelope, botava o dinheiro. Mandava o comprovante que depositou. Porra, no outro dia... Envelope vazio. Envelope vazio. Ah, e aí? Esse teve, esse aí também.
Mas é assim, dias antes Dinheiro na conta Mas nunca pediram pra eu limpar o terreno, né caralho
Mas eu sou cantor, não sou... Então, o cara falou que pensou, vou ganhar um extra, cara. Ah, claro. Um extra, né? O cara tem um coração bom, né? Um filho da puta igual os outros, caralho. Mas aí eles estão lá na merda, né, irmão? Desculpa o termo, mas... O cara que acha que é o malandro... Até hoje ele tá tentando vender o Celta dele. Tá lá. Fih o Celta no seu cu. Ele pediu 15. Não é que é bola?
Liga o Celta, esquenta o motor e enfia no cu. Show bosta. Ele tá tentando vender o Celta dele todo batido por 15 mil. Agora aumentou pra 20. Isso, é. Aí vendeu nunca. Fala, é o Celta que eu levei o fio do piseiro. Agora vale 30. Agora tá vendo pra 20. Pô, filha da puta. Mas é difícil, né, velho? Que sacanagem. Tem mais gente aí, Bola? Telefone, vamos lá. Cadê o telefone? Olha o confuseiro aí, ó. E aí? Confuseiro. Cadê o moletom, pô? Tem que levar ele lá no Bofobia. Olha o Chafigo, mano. Olha o meu. Alô.
Tem que botar ele, pô, pra ralar. Alô, quem é? Alô, Samuel. Fale, Samuel, tudo bem, irmão? Pô, tudo certo. Prazerzaço aqui falar com vocês aqui. Gaúcho, hein, Gaúcho. Fala, eu sabia. Que que você manda, Samuel? Certo.
Então, cara, eu só queria deixar um recado aí pro filho do Piseiro, que eu, bem sinceramente, eu não sou um fã do forró, porém, eu quero dizer pra ele que a única música de forró que eu coloco no meu som é desse cara. A única música de forró que eu coloco no meu som é desse cara.
que tá aqui, minha mãe, aqui em casa, quem sabe disso, eu brinco e tal, danço aqui, faço a dancinha dele, brinco zueiro e tal. Já aprendeu a dança em Manaus, já? Ainda não. Boa. Já aprendeu a fazer o médio? Fazer... Mais ou menos. Ah! Que lugar do Rio Grande do Sul você tá falando, velho?
Eu tô falando de Gravataí, cara. É região metropolitana de Porto Alegre. Legal. Obrigado, viu, Samuel? É uma cidade bem próxima aqui, acho que mais ou menos uns 30 e poucos KM. É, mas ninguém perguntou também. Tá bom. É isso aí. Um beijo pra gauchada aí. Grave estarei aí com vocês. Valeu, Samuel.
Tchau. Adoro o Rio Grande do Sul. Adoro. Ele ia falar o bola. Então é o bola. Desliguei na cara. Você tá ignorante. Não, é rápido. Você é rápido. E bola, sabe que eu tava com saudade? Ah. Pera, deixa ele terminar. Não, pode falar. Quem tá falando? É o Mihan. Ah, da família prega. As pregas prega. Mihan. Mihan. Fala, Mihan, que as pregas. Corta pra mim. Corta pra mim. Corta pra mim. Fala aí, Mihan.
Itabira, terra do nosso querido Carlos Drummond de Andrade. Papai Noel. Carlos Drummond de Andrade, isso mesmo, cara. É o maior poeta do Brasil, Carlos Drummond. O que você manda, Pablão? Eu tô querendo saber, primeiro falar que sou fã de vocês, acompanho muito tempo. Muito obrigado, irmão. E uma pergunta pro filho do Piseira aí. Na hora. Faça. Se você pudesse abrir o show de qualquer artista que se admira, quem seria esse artista hoje?
Cara, eu já abri pra tanta artista já que... Que coisa! Lá ele! Lá ele! Que beleza! Eu já abri pra tanta artista! Lá ele! Puta merda, irmão! Ah, filhinho! Baixa assim!
Eu me sinto realizado Porque assim Os artistas que eu Tinha mais vontade de conhecer assim Da música, cantores São os que eu Claudinei e Juliano, que são meus padrinhos Foi assim
Já fiquei de frente com várias assistas grandes, né? Safadão. Safadão, Xande. Esse é outro cara gente boa, bicho. Poucos me fizeram tremer igual tremei quando eu vi Claudinei e Juliana. Eu queria desmaiar. É mesmo. Então, quando eu fiz a... Foi justamente esse vídeo que estourou do faculdade, do Vucu Vucu. Foi assim...
no meu artístico, acho que pra mim de coração foi a maior realização de sonho de abrir um show foi o Claudinei e Juliana esse vídeo no TikTok, Isaac Claudinei, como é que é? Claudinei e Juliana isso é muito legal, cara respondido, irmão
parabéns pelo programa aí, galera. Valeu, obrigado, irmão. Beijo aos meus irmãos de Minas Gerais. Tudo de bom, já desliguei também. Os melhores estados do Brasil, comida maravilhosa. Minas é brincadeira. Minas é judiaria, porra. É judiaria. Muito legal. Minas Gerais é do... Alô! Alô! Dá pra baixar o som aí, ô? Vai, moleque. Liga o paredão.
Já baixei. Já baixei. Quem tá falando? Quem tá falando? Boleta, carinhoca, o Mahamood do dia da humorfobia, tão lembrado? Mahamood? Fala, Mahamood. Fala, Mahamood. É, né? Vocês querem ir pra Tupi ou querem levar madeirada até enjoar? Vai, Mahamood, o que você manda, irmão?
Cara, eu queria... Eu tô em Manaus hoje, eu queria parabenizar o Fizeiro pelo sucesso, cara, parabenizar ele pela representividade que ele tá fazendo no nosso estado no Brasil, cara.
representando, representando não conseguiu representatividade é melhor tentando falar bonito, mas não conseguiu representatividade eu travei aqui igual no dia que eu errei no mundo, justamente o que tinha no puteiro, cara, tô revoltado até hoje
Ah, a gente tomou um choque Ah, eu sei, o Mahamud E eu conheço Um cara que é fanzaço Que é apaixonado pelo Pizeiro Que é o Abdu, o árabe também O Abdu lá, meu irmão Posso mandar um abraço pra ele aí, Pizeiro? O Abdu ali E o Fute do Pimenta Deixa eu te perguntar uma coisa, irmão Valeu, Abdu, beijo
Valeu, Mahamud também, viu? Tamo junto. Carioca, boleta. Um abraço pra vocês aí, irmão. Um prazer em você falar com vocês. Deixa eu te perguntar uma coisa. Valeu. Ah, vai pro inferno, então não deixa perguntar. Não deixa, ele tá surdo. Sabe que eu tava com saudade? Fala, irmão. Daquele controle. E quem não dá o like? Ah, o pra praga. Quem não dá o like? Não, eu joguei muita praga, gente. Cortou pra mim, irmão. Aí eu ia dizer hoje, olha. Eu ia dizer hoje, ó. Diga. Quem não der o like?
Atenção você. Atenção você que tá aí. Atenção. Quem não deu like, corta pro filho. Corta pro filho. Olha, quem não deu like, eu quero que perca os dois braços e fique uma coceira eterna no bocal. Pra não conseguir coçar. Vai ficar assim, ó. Vai ficar assim, ó. Não consegue coçar o toma. Puta praga boa, velho. Ai, cara. Alô. Alô.
Nada, Bola. Alô? Hello? Hello? Quem fala? Vem que a pessoa entra e não fala. Quem tá falando? Fala, Bola. Tudo bem, Marcelo? Daqui de Manaus, irmão. Manaus. Manaus em peso, hein? Fala, irmão. O que você manda, Marcelão?
Caiu. Caiu? Tá reconectando, vamos ver se ele volta. Será que ele volta? De Manaus? Marcelo Ramos de Manaus. Manaus. Um beijo pro meu querido amigo Siqueira, que mora lá. Siqueira é maravilhoso. Puta que pariu, velho. Siqueira figuraça. Que cara figura. Ele é pica. Ele é um cara diferenciado. Quem está falando?
tá falando é o Lucas Lacerda de Fortaleza. Boa, Luquinha, Luquinha, boa Luquinhas. É moral, é moral. Bora, macho, esse filho do Piseiro, cababão. Me fez ficar conhecido como Constellation, cara. Não acredita? É mesmo? Eu tava no Titela, pô. Titela tava que show. É o Constellation. Eu tava do tamanho de uma Kombi. Eu tava passando a Constellation.
Aí o pequenininho, ele. Ele tem assim... Mildinho. Mildinho, assim. Tão ligado. Fui abraçar ele, a mão não abarcou. Ô, Lucas.
Não tenha dúvida, irmão. Te amo, bebê. Obrigado, viu? Saudade de você. Eu lhe amo mais, meu amor. Quero dar uma rota no seu ônibus. Você é seu chufé. Vamos. Um ônibus bonito, hein? É o teu valor, é. Bonito. O quê? O ônibus que ele ganhou. Você ganhou? É, do Claudinei e Juliano. Puta que pariu. Ah, é? Tem a foto aí? A entrega foi bonita. Foi. Cheguei demais, ó. Cheguei demais. Tem o quê? Tá no teu Instagram? Tá. Então vê se acha aí, Isaac. Eu queria ver isso. Muito legal. Claudinei e Juliano...
Te deram ônibus? Busão todo plotado, sabe? Tudo plotado já lindo. Bonito, legal pra caralho. E era o bebêzão desse que ele não vendia. Ele não vendia nem dava pra ninguém. Não. Ele não vendia. É verdade. Já ofereceram, foi valor. E nunca venderam. Aí não, é do filho. Alô! Que legal, cara.
Alô, alô, porta pra mim Quem tá falando, alô, filho do piseiro Ao vivo aqui no Ticaracati Meu amigo, o caneta azul Puta esse, ele foi ontem lá Metiu um choque no gudeiro Ele é maravilhoso Mas é que, né Manuel, você gosta de prato? Qual o teu prato preferido? Prato cheio Aí, ó Olha que legal, cara Olha que bacana E a caminha boa aí pra papai ou não?
Tem a caminha, tem o leito. Tem o leitão aí? E as cadeiras tudo é leito também, as cadeiras. Os músicos no conforto, tudo. Quantas pessoas viajam com você, irmão?
Pô, FDP é muito bom. Aí, ó. Esse aqui é de A. Esse aqui é de A, viu? Ah, esse é de A. É, e a outra é o... Esse é de A. É, esse aqui é o... É, é, é, é, é o surpresa, é busão novo, que eu não tô sabendo, né? Será? É? É, Iá, tá. Eu pensei que já era busão. É, Iá? É FDP. Aí eu pensei que é filha da... Não, é filho do piseiro. Fela da pota, é. É filho do piseiro. Filha do piseiro. Quantas pessoas estão indo com você viajando agora, irmão? São 14, é, Aigo? Caramba. É.
14 músicos? Não. Entre música e produção. Isso. Tá. Mas músico no palco tem quantos assim hoje? Batera, percussão, guitarra, baixo, sanfona, teclado. Seis músicos. Seis músicos. Alô? Quem tá falando? Fala seu bola. É o Beto. Ô Escobar, você de novo, irmão? Boa tarde pra vocês, eu pergunto. Eu tô vindo do trabalho, tô até no baú, todo mundo me olhando. Você é um vagabundo, irmão. Fala.
Eu queria fazer uma pergunta pro filho do Piseiro que dia ele vai vir pra Brasília e pra o público dele tá crescendo. Já tô com pra quantas pessoas já aí? Já melhorou muito desde o Podpá? Já, já, graças a Deus. Aigon, quando é que a gente vai estar em Brasília? Tem. A gente já está na praia no começo de agosto. No começo de agosto. No começo de agosto a gente tá em Brasília. Assim que eu tiver aqui a... A gente não sabe o dia não.
Não, agora de cabeça a gente não não tô sabendo não. A gente vai divulgar tudinho nas redes sociais. Sai tudo na rede dele, no Instagram. Boa sorte, um abraço aí, velho. Aí respondendo a sua pergunta, o maior público que a gente fez foi onde, Aigo? Foi 50 mil pessoas, foi? 50 mil? Porra. Não, o Catoledo Rocha foi 30, a gente já tocou pra mais. Você tocou pra 30 mil pessoas?
Pra mais, foi lá com em Taitinga, e Taitinga com o Safadão. Eu acho que foi uns 60 mil pessoas lá. Caralho, a tua mão deve tá machucada, hein? Ai, Deus! Brincadeira, meu brother! É isso! Mas te perguntar qual é o nome dele? Beto! Mas aí, tu ainda toca um ainda? Tu ainda toca um? Não, ainda toca. E tu cobra quanto?
Beijo, Beto. Boa, boa, boa. É nóis, falou. Valeu, tamo junto.
Essa aí é muito boa esse vídeo. Que ensinar a escola antiga pra mim é difícil. Esse vídeo do Jacan com o Igor do Flow é muito boa. E você bate a ponheta? É muito bom, é muito bom. É, não com frequência. Você ainda bate a ponheta? Aí ele, como assim? Não, fala a verdade, não tem problema. Se você bate a ponheta, bato, bato, claro. Quanto é que você tá cobrando? Puta que pariu, bicho. O Jacan mandando a piadinha. Ele manda de um jeito que... Ele mandou, ele me fudeu aqui também.
Não lembro por quê. Alguma dessa ele me pegou também aqui, ele é foda. Porque ele vai pra um lugar e depois ele joga do nada. E aquele sotaque dele, você não entende. Inclusive, vocês estão convidados pro passeio, viu? Aí, ó. Passei, eu não vou mais. Passei o bola. Eu não vou mais. Bola especialista. Vocês estão sabendo que eu já entrei nos rodeios aqui de São Paulo, né?
Eu não gosto, obrigado Também tô fora Também tô fora de rodeio Mas tu também Tu botou pegada em alguém Foi quem foi que tu falou também Com o Vitor Sarro A gente mandou pra ele A gente fez uma reunião E ele não foi Como é que era? Do Vitor? Não lembro Nós pegamos o Vitor Ah, eu não vou lembrar Tu já viu o acordo?
Pergunta pro carioca. Já veio da cor dos meus ovos? É bacana essa aí, hein? Ei, tu lembra do nosso acordo, né? Que é a cor dos meus ovos? Alô, quem tá falando? Sabe como é que manda beijo pra Baitola? Sabe ou não? Sabe como é que manda beijo pra Baitola? Aqui, ó. Quem tá falando?
Se falar alô de novo, vou desligar. Quem tá falando? Leandro. Leandro. Fala de onde, irmão? Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, tão gostava. Terra do Carioca. Ô, terra boa. Fala aí. Só mandar um abraço mesmo aí, fã de vocês. Obrigado, irmão. Um abraço mesmo.
Pancada, valeu, Leandro. Tamo junto. Terra Divina e Júnior. É. É isso aí. Da onde você vai aí, de Gota? Complexo do Salgueiro. Porra, Tata. Acho que vou... Quer uma passagem pro Irã, irmão? Tá mais tranquilo. Caralho, velho. Cheio de barricada aí, maluco? Muita, né?
Caralho, velho. Lá é foda, irmão. Rio de Janeiro, vai vir. Rio de Janeiro, tem agenda pro Rio de Janeiro. Isso, bebê, dia 30 agora, espaço Raul. Dia 30 agora, irmão. Dia 30 agora de abril, espaço Raul. Ah, show de bola. Se tu conseguir sair daí, você vai. Aguardo você lá. Se você passar as barricadas, vai assistir, tá?
Aguardo você lá, Lírio. Tamo junto. Valeu, obrigado. Você não tá ligado o que é o Salgueiro, irmão. O Caveirão tem dificuldade. Os vídeos mais tenso que tem de Caveirão, pode ver. Pode buscar. Bota assim, Caveirão e Salgueiro. Não é o Salgueiro da escola de samba, não. É o outro. É em Samosão. Carioca. Ali é o osso. Já ouviu falar em... Incompensa ou em... Jorge Teixeira.
Em Manaus, aí é perigoso. Também, ó, eu vi aquele... Já viu no Netflix o Bandidos na TV ou não? É, o Jorge Teixeira e Compensa. Bandidos na TV. Vi. Bandidos na TV? Aí é embaçado. Tu viu aquilo? Vi a CNCA que... É embaçado lá. Que o cara tinha o programa. Que o cara tinha o programa. Ele mandava matar pra filmar. Ah, ele mandava matar pra só bater a... Pra filmar. Pra filmar, é. Que era um... É a coisa mais surreal que eu já vi. Que era um absurdo. É um absurdo, cara. Que era um absurdo. Esse cara tá preso ainda lá ou não? Não faço ideia. Não morreu, não morreu? Não, o apresentador...
Então ele morreu. Morreu? Eu acho que morreu. Não faço ideia. Será? Ele manda matar pra filmar os corpos, véi. Quem tá falando? Opa, bola. Beleza? Marcelo de novo. Caiu a ligação, mano. Vai lá, Marcelão. De Manaus. Marcelo de Pizerão. Porra, sucesso, hein, mano. Puta que pariu. Tá representando bem pra caralho, mano. Ô, Marcelo, agora tô aí com você, xavô, bebê.
Ô, meu irmão, obrigado pelo carinho, viu? Isso aí acompanha desde o início, viu? O Amazonas tá mandando bem aí, Leandro Leite. O Leite esteve aí há alguns dias. A audiência boa pra caralho também. A Amazônia está no topo, irmão. Hoje tá arrebentando também, irmão.
é isso, show de bola tem muita gente boa aqui muita gente de sucesso quero te parabenizar e queria saber se tu vai cantar mais música do Luciano Quicão aí, vou com certeza o sucesso do Quicão é a composição da Multidane
Do Gelinho vai entrar em Manaus. Já tem outras dele também entrando também. DVDzão vai sair agora, né? Olha, meu pai me ligou. Mas eu já adoro forró. Já também vai pro repertório em Manaus. As músicas do Kikão vai tocar com força. É o que a galera gosta. Em Manaus, de 16... Ah, falando aqui Brasil, 16 de maio, vai ter a gravação do DVD do FDP. Opa! Em Manaus, na minha terrinha, perto do meu povo, da minha família. Aí sim, hein? E entrada gratuita aí na Ponta Negra. No Pânico, cara.
O que eu tenho a ver com isso, irmão? Bota o cara no pânico? Pô, bota e cola o cara lá dentro do pânico pra falar com o Emílio. Ah, que você voltou pra Jovem Pan. Não, mas eu não tenho contato com o pânico. Não, pô, pô, mas bota o cara. Mas ele vai, ele vai. Ele vai, a Paulinha vai chamar. Já, já ele vai. A Paulinha vai. Vamos, vamos. Os caras do pânico, os caras do pânico não são bestas. É o filho do piseiro aqui. O velhão, o grande Emiliano. Um beijo pro Emiliano. Eu te amo. Emiliano é maravilhoso. O Emiliano também. Grande Emiliano.
Obrigado, Marcelão. Valeu, Marcelo. Um abraço pra vocês aí, Bola. Assiste o teu casamento muito. Torço muito por você, cara. Muito obrigado. Fico feliz, irmão. Casou com uma mulher da hora, né, Bola? A Gabi é maravilhosa. Beijão pra Gabi. A melhor coisa que eu fiz na minha vida. E o Vicentão. Quero ver o Vicentão na semana que vem. Ele e a avó. Vamos pra cima. Vamos. Pra cima do Vicentão. Ele dá avó. A avó é assim. 95. Tem três tadalas no véio. O Vicentão é maravilhoso. Você já sabe qual é o cúmulo do amor?
Qual é que é o combo do amor? Duas tadalas, um Red Bull e duas paçoca. É mesmo, é. Se não morrer, faz alguém feliz, viu? Eu conheço a do milho. Do milho? Qual é a do milho? Do milho no umbigo. Qual é essa do milho no umbigo? Aqui, ó, o pinto sobe pra comer. Você põe o milho no umbigo. Alô? Alô? Alô?
Tem aquela também, pô, teu pito é grande. O cara é enorme. Bota na trás aqui, que é o mesmo tamanho. Chega no umbigo. Chega no umbigo, chega. Chega no umbigo. O que ele tá falando? É o André, aqui de Manaus. Sou filho desse Zé Ruela aí, desse Everton. Que pra vocês é filho do piseiro. Pra mim é Everton. Aí, quem que é você, brother? Você é o quê dele? Eu sou irmão desse batida. Ah, André, meu!
Ei, André, bebê. É eu, pai. É o homem que me fura toda vez que eu vou lá. Meu irmão. É teu irmão, só pede o Pix. Não, que me fura. Não, não. Dá a injeção, coquetel, vitamina. Sou enfermeiro dele. Ele é enfermeiro. Ah, você toma soroterapia? Você cai nessa também? Não, é vitamina D, coquetel de vitamina C. É mesmo a boca de sangue furar.
Quando eu tô ruim, ele dá bisetacil. Ô, Bem, moçada de você. Bisetacil, tô lembrado o pessoal aí. Você toma bisetacil? Não, quando eu ficava ruim, ele aplicava. As gonoé. Não, eu não li. Não, garganta inflamada, essas coisas, sabe? Eu fico com gonoé. Eu fico com gonoé. Não, é bisetacil só pra isso não. E aí, André? Não, não, não. Piga pus.
Só vitamina, velho É, só vitamina Então cuida bem do menino Te amo, viu? Um abraço aí pra mãe Te amo, viu, meu irmão? Saudade de você, nossa família Eu sei que saudade sua aqui, viu? É verdade Te amo, sucesso Você já colocou o supositório no piseiro ou não?
Não, nunca não. Nunca não, nunca não. Não precisou. Ei, dia 14, tô chegando aí, bebê. Pra gente se ver, viu? 14 de maio. Beleza, bebê, dia 16, pra lembrar, gravação do DVD do meu irmão na Praia da Ponta Negra. É mesmo? Todo mundo convidado. Aberto ao público, viu? Que legal, cara. Aberto ao público. Dia 16? É, demais. Agora em Manaus, você vai gravar lá? Inclusive, é aniversário dele também. É meu aniversário.
no meu aniversário. Pô, que legal. 23. 24. 24. Aí sim, ó. Obrigado, André. Um abraço, hein. Valeu, Andrezinho. Mais um aí e a gente vai pro Superchat. Tá bom. Vamos lá. Elu? Alô? Alô, quem é? Elu? Alô? As pregas estão inteiras aí, né? Alô?
Atenderam ou não, Bola? Por enquanto vamos dar uma chance aqui, senão vou desligar. Porra, água, cara. Foi mal aí. Você não quer nada, meu irmão. Só bebe água. Isso. Alô. E bezetacil.
o cara pegou no ré tá estragado, lembra dessa porra? tomar a bezeta assim, o Serginho alô, gaga de famosa, Deus o livre tem mais ninguém, carica não, estamos aqui pro superchat esse zagabundo não responde, então vai tudo pro inferno vai tudo pro caos, né bola? vai tudo pro meio do limbo aqui ó, tem um áudio aqui, vamos ver se vê ou não, vamos ver superchat, vamos lá Gustavo Eith enviou uma mensagem
Não enviou. É um mudo. Chegou aqui o Rabib. Rabib. É o mesmo. Rabib Baba enviou uma mensagem. Fala, boleta! Carioca! Tudo bem? Aqui é o Marmude, cara. Participei com vocês do Homofobia. Também sou de Manaus, tô acompanhando aí o Fido Pizeiro. Um grande abraço pra vocês, cara. Forte abraço, sucesso pro Pizeiro. E ele...
consiga conquistar tudo que ele almeja na vida dele, cara, um amazonense aí que tá representando muito bem nosso estado. Obrigado, Mahmoud, valeu, irmão. Valeu, Mahmoud, beijo. Beijo pra Manaus. Tem mais um. Esse é internacional. Joba enviou uma mensagem. Joba, Joba. Na Alemanha, saio pra trampar de entrega. Estralando no carro quase todo dia kkkk. Eita forrozão.
Vai ouvindo você na Alemanha. É o Piseira Internacional. Valeu, Joba, papai. Bota pra apocar esses médias aí. Tem mais, Carica? Vamos lá.
Pascoine enviou uma mensagem. Bola e Carioca, ouvo vocês desde o começo do pânico. Obrigado, irmão. Valeu pelo show ontem. Sou o cara do fone da divida de 3 milhões. Por favor, não divulgar aquele vídeo. Eu posso ter problemas no trabalho. Agora já é tarde. Filho do que zero. Sucesso, irmão.
Pode deixar que a gente não vai divulgar. Valeu, meu príncipe. Fica tranquilão. Vamos saber, Pasqualini. Fica tranquilão, Pasqualini. Não vamos divulgar. Eu acho que o problema que você tem na tua conta... É muito pior. É muito pior. Problemas no trabalho. Puta que pariu. Ela tá mais fudida do que... 3 mil é uma dívida, viu, meu filho? Meu Deus do céu. Eu acho que eu... Eu me matava. Eu me livre. Deus ou livre agora. O cara deixa chegar a esse ponto. Que pariu. Lucura. Amy Roger enviou uma mensagem.
Filho do Piseiro, manda um abraço para meu amigo Fabinho Mucura do Acre. Ele é muito seu fã. Quer engravidar a mãe dele? Você quer engravidar a mãe do Fabinho? O Fabinho Mucura, mano. Ei, o Fabinho Mucura é reserva, viu? Ei, Roger, tamo junto, papai. Você conhece o Fabinho Mucura? Eu sou meio doido. Quer engravidar a mãe dele ou não? Não, eu não engravido mais não, a taverna. Valeu, papai, tamo junto.
Caramba, que loucura, né? Os caras passam muita onda, né? São, puta que pariu. E você fez quais programas de televisão, Felipe? Eu vi você no Portioli. Portioli, Ratinho, De Noite, Patrícia Bravanel. Ah, fez todos os grandes, que legal. Qual foram os outros, Aigo? Ego. Aigo. Aigo. É o Évro Lavini. É o Évro Lavini. Qual foram os outros, Bê? Programa Nacional que eu fiz? Beber, o busco, né?
O podcast também fez o... O Podpar, eu vi. Aqui agora. Aqui agora. Aqui agora. Agora quando eu chego aqui eu não acredito.
Folha também. Agora aqui eu não acreditei quando eu pisei aqui, ó. Que é isso, irmão? É, mano. Quando eu vi que você vinha, eu fiquei na felicidade, bispo. Você não é o piseiro, porra? Os meus almoços eram assistindo vocês, mano. Que legal, cara. Você não é o piseiro? É. É isso aí. Bom, vamos agradecer esse cara, meu, que Deus te abençoe aí na sua carreira. Ganhei o ano, irmão. Porra, eu te conheci, porra. Porra, bispo. É um cara muito legal, cara. Vocês só põem pro show comigo.
Eu vou aqui no CTM. Eu não vou estar em São Paulo. Me lembra que eu vou. Eu pego o telefone e a gente vai falando. Porra, eu não vou estar aqui. Se eu tivesse, eu iria. Mas eu vou ter mais pessoas pra mim. É só avisar, fala com o Boleta, tamo junto. Fala comigo. Já tô te seguindo no Instagram, me chama aqui. Já tô aqui no Instagram. Vou marcar, eu levo, eu, minha esposa e a irmã dela. Tá.
Então convida o pessoal aí Cadê a agenda do filho do Piseiro Tem que botar na TV Mete a agenda do homem aí Vamos lá Aí ó, tá aí Campinas, agora sábado vai ter Campinas Lá no Foco Valley Vai tá aí o Danny DJ e o Léo Santana Danny DJ? É, e o Léo Santana Isso eu faço no Arena Mais Que é o antigo Arena Sertanejo Tá
E Rio de Janeiro, no Espaço Rá, dia 30. Aí, sábado, São Bernardo do Campo. E São Paulo na CTN, que é o feriado, né? E Bragança Paulista. Expo Bragança.
Vai estar lá filho do piseiro. Que legal. Atenção, prepare-se para o São João que o homem vai ser brabo. O homem vai tocar no Brasil inteiro, irmão. Esse ano o São João vai ser diferente, né? Porque vai ter Copa junto. Vixe, é verdade. Jogo do Brasil com forró. Nossa senhora, com cachaça. Puta merda. Vai ser resenha demais, né? Aquela camisa do capeta vai aparecer pra caralho, velho. A camisa azul.
Eu ganhei duas daquelas ali, eu uso Eu só vi a galera, mas tira essa camisa Você entendeu o porquê, ó Depois que eu fui pros Cusá, pesquisar O Satamote aqui no peito É O Satico, ó Filho, obrigado, irmão É Verton, né? Deus te abençoe na sua carreira aí, cara Obrigado aí, você é um cara muito legal Uma revelação, né, bola? Cara com uma vibe boa, continua levando Essa alegria pra galera
O Brasil precisa disso. O artista é isso, manter essa simplicidade, essa simpatia. Porque é disso, né, velho? Muita gente tem a mania de achar que o artista é um cara marrento. Tem os babacas, tem um monte de babaca aí. Mas você é um moleque legal. Obrigado. Simples. A gente torce por você. Bacana. Saiba que... Não é bola. Pô, pra caralho. Bola já tem você no Spotify. Eu ainda não. Não é pra mim.
no Spotify e no Apple Music é isso aí, e no Amazon Music pode ouvir aí, filho do Piseiro ticara catica, segue a gente, segue o cara segue a gente aqui, curte porque se você der o dislike no vídeo o que vai acontecer filho do Piseiro? você vai ficar com os braços cotói e o acosseiro no boga eterno você não vai conseguir coçar detalhe, vamos jogar pelado no rio e vai chamar o candiru vai chamar o candiru o peixinho tá no seu toba é perigoso alô meu Brasil, Manaus Fortaleza
Tamo junto, um abraço, Felipe Zerro e Carioca. Bola, obrigado pelo convite mais uma vez. Que que é isso? Tamo junto, qualquer coisa é só chamar aqui depois de mamãe que manda minha vocês, viu? Vamos encerrar com a musiquinha que é o sucesso. Vamos? Então vai. Da rapariga, pô. Rapariga, bola. Rapariga. Bom dia. Uma é bom. Aí, vai. Vamos ficar de pé aqui. Ei, Mazin, não é que deu certo a banda? Uma é bom.
Ei, Relit Music! A fábrica não para! Eu não tô mais me reconhecendo Sexta-feira e eu não tô bebendo Do nada um amigo me envia o cardápio da putaria pra quebrar o meu jejum Fica que tem três pra cada um Porque...
Uma rapariga é bom, três rapariga é bom demais Uma rapariga é bom, três rapariga é bom demais Olha o parra Olha aqui uma rapariga, três rapariga é bom demais Um bichinho que mele é bom, três bichinhos que mele é bom demais
Tchau, galera. Ei, mozão. Valeu, Brasil. Obrigado. É o filho do Pizeirinho. Tica-ra-ca-tica.