EP EP 748 - AQUELA RESENHA DE PRIMOS - JOÃO E EDUARDO
João Vitor e Eduardo Palhares são produtores rurais e engenheiros agrônomos de Morro Agudo (SP), vindos de famílias do agro. Jovens e com forte vivência prática, transformam conhecimento técnico em conteúdo digital leve e acessível.
- Setor AgropecuárioEngenharia agronômica · Produção de cana de açúcar · Rotação de culturas · Uso de tecnologia no agro
- Desafios do AgronegócioDívidas no setor agrícola · Impactos climáticos na produção · Suicídio no agro
- Cultura e tradições do interiorSotaque rural · Relações familiares no campo
- Inteligência artificial no agroUso de drones na agricultura · Inteligência artificial para previsão de colheitas
E aí
Alô, galera! Oi, turma amiga, bom dia. Turma amiga, meu querido Marcos Chiesa. Tudo certo, Carica? Tudo lindo, meu querido Marcos. Isso é bom demais. Isso é o que importa, né, velho? É isso aí, meu irmão. O importante é a gente estar aqui, feliz, e com você na audiência aqui de mais um episódio do Ticaracaticache, né, Boletão?
É isso aí, estamos aí firme e forte Vamos embora que vai ser muito bacana Vai ser sensacional hoje pra você Os dois são dois figuraça, bicho Pra você ficar de boa, né, bola Então, mas já aproveita o embalo Você que tá aí, curta, compartilha Inscreva-se no nosso canal Por favor, rapaziada É importante, ajuda a nós Quebra essa É importante demais Nesse aqui no canal oficial Decortes do Tica também
exatamente ative o sininho, do you like chocolate isso safadinha você, né? safado é lógico, isso é maravilhoso enfim
O algoritmo precisa entregar. Se você tem aquele like amigo, vai compartilhar, vai ser muito bom pra gente. Ajuda muito nós. Certo, rapaziada? Muito obrigado. Estamos no Spotify, estamos no Amazon. Todas as plataformas, lá pode ouvir nós. Exatamente. Obrigada.
Obrigada Hoje é dia dele, né Bola? Taira Você lembra o nome completo dele? Joaquim José Antônio Xavier Não, Joaquim José da Silva Xavier Da Silva Xavier É isso aí, nosso querido Alferes Um beijo a todos os mineiros Que estão na audiência Hoje não é o dia da Inconfidência mineira também? Agora você me pegou Deve ser, né?
fazer aquela perguntinha pro Adapta aqui se hoje o dia do homem se hoje é o dia da inconfidência mineira desculpa a minha ignorância meus que...
É? Opa, então tá certo. Inconfidência. Hoje é o dia da Inconfidência Mineira, o nosso querido Joaquim José da Silva Xavier. O nosso Alferes. Tá certo, bola? É isso aí, Carica. Hoje é o dia de mais alguma coisa. Ou amanhã. Dia de... Amanhã é o descobrimento.
22 de abril de 1500. Exatamente. É isso aí. E também seria o aniversário da minha saudosa vovó. Ô, vovó. Será que seria 100 anos de vovó? Não, ou quase, hein? Porra. Eu acho. Tudo isso. Vó Corina? Que beleza, hein? Vó Corina, eu acho que é de 20 e poucos. Agora preciso perguntar para a mamã. É, mamãe é de 51 e mamãe não é a filha mais velha? Então faz as contas aí.
É, mais ou menos, né? Beirando o cenzão. É, vovó Corina deve estar beirando o cenzão aí. É, o cenzão. Na história da minha família. Aí sim, vovó Corina, parabéns, hein? Minha querida, saudosa vovó Corina. Maravilhosa. 22 de abril, vovó. Sempre zoava ela que ela descobriu o Brasil. Minha querida vovó. É, o jovem e o Pedro Alvescrabral. E o Piro, né? E o Piro vai de caminho. É o Piro lá na carta. Só mandando lá.
A história do Brasil é tão mal contada, né, cara? Pô, eu quero trazer um cara muito foda aqui, cara, pra falar da história do Brasil. Ah, isso é interessante. De 1600, um Brasil que ninguém fala, já reparou?
Falam de 1500. Mas de 1600 não fala nada. Não, depois. O que tem de fato relevante em 1600? Histórico, ninguém lembra. Falam aí. Ninguém lembra, ninguém sabe. Não, saber, deve saber. Eu não sei de porra nenhuma. Vamos ver algum fato relevante de 1600. Ninguém fala. O que aconteceu em 1600? No Brasil. Só Deus. Rapaz.
E é verdade, né? Ninguém sabe de nada. Em 1600 não sabe, cara. É. Por exemplo, São Paulo foi fundado em 1500 e alguma coisa. Fatos relevantes. Então, assim, ó, o que aconteceu no Brasil no ano de 1600? O Brasil colônia. Consolidava a economia sucareira com engenho ainda no Nordeste. Bahia e Pernambuco. Mão de obra escrava africana. O território vivia sob a União Ibérica.
Não tem assim um... Um fato. É, um fato que ficou pra história, algum vulto, algum... Não tem, não tem. Mas tem. Se você... Pelo que eu sei, foi onde morreu mais gente no Brasil. Isso é um fato.
Por causa de guerra, de doença. Os negros se dando, os negros dando no outro. Os índios brigando com os portugues. E os negros se mataram pra caralho. Isso aí aumenta a escravidão africana e intensificação da exploração. 1600 a 1600. É, 1600 é um... Um século. Um século tenebroso da nossa história e é por isso que nego dá uma escondida. É verdade. Mas vamos trazer esse cara aí pra falar então. É bom isso. É, ele tem um livro que é muito bom sobre...
Como que ele chama, Carica? Ai, caralho. Tales Guarassi. Tales Guarassi. O livro dele é muito bom. Entendeu? Tales Guarassi. É um historiador pra falar de 1600. Acho que é uma coisa que... Pra gente entender o Brasil de hoje, que a gente tanto reclama...
Tem que olhar pra trás, né? Ah, não tem a dúvida. Qual é aquele ditado? Você recebeu alguma herança, Bola? Eu não, zero. Eu também. Zero. Entendeu? Então, assim, precisamos olhar pra trás pra entender por que estamos aqui. É. Teu zigoto é 2.600.
Andou. Andou, você tá aqui. Você também. O zigoto andou. A não ser que eu vim de... Eu acho que eu só cheguei no Brasil pelo que eu tava olhando aquele Family Search. É, não sei se meu zigoto andou em 1600, mas... Porque o meu veio de imigração. Então, meu também. A minha família, pelo que eu tô lendo lá no Family Search, o meu zigoto chegou por aqui lá pra 1800 alguma coisa. 1600 tava em algum canto.
Rapaz, nós visitamos um lugar muito legal lá em Entre Rios. Você lembra? Tem um museu lá que você coloca o nome da sua família e ele traz tudinho, traz às vezes até uma foto de quando possivelmente sua família desembarcou no Brasil. E o que é a sua family search aí que você falou? É um site pra você olhar a árvore genealógica. É muito legal. E quem faz essa curadoria são os mórmons.
Eu consegui achar certidão de casamento de trisavô, certidão de óbito de bisavô, batismo. Tem um monte, eles não sei, eles documentam tudo, cara. Carai, que doideira. Procura, é difícil, não é fácil. Você vai ter que pegar documento da sua avó se você achar certidões. Ah, vai ter que juntar os...
aí ele vai juntando, ele vai atrás tem que ir alimentando ele tem um negócio agora eu não tô querendo descobrir muita coisa também não tem um negócio agora que sabe quando você vai morrer isso não isso só Deus aí é só Deus amigo mas é legal isso aí
Dá trabalho, já vou logo avisando, galera É que eu tenho um amigo meu que é meio especialista E ele meio que me ajuda Às vezes ele quando ele tá, me liga Pô, vamos vir aqui, caraca Ele desconfia até que uma avó minha era Judia, por causa do nome, né Tá, entendeu Ó como é que tá bonita a minha, gordo Ó, só pra você ter uma noção, ó o tamanho já que tá Eu já tô na oitava geração, sétima geração Caralho, você vai fazendo aos poucos Eu só bolito, tum, tum, tum, tum, tum Você vai fazendo aos poucos, é Camada por camada E aí
E acham meio umas certidões doidas. É bem legal. Que legal. É legal saber. Mas nem apresentamos menino. Mas vamos apresentar. Pô, lógico. Vamos apresentar. Eles que são um sucesso na internet. Vocês são primos de verdade ou não? Primeiro eu quero saber isso. Primo de verdade. Os primos águas. A família não escolhe. Meu pai e o pai do Eduardo é irmão, né?
é irmão é primo primeiro mesmo, não é aqueles primo de sim, primeiro grau mesmo de tomar banho junto mesmo aquela narquia brincadeira e como é que você chama irmãozão? Eduardo mesmo, o Edu é o grandão Edu e Jão, boa são os primos agro né Boleta primos agro
de agronomia, de agressão, engenheiros agronômicos. Produtores rurais também. Vocês são de Morro Agudo aqui? Morro Agudo, é. É perto de onde, Morro Agudo? Pé Vermelho. Pé Vermelho demais. Pé Vermelho. A turma chama a Nói de Pé Vermelho. Pé Vermelho no último. Pé Vermelho. Terra, rona vermelha, boa pra produzir, terra doida. Terra da cana de açúcar, né, Morro Agudo, disputa com o Beraba, maior município produtor de cana de açúcar do mundo. Do mundo. É mesmo. Vocês nasceram na roça mesmo, irmão.
Eu acho que foi no hospital, na cama do hospital lá. Mas depois já foi pra roça, né? Já saiu do hospital. Mas a avó acho que deve ter nascido na roça já. A avó foi tudo parteira. É parteira, é que era um trem. Vocês acham que com o advento da internet, Starlink, chegando na internet, chegando em qualquer lugar do planeta, vocês acham que esse sotacão de vocês vai com o tempo se perder ou não?
Eu acho que ajudou agora, na verdade, né? Porque nós que é da roça, nós não tava na internet, não. Agora que... Agora que entrou, né? É, agora que... Esses dias até, eu tava falando, no aeroporto, o cara veio e parou e eu e falou assim, eu gosto demais de serviço de vocês, mas pode falar errado um pouco, né? Febrou nós. Mas sabe o que ele perguntou? Ele perguntou, será que o sotaque nosso vai se perder? Entendi. Você quer mostrar que eu não entendi a pergunta dele pra mim? É, porque você não respondeu nada com nada. Assim, ó...
Eu não sei, eu não sei, porque muita gente assiste nós, vai comentando lá e fala assim, véi, eu não entendo nada de roça de agronomia, mas eu adoro o jeito que vocês falam. Então eu acho que é uma peculiaridade quem for do interiorzão mesmo da roça, vai permanecer, vai permanecer. A raiz acho que não...
Não, mas eu tô falando dos filhos, aqui é umas duas gerações. Pode ser, pode ser. É isso, sabe? Seu filho já deve... Já vai mudando um pouquinho, mas eu acho que a internet ajuda, é isso que eu tava falando. Tipo assim, ó, agora que nós tá com a internet com o celularzão na mão pra falar assim pra um monte de gente ver, às vezes a turma gosta, não é que a do interior gosta de falar assim.
eu acho que assim, ó talvez possa ir diminuindo diminuindo sim, eu acho de acordo com as gerações porque tipo assim, quer ou não vai parece que vai globalizando tudo vai virando tudo uma mesma coisa o pai de vocês deve falar mais arrastado que vocês ainda é
fala assim então é isso, vocês vão lapidando vai dando uma mudadinha vai ficando mais comprensível o meu pai, o pai do seu Duarte ele é mudo doideira né
a gente não sabe se é verdade ou não não sei não, mas você tem que estar mais preparado pra isso foi do nada, eu quase rio já vai treinando não, não é mudo não, devia ser só fala bosta também seu pai é muito pior do meu de falar do racho
E sabia que meu pai e pai dele brigou, né? É mesmo. É, meu pai e pai dele. Foi o comentário do Primo Zagno nos últimos tempos, era tudo isso. Era a treta. Porque assim, são cinco filhos por par de... Da nossa avó. Da nossa avó, né? E do vô, né? E do vô, é, par dos dois. E aí é três mulher e dois homens. Os únicos dois homens que é meu pai e o pai dele brigaram tocando roça. É.
Porque... É que eles tocavam a roça junto. Aí eles eram sócios. Aí meu avô já tocava a roça e aí os dois fios e o homem começaram a tocar a roça com meu avô. E o pai dele roubou meu pai até não aguentar mais. Você roubou meu pai. Pergunta lá aí, Borrago. Sério.
Ué, pergunta lá pra você ver. Meu pai tava mandando mensagem agora. O pai dele roubou, todo mundo sabe. O pai dele roubou o seu pai. Roubou o meu pai. Meu pai é o mais velho, o mais velho. Todo mundo sabe se foi o pai dele. Mas é a cara de veia, que você já vê na cara. Eles brigaram mesmo. Por causa de roça mesmo, por causa de dinheiro. Eles plantavam o que pra eu entender? Soja. Soja, tá.
planta até hoje. Até hoje. Mas eles plantavam junto. Aham. E aí brigaram, velho. E aí começou o Primos Agro, com eles já brigaram. Então uns quatro anos atrás, que nós começamos a postar vídeo e tal. E aí ano passado, no dia dos pais, nós fizemos um videozão falando assim, rapaz, é mais um dia dos pais que eu e você vai... Eu e o Eduardo acabava passando separado, porque o meu pai dele não ia estar no mesmo lugar.
não se encontrava, se meu pai fosse na casa da avó, o pai dele não ia e vice-versa e aí nós postamos um vídeo, falou, nossa não queria tanto, e aí foi bom que a turma da cidade começou aí nos dois, viu os dois na rua, toma vergonha na cara, olha os meninos lá agora, fazendo mó sucesso e seis dois brigados, e aí nós fez um porco no rolete na roça lá, juntou uma turma abriu o bichão, botou em pé tá ligado, já tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado, tá ligado
já tinha... Você não deu pelo interior. Não, nós temos marcado fazer um porco a paraguaia lá na roça. Vocês vão ver que trem... Como é que funciona o porco a paraguaia? O porco a paraguaia, você abre ele mesmo assim, ou no rolete, ele fica fechadinho, né? É, o ponteirão, é. É, o a paraguaia, você abre ele, você tempera ele tudo por cima, vinagrete, joga, chega... Eu lembro de estar rolando um porquinho desse no interior.
Aí tava o bichão todo em pé, assim, meio inclinado, né? Aí todo aberto e tal. Aí no final o cara jogou um óleo e pururuca tudo. É pururuca, fazer o pururuca. Joga o óleo quente pra pururuca. A pele explode, estourando tudo na hora. Foi de louco. E aí nós fez esse evento lá e aí acabou que nós fez meu pai e o pai dele dar um abraço.
que nem se olhava, né? Deram um abraço, os dois deram uma foto lá tá no Instagram? Deram até uma foto nossa, tudo junto e os dois abraçando é um carrocél assim no abraço, o pai dele já puxou a carteira do meu pai já roubou mais 100 reais mentira, ó
mas o... quem é teu pai? ou o Marmar Sim, VP mas nós brincamos é porque nós falamos desse trem porque um falava na época Eduardo me roubou aí o outro não, ele que me roubou aí virava essa anarquia mas a turma até fala na rede social seu pai e seu tio devem ter começado com essas briguinhas desse jeito, né? e o povo fala assim para de ficar zoando com essas merda aí que vocês vão acabar brigando mas eu e o João você tá doido é muito alinhado é muito bom
E hoje, pá, tipo assim, por conta de reparação histórica, eu cuido da contabilidade e eu vou pegando de volta o que o pai dele... Tudo que meu pai pegou do seu. Entendi, entendeu? Você vai repondo. Vai equilibrar, entendeu? Mas enfim, voltar a conversar. Ah, que bom, que bom. Só que nós não comemora muito, porque voltou faz pouco tempo também.
Então, às vezes dá um... Mas vocês dois, questão de idade, como é que é a diferença? O João tem 30 e eu tenho 27. Ah, pouquinha coisa. Vocês são jovens, né? É moleque, né? Não, mas você olha pra ele e fala que ele tem 27 anos. É, ele parece ter mais. Aí, caminhão de usina, nós falamos. Bom dia, ano ruim de lata. Dá uma olhada na cara dele. Que na arquia... Eu tenho...
Eu tenho 30? Olha ele. Vou ver o ruim de lata. É, a turma tudo fala. Mas assim, eu não faço. Não, não tá acabado também. Não, não tá. É porque começou a fazer uns preenchimentos botox. Quem faz é... Aqui, olha pra ele, ó. Lente, queixo feito preenchimento. Ah, ele botou preenchimento. Harmonização? Vocês fez.
Eu fiz lente em cima. É? Ele tem lente em cima, lente embaixo. Não sobrou dinheiro pra fazer embaixo? Não, não sobrou, irmão. E você, carioca? Nada de nada? Cabelo, cabelo. Cabelo, eu vou precisar. Já pôs. Já pôs, já pôs. Já pôs? Pus não, é transplantado. Ah, tá. É transplante, não é? Já pôs. Já pôs. Por que você não pôs aqui?
Não, é o que deu pra porra. Ah, tá. É porque paga por fio, né? Não é que paga por fio, é a capacidade... Por acre. Ah, é a capacidade que você tem de doar. Ah, entendeu? Você não tinha o vice. Você não tinha o vice. Você não tinha o vice. Você não tinha o vice. Exatamente. Agora, tinha pelo do peito, mas não é tão eficaz assim, foi comprovado. Agora, o grande barato do momento é aqui, ó.
O pelo daqui tirado aqui Mas o da barba cresce igual um cabelo É porque você joga um produtinho Ah, entendi Pelo do Toba vale Eu ia falar isso Eu acho que ia dar onde a turma mais tira E diz que não cai
o meu médico falou o doutor João Carlos Pereira que pelo daqui, por exemplo ninguém quer barba aqui, correto? apesar que você quer, né? o cara que é barbudo quer a gente não quer aqui é um saco, né? essa barba aqui, aí ele vem com o robô, tira aqui aí transplanta pra cá
Porque eu achei que a barba... Eu tenho que fazer mais uma. Como a barba é um pouquinho mais grossa, achei que não ornasse. Não, mas ele bota pra preencher. Entendi, entendi. Pra dar volume ali no meio. Pra dar volume, entendi. Porque geralmente quando vai fazer, o cara tira daqui, não é? Não, ele tira de toda essa região aqui, ó. Pode ver que todo careca, ele tem cabelo aqui, já reparou? O Paralaminha. O Paralaminha.
Então, esse é um cabelo que não cai de acordo com a testosterona. Entendi. Tem mais aqui. Não, não é que tem mais. É que além de ter bastante cabelo... É região mesmo. Esse cabelo não é afetado pela testo. Entendi. Que é a falha, que é a testosterona. Não sei se você sabe que é um... Sim, sim, sim. Não, e diz que a calvície é uma doença, a calvície, né? E ela é... Alopecia. É alopecia. Você acha que eu vou ficar?
Vai. Não, isso já ficou. Vai. Isso aí é fácil resolver. Você tem que ir no médico. Se você fizer umas aplicações de uma luzinha uma vez, a cada 15 dias, vai resolver. Fica cabeludo se eu tirar isso aí. Tá com 20...
27 Ah, vai ficar Vai, né? Já tá buguei ele, macaco Sabe o que é louco? Você tem filho? Não Ah, casou? Casou Ah, eu vou casar agora em setembro Mas quando tiver filho você vai ver o que vai abrir assim É? Ah, é Ih, mas você quer ver quem toca roça É a roça É, então Além de tocar roça Mais o filho com mulher Aí A mulher A gente tava falando Entendeu a parada? A gente tem primavera do leste A gente conversou com um monte de gente lá Que é um pessoal do Água muito legal Mas Tudo careca Vamos
O duro é isso, cara. Se você saber se vai chover, se vai fazer sol, se... Diz que a preocupação dos caras acaba com os caras, né? Ah, os caras envelhecem demais. O cara fala, ó, eu com não sei quantos anos, 20 anos tocando roça, o cara parece 70 anos, velho. É verdade. É, mas é um sol também, né? O sol regaça. Também, com certeza. Vocês usam protetor solar? Cara, tem que usar, né? Mas ele perguntou se nós usamos. Não, mas nós temos que falar, tem que... Assim, ó...
Eu esqueço demais. Eu ultimamente eu tô usando bastante. É que hoje tem muita camisa proteção UV. Mas é o rosto, né? É o rosto, né? No rosto, orelha, pescoço. Mas você vê, você é mais moreninho que ele. É, é porque... Você toma um sol mais lascado. É, é porque eu vou mais barrosa. Olha o tamanho.
o tamanho do sombreiro dele o sombreiro ajuda muito é que ele é magalego também, né? ele é magalegão, tu tem uma parada de alemão como sabe, parece qualquer coisa é metido, né? é mistura esse é misturado nós é descendente de italiano mas ele que puxou a genética, né? eu já misturei com canarquia já mas tá bom
Muito bom. Mas que legal, velho. Mas como é que vocês começaram... O pai de vocês já colocou vocês na roça cedo pra trabalhar? Como é que foi a vida de vocês? Vocês quiseram ou vocês queriam fazer outra coisa e foram... Vocês nasceram na fazenda? Ou foram obrigados a fazer? Não. Nós passamos a infância inteira na fazenda, porque a roça é tipo dois quilômetros da cidade, lá é muito perto, velho. E aí depois nós íamos pra Minas, porque comprou uma roça em Minas lá também. E aí, na verdade, nós catávamos a manga cedo...
Ou seja, nós íamos pra escola e já íamos pra ficar na roça. Mas tudo tem coisa mais gostosa. Não, não tem. Chegava da escola em casa, ligava pro vô. Ô vô, passa aqui. Aí passava, pegava eu, pegava ele, nós íamos pra roça e ficava o dia inteiro na roça. Eu falo, eu era moleque, eu ia muito pra São Pedro. Mesmo em férias e tal, naquele interior e tal.
E eu não ficava no hotel com a minha família. Eu ficava na casa dos meninos que cuidava dos cavalos. Sim. Ali em Perascava, ali em São Pedro? Isso, isso. E eu ficava... Minhas bichas... Você falou a coisa mais tesoura. Você acordar, você pegar uma manga, você ver as galinhas, os porco. Você tá doido.
Eu adorava isso, eu adorava. Esse é o trem da roça que... Com criança é a coisa mais legal que tem, cara. E aí o... E andar a cavalo e puta que delícia. Não, nós tinha uma charrete lá, nós tava na fazenda na Castela, ontem de ontem lá, passamos o final de semana lá. Aonde é a fazenda, mais ou menos? É do Paraguai. É do lado de Sete Quedas. É lá em Goiás? Não, é Mato Grosso do Sul, Paraguai. Ah, tá.
É quase Corumbá ali, aquelas ondas ali. Então, falou o nome da cidade do Paraguai. Dourados, você pega mais 3 quilômetros subindo ali rumo da fronteira, aí tem uma cidadezinha sete quedas. Não, 3 quilômetros não, 3 horas, né? 3 horas, falei 3 quilômetros. 3 quilômetros não tem que ver. 3 horas. Longe em casa. Só de aviãozinho pra chegar lá. Nada, foi de... Chegou a taca lá. Mas ela só vai de avião. É, esquece, ela vai de avião.
E aí, né, passou o final de semana e falando de gado e trem, e aí nós lembrou, nós tinha uma charretinha velha e chegava a taca cedo lá na roça. Selava a aguinha lá, hein. Mas enfim, e aí o meu pai e o pai dele sempre tocou roça, e aí nós começamos a trabalhar com eles uma época, né. Só que eles já falavam assim pra nós, larga a mão de roça. Ele não queria que...
vai fazer outra coisa aí vai nós lá, tudo fazer agronomia eu, o Eduardo e o irmão dele, que é os três único primo homem também, umas 15 mulheres, só nós de homem e aí nós fez agronomia também formou o irmão dele, depois formou eu depois formou ele o pai não conseguiu livrar vocês foi tudo nós fazemos foi e aí
É um negócio que a família nossa nunca teve roça. Nunca teve. A minha avó, a par da minha avó, dos estados lá, ela recebeu uma herança até depois. Mas assim, ó, sempre mexeu arrendado. Então pegava uma terrinha ali, arrendava e tocava. Aí depois que o pai da minha avó faleceu, aí ela recebeu um pedacinho de herança, que foi quando nós comprou lá em Minas.
Só que até onde nós grava o vídeo ali, nós mora lá, tipo assim, porque era de uns parentes da minha avó e nós temos um bom relacionamento com eles. Entendi. E aí nós fica lá, só que tudo que até eu e o Jão, hoje o Jão toca a nossa roça mesmo, é tudo arrendado também, não é nada próprio. É.
Ah, não é próprio, não entendi. Não, é arrendado. Vocês arrendam. O que nossa família tem é meu vô hoje, né, que tem 100 hectares lá em Minas. O resto, eu e o Eduardo pegam da usina. Então, a usina, a raiz, por exemplo, tem aquele monte de área de cana. Nós pegamos e pagamos um arrendamento para eles. Vocês estão na cana, é isso? Não estão na soja? Não, não, porque é assim, ó, como é que funciona? Vamos lá.
A cana de açúcar é muito forte lá na nossa região. A região como um todo grande... De usina, né? De usina, tem muito. E aí, a cana, vamos supor, o cara plantou, ela fica sete até dez, tem vezes que fica menos, anos ali. Então, colhe, você planta a cana, aí ela cresce, colhe, e aí ela rebrota da soqueira que ficou ali no chão.
E ela vai rebrotando 3, 4, 5, 6 anos até ela começar a não ter um rendimento bom mais e você tem que tirar ela dali. Porque ela vai diminuindo a produtividade dela. Eu não sabia disso. Aí você tem que reformar ela. Aí você tem que reformar. Tem que arrancar tudo lá. Não troca o tipo de plantio ali, no caso? Não muda o... Aí é aí que nós entra. Aí é aí que nós entra na soja.
Então, morra agudo, por exemplo, é assim, 80% cana. Só que tem muita soja porque é a reforma da cana. Isso. É, precisa fazer um ciclo... Como é que é o nome disso? É, rotação de cultura. Rotação de cultura. Rotação de cultura. É, que nem lá em... É, algodão, milho. Você tem que rotacionar. Isso tem muito benefício. Você quebra ciclo de praga, né? Então, a cana, 10 anos ali, as pragas da cana, tá tudo ali. Você põe a soja pra ela dar uma quebrada.
Aí a soja, por exemplo, ela fixa muito nitrogênio da atmosfera. Então, ela vem e entrega nitrogênio para o solo, o enraizamento, ou seja, aí já é o momento que você arranca a cana, aí você consegue preparar o solo, subsolar lá embaixo. Você já tira, prepara, põe a soja para rotacionar. Quanto tempo a soja fica? Um ano? Um ano só. É, na verdade, a soja não fica um ano, né?
A soja é... Não, não, é isso. Mas eu expliquei errado. É muito infantil. Ela fica uma safra, né? Por exemplo, planta em outubro, novembro ali. Aí já volta pra cana. Isso, nós tá colhendo agora, por exemplo. Mas tem gente que colhe mais cedo, mas lá na nossa região é geralmente... Março. Planta em novembro, colhe ali em fevereiro, março. Aí nós tá colhendo, por exemplo, a última área que nós tava colhendo lá, nós tá passando a colhedeira, a usina já tá plantando cana. Já tá vindo plantando cana atrás. Na mesma área.
aí vai lá, né safado soja na frente planta a cana já vem plantando a cana já vem na sequência enquanto vai colhendo já vai mas aí a cana são mais 10 anos pra plantar soja de novo é 10 anos é um número bom, pode ser 6 o negócio lá é cana é cana
Só que aí, como tem muita cana, tem muita soja, velho. Entendi. Entendeu? Então, você vai lá pro Mato Grosso da vida, vocês veem os paredão de soja que tem lá. Não, lá é bizarro. É totalmente diferente. Soja e milho. O Mato Grosso, ele ganha de muitos países aí, inteiro, sozinho. Sozinho. E é lógico, porque os caras explicaram pra gente, por exemplo, eles plantaram, eles estão colhendo a soja agora, aí o cara dá uma plantada num milho rápido, né? Rapidinho. É.
Ele faz um milho agora. Isso. O Brasil... Milho é três meses, eu não sabia. É. Milho é rápido, ele já... Tem soja de novo. Tem soja que é 90 dias também. Isso. Mas geralmente é de 90 a 120 dias, um ciclo ali que você vai trabalhar mais ou menos. Mas o massa do Brasil, velho, o Brasil é um país muito massa pro agro, velho. É. Tipo, lógico, tem pontos negativos também, você vai lá pra um Canadá da vida que...
vira tudo gelo, tem um ponto positivo de lá também. Lá isso faz uma safra só. Então eles plantam a cultura deles lá, vem o gelo e esteriliza tudo, velho. Então praga resolve um BO gigantesco. Defensivo agrícola não precisa. Muito menos. Agora aqui, nós é chuva, sol, planta em cima de planta, e aí é um ambiente muito bom pra doença praga. Eu até comentei com os meninos, não sei se vocês já viram um...
Uma série que se chama Fazenda do Clarkson. Ah, me falaram, mas eu não assisti. O vídeo é legal. Aonde tá? Prime Video. É um velhão, não é? Ele é do Top Gear. Ele é um dos fodão do Top Gear. E ele inventa de comprar uma fazenda.
E aí você fala, pô, ele vai, ele compra um trator Lamborghini que não passava na porta da fazenda. É. O tio não tem a noção, ele é exagerado. Ele fez umas merdas. Aí você vê o que ele se fode o ano inteiro plantando e com gente, assim, dando suporte pra ele. Mas mesmo assim ele pegou um trem que ele não sabia. Não sabia.
Tipo, no fim do ano, ele ganhou, tipo, 30 libras. Ganhou nada. Porque deu uma chuva que não dava há 30 anos, sei lá. Umas caixas. Eu falei, bicho, o nego pra ser fazendeiro tem que ser um louco, velho. Véi, olha que doideira. Porque se der uma merda, ele perde a povo inteira. Perde tudo, velho. Olha, esse aí, ó. É, é. Ah, eu vou ver, bola. Isso é legal pra cá. Fazenda Cláxica. Tá na terceira temporada. É Fazenda Cláxica.
A fazenda do Cláxon, esse é o Top Gear. E o bom é que ele pegou tudo do zero, sabia fazer nada. O que eu tenho que fazer? Eu preciso comprar um cláxon. Exatamente. E agora, eu tenho que... Aí ele vai comprar os, como chamam, os implementos agrícolas. É, implemento agrícola. Em vez de comprar zero, que é caro, ele vai num leilão pra usar. Já começa a ver. Vixe, é legal pra caralho. E ele mostra muito os pedaços. Ele cria ovelha. Olha lá, ó.
Ele inventa de criar ovelha. Bicho é legal pra cacete. Bicho assim é legal pra fazer adubo, né? É, muito bom. Também. Também. O negócio, vamos falar assim, se você cria gado também, você diversifica, né? Você trabalha com arroba, sua arroba tá bom, você tá ganhando arroba e às vezes a soja tá ruim e vice-versa. Vocês não mexem com bicho.
Não, ainda não. Nós só mexemos com bicho ruim, né? Só coisa que não dá dinheiro, que é cabrito, mini vaca, galinzé, cavalo de leilão beneficente, que é uma anarquia. Nós a vida inteira só comprou gado de leilão beneficente. E sabe o que dá em leilão beneficente? O que o cara vai dar? Só gado, varador de cerca, que dá trabalho. Porque o cara chega lá pra pedir pra você, você cria gado, fala assim, ô, ajuda nós no leilão lá. Leilão papai lá, velho. E compra uns pra nós.
Não, dá dor pra nós leiloar. Dá mais leiloar. Aí o cara vai dar qual o gado dele? O bom, o bom. Não vai dar, ele vai dar o que tá dando trabalho. Nossa família ia lá no leilão, pegava e arrematava, levava pro fazenda e chegava lá. Ninguém cuidava. Não, era só todas as cabeças de gado que vocês têm lá. 20. 20. Não é milho, não. Deve ter umas 20. É só pra ter. Tem, tem, tipo assim, vamos pôr lá, foi sempre que nós criou...
Por conta disso, pra nós ter um leite ali pra nós ter uma família, fazer um churrasquinho também, né? É porque meu pai gosta de mini vaca. É mesmo? Gosta de cabrito, tem um cabrito lá que dá um trabalho só brinhar, ele tá matando uma mangueira lá, o cabrito come a árvore, velho. Tá comendo um pé de manga inteiro. Se cai uma bituca de cigarro no chão, ele come, ele limpa tudo. É, o cabrito come até pedra. É, fala aí, que bom, ó, limpa tudo.
pedra. Pedra, é estômago de avestruz. Só que aí meu pai gosta de mexer com esses trens que não dá dinheiro. Galinha vocês não tem pra pegar o outro. Tem, tem, tem. É legal. Fazer um frango caipira. É um pouquinho de tudo e nada. Tem uma horta lá que é só pra nós, entendeu? Mas nós tá organizando. É uma meta nossa, nós tá pegando a roça. Deixar em ordem. Tá tudo, tamo colocando até um dinheirinho legal lá pra assim, ó, nós poder criar um porquinho a mais, pra poder criar um gadamar. Não, tá tudo abandonado a roça.
Tá abandonado? Tudo abandonado. Porque meu pai, o pai do seu Eduardo, já tinha desanimado, velho. Olha que doideira. Largaram mão. Ó, você tava falando do produtor rural e tal. Nós tava com o Augusto Cury, ele conversando com nós, ele falando nos lugares. A taxa de suicídio no agro, ela é o dobro do normal da turma da cidade. Alguém falou isso pra mim lá em Pinhavera do Oeste.
A turma do Ag se mata muito mais. É mesmo. É, porque a dívida é muito grande, velho. Tipo assim, ó. Por exemplo, esse ano o Eduardo pegou 450 hectares pra tocar lá, pra plantar soja. Rapaz, olha que nós plantamos soja numa área, porque cada ano nós plantamos numa área diferente, que nós tá rendando, não sabe o que vai dar. Pegou 100 hectares dessa área e tinha resíduo de herbicida da cana. Puta.
Que o resíduo de herbicida da cana, aquele tipo de produto fica muito tempo no solo, nem a usina sabia que tinha aplicado aquilo lá, e nós descobriu a hora que a soja já estava nascendo e começando a morrer tudo, velho. Vai matar toda a soja. Então é tipo assim, só de adubo, sabe quando nós pagamos de adubo? De 450 hectares, 800 mil reais. De adubo. Só adubo, só para você adubar. Isso aí não é nada, velho. Isso aí meio que perdeu. Não, e não perdeu porque tipo assim, aí nós...
Gasta mais ainda com produtos para essa soja ver se... E rezar para chover também. Se recupera. Para ver se ela limpa. Mas, por exemplo, a produtividade nesse 100 hectares, por exemplo, ela fica comprometida. Você tem que lutar para você conseguir empatar.
Eu vi isso no seriado do Clarkson Você tem que ver esse seriado, que é muito legal A turma falou, não podia tentar fazer aqui Mostrar pra turma Essa aqui ia ser legal pra caralho É uma área do zero E começar Precisa de um trator E começar do zero
olha aqui que o Eduardo... Mas ele comprou um trator Lamborghini, né? Não, mas lá é mais... A turma usa mais isso aí. A turma do Brasil não sabe que tem trator da Lamborghini, mas lá a turma tem. Mas eu, Eduardo, com a rede social, conseguiu muita coisa, então, por exemplo...
as contas minhas do Eduardo acabam sendo diferentes de um produtor convencional porque nós começamos a fazer parceria nesses trem da Roça então o nosso custo diminui o tombo não é grande com nós nós estamos com uma margem muito boa para trabalhar porque por exemplo, meu pai disse o Eduardo só estava com um trator velho e chega um momento que os trator velho dá mais gasto para você do que ele e o bagulho é caro caro demais é que eu falei para os caras em São Paulo aqui os negros tem uma Porsche e eu acho que seczyczym
vai ver um trator uma peça que quebra aqueles dezoito rodas bonitas filibado eu falei pro Caracá e chegamos perto eu falei, irmão, só pra eu entender
Quanto custa um pneu desse trator? Só por... Não, é uma loucura, velho. Um pneu custa 30 mil reais. É isso aí. E o trator tinha uns oito. Oito, oito. Dois por roda. Aham. Uai, a colhedeira empada. Eu falei, que isso, cara? Chegou a colhedeira pra nós, dois milhão a colhedeira sem a boca, que a boca é o que vai colher, velho. Não, tipo, é dois milhão só ela. Aí o Olinto falou pra nós que o... Como chamam? O cara comprou uma...
um negócio desse que era mais de milhão. Plantadeira, colhedeira. Aquela roda que... Ele foi comprar uma roda que era topzera. Eu falei, bom, eu achei que vinha com o trator. Ele falou, cara, você tem que comprar um negócio. Não, tudo separado. E aí o meu pai, pai Eduardo, só tinha coisa velha. E aí, graças a Deus, com a rede social e com a visibilidade nossa, nós conseguimos montar projeto. Então nós criamos o projeto no YouTube, a safra do Primo Zargo.
E aí teve o dia do plantio. Tudo os BO que nós passamos lá. Que legal. Todo mundo acompanhando. A turma até fala que é... Você que fazia um seriário. Então, aí... É bem parecido. É bem parecido. É bem parecido. Assiste esse aí. Vocês vão amar, velho. O... Nós pegou um filmmaker pancada, velho. E aí nós está até falando, eu nem quero divulgar isso não. Ah...
A turma da Netflix pega ele, porque ele fez um primeiro episódio que parece um seriado mesmo, pancada. Aí a turma fala, é de barbudo, como que é? É, novela de barbudo. Novela de barbudo, que a turma começou a acompanhar. Aí cadê vídeo, cadê vídeo, que a gente falou que ia postar todo domingo, então a turma fica esperando. Então a gente quer mostrar isso aí e levar pra turma, e aí a gente conseguiu. Por exemplo, ó, a gente precisa de uma colhedeira. Uma colhedeira é dois milhão.
E a Inna pegou e falou assim, o Casey, por exemplo, que é uma gigante do ramo, manda uma coelhadeira pra nós coelhamos, nós vai fazendo uns conteúdos pra você. Então a Inna começou a zerar custo, ou diminuir a quase zero os custos. Mas pra eu entender, vocês arrendam a terra, você falou. Isso. Então a terra de uma usina de quem isso? É, geralmente é de um produtor, por exemplo. Eu tenho uma terra. Você é produtor, você não quer produzir.
Cuida pra mim. É, pode ser diretamente de produtor pra produtor que arrenda. Tá. Então, você tem a terra, não quer tocar. Você arrenda pra mim que eu quero tocar. Ou você já faz um contrato longo com a usina. Entendi. Então, você tem a terra, você arrenda pra usina. Dez anos.
Isso. E a usina não quer mexer com soja, ela só quer mexer com cana. Entendi. E aí depois a usina, ela faz um subarrendamento pra mim. Mas nesse meio termo, tipo assim, eu arrendei pra vocês, certo? Vocês entram com maquinário, com a porra toda ou não? Tudo. Sim, tudo. Vocês tem que entrar com tudo. Tudo. Você só recebe o dinheiro. É. Você só recebe... É. Hoje muita gente faz isso. O cara que tem terra, nós pô... Ele não tem trabalho, não tem dinheiro de cabeça.
virou médico, recebeu o dinheiro da nossa terra, o cara não quer ir lá produzir. Sem contar o risco. Ganhou meu troco por mês, e o cara ganhou uma bolada por mês. Você pode ver, tem um monte de gente que às vezes é do arco, tá aqui em São Paulo e nem lembra da roça lá, porque a usina tá todo...
todo mês pingando ele não precisa comprar equipamento não tem BO com funcionário dá as contas fechar ou não se chover, se não chover vai pingar pra ele eu compro ações do agro não, aí já é um ponto e tá crescendo muito isso agora eu compro Brasil Agro Brasil Agro
Agro 3. Legal. É um papel que eu já comprei, né? Não, e é muito bom. É uma forma... É uma forma de você participar de um negócio que às vezes era de tanto doce e... Só que é doido. Esse ano o agro tá ruim, assim. É. Não, hoje, esse ano, ó, o Rio Grande do Sul, por exemplo, rapaz, o Rio Grande do Sul é foda, véi. Aqueles caras... Quando vocês vêm de gaúcho e lembram de agro, esses caras...
Rodou esse Brasilzão inteiro. E no Piauí só tem gaúcho, fi. É. Rondônia. Pará. Pará. É tudo gaúcho paranaense. É. Os caras mais corajosos que teve é isso, porque ele saiu, hora que lá em Luiz Eduardo Magalhães não tinha nada, eles moraram numa barraca lá, fi. É.
Eles moraram numa barraca sem saneamento, sem como tomar banho em chuveiro. E aí tá milionário lá. Mas quem quis pagar o preço? Às vezes a turma de lá mesmo que tava oiando não quis. A gente foi visionário de relação. Nós fomos pra Sinop. Você vê os irmãozão tudo lá. Sinop nós fomos a conta de dois anos. Uns três, vai. Fomos pra Sinop. Fomos na fazenda do tiozinho. Tiozinho simplesão, mas uns 10 colhedeira. Falei, caralho. Que loucura.
Aí ele falou, bicho, eu vim pra casa e não tinha telefone. É isso, velho. Era só a casa e mais nada. Porque a terra era barata. Dizem que tá rolando esse fenômeno no Maranhão, né? É. Ah, a terra tá barata. Tá barata, os caras vão. É a nova fronteira. Sempre é a nova fronteira. Então, é até bom pra vocês, na hora que vocês quiserem investir.
vocês colar com alguém, por exemplo, eu acabei de mandar uma mensagem pra um cara ontem de ontem, que é o cara dos leilão, porque leilão é muito bom de fazenda. Numa dessa que tem muita gente quebrando, entendeu? Você fica ligado, você paga muito barato. E terra, velho, é igual você comprar terreno, você não vai perder, velho. E a terra, pelo tamanho, né? Sei lá, você comprar mil hectares, velho... Eu não faço ideia, meu problema com terra, que eu não sei o que é mil hectares.
Não, é porque eu também não sei. Eu não sei, eu não sei, Acre, eu não... Eu não sei.
Uma plantação de soja legal. É, isso. Quanto tamanho eu preciso ter? Depende de onde você mora. Olha pra você ver como é que é doido. Na nossa região, um produtor de mil hectares, ele é, tipo assim, ó... Gigante. Ele é bom demais. Ele é muito grande. Não muito, né? É grande.
Já ganha dinheiro, é isso. Não, muito. Muito. Um de mil é pancado. Sabe quanto que vale? Agora no Mato Grosso, mil hectares é pequenininho. Sabe quanto que vale, por exemplo, a fazenda que é da família nossa, lá dos tio nossos, que é onde não é grava? 500 hectares. 500 hectares é metade do que o Eduardo falou. Sabe quanto que vale 500 hectares? 100 milhões de reais.
Isso aonde? Na nossa região. É um dos hectares mais caros do Brasil. 500 hectares vale 100 milhões de reais. Meu Deus. É 10% de um bi, velho? É. Aí você pega... Não, é 50%. Não, é 10%. Então você pega uma fazenda que é normal no Mato Grosso, 30 mil hectares. É.
E aí, por que teve esse movimento? Porque o cara pegava, igual na nossa região hoje, um hectare, um hectare, equivale o quê? Uns 300 mil conto? 300 mil, vai girar lá. Uns 300 mil reais, um hectare. Um, um hectare. 300 mil. É, 10 mil metro quadrado. Um hectare... Você sabe o que é um hectare? Pra ficar fácil e vocês nunca mais esqueceram? Eu quero. Um hectare é como se você comprasse um quadrado, assim, né? Aham. De terra.
Um hectare, ele é 100 por 100. Tá. 100 por 100. Que dá 10 mil metros quadrados. Isso. 100 por 100, tá? 100 por 100. Um quarteirão por um quarteirão. É isso. É um quarteirão de 100 por 100. Então, sempre que perguntar o que é um hectare, é 10 mil metros quadrados, que é 100 por 100. Aí o cara faz mil, aí você vê o tamanho que é o negócio. Aí tem alqueiro, que aí é 2,4 alqueiro. 2,42. 2,42. Só que aí bagunça. Aí bagunça muito. Vai no hectare.
tem Alquerim, Alquerão, Acre, é. Mas cada região... Mas faz só um hectare. Nós fala tudo por hectare na nossa região. O que que aconteceu? O cara pegava, por exemplo, na região nossa ou no Rio Grande do Sul, o cara pegava de herança ali aquela picadeira, dividia tantos hectares por um monte de FII e sobrava pra ele às vezes 10 hectares só. Só que 10 hectares ali valia muito dinheiro, porque um hectare é 300 mil reais, por exemplo. Aí lá no Pará,
como ali era 300 mil real lá no Pará era 3 mil real um hectare então o cara vendia 10 ali e ia lá no Pará e comprava uma caralhada de terra na área de vocês, quanto que é legal eu ter de terra pra eu ganhar dinheiro com com a renda começar a ganhar dinheiro trabalhando ali 200 hectares você já começa a ganhar um dinheiro se você tiver ou se tiver 200 hectares fossil quanto custa 200 hectares?
Véi, faz aí, por hectare, 300 mil. Faz a conta aí. 60 milhões, não é? Você tá ruim de conta. Deixa eu ver aqui, ó. 600 milhões. 200 vezes 300 mil. Não, 60. 200 milhões? Acho que é 60. 60 milhões. 60 milhões... 200 hectares. Você tem que ter 60 milhões pra ter a terra, só. É. Aí como é que é a doida? Só. Lá ninguém compra terra mais.
Só se for a usina. É, só se for os caras que, tipo, que já nem tem diferença pra eles mais. O cara é muito melhor ele ir na Bahia comprar, no Pará comprar, no Maranhão. E é isso que a turma tá fazendo. Então o cara, por exemplo, se você vê gente vendendo na nossa região, é porque o cara tá vendendo pra comprar em outro canto. O cara tá vendendo lá sem hectare pra comprar cinco vezes mais lá. Só a usina compra, então. Lá na região é difícil. É, muito. Mas é difícil também. Mas, por exemplo...
Se o cara compra lá 200 hectares, é isso? É. Quanto tempo o cara vai levar pra ganhar esse dinheiro de volta? Cara, ali, tipo assim, nunca mais. Nunca mais, uma vida inteira. É, porque... Por isso que ninguém faz. Entendeu a parada? Como é que você vai comprar uma fazenda... Pela grana, querido. Não, pra início de conversa. Você precisa ter 60 milhões pra ter a terra. Pra ter a terra. Fora maquinário, né? E pra arrendar. Aí muda a história. Muda a história. Você não precisa ter mais nada, só a terra.
Você precisa pagar por mês. Não, pra arrendar, assim, ó. Você tem sua terra e eu vou pagar pra eu plantar na sua. Óbvio. É isso que ele tá falando. Explica como é que funciona, assim, ó. No detalhinho pra eles o arrendamento. Tipo, eu vou lá hoje, eu comprei. Do aqui, ó. Ô, João. Comprei, tem 500 hectares aqui. Quero que você cuide. Vou arrendar tudo pra você. Tudo pra você. Então, 500 hectares. Se nós pegar... Vamos colocar soja, né? Vamos pôr soja? Soja.
Então vamos pôr 15 saco por hectare? 15 saco. Quantos hectares ele falou que ele tem? 500. 15 vezes 500.
7.500 sacos. 7.500 sacos vezes 120. Vezes 120 que tá hoje mais ou menos. 900 mil. 900 mil real. Só da soja você vai ganhar sem fazer nada. Sem o milho. É. É porque aí dá pra plantar dois, né? Sem o milho. Sem o milho, tá. Mas vamos pôr aqui mais 60%. É. Porque herança gostosa é receber terra, hein? Porra. Um milhão e meio mais ou menos. Um milhão e meio. Eu ganho isso sem fazer nada. Sem fazer nada. É.
É mesmo, por ano. Só que no ano. Tá ruim? Então, mas aí você pega e faz outra conta. Agora, outra conta. Quantos hectares você falou que tem? 500. 500. Se você tem 500, vamos fazer vezes 300 mil? Não existe ninguém como você. E nunca vai existir. Do produtor de Bohemian Rhapsody.
E do diretor de dia de treinamento. Deixe a sua luz brilhar. Prepare-se. Você é o melhor de todos os tempos. Existem muitas lembras. Mas existe apenas um. Michael. Hoje, nos cinemas. Verifique a classificação indicativa.
aqui nessa conta tá dando 150 milhão. Milhão, que eu tive que comprar. Aí você pega e faz isso vezes 1%. Que é tranquilo hoje, 1%.
1 milhão e 500. Olha lá. Entendi. Só que aí é o negócio, você viu que ficou perto? É. Só que é o seguinte, aí a terra sendo sua, a terra valoriza também. Exatamente. Entendeu? Não, e outra coisa, esse juro que estão pagando hoje é raro. É isso, é raro. Daqui a pouco vai... É. Hoje, os caras grandes mesmo, o que sobrou dinheiro deles é terra.
terra, terra, terra pedra de terra os cara vai ficando gigante gigante, porque é um trem que dificilmente, a terra é assim ela diminui, por exemplo, agora tá um pouco barata a terra, então é o momento de você comprar aí daqui a pouco
Lá em cima. Eu tô percebendo que ela tá barata. Tá de graça. Mas eu acho assim, ela tá barata nesse momento, acredito eu, pelo que eu vi por esse papel, que ele caiu e tal, porque o agro tá apresentando um momento difícil. Aí muita gente começa a quebrar, começa a pintar oportunidade, porque o cara precisa de dinheiro. E sabe o que é o problema na roça? O produtor, muito produtor, olha pra roça como CPF. Ele tem que olhar pra roça como CNPJ, é uma indústria a céu aberto de lá, filho.
Então, por exemplo, o Eduardo hoje vai ter uma consultoria financeira pra ajudar a colocar tudo certinho. Ah, que legal, velho. Porque senão, muita gente quebra, velho. Olha, esse tanto de gente se matando aí. O Rio Grande do Sul teve muito azar nesses últimos cinco anos. Porque quando não é... Aí esse ano...
não choveu quase nada. Então, um ano é enchente, outro ano é seca, os caras não produzem. É por isso que eles estão migrando, né? É, tá vazado tudo. É, eles migram faz muito tempo já, mas assim, ó, de verdade, se o que aconteceu nos últimos anos no Rio Grande do Sul tivesse acontecido em qualquer outro estado, eu acabei de mandar um áudio dentro do carro falando isso pra um amigo meu, não tinha aguentado. Ah, turma, o Rio Grande do Sul é brabo, eles são os caras são diferentes. Eles são brabos. Porque lá é cinco anos...
Tipo assim, se fodendo... Porque geralmente o que acontece? Você pega dois anos ruins, você pode pegar, é normal. Você pega um ano ali que deu uma seca, um ano deu uma chuva de pedra, você tomou no rabo. Mas nos outros você é com fé. Só que aí você pega um ano muito bom, o cara que ele toca redondinho, tem uma boa gestão, ele vai sobrevivendo. E aí ele pega num ano, ele ganha bastante dinheiro, ele guarda porque ele sabe que tem um ano ruim, então ele vai sobrevivendo ali. E é desse jeito que... Mas tipo, pode perguntar, desculpa.
na área de vocês que vocês estavam falando lá que é mais cana mas se eu tenho meus 500 hectares lá meu eu falo pra você, eu quero só soja não quero plantar cana nessa porra, você pode fazer pode plantar o que você quiser e aí o cara provavelmente porque a cana você acha que a turma faz por causa da usina não, tem muito produtor de cana também tem também do cara mesmo por causa das usinas então
Tem pra onde vender. Não adianta você plantar e não tem pra onde vender. Escuta a pergunta. Esse é a questão, entendeu? Não, ali tem muito produtor de cana mesmo. Então, eu tenho vários amigos. Aí, o cara acaba sendo produtor de soja, porque ele mesmo vai plantar na reforma dele. Então, a usina que não quer mexer com duas operações, o produtor, ele faz isso. O produtor que ele tem lá 200, 500 hectares, ele planta a cana dele.
E aí o cara vai, aí é um cara que estuda o manejo pra ele aumentar a produção dele e pra compensar ele produzir do que ele arrendar pra usina. Só que quem não quer... Tipo, tem muita gente lá que herdou do pai, fala o quê? Eu não vou mexer com isso aí nem na bala, só vai pingando da usina, velho.
E o que dá mais cacau, cana ou sódio? Cara, depende. Tem muito produtor que fala que a cana no longo prazo ela é menos variável. Então ela dá uma segurança maior. A média na média é melhor. Só que agora a cana, tipo, a TR tá baixa, então tonelada não tá muito boa também. Ela vai sumir por causa da gasolina, né?
Não, mas a cana não é gasolina. É etanol. Ah, por causa do etanol. É porque é tudo vinculado, né? O etanol vai aumentar o consumo por causa do preço do petróleo. É uma boa. Tem que ficar ligado na macroeconomia, né? Só que é muito doido, por isso que o João tava até falando mais cedo aqui, é muito bom o cara ser diversificado. Então, nós até tava sonhando nesse tempo, se um dia, se Deus abençoar nós ter nossa fazenda, nossa terrinha... Vai bem só, lógico. Vai bem.
É legal você montar um sistema que, tipo assim, cara, você não precisa ter só cana ou só soja. Você pode ter cana. Milho. Pode fazer soja. Você pode ter um milho que já serve para o seu gado na silagem. O seu gado, o que ele... Coisar de esterca ali. E você ter uma granja, por exemplo. E lá em... Você pode usar para adubar. Em primavera, não sei se tem muita gente que planta feijão também.
Tem muito feijão, velho. Tem muito feijão, né? É, esses tempos feijão tava... A turma tava roubando caminhão de feijão porque o preço tava lá em cima, igual o café. Então é as variáveis, né? Você pega Minas, o cara é muito cafezeiro, porque a região é pra isso. Então o cara fica dependendo... Mas vou te falar, café é uma das culturas...
que eu vi presencialmente, mais difíceis, cara. Não, ué, caralho, o café é muito difícil. É muito foda, velho. Mas que café é caro? Pega na minha bolsa aí, ô Pedro, pega o café que tá aí. Cara, o trampo que os caras têm, velho, eu assustei.
É a cultura muito complicada, né, velho? Agiada, agiada pro café. Não, mas eu não tô nem falando de clima. Tô falando operacional. Primeiro o cara tem uma moldinha. Aí ele leva não sei quantos mil pés de café pra uma moldinha. Aí leva pra um outro lugar. Aí leva pra um outro lugar. Aí pega o café. O café cresce. Aí é foda pra colher. Pra colher. Arrumar os caras. Aí colhe. Aí separar o grão. Aí você tem que levar pra um lugar. Aí você tem que fazer uma torra. Eu falo, caralho, velho. É muita coisa.
Que trampo dos infernos. Não é colher, entregou e vai embora. Não é facinho. Não. E é por isso que às vezes a turma não... Quer um cafezinho? Vocês querem um cafezinho? Não, nós tomamos já. Eu tomo mais um garoto. Eu tomo. Então eu tomo também. Três. Ó, nós ganhou esse café aqui no evento. Eu amo.
Ah, nós ganhou no prêmio Ibest ontem de ontem. Vocês ganharam o Ibest? Ganhamos o Ibest, primeiro lugar. Maior influenciador do agro do Brasil. E primeira vez o agro estando no Ibest. Uma das missões nossas é levar o agro pra tudo quanto é canto. Eu tava até falando, carioca, pro bola.
E eu queria até agradecer vocês de chamar a nós, que os podcasts grandes que nem vocês não chamavam a turma do agro. É muito importante vocês olharem. A gente tá muito no agro. A gente gosta muito no agro. A gente ama o agro. A gente ama. A gente é muito parceiro da turma. Eu não conheço esse café, mas o cara falou que é um dos melhores do mundo e ele deu um pacote pra nós. Esse tá em grão, então vocês pegam o moedorzinho. Tem aí o moedor, né?
Não, tem a maquininha, só se colocar na máquina. Pode ser, só que eu posso falar um negócio pra vocês? Dá até dó.
Por quê? Quando o café é muito pancada, nessas maquinonas não é a mesma coisa. Você pega um moedorzinho... Sei. Lá na internet vem... Tipo, fazer de prensa. Não precisa também, não. Pode ser um moedorzinho à manivela. Você vai pegar o café. Aí você faz um cabelcheiro dele. Quer fazer aqui na máquina? Não, pode fazer. Mas você que ganhou...
Não, mas ganha muito café, velho. Nossa, eu não bebo café. Não, não. Porque você acelera? Não, eu não gosto do gosto. Eu nunca gostei. Mas eu não é muito sabor, ele é só para dar uma. E assim, a Turma Zua, café é claro, e o café é claro... O que é que cheira aqui? Deixa eu apertar aqui. Ih, garoto. É cheiroso.
Caramelo esse aqui, bem caramelão. Ou, cês tá ligado que o... Hoje tá muito em alta o café, os cafés especiais, né? Claro. E cês tá ligado que o café especial, ele não é escuro igual não é acostumado a tomar, né? Ele é claro e parece um chá. Primeira vez que eu fui tomar essa de café especial, eu falei, não, tá doido, os cafés tudo aguarda aí. Falou, não, é o café especial. Aí tem as notas, aquela frescurada.
assim ó, o café quando ele tá muito escuro, você tem que ficar meio veiaco, não é uma regra, mas é porque assim ó, existe quando vai fazer a colheita do café, existe a colheita mecanizada, que aí passa a colhedora e ela já deposita os grãos que ela colheu ali direto, não cai grão no chão, só que a colheita mecanizada do café ainda, ela joga muito trem pro chão, que aí vira o café de varredura.
Que aí depois passa uma máquina varrendo, aí pega café com folha, com terra, com pauzinho. Pedalho de galho. E aí são dois cafés diferentes. Esse café da máquina... Terceira casca, que ele chama. Isso. E aí depois torra tudo aquilo junto, e aí ele estorra bastante pra esconder muita coisa, muita impureza ali. Por isso que ele fica escurrão. O café da bosta do passarinho, você já ouviu falar, né? Já tomei essa coisa. Tem um da bosta do macaco também, Fernando. É o mais caro do mundo. É os mais caros.
porque eles escolhem, né? Então é tudo selecionado. Mas enfim, nós ganhamos muito esses trem de café e dos produtores de café que acompanham muito nós. Mas você falou que é muito difícil e como é que é doido. Você vê toda a estrutura que o cara tem que ter? Por isso que muitas vezes... É assustador. Café, eu fiquei com preguiça só de olhar. Falei, não dá. Falei, não. Cara, eu levei 15 minutos pro cara... Puta trampo. 15 minutos, no mínimo, pro cara me explicar o processo. Imagina, Bola. Só que imagina uma fazenda.
Com o pé pra caralho de café. Por isso que o cara às vezes não diversifica, porque é uma estrutura gigante, aí ele vai montar outra estrutura pra outra coisa, por isso que ele fala isso aqui... Vai precisar de outro maquinário. Ixi, doideiro. Uma particularidade do café é por ser perene, porque o café é perene, ou seja, ele fica ali muito tempo.
Exige cafezal que fica 10, 15 anos, 20 anos lá. E vamos supor, o que é muito caro é pra você implementar o cafezal, que é o plantio, que é o que você comprar todas as mudas ali, fazer o plantio. Então, é bom que você consiga deixar aquele cafezal de pé o mais tempo possível pra você ir obtendo lucro. Mais vida útil pra ele. E deixar ali o máximo de tempo, logicamente, rendendo. E aí, só que que é doido? O cara, às vezes, ele pode passar por uma geada.
Então, vem uma geada ali, e logicamente que ela não mata, mas você pega uma geada num café novinho ali. Não, tem geada que mata tudo. Rebenta pro café. Então, é um risco muito grande o cara sofrer uma geada, vir ali e rebentar. E aí, vocês imaginam, matar tudo um investimento dos seis de novo. Não, que nem eu tava conversando com o... Quebra? Com o Sargento Pincel lá em Primavera. Sim, Sargento Pincel. A gente zoando o tiozinho, o tiozinho tem 200 fazendas, é um puta do...
Nossa Senhora. Aí, ele tava comigo e contou, ele falou, bicho, a coisa que mais dá dinheiro é algodão.
Mas é a que mais, se der merda, você perde a porra toda. É uma chuvinha um pouco mais forte que a algodão. Só grandes fazendeiros plantam algodão. Uai, e o tanto de aplicação que você tem que fazer no algodão? É uma puta grana fodida. É muito sensível. É muito delicado. É muito dinheiro, mas é. Porque o algodão, ele envolve muito a qualidade da pluma que você vai entregar. Então, qualquer coisa, por exemplo, uma planta daninha que tem muito ali que você deixou perder, na hora da colheita ela pode tingir a pluma do algodão, por exemplo. E aqui o afeto.
Isso. A qualidade da pluma vai refletir no preço que você vai vender ela. Então, rapaz, é muita coisa. O que mais dá dinheiro é o algodão. A gente ganha dinheiro da porra. Dá um trabalho, mas quando pega... Se der média, você perde a porra toda. E por isso que torna apaixonante, velho. Porque é muita coisa pra você saber lidar, então você fica apaixonado naquele lia soja, por exemplo. Mas quando entra dinheiro, né? É isso.
E a gente brinca muito, os vídeos que o Eduardo faz é tudo trazendo coisas engraçadas do que acontece nesse mundão aí. Então, nos vídeos lá, eu faço o agrônomo, nós dois é agrônomo pro tour, mas eu sou o agrônomo, né? Geralmente nós brincamos com o agrônomo, às vezes um pouco picareto, o agrônomo que é aproveitado pro tour, né?
mas aí nós vai o Sodoardo é o produtorzão rural e nós fica fazendo essas brincadeiras então direto, que é muito comum o produtor, ah, eu vou arrendar tudo ele não quer mexer com isso mais, ele vai passar pra alguém sabe, então ele sempre fala isso mas não consegue, porque o cara é apaixonado em produzir, sabe vamos lá, vamos dizer que eu recebo uma herança
café eu já vi que é um negócio pra profissional não, café é profissional o cara tem que ser muito profissa o cara já tem que ter uma formação familiar e cês tá ligado que a turma do café odeia e sei que eu e o Cê vai fazer agora
Não, ele coloca o cardíaco. Ah, não importa. Mas é isso. O café é eu que vou tomar no sonho. É muito bom. E eu falo a mesma coisa. Eu boto um pouquinho. Daí, ó. É igual tomar uísque com gelo, né? É. Aí sabe o que você fala? Quando alguém do café falar isso, você fala assim, mas aqui eu tô me movimentando o mercado da cana de açúcar. Claro. Então, aqui nós tá ajudando a turma do café. Multicultura. Multicultura. E a turma da cana.
Aqui a gente é do agro. Tá, só a herança que você tava recebendo lá. Vamos dizer que eu peguei lá uma terra de 200 hectares. Tá.
Em torno de 120 milhões, segundo vocês. Na nossa região, tá? Não, não vai dar 120, vai dar 60 milhões. Não, você não falou que é 100? Não, 100 é mais. 100 é 500, mais ou menos. 500 hectares, não é? Fez em 500 hectares. A minha fazenda tinha 500. Você não falou que era 60 milhões e 100 hectares? Não, 60 milhões eram os 200. Ah, os 200 hectares. Vamos dizer que eu ganhei uma herança de 60 milhões, 200 hectares? Beleza? E eu falo assim, João...
Tô chegando agora, porra. Toca pra mim. Não, não, quero entrar no rolê. Tá. Quero... Aprender. Vamos ser sócio. Quanto eu vou gastar pra, por exemplo, qual é a primeira cultura que você indicaria, assim, vocês indicariam? Soja, qual seria a primeira cultura? Depende muito. Por exemplo, se você já pegou esses 200 hectares agricultável, que ali na nossa região, por exemplo, se fosse na nossa... Já vai ser agrifado. Já é tudo meio pronto. Já é agrifado.
A terra já tá no mesmo jeito. Isso, então você pode chegar ali, você já pode começar a mexer com o que você quiser. Você pode mexer com cana, soja, enfim. Ah, mas eu preciso comprar equipamentos. Exatamente. Eu preciso bolar uma tenda pra guardar o trator, fazer... A garagem. Quanto mais eu gasto só pra fazer a sojinha? A brincadeira. Cara, é muito doido. Você vai ter que... Primeiro você vai ter que... Vamos supor, uma soja. Uma soja.
Você vai ter que comprar um trator? Um trator pra... Eu acho que vai ter que ter uns dois trator. Uns dois trator. Você compra pra preparar ali, às vezes já puxa a plantadeira e um pra um tanque da vida pra pulverizar. Quanto custa aí? Velho, usado, né? Vamos comprar usado nesse lugar. Vamos colocar ali uma média, vai gastar uns dois trator, uns 500 conto. Acho que dá, tá? 500 conto, 500 mil. Mas aí nós estamos falando... Usadinho. Nós estamos falando de um trator usado mais bom.
Não é coisa ruim. E nós estamos falando de tratores menores, porque 200 hectares você não precisa daquele de 8 rodas, entendeu? Então, uns 250 mil ali por tratamento. Mais uma plantadeira? Vamos colocar o quê numa plantadeira? Uns 100 mil? Uma plantadeira mais ou menos? Uma mais ou menos para tocar ali. Põe mais 100 mil, 600 mil. Vai, eu vou somando.
Aí você vai ter que comprar um pulverizador. Tá. Dá pra usar um drone hoje, que às vezes você vai pagar um pouco menos, né? Na prestação de serviço. Tem muita coisa que dá pra você fazer. Por exemplo, às vezes você não quer comprar um pulverizador porque você tá comprando... Você contrata um drone. Você contrata o cara... Ele vai com o drone lá e... E pôr ele.
O drone pulveriza para você, entendeu? Mas vamos pôr um pulverizador aí e vamos pôr mais, sei lá, 100 mil de um pulverizador. Tá. Então já deu 700 mil. Isso aí só de implemento e maquinário para vocês terem. Isso que nós não estamos falando nem na colheira, porque para você começar, a colheira é daqui a um meizinho. Você não vai.
Mas vamos meter a colher dele usada. Vai ter que pôr a colher dele. Aí mais uns 400 conto. É. A colher dele. A colher dele, né? Mas já passou de milhão. Um milhão e cem ali, mais ou menos, já tá. Entendeu? Só que o que é o legal? O que é o legal? Por isso que, tipo assim, ó...
Você tá entrando num negócio, aí você tem que fazer boas parcerias e tá perto de pessoa que vai te assessorar e você tem que ir administrando. Porque senão, você pode ir comprando e fazer uma dívida que depois você toma um ano no rabo, você já pega, vai embora tudo. Só que onde você tá comprando tudo isso...
são empresas que vendem para produtor rural. Então, esses caras, eles já vão amarrar o negócio que você... Por exemplo, você vai comprar um trateu com o cara, não é até bringa, 30 do 4. Então, aí você vai pagar aquilo só quando você colher. E aí você paga uma em 4 anos. Então, dá para você... Tem estrutura... O crédito rural, poderíamos dizer assim. É tipo um...
crédito rural, né? Isso. Então, é uma briga muito grande hoje a turma, eu acho que esqueceram um pouco do agro nesse sentido de crédito rural. Então, nós já teve programas muito bons em épocas aí que ajudava muito o produtor rural. Hoje, parece que os bancos já não tá, é lógico que não é só banco, eu acho que todo o sistema tinha que dar oportunidade pro produtor rural levantar o dinheiro de uma forma melhor. Você pega...
O Rio Grande do Sul, por exemplo, tá todo mundo quebrado. Os caras vão levantar dinheiro como agora? E você sabe o que é o BO? O BO, muitas vezes, não é nem os programas que são ruins. Porque existem ainda os programas juros bons. Existe, Patrimonio do Águia. Banco do Brasil. Só que o que é o problema?
Não tem recurso. Existe o programa, mas se é produtor e você chega lá pra pegar, já acabou. Pegou uma galerinha ali, conseguiu... Já pegou tudo. Então, assim, atende pouquíssimas pessoas, porque não tem recurso pra atender uma... Eu vejo, eu vi muito aquela Cicobi, Cicred. Isso aí é tudo produtor, é tudo isso aí. É tudo cooperativa hoje. A maioria.
em cooperativa. Porque aí é um negócio mais particular que essa turma consegue ter mais recursos do que só. Olha o tamanho da Cicred, do Cicobi, o gigante. Isso aí muito por conta de produtores rurais, sim, eles estão muito no agro, eu percebi que eles estão muito no agro. Ou seja, é uma indústria muito louca a céu aberto, por isso que cada vez mais a turma tá pegando terra e arrendando.
E cada vez mais vai ter gente pronta pra tocar isso aí. Hoje, um negócio que tá muito em alta é sucessão familiar dentro do agro. Então, o cara há muito tempo aprendeu a lidar com isso. Como que ele vai passar pro filho dele tudo aquilo? Então, o pai fica meio encanado, tem que ver se o filho tá interessado ou não. Isso que eu ia falar, que hoje em dia a molecada não quer saber de porra nenhuma. É claro, o cara nasceu porra com tudo. O cara vai querer ralar lá na enxada, cara. Não vai querer ficar na roça.
não vai não, e outra ou deve ser foda passar pra frente ou o cara ama, né? não, ou o cara a maior dor que tem no agro hoje é isso ou o cara tem tudo e não ter vontade ou às vezes que nem o pai meu e do Eduardo que quebrou tocando roça também aí o cara não quer também entendeu? porque deu tudo ruim não, e é dor porque tipo assim ó
tudo que nós tem, graças a Deus, veio do agro. Tudo que eu e o João conquistou, então o nosso pai, velho, deram tudo pra nós. Tudo. Que bom, que bom. Graças a Deus. Então, fizemos a faculdade, a casa que não morou, a comida que não comeu, veio tudo do agro. Só que quando a gente saiu, porque a gente atuou como agrônomo ali nas empresas, nós assim, até meu pai falava, eu não quero que você venha, porque já tava num BO já, tava indo pra um BO.
que eles são... Meio uma roubada. Isso, então, nós entrou... E eu vou te falar assim, ó...
pra deixar muito claro, porque até aproveitar a audiência que tá aqui de vocês, que às vezes a turma olha pro agra, a sucessão familiar, o cara que tá vindo ali, teve tudo e tal, muito bem. É delicado falar isso, porque logicamente que tem os grandes produtores rurais que os caras assim, ó, tem bastante, tem tudo, tem dinheiro, tem tudo, por mérito, igual nós tava conversando aqui mais cedo, o cara trabalhou, conquistou tudo aquilo, só que a maioria...
dos produtores rurais a maioria dos produtores rurais estão até nesse momento agora passando um momento muito delicado é muita dívida é clima, é muita coisa envolvida que tipo assim os caras não, então assim aí o filho olha praquilo fala, eu não, eu na hora que meu pai repartiu os trem eu vou vender a fazenda aqui eu vendo meus 20 hectares pego, vou pra qualquer lugar aí com o dinheiro e já era, ou eu vou vender a fazenda aqui
arrenda tudo e fica arrendando os outros. Arrendar, pra mim, assim, eu conheço pessoas que arrendam terra no Mato Grosso e vivem em outros estados. Vivem na praia. Vivem em Miami, se quiser. E todo mês pingando. É isso. E é muito foda isso no seriado. Eu lembro que eu vi o negócio. Uma hora lá eles plantaram trigo.
Lá na Inglaterra, o negócio deles, né? E aí eu não sabia. E aí uma hora eles vão, por exemplo, com uma maquininha assim, aí eles pegam o trigo, põem mói pra ver a umidade. É. E só pode colher quando tiver entre uma tal umidade e tanto.
A soja também, né? O desespero deles, que se não der isso, eles perdem a... Eu falei, mano, que coisa de louco. Difícil. Você imagina o desespero. Mas a tecnologia hoje tem ajudado bastante. Tem ajudado. Mas você não controla o tempo. O maior problema é o tempo. É assim, a indústria é a céu aberta. É por isso que dá gastura no produtor rural, ele fica doido. Esses dias, nós falamos...
que nós pôs o o pé do santo no prato, né? Lá na roça faz tudo isso, né? Tá chovendo demais, põe ovo em cima do teado, né? Pra ver se para de chover. Precisa de chover, mói o pé do santo. São Pedro. São Pedro, né? Põe ele num pratinho com água. É, e aí, rapaz, nós deixou o São Pedro. Esqueceu ele. Esqueceu ele, rapaz.
de chover. E caindo água, nós do ar não para de chover, nós lembrou o pé do santo, foi lá, tirou, parou de chover pra nós colher. Mas assim, se tá na hora de colher e tá chovendo, você não consegue colher, velho. E o produtor do Mato Grosso perdeu muito esse ano, porque na hora da colheita choveu e começou a apodrecer tudo e o pé não consegue colher. E aí o cara desespera, porque tudo que ele fez... E o cara não adianta ele colher rápido.
Não, não, a colheira não entra, a colheira não entra. A cola. É, vixe, vira uma saroba total.
E é doido porque, tipo assim, o negócio da umidade que você tava falando é o ponto ideal de você colher. Porque, vamos supor, se você pega ela muito úmida, o ideal fala em 14% de umidade na soja. Eu não lembro qual que era. Se você pega ela úmida, você vai ter desconto no armazém. Porque o armazém desconta aquela umidade pra ele poder industrializar e secar a soja. Aí você desconta uma caraiada lá. Agora, se você deixa ela baixar...
muito da umidade dos 14, você perde em peso, porque a umidade é peso. Então, o armazém, ele quer em 14. Se você entrega com 10, imagina quantos quilos... Você já... Exatamente. Você já perdeu, se você entregou com 10, você perdeu já. A gente vê isso aí, que eles levam o trigo, eles colhem o trigo lá e tal.
Aí levam pra usina pro caramoe pra ver a qualidade da farinha. Então depende da qualidade, eles te pagam tanto, se tiver legal você vai ganhar tanto, se tiver mais ou menos você ganha. Aí se for uma farinha boa, você vai fazer farinha pra pão. É, a farinha de pão tem que ter uma unidade.
É ração animal. É tudo isso aí. Falei, cara... Um é um valor, a outro é outro. É igual soja pra semente. Não é ouro, é bronze. É, tem soja pra grão e soja semente. É totalmente diferente. O que é a soja pra semente? É a soja que vai virar uma semente pra ela ser tratada pra vender pro produtor plantar ela de novo. E a soja pra grão é a que vai pra indústria.
Vai virar farela e tal. Então, se você conseguir produzir uma soja pra semente, você precisa estar num lugar mais alto por conta de clima, você precisa controlar muito bem o percevejo, que é uma das pragas. Então, o grão tem que ser muito selecionado pra ele entrar pra semente. E aí você vende 10 reais a saca, por exemplo, mais caro. É.
E aí, tipo assim... Não é semente. Aí estourou, estourou. Aí você coloca, vamos pôr, 30 mil saca aí, o cara ganha 300 mil reais a mais só por conta dele ter feito um manejo diferente. Mas também teve um trampo maior. Ele gasta mais também. Aí tem que ver se vai fechar a canta ou não. Isso que é foda. Por isso que no agro, até é um trem que a turma zoa, é o depende.
Tudo depende. Tudo que a gente tá conversando aqui, pode ter alguém no comentário falando assim ah, mas aqui não é não. Depende do tal coisa. Depende do vento que entra. Eu vi você falando da Adapta, né? Vocês têm uma parceria. Usamos. Usamos muito Adapta. Direto eu vejo. Muito massa. E até o marketing que aquela turma faz é um fenômeno. Parabéns. E aí nós fizemos uma inteligência artificial do agro.
Que doido, por quê? Porque o agro é muito depende, velho. Aí nós tava nas inteligências artificiais convencionais, num chat GPT da vida, não respondia da forma que tinha que responder pro agro. Aí o Eduardo pegou um programador, o programador ficou mais de um ano desenvolvendo e conversando do jeito que nós queríamos conversar. Então, tipo assim, o cara... É o prompt, é o segredo.
É isso. Aí nós fez tudo balizado. Então, você tira a foto, você manda vídeo, ele fala o que é o problema, o que você tem que aplicar, que percebejo que é, que estágio que percebejo. Ele é um pra planilha, viu? Fazer cálculo. Pra te ajudar. Eu investi isso aqui, a terra tá assim, o clima tá assim. Pega o clima, faz uma projeção pra mim de quanto eu posso ganhar ou perder. É isso, olha o que é doido. Clima, por exemplo. A turma fala assim, qual que é a previsão do tempo pra São Paulo? Olha o tamanho de São Paulo, mano.
Pode chover aqui, mas ali não vai chover não. Eu moro aqui do lado, moro há 15 minutos.
Eu saí de casa com chuva, cheguei aqui e não tava chovendo. É, ué. E que porra é essa? Aí você imagina na roça. Tem uma roça, é tudo dentro de Morragudo, que é 50 minutos e ainda é outra roça que não é planta dentro de Morragudo. E aí na inteligência artificial nossa, por exemplo, você manda a coordenada do talhão. Então aí não é que é saber a previsão do tempo pra aquele pedaço de terra ali, entendeu? Pra aquele quadradinho. É muito variável, velho. Que loucura. É, o ideal é você deixar um programa...
Não sei se vocês conhecem o Indy. Deixa o Indy conectado a ele e o Indy vai meio que ajudando. Muito bom. É isso que a gente quer fazer agora. O Indy é usado muito pra aviação, né? Ah, é verdade. E é o mais assertivo. É o mais assertivo que tem.
E agora nós queremos começar a plugar tudo isso. Ferramentas que envolvem o agro lá, pra tudo que o cara precisar, ele vai perguntar, já tentaram comprar o... Chama João Iagro a plataforma. João Iagro. João Iagro. E aí a turma já tá tentando comprar o João Iagro, porque hoje é a maior inteligência artificial do agro. Que legal. Só que aí nós já tá fazendo uma VSL, né? VSL. Trazendo mais gente, empresa, pra lá pra frente nós ver o que faz. Agora, se eu comprar...
sei lá, 5 mil hectares de terra lá no Mato Grosso. Quero vocês dois lá. Vocês vão? Como é que funciona isso? Rapaz, pra te falar a verdade. Pra vocês tocarem pra mim. É, pra você comprar 5 mil hectares no Mato Grosso, você tem que estar com muito dinheiro hoje, mas tá. Eu tô muito menino. Comprei, comprei, foda-se. Véi, depende. Eu acho que se você comprar isso aí, você vai ter que montar um time lá da turma da região pra tocar pra você.
Não adianta levar daqui. É, não, pode até ser, mas tipo, o porquê iria, né? Por exemplo, você tirar um cara lá do estado de São Paulo. Porque vocês são bacanas. É, legal. Eu quero que seja o seguinte. Eu quero o menino lá, caralho. Pronto. É, aí dá pra pensar numa sociedade, um trem muito bom. Mas, tipo assim, hoje o trem mais difícil em roça, em como todos os setores, é mão de obra. É, então. Dificílimo, velho. E eles estavam falando pra gente que eles têm falta do motorista. O tratorista, o maquinista. Ganha 10 pau por mês, bicho.
Eu falei, vou vir eu aqui trabalhar pra vocês, cara. Se você montar na colhedeira que nós está colhendo a soja nossa lá, você fica louco. Hoje, você aperta um botão, a boca baixa, ela vai colhendo sozinha. E você não mexe na direção mais.
Você só mexe na direção a hora que você for dar a volta pra volta. Ar-condicionado. Ar-condicionado. Somzinho. Coolerzinho. Cooler. Com trem geladinho, se você quiser ir tomando uma. Se eu quiser ver o que tá acontecendo lá, agora eu abro o aplicativo aqui. Outro dia eu vi um no Instagram muito legal, o cara na colhedeira e você vê os negócios rodando na frente. Aí ele vira o celular e tá o nenê do lado. É isso. Nenêzinho deitadinho. Olha, meu filho vem comigo, fica de boa aqui. E a porra tá fric...
Não, é apaixonante. E bola, nós temos que... É uma missão minha e do Eduardo desmistificar tudo que a turma fala do Agra até hoje. Isso é bom, isso é bom. E nós precisamos muito da ajuda de vocês. Olha que massa, eu acho muito bom o Richard Ramusson, por exemplo, ele é biólogo, o tanto que ele tá defendendo. Ele é biólogo. Você é biólogo também.
mas não existe o tanto que o Richard tá defendendo o agro agora e mostrando a realidade pra turma porque a turma começou a ser muito paz e amor, muito coisa teórica que não funciona é enzo de wi-fi não sabe a realidade vamos comer bosta frita vai comer merda frita a turma falando assim, o agro destrói a turma tudo usando camisa feita de algodão não
se o arco destruir se vocês fizerem uma colheita e destruir a terra vocês não plantam mais você tem que cuidar muito bem da terra e o cara é vegano esse cara geralmente é vegano então é isso que eu não entendo ele come o que? tudo que não é produto ele come a minha horta a minha horta do meu bairro
Agrotóxico, porra, mano. Olha só, você acha que o produtor quer usar agrotóxico ou defensivo agrícola, que é o mais certo prazer? Não, quer querer e não quer. É o mais caro que tem, velho. Você acha o agro... Nem querer e não quer, velho. Graças a Deus que hoje estamos conseguindo em áreas pequenas, infelizmente, produzir alguma coisa orgânica. Mas é o mais caro que vai estar lá no mercado.
E aí como que nós vamos atender a demanda da população inteira num produto mais caro? Porque pra você fazer alguma coisa orgânica, você tem que pagar o preço por isso, porque é muito marcado você produzir. E vem pequenininho. E vem pequenininho. Aí coisas a grande escala, não dá pra você organicamente. Então você precisa de defensiva agrícola hoje. E olha como é que é doido. Brasil. Vamos falar de Brasil no agro hoje.
É 33% do PIB e é agro. Isso todo mundo já sabe. Então, o que movimenta o ecossistema é agro, velho. É o que produz. É do zero. Aí a turma pega e fala assim, ah, tem que ser sustentabilidade. A turma esquece que no termo sustentabilidade, o custo ali, o valor tá no meio do termo sustentabilidade. Economia, né? Economia.
Tem que ser sustentável, mas tem que dar retorno, senão o cara não vai ficar fazendo coisa bonitinha se ele não for ter dinheiro no final das contas ali. O Brasil é o país que mais cresce no uso de biológico, velho. Você sabe o que é biológico? Biológico é produto à base de organismo vivo. De vida.
É, a Embrapa, a Embrapa também ajuda muito. É tudo. Há empresas como a Embrapa, empresas, por exemplo, particulares, como uma multinacional da vida, que é a Singenta. Então, o que é o biológico? Em vez de aplicar um defensivo químico, se aplica um defensivo biológico, que é, vamos supor, um fungo que controla uma lagarta, por exemplo. Uma bactéria, por exemplo. Então, o Brasil é o que mais cresce no uso de biológico. Eu não sabia.
que legal, que legal, que legal o Brasil é pica nisso, é que é um puta laboratório é, véi, ó uso de biológico, o Brasil é o que mais preserva, o tanto que bate em nós, nós é o que mais preserva tudo pra você ter base, o que incomoda o que incomoda nós que é do agro assim, falando, o que dói é porque, tipo assim, ó
Nós faz um trampo muito bem feito. Os produtores do Brasil, até por conta também da legislação brasileira, que é bem rigorosa nesse quesito. É o código florestal. Mas os caras, velho, os caras é pancada. Então, se você pegar o Brasil ainda, eu posso estar falando borracha, mas a turma vai ajudando, 65% da vegetação nativa...
ela tá ali ela tá mantida eu não sei se é 60 e tanto ajuda isso dá um adapta aí qual é a pergunta, qual é o prompt tipo assim ó, o quão de vegetação nativa o Brasil tem ainda eu acho que quanta quanto
Eu posso estar enganado também, né? Falei um dado tudo errado. E depois você pergunta qual a porcentagem disso que está dentro de propriedades rurais. Ah, isso eu sei que é... Que tem que preservar 30% de repente. Depende do bioma. 50%. Depende do bioma. Aí, aproximadamente...
Biomas principais, vamos lá, cobertura nativa significativa em declínio constante. Amazônia, Cerrado. Amazônia, aproximadamente 80% a 85% da cobertura original ainda permanece intacta. No Cerrado, de 35% a 40%.
Mata Atlântica, 12. Catinga, 50%. Pantanal. 85% preservado. E Pampa, 5% do original. É, mas na média total eu acho que vai dar esses 60 e pouco. É, deve dar isso. 60% tá aqui. É, ainda mantém alguma cobertura vegetal natural. Olha isso, você sabe quanto que a Europa, por exemplo... Ah, mas os caras são pequenos.
Tudo bem. Mas faz em porcentagem. Não faz em porcentagem. Mas em porcentagem, não entra a área. Não tem mais nada. Entendeu? Eu vi isso no seriado na Inglaterra. Exatamente. Não tem mais nada. Agora, você tem que ver a porcentagem disso que está dentro de propriedade rural. Ou seja, o que é o negócio?
O cara, ele vai lá e compra uma terra, vamos supor, dependendo do bioma, na Amazônia, se eu tô enganado, é 80-20. Ou seja, o cara comprou mil hectares, 800 hectares ele não pode mexer. É mato, velho. O Brasil perdeu 17% da sua vegetação nativa nos últimos 20 anos. Olha isso, velho. Perdeu bastante, né? Não, é bastante. Comparado, velho.
Mas é por conta da... A expansão tá aqui, ó. A expansão da agricultura, extração da madeira, desenvolvimento urbano e infraestrutura. Exatamente. Nós estávamos lá na... Qual que é a fundação? Fundação ABC. Era a ABC que nós estávamos? Olha que doideira, os caras fizeram um estudo e por isso que é bom fomentar essas instituições de pesquisa. E foram ver... Foram estudar a poluição em rios.
E aí estudou todos os rios onde tem propriedades rurais por conta de produto químico, defensivo e tal. E falar assim, vamos ver como que está isso aí, se está contaminado essa porra aí por conta de defensivo agrícola.
Aí fizeram um estudo, o que estava às vezes deixando um pouco inviável a água ali era fósforo. E aí foram ver de onde veio a origem, tudo da cidade. Tudo da cidade. Então, nada do campo. A hora que você pegava tudo em volta do campo, a água limpa, velho.
E até o resíduo da água perto da roça vinha da cidade. Até o resíduo que estava lá perto da roça vinha da cidade. Então, a turma, eu falo da cidade, vem muito bater no agro. Sabe aquele que tu me disse, quero pôr a culpa em alguém de tudo que está acontecendo? Vamos achar um culpado. Vamos achar, vamos pôr o agro lá.
Vão pôr água que a culpa é dele. Então, estudos, o cara fez uma... Pegaram a molécula da água pra ver o que que tá contaminando e é fósforo vindo da cidade, velho. Não, é o que você falou no começo. É falta de informação. É falta de informação. Você falou no começo, já. É. Então a turma fala, ah, tão regaçando tudo. É. Eles derrubam as florestas pra plantar. E os boi peida acaba com a... Com a camada de ozônio. Que nem é o peido, é o arroto do boi. Assim, ó.
É uma loucura de desinformação, mas por isso que nós ficamos muito felizes que a internet está dando voz para todo mundo hoje. Então, você consegue... Quem quiser informação vai ter. Então, nós dá até palestra no Brasil inteiro sobre o novo marketing do agro. E nós pegamos e falamos, o produtor de leite, o produtor de café, nós sabe da tecnologia que nós temos dentro de uma colhedeira, que é um trem fora de base. Só que você precisa...
É, tá na rede social também. Então, nós do agro não tava na rede social, velho. Nós é machucrão. Quando é que começou isso, irmão? Cês entrar em rede social? Primeiro vídeo que cês fizeram, como é que foi? Cara, muito massa que eu e o Eduardo, nós tava trabalhando como agrônomo, e aí nós fazíamos mastermind sem saber o que era mastermind. Cê tá ligado que é mastermind?
esses no inglês não entendem bosta avisaram nós depois, Mastermind é quando junta mais de uma, mais de duas pessoas pra conversar sobre alguma coisa pra inventar alguma coisa e aí o Eduardo fazia isso porque o nosso pai já tava se ferrando eu já tava de avalista pro meu pai num estranho o Eduardo num estranho, falou assim vai sobrar pra nós, não precisa ganhar dinheiro, velho
E aí nós vendo muito como a turma falava do agro e falou, véi, olha como a internet é forte em vários setores e no agro não é forte, véi. A turma não tá na rede social falando do nosso setor. E aí o Eduardo falou, nós vamos começar a gerar conteúdo na rede social. E começamos com um podcast lá atrás, era Primos Agro Podcast. E aí depois foi indo, começamos a mostrar tecnicamente como é que eram as coisas na roça. E nós nunca foi muito técnico, nós sempre foi mais do rolo.
Isso aí lá em 2021, que você tem uma noção. 21, eu lembro disso aí. Aí nós falou assim, vamos fazer uma prosa de produtor e agrônomo, que tem muita coisa boa disso. E aí nós fez um vídeo cômico, e aí já deu tipo 300 mil visualizações. Na verdade, nós estava com os vídeos técnicos, e aí o João sempre foi meio retardado mesmo, desde pequenininho.
De nascença. É, tanto é que a família inteira achava que ele não ia vingar muito, sabe? Que ele era meio atrapalhado da cabeça. Aí, e não mudou muito. E aí, nós tava... Mas vingou, cara. É, mas vingou, pelo menos. Pelo menos vingou, pô. E aí, tá vendo? Eu falo, tá vendo? Tia, que é isso que eu falo. E aí, nós tava um dia na roça, ele pegou, e nós já gravávamos o conteúdo nosso, ele pegou uma bosta de vaca.
fresquinha, aquela que assim tá até saindo fumaça ele pegou cara, gravou, ele pegando e eu tava ali olhando os porcos ali no chiqueiro, ele pegou e mandou na minha costa nossa
E aí ele pegou e eu fiquei putas com ele. E eu filmei, né? Ele filmou tudo e eu fiquei puto com ele na hora. E aí ele ficou brigando comigo, vamos postar, vamos postar. Eu falei, ah, que se foda, posta essa merda, literalmente. Aí ele pegou, postou. E aí, tipo assim, os vídeos nossos não batiam mil visualizações.
E esse aí deu tipo 40 mil. Não era grande, mas eu falei... Não dava mil pra 40 mil, irmão. Aí nós pegou e falou, a turma gosta do rolo. Nós tem que ser mais nós mesmo ali na rede social. Exatamente. Aí nós falou, tem tanta prosa boa da roça. Tive a visão certinha. Aí nós pegou e falou, vamos começar. Aí montou os personagens, que não é personagem, né? Que é o Jão e o Duarte mesmo. Aí eu, por conta disso... Ser mais velho, né? Não, não mais velho. De cara de mais velho. Vai aparecer a lá... Mais sério.
Mas sério, obrigado. Mas sério, bom. Esse é o adjetivo. Fiquei como produtor rural e o João como agrônomo. E aí o primeiro vídeo que nós fizemos, cara, deu 300 mil. Aí o segundo, 400. Aí nós fizemos o agrônomo Nutella, deu um milhão. E aí foi uma bola de neve, cara. E aí foi fazendo e aí vem muita empresa na hora, velho. Eu posso mijar rapidão? Pode, tranquilo, irmão.
E aí, veio muita empresa atrás de nós, porque no agro não tinha ninguém. Falei, Eduardo, acertamos na mão, velho. É, acertamos. Agora, as empresas do agro... As empresas do agro têm muita grana no marketing geral pra fazer o movimento, porque é uma briga doida de produto, velho. Então, cada uma vem, então é multinacional. Hoje, nós temos parceria com a Singenta, que é a maior do mundo, velho. Nós temos parceria com a Mosaic também.
Nós temos 14 parcerias, velho, que essas empresas usam hoje. Então, acabou virando grupo Primos Agro mesmo.
e aí depois disso nós desenvolvemos a inteligência artificial, nós estamos construindo uma... Não estão flaco não, né? Então, várias plataformas, e aí vem muita gente atrás, nós ainda tínhamos batido 100 mil seguidor, né? Porque o que nós demorou 10 meses pra bater 10 mil seguidor, em um mês nós bateu 100 com os vídeos. E aí vem muita gente, aí apareceu o primeiro problema.
Falei assim, Eduardo, se nós começar a fazer muita publicidade, porque nós queremos trabalhar com isso, nós vamos ter que fazer publicidade, e se nós fazer muita só publicidade, a turma não vai gostar. E ainda falou, nós precisamos fazer uma publicidade que não pareça tanto uma publicidade. Então, o que a turma mais gosta nos vídeos nossos hoje, é que a publicidade, ela tá muito superficial ali. E a turma até comenta, quando nós ver um vídeo, fala, cadê a publicidade nesse? Porque tá sempre... Não, não.
E tá de uma maneira... É lógico que a turma precisa ver a publicidade também, mas que ela veja de uma forma que ela goste de interagir com aquilo. Então, por exemplo, nós fazemos vários vídeos que a turma fala olha onde esse fila da mãe fez a... Segurou eu até no final pra fazer uma publi esse fila da puta. Então, hoje nós dá palestra pra... Nós deu palestra pro time...
É alto pra caralho. É, tá só piseira. Como que mija rápido esse tanto? Não, rapaz. Ele quase não passou na porta, meu Deus. Deu uma cabeçada no... Ah, na privada ali, é. Não, ali. Na escada. Na escada. Rapaz do céu, rumo e acabei já, acorda bem com o chapéu na ajudada.
E aí a turma contrata muito nós pela forma que nós faz a publicidade. Então, hoje nós temos parceria com a Fiat, por exemplo. Nós é embaixador das picapas da Fiat. Até nós explicar para a Fiat a forma de nós fazer o nosso conteúdo, nós teve que pôr na mesa, velho. Nós pegou e falou assim, ah, mas é, tá falando, não, mas nós temos que fazer do nosso jeito. Vocês topam do nosso jeito de criar? Topa, então nós vai. Senão nós já nem entra no negócio, né, Sôdor? Exato.
E as festas de rodeio chamam vocês pra caramba? Chama demais, né? Não, feira... Você não dá em parar, né, irmão? Nós estávamos lá no Rio Grande do Sul, chegou hoje... E nós fizemos até um dia de campo na nossa roça lá. Tamo que coelho os anos que vem, primeira velha do leste, pô. É... Vamos embora. Nós vai ser embaixador da Tecno Show, que é a de... Rio Verde. De Rio Verde, Goiás. Vamos fazer a Canatec?
Nós vamos fazer a Canatec. Ah, Canatec do Michel. É do Michel Fernandes. Mas tem que levar os próprios na velha do Leste. Não, vocês tem que ver, nós é num evento. É loucura. Aí o pau quebra. E o Eduardo no começo começou a ter crise de pânico, você acredita? Ah, mas você não tá acostumado. Não tá acostumado. Mas vamos pra primeira velha do Leste e a gente acabou o evento.
tá morto, a gente falou, bicho, eu nunca tirei tanta foto e apertei tanta mão não é loucura? e tão legal que o pessoal é a turma do Agra, ela abraça muito, é muito massa é muito legal é muito legal ver o Brasil é
Um Brasil que era meio esquecido, na nossa infância principalmente. Tudo no Brasil era São Paulo, Rio e Sul do Brasil. Eu não sabia nem do resto. Algumas capitais do Nordeste grandes para turismo. E ver o Brasil hoje, o Centro-Oeste principalmente brasileiro.
sendo aquele cara que sempre foi aquele cara escanteado e hoje tá tipo o dono da conta bancando o país então você vê os caras ali com uma simplicidade mas sempre com a preocupação de expansão, é um Brasil que cresce que tá pensando grande e essa turma por conta de
Isso, o Cardioca ficou meio carente, queira ou não. Então, tipo assim, é doido que quando está lá e fica várias horas lá tirando foto, tem muito cara que ele fica tipo duas horas na fila, ele chega lá...
Tiju por Deus. Chega feliz, irmão. Ele aperta a nossa mão, tipo assim, 60, 70 anos de idade. Igual o João Vitor fala, esse cara aí só tiraria foto com o Leonardo, o Ginigênio e... E o padre Marcelo Rossi. Só isso. E o cara chega lá, ele fala assim, eu nem quero foto.
Eu vim aqui só pra pegar na mão de vocês e agradecer. Que legal, né? O que vocês estão fazendo? Então, tipo assim... Que demais. Queiro ou não é o João e seu Eduardo, mas é um agrônomo e um produtor rural que tá ali. É. É tipo assim, ó. Aí o cara se sente representado. Fala, rapaz, nunca teve um cara que estivesse na mídia aí representando eu. Verdade mesmo. E aí eu acho que essa turma se sente a massa.
E o Eduardo tá vivendo um momento da nossa vida que é muito doido. Tipo, nós tava pensando de... Nós tava na fazenda Ana Castela com o vô, com o pai dela. Essa turma do sertanejo chama a nós, nós não conseguimos ir pra tudo. Ana Castela é produtora rural? Ela é boiadeira, né? É pecuarista. Ela sempre foi a família dela. Lá da cidade que nós tava, foi lá que ela estourou em cima de um cavalo fazendo um vídeo lá. Que aí...
inclusive passando pra, tipo assim agradecer a família dela, que recebeu nós lá, porque eu acho que a turma vê também acompanha ela, é gigantesco, mas você vê, tipo, a origem da Ana, a simplicidade da família, o vô e a avó dela faziam um programa de vida lá em Primavera
E os caras, você vê, você não vê um Rolex. É, não, ninguém tá nem aí, não. É a botina, calça jeans, uma camisetinha, um bonezinho. É isso. E o cara tem 30 bilhão de dólar guardado. É isso aí. É isso aí. Aí você fala, cara. Não, mas peraí, peraí, peraí. Os caras estão chorando aqui. Mas peraí, peraí, peraí. Não estão chorando. Você me lembrou uma coisa boa. Do quê? Vai. A gente conversando com um amigo nosso, falou assim, essa turma do agro também chora. Cara!
chora demais e a turma muito o cara vai ganhar 100 milhão, ó, tá chorando tá reclamando inclusive nós faz vídeo nós faz vídeo do ano muito porque o sol tá muito é porque sempre tem porquê nós reclamar é
Ó, nós fez um vídeo esses dias que eu era o São Pedro. É verdade. Aí tá o seu Eduardo, pelo amor de Deus, São Pedro. Me ajuda. Mantenha o sol assim, porque eu preciso escolher. Aí o aparelho de São Pedro, eu falo assim, mas vocês têm que se conversar entre vocês. Porque o Vartim vizinho ali tá pedindo. Quer que chuva, né? Agora o C tá pedindo. Então, cada hora nós temos que pedir alguma coisa pra Deus. Mas aí é verdade.
Aí, isso aí é verdade. Nós temos que falar dos treinos. É chorão. É chorão. É chorão. Nós ua, tipo assim, ó. O cara... Nós fez até o produtor que nada tá bom, você lembra? Lá no comecinho, o agrônomo chega e diz, mas tá muito bom. Não, mas até quando tá bom, parece que tá bom demais. Não pode, não, mas choveu demais. Vamos piorar a coisa. É chorão.
Os caras choram pra caramba Às vezes tá bem pra caramba Deixa eu ligar mais um pouquinho Já tá pra falar uma tragédia Puta, quebrou a colher Quebrou Esse tem que ver, meu pai, o pai do seu Duarte Quebra um trem a semana inteira Esse caralho
E o cara com a roçadeira, não sei se você já viu, ele tentando ligar o negócio, o negócio liga, ele pega, ele reventa ela, o cara ficou bravo. Não, fica puto, quebra uma máquina, e o cara quer cabar.
um bordão nosso que ficou famoso também é o vou arrendar tudo o cara tipo assim, ele é tão chorão que toda hora ele fala, vou arrendar tudo essa minha, vou parar de tocar aí chega um outro dia, você não ia arrendar só sem mexer com isso também, vou fazer o que você vai arrendar isso aqui
E vocês dominam tudo assim, tipo... Se eu botar vocês numa colhedeira, vocês colhem o negócio, vocês sabem dirigir o bagulho? Cara, hoje se eu te mostrar dois minutos, você colhe uma colhedeira. É mesmo? Tá mais fácil. Se você receber um treinamento durante uma manhã, de tarde você colhe. Você tá colhendo. Só que assim, não é qualquer um que pega pra fazer.
Porque uma máquina vale 2 milhão. Assim, você pegando pra fazer, você faz de boa. Eu tava colhendo lá agora, e o Eduardo, nós aprendeu a colher e tocar trator quando nós era moleque, que é estranho tudo, que a macho engasgava, uns BHzão velho. Agora que nós começamos a estar com um estranho mais novo, o Eduardo assustou, falou, não, vai saber mexer com isso aí, não. Aí chegou o cara da case lá pra mostrar a corredeira, não, esse aqui, esse aqui.
Eu falei, ô louco, mas a macho... Não, ele vai sozinho, muda sozinho, tudo automático. Não tem a macho.
Mas e a direção? Não, a direção, você não mexe na direção porque o GPS vai levar isso. Mas o negócio, ele tem botão pra caralho. É muito botão. O cara, existe um degrau. É botão pra caralho. Existe um degrau de tipo assim, ó, eu sou sincero. De motorista operador. É, exatamente. Por exemplo, eu entro lá e toco, mas longe do cara que tá colhendo pra nós. Muito longe.
Eu não... Se eu chegar na roça de alguém, o cara fala você entra ali, colhe, eu falo não. Eu falo não, não colhe não. Pode colocar outro caboclo aí que... Acerta um toco lá. E aqueles manetes, manete pra cara e botão... E é igual o João falou, você tá colhendo ali, tem um toco, nós não temos a agilidade, a habilidade pra parar ela ali, pega o toco, meu amigo... Mas estraga ela inteirinha, por favor. Qual é o bicho que estraga?
Tem um bicho que estraga lá. É, é tatu, é. Tatu, alguma coisa que estraga lá. Um bicho da terra.
que ele faz buraco e aí a máquina pega errado é tatu é que aí pega as montanhas ah tem cupim também e duro pra caralho deve ser o cupim então que faz um montão quando o sol tá muito ácido também mas um problema a mais é um pedaço de
ferro. Esse dia eu achei lá na roça um pedaço de um parafuso. Eu lembro que você mandou. Eu tirei uma foto, falei assim, gente, você tem que entrar dentro da coelhadeira, mas ela arrebenta tudo por dentro. Imagina o prejuízo. É muito dinheiro. Então você tem que ficar ligado. E o problema assim, por exemplo... E aí você não tem como levar numa concessionária, arrumar... É isso. Como é que você faz? Não, aí dependendo, chama o mecânico lá pra ver se troca.
Geralmente o produtor rural, ele tem os mecânicos dele ali pra ele tentar se virar pra não parar. Mas aí tem BO que aí tem que chamar a turma da empresa. Dona no...
No agro é um pouquinho diferente também. Por exemplo, a turma é tudo plantão. Então, eu tô colhendo domingo, a concessionária tem um plantonista lá, se der algum B.O. pra eu ligar pro cara, ele vai lá na roça arrumar lá. Porque não tem horário, né? Exatamente, porque às vezes é o domingo, abriu só o pacolher, eu vou esperar segunda-feira. Não vai, vambora. É, vai. E colhe dia e noite.
Então, de dia é melhor. De noite começa a ficar um pouco mais úmido. Cana, por exemplo, vai embora de dia, de noite. Agora só... Agora o cheiro que vocês largam depois é um nojo. Cheiro de meron. Da cana? É. Ah, é o garapão. Vai se foda. É a vinhaça. Nossa, não é boa demais daquele cheiro. Ah, não é possível. Fugiu por Deus. Eu passava ali por Bauru. Puta que pariu. O lugar fedido do caralho. O cheiro no carro. Abre o vidro e dá uma tragada, mano.
Mas abre o vídeo e fala assim, que saudade de casa. Não, não, não. Agora ruim... Ruim é igual ontem que eu fui... Passa do lado tietê, que é anarquia. Lá é bosta de mentira. Uma coisa que eu lembro que era foda na casa quando eu fui pra casa da Sabine em Penápolis.
Nossa, fede pra caralho. Não, fedia, mas o bicho, acho que era por causa de queimada. Ah, não, aí é foda. Bicho, mas era tudo preto. Não, não, mas o cheiro dessa... É garapão. Era preto, bicho, mas da foligem. Mas por que fica aquele cheiro? O garapão é resíduo da indústria, da cana, que você joga na terra, porque é fertilizante, entendeu? Mas aquilo fede demais. Eu colhi cana com essa bina no facão.
Com os boia fria. É mesmo? É? Entirado também. Ah, tá, mas faz o ar. Aí tá gravado, beleza. Não, nossa, mas na fazenda era só boia fria. Mas hoje não tem mais. Hoje não tem mais. Proibido. Faz tempo isso. Proibido. Mas eu falei, bicho, como é? E cortava tudo. Na época dos cortadores de cana, você imagina o morrago, o maior município de produtor de cana do mundo. O tanto de cortador. Então, velho. E os caras, aí todo mundo tinha, dobrava a população de morrago na época de cortar.
Aí os caras com o facão afiado Saiu uma briga na rua, era facão usada Facão usada pra tudo quanto é lado Rapaz, na época dos cortadores de cano Era facão usada, é um rancou braço do outro Porque os caras tudo com facão em casa Tomavam umas duas Mas é sério mesmo Esse trem da Vinhassa aí do Garapão Quem é de lá, sente saudade O cara chega, vamos supor, ficou Uma semana pra vó É bom demais Passa no carro o fedudo do cara Uma night E...
E às vezes umas cidades que eu ia fazer show, tipo Santa Fé do Sul. Perto de usina. Não, é, lugar que é muito... É. Cama. Só cana. Meu irmão, show. Não, você tem que ver se você estiver na roça e ficar perto ali, porque tem uns canalzão de vinhaça, né? É.
Eu caí dentro de um canal de vinhaça andando de trilha. Eu bati o saco no guidão da moto, que eu achei que eu tinha moído os dois ovos. Que eu tive que fazer... O saco dele é desse tamanho hoje. Hoje é desse tamanho meu saco. É, 80 vezes. Deu toção testicular. 80 vezes. Por causa disso aí? É, porque enxô. E era dois cocos, virou quatro cocos.
é sério, virou o quarto rachou no meio os cocos e aí eu tive que fazer espermograma tudo e eu tenho que usar uma zorba normal e uma só pros cocos é, porque é muito, é sério mesmo não, isso é mentira do negócio, é erro mas o canal adivinhar, se eu caí de moto dentro dele uma vez anarquia que você fica 4 dias cheirando mas é que não agosta
Não, aquilo é fete pra caralho. Agora, uma coisa que eu não vejo, o Brasil era muito forte, eu não sei em que pé tá isso, o Brasil era muito forte na laranja, né? E a laranja deu... É o maior do mundo. É o maior do mundo. O Brasil é. É. É. É. É. É maior que... Onde tá? Onde tá a laranja hoje? Antigamente era a região de Ribeirão Preto. Bebedouro, viradouro ali. Ali tem muitos cítricos. Aquela região é forte. Mas tava em um lugar muito forte de cítricos. Lá no Goiás. Goiás também, né? Goiás tem um lugar que tá...
ficando forte, mas assim, a região forte mesmo é viradouro, bebedouro, aquela região ali é pertinho até de nós ali da cutrale e tal, é que a laranja, laranja fruta não é commodity, aí a commodity é o suco de laranja e o Brasil é o maior pancada. Ah, é o suco pronto que é a commodity. É a commodity, é o Brasil... Que exporta o...
dá um adapta aí, pergunta é... o Brasil é número um em quais culturas? Nós sabe também, café...
É... Suco de laranja. Soja. Açúcar, né? Que aí não é a cana, é o açúcar também. Soja, maior do mundo. Milho deve estar indo. Carne também está indo. Carne é o maior do mundo. Você é doido, mas é uma potência. Proteína que eles falam, né? É. Que é frango, porco... É, aí porco eu acho que não é o... O número um, não. Frango é, frango é. Frango é.
soja, o café maior produtor mundial há 150 anos cana de açúcar maior produtor exportador mundial aproximadamente 40% da produção global da cana brasileira soja, maior produtor exportador mundial, aproximadamente 35% a 40% da produção global laranja, maior produtor mundial
Produtor, não é... Não é exportador. Produtor. É, é. Suco de laranja é grande exportação, mas não é o maior. É. Deve ser Estados Unidos, né? Talvez. Cacau, maior produtor mundial. Bahia, principal estado produtor. Abacaxi, maior produtor mundial. Caralho. Melancia e melão, entre os maiores produtores mundiais. Culturas que o Brasil é top 3 e top 5. Milho, terceiro maior produtor. Arroz, entre os maiores produtores. Feijão.
importante produtor, banana, grande produtor, mandioca, principal produtor. Véi, é muita coisa, o Brasil é muito pica no agro mesmo. É muita coisa. E não entrou na pecuária, porque aí bovina é o maior. E nós mexemos com a porra toda, tudo, tudo.
Por isso que todo mundo é doido no Brasil. Você acha que quando dá aquelas notícias pra fora lá, a Amazônia, é tudo gente querendo vir aqui, e acabaram tudo com a partidez, e quer vir pegar a nossa porque está sem estoque de mata lá.
Estamos aqui, estamos aqui. Tem mais. Vamos para a pecuária. Vamos, vai. Pecuária. Os bichinhos. Liderança global. O Brasil também é o número um mundial em pecuária. Aqui vão os detalhes. Rebanho bovino. Maior rebanho do mundo. Entre 220 a 230 milhões de cabeças de gado. Tá aqui, pare. Maior que a população humana do Brasil. Metá está na fazenda do... Concentrado no Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Minas Gerais.
Maior exportador de carne bovina. O amado artista. É, bicho, ali tem roça. Aproximadamente 20% da carne bovina exportada mundialmente é do Brasil.
Principais mercados, China, Hong Kong, Egito e Irã. Nossa senhora. O Irã não vai dar a comprar mais não. Vai dar ruim agora. Vai dar diminuída. Vai. Pode leve. Eles vão comprar bomba de chocolate. Frango é o maior também. Suínos. Suínos, terceiro maior produtor mundial. Aproximadamente 40 milhões de cabeças. Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O Oeste catarinense no Suíno é foda.
Frango Frango, segundo maior produtor Atrás dos Estados Unidos Aproximadamente 1,5 bilhão de aves Nossa Maior exportador de carne de frango Porque os Estados Unidos Deve ser o próprio consumo Mato Grosso, São Paulo e Paraná Leite, entre os maiores Produtores mundiais, Minas Gerais O principal produtor, importante indústria De laticínios
o Brasil é muito foda no agro é muita coisa e mexe com a porra toda você vê a JBS é gigante é gigante e da aula esse dia eu vi uma entrevista de um produtor europeu e a turma perguntando pra ele sobre a agricultura ele falou, não, brinca não, aqui nós faz jardinagem é, perto do Brasil é o Brasil os caras dos Estados Unidos falando que lá é tudo não, não, não, não, não
Sabe o que eu achei interessante nos Estados Unidos? Eu estive num estado que ele é bem agrícola, né? Ali na região de Viscuzzi. Tá ligado? Eu conheço muito Minnesota lá. A turma fala. É, o Viscuzzi. Eu estive lá, eu fui naquele Yoskosh, que é um...
Show aéreo. Show aéreo. Então, cara, eu dei um... Porra, pegava o avião lá, esse avião aqui pra gente dar umas bandas, e dava um rolê assim, num raio, sei lá, de 30, 40 quilômetros ali na região. Eu falei, cara, olha que legal os Estados Unidos. É uma região de bastante indústria, de bastante fazendas. Mas assim, é muito legal porque você vê que são sedes, terra-sedes. Isso é tudo demarcadinho, né? Muito bem demarcadinho e você vê que são famílias.
Não é aquela coisa do cara ter terra pra caralho, tipo o atifundiário. Não. Família, família, família. Muito delimitado, assim, a muitas famílias. Percebem os quadradinhos direitinhos. Como eu acho que o Sul é meio assim, né? O Sul é, a região nossa é também. O Paraná é um pouco. O Mato Grosso que virou, é o Chapadão loucura.
E é doido que o cerrado, onde é maior produtor hoje, não se plantava nada, né? Inventaram, assim, depois que descobriram o calcário, velho. Calcário é muito doido, velho. O calcário é o que corrige a acidez do solo ali, né? Ah, onde que é? E o gesso, o cerrado inteiro. Aham, Mato Grosso e tudo lá.
Não era bom pra produzir, não produzia nada, velho. Faltava, faltava acertar isso. E aí descobriram o tal do calcário pra corrigir a acidez. E o plantio direto, né? E o plantio direto. Você tá ligado que o plantio direto é você plantar sobre a palha, né? Isso mudou a agricultura. Eu não sei nem o que vocês estão falando. Normalmente você planta na terra, né?
É, geralmente você... Nós faz plantio convencional, que não é o direto lá por causa que é reforma de ozinho. Tem que passar aqueles dentes. Tem que passar o subsolador, a grade, o arado. Aí você elimina toda a palha do solo e planta direto. E planta na terra. Agora o plantio direto, você desseca o que tinha ali, então fica aquela massa seca em cima, e você vem e planta por cima. Você joga ali. É duas agriculturas diferentes. Antes do plantio direto e depois. O mesmo produto.
Não, não, é tipo assim, ó, o que muda? Antigamente, o que a turma fazia? Vamos supor, colheu o milho, aí tava toda aquela palhada de milho ali. Queimava. Não queimava, o cara pegava a vinha, passava subsolador, tudo de novo, passava a grade, então eram várias operações. Você cavucar tudo ali. Revolver tudo o solo. Aí a turma pegou e veio com essa pancada do plantio direto, que é o quê? Tá ali a palhada? Deixa ali. Pega a plantadeira, fi, coloca a soja. Eu não sabia, que loucura.
por cima. E isso é muito bom. É muito bom. Vários pontos positivos. Primeiro, compactação. Compactar é você passar maquinário muitas vezes em cima no solo ali, então você vai compactando. Vai ficando muito duro o solo. Capalhada, não. Ela amortece tudo isso. Manter umidade no solo. Essa é, pra mim, é o principal. Entendi.
Então o solo cru, ele perdia água muito rápido. É seca, fica duro. Agora você tá capalhada, você abre assim, ela manteve toda a umidade do negócio. Jove hoje, por exemplo. Manteve por mais dias. Matéria orgânica. Então toda aquela matéria orgânica por muito tempo. A biologia compostagem, que se chama? Como é que é o nome disso?
compostagem é uma das coisas também, é você pegar um produto, você deixar ele fazendo a compostagem pra você jogar lá depois. Mas, obviamente, isso tá se criando ali. Isso tudo é matéria orgânica. Matéria orgânica é tipo assim, é uma coisa que você vai construindo ali, aumentando a matéria orgânica do seu solo.
Inúmeros benefícios também. E aí você reduz também gasto de adubo, de adubo, por conta de matéria orgânica. Então erosão, por exemplo, plantio direto é muito famoso por causa da erosão. Dá uma chuva, lava tudo embora, leva tudo embora a superficial, a parte superficial da terra, que é ali que está muito os nutrientes. Agora, com a palha... Com a palha mantida.
Tem uns vídeos muito massa, que o cara vira um copo de água num solo cru, vai tudo embora. Agora, quando tá acapalhada, ela vai absorvendo toda aquela água. É inúmeros benefícios. Então, o agro, depois do calcário e depois do plantio direto, revolucionou o negócio. Que legal. E lá vocês não podem fazer o plantio direto.
Lá não, porque dá até para fazer, mas, por exemplo, a usina, como aquela cana fica muitos anos ali passando maquinário pesado ali, colhendo e carregando aquela cana... Você tem que trabalhar a terra depois. Tem que trabalhar. Então, ou nós vamos trabalhar para a soja, ou depois que nós colher a soja, a usina vai ter que...
Fazer isso aí lá. Fazer isso. Então, geralmente, quem faz é o produtor. Aí passa o subsolador, passa umas duas, três gradagens ali, e depois planta. E vocês hoje, vocês trabalham com cana e soja? Só soja. Só soja. Ah, vocês só soja. Não é só planta na reforma dos outros.
vocês só é, nós vai lá é isso, deixa nós vamos plantar só mas vocês plantam quanto por ano? quantos hectares? vai depender cada ano ano passado plantou 100 e esse ano 450
É, agora vai se manter nessa área aí. 400 a 500 hectares. Sempre ali na tua região. Sempre ali. É porque o ano passado, meu e do Eduardo tocando sem nossos pais, foi nosso primeiro ano. Sem hectare. Aí esse ano nós já foi pra 450 hectares. Isso. E se Deus quiser, nós quer manter nisso. Não quer aumentar muito também, não. E vocês não pensem pra outro canto.
Véi, hoje não, nós gostamos muito da região ali, mas nós queremos, nós estamos querendo comprar uma roça. Então, eu até entrei em contato com o cara de leilão lá para ele mostrar umas oportunidades boas para nós, para nós poder comprar um pedaço de tênis. É porque assim, hoje, o Primo Zagra, até eu acho que o João falou um pouquinho da questão da publicidade na hora que eu saí. Falou.
O Primos Agro é o foco principal nosso. Então, tipo assim, nós temos um propósito muito forte dentro do Primos Agro. E queira ou não, a roça também é. Só que nós não queremos, às vezes, pegar muita área para fora para nós não perder esse foco de comunicar, de ter essas parcerias, de ir montando nossos projetos.
Depois, se você tiver tempo também, na hora que você for assistir aquele seriado do produtor lá, nós temos algo... Não é igual, mas é muito parecido no YouTube. Não, vê se consegue pôr no YouTube aí para mostrar só um trailer de um YouTube nosso. É. Tem no TikTok?
Pra gente é melhor. Ou o Instagram não vai ter. Ah, é verdade. Nem um pedacinho. Mas não tem um trecho no Reels? Tem, talvez tenha um trecho. Manda aqui. Posso mandar. Pega aquele lá que foi quando nós fez o primeiro episódio. Eu sei, eu sei. E nós postamos. É porque no Instagram não dá problema. Não, onde que eu te mando? Manda. Como é que eu mando, Zaque? Não dá pra mandar pro airdrop, nada?
eu posso conseguir manda pra Ju, você tem contato da Ju? aí eu mando pro Pedro e o Pedro manda pra Ju você sabe qual vídeo nós tá falando, Pedro? é aquele teaser aquele teaser de quando foi plantado deve tá lá por novembro, mais ou menos, novembro, dezembro pô, vocês tem que fazer uma série
bizarra, hein? tem que fazer uma seriezinha tipo esse aí, como é que é o nome, Bola? Fazenda do Clarkson isso é muito legal, eu vou assistir eu vi porque ele era do Top Gear, eu gosto muito de carro eu falei, ah, vamos ver aqui cara, você começa a ver, você não quer parar ele se fode pra cacete o trampo do cara quer uma dica de série foda ou não? vai pra você ficar boladão
qual seria? eu tô esses dias tudo bolado o testamento o testamento da tia das casas pernambucanas aí tu vai é, tá na Globoplay pancada meu irmão, eu acho que é uma das maiores tretas de herança que eu já vi na minha vida porque a tia não morreu, tá em coma
Ah, é verdade. Eu tô ligado. Amigo, não, você não tá ligado. Não, a treta não, mas ela tá em coma, é verdade. É um negócio assustador. Como o negócio tem reviravolta, como... Que loucura. Que loucura. Assista a porra, é pra você ficar assim, ó. E cada capítulo você achando que, ah, é isso aqui, né? Já deu. Do nada. Nossa.
cara, cada ep... Vamos trazer a documentarista aqui, a diretora. Vamos. Pra ela contar a história. É um negócio foda. Vamos trazê-la aqui. Rapaz, que doideiro. Como é que o povo deixa fazer uma série da briga de herança do povo, né? Porque interessa as partes, né? É lógico, é. Interessa as partes.
Parece uma série para a vida de fofoqueiro. Porque, tipo assim, vamos dizer que você... Não é de fofoca, não. Porque, por exemplo, como ainda está treta na justiça... Vamos dizer, está... Arromando até hoje. Até hoje. Ah, o Paulo está quebrando. Não, não, não. Não, não. Não, não. É um negócio... Você imagina que essa tia foi embora. Não, não, não. É difícil para um baralho resolver o embrólio. Não. Você não consegue... Pensar numa solução. Tipo assim, ah... Isso não vai ter jeito.
Não, você fala assim Não vai ter jeito Você tá entendendo? Sim Aí do nada, cada episódio você muda de opinião Entendi Você tá de um lado, você fala do lado Ah não, eu tô do outro ali agora Puta, aí tu fica assim, ó Aí daqui a pouco o outro já começa a ir de novo contra Aí depois você vai de novo, você fala assim Meu Deus do céu, eu não sei como resolver Resolver sim Eu não tenho opinião formada Rapaz, que doido Tá ligado? Como chama?
O testamento. Puta que pariu. Você não sabe como resolver. Mas ligado ao agro, vê o do Clarkson. Mas eu vou ver. Ligado ao agro, eu preciso ver. É muito legal. O Marcos Sirino falou pra nós. Mas disse que é legal o Tata na terceira temporada.
E dá pra normalizar muita coisa pra ir fazendo aqui. Sabe o que a gente quer fazer agora? O bom da nossa região lá é porque a gente tá fazendo uma safra só. Então a gente não faz safrinha, porque depois vem a usina. Então o YouTube nosso é focado na safra. E agora que acabar, que a gente vai acabar de colher, a gente vai começar a ir nas grandes fazendas pra gerar conteúdo de YouTube, mostrando tudo como é que essa turma faz. Não vai no maior produtor de arroz. Você falou que vai casar agora. Tem filhos? Não.
Eu tô aí. Tá de boa. O saco inchado. O saco inchado. E, mas, vocês, quando o Jeff quer que o moleque siga essa praia de vocês, ou vocês, o que ele quiser tá bom? Véi, eu, assim, eu vou tentar...
trazer ele pro agro, assim, não forçado, nada forçado, eu acredito que do jeito que vai ser a conduzida, a criação ali, ele vai querer vir, porque, sei lá, parece que tá no sangue da família ali, quando aí vai pra roça igual ontem aqui, eu tava falando, eu fui alugar um smoking ali, eu tava a um minuto do lugar.
Aí... Pra chegar em meia hora. Não, eu tava um minuto chegando de carro. Eu peguei uma mão errada, pulou pra 30. É. Eu falei, velho, eu não consigo ficar mais dois dias aqui em São Paulo, velho. O operador acabou de mandar aqui, ó. Só já dando mais de 80 sacos, brincando aquela lá.
O operador lá mostra na tela do Maquinata colhando agora pra nós Você escolhe agora até acabar Até março agora Agora eu acho que daqui uns Uma semana nós acabamos Aí vocês vão começar a plantar de novo ou vão plantar milho? Aí nós não plantamos nada agora O normal é isso O normal é isso, o cara já colhe É isso Não, lá é cana
É só já a usina pega e cana. É isso. Nós devolve agora a terra. Lá não tem safrinha. Quase não tem, entendeu? Entendi. Agora vocês vão devolver o vídeo aí. Vamos ver. This is group cozinhar. Sai som, será? Ah, está saindo aqui. Ah, não me curte. Olha quem escolheu, amor. Chique demais. Esse aí é o vídeo. Esse aí é o vídeo. Esse aí é o vídeo.
Essa turma é muito figura, velho. É porque esse negócio de ficar gravando aí, tá, isso aí é tudo em feite, olha lá. Ele só faz pra poder gravar mesmo. Quem trabalha de verdade é eu, entendeu? Meu Silvan, por um maior trabalho. Tá vendo, meu Silvan? Quem dos primos trabalha e qual que fica passeando de caminhonete no ar-condicionado? Pode. Você não entende nada de roça e você tá achando que você é o produtor rural.
Então a hora que a usina vai reformar uma quantidade de área de cana, precisa fazer a rotação de cultura, aí nós vem com a soja na rotação desse modelo aqui. O maquinário é bonito, hein? É igual o João Viz, o cara que é da roça não tem lente nos dentes.
O dia inteiro pegando no pé um do outro. O que é isso, Eduardo? É isso aí, né, Nilson? Aí eu acho que é perto de amanhã, nós já encerro o plantio e esperar chover. Vê se não é volta na tarde de noite, entendeu? Ah lá, quem trabalha, eu só mando. É, estudei pra quê? Fiz ganomei pra quê?
É, Tietchan, nós estamos começando a tocar sozinho. Meu pai, o pai do seu Eduardo, quebrou tocando roça. Então nós não temos os trem mais. É. Tem que pedir emprestado para os outros aí. O que ocorreu aí em roça? Corrinha, rebentou. Está tudo alinhado, não tem nada. Tem pressão nova, corria nova. Olha o trampo, velho. Puta que parê. Deu uma travadinha no plano de TIRQ de novo. Está difícil. Agora está conversando aqui.
Às vezes é Deus segurando o plantio nosso pra nós não plantarmos muito, porque toge alguma, a gente acha que vai ter, enfim. Eu mostrei pra você como é que funciona nos dois primeiros dias. Agora você precisa aprender a tocar, vi. Lembra que a soja tá sendo vendida aqui no meu nome, viu? Lembra isso aí? Que drone descendo. Esse drone é pra fazer a pulverização, Asas.
Tudo que vocês quiserem, o Pedrinho dá para vocês. Tira esse chapéu. Ah, seu Duarte, dá o agrônomo aqui, ó. E o seu Duarte está abraçadinho com o Bilal, que eu dei para ele agora. Bilal baixou o que eu dei para ele. Bora para a rua.
E aí é um takezinho do YouTube. Onde tá isso aí no canal? Primos Agro no YouTube. Primos Pim. E já tá no ar esse aí. Já, já. Esse aí é o take do primeiro episódio do Plantio. Já tá na colheita. Vocês estão em que episódio? Rapaz, acho que deve estar nos 14. É. Ah, então você pode acompanhar tipo uma seriezinha. É uma série. Primos Agro. Vou botar o link aqui no episódio. Nesse episódio aqui na descrição. Boa, boa. Você pode assistir e seguir os caras lá.
Temos que marcar vocês irem para um evento com a gente. Vamos, velho. Fazer uma resenha massa. Vai ser divertido demais. Cara, tenta... Vamos tentar organizar. Depois nós põe o Pedro em contato com a moça aí. Para vocês irem lá na Tecno Show. Na Tecno Show nós vamos ser embaixador, velho. Que legal. Vai ser massa. Rio Verde no Goiás. É. Bora.
Bora. Agri-Show vai. Agri-Show do lado de casa. Nós sempre tá na Agri-Show também. Agri-Show Ribeirão, né? Ribeirão Preto. É a maior da América Latina. É a maior da América Latina, né? Muito grande. Agri-Show gigante. Quando que mês é, Agri-Show? É final de... Final de abril. Comecei demais. Agora, agora, agora.
Agri Show. Eu acho muito legal, você vê as coisas... É sempre na hora do plantio, né? A galera acabou de plantar, faz Agri Show. É, tem que ser pra ir pro produtor rural, senão não tira o cara da roça não, né? Você vai andando, pode andar na feira, né? Você vê aqueles negócios, você fica a boca... É muito grande. Eu amo, eu amo, a gente adora ir na John Deere, né, Bola? Na John Deere. É muito mais. Não, a John Deere... Os verdinhos, os verdinhos. Os verdinhos é muito louco, né, Bola? Brinca, é que é a Disneylândia do...
Do Agra e nessas empresas grandes. Você pega a Casey, você pega... E a John Deere, os stands de... A Agri Show, os stands de maquinário, igual John Deere, Casey, New Holland, eles são maiores porque a feira começou com maquinário, não tinha tanta parte de insumo. Então, aí lá você pega a John Deere, a Casey, é...
o equivalente a uns 10 stands de tudo um do lado do outro, e logicamente pra caber uma colhedeira de, sei lá com uma plataforma de cifra da fé eu não sei se vocês fazem outros conteúdos de Youtube sem ser aqui no podcast levar vocês numa aplicação de drone, por exemplo, vocês acompanhar e pôr a mão na massa pra vocês verem é muito louco, velho eu derruba o drone, só calhoca
Não, mas hoje... Eu não derrubo o drone. Não sei se esse é grande, mas os pequenininhos eu piloto. Não, e outra, esse de aplicação, você nem pilota ele. É, você só programa, marca a terra, ele faz a... Ele vai e volta, se abastece. E é legal que é preciso, né? É muito. Ele sabe quando vai acabar a bateria dele, quando ele tem que parar, voltar pra nós trocar a bateria dele. E nós carrega até gente, né? Carrega agora. Agora tá carregando gente.
Não pode, mas... Uai, um cara fez um vídeo ali em cima. Aí deu bosta pra ele. Mas assim, ó. Fizeram o T100, o novo que saiu. Fizeram justamente pra ter transporte de carga. Porque às vezes o cara tem um... Um bezerro, né? Ele consegue carregar. Amarra o bezerro e leva ele voando. É loucura, velho.
Eu vi isso na Argentina É doideira É por isso que é boi nos Aires Nossa Viadinha bosta E eu concordando É por isso na Argentina Eles foram visionários
É o boi nos aires. Nós fizemos uma parceria com a DJI Global agora, que é a China. A DJI. Cara, eu sou louco com a DJI. Pô, arrumou. Bora, na parceria. Não, eu tô há 10 anos com o meu, já tá na hora de eu pegar um. Você tem um dronezinho de filmagem? Eu tenho, mas o meu é aquele Phantom mais antigo. Eu gosto daquele que é uma camerazinha de alta definição. Ah, nós pegamos esse agora, que é o R. O R. O R.
Não, tem um outro que é o Air, não. Tem o Pro, o Mavic Pro. É o Mavic. Ah, esse é o Pancada. Pode brincar, vai. Você conhece alguém lá? Fechamos direto. O empresário nosso foi lá com os chinês, lá conversar com eles. Fala que é o oposto lá, o Mavic. Boa, boa, fechou. Muito bom. Eu piloto do dono há uns 15 anos, velho. É mesmo? Eu tenho desde o primeiro Phantom, lembra a bola? Lembro. Porque a bateria era um tubo, assim, ó. Eu colocava gimbal, já colocava GoPro, antes da DJI filmar. Já foi, pá.
junto com o nosso amigo lá, o... Marino. Marino. Que massa, velho. Eu fiz curso na época de pilotar. Vai falar assim, ó, carioca é fãs aço de drone. Não, eu sou de 15 anos atrás, eu tenho vídeos muito velhos. Eu gosto pra caralho. Não vou marcar, pô, vai ser legal pra caralho. Não, tem que marcar. Como eu tirei a tela do meu apartamento, eu queria sair da minha sala, dar umas bandas, um glézinho, ficar dando uma banda assim.
mas o de aplicação é muito doido aquilo lá tecnologia pra caralho galera muito obrigado pela presença vocês são demais coloca o arroba dos caras aí o João e o João e o João Rapp
O que que é? A Ju queria fazer um rap. O João e o Eduardo, eles estão aí na internet, tanto no YouTube quanto no Instagram. Estão explodindo. Você quer entender um pouquinho mais do agro, né? Cara, viver um pouco, entender, porque a gente sabe o agro é o saca da soja, o arroba do boi. Planta milho, planta a soja. A dificuldade que é.
Até com o Trump nós temos amizade, vocês viram, né? Que nós liga pro Trump. Depois vocês olham lá. Depois manda pra turma vir. Depois que ele começou a ligar pro Trump e estourou também. Foi uma virada de chato também. Mas continue, continue. Mas é isso, muito obrigado pela presença de vocês, né, Bola? A gente curte muito o Águro.
muito legal, somos muito brother lá do pessoal da ProSoja, nós já fizemos umas ações lá também a ProSoja, a Co-ProSoja o nosso amigo Olinto parabéns mais uma vez vocês por abrir as portas pra nós do agro e poder mostrar o agro pra turma
portas são sempre abertas então vocês estão vendo aí como que é o nosso setor e eu tava falando pro Bola eu e o Eduardo que é produtor e agrônomo falar do agro, todo mundo bate palma agora vocês que não é e vocês poder mostrar isso pra turma, pra nós é uma felicidade tremenda, porque a gente que não é do setor, mostrando o nosso setor na realidade como ele é vamos fazer mais coisa junta a roça da de portas abre
abertas pra vocês, fazer qualquer tipo de conteúdo do agro, porque nossa missão é mostrar o agro pro mundo cada vez mais. E deixando também o obrigado e a admiração pra vocês, porque assim, de verdade, nós acompanho vocês desde lá, eu tava falando aqui antes de nós começar a gravar, é uma honra imensa estar aqui gravando pra vocês. Muito obrigado, irmão, é toda nossa. Porra, é toda nossa.
rapaziada, até a próxima é isso aí, próximo programa e bom descanso, bom feriado pra vocês valeu, até o junto valeu