Vivemos em uma era de excessos: sons, lugares, objetos, informações e muito mais. Tudo isso gera um ruído constante que abafa o pensamento e anestesia o sujeito. Alimentados apenas por impulsos emocionais e fugazes, dedicamo-nos cada vez menos ao silêncio e à introspeção. O ser é erodido em nome do ter e, principalmente, do parecer. Neste “Enxame”, como define Byung-Chul Han, perdemo-nos a nós mesmos.