Episódios de TICARACATICAST

EP 742 - BASTIDORES E HISTÓRIAS DO SBT - LUÍS RICARDO

07 de abril de 20262h13min
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Carismático e dono de uma trajetória marcante na TV brasileira, Luis Ricardo é um dos grandes nomes do SBT, conquistando gerações com seu talento e energia no palco. Agora, ele vive uma nova fase à frente do programa Viva a Noite, levando entretenimento, música e muita animação para as noites do público brasileiro.

Participantes neste episódio3
B

Bola

HostHumorista
M

Marcos Kiesa

Co-hostHumorista
L

Luís Ricardo

ConvidadoApresentador
Assuntos5
  • The Noite do SBTLuís Ricardo e o programa Viva a Noite · Histórias do Gugu · Carreira de Luiz Ricardo · Impacto do Silvio Santos · Memórias do circo
  • Experiência em televisão (SBT)Caravanas do SBT · Programas icônicos · Interação com o público
  • Cultura e HobbiesInfluência do SBT na TV brasileira · Memórias de programas antigos
  • Desafios da MissãoDesafios na carreira de Luiz Ricardo · Superação de dificuldades
  • Atitude com fãs e reconhecimentoParticipação do público · Histórias de fãs
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E aí E aí E aí E aí

De forma hipótese alguma, estamos começando mais um programa ao vivasso, meu querido Marcos Kiesa. Tudo certo, carica? Tudo lindão, gordo? Tudo lindão. Como é que foi de Páscoa? Fui bem, fazendo exames, mas tudo bem, graças a Deus. Fazendo exames, bordo. Vamos sair do HFU e pagar a Cor sexta, domingo e segunda.

Tá bom, melhor H-Code que ML, né, irmão? Melhor H-Code que ML, é verdade. Melhor H-Code que ML. H-Code me trata bem demais, tá louco. Eu prefiro o H-Code que ML. Eles são demais, né? Você tá bem, Godinho? Tô bem, e você? Tô com o fim da minha vida. Graças a Deus. Tudo certo? Tudo ótimo. Tudo magavilha? Magavilha. Magavilha. Então, começando mais um, manda uns abraços já de cara, né, Boleta? Mande, mande, mande, mande. Os abraços pros amigos.

Aniversários? Marcelo Bolinha fez aniversário no sábado. Beijo, vamos você, Bolinha.

Falei com ele. Guga Rocha fez aniversário. Ô, chefe Guga Rocha. Grande chefe Guga Rocha. E meu primão, eu não falei com ele. Que vergonha, mas tá aqui. Fez aniversário segunda-feira. Ô, para como chão, primão? Lucas. Lucas, Lucas, que era padre. Quase foi padre. Ah, Lucas. Tá, parabéns, Lucas. Fez aniversário. E o Zaque falou o que, Zaque Assir?

Wilson Simoninha. O Simoninha fez aniversário. Beijo, Simoninha. Simoninha. Simoninha é maravilhoso. Grande Wilson Simoninha, grande mestre. Wilson Simoninha. Sabe tudo. Simoni. Você já levou a Simoni lá, Luiz Ricardo? Ainda não, mas temos isso em mente. É, Balão Mágico, que é belíssimo o documentário do Balão Mágico. Maravilhoso. Agora, não é melhor que o do Menudo, né? Não.

Tu viu, Domenu? Não vi, maravilhoso. Puta, os caras são bons. O tio, o tio, ele parecia... Passava o rodo. Ele passava o rodo em todo mundo. Pra entrar no meio, não tinha que sentar no colinho do tio, olha só. Mas enfim, começando mais um episódio do tio. Começou bem. Começou bem. Quando eu era moleque, tinham duas sessões nessa pegada.

que era a galera pra porrinha e tal tinha, sabe, esse papo e também tinha a peneira de futebol tinha uns caras também que curtiam ah, no futebol também tinha? eixe tá maluco sempre tinha um um cara meio esquisito que jogava os caras ruins no time sentava na bola

Aí os caras, ah, esse aí agora tá jogando no Vasco. Aí tu falava assim, porra, esse moleque era uma merda. Não, fulaninho de tal tá no Vasco, a gente, porra. Que merda. Aí, nego. Antigamente chamava-se melancia. É, melancia. Não sabia. Quem era melancia de quem, hein?

Conhecia Meinha. Isso é velho, isso é velho. Meinha, tinha papo de Meinha. Meinha, Meinha no Rio de Janeiro. Meinha no Rio, aqui era troca-troca. Aqui era Meinha. Meinha, Meinha. Meinha, Meinha. Ih, tá de Meinha. Bom, enfim, a gente pede, né? Inscreva-se no nosso canal. Rapidamente curta, compartilhe.

inscreva-se no ative o sininho ative o like do like chocolate ative por favor ajuda nós este canal e o canal de cortes oficial do Tica lembrando que amanhã amanhã a gente estreia no teatro Frey Caneca Humorfobia

Meu Deus do céu. Amanhã vai ser desafiador. Eu, Carioca e Vitor Sarra, a partir das 20 horas. Isso. Teatro Sabesp e Frei Caneca. Vixe, Maria. Tem ingresso ainda pra amanhã? Tem pouco, né? Não sei, tem. Tem ingresso. Não sei. Todas as quartas de abril. Compre já. Compre já, tá aí. O link na descrição. Uhul.com Uhul.com. Tem o link aí debaixo desse episódio. Você entra lá, clica e escolhe sua quarta-feira. Pode ser amanhã. Amanhã vai ser a estreia. O cu já tá... Já. Né, bó?

Como eu sou uma participação, eu tô de boa. Ah, você sempre tira o cu fora, né? Ué, eu sou uma participação. Você tá no cartaz parecendo o Matheus Ceará, caralho. Se quiser pode me tirar. Não, não pode me tirar. Pois é uma participação boa. Tá maluco? Você faz parte... Você é o nosso...

Você é a liga do esporte. É a liga, é a liga, é a liga. Que dá a liga. Não, vai ser muito divertido, rapaziada. Eu, Boleto de Dossal. Vai ser uma zoeira filha da mãe. A partir de amanhã, no Teatro Frey Caneca, tá? A gente espera vocês lá. Boa. Tá bom? Quarta temporada. Temporada, temporada. Só abril, todas as quartas de abril. Todas as quartas de abril. É um experimento. A partir de que horas?

28 da noite 20 horas, temporada temporada, quartas de abril Frei Caneca, ali no shopping Frei Caneca, um teatro maravilhoso um abraço a um abraço a todo o pessoal da Opus

Opus. Que pra mim é a maior empresa de entretenimento do Brasil. Hoje, os melhores teatros, os melhores casas de shows é da Opus. Então, um abraço a todo time da Opus, que são profissionais assim... No último.

Maravilhosa. Então um beijo pra todo o time da Opus, que particularmente eu já trabalho com eles há algum tempo. É impressionante a organização, a beleza do teatro. Cuidado com backstage, com tudo, com o público, com entretenimento. Então um abração ao time da Opus. Muito obrigado, Opus.

Tem que valorizar, pô. Tem que valorizar. Não, quem faz bem feito, a gente tem que dizer. Então a Opus faz muito bem feito. Óbvio, óbvio. Eu adoro trabalhar. A Opus, ah, vamos, temos aqui umas datas aqui, vamos embora. Claro, pô. A Opus é um tesão de trabalhar. E quem quiser participar do programa tem o link. Link, agora a gente tem o primeiro podcast do Brasil que as pessoas podem falar por telefone. Nós atendemos a todos. O Bozo.

Ah, você tá brincando. Pode falar com o Bozo. Alô, Alô, Alô. Vai tomando um zé da banhada.

Alô, Albozo, 2300873. Aqui a gente tem. Então, se você quiser participar com o Superchat, mandar áudio, mandar... Ligar pra gente. Mandar áudio. Você pode mandar áudio pra cá no Superchat? Escolhe a voz. Você manda o áudio, você pode escolher a voz da pessoa que você teclar.

Que legal. Temos essa tecnologia de plataforma e você ainda pode falar com a gente. Então tá aí, o link tá na parte branquinha do chat aí. Tá aí a nossa plataforma, a plataforma exclusiva do Tica pra você. Quer dar uma testada? Tem alguém aí? Temos, lógico. Pra gente fazer o teste com o Luiz Ricardo? Alô, Bozo. Alô, quem tá falando? É o Bozo. É o Bozo. É o 236-0873. É, no Rio era 585-1385. Isso tá feliz? É o telefone espertinho. Eita.

Tudo bem, irmão? Tudo bem, irmão Fala de onde, mano Eu estou muito bem, e você? Que bom, estou melhor agora Falando com vocês É do Nordeste Eu cresci, sim, sim Salvador, Bahia Terra boa Terra de mara maravilha

Mara maravilha. Eu queria deixar claro aqui pra vocês, cara. Desde o primeiro... Moro aqui nas Filipinas. Desde o primeiro episódio.

que eu acompanho vocês. Sou fã de Carteirinha. Diretamente da... Muito obrigado, Marcelão. Fiquei feliz agora. Deve ser três horas da manhã nessa caralha aí, hein? É muito bom. Vocês não têm noção, psicologicamente falando, a gente fora do nosso país, o quanto vocês ajudam através de um podcast desse.

Obrigado, irmão. Obrigado. A ideia é essa. Que horas são agora, Marcelão? Eu queria dizer que eu sou aquele que fala assim, que liga assim pra vocês, mano. Pit Bitoca. Mas vem cá. Bitoca. Ô, Bitoca, que horas são aí? Oito horas de diferença. Oito horas, mano. São dez horas da noite aí. Oito horas de onde eu estou. São dez horas da noite.

O que eu estou fazendo? Nada. Ouvindo vocês. Nada não. Um colebozo. Ele achou que foi você. Aqui ouvindo vocês, pô. Mas vem cá, o que você faz aí nas Filipinas? Então.

Eu, quando eu saí de lá de Salvador, eu era arquiteto, né? Então aqui tem validação de diploma, uma série de contratempos, mas graças ao bom Deus, eu tô conseguindo agora, esse mês, só tô esperando sair o permit. Oh, que legal, irmão, tá trabalhando a arquitetura, então. Então, boa sorte pra você aí, Marcelo, arrebenta, viu? Cara, brigadão aí, mais uma vez, assim, eu queria externar minha gratidão imensa a esse programa.

A gratidão é toda nossa. Obrigado, Marcelão. É isso, vocês que fazem parte.

Obrigado, irmão. Um beijo. Tchau. Beijo. Tchau, tchau. Não funciona. Viu como é que funciona bem? Não, e não tem muito delay, não. Não, não. Funciona legal. É o primeiro podcast que a gente atende a galera. Lembrou nas épocas do pânico, né? Isso, alô, vai te catar. Filha da mãe vai pro inferno. Não, vai pro inferno. Aquilo era demais. Até hoje a gente faz aqui. Vocês fazem isso? Faz, quer ver? Faz aí, Bola. Não, é mentira. Põe pra puir aí, Bola.

Não, é mentira. Vai, vai, põe pra puir, Bola. Se o cara ficar de marra, né, Bola? Já era.

Já era, né, Bola? Se o cara ficar de marra... Não, já é cut, não. Alô. Já é cut, né, Bola? Fala, Guilherme. Dá pra falar ou mudo? Fala, Guilherme, seu lazarento. Vai, seu inferno. Alô. Vagabundo. Já desliga na cara mesmo. É. Já puxa o outro. Ele desligou. Lógico. Aqui não tem muita... A gente não tem muita paciência. Bola zero. E aí, pessoal? Tudo bem, Roberto? Fala de onde?

BH. Terra boa, o que você manda? Ah, é... Falar que eu sou muito fã de vocês aí. Desde o início também. Vocês acompanham... Me acompanham desde a pandemia. E eu queria fazer um agradecimento ou um relato pro Carioca. Faça. Mas não venha com graça que eu desligo com a cara.

Não, não, não é nada não é nada pra não é um pito ou um xingamento, nada disso eu não tenho aí eu não tenho aí nenhuma rede social não sou adepto de nenhuma delas e não tive oportunidade de falar com ele no show de BH do show dele

Você foi no botão no pilha? Caiu sozinho. Ah, bola. Bola você desligou, bola. Eu não desliguei, caiu sozinho. Caiu sozinho? Caiu sozinho. Qual o nome dele? Qual o nome dele? Roberto. Se ele aparecer, você atende ele. Eu só apertei o botão, mas não fui eu que fiz nada. Mas você apertou o botão? Não fiz nada. Não fiz nada. Se você apertou o botão, você desligou a bola.

Pô, mas ele ia falar de BH. Caiu o negócio. Caiu mesmo. Você desligou, né, filha da puta. Não desliguei, meu. Você desligou, né, filha da puta. Tá aqui, ó. Ele voltou. Ele voltou? O boêmio voltou novamente? Roberto. Roberto. Ele vai falar aí. Deixa ele falar aí. Fala, Roberto. Voltou, voltou, voltou. Aê, tô de volta.

Só baixar um pouco do volume aí, Roberto. É tal tupar caraca aí. Você é surdo, caralho. E manda caralho no ar. Eu tô falando de um telefone e tô assistindo pelo outro.

Então tá tão agilizado que tá parecendo aquele o bicho preguiça do... Atravessando a estrada. Não é do Zutopia. Não, eu vou agilizar. Cara, fui no show do Carioca, assim, e não é pra ser uma mensagem de triste, tá? É uma coisa legal. Meu pai, que hoje não está mais conosco, era muito, muito fã do Carioca. Certo. E ao saber que o Carioca estaria em BH,

De pronto, eu comprei o ingresso, falei, pai, você vai comigo. E infelizmente, no dia do show, ele já não estava mais conosco. Eita, nossa. Eu fui ao show para ou dar o ingresso para alguém, não estava no clima, e alguém da produção do Carioca me incentivou a entrar. E aí entrei, fiquei ali na primeira fileira, e a desculpa que eu quero pedir é que eu não consegui dar uma risada, assim. Eu também não. E uma cadeira vazia.

Que eu sei que pra quem tá no palco é horrível isso, né? Ter uma cadeira vazia logo na frente. E não tive coragem nem de te pedir desculpas no dia, assim. Depois do show eu vi que você atendeu uma galera e eu fiquei te olhando. Mas normal, irmão. Foi um dia legal pra caralho. Achei o show muito legal, mas... Queria te pedir desculpas. Essa é a única forma que eu não tenho nenhuma rede social. Você não tava no clima, né, irmão? Também, né? É, você ainda foi corajoso de...

Eu achei legal, assim. Então, o final você deve ter chorado bastante, né? O final foi meio... Te pegou, né? Foi no Botando Pilha? Foi no Botando Pilha? Ah, então o final, com certeza, você sentiu alguma coisa porque tem uma mensagem ali. Pois é. Valeu, irmão!

Valeu, obrigado. Não esquenta que eu também fui e não dei nenhuma risada, viu? Pode ficar tranquilo. Não, mas o show é bom pra caralho. Não tem como é. Ô, bola, eu sou seu fã pra caralho. Obrigado, Robertão. É, o bola é mesmo. Há um trínsito até demais, tem que segurar ele. Beijo, Robertão. Beijo, Roberto. Beijo pra todo mundo de BH aí.

Isso, isso caiu a linha aqui. De novo, meteu o dedo. Vamos começar o papo aqui. Já fizemos uma abertura. Esse pode ter que ter auditório. É muito bom. Luiz Ricardo hoje aqui, nosso amigo Luiz Ricardo, que está fazendo uma obra. Está aqui primeiramente como Bozo, mas o Luiz Ricardo fez uma coisa muito legal.

seria. Ele trouxe de volta o Viva Noite. Resgatou o melhor programa pra mim de sábado à noite. Como é que você conseguiu fazer isso, irmão? Olha, eu vou falar uma coisa... Porque não deve ter sido fácil, não. Não, não foi fácil e o primeiro foi o mais difícil, porque o primeiro foi uma homenagem ao Gugu, 40 anos de programa. De Viva Noite, né? De Viva Noite. E aí me convidaram, quando me convidaram foi realmente um choque.

Mas eu falei, pô, eu participei da vida, é, mas eu participei desse Viva Noite, né, com ele. Então, eu não tinha... Você participou do primeiro? De todos. Todos. Tem um... A história minha foi feita dentro do Viva Noite. Cantando, fazendo sonho maluco, entrando em sauna com ele, na época podia.

Eu lembro de ser maluco. É verdade, irmão. Você ficava na rua? Ficava na rua. Eu lembro disso. Eu já tava com o golfinho quando tinha no Playcenter. Cara, você já fez coisa, hein, irmão? Fiz. Puta que beleza, irmão. Senta que lá vem história, bolada. Caralho, Luizão. Muita coisa. E aí, por um desafio. Viva a noite, ele diz no 82. 82. 82? E o filho... É a época da Copa do Mundo. E o filho dele no palco comigo, né? Mas estreou com ele. Ah, é? O primeiro programa, o filho tava. O João. Em 82, com o Gugu.

82. O Gugu já devia estar indo pra quase 70, se tivesse vivo. Agora, eu tô com 63, ele estaria com 68, eu acho. 68. Ele tinha 5 anos. Mas Viva a Noite pra mim, Luiz, eu falei, por causa da minha avó, eu lembro disso aí, 83, 84.

Era o programa que eu lembro que o cenário era meio cinza e tinha uns lustres antigos. Redondinhos assim. E aí tinha o maestro Zezinho com a banda no fundo. Lembra disso? Lembro. A gafieira. Você trouxe o de volta? O mascarado. Não, só a banda aqui não. Mas o mascarado a gente volta.

A verba tá curta. A verba tá curta. A verba tá curta. Corte pra caramba. Antigamente a banda da TV. Mas o Ratinho tem uma puta banda. Tem, mas não empresta. Mas é o Ratinho, né? Mas o empresário é dele que banca. Ele banca, caralho. E aí começou tímido o Gugu na época com o Viva. E aí foi crescendo de uma certa forma e virou o que virou. Agora a volta foi emocionante. Foi uma choradeira. Caralho, velho. Foi uma choradeira. O João Augusto no palco, o filho. E o Gozado, né?

O filho tava com um relógio, isso eu gosto de falar, o filho tava com um relógio que era do Gugu. E Gugu só usava aquele relógio. E aí eu elogiei uma época, o Gugu lindo é esse relógio e tal. Ele foi e mandou comprar um de uma outra cor. O dele era branco, acho ou preto, o meu é branco ou preto. E me deu de presente. E eu, sem pretensão, coloquei o relógio.

E o João tava com o mesmo relógio do pai. Puta que pariu. Porra, foi legal. Foi muito legal. São coisinhas que marcam, marcaram uma época, bola. Uma época. Você tá brincando. E a ideia desse Viva Noite, né? Você tá trazendo de volta, que é um programa espetacular. É icônico, né? É icônico, falou tudo. É trazer, resgatar.

a memória mesmo da nossa história, da televisão brasileira, né, cara? É a TV ao vivo, né? As coisas boas da TV, as coisas legais. É a TV Raiz. É a TV Raiz. Quem participou do primeiro, irmão? O primeiro, eu não vou lembrar. Foi o João Augusto que fez musical, não vou lembrar a bola, porque a gente já tem cinco de frente.

Ah, Dan gravando bastante. A gente tá gravando porque era a primeira temporada. Mas eu fiquei sabendo a Rádio Pião. Rádio Pião. Falou que acho que entra na grade definitivo. Eu acho que deve. Que demais, velho. Eu acho que é obrigatório entrar. Tem que entrar. Eu acho que entra na grade. Mas nós fizemos oito episódios. Vamos fazer oito episódios na primeira temporada. Já foi muito bem. Agora, a gente gravou semana passada...

A gente resgatou Jane Irundi. Para. Grupo Bombom. Perla. Não se vá. Não se vá. E a perla? Perla, cara. Pequenina, não é o meu amor. Pequenina, não é o meu amor. Agora, é o meu amor. É o Paraguai. É o Paraguai. Jane Irundi. Agora nós estamos atrás do Donizete pra cantar a galopeira. Donizete, claro. A galopeira.

Você deve ter um trampo Filha da puta pra achar essa turma Mas acha Sabe quem a gente quer? Comer, comer Gengiskan Gengiskan, acho que você não acha Será que não?

Eu adorava Gengis Khan. Gengis Khan. Eu arraquei, arraquei, arraquei o bom feijão. Gengis Khan. O Diga Puta Barbada. É, eu lembro Gengis Khan. Que carecão, né? Caraca, que legal. Que legal demais. Gengis Khan. Trem da Alegria. Trem da Alegria já foi. Já foi? Foi. Mas você conheceu com a Patrícia? Com a Patrícia. A Patrícia fez o musical sozinha também. Não, mas tem aquele...

O primeiro, o Luciano. Luciano, gente boa, Luciano. Como já a banda de Galisteu participava? Meia Soquete. Meia Soquete. É bom. Banana Split, eu tenho uma ideia, eu já te falei fora do ar. Banana Split foi sensacional. A Banana Split tem que fazer. Uma vez da época, é? É. Acho que é. As antigas. A Banana Split é sensacional. A Eliana começou no Banana Split. Foi. Patotinhas, pô. A Eliana começou na Patotinha.

Não, Patotinha Galisteu. Galisteu meia soquete. Meia soquete Galisteu. Galisteu meia soquete. A Patotinha era Eliana. Eliana. Não era banana split. Mas ela foi do banana split. Foi, aí ela passou. Ela foi crescendo, foi pro banana, porque o Gugu queria e tal, enfim. Mas eu faria um banana split diferente. Eu já sei.

Avisa lá o Promoarte que eu já tenho a ideia. Como seria? Promoarte! E ele... Cuxicha. Ele lembrou da Promoarte, velho. Meu Deus do céu! Não. Não, bola. É bom, vai. Fala o que ele quer. Não, eu não posso. Mas é bom. Não. Não é bom. É maravilhoso. Não, não é. A puta ideia. Não é. Não é. Não é. Não é. A puta ideia. Eu vou comprar esse direito pra fazer. Essa semana... Eu vou fazer. Essa semana a gente fez... Eu vou fazer. Eu vou comprar esse direito, doutor Alvo. Essa semana...

Sabe qual foi o pico do programa? O batimento... Não, qual foi o quadro? O batimento cardíaco. Era bom. Tem isso. Você lembra disso? Eu lembro muito do Domingo Legal. Você botava os... Os batimentos. Nós colocamos no... Quem participou? No Juninho Bill. Sim. No Juninho Bill. Aí botamos uma modelo bonita, mas nada de lingerie. O negócio foi legal, foi com shortinho e tal, enfim. Até ele controlou. Foi o pico do programa.

E quem sabe não voltaremos com a banheira do Lulu. Para. Aí tem que levar o salgadinho. A banheira do Lulu é boa. Com banana split. Tem que levar o salgadinho.

Puta, você vai voltar com a banheira, irmão. Eu acho que volta. Ah, legal. Mais com a Luísa? Não, não sei. Sei lá o que vai acontecer. Ali é uma surpresa a cada minuto, Bola. Isso é uma ideia genial isso. É inacreditável. Você mandou muito bem. O sonho maluco. O sonho maluco volta. Já teve o primeiro sonho maluco, foi pro ar. Não, eu já gravei. Um rapaz quis desfilar na Paulista. O clipe da Beyoncé na Paulista em cima de uma charrete.

ele por dois homens assim, já tá gravado não, vai ser legal, ó, deram uma ideia boa aqui no chat, Luan e Vanessa Luan e Vanessa pensamos nisso, boa foi o sonho de verão numa praia quanto tempo tem de história ouvi uma noite?

Viva Noite, tem quanto tempo de história? Quanto? É de 82. Então são 44 anos. Qual que tem de coisa pra levar? Muita gente. Muita coisa boa. Todo mundo passou o cinema Gal. Magal, eu tô atrás do Magal. Ele veio aqui. Tô atrás do Magal. Ele veio aqui, o Magal. É que ele tá sem data. O Magal é maravilhoso. O Magal ia dar show lá. Cede nem. Cede nem.

Beto Barbosa foi. Semana passada, bom pra cacete. Moacir. Moacir Franco. Porra, gênio. Meu, você não tem noção. Tá muito legal o programa. E tá gostoso de fazer. Por quê? Eu acho que eu liguei um férre-se. E eu tô fazendo como se eu estivesse em casa. Você não fala foda-se aqui? Não, não. Você não fala foda-se. As pessoas que mandaram pra puta que pariu na época roboso, fiquei traumatizado.

Não é, porque é muito legal, porque o Luiz é um cara tão gente boa. Nossa, porra. Educadíssimo. É o cara criado na televisão. O cara que é da televisão, ele não consegue falar palavrão. Não fala. E em casa fala demais, hein? Ainda mais no tempo deles, que era outra coisa. É. Em casa falo demais. A mãe fica até meio aqui da vida. Pior, eu falo palavrão, eu odeio. Mas eu falo muito. Meus filhos não falam. Mas é o rádio. É o rádio que fez isso.

Agora a minha filha tá falando palavrão. O meu engraçado é o contrário. Em casa eu não falo. E aqui? Puta, aqui eu regraço.

Puta que pariu, caralho. Aqui, meu, puta caraca, meu. Tá muito legal. Agora, o que impede dos dois futuramente estarem no palco do Viva Noite comigo, hein? Mas vou fazer o quê? Não sei, meu. Não, dois jáinho, né? Não, eu posso fazer um sonho. Eu posso fazer um sonho maluco com os dois?

Ou eu posso botar meninos contra as meninas Podemos fazer Dança da gafieira Tem que fazer aquele Como é que é? A madeirinha Dança da cordinha Dança da cordinha Lembra da dança da cordinha Dança da garrafa Dança da garrafa é bom Ele fez história na televisão O Gugu era genial Eu lembro que uma época Quando lançou o CD do Pânico E aí

Nós fizemos umas caravanas com ele.

Então a gente ia no ônibus e a gente a Bete Guzo, o tremendo, sei lá quem que é. Isso é bater no palma. Isso é tremendo. É bom também. Marcelo Augusto. Marcelo Augusto. Fazia show, irmão. Show pra 20 mil negro em rodeio. Marcelo Augusto era muito... Completamente apaixonado. Bonito, bonito. Marioca, você também é velho, hein? Tô com 50, né? Fiz 50 esse ano. Então eu tô mais velho que você.

5.0, meti 5.0 no motor, mas tô bem. Mas você tá inteiro, irmão. Aqui tá com 6.3, mas banco de couro, ar condicionado. Você não rodou sem óleo. É remap? Deu remap? Estágio 2? Recondicionada. Estágio 2. O nome boletar é o pneu REN?

O que? O pneu quando é recauch... Não, é recauchotado. Você dá aquele tapa. É, recauchotado. Gastou, mas deu um tapa e... Retroca a borracha. São os dois a merda. Mas você tá bem, porra. Você tá zelado. Eu não falo palavrão, tá? Você tá zelado. Mas você tá muito bem pra tua idade. Você tá um meninão. Ah, caramba, vai. Você toma o que? Chá que tubarão?

cogumelo do sol, que porra que é? Acho que uma das últimas vezes que eu te encontrei foi na fila da montanha-russa na Seward, na montanha-russa lazarenta que eu adoro o saco em surf putz aqui, pá dói o saco mesmo putz aqui, pá, maldita ideia de ir naquilo lá, véi é bom, né? levanta, ó é o Kid Bengala te apoiando contei esse louco lá, véi

E animadão, eu meio me cagando, bicho. Com medo. Desse tamanho. Ah, mas puta merda, mano. Mas não tem coisa melhor. Não tem, é bom demais. Fala, tem gente. Que legal, que legal. Eu tô feliz pra caramba. Tô atravessando uma fase muito feliz. Se a gente começar a relembrar o que a gente viu, que a gente curtiu essa época, porra, puta que pariu. E a molecada hoje? Rafael Ilha, como já falou. O Rafael fez. O Poldo é o... Fez? O maior nome da banda do Rafael Ilha. O Legar. O Legar. O Legar fizeram. Mas não se falam, né?

Não, se falaram. Não, tá tudo de boa. O Ricardo tá lá. Mas estavam se falando, sim. Não, tá todo mundo bem. Tava o Ricardo, tava todo mundo lá. Ele tem que levar aquela do cara que foi preso. Vem aqui, gente boníssima. Puta, que tem no restaurante agora. Que faz delivery. Que foi preso também, depois foi solto. Que também se meteu com drogas. Que tem os cabelos em pé lá. Gente boníssima, cara. Mas ele tem... É dupla? É banda. Banda? Não, não. Quem? Não. Como é que é o nome dele, porra? Ele fez a fazenda.

Não é ovelha, não. Não, que ovelha, ovelha. Ovelha. Não. O ovelha fez. O ovelha é vocalista, porra. A galera do chat vai lembrar.

Ele tinha uma banda... Twister. Twister. É, fizemos, pô. Twister. Foi, o Twister foi. Sander, Sander. O Sander tava lá. É, o Sander a gente pôde nisso. Meu, deram um puta show. Deram um puta show. É o Sander. Tá indo bem. E a gente tá fazendo medley, né? Porque entra um musical, mas com medley... Existe um menudo ainda? Você sabe se existe? Não, não sei. Não sei, mas estão atrás. Já pensou? O tio já não vai, né? Cara, quem montou um menudo hoje? Como chama o Top Zero.

O Rick? Rick Martino. Ele esteve aqui no Brasil no carnaval, né? Ele tá aqui direto, mas ele... Ele veio aqui. Mas eu acho que ele não faz. Ele não faz. Arrumou algum cacho por aqui. Para! Eu também acho que ele não faz. Ele arrumou algum rodrigo, algum cara aí. Aí eu tava falando, né? Poxa, aí falaram, pô, mas você vai voltar com batimento e não sei o quê. Cara, eu tava fazendo uma pesquisa dos programas do Gugu.

Aquela dança da Gretchen. Conga? Conga-conga? Não, com o Van Damme. O clássico. Ficou armado. Armado. Aí a câmera. A câmera pega o Gugu ajoelhado. Meu Deus. Olhando os dois. Deve ter foto disso. Meu, você não tem noção. Vê se acha, Zaki Moffat. Isso é maravilhoso. Ah, quer ver uma coisa legal também? Ligue já. Levou o ligue já.

Liguejá. Ainda existe ainda? Será que existe o Liguejá? Não, ele faleceu. Já morreu. Já morreu. Não morreu, não. Ele era casado com a Mariette? Não, não. Acho que a Mariette casou, pelo que fiquei sabendo. O Volta e Mercado. Não, não. O empresário dela. O Volta e Mercado era velhão. Ela não é casada com o Volta e Mercado? Acho que foi o empresário dela, se eu não me engano. Ela teve no primeiro programa. Teve ela, a Moniquinha.

A Mariette foi? Ela, a Moniquinha. Tá, merda, bicho. Teve mais. Aí, ó, lá, lá, lá.

Olha lá, ele ajoelhado Ele ajoelhado e olhando E os dois dançando Mas você vê que coisa que era, lixo O Van Damme de camiseta regata

Dançando com a Gretchen. A Gretchen aí tava bem também. A Gretchen sempre foi bem. É. E o Gugu agachado. Olha qual eu quero o programa de TV, irmão. E o dia que... Esse Vanderme era astro mundial, irmão. Ele foi no pânico. Eu lembro, caralho. Ô, bola. E o dia que entrou Gugu, Luiz Ricardo, Antônio Fronzari, eu acho que era o galã do Silvio na época, mas as bailarinas todas de biquíni, todo mundo de sunga, numa sauna.

Isso na internet. Uma atração pro teu programa que mandou pra gente um gift. Pronto, vou eu agora. Ah, mandou, tá vivo. Esse aqui tem que levar. Lembra isso aqui ou não? Ele mandou pra gente. Autografado, ó. Uri Geller, velho. Eu não acredito. Ele mora em Israel. Ele mandou, a gente falou dele aqui, o cara conhece ele lá em Israel. Aí ele mandou um vídeo e mandou a colher pra nós. Mandou um vídeo e mandou pra gente.

Isso é bom, hein? Se esse cara estiver aqui, ele tá em Israel. Ele mora lá. Isso é maravilhoso. Tem que ir atrás. O Riggieler tem. Como que você faz pra segurar a emoção? Porque deve ser foda. Segura, segura.

O que eu balancei muito foi o Amado Batista, eu balancei, porque a gente tem uma história muito grande, na época do circo. Jânio Herondim eu balancei, porque também tem uma história da época do circo, que eles faziam circo em casa, eles faziam shows no circo do meu pai. E eles não me viam lá...

40 anos. O Magal não me via há 40 anos. O Magal não me via há 40 anos. Me viu num show agora, depois eu vou te mostrar um vídeo. Que coisa, bicho. Então, na hora, a gente tenta até dar uma segurada. Mas é difícil, porque volta a mente, volta lá atrás.

Tanto de coisa que você já fez. Puta que pariu. Pô, janeiro um dia é de 74. De 52 anos atrás, caralho. É? Não, senhor. É, janeiro um dia é clássico. Ai, garapas, desigualdade. Pô, Vanderlei é legal. Vanderlei é boa. É. Boa, anota a Vanderlei aí, mano. Quer ver um cara que é top, é gente boa pra caramba, que é legal? Luiz Caldas.

Também. Bom. Bom, quem teve no programa foi o Cid Guerreiro. Essa semana. Cid Guerreiro, caralho. Porque ele fez aquela música, Tele, Tele, Tele, Tele, Tele, Tele, Tele. É dele. É dele. Hilarie é dele. É dele. Tem um monte de música dele. E aí ele fez Hilarie pra Jesus.

Virou gospel. Ah, é? Hilarilarie pra Jesus. Hilarilarie. Aí, olha só o programa. Entrou o batimento, bola. Entrou o batimento e em seguida o Cid cantando pra Jesus.

Você tá mandando muito bem, irmão. Puta que esperado. Ele tá parecendo um Henrique Cristo. É isso? Demais. O pastor Caio Fábio também. É, mas também você vê, a turma aquela época já tinha seus 20, 30 anos. Hoje em dia tá com quanto, caralho?

É, mas o Ludicardo não parece a idade. É que aqui é diferenciado, né? O que eu acho, Bola, é que agora, com a vinda do Viva, eu acho que dá pra despertar um pouco de curiosidade nessa molecada, pra eles sentirem que não é só aqui, né? Eles sentirem que tinha uma TV raiz, que tinha uma TV que era feita com garra, né? Eu assim, cara, tem um clipe tem um clipe, acho que é de Treasure tira

Não sei se você já viu esse clipe do Bruno Mars. Não. Então assiste que é legal. É um conceito. Tu pegar um episódio, pode ser loucura, é loucura da minha cabeça, mas é legal. Ah, vá. O clipe Treasure, se você ver, ele é feito em VHS.

Ah, ele gravou em VHS. Pode ter aquela qualidade. Eu vou te mostrar aqui pra você ver. Vou te mostrar aqui, não vou poder postar no ar, porque senão dá... É... Pobrema. É, dá aqueles estourinhos no vermelho, sabe? Cara, você tá brincando. É, aqui ó. Esse clipe, ele é todo feito em...

entendeu? entendeu a jogada? é moderno mas gravado em VHS gravado em VHS entendeu? olha que legal que fica meu, que coisa sacada do Bruno Mars, né? bem sacada olha lá tá vendo a luz? tá vendo? a luz isso não tem qualidade, né? isso, mas fica muito bom mas fica bonito mas fazer um programa assim só com essas câmeras depois dá um tapa e edita eu fiquei sabendo que o diretor quer fazer um programa aí tipo assim infantil um outro, se eu não me engano então

de funk, que acho que de funk deve entrar a banheira. Eu tô dando muito spoiler. Eu tô dando muito spoiler pra você. Vou ficar quieto. Vocês me inflamam. Mas é bom demais. Pô, faz um sucesso. Pabllo, qual é a música? A gente, eu tive... Minha loucura era botar movimento no palco. Eu tenho dois diretores incríveis, que é o Jefferson e o Jefferson.

E o Fabiano. Então é assim, a gente vai trocando muita ideia. Eu falei, meu sonho é não deixar o palco morrer. Então mesmo o programa sendo gravado, eu faço como se o programa fosse ao vivo. Montagem de prova, e eu deixo rolando. Falei, pô, eu queria um movimento... Não para pra montar nada disso, que legal.

Vamos botar dois Fuscas no palco? Nós botamos dois Fuscas no palco pra poder botar a plateia, quem colocasse o maior número de pessoas no Fusca, blá blá blá. A gente resgatou isso, foi também muito bom. Tem um quadro muito bom que o Silvio Santos fazia, que eu adorava, que era quem ligasse a chave do Passat e levava o Passat. Leva o carro.

Lembra que ele fazia isso? Tinha um monte de chá e falso. Vamos ver, vamos ver. Tem vários vídeos na internet. Vai lá, Angela Maria, liga o Passat. Não ganhou, não ganhou. Alguém não, Timóteo. Liga o Passat. Mas o que eu queria, meu sonho, era fazer ao vivo. Ao vivo. Sobe o helicóptero e é realmente... Ah, deixa eu falar. O que eu gostaria de fazer. Eu só gosto, ué. Mas ninguém vai roubar. Ó.

sobe o helicóptero e joga as chaves do carro. Nem fudente é isso. E joga as chaves dos carros, do carro, nos bairros, e aí vão ao vivo. Mas posso dar uma ideia mais barata pra você? Fala. Faz com drone, porra. Você tem helicóptero? Ah, não. Tem drone. Você não consegue jogar 10 chaves? Consegue. Eu peço pra Milton, eu peço pra Milton.

Não, a Milton é agente boa. É, a Milton sim, mas... Beleza? Vamos lá, a Milton. Vamos lá. Não, mas se quiser fazer com o orçamento o de hoje... Reduzido, né? Faz com o drone. Faz com o drone. Faz com o drone. Legal também. Pô, mobilizar. É, legal. Ao vivo é outra coisa. A gente tem uma coisa muito foda. Eu lembro que parava a cidade interior, velho. Você lembra? Parava a cidade. Ele jogava o... O paraquedinha. Mas isso é proibido, tá? Oh, caraca. É.

Hoje em dia não pode. É proibido, não pode. Já vou logo avisando que não pode. Pede uma autorização. Deu uma puta merda isso aí. Deu? Opa, vai na minha. Ah, cai em cima da casa das pessoas. Não, rua, negociar, não pode. Não pode jogar nada de aeronave. É isso aí, acho que não vai dar bom. O drone dá. Mas o drone acho que dá. Porque não tem... Vai jogar do mesmo jeito, cara. Não, jogar 80 metros. Não jogar 300.

Não vai jogar, vai jogar baixinho. Joga 20 metros, acho que não dá problema. O bicho sabe o que tá aparecendo? 20 metros cai na mão da pessoa. Quer dizer, ele tá fazendo uma reunião de pauta. Não é, cara. Do Viva Noite, cara. Porque você começa a relembar, isso é muito bom ainda. Lógico, lógico. Isso é muito bom, cara. Lógico que é reunião de pauta. Reunião de pauta. Adoro. O maior lugar do mundo é reunião de pauta. E você viaja. Ô, Bola, ele tem uma cabeça...

beça pra fazer coisa errada que é inacreditável. É, inacreditável. Quer fazer bobagem com ele mesmo. Conta comigo, velho. Já quero fazer esse banana split aí, vai dar sucesso. Não, para! Como chama aquele do tubo que enche no diálogo? Ainda fazer um bloco no carnaval, vai ser sucesso. Eu não lembro, Bola. Tinha no Gugu também.

Que vai enchendo? Não tinha no Google um negócio que ia molhando a mulher? Garota na camiseta molhada. Isso aí dá ruim. É o chuveiro. Não dá ruim, não dá bom. Aí faz com a banana split. Acho que dá certo. Você consegue equilibrar. Tem que fazer o do Miele de novo. Coquiteta. Coquiteta. Coquiteta.

Tem que fazer de novo. Quer ver um programa que eu acho que o SBT podia fazer? Por favor, SBT, por favor. Por favor, deixa o Luiz fazer o Coquetel. Por favor. Ele não faz, ele não vai ter a manha de fazer. Fala, lógico que faz. Não, ele não vai fazer. Lógico que faz. Você não faz o Coquetel não, você vai ficar... Coquetel tem que chamar um cara louco pra fazer. Você! Não, um cara loucão, tipo Alexandre Frota. Tem que ser um aluno. O Alexandre fez essa semana.

Aí participou. Participou. Também. Não, mas um cara pra fazer o programa seria... Aí mais uma gata aqui, ó. Fernanda, é a garota melancia. Tá ligado? Aqui, ó. Vai começar o Coquetel, o programa com as mina mais da hora.

Acho que o Frota dá bom. Tem a pegada, né? Tem muita coisa legal. É isso aí. O Ricardo, porra, lembra aquele dia? É isso, ele é isso, velho. Eu adoro o Frota. E ele se jogou, viu? Ele se jogou no programa. Ah, o Frota, você acha? Ele se jogou. O Frota é maravilhoso. Maravilhoso. Aí eu fui brincar com ele, porque ele tinha feito um sonho maluco. Ah, lembrei. Ele tinha feito um sonho maluco de uma menina ensaboando ele de sunga. No banheiro do SBT.

Aí eu exibi um pedacinho. Vamos ver, então. Aí eu falei, frota, vem cá. E se a gente colocasse você, não vou dizer de sunga, mas de short? Será que você replicaria esse sóio maluco? Porra, maneiro. Caralho, não quis. Agora eu sou vereador em tecnologia.

O Rambo Brasileiro. Já fiz! Rambo Brasileiro. A gente tem um amigo que foi. O Cláudio Rana foi. Você tá brincando. Amigo nosso. Ele tem as fotos ele com o Gugu e o caralho. É. Amigão nosso. Eu acho que ele não chegou a ser o Rambo Brasileiro, mas ele fez o concurso. Ele participou? É. Mas ele é a cara do Silvestre Stallone. A gente fez a xirra. Você tem um cara lá que tem a cara do Silvestre Stallone, você botar de Rambo. Mas é o Marcelo. É o Marcelo. Não. Ele participou.

O Igor? Não, que trabalha com... O Rodrigo Capela. O Capela. A imitação do Capela de Rambo. Ah, eu nunca vi. Capela é a cara do Silvestre Talonha. Só bota ele de Rambo. Ele é exatamente o Rambo. Pode fazer. O Capela. É genial. Você não me contou essa, é cachorro. É genial, Capela. Você nunca viu ele fazendo? Não. É igual. Ah, vou sacanear. Pode botar ele de Rambo, vai ficar igual. Sacanear. Vai na minha. Vai na minha que vai dar bom. Vai dar bom. Vou sacanear. Puta que legal, cara.

É, comédia SBT. Comédia SBT. Um contra o outro? Um contra o outro. Vambora. Mas qual que vai ser o jogo? Quais são os jogos? Aí, pra vocês... Não tem uma coisa de agilidade que eu tô mais devagar. Não, você só senta. Tá bom, ótimo. Só sento? Eu só sento, lá ele. Lá ele.

Eu aprendi isso agora. Aprendeu lá ele. Eu achei que fazia... Eu tô aprendendo agora. Eu faria soletrando com o Manuel Gomes. Sucesso. Mas ele... Que personagem que ele seria? Porra! Soletrando. Mas ele apresenta e faz o quê? Não, ele vai ter que soletrar as palavras. Não, tadinho.

Então vai. Por favor, Morel Gomes, Soletri, sussurrando. É seu, né? Seu, se diria, ó. Ele não consegue sussurrar ovo. Mas você sabe que eu gravava esse quadro no Pânico? Eu te conto uma história que eu fiquei meio em choque.

Aí eu comecei, eu só levava aquela galera, o casting do Super Pop eu levava, era Lacraia, Mãe de Ná, Etei Rodolfo, e fazia Serginho da Lacraia, eu levava essa galera, Angela Bismarck, pra fazer o Soletrando, que era uma paródia do Soletrando do Luciano Rourke. Cheguei lá, cara, quando eu me deparo, a Mãe de Ná. Mãe de Ná. Falei, Mãe de Ná, você que adivinha tudo, com certeza vai adivinhar as palavras. Cara, ela não conseguia soletrar casa. Não.

Como que era o Miceu dela? Não, isso aí foi Miceu. Miceu não, foi ela não. Foi a Lacraia. Foi a Lacraia. Sassofone. Sassofone com dois S. S-A-S-S-O, Sassofone. Aquilo era genial também. A mãe de Ná. Aí eu percebi. Fui, caralho. Tipo assim, tijolo. Aí ela, tijolo? É C, né? Aí tem o A, tem o E, né? Aí eu... E caralho. E aí escrevendo. É, e eu, caralho, velho.

Aí eu falei, mano, acho que ela não tá ligada nas palavras, né? Aí eu, mandina, a palavra é casa. Aí ela, casa? Eu não tô vendo muito nas nuvens, né? É, eu não tô captando. T, mandando a qualquer coisa. Pai amado. Sabe quando você tá assindo um teclado do computador assim, ó?

Era mãe de Nassim. Não, a pessoa não fazia. Ela fazia assim. Agora, um quadro que eu adorava que você fazia era o... Se eu não me engano, era o Bolsonaro na rua. Ah, não. Bolsonaro. Bolsonaro. Bolsonaro, que juntava a galera. Aquilo era maravilhoso. Era legal, né? Como você mandava, porra. Aquilo era legal. Muito, muito, muito. Mas tá falando de SBT. Vamos lá.

Eu acho que, por exemplo, tinha que ter o Cidade contra Cidade. É o meu sonho de 10 anos atrás. É um bom programa. Bom, excelente. Porque as prefeituras meio que faziam uma parada. O custo seria menor. Nós divulgaríamos o Brasil inteiro. E naquele gramadão lá de baixo voltar às provas.

A grande, né? Aquilo era genial Aquilo era legal que mostrava a cidade As cidades, achava aquilo muito legal Eu amava o programa Tentaram fazer, resgatar, mas não deu certo Mas é muito caro, o que é, irmão? Eu não sei se é custo Mas será que é custo, Carioca? Eu achei que você patrocine o Correio

isso tá tudo certo tem que ser isso o Embratu pra poder divulgar a cidade eu acho que tem que pegar tipo Mato Grosso um monte de cidade bacana que ninguém conhece e falar ó

patrocina que a gente faz essa cidade contra essa aqui. Tem que ser assim, uma parada comercial. Você sabe qual que a gente lembrou? Eu tava no Ratinga essa semana. Ah, quer ver um patrocínio bom? Desculpa, Mercado Livre. Aí sim. Entregue tudo que é lugar. É isso aí, é bingo.

Aí no Ratinho a gente tava lembrando, não sei se vocês se lembram, do Tentação, lembram? Lógico. Três camotas enormes, eram quase cem pessoas no palco. E varria, dezoito de uma vez só. E varria, virava, aquilo também funcionava com o Silvio muito bem, cara. Pô, Porta da Esperança. A Porta Patrícia voltou com a Porta Normal e depois voltou com a Porta Infantil, também foi muito bem. Eu dava um nervoso. Dava. Você queria ver. Você vai fazer a toca do Gugu? A toca do Gugu?

Toca do Lulu, né? Toca do Lulu. Toca do Lulu. Ah, aquilo é toca. Maravilhosa. Arma a barraca muito rapidamente. Ele armava rapidinho. Porra, mas eu... Cidade contra cidade, eu acho que tinha que ter esse programa. Tem muita coisa boa ainda, Carioca. Mas eu acho que agora acendeu. Bola, acendeu uma luz agora.

Iluminou o túnel. Deu uma clareada. Porque tem muita coisa ali. Se você fizer, por exemplo, vou jogar aqui no ar, nem sei se eu posso ficar falando, mas um video show do SBT, o que nós temos de material? Claro. Que pariu.

que tem de material. Você imagina? Você fazer um programa bem prurado. E a turma de hoje não sabe nem que existiu, irmão. Você entendeu? Carrossel. Carrossel. Os erros da Hebe na época. Puta Hebe. Erros do Golias na época. Tem tanta coisa pra fazer, cara. Tanta coisa pra fazer. Coisa da praça. Você sabe que um quadro que tá acontecendo no Viva Noite e que despertou uma curiosidade em todos nós,

A gente tá fazendo um quadro de mostrar o filme, o desenho, comerciais antigos, primeiro mudo. Aí você bota lá e você tem que adivinhar. E você bate e manda, ah, dona flor, florinda, sei lá. Os ricos também choram. Os ricos também choram. Então, começou...

tímido, e agora tá começando a reagir o Ibope, porque o público tá indo lá atrás em comerciais. Mesbla, Troll, Mappin, Gulliver, porra, então eu acho que tá indo no caminho legal. Porra, Danap, lembra de... Outro dia apareceu um rito de Jumbo Eletro no Instagram. Jumbo Eletra demais. Jumbo Eletra, eu falei, caralho. Pô, eu lembro do que ele, se você vai a Nova York, Berta Brasil Boutique. É isso. Te mando também, Brasil.

Se você for nos Estados Unidos, corrida de cachorro. Lembra dessa porra, velho? Você lembra disso, velho? Corrida de cachorro. Tinha uma corrida de cachorro lá que era... Uma pista. Tem, tem mesmo. É, mas o Lombardi é isso no programa. Ô, Carioca, aqui a outra. Ai, ai, ai, ai, como eu sofri com uma cólica, quase morri. Sorte que logo a Troverã tomei. A doce foi, eu melhorei. A Troverã tomou, passou.

É um clássico, clássico. Que maravilhoso, velho. Deixa eu ver se eu lembro um clássico desse. Você vai ter que pegar todos os horários da SBT, velho. Pô, tem coisa pra caralho pra você fazer, bicho. A Troverã tomou pra sul, é um clássico. Um clássico, velho. Clássico, clássico. De leste a oeste, de norte a sul da galinha azul Eu regravei.

Regravou? Eu tô regravando tudo agora. Boa. Todas as músicas do Gugu, tô regravando. Inclusive, DuckTales, eu regravei também. Foi pro ar. Viralizou. Pintinho Amarelinho. Pintinho Amarelinho. Baile dos... Mazarinho, que é do espanhol, né? É do espanhol, né? É uma música que estourou na Espanha e fizeram a versão pro Brasil. Ficou muito legal. Tá muito legal. E o Gugu era genial. Contei aqui já.

Quando a gente lançou o CD do Pânico. Monique, estou passando mal. Gravei isso. Você na paia de fio dental. Vai quem cantou. Tá no Spotify. É verdade. Tá no Spotify isso. Senão eu morro. Lembra disso aí? Se você botar a saia, não vai andar na minha praia. Monique.

Ah, Londra, vai pegar. Ah, ah, eu tô passando mal, eu tô passando mal, sei lá, porra assim. Você não tem noção. Cara, tem tanta coisa. Tem muita coisa boa. Eu tô mexendo aqui na minha cachola, de coisa velha.

Você fez concurso de Eu fiz a lambada Gafieiras, não, né? Gafieira ainda não Gafieira era muito bom Gafieira era bom O Rei da Lambada já foi lá O Beto Barbosa foi Gravou a semana passada Foi super bem também

A gente gravou já acho que cinco ou seis músicas que estão no Spotify, enfim, do programa. Inclusive Fio Dental, Mônica... Eu fico vendo às vezes uns programas antigos assim no YouTube, que graças a Deus o YouTube tá aí e tem muita coisa legal. Muita coisa. Eu acho do caralho... O que é isso aí?

Não vai dar merda de direito autoral, não? Será que vai? Baixa o volume. Não, então não. Então deixa. Não, se você botar três segundos, dá. O bugalú dadá. Oi, o bugalú dadá. Essa não lembra, não. Não lembra? Porra do bonecão. Eu lembro do boneco, mas da música eu não lembro. Tá, né? Acho que agora você foi muito. Foi? É, mas o que eu tava falando, por exemplo, você vê o Chacrinha das Antigas? Ah.

que eu achava legal, ele fazia um programa mais compacto, a plateia alta e apertada. Tudo. E aquele tchau, tchau, tchau, my boy operava, sou um cara, e dava aquela porra na mão da galera. E jogava bacalhau, jogava bacaxi. Meu, o programa era uma zona, era jogando confete o caralho, era bola. Lembra que largava...

as bolas do programa. Lembra que largava as bolas do teto? Tudo. O programa era totalmente insano. As chacantes dançando. Meu, loucura. Essa semana a gente encerrou com... Aliás, no meio do programa a gente fez o Tem que botar talquinho, tem que botar talquinho, tem que botar talquinho no bumbum desse neném. Lembra disso? Tem que botar talquinho, tem que... E aí foi esse musical.

O Liminha dentro do Umberço, todo mundo com um talco na mão, imagina o que que aconteceu. Mas me levantaram cara de talco. Aí no meio do programa, não, vamos limpar, vamos limpar, vamos limpar o Luiz. Não, não, não, não, vai embora. Metade do programa todo lascado. Todo lascado. Quer ver um bom pra você levar também?

Sandro Becker. Julieta tá. Tá me chamando, Julieta tá. Gente boa, falei com ele outro dia, eu falo com ele. Eu gosto dele. Ele mora, se me falha, me mora no Rio Grande do Norte. Tem que trazer. Tem um restaurante lá. Eu lembro disso. É, o Sandro Becker, gente boa. Sandro Becker. Forrozeiro. Um abraço, Sandro. Ele é bom. Sandro, um beijo. Esse é gênio, hein? Ele fazia felicidade, bate sua porta comigo na época. Ah, é? Era a época da Julieta. Caralho, sério? Sério? Sério? Falcão.

tem que levar. Falcão. Falcão tem que levar. Bem sacado. Bom, Falcão é maravilhoso. Pô, esse já morreu. Ia falar um aqui, mas já morreu. Não, já morreu. Não dá pra falar. Você ia mandar um Genival lá certo. Eu tenho certeza disso. Mas esse era o mestre. Reginaldo Rosa também já morreu. Reginaldo, caraca, velho. A Rosimere acho que ainda tá viva. Rosana. Aproveitando com o R. Rosana. Cantora Rosana, bom.

Rosana, cara, tem muita coisa legal ainda. Tem de pé. Tem que estão vivos ainda, tem muita coisa legal. Mas leva logo, né? É, leva logo. Não, eu tô avisando só. Tem que correr esse programa, gravar logo. Para! Agiliza. Grava logo. Agiliza. Pra ter mais atrações. Você tem que gravar uns três por dia. Será que é por isso que estão gravando tanto, Bola, comigo?

Grava logo, caralho. Puta sacanagem. Puta sacanagem. Ati Espirro. É o especial das crianças. Isso. Chiquinho. Chiquinho. Chiquinho. Chiquinho. Chiquinho. Mora na Bahia. Não, mudou pra São Paulo agora. Mudou? Mudou.

É legal a história dele, que ele trabalhava lá. Ele é muito legal, o Chiquinho. Tem... Pô, tem muita gente pra levar. Tem que começar a fazer, pontuar e você vai ver o que vai virar. Vai dar bom, vai dar bom. Você leva gente de outros canais? Tudo.

Não tem seguro não. Se o canal liberar, pode te levar o Dedé Santana. Porra, isso é minha paixão. Minha paixão é levar o Dedé. Fala comigo toda semana. Precisa vir aqui também, né? Precisa vir aqui o Dedé. Eu já acionei um canal pra ele vir aqui.

Não vai? Não, ele já não marca, ele marca, desmarca e não marca. Eu vou pegar no pé dele. Dedé Santana tem que ver. Eu vou pegar no pé dele, quer que eu pegue no pé dele? Dedé Santana. Ele vai falar, já fiz uma reunião em que tava o Dedé. Dedé maravilhoso. Porque eu fiquei assustado com o Dedé. Por quê?

É como ele tem a memória preservada. Maravilhoso. Como pode ele? Eu fiz uma reunião em 49. Eu falei, meu Deus. Eu lembro o nome do cara. Eu falei, caralho. O duro nem é isso. 50. O duro nem é isso. Eu não lembro que eu fiz ontem, bicho. Não. E o time de piada dele continua, viu? É impressionante. O time das piadas continua. Porque eu fiz o ratinho com ele. Tá rápido, levantando, cortando. Incrível. O Dedé. O Dedé. O Dedé.

Ele ainda tem uma... Ele contando as histórias, uma reunião que a gente fez, era uma reunião sobre um documentário e tal, ele tava na reunião. Bicho, ele contava altas histórias. Mas o que ano foi isso, Dedê? Ah, isso deve ter sido em 48, 51. Eu falei, caralho. Eu não lembro o que eu comi ontem. Puta que pariu, cara, eu lembro de 48. Tinha um cinema, tinha um cinema, não sei o quê, que a gente ia. Não, imagina o que tem de história, cara. Ele ia no circo. Bora lá, ele ia no circo.

Porque o Renato não fazia show no circo. Quem fazia show no circo era só o Mussum, o Dedé e o Zaca. E uns três. E o Sargento Pincel. E o Pincel. E hoje mora lá em Mato Grosso. O Dedé. Pelo da bosta.

O cara que tinha lá era igual O presidente da feira O cara era igual O Dedé pegava É ele? Ao vivo? Fala Dedé Fala com ele aí Que maravilhoso Ô Dedé, carioca Ô carioca, como é que você tá? Você tá bem? Tem que vir aqui no Tico, olha o bolo aqui Dedé, ó

Beijo, irmão. Olha, trata bem, Luiz Ricardo, que eu carreguei esse menino no colo, hein? Eu sei, no circo. Ô, Dedé, eu falei que você ainda tem... Eu dei de mamar pra ele. Não, vai tomar banho, Dedé. Lá ele. Lá ele. Ô, Dedé. Ô, Dedé, eu falei que... Eu falei que você ainda lembra de coisa dos anos 50 do circo. É, Dedé. Na televisão, no começo da televisão, né, Dedé?

Fala com ele que eu vi, o programa estava muito bom. Ô, Dedé, quando é que você vem aqui no Tica? Eu vou ver agora, vou ter que esperar a mudança. Tá, você está hoje na Graneiro? A mudança do Irã e do Iraque, a mudança do Irã e do Irã e do Irã. Não, do circo dele, está fazendo sucesso em todo o Brasil. É mesmo, em Anápolis. Você já está em Anápolis? É, vamos estar em Anápolis agora. Que bom. Quando vem para São Paulo?

Aí vai dar pra ir. Ele faz três sessões no sábado, quatro sessões no domingo, participa de todos os espetáculos. Ele é maravilhoso, incrível. Ô, Dedé, você lembra do começo da televisão? Eu também só tenho 90, só não tenho 90. Ô, Dedé, você lembra do começo da televisão? Lembro. Quem foi a primeira pessoa que você viu na televisão? A primeira que eu vi? É.

Rapaz, foi de filme. Me lembro que foi um filme. Qual filme? Você lembra? Fez uma pergunta. Eu não tenho certeza. Mas foi uma paixão de Cristo que estava na TV. Você lembra o ano disso, Tadé?

Não, eu não lembro, cara. Você lembra quem era o Cristo ou o Luiz Ricardo? Eu não lembro o ano que eu lá vi, cara. O que é o que? Você esqueceu, Dedé? Ô, Dedé, eu ia contar a história do apelido que você me colocou no circo. Como é que era?

Paul Newman. Paul Newman. Você parece o Paul Newman. Por isso que eu estava entrando na história para contar que ele fazia exatamente isso. Belo apelido. Um beijo. Você está no Circo de Nápoles, é isso? Não, que Circo de Nápoles, menino? Eu, menino, fico é dele. É o Reder Circus. É o Reder.

É um musical, né? É um chico musical. O Heder, eu falei aqui da Opus, mas eu queria falar da Heder, que eles são sensacionais. Quando eu vou fazer show no Rio, o Heder é impecável, né? Aquela, eu esqueci o nome dela, não sei se é a Tânia, eu esqueci o nome dela. Do Heder, o pessoal do Heder é muito legal.

É, eles são fora de série. Você tá em Anápolis, então? É, eu fui lá pra fazer três meses, já quase três anos. Olha aí. Puta que pariu. Arrebentou. Beijo, Dedé. Beijo, Dedé. Beijo, te amo. Dedé animal. I love you. Lindo. Dedezão.

Eu encontrava ele todo ano em Orlando. Todo santo ano. E aí no circo, eu era moleque, eu tinha 12 anos. 12. Ele pegava assim, bola e fazia assim, você é o Paul Newman, você é o Paul Newman. E você vai sair do circo, você ainda vai pra televisão, filho.

O Dedé Santana O Dedé eu tinha doce pra 13 anos Olha que coisa louca Coisa louca, velho O Dedé é de porra Depois você viu quando ele chegou com trapalhões É ruim o tempo passar às vezes, né? É ruim, né? Eu queria dar uma pausa só um pouquinho É ruim, né? É ruim, né? Mas você pega ele falando isso Que eu quero apertar a bochecha dele, o Dedé, cara

Olha que coisa absurda Absurda, absurda Uma história louca Você escreveu um livro é mais grosso que a Bíblia Você tá com um livro falando isso, né? O que é esse livro aí, Luiz? O que a gente fez Esse aqui é pra você, senhor Carioca E esse aqui é para o senhor, senhor Bola Muitíssimo obrigado, professor Muito obrigado

Um livro repleto de confissões jamais ditas em nenhum canal. Está aqui, é o livro de Luiz Ricardo. Muito além do palhaço mais famoso do mundo. Você sabe como você que está na porrada? Não, foi. Foi ele. Eu fui no SBT esses dias que eu me contei. Foi eu que soquei o cara. Não soco o cara. Agora a cena foi linda, né? Está aqui no livro? Está. Está no livro? Só não digo o nome, né? Lindo? Vai tá quieto, menino.

E aí... Foi mais lindo. E aí o que a gente fez? Não é uma biografia. É a história do Luiz, como foi na época do circo. Tem histórias do Gugu, tem histórias com o Silvio. Tem muita foto, tem muito QR Code que remete você à situação ali, à historinha que tá rolando. Caralho. Que isso. O quê?

Não tô conseguindo enxergar. Luiz Ricardo de Camisa Rosa na gravação do filme O Jeque e a Égua Milagrosa. E a Égua Milagrosa. De Mazarop em 80. Ó o Luiz Ricardo. Lá em Taubaté? Taubaté, filho. Que que é isso, irmão? Se liga, hein? Que é na Fazenda lá onde tem... Ele gravava, né? Os estúdios. Era Panfilms. E você começava... Você começou lá? A gente começou lá.

Eu lembro assim, que a sua história, que o teu pai tinha um circo, você trabalhava em circo, não é isso? Circo. Que o circo te conheceu no circo. O Mazaropi, que me conheceu no circo, também levou... Conheceu o Mazaropi. Mazaropi. Tá no vão. Que coisa maravilhosa. Ela trampou com o Mazaropi. Daqui a pouco ela trampou com o Pedro Vaz de Caminho. Caralho, tá no vão. Eu tava lá, eu, Dom Pedro. Não subiu na arca, mas deixou no sapato.

Cheio de barro, né? Com essa cara de menino. Eu quero que eu trancar com o Mazarop. Cara, você tá... Não, tem história aí porque não acaba mais, velho. Tem muita história. O livro tá bem legal. Tem um ano. Você compra na Amazon? Na Amazon. Na Amazon tá aqui, ó. Cada foto, hein, irmão? Tem coisa boa. É de William Sanches, Luiz Ricardo, muito além do palhaço mais famoso do mundo.

Tá aí na Amazon. Tem e-book também, deve ter na Kindle, né? Deve ter, deve ter. Não tem Kindle?

Não tem e-book? Como assim não tem? Eu vou achar, você vai ver só Mas você fica quieta aí que você não sabe o que você tá falando Olha só Eu vou botar aqui, eu vou te ferrar E se eu levar no Viva Noite O Lulu Santos, hein? É verdade, eu jamais iria Eu jamais Jamais É o que a Flore vai se meter Lá ele Lá ele Você está lindo, Luiz Ricardo Tchau

tá doido a pergunta que ele fez lá porra, eu só achei Santo Agostino aí é foda

Ô Bola, ô Bola, você vai ficar uma hora. Não, tô encantado com o livro. Não, é legal. Você trouxe pra gente lá, você trouxe pra gente da última vez, o negócio do SBT maravilhoso. Ah, vocês gostaram? Pô, é demais a história. Eu vou trazer, eu vou prometer, atenção Jefferson. Ah, mas eu já tenho, não. Não, calma, eu vou trazer o Bozo novo.

Tem o lançamento de um boneco do Bozo, uma coisa mais... Não é diferente, é igual ao Bozo. É igual uma coisa mais linda do mundo. Você deu pra gente, tá aí. Eu vou trazer um outro. Vou trazer um outro pra você. Realmente o livro não tem no Kindle. Não tem no Kindle. Que demais, cara. Tem que ter no Kindle, hein? Obrigado, cara. Eu gosto de Kindle. Eu acho que vai gostar.

Porque assim, a gente não fez uma biografia. São histórias, reflexões, a história... Sabe, pô, quem diria que eu sairia do fundo de um circo e chegaria hoje até aqui? Entendeu? Mas como é que foi a sua primeira oportunidade? Você acha que foi o que o Silvio viu em você e que foi aonde que ele pegou você assim? Eu acho que a primeira oportunidade foi dita, eu já disse isso, inclusive tá no livro do Valentino Guzzo, porque o Valentino me usava muito pra fazer os números do circo no programa do Silvio.

E aí despertou essa curiosidade. Valentina é maravilhoso, né? Eu trabalhei com ele no Ratinho. Ô Bola, ele não tinha... Maravilhoso. Igual vocês, se vocês vão elogiar alguém, algum profissional, vocês elogiam de coração. Vocês não têm aquela coisa de... Tem que se blindar. Puxar saco, é.

E o Valentino era isso, ele ia atrás realmente de talentos. E ele viu no Luiz Ricardo na época um talento. E o Silvio despertou isso. Aí começou essa loucura toda. Primeira carteira de trabalho, são 44 anos a minha empresa.

Não tem? Eu saí um ano. Eu fiquei 25, achei muito pra caralho. O cara já vai se aposentar duas vezes, caralho. Puta merda, bicho. E se mudar a escala em três vezes. Que absurdo, cara. O cara tem três aposentadorias na vida. Caralho. Caralho, tu tem a carteira até hoje lá. Não, não tem. PJ, PJ, PJ. Não, agora é PJ. É PJ, tá certo. Agora é PJ, não tem jeito.

É muito legal, a história é muito gratificante. Se eu tivesse que voltar, eu faria tudo novamente. Tudo! E era uma coisa que você sempre quis, você foi meio obrigado por esse caminho, pelo fato onde você tava. O circo deu uma apertada na época e meu pai não queria que eu fosse pra televisão. Aí eu expliquei pra ele. Eu já tinha uma cabeça um pouco mais aberta. Eu falei, pai, se eu for pra televisão, aparecendo na televisão, como eu moro no circo, eu vou lotar o circo.

Eu tô aparecendo na televisão. Fico famoso. Eu fico famoso na televisão. E a gente lota o circo e vamos ganhar dinheiro. Pensou direitinho. Essa foi a estratégia. E aí foi indo, crescendo. Então você fazia os dois. Os dois. Eu morava ainda na barraca do circo e fazia mozo. No trailer. No trailer. Foi barraca primeiro, depois trailer.

E aí eu aluguei a primeira casa, mas enquanto eu tava fazendo o Bozo, que já era sucesso, estourado, eu ainda morava no fundo do círculo. Como é que você fazia? Aí eu pedi pro meu pai deixar em São Paulo. Aí nós começamos a fazer só os bairros de São Paulo. Ah, entendi. Pra eu poder ter a flexibilidade.

De não perder a oportunidade. Mas a sua infância, assim, você estudou em colégio no Brasil inteiro, né? Eu não deu pra estudar muito, não. Mas não tem a lei do circo? Não. Hoje em dia, não. Não tinha antigamente a lei do circo. Então minha mãe, por exemplo, tô saindo desse bairro, tô indo pro Tatuapé. Aí ela ia na frente, na escola...

Dava uma olhada, fazia a vaga. Aí eu saía daqui e ia pra lá. Que merda. Caramba, até amigo, até fudeu. Nada. E pra aprender? Porque nenhuma escola tem o mesmo segmento da outra, né? Das matérias, enfim. Sim, devia ser uma loucura. Sua cabeça devia ser um baú de cupom, né? Tipo assim, a Reusângela, o Meira, o Fernando. Lembrava alguma coisa da outra, já não sabia o cérebro do cara.

Que loucura. É, artista de circo. Então tem a lei do circo, né? Eu lembro de estar na escola e ter moleque que aparecia do nada. Falei, o que é esse cara? Não, ele é... O pai dele é do circo. Ah, agora eu vou ficar dois meses aqui, depois eu vou pra Goiânia. Daqui a pouco ele ia embora. Ia pra Goiânia, assim. Era uma vida meio louca, assim. Agora você imagina a loucura que é pro ensino da cabeça dele. Porque aqui não é a mesma matéria de Goiânia.

É, hoje com homeschooling é o que eles devem fazer, né? É, agora melhora, né? É, com a internet, mete essa porra do Elon Musk aí. E vai embora.

como é que é o nome da... Starlink não sai nem do circo, né? não sai tem que contratar um professor tem que ser um palhaço professor um artista de circo professor era o circo raizão com bicho raiz com bicho? era domador você domava o que? domava leão não doma tua filha e tu domava leão? não consigo

Mas é pior que leão, irmão. Filha e filho a gente não toma. É difícil, é bem complicado. Cara, você era domador, irmão. Mas eu costumo falar assim, é mais fácil você domar três leões por dia do que matar um por dia. E hoje tem que matar um por dia, tá difícil. Mas é... Vamos lá.

Uma experiência. E Carioca Bola, eu não voltaria. Puta, você mudaria o que na sua vida? Você estudaria? Você sairia do Brasil? Você faria medicina? Não, não. Era isso aí que estava... Piloto de Fórmula 1? Nada, o papai do céu pediu. Puta que maravilhoso. A gente tem que estar aqui, ué. Vocês hoje, pô. Quanto tempo você trampou no circo, Luiz? Você lembra, assim, mais ou menos? Eu nasci no circo, fiquei até os... E aí

vim de 17, 18 anos eu fiquei no circo. Depois eu tive que me dedicar direto ao SBT. Aí você ficou, pô, você me te contratou não vim, então. É, 16 pra 17. E ele foi com a sua cara, ele foi com a sua cara. Menino do circo. Cadê aquele menino do circo? Era isso.

Como é que é o nome dele? O Menino do Circo? Isso. Como é que é o nome dele? Era exatamente isso. É o nome dele que eu coloquei. Eu gosto, aquele menino é bom, hein? É. A lente gosta dele, a câmera gosta dele. É isso. Confia no que eu tô falando. É isso. Chama o Menino do Circo. Eu fiquei muito feliz.

Acho que faz uns 15 dias eu participei do programa da Patrícia. E foi uma emoção muito grande. Porque eles me colocaram no show de calouros. Eu nunca tive, depois que eu saí do show de calouros que o Silvio parou de fazer, eu não tinha mais pisado no palco do show de calouros. E eles montaram na Patrícia o cenário igual, bola, igual.

Igual, igual, igual. Eu me senti assim, a filhinha, Nelson Rubens, Aracid Almeida, Décio Pitinini, Sônia Lima, Wagner Montes, Luiz Ricardo, Sérgio Malandro. Eu vi aquilo atrás, comecei a chorar e eu ia entrar pra fazer um musical do Viva Noite, com os bichos. Vai luar domingo agora. Pouque horas. E aí...

Ah, o programa Silvio Santos, né? Foi o Silvio Santos. Aí foi... Pô, ela devia ser Patrícia Santos, né? Eu comecei a querer chorar, Carioca, eu comecei a querer chorar, falei, caraca, que coisa louca, cara. Lembrei do Silvio na hora. Você viu aquele cenário lógico. Falei, Jesus, eu tinha 22 anos, cara. Na última aparição, bom, entrei, fiz o programa. Mas o que mais me marcou foi quando a Patrícia, também emocionada, graças a Deus.

Ela falou assim, Luiz, uns três meses antes do papai ir, o papai chamou a gente e falou assim, vocês devem dar mais oportunidades pro Luiz Ricardo e vocês devem acreditar no trabalho dele. Puta, que legal isso, cara. Ela mandou essa no ar. Mandou na tua cara. Isso pra mim foi, assim...

Sabe aquele lance de... É, confiança, né, irmão? Ele me descobriu e ele acreditou até no último momento, velho. Ele acreditou em mim. Desde o primeiro até o último. Ele acreditou em mim até o último momento. Isso pra mim não teve... Que coisa absurda. Absurdo. Ali foi... Ela me quebrou ali. Eu queria me dar um beijo pra ela. Obrigado, Paty. Obrigado pelo carinho, pela oportunidade e por tudo que você tá fazendo hoje pelo Viva Noite. Porque ela abraçou a causa também.

Ela abraçou ela, Daniela. Tá muito legal. É porque, cara, o SBT é o DNA, né, velho? É o DNA. Sabe assim, tem coisas que... Só fez lá. É, entendeu? Óbvio que inovar é preciso. Preciso. Mas o clássico é ele. Ele é o resgate a própria... Olhar pra dentro de si, né? Olhar pra si e dar um tapinha aí.

Tem que ter o Viva Noite. Peraí, você voltaria na sua história. E eu sei os quadros que eu amava você fazendo. Amava. Aquela porra daquele tobogã que jogavam você naquele... Afogância. Meu, para aquilo tudo, volta. Agora, o que você faria desse legado que você deixou hoje?

Que eu faria? É, voltaria. Não vai fazer por causa da idade, enfim. Você não resgataria nada que o Brasil... Eu fazer? Não aguento. Não aguento fazer nada. Não, não, não. Eu já pensei que você ia mandar um nada. Não, não aguento fazer mais nada. Não, eu tô dizendo se você tivesse... Ah, se eu aguentasse? É, no pique. Ah, os cinco maneiras que eu fazia com banho que eu apanhava igual um filho da puta. Olha isso. Eu gosto de sofrer.

Você. Era gostoso. Vocês pararam o Brasil, velho. A gente gravava muito aqui. O velho, vocês paravam o Brasil.

É que você fez bastante coisa também, né? Não, mas sempre tem um queridinho. Sempre tem um queridinho. Eu não lembro o que eu faria.

Eu adorava fazer as coisas com... Não, Deus me livre. Não? Muito sofrimento. Era cansativo aquilo. Não, a máscara que eu fazia, o Jacão e as comidas, aquilo era traumatizante. O Jô. O Jô. Não, também traumatizante. O Jô era muito traumatizante. A Mauri Dung. Porque o Jô ficava com aquela roupa. A roupa dessa grossura.

Quando acabava, eu tava cozido. Aí eu ia embora pra casa, não sei como é que eu dirigia o carro. Chegava em casa, eu desmaiava. Eu perdia muito líquido e... Você tá brincando. É, ficava pegando fogo naquela roupa, né? Mas vocês têm noção que vocês fizeram... Não, claro. Que vocês fizeram... Vocês fizeram uma geração. Eu acho que eu faria o Dumbo, eu acho legal. A Maurita. Uma matériazinha eu faria.

Vamos começar, Luiz Ricardo. Os prateados. Os prateados da vida. Ela era legal demais. Porra, bicho. Olha, posso falar? Vocês marcaram uma época, velho. Marcaram uma época. Ela fez muita bobagem, irmão. Maravilhoso, maravilhoso. E a limusine? Pô, e por pouco a gente não foi pro SBT, né? Por muito pouco. Esse bebê não dirige. Foi por muito pouco. Porque a RedeTV foi meio esperta. O Silvio foi lá na Jovem Pan, cara.

por muito... O Silvio foi na pan. Tinha que ter levado. Sim, mas é que... Jogaram pesado. Um dia eu te conto... O golf. O peso. O peso. Então, porque a RedeTV foi meio... Foi bem malaca, assim, pra gente não ir. Porque se é... Naquele momento, se nós fôssemos embora da RedeTV, naquele momento, a RedeTV ia sentir muito, né? Muito. Naquele momento. 2000 e...

7 acho que foi 2006 ou 2007 que aconteceu isso aí, acho que foi 2006 que a gente ia pro SBT ou 2007 por aí aqui teve a samambaia, lembra? puta, não qual é a música? ele ficou louco você não precisa fazer nada, não precisa cantar não precisa fazer nada eu não vi a magedade

Ele ficou louco. E quando vocês foram receber o trufé imprensa, para. Eu falo pra turma, é a única vez que minha perna tremeu. Foi a primeira vez que eu fui receber que eu vi o Silvio de perto. É demais. As pernas não mandam nada. Ele não entendia, né? Que porra é? Você é o Silvio Santos, caralho. Você tava acostumado, você conviveu com ele. A gente via muito pouco, meu. A minha, a minha eu não conseguia parar em pé. Eu transpirava que nem doido. Minha mulher chegava em meio e falava assim, olha...

Eu acho que você tem que rever o teu contrato e tal. Falar, falar com o Silvio. Você tem que pedir uma oportunidade pra ele. Falei, vai lá falar com o Silvio. Vai você. Ah, se eu fosse, eu ia falar. Um dia estávamos nós, calma, no Hotel Jequitimar, no congresso do SBT. E o Silvio apareceu. O dia que ele deu a entrevista pra Marília, o Silvio apareceu com a Iris, com todo mundo. A minha mulher estava comigo.

E aí eu falei, pronto, aí ó, é a tua chance de falar com ele. Ela pegou na mão dele, Carioca, não saiu. Não sai. Como você está? É impressionante. Não saiu muito prazer. Aí ele foi embora. Você que é a turca, que é ciumenta, do Luiz, brincou com ela, brincou com ela. Ela não abriu a boca. Eu falei, ué?

Cadê o aumento? Cadê o programa? Cadê o que você ia pedir pra ele? Deus, não deu? Eu lembro que minhas pernas tremiam, bicho. E eu olhava assim, cara, é o Silvio Santos, mano. Eu lembro do... É tipo uma entidade, um negócio muito absurdo. Eu lembro uma vez que eu fui no Qualé a Música.

Ser o velho, o Vesgo. É, mas eu tive que ir de mulher, porque tava o Emílio, o Ceará e o Vesgo, aí foi eu, a Sabrina, e eu fui de cantora Ana Carolina. Mas por quê? Eu não vi isso, cara. Tem foto aí, Isaac? É horrível, gente. Mas por que você foi de Ana Carolina? Não sei, porque tinha que faltar uma mulher lá pra ajudar no time. Mas por que a Ana Carolina? Porque eu acho que eu fazia no pânico, a Ana Carolina tava meio estourada.

É, eu fui de Ana Carolina, velho. Aí o Silvio, cara, ele se esmou com essa porra. E ele não sabia que era eu. Aí eu tava lá assim atrás no bastidor, meio pra entrar antes do estúdio, e veio o Silvio lá, que nem entrava antes, aquecia o público. Ou a plateia. A plateia ficava ali. Dava as piadas dele. Isso, ficava 20, 30 minutos ali. Quando acende a luz, vocês aplaudam. Quando apagar a luz, ele ficava assim. Olha lá, acende a luz.

É, muito que bom, muito que bem. Aí ele vinha lá atrás. Você é cantor, é cantora?

Você é cantora ou você é ator? Você é atriz? O que é que você é? Ele adorava fazer isso. Foi a Ana Carolina. Nossa! Aí ele, tá bom. Eu falei, tá bom. Por que a Ana Carolina? Eu falei, porque a Ana Carolina. Aí ele saía, né? Daqui a pouco ele.

Você é cantor, né? Ele queria que você falasse, eu sou carioca. Não, não. Ele era. Mas não tava gravando, era fora do ar. Não, mas fora. Ele era fofoqueiro. Silvio Santos era o cara mais fofoqueiro. É mesmo. Nossa, adorava saber de tudo. Maravilhoso. Maravilhoso. Deve ser muito estranho, né? Ir pro SBT e não ter o Silvio assim, né? Porra!

Deve ser bem estranho, né? Puta que pariu. Eu fui lá esses dias e fiquei... Faz muita falta. Faz muita falta. Hã? Parece que você era protegido. Parece que tinha uma, sabe, uma luz ali dentro. Que era ele pairando. Enfim, ele cuidava de tudo. Opinava em tudo. Enfim.

O cinema era genial, puta que pariu. É, gostava de trocar a galera de horário, né? Nada bobagem. Era uma coisa que... Besteira. É que hoje pra televisão isso não faz muito mais sentido. A grade, né, não funcionava nunca. Ele trocava horário. Ele acordava e trocava horário. Mas o cinema deve ser estranho. Esses dias eu fui lá no SBT gravar, aí eu fui, cara, é muito estranho chegar aqui.

E não tem o Silvio aqui nessa parada. Ele não estava todos os dias. Sim. Mas é como se ele estivesse todos os dias. Era uma proteção que você tinha do grupo ali. Não dá pra explicar o que é. É uma energia.

que era só ele, não tem outra. É, ele realmente... O centro de televisão do SBT é incrível aqui, né? Eu falo ali, ali é um lugar que a gente ia receber o troféu em Pensa, eu fui como convidado de alguns programas e tal, e é um lugar que você chega, você se sente bem, cara. Eu não sei porquê, eu não sei te dizer porquê. Mas sabe que você fala, cara, eu tenho uma vontade de trabalhar, que hoje em dia eu não tenho, mas que eu tô velho.

Mas tô dizendo. Eu chegava lá e falava, puta, que lugar gostoso, sabe? O clima, as pessoas. É diferente das outras televisões. Eu não sei por quê, cara. Não sei te dizer por quê isso. Mas eu sempre senti isso. Mas ele sempre pregou ali, Bola, essa união. Sempre.

Ele sempre agregou todo mundo. Mesmo fora dos programas dele, ele sempre tava agregando todo mundo. Produção, ele queria saber de produção do... Sei lá, qualquer produto. Ele tá inteirado de tudo. Entendeu? Ele queria... Ele trocava diretores. Ele colocava dois diretores no mesmo cargo.

Era o rei de fazer isso. Por que ele fazia isso? Cabeça dele, né? A evolução vinha rápido. Entendi. Ele pedia as alterações, não vinha, colocava dois diretores. Vinha rápido. Você bobeou, o outro vai fazer. Ele bobeou, você tá na linha de frente. Entendi. A estratégia dele sempre foi excelente. Já tá à toa que não chegou, não chegou, caramba. Claro. Porra. Claro.

É a segunda. E ele falava, disse que ele falava com as pessoas só por carta. Só por carta. Só por carta. Como ele não falava. Não, só por carta. É mesmo. Ele fazia uma carta à mão e mandava. E outra coisa, fax. Até agora, até agora uns, que eu digo uns cinco anos atrás, fax. É mesmo. É que vai fazer dois anos da morte do Silvio agora, né? Por isso que eu tô jogando a cinco. É. O fax, então, fax. Era só fax.

Você tinha que ter um fax pra receber Que loucura Ele mandava fax na sua casa Não, não, na minha não, pra produção Pra direção, pra SBT Dentro da SBT Ele fazia carta a mão e mandava por fax E mandava fax

Até a gente morrer. Agora, agora. Caralho, velho. Ainda existe fax ainda? Eu sei que a minha impressora, ela tem capacidade de fazer fax. Mas o dele era fax, fax mesmo. Lembra da bobininha? Sim, sim. Queimava o papel. Mas se você tiver, eu tiver, eu te mando um fax. Mas pra quê? Não, quer dizer, eu te mando.

E quando eu comecei a trabalhar Na Jovem Pan principalmente Eu mandava as minhas ideias Que eu sabia que o fax caiu na mesa do diretor Aí eu olhava assim Eu não tinha computador em casa Eu olhava o computador assim Eu tive uma ideia Aí eu lembro que tinha o computador A Epson e o fax Aí se eu sentar aqui, escrever, imprimir Jogar ali, cai na mesa do cara Qual é o telefone, o fax da mesa do Ovoruski?

Imprimia, tirava aquelas lateraisinhas, aquelas bolinhas. Metia no fax. Tá quieto. Até o dia que tocou meu telefone. Ô, Mala, dá pra você parar de me matar fax? Por favor. Só que numa dessas ele me ligou e falou, ó. Gostei da ideia. Ô, Carioca. Gostei da ideia. Bola. Vou explicar. Ele era tão envolvido com a emissora, eu entrava no ar pra fazer o bozo sete horas da manhã. Quando era sete e meia, o telefone da maquiagem tocava. Mentira. Ele. Chama o Luiz.

aquele sapatão, papapá. Desenho rolando. Desenho rolando. Pois não, seu Silvio. Por que que o senhor está rouco? Nossa, velho. Eu falei, Silvio, está puxado. Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo ao vivo. Domingo era até às onze da manhã. Haja voz, né, meu? Ao vivo. Está complicado. Então, eu acho que é a maquiagem. Eu vou mandar trazer uma maquiagem que você está com alergia.

Olha onde ele ia, onde ele se preocupava com a coisa. Isso que tá te prejudicando. Você entendeu? Ele é envolvido... Tem que fazer a Maria Belal. Fazer a Belal. É, tem que fazer a Belal. E eu vou ver se você não tá com calo. E eu tava com o bendito calo. Tava com o bendito calo. E a maquiagem, o branco da maquiagem nacional tava me fazendo mal. Olha que loucura. Ele sacou na hora. A loucura é... Como é que um cara dono de uma emissora de televisão vai ligar pra um palhaço...

às sete e meia da manhã, pra perguntar... Vê se ele tava ligado, irmão. Vê se ele tava ligado ou não. Detalhe, né, velho? O cara falou, o cara tá rouco, não pode tá rouco. Ele devia ficar ligado na porra toda. Toda? Na porra toda. Eu conheço um assim também, até hoje é assim.

Não vou falar nomes aqui, não quero falar nomes. Que fica do pé. Não, que vê os detalhes. O Tutinha é meio assim também. Tutinha? É, é. Mas ele é um negócio, ele liga... Ele ligava na rádio pra dar chupada e inlouctou. Não, e pra falar isso aí tá ruim. Qualquer hora, madrugada. A hora que for, também assim. Ligava a hora que fosse. O Tutinha é assim. É detalhe também. Verdade. Os grandes, né, velho? Os grandes, né? Ele era... Os grandes. Você fez rádio, irmão?

Eu cheguei a fazer, acho que uns seis meses, um ano só. A rádio é muito legal. A rádio é legal. Que mais consome, hein? Uma rádio em São Paulo, uma rádio pequena, não era grande não. Se eu não me engano, era Difusora Oeste. Não, na região de Osasco.

Difusor Oeste, agora eu lembrei. A gente ficou um ano fazendo... Mas consome. A M depois virou pra FM. Mas eu vou falar, consome, hein? É, radinho, meu. Pô, mas o SBT devia ter tido rádio. Imagina, ali do próprio SBT mesmo. É muito legal. O ratinho tá curtindo pra caramba. É, ele faz a massa. A rádio é muito legal. E ele tá indo. Todo dia. Como se fosse trabalhar mesmo. Sim, ele faz o horário. É. Eu sei, eu tô ouvindo a massa.

Mas ele fez um estúdio na casa dele, né? Fez. Ele não vai lá pra Paulista, lá. Que é vizinho da PAN, você sabe, né? No prédio da PAN. Ah, no mesmo prédio? É, no mesmo andar. Eu dei entrevista lá pro Cabeça. É, ele tá no mesmo andar. Lá na Massa FM, tá lá na Paulista. Eu tô morrendo esses dias, eu falei, o ratinho... Ratinho é genial. Meio dia e pouco, ele tá no ar. Ele tá cumprindo. É, turma da massa, né? O nome é o Ar. O Bicho tá bravo, hein? Tá.

Ele mete o pau mesmo, regaça. O bicho tá bravo. O ratinho é maravilhoso. Ele quem faz o prefácio do livro. É mesmo? É caro demais. A Marino SBT, se você pegar, bicho, pra você, o ratinho Portioli, é um pessoal tão bacana, né, irmão? É a raiz dele. É a galera do bem, cara. É a raiz dele, bola. Ele ensinou a gente isso. O Portioli era na rádio, ele era pro produtor.

Ele falava pra gente, putz, eu mando umas fitas VHS pra SBT. Eu falava, putz, esse cara é muito louco, ninguém deve ver essas bostas, velho.

esse cara tá fazendo. Produtorzinho na rádio onde ele chegou, irmão. O Ratinho. Você acha que o Ratinho precisa trabalhar hoje? Não. Você viu o que ele fala? Se vocês me mandarem embora, eu não vou. Eu vou ficar aqui. Eu vou trabalhar de graça, mas eu vou ficar aqui. Meu, é a raiz. É o que ele deixou aqui de legado, velho. Ele deixou de legado isso. É. É isso mesmo. É a simplicidade. Mas tamo lá.

É isso aí. Puta que coisa boa, cara. Agora, eu imagino que você não deve ter de história que o Chiquinho veio aqui.

Ele contou aqui do começo, né, velho? Eu vi uma... Algum documentário, acho que foi... Que era... Onde era aquela... Que tinha os estacionamentos, que as dublades eram lá dentro. O Silvio comprou um lugar, não sei se era Vila Guilherme. Vila Guilherme. Começo foi Vila Guilherme. Foi. Não era no teatro. Onde era o SBT que enchia d'água. Vila Guilherme. Vila Guilherme. Vila Guilherme. Que era enorme. O SBT era um galpãozão e ele foi...

Galpãozão, fazer gugu, fiz tudo Vila Guilherme. Que era uma fábrica, seu lambungando, Uma fábrica de cigarro.

Na Vila Guilherme, é isso mesmo. Ele pegou isso. Rua Taliba Leonel. A Taliba Leonel. Não, a Taliba Leonel é do teatro, perdão. É Rua...

Santa Veloso 575 Vila Guilherme. Mande sua cartinha para a rua Santa Veloso 575 na Vila Guilherme. Ali ele fez um SBT todo ali. Todo ali. Antes de fazer agora era tudo lá. Tudo truncado. Nós fizemos o Gugu lá. Tudo a gente fez lá. O povo na TV era lá. Era. O homem do sapato branco Jacinto Figueira. Jacinto Figueira Júnior. Veja que vagabundo. Jacinto Figueira Júnior.

Eu tô falando contigo, malandro. Tu que entrou na casa da dona Ney. Gil Gomes. Exatamente. Aquela menina morreu com tiro neste local. Meu, olha isso. Mas diz que encheu. Eu vi um documentário muito bom. Enche de água. A gente saía doido pra socorrer as coisas.

É uma loucura. Aí ele mudou dali pra Anhanguera. Aí foi pra Anhanguera. Aí tirou o teatro, desativou o teatro, desativou a Vila Guilherme e tinha uma outra que era a Camarés. Na Camarés ele botou pra fazer é...

guarda-cenários, um depósito. Então ele alugou, então tava muito espalhado, tudo ali na Vila Guilherme, mas muito espalhado, né? Sim. Aí juntou tudo e foi pra... É lá a gente fez, quando a gente lançou o CD em 95, a gente fez Gugu. Ele gravava nesse lugar também? Nesse lugar. Não, não, o Silvio já gravava no teatro.

Ah não, no teatro. O Silvio só gravava no teatro. Só no teatro. Silvio, Gugu, Hebe. Silvio, Gugu e Hebe era teatro. Qual era o nome do teatro? Mas eu fiz Gugu aquele da tarde. CineSol, uma coisa assim. O Domingão eu fiz lá na Vila Guilherme. O Domingão? Do Gugu. Do Gugu foi... Eu fiz na Vila Guilherme. Um pedaço foi lá.

Um pedáfitos foi lá também. Ele fez 95. Ele tinha um ciúme daquele teatro incrível. O Silvio. É. É CineSol, não era? CineSol, CineSol. Existe até hoje, acho que virou um buffet. Ah, existe até hoje? É, acho que virou um buffet. O camarim dele virou uma sala, preservaram o camarim. Ah, que legal. Alguma coisa assim. Que ele fazia os bifinhos. Os bifinhos. É verdade essa história. Mas os bifinhos não só no teatro, ele fazia os bifinhos na... No SBT. Aí não era também.

Ah, é? Ele levava... Dentro do camarim dele. Dentro do camarim. Levava quatro bifinhos. Quando ele comia dois, ele levava os outros dois pra casa de volta. É mesmo. No tapaué. No tapaué. Ô, bicho, para. É uma história que... E não é, sabe?

Não é... Como é que fala? Não é contos. É verdade. Sim, isso que é foda. Não é invenção de ninguém. Não, e o dia que ele se perdeu? Ele passou, ele passou. Ele passou de carro, passou pela Anhanguera e foi parar num bairro em Pirituba, não sabia onde tava. Puta, né? E pior!

Ele não sabia voltar. Aí pior ainda, ele deixou o carro, pegou um motoqueiro que estava passando, montou na moto e fez o motoqueiro levá-lo pra Anhanguera. Isso eu já ouvi falar. Aí ele contratou o motoqueiro. Ele não sabia se era verdade. Cara, eu imagino... É verdade. O motoqueiro com o Silvio na garota. Não, eu imagino quem passou. Ele devia estar de capacete, óbvio, mas imagino... Não, que capacete é onde? Nada.

estrada? Nada. Você acha que o nego andava com capacete de reserva, Carioca? Nada, Carioca. Nada. Imagina você passar, você tá olhando o Silvio Santos. Montou na moto e foi. Bola, foi embora. Devia estar atrasado pra gravar. O Leon Abravanel quase infartou.

é, imagina que veio ele chegando de moto quase infartou, ele se perdeu ele não tinha GPS nada, largou o carro largou o carro vai embora, vai embora, me leva pra lá me leva, me leva, me leva me perdi, porra, me perdi que loucura

Mas que puta que pariu, que merda. Você já ouviu o meu palavrão? Porra só. Porra, porra, estão abertos. Porra. Porra. Tá errado, porra. Tá errado, porra. Isso aí é uma das vezes. Tá errado, porra. Não, não, nunca. Ah, pra puta que pariu, não, nunca. Nunca. Não, mas isso aí tá errado, porra. É isso. Isso aí tá errado, porra. Porra, tô falando, porra. Tô falando, porra. Faz o que eu tô falando, porra. Escuta, porra. Vai tomar no cu, seu burro. Não, já imaginou. Não, não, não. Você já imaginou. Você já fazia fest.

não tipo convidar a galera a uma festa de fim não fazia ele era muito reservado, era família família e família, muito reservado demais quem ia na casa dele de vez em quando pelo que eu sabia na época era o Jassa e o Gugu

frequentavam a casa dele. Ele tinha uma, eu vi um documentário, não sei se foi um documentário, que ele tinha uma casa na Zona Norte, uma puta casa isolada. Não. No meio da mata, assim, puta casa legal. Porto Florestal? Nunca vi. Ouvi falar isso, não. É, porra. Eu sei da casa do Guarujá. Porra. Não, ele tinha uma puta casa, acho que na Serra da Cantareira, uma coisa assim. Na Serra? É, eu vou achar aqui pra você ver. Não entendi, eu não...

É, ele tinha uma casa irada. Quem morava no Morumbi. Isso. Ele tinha, e a casa paixão dele era do Guarujá, que chatear.

Que apelidaram de Casa da Águia. Que era uma águia assim, né? Na porta. Maravilhosa. Então não era festeiro, Silvio? Não, não era festeiro, não. Que engraçado. É. Mas eu vi uma casa que era do Silvio na Serra da... Aqui, a famosa mansão que pertenceu em Mairi Porã. Mairi Porã. A famosa mansão que pertenceu a Silvio Santos. Puta casa bonita, velho. Se tivesse a achar aí Casa do Silvio Mairi Porã. Porra, era uma puta casa bonita, porra.

Não, não é. Eu acho que é fake. Não, não, não é fake, não. Tem... Aqui, ó. É? É, bem antigo. É, anos 70, 80. Pode ser antigo. As meninas eram pequenas, ó. Tem uma história, essa casa é maneira pra cacete. Meio na mara, assim. Caramba, maravilhosa. É, diz que o Silvio morou na... Devia ser casa de final de semana, uma coisa assim, entendeu? Uma maneira casa, né, Bó? Eu gostava, é bonita, pô. É. É que aí tá reformada. Sim, sim.

Eu gostava das carangas dele, aqueles links. Aqueles puta carrão que ele tinha. Eu amava aquilo. Puta merda, bicho. Qual? Os links. Tá lá. Tá lá no SBT. O Lincoln tá na exposição, é. Tá lá no SBT. O Leon fez a cabeça dele, porque também tava difícil. Aí ele falou assim, não, eu vou vender, vou vender, vou vender. O Leon falou assim. Ah, ele queria vender. Mas pra que vender? Não vai vender. Vamos deixar que nem... Não, não, não, não.

Vou vender. Vou vender, vou vender. Aí o Leon fez a cabeça dele. O cara, ele dirigia ele e faz... Sozinho. Que coisa, né, cara?

E o Passatão dele? Já tem o Passatão? Eu já não sei. Aí tem o Ômega primeiro e depois o Passatão. Eu lembro da porta do Jaça. Eu lembro do Passatão. Ele tinha o Passat alemão, né? Lindadão. Todo delaminado. Ele saia sozinho na porta do Jaça, ia pegar o carro e o cara... É o Silvio Santos, bicho. Não é um Zé Ruela que tá andando na rua. É. O cara completamente louco, sozinho, cara.

Ele pegava o carro, não vinha segurança, não vinha ninguém. Nada. Ele montava no carrinho e ia embora. Eu mando. Sim.

Tranquilo. Tranquilo, cara. Que coisa, bicho. E sempre foi assim. Sempre foi, né? Sempre foi assim. Todo mundo, Silvio, tem que ter... Aí teve o... O sequestro da filha. É, o sequestro. É, o sequestro. Aí, Silvio, tem que andar com segurança. Não vou andar com segurança. Aí o Leon parece... Rádio Peão. Conseguiu? Não, não, não. Deixava longe. Ah, escondido. Escondido dele.

Não sabia. Aí o segurança, uns dois carros atrás, ele dirigindo na Buena. Ele sempre dirigia, só lembra direitinho. Eu moro muito perto de onde ele morava, eu sempre lembro dele quando eu passo ali. Ele morava ali perto da Avenida Morumbi. É, eu sei. Subindo ali. Botaram a grade agora, depois que deu a cagada, botaram a grade ali. Atrás do Pio 12 ali. As histórias dele é incrível. Já te deu esporro, já? Já te deu esporro.

Me deu. Você lembra o motivo? Me deu, me deu. Ah, claro que eu lembro, porra. Lógico, né? Claro que eu lembro. Os fogos do Silvio Santos. Não, que fogo, não. Fogo não. Eu fazia um merchandising com a Patrícia, a Salvador, não a filha. E aí a gente fazia Jequiti e a gente estava junto assim, né?

Olhando pra câmera, eu e ela. Ele terminou a gravação, foi pro camarim, a gente começou a gravar os merchan. Aí eu escuto a voz dele. Não, não, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, ok. Essa posição tá errada. Falei, posição errada? É posição errada.

Patrícia, vai mais à frente do Luiz. Ele na câmera, olhando. No monitor. Aí ela foi pra frente. Isso, mais um pouco. Luiz, entra atrás da Patrícia. Eu dei um passinho pequenininho. Lá ele. Aí ele falou assim, mais atrás da Patrícia. Aí eu dei outro passinho.

Bom, ele me botou coxando a Patrícia. Eu falei, meu Deus do céu. Patrícia. Que porra é essa? É, a Patrícia é salvador, não a filha. Assim, eu sei quem é. Aí eu falei, pô, mas o que eu vou fazer, cara? Vai ficar nessa posição? Vai, vai. E outra coisa, Patrícia, você mexeu no cabelo? Aí ela falou, mas eu não quero que corte o cabelo. E Luiz, você sabe o que tem que fazer? Quando ele falou, você sabe o que tem que fazer? O que você vai responder? Sei. Sei.

Você sabe tudo, hein? Então você se vira no palco aí agora com ela. Você sabe tudo. Virou as costas e saiu. Meteu louco. E Miraguio, eu comecei. Sílvio, Sílvio. E ele foi embora.

Só que um câmera amigo meu tava lá. Diz que ele piscava pro câmera e ria. Diz que ele piscava pro câmera e ria. Filha da mãe. Filha da mãe. Só pra pirar e não dormir de noite, bola. Imagino, caralho. Você sabe de tudo? Então se vira. Você é o bonzão? Você é o bonzão? E se vira e foi embora. Caralho. Já que você é o bonzão, faz aí. Faz aí. Faz aí, bonitão.

Quem quiser ligar, já vai aí pra plataforma que a gente vai botar pra você falar com o Ricardo. Tem gente aí, Boleta? Temos gente aqui, meu amigo. Opa, se tiver gente aí... É bom atender. Loboso, aloboso, dois, três, venha. Veja o Danilo, tá ligado aí. É, aqui na nossa plataforma, você entra no link. Danilo Marrone. Tem um link aí no... Não, Danilo foi pro inferno. Não, tem um linkzinho aí no... Você pode mandar o seu superchat. Você pode acessar esse link.

E entrar aqui também no telefone É uma plataforma muito boa Muito boa Alô Bruno Eu não vi, mas a minha filha A minha filha viu Alô, quem é que está na linha? Pega na minha Alô Me balança, oi

Vamos lá. Não vai dormir, Bruno, vai. O Bruno não tá aí? Tem que avisar a galera. Vê os últimos. É o último aqui agora. Ah, é esse que tá aí. É, se você tiver aí na plataforma, tem lá o telefone, você pode entrar no ar com a gente. Participe aqui do Tica. Exatamente, você pode entrar no ar conosco. Alô, Vitor, tá ouvindo? Lembrando que amanhã começa... Amanhã estreia. Estreia. Estreia a homofobia.

Teatro Sabesp, Frei Caneca às 20 horas. Não perda. Lembrando bola, eu já ia esquecendo não poder. Esqueci? Pois não. Sexta-feira eu estarei em São Sebastião. Fazendo meu espetáculo botando pilha. Carioca botando pilha. Muito legal e impedível. Em São Sebastião. Tá bom? Sexta tô aí. Impedível também. Danilo. Alô, Danilo. Aquele que dá o bumbum por aquilo. Oi, fala. Fala, irmão. Boa tarde. Boa bala.

Tudo bem com você, irmão? Amendoim é aquilo. Fala, Danilo. Oi, Malu, esse cara, tudo bom? E aí, garoto, tá bom? Tô bem. Não sei se você vai lembrar de mim. Pô. Eu preciso. É assim, no meu livro... Perdão, tô... Tá nervoso. Tá nervoso.

Danilo? Fala que o Luiz é gente boa demais. Pode ir com calma, irmão. Manda aí, manda devagar. Eu fui no local onde você estava assinando seus livros? Na livraria, onde nós tivemos o lançamento. Sei. Isso, isso. Aí eu falei pra você que o meu tio já trabalhou com o Gugu vestido de bugalô, que eu tinha um troféu. Tudo lembra?

Lembro, claro. Aí eu perguntei se era o Carlinhos, inclusive. Danilo? Danilo, para de mexer com droga, por favor. Isso, isso. Lembra? Eu lembro. É a primeira vez. Você é gago, brother. A levar esse troféu pra mostrar pra você no programa Viva Noite.

Claro, vamos marcar uma data de gravação, com certeza. Tem que perguntar pra filha dele, que é ela que manda. A diretora. Manda um direct lá no Luiz Ricardo com S, Luiz Ricardo TV, e aí a gente marca alguma coisa. Claro, vai ser o maior prazer, cara. Quantos anos tem esse troféu? Quantos anos tem esse troféu, Danilo? Ixi. Ixi. O cara manda ixi. Faz mais de 30? Mais, bem mais.

Então eu não era nascido ainda. Vamos embora, vai, segue. Valeu, Danilão. Obrigado. Um beijo, fica com Deus aí. Um abraço, mano.

Tá vendo que maneiro Atender a galera sempre tem surpresas Sempre, várias Eu lembro dele Porque era o Carlinhos que era o secretário da Promoarte Promoarte A Promoarte era do Gugu Era do Gugu E o Carlinhos que tomava conta E o Carlinhos começou fazendo o Bugalu Porque o Bugalu Bonecão, você lembra? Bonecão, gordão com a cabeça pequena Então, o Bugalu, aquela máscara O Gugu trouxe de Miami Era uma máscara de plástico, de silicone E...

Ele trouxe e ele criou o nome Bugalu e ele deu a vida ao moleque. Foi ele mesmo. O Gugu. O Gugu. É. Alô, Victor.

Alô? Caiu. Caiu, bola? Caiu. Então você pode acessar a nossa plataforma, tá bom? A plataforma tá aí. Eu tô... Pronto para uso. Olha só, vai, vai, vai, vai, vai, que coisa. Você tem uma batata Humboldt pra mim? Salve, cebola. Eu gosto de salve. Aquela verde. É. É essa aí. Enfim. Alô!

Isso que é uma loucura. Ai, que vontade de cagado. O Brasileiro me dá vontade. Quando ele falou no ar, eu vou mijar lá. Eu vou mijar lá. Eu vou mijar lá e eu já volto. O Silvio era sensacional. Eu vou mijar lá. Porra, não tem ninguém aí, porra. O Daniel, olha o Daniel. Abre três, aí você, aí isso abre mais. Que aí vai, quem ficar e falar o nome, fica, porra. Tiraram o acesso a essa merda aqui.

Alô? Alô? Quem fala? Gabriel aqui Fala Gabriel Fala de onde? É Gabriela Gabriel, porra Gabriela não, porra Sei lá, o Gabriel é Hoje tem Gabriele Não, não, aí não Fala aqui de São Paulo Na região do Morumbi

Aí sim, o que você manda, irmão? É, o nome do estádio, né? Fazer o quê? Fazer o quê? É verdade. Mas, cara...

Aí o negra vai falar muito do Icaya. Você derrubou ele, carioca? Você apertou essa porra desse... Não, eu não tô com acesso, ó. Eu não tô com acesso. Eu não sei por que eu não tô com acesso nessa caralha. Ainda bem. Porra. Eu não tô. Eu não sei por que eu não tô com acesso. A hora que ele apertou o botão, o negócio sumiu. Não fui eu, não fui eu. Cuidado do menino do Murumbis. Você lembra o nome dele, bola? Danilo, né? Se ele aparecer aí, você bota ele de novo.

Gabriel ou Gabriel? Eu não tô sabendo legal, Gabriel. Liga de novo. Tô informadão. Vê se põe o Gabriel aí, mano. Mas tão mexendo lá, tão mexendo. Mas é isso aí.

E o que que tá caindo essas coisas, então? Eu também não, eu não tô nem com acesso à plataforma, não sei nem porquê. Ó, eu ponho... Não vai, ó, vai dizer que eu não tô mexendo nessa caralho, vai. O Vitor. Vitor. Amei. Vamos ver se o Vitor entra no ar. Atenção, você pode ligar. Fala, bonita. Beleza, Vitor? Eleva três, quatro segundos pra conectar. Fala. E aí, Vitor, tá bom? Que boa. Cara, eu escuto vocês aí em todos os episódios, velho.

Obrigado, irmão. Os caras são fera. Eu tô aqui na Itália, é difícil eu pegar vocês ao vivo pelo fuso, mas top demais. Mas não tem problema, a hora que você assistir tá valendo. Que lugar da Itália você está? Torino. Torino. Torino, muito bem, irmão. Meu primo mora em Ravena.

Afonsini. Tá sabendo legal, tá informadão. É Afonsini, Ravena. Meu primo morre em Ravena. Tudo errado. Ravena do lado de Afonsini, Maia. Moro em Caracatica. Moro em Caracatica. Pedra de Puglia. Isso aqui é uma loucura. Que legal, Victor. Faz o que na Itália, irmão? Pra vocês aí. O que você faz aí na Itália? Sou soldador.

Soldador, boa, irmão. É, ele constrói soldados. Isso. Abraço, Vitor. Vai ter guerra aí, já sabe. Um abraço. Vem caqueto, caralho. Tô voltando pro Brasil já. Fica aí, fica aí. Fica aí, fica aí. Fica aí que aqui já tem bastante metalúrgico. Fica aí, caralho. Tem bastante metalúrgico. Não precisa. A BC tá cheio, caralho. E ele vai comer o quê?

Vai comer o que? Picanha. Não. A broba? Não. Vai, não, ele fala, eu não. Vai comer o que? Vai comer o que? Vai comer paca. Alô. E vai andar de carro pra quê, porra? Anda a pé. Tá caro as coisas, compra menos, porra. Comprando demais. Faz igual o Silvio, pega o bifinho, leva pra casa. Vai botar a tampauela, leva pra casa. Tá caro as coisas, compra menos. Tem que economizar, porra. Alô, quem tá falando?

Tô comendo a tanda direto. Fala, alô, quem é que tá aí? Alô? Tô comendo a tanda direto. Ai, caraca. Tô comendo a dala do caralho. Você já tomou essa porra? Você já tomou uma pergunta. O presidente faz foto. Já tomou a tanda, já tomou a tanda no encargo. Gostoso? De 10 gramas, de 20. De quanto, de quanto? Ah, eu tô de 20.

De 20? Eu entendo, tem que tomar pra dar 20 centímetros. Conforto pro seu dia a dia e atitude pro seu estilo. Encontre o tênis que acompanha o seu passo agora no app Netshoes. Explore as categorias, garanta as melhores marcas e aproveite. Netshoes, no seu ritmo. Baixe o app.

Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990 para a CNPJ.

Fala até uma concessionária BYUD e faça um test drive. Consulte condições em BYUD.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Alô? Eu tô passando mal, pelo amor de Deus. Eu tô de Torino. Alô? Para, carioca! Ele não sabe nem a cidade do irmão, velho. Alô?

Ô surdo do caralho! Quem tá falando? Vocês são grosseirinhos! Fale, Fernando de Porto Alegre, tudo bem, irmão? Falando da caverna, porra! Eu matiça a Pereira, bora. Tô entendendo nada, vou dizer na cara. Abre três, bora. Eu abro três. Meu, parecia uma voz do outro mundo, cara. Tá vendo ele dando um copo, meu. Tá falando o cu do tatu. Para! Alô!

Quem tá falando? Tá caindo sozinho. Ah, porque eu abri a plataforma, mas a minha não entra. Porra, mas você que tá ferrando tudo. Você que tá cagando, para de mexer. Eu, caralho. Para de mexer, sangria desatada do caralho. Eu não mexi, eu só entro na rama de ruba. Mas cada vez você enfia o dedo, aí cai o dedo, não. Para de mexer, meu. Quando eu enfio o dedo, nada cai. Então é o superchat, não mexe no telefone. Não, mas não tá, não tô mexendo. Quem tá falando? Alô? Tô sem plataforma.

Alô, você troca o copo pela xícara? Alô? Você já falou três, alô, filha da puta. Alô, caralho. Alô, porra. Calma aí, cara. Vai dormir. Vai pro inferno. Ele não fez isso. Porra, mano do céu, que nervoso. Alô? Caraca, Luizão, porra, mano. Alô?

absurdo. Quem fala? Alô? Quem está falando? Alô, quem está falando é o Erlon. Fale, Erlon, tudo bem, irmão? Ô, bola, é uma satisfação enorme falar contigo. É meu sonho te conhecer, cara. Que desgraça de sonho, irmão. Já viu bola pelada, irmão? Toda minha. Não, eu consegui ver o Carioca bem suado.

na cidade mais quente que ele foi em Santa Catarina fazer um show como chama a cidade? pergunte aí pro Carioca qual foi a cidade que ele fez show recente que ele tava suando o show inteiro parecia que ele tava em Goiás fazendo show Tubarão

Que cidade quente, né? Os caras não botaram nada. Ele fez reclamação o show inteiro. Porra, lógico. O cara tava lá, o cara tava lá. O cara pôs a lona. Era um circo. Mas é feito num circo? Não, não, não. No shopping. Já viu como é que eles fazem? Evento em shopping. Eles fazem um puta estrutura. Aham. Né?

Era um dia muito quente. Ah, não tem um teatro no shopping? Não, tem teatro que tem, tem teatro que eles montam, tipo, nunca viu? Nunca vi. Porra, igual o espaço de evento, o cara monta uma puta do mar. É uma tendona, deixa ali. Isso, faz uma tendona bacana, só que não tinha ar-condicionado. Então imagina. Além do shopping?

Eu não fui no estacionamento do shopping. Eu tinha um ventilador a um quilômetro de distância. Você tava lá, velho. Tava calor. Ele sofreu muito, não? Tava calor. Porra, eu tava suando. Eu fui com o bebezinho, depois de tirar uma foto com o Carioca, o meu filho tava pingando.

Caraca, cara. Tava muito quente mesmo. E era o que? Fevereiro, né? Fevereiro? É, fevereiro. Foi antes do carnaval. Puta, quente pra caralho. Tá muito, cara. Tá muito quente. Tava quente, tava quente. Mas foi muito legal o show. Adorei.

Foi incrível. A minha esposa, ela tinha até um certo receio do show. Ela não curtia muito. Ela foi junto e disse assim, cara, o Carioca é o cara mais extraordinário de todos. Muito obrigado. Um ser humano incrível. Um cara que nos recepcionou depois ali pra bater foto. Um cara extremamente humano. Muito gente fina. Vocês pegarem ele num dia virado.

Não, eu saí correndo pra Floripa. É que no mesmo dia ele pegou o avião pra ver a Aline, então ele já tava ali no Tadal. Por que avião? Eu fui de carro. Por que ele tava animado, irmão? Fui de carro pra lá. Duas horinhas de carro, Tubarão, Floripa. Ixi Maria.

E depois, esse dia que foi muito louco. E quando estiver aqui em Criciúma, nós vamos de novo. Eu vou estar aí em junho, em Florianópolis. Não sei se Criciúma... Já está aberto os ingressos, nós já compramos. Boa, que legal. Obrigado, Erlon. Um beijo, irmão. Beijo, Erlon. Até demais. Beijo, boletar.

Vamos lá. Telefone gostoso. Mas é perigoso, hein? É perigoso. Mas graças a Deus. Aqui não tem muito perigo, aqui na TV aberta. Como é que você começou a tua vida no circo? Perigo? Olha aí, quando você foi chupar o fogo lá. Fogo! Você ficou igual o Teves, né? Você fala que a gente é uma locomoção, você é um puta debilóide. A cena de você pegando o fogo é foda, hein? Meu Deus do céu. Não lembro do desespero do ratinho, velho.

Não, e o bombeiro, tadinho. Tá, mesmo. Tadinho do bombeiro. Tadinho do pulmão. Não, em vez do bombeiro apagar o artista, ele apagou o chão. É mesmo. Pera aí o que ele tá falando. Pera um pouquinho o que ele tá falando, irmão. Não, deixa ele falar, irmão. Quem tá falando? E aí, gente, tudo bem? Boa tarde. É o Jaysson, tudo bem? Boa tarde, Santa Catarina também. Fale, Jaysson, tudo bem, irmão?

Por certo, cara, só liguei pra dar um alô aí pro seu Luiz Ricardo, e dizer que eu acompanho bastante ele aqui. E, cara, o que me mata bastante é a saudade da minha mãe, cara. Ela faleceu faz pouco tempo, e toda vez que eu vejo o Viva Noite ali no YouTube, dá pra...

Pra matar um pouquinho da saudade dela ali. Puta, obrigado, cara. Espero não decepcioná-los e a vontade é grande que dê muito certo, viu? Um beijo pra você, obrigado pela audiência aí e sentimentos. Sentimentos por vocês, viu?

Tá bom, obrigado, valeu, pessoal. Um abraço. Obrigado mesmo, obrigado mesmo. Valeu. O que é que vocês estão fofocando? Isso é difícil isso aqui, cara. Eu não sei, acho que ele queria perguntar, quem é a tua mãe? Não! Não precisa perguntar, não sei. Ele tem saudades da mãe por causa do Viva Noite, se ela trabalhava lá. Não, a mãe dele...

Foi e morreu, você não ouviu? Ah, vai, eu sei que... E se ela trabalhava no Viva Noite? Não, ela assistia como telespectadora. É, telespectadora. Ah, entendi. Ele gostava de assistir o programa com a mãe. Por causa da mãe, entendi. Entendeu? Entendi. Que susto. Eu fiquei assim quando eu perdi meu pai de ver futebol. Você não podia ver futebol. É, aí eu fiquei um tempo sem ver futebol. Porque eu costumava ver com meu pai. Ah, assim, me dá uma...

Ah, não quero ver. Puta foda. É. Você dá uma desencanada, tá ligado? Dá, você fala assim.

Eu também, quando saí de casa, uma época, eu assistia muito NBA com meu filho. Aí, meu filho não morou mais comigo, eu peguei raiva de NBA. Não quero ver mais NBA. Não quero mais ver também. Aí não vejo mais basquete. Não tá comigo que não vejo basquete. Só vê que o Nonicão tá lá. É, porque ele me explica tudo, né? Fale, Flávio.

Olá, boa tarde, boa tarde a todos aí da audiência. Boa tarde, irmão. Eu tento adiar o sotaque. Fala aí, meu irmão. Eu quero dizer que eu sou do Rio de Janeiro, São Mançalo. Minha tela. E quero dizer que eu sou muito fã do Ricardo, cara. Ele me enfante toda. Ainda mais do desenho, quando ele cantava...

Duck Tales, né? Duck Tales, os caçadores de aventura. Eu tô bem nervoso. Não fica nervoso não, pô. Nervoso tô eu no meio dessas duas feras aqui. É legal quando você fala que sou ídolo, né, irmão? É muito bacana, velho. Aí, deixa eu fazer uma pergunta pro Luiz Ricardo. Manda aí, manda aí.

Porra, o... São Gonçalo rouba os cabos de... Qual foi a pergunta, irmão? É da milícia, a internet é meio bosta. É verdade. Por isso. Numa entrevista que ele falou assim... Não, é... Não, porque é rato. Ele falou tipo assim...

Ah, você chamou ratinho de rato. Ah, não, mas isso aí... Isso é uma intimidade? É uma intimidade? É... Porque o ratinho é diminutivo. E aí você vai acabando criando uma intimidade com ele e eu comecei a chamar de Lu. Né, Lu? É, Lu. E o caramba, foi isso. E aí, Sil? Como é que tá, Sil? E aí, Pat? E aí, Pat?

E aí Sil. É igual o Faustão. Quem é amigo do Faustão? Não chama de Faustão, chama de Fausto. É. Ô Fausto, e aí? Você não chama o Silvio Santos de Sil. Então foi por isso, cara. Silvão. Mas nada, nada, nada. É que a internet ela é brava. A tia do carneiro aqui no Sabiola chama de Silvo. É o Silvio. Silvio Santos. Santo. Adoro no Silvio Santos. Alô. O bora. Aspreite do carneiro baú. Quem fala.

Gabriel de novo, a Enel me derrubou da chamada. É, então vai derrubar de novo a Enel. Eu chamo a Enel. Caiu de novo. Puta sacanagem. Meu, ele é muito rápido, velho. Caiu de novo, tem que desculpar a Enel. Enel. Ô, Enel, você não tá com sede? Foi o Enel que derrubou. Foi, caiu. É, a Enel. Quem fala? Fale, Flávio, tudo bem, irmão? Tudo maravilhoso, boleta. Fala de onde, mano?

Valente Bahia. Valente Bahia. Bahia tá com audiência boa. O que você manda, Flavião? Rapaz, eu não mando. Sonho em falar com vocês aí, que tá maravilhoso. Ver o Luiz aí, ver o Carioca. É verdade, o Luiz é sensacional. Obrigado, velho. Bora aí, pai. Eu estive em Feira de Santana ano passado, esse ano passado.

Eu fiz o show em feira, bom demais, velho. O povo lá é quente, né? O lugar é legal, puta cidade legal, meu, Feira de Santana. Puta show, meu. Foi animal. Obrigado, viu, Flavião.

É isso aí. Beijão, meu irmão. Beijo pra toda Bahia aí. Adoro Bahia. Valeu, Flávio. Beijo pra Bahia. Obrigado pela audiência, caramba. E viva a noite. Bahia é muito legal. E viva a noite sempre. E viva a noite. Viva a noite. Alô. Alô. Alô. Alô, Cristina. Alô, Cristina. Alô, Cristina. Não diga alô, diga SBT. Olá. Oi, alô. SBT, alô. SBT. Diga SBT. Diga alô. Alô, não diga SBT. Alô. Alô, SBT.

Alô? Elu? Só tem gente... Primeiro, celular podre. São Gonçalo só tem... Sinal de merlinho. Não tô brincando. As empresas largaram. Aí é difícil. Alô? É porque os caras roubam os cabos. Quem está falando? Aqui quem fala é o Marcelo Bola. Fale, Marcelão. Tudo bem, irmão?

Tudo bem, Bola, graças a Deus. Você fala de onde? A honra é toda nossa, irmão. Eu falo de Botucatu, São Paulo, cara. Do Pacu? Ah, de Pacu. Botucatu. Botucatu, terra boa, terra boa. Botucatu. O que você manda, irmão? Prazerzado falar com vocês aí, cara. Lembrar do Luiz Ricardo Colboso aí. Oh, meu Deus. Eu lembro quando estava com o Emílio, cara. Emílio é um de DJ.

O Emiliano de DJ, puta merda, bicho. Os caras tiram só que ele é qual estar.

Obrigado Marcelo, um beijo Um abraço pra vocês Tive o prazer de conhecer vocês na Jovem Pan Um grande abraço pro Luiz Ricardo Valeu Marcelo, obrigado pelo carinho Obrigado aí meu Um beijo Prazer, graças, minha infância foi contigo Um abraço gente, Carioca, prazer Igualmente, botucatu Valeu Pacu Que Pacu Alô Alô Ai caraca

É a última, a gente vai pro Superchat, tá, Boletar? Tá bom, irmão, tá bom. Pô, Luzcado, é muito bom ter você aqui. Luzcado, ele podia vir toda semana. Você podia atender de Bozo, né? Ah, vai tomar banho. Atender de Bozo, pô. Não. Hein? Eu podia ir em vestido de Bozo. Não. Ah, o Bochino... Não pode, né? Não pode, né? O Dica, o Dica, o Dica, o Dica, o Dica, o Dica, a Naca de Gertz. Aê! Aê! Quem é que tá na linha? Quem é que eu vou chamar? Rodando, rodando. Danilo Silva. Fale, Danilão, tudo bem? Fala de onde, irmão?

momento passando pela cidade de Joinville, Santa Catarina. Sou um motorista carreteiro. Porra, o cara tá na carreta, irmão. Que legal. Vip Starlink? Que legal, irmão. Que legal, Danilão. Tá levando o que ele... Eu sou o Danilo que enchiu teu saco no Instagram lá, pô. Sei, porra, o Danilo. Porra, esse cara é da nossa audiência mesmo. Você botou o Starlink no caminhão? É nada. Mas eu tô pensando em colocar aqui, velho.

O que que tá carregando aí, irmão? Cara, infelizmente eu não posso dizer porque o nosso país é um país muito seguro, né? É melhor ficar quieto, então. É, entendi. Pode ser muita coisa, né? Pode ser o quê? Muita coisa. Eu entendi. Já entendi o que você tá carregando.

Aí pronto, é melhor dizer não dizer. É melhor não dizer. Você está em Teresina no Piauí, é isso? Isso. Óbvio que ele está com iPhone. A minha família é de Teresina. A minha família é de Teresina. Mas eu moro em Joinville. Eu moro em Joinville.

Porra, caralho, você é cigano, meu irmão? Parece o Luiz Ricardo, criança. Circo, porra. É, o Luiz Ricardo. O braço nasceu em Uberaba, o outro em Goiânia. A perna cresceu em Manaus. Caraca, irmão. Eu sou carreteiro, irmão. Eu sou carreteiro de todo o Brasil. Eu só não conheço o norte todo. O resto, graças a Deus, eu conheço o Brasil. E a Lapa toda, você conhece? A Lapa, tu conhece a Lapa? Lá ele, lá ele. Lá ele. Lá ele.

Fechou em junho, eu tô aí Vai com o caminhão, duvido Me dá uma buzinada na porta Porra, nove eixo Tá bom Obrigado, irmão, vai com cuidado aí Vai com Deus aí, Danilão Óbvio, brother Óbvio, cara Eu atendo a galera depois do show

Tá bom, Danilão? Obrigado. O Danilo Caminhoneiro. Ele ouve todos os ticas. Todos. Que legal. Que legal, meu. Ele ouve todos, né? O trecho, né? Obrigado, viu, Danilão. Não tem muito o que fazer, vai ouvindo nós. Um abraço pra você, irmão. Um abraço, Marco Fiesa. Abraço. Tudo de bom, Danilão. Um beijo.

Que legal, cara. Ele fala comigo quase que todo dia esse maluco aí. É, né? É o entretenimento pro cara que tá ali, né, meu irmão? Na estrada, porque vida de trecho é horrível. Os caras amam, mas é uma coisa chata, né?

É uma coisa chata. Vamos pro Superchat, Boletão? Isso é que manda, irmão. Tá feliz, Luiz Cardo? Tô muito. Viva a noite. Viva a noite. Todos os sábados, é isso? Todos os sábados, às dez e meia. Dez e meia da noite no SBT. Você sintoniza o SBT em qualquer lugar. A TV mais belíssima do Brasil. Avelino Brasil SBT.

Você sintoniza Viva Noite sempre às dez e meia da noite. Dez e meia, todo sábado. Luiz Ricardo, maravilhoso. Lá ninguém fica sentado. Ele vai de poltrona, fica sentado em poltrona, lá ele. Vamos lá, primeiro o Superchat. O Edson Poets enviou uma mensagem.

Cadê a porra da mensagem? Não chegou. Só chegou o nome. É que estava como áudio. O BF enviou uma mensagem. Pô, carioca, tem que fazer áudios com a imitação. Tem que fazer áudios com a imitação. Então agora a gente vai fazer. Tá bom, a gente vai providenciar, né, bola? Vamos, obrigado, viu? Boa ideia.

A DJ Master Services LLC enviou uma mensagem. Fala pessoal, Luiz Ricardo. Meu pai Manuel vendia terno para você no Bom Retiro, mandou um abraço. Meu sobrinho Lucas, que não quer trabalhar.

Vai trabalhar, Lucas. Ele mora hoje nos Estados Unidos, o Manuel. É mesmo. Vendi a terno pra você. E é nos Estados Unidos mesmo? Tá aqui a bandeirinha dos Estados Unidos. Ah, moleque safado! Fala, pessoal, meu pai, Manuel, vendia terno pra você. É verdade, é verdade. No bom retiro. Olha só. Você xingou o Lucas aí, bola. Lucas, vai pro inferno, tchau. Fica quieto. Não, ele mandou xingar, mas xinga, Luizão. Mais uma.

Danilo Maroni Carpim enviou uma mensagem. Olá, pessoal. Luiz lembra de um rapaz que disse ter um troféu antigo do Viva à Noite. Quero muito te mostrar. Falamos com ele. Bugalu. Falamos com ele. O tio dele foi o Bugalu. Aqui não veio mensagem. Mas por quê? Eu vou tentar apertar para ver se... Se entra alguma coisa. Aqui. Aperta aí. Pô, aquele da Meia Lua, o do Viva à Noite, da Meia Lua. É? Vocês vão ganhar essa porra. Enviou uma mensagem.

A pessoa pode escolher a voz aqui dos... É, mas não vem nada. Não, mas essa voz é aquele... Fumaça de rosca. Hum, nossa. Sabe, do BYD. É, pegaram essa voz aí, estão usando essa. Mas não vem nada de áudio. Não, porque não veio, ó. No message. É, não, então no message. Vamos ver aqui. Vem que a pessoa manda, então. É, porque ela... Porque é...

O senhor do Mucay enviou uma mensagem, eu não estou lembrando, mas Luiz Ricardo, eu paguei adicional de periculosidade por você ter engolido fogo no duro.

Como é que é? Olá, pessoal. Luiz, lembra de um rapaz que disse ter... Ah, não. Não, não é isso. É um negócio de fogo. Eu não estou lembrando, mas Luiz Ricardo, eu paguei adicional de periculosidade por você ter engolido fogo. Ele devia ter sido bombeiro. Será? Não sei, ó. Eu não estou lembrando.

Mas, Luiz Ricardo, eu paguei adicional de periculosidade por você ter engolido fogo. Porque ele pagou. O cara não sabe ordenar uma frase, caralho. Isso é coordenado assim, dético, assim. Porra, mano. Que raiva. Está tudo vendo um monte de sem mensagem. Que doido. É que tem uns que vem com áudio. Silvana Bezousa Moraes enviou uma mensagem.

Nenhuma. Aqui tem, aqui tem. Mal. Malbrito enviou uma mensagem. Boa tarde, quanto tem de queimadura rosto.

quanto tem de queimadura rosto? Acho que ele quer saber. Tem dois. Escreveu que nem um... Um índio, caralho. Escreveu cupé. É, me, que é água. O que tem de queimadura? Não sabe escrever isso. Olha como é que ele escreveu. Boa tarde. Quanto tem de queimadura rosto? Queimou. É, que pergunta que é essa, seu bosta? Terceira.

Pô, pergunta mais bosta, cara. Terceiro grau, segundo grau. Terceiro grau, segundo grau. Teve fazer plástica? Não, porra nenhuma. Porra nenhuma. Só na base da... Só na base da Minâncora. Cresce barba? A da Tiffany carregou? Cresce mais. O Dom de... Da Tiffany. Aqui, ó. Achou a Tiffany? Achei. Vai.

Typhane Coetze enviou uma mensagem. Luiz, meu pai e minha avó Margarida Rowan te adoram. Manda um abraço para ele ficar feliz. Claudio Coetze, da banda Projeto Rock Story. Um beijo de Los Angeles para vocês, queridos, que alegram nossos dias. Obrigado, Typhane. Você conhece? Eu conheço. O Claudio é um paisagista maravilhoso, cara. Um beijo para ele.

Ele tem uma banda, Rock Story, se você sentisse o peso dessa banda, os caras tocam, quem não canta. Coisa mais antiga. Antigo. Depois tu procura Love Story. Mas a banda é boa para um caramba, velho. Muito boa. Ah, o Luciano aqui também carregou, né? Então vai. Luciano Porto enviou uma mensagem. Canta Duck Tales para fechar com chave de ouro. Eu sou eu.

Canta DuckTales pra fechar com chave de ouro. Que vai. Não vai, não vai fechar então. A gente fecha, que a hora que a gente fechar, a gente pede. E a filha da gás. Terrível, é terrível. Aqui, vamos ver se é isso aqui. Você não sabe da missão ter sobre o amor. Patrícia Castro enviou uma mensagem. Tem nada. Boa tarde, galera do Ticaracatica Casting. Aqui é a Patrícia Castro. Eu queria saber, eu sou cantora, locutora, já consegui cantar lá no programa do Silvio Santos, não erre a letra.

Tô louca pra voltar pra produção de TV, de rádio. Ó, precisando, eu quero saber quando Viva a Noite vai ter vaga, hein? Primeiro eu quero saber se o Luiz Ricardo se lembra das caravanas que ele fazia do Baú da Felicidade aqui em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Aí ele comenta aí pra gente, tá bom? E como fazia? Beijo, Patrícia. Fazia, fazia Felicidade Bate Sua Porta. As caravanas. A Felicidade Bate Sua Porta, aquele caminhão grande. Lembra? A Felicidade Bate Sua Porta. Cartas, aí tinha musical, depois a gente ia entregar prêmios nos bairros. A TV com a TV fazia coisa, né? Meu, muita coisa. A gente vai lembrando. Puta que bola. É muita coisa.

coisa, muita coisa. A felicidade bate a sua porta. A gente rodou o Brasil inteiro, rodou o Brasil inteiro, cara. Isso é muito legal. Eu viajava tanto que eu casei em um dia a lua de mel. Minha mulher ficou em casa e eu fui gravar fora de São Paulo. Caramba. E no Rio tinha um negócio chamado, que era o mesmo nome. Será que você pegou daí? Não. O Silvio que pegou isso. É, então. Tinha um supermercado chamado Supermercado Leão no Rio. Cara, eu era muito criança.

E chamava-se a felicidade de bater sua porta. Como é que era o negócio? O cara batia na porta da casa da pessoa. Se a pessoa tivesse a sacola de papel do mercado, ganhava o caminhão inteiro de compras. Entendi. O teu tinha que ter o quê? Comprar o carnê?

Aí comprava o carnê, preenchia, jogava o cupom na urna e... Se tivesse em dia com as prestações... E levava tudo. Carro, casa... Caraca, que legal. Aqui, ó, a última aqui, ó. Vai. A última, ó. Agora é áudio, áudio. A pessoa mandou um áudio de WhatsApp. MS Musoctozimo enviou uma mensagem. Luiz Ricardo mora no meu coração. Foi me inspirando no palhaço Bozo que nasceu o doutor Máximos.

Eu moro no número 236. Eu acordo sempre às 5h60. E o meu palavrão favorito é caçarola. Palhaço Bozo tem um significado muito importante na minha infância. Luiz, um abraço querido, eu te amo.

Cara, com um beijo grande. O Maximus, porra, tudo. Que legal. 560, 236. Que mensagem bonita. Obrigado, um beijo grande pra você, viu? Arrepiou, velho. Tá vendo só? Luiz Ricardo, tá aqui o livro de Luiz Ricardo, você pode comprar em qualquer loja da...

Amazon, você compra aí. É só você botar Amazon.gogo. É muito legal, rapaziada. Se vocês vêm no aeroporto. Eu dou uma olhadinha por cima aqui, pô, é muito legal. William Sanchez fez. É o William Sanchez? Ele é o escritor, é. É o Sanchez. Ele é maravilhoso. Muito além do palhaço mais famoso do mundo, pela editora Citadel. Citadel. Citadel está aqui, o livro, com todas as histórias prefácio de Carlos Massa, o ratinho.

Vamos lá Tem aqui a barriete Aí na Playboy Você pode acompanhar

Ó, fotos... Pô, Giliard, mano. É isso mesmo? É você, você é a cara do Giliard aqui. É você? Porra, igual o Giliard, caralho. Tá igual, caralho. Bota o óculos nele, pelo amor de Deus, bola. Porra, tá a cara do Giliard. Parece o Giliard aqui, porra. Pra mim é um orgulho, né? Era parecido com ele? Não. Essa foto é igual, caralho.

Não, para, olha o tamanho do nariz, tá doido? É o Giliard. Bom, tá aqui o livrão do Luiz Ricardo, você pode comprar. Lembrando que amanhã a gente estreia Humorfobia no Teatro Sabesp. Às 20 horas, Sabesp e Caneca. E isso aí, a partir das 8... Compre seu ingresso. Compre seu ingresso amanhã, todas as quartas de abril. De 8 a 29 de abril nós vamos estar lá.

Tá aí, todas as quarta-feiras estaremos lá a partir das oito da noite. Pague para entrar e reze para sair. Lembrando que sexta-feira eu estarei em São Sebastião, tá certo? Carioca botando pilha. Aí em São Sebastião também pode comprar seu ingresso dia 10. Aí dia 5 do 6 em junho estarei em Floripa, Joinville, Itajaí. Aí depois em julho, Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias do Sul. Em agosto, em Campinas, no Teatro.

Campineiro. Não, lá do shopping Iguatemi. Iguatemi. Que é um teatro Belo Shopping. Oficina do Estudante. Um dos melhores teatros do Brasil. Vamos nessa, gordinho. Luiz. Partiu? Grande honra. Obrigado. Te amo. Te amo. Vamos andar de moto? Vamos andar de moto. Não me deixaram. Eu queria dar uma volta de moto. Ele queria ter uma moto igual a minha. Eu estava com a moto e ele me mandou. Vamos andar. Eu falei, pô, pra mim você tinha.

Eu queria pegar um domingo, pegar uma banda. A hora que você quiser, irmão. Comeu um... Porra, é... Deixa.

pertinho. Vamos comer um... Se quiser pegar uma BM, também é comigo. Ô, garoto! Não, a gente pode comer lá em Tu, lá o filé. O alemão. O alemão? Comeu um... Vai lá e volta. Rapidinho. Bacalhau 53. Vai devagarinho. Vai nos oitentinhos. Isso. Vamos embora. Vamos embora. Vamos aqui na direitinha. Vamos na moral. Vai equipadinho. É, bota jaqueta.

Se a Mayara deixar... Vai, Mayara, deixa teu pai. Não, que garoto. Ela puxou a mãe. Imagina a mãe. Você vem cá de moto? Tem. Então acabou, pronto.

Mas você já teve moto, Luiz? Ano. Já teve moto? Tive, várias. Mas não sou... Parado. Não sou. Caiu parado? Eu também já caí parado. Bração, hein? Faz parte. Bração da porra. Puxou a mãe? Puxou a mãe? Você também caiu parado, já faz parte, irmão. Ô, bração da porra. O cara caiu com a moto do diretor, caralho. Mentira. Foi dar a volta. Mentira. Zero. Mentira. Uma raia-busa em Alphaville. Não é um bandite. Bandite. Um bandite. Uma bandite.

Olha, chega a transpira. Eu odeio moto muito pesada. Ele foi andar na Bandit. Ah, ele sabe andar? Sim. Sei. Mais ou menos. Na época. Na época. O João do Bem. Na época. Mas você não é scooter. Eu andava de CG, caralho. Titã. É a mesma coisa. Você vai ficar mais pesada. Cara, quando eu peguei a moto, eu falei, nossa, que moto pesada. Não, não, olha. Aí já... Opa. Aí a Alphaville não tem aqueles... Retorninho. Tem, os retorninhos. Fechadinho. Fechadinho, né? É.

Aí na hora que eu fui, eu vi um carro e eu assustei. Aí apertei a embreagem pra dar tempo do carro passar e eu virar. Ela só deu esse tranquinho assim, sabe? Aí eu pesando pra caralho, pá, larguei a moto no chão. Empenei a moto inteira. Quebrou pisca. Já mandei pra oficina, paguei no meu bolso. Vou pagar, paguei o prejuízo. Puta prejuízo. Trugidão, empenou o garfo, caralho. Quebrou pisca. Não, comigo não, só larguei a moto. Caiu parado. Caiu parado.

E mais pra chegar com a moto toda torta. Ai! Não, mentira. Tiveram que me ajudar a levantar a moto. Eu não consegui. A moto é pesada, né, bola? Essa é a moto mais antiga. É muito ferro. A BMW eu vi. Bonita. A escuta. A bola tá com uma, né, bola? Eu tô com uma. C400? É uma 400. Eu vi essa semana. Tesão de moto. O X-Max. Tesão de moto. Tesão de moto.

Deixa ele A gente só vai dar bandinha A gente vai pegar um dominguinho, acorda, toma um café E se quiser andar de 1.200, vamos também Você tá doido, rapaz Tô com medo de 400, ele quer me botar Vamos embora, boleta Até amanhã Teremos quem? Luciano Burte E na quinta, nosso querido Toguro Tarugo Toguro, tchau

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